Colocar backup, né? Quando tem convidado, a gente tem que se precaver. Parece a voz do round six aqui, o negócio, esse videogame. Você tá? Você assim? Não. Você vai jogar agora. Você nem. Sabe? Pega os cartãozinho lá pra começar primeiro. Ó o rito falou assim, ó, vai ter que gritar, belos TVE. Vou pegou, pegou 100%, tá? É importante pegar o ala legos. É o resto pra cortar, é? Tá bom? Cara, eu estou bem, é. Estou feliz hoje eu estou animado, ansioso e um pouco
nervoso antes. De eu perguntar para o fi, não, eu queria? Falar. Assim, antes de perguntar para o fi, ele já IA ser mandado ser contado, depois nós fala com ele. Mas fi você já foi citado, como que você está, meu amigo? Cara, eu estou bem, eu estou bem, mas a minha voz, ela ficou assustada. Ela acabou ficando rouca. Hoje uma cartela de pastilha. Mas eu falei, não, hoje, hoje é especial. Hoje, hoje ela vem. Com certeza. Cara, o fio é o homem que mais
troca de microfone no mundo, né? Segura o microfone dele e o espaço de uma semana. Cara, não. Claro que isso foi devolvido. Até eu usei e não gostei. Devolvi, né? É que eu tenho um Monte, né? Os cara vai achar. Aqui, ó Mano, ele vai comprando na aba estoque infinito. Ele vai revender agora. Quem quiser chama ele do esse. É o benefício da compra online, você compra, tem 7 dias para trocar.
Então. Hum. Nosso convidado é um camisa 8, então nada mais justo você contar até 8 então eu puxa aqui, né? Ou não? Nossa, pode ser, pode ser, pode ser. Faz favor? Claro, claro. 1234-5678. Olá alegos, tudo bem? Eu sou o Bruno descerramalho. Já foi apresentado aqui pelo Vênus. Felipe sabe que todo mundo está bem. Eu estou bem também. Muito obrigado por perguntar e antes do Vênus apresentar nosso convidado, que o Vênus é o é o apresentador oficial de
convidados. A gente sempre torce para ele errar o nome da pessoa. Com certeza. É um nome tranquilo, não acho que ele vai errar, mas vê não antes de se apresentar. Tem recado, patrocínios? Não duvida de mim, tá que eu posso errar o nome de todo mundo da minha mãe. Você errou. Mano. Da sua mãe? Eu errei, cara. Que absurdo, velho. Desculpa, esqueci o nome dela já é Valentina.
Acertou, só que não. Enfim, rapaziada, segue a gente no esporte face, por favor, porque o Spotify vai ver que a gente tem bastante seguidor e a gente só quer dinheiro, né? A gente faz isso aqui por dinheiro, porque a gente quer ficar rico, né, milionário e comprar um Gate. E fazer Cruzeiro com o Neymar é exatamente o que a gente quer da
nossa vida. Então, por favor, segue a gente no Spotify, segue a gente também no Instagram, arruma o Bruno DC Ramalho, arroba Felipe Vieira, underline e arroba Venus TV de segunda, terça e quarta. Eu estou na Twitch jogando Dark Souls. Estou sofrendo, estou rumo a as 500 mortes. Mano, eu estou em 260 mortes, eu acho 250 mortes. Por aí, cara, tô, então tô, tô chegando e também vai ter vídeo novo, olha no spoiler, no leigos SA do quê? Eu não vou contar.
Vai sair vídeo novo em breve e tal pra semana que vem. Então vai lá no YouTube, leigos SA vai ter vários vídeos incríveis bacanas, bem editados, porque sou eu que edito. Obvio e tá chegando bem? Apresentados também, né? Tá chegando de evil's Rizzo, Mano. É dia 7 do 8. É. Dia 1111 do 8 o joguinho do Felipe é Felipe também. Felipe a Costa. É Felipe, né? Felipe. Felipe com outro Felipe a Costa, o famoso Devil Jason, joguinho dele que eu vou estar jogando live também, tá? É isso?
É isso? Perdão. Agora a bola está com você. Você sempre pediu um atleta profissional. De algum esporte? Horrioso e tem, né, cara? Que Felicidade. Mano, você queria de basquete, você queria de basquete? Ah, mas aí tá bom, você é louco? Tá na Terra do basquete, tá, tá? Ali, ó, no esporte, tupiriquinho esporte. Bretão. Esporte bretão, cara. Enfim, sem mais delongas, façam muito barulho, muitas Palmas para João gumieiro. Acertei gumieiro. Perfeito. Tomar. Vamos, rapaziada. Beleza?
OPA. Perdão, belezinha belezinha. Demais. Venão, você IA falar alguma coisa? Te cortaram aí, venão. Não. Eu só queria dizer que o cara é atleta profissional de futebol, tá? Tá com um projeto incrível que nós vamos falar sobre também, né? E primeiramente, agradecer você ter comparecido aqui no nosso podcast. Muito obrigado, cara. Claro, não, obrigado vocês pelo
convite. Não sei muito, muito, muito da hora ver que que o meu projeto está alcançando pessoas que tenham interesse similar e de de querem, de querem escutar sobre o projeto e também se interessam por mim. Estou muito feliz. Primeiramente, obrigado pelo convite, aí quando vocês entrarem em contato, eu já fui dar uma olhada no podcast, adorei o nome, adorei a resenha entre vocês. Ah, é por isso que eles viram aqui trocar essa ideia com vocês assim que.
Desculpa que eu não sou atleta de basquete, sou até bem pequena, não. Louco. Dou, dou, dou uma brincada no basquete aqui, dou uma pelada. Aqui falo não, nunca joguei, dou uma pelada. Mas, mas não sou atleta profissional de futebol e amo o que eu faço. E não feliz aí de conversar com vocês. Muito legal que toda vez que o Bruno fala tipo assim, ó, eu vou chamar tal pessoa, ele só avisa a gente depois que ele já chamou.
Entendeu porque é assim e a gente fica numa expectativa, a gente fica tipo assim, todo dia é dando f 5 no e-mail. Essa pessoa respondeu, e Mano, quando ele falou que você aceitou, velho cara, tá? Animado tá animado também? Tá animado também? Da hora, ô, eu queria até aproveitar o espaço. Eu acho que eu nunca falei isso abertamente. Claro, eu acho que eu falei em entrelinhas, mas eu nunca falei abertamente isso aqui no leigo. Mano, 190 episódios quase. Mas eu sou autista.
Eu tenho o laudo, eu fiz o laudo recentemente, eu sempre soube, mas eu completei o laudo. É, pô, não tem nem um mês, né, verão e pô, agora tô, tô com os meus direitos, vou eu parar na vaguinha maior, vou conto no carro, então é isso, já fica aí a aproveitar o espaço que a gente nunca falou disso também, precisamente disso, então fica aí. Parabéns, parabéns. Acho que é legal se dividir isso com as pessoas que eu acho que tem que cair um pouco desse tabu que. Exato.
Essa, dessa conotação negativa que tenha o nome que isso traz da deficiência ou essas, essas, essas outras condições que as pessoas têm. Eu acho que é muito legal se abrir para as pessoas aí, que as pessoas merecem oportunidades iguais às pessoas que que não têm outras condições. Então, parabéns aí pela tua teu novo, teu novo diagnóstico e você dizer que vai ter muita muitas coisas boas aí para. Você, cara EE. Legal a gente fazer um episódio sobre isso, Bruno, um episódio separado.
Quem sabe o próximo episódio dá para a gente falar sobre todo o processo. Que você passou, entendeu? E pra. Barato. É e vai desmistificar. Até para ajudar para quem quer ter, né? Porque exato. Muita gente não tem laudo, né? Ainda mais adulto, assim que viveu, sempre sempre desconfiou, mas nunca foi ver. Exato. Cara, e a gente acha que a gente sabe, né? A gente conhece. Mas a partir do momento que a gente conhece pessoas perto, eu sou padrinho de de consagração de um casal.
Um casal não, né? Gêmeos que são autistas. Então, cara. É muito, muita informação. A gente acha que a gente entende algumas coisas e quando está dentro da família e você começa a enxergar que existem preconceitos assim que você nem imaginava? Cara, é muito legal saber que existem projetos desse tipo. E eu vejo que é muito legal, porque a gente consegue encontrar pessoas quando a gente está disposto a se abrir pra
esse tipo de coisa. E assim AA minha tia, que é a mãe do dos gêmeos, ou Kauan e lucan, que são do espectro autista, ela é enfermeira e assim até no meio dela é complicado ter todo tipo pra questão que você acabou de falar que você foi laudado. Bruno, é complicadíssimo você ter o laudo, ter o acompanhamento, fazer terapias, e eles são assim, se eu não me engano, eles estão com 34 anos, um pouco mais. Desculpa a tia, sei que você vai ouvir, foi mal. Mas assim.
Você vai criando, vai tendo, vai. Adolescência, a gente vê que chega projetos como esse, que a gente tem que abraçar com muita, muita vontade, porque não só na família, mas o quanto de pessoa tem, né? Assim Oo João vai trazer aqui pra gente uma visão futebolística do esporte, que é muito assim pra gente. Quando eu estava na minha adolescência, assim, criança, jogar bola era uma coisa assim, quase que animal, né? A galera assim. Queria, passou, levou.
Passou, levou, é muito bom. Não sei como está hoje, né, como que está, como que as crianças de hoje, né? Assim é, é precisa se ter essa visão da pós pandemia também, né? É, mudou muito os aspectos. É muito legal ter uma pessoa como o João aqui pra gente. Sim, sim, eu acho que eu acho que é o que vocês falaram. Na verdade, é, eu acho que eu acho que a gente sempre está tão distante de disso. Pode ser que você esteja próximo, pode ser que você esteja distante, que você acaba
não dando um olhar pra esse. Para esse lado e eu, quando eu comecei nesse projeto, eu não tinha muitas ideias assim, do da quantidade de atletas, da quantidade de pessoas, das diferenças entre as das deficiências, do espectrotismo. Então, acho que de eu me interessar, das pessoas se interessarem, o conhecimento eu acho que não só aproxima EE desmistifica, como você falou, mas também.
Começa a te dar ideias de oportunidades de e digo assim, espera aí, por que que essa esse grupo está tão atrás? Falou. Não vamos atrás dessa galera junto. Eu acho que um pouco disso eu senti quando eu não tenho ninguém próximo na minha família não, nunca cresci com ninguém, está próximo a mim, com o público que eu estou trabalhando agora.
Eu tive alguns casos durante a minha vida que eu acho que foram legais e trouxeram essa experiência, trouxeram essa vontade pra mim, mas foi através do meu conhecimento e obviamente que a paixão pelo pelo esporte que eu tenho. É levar o esporte pra todo mundo, seja essa pessoa em qualquer condição que ela. Esteja é quando a pessoa ela é deficiente intelectual. Eu acho que principalmente quem é nível 2 ou mais de autismo ou síndrome de down, qualquer outra
deficiência intelectual. A molecada é muito maldosa. O cara que vai jogar futebol com 13 anos na escola, ele não vai querer pegar o deficiente intelectual pro time dele. Ele não quer, ele quer ganhar, ele quer tá nem aí pra nada, ele não, ele tá ali, parece que tá valendo a vida, né? Então é, é. Tem uma liga de futebol para atletas com deficiência intelectual. Você tá dando oportunidade que a vida tirou deles, né? Você tá devolvendo, fala, joga bola, joga bola.
Sim, sim, acho que é bom. Acho que o projeto chama Project, que tem spyre, porque começou nessa ideia de inspirar as pessoas a jogarem futebol. E obviamente que sempre vão haver oportunidade. Sempre há pessoas com o coração bom que vão criar grupos, mas eu sempre senti que. Nas experiências que eu tive como atleta profissional, você sempre é chamado pra não, João, você tem que fazer uma aparição
ali com aquele grupo de pessoas. Eu vou lá uma vez, tiro umas fotos, o clube fica bem na né, na pinta, mas depois eu desapareço, sabe? Eu achava que por que que esses grupos que reúnem esses atletas com pessoas com deficiente intelectual são sempre recreativos de final de semana, 1 hora, por que que eles não tem a oportunidade de, de de de viver o que eu vivo, que é um treinamento, que é um acompanhamento, que é um a minha profissão, obviamente que.
Que isso requer muitas coisas, mas essa vontade de querer levar a Sério ou esporte é muito importante. Eu acho que vale do que você tava falando, Bruno. Acho que por exemplo, Ah, por que que o menino não quer escolher o pra pra aquele jogador? Porque aquele jogador não tem oportunidade de evoluir, não tem um espaço Pra Ele treinar, não tem espaço Pra Ele crescer, porque eu só sou bom do jeito que eu sou hoje. Espero eu, né? Dos times que me contratem aí.
É porque eu tive oportunidade de treinar, de jogar, de competir quando eu era criança. Então você pega uma pessoa com deficiência intelectual que nunca teve a chance de competir, que nunca teve a chance de treinar e ter um acompanhamento Sério. Ela vai ficar para trás. É inevitável assim, por mais talentosa que ela seja.
Eu acho que isso é o importante do Prodi, que fez parte de dar essa oportunidade para essas pessoas, de um acompanhamento, de um treinamento, que elas sim podem desmistificar essa questão de que, Ah, o menino com com deficiência intelectual não é tão bom. Mentira pode ser tão bom quanto quem não tenha deficiência ou quem tem outros tipos de condições também. É, eu só sou ruim porque eu sou ruim, não porque eu sou autista. Oi, João.
Muito, muito bacana o seu projeto, cara, é, mas quando você começou ele foi esse ano, ano passado?
Sim, bom, eu tava no jogando um time na Virgínia que chama rhythm kickers, que fica na das da terceira divisão aqui dos Estados Unidos. Time histórico aqui é o time mais antigo, continuamente jogando profissional muito legal, é numa cidade bem legal também, fica em ritmo na Virgínia e não tem outro time profissional, ou seja, não tem um time de basquete, não tem nada, então o foco é todo no futebol, assim, então é bem legal assim, 1010-1000 pessoas
por por por vezes no estádio, então quando eu fui contra. Tem, é bem legal. Então quando eu fui contratado por esse time, é depois de alguns meses assim, não sei, você, você quer ajudar? Eu não sei, essa é minha
personalidade também. Eu morava com o menino de Barcelona que chama new, que também é o cofundador, que ele não pode estar aqui hoje, mas ele gostaria, é, a gente pensou, falou meu, precisamos fazer alguma coisa a mais, precisamos fazer alguma coisa a mais, é só jogar bola, não é o suficiente, e aí não sei como apareceu essa oportunidade, tinha um grupo já criado pelo nosso time que chama harve a access, harve a access. É arve, ARVAE, rtmo, Virginia e aí access de acesso.
Então, quando eu cheguei lá em 2023 no time, eu fiquei sabendo desse projeto e tudo. A gente começou aí todo domingo, então todo domingo esses atletas jogavam 1 hora de futebol, pessoas com deficiência intelectual e outros tipos de deficiência também viam no nosso estádio e jogavam 1 hora de futebol todo domingo, mas super recreativo, super tipo, já li de brincadeira para chutar a bola tal. E aí eu e o new, que é o cofundador do Project finspayer. Fomos lá um dia e foi mágico, foi mágico.
Eu até arrepio de falar porque não sei, eu me emociono também porque tipo, muda você assim, não sei. Eu sou tão apaixonado pelo futebol, sou apaixonado pelas pessoas, trazem essa energia para dentro do campo, mexe
comigo. Então acho que quando eu fui lá a primeira vez e eu vi o brilho no olhar, eu vi aquela coisa que realmente impacta, porque eu acho que a gente vive no futebol todo dia ali, aquela competição aquela, não sei, eu complico mais com as pessoas dentro do meu time do que com as pessoas fora, porque todo dia ali você querendo passar por cima, querendo ser titular, querendo né, aparecer mais e tal. Não nessa maneira pejorativa, mas é normal, é um mundo
corporativo também. E aí você vai lá e tem esse carinho, esse amor, essa leveza. Mexeu comigo. Então aí eu e o Nil, ano passado, ano retrasado, 2023, começamos AAA ir todo domingo lá no Harvey access, e aí foi muito
legal. E aí quando eu acho que quando chegou na nossa final de temporada, o Nil foi pra Barcelona, foi pro Brasil, aí o Nil teve alguns contatos lá com algum pessoal em Barcelona. E tem uma liga na spen que chama la liga Jane, que é uma liga similar a que a gente está criando, só que com os times da Espanha. Então o Barcelona tem um time genuin, é o Madrid, tem um time, o time genuin. E ele foi, olhou um treino e falou, João, é o que eles eles estão fazendo aqui?
O que a gente pode estar fazendo aqui? Me ligou, eu tenho o João, tem uma coisa que eu quero fazer uma proposta, mas você tem que falar assim agora eu falei, sim, vamos embora, é isso. Que eu nem sabia. E aí começou, é isso aí, vamos embora, estou com você. Aí começou o projeto daí assim aí putz, começou as ideias assim, papelzinho no nosso apartamento, colocando ideias e pensando e montando plano, e começamos a tirar ali da frente
contatos e tal. Montamos apresentação no PowerPoint e não sei, não sei como eu daria sair pra onde eu estou hoje. Mas mas deu certo, mas deu certo. Então a ideia 2023 de criar mesmo algo. Né? E acho que AA ideia assim realmente Oo start assim do have access também, foi que um dos meninos lá que é super torcedor fanático do rythmon Kicker no time que eu jogava, ele tem síndrome de down e ele é um ele é um personagem assim, ele está em todo lugar, ele vai em todos os jovens.
Ele, quando a gente está aquecendo, ele é quem invadiu o campo com a gente. Ele é um ele é uma lenda do time, ele é uma lenda Ryan, e aí o Ryan no final.
No final, assim dum dum dum desses treinos com Harvey access, ele tava de mão dada com meio e com Nilo assim que ele gostava de ficar perto da gente, ele olhou pra gente e falou assim, e quando é que eu posso jogar com vocês no rythmo Kicker, se eu arrepiei de falar, porque eu falei, putz, Ryan, você não pode jogar e como é que eu vou falar pryan que ele não
pode jogar? Falei, não, não pryan, você vai jogar assim e você e muitas outras pessoas vão representar o seu time na sua cidade, vocês mesmos, então acho que. Eu acho que realmente o projeto começa a partir dessa pergunta de por que que eu não posso jogar? A gente fala não, a gente vai mudar isso. Então acho que é um pouco dessa história assim que a gente tem. Cara, que que lindo. Assim ver você falar é quando você é apaixonado pelo esporte. Quanto qual que é o esporte, né?
Muda tudo, muda as pessoas, muda a sociedade. Molda, né? Desde pô, desde a Grécia antiga, né? Sim. Tem, sim. Eu acho que Oo esporte tem esse efeito pra mim, pessoalmente, hipnótico, assim de é, não sei de de praticar, de assistir. Te te traz uma, não sei, te toca em muitas coisas assim. Eu acho que eu sempre fui uma pessoa que foi, teve muito contato com pessoas, sempre gostei disso. Eu acho que está perto de um
time. Faz você conhecer pessoas pra você ser vulnerável, mas pra você também competir, querer ganhar. Então acho que envolve muitas questões, tipo da nossa vida, coloca em raia ali, sabe? Volume máximo, EE dentro de um de um time, de uma competição assim, nunca fiz, é esporte individual, mas tenho certeza que é, nunca é individual, sempre tem um time, sempre tem um treinador, então não sei. Eu acho que o esporte tem essa pouco dessa magia assim que que que vale a pena ser vivida?
Não sei. Concordo assim embaixo com tudo que você disse sobre esporte, algo mágico. Eu eu era muito sedentário, eu sou fã de videogame, sou muito nerd de videogame, sempre fiz isso. Eu falei, Mano, é videogame, me chamava pra jogar futebol, eu falei, Mano, futebol, meu negócio é videogame. Primeira vez que eu coloquei a mão numa bola laranja, eu falei, irmão, eu amo isso aqui, cara, isso aqui é perfeito, então realmente o esporte muda vidas, muda tudo, cara, é muito
absurdo, seu projeto é algo. Que é necessário, cara, é que nem você falou do do Ryan, né? O nome dele perguntando pra você como, quando ele podia jogar, porque a mesma vontade que você tem, a mesma paixão que você tem, que você tem pelo time, ele também tem, entendeu? Ele também quer ter a oportunidade que você tem, então por que não? Então é parabéns novamente, cara, absurdo, é, é incrível.
E eu queria perguntar pra você. É se você consegue explicar pra pra gente o que seria uma pessoa com deficiência intelectual, quais ou outros meios, quais outras abrangem a deficiência intelectual? Bom, essa é uma essa é uma pergunta muito boa. Primeiro eu queria só fazer 11 prefácio aqui, um disclemer que eu não sou, é, espero por isso. Assim não sou, não é minha área. Eu sou atleta profissional de futebol, trabalhando com esse grupo.
E obviamente que a gente tem organizações que tem essa, essa essa experiência, esse conhecimento que dão o nosso apoio. E eu percebi que uma coisa que cada país tem um pouco da tua própria nomenclatura, da própria definição. Obviamente que tem a Organização Mundial da Saúde, que dá a definição, mas também tem outras categorias assim, nas categorias que podem atuar no nosso, na nossa competição, são 3 categorias.
Então é pessoas com síndrome de down, pessoas com é OQI abaixo de 75 e com deficiência em comportamentais. E tudo isso? E tem que se apresentado isso antes dos dos dos 22 anos e também o espectro autista. Mas o espectro autista é outra conversa que abre muito. Acho que o Bruno também tem experiência agora pra falar disso, mas é uma terceira categoria, então são essas 3
categorias agora. Autismo não é deficiência intelectual, de acordo com a organização mundial de saúde, é a síndrome de down e um EOQI abaixo de 75. Mas na nossa liga, essas 3 populações vão poder participar da nossa competição. Perfeito da hora. Legal demais, cara. Qual como que é a burocracia aí dos Estados Unidos? É do seu estado, no caso, né? Para trazer isso de forma mais mais oficial, vamos dizer assim, porque, pô, juntar a galera pra jogar bola, botar um árbitro lá,
é uma coisa, né? Pelo que eu tô vendo aqui, você tá criando uma liga mesmo, de fato, com time, Patrocínio, com quem sabe, algum dia, uma transmissão. Oo quanto o governo americano e do teu estado ele é? Ele colabora ou dificulta? Ele patrocina? Enfim, como que tá essa parte burocrática? Ué, essa é uma pergunta interessante, porque eu acho que é você fez a pergunta de uma maneira muito, muito inteligente, que é o estado diferente do país como um todo.
Assim, obviamente que a gente tem uma AA nossa, nossa empresa criada num estado e tem 4 times agora confirmados em 4 em 4 outros estados, então. É, não é só AA legislação da onde eu estou, mas a legislação de cada time. A gente tem um time agora em Houston que é o United janion FC. Temos um time em Colorado Springs que chama Colorado Spring sweatfex. Temos um time lá em spoken que chama spoken velocity ou que vai
chamar spoken in pack. É. E temos outro time in noxvel que chama oneoxvel, que é em tennessee. Então assim, são 4 estados diferentes, 4 ideias diferentes, 4 apoios diferentes. E como a gente quer ser a liga, a gente quer ser o órgão regulador de prover essa oportunidade pros times participarem de acordo com os Estados Unidos ou com os estados. A gente ainda não sofreu nenhum é não sei nenhuma dificuldade em progressar assim.
Eu acho que até seremos mais incentivos por ser 111 organização sem fins lucrativos, do que realmente impedimento. Obviamente que o que a gente está vendo aqui no cenário atual são de constantes mudanças, constantes batalhas por coisas. Sem querer entrar no mundo político ainda, mas mas eu acho que os Estados Unidos te dá por ser uma organização sem fins lucrativos, muita oportunidade de de crescer, de de gerar, de trazer fundos de diferentes Fontes pra ter um projeto como
esse. Então obviamente que assim, a nossa estrutura de negócio é ser a liga e como qualquer 111 NBA ou um. O Campeonato Brasileiro, menos como a NBA, que a NBA é dona de todo mundo, então, mas como o Campeonato Brasileiro, onde a gente monta a infraestrutura, os times dentro participam e a gente é o órgão regulador. Então eu acho que a gente está, a gente está recebendo muito mais apoio até o momento do que qualquer Barreira ou qualquer.
Obviamente que temos Barreiras internas assim de a gente manda um e-mail pra uma pessoa que era importante. Essa pessoa não vê OE mail daí. Correr atrás dessa pessoa ou a gente está batalhando por receber 30000 USD a que essa pessoa quer? Saudar 2500 pra gente. Então acho que tem um pouco dessa Batalha diária de fazer Oo negócio acontecer. Mas em termos como país e como estado, a gente não não sofreu nenhuma preconceito. Eu acho que eu vou usar essa palavra.
Não, que bom, porque eu eu pensei nisso na coisa. Eu falei, pô, um brasileiro em espanhol, será que não vai ter uma Barreira ali de, de até um pouco xenofóbica de pô, o que que esses cara quer mudar meu país? Não, não rolou, então. Bom é a gente. Eu acho que até ajudou a gente, na verdade, porque eu acho que o país aqui, como a qualidade do futebol, a visão do futebol, ainda é muito internacionalizada. Então assim, quem é de fora tem muito valor, aqui tem muito
valor. Então assim, quando a gente entra numa pra conversar, pra falar de futebol com nosso sotaque, com nosso nosso, com o nosso begão, isso, isso ajuda um pouco. Então dá um pouco de credibilidade, porque a gente tá falando quando é tem muito futebol. Mas também agora a gente entra num caso que é o que você falou, bom brasileiro e espanhol, o que que eles vieram aqui fazer? Que a gente obviamente tem a questão de vistos, questões de Monte de coisa que envolve.
Mas mas outra vez, eu acho que pro projeto ser uma projeto com com impacto, em projeto, com com uma boa, com uma boa ação, com bom, não sei que mira em mudar as pessoas, pro bem, em acho que não, não, não, não sinto que a gente vá sofrer por ser internacionais em relação a isso. Bom, porque então olha a importância, né? Da da nossa seleção ter o que é, porque, tipo assim, o cara brasileiro falando de futebol, vamos ver ele, calma lá, tipo assim, né? O cara tem.
Alguma coisa? Ele é brasileiro, ele entende. Pô, eu vivi isso. Eu vivi um pouco isso. Quando eu morei na Colômbia, tipo assim, eu morei criança dos 5 a quase as 9, né? IA montar time. Eu quero brasileiro, pô, mas eu sou horrível, não. Mas você é brasileiro, não interessa, não interessa. Sim, sim, sim, eu acho que isso ajuda bastante.
Por isso que você vê bastante gente Internacional no meio do futebol aqui, assim, acho que treinadores tem bastante treinador Internacional. Os ingleses dominam bastante aqui, por mais que é um pouco do jeito que eles jogam, um pouco triste e um pouco chato. Mas tudo bem, tem os Brasil, tem os Brasil que os espanhóis aqui para para mudar um pouco essa, essa essa conotação aí de futebol é. Os caras ganharam copa em 60 velho e ainda não mudaram. Né? É, eu acho que são alguma coisa.
Nossa. O que eu mais tenho briga aqui é com os britânicos. Nossa, os caras são muito. Chato. Cara, eu queria dizer que eu sou o torcedor do on do on nox VUFC, tá? Gostei muito dos símbolos do time. Torcedor já tá primeiro aqui. Quero lhe dizer primeiro fã número 1, tá? Vou comprar camisa aqui escrito vendas atrás, por favor, quando estiver à venda. Camisa 9 99 qual que é a? Camisa 9999 99. Personalidade isso aí, personalidade é isso.
Quando eu fui pegar Oo número da camisa, Ah, escolhe 23. Esse cara do LeBron, do Jordan, esse cara é 34. Eu falei assim, 99 tem algum jogador no bico em 99, não. Então você é o primeiro. Por causa do? Meu irmão também. Ele é 99. Paguei pela essa curiosidade. Só aqui pode, pode muito. Não programa normalmente. Ô, João, fala um pouco da sua carreira também para estudar que a gente pesquisou. Você não é o que pede isso aí que pede tá pobrinha e tá errada. Sim, sim, sim.
Bom, obrigado aí, Hein. Quem foi essa? Esse essa pessoa que fez a minha Wikipédia, que eu não faço ideia quem é. Fiquei estabelecendo que eu sou, que eu sou famoso o suficiente para ter uma wikipedia, é verdade, mas tem. Que achar uma cnator agora, mas eu de famoso? É não, eu vou. Se eu tiver verificado. E tinha o cnator. Aí venci minha vida. Mas, mas não, minha carreira começa, começa muito antes assim. Morei no Brasil até desde 18 anos, joguei, sempre joguei
futebol, joguei futebol. Quando eu tinha um ano de idade comecei a jogar futebol, então o futebol sempre fez muito parte da minha vida. É, sempre gostei de de videogame, também não, mas sou muito ruim, sou muito ruim em videogame, sou horrível, seja o que eu jogava 30 minutos e eu era horrível, falava, vou lá, vou jogar futebol, vou jogar
futebol, então. Sempre joguei um ano mais velho, sempre foi tipo, Ah, o João é muito bom, o João é bom, o João é bom, vamos chamar o João, e só que eu era muito pequenininho, então assim, eu eu era muito bom pra onde eu quando eu tentava fazer um teste, algum time grande assim, muito franzino, então eu acho que frustrado assim um pouco no Brasil em termos de de tentar jogar no futebol.
Fiz teste no São Paulo, no Palmeiras, um Monte de lugar é, não tinha que chamava Audax, é, mas o futsal sempre me tratou muito bem, o futsal sempre me deu muita base, me deu muito, sempre fui muito bem no futsal. Mas aí quando eu tinha 18 anos, é chegou aquele momento ali de meus pais, falou, e aí, João, vai vai jogar futsal, vai quem vai ser da sua vida? E aí, queria fazer faculdade, mas não sabia do que eu queria fazer. É, não estava um pouco perdido
assim, né? Acho que nesse meio assim de, de do que fazer assim, então, mas eu queria, eu queria jogar futebol. Então uma pessoa próxima da minha mãe falou, ô, João, por que que você não faz um teste pra ver se os treinadores lá da faculdade dos Estados Unidos te veem? Tá bom, né?
Vamos ver como é que é isso aí eu fui fazer um teste e aí o teste era no meu campo, ele fazia tipo, Ah sim, 3 anos que eu não jogava no campo, fui fazer o teste confiante no futsal foi bom, no futsal nem passei no teste nem passei. Falei, putz, beleza, não deu certo, essa oportunidade não deu certo, essa oportunidade Não Era pra Ser, aí fiz vestibular Na Na ESPM, lá passei, falei eu vou fazer SP mesmo, vai ser isso legal, não sei porquê, teve um jogo que eles falaram, João.
Está faltando um. Chega aí, o da mesma empresa, da mesma companhia que mandava para os treinadores, chega aí, vamos fazer o teste com a gente, vamos fazer um jogo com a gente aqui, que está precisando de um. E aí eu cheguei lá e eu fiquei no time dos meninos que não tinham passado no teste ou que estavam ali só para os meninos que tinham passado no teste para fazer o vídeo. Daí eu levei para o pessoal, falei, agora também não, também vamos levar a Sério.
Aqui também não vai ter vídeo também. Também não vai ter vídeo também. Vou juntar os caras, né? Mas eu falei, não, não, agora também. Essa oportunidade não vai passar 2 vezes aqui não.
Daí eu. Me eu lembro que me deram a camisa 10 assim, eu falei, hoje eu vou fazer 3 gols, fiz 3 gols e eu ganhei, a gente ganhou, a gente ganhou dos vídeos que estavam, já tinham passado no teste, a gente ganhou e depois daquele dia comecei a trabalhar com essa empresa, tudo fui, fui parar no meio Do Nada no Kentucky, numa faculdade que chama cambell you University de uma liga, Na Na liga daqui
Americana, de de faculdades. Muito bom o time, o time só tinha moleque que jogou na base do PSG, na base do Manchester City, não tinha na base do newquester. Eu cheguei e falei, pô, eu achei que eu IA chegar aqui uns gato pingado americano aqui, queria deitar nos caras. Cheguei o time tudo Internacional, tinha um americano no time dos mais que muito bom cara da seleção do Paraguai, que tinha 27 anos, que já tinha medo que tá aposentado,
não só craque. E aí eu joguei, acho que eu cresci muito nesses 2 anos, aprendi muito sobre futebol nesses 2 anos, mas a cidade ali é meio Do Nada. Treinador também não gostava muito do meu estilo. Eu tive oportunidade de ir pra outro time da faculdade também, aí só que eu fui pra MC da bolei, que é a liga principal.
E aí eu me saí super bem nessa liga, depois que acabou em 2000 e depois que eu acabei em 2019, eu recebi o convite pra jogar tipo uma Copinha que tem aqui nos Estados Unidos, que chama you Cell sur. E aí eu joguei essa Copinha, fui bem é e aí tive bastante sucesso assim nesse ano fui jogador do ano, tudo, tudo. Assinei meu primeiro contato profissional em 2019 é, não tinha Charlotte, na caverina do norte, joguei. Estava super feliz. Falei, pô, eu sou profissional agora?
Caraca, me deram a camisa 3, eu sou eu, sou meio campo, me deram a camisa 3. Eu falei, não importa, não vamos, vamos profissional. 3 + 18, tá ligado? Coloca o outro. 3 pra você pegar não, e foi muito legal. Eu falei, puxa, jogador profissional, eu tô grandão, aí os caras falam, João, que número que você quer da camisa e que nome que você quer? Eu falei, que número que tem disponível? Ela tem a 18 e tem a 3. Eu falei 18 e eu quero j ponto gomeiro.
Daí cheguei no dia seguinte, eu estava com a número 3 e meu nome é João Silva na camiseta, ou seja, pegaram pra mim, pegaram pra mim. Mas eu fui titular no primeiro jogo, então tá tudo certo, mas foi legal, foi legal.
E aí, beleza, aí, pandemia acontece antes da pandemia acontecer, eu tô. Eu fui chamado para fazer um teste no time reserva do Inter Miami, ou seja, o Inter Miami não tinha nem começado AAA jogar ainda lá com o time do Messi, e aí eu tava fazendo o teste pro time pro segundo time deles, aí um dia eu tava lá no teste, tava treinando com eles, 2 semanas, 3 semanas, tava negociando já, como é que IA ser o futuro e tudo? E aí chegou o Beckham.
Um dia no treino foi assistir o Beckham no treino lá. Eu falei, não, espera. Aí esse inglês você gosta, né? É esse inglês? É, gente, voa aí. E ele chegou assim, sei lá, passando lá com os donos do time, aí chegou pra falar com a gente e falou, oba, sou o David. Eu falei, Dani, David, não sei quem é, você é David, eu sei quem é. Aí bom, troquei a ideia com ele, é super gente boa. E aí acontece a pandemia. Volto pro Brasil aí um pouco desiludido.
Passa 2021, volto para o time da Copinha lá. Jogo sou o melhor jogador sino com os virtmo kickers. E aí os últimos 3 anos No No virtmo kickers jogando, que é o porque no nos Estados Unidos, como não tem primeira, segunda, terceira, quarta, quinta e dia, é difícil explicar, mas tem AMLS, que é a elite ali, e tem AUSL dentro da USL, que é United Soccer, ali tem AAUSL champion, tipo AUSO ligou onde são
profissionais. Então é como se eu jogasse na segunda divisão dessa, dessa, dessa categoria. Muito legal uma experiência top, jogar na frente de 8 10000 pessoas, jogar estádio, joguei contra o time da MLS que chama DC United, e jogar na frente de, sei lá, 20000 pessoas é é muito top, é muito legal. Então não sei uma experiência, não sei da onde saia assim, sei muito, não era muito pra dar certo e acabou dando certo aí e foi legal a trajetória é. Porque você falou, né, 18 anos. Bizarro, né?
Como que é o profissionalismo? É cedo, né? Qualquer esporte de 18 anos já é velho. Tipo assim, você não deu certo ainda, velho. Ué, agora ou não vai? E você foi? Sim, sim, sim, eu tinha que ir. Eu falei não. Eu coloquei na minha cabeça que IA ser jogador profissional de futebol e não IA parar. Não comecei a parar, não. Até eu assinar o contrato lá. Aquele Diego eu lembro e não parei. Pô, com com com 18. Eu também fui. Só que o juiz ficou. Aí tive que voltar, ó, é difícil.
Voltar lá pra pegar os juiz? É, Mano, eu falei fosse profissional, o juiz ficou, eu falei, volta. Volta, volta para o jogo. Ele falou, amador, você? Vai jogar rachão pelada? Quem não vai? Eu estou feliz, não, não vou reclamar. É isso aí, é isso aí. Não é legal, tem espaço para todo mundo. Você tem uns 70 mesmo, só para, só para. É isso que eu IA perguntar, então? Assim, Bora atualizar o completo dele, gente, tenho 70 mesmo redondo. Travado? Não, eu tenho 1 e 78.
É roubaram 8 cm. Centímetro. 8 sentido, é claro que acho que também viram na televisão, sei lá, os caras fizeram a tradução daquele five seven lá para o 5. Será que é o 5 de unidade de medida que os cara usa aqui? Prepará, nada, pé e polegar. Aliás, é até hoje. Não entendo, eu estou aqui há 9 anos, eu nem faço ideia dessa unidade de medida. Eu vejo lá, Mano. O Leblon tem 72 m. Falo, não é possível, Mano. Vamos entrar em contato com o wikipedia e vamos atualizar.
Vamos lá, é 20 de junho que você nasceu mesmo isso? Aí está certo, 20 de junho está certo? Então você está errado. É um 78 que mais 28 anos? 28 anos? Olha aí. Tá os gols. Tá certo também. Eu já tô. Eu tô louco. Já quero aqui arrumar tudo. Não sei se tiver 100 gols aí, tá certo, senão? Tá, tá certo? Fala aí, venão que você falou? Cara, eu esqueci, mas estamos. Ah, lembrei é, você falou que jogou pra 10020 1000 pessoas. Não dá nenhuma pressãozinha assim de atleta para atleta
assim, não dá um negócio. Pô, de de atleta para atleta. Aqui de verdade, pô, dá um cagaço. Dá um cagaço, né? Muito legal. O estádio, o estádio que a gente jogou lá que estava, que estava bem cheio. Eu joguei na Itália também, fiz um teste na Itália lá e estava cheio assim. Tinha 3000 pessoas e já foi bem impactante assim. Mas o estádio No No DC United, Oo.
A arquibancada anda meio pra cima assim, tipo, sabe aquele estádio do Harry Potter lá que tem no filme, na que a arquibancada tipo assim, sabe, então tipo o negócio não em cima de você então eu sair para aquecer ali.
Eu lembro, eu meu, que eu senti que não IA cair em cima de mim assim, mas de verdade, depois que o jogo começa, depois você dá a primeira toque na bola, depois você que que as 4 linhas são iguais e tem nego querendo pegar a bola de vocês, fala não, espera aí, é tudo igual, vamos embora. Eu tipo assim, óbvio que eu não cheguei a jogar pau uma fração, porque que é 20000 pessoas. Eu eu lembro que eu entrei numa
Quadra, estava lotado. Foi a primeira vez que eu realmente falei, Mano, tá ficando meio louco esse negócio aqui, que era tipo um regional. Só que o time da cidade era tipo assim, uma categoria de base de um time que tinha profissional ali, entendeu? Tipo. Eram rapazes federados, então era um moleque absurdo. Então vinha Bandeira dentro de uma Quadra, bumbo daquele dia. Eu falei, Mano, esse pau. Não vou conseguir jogar tão bem
não. Mas aí depois do primeiro arranqueza, você fala, vamos aí, Mano, você esquece que tá tudo do teu lado? É, e também tem uma coisa que eu não saí de jogando futsal pra 30 pessoas, pra jogar lá também pra 20000. Não foi não, foi isso também, sei lá, pra 2000, pra 4000, pra 6000. Depois vai aumentando assim, a gente vai caindo um pouco dessa confiança assim que é. Mas é muito legal, é muito legal assim. É top jogar por não tem. Quanto mais lotado, mais legal. É, né?
Dá. Dá uma sensação da hora e pra pra acostumar com a rotina de treino. Daí foi difícil pra você. Como é que foi? Não foi interessante porque outra cultura aqui, outro outro, outra vida, outra outras maneiras de verem o futebol. Eu acho que eu me adaptei porque eu sempre fui uma pessoa muito física assim, tipo, eu sempre corri muito. Então eu me adaptei fácil aqui, que é um esporte que os caras não sabem jogar com a bola, então os caras só correm.
Então pra mim foi fácil e como eu sou bom com a bola e consigo correr, eu consegui me adaptar. Legal, legal, mas mas eu acho que eu eu falo isso com. Com respeito a todos os professores que eu já tive aqui, mas né, no futebol, mas eu aprendi muito mais com as pessoas que eu joguei com os atletas do que com os treinadores.
Eu tive um treinador que foi muito marcante para mim, que ele chama Chris Williams, que ele é de país de Gales, ele é meu mentor, assim, envio de vida, tudo, mas de futebol mesmo, eu aprendi muito mais com os jogadores que eu joguei. Eu joguei com um cara que é um dos meus maiores amigos, sou padrinho do filho dele, ele jogou no River Plate até que ele tinha 22 anos. Ele estreou na Libertadores com 70000 pessoas no estádio. Então é o meu amigo, o Nil, que
é o meu cofundador, o pai dele. Ele vai gostar que eu vou falar isso, mas não interessa. É o pai dele. Treinou o time, time b do Barça, então, tipo assim, ele já vem de uma família que entende o futebol de uma. O nível molecular. Então eu aprendi muito com o new também, então não sei. Eu acho que eu aprendi com os jogadores, mais do que com treino do que com essas coisas. Assim, acho que a experiência das das pessoas que estavam ao seu redor é muito, é muito importante.
AA experiência de de de quem joga muito tempo, de quem consome desde pequeno. É muito diferente. Mesmo que Oo treinador, ele é capacitado. Ele entende de prática técnica em campo. É outra coisa? É. Outra coisa, eu acho que. Não acho que é isso também é OE, é o teu, é o teu, crescer também. Assim, eu quando eu quando jogava 18 anos, eu podia correr
40 km que eu não IA cansar. Hoje em dia já já já tenho que me posicionar melhor, já tenho que entender o jogo de uma maneira diferente, então a vivência do jogo também, porque assim você pode tornar o quanto você quiser. Você cresce realmente no jogo ali, naquele obviamente que os o treino é importante, não precisa só jogar, mas.
Realmente AO aprendizado vem no jogo ali, tipo você entender que você tem que tomar uma decisão no jogo, não é que dá pra fazer de novo que tudo bem errado, você vai tomar um cobrando no treinador lá no treino, beleza, mas no jogo, se você errar os cara fazer gol e você perde, seu time talvez pode ser rebaixado. Tu pode perder, você pode perder o prêmio que o time inteiro tá
precisando, ganhar de dinheiro. Então, assim, essa pressão do jogo de que tem que ganhar, de que tem que acertar, de que tem que tomar uma decisão, é muito importante e é muito legal também. Vocês, vocês querem, vocês vão procurar agora falando da ligue de novo, vocês vão proporcionar
é a experiência completa. Por exemplo, é, vocês vão vão trabalhar com árbitro, vocês vão ter um regulamento extenso, vocês vão, vocês pensam em algum dia, sei lá, criar divisões, é, pô, técnico, o árbitro também vai ser, vai ser DI, não vai? Como que vocês estão pensando? Nisso, né? Qual que é o objetivo? Assim, quanto mais vocês querem? Bom, essa é uma pergunta aqui, acho que é o mais legal de responder, porque a gente quer fazer diferente.
A gente, não sei se vocês conhecem, que é uma organização que chama special olímpics, que está presente no Brasil ou está presente no mundo inteiro. Special olímpicos é uma organização que trabalha com pessoas com deficiências intelectuais, de oportunidade de de de de esporte e oportunidade de competições internacionais. Mas o lema do special olímpicos é herverbody Wind, todo mundo ganha e a gente quer mudar isso.
A gente fala assim, não, não. A gente quer competição, a gente quer uma seriedade, a gente quer um pouco trazer um aquele, aquele meio termo ali de, de, de queremos dar esse valor para as, pra pra se profissionalizarem, pra eles treinarem eles crescerem, pra eles competirem, porque eu acho que como eu tô falando pra vocês, a competição faz você crescer. Então acho que a gente quer dar esse algo a mais que não existe, como eu comecei na conversa também.
As oportunidades que existem pra pessoas com deficiência são sempre muito recreativas, são sempre muito é explorar. Amigáveis, esporádicas, não levadas a Sério da maneira que eu, que a gente gostaria que fosse pra outras organizações. Por que que eu posso competir pra 20000 pessoas? E a pessoa, quando se se intelectual, tem que jogar depois de um jogo que aconteceu por 20 minutos só pra pra fazer
as fotos? Então a gente vai ter um regulamento, já tem um regulamento extenso, é uma estrutura de liga que todo mundo joga contra todo mundo, depois tem a classificação pros playoffs, primeiro joga contra o último lugar, segundo joga contra o terceiro e temos uma final, e no último evento que vai ser a final, que vai ser tudo. Vai ter também um austar game
pra, né? O americano ama um austar game e a gente está tentando trazer um time da Europa para vim jogar contra eles aqui, um time de deficiências intelectuais, para vir jogar contra eles. Então a ideia é competição, né? O nosso lema é Joy true Competition, que é Alegria através da competição. Então, te respondendo à pergunta, sim, queremos competir, queremos que tem um ganhador. Obviamente que todo mundo vai ganhar, pela experiência, pela pelo pelo, pelo impacto, pelo,
por tudo assim. Mas tem que ter um vencedor, tem que ter essa competição, porque as pessoas vão crescer e os atletas vão crescer através dessa competição. Uma competição saudável, né? Levar todos. Os pontos? De uma forma equidade que da hora. E essa liga é, vamos supor assim, que eu tenho um time, manter um time, ligas, intelectuais, vou juntar aqui meu time, eu quero entrar é Oo quão profissional eu preciso ser? O que que eu, o que que você o regulamento exige de um time com
deficiências intelectuais. Sim, a gente pra esse primeiro ano, obviamente que temos que entender que a gente está começando e vai ser um ano, praticamente um ano, né, pra gente aprender com nossos erros e tudo. Mas a gente quer manter pelo menos o nível básico, um standard básico ali, pra ter essa conotação de competição, de de experiência profissional para os atletas.
Então, se você monta o time negros, intelectuais, a gente pede que você consiga ao menos mínimo 15 atletas para fazer parte desse roster, porque a gente vai jogar 8 contra 8 num campo, 7 contra 7, no que a gente conhece aí o futebol society. Um pouco campo, um pouco menor, mas 18 contra 8 para eles terem mais chance de tocar na bola.
É que eles treinem uma vez por semana, que eles sigam que a gente propôs para eles 11 new plano, uma dieta saudável que a gente está fazendo uma parceria com uma empresa Internacional e também fizemos uma parceria, uma empresa chamada Bloom fitness, que é uma empresa específica para pessoas com deficiência intelectual, para fazer academia. Então eles conectam, vão na salinha lá, vão na classe e
fazem a aula. De, de, de, de musculação, em que o que seja, a gente vai criar 111 específica para futebol, então a gente está montando toda a plataforma para o time que entrar. Só ter um treinador, um assistente técnico e um fisioterapeuta, 15 atletas que tenham deficiência intelectuais aprovados pelo nosso controle de elegibilidade, que é uma empresa que chama atletic da limits e. E manter esse nível básico de de respeitar que tem que ter um
treino por por semana. Tem que seguir a regra da da dieta básica. Obviamente que eu recebi a dieta do time também. Não vou seguir a risca o que os caras não vão. Eu não vou comer beterraba todo dia, mas eu uma beterraba todo semana eu vou comer. Então, então acho que é um pouco isso.
A gente está tentando montar a plataforma mais profissional e mais séria possível para que os atletas e os times, quando eles entrem, sentirem se profissionais, sentirem se que eles estão crescendo, evoluindo também com a liga. Cara, é. Então é tipo assim, real, real, profissionalização mesmo. Não é uma simulação de não é parada, é competir. Sim, sim, o como eu falei no começo, o new teve uma oportunidade de conhecer o Barcelona e eu também fui pra pra Portugal.
Esse ano eu tive conhecidade com oportunidade de conhecer o Benfica também o time de com deficiência, com deficiência, intelectuais e bom, eu fiquei impressionado, eu fiquei impressionado. O new mandou vídeos pra mim do
Barcelona treinando. Os caras são muito bons, tem, tem, tem técnica, tem, tem conhecimento tático, foi no Benfica, lá teve um treino de finalização, eu fiquei assim, pô, eu acho que não consigo estar com a minha perna esquerda assim tão bem não, pô. Então você vê que assim, se houver um treino, se houver uma seriedade, vai ter um resultado.
Então é é um pouco sair dessa, dessa ideia de que não vamos lá, dá uma bola pra eles, 2 golzinhos, eles se divertem, que eles vão gostar, não, não tem gente que não quer, só isso, né? Tem gente que não quer só ser amador, tem gente que quer ser profissional, tem gente que quer levar a Sério. Então, pelo menos eu tô dando essa oportunidade para quem
quiser. Obviamente que tem que ter um nível básico de futebol também, que não queremos só ser 11 instituição de Caridade, queremos ser uma instituição de de oportunidade para as pessoas que querem com deficiência intelectual, que querem levar o futebol a Sério. Qual que é o nome do menino? Do que torcer para? O teu time? Lá. Então a gente não tem um time naquela cidade ainda, mas ano
que vem ele vai, ele vai. Acho que ele ele, porque a gente vai ser de 16 anos para cima e ele tem 15 anos. Então ano que vem ele vai. Se a gente tiver um time lá, ele vai. Poder jogar, fala para ele falar, vai, vai treinando já falar o que é. Falamos, se prepara, se prepara. Nossa, ele vai ficar muito feliz. Ele vai, ele vai fazer um gol, vai correr para vocês para dar um abraço.
Vai, vai. E é o que a gente fala para eles, assim agora, assim, quando a gente fazia gol, né, que a gente conseguia dar um abraço na gente. Agora vai ser o oposto. Agora você vai fazer algo e vai apontar pra gente. EOO João, é, já está tendo jogos, você pode falar pra gente quais são os próximos, como é que está o andamento? Bom, o primeiro jogo vai ser agora agosto. Falta um mês, um mês.
Agora dia 22 de agosto começa dia 22 de agosto, começa lá no Colorado, no Colorado Springs. A gente está na correria pra pra finalizar os detalhes, mas os times já estão preparados, já estão treinando? Já estão. Tem até acho que eu coloquei no meu Instagram hoje um time que chama do spoken spokening impact, já dá para ver eles treinando, muito legal, então tá tudo preparado já.
Agora é só ajustar os últimos detalhes e a liga vai começar aí dia 2022 e 23 e dia 24 vão ser os jogos EE, vamos ver, vamos ver. Tô, tô ansioso, tô nervoso, tô com medo. Eu queria perguntar, como é que tá a ansiedade? Eu tô mais nervoso, eu tô mais nervoso, mais ansioso pra ver ele jogarem do que quando eu vou jogar, então. Você acha que é um? É um sentimento bom? É um sentimento bom.
Que legal, cara, que legal. Pra quem tá ouvindo, vai ter transmissão, vai ter alguma coisa nas redes sociais, algo assim pra gente aqui de longe conseguir acompanhar. Sim, sim, a nossa ideia, voltando um pouco do assunto, de ser profissional e ser competitivo. A nossa é mandatório que tem alguma transmissão.
Então, os times que vão estar o hosting lá, os os jogos, tem que de alguma maneira providenciar alguma alguma transmissão, seja ela no YouTube. Seja lá na nas, no tweet, seja ela na no, tem aqui também que chama Sports engin, que é uma plataforma que que que passa os jogos, mas a gente quer que isso seja levado a Sério e que as pessoas tenham essa
oportunidade. Então assim, o Ryan não, em vez de o Ryan só assistir o rytman Kicker usar na casa dele, ele vai assistir da casa dele aos atletas, como ele competir. Então acho que isso é um pouco que a gente quer dar e isso não. Mas aí transmissão, a gente conversando com as ligas, tem times parceiros da nossa liga que a gente está conversando para. Para que seja uma realidade
agora, já no primeiro evento. Vê, não fala que você não queria ter dinheiro para falar assim, vou comprar essa transmissão aí direito. Você não queria? Agora é óbvio, claro, cara, você é louco, Mano. É muito, muito absurdo o. Imagina nós transmitindo, você narrando narra aí pra? Nós com certeza. Eu sou um ótimo nada. Eu tenho a pior dicção da Twitch. Eu sou um ótimo nada.
Não é esse esse top, esse top não pode ser uma oportunidade legal, pode ser uma oportunidade legal, assim, pensando na a gente nunca sabe o que vai acontecer, mas a gente quer que a gente não quer que seja uns caras lá de gravata falando super Sério. Eu queria ser uma conversa assim, uma resenha assim, comentando os jogos. Acho que o Casé TV revolucionou isso. Então vai que a gente vai voltar pro pro pro modo antigo? Bom, se tiver modo resenha, você pode chamar eu aí pra você
comentarista. Ah, o modo resenha é obrigatório? É. O é o principal valor da empresa. É resenha acima de tudo. Quando a grana entrar, nós não compra isso direito. Isso aí, isso. Aí na fila de espera aí, fazendo um favor. Eu vou deixar, eu vou fazer até um desconto. Ah, isso aí sim eu vou fazer um cupom. Ah, isso né? Ô João, é quem quiser ajudar de alguma forma, né? Seja. Área seja no Instagram compartilhando aonde a pessoa consegue fazer isso. Bom, isso é obrigado por abrir
essa oportunidade. É porque a gente tem 3 mídias sociais agora, porque a gente abriu uma pro projeto e também uma pra liga, mas seguir a gente nas nossas mídias sociais. Uma que é a proja que tem Spy USAE, outra que é Spy, o Soccer ligue. No Instagram, no Facebook, todos os lugares. No LinkedIn a gente tem o Project, tem Spy, No No YouTube também, a gente tem o canal dos do, da da liga e do projeto também.
E se você quiser contribuir de alguma maneira e quiser acompanhar os jogos e tudo de uma maneira mais de uma maneira diferente, vai no site. No Project in spyeuc.org. Tem lá todas as informações sobre os jogos, sobre mim. Até tem uma fotinha na linha de LinkedIn profissional, né? Mas. Tem uma oportunidade de você doar também lá, você pode fazer uma contribuição única ou você pode assinar lá uma contribuição mensal. Assim, 5 USD por mês é uma coisa que você nem vê que vai, sabe?
Você já está fazendo bem pra uma pra um bom tempo. Então acho que a gente colocou essa oportunidade também para as pessoas que que não querem só ajudar uma vez e sentir bem, se sentir bem todos os meses, ajudando a gente aí com essa oportunidade. Pra algum profissional, por exemplo, um fisioterapeuta, um preparador técnico que está por aí, quer ajudar? É por e-mail, rede social, nem a gente achou você. Qual que é a melhor forma?
Eu acho que pode ser pelas qualquer redes sociais do projeto, que a gente está conseguindo ver bastante as mensagens. Obviamente que a minha rede social é do new, que a gente está o dia inteiro aí, atento a qualquer coisas. Mas a gente recebeu até eu recebi uma mensagem de um árabe brasileiro, esqueci o nome dele, que está interessado. É então assim, a gente tá recebendo bastante contato das pessoas, então fiquem à vontade
em contactar a gente. Uma pergunta também, se tiver interesse, se tiver, sente que pode contribuir de alguma maneira, né? Isso através do trabalho, sendo fisioterapeuta, treinador ou algum o seu conhecimento com as pessoas com deficiência intelectual. Mas que feliz de conversar EE ver como é que não pode ajudar. Muito bom. Mas tomara que, pô, tomara que daqui a um ano você esteja, pô. Gigantesco, todo mundo
participando, ajudando. Tomara que daqui a um ano você esteja tão gigantesco que vai implementar no Brasil também, por favor. Essa ideia, esse é o plano, esse é o plano. A gente é o país do futebol, pô, a gente tem que ter também. Tem que ter, né? Eu acho que uma dos meus meus objetivos é é levar isso pro Brasil. Obviamente que a gente está aqui no estado onde eu moro hoje em dia, é onde a minha vida é,
minha carreira está aqui. Então acho que faz sentido utilizando um pouco da Copa do Mundo do ano que vem. Como? Trampolim pra pra pra pra promover e tudo. Mas o meu objetivo é o meu país. Eu sou eu amo o Brasil e quero ajudar.
Quero dar essa oportunidade também pros atletas no Brasil deve ter muita gente com muita qualidade e recebeu bastante e-mail de atletas que mandaram os highlight vídeos pra é OG zero, acho que o nome dele, g zero No No sobrenome ele não mandou, mas g zero, se você tá ouvindo isso, você é craque bom, bom, bom de bola, bom de bola. Então é, então ó, os links vão, tá aí, tá, é no site, tá em inglês, só que só traduzir que tá tá facinho você, não, você não anjar. Pô, dá pra? Você zoar.
Mensal, doação única, semanal, trimestral, anual. Pô, tranquilo, 10 dólar? Que assim? Ah, é muito dinheiro. Bom, uma vez. 10 dólar muito dinheiro, não é? Fica sem comer uma semana você já fica sem. Indo no McDonald's, irmão, você já consegue já. Né? A gente, a gente, sempre a gente. Obviamente que eu tô numa posição que é estranho assim pedir para as pessoas, mas não é para mim. Esse dinheiro eu não vou nem ver esse dinheiro é para as pessoas.
Que que que a gente tava impactando aí, se você for lá no site, você vê os vídeos do tem um vídeo do eudenio que é 11, testemunho, testemunho. É que ele fala um pouco da experiência dele, do futebol. Então não é pra nós, é não. Eu não estou fazendo isso por mim. Eu estou fazendo isso pros atletas que que realmente eles que vão receber esse impacto e vão vai mudar a vida deles, obviamente vai mudar, vai mudar a vida deles, vai mudar a vida
de muita gente também. Pô, já mudou, cara, você vê o vídeo que vocês postaram lá, aquela menina é o que? Ela tá feliz? Ela tá feliz de que vai jogar. Ela tá feliz em gravar. Você vê que ela tá ansiosa pra pra aparecer no vídeo assim. Ela Foi uma Estrela. Ela Foi uma Estrela, Laila. Estrela o. Vídeo é muito bom. Tem outro vídeo também.
Tem outro vídeo também no canal do no YouTube do do Project think spire, tem um vídeo do de um atleta que chama will Daniel, que também é o vídeo de um dos torcedores lá do do rhythm kickers, que fala um pouco da da relação dele com o jogo. Assim, é um vídeo bem emocionante. Tem uma musiquinha um pouco assim também, pra para as pessoas sentirem assim também, que essas pessoas também são apaixonadas pelo futebol. Todos os links vai estar.
Aí, rapaziada, sai clicando. É. Eu tô caçando esse vídeo aqui que eu quero ver. Eu não tô achando aqui. Achei. Eu também tô caçando aqui, né? Depois você manda pra mim o brink. Depois eu vou ver também. É do Project spayer, né? É, se você for no Project spayer no canal do Project spayer e for no na aba de vídeo, você vai achar lá o vídeo do do Daniel. Então é um é um craque também. É um craque também. Ele também estava no vídeo do nosso, do nosso anúncio lá, gente boa demais.
EOO João, deixa eu te perguntar, é em questões de Patrocínio para liga, é, o pessoal apoia bastante, é fácil. Está sendo uma dificuldade para vocês em quesitos de marcas assim de, né? Alguma marca tipo que nem os uniformes, como é que vocês fazem para todos os atletos que têm os uniformes? Sim, não. Eu acho que uma coisa que é também que as pessoas que eu acho que eu não entendi que eu achei que meu meu projeto é muito bom. Não tem como as pessoas falarem
não. Você sabe que não tem como alguém não querer dar dinheiro pra mim, não, não patrocinar. Mas aí você vê que tem vários Project que tem Spark também, que foca em outras outras causas também que são importantes. Então acho que tem 11 pool assim muito grande de, de, de de ideias boas, de causas sociais positivas. Que é muito difícil assim você encontrar uma marca que realmente queira ser representada nessa nesse
ambiente. Então a gente achou AA capelle Sports, a capelle Sports. Eu não sei se eles patrocinando algum time brasileiro, mas eles patrocinando alguns time nos Estados Unidos e na Europa. É uma marca de Nova Iorque muito legal. E assim que a gente apresentou o projeto, eles abraçaram a causa. Então assim, a gente a gente tinha uma ideia, um sonho, e eles. Abraçar a causa, dando aí pra gente 25000 USD no primeiro ano,
né? De de equipamento, de roupa, de tudo, pros atletas estarem vestidos, profissionais e tudo. Então são marcas assim que que a gente quer fazer a parceria que realmente acredita causa não só pelo pela publicidade positiva que a gente pode oferecer pra eles, mas é, é bem desafiador, na verdade, não é bem desafiador. É achar essas marcas que estejam no tempo certo também, porque
não é assim a marca. Ah, beleza, eu gostei do projeto, amanhã eu te dou um cheque, encontrar o ciclo, o ciclo ali, financeiro de account no account, não sei das quantas que tem que achar o termo. Então assim, tem muitas processos, mas a gente tá em conversa, a gente tá em conversa com muitas empresas que que realmente vão abraçar o projeto. Eu acho que o mais interessante não são as empresas que estão no nível nacional, mas empresas locais assim realmente que vão
ser impactadas, por exemplo. Nos estados onde os times estão, que eu acho que é o mais importante ali, né? Naquele impacto local. É os estados, eles são longe. Como vai? Vai ter viagem? Como que vai ser? Vai, vai. Os estados são um pouco espalhados No No planeta e vai falar no, no, no estado. Assim no nos Estados Unidos. Então, um estado no oxil, no tennessee é tennessee, fica um pouco meio leste assim nos Estados Unidos.
É Texas lá embaixo, lá embaixo, o Colorado Springs é um pouco em cima do Texas pra esquerda, e o spoe King é o último estado lá em cima, então Califórnia, Oregon e spoe King, que é o estádio de Washington, onde fica Seattle, então assim vai ter viagem de avião. É uma coisa que a gente tava resolvendo isso todo, marcando as viagens.
Hoje para os atletas, eu queria também dar essa conotação de que ele tá viajando para jogar futebol, não tá viajando para tá saindo do estádio dele para jogar futebol e outro estado. É top? E vai uniformizadinho, pô, igual a gente IA também. Igual eu viajava com os kiggers, IA lá com aquele moletão vermelho horroroso, mas pelo menos IA todo mundo chegar. Cheio de soninho, caixinha de som. Caixinha de som tem que meter uma perna também, se meter uma passada não tem como, né?
E é isso, é brasileiro? Tem que meter essa mesmo. Massa demais, cara, massa demais. É, vai ser bem legal, vai ser bem legal. Não vai, vai dar certo. Já deu certo o seu, o seu projeto é pra fazer o bem, então tudo que cara, se você tá fazendo negócio pra fazer o bem, você vai colher o bem, então só tende a crescer. Então vai, já deu certo, cara. Ainda mais esse ano vai, esse ano vai acontecer, vai dar certo
e ano que vem vai. Todo mundo fala, pô, caramba, aquele parada lá. Aí sim, nossa, vai chegar com peso. As marcas pela Copa do Mundo aí nos Estados Unidos. Não acho que é o que aconteceu na Espanha. A Espanha OA primeira liga Jane tinham 4 times e agora tem 47. Eita. Caramba. Então é, eu acho que o que a gente quer criar é que assim vai ser feio para quem não tiver dentro, entendeu? O que a gente cria é que criar aquela e, putz, o time não tá dentro.
Putz, aquele no time tem. Não tem um spayer, um time spayer, entendeu? Valente um time não ter feminino agora, né? Né? Então é um pouco. Obviamente que não quer o que as pessoas façam só para as Pra Elas estarem bem assim. Eu acho que é uma coisa que é, você quer, você só quer, a gente só quer que esteja, quem quer estar sabe assim quem acredita, quem vê ou quem quem vê. Por que que essas pessoas vão
levar a Sério? Essas pessoas vão dar o realmente OA importância, o significado do do que a gente quer dar Na Na liga também. Até porque você não está. Não é um negócio que você está criando. Você falou, é uma ONG, está zero visando lucro. Poderia estar visando o lucro. Que ainda assim, essa é uma boa ação. Só que você está falando assim, gente, eu não quero dinheiro, eu só quero que a liga aconteça.
Então é, e acho que é isso, é o legal assim realmente que a gente quer ter um. A gente criou um modelo de negócio sustentável pra porque não significa que é ONG que perde dinheiro também, né? Então é assim, é que a gente não É o Fim, não é o lucro. O fim é que se é é bom ter lucro, obviamente, porque vai ser reinvestido na empresa, mas. O modelo de negócio tem que ser sustentável para liga continuar
200 anos e para que não seja. Depende de mim, do new, para que a liga aconteça, mas depende da do sucesso e da liga vai ter premiação todo, todo final de semana que a gente vai jogar. Então são 4 finais de semanas dos jogos. Toda final de semana vai ter uma premiação para o melhor jogador do final de semana. Jogou mais bonito, vai ter o
time do ano. Vai ter atleta do ano e também durante uma coisa que a gente criou também, que eu acho que é uma coisa legal compartilhar que vai ter a pontuação do futebol, mas também vai ter um fair play points aqui, assim, separado, vai ser quase uma liga separada. Então, assim, obviamente que a gente vai ser avaliar o fair play dos jogadores, da maneira que eles lidam com um árbitro, com um treinador, com outros atletas, e isso também vai levar a pontos, entendeu?
Então acho que é uma coisa que a gente criou, uma competição paralela dentro do fair play, e aí vai ter um fair play. O campeão do fair play um e a gente vai dar essa premiação para as pessoas realmente se sentirem reconhecidas também. Não, eu IA falar Off Top, é meu vizinho ligou um som muito alto, se tiver pegando mic, aí eu Muto entendeu, é que eu tava assim, eu falei, mas não é possível que botou modão de viola? 1 hora dessa altas, como é que pode continuar?
O eu IA perguntar, caramba, esqueci, Ah, vocês querem? A gente falou da das transmissões e tudo mais, vocês vão querer estar aparecendo, tipo assim, vocês, o quanto vocês vão estar presente por pela frente das câmeras? Eu quis dizer assim, sem ser bastidores, o quanto vocês vão, sei lá, estar na premiação? É você e o João EOO new.
É o Nil bom, eu eu percebi que assim com mais, quanto mais a gente tenta sair da frente, mais volta pra gente, porque no final das contas, uma coisa que eu aprendi nesse projeto é, quem está fazendo o projeto também é importante. Você confia no projeto, mas quem está tocando esse também é importante. Então acho que a minha imagem não é porque eu quero aparecer, porque credibiliza liga, mostra que é o skinner da game ali, que eu estou fazendo isso, que eu
sou ali. Não quero estar na frente, não quero estar ali, mas acho que. Por ter a posição minha ali de CEO da empresa e de estar tocando esse projeto no primeiro ano, é, eu acho que eu vou estar ali presente. Eu vou estar aparecendo ali, não. Mas o foco é nos atletas, não é em mim. O foco é Na Na nos atletas que vão, que vão estar recebendo as premiações que vão estar jogando.
E obviamente, quanto mais a gente puder ficar fora das das das câmeras ali ou mais longe da das fotos, melhor, porque. Você quiser me conhecer, vai lá no minha Wikipédia que tá tudo errado e me conhece. Maravilha, não vai querer virar o careca da FIFA então, né? Não vai querer ficar. Não, não, não precisa disso, não precisa disso. Isso isso é uma, é a questão política. O futebol é um, é um mecanismo social, mas é um político também. A gente entende isso.
Eu tô aprendendo bastante com isso. Eu fui num evento da. Da da federação de futebol dos Estados Unidos. Esse ano é um evento completamente político. Eles não abriram a boca pra falar de futebol em nenhum momento de passei 4 dias num evento de futebol e nenhum dia foi falado sobre futebol. Ou seja, é um mecanismo social, monetário e de político e não tem tem que aceitar isso. Mas a gente quer.
Quanto mais a gente puder se afastar dessa dessa máquina política e os atletas estiverem competindo e se divertindo, é importante. Não, nenhuma. Eu achei incrível. E eu acho que assim dá uma esperançazinha no mundo, sabe? Tanta coisa ruim que a gente escuta, quando a gente vê uma coisa boa, aquece o coração. Pô, feliz de ser compartilhar isso, porque eu acho que eu fazendo tudo isso, eu vejo pouco assim, né? Do que eu tô fazendo, acho que eu não tenho muita noção.
Acho que quando eu dou um passo para trás e falo sobre o projeto e quando eu tenho essa oportunidade de contar como a história começou, é, eu acho que eu sinto um pouco. Isso também entendi. 24 horas com o projeto, né? Então você não viu o quanto ele cresceu, é o famoso quando você entra na academia você fala, Mano, não vou ler nada, é a pessoa que nunca te viu, fala assim, nossa, tá gigante isso você fala nossa, obrigado e. Isso nunca aconteceu comigo,
isso nunca aconteceu comigo. Também é um exemplo do meu amigo tá gigantesco ali, mas também não aconteceu. Amigo, não, mas legal, cara. O seu, o seu projeto, ele já é gigante, mas ele só tende a crescer, eu tenho certeza disso, cara. É e repasse as nossas palavras pro pro Nill? Não é Nilo, é Nilo. Exato. Aí é isso aí, isso aí, Nilo. Repassa as palavras pro Nilo, não sei se ele tá. É não sei o quanto ele entende português. Não sei se o quanto que ele vai, tá?
Não ele, ele, ele. Ele poderia estar aqui tranquilamente. É que quando ele IA se empolgar, na hora que ele IA falar assim, ele IA falar que português, mas ele ele, ele desenrola porque ele fala Catalão, que é um. Nossa. Impossível é impossível que é impossível. Eu entendo em falar, é impossível, mas eu entender, não consigo entender. Mas ele, obviamente que ele estaria superferido.
Aqui ele vai. Vai ficar lisonjeado aí de de um projeto, está tendo essa essa oportunidade de ser mencionado aqui. A gente tem uma piada todas que a gente cita alguém que a gente quer aqui. A gente fala inclusive, queremos ser aqui, né? Não é isso, vemos agora, fala isso em espanhol Pra Ele. Fazendo favor, eu é pra mim ouvir. Eu falo português, cara, você quer que eu falo isso aí? Mas. É que é bom, é?
Isso foi maldade. Exato, velho, ele joga a bomba pra mim aqui no interior de São Paulo. Mas fala interiores como ele. É interior, porta, por favor. Entendeu? Aí vem, é. Você aqui, rapaz? Vem, vai comer o puzinho de queijo? É ele e o e o nião a pessoa. Eu acho que o nome do do, do podcast de vocês, leiam os intelectuais, é literalmente eu e o nião.
O nião é uma pessoa super intelectual e eu não entendo nada do mundo, então acho que literalmente sou eu e o niu, apenas personificação minha e do niu. Junto, não ele. Foi pro ele, foi pro time lá de spoken, que fica em Washington. Mas ele é o niu. É muito bom. Acho que é o talvez o melhor jogador que eu já joguei junto. Muito bola tocasse a mesma quantidade de bola que eu toquei para ele. Eu ele faria a mesma quantidade de bola. Não é bom de bola. Preguiçoso também não marca,
não. Eu corria para ele, mas ele é bom de bola. Eu sou ruim nos 2 marcar e correr. Sim, se você. Falou alguma coisa? Eu não acredito. Interrompi na hora que ele falou que o new é intelectual, ele. Ah, eu me sinto assim, Felipe. Um é escritor, o cara escreve livro, o outro é programador. Eu que jogo o videogame na Twitch, entendeu? Então não tem como cara do intelectual. Não, eu acho que de verdade. Assim, obviamente que me sinto intelectual a ponto de de poder
começar algo assim como projeto. Mas me sinto leigo também que esse equilíbrio meu e do meu. Fez também a possibilidade do projeto new. É uma pessoa bem espanhola, bem bem séria, bem bem regrada, bem organizada e eu sou o completo oposto. Sou uma pessoa muito assim, extrovertida, que fala nunca paro de falar. Falo com todo mundo, super desorganizado, sempre sorriso no rosto. Então acho que acho que esse um pouco desse equilíbrio também faz bem pra para as parcerias e
pra pro projeto. Não IA fazer super bem. É isso, um abraço, Newton. Isso. Aí. É porque. Tipo assim, se não funcionou em espanhol, ele vai entender o inglês? Né, é, ele fala inglês, né? Ele português também vai. O vamos encerrar. Alguém tem mais alguma coisa a dizer? João, você quer? Dizer mais alguma coisa que faltou. Quer falar uma coisa da sua carreira? Fica à vontade. Ainda é de dia. Hoje ainda é hoje.
Pode, se quiser estender. Não, não, eu acho que eu queria agradecer, acho que eu queria agradecer. Eu acho que eu falei, acho que a gente tava, não tava gravando ainda. Mas quando uma pessoas tem um interesse pra conhecer sobre o projeto, pessoas com com interesse em conhecer por quem está ali, trás disso, mostra que essas pessoas são interessantes. Então fiquei muito feliz de vocês estarem me convidando, mas vocês não me estão me convidando, vocês estão convidando o projeto pra essa
aqui, eu só estou representando. Projeto então, muito obrigado pelo convite a por dar esse espaço, porque esses atletas com deficiência intelectual merecem mais espaço, merecem competir, merece se divertir, que é o mais importante, como eu tenho a oportunidade de fazer, então muito obrigado. Parabéns pelo projeto de vocês também, que é muito legal. Acompanhei várias conversas aí. A mais legal foi do do mestre de música, foi top. Foi top, Gabriel?
O Gabriel, o mussarela, né que você IA falar? Errado isso, Gabriel mussarela. Mas foi muito legal. Então parabéns para o projeto de vocês e obrigado pela oportunidade do projeto do projeto que tem Spark está sendo, está sendo. A mensagem está sendo espalhada aqui. É isso muito bom esta zero sai clicando que nem louco nos link. Aí abre tudo, segue tudo, clica tudo. Olha o Instagram do new e começa a mandar assim para ele, sorry. Essa é uma boa?
Essa seria uma boa. Essa seria a genial no Instagram da new. No primeiro, segue o segue, vou mandar. Um ódio Pra Ele No No no Instagram do ele fala só nunca mais vou falar nada com ele meu. Deus legal, legal. Nenhuma palavra no momento agradecimento. Não, a humanidade já tem muito recado meu. Ah. Cara, eu tô horrível. Né? O podcast nariz já foi entupido. Não, eu tô, tô a base de pastilha. Mas esse episódio eu não podia deixar passar. Não, não deixa eu, só minha
rouquidão. Um abraço para as suas sobrinhas, sobrinhos. Afilhados. Abraço seus afilhados. Quais são os nomes? O nome você vai saber, né? Você vai a idade. Cauã e Luca. Um abraço pro Cauê. Luca. Eles não são nenê, né? Um abraço pra mãe do Cauê e do Luca. Não, não sou tua, nenê, não. Calma aí que eu vai ficar muito feio, né? Se eu não falar a idade deles, calma, deixa eu confirmar. Calma, calma aí. Calma, é Luca, sorry. É isso aí, fala, é Luca? Sorry? Um, abraço.
Cauê Luca? É enquanto eles questiona ali AA Gabi se tem um legado pra humanidade, alguma coisa pra falar de esporte, basquetebol, futebol. Cara, é, eu tenho por falar de esportes em si, do do projeto também, é primeiramente esporte pra mim. Esporte salva vida. Cara, pra mim esporte é mudou minha vida como pessoa. Hoje eu tenho uma disciplina que o esporte me ensinou. Eu tive bons momentos com o time
que eu joguei viajando, cara. Então o esporte pra mim devia ser de um jeito obrigatório, todo ser humano praticar esporte, porque qualquer um cara, Ah, eu, eu, tênis de mesa, é um esporte, cara, entendeu? Ah, eu jogo, sei lá, Magic, Mano, torna um esporte, entendeu? É nem que for hobby, cara, é, é muito divertido, é algo que
descansa a mente. E é absurdo porque você trabalha a semana inteira, o mês inteiro, chega um feriado, minha mãe fala vai descansar, eu não, eu vou pra Quadra, porque lá é onde eu Descanso, minha mente está cansada, meu físico não, mas lá descansa a mente você cara, sabe aquela tretinha no TikTok? É um Monte de gente falando 99 problemas, o cara pisa na Quadra, zero problemas, silêncio absoluto, é basicamente isso, esporte salva vida e esporte é tudo cara pra mim, esporte é
absurdo. E o seu projeto, o João falando dele? Cara, é um projeto que realmente aquece o coração. É um projeto que traz uma fé na humanidade, cara, porque a gente vê tanta coisa ruim hoje em dia, tanta coisa que deixa gente triste, e vê uma pessoa que tem vontade, que ama o esporte que tem, que quer mostrar para outras pessoas, quer mostrar para o mundo o que, o que muito. Porque essas pessoas não tem oportunidade igual.
A história que você contou me impactou muito dele chegar e perguntar para você, quando que eu vou jogar? E realmente foi aquele start que você deu, cara, então você é uma pessoa muito boa, com certeza. New sorry é uma pessoa muito boa também. Então cara, só tenho agradecer você estar aqui, por favor, volta mais vezes, tá? Pra falar de esporte com a gente, pra falar sobre mais sobre sua carreira e como foi a adaptação e tudo mais cara,
mais. Parabéns, seu projeto, ele vai crescer, ele vai se tornar tudo que você deseja, cara, e muito mais, tá, porque você é um cara muito gente boa, trocou ideia aqui com a gente, tranquilo. Então Mano, muito obrigado por estar aqui com a gente. E cara, seu projeto é incrível, é sem palavras, é só isso que eu queria dizer mesmo, obrigado, obrigado. Pelas suas palavras. Tem Luca, desculpa, 4 anos, pode falar? Tite amo Tite, amo Tite, não. Esquece de você, mas que?
Maldade para com isso, não. Obrigado, obrigado pelas tuas palavras, é eu sou uma pessoa que sinto a mesma coisa que você não de de esporte. Pra mim não cansa, pra mim abastece né? Não sou apaixonado pelo que eu faço. Jogo com amor, faço tudo com amor, eu acho que é. Por por essas pessoas também quererem a oportunidade que eu tenho essa paixão foi fácil de de traduzir da maneira que eu que eu traduzi de dar essa
oportunidade. Então, como eu disse, só sou mais eu, sou só sou representante de um projeto que começou comigo e com Nilo lá atrás e que que tenho certeza que vai ter uma continuidade aí. Linda e torço muito para o meu projeto dar certo, mas para essas pessoas, mais do que para mim, dar pro projeto, do meu projeto dar certo, para essas pessoas terem a oportunidade reais, não só oportunidades, é. De publicidade, de oportunidade, de de tirar uma foto, uma pra
pra checkbox. Assim, uma oportunidade real de realmente ter essa oportunidade de sentir na pele o que o que é jogar futebol, o que é viajar com o seu time, o que é competir, o que é perder, o que é ganhar, o que é dar um rolinho, o que é tomar um chapéu. E que isso é muito que é isso é muito legal. E o esporte é o esporte, é o melhor coisa do mundo. Ter a sensação de fazer um gol na final, imagina? Como é? Que tudo faz parte, né? Exato, tudo. Faz parte.
O você vê que a pessoa ama menos amor mesmo. O cara ama quando ele não quer só Pra Ele. Ele quer que todo mundo sinta o que ele sente. Exato, sim. Ele não quer que só ele sinta, é meu, é meu sai. Não quero que todo mundo sinta a mesma coisa que eu. E é o que o João está fazendo aqui. Parabéns, João. Obrigado. Vou. Não vou me estender muito mais o que o renal já, pô, falou excelentemente, obrigado. Obrigado. E se qualquer coisa no futuro voltar aqui?
Estou sempre aberto para trocar ideias sobre futebol, sobre qualquer coisa. E estou. Estou sempre aqui, aberto, disponível, só me chamar. Ano que vem tem copa. Vamos vamos conversar da copa no ano que vem. Quando a liga começar de novo, você volta aqui traz o Nil. Sorry, sim, sim, o. Nil da próxima vez ele vai estar aqui. Não pode deixar, tem que atualizar ela. É um método 1 e 78. Eu achei que eu não IA ser o
menor dessa ligação, mas eu sou. Quando eu vi em 70, eu falei, não sou o menor, mas mas eu sou o menor. Por enquanto. Se chamar alguém mais baixo, velho. É verdade, ô, ô João, fazer uma pergunta pra você, né? Que é uma pergunta muito importante agora, tá? É então pronto, quantas estrelas tem no céu? Uau. Quantas estrelas tem no céu? Pô? Essa aí, sei lá. 50000000. Muito correto?
Há mais, né? Sim. Pra mais e tem gente que assiste, ouve o nosso podcast e não dá 5 estrelas pra gente no Spotify, cara. Não. Isso é ridículo. Isso é ridículo. Isso é ridículo. Exato, isso aí é um absurdo. Pior que é errar o Wikipédia, Mano, o cara dados errados, velho. Isso é muito pior. Tendo 10, 5 Estrela vai estragar o Wikipédia dela. É isso? Aí vai fazer o Wikipédia? Equivocada. Tem que dar 5 estrelas, pô. Resenha do cara que é genial.
Tem que dar 5 estrelas. Quem não dá 5 estrelas sorre, né? Mas enfim, é rapaziada, dá 5 estrelas pra gente, tá? Se você não tá conseguindo avaliar esse podcast ainda no canal leigos intelectuais, é porque você não acabou o episódio. Se você peça esse episódio acabar 5 estrelas pra gente, pra você vai gastar 3 segundos da sua vida e pra gente vai mudar
absurdamente, tá? Novamente quero agradecer o João, obrigado, cara, vou, as portas são sempre abertas e qualquer coisa você fala assim, ó o Bruno, eu tenho 11 novidade sobre o projeto, cara, volta aqui. E traz um livro, sora, é isso. Eu vou. Eu passo o bastão no Bruno aí da fala, Mano, não. É isso, não tem muito o que falar não, cara. Eu me despeço, eu agradeço todo mundo aqui, agradeço o new, o new, olha, sorry, agradeço o João, agradecer, não agradecer.
Todo mundo que tá ouvindo gente vai conhecer, acompanha a gente vai tá, a gente vai assistir os jogos, né, que for, a gente vai conseguir ver ao vivo, a gente ver os os gravados. E a gente vai estar sempre comentando aqui e fala, ó, o time. Cada um escolhe um time aqui não é ver aqui em. Inglês não, o meu.
O meu já é o nox. View é, nox, você tem que escolher um agora, Bruno, você pode escolher o is, pokering, pact ou United, Janio na FC ou o Colorado sweet backs ou o. Colorado sweet backs é legalzinho. Eu olhei assim e falei, Hum, será? Mas não a. Camisa deles é muito top a camisa. Deles é. Se for o campeão. Eu levo a camiseta para o Brasil. Aí dou de presente, eu levo O Presente, eu levo o seu presente de camiseta. Você quer brigar? Comigo pelo sitbacks ou você
topa o spokan in pact? Tranquilo, caramba, os caras estão. Bons, Hein, esse pokan? In pact está bom, Hein? Eu vi o treino dos caras, que era tão bom, Hein? O logo deles aqui está me passando uma seriedade aí que acho que a competição vai ser boa. Mano, qual é Oo ovo do Knox view? Mano, OOO é um putinho. Do Sol. Você é louco, filho. Respeita nós, Hein? Não, se tivesse, já fiz Oo. Knox, viu, tem um time profissional. Eu já fiz gol neles. Então está tranquilo. Ô louco, Mano. E aí, cara?
Mas então. Assim Combinado, Hein? Quem ganhar é. Quem ganhar? Eu levo a camiseta aí de presente e se ninguém ganhar, se o inite Jane no MC ganhar, for campeão, eu levo a camiseta e vocês decidem com quem vai vai dar pra quem, ó quem, quem ajudar nós. A gente, a gente. Sorteia, a gente compra, enfim, a gente vai, vai. Vai manter esse assunto vivo aqui no leite? Vai, vai. Se tiver venda das camisetas, o rapaz vai. Comprar economia do mês?
Pra comprar eu preciso de uma? Sim, sim, vai ser top, vai ser toca. São bonitas da camiseta. Legal, então eu me despeço. Agradeço todo mundo. Semana que vem tem mais. Leigos intelectuais, quarta-feira. E é isso. Tchau. Alô?
