#018 - DESCOMPLICANDO  HERBICIDAS NO MILHO - podcast episode cover

#018 - DESCOMPLICANDO HERBICIDAS NO MILHO

Jan 17, 202451 minEp. 18
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Neste episódio, Diego e Bruno recebem Joaquin Fuentes para discutir aspectos ligados ao uso de herbicidas no milho para alcançar altas produtividades.

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Speaker 1

fala turma. Meu nome é Diego Santana e estamos começando mais um episódio do mais milho podcast. Estou aqui com o meu parceiro. O engenheiro agrônomo Bruno Anjos fala a turma Beleza O propósito desse nosso projeto é aumentar a produtividade e a rentabilidade da cultura do milho no Brasil, levando até você a informação de qualidade de maneira simples e aplicável aí no campo e para isso vamos bater um papo aqui com os profissionais que estão fazendo a diferença no agro,

no Brasil, no Brasil e no mundo. Hoje é internacional, não fala aí pra turma, Qual é o tema do nosso episódio e quem é o nosso grande convidado pessoal? E no episódio de hoje vamos discutir sobre descomplicado os herbicidas no milho. Iremos abordar aqui as principais estratégias de manejo, o controle de plantas daninhas de forma prática. Nosso grande convidado de hoje é consultor, pesquisador e produtor de conteúdo na internet. Além disso, é especialista em controle de plantas daninhas.

Seja muito bem vindo ao mais milho Podcast. Joaquim Font Bom Dia, Bom Dia, Bom dia a toda a audiência do mais milho podcast. Parabenizar a vocês pelo trabalho que estão fazendo pelo podcast. Eu Acho que essas instâncias são muito boas para a troca de ideias e, principalmente para levar a informação para quem está no dia a dia do campo. Então eu agradeço muito pelo convite e estou muito contente de

poder participar do podcast. Dúvida Pessoal! Vocês já viram que nós teremos hoje mais um bate papo de alto nível por aqui, com o Joaquim Fontes que nós somos fãs cara. Está fazendo um trabalho fantástico e hoje nós vamos o nosso desafio aqui. O nosso propósito nesse episódio é entender como realizar o manejo eficiente de plantas daninhas na cultura do milho e através desse manejo eficiente, aumentar a rentabilidade

e a produtividade na sua lavoura. Isso mesmo, Joaquim, Muito obrigado mais uma por ter aceitado nosso convite para discutir de um assunto tão pertinente. Também gostaria de te parabenizar, já que a gente segue muito você no Instagram e ver os trabalhos que você vem desenvolvendo. Gente diga que comprou o curso do raiz da solução, também viu que você fez um trabalho excelente lá, conta aqui para gente um pouco da sua história, de onde você é os locais de atuação.

Pelo sotaque, dá para ver que você não é brasileiro? Fala para a galera Diego, também Agradeço de novo pelo convite. Realmente esse sotaque não é brasileiro, não. Eu sou uruguaia, Me formei em dois mil, once na faculdade e na Universidade da República do Uruguai Até dois mil catorze. Trabalhei em fazendas em gorda de boi,

encarregado da produção de pastagem em degraus. E aí começou meus primeiros contatos com o manejo de prata da Nina, onde na época já tínhamos muito problema com o B. Em dois mil catorze, por aspirações econômicas, principalmente, eu decidi sair do Uruguai. Eu recebi uma proposta para vir trabalhar no Paraguai em fevereiro de dois mil

quinze. Eu já tava trabalhando no no Paraguai com uma empresa de tecnologia da aplicação, aonde eu comecei a trabalhar e e a Messi também na parte de tecnologia da aplicação, e depois comecei a trabalhar como consultor, Tá, eh de clientes que eu já atendia na parte comercial. Tá depois

de um tempo de trabalhar como consultor. Eh! Eu e e E e Eduardo Saros, que hoje é meu sócio, a gente teve Ah, a necessidade de começar a fazer pesquisa nacional, porque toda a informação que a gente usava no Paraguai era basicamente do Brasil e da Argentina. Então, a gente decidiu alugar quinze Itália e começar com o campo experimental para levar para nossos clientes. Hoje o campo já tomou uma dimensão diferente. Já fazemos pesquisa para empresas nacionais e

multinacionais também. Então, hoje atua como consultor, tanto no Brasil como no Paraguai. Muito bom, Joaquim. Bom demais. Esse trabalho como a gente estava conversando aqui antes de começar a gravação, mas também sabe importância desse trabalho de pesquisa e desenvolvimento. A gente também implantou campos experimentais aqui para desenvolver resultados aqui da região, não seguir apenas protocolos que são devolvidos de outros locais. Esse é um trabalho que a gente colhe muitos frutos,

porque nem sempre a informação é extrapolada. São muitas variáveis que afetam os resultados no campo. Então, qualquer variável que seja diferente, regionalmente e já vai afetar o resultado, Então, por isso que é muito importante regionalizar a pesquisa. Falando em agricultura, a certeza que a gente tem é que é muito dinâmica que essa variação química, física e

biológica é enorme. Características ECM na própria propriedade. O mesmo ta tem uma variação enorme que a gente sabe que tem que ter protocolos específicos para cada realidade isso é um trabalho fantástico. Exatamente no tema de plantas da Minas é ainda mais regionalizado porque hoje, em regiões onde tem, por exemplo já picão resistente, é a Traci em lugares onde não está muito regionalizado a questão das resistências. Então é muito

importante pesquisar em diferentes lugares. Eu sempre brinco que no campo experimental a gente tinha dois sócios. Eduardo Ele está preocupado mais com que as plantas nasçam bem, cresçam, vigorosas e sadias, e eu me preocupo por matar plantas que não cresçam e que não produzam matar as plantas que estão atrapalhando

isso mesmo. Perfeito Joaquim. Para iniciar esse bate papo, eu quero que você faça uma abordagem aqui sobre a importância desse controle eficiente de panta daninha, com a sua informação e toda a sua experiência. Quais são o estádio crítico na cultura do milho? Que nós temos que ter uma atenção especial para ter esse controle também de acordo com seus dados, observação e trabalhos? O quanto a falta de um controle eficiente pode impactar na produtividade da cultura? A

eu sempre gosto de contextualizar. Primeiro que nada. Por que que a gente controla? A planta da Nina não é por uma questão estética a gente controla a planta da Nina, porque a planta da Nina tira a produtividade e, portanto, tira a rentabilidade do negócio. É simplesmente isso. Então, a ação de controlar a planta da Nina. Vamos colocar um exemplo se tu não controlasse planta da Nina Tu Perdia. Tem trabalhos que mostram até trinta sacas por etária de milho,

se controlar, Planta da Nina tem um custo de cinco. Então, o controle da mina tá te dando um retorno de vinte e cinco. Saga por etária? Tá. E então? Essa É é a conta, né? Mas tem outra questão também. Tá que a que isso Eu vejo que se esquece muito no campo, que é

os períodos importantes pro controle. Quando a gente vai falar de de controle, de prata da mina, a gente tem o período total de prevenção, à interferência, que é desde a emergência até da onde, depois que nascem Prata da Minas não teria mais interferência ou não ter é mais perto de produtividade. Tem o período anterior à interferência, que seria o período onde a convivência de planta da Nina com a cultura não tiraria a produtividade. E tem

o período crítico de prevenção à interferência que é onde? Sim, A convivência da planta da Nina está tirando produtividade no milho. Tem muitos trabalhos que serão pesquisadores, que mostram que claro que isso vai depender do híbrido aonde seja e do nível de planta. Mas mais ou menos o período crítico de prevenção da interferência é D v dois a, B. Sete. Em dias vamos falar de quinze a quarenta dias! E o que

que eu vejo que acontece muito no campo? Aquela estratégia de não vamos deixar nascer tudo pra controlar E daí? O produtor vai e aplica em v seis, quando tá terminando o período crítico de prevenção de interferência. Ou seja, você já perdeu produtividade pela planta. Dandi está tendo o custo do herbicida, mas igual Tu já perdeu então a importância desses conceitos. Porque você adiantar essa aplicação em dez dias, pode te dar uma diferença de quinze a vinte sacas por eta de produtividade.

Tem ainda mais uma coisa quando você deixa para aplicar, para fazer essa aplicação no v seid que acontece o ponto de crescimento em v. Seid já está por cima do você. Já tem diferenciação do pendão? Então você obriga a planta a ter um custo energético de ter Toxic de Herbicidas justamente quando ela precisa toda energia pra ter a diferenciação floral. Então tu perde três vezes por controlar tarde por gastar herbicida e por dar esse culto energético pra

planta muito bom. Então, resumindo, um controle muito cedo, né? V dois Ali a V três Joaquim exatamente a TV quatro Tá porque tem muito produtor que diz Não, Eu quero nascer tudo, aplicar a Traci depois para me dar mais residualidade. Mas o que ele tem que entender? A planta da Nina que nascer depois, de catorze a catorze e cinto dias? Ela não vai ter que tirar rendimento. Então não se preocupa com ela. Se preocupa com a que nasce antes

tem uma informação muito importante. Você falou em quinze sacos por hectare só pelo período, mesmo que você controle em seis eficientes você já perdeu quinze sacos por hectare. Diferença entre controlar em quatro e seis, de quinze a vinte cinco saca por etária. É só

por mudar o time de aplicação impressionante. Assim Joaquim a gente sabe na cultura do milho que o milho define potencial muito cedo, ele começa a definir potencial desde a geminação, mas o pique de definição as partes mais importantes que ele define. Entre V quatro, v três e v quatro. Realmente faz todo sentido isso que você acabou de passar

aqui para a turma. Isso mesmo. Joaquim, quando a gente falou que ia ter esse bate papo com você, Diego abriu uma caixinha de perguntas no Instagram e um dos temas mais perguntados por nossos seguidores com relação à dissecação do pré plantio do milho, Aí nós separamos três perguntas. Uma dela é do make Pereira. Ele pergunta como realizar o manejo eficiente de dissecação e pré plantio do milho? Eu acho que ele quer saber a dose correta, os principais herbicidas que devem ser utilizados.

Essa pergunta é bastante ampla, mas eu vou tentar falar um pouco, um resumo assim, quando falamos de planta da Nina, de manejo de herbicida. Não tem como falar em controle sem considerar bom Qual é o melhor controle?

Depende de qual planta? Da Nina eu tenho. Não posso falar de uma receita de herbicidas sem saber que plantas da Nina, mas hoje eu vejo que tem muita gente, por exemplo, o medo de usar herbicidas hormonais antes de plantar milho, por exemplo, que é uma estratégia que dá pra usar, por exemplo, de camba, trilo pir dois quatro d e FPI aplicados só tem uma dolor. Um litro de camba meio litro fpi um vinte Aplicados em aplique e plante podem ser aplicados tranquilamente

um dois dias antes do plantio sem problema nenhum. Isso é uma coisa que pode ajudar muito, porque muitas vezes chega a ter muita folha larga e fica com medo de se aplica ou não aplicam hormonal. E dá para aplicar. Hoje, a maioria das limitando que eu vejo quanto há controle de gramíneas antes do plantio de milho. Isso sim está sendo o real problema. Porque a gente sabe que se aplica a Lope todinha, a gente tem um período de carência,

talvez de dez a quinze dias, dependendo da região. Temos o que Safo que poderíamos estar trazendo um pouquinho mais perto do plantio. Mas tem uma recomendação no campo que fala três, quatro dias. Eu não concordo com ela porque eu já vi problema. Tá de fazer que Safo e plantar três quatro dias depois. Então, assim, quando tem uma recomendação que de dez vezes, às vezes não dá certo, que dá pra mim, não

é uma recomendação segura, entende? Não pode que você faça uma recomendação que o vinte por cento das vezes pode dar errado. Pra mim não, não existe esse tipo de recomendação. Então, enquanto a Grams eu recomendo fazer a dissecação bem antecipada, porque tem muita gente que deixa pra olhar a lavoura desde antes de plantar. Mas se tiver grams, tu já tá limitado, né? Joaquim? Outra pergunta que foi do Tiago Gomes e do Thiago Rocha. Vou resumir as duas. Thiago Gomes pergunta sobre o manejo

da trapo resistente ao glifosato. E o Thiago rock. Qual é o melhor óleo para dissecação vegetal, mineral? Boas perguntas, a gente vê a importância do óleo. Depois eu vou comentar aqui. Aí eu vou fazer um pequeno parênteses, que eu acho que é um conceito importante para quem está nos ouvindo. Trapo não é uma planta resistente. Ag uma planta que sempre foi tolerante e assada. Eu vou explicar eu sei que que é uma planta resistente, é um herbicida.

É uma planta, por exemplo, a Buba. Quinze anos atrás, ela morria com dois litros e meio de glifosato. Hoje ela não morre nem com dez. Ela tem resistência a glifosato e ela eh. A população ficou resistente ao glifosato. Porém, a Trapo nunca morreu com três litros de AGCO, porque ela já é naturalmente tolerante. E agora, falando mais do manejo, o que que dá pra fazer? Bom pre pre pre plantio de milho

tranquilamente? Dá pra fazer uma aplicação de glifosato dois cem quatro d e o sequencial de glifosato Demônio é um controle muito bom pra capoeira! E aí tu tem uma sementeira grande de capoeira. Esse meto lac é um herbicida que funciona muito bem pra Trapo também? Tá? Então já podem estar associando um esse meto no milho para o controle de trapo. Se eventualmente nasceu alguma coisa dentro do milho, a associação

desiste. Dois Com inibidores de carotenoides Funciona muito bem pra Trapo aqui, Tô falando a Traci com Mena Tátila com terna Traci com Temo e aqui eu vou fazer um parêntese explicar uma coisa tem um Sinner muito grande com inibidores de fotosite dois, por exemplo, a Traci e inibidores de carotenoides, que são que é, por exemplo, a Mena. Por que que acontece esse cine? O

como a Traci? Que o inibidor de foto dois Eles emm a de foto Sistema dois na proteína d um eim A transferência de eletro da prato A Pra pras toc nona b Certo o que acontece quando tem a Traci ali? Essa transferência de lens ela é inibida, mas que acontece as clorofila elas seguem se excitando pela energia alumínio tá? E numa situação normal essas essas clorofila ser citadas que tem muita energia.

Quem que iria dissipar essa energia seriam os caroteno. Só que nessa situação esse processo fica sobre saturado, porque os caroteno não dá conta de dissipar toda essa energia e o herbicida acaba fazendo com que haja ape oxidação lipídica. Essas membranas celulares se rompem e aí aparece aquele sintoma característico da Traci devassa da membrana celular. Certo? O líquido celular O que acontece quando você coloca um carotenoide junto,

isso se potencializa. Por quê? Porque o inimigo de Carotenoide ou vá impedir que tenha carotenoide pra dissipar essa agia Então o sinismo é muito grande e existe mesmo. Mas uma coisa importante é esse Sinner não existe só com a Traci e começo triona tá como é uma mistura que tem no mercado existe com outros eh inibidor Emad, por exemplo a butila e a terna, ou eles também existe, porque hoje no eh no campo cê acha que é só essa mistura pronta que tem o Sinner X. Mas na verdade não é assim.

Atena com a Traci também a Tena, a butila também certo? Então, sempre que for usar inibidor de Carotenoide, é sempre bom colocar o inibidor de Fotosite dois Chu E aí tem mais as misturas prontas. Elas tem uma concentração bastante baixa de ACI pro controle de planta da que tá nascido. Dá conta essa concentração, por exemplo, o produto comercial e cinto cem gramas por litro de ACI e quinze por litro de Mena. Se tu aplica dois litros, estaria aplicando mil gramas de ACI e cem gramas de Erna.

Para o que está nascido é bom só que mil gramas de ACI para pre é muito pouco. Então seria bom complementar com mais saci ou com mais assim, só uma dúvida pega um gancho dessa. Sua explicação nessa mistura tem uma sinergia muito grande na meso. A gente utiliza muito o glifosato em pós também, porque cem dos híbridos que a gente vende tem a molécula

RR são resistentes a glifosato. Você acha que mesmo nesses híbridos que a gente também utiliza o glifosato junto com a Traina, existe uma sinergia também o glifosato com a Traina. Você observa mesmo assim é importante acrescentar ao meso usar os três juntos. Ou Mena já resolve. Não necessita utilizar o glifosato quando a gente fala desse energ e ativismo são coisas diferentes. Por exemplo, os efeitos aditivo. Se tu colocar glifosato e a Traci tem efeito aditivo,

ou seja, o efeito do glifosato se soma. O efeito da Traci tá se adiciona, porém, com a Traci e Mena tem efeito sinérgicos. O efeito de cada um por separado é menor ao efeito dos dois juntos. Tá, então é diferente. Esse cine do cada indivíduo, dependendo o que tu tiver de de planta da Nina é bom adicionar sim eh pito. Por quê? Porque a vacina é aplicada em poços e a meso atuam praticamente como herbicidas de contato. Eles não têm muita sisteminha, por isso que elas vão bem

controlando planta pequenas. Mas se tu tiver alguma gramínea que é um pouquinho mais grande, vale a pena adicionar um glifosato sim, entender muito bom, mas pensando no manejo ideal que é entrar ali em v dois v três, talvez não tenha planta grande e trazendo com Mena já seja suficiente. Aí tu falou tudo o ideal. Pra mim, o manejo ideal no milho é sempre glifosato. Por quê? Porque eu penso em manejo de

planta dana, como um sistema. E E é assim, oh, imagina, Você já tem Socha que vai glifosato e milho glifosato. Quantas ve e de glifosato? Tá claro na região de vocês Tem só uma safra, mas imagina na região que faz safra safrinha. Milho eh soja, milho é glifosato na dessecação. Glifosato no soja, glifosato no milho. Imagina a pressão de seleção que tá pra controle de planta da Nina, então nos meus clientes?

Por exemplo, eu não uso milho, R L tá, Eu tento usar outras estratégias pra não ficar pressionando tanto no no glifosato Tá? E por isso o controle Controlo Planta da cedo pra controlar a planta pequena. E também porque sabemos que o glifosato ainda de ser seletivo nos milho e também dá uma traça na produtividade, a respeito do óleo.

A gente teve uma das perguntas também aqui, né do Thiago Roque e eu acho bem interessante essa pergunta porque a gente viu na prática esse ano o quanto adicionar óleo em doses maiores até do que normalmente é recomendado pelos fabricantes. Ajudou na dissecação. Gente teve muito problema que esse ano com dissecação que ficou muita coisa, mas os produtores que botavam uma dosagem maior de óleo,

eles tinham uma eficiência maior. A pergunta do rock foi a respeito se você vê a diferença entre o óleo vegetal e o mineral ou se não aproveitando também, se você falar de doses que a gente observou que qual a concentração ideal para essa pergunta é muito boa. Eu faço recorrido a seu nível de Brasil inteiro e eu vejo que essa informação que eu vou falar, ela muitas vezes não se sabe e é muito, muito muito importante que é o seguinte tem dois tipos de óleo vegetal o óleo vegetal de

goma e o óleo vegetal. Melado que é o olho vegetal de goma. O olho vegetal de goma é o olho que sai da instrução do grão de soja, vai pra uma centrífuga a com água, água quente aonde tiram assim putas colocam um emu ficante e aí ficou pronto o olho vegetal! Esse olho ele só tem efeito anti porra pra não dizer que não serve pra nada, ele serve como ativa. Porra esse óleo vegetal derma depois a gente tem o olho vegetal. Meti da onde que vem a palavra meti de metanol Metanol

é um álcool? O que que fazem? Eles pegam aquele olho vegetal derma este ficam com metanol tá, ou seja, adicionam um álcool nesse olho e esse é o álcool é que ele tem muita agressividade pra gotícula. Tá então a diferença de penetração desse olho é muito alta tá porque ele tem a capacidade de solver e pelo álcool certo e depois

tem o óleo vegetal é o olho mineral. Quando você faça eh trabalhos velhos de pesquisam a comparação de olho mineral contra óleo vegetal e que o olho mineral era melhor que o óleo vegetal pra dissecação é verdade, mas se é verdade, comparado contra o olho vegetal de goma que não tem poder penetrado. Agora, quando você pega óleo vegetal melado e co e compara contra olho mineral, não tem

diferença de eficiência. Tá claro que se você quer escolher o olho mineral pra dissecação porque é mais barato, tudo bem. Bater boa eficiência também tá, Mas tanto o olho vegetal meti como o olho mineral são bons para dissecação. Aí entra outra coisa eu não uso o olho em função de volume de calda. Eu uso o olho em função de tamanho de planta, porque pra que que eu uso o olho pra dissolver cutícula. Então, se eu tenho planta pequena, vou ter folha nova com cutícula pouco desenvolvida.

Então o meu mínimo de dissecação é meio litro de óleo mutilado. Por exemplo, eu tenho basicamente uma por hectare hectare por hectare. Ah, então, por exemplo, pra bulas de até dez, quinze centímetros, eu uso meio litro de olho mineral ou me meio litro de olho vegetal. Meti pra blas de quinze a vinte e cinco centímetros eu uso setecentos c ML de olho vegetal. Meti de vinte e cinco pra cima é um litro de olho vegetal, miti ou mineral e a diferença de controle é enorme, principalmente pra MC

que são lipo físico. Tá? Se você fazer isso com o glifosato, talvez não há diferença nenhuma porque o glifosato é uma emc hidro, físico, que se tu aplicar sem olho não tem problema. Porém, pra miss como triplo, Pi, XE, Alexi Feno, Leto, ALEXI as diferenças de controle são enormes as diferenças deficientes, mas que não é de ouro. Tá tudo aqui no muito bom fera demais. Eu não sabia, Não que existia toda essa diferença entre óleo vegetal impressionante.

Isso aí é importantíssimo. Viu muito bom aqui nós vamos falar agora sobre herbicidas, pré e pós emergentes. Gente utiliza muito na cultura do milho pessoal, mas antes da gente continuar o nosso bate papo aqui, que está incrível, eu vou dar um recado muito importante aqui para vocês. Está certo sobre o nosso curso curso solo rentável mais Milho, lançou o nosso curso está com as inscrições abertas. O

objetivo desse curso é passar todas as informações. Treze anos de experiência que a gente tem desse trabalho de pesquisa e desenvolvimento. Nós, nesse curso, entregamos tudo de forma resumida, prática e aplicável para você, de como realizar o manejo e de correção de solo. Como realizar amostragem de solo, a interpretação da análise de solo, os cálculos de Calas.

Aplicação tudo o que você precisa saber está lá nesse conteúdo, além de uma mentoria que nós estamos dando de bônus com aulas ao vivo onde nós falamos, não só do manejo de correção de solo, mas sobre tiramos todas as dúvidas sobre a cultura do milho, Então se você ainda não está escrito, corra lá no link do nosso episódio e faça a sua descrição. Vamos continuar esse bate papo aqui que está incrível. Estou aprendendo demais. Você tem que

vir mais vezes aqui. Joaquim, vamos ver se a gente consegue fazer o Joaquim, vamos trazer para o nosso produtores aqui, sem dúvida. Joaquim, falando aqui de pré pós emergentes tem muitas dúvidas, tem poucos produtos. Na verdade, a gente acaba utilizando três ou quatro produtos de maneira geral. A gente sabe que tem várias opções, mas eu separei aqui três perguntas também. As melhores perguntas dos nossos seguidores. A primeira é do Matheus

Emanuel Gomm. Ele quer saber sobre os produtos mais eficientes e o momento de aplicação dos herbicidas no milho, falando em pó em pó. Sobre o momento da aplicação, a gente já falou que o mais importante é aplicar a TV quatro, principalmente eh por questão de tamanho de planta da Nina tá e por interferência. Tá então a A A a TV quatro seria imprescindível. Eh já fazer o controle de planta da Nina. Uma coisa interessante é bom, mas também não é bom

aplicar herbicidas. V dois a TV dois, né? Porque que acontece ainda que nós temos servis que somos seletivos para milho, por exemplo, meso triona ou, por exemplo, a Traci. Isso não quer dizer que o milho não tem que detonar e metabolizar esse serviço. A gente sabe que a TV dois o milho ainda ele não é fotosite independente.

Então os mecanismos para ele der ficam prontos a partir de a eh a glutationa citocromo p quatro cinquenta, que são que são assim em cima encarregadas dessa de toxic então assim se se não é bom aplicar a TV dois, eu tenho que me garantir que a TV dois eu não vou ter interferência de Pitana também. E como faço isso com herbicidas? Preenche? Tá então uma estratégia que eu uso muito é bom, como EH eu gosto, preciso usar a Traci em pós quantas gramas de Ana eu vou usar no milho

total? Por etária duas mil gramas seriam quatro litros da Traci cinquenta por cento. O que que eu faço? Eu pego dois litros e aplico em emergência. Exemplo com do

com esse meto Tá? Eu uso dois litros de pré junto com esse meto clo que isso me garante que eu não vou ter a necessidade de entrar tão rápido no milho TV três v quatro Tá, Então isso é uma estratégia muito boa aí e depois em v três, v quatro eu entro, posso Tá, porque eu recebo muita consulta de O milho tá com duas Folhinha e tá um tapete verde que já tem que controlar. Tá se usar emergente, não quer dizer que não vai nascer nada, mas o que dizer

que vai traçar esses nascimentos? E as plantas que nascerem vão desenvolver mais devagar, então o período de interferência anterior? A interferência vai se alongar. Tá, então o uso de pretente hoje em dia pra mim é fundamental em qualquer culto, seja milho, trigo, soja, é fundamental. Eu concordo plenamente Joaquim até porque aqui a gente tem solos bastante argilosos, só

que a cultura dos produtores é fazer pós emergência. Só que o que acontece no início do inverno da gente aqui é muito chuvoso e chega a parte de mecanização. Não dá para entrar para fazer a aplicação, então o ideal seria esse mesmo que todos fizessem um pré, para depois conseguir fazer o pós que nem sempre como a gente quer, a gente não consegue, muitas vezes

entrar no time correto. Questão de chuva pre emergente justamente ele te dá um pouco de versatilidade para você não ter que entrar correndo entre V um e v dois para controlar a planta da Nina, porque não quer dizer que não vai nascer nada com pre, mas quer dizer que o que nascer vai ficando segurado, mas vai se desenvolver mais devagar, então aí você consegue entrar em v três, v. Quatro.

Isso falando em produtos ainda aproveita a pergunta do Matheus Emanuel A gente usa da traina desde que eu me entendo como gente, Eu acho que tem mais de cem anos que usam, aí a gente tem uma molécula nova. Hoje no mercado eu não me lembro que faz o mesmo papel, mais ou menos da traina. Não me lembro o som da da achando muito E hoje no Brasil, Paraguai também já tem que se chama. É uma inibidora de foto do sistema dois também, que se chama ter os nomes comerciais. São o som da Clik, os dois.

No Brasil eu fiz muitos experimentos com ela aqui, ela funciona muito bem, Tem uma residualidade maior que a Traci. Ela tem uma performance um pouco melhor em folhas finas do que a Traci também e uma das coisas mais importantes é que ela via muito menos que a vacina e por isso hoje em dia a Traci foi banida na Europa, na União Europeia, no Uruguai. Possivelmente vai ser banida no Brasil também. Então a butila já vem justamente pra ser a substituta da

da Traci tá? Funciona muito bem. O que eu vejo tem maior residualidade, porém posto de emergência. Ela tem um efeito de queimada um pouquinho menor. Tá então o que que poderia ser uma estratégia boa? O Sarah ter bolas de pré e a Traci de pós junto com a Mena com a Trina fica o manejo muito bom, Muito bom também que eu separei foi do David Ruge Dias. Mas a gente acabou já falando aqui, vou fazer. Prometi que ia fazer as principais aqui e sempre também pode acrescentar

alguma coisa. Ele quer saber sobre o controle de folha estreita. A gente já falou bastante aqui em pós A emergência Quer saber quais são os principais produtos e estádio de aplicação? Você falou bastante da meso. Eu acho que você considera uma das melhores que me esqueça. Diego Bruno tem um produto novo que é uma mistura de com o nome comercial é a dengo da Bahia. Tá, Ele tá entrando agora no mercado, é um produto que vai ter um muito bom desempenho

pra justamente pra folhas finas. Vai ser um pretente muito bom, Então eu não queria deixar passar porque é mais uma opção que tem. Tem a piros também, junto com esse meto que também sou um pre Enchentes eh pra folha fina, que funciona muito bem e não podemos se esquecer da velha tri fr, que também dá pra alçar no milho tá e hoje é uma das melhores moléculas pro controle de capim p de galinha, por exemplo. Ah, como premier tá? Então aí falei vários

vários pretente que que funcionaria bem. Também é filme oci Tá hoje no no, no Rio Grande do Sul que tem grandes problemas de ter a C v. Resistente, tá a a mistura de butila com filme assassina é uma mistura que tá que tá ajudando bastante no controle de A C V. Tá em questão deposto de emergência pra folhas finas. Realmente a gente não tem muitas alternativas, mas que tem bona e meso triona e glifosato omento. Mas pras plantas da Nina que

são restando, por exemplo, amargo e p de galinha. Tá, a gente só tem os inibidores de carotenoide basicamente, e o su furão que vai depender de se o híbrido ele é tolerante ou não. Isso depende muito. Tem que geralmente falar com quem vende a semente pra ver se o milho é tolerante. Mas a questão é esses servis são eficientes até dois três perfis do capim p de galinha, por exemplo, depois que passa para quatro perfis, todos esses servis baixam abruptamente

a eficiência de controle. Então o que é o mais importante no controle de capim pé de galinha dentro do milho, por exemplo, Nicos Furo com Com o tempo, o time de aplicação entrar cedo para controlar muito bom. Muito bom! Tenho pergunta aqui de outro seguidor, nosso Thiago rock. Você também já deu uma pincelada sobre isso, mas vamos abordar um pouco mais sobre a traina em altas doses, pensando em pré emergência na pré emergência. Se é necessário combinar com outros produtos ou ela sozinha

dose maior, ela é eficiente. Esse é um ponto interessante Joaquim porque eu vejo que o produtor aqui ele acaba errando muito no uso da traina, porque eles usam muito o glifosato como eu já te falei junto com a traina na aplicação em pós emergência. Eles estão reduzindo muito a dose da traina porque está matando o glifosato. Por

si só. Já acaba pegando praticamente em folha larga, estreita e eles estão reduzindo muito a dose da traina porque está tendo eficiência, mas acaba perdendo o residual, que é o mais interessante da traina. Assim, para mim não tem como usar menos de mil oito cem gramas. Depende da mínimo. É isso? Seria mais ou menos quantos litros por hectare para a turma entender, pensando trazendo cinto cem. Seria mais ou menos três litros

e meio a quatro litros. Isso é o mínimo, eu piso daí para cima, como eu falei, daria para dividir a metade no pré e a outra metade no pós? Mas sempre tem uma coisa importantíssima que aconteceu aqui no Paraguai. É que a Traci é um herbicida de contato. Quando aplicado em imposto de emergência, ela funciona como herbicida de contato. Quando você começa a usar a Traci em plantas passadas de

tacho você força muito a pressão de seleção para resistência. Então, por exemplo, hoje a gente tem vida de piloto, vida sub picão, preto resistente a Traci Por quê? Porque ele era susceptível. Mas o pessoal começou a deixar para aplicar o picão grande. Ele queimava e brotava queimava e brotava hoje em dia nem com cinco quilos de Traci consegue matar Picão. Uma coisa importante é isso também depende muito do mecanismo de ação. Nem todos os servis têm o mesmo risco de tirar resistência.

Mecanismo da ação da Traci é o segundo com maior risco de resistências no mundo Ana Eu, ativo com mais espécies resistentes no mundo, por incrível que pareça, não é o glifosato. Ac. Interessante demais. Joaquim, Agora aproveitando um pouco de sua experiência em tecnologia da aplicação, gente falou muito em produtos, em doses. Uma aula incrível mesmo. Mas eu quero entender sobre condições ambientais para a pulverização. O momento correto produtor tem muita dúvida do horário. O ideal, se existe

questão, eh aplicar a noite, né? Trazer na glifosato ou tem que ser pelo dia! Vamos aproveitar um pouco. Eu sei que sair dava outro podcast, né? Mas vamos falar aqui, só os principais pontos tá? Eh assim Oh, no meu ponto de vista tem tem! Tem muitas coisas importantes! Eh dentro da tecnologia da aplicação, mas a temperatura e a umidade relativa. Eles são claros. Eu prefiro aplicar com vinte quilômetros de vento, mas com boa umidade e e com baixa temperatura

que aplicar sem vento e com umidade baixa temperatura. Qual seria? Parâmetros que eu tenho? Uma tabelinha que relaciona umidade relativa e temperatura, mas para colocar um parâmetro geral acima de dezasseis de umidade relativa e menor a treze graus sempre vai dar uma aplicação boa. Outra questão o vento sempre por verificar

com pelo menos, cinco quilômetros do evento. Por quê? Porque geralmente quando não tem vento, tem inversão térmica, aí a inversão térmica é o pior inimigo da tecnologia da aplicação da pulverização, porque quando tem vento você com as chuvas tamanho de gota consegue amenizar. Mas quando tem inversão térmica, não tem o que fazer. É somente esperar passar pra mim uma coisa que eu vejo a nível Brasil, que eu bastante que o profe o o produtor escolhe em qual

aplicação colocar a chuva ou não. Pra mim isso não existe pra mim é prender o pulverizador, vai a chuva no tanque tá, porque o custo eh o benefício do adjuvante É muito alto como pra não colocar? Tu vai fazer uma aplicação que custa duzentos dos cento e cinquenta reais por e Itália. E aí não vai colocar um. A chuva que vai te custar dez quinze tá eh que vai te ajudar na penetração, né music na deriva, então o adjuvante teria que ser uma coisa

quase que obrigatória para a pulverização. A questão do olho é muito importante. Que você saiba que nem todos os herbicidas, por exemplo, precisam de óleo. Quais são os servis? Que sim ou sim? Precisam de óleo os servis que são mais limpo, físico, que eles têm mais afinidade com o óleo? Por quê? Porque a gotícula é muito sero, tem muitos lipídios, se você não colocar óleo, esses servis penetram. Porém, como tem muita afinidade, eles ficam retidos na gotícula. Não traz louco, Tá o glifosato?

Não é o caso. O glifosato é muito hidro, ele tem muita afinidade por água. Então, se você colocar óleo na cauda, não vai afetar o glifosato, mas também não vai beneficiar porque ele nem sequer se mistura. E quem é que me disse isso? Um parâmetro que se chama K W, que é o coeficiente é o etanol, água que diz a afinidade que tem o herbicida por lipídeos ou por água. Isso é uma coisa que está tabelada.

Se tu vai numa página da internet tu consegue ver o carro de cada mulher, inseticida herbicida, para ver se ele tem afinidade por lipídios ou por água. Então se tem afinidade por lipídio, precisa de óleo Aproveitando esse gancho de adjuvantes que você me diz a respeito de reduzir o pH utilizar redutores de pH gente vê que a maioria dos herbicidas tem uma resposta melhor que o muito baixas, né? Olha, eh a questão de de de de muitas vezes Eu acho assim que que é sobre?

Eh sobre sobre, porque assim oh mais que o p h, o que importa muitas vezes é a dureza da água. Só que a dureza da água quase sempre tá correlacionada com o p h, ou seja, águas duras tem p h alto, mas o o que acaba atrapalhando o herbicida, principalmente os herbicidas são ácidos fracos, são esses cátions como magnésio, cálcio, ferro, todos esses stu que vão interagir, por exemplo, com os servis que são ácidos fracos, glifosato. Cleto, EH alexi Por quê?

Porque esses vão se unir à mulher com glifosato? Tá e não vão permitir dar entrada na gotícula. Então, no meu ponto de vista, o que importa mais é não ter água dura, porque se tu aplicar um glifosato na faixa de quatro a seis, se não tiver água dura, ele vai funcionar igual. Não é tanto pelo P, mas pela dureza esses adjuvantes acabam ajudando na dureza. Se uma água é dura, ele dá sim, porém a promessa dos

adjuvantes não corrige tudo que precisa. Ou seja, se tu tiver uma água dura muitas vezes o que seria o melhor corretor de água. Se o fato da o fato demônio é usado nos Estados Unidos há cinquenta anos pra curr a água dura tá e todos os experimentos de pesquisa que tem eh quase todos os servi. Eh Eh, sou usa com o sul de amônio, a do ponte. Na época, ela já vendia o Nik Furão com óleo e com sulfato demônio, um PAC em dia porque sabia que aumentava a eficiência porque sabia que a

dureza da água afetava a servi. Então assim tem as chuvas que corrigem, corrigem a dureza. Porém você tem que pensar uma coisa que é matemática quinze ml de uma chuva de cada cem litros de água não vai corrigir o mesmo que corrige vinte gramas de fato de amônio por litro de água. Então, a chuva vai ajudar sim, mas não vai dar conta de toda a dureza. Se a água é muito dura, água dura, estamos falando de cem partes por milhão de carbonato de cálcio e já se consideram a água que afeta muito

o servi. Como a gente mede a dureza pelo pH, eu acho que já dá para ter uma noção p mais alto. Deve ser duro pelo p. Você tem o indício de que ela tem dure dure. Você manda para o laboratório. Eu faço uma análise da água e eles vão te mandar a porcentagem as partes por bilhão de carbonato de cálcio que tem. Não quer dizer que tudo aquilo é o carbonato de cálcio, mas eles de manda tudo relativo ao carbonato. Então eles vão te mandar lá cem partes por milhão

de carbonato de cálcio. Aí tu consegue ter uma ideia da dureza da tua análise. Custa cem, quinze Coisa. Não vale muito a pena realmente não bom demais esse bate papo para a gente encerrar essa parte técnica. Quero fazer uma pergunta sobre plantas de cobertura, que a gente sabe que elas ajudam também muito no controle de plantas. Você tem trabalho sobre plantas de cobertura, tem algum conselho para

ter uma receita. A gente tem perto de cobertura, aqui na verdade, estamos querendo implementar mais porque a questão da braquiária aqui ainda se vem ter eh a a nível de campo Eh tem um pouquinho de resistência ainda tá? Eh. Eu falo sempre que eh os lugares aonde tem mais areia, o o produtor se preocupa mais por fazer cobertura. Aqui como no nosso campo, são muito Sachs nossas terras muito estilosa. Muitas vezes tem um pouquinho de resistência Eh uma coisa que eu tô vendo, que tá

começando. São os cultivos de cobertura, porém a gente tem que ver uma coisa Instalar cultivo de cobertura, por exemplo, em consórcio com milho em parcelas ao são muito sujas, tem que ter muito cuidado porque o cultivo de cobertura, por exemplo, uma quilha reduz muito a possibilidade, tanto de

pré emergente, como deposto, emergente de herbicida. Então, se você tem uma parcela que tem muito pé de galinha, você seguramente tu vai ter um consórcio de branquear em pé de galinha depois, então é importante limpar as parcelas para poder entrar com o cultivo de cobertura, que depois sim, Eles vão fazer o serviço e não nasce mais nada, mas até implantar Eu tenho visto que muitas pessoas já se frustraram tentando colocar cultivo de cobertura em parcelas que

são muito sujas. Então é bom fazer um manejo para limpar essa para o cultivo da cobertura. Muito importante. Esse ponto porque a gente vê que aqui na região, principalmente muitos produtores que aderiram ao plantio direto se decepcionaram. Tiveram respostas muito abaixo do que estavam tendo com o convencional. Um dos fatos é esse. Eu falo muito sobre não dá para implantar o plantio direto. De qualquer forma, tem que preparar

primeiro o solo. Gente fala da importância de um perfil de solo pH ideal, Teo ideais de cálcio, magnésio, ausência de alumínio. Esse é outro ponto muito importante. Tem que ter um controle muito bom de erva daninha, porque a partir da implementação de uma palhada vai diminuir muito. A opção de de plantas é exatamente tem que ter toda uma preparação realmente para você ter uma eficiência, porque vai, com certeza vale muito a pena. Planta direto já se

mostrou que é importante demais, mas muito bom. Esse bate papo. Aí viu que show Bruno, que aula aí vamos, Bruno anotou demais tudo aqui, mas aqui vai ter tudo de novo, tem que ouvir de novo. Vamos ouvir de novo podcast Joaquim, E pra finalizar A gente tem algumas perguntas, padrões aqui que a gente sempre faz os nossos convidados, O que a gente quer saber, quais são suas principais fontes de conhecimento pra você saber tanto assim você de uma aqui pra todo mundo. O que é que você mais

está acompanhando e já aproveitando o gancho? A gente sempre perde. Que se dê uma dica de livro, não necessariamente para ser um livro técnico, qualquer livro, de qualquer segmento que possa ter te ajudado como pessoa como profissional. Vamos lá, eu, quando comecei a estudar sobre herbicidas eu quase desisti.

Imagino porque porque eu, eu, eu sempre queria, por exemplo, tu vai estudar a fisiologia vegetal, tem um livro que tem tudo sobre a fisiologia vegetal lá, mas quando tu vai estudar herbicidas, não tem um livro onde tem tudo. Tu tem que virar um rato de de artigo e eu não ler um artigo aqui. Outra coisa aqui, outra coisa aqui e não tem coisas que diga Ah, não eh esse herb e esse tipo de herbicidas vai matar toda essa plan e é tipo assim é muito mais cê cê

do que regras, então é muito difícil estudar. Tá hoje estudo de artigo científico de Estados Unidos. Eh o outro dia traduzi o artigo no Google do Japão. Tem tudo que é lado que eu a ando pegando artigo por todo mundo e eh o traduzo e vou lendo e esse é o jeito de aprender. Realmente não é não é muito fácil, porque não tem tudo num livro só tá? Eh!

Eu sou muito assídua à leitura também a A, a leitura, história política, livros de motivação eh ler segredo da mente milionária que o saque pai pai pobre, Mas o livro que que eu recomendaria que que virou uma chave na minha vida? Eh é um livro de um autor brasileiro que se chama Paulo Vieira que se chama o poder da ação. Tá? Eh porque quando você começa a ler livro motivacional você tem muito plano, muita coisa muito, muita ideia, mas quando eu li esse livro,

digo eu preciso fazer! Tá! Eh e e justo na tampinha desse livro, diz Tem poder quem ache. Então ele fala muito de se você eh, Eh, eh claro que um dia você vai se sentir preparado, você não vai. Então começa hoje e vai melhorando do jeito que puder. E assim foi que eu comecei a ter com o Instagram. Eu nunca me sentia preparado. Eh, Tinha vergonha. E bom, eu vou começar a fazer. E se alguém gostar beleza e se meu irmão motivou, né, Joaquim que esse foi o primeiro. Eu também leio muito.

Eu gosto muito, tenho o método de ler pelo menos um livro por mês. Tem muitos livros que me ajudaram, mas acredito que esse foi o primeiro livro que eu li e que virou uma chave que me fez mudar e achei impressionante exatamente. Esse o poder da ação. Foi o primeiro que eu li, que mudou totalmente minha visão. Ele fala de alta, muito bom, inclusive Joaquim. Para entrar na mais milho, tem que ler o Paulo Vieira também padrão regra padrão. Eu dou um livro, né? Eu dou esse livro pra

todo mundo que entra. Tem que ler esse livro. Primeiro que legal que legal, Que política é legal, bom, aí parabéns aí, muito bom Joaquim, não podemos encerrar esse podcast sem uma mensagem, né isso. Mas imagine que é uma mensagem qualquer, Imagine que é uma mensagem que vai chegar pra todos os produtores do mundo, né? Qual mensagem você daria aí pra turma? Bom, eh assim Oh, é como eu não sou nem perto do seu de coisa motivacional. Eu vou dar uma mensagem técnica Tá

e e incentivando o uso de preces. Tá, e eu vou falar uma frase que eu inventei, que é assim herbicidas emergentes não só para limpar parcelas sujas, mas para não deixar sujar parcelas limpas. Tá! E eu acho que isso resume tudo como deve ser usado pra emergente porque eu vejo muito que produtores que já tem parcelas sujas. Agora vou começar a investir em pregento, Não tá na hora errada, era antes, era cinco anos antes. Então eu acho que essa mensagem é bem legal e

sintetiza muito do que eu acredito muito boa. Eu acho que essa mensagem resume se quem pegou esse site aí valeu a pena esse episódio, sem dúvida nenhuma, sem dúvida, Joaquim Muito obrigado. Gostaríamos de agradecer por sua participação, sua disponibilidade nesse papo incrível. Muito obrigado por estar deixando essas dicas valiosas para os nossos ouvintes. Sei que todo mundo vai estar anotando e vai pôr em prática. Isso é muito importante. Não adianta a gente

discutindo ouvindo, e não colocar em prática. Tem que ter a prática também, Isso mesmo. Com certeza vai ser mais um episódio que vai ajudar realmente o produtor a melhorar o manejo e aumentar a produtividade. Você está fazendo um trabalho incrível, mesmo deixando um legado para a agricultura no mundo.

Esse episódio aqui ficou sensacional. Se você está aqui até agora, se você ouvir, assim como a gente, com o Bruno, que anotou tudo, você aprendeu muito, Então não deixe de curtir esse episódio, compartilhar e mande para outras pessoas que também possam aprender com a gente aqui com o Joaquim e siga mais mine nas suas redes sociais. Siga a gente no Instagram no YouTube, a gente está fazendo também um trabalho

hoje no YouTube muito bom no Tik Tok. Bruno faz as dancinhas lá e também participe do nosso grupo no telegram Joaquim, Eu não posso sem você também falar sobre redes sociais, falei para o pessoal onde podem te encontrar e continuar aprendendo com você, eu agradeço demais ote. Até

gostaria de poder visitar vocês lá. Eu estou no Instagram aqui Se perder tá, eu também tenho a minha mentoria eh que na na minha mentoria eu dou suporte diário pro meu mentora Tá, Ele pode me inscrever todo dia e eu dou a parte teórica e o acompanhamento diário. Tá então mais uma vez agradeço a vocês! Parabéns pelo trabalho, Tomara que o ano que vem poder vamos fazer outro episódio aí legal de podcast. Sem dúvida vamos combinar Valeu, pessoal!

Um abraço mais valeu tu, Mano, valeu um abraço pro abra. Obrigado.

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