EP#133: Afghan Whigs | Soul Grunge
Episódio sobre o novo disco do Afghan Whigs, “How Do You Burn”.

Episódio sobre o novo disco do Afghan Whigs, “How Do You Burn”.
O Built To Spill, banda do Doug Martsch, lançou o 10º disco da carreira, 9º de inéditas, “When The Wind Forgets Your Name”. Mantendo a tradição dos últimos 30 anos, foram convocados dois novos integrantes pra tocar com ele, os brasileiros Lê Almeida e João Casaes, que participam desse episódio contando como foram as gravações.
No final do mês passado fez 1 ano da morte do pioneiro Lee Scratch Perry, o grande produtor de reggae da história do mundo, data escolhida para o lançamento da coletânea definitiva do gênio, “King Scratch (Musical Masterpieces from the Upsetter Ark-ive)”. Nesse episódio a gente destrincha a coletânea e conta com a participação do Nicolas Prado pra entender cada um dos adjetivos que a gente citou no título dele.
Os Monks eram 5 soldados norte-americanos radicados na Alemanha e vestidos de monge que gravaram um único disco, o mais selvagem do meio do anos 60, Black Monk Time, é punk antes do punk, é psicodélico antes da psicodelia, é anti guerra, é quase inacreditável. E por isso tudo é sobre eles esse podcast.
Cass McCombs fez um disco que liricamente é uma homenagem a 3 amigos músicos que morreram recentemente. E sonoramente é para músicos também, já que ele chamou um produtor cabeção e com a intenção de gravar música de vanguarda que pudesse influenciar outros músicos. Tudo com um certo humor e quase uma dezena de participações especiais. Motivos de sobra pra ganhar esse episódio.
Kelley Stoltz acaba de lançar The Stylist, o 13º disco de uma carreira tão infalível e nerd quanto pode ser a carreira de alguém que além de gravar e fazer turnês, trabalha numa loja de discos e também numa loja de instrumentos. É sobre ele e o disco esse episódio.
Estão raspando o tacho do Lee Hazlewood, um dos poucos tachos que realmente valem a pena raspar, principalmente porque essa compilação que acabou de sair, com demos, gravações caseiras, outtakes e músicas que nunca foram lançadas em disco, The Sweet Ride: Lost Recordings 1965-68, é da fase áurea dele é assunto desse episódio.
Viagra Boys, mais uma banda discipula do primeiro e único Fall, banda do mais primeiro e mais único ainda Mark E. Smith, fez um disco pandêmico que é um manifesto contra a estupidez e assunto desse episódio.
Jack White The Third, o dono da Third Man Records, sempre foi um devoto do número 3, mas a pandemia e o lado empresário dele o obrigaram a optar pelo número 2 e ele lançou dois discos completamente antagônicos e ao mesmo tempo complementares que são assunto desse episódio: o “Fear Of The Dawn” e “Entering Heaven Alive”.
Episódio apresentando… Sinead O’Brien. Apresenta porque é disco de estreia, o primeirão da carreira que até então tinha uma meia dúzia de 3 singles, então vamos lá tentar descobrir qualé a da Sinead que é irlandesa, mas não é O’Connor, é O’Brien, e qualé a do disco dela, “Time Bend and Break the Bower”.
Angel Olsen voltou para um som mais parecido com o do começo da carreira, o que eles chamam por lá de alt-country, e lançou um disco de luto, ao mesmo tempo que é um disco feliz e celebra a felicidade de quem encontrou um novo amor. Esse é o “Big Time”, assunto desse episódio.
Anton Newcombe, o dono do Brian Jonestown Massacre mora dentro do disco psicodélico dos Stones, ou seja, derreteu e virou um general com uma missão: manter o mundo atormentado pelo rock and roll. Acabou atormentado ele, preso e sem banda por agredir alguém do próprio público de 6 pessoas num documentário que serviu de prova. Essas histórias e como ele reergueu a banda, que lançou o 19º disco da carreira, “Fire Doesn’t Grow On Trees”, é o que a gente conta nesse episódio.
O Wilco reuniu todos os integrantes numa sala para gravar um disco pela primeira vez em 15 anos. E o resultado é o primeiro disco country, no nome, porque no som, de um jeito ou de outro, todos são. A prova tá nesse episódio.
Episódio sobre o hit que voltou a ser hit “Running Up That Hill (A Deal With God)”. Como a música foi escolhida pra trilha de Stranger Things e tudo sobre o disco em que ela foi lançada há 37 anos. (Contém spoiler)
Jonny Greenwood ficou com saudade de tocar com Thom Yorke e dessa saudade somada ao tempo livre da pandemia nasceu o projeto paralelo deles, o The Smile. Mas a pergunta que a gente tenta responder nesse episódio é: como todo bom projeto paralelo, esse muda o som da banda principal o suficiente para justificar a própria existência? Ouça pra saber!
O disco que Willie Nelson acabou de lançar briga de igual para o igual com o que há de melhor na discografia dele - e olha que aí a gente está falando de mais de uma centena discos! Esse episódio a gente conta o que faz “A Beautiful Time” tão especial e faz um resumo da vida do Willie.
Em 2018, o chefe do Spiritualized, Jason Pierce, foi convencido pelo presidente da sua gravadora a não lançar um disco duplo. Assim, naquele ano saiu o “And Nothing Hurt” e, agora em 2022, veio o “Everything Was Beautiful”, um disco com tudo que os fãs da banda mais gostam e que é assunto desse episódio.
Não bastasse ter cravado as iniciais da cidade natal no nome da banda, o Fontaines DC sempre dá um jeito de falar de Dublin nas suas músicas. O terceiro disco da banda, “Skinty Fia”, teve a capa, o nome e algumas letras inspiradas em histórias irlandensas. E a gente conta tudo sobre ele nesse episódio.
Kurt Vile usou o tempo livre na pandemia pra construir um estúdio caseiro onde ele gravou o seu nono e mais recente disco, o “(watch my moves)”. Nesse episódio a gente conta tudo sobre ele, da influência dos seus ídolos aos convidados especiais.
Depois de amargar algumas desilusões com suas antigas bandas, as amigas Rhia Teasdale e Hester Chambers resolveram montar o Wet Leg com um único propósito: se divertir. Ironicamente, deu mais certo do que tudo que elas tinham feito até então e o resultado é o primeiro disco, que acabou de sair.
No começo da década de 1970, depois de uma fracassada tentativa de entrar para o King Crimson, o vocalista Bryan Ferry montou o Roxy Music. O primeiro disco da banda saiu em 1972 e, pra comemorar os seus 50 anos, ele ganhou esse episódio.
Episódio sobre o Ibibio Sound Machine, um raro caso em que o detestável termo World Music de fato se aplica, já que trata-se de uma banda de 8 com meia-dúzia de nacionalidades diferentes e que estão sim presentes no som, mas nesse quarto disco o pêndulo sonoro que já esteve mais para o lado afrobeat pendeu para o eletrônico e os responsáveis por isso têm nome: Hot Chip.
O pior pesadelo de Mark E Smith, o vocalista, líder tirano e ditador implacável do Fall aconteceu. Depois que ele morreu, a banda virou a principal referência para o que estão chamando de Revival do Pós-Punk, de bandas como Fontaines DC, Yard Act, Shame e Dry Cleaning, pra citar algumas. Por isso (e porque sim), é do Fall esse episódio.
Craig Whittle viu Hannah Merrick em um festival universitário, adorou a apresentação dela sozinha com o violão, mas só foi de fato ter uma banda com ela alguns anos mais tarde, depois ir trabalhar por coincidência no mesmo café que ela. Assim nasceu o King Hannah, que lançou em 2022 o disco de estreia e é assunto desse episódio!
O vocalista do Death Cab For Cutie, Ben Gibbard, se mostrou um dos mais improváveis fãs da Yoko Ono e resolveu organizar um tributo pra celebrar a música dela. Ele reuniu 14 artistas que fizeram suas versões e assim nasceu o “Ocean Child: Songs of Yoko Ono”, que é assunto desse episódio.
Depois da turnê do disco “Hot Thoughts” (2017), o Spoon resolveu voltou pra sua cidade natal, Austin, pra gravar as músicas do disco seguinte. O resultado saiu agora em 2022, o décimo disco da banda e assunto desse episódio, “Lucifer On The Sofa”.
Pra gravar o quinto disco da carreira, o Big Thief bolou um plano megalomaníaco, em que eles usariam alguns estúdios pelo mundo pra captar cada uma das músicas. Quando eles perceberam que o projeto era inviável, eles restringiram os estúdios a 4 lugares nos Estados Unidos e, dessa viagem, nasceu o assunto desse episódio, o disco “Dragon New Warm Mountain I Believe in You”.
Cat Power sabe (e adora) fazer versões, tanto que ela acabou de lançar o seu 3º disco de covers. Nesse episódio, a gente conta como ela recria cada uma dessas músicas, a escolha do repertório do disco, que vai de Frank Ocean ao Pogues, passando pelo histórico de covers da carreira dela.
No 1º episódio de 2022, a gente conta tudo sobre o primeiro disco do Yard Act, os fãs ilustres que eles já ganharam e qual o lugar da banda na árvore genealógica que tem o The Fall, do Mark E. Smith, como patriarca.
Nossas listas de discos favoritos de 2021. A playlist: https://open.spotify.com/playlist/4qg1bnROQfOVF2DROnnhJK?si=xdzIHfRZRimg4ifvdZYPtA