Olá! Estou de parabéns, sabia? É que fiz uma sesta e consegui levantar -me e pensar, falta -me gravar o podcast. Pá! Eu sei que para muita gente, esta questão do Fiz uma Sesta é só ofensiva, não só para mães, recentes ou pais que estejam em casa, ou pessoas normais, não é que trabalham das novas 5 e que não trabalhem na Google ou com a Oprah. Mas ser freelancer tem coisas boas e uma dessas é fazer
sestas. Pá, ainda bem que há muita literatura nesse aspecto, que é descansar é tão importante. Se descansar está a produzir porque... mas é descansar, descansar, não é descansar, portanto, estou de parabéns, voltei da
sesta, voltei de lá. Ainda agora estava a ter sonhos, provavelmente com um dos tipos de shameless, eu hei de calar -me porque só me falta uma temporada, mas voltei meus amores e celebremos esse facto, que isso há todos juntos, dia 30 de abril, no Lisboa, com a D -Club, este podcast vai ser ao vivo. É o número 100, hoje é o número 100! Hoje, hoje, este é o número 100, 100! Pá!
Vocês têm noção 100 episódios que correspondem a 100 dias, sendo que no início era semanal, portanto, 100 dias na mesma. Então bora aí, bora aí, um gajo tipo fogo. Se gostam deste podcast venham a apoiar lá ao vivo, dia 30 de abril, no Lisboa, com a D -Club. Hoje
é um ótimo dia para tomarem esse compromisso. Os bilhetes estão à venda na Tic -A -Tline, escrevem jovem na gama, cagam na pianista, cagam no festival Hilariente para já e depois sim marcam, então, a vossa ida e este podcast ao vivo. Obrigado, obrigada por se estarem desse lado, não compreendo, mas façam a vossa vida, que faça a minha, está tudo bem, somos amigos coloridos, como faz sempre
pensar em ectrícia. A diante, pá! 100 episódios, eu já tive podcast com 100 episódios, mas este tem aqui levado a autos e baixos, está a atenção, este é um camilo, sobe, desce, sobe, desce, às vezes tem, como faz retenção de líquidos, tal como os camilos fazem, que é isso, a principal, mais valia deles, não será certamente a velocidade ou a higiene, talvez o tabaco, talvez o tabaco sim, mas
voltei da cesta, episódio 100, falamos aqui de algo que, me azucarim um bocadinho no fim de semana passado, e eu vou passar, passando aqui o assunto bem passado, que é, fomos passar um fim de semana bem passado a um hotel, um hotel só para crianças, quer dizer não é só para crianças também, vão lá adultos, mas é uma espécie de Euro -Diz na embeja, pá, a Irene entrou lá e ficou, uau, eu, ela se ri, giro,
giro, giro, pá, foi maravilhoso, e num dos dias houve um evento que era o Nep Voice Kids, o Voice Nep Kids, Nep é o nome do Neptoon, que é mascote do hotel Vila Galé para as Crianças, Cachink, não há Cachink, o teio é ir, no fundo é ir, então houve um devós em que havia três cadeiras gigantes, onde os putos sentavam para serem jurados, e a Irene foi uma das pessoas que foi escolhida como gerada, ou
como provavelmente estará auto -proposto, nisto então começam a ir os putos, ah, passou, passou, ah, é, planita, ah, pá, e nisto a Irene está super desconfortável, porque, porque é de dizer a verdade, não é? Porque, por ela, da miúda de três anos que está ali em cima, e que vê, só, só, isto é
a música de Elsa, que eu gosto, não é? Que é, parece o nome da educadora de infância, ou da protagonista de Frozen, ou é música de Elsa, devem ter aproveitado, o músico devia ter aproveitado, e, então, por ela era, olha, como é que te chamas? Que tinha, nem falar, sabes, não sei por que que veste participar neste concurso, não se segura assim no microfone, isso não é uma bomba, relativamente à
canção, por ela era isto. Então, eu não sabia que tinham dado indicações para ela não ser harsh, mas deram, deram indicações, nesse
sentido. Então, enquanto ela estava a falar, eu conhecendo -a, senti que ela estava super, super desconfortável, em ser querida e simpática, não saber ser construtiva, porque se notava um início de passivo e agressividade, e depois tentar dar a volta, gente, de estar -vas mesmo com muita vergonha, não estava, estava desconfortável, estava a gostar de cantar, mas tens tanto talento e eu, ai, o
caralho! E nisto, fomos depois para o quarto e começou ali uma conversa interessante entre nós, os três, a Irene, eu e o Miguel, sobre dar feedback cru ou não nestas circunstâncias, a Irene, com uma visão bastante dicotómica, disse, eu tenho que dizer a verdade, a verdade, a verdade, a verdade, e eu acho que ela ainda não sabe o que é que há de pensar sobre isso, daí ter uma visão
black and white e também influencias do pai, que tem uma visão assim muito forte neste tipo de coisas, já eu obviamente, que a minha filosofia aqui é, let's have a good time, que é, é, pai, tem três anos, tem arranho, eu nem entendo aqui o conceito de dizer a verdade às crianças, o que eu disse a Irene foi, mas é que este concurso não leva lá nenhum, não há prêmios, nem sequer há consequência, vocês depois
não vão treinar as pessoas, são só crianças, a crerem de ver o sonho delas, de serem cantores, ou até mesmo de fingirem que são a Elsa, e pronto, não é preciso levar isso a sério assim, mas depois elas calhar vão tentar ser isto o resto da vida e são péssimas, mas de onde, eu sei, mas de onde é que
vem essa ideia tão cruel da vida? E disse, Irene, tu nem sequer és jurada de nada, tu não tens experiência nenhuma em música, o que é que te dá a entender, que a tua verdade é que é a verdade e quem é que te dá a legítima idade, profa, pá, isto, já no outro dia, quando estava nas manhãs, estamos a discutir sobre o que é que é ser amigo e o que é que não é ser amigo, e houve várias
pessoas a dizer que ser amigo é dizer -nos a verdade, por muito que nos coste, pá, eu não sou essa pessoa, atenção, eu não vou dizer a verdade, porque eu não sei, porque eu não sei, imagina, uma amiga está numa relação tóxica, já aconteceu o contrário, e essa minha amiga disse que estava a perceber, estava a acontecer, mas perguntou -me, és feliz, estás feliz, e eu disse que sim e ela pensou, então Ana, vai,
vai, vai para aí, pá, e fez bem a vida dizer -lo, se de outra forma, agora, eu sei lá o que é que eu tenho, eu não tenho certeza de pizza, de pizza, o que é que vou dizer a verdade, vou dizer a verdade, eu posso sugerir coisas, posso falar daquilo que eu observo, mas isso está sempre condicionado à minha perspectiva das coisas agora, uma coisa é dizer a verdade sobre algo que nós sabemos que vai acontecer,
imaginando que tenho uma colega de trabalho, que não tenho, que está constantemente a chegar atrasada e já me foi dito que mais uma ou duas vezes que isso será um problema para a carreira dela, e aí vou dizer a verdade, mas é uma verdade que é uma verdade absoluta, não é uma verdade em que eu esteja a intuir, ou a forçar a minha perspectiva de realidade na outra pessoa, porque eu não sou ninguém,
e vou vos dar um exemplo, lá está uma colega minha e a minha gaminha, apesar de não nos vermos, porque estamos tanto uma de outra que confiemos que o tempo nunca passará, que é a Maria Seixas Correia, ela no início, pá, tinha um Instagram super raw e já estávamos na... e já estávamos naquela cena do Instagram perfeito e ela tirava fotografias assim, meias azeilhas, não sei o que, e ela disse, ah, o
que vocês acham no Instagram? A Sucana em perguntou que a na altura era uma... uma parva e de pessoal, Maria, o teu Instagram é uma merda, disse pá, Maria, veja um sol, ascomalha, Maria, tipo assim não vais a lá de nenhum, se a tua cena é fazer dinheiro e não sei o que, pá, com estas fotografias da merda tipo... O que? O que é isto? Mas que pessoa é esta? Pô, como se eu percebesse
alguma coisa, como se eu... se eu dissesse se está alguém, como... isto é javardo, além de que a Maria respondeu -me e deliciosamente bem, que foi pá, mas seja como for, eu vou fazer sempre a minha cena, porque é aquilo que
eu gosto de fazer e sei, que é mesmo assim. E agora, grande Maria, tipo, das... das pessoas mais únicas, mais únicas que eu conheço, mais criativa, mais... pá, não dá para encaixar, não dá para encaixar, adora Maria e... E tem que saudades dela. Pronto, e isto entra muito na linha daquilo que eu estava
a dizer, que é que... que verdade? Que verdade é que há aqui e que é que me diz que imagina, se fosse há 15 anos diriam -me, ah, Joana, nasias javordar da torte e direita, que as pessoas chamam de puta, e assim, então, mas eu... isso
até poderia ser verdade, não é? Mas... eu acho que nós devemos questionar sobre o efeito positivo daquilo que nós vamos dizer e pensar qual é o instrumento, qual é a ferramenta que, no fundo, são sinónimos e perdia aqui só 4 segundos, agora 5, agora 6, a falar disto, da qual nós podemos servir
para ajudar os outros a serem mais felizes. E se isso for um não sei, é um não sei, se for, olha, não... eu não faria assim, é um eu não faria assim, mas não, é uma merda, é aquilo que estás a fazer, é estúpido, porque nós somos... pá, a nossa perspectiva do mundo não é de... não
é geral, não somos um drone, não é? Mesmo que sejamos um drone, perdemos a capacidade de ver em minúcia, portanto, se é mesmo de dizer a verdade, eu digas verdades, estás a ver só lei verdades, pois leva ao tipo de... de extremos de perspectiva, de formas agudas de comunicar descontentamente e tudo o resto, porque achamos -nos donos da verdade, quando a solução deveria estar no
diálogo, as soluções ao caminho, por exemplo, por exemplo, perante, isto inerve um pá, a verdade, a verdade, ele diz uma verdade, isto vem da onde?
A verdade, vem da onde? É que há muitos, muitos anos, os gregos e não sei o que, discutiam sobre a relatividade, a subjetividade da verdade, como é que estamos a dar este ciclo agora para trás e estamos a ficar todosinho... bom, a calma é um bocadinho, isto pode ser de ir falar -me sobre isto no espectáculo ao vivo, no dia 30 de abril, no Lisboa, com a Dicap, porque é uma
das coisas que eu gostava de vos ouvir também. Há outras que não, como estou mesmo a cagar para a vossa opinião, é mesmo, mas isto eu gostava de vos ouvir, portanto, fica assim, wing wing, uma ideia para o dia 30 de abril, no Lisboa com a Dicap, tchou tchou, club, bilhete à venda na Ticket Lane, ou então vou ao link de meu Instagram, e sigam -me, é só estúpido estaria
ouvindo o podcast e não me seguirem no Instagram. Adi -us!
