Colocou, pelo amor de Deus, coloca o backup, pelo amor de Deus. No último episódio, o backup salvou, viu? Fi. O bote normal tava ó, não, não gravou. Aí só o backup gravou. O. Bote normal, não tava assim não. Quem choque? Imagina ter gravado tudo de novo? Misericórdia. Não. Oi. Você sabe que quando eu grito mesmo, você vê o meu modo de entretenimento? Eu ligou, né? Tá, tá pronto. Pra fazer uma gracinha, pra contar até algum número que eu vou inventar, ainda não sei. Ah, Mano, tá.
Eu tô sempre pronto aí, né, Mano? Eu sou o rei do entretenimento. O. Rei do quê? Do entretenimento, Mano, eu tô muito. Eu tô cansado, Mano. Trabalhei pra cacete. Por isso que eu tô pronta, de enrolada real. Tô cansado, mas só vou fazer. Uma coisa fácil, então? Por favor. Conta até 3 em Romano já foi esse, mas. Ah, Mano repetidinho III. Tudo bem, eu sou o Bruno amalho. Ah, o cara, eu sou Bruno amalho. Seja bem vindos a leigos intelectuais. Episódio que número vendo, vamos
ver se você é bom mesmo. Número 142. Muito menos. Número 326. Exato, 108, 408. Não sabemos o nome ainda. Uma tigela de de ami oss, talvez? Fernão, você vai apresentar o convidado, mas antes eu vou passar pelo nosso outro com o host Felipe Vieira. Tudo bem, Felipe? Prazer estar entre 2 lendas e agora um convidado especial que eu não vou estragar a apresentação do Vênus, tá não? Tudo bom ficar? Sabendo hoje é um episódio muito bacana, eu espero.
Novamente, como um ouvinte presente que eu posso falar com vocês, né? Porque geralmente eu tô só ouvindo os podcasts e as minhas perguntas são pro além, hoje não vai ser pro além, vão ser pra vocês então. Bora mais. Pra quem não sabe, rapaziada, o filho tá pagando vip, então ele é ele, ele é ouvinte, prêmio, então ele consegue, tá ao vivo aqui, se você quiser também, 10000 BRL do meu. Pix aí é isso aí, faz 2 vezes. Não é só a vista. Entendi.
Toda vez que estão convidado com um sobrenome Internacional, rola um nervosismo. Aqui não rola? Rola uma atenção. Mano, rola 11 comoção. Assim começa todo mundo uns murmúrios. É tipo assim, pesquisar no Google Tradutor, como que é a pronúncia? Exato. E sabemos que você é a pessoa que erra sobre nomes e nomes. Eu sou a pessoa que Maia erra sobre nomes e nomes de todo o país, diria eu. E aí? Como é que você, você? Vai. Eu quero colocar um acento, quero colocar uns pingos nos is.
Bote. Tá, agora eu vou falar a verdade, porque eu erro o nome. Todo mundo é engraçadinho, legal, certo? Humor, entretenimento. Só que você está aqui escrevendo um livro japonês que você passa no Japão feudal, então você está mais acostumado que eu, então nada. Nada melhor do que você pra falar um nome japonês. Vira, volta. Akira, caiu a sacanagem, não é? Aqui na rapaziada o Akira tá na geladeira. A gente teve muito episódio com ele seguido. Ele tem que ficar um pouco fora.
Aqui precisa enjoar também, né? Já. Já volta no próximo, pode voltar. Estamos aqui hoje com ninguém mais, ninguém menos momentos de tensão. Será que eu vou errar? E a titici? Olha, falei de uma vez. Pra parecer que é uma coisa só, né? Parabéns, acertou. Olha só. Como é que você tá, meu amigo? Tô bem, tô nervoser como sempre, fazendo campanha no catarse. Estão no meio de uma campanha no catarse agora, então. Que é ótimo. Ansiedade e nervosismo, mas tá bem, tá ótimo.
E o link tá ótimo, tá? Na descrição, né, pai? Sempre eu tenho que dar meus avisinhos, pô, eu esqueci, cara, peço perdão. Aí, rapaziada. Depois de aviso, deixa, eu posso, pode rapaziada, que a gente no esporte fez, por favor, tá aqui. É muito bom seguir a gente. O esporte vai falar, esses meninos são bons e spode a gente pra gente ganhar bastante dinheiro pra nunca mais a gente precisar trabalhar e usar
carteira de trabalho na vida. Segue também a gente em todas as redes sociais está o convidado também vai estar tudo na descrição bonitinho, tanto a do Bruno, tanto a do Felipe quanto a minha, quanto dos nossos convidados, tá bom? Segunda, terça e quarta, a partir das 7:30, na twitch.tv barra Venus TV beleza, lá você vai encontrar gameplist de alto nível, compre 3027, o novo livro de Bruno desse Ramalho que vai
estar na descrição também. Beleza é isso, leigos SA no YouTube pra você assistir vídeos incríveis que vai sair um vídeo ainda essa semana ou amanhã ou hoje mesmo, nesse exato momento, beijo, abraço e tchau. E o catarse? Do yashi tá aí, né também? Perfeito, tudo na descrição. Só ficando bom em falar rápido, né? Obrigado, Mano, é que eu tava olhando o teleprompt aqui. Não tá demorando mais 10 minutos? Não. Tá vendo o novo Emily brasileiro? Eu sou Emily brasileiro mesmo.
Yashi, ó, você falou que você em Office, você contou que você é um pouco mais introvertido e tudo mais, então como a gente tem essa essa sensibilidade que. O venal? O venal já foi bem introvertido, né? Venal? Já também a gente. Vai fazer de tudo pra você ficar à vontade. A gente vai fazer umas perguntinhas básicas, certo? Vamos conversar já falando do teu projeto. E assim, eu acho que não tem forma melhor de alguém falar do que gosta, falar do que ama. Acho que aí a Apple se solta,
certo? Uma tigela de ami os certo. É um livro, jogo, quadrinho com 4 finais únicos, certo? Espero que seja único o suficiente, né? Porque não sei, não testei ele ainda, né? É, pode ser que tenha 4 finais únicos. Exclamação. Pode ser que haja alteração até o final da. Da UFU. Você já fez o livro? O jogo certo já esse é o meu segundo livro. O jogo, aliás, eu nem me apresentei, né? Eu sou padrinista e ilustrador. Trabalho com quadrinhos e ilustração desde 2010.
Um pouco antes, sou formado em design gráfico. EEO, meu primeiro quadrinho impresso foi um livro jogo, então esse é o segundo que eu estou fazendo. Na verdade, o que aconteceu foi, eu fiz um livro jogo em quadrinhos junto com 2 amigos, e aí o que aconteceu foi justamente isso. Eu queria dar finais bem distintos e acabou acontecendo que os 3 finais que tinha lá no livro eram muito iguais assim. Era basicamente um final só com
um detalhe ou outro mudando. E eu pensei, cara, o próximo livro que eu fizer vai ser é tipo com uma história muito melhor. E 4 finais realmente diferentes. E aí fazendo agora, 30 anos depois? É isso que aconteceu, nós legal? Então essa a experiência de você já ter trabalhado em um é, não foi sozinho nesse primeiro que você falou, né? Não é? A experiência, o quanto é o quão diferente é você ter a
experiência de um livro? Jogo pra tá fazendo um novo assim facilitou muito a tua vida ou trouxe novos desafios porque você elevou o nível assim? Eu acho que um pouco dos 2 assim, eu acho que eu acho que para explicar esse livro, o jogo que eu estou fazendo agora, eu tenho que explicar o primeiro. E para explicar o primeiro, eu tenho que contar a história da minha vida. Então eu nasci em 12, não. Mentira. É, eu estava escutando, eu estava feliz. Pô, eu quero saber, se quiser
falar, fica a vontade. Eu eu sempre gostei de quadrinho, sempre gostei de jogo e tal, desde criança e tudo mais, e então eu nunca tive dúvidas que eu queria ter um, é. Um escritor ou ser um desenhista, trabalhar com histórias e personagens e tudo mais. Desde criança eu tenho essa coisa em mim. E aí eu fiz faculdade de design gráfico, em paralelo eu fiz um curso de ilustração de animação 2 d. Aí eu entrei muito nessa Vibe de trabalhar com animação, queria muito trabalhar com cinema e tal.
E eu percebi que eu não tinha paciência para animar de fato trabalhar com animação, tipo frame a frame e tudo mais. Mas eu gostava muito de. Escrever o roteiro, as histórias, é encontrar os enquadramentos, transição de cena, toda essa parte assim, do do até o storyboard, eu sempre amei muito. E aí eu parei e pensei, cara, é meio que fazer um quadrinho, certo? E aí quando eu me formei, eu chamei alguns amigos e a gente montou um estúdio e a ideia era viver de coisas autorais.
Só que na época eu não fazia a menor ideia de como fazer isso, né? Então a pergunta que eu mais recebia era, mas cara, como é que a gente vai ganhar dinheiro com isso? Então você não sabe, né não? Sabia responder. Hoje eu tenho 11 vaga ideia de pelo menos pra uma pessoa que sou eu. Eu sei, tem algum retorno, mas cara, naquela época eu eu não
fazia ideia de nada, nada. Então a gente passou maior parte do tempo fazendo pila de ilustração, de design e tal, porque era o que tinha o retorno financeiro mais rápido, né? Mas ainda assim, era muito pouco e eu sempre fazia meio que um corpo mole assim, de ir atrás de mais cliente e tal, porque eu não queria fazer isso, eu queria fazer as minhas coisas. Aí a gente, a gente montou um site, então eu sou eu, sou idoso
da época de blog. A gente montou um blog de tirinhas e a gente fazia tirinha praticamente todo dia com, sem saber, muito bem assim, tipo, tá, como é que a gente vai transformar isso em dinheiro, né? Não tinha expectativa nenhuma, não tinha ideia nenhuma, até que um dia eu visitei o FIC é o festival Internacional de quadrinhos de Belo Horizonte. Eu sou de Curitiba, né? Então é 11, baita de uma viagem até lá, mas eu senti que que eu
tinha que ir nesse evento. Fiquei com os meus amigos e aconteceram 2 coisas muito importantes nesse evento e mudaram completamente a história da minha carreira, da minha
vida. Uma foi ter conhecido o Maurício de Souza. Isso foi um evento e o Sidão apresentou, Sidão é o Sidney gusmo, editor da Turma da Mônica, apresentou o selo graphic MSP pela primeira vez, que pra quem não conhece, é um selo em que ele convida um artista, pega um personagem da Turma da Mônica, entrega pra pessoa e fala, ó, finge que esse personagem é seu, escreve uma
história, faz do seu jeito. A gente vai fazer um livro EE aí, tipo, mudou tudo pra galera que fazia quadrinho porque passou a ter um. É um palco, né? 11, vitrine, um potencial gigantesco da Turma da Mônica pra um artista. E era uma coisa que que era impensável na época, né? Porque Maurício de Sousa sempre foi o Maurício de Sousa e a partir daquele momento, outros artistas começaram a ter essa visibilidade. Então foi meio que assim, um Farol que e se iluminou e tipo
assim, Ah, existe. Talvez exista um caminho aí, mas. Qual que é esse caminho, né? E aí foi aonde entra a segunda coisa incrível que aconteceu nesse evento, que foi o achados e perdidos do garrocha do namaceno. É, era o quadrinho que todo mundo tava falando lá no evento, porque era um puta de um gibisaço, assim, colorido, gigante, vinha com CD de música junto, era um troço maravilhoso e não era por editora, isso era a coisa que mais estava explodindo a cabeça de todo
mundo. Assim, era um projeto independente e eles tinham feito pelo catarse. Então o catarse estava surgindo naquele momento catarse de 2011. O achados e perdidos foi o primeiro gibi financiado pelo por por catarse. Conversei com eles e tal e eu voltei para casa assim, cara, eu preciso muito fazer um troço assim. Esse é o caminho. Esse é o jeito de a gente ter algum retorno com as nossas criações. Só que o que aconteceu é que eu pulei essa parte da história, mas eu levei um gibizinho meu
para esse evento. E eu pensei, cara, vou, vou levar um fanzine e vou fazer o pós sucesso, porque, porra, eu faço um gibi e tal, não sei o que, achei que eu IA apavorar lá com meu com meu fanzine. Cheguei lá e tomei muito soco na cara, né? Porque tava todo mundo fazendo coisas muito mais incríveis e eu voltei pra casa assim, cara, como que eu vou conseguir fazer um gibi que vai chamar atenção do público pra me apoiar numa plataforma de financiamento que
tá surgindo agora? Ninguém conhece, ninguém sabe como funciona e tal? EE aí eu tirei a ideia de fazer 11 tipo de quadrinho que ninguém tava fazendo, que é um livro jogo, né? Então um livro jogo é é um livro que você vai fazendo escolhas, né? Tem. Tem uns que são mais jogo, que você usa dado e tudo mais. Mas a minha ideia era fazer um quadrinho interativo. É com vários caminhos e finais
diferente. Na expectativa de que as pessoas vissem isso e achassem diferente o suficiente pra querer saber o que é. E aí eu começar a entrar no mercado, né? Então foi mais ou menos por aí assim que eu comecei com com o quadrinho impresso e deu certo um gibi que teve um retorno. É de público, EE crítica, assim, muito, muito legal, desde a gente saiu em jornal, revista, é ganhamos um prêmio, foi bem legal assim. E aí só que. Como eu tava comentando em off,
né? Não sei, ou foi quando a gente tava gravando já, onde eu tava gravando já é que que eu fiquei insatisfeito com o conteúdo da história em si, né? Porque eu não tinha experiência ainda como quadrinista e como é roteirista e tudo mais, Era Eu. Eu me sentia muito verde ainda é essa escolha de fazer um livro jogo lá naquele momento foi tentar achar um diferencial, justamente porque eu sabia que eu era muito verde em todo o resto. E aí eu pensei, tá, eu vou ganhar mais experiência como
Narrador, né? Como um escritor. E aí eu volto pra essa ideia e só que tipo assim, muita gente me cobrava assim, né? Ah, como é que você vai fazer outro livro, o jogo e tal. Ele fala, cara, eu tô pensando aqui já, já eu faço isso. Foi 2012. Demorou um pouquinho. Um pouquinho, mas tá saindo agora esse novo livro? Então assim é, eu acho que é. Eu acho que muito da experiência que eu tive lá fazendo aquele é me ajudou muito estruturalmente nesse.
Mas acho que foi minha experiência como quadrinista que eu juntei nesses últimos 10 tanto 13 anos que me ajudou a fazer dessa vez um livro. E é interessante assim por como um livro mesmo. Se você realmente lê só uma vez, sem ignorando que ele tem várias alternativas, ele vai ser um livro legal, eu imagino, né? Vamos descobrir em breve. Quero que seja. Quero ver. Olha, você tem que tatuar esse esse evento na tua pele, cara, você mudou sua. Vida esse, esse evento foi
incrível mesmo. Deve ter sido massa, cara, tem que da hora. Tatuar o ingresso na no braço assim, tá ligado? Ele é grátis. O fique ele é, ele é com a ajuda do da prefeitura de Belo Horizonte. Então é todo mundo pode visitar, inclusive tem é excursão de escola e tudo mais. É um fique. O fique. É um evento muito legal. Ele acontece a cada 2 anos. Aconteceu ano passado, então esperamos que ele aconteça de novo ano que vem. E no contratempo, né?
Esse ano acontece um evento muito parecido aqui em Curitiba, que é a bienal de quadrinhos de Curitiba. Vai estar lá? Também é de graça. Também é focado em quadrinhos. É muito da hora. Vai estar lá, né? Com certeza é daqui a pouco, não é? É? Em setembro, né, mera semana de setembro, eu acho. Um pouco mais ou menos daqui a pouco. Dá um tempinho? Aí pra mim, pra mim tá em cima
da hora. É. Em setembro e já não vou mais conseguir porque vou atrasei e tal e mas pra ser XP, imagino que que seja 100%. Não pra pra organizar já é pouco tempo, né? Mas pra pessoa que só vai dá nossa, muito tranquilo. É, é, não. Tem bastante coisa até lá. Tem. É anime, Friends? Tem. Não sei o que. Tem um Monte de evento daqui até lá, né? Não é bacana ter esses eventos de de gibi, de quadrinhos, porque não é muito forte aqui no Brasil, né?
É? Pois é, é. É uma panelinha minúscula, galera que faz quadrinho no Brasil. Você começa a fazer, você não conhece todo mundo. É porque o é deve ser isso mesmo, porque você não vê muito quadrinho. Pelo menos eu, que sou do interior, não vejo muito quadrinho brasileiro. Eu só penso em Turma da Mônica quando você pensa em primeiro assim.
É, não? Pois é, tem tanto que a maioria das editoras que publica quadrinho nacional são editoras independentes, são editoras pequenas e não tem é muito acesso a livrarias e coisas assim, né? Porque não tem muito poder de distribuição. E as grandes editoras, elas fazem só uns testes aqui, ali e tal. Então você quase não vê também porque muito mais fácil vender mangá ou o gibi de super herói do que ninguém conhece, né? Exato, exato.
E eu queria saber, Oo ioshi é, além de de ser muito difícil fazer um quadrinho, qual que é a maior dificuldade de fazer um quadrinho jogo? E você falou que o os finais foram bem parecidos. O que que você vai trazer de diferente da sua experiência que você teve de primeira? Então, OA minha conclusão é que eu tinha que escrever 4 histórias a partir de um mesmo. É de uma mesma premissa.
Então foi isso que eu fiz. Eu, eu, eu pensei numa premissa e tal e fiz uma estrutura de escolhas e só que na hora de escrever de fato, o que eu o que eu fiz foi eu. Eu imaginei 4 leitor barra jogador, uma característica específica e escrever a história para esse leitor barra jogador 4 × 4 é que nem tem a galera que joga Magic eu não jogo, mas eu tô ligado que tem. Tem aqueles nomes, né? Para tipo de jogador, jogador que gosta de ter porrada em todo mundo. Tem um jogador que gosta de, sei
lá, megas estratégias, tem. Então é meio que fiz um estereótipo eleitor barra jogador e pensando nessa pessoa. Eu escrevi a história até o final e aí pensando no outro, eu fui lá e fiz alterações para ter um outro final pensando para essa pessoa. Depois eu fiz para um terceiro, depois eu fiz para um quarto. EE ainda tem um problema que é específico de fazer livro, jogo em quadrinho e não tradicional é você, pô, você tem que desenhar tudo, né?
Então dá muito trabalho, porque no livro jogo tradicional você pode fazer assim, Ah, você quer ir pra direita ou pra esquerda? Quer ir pra direita? Vai pro número 57, vai, você vai no 57 aí, beleza, agora você quer ir pra direita ou pra esquerda de novo? E você pode fazer o que você quiser ali, porque tanto faz. É só escrito, né? É só você não tem problema de espaço físico tão grande quanto
o quadrinho. Então o quadrinho ele, ele exige uma série de coisas que você não pensa, tipo assim, Ah, se eu fizer só uma página, a página do lado vai ser um spoiler de outro caminho que você. Escolheu. Então você tem que meio que forçar, que as escolhas sejam sempre a cada 2 páginas para que a escolha fique na virada de página. Só que aí é muito espaço ali, cara. É uma dor de cabeça então, cara.
EE. Eu acho que tipo esse problema e você encaixar as imagens do jeito que você imagina com essas 2 páginas, então você tem que fazer o cálculo de quantas páginas você tem pra conseguir fazer OA outra escolha e encaixar as animações no meio disso ainda. É então EE assim, eu o jeito como eu escrevo quadrinho normalmente já é meio esquisito. Pelo que eu converso com os meus colegas, quase ninguém faz o que eu faço, que é eu começo um gibi definindo quantas páginas ele vai ter.
Algumas pessoas fazem isso, né? Mas eu normalmente faço isso sempre. Eu eu tenho um método que eu recentemente nomeei ele de abro e fecha. Então eu primeiro abrindo, que é tipo, tenho, vou ter a ideia. Então eu abro e deixo que fluuam quantas ideias eu quiser e tudo mais. Só que aí eu fecho ela num
formato. Porque eu preciso que esse livro funcione como um produto, e aí, beleza, ele vai ser uma série, vai ser um livro fechado, vai ser Ah, vai ser um livro fechado, então é quantas páginas mais ou menos ele vai ter, vai ser uma história longa, então se for tudo colorido, vai ser caro pra cacete. Eu quero que seja caro, não quero que seja barato, então ele precisa ser preto e branco, mas eu preciso que na narrativa tenha cores, então acho que eu vou quebrar ele em vários livros.
É uma maluquice pensar assim, né? Eu vou ser meio que ser o autor, eu o editora ao mesmo tempo, mas é como eu trabalho. Então pra mim é natural que quando chega nesse nesse momento eu pense, tá, então eu preciso que seja um livro que tenha no máximo 120 páginas, por exemplo. E aí eu pego, eu abro essas páginas como se fosse uma estrutura, uma ripa assim, de várias páginas. Faço isso No No Photoshop ou no meu quadro, que eu tenho um quadro branco aqui, e aí eu acho EE, boto tipo assim, tá?
Então são 120 páginas, então mais ou menos na 60, na metade do livro. Então eu monto uma estrutura narrativa ali e eu vou encaixando a história que eu quero ali. É claro que isso eu vou adaptando de de forma que é a narrativa toda flua da melhor forma possível, né? Mas como eu já trabalho assim, normalmente, quando eu pego isso e eu quebro, isso em alternativas, né? Tipo assim, essa página vai para 2 caminhos diferentes, cada um desses vai para 2 caminhos, cada
um tudo mais. Não é tão diferente assim. No final das contas, é esquisito fazer isso, dá trabalho. Mas não é tão, tão fora do que eu costumo fazer sempre. Cara, eu tô ouvindo você falar aqui. Eu tô pensando, pensando como escritor, né? É, escrevi 4 finais. Cara, não é 4 finais, é 4 meias. 4 finais, né? Não é só. Então, no primeiro, o primeiro que eu fiz, o primeiro que eu fiz, eu tive uma ideia que, modéstia a parte, foi muito inteligente da minha parte, modéstia a parte, que né?
Foi o seguinte. Quando eu pensei em fazer um livro jogo, eu comecei a ler várias aventuras solo, coisa assim, e aí eu lembro que eu peguei um que era, acho que era um do, do, do Steve Jackson. Não sei, não, talvez não fosse, mas enfim, e você podia escolher se você queria ser um guerreiro ou um magro, e aí ele escolhia ser um guerreiro, e aí você começa a ler história e tal e não sei o que. E aí tem um momento que chega lá e tem um inimigo, ele te dá opção. Você quer dar uma machadada ou
você quer lançar a magia? E eu pensei, cara, magia, o meu guerreiro tem uma magia, pô, da hora, né, quero testar isso aí, pô, quero levantar uma magia. E daí eu fui até a página tal e tava lá, você não tem magias, você é cara, eu perdi tudo, tudo o progresso da história, perfeito. Eu ainda insisti, só que era uma daquelas aventuras que você morre o tempo inteiro, cara, você morre o tempo inteiro e daí você perde todo o progresso. E eu fiquei muito frustrado com
isso. Eu pensei, cara, no meu livro. Você morrer tem um jeito de você voltar e salvar pelo menos parte do seu progresso. Então o. Fiz. Foi uma história em capítulos, né? Naquele primeiro livro lá que eu fiz eu. Então é, você começa a ler e chega um momento que você escolhe para qual dandium, entre aspas, você quer ir. E aí, se você morrer ou se acontecer uma coisa, você passa lá por uma parada que você pode tipo, Ah, qual dandium que você estava?
Se você estava na dandium de gelo, é página tal que você tem que voltar lá. Então o que acontece? A estrutura da história, ela abre e fecha, então ela abre de possibilidades, mas chega no final que você fecha e aí você vai para a próxima dande, abre as possibilidades, fecha. E aí o que acontece no último capítulo era tipo assim, Ah, se você conseguiu encontrar tal item, não sei o que vai para lugar. Só que a história em si é meio
que não. As escolhas que você fez até aquele momento meio que não importaram, por isso que o final acabou sendo muito parecido. Ficou no máximo. Falou assim, Ah, você tem o colar ou você tem a Poção, Ah, eu tenho a Poção, Ah, então é tal coisa. O que já é legal, tá? É, então é. Legal, funcionou. Muita gente gostou. Tanto que, pô, eu recebo o pedido desse negócio até hoje. E o que eu fiz dessa vez? Não, o que eu fiz dessa vez foi
muito mais investigativo. Então, a partir das escolhas que você faz, você ganha informações. É, é. E aí você interpreta essas informações e a partir delas é que você vai fazer as suas escolhas. Então não tem mais como morrer. Eu eu fiz um é uma história que você não morre, né? Pra você ficar voltando, é o lance dessa história, é você vai entender o que está acontecendo a partir das escolhas que você
fez. Então você vai ter 11 é tipo assim, se você eu vou dar um micro Mini spoiler, mas tipo assim, se você tratar mal com uma pessoa, ela vai reagir de uma forma que vai dizer tipo assim, Ah, isso aqui é tem que matar mesmo. E aí você, OPA, então você tem esse esse input de que tipo, esse inimigo você tem que matar sempre? Mas se você tratar essa pessoa de uma outra forma, talvez ela fale assim, cara, é, não, acho que tem um outro jeito de resolver a coisa.
E aí você tem esse input de tipo assim, Ah, então não precisa matar sempre, entendeu? E aí vai levando para interpretações diferentes do que está acontecendo nessa história. E aí lá no final vai chegar um momento que realmente a coisa vai começar a bifurcar e não tem mais volta, e aí sim, você vai ter um final específico para cada. Por isso que eu falei que tem a ver com o tipo de jogador que você é. Cara, que absurdo, velho. Eu sinto que se eu for jogar, ler, como é que fala, né?
O certo é jogar ou ler. Eu acho que o meu é mais ler do que jogar, né, porque você só faz escolha, né? E quando eu for ler, eu eu acho que vou ler uma vez só. Eu não vou querer. Tipo assim, se eu ler tudo, apesar de eu ficar curioso, eu acho que vai estragar um pouco a experiência. Vou jogar uma vez só e acabou, sabe? As minhas escolhas são essa, é isso, essa eu. Eu, eu vou platinar. Vou fazer todos os finais. Eu quero nem saber. Vou fazer tudo que tiver pra fazer.
Acho incrível porque eu trabalho com programação, tecnologia e é como se fosse um programa cheio de ser. E você dá as alternativas de e tem a imaginação que você tem o controle da história, mas você não tem o controle. Você tá sendo guiado. Depende das suas escolhas. Você tem um destino, mas seu destino já está pré definido. Eu falei, poxa, que incrível. É quase que um programa analógico. Você tem ali um livro, pô, muito legal, muito legal mesmo. Nada deve ser muito difícil
assim. Eu não consigo pensar no meu meu penso em 3027, Vênus, eu chego no meio, aí não, beleza, você controla, Ah, você pode matar esse cara, você pode ir embora para casa, você pode chamar a polícia, Mano. Não, que loucura. Quanto tempo demora? Quanto tempo você demora pra tipo assim? Iniciei, terminei. Cara, isso varia muito de projeto pra projeto. Esse eu comecei a escrever de fato, acho que em janeiro agora e eu queria terminar tudo antes em setembro, que é uma loucura, né?
Do caramba. Mas. Se você parar pra pensar que eu estou. Cozinhando esse tipo de coisa na minha cabeça desde 2012. É. Faz um pouco mais de sentido que é. É quando eu sentei para fazer a coisa desenvolveu muito rápido, né? Mas, por exemplo, quando eu fiz o dou contra agora, FMSD contra é, eu escrevi OA ideia da história em 1 dia do Sidão foi tipo assim, o Sidão me convidou e no dia seguinte eu mandei para ele assim, Sidão, tô com essa ideia sem acessar.
E ele respondeu assim, gostei da sua empolgação. Mas calma, porque eu tenho outras coisas pra fazer até lá. E aí quando eu sentei de fato pra escrever, é, eu fiz aqui um mês, uma coisa assim, não gostei muito, mas peguei, desenhei e aí eu desenhei, Oo quadrinho todo, que tem umas 80 páginas em uns. Cara, acho que foi 6 meses pra fazer, então foi uns 5 meses pra até chegar nesse momento em que eu peguei e esboçei tudo e não
gostei do resultado. Mostrei pra alguns amigos que acharam também que estava mais ou menos. Mostrei pro Sidão, ele falou é, tem que arrumar coisa e tal. E eu peguei e refiz tudo basicamente assim, tipo 80% do gibi, eu joguei no lixo e fiz de novo. E aí eu fiz em 1 mês uma correria desgraçada. Assim. É um estresse do cacete, porque. Eu tinha data pra entregar e eu e eu não estava e eu estava já comendo meu tempo de cronograma de finalização pra reescrever a
história inteira. Então cara, eu eu me estressei pra caramba e no final das contas foi isso, eu o tempo de escrita EE esboço e tal acabou tomando acho que uns 8 meses, quase no total. E aí finalizei tudo em sei lá, 34 meses que. Só que um gibi normal da minha série lá do evento, sem apocalípticos. Eu consigo fazer tudo assim, dar ideia. Até o livro tá pronto, chegando da gráfica em 6 meses, sei lá, então eu posso. É muito rápido. 4 meses, alguma coisa assim. 3 meses? É o Eduardo Afonso.
Foi 4 meses tudo assim, escrever até o livro tá indo pra gráfica. Foi 4 meses. É muita coisa. É muito rápido ou eu sou muito lerdo? Não sei. As vezes eu também que tô, tô. Eu não sei se isso é rápido ou não. Eu sei que alguns outros quadrinistas, tipo o Raoni e o match, eles são muito rápidos, muito, muito.
O Raoni faz, sei lá, um gibi de de há 200 páginas e um mês, mas ele faz tudo preto e branco, mas ele, cara, ele é muito rápido e eu levo tipo um ano pra fazer um gibi, no total assim, né? Tipo, dar ideia até tá no evento vendendo, é um projeto do ano, né? Eu faço um gibi por ano, basicamente. Mano, eu eu demoro 4 meses pra fazer um desenho, não é nem um gibi. Só pra ler o gibi? Também velho demora 4 meses. Ô, eu acho. Eu achei muito legal essa série
de eventos semi apocalípticos. Consegue explicar mais um pouquinho sobre o que que? É isso, eu eu estava no momento da minha vida que eu queria desistir de fazer quadrinho. É que na verdade é o tempo inteiro, mas. É porque viver de de arte e tal. Cara, é, é bom, você é escritor, você sabe como é que é, né? Bruno, é tipo, a gente tá o tempo todo inseguro, né, do que a gente faz, mas a vontade de fazer não faz, não deixa a gente parar nunca.
EE, eu tava vivendo um momento da minha vida que várias coisas tinham mudado e eu tava meio chateado e eu tava meio que querendo desistir, e alguns colegas falaram assim, cara, não desiste, faz então faz um último quadrinho, tipo assim. Escreve uma história que que esteja tipo dentro de você mesmo e faz o seu melhor, nem que seja assim, tipo um despedida a cara. Vou fazer isso sim, vou fazer minha ideia original era um gibizinho bem curto, mas a história acabou ficando um
pouquinho maior. E é o Eduardo e Afonso, né? E eu pensei primeiro no final da história, assim era pra quem leu, eu vou dar um, vou dar um spoiler, não vou dar spoiler. Mas, enfim, o final. Problema é o. Problema tem um impacto, um impacto, e eu pensei nesse impacto e então tudo que eu escrevi nesse nesse quadrinho era levando até essa essa revelação que aconteceu na última página e era uma coisa até meio tristinha assim, porque
eu tava pra baixo e tudo mais. Só que o que eu pensei dali era, eu vou entregar tudo que eu sei e fazer então o Eduardo, ele é um resumo de todos os protagonistas que eu sempre tentei fazer e nunca consegui fazer. Que é tipo esse menino que é mais é carinhoso, bonzinho. Ele não é tipo um super herói, mas ele sempre faz o seu melhor. EE, ele fica legal na história. Dessa vez eu acertei porque eu botei ele do lado do Afonso, que é uma secadora de roupas que
fala e é desbocada. E o Afonso, ele ele é chato pra caramba. Ele é irônico o tempo todo. Ele é muito sarcástico e é um tipo de personagem também que eu fazia muito. Era é o Batman, né? O Batman era uma sátira do Batman que eu fazia antigamente, e é isso. Era um personagem super irônico,
super sarcástico e tal. Então eu sabia que eu sabia fazer, eu sabia que eu sabia fazer o Eduardo, eu sabia que eu sabia fazer o Afonso. Eu botei um funcionando ali com o outro e em 1 dia eu escrevi a história inteira, porque eles estavam muito vivos na minha cabeça e eles começaram a conversar e tal e pá, e eu sentei no computador e vomitei a história toda uma vez só. Vou ter alguns outros personagens ali que eu sabia que eu sabia fazer.
EE é isso? Tipo assim, a ideia da história é, o Eduardo é um rapaz bonzinho, que está carregando por algum motivo, uma secadora de roupas falante, que fica xingando ele o tempo inteiro. Que absurdo, cara. E a? Graça eu espero você saber o que que está acontecendo com eles ali, é isso? Posso ler uma página aqui? Pode. Vou ler uma páginazinha só para vocês sentirem a Vibe. Essa aqui é bem. O quem é o Eduardo, é o menino
ou o Afonso? Menino o. Eduardo fala, então foi uma planície assim, beira de umas Montanhas, tal. Ele fala assim, uma secadura, uma secadora. É bem inútil, né? Aí a secadora responde, Ah, é, e você é um chimpanzé, de tão inútil. Aí a dor, ô, cala a boca aí, sem xingar. Aí ele tá procurando assim um mapa tal, não se perdeu não, a máquina não se perdeu, não se perdeu não. Era uma linha reta do seu animal. Ali o Eduardo fala assim, seria muito mais fácil se você fosse um GPS, mas não.
O Afonso tinha que ser uma secadora, porque é muito legal ser uma secadora de roupas. Mano, eu achei esse absurdo que eu que eu abri aqui o site, eu falei nossa imitações legais. Aí eu vi nossa, Eduardo e Afonso. Eu falei, Mano, por que que tem uma? Por que uma máquina? Por que? AA resposta é, porque não? Exato, essa é a resposta. Porque não? Porque não? Muito legal. Eu IA fazer um robô. É porque eu queria fazer 11 máquina, né?
Eu IA fazer um robô. E daí eu achei, cara, acho que isso foi um objeto que ele tem que carregar. IA ser muito mais massa. Aí eu pensei no micro ondas. E aí, micro ondas também é legal. Aí um amigo meu falou, cara, tem um micro ondas no na Hora de Aventura. Você fala, não quero fazer uma coisa. Diferente, é verdade, tem mesmo micro ondas, Hora de Aventura. Inclusive, muita gente compara assim com Hora de Aventura e pra mim, eles meio que tem a voz do
do do Jake e do do do fim. Legal, legal, legal. 30 BRL. Rapaziada, se você quiser comprar aí, ó, tá em oferta que não sei até quando que vai. Alemão, tá coçando aqui já? Mano, 30 BRL é barato. Você já pagou mais em jogo ruim, vê não. Já acabei de comprar um jogo de 10 conto que não valeu 10 conto. Então aí no meio da história, eu coloquei um Monte de personagem aqui na minha cabeça. Eu sabia o que estava acontecendo com eles, mas eu não, eu não deixei específico na história ali.
Então, pra quem for ler, vai ficar uma coisa assim, meio tipo, meio vago assim, né? Pô, esse personagem veio e foi e não sei qual que é a dele. E aí um pouco antes de eu botar o esse quadrinho no catarse em 2017, os meus amigos falaram assim, cara, eu acho que você devia fazer mais livros dessa parada, tipo. É explorar mais esses outros personagens. Aí uma semana antes de botar no ar, eu decidi que seria uma série. Eu inventei esse nome, eventos semi apocalípticos.
Eu já sabia o porquê desse nome, mas é, mas eu deixei isso do no ar até o último volume, que é o quinto volume. Então são 5 volumes, cada um tem um protagonista e com a sua historinha e tal, e eles se passam nesse mundinho que é essa maluquice. Então esse evento semi apocalíptico que aconteceu ele. É mexeu com a vida de cada um desses personagens e tal. E essa série É Ela fez bastante sucesso até assim de certa forma me chamou atenção do naranjo que
agora é editor da da JBCE. Essa série está sendo republicada pela JBC neste exato momento. O segundo volume que é evento ser um pouco de de ummar está em pré venda na Amazon. Mas o primeiro, o Eduardo Afonso, já foi lançado, lançou o ano passado e a ideia é que a gente lance até o último até começo do ano que vem. Que legal Eduardo e Afonso, certo? É o primeiro que. Já é o meu favorito, nem sei sobre isso. O que se trata?
Já é o meu favorito isso aqui. Essa é a reação de todo mundo com o Gilmar. Eu faço e trabalho no supermercado. Que maravilha. Cara, temos Gabriela, que precisa viajar no tempo. Viagem no tempo e tal, tem umas loucuras assim. Temos Rafael. Rafael é um mago e ele participa de um torneio de magos para ficar mais poderoso. E temos Zé Augusto, o último. É, e aí a história do Zé, o Zé Augusto. Ele é uma caverinha, né?
Ele é um personagem imortal, e daí a história dele meio que se confunde com a história desse universo. Então é ali onde eu vou amarrar tudo e explicar as coisas e dar um final. Caramba, que demais, cara. Que absurdo isso, Mano. Tá tudo na descrição e é é absurdo o nível de de talento dos traços que eu tô vendo aqui, o do Eduardo e Afonso. Tem umas partes aqui que é absurdo. É tipo uma paisagem que realmente se fica embasbacado, abismado.
Abismado parabéns o. Gilmar na praia, olhando pro mar, pensando por que que eu saí da? Água. Perfeito, perfeito, Mano. É absurdo, muito legal. E eu vi também. Eu posso estar maluco, mas a Gabriela, ela aparece no Eduardo e Afonso? Sim, sim, o Gilmar também. Que legal os. 3 na verdade, o Gilmar, a Gabriela e o Rafael aparecem No No Eduardo e Afonso. Ele não falou o Zé Augusto, já estou pensando aqui enganar. O Zé Augusto, de certa forma, ele aparece no padrinho da Gabriela, mas é.
Tá escondido. Pode falar mais escondido? Entendi. Deixa eu te perguntar, eu acho, se Oo quadrinho dele só tem PDF, ele tem mídia física? Não ele. O PDF eu fiz Na Na hora, no na campanha do catarse e tal. Então é. Tecnicamente não posso vender porque ele está com os direitos de digital, ele está com AJBC, então é só se AJBC quiser publicar ele em formato digital que vai que vai ter, né? Então o que tem pra comprar é o físico.
Eu tenho a minha edição Na Na minha loja, por isso que está em promoção e tal e só tem, não tem nem Gilmar, nem Gabriela lá, né? Já esgotou e eu não vou reimprimir porque está saindo pela JBC, então é na minha loja a minha edição. E na Amazon, na loja da JBC da companhia das letras. Tem deles, né? Lá da JBC. É só só pra complementar. Eu tinha alguns exemplares ainda da minha edição. É um pacote fechado. Eu fiz, botei na campanha agora do tigela, mas já esgotou.
Então foi não, já acabou. Então eu vim ver aqui, eu vi que estava esgotado. Eu fiquei muito triste. Eu falei, Ah, não acredito, cara, eu queria esse país muito legal. No No site de JBC você consegue comprar tranquilamente, não vai esgotar. Ou pode ser que esgote também. Cara, eu eu acho que. Não, eu acho que não vai assim se esgotar. Eles vão reimprimir, eu imagino, porque é uma série, né? Então acho que eles não vão correr o risco de continuar publicando sem ter o os primeiros volumes.
É a capa? Vez é diferente. É, então, inclusive eu fiz é conteúdo extra novo pro pro JBCE capas. Novas. E as capas, elas se juntam numa ilustração só. Ah, o cara, o cara é vendedor, o cara, ele tem esse. O cara é muito bom. Né? Edição independente quiser uma nova edição aí, revisada, uma capa nova, linda e maravilhosa. Ah, isso pode fazer, pode fazer merchan? Tranquilo. Ah, eles vão estar vendendo digital sim, viu?
Então, ó, a impressa vai sair. Eu não sei se Oo preço que vai mudar, porque aparentemente não dá pra comprar ainda, mas. O Gilmar tem pré venda? Tá 64 e 90, impressa e digital, 37 e 90. Preço muito bom ainda, preço muito bom ainda, muito legal. Tá bonita a sacanagem, tá? As 2, mas. A nova minha favorita? Não, também concordo. A nuvezinha laranja misturada nossa, é louco. Os guard rei aqui do ladinho, ó. Cara, é bom, né? Eu tenho raiva, gente, que é boa, Mano. Você tem?
Raiva, xinga ele, xinga ele agora, velho. Mano, você é muito bom, velho, sem xingamento. E eu vi também aqui que no na sua lojinha você consegue. Você vende prints também, né? De ser animações que você curte. É, então é que como eu faço muito evento, é o que eu faço. Os produtos que eu faço eu faço pensando nos eventos, né? Mas é claro que eu faço uma tiragem maior já pra. Pra alimentar a minha loja e tudo mais.
Então sim, tem. Eu costumo fazer caderninho, print, ecobeg, bolsa, faço várias coisas diferentes, é. E aí algumas coisas eu coloco na loja, nem todas eu coloco, porque dá um pouco de trabalho, da logística de. Embalar lá no. Correio, então as coisas são mais impressas, os impressos são bem mais fáceis? Então é é cardeal de adesivo print. O gibi, principalmente, é de boa, né? Não, não é isso legal que eu estou vendo aqui um print de over the Garden Wall que eu já estou apaixonado.
Tem uns prints que eu faço que são realmente sucesso e a galera não deixa que eu eu pare de imprimir. E esse do over the Garden Wall, esse é um que a. Galera sempre gosta muito. E como é a Vibe do over the Garden Wall? Tem muito com eventos sem apocalípticos. Eu gosto de ter sempre, porque aí se a pessoa pega e fala assim, pô, se você gosta dessas animações que estão aqui. Talvez você goste do meu gibi também. Cabana do mistério. É, não é. É absurdo. E eu vi aqui também que você fez.
Ou é um print? É um desenho que você fez, não sei da Brigitte de Overwatch. Cara, esse é o maior flop dos meus prints. Cara, eu fiquei muito é, cara, porque eu gostei muito desses print. Muito lindo, cara, esse essa skin é muito massa. Eu peguei e nunca vendeu um sequer. Não acredito, cara, Ah. Jogo flopado, né, gente, pelo amor de Deus. Pô, né, e daí, porra? Faz tempo. Mas mas pô, abrigente não merece isso. É tão bonitinho assim, cara. Mano, eu não achei antes pra isso, viu não?
Tá no Instagram? Ah, tá na loja, nem tá mais. Compra e vê. Não precisa ser a única venda dele. Mano, pra ser exclusivo, né? Só pra mim, no mundo inteiro é Mano num. Evento eu te dou de presente. Mais. Ó, estou pregando um ônibus agora. Para Curitiba bienal. Exato, falar desse exato momento marca demais. E eu acho, vamos lá, é, pô, falamos todo seu currículo aqui. A gente não falou de batsu man, crise na eu IA lá, crise na infinitas terras, ó, crise
nessas terras. Tudo que que é batsu man é uma paradinha de Batman, obviamente, mas o que que é que rolou aí? Mas que dia acha isso? Esse esse ele é um quadrinho, é um personagem que nasceu de um trocadilho que nem era meu, é um trocadilho do Felipe. A gente se conheceu no curso de japonês lá atrás, lá em 2003, sei lá por aí. E aí no curso de japonês tem exercícios de verdadeiro ou falso? E é um verdadeiro, você faz uma bolinha que é o Maro, e quando é falso você faz um x, que é o
batsu, o japonês. Quando vai falar que que é não e tal, ele faz uma. Um x com o braço, né, sabe, tipo, esse é o batsu. E aí cara, a gente lá, moleque, na aula de japonês e começava a zoar e fazer brincadeira, e uma das coisas que a gente fazia era ficar desenhando na apostila e aí surgiu o bat Suman, né, que era o Batman, toque de batus. E no começo era só isso, era só essa piada interna, nossa, boba.
E aí, como eu sempre gostei de fazer quadrinhos e tal, no na escola eu comecei a fazer umas tirinhas do Batman. Só que invés de ser o homem morcego, era o homem errado, era um x. Perfeito. O Batman já é tudo errado, né? Se for ver também. É então, e foi essa a ideia assim que eu comecei a pegar e tipo assim, cara, se você parar pensar, o Batman é muito esquisito porque ele é um é um cara ricaço que fica batendo em pobre na rua. Um cara de velhos esquisitos?
E aí eu é, eu tinha vários colegas de escola, né, assim que adoravam esses personagens, adoravam essas tirinhas bobas que eu fazia. E quando eu montei o estúdio com os meus colegas, depois que me formei e a gente começou a fazer tirinha pra publicar online e tal, é um Monte de gente que me conhecia, falou assim, Ah, então você vai fazer o Batman, né?
E eu não IA fazer tipo assim, era uma parada de colégio, era uma brincadeira de que há de colégio assim, mas tanta gente perguntou, tipo, né, nem perguntou assim, eles já assumiam, eu IA publicar o Batman e eu falei, tá, então, então tá, então vou revisar essa parada toda, vou deixar esse personagem um pouquinho mais. Interessante e fazer. E aí ele era um boneco de palitinho, então por isso que ele tem uns risquinhos como o braço e tal. EEE. Aí eu comecei a pirar mais em
cima do do Batman mesmo, né? E como eu nunca fui leitor de super herói, eu tive que começar a pesquisar sabe quais são os inimigos do Batman e confiar nos Biz e não sei o quê. E aí é muito engraçado porque eu não sou leitor de Batman. E de repente, eu tinha um Monte de leitor de Batman e ficava, nossa, aquele aquele espantalho que você fez é muito massa. E daí eu tá? Eu me baseei num espantalho do mágico de nós. Caramba, cara. Eu eu olhava aquilo de uma forma ignorante, né?
Dos personagens dele. E eu tirava tipo de Do Nada. Assim, a minha interpretação daquilo se transformava em piada, né? Tem várias piadas ali que hoje em dia eu acho que não funcionam tão bem assim. Eu, eu não. Eu fosse revisar, né? O Batman, tudo. Eu acho que eu IA cortar muita coisa ali, mas é uma tirinha que fez muito sucesso durante muito tempo e eu gosto bastante assim. Acontece, né? De algumas piadas. Envelhecer mal, né? Isso normal. É então.
A gente sente isso. Quer dizer que a gente evoluiu, né? Essa esse é o mais importante, né? Com certeza. Da hora o cara assim, a gente recebe bastante gente de catarse aqui, bastante mesmo assim. É, a gente recebeu o autor de livro, a gente recebeu bastante gente fazendo game, quadrinho a primeira vez que a gente tá conversando contigo só que de longe você é 111, vou até usar, vou até virar Paulista aqui um case de sucesso todas as suas campanhas são sucesso de verdade
assim, né? Nem não tô falando nem pra puxar o saco é que que você tem pra dizer pra talvez colaborar com essa rapaziada que vem aqui, que claro, tem gente que também bateu as metas e tudo mais, só que você tem quantas, quantas campanhas já 8. 9 mais mais, porque eu fiz 3 com o estúdio na época do lobo limão. Aí fiz 2 ou em parceria com a Mile e mais essas que eu fiz sozinho. Então acho que são essa. Acho que é a 13ª campanha que eu
tô fazendo. E a minha primeira campanha foi em 2012, quando o catarse estava surgindo. Então eu tenho essa experiência de desde que o catarse surgiu basicamente, né? Assim. Que que você pode deixar assim de? Que dica de ensinamento, alguma coisa pra compartilhar legal com rapaziada? Cara, é, é até meio engraçado você perguntar isso, porque se você deixar, eu fico acho que cerca de 75 horas seguidas falando sem parar. Por favor, por. Favor.
Atrás isso pra mim é um troço que me deixa muito maluco assim. Eu não sei o que acontece comigo. Eu, eu, as pessoas acham esquisito, mas hoje eu tenho um controle tão grande da minha, das minhas campanhas. E se sair uma coisinha do lugar, eu fico maluco e ninguém entende nessa minha campanha. Agora do tigela, você entra lá Na Na minha campanha e tem a aba de apoiadores. Vai ter um gráfico de quanto apoio tá entrando por dia. No segundo dia tem um drop. Esse drop não é natural.
Ah, no dia 13, tá vendo aqui? Eu sei analisar os gráficos nesse nível e eu falo pra galera, gente. Isso aqui tá errado, tem alguma coisa acontecendo e não sei o quê. Eu fico maluco porque não sei o quê, não porque devia ter pelo menos tantos apoios que vai lá. Eu eu sou muito maluco do catarse, muito, muito, muito. Mas se as pessoas vem pedir ajuda, a primeira coisa que eu falo é que financiamento coletivo é muito mais sobre coletivo do que sobre financiamento.
Não é sobre juntar dinheiro, é sobre juntar pessoas. Quando você entende que a campanha é sobre juntar pessoas, tudo fica muito mais claro e mais fácil de você entender e bolar suas estratégias. É, muita gente acha que é só pegar 11 projeto e jogar lá e vai ter o dinheiro de retorno.
É uma galera fica debatendo sobre meta, quanto que você coloca de meta e tal, como se fosse uma, como se fosse um projeto de. De financiamento, de lei de incentivo, sabe que você tem que fazer um orçamento e aí uma entidade vai te dar esse dinheiro, e você? Tem que. Não é assim, né? Tipo, A Entidade catarse não existe, vai te dar dinheiro, não é isso o que você tem que fazer, é conquistar pessoas, seres
humanos. Quando você pensa isso, tudo começa a ficar mais fácil, você começa a entender o tipo de recompensa você vai ofertar, como que você vai é conversar com as pessoas, como que você vai apresentar o seu projeto. Então é é muito mais sobre. É meta de de apoios do que meta
financeira. E é essa outra parada que muita gente não entende, que eu fico meio maluca assim, pô, mas eu não consegui nem sem apoios ainda, e daí a pessoa fala não, mas você já conseguiu, sei lá, 16000 BRL não, isso não importa, eu quero apoiador, eu fico maluco, o que é isso, né? No final das contas, a gente faz é, faz o gibi, faz o livro.
É pros leitores, né? Não é pro dinheiro assim, tipo, o dinheiro é uma consequência da parada, é você juntar esse dinheiro tudo mais é uma consequência de você ter atingido pessoas que querem ler o seu gibi, o seu livro e tudo mais. Então é, acho que essa essa é a principal dica, é a partir dela que vai desdobrando todas as as outras dicas, né? Tipo assim, em que momento que você vai colocar a campanha no ar?
É, o ideal é que você coloque num começo de mês, porque é quando a maioria das pessoas recebe a grana. O ideal é que você não pegue 111 período de campanha que vai ter muito feriado, porque feriado, final de semana, as pessoas não estão online e elas não vão lembrar de apoiar. É não é o ideal que você pegue feriados, que as pessoas gastem muito dinheiro, tipo Páscoa, né? Ou dia dos dia do Dia dos Namorados, ou anão sei o que o seu projeto tem a ver com com o
período, né? Mas, mas tipo, dezembro, janeiro, fevereiro é morto, né? É, sempre foi. Isso é um consenso do comércio, né? Então isso vale para o catarse também. Então, isso sempre que você pensa na pessoa que tá apoiando, você consegue fazer decisões mais inteligentes, mais interessantes para sua campanha. Muito bom. De verdade. Assim eu anotei mentalmente aqui. Quem quem passar por aqui e pedir conselho, eu vou repassar tuas palavras. Várias. Coisinhas assim, várias coisas
que você vai aprendendo e tal. E uma das coisas que mais dá trabalho é o pós catarse, né? Quando termina a campanha que dá muito trabalho, porque aí você tem que gerenciar os apoios e os envios, você começa a gastar dinheiro que você não sabia que você IA gastar. Porque. Esqueceu? De calcular quanto que você IA gastar com embalagem, quanto que você IA gastar com não sei o que
a gente coloca. É, tem gente que é correio, por exemplo, eu faço livro, né, faço quadrinho, então, para enviar, eu posso usar o empresto módico, que vai ser aí uns 7, 8 BRL para o país inteiro, né? É um valor fixo. Qual que é o valor do impresso? Módico é, é o impresso, ele serve para todo livro e revista e tal, para você mandar para o país inteiro. Ele é só pelo peso, não é pela distância. Nossa. Ele é um valor assim, uns 4, 5 BRL só.
Só que se você quiser ele registrado, tem o registro módico e o registro módico, ele adicionar mais uns 3 4 BRL é baratíssimo. A vida mudou, tá? É cara, Sério, é bem baratinho, é super acessível e tal. E tudo que é impresso pode entrar junto. Só que se você botar um chaveiro, então a pessoa que não manja dessa parada vai lá e fala assim, Ah, se você quiser, o livro é tanto. Se quiser um chaveiro, Ah, só um chaveiro, não sei o quê. E aí vai no correio, tem uma paulada. Por quê?
Porque o PAC, sei lá pra dentro do seu próprio estado, vai ser uns 16, 20 BRL lá pro interior de um estado mais longe, mais distante, vai ser 100 BRL. Então assim, eu que sou de Curitiba, pra enviar coisas aqui pra dentro do Paraná ou no máximo pra São Paulo, norte de Santa Catarina, eu acho que um PAC deve ser uns 23 BRL, uma coisa assim. Sei lá, para o interior do Pará é 98 100 e tantos reais. 3 vezes o valor do livro, dependendo do livro.
É só porque virou PAC, né? Então é, é você tem que ter essa, essa, essa, esse conhecimento para você distribuir melhor os seus, as suas recompensas ali. EE. E aí o que eu costumo fazer é no valor do frete. É, eu tento não deixar assim tão absurdo o frete pra galera do norte e nordeste, até porque eles não são a maioria dos meus apoiadores e eu acho injusto
esse valor de frete. Então eu subo um pouquinho o frete pra galera que é aqui do Paraná e São Paulo e tal, que é onde eu tenho o maior número de apoiadores. Eles não se importam de pagar, eles nem sabem que que, tipo assim, eu estou cobrando só 2 BRL a mais, né? Quase nada. Isso aí é bobagem, certo? Mas esse valor. Vai ajudar a compensar o frete, muito mais barato que a galera do norte e nordeste está pagando, porque se eu cobrar 98 BRL é um. Absurdo. É exatamente acaba nem apoiando.
Então eu tenho todo um jogo assim de de valores que eu que eu, eu que tenho mais experiência, eu consigo fazer assim de é tanto dentro dos pacotes de recompensa quanto dessa parte de logística e tudo mais. Pô, bem legal, eu tô vendo aqui, ó, é na tua campanha, é aberto, tá, rapaziada? Os apoiadores conseguem ver o gráfico que ele falou, ele tem Sergipe, é Paraíba, Maranhão, Bahia, Alagoas, Pernambuco é tão pouco assim? Não viu assim assim 2. Um.
Mas normalmente São Paulo é destruidor assim. É muita galera de São Paulo muito assim. Tem muita gente. Aqui, né? É claro, né? Uma das cidades mais populosas do mundo, né? Então São Paulo, capital. Assim, em primeiro lugar. Em segundo lugar, o resto de São Paulo. Terceiro, é. Aí, tipo assim, pra bater esse número é tipo assim, junção de Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro. E Minas federal? E Minas? Minas tem um nossa, tem muita galera de quadrinho, é aí mais
ali, pro sul e tal. E aí por último vem norte e nordeste. Mas tem gente que é de fora, assim, de tipo Canadá, Tóquio e tal. Que que que apoia os meus projetos? E como que faz aí? Pega só OPDF no caso. Eu o livro eu tenho feito, porque daí eu consigo enviar como documento. Mas é uma paulada, né? O frete. E daí eu boto também um valor
que que cobre, né? Só que se eu chegar lá no correio e o cara não for com a minha cara e falar, isso aqui não é documento, não, isso aqui é produto, aí eu tomo. Tomo, mas cadê a nota? Então? Cadê a nota fiscal? Esse é produto. Já está otimado já. Legal suas dicas, tá? Vamos repassar assim pra pro pro até paquira se, por exemplo, se a gente for colocar o livro de froshlay me junto na recompensa, se caso acabe antes da campanha, já sabemos como mudar da hora.
Faz sentido mesmo, é bom que você já usa já. Exato, fiz. Tem alguma perguntinha? Você tá meio quietinho hoje? Eu tô absorvendo demais. Eu. Eu IA ter algumas perguntas, mas não faz sentido essa do catarse, cara. É incrível porque. Fazia ideia, eu já IA perguntar algumas coisas, mas eu vou absorver o que eu acabei de escutar, porque faz muito sentido. Simplesmente você enviar o livro com uma recompensa de chaveiro, muda sim, é, o que me veio na cabeça foi o bombom sonho de
valsa. Ele virou um waffer por conta da carga tributária e cara, é muito incrível esses jogos assim. De cara, o produto continua sendo tão bom quanto, mas você consegue dar uma redução ali, estica ali, puxa, que muito, muito legal. Mano, eu vou. Comprar um pano de prato do Gilmar agora, comprou agora, Mano? Não copia eu, o Gilmar é meu velho, escolhe o seu. Cara. Vou dar uma dica aí. Eu não sei se é uma dica boa, na verdade, porque eu não não sei como que eu vou fazer, mas eu
quero fazer um pacotão. É promocional com o padrinho novo da JBC, né? Do do Gilmar. É junto com a pelúcia do Gilmar e o pano de prato e ó, não caderno nenhuma coisa assim. É, eu vou esperar porque eu quero esse aí da pelúcia do Gilmar. Eu preciso. Eu necessito não ir viver sem o Gilmar na minha vida. Do seu ladinho, ali do lado do Jason peito. Dormiu comigo, Gilmar? No quadrinho do Gilmar, o que acontece é ele. Ele é um peixe, tá lá vivendo a vida dele de peixe no mercado.
E aí vem 2 personagens que são o Robertinho e o gordo, e olham Pra Ele e falam, cara, o Gilmar precisa viver uma aventura. Botam ele em cima de um fusca, amarram ele e levam uma viagem. É esse? Esse é o quadrinho. É uma história de viagem, de amigos e tal. E o Gilmar? Ele não fala e não faz nada, o gibi inteiro. É muita coisa de amigo, né? Vira e mexe amarro vendo em cima do carro e. Você. Poderia até me amarrar um pouco mais em cima do carro, né, Mano? Faz tempo que não acontece isso.
Tô a fim de dar um rolê, Mano. Vamos. Falar de uma tigela de alma e ossos agora? Pô, era exatamente o que eu IA perguntar o Yoshi perguntar pra você, eu estou vendo 3 personagens aqui muito bonitos, dou uma tigela de alma e ossos. Você pode contar nomes? E um pouco mais sobre cada um. Personalidade e tal e tal cidade. Um spoiler, claro, eu. Já tô lendo, começando a caq aqui que ele disponibilizou. Eu já. Li então a ideia é quando eu fiz o meu primeiro é livro jogo, assim como o Batman.
Eu nunca tinha lido o Batman. O quando eu fiz o meu primeiro livro jogo, eu nunca tinha jogado RPG de mesa e muita gente. Foi isso um absurdo. E agora eu tenho mais experiência. E aí eu entendi coisas e eu entendi inclusive estrutura de tipo de de aventura, né? Então esse livro tem muito mais cara de uma aventura de RPG de mesa. Então são aventureiros que acabaram de voltar de uma Quest e eles estão indo pra algum lugar e eles encontram um
vilarejo. Falam, Ah, vamos nesse vilarejo aí tomar uma e tal, ver o que tá acontecendo. Eles dão de cara com mortos vivos e aí vem o. O chefe da Vila e explica para eles que eles estão tendo um problema com um necromante na região.
Essa essa é a premissa, é a partir daí os personagens de leitor barra jogador pode dar uma pesquisada pode é ir conversar com alguns moradores que ainda estão Na Na Vila e entender o que tá acontecendo e partir para floresta para ver qual é desse necromante e resolver a situação porque o vilarejo está tomado de seres abissais e mortos vivos. Essa que é a graça. E a partir daí você tem ali vários caminhos, várias. É várias coisas que podem ou não acontecer até chegar a um dos 4 finais.
E os protagonistas? Eu pensei neles, meio que pra suprir essa essas alternativas de leitura da história. Então o frido que é o amarelo rei guerreiro, ele é mais extrovertido, ele fala bastante ele. Resposta, ele é, ele é mais assim, tem mais da ação, né, digamos assim. A Kirin ela é tipo uma elfa, eu não achei muito ainda o nome dessa raça dela, é tipo um povo da floresta e ela é mais uma ranger assim, então ela é mais de prestar atenção, de de pesquisar e tudo mais.
E o pon ou a pon é não sei nem se é humano ou não, eu criei como uma figura. Indecifrável ali, que inclusive fala só bom, tem uma máscara e é um mago, trabalha com magias e tal. E é essa pessoa que me impulsiva ali também, que ele fala, Ah, então qualquer coisa já taca uma bola de fogo e resolve. Vê não, eu tô aqui. Na primeira escolha do jogo, eles encontram lá Oo morto vivo. O que que você escolheria? Opção, se você quiser bater no morto vivo, vá para a página 23 ou 2.
Se você quiser investigar, você vai ser o cara que vai pra cima. Com certeza. Como é que chama o amarelinho one? É o frido. Eu com certeza jogaria com ele. É o melhor personagem já tranquilo, Mano. O cara não tem um braço velho. Que nem você. Exato. Eu fiz essa parada também. É os personagens. Eles vão ganhar um pouco mais de profundidade ao longo da
história assim, né? Mas eu pensei nisso, eu pensei num back store pra cada um deles e o frido, ele era um pirata, então ele a todo momento ele fica falando disso, ele fala, Ah, na época que eu era um pirata, não sei o quê. Então o tempo todo ele conta uma história, meio que uma história
de Pescador, sabe? Ele conta uns absurdos, assim é, Ah não, porque meu Capitão a vez escondeu um Tesouro numa ilha que na verdade era uma tartaruga, e não sei o que, não sei o que, não sei o que, então ele fica o tempo todo assim, em algum momento ele vai contar essa história de como ele perdeu o braço. Cara, Mano, sei que era o melhor personagem sem saber, tá vendo? É você que escreveu, né? Não é eu que escolhi que. Bom. Não é o cara que fez a história boa, né?
Foi eu que escolhi o personagem. O livro praticamente é o RPG. Agora a gente tem que fazer o nosso trabalho, né? Assim, quantos na fila, quantos já tá pra acontecer? Uns 26? Mas você tem que tem que botar o 27º aí. Com certeza, com certeza, com certeza. Eu eu faço as honras. Por favor, cara. Eu acho. Hum. Vou pegar meu D20 aqui. Você aí escrevendo um livro jogo, né, correto? Segundo ilustrador maravilhoso, uma pessoa super gente boa, certo? Você já jogou alguma RPG de mesa
na sua vida já? O que que você achou assim? O que que eu achei? O que que eu acho de RP de mesa é isso, saber. Ah, eu. Eu só joguei com mesma galera de sempre, então até onde é? Eu conheço de RP de mesa, eu gosto muito. Nunca peguei uma mesa ruim. Vai ser a? Primeira vez, vai pegar uma? Mesa ruim nunca passei do level 3, é o que acontece nas nossas mesas. Não. A gente começa uma aventura, passa algumas semanas e já troca a gente, começa outra coisa.
Não tá tranquilo, tranquilo. Eu quero convidar você porque o Bruno descer Ramalho, esse escritor também é mestre rpgista e eu amo, amo de coração RPG. Então eu quero te convidar um dia, não sabemos quando tá, vou avisando, mas eu quero te convidar pra pegar um RPG aqui com a gente gravando no leigos intelectuais. Ou em off também, se quiser. Ou em off também? Não. Perfeito, porque a gente faz o RPG anualmente, podemos dizer
assim. Bruno, agora anualmente a gente joga a RPG com nossos amigos e a gente edita colocando efeitos, sabe? Tipo trilha sonora, tudo mais. Então é um trabalho super legal que o Bruno faz, ele que edita tudo bonitinho, então se sinta se convidado e obrigado a jogar RPG com. A gente obrigado, você assinou o contrato, você nem leu, né? Não lia, não leio essas letras pequenas e. É. E. E que vai se passar no mesmo universo de uma tigela de ameaças, né?
Com certeza isso é legal. Vou ver então se eu consigo terminar o tempo. Não zero pres. Não, você nem sabe o que eu vou falar. Ah, perdão. Como assim? Como o livro jogo eu tô. Eu tô ensaiando há mais de 10 anos fazer um livro jogo novo. Eu tô há mais de 10 anos ensaiando criar um universo de fantasia medieval é mentira, e é e aí essa história do tigela se passa nesse universo, só que eu não botei em lugar nenhum porque vai que dá errado.
Então tipo assim, Ah, não, não, não é, tá livre, não tem nada a ver uma coisa com outra, mas tem, ele se passa no universo, por isso que o ferido não é um ORC, ele é um oni amarelo, e isso é muito específico, é uma raça de universo, de onis. E tem variações, né? Tem, tem a sub raça que é vermelho, azul e amarelo, então é muito específico ele ser um olhinho amarelo e assim como a outra Kirin, que eu, que eu não não acertei o nome da raça ainda.
Ela não é uma elfa, ela é um povo da mata, é uma coisa meio baseada ali, tipo um Curupira e tal, então, tipo, é tipo um elfo misturado com Curupira, assim AA parada dele. Então é um universo que eu tô criando que já tem, é, é, tem raças, tem já um sistema de classes. Tem um sistema de magia que tá começando ali também. Já tem nome de lugar, já tem mapa, já tem. É mapa Mundi, mais ou menos definido. É só que é isso. É um trabalho de algumas décadas. Né de?
Vez em quando eu faço uma coisinha, penso alguma coisinha. Não legal? Uma coisinha daí, eu. Se você precisar de algum tipo de ajuda, o Bruno e hoje está disposto de cara. Eu sei. Que você fala assim, o Bruno está aí pra. Escrever porque, tipo assim, o Bruno escreve, talentoso, eu posso, entendeu? Apoio moral, então. Mas eu estou aqui. Falaram, não desista. Falaram e é isso, Mano, é isso. Mas esse não. Mas não é bom no RPG, vai? Não é bom.
De projeto que você fica tocando em paralelo, assim, de vez em quando tem uma ideia, vai lá, escreve e tal. Sim, eu tenho um canal aqui no Discord que é só comigo mesmo, que é só disso. Assim, cada óbico ali eu boto. Tipo, tem religião. Estou feliz que eu não sou o único que faz isso. Yes, eu IA comprar aquele Word Evil, daí eu vi que era tipo basicamente um Monte de pasta e pensei, Ah, vou fazer no Discord. Mais fácil, né? Você é louco.
E o que eu achei muito legal aqui do personagem pon ou a pon é que o nome é pon a raça, pon classe ascendente, pão, história pom. Aí eu vi carisma, menos um. Eu achei incrível. Isso é, mas menos. Um ô. Louco cara, mó carismático. Aí que eu falo, para de gravar aqui o que que acontece? É verdade, fica mó chatão mesmo. Fica aqui, ó Mano. Então assim é, quanto que é, pra quanto que é? É dezembro lançamento mais ou menos a estimativa. É, tem que ser, né? Acho que é o que acontece.
É o seguinte, eu faço as minhas meus cronogramas a partir dos eventos e tem 1 ano e eu participo da cxp todo ano. É claro que não é certeza absoluta que eu participo, porque tem uma seleção, né? Mas é como faz muito tempo que eu participo e tal. Eu acho que é é provável que eu que eu passe novamente. Então eu já estabeleço que pelo menos um lançamento no final do ano vai ter. A minha ideia era lançar na bienal de quadrinho, mas acho que não vai dar tempo. Mas para ser XP eu não posso
deixar de passar. Com certeza não tem como mais. Bora meu, não. Cara, eu IA perguntar isso, eu tenho vontade de ir? Sábado já esgotou a meia é Bora filho, porque assim quinta e sexta não dá para nós, né? É CLT, tá difícil, né? Sabadão meia já esgotou inteira AI 520 não. Sei igual aquele pessoal que vai no jogo de futebol e fica Na Na porta, falou, não vai surgir o ingresso, eu vou conseguir entrar. O verão vai pegar 8 horas de estrada pra ficar lá.
Na frente. A. Gente, fica só escutando falando, eles vão falar alto, eu vou conseguir escutar aqui de fora. Lá fora, só pra dar um salve nele. E ir embora? Talvez é que também não não saiu ainda da seleção, mas talvez eu vá para São Paulo agora em julho para o anime Friends. Mais fácil, mais barato? É e tem. Tem quinta-feira de graça. Eu IA para o Festival do Japão, que é uma semana depois, mas infelizmente não vou poder ir porque eu tenho um compromisso aqui. Droga.
E tem a bienal de quadrinho em Curitiba muito longe. E não sei se vai ter mais eventos daqui até lá. Ah. No Brasil é muito grande, chato isso aí, né? Não tem, tem eventos rolando, mas é aí tem que ver se vale a pena. Tipo eu pagar, né? Passagem e tudo mais. É um custo muito alto, né? Tipo, você se disp uma mesa só a mesa é acho que tá 1200 BRL. É viagem, né? Tipo assim, se for de avião, é mais uma palada. Se for de carro, né? Tanto tem os. Gastos lá, né? É, tem os gastos lá e
hospedagem, né? Tipo eu, eu costumo ir um dia antes e voltar um dia depois, então é praticamente uma semana inteira em São Paulo, então assim é. Então, aí quando é um evento um pouco mais longe, coisa assim, eu tem que pensar muito bem, né? Se vale a pena um investimento e tal? Assim, no mínimo tem que se pagar, né, é? Ainda bem que assim nos últimos anos eu tenho tido lucro assim, então?
Ah, perfeito, não é? A nime Friends é mês 74 do 7, sexta-feira e vai é um dia só, não, terceira, sábado, domingo, beleza, aí vamos botar sábado aqui que nós sábado inteira, 226, bem mais barato. Bem mais. Barato é dispensar e ter a meia social com 1 kg de alimento 124. Que é isso que eu vou, Mano? É de se pensar, Hein? Legal a gente tentar aí. Tirar foto para Akira e junto já conhece os 2 japonês de uma? Vez, só Yes. Não, aqui não conhece, caralho, eu tô louco.
Ele também não entendi, mas tudo bem, concordei, beleza? Como não tivesse visto aqui, o cara foi na casa dele, velho, é? Mano, na minha casa, como assim eu tô louco o. Cara, tava lá, cara, tô louco, Mano. Tá, é? Das recompensas, do voltando a falar da de uma tigela de alma e ossos, né? Hum, nós temos. Aqui é o PDF certo? Que é mais baratinho. Nós. Temos quanto não? 30 BRL. 30 BRL ou mais, se você quiser. Você quer o PDF, você quer dar
cinquentão, pode dar à vontade. Obrigado, a gente agradece. Todo mundo agradece. Temos daqui a impressa você ganha o PDF mais é impressa, quanto que não? 75 BRL. Mari, lembrando, todos geram um nome de agradecimento no finalzinho. Aí tem seu nomezinho lá, Ricardo? Eu autografo todos os livros. Todos. Sempre faço um desenhinho também é mentira, você tá maluco? Sempre faço. Já vai aquecendo a mão aí já alongando, né? Fazendo aqui, toma.
Puxa aqui, ó, puxa aqui. Nossa, ô, eu odeio autografar, velho, você tem isso aí também ou é só eu que sou chato? Desculpa aqui, ô senhor, autógrafo foi mal aí não. Só pode sair na rua, né? Foi mal. Desculpa aí. Cara, mas é que assim é. Quem é quadrinista tem a vantagem do desenho. Então assim, a gente pega e cria um desenho, que é o autógrafo, entendeu? Eu não, eu não invento um
desenho na hora. Eu eu treino em casa antes de começar a publicar o livro, eu treino 11 autógrafo pra pra que seja um desenho que eu consigo fazer em 10 segundos. No docon eu cronometrei pra escolher qual o tipo de doconto que eu IA desenhar, tipo se ele IA ser de lado, se IA ser de frente e tal. Eu fiz alguns, treinei pra ser o mais rápido possível. Aí para fulano, um abraço, eu desenhinho e cara, eu como leitor, gosto pra caramba. Eu amo ter esses autógrafos, um desenhinho.
E tal? Eu sou vilã, então, rapaziada, perdão aí. Você já viu o autógrafo do fim de ordem de aventura? Não. É um. É um menininho espiando por cima do muro. É a assinatura dele. É com o narizinho pra frente assim e segurando o murinho. Eu achei muito legal também. Eu só quero me justificar porque que eu odeio, porque eu não sei o que descrever, porque sim, falo não. Eu quero escrever uma coisa
original por. Isso que eu falei do desenho, porque a gente faz um desenho e não precisa pensar, entendeu? Mas realmente, né, quem é escritor precisa, pô, fazer uma frase maneira ali, né? É porque eu não quero deixar Ah, com carinho e para tal, todos igual eu falei, não quero ficar diferente. Só que aí se. Escreve diferente. E aí? É ruim. Não gosto, mas eu faço, não peço, mas eu faço. Quem quiser o autógrafo do Bruno aí vai estar podendo ir na casa dele, tá?
O endereço é? Ô Francisco, Bruno agora vai começar a desenhar? Mano, vai, vai, vai. O livro do venel está desenhado o planeta Vênus só. Que eu não? Sei desenhar, então eu tipo, fiquei tipo 15 horas desenhando um planeta. Será que dá? Será que a câmera vai pegar? Cada vez que eu veio está mais torto.
Esse planeta que se desenho aqui cada vez que eu acho que não vai pegar não, Mano aqui pegou o single ó. Belíssimo. Eu escrevi, você às vezes é um planeto de lápis, porque de ficasse muito ruim, podia pagar. A assinatura do cara aqui, esse aqui vai valer 1000000 de reais? Um. Dia eu vou ver, fala dele o. Cara é bom, Mano, o cara é bom. Cara, é 2021, Mano, enfim. É vendo? É 115 BRL. Nome agradecer, eu falo, eu falo o valor, cara, e aí tá roubando minha minha parte. Valor secreto ou mais.
Então, muitos agradecimentos PDFHQ, print a 5 o que que é a 5? Eu não sei o que. Especialista em tamanhos de folhas. É uma folha. Diferente da a 4. Exato, e diferente da a 3 também. Entendi e a cartela de adesivos em vinil? Isso é. Bom mesmo próximo. Agradecimentos, PDF HQ print a 5 o que que é a 5 não? Cartela de adesivos em vinil e caderninho no tamanho a 5. Esse caderninho é legal, tá? Eu achei bacana.
Mano, eu? Eu fiquei pensando em algumas recompensas que que combinasse com o RPG, né? E aí? Só que não é um RPG de fato, né? Mas então, tipo assim, não fazia sentido. Não faria sentido botar um saquinho de dado. Eu pensei nisso. E sem fazer saquinho pra pra carregar dado e tal. Mas o caderninho é sempre útil, né? E caderninho pro RPG tem tudo a ver, né? É e caderninho serve pra pessoa, é que num também não joga RPG. Ela pode usar o caderninho normalmente, né? Exatamente.
Pra sua mãe colocar a receita do ponto de forma dela? Esse é o caderninho. Que eu? Vi já, eu já vi já. Qual o valor, não? 150. Próximos quase falei o valor. Nome PDF HQ print, dia da manhã 5 carteira, vinil, caderninho e uma ecobag que você é uma pessoa que pensa no planeta planeta Terra, né vilão? Com certeza você vai ter sua ecobag bonitinha pra você ir no mercadinho comprar suas coisinhas no Atacadão. No Atacadão é um. Que não dão sacola boa. Esse aqui tá esgotado.
Eu vou ler mesmo assim, porque eu gosto de ler. É chamado pacote tigela na bolsa. Você ganha tudo que tem em cima, mas. Mas aliás, uma bolsa tipo Mano, uma bolsa tipo carteiro, que pena que esgotou vendo. Mano, esse absurdo tá aí é da corujinha, é isso, Jorge? É, então esse é OOO, cachorrinho, né? Que eu que eu uso sempre, que é o Sakamoto, eu fiz primeiro o cachorro que ele era o manjericão. É o cachorro manjericão.
E as pessoas gostaram tanto. E eu transformei ele num personagem para colocar no gibi, então ele é um personagem agora do evento 100 apocalípticos. Que legal. Eu IA fazer nesse, nesse, nesse, nessa toada, assim, eu primeiro fiz o desenho da coruja com o bonezinho e tal, curti muito assim o desenho e eu cheguei a escrever uma história que era uma personagem dessa, desse quadrinho, mas ficou só no roteiro, está engavetado, quem sabe onde é?
Sai. Por enquanto é só a corujinha, mas em algum momento talvez vire um personagem de fato. Esse esgotado aqui tem chance de voltar. Ah, eu não sei o que aconteceu com essa bolsa que eu eu queria fazer uma bolsa carteiro diferente, assim, porque eu estava fazendo as ecobags e tal, e eu queria fazer uma bolsa um pouco mais diferente. Por isso que ela tem essa carinha meio de, né? É com algodão cru e tal.
Então ela tem essa carinha de ecobag, porque Era Para Ser uma ecobag Power. Assim, o teto foi crescendo, né? Eu fiz junto com uma costureira. E daí, não vamos fazer forro duplo, não vamos fazer alça com regulador, tá? Tem, tem, então tem regulagem de de alça e tudo mais, tem uma bolsinha extra dentro, pô, ficou uma bolsa muito top assim, lindíssima, e aí acabou ficando um produto meio Salgado, acabou virando um produto, né, de alta qualidade, assim, tipo muito,
muito superior a uma ecobag, né? Muito. E aí eu gostei do do retorno, mas justamente por ser um produto um pouco mais caro. É, não teve tanta saída, então eu não refiz o estoque, né? Então agora tá esgotando, esgotado o estoque, eu vou ver se eu vou refazer uma nova bolsa com um novo design, uma outra coisa assim, eu vou estudar ainda o que que eu vou fazer com ela? Mas o pessoal pode ficar esperto. Quem sabe sai essa bolsa ali na sua lojinha para vender? Nunca. Você sabe.
É, então é, é que aí é que tá, né? Eu faço os produtos para vender no evento, então eu vou. Ver. Eu fazer tipo uma nova? Piragem ou uma novo modelo e tal. Então isso aí vai sair até dezembro. Perfeito. Fechou. Então, novidades. Qualquer coisa a gente fala aqui também é, esse era 250, não é verdade? Mas esgotou, então, próximo. Esse aqui é absurdo, tá? Esse aqui, eu. Quero fazer uma pergunta, o nome dele é manjeri e ele é um cão ou é manjericão? As 2 coisas. Caramba, ele é muito.
Foda No No padrinho, ele se chama Sakamoto. Ah. O manjericão era o nome do estúdio, e aí a gente fez esse trocadilho, o cão manjericão. Aí no padrinho eu troquei pra Sakamoto fazer uma outra piada sem graça, que é o fato que ele fala em japonês. E aí quando o Eduardo encontra ele, ele começa a falar achando que ele é o mago e tal. E aí o Sakamoto só responde, tipo, e aí o Rafael, que é o dono, fala assim, ele não fala a
nossa língua. Ele não é que ele não fala a língua dos humanos, é que ele não fala português. Perfeito absurdo, absurdo. Vamos lá, PDFHQ print a 5 adesivos de vinil, caderninho eu, pelúcia do Sakamoto, né, meu irmão? Quanto? Mano, 13 em dólar. A pelúcia do Sakamoto é absurdo, tá? Esse aí é. Dá vontade de pegar 2. E aí não, não esgotou, mas vai, então corre. Esse episódio aqui está saindo dia 28 de maio, certo? Vendo sua TV. Então Mano, dependendo, já acabou.
Fica ligeiro, entra aí pra ver. Esse aqui é legal, tá? Esse aqui? Eu tô mirando nesse. Seguindo, vê? Não temos, aí temos. Ah, agora entendi. Hum, agora você entendeu? Você pode pegar a HQ? Ô, perdão. Batirei a mão no microfone. Não, não o rosto. Você pode pegar AHQ, certo? Um tigela de alma e ossos mais mais. HQ, Eduardo e Afonso, edição JBC. Ó, é esse aqui que vale a pena pra mim. Esse vale a pena pra você? É. É, Mano, esse esse é legal por apenas 140 BRL, tá baratíssimo? 23, né?
Porque você recebe em PDF também. Pode distribuir esse PDF? Não vai, não vai fazer isso meu. Amigo. Ah, eu, eu vou ser bem sincero, eu não me importo, não. Não vai vender? Ah, não vai vender, não distribuir pra amigo. Eu sinceramente não me importo, porque eu comecei fazendo web Comic, né? Eu comecei fazendo tirinha pela internet. Está lá atrás, né? E aí quando a gente começou a vender os quadrinhos impressos, a gente viu que, cara, uma coisa não come a outra.
Inclusive é. É o digital, ele ajuda a divulgar, então. É porque às vezes a pessoa gostou tanto do digital que ela fala, Mano, eu queria ter esse impresso. Não, não exatamente, você é gamer, certo? Sou gamer que. Que você acabou de comprar? Acabei de comprar Diablo 3, não? Precisa de jogo 3 original, original, e não precisa porque você já jogou lá em 2012, eu? Joguei. Eu joguei lá em 2012, eu joguei no PC e eu joguei em digital no PlayStation 3. Eu fui lá e comprei mídia
física. Então é isso, acho que essa lógica, se você ler o PDF, você vai lá e compra Oo quadrinho. Pra ter é? Porque é bonito demais, é bonito demais. Ainda mais livro jogo, né? É muito mais legal você folhear, você trocar a página tipo no livro físico do que no PDF ficar rolando a. Tela antes da gente continuar aqui, pode fazer game play, postar. Pode. Eu lendo assim, falando, ó, vou fazer isso. Fazer game play de livro, jogo Mano. Mano a. Gente, tá criando uma nova nação
no YouTube aqui agora. Esse aí é legal aí, o YouTube. Ó, o dono autorizou, o YouTube não vai. É o mas esse aqui é legal mesmo, tá? Porque você já leva o Eduardo e Afonso, que é absurdo, que pelo poucos que a gente já viu aqui, deve ser muito da hora a. Versão que tem extras, capas. Novas a versão que tem extras e capas novas. Mano, muito legal. Eu, eu quero esse aqui também pra deixar o Afonso aqui no fundinho. Ó não seguindo. Seguindo. Olha, a gente não falou de do
contra, né? Mas é bem baixo, né? Não, a gente não comentou sobre esse quadrinho aqui Na Na conversa. É verdade. Falei rapidamente sobre é quão desgastante foi fazer, né? Não falei toda parte boa, tem muita parte boa, mas. Mas qual que é o teu favorito isso? Que eu IA perguntar, cara, isso que eu IA perguntar, velho? Qual? Que é o teu favorito? Porque eu tenho meu filho favorito aqui. Eu tô olhando Pra Ele. Meu livro? Favorito. Nossa que pergunta difícil, né?
É mesmo, você achou? Pra mim também é tipo, é tipo um filho também. Inclusive. Eu falei isso com com o Rafael calça uma vez é quanto eu me estresso com editora. Porque quando eu boto o quadrinho na editora é como se eu tivesse levando meu filho Na Na creche. Entendeu? E aí eu fico com sono, né? Pô, não faz isso com o meu filho. Absurdo, absurdo. Então você não vai responder, vai pular. O meu livro favorito é sempre o útil. É, eu vou falar com o meu. Favorito?
Cara, é uma tigela de homem, ossos. Esse é o meu livro favorito. Eu nem terminei o melhor de todos. Eu achei que você IA jogar na segurança, falou. Não, o primeiro, né? Porque, pô, o primeiro é o primeiro. Não, mas se eu falar que é o leste, que foi o primeiro que eu fiz, não tem para vender, né? Mas isso perfeito, jogou camisa 9. Jogou, foi o melhor do mundo, aposentou, acabou. Acabou, não tem mais o que fazer. É isso. Então vamos lá, seguindo, vendo TV, tigelli, DC, Bruno, DC
Ramalho eu tô aqui. Não, não tô. É, você ganhou o. Nome dos agradecimentos, PDF por e-mail, PDF por e-mail. Tá certo, me bananei. HQ tigela de alma e ossos empresa mas o que vemos de ver HQ do contra capadura? Que isso, cara? Tá louco quanto? Cara, você está maluco? Por 140 BRL também. Também não. O outro é. E eles não tem não esgota isso aqui. Tá então pra comprar 1000. Exato, comprar 1000, quer dizer, se esgotar é culpa da Panini, né? Exato, o Panini.
Alô. É mais é mais fácil de esgotar. Mesmo assim, esgotar é tipo de vez. Assim é, é raro. A Panini é imprimir mais capa cartão depois de um tempo, né? Das guerras, que é MSP de, mas capa dura. Eles costumam estar sempre renovando o estoque e tal. Nossa, eu estou vendo aqui que eu fiquei triste, vendo que esgotou. É esse mesmo? Esse é o melhor de todos. É. Nossa, você pegava todos os eventos e meio apocalípticos todos.
Exato. Bem, Eduardo e Afonso, Gilmar, Gabriela, Rafael e José Augusto, Mano, por apenas 270 BRL. Esse aqui foi um absurdo. E a tigela de água, nossa? Tá, e a tigela de água? Nossa, aqui foi um delírio coletivo. Quem pegou, pegou, quem não pega, pega mais sabe? O que eu? Falei, não, eu guardo. Eu guardo alguns exemplares de cada quadrinho que eu faço, uhum uns 10.
Pra sempre assim, é, uma vez eu ouvia alguém falar isso, Ah, fulano tipo tem 11 pequeno estoque e um escritor, não lembro que escritor que era de tipo todos os livros que o cara faz, ele guardou tipo uns 10 pra guardar pro resto da vida, pra tipo, caso quando está bem velhinho encontrar alguém que quiser presentear, tem. E depois assim, cara, eu vou
fazer a mesma coisa. E aí, tipo, eu, Oo leste, RPG fantasy, do meu estoque que eu tinha guardado, já está acabando, porque volta e meia alguém pede muito e tal e eu vou lá e entrego. Que legal, cara. Então, esse pacote do evento sem apocalíptico, e o pacotão final que você vai ler daqui a pouco, eles, eles, os 2, tem esses livros que eu tirei do meu, desse meu. Rock. Pessoal rock, pessoal, então por isso que está tão limitado assim, eu tirei só 5 de cada um,
você está? Falando que é só pedir muito, encher o saco que você dá o leste rpe. Não, que agora já não tem mais, né? Agora eu. Tenho os meus mesmo. Passa o endereço de quem? Você deu um aí que eu vou lá resolver isso rapidinho. Os 2 últimos estavam esgotados.
Rapaziada, infelizmente a gente Ah, vamos apoiar só depois de gravar, porque às vezes a gente fica meio com medo e eu acho, vamos ser honestos aqui completamente, claro, a gente bate o olho e sabe que você tem talento, que você é um cara muito foda, só que a gente não sabe se é gente boa. A gente fala assim, pô, vamos conhecer a pessoa, se ela fala gente boa, a gente apoia, né? Beleza? Passou no teste de gente buíssa, gente boa da hora, divertido,
vamos apoiar. Só que agora a gente atrasou. A gente vai perder aqui, esses 2 esgotados lá. Perder não. Vai não fazer o que é vida, né, cara? Mas eu vou pegar o do o que vem com o redor do Afonso se. Esgotar, eu vou lá fazer o. Barraco. Tinha o último, que também se esgotou, infelizmente, teatro, tudo que a gente falou. Bolsa carteiro, caderninho adesivo, vinil h que t de alliossos alliossos tínhamos HQ Eduardo e Afonso de de são JDC
leste RPG fantasy. Mano, isso aqui no mercado negro vai valer 1000000 de. Reais eu vou comprar. But. Sumen 1 e 2, ano um e ano 2, tá? É. Aí temos but sumen crise nessas terras tudo. Eu gostei muito dessa nome. Fliperamas que a gente também não falou ainda, e Mini comics completo, mas não era muita coisa. 400 BRL, o, 400 BRL só deixa eu dar um tapa na minha cara. Você ganhava tudo. Isso do cara? O fliperamas era um foi um quadrinho colaborativo que a
gente fez, né? Um, como é que chama um? Colab. É tipo uma Colab, né, quando se chama vários autores e tal. Cada um fez uma historinha com a temática de videogame, isso foi lá em 2015 ou 2016, uma coisa assim, e daí esse também. Eu guardei alguns exemplares pra mim, então é o que está ali nesse pacote, é desse, é foi o que eu tirei do meu. Mas a quem tiver interesse, está no ar agora nesse exatamente no catarse, o fliperamas 2.
Infelizmente, não. Estou participando, mas o digo que é quem está organizando tudo. Botou lá e tem cara. São artistas. Excelentes, de altíssimo nível. Não sei de cor quantos artistas são. Acho que são uns 12 artistas e tal. Tá muito legal o projeto. Muito legal mesmo. E o Mini comics é uma é uma minissérie em quadrinhos e Minecraft que eu fiz encomendado de uma editora lá em 2016. Era tambor, porque era tambor o
nome da editora. Eles publicavam aquelas revistas de game da época, sabe, tipo Nintendo, Word, igm e tal, não sei o quê. E aí eles publicavam também uns quadrinhos de Minecraft, daqueles que eram feitos com print do jogo, sabe? E aí o editor chegou pra mim e falou assim, cara, a gente queria fazer um é um quadrinho desse de Minecraft brasileiro, aquele desenhado, né? Tipo bem feitinho e tudo mais. Aí é aí eles me chamaram e eu Previ e desenhei. Foram 4 volumes.
Com 4 revistinhas? Massa demais? Bateu no peito e falou, o pai faz e fez. Que isso? Absurdo, absurdo. Você também teve OA Samurai, né? Ou não? O que você fez? Um colar, é? Isso eu fiz junto com a Mili. Quem quem escreveu foi a Mili? É, mas eu ajudei ela toda parte assim, de de direção, de arte e tudo mais. E aí eu desenhei um capítulo e aí os outros capítulos. Cada um é um artista diferente. A gente trabalhou junto na Samurai 1 e 2, e daí a Samurai 3. Eu trabalhei só como ilustrador
mesmo, né? Legal. E do do resto do da organização da coisa toda. E acho que ela fez mais quadrinhos dessa da Samurai e tal. Legal, levou pra frente, né? É. Nossa, bacana, bacana, tem. Tem muita coisa, né? Tem esse PAF, PAF, tem esse Mac. É isso o nome. É o Mac foi o nosso segundo quadrinho que a gente fez. E enquanto todo mundo tava pedindo livro jogo é, eu tava muito seguro em fazer outro livro jogo. E eu falei, não, eu quero fazer
um quadrinho normal aqui. Normal não era o suficiente. Então o que a gente inventou foi, eram 3 histórias, é que se amarravam numa história só. E aí? Cada um a. História tem um estilo diferente de desenho e tal, e foi isso. Cara, nunca é algo simples, né? Sempre um negócio, tem que amarrar no outro, entrar ali, sai aqui, nunca. Tipo assim, Mano, eu fiz um quadrinho de um personagem aqui. Não é futurismo e passado ao
mesmo tempo. E esse PAF PAF é o que é. PAF PAF foi um meio que uma reunião das melhores historinhas e tirinhas que a gente tinha no site na época. Ah, que legal da hora também. A gente tinha o blog, né, que eu falei o Batman? É o os livros são compilados das tirinhas que eu publicava no site, né? E a gente tinha, sei lá, umas 10 séries assim, tipo, a gente
postava a tirinha todo dia. Eu fazia o Batman, fazia OLSRPG na versão web, que Era Eu. Eu desenhava uma tirinha e, no final eu botava uma pergunta, tipo, o que que vocês querem que o personagem faça? Aí a galera votava nos comentários, e eu. Que legal. E tal? E aí veio daí também a vontade de fazer o livro, porque eu não podia fazer escolhas muito simples, né? Tipo assim, Ah, vocês querem abrir a porta da direita ou da esquerda?
Aí as pessoas botavam na porta da esquerda e surgia um monstro. Todo mundo reclamava e tipo assim, pô, você queria desenhar um monstro, né, cara? Eu. Podia mostrar que Na Na outra porta tinha um baú de Tesouro, por exemplo, né? Então, na série da das tirinhas, era muito difícil de toda a tirinha botar uma pergunta que realmente mostrava que IA mudar a história e tal. Era muito difícil. Imagina. Da hora. Cara absurdo. Absurdão um repertório é muito grande, né?
O cara tem bastante quadrinho, o cara é bom, o cara. É bom o cara idoso aí? Que isso não, pelo amor de Deus, o louco. Não é? É. Eu acho que você vai entrar naquela lógica de mais que 30, menos que 40, né? Tipo assim, aquele é o segredo da idade. É isso aí? Entendi é igual, viu? Não. Ele tem mais que 20, menos que 50. Depende. Depende, depende do. De com a testa dele está está contraída. Beleza, amém. Fala, juro. Então. Aumenta um pouco a idade, né? É cada vez ele tem 30 e
recuperação, né? Todos. Os links, todos os links vão estar aí na descrição, certo? É, compre, contribua, participe de compra. Uma tigela de alma e ossos é, a gente vai pegar. É, se o tiver apertado, a gente pega pelo menos só OPDF, né? Que foi isso? A gente vai pegar. Vamos torcer para que bata um bilhão por cento e algum dia esperamos encontrar e eu acho algum evento aí que a gente possa estar indo, porque para mim não é tão difícil pro ver
nome. Bem complicado em evento, porque ele mora longe de tu, Mano, tem nada perto não. É ve não. Ah, tem máquinas agrícolas trabalhando aqui do lado. É complicado mesmo. Eu sou eu estou longe de tudo. Eu estou 6 horas da capital, então, para mim, fazer qualquer tipo de evento é difícil. É perto de Bauru, eu fui em Bauru retrasado. Então, é longe de Bauru, entendeu? É perto, entendeu? É longe mesmo tempo. Mas Bauru é conhecido aqui perto. Ó, vou. Vou dar um.
Vamos ver quantas horas Novaes é de Bauru, beleza? Cara, vem sempre me humilha em todo episódio tem que humilhar minha cidade. 2 horas e 20 de Bauru. Ah, é legal, é legal. É mais perto do que eu pensei, mais perto do que eu pensei. Pega um cavalo. Pega uma charrete, né, e vai andando, é isso? Então é. E eu acho, você quer falar alguma coisa? Você quer acrescentar algo que faltou? Pô, eu. Queria fazer a última pergunta Bruninho. Você quer ver a última pergunta do Vênus?
Se ele não quiser, você não vai falar? Posso ouvir, não sei se vou responder, mas pode. É verdade? Caramba, mais boa, gostei. E eu acho é, você é um super talentoso, tá? Diante mão, parabéns, você é absurdo o que você faz. Eu toda vez que o Bruno fala, ó, vou trazer um ilustrador, já falo, Mano, pago pau para todos os outros do mundo, porque eu gosto de desenhar, eu gosto de fazer desenho, eu gosto de Pixel
art. E quando eu vejo um cara que desenha absurdamente, que eu acho que é esse seu nível de desenho, seu nível de técnica, é absurdo. Eu fico muito feliz, cara, ainda mais crescendo no Brasil, porque a gente não tem tanto holofotes no mundo da arte, tanto holofote no mundo dos quadrinhos. E ver um cara com talento e resiliência igual você é absurdo, tá? Parabéns, tudo do coração mesmo, resiliência. Agora, a intelectualidade aí baixou um pouco aqui, né? Parabéns mesmo. É absurdo.
E eu queria que você passasse uma mensagem que você disse que de uns tempos, se você. Pensava em desistir, né? De viver de quadrinhos. Eu queria que você passe uma mensagem pra quem está começando agora. Fazer quadrinhos igual você, pra quem está começando, igual a ilustrar, igual você, que eu acho que você tem muita experiência pra contar. Uma. Mensagem tipo. O que vier no seu coração, meu amigo. Cara.
Não sei. Eu ultimamente eu tenho tentado é dar respostas diferentes pra toda vez que as pessoas perguntam, Ah, tem 11 dica pra quem está começando e tal? É, mas eu não lembro quais foram as novas que inventei, então eu vou dar. Clássica, e. São 3 coisas pra quem quer trabalhar com quadrinho. Primeiro é ler bastante e não é tipo, é todo mundo dá essa dica de tipo ler bastante. Mas não disse por quê. E o lance é você criar repertório.
Então não só ler bastante, mas assistir muito filme, ler muito quadrinho, jogar bastante jogo e fazer isso de forma consciente pra você começar a perceber estruturas e tudo mais. E a melhor forma de você conseguir interpretar essas e sacar essas estruturas e essas como que as histórias são construídas é estudando. Então a segunda dica é estudar.
Tem material teórico sobre quadrinhos, sobre narrativa, sobre escrita, arrodo por aí. Então é só procurar pesquisar que você vai encontrar a literatura mais básica de de de teoria de quadrinho. É Scott mccloud, então procura lá. É desvendando quadrinhos, reinvendando quadrinhos e desenhando quadrinhos é a trilogia do Scott mccloud, é excelente.
Então estude quadrinhos. E a terceira é, faça um gibi do começo ao fim, curto, mas faça até o fim e você vai descobrir que vai ficar uma porcaria, porque não tem como fazer perfeito de primeira, não tem como, mas é bom errar, é bom errar, porque você aprende. Então se você faz uma coisinha curta, você você erra muito rápido. Quanto mais rápido você errar, mais rápido você vai aprender. Então ao invés de ficar sempre enrolando, tipo, AI, não ficou
perfeito? Ah, que não sei o que não tipo. Vai até o final, vai até o final, porque você vai errar em todas as etapas, desde a sua ideia até a venda, é isso. Eu acho que essa dica eu vou até estender um pouquinho, ela é pra tudo, quase, né? Acho que sim, acho que sim, Mano, até sei lá, aprender inglês. O brasileiro tem muito medo de errar, né? Tipo, aí eu vou falar errado, vamos zoar, mas não erra, erra, erra, erra, 1 hora você acertar, se você não parar de errar 1
hora você acerta. Beleza Indiana, né? Vai lá os caras. Fala melhor que muita gente. Pois é. Então lembrei da da outra dica que eu que eu comecei a recentemente. Aí você escolhe na edição qual que OCD eu comecei é que é um papo mais meio coach assim. Daí eu não gosto de ficar com muita cara de coach melhor não, mas mas é que eu percebi que também é uma dica que serve para tudo e é você começar a reparar
aquilo que você realmente ama. Aquilo que você realmente odeia, aquilo que você realmente é bom em fazer e aquilo que você suporta fazer. Então, por exemplo, eu falo que eu já quis existir muito de quadrinho, porque todo em torno de fazer quadrinho no Brasil é muito desgastante, é muito desgastante. Mesmo assim, eu não consigo parar de fazer quadrinho porque eu amo isso. Eu amo criar histórias e personagens e tudo mais.
Só que todo entorno que é lidar com fornecedor, lidar com evento, lidar com editora, lidar com gráfica. Lidar com rede social, lidar com é coisas burocráticas, tá? Tudo vai te limando, tudo vai te sabe dinheiro, né? Quanto mais você pensa em dinheiro, menos vontade você tem que fazer as coisas, porque o retorno é muito pequeno. Então é o que que você faz para você aguentar isso.
Primeiro lugar é descobrir o que você realmente ama, porque essa é a coisa que vai fazer você sempre querer continuar fazendo. E aí se você descobrir que você não ama tal coisa, talvez você precisa continuar procurando. A segunda é descobrir aquilo que você odeia, as coisas que você odeia. É, é o que vai deixar você doente. E se te deixa doente, você tem que cortar da sua vida.
Então eu já descobri várias coisas que comigo assim que a maioria das pessoas faz e acha de boa, mas pra mim me adoece, eu não consigo fazer e aí eu não faço mais. Eu cortei da minha vida, aí tem as outras 2 coisas que é. Aquilo que você sabe que você faz bem e tipo, não necessariamente você gosta de fazer, mas você sabe que manda bem pra caramba, que no meu caso é ilustração.
Então eu sei que a qualquer momento eu posso parar de fazer meus quadrinhos e focar um pouco em ilustração, em serviço de ilustração, Commission e tal, que você que vai me dar um retorno financeiro, que vai sustentar a coisa, pra daí voltar a fazer aquilo que eu amo de fato, né? E a última coisa é aquilo que você suporta. Então, no meu caso, eu. Acho de boa fazer catarse,
apesar de ser muito estressante. Eu me divirto muito planejando e fazendo e tal evento evento é muito cansativo, sempre volto com dor de garganta, meio gripado e tal, é muito estressante, eu sou mais introvertido e tal, então eu volto acabado dos eventos. Mas eu gosto de fazer evento, é lidar com com gráfica, com coisa, então eu gosto de trabalhar de forma independente e são coisas que eu suporto fazer, né, digamos assim, são coisas que eu sou capaz de abrir
mão. Eu posso abrir mão de, sei lá, uma fatia maior de dinheiro ou abrir mão de, de de é certas facilidades? É pra tipo assim, ter o controle. Esse livro do tigela eu tenho várias portas abertas e editoras, mas eu escolhi fazer de independente porque eu queria fazer tudo do meu jeito.
E eu quero, pelo menos nesse nesse primeiro ciclo de vida do livro, ter controle total, porque eu gosto de fazer as coisas, eu gosto de escolher papel, eu gosto de escolher gráfica, eu gosto de escolher acabamento. Então eu quero ter esse controle total porque me faz bem. Mas tem muita gente que acaba fazendo porque dá um retorno maior do que com a editora, porque editora você ganha só
ODAE tudo mais. E eu acho que não é assim que você tem que fazer a escolha, você tem que fazer a escolha aquilo que você gosta mais e você se sente mais à vontade. É, eu prefiro mandar pra editora e deitar na minha cama sem pensar em nada. É? Então eu tenho um amigo que. É assim também. E daí, é claro, o retorno financeiro. Ele vem um pouquinho menor, porque é só o da. É o que você tem mais tempo pra fazer e às vezes lançar mais de
um livro por ano, coisa assim. Então assim escolhe aquilo que te faz bem e tal que faz melhor. E é isso aí. Muito boas dicas, tava entre as 2. Tá. Gente, que absurdo. Eu já não prefiro nem escrever o livro porque estou de boa, porque eu não sou bom nisso. Ou é vai saber se vocês se descobre aí? Ah, não, acho que não, que não. Não quer? Não, não, mó trabalho, vejo você aí, tá? Tá top, tá legal aqui. Eu te ajudo a escrever os personagens, tipo o Morgan.
De resto. Sabe, sabe uma coisa que eu tenho pensado muito seriamente ultimamente? É assim. Eu sempre gostei muito de padrinho. É uma paixão minha, né? E aí desde que eu comecei a trabalhar com quadrinho, eu quase não leio mais quadrinho. É, acontece bastante. Na minha vida que eu eu odeio quadrinho. E aí tem aquela piada que a gente fala que é trabalha com que você ama e você nunca mais vai amar nada, né? Exato. E aí a outra coisa que eu amo
muito é jogo. Eu amo muito videogame, RPG, jogo de Tabuleiro. Eu, eu, tarde game, eu amo muito e já faz um tempo que eu estou tipo é. Ensaiando trabalhar com jogo e aí todo momento fala, Ah, mas será que eu quero destruir mais uma paixão na minha vida? Será que precisa é? Será que eu preciso? Cara, é, oi, ó, você falou de card game.
A gente acabou de receber a boianca que ela tá fazendo cidade, dorme em card game, tá no catarse também, tá, acabou, putz, não é verdade, acabou a campanha agora no catarse. Mas, pô, dá uma passadinha no Instagram dela, arroba boianca, dá uma olhadinha lá, é absurdo. É bem legal o projeto dela também. Eu fiz um card game, tá tipo parado. Assim eu comecei a fazer do universo do Gilmar, especificamente do Gilmar, porque no Gilmar tem uns piratas cozinheiros que estão atrás do
Gilmar, né? E. Aí. E aí eu criei 4 piratas cozinheiros, 4 times de piratas cozinheiros e fiz um card game, só que ele ficou com muita mecânica, ficou meio bagunçado e tal. E aí eu comecei a trabalhar com um amigo meu que é professor de game design e aí acabou deixando de lado na pandemia e tal. Mas esse ano a gente já voltou a conversar de novo, quem sabe algum momento? Será? Que eu quero destruir mais uma paixão na minha. Vida será que precisa mais uma cara? Tá?
Vamos lá pra pra pra concluir, é, todos os links estão aí, catarse, apoie. Mano, tem o site do Yoshi, tem perdão, tem, tem tudo aí é lembrando, Yoshi assinou o contrato com a gente, vai ter RPG de se passa numa tigela de ameostas, se passa dentro da tigela, dentro do universo, nós sabemos quando, mas vai ter. Mano, talvez a gente não pra lançar junto com com o livro, não sei, vai pro final do ano, a gente vê, né? Vê não. E o Yoshi também, é óbvio que ele estará aqui, com certeza.
Manda um representante. Manda um representante, manda o Gilmar pra falar com a gente, por favor. Vai mandar uma máquina de lavar, máquina de secadores? Nossa, vai mandar o Alfonso Mano lá, não? Olha. Então é isso, eu acho, não é isso que eu IA falar. Esse foi o episódio de hoje, queria? Perguntar se ele tem alguma coisa pra dizer, algo que a gente cortou ele sem querer, porque às vezes a gente corta, porque o Discord tem esse delayzinho de 0.2 1000. Livros.
Não, eu tenho a só agradecer. Curti muito papo, achei muito massa participar aqui. Valeu demais. Aí pela pela oportunidade, pelo convite e é. Não sei se eu falei pouco do dou contra, né? É que o dou contra. Eu falei tanto no passado que eu gastei um pouquinho, mas foi um quadrinho muito massa de fazer. Então ele, esse é o meu atual lançamento, né? Digamos assim que tá aí rolando. É. Foi isso mais recente. Foi muito legal participar.
Agora faço parte da história do Maurício de Souza, então isso pra mim é muito grande. Foi um momento da minha carreira que tá muito legal, não só tendo publicado esse quadrinho. MSP, mas agora publicando a minha série pela JBC, que faz parte agora da companhia das letras. Então é um troço também gigantesco que eu não esperava que acontecesse na minha vida. Nesse momento eu tô bem feliz, tô bem bem satisfeito com tudo e, cara, curti muito participar
aqui vocês. São muito legais a. Gente, até a gente até brincou, né? Tipo, a gente talentosa tem bastante. A gente tem um pouco de medo, né? De, de. Até hoje a gente está invicto, não é verão, tipo assim, todo mundo que passou aqui é muito, muito legal. Todo. Mundo virou amigo, a gente virou fã de todo mundo. Então que que o York manteve essa continuidade e que os próximos que viram aí, tomara que seja talentoso e gente boa
também. É, e eu convido também o Yoshi, se algum dia você tiver fim também de participar de qualquer outro assunto do podcast. Tá, sinta se em convidar, tipo, me me chama para falar sobre games mesmo que você falou que gosta de jogar. Pô, pode vim. A gente tá de porta aberta, tranquilo, para você também, beleza, meu queridão, pô. Obrigado, valeu demais, foi muito massa. Então, Bruninho, é isso? É, eu quero saber se o filho. Ficou quietinho esse episódio, né? Eu tô sentindo ele meio.
Foi ouvinte premium, eu tinha alguma coisa pra falar. É plantem uma árvore, escrevam um livro. Tem um filho, precisa? Ser um filho. Filho, né? Tem gente que quer um filho pet, não tem um. Gilmar, já tive, já plantei uma árvore. O Bruno acho que já deve ter passado várias vezes Por Ela e nem sabia que foi eu que plantei. Eu passo toda vez que eu passo que o Andreza falou, ó, foi o Felipe, vi que plantou essa árvore. Aqui. Toda vez eu falo, Mano. Vai escrever um livro?
Não sei quando, mas ainda vai sair agora, quem sabe escrever um quadrinho também? Olha só, legal, eu não vou escrever não, rapaziada. Vai, vai fazer um filho pelo menos, ou talvez é o mais próximo, né? É o que eu consigo acho, Mano, minha competência. Tipo amor, vem cá rapidinho. É o mais fácil que está ao meu alcance, Mano. Entendi. Rapaziada, eu quero falar assim, é muito obrigado pela sua
escultoria nesse episódio. E a gente tem uma pergunta pra fazer é, pode ficar tranquilo que eu tô, eu tô engatilhada aqui. É muito obrigado por você ouvir esse episódio, tá? Por favor, segue a gente no Spotify, segue nosso comunidade de todas as redes sociais, vá no catarse dele, dá o seu apoio, tá? É, segue, arroba o Bruno DC Ramalho, segue arroba filho, Vieira, underline e também arroba VCV, tá? Eu quero fazer Yoshi? A última pergunta do podcast
agora é Sério, tá? Essa é a mais importante. O que é a vida, não? Mano, é, é, é importante no nível. Se você errar, a gente vai excluir esse arquivo aqui, nem vai pular. Exato. Manda. Quantas estrelas tem no céu? Tempo na tela? Mais de uma. Não. Mais de uma, correto? Mais de uma. Você diria aqui, mais que 5, às vezes, sim, boa. Exato, e tem gente que não dá 5 estrelas pro nosso podcast aqui no Spotify, você acreditou? Não aí não, aí errou, né? Errou feio, errou Rudi. Exato, exato.
Então por favor, tem milhares de estrelas no CO da 5. Quem para nós, o esporte infiéis ano, pelo amor de Deus que o Spotify IA falar ó os meninos, que voando, ó, que legal eles aqui vou dar 10000000 de reais para cada um deles e é isso que a gente quer, beleza? É isso que move. Gente, isso, isso que move gente, dinheiro ali, depois discurso. Super fofo, né? Não, não é pelo dinheiro. Não, não. Eu não gosto do Bruno, eu não gosto do Felipe, eu não gosto de
ninguém aqui. Eu estou aqui só pelo dinheiro, tá? Então eu vou me despedindo, um abraço do seu amigo menino, eu vou passar o bastão no Bruno, né? Com bastão passado em mim, eu agradeço de novo o Yoshi. Muito obrigado por ser talentoso, gente boa. Vamos valorizar isso, os nossos autores, escritores, quadrinistas brasileiros. Fi bastão tá passado em você. Eu tenho a agradecer porque foi um dos melhores episódios que eu ouvi e participei.
Achei bem legal e muito bom saber falando tudo aí, né? A gente tá fechado nas nossas bolhas. É legal dar uma estourada e conhecer novos horizontes. Parabéns pelo trabalho e que nos vejamos ao vivo uma oportunidade breve. Exato. Não roda OD 20 aí. Roda Ah OD 20 está longe, cara. Mano, o episódio você vai acabar quando você rodar. AI, meu. Deus. 2. 2 anão pede de novo, tem que ser um dado melhor que esse, é muito ruim. Tem alguma vantagem aí? Aumentou rodando aqui 3 outro funk, vamos?
