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EP. 107 DIA DAS MÃES

May 11, 20251 hr 56 min
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Ó, a partir de agora tá gravando, Hein? De agora tá gravando? Ô, não, agora fazer um pouquinho. Minha voz é, Mano, tá nervoso? Você tá nervoso, cara? Não tô bem. Tranquilo, tá nervosa, tá nervosa ou não? De 0 a 10, quanto que você está nervosa? Ah 9. Nossa é o Gugu. Que vai entrar aqui eu não dá mais, né? Então, quanto tem 9 não? E ó, sua mãe também está 9, é? Quanto você está de 0 a 10 zero, você faz uma média de 99 + 0. ÷ 2 é a média, dá 9, dá 4 e meio. Quanto é 4 e.

Meio até 4 e meio, mãe pode encontrar até 4 e meio. 1234 e meio. Olá, leigo, tudo bem? Cortou? Não. Pegou Rouge, foi certo. Eu sou o. Bruno Ramalho Bruno ramíria com direito vendo TV Mano, o episódio é extremamente especial, certo? Mesmo aham, com certeza. Extra. Extra. Que está saindo hoje no domingo, hoje é domingo, né, Dia das Mães, não é isso? Hoje, domingo, Dia das Mães, né? Dia das Mães, mãe, parabéns. Feliz dados mais mãe, obrigado. Parabéns.

É hoje, é hoje, é hoje, é hoje. E verão espiritualmente ao seu lado. Você vai apresentar a minha e apresenta a sua. Beleza, beleza. Então, ao lado de Bruno Ramalho. Não ao meu lado porque tá alguns quilômetros de distância, correto, afirmativo, está. Dona Cris, Cristiane Cristina, perdão. Eu não sabia se era Cris. Eu sabia que era Cris. Só nomeava a senhora Cristina. Cristina, Ana Cristina, tudo. Bem, meu nome é Cristina. Cristina peço. Perdão, Cris. Pode me chamar de Cris?

Eu vou errar o nome da sua mãe de sol? Sacanagem. Então só pra ficar igual, o que você acha? Tem nome? Pode ser, fala Isabela. É, IA fazer isso e ao lado de vendo a TV ao lado direito dele, certeza. Certeza. Eu eu fiz assim, ó, vou pegar o copo alto escrito. Tem o cachorro. E mais importante que o cachorro, a dona bel Isabela é o nome do. Seu nome é? Isabel agora? Meu nome é Isabel, mas pode me chamar de bel. É agora chamada de belzinha.

Belzinha. Belzinha. Belzinha. Belzinha, zona leste. Ele vai sair de vai sair na próxima eleição, né? De candidato? Belzinha vai sair de candidato? Vendedor. Vai. Duvida? Hein. Vota, senhora, só se for os filhos só votar em mim, tá? 5 voto você? Tá lendo aqui, aqui. Ah, não adiantou nada. Esse monitor aqui então. É, eu estou no primário aqui. Não, eu coloquei a tela repetida. Um pra mim e um Pra Ela ver só que ela tá olhando no meu. Acho que a imagem é mais bonita.

Você falou que IA pra olhar. E pode ser onde a direção que a câmera fica. Também tanto faz, pode ser? É a direção da câmera. Menos TV, Mano, hoje, episódio especial nem tem recadinho, né? Ah, Mano, segue aí e estamos juntos. É isso, o canal livro é live. Compra o livro fala pra comprar o livro do Bruno. Ó, gente, compra o livro do Bruno, tá? Que tem que tem o nome dela aí no livro, né? E tem o seu nome no livro. Isso e tem o meu nome no livro. Tá ótimo. Que honra, Hein?

Fiquei muito feliz, viu? Secou meu nome. É uma honra pra mim, tá bom? Ah, tá, não é belzinha? Vote na belzinha para ter comida na sua cozinha. Vote na belzinha. Já tem o slogan? É esse filha. Já tá pronto, já quer entrar? Quer fazer jingle agora? Escolhe uma música aí. Bom, sem recadinho. Não Dia das Mães, certo? Esse episódio a gente já quis fazer com 50000000 de anos, é a primeira vez que a gente conseguiu. É, primeiro a gente conseguiu. Foi difícil.

Eu lembro que ano passado eu falei pra você que não iria fazer, né? Mas não consegui. Eu. Precisei sair da casa da minha mãe pra dar certo, é? Você precisa ficar mais longe pra conseguir, né? O mês inteiro sem ver ela pra dar desculpa que tava com saudade. Aí ela vim. Exato, perfeito, perfeito. Assim é digo aos nossos convidados que. É, a gente teve várias ideias do que fazer aqui. Eu tô tendo que vai pra minha mãe pra falar, né?

Não é só aqui, é a gente queria fazer, pô, um quiz, a gente queria fazer brincadeiras, mas eu acho que a gente pode começar deixando vocês falarem um pouco sobre, talvez pela por ordem de idade, não sei sobre como é ser mãe, como é ser nossa, principalmente a nossa, né? Sua mãe, minha mãe tem 1 + 1 filha e sua mãe tem mais 3. Mas sobre a gente, porque quem tá ouvindo quer saber sobre a gente, né?

Tipo assim, a gente for vestida, eu trabalho na infância, a gente ficou doente, a gente enchia o saco na escola, a gente era burro. Essa parte aí eu acho que eu vou pular trabalho na infância. Mas elas tem que falar, né? Ó, você vai falar 10 horas aqui, você? Tá menos nervosa, quer começar, mãe? Pra ver se ela se solta que AA. Minha mãe, minha mãe, tá, fico arrancando a unha com a própria unha. E aí não faz você essa pergunta Pra Ela, pra pra não ser

parcial, entendeu? Não beleza, beleza. Dona Cris, eu quero começar perguntando como que o Bruninho se comportava quando era criança? Tipo, ele era muito arteiro, ele era espalhafatoso, ele era mais quietinho, como? É que. Ele é. É verdade, ele não dava trabalho. Mas todo momento, tipo, nunca na infância ele teve uma fase de nossa, agora ele tá meio sempre foi de boa. Sempre foi de boa. Nossa, que triste, não? Legal. Mas o Bruninho, ele tem cara de ser, de ser bem quietinho.

Eu vi umas fotinha dele de joaninha invertida, escrito porque tinha uma fantasia de uma joaninha preta com bolinha vermelha. Eles pediam pra ir fantasiado e a gente, a gente nessa época morava na Colômbia e lá. Das vacas gordas, né? Época que tinha lá. Na grana? Lá a gente alugava as as fantasias e aí veio assim, eu nem me toquei que estava divertido. Só comprou uma fantasia de joaninha aí na hora que você tirou a foto, Globo? Será que as joaninhas na Colômbia, só lá elas são ao

contrário? Vai saber se lá elas não são invertidas? É verdade, quem disse que não pode ser, né? Vai. Saber, né? Mas tem uma foto do Bruno, mãe, que ele estava vestido de joaninha. Só que a joaninha é preta com bolinha vermelha. É uma foto incrível. É a melhor foto. Sabe o que eu descobri esses dias? Que existe joaninha até amarela. Aqui tem. Aqui tem bastante joaninha amarela não tem da vermelha, que é mais amarela. Mas a preta não, que você nunca viu. Ó a preta, não.

Não. Se tiver algum biólogo ouvindo a gente e falar, Mano real, existe joaninha preta de bolinha vermelha, entra em contato com a gente aí, por favor. Se tiver um biólogo ouvindo a gente vem aqui, né? Por favor, é o que eu mais. Quero. Sempre quietinho. Tranquilo, é? É na escola com os amigos. Na escola? Mas é, tem a história de que eu, que eu supostamente bati no moleque, não tem. Então é é só uma vez que a professora chamou falando que ele tinha dado um soco no

estômago do menino. Que isso, agressivo, eu? Achei estranho porque ele não é disso, mas aí, mãe, sempre tem aquela, né? Tá defendendo o filho? É hoje que você é professora, se vê, né? Que fez isso? Aí eu achei estranho. Eu falei, Ah, vou conversar com ele. Eu cheguei em casa e conversei com ele. Ele falou, mas eu não, não bati, eu só empurrei ele. Porque ele estava. Me irritando porque estava pedindo para falar português, né? Exatamente. Aí eu acho que Mano, eu acho que

eu era muito, acho não. Eu era muito maior que todo mundo. Então acho que eu empurrei, só que eu era, sei lá, 3 vezes maior, mais forte que eles. 4 mundo é pequenininho? Né, empurrar é um soco para eles, entendeu? Você só tipo assim, fez assim, tipo na barriga dele, né ele? É quase morreu. Foi só foi a única vez. A única vez que isso? Mas você conversou com a mãe da do outro menino ou só com a? Diretora, é a gente IA acabar de chegar lá? A pessoa. Achava ele é diferente, que ele

falava diferente. Era era Branquinho, loirinho. Lá o pessoal é mais. Ó, ó, ó. É mais indígena mesmo, né? Tipo assim, é por causa do do Império. É rasteca, né? Eles são cabelos, são escuros, não tem muito loiro lá. Não, zero, não. Tem, nunca tinha visto. É. Aí chegou o Bruno, gringo loiro que fala outro idioma. E criança não tem muito limite, né, tipo assim? Sabe aquele meme da criança olhando o anão assim, completamente descurada? Era as. Crianças com anão, né?

Eu acho que eu fiquei em choque com o anão. A primeira vez que eu vi até hoje. Eu acho que eu fico em choque. Se eu ver ele fala carambou anão, eu vou. Tirar foto com você? Sou muito seu fã, tipo o cara, acho que ele. É. Cleber. Agora eu vou perguntar se a dona bebota mais calma, já fala de balançar a perna? Eu vou no banho, rapidão. É, vai lá. É. Tem alguma história ou algum relato da assim? A primeira infância a gente está falando, né?

Até os uns 1011 anos assim. De Fernando Gabriel de Lima, mais conhecido pela internet de vendas TV. O Fernando era muito assim. Birrento, né? Eu acho que eu não sei se, porque eu tive ele já com uma idade avançada, né? E o pai também com 40. Tive ele com 40 e o pai já tinha mais de 60. Então ele foi muito mimado, né? Pela gente e pelos irmãos, né? Por. Ser o caçula, né? Então as pessoas falam que ele foi estragado, que a gente estragou ele, né? Que mimou demais.

Então ele era birrento, IA no mercado comigo, ele queria brinquedo e fazia uma birra. Se não comprasse, tinha que comprar pra ir na escola. Ele dava trabalho, ele não queria entrar pra sala, ele ficava lá fora. Fazendo birra, sim, de brigar na escola? Não. Ele era quietinho, era educado, né? A professora falava, mas ele era berreiro. Pelo menos isso não entra na sala. Mal educado, ainda pica. De fazer amizade, sabe? Ele não fazia amizade, ele

sempre ficava sozinho. Então ele sempre foi muito quieto, muito fechado, né? Ele foi mudado de uns tempos pra cá que ele se abriu mais, né? Mas mas quando era criança ele era muito assim, muito Chorão também. Tinha medo de tudo, tinha medo de bexiga, fazia aniversário, não podia ter bexiga Na Na festa do fim do ano, que soltava fogos, ele só faltava morrer. Então ele me largava.

Sozinha e vim, vim embora sozinho, atravessando rua sem olhar que nem um maluco, e eu correndo atrás e um dia ele me deixou sozinha no mercado. Ele não queria ir e eu não tinha com quem deixar. E o mercado é os 2 quarteirão, né? Mas ele nunca tinha andado sozinho, né? Então eu falei Pra Ele, você vai com a mãe? E ele falou que não queria ir. Eu falei, mas você vai, você não tem com quem ficar. Aí eu levei aí enquanto eu pegando as compras, esse menino

sumiu. Eu achei que ele tava no banheiro e corri o mercado inteiro e cadê o menino? Todo mundo procurando. Aí eu falei, olha, larguei a compra lá e falei, eu vou em casa, vou atrás dele. Cheguei aqui, ele tava em casa, tava sentado aí fora na varanda, a porta tava trancada, mas foi um conhecido da gente. Que viu ele descendo, falou, nossa, meu. Professor de filosofia. Eu nunca vi esse menino andar sozinho. Ele falou, espera aí que eu vou

te levar em casa. E nisso eu IA descendo, o moço já IA subindo, olha, eu encontrei teu menino sozinho e levei ele lá. E eu falei, pelo amor de Deus, você não sabe. Como é que eu estou até tremendo? Que esse menino me largou sozinha no mercado, aí aquele dia ele apanhou, viu aquele? Dia, a única vez que eu apanhou de minha. Mãe, eu peguei uma cinta e eu fiquei descontrolada. Aí a minha nora entrou no meio, separou a mãe do Léo, não, não

chega, chega, chega. Nossa, foi acho que a última vez que eu bati nele, a única e a última, né? Ele era o dodóizinho, né? Se alguém fazia alguma coisa Pra Ele, o pai já entrava no meio. Ninguém podia chamar atenção dele, né? Então ele foi muito mimado, viu? Até hoje ele é, viu. Ele é muito meloso, ele é muito grudento. Sabe, pessoal, pode falar bem um pouquinho. De é o mais meloso, o mais carinhoso, é o mais carinhoso, não fala a verdade, ele é

carinhoso, viu? Ele fica me abraçando o dia inteiro, me beijando, falando que me ama o dia todo. E às vezes ele me chama o mãe. Eu falo, o que? Eu te amo, tá aí eu te amo. Né só? Que isso? Eu estou fazendo live. Aí eu vou na sala o mãe, ela fala te amo, viu? E volta. E. Volta é desse jeito. Ele é muito carinhoso, né? É? Porque alguém deu dinheiro pra falar isso? É aquele tempo, eu fiquei apavorada, né, quando eu descobri que eu tava grávida dele, né? Pela idade também.

Eu trabalhava. Eu falei, vai ser difícil, né? Como é que eu vou cuidar desse bebê e trabalhar ao mesmo tempo? Mas hoje eu agradeço a Deus por ter tido ele, viu? Porque é minha companhia. Se não fosse ele, eu já tava sozinha há muito tempo. Né? Ah, eu vou. Achar falta, né, porque? Eu vou achar a falta dele, né? Com. Certeza. Cachorro tava kimbado da mesa há 10 segundos atrás, saiu. Agora vai ficar o casal adotivo, né? Que também não me largue. É o dia inteiro atrás de mim, né?

O casalzinho de cachorro. Esse é o Fernando que vocês não conheciam, né? Você quer aproveitar o espaço para contar alguma coisa que sua mãe não sabe que você aprontou? Tipo assim, vamos ver? Se ela não pegou? Mano, é, eu acho que eu nunca fiz muita coisa, porque eu sempre que nem minha mãe falou, tipo, eu era birrenta, só que eu era quieto. Então na escola, tipo, eu nunca fiz nada que não contei para minha mãe. Ah, não, acho que tem um. Tem um, acho que ela tem um.

Eu acho que foi no sexto ano. Eu lembro que eu tava brincando com meu sobrinho de alguma coisa, o meu sobrinho teve a mesma idade que eu, ele é 6 meses mais mais novo que eu, então mais velho, né, mais velho que eu, então a gente fica sozinho, é mesmo assim, Mano? A vida inteira estudando junto,

é? Então eu sempre brincava com ele e tal, eu não sei o que ele fez, eu acho que ele chutou a bola no meu rosto, bola de futebol e tipo assim, tava doendo demais, eu comecei a chorar e passou moleque e falou assim, ô, você é mó Chorão, aí eu corri atrás pra arrebentar ele no soco, mas bateu, bati, Mano. Bati no moleque, tipo assim, ele era pequenininho. Aí eu peguei ele, tipo assim, ele correu, corri atrás. Eu meio que pulei nele assim e deu uns 3 socos na cara. Dele aqui.

Ele anda nervoso, viu? Eu lembro uma vez que ele fez aniversário e moravam umas pessoas aqui, né? No fundo, eu tinha casa de aluguel e eles inventaram de quebrar ovo na cabeça dele na brincadeira. E ele se zangou, ele catou a menina, mas ele deu tanto soco da menina. Eu era pequeno, não bato em mulheres, tá? Eu era criança. Eu não tinha responsabilidade. Muito bravo, correndo atrás dos meninos, querendo bater. Então ele não gostava muito de brincadeira, viu? Ele era meio chato, mas.

Nesse. Dia. Do rapaz, eu cheguei, bati nele. Aí veio a lembra da Paris, inspetora? Ela veio me apartar assim, falou não para, não sei o que. Nós 2 foi pra diretoria. Só que eu dei sorte que a diretora não tava no dia. E eu? Fiquei lá esperando, esperando. Bateu o sinal. Na hora de ir embora, peguei o mochila e vazei. E até hoje ela Samara descobriu hoje. Eu IA. Morrer com essa confissão, ainda bem que eu. Falei, tá mais leve. Tá mais leve, tá mais leve.

Um abraço, Wellington, o menino que apanhou de mim na escola. Aí peço perdão, peço perdão, peço. Perdão, Mano, tava Fora de Mim. Eu. Não tenho nada pra contar isso. Quer falar aí, o Bruno tem alguma coisa pra contar? É esconder alguma coisa, Bruno? Tem porque esses bonzinhos, né? É sempre são os piores, dona Cris. Assim, o que eu lembro que eu fazia de propósito era não contar quando eu tinha reunião de pais. Gente, isso me deixava muito irritado. Porque eu não queria que ela

fosse. Por que que você não queria que eu fosse? Não sei, eu acho que. Eu tirava a nota. Eu falei, por que que ela vai perder o tempo dela lá? Só que ela avisava, ela IA. Aí eu falei, não vou nem avisar. Aí chegava o dia e falava. Esqueci, ela tava brava todos os anos. Sim, claro. Acho que o pai tem que participar e ele escondia os bilhetes. Eu lembro que não quer ir, né? É, tinha muito pai e mãe que não IA. No caso da minha mãe, é.

No caso da minha mãe. Eu tipo assim, sempre tirei nota, sempre fui muito quieto, então a minha mãe IA falar a mesma coisa, ó, teu filho tá tranquilo, então? É, e na época que eu trabalhei na escola que ele estudava, então é os professor, já falava para mim, não, teu menino não dá trabalho. Ele é estudioso, tá com nota boa, ele é muito educado. Então eu nem IA, né? Porque eu trabalhava lá, então. Sim, já acompanhava, né? Isso já acompanhava. Pô, tem a mãe que trabalha na

escola, é um privilégio, tá? Ou não, ou não, meu Deus. Pra mim, muito, porque tipo assim, qualquer coisa que o moleque chegar perto de mim aí, minha Sandra, e falar, ó, tá vendo que ela tinha ali? É minha mãe. Então, mas, mas, mas, por exemplo, imagina uma mãe que, tipo assim, vai rolar comentário de Ah, ele é protegido. Aí vai começar o bullying, porque você é protegido, né? Da sua mãe e sua mãe vai poder te proteger, especialmente. É, mas minha mãe era da cozinha, né?

Ela colocava mais comida para você? Com certeza. Ô louco, eu tinha horário de férias de todo mundo. Eu não dormia na escolinha, né, que tem umas tipo assim, fazia tempo integral, né? Então eu não dormia na creche, eu ficava acordado, eu era o único que podia ficar. Acordado porque era o filho. Da então, as amigas dela me deixava na sala de TV vendo o filme que eu queria via Scooby-Doo. Por isso que você é mimado? Exato, até pelas pessoas, nunca

na minha família. Mimava ele viu, ele não queria dormir, elas não não forçava. Acho que é por causa que eu estava lá, né? A gente era amiga então, né? E o legal que eu era exemplo, porque ela falava assim, ó, tem que dormir para crescer igual Oo Gabriel. E. Eu não dormi, eu era. Exemplo. Então aqui o pessoal bastante, minha mãe é bastante alta. Minha mãe tem um e. 1 e 69. Minha mãe é alta. Quase 1 e 70. Ah, 70 rouba pra cima igual. Menos 1 e 90.

Um e 1 e 95 lá até. Nada 1 e 60 e. Mas você não escondeu nada da sua mãe, nem essa briga que eu tirei da cartola aqui que nem lembrava mais. Mano que eu lembro, não real. Estou pensando aqui assim não. Não era mais isso que eu escondi. Mas se eu achar mais, ele solta. Ele, só eu tô. Sentindo, querido, eu tô sentindo, Cris. Não tô. Eu tô tentando lembrar aqui, né? Mas eu lembro desse desse caso, por exemplo, de do. Na época você já, você já sabia, né?

Eu. Ficava irritada quando eu achava os bilhetes, já tinha passado o dia. Já era um ano já atrasado, o bilhete já passava. Eu acho que não é só passei, é Na Na época, quando eu entrei no Mauro, eu falei que o menino me ameaçou. Isso eu te contei bem depois da frente, né? Ou não? Eu acho que você contou depois. Mas você você sabe dessa história? Não lembro agora porque ele levou uma munição de pistola e eu fiquei em choque. Não quis contar.

Que isso, velho? Tipo assim, eu voltei, voltei da Colômbia, eu fiz da escola pública, né? Com cara de boyzinho, né? Automaticamente você é odiado. Loirinho. Chegou um moleque e falou assim, não, eu vou te vou te matar. Aí mostrou uma bala assim, uma munição de de revólver, Mano. Você não contou isso não? Nunca. Pra mim é, é. Eu não te contei porque foi o que que ela vai fazer, então eu não contei pra você? E na? Minha cabeça. Eu tinha te contado isso depois,

pronto. Agora você sabe que eu fui ameaçado de morte. Ih, depois fiz. Nada não aconteceu nada. Ah, eu acho que ele deveria ter o pai policial, o pai segurança, e pegou só pra fazer graça na escola. É o meu irmão que é segurança de banco. Ele, ele tinha umas munições aqui que ele ganhava, entendeu? Aí, tipo assim, eu via direto. Então com certeza que ele devia ter um pai, um irmão que era assim, levou pra escola, pra. Fazer graça, entendeu? Não é isso? É louco.

Na escola da minha namorada, eles mostravam a arma mesmo. Não era nem a bala. Uma lição? É mesmo? Muito menos. A gente tirou o revólver da mochila velho. Você é louco. É, vamos pra adolescência menos você quer? Vixe. Você comanda aí a primeira pergunta. Mochila Hum, eu quero fazer uma pergunta não da adolescência, mas fase quase adulta ali. Adulta eu acho que já é, já é adulta, já eu. Eu queria saber o Cris quando o Bruninho entrou no exército, por que que mudou assim pra você?

Porque Pra Ele eu sei que marcou a vida dele, que ele fez exército, ele se apresenta oi, eu fiz o exército, meu nome é Bruno Ramalho, é assim que ele se apresenta, exército é, eu fiz o Bruno, exato, como é que muda para você como mãe? Você vê ele ali, carequinha é? Emagrecendo muito, né? Porque lá é diferente o. Negócio lavando, farsa de Barro pode? Claro, você tá, lembra? Que você tá tá pra eternidade, que você tá falando aqui? AI foi os piores anos da minha vida.

Imagino. 2015 o pior ano, né? Na verdade, foi um ano só. Faz 10 anos, né? É porque assim, primeiro, eu não sei se ele te contou. Ele não queria ir. Ele chorava, não quero ir, mãe, não quero ir. E eu não podia fazer nada. Ele foi. Foi convocado, tinha que ir. É porque até então, qualquer coisa que não quisesse, você podia tentar fazer alguma coisa. Né? Quando a função da mãe é proteger, certo? Então, e eu não podia fazer nada por ele, isso já acabou comigo. Porque queria ir.

Ele falava que não queria, que não queria, que não queria, mas não tinha o que fazer, né? Tinha que ir. Aí ele trabalhava, fazia faculdade, fazia inglês. No sábado, ele começou a perder tudo porque não dava tempo. Ele chegava morto em casa, aí ficavam judiando dele. É ele? É ele? Tem nutelinha? Era, né? Ali tirou o fone. Caiu, gente, calma aí. Não verdade? Tranquilo. Com a orelha? O que eu escuto? O. Único orelha que escuta, coitado. É então ele.

Ele sempre foi assim, tudo na mão, tudo na boca. Mimado. Também mimado. Aí aquilo para mim era terrível, AI tinha que passar fome, passar frio. Dormir no relento era uma coisa louco, desumano. Aí eu ficava revoltada. Eu falava assim, por que que não pega os meninos maloqueiro da rua para botar na linha? É pega alguns, mas a maioria. É pegar o meu filho, estudioso, trabalhador, bonito, bonito. EEE contra a vontade. Gente tanta maloqueiro pra sem

ter o que fazer, né? Aí ele foi desanimando, parando com a faculdade, parou com o inglês porque tinha que ir de sábado. Tinha direto, porque tinha é você tinha que ir pro quarto ao sábado também de segunda a sexta. Ele não estava indo, ele deu sorte que o chefe manteve o emprego porque ele faltava no emprego também porque. Tinha. Comparecer lá? É que não pode mandar embora, né? Não pode mandar? Embora e não é escolha dele, né? Não é algo que ele está

escolhendo, é obrigação. Então o chefe tem que entender, né? Tem que entender, só que depois. Pode mandar embora assim? No dia top, eu chegava lá 10 e meia da manhã para ir meio-dia almoçar. Não diga assim, top, tá tudo certo. Tá fome, sabe? Eu não acho que ninguém aprende nada com esse tipo de de de atitude. Acaba tipo assim, acaba afastando, né? O pessoal de fazer o exército, de querer ser militar, porque tipo assim? O chefe dele era muito, na minha

opinião, era muito carrasco. O chefe do exército. O do exército, o do exército. É ele? Era achava que os meninos não podia fazer isso, podia fazer nada tudo. Menino novo 17. 18 anos não é homem ainda, né? É, acabou de entrar na vida? Adultra exato. Foi muito ruim. Hoje ele fala que que foi bom, né? Foi legal, uma. Experiência boa? Legal contar as histórias, é, mas foi uma merda. Mas, tipo, legal para mim ouvir, né? Agora, para mim passar eu não quero, não é?

Você iria de novo? Nunca, nunca. Vira e mete o sonho. Vira e mete o sonho que eu que eu estou assim, nossa, eu estou de barba, meu Deus do céu, eu preciso tirar. Aí eu começo a tocar direto, desesperado, no sonho. Isso pra mim é lá, vai ser. Só que terror, sei lá. Mas. Assim, tirar, tirar a barba que eu. E aí eu tô. Eu tô cabeludo. Aí, meu Deus, você raspou a cabeça? Isso pra mim é trauma que ficou com.

Certeza, com certeza é igual. Eu falei, tipo, em vez de ser algo que eles introduzem a vida militar, pro pro adolescente querer seguir ser um militar, eles acabam afastando, tipo, eu entendo que o militar tem que ser rígido, tem que ter postura, determinação, óbvio. Mas tipo assim, você tá vivendo. Isso. É, você está lidando com adolescentes ali, tipo assim, deixa mais fácil pra adolescente pra entender o que que é o negócio e talvez seguir carreira, entendeu? Ou faz que nem na Coreia.

Na Coreia do Sul é obrigatório também igual aqui. Só que você você pode fazer a partir do 18 até os 30 você se vira. Em que momento você vai fazer? Posso. Fazer com 29? Se você não for até os 30, você vai ter que ir. É obrigado, mas você pode fazer com. 20 com 15. Mais Maduro, né, é? É sentido? Assim é uma merda também, mas é menos pior. Então. Assim ele falava assim, esses filhinho da mamãe, vou colocar na linha AI, eu tinha um ódio,

aquele homem. Gente, tem tem foto da formatura, quando foi promovido que a vai, a mãe geralmente é a mãe ou o pai ou alguém muito próximo ou esposa, gente que ele era casado, né? Colocar o brevê o brevê é o símbolo de qual a sua patente? A solenidade? É aí, tirou a patente? A patente que eu era para colocar a nova, aí estava minha mãe colocando assim. Aí o fotógrafo conseguiu pegar ela, ela olhando assim para o subtenente. Sabe aquele olhar de onça

protegendo o filhote? Imagina só assim, você tem sorte de ser tenente, senão a gente pegava aqui num soco. Não, eu falava para ele, Bruno, eu não vou me. Eu não vou me controlar. Ele falava, mãe, você vai preso e eu vou. Junto. Você é louco dele eu me controlava, claro, né? Mas gente, tinha um ódio daquele homem quando ele contava as coisas que ele fazia. Sabe qual era o nome dele, Jair Messias? Aí pra ajudar, naquele ano meu pai faleceu e o cachorrinho dele também, pensa o menino.

Passado o maior sufoco lá, a gente chegava a levar marmita Pra Ele não passar fome. Foi culpa da prefeitura? A prefeitura é obrigada a fornecer comida. Para o outro, de guerra. Ela é obrigada. A prefeitura tava num lixo, a prefeitura de americano tava uma bosta, não, só tipo o governo foi na época da Dilma tomando impeachment, tava tudo esquisito. A prefeitura falou assim, ó, ela vai cortar.

Só que quando a prefeitura corta a marmita, não tem não, não pode ter bagulho aquele ano, só que já tinha começado, então a gente pegava a guarda de 24 horas sem comida nenhuma. Aí a gente tinha 2 opções, ou tirar do nosso bolo, tipo assim. Às vezes a gente liberava pra gente ir no mercado comprar pro 1212. Era o Daniel. Um abraço Pra Ele cozinhar, porque só ele cozinhava 100, só o 12. Ele é cozinheiro. Nó então? Ele ficava o dia inteiro usando

comida. Quando alguém te comprava, ou o pai e a mãe levava, ou às vezes a gente pedia e fui até. Várias vezes a gente levou, entregava assim pelo muro, pela cerca. Como que o adolescente vai aprender alguma coisa nessa tortura? Eu aprendi, aprendi a. Marchar. Como ninguém guarda bandeiras? Comeu coisa que não gostava, passava fome. Deus me livre, quisera ele tomar sangue de galinha. Gente, quando? Ele me contou. Isso sabe quem me salvou naquele dia? Quem?

Filipe Vieira. Abraço. Filipe Vieira, ele tava com a com ele levou escondido. Feijoada, Mano, feijoada enlatada. Ele nunca tinha comido, mas é Mano, eu comi até a folha de louro junto. Tô nem. Zoando é na fome, eu como até a lata. E depois a gente. Eu acho que ele enterrou pra esconder, porque, tipo assim, ninguém podia ver feijoada enlatada gelada. Real estava gostoso, juro por Deus, juro, 2 dias sem comer só é. Aí come agora. Mano, eu juro. Juro. Tipo assim, na minha memória é

do minha paladar. Foi a coisa mais gostosa que eu já comi na minha. Vida come agora lá uma você comeu, depois uma para ver como é que é. Deve ser nossa, você é louco. Ainda bem que em Novaes não tem isso aqui já é dispensado. Como é que é? Dispensada que você é dispensada automaticamente. Mas se a gente morasse em Catanduva, aí tem Catanduva já

tem, inclusive. Mas é meio rápido, é meio difícil conseguir, porque, tipo assim, quando eu fui tinha é 2000 20002-1000, moleques de 18 anos pra entrar só 100. É meio meio mais fácil você ser dispensado, né? Com certeza, mas. Que me dava raiva, que ele fazia as palestras lá pro jornal da região aqui. Que é 100% voluntário, eu que vontade de levantar e falar é mentira. Eu não era voluntário, ler não era Felipe Vieira não falou, Hein?

Muita gente não era tipo, 90% não era vontade de estar. Lá tipo jornal que. Era que eu lembro que vontade só o Cleiton, que o 10, que o único que se vê a carreira. Não dá raiva. Dá. Eu lembro que eu jogava basquete com um menino. E depois que eu parei, eu voltei para assistir um jogo e ele tava fazendo apresentação lá como militar. Eu não sei se ele seguiu carreira ou não, mas eu falei, nossa, é o rapazinho lá. Nem conheci ele era gordinho, tava quebrado, gigante, ele tava de forte.

Eu acho que ele quis seguir carreira mesmo. Acho que foi o negócio que mudou, né? Tipo assim, foi a época que o magay musculo, sim. Ele ficou lindo, o corpo dele. Ficou. Lindo. Eu vou fazer, então tô precisando. Tô meio gordinho. Bel. Fernando Vênus Gabriel TV de Lima na adolescência ele pegou geral, o Felipe fez, engravidou com a namoradinha, é? Escondido eu não. Sei, um abraço de kelma e meu filho.

O Gabriel, na adolescência, ele não me deu trabalho, ele foi um menino bom, muito respeitador, só teve uma namoradinha depois, a day foi a segunda e já vai casar tudo, né? Mas era assim, ele contava tudo pra mim, a mãe, estou gostando de uma menina, aí posso trazer ela aqui? Eu falava, pode, né, aí trazia, aí eu aprovava, né, na adolescência. Já a primeira dele, né, que? Ele. Também, né? Só que essa menina, ela era mais velha que ele, né?

E ele era bem novinho ainda, né? Adolescente mesmo. Aí eu falei Pra Ela um dia, porque eu tinha ciúme dele, né? Eu falei, essa menina vai querer casar a mãe. Dela. Que a menina já é mais velha, né? Mais vivida. É certeza que ela vai querer namorar pra casar, né? Aí eu falei Pra Ela, olha. Não, não vai dar certo não, porque você já é mais velha que ele.

Amanhã você já vai pensar em casar e o Fernando nós chama de Gabriel, o Gabriel ainda vem de ser uma criança, ele nem sabe o que ele quer da vida, então eu acho que é muito cedo pra isso, né? Pra Ele namorar, essas coisa. Agora você já é uma menina assim, mais madura, vai pensar em casar e ele não tá preparado pra isso. Ele nem sabe o que que é da vida dele. Aí a menina ficou meia chateadinha, né? Tadinha da menina. Disse que saiu daqui triste, né?

Falou Pra Ele. Aí a tua mãe falou que que não aprovou o nosso namoro tudo, mas não era, né? Porque ela era uma. Pessoa ruim, alguma coisa assim? Não, não era. Não era uma menina boa, assim, quieta, sabe? Era uma menina quieta e, no fim, parece que a mãe sabe, né? A mãe adivinha, né? Quando a mãe fala alguma coisa, o filho é pra bem, né? Que as mães só quer o bem, né? Aí parece que eu eu tava adivinhando que não IA dar certo o que aconteceu.

Ele se apegou a ela, ele se apaixonou de um tal jeito por essa menina, ele se apegou. E aí um Belo dia sem motivo, 100 + 100 menos, eu aceitei o namoro. Depois ela vinha aqui direto. Era que nem uma filha pra gente entrava, aí tinha Liberdade. Aí um Belo dia ela larga dele e Do Nada chegou nele e falou, ó, Fernanda, não dá mais, a gente vai terminar aqui. E aí esse menino sofreu vixi, aí ele desabou, Hein? Ele chorava, mas ele chorava e isso bom, uma mãe imagina, bom uma mãe, né?

É muito sofrido, você acredita que eu não contei Pra Ele, mas eu fui atrás da menina. Olha o ponto que? A. Não ver, eu fiz sofrer, eu fui atrás dela, eu falei assim para ela, que que aconteceu? Ele te desrespeitou? Ele te fez alguma coisa, né? A gente pode conversar o que que aconteceu, porque você largou dele agora, ele se apegou em você, olha, ele está lá sofrendo, ele está chorando, volta, dá outra chance para ele, olha isso, né, que que uma mãe passa, né?

Ixi, aí ela virou assim pra mim e falou assim, Ah, isso daí passa, vai passar logo ele esquece, logo ele esquece. Eu falei nossa, tá ferrado, então ele vai ter que que desistir, né? Ele como é muito amoroso, a gente conversava e não deixava ele muito tempo sozinho, né? Aí graças a Deus aí apareceu a dai né? Aí ele se interessou pela pela dai e tá até hoje, né? Vamos casar tudo. Já tem a casa, né? Então é uma menina boa, né? Uma menina de de família boa,

tudo, né? Mas ele passou por isso, né? Na adolescência dele, a primeira namorada. Você sabe que é duro, né? A. Gente, se apegue depois se não dá certo, né? Mas graças a Deus passou, né? Ele sofreu um pouco mais. Sabe o que me ajudou? Muito. Que eu comecei a jogar basquete, foi quase a mesma época ali que eu comecei a focar mesmo. Então, tipo assim, eu chegava num treino triste, não dava tempo de ficar triste, porque tinha que fazer sem abdominal, 200 reflexão.

Então não dava tempo, tinha que correr 4 km e tal. Comecei a esquecer por causa do basquete. Obrigado basquete de volta. Aí deu a dele, deu um porque, né? A parada da mente vazia, oficina do diabo é real, né? É real, Mano, é real. A mãe não quer ver o filho sofrer, né? Então, como a mãe, isso daí é muito triste, né, ver um filho sofrendo por amor, né? E novinho, que nem ele era, falava Pra Ele, você é muito novo, Gabriel, você não sabe se

você vai seguir a carreira, né? De basquete, às vezes você vai ter que ir embora pra longe ver. Aí essa menina fica aqui, como é que faz? E ele foi entendendo, né? Foi amadurecendo. Ah, o meu irmão me levou pros bailão aí. Aí eu falava o Rafa. O Rafa solteiro, né? Aí eu falava pro Rafa dar uns conselhos Pra Ele. Mas ele nunca foi de sair, nunca me deu trabalho, viu? Em compensação. Rafael, eu cheguei assim e falei assim, ó, peguei nenhuma.

Ele era ele é muito respeitador, sabe muito mesmo. Não, e pior que as únicas 2 pessoas que eu fiquei na minha vida foram essa menina e a daielle que eu estou atuando. Que está até hoje, né? Então era muito pegador na escola, pode ter certeza. Era nada. Mas as meninas achavam bonito, quantas cartinhas eu ganhava por semana? Muita. A sua mãe está escrevendo doido? Muito, né? É nada. Não Era Eu, eu sabia quem era, sabia quem. Era aí ele trazia todas

cartinhas para mim ler. Eu não lia, eu dava. Pra minha? Mãe lê. Uma menina bem romântica, que gostava dele e escrevia a cartinha. Vinha aqui em casa e ele não gostava da menina. Ele desfazia da menina. A menina queria até descer junto da escola. Ele saia correndo na frente pra menina não acompanhar ele e trazia as cartinhas. Ele falava, Ah, toma aí, mãe, vai. E eu nem li isso daí. O nome? Dela é Larissa Manoela, hoje ela tá aí, rica. Eu. Começo a bater pau. Foi a mesma cena.

Mas fora isso, na adolescência. Mas fora isso, na adolescência, eu dava trabalho de alguma coisa, tipo assim, de ser birrento ainda, de despertar. É beber, dar drogas. Acha graças a Deus ele não sai, é o mais caseiro, né? Ele nunca quis sair, não gosta de bagunça. Eu acho que é só sair pra jogar basquete só. Né? O contrário do Rafa, né? O Rafa me deu muito trabalho, viu? Pegava todas e. As. Meninas, sofria e ele não tava nem aí, ele largava e não tava nem. Aí do meu irmão.

Já o Fernando, não, o Fernando era de boa. E na escola como adolescente, no primeiro colegial, no nono ano. Também não. Nunca me deu trabalho na escola. Ele era sempre um menino bom, atencioso, né? Ele e o Rodrigo nunca me deram o trabalho. O Rodrigo também sempre foi quietinho, né? Agora você sabe porque que eu não contava pra minha mãe nada tipo de namoro assim na adolescência. Sabe por que não? Porque eu não pegava ninguém também. Sempre.

Foi muito fechado. É, perguntava, tipo assim, ela queria que eu falasse? Você gosta de alguém? Não sei o que lá. Não para de falar, cala a boca, mas você não está ouvindo, você não está ouvindo. Ah, eu? Acho que você foi. Esse aqui é baixa. Está ouvindo agora? Ah, eu. Acho que eu fui é, tá? Ouvindo, está ouvindo? Agora eu estou. Ô, Bruno. Nunca foi de se abrir muito, sempre foi muito quieto. Não tinha. Nada o que falar? Eu falava assim, filho, vai, vai

namorar, vai sair. Vai se divertir. Hã, né? Eu falava assim, é, você é tão lindo, vai. Que não tinha mina que queria ele, Hein? Qualquer mínima amizade que eu tinha com qualquer pessoa do sexo feminino na cabeça dela, do do meu pai, meu pai, assim até com com o. Não, eu acho que tinha. As meninas não. Mas, por exemplo, eu tinha na quinta série. Eu tinha amizade com a Camila. Lembra dela? Camila, eu acho que ela é leso. Eu acho que a gente, ela é

casada com uma mulher. Só que na eu sentia que na cabeça de você eu ficava. Com ela eu falava, não é possível. Vai passar a adolescência e ele vai perder a melhor parte da vida, né? Aí ficava do quarto com esses jogos aí IA pra pro cinema. Pro eu IA pro cinema com a minha irmã e com a minha prima Jéssica. Aí eu falava, o Fernando era com o rá, foi a namorada. É, eu saía com o rá, foi com a minha mãe. E a namorada dele? Não. E ele nunca foi de se abrir.

Não, Bruno, você foi muito fechado. Não tinha que me abrir. Até hoje eu tinha que ficar cutucando. Isso, por exemplo, quem você gosta, mãe? Eu sou casado com. Você tá bem? Você tá bem? Ô, tá tudo bem. Não sei o que ele não. Acho que o dedo ó de novo. Você não sabia disso. Eu cortei num grampo. É ontem. O pior jeito de cortar o dedo num grão? Ele não me contou, tá vendo? Era. Importante, vai se sangrar muito o dedo. E você não tá achando falta dele, Cris? Muito. Nossa, imagina, Hein?

É difícil, né? A minha filha vai casar agora também, né? É o Fernando, comentou, nossa. E eu nem quero pensar, sabe quando você desvia o pensamento pra não sofrer? É difícil, não? Vai adotar bebê reborn? Não, né? Ficar aqui nessas. Eu só não vou adotar cachorro, sabe? Porque não? Eu adoro animal, não é isso, mas é que eu gosto muito de sair. O. Animal, o animal prende a gente. É, então eu tenho esse casalzinho aqui, ó, e eu não posso sair assim para pousar, e eu acho que não.

Que eles jamais vão ficar quieto aqui, os 2 sozinhos. O dia que eu levei Oo Fernando no posto, que ele não tava bem. O dia que eu levei ele a ambulância chegou. Já tava montando a ambulância, você visse o choreiro e eu tive que voltar e foi pro terreiro. Falei, meu Deus, os vizinhos vai denunciar, vai falar que tá acontecendo? A gente real fica com medo porque tipo a minha cachorra que tá aqui embaixo, que tá aqui no quarto, é muito pegada a gente e ela faz um escândalo. Gigantesco.

Mas ela faz um escândalo absurdo que a gente sai de casa é absurdo. E ela? Tem ansiedade, ela vê Eu e Ela começa a comer comida, então ela tá dessa, desse tamanho. Assim, ó, porque ela te vê o dia inteiro. É, não é. Chega o trabalho, é. Eu chego ao meu trabalho, ela come. Aí eu chego 6 horas, ela começa a comer, aí eu saio do meu quarto, ela começa a comer. É, eu tenho um pouquinho de ansiedade. Então eu penso, né, eu não posso sair assim, direto, como que eu

vou prende a gente, né? Por isso que eu não quero pegar. Se não fosse isso. É, não é? Dia, né? E um dia pousar lá na casa dele, né? Um sábado para pousar. Ah, mas aí leva ele para minha casa. Dia lá no Rodrigo Maria, como é que faz? Não leva? Lá. Compra um Periquito. Compra um hamster? É compra. Mas eu acho que é muito cachorro, porque gato é mais. É mais solto. Assim. É. Gato, ele não. Não gosta do ser humano, né? Ele fala, Mano, sai só. Me deixe comida e água aqui.

Ainda estou tranquilo. É também não tem como eles fazer um tropé, né? Já cachorro. Eu não falava nada porque não tinha do que contar na adolescência sobre ficar. Pô, eu também. Não tipo assim. Eu lembro. Por exemplo, Na Na infância eu não lembro porque que chegou. Tipo assim, eu gostava de uma menina na Colômbia. Eu não lembro porque que isso chegou nos ouvidos da minha mãe. Não sei como ela ficou. Se eu falei não lembro. Você acredita que antes da gente ir embora, ela tirou uma foto

da? Menina. Escondida. Ela ela estava tendo algum, algum evento da escola? Assim estamos sentadinho ele. Ela Foi. A menina foi com a câmera e falou assim, Paula é Paula. Tirou a foto, é a foto da. Menina tá olhando assim tipo. E é isso, eu não. Sei onde está essa foto, sabe o que a gente acha? Algum dia, talvez? Um abraço, Paula, então é você de Colômbia? Eu acho que eu acho que foi por isso que eu nunca contei nada. Ela vai tirar foto da pessoa que

eu gosto. Tem várias fotos da Andressa antes de você começar a namorar ela, o Cris é quantos anos o Bruno tinha quando vocês foram pra Colômbia? 5 anos eu tinha acabado de fazer 5 anos. E como é que foi esse processo de que foram ele e a Alessandra, né? Então, como é que foi esse processo de levar 2 crianças assim? Mudar de país, mudar a rotina, tudo. Foi bem louco, bem louco. A gente não sabia falar o espanhol. O Bruno foi alfabetizado em espanhol, né? Eu nunca.

Fui. Alfabetizado em português, então. Ele era alfabeto em português. A lei tava no meio da quarta série. Na época, ela tinha 10 anos. Aí o hélio trabalhava, viajava, me deixou numa casa com 2 crianças. Um país? Estranho. Comigo estranho. E é só. Ele só pagou uma moça que era filha, não sei de quem que ele conheceu lá pra ajudar a falar tipo é. E os meninos pegaram rápido. Eu apanhei bastante. Criança pega muito rápido, né? Criança não sofre. Tinha 5 anos. Tá perto da mãe, pô.

Tá no China, na, na lua. Tanto faz. Assim. Mas o Bruno sentiu bastante. Foi. Ele tomava leite na época, era o leite do solzinho, leite ninho, tinha um sol desenhando. As. Pessoas falavam. Solzinho, ele falava, eu quero. Leite. E ela não achava, tinha Nestlé lá, mas não tinha nenhum exatamente. Pô, mas nem é muito bom. Tipo assim, as pessoas fazem bolo de ninho? Exato. Minha mãe? E minha mãe trouxe uma caixa de leite ninho. Leite mesmo. Nossa, é um absurdo.

Não sabia que era tão bom. Eu falei, nossa. É muito bom e não é leite por. Que que, por que que tem coisa diferente? Leite 2. É leite 2? Ele estranhou bastante, ele estranhou o leite. Ele estranhou nescau, que ele gosta, lá não tinha nescau. Lá a gente comprava garotada. Até hoje eu esse sonho. Garoto, garoto, isso é marca brasileira. Tem algum dia que você relanchar, relanchar, relançar achocolatado? Manda pra mim primeiro que eu faço propaganda pra vocês.

Você fala direto pra mim de nossa, lá na Colômbia tinha um garotado, lembra que você precisa no Google tudo mais? Brasileiro bagulho por que que não tem aqui, velho? Legal, né? Tem, então ele, ele sofreu bastante até se adaptar ao leite. A gente também tinha muita comida diferente, o feijão lá tinha um paralelepípedo. Fala de novo só essa frase, o feijão. Abraço. Parecia um paralelepípedo tão grande que era o caroço. Era um feijão 2 também, tudo é 2 frentemente.

Nossa, que bizarro. Era. Estranho feijão gigante, não lembro. Os caras são. Isso é real, não lembro. É outra cultura, outro. É tudo diferente. É mesmo que está muito próximo daqui é muito diferente? É. Muito, muito. E como mãe especificamente como como mãe, que que foi mais difícil? Tipo assim, não algo individual seu como pessoa, algo como mãe, tipo assim, que que foi mais difícil mudar de país com 2 crianças? Principalmente como mãe. Tipo assim, Ah, as coisas que

tem a ver com filho. Ah, matrícula na escola, sei lá. Não essa parte, o pai fez tudo antes da gente chegar lá de. Matrícula. É, ele fez, ele alugou casa. Ele deixou tudo no jeito. Ele foi antes de nós. Ah, ele foi. Ele ficou lá, acho que 6 meses antes. Nossa. Ele deixou tudo pronto, só que quando ele viajava muito, eu ficava muito sozinha com eles. E aí eu tinha medo deles ficarem doente. Como que eu IA levar um pro hospital e deixar o outro em casa?

Eu não tinha rede de apoio, meu era não lá era táxi. Aí eu tinha medo disso, de eles ficarem doente e eu não poder levar os 2. E Ah, era, morria de medo. Em outro país, né? Até pra falar o nome do hospital devia ser até difícil, né? Até pra você entrar no táxi e falar o endereço era difícil. Então. Então foi essa parte, eu tinha muito medo, mas assim só. Mas, tipo assim, nada específico como mãe. Mas assim mesmo de vocês ficarem doer? Mas eles se adaptaram muito bem com o clima.

Lá, saudades, inclusive. Era muito? Diferente o clima lá. Ele não variava tanto igual aqui, né? Ah. Aqui uns. 24° ever. Mantinha o dia todo. Nossa, que delícia. É. Assim é, na sombra dá pra sentir frio e no sol dá pra sentir calor. O que eu lembro de lá é muito sol, tipo não sol quente, mas tipo assim, muita incidência de sol. Dá pra entender o que? Eu tô falando, é? Ensolarado. Muito, muito ensolarado. Mas não, não, não esfriava bruscamente igual. Faz aqui.

Mas eu acho que é por causa da nuvem, né? Tipo assim, é montanhoso, é 2600 m de altitude, então como tem muita Montanha, a nuvem não passa. Então acho que é sol, sol, muleira o dia inteiro, só que não queima. É quente? Não é quente? Bogotá não a colômencia, o resto é muito quente, mas Bogotá especificamente não, porque é muito. Alto? Ah, mas ele não dá muito trabalho, não. A parte mais dolorosa foi a parte do do exército mesmo.

Acho que. Politicamente, sobre a Colômbia, a lei sofreu mais porque ela já tinha 10 anos. Ela estava no meio de uma da quarta série e eu sofri pra voltar, porque eu queria ficar. Ela não quis ir. Minha irmã não queria, não quis ir. Eu não queria voltar porque eu tinha a mesma idade que ela tinha quando Ela Foi. É, você já estava. Você tinha todos os amiguinhos lá, né? Ela tinha 2 amiguinhos aqui. Tudo que eu conhecia era lá, eu não tinha, não teve memória pré Colômbia.

Hum verdade. Até tem tipo assim, é de aniversário. Mas tipo assim, eu não tenho memória de escola, não tenho memória, nada. Antes da Colômbia, nada. Só tipo assim, pô, um aniversário XY. Não legal, eu eu queria fazer uma pergunta pra minha mãe, estão aberto? É. Pergunta pra minha mãe, o dona Isabel é, ô mãe, é com quantos anos você teve o primeiro filho? Foi o Rodrigo, foi com foi o Rodrigo com 22 anos. Eu tinha 20. E 2 anos.

E como é que foi a experiência de ter o primeiro filho assim? Foi desesperador. Foi um negócio mais tranquilo. Ah, naquela época foi foi difícil, viu, porque aonde a gente morava não tinha energia, não tinha água encanada. Então era água de poço, eu tinha que puxar água do poço, lavar roupa. Era aquelas calbas, né? Não tinha Tanquinho, máquina, essas coisas, né. Então foi difícil, viu eu grávida dele assim que ele nasceu, a gente não tinha energia lá embaixo, numa chácara

que era. Era uma chácara que meu pai tinha. Só que não tinha energia pertinho aqui dentro da cidade, mas lá não tinha energia, mas tinha chácara, não, então foi difícil, viu? O primeiro filho foi sofrido, porque ele não tinha assim ninguém pra ajudar também, nem mãe por perto, nem irmã, né, pra dar uma mão. Então eu tive que aprender sozinha como pegar ele pra não dar banho nele. Então foi difícil. Baixou o tutorial, baixou o drive de como cuidar, não? Tinha energia, era difícil a

noite, né? A gente passava vela, era uma vela atrás da outra, acesa, era vela na cozinha, no quarto, para clarear, né? E eu tinha medo do, né? A casa que eu morava tinha tudo, tinha ainda. Outro dia eu comentei com o. Gabriel. Tinha conforto, tinha chuveiro lá. Nós não tinha chuveiro. Tomava banho de bacia, apanhava água no sol. E depois a tardinha. A água estava morna. Aí você tomava banho, né? Não tinha, não tinha vaso sanitário. Era aquelas privadas antiga. Não sei se eu sei.

Já veio falar nisso? Latrina. Latrina. É de madeira, assim, suai de madeira. Ainda falei, pô, o Gabriel, outro dia você pisava as talba, um erguia o outro, abaixava. Imagina o medo de que aí, né? Naquele. Bueno aí. Então foi sofrido, mas quando ele completou um aninho mais ou menos, aí meu pai levou a gente para morar com eles, com a minha mãe, né? Tecnologia. Ali eu não tinha geladeira ainda. Falei pro Fernando, não tinha geladeira, olhava a água, nós tomava água de de moringa,

aqueles filtro, né? Então a água ficava fresquinha, não tinha geladeira também, então eu sofri. No começo eu saí do conforto que eu tinha de tudo, né? Na casa do meu pai tinha conforto e eu fui pra esse lugar que não tinha nada. E. Cuidar de um filho sozinha? Então foi difícil, viu? Mas logo a gente mudou, né? Então voltei pra lá. Mas o primeiro filho foi mas. Como que a senhora descobriu que ela estava grávida, foi planejado assim ou não? Não, não, não foi planejado. Foi já direto, né?

Já, já engravidei. Já de cara, né? E como? É. Que a senhora ficou assim quando descobriu? O seu pai reagiu como o seu pai? Não, meu pai não, não ligou porque já era casado tudo, né. Então eu ficava feliz, né, que IA ter um neto tudo, né? E todos os primeiro filho dos meus irmãos, tudo dava pro meu pai batizar, meu pai e minha mãe. Então eles batizaram o Rodrigo, né? Eles foram. O. Rodrigo tá com 4242, 42 anos. Mas é quanto TV? Não sei que é bom, sei que.

É bom, você está fazendo aí, já estou vendo essa cabeça baixa aí. Calculadora. Não. É lógico. Você é loucura? Eu sei em 83. 83. Então é, eu tive ele com 21 e a Janaína com 22. É 1 ano e 3 mês depois eu tive uma menina, mas eu já morava lá com a minha mãe, né? Então a Janaína e o Rodrigo, eles, é 1 ano e 3 mês, né? Aí foi difícil, viu, porque eram os 2 de colo, né? 2 pequenos. Ainda bem que eu morava com a minha mãe. A minha mãe me ajudava, né? Fazia um dormindo, fazia outro.

É, imagina carregar 2 filhos sozinha? Né, foi difícil, mas né, eu? 4. 4 filhos, né? Já já nasceu nessa casa? Né? Já nasceu aqui. Deu ser para o Rafa também, foi uma boa distância. Né? 11 anos e da Jana para o Rafa também. Foi bastante. Esses 2 já foi mais longe, né? O Gabriel, né? Quando veio os outros já eram tudo, né? Mas velho casado. Esse recomenda a senhora recomenda ter um filho sem energia? Não.

De jeito nenhum, né? E quando ele me contou isso, eu falei assim, eu tenho que um dia contar isso pro Bruno, que ele vai achar um absurdo sem energia. Nem sabia que não existia energia. IA dentro da cidade, essa chácara é logo ali, ó, é pertinho. Como pode, é dentro da. Cidade, né? E não tinha. Essa casa da senhora, a senhora ganhou, a senhora comprou, construiu o pai que construiu. É aqui é Cohab. Cohab um, né? A primeira Cohab que teve. E foi a gente que construiu. Ah, tá.

Foi 40 família e as 40 família. Trabalhava um da família, aí o pai dele trabalhava, o pai do Gabriel, né, trabalhou aqui. Quando ele não podia vim, ele pagava um peão pra vim, né? Trabalhar no lugar dele, porque tinha que trabalhar à noite. O domingo de dia, então, foi um mutirão, né? Foi a gente que fez. E aí a parcela foi bem, bem suave, né? Uns 2 e 50 na época, aí era. Hoje as Cohab, que hoje já saiu a quarta Cohab, que só que o

preço é mais que um aluguel. As pessoas estão reclamando muito caro, caro demais caro do que a do Gabriel lá. Agora sim, é, eu vou perguntar o seguinte, a senhora foi a mãe com 22? Certo, 2121 é 21. A pessoa do seu lado tem 2222 23. 22. Eu vou fazer 22. Consegue? Ele é mais velho do que quando a senhora foi mãe. Você consegue imaginar ele sendo pai hoje? Ah. O Rodrigo, o mais velho, foi pai, com 20 anos. Você? Acha que daria conta de cuidar de uma criança, Gabriel?

Daria, a senhora consegue imaginar? Pai, se eu chegar e falar assim, a Adele tá grávida hoje? Eu acho que ele vai ser um pai bem babão, viu? Amoroso, né? Mas a senhora acha que eu? Dou conta. De ser pai? Eu acho que dá também, ele fala que que não quer ter. Você consegue, ó? Eu. Estou com 29. Você lembra de quando você tinha 29? Você consegue? Eu tive, você não IA fazer 29? Não tem 11, diferença muito grande no estilo de vida, tem na personalidade de.

Você. É, tem muita diferença, mas eu acho que você se daria bem, sim. A gente seria amigo. Do do Arthur? A gente seria amigo. Você que a gente não vai continuar. Eu te conheci hoje. A gente seria amigo. Talvez eu IA queira te levar pra balada? Então, não, provavelmente. Ué, a senhora já foi numa balada? Não. Mas o vestido seria? Meu pai não deixava. Meu pai era muito bravo, né? Muito horrível. Não deixava a gente sair. Eu nunca fui num baile. Eu nem sei mudar o passo. Que é da 17?

Ali na Penha, agora a senhora está? Solteira tem que ir. Aproveitar um Carnaval eu tinha uma vontade de ir no Carnaval, via as minhas amigas aí no, né? Leva ela. Leva só de sonho? Porque meu pai? Jamais. Não é coisa boa, não. Não leva ela, leva ela não. Vai dar Penha? Hoje menos ainda, né? Ah, hoje eu sou evangélica, né? Ah, e eu? Sou muito caseira. Eu falei outro dia pro pro Gabriel. Falei, Ah, não sei se eu vou querer ir ele. E sai muito. E eu não sou de sair. Eu sou muito.

Caseira não gosto de. Sair. Nunca fui numa praia, nem sei como é, que é a idade que eu estou. Nunca fui numa praia. O mais longe que eu fui hoje foi em Rio Preto. As mulheres na praia, excursão. Então. É. A praia? Aquela Prainha que o Gabriel foi praia, foi e votou, né? Foi no bate e volta, né? Ele queria que eu fosse. Eu falei, pelo amor de Deus. Falei, então, conta, mas.

Do Rio é 12 horas de viagem de ônibus, então ela é um pouco injudiado aí mesmo, mas tipo assim, para Ubatuba, que eu quero ir levar e ela não vai, ela não sai de. Casa eu não durmo em ônibus, eu não durmo fora de casa, mas tomo remediado pra dormir. Vou viajar a noite inteira e sem dormir, né? Ah. Mas o dia que a senhora começar a sair não vai querer parar mais, é então. Ela começou aos poucos, ela dá uma volta com. As. Amigas. Dela agora que eu vou ficar só,

né? Quando o Gabriel casar, aí eu vou ter que sair um pouco, né? Pode sair, né? Pode. Contar como vai ser? A senhora vai vai chegar um carro. Aí a senhora falou, Ah, vamos ver o Gabriel lá, lá em Catanduva a senhora vai entrar. Só que invés de ir pra Catanduva a gente vai virar pra esquerda aqui ó, e vem pra Americana. A senhora já vai falar, mas o que? Ela não vai, eu já. Eu tô tentando convencer ela a

cada dia. Aí mais falei assim, mãe, eu, a gente pega um hotel lá em Americana, eu pago o hotel pra gente ir. Vocês fica lá no hotel, cada um no seu quarto bonitinho pra gente ficar lá um tempinho, entendeu? Mas ela fica. É assim que ela fala? Não vem sim, nem precisa pagar o hotel. Ó, o quarto do Bruno tá vago, tá? Vendo aí, Bruno, tá dando? Teu. Quarto. Pra. Mim, tá vendo? Hã? Ah, filho, isso bem. Preocupada, eu falei, Gabriel, você vai ficar uma semana lá

feio na casa dos outros, né? Eu falei, vai, fica uns 2 dias só, vai embora, vai num dia, vai tudo, é. Muito longe pra ficar pouco. É, é, tem que ficar lá um ano pra essa. Essa última vez que ele foi que tinha que fazer gravação, né? É ficar um acho que uma semana, né? Lá. Eu fiquei menos. Eu fiquei um dia só, né? Na última. Vez que eu fui. É uma vez eu fiquei, é, você não fica uma semana. A única coisa que eu dei trabalho é que eu comia tudo que tinha, né? Falava, ó, vai estragar, vai

jogar fora. Aí eu pegava tudo, Ah, ele. Falou muito bem de vocês, do do pai, do Bruno. Ele falou, nossa mãe, eles é muito legal, muito legal. Muito. Gente boa a. Tia Cris não chama de? Velho. É muito gente boa. Ele. É muito educado, ele é um fofo. E vocês seriam amigos, na verdade? Eu. E a Cris, sim. Com certeza. Gente, IA ser parceiro, você acha? Mãe, a senhora com 21 e eu com 21. A gente IA ser amigo. A gente IA tipo, eu IA combinar um com outro. Não.

Eu acho que sim. 2 Caseiros não IA ficar em casa jogando RPGA, senhora, quer jogar um RPG de mesa? Mas sei lá, né? Aí você vai falar que sim, aí tem que. Perguntar pra todos os convidados, né, é? Pra todos a senhora quer jogar um RPG de mesa? Não, não sei o que é isso. Tá bom? Você sabe o que é RPG? Não, mas você não sabe por nome. Mas quando IA a pessoa lá em casa jogava na a gente ficava na mesa. Ah sim, jogaria pelo seu. Pra pra ficar mais próximo do

seu filho, você jogaria, né? É aquele negócio que a quando a Mari vinha aí que a gente jogava a mesa aqui, jogava RPG, ela ajudava a montar, passava a mesa na porta com aquela mesa que IA ajudar a virar a. Fazer alguma coisinha? Então ela participou indiretamente. Mãe, eu queria te perguntar também essa pergunta. Eu fiquei pensando o dia inteiro em perguntar, a senhora faz ideia do que eu faço na internet? Outra segunda, terça e quarta eu chego e faço o quê?

Mas o que que é a live, que que é a gravação do quê? Ah, ela sabe, ela manja, ela manja. Eu falei, vou perguntar isso pra minha mãe, que eu acho que ela não faz ideia do que eu faço na internet. Ah, essa hora ficou jogando só. E a outra coisa, é isso aqui que a gente tá fazendo agora com a senhora. É, eu faço isso aqui também. Faz esse live? E a senhora sabe que eu tenho um podcast? E o que que é um podcast aí? Eu não sei.

É isso aqui que você vai estar? Participando agora é um é um programa só de áudio, tipo um rádio. Tem pessoas ouvindo a gente agora. Tem pessoas ouvindo a gente, agora manda um abraço para pessoas. A pessoa está dirigindo, ouvindo a gente está. Ouvindo a gabrileão. Não é ao vivo, né? Escuto ali. Falando aqui aí, dando risada. Né, nossa, eu? Complementando aí, né? Um abraço, um abraço. Às vezes eu entro aqui no quarto, ele fala né? Fala oi, aí mãe com a galera fala oi?

Eu falei pro Rafa, ele falou, é legal, Hein, mãe? Falei que a gente tinha essa participação hoje, né? Ele falou, Ah, é legal, mãe. Eu falei outro dia também. Eu falei do do acontecimento, né? Com o Rodrigo e a Janaína. Ele falou, AI, que legal, mãe. Tá vendo? Eu falei, é. Aí a senhora foi perseguida por et realmente? Aí eu eu creio que sim, né? Que era uma nave, né? Porque foi um negócio muito esquisito, né? Muito fora do normal, né? Se.

Você quer saber o que é, Silvio? Ciência episódio do. Leitor chamado de silêncio. Episódio 70. 73, eu acho. E a vida adulta agora, Oo senhor Gabriel venoninho, ele é adulto há pouco tempo, pouco menos tempo que eu, né? Como que foi a transição? Eu sei quem foi ele transicionou para a vida adulta na pandemia, como que foi, como que é? Oo Gabriel hoje adulto, como que a senhora enxerga ele? Ele já é um homem feito ele. Tá pronto pra vida, já pode voar, como é que tá? Ah, já, com certeza, né.

Hoje eu vejo ele já preparado pra vida, né? Preparado pra assumir um lar, né? Um casamento, né, responsável, né? Ele é muito responsável, então ele tá preparadíssimo já pra voar. Pode empurrar do ninho já. Sabe gravar, passar, cozinhar? Eu fiz um macarrão top aqui, tinha um Domingão. Lavar, não, Hein? Lavar, passar. Não. Ah, mas passar hoje em dia quem passa roupa? Não, ninguém. Passa lavar, você aperta um botão na máquina passar, você pega o negócio e faz, então tá

suave. Hoje eu lavei roupa, apertei, eu joguei a. Roupa e eu? Lavo um banheiro como ninguém, eu lavo do meu trabalho lá. Fico impecável. O banheiro? Eu amei a ideia. Na roleta, tipo o dia. Inteiro eu vou fazer o tempo de casa. Castigo vai ter um dia que eu vou ter que lavar a. Louça vou. Ter que lavar o banheiro? Eu falei, nossa, que bom. Falei para ele a louça ele lavou. A louça eu lavei. Mãe, hoje eu vou lavar a louça. Eu falei, nossa, mãe, por que, né? Eu pensei, né?

Não. Mas tipo assim, deixa eu me explicar. Eu sempre lavei a louça, tá? Eu sempre fiz os meus afazeres. É como minha mãe é aposentada, ela fica fulo em casa, então ela faz tudo de tudo. Entendeu? Eu chego, tá? Literalmente. Tudo pronto, tô de boa, né? Aposentei, agora ele chega, o almoço tá quentinho, né? Antes eu deixava pronto, só que aí ele tinha que esquentar. Já ouve não, né? Esperando ele pra vim almoçar junto. Fico esperando, né? A gente almoça junto, janta junto, né?

Éramos 6. Éramos 6 agora. Oi? A novela é dela. Eu falei a novela. Éramos 6 era dela. Eu vou brincar de esconde, esconde, eu e os 2 cachorro vai ter o cômodo para se esconder. Aí, ó, não vai sobrar cômodo. Que vai ficar vazio esses 2 quartos que ele ocupa aqui, ó. 3 cômodo vazio Mano, vai ficar vazio. Porque não vou ter aqui? De porco. Onde o literalmente der, porque falta portão, móveis, os móveis essenciais falta bastante coisa. O duro que ele quer comprar pelo

menos uma moto, né? Como é que ele vem trabalhar aqui? Tá difícil, né? Fora de mão. Não, ônibus tem pra cá, tem só que pra dar l ir trabalhar é mais fácil ativar uma moto gasta menos do que a passagem de ônibus. Entendi, entendeu? Então. Não pra pra mim. Vim tem, dá, dá certo também. É em cima da risco que eu saio 6 horas, o ônibus sai às 6, mas dá tempo, entendeu? E eu adulto. E eu, eu, eu como adulto, meio que tipo assim, tem um pouco, passa um pouco pelo quartel, mas e depois?

Você vai beber? Ou vou buscar água, Hein? Vai lá, vai lá, pode falar? Pode. Falar, eu acho que o. O Bruno adulto ele é ele sempre foi tranquilo, foi na dele, fechadão pra conseguir as coisas dele. Tem que ficar insistindo, Bruno, vamos ver, a vó vai ter um churrasco lá. Ele faz assim. Ele não é muito, não gosta muito de bagunça não. Ele fica mais na dele também. É ele? É bem quietão teve uma época que a gente achava que ele era tímido.

Você lembra o que aconteceu com o Summer, o que trabalhou com o senagry? Ah, sim, esse é. Eu trabalhava com numa empresa e tinha um rapaz lá normal. Funcionário. Funcionário, é aí a gente foi na confraternização do final de ano. EE, você foi junto. Eu fui junto e eu não, eu não fui junto. Mas ele sabia que você era minha mãe, porque eu fazia inglês com ele. Ele, o Bruno, fazia inglês com ele, mas eu não sabia, não sabia do você, sabia que ele trabalhava comigo. Sabia? Eu sabia.

Não. Eu falei que minha mãe falou que trabalhava lá e falei, minha mãe trabalhava lá também. É, mas eu não sabia. Aí nesse dia, na confraternização, a gente lá num churrasco, a família, ele não foi claro. E aí o rapaz me parou e falou assim, como é que está o Bruno? Aí eu olhei Pra Ele, eu falei, você conhece o meu filho? Espera aí, ele está saindo aqui? Mas aí é baixo, Jonathan, não é? Pode falar. Aí ele falou assim, sim, eu faço inglês com ele e tal.

Eu falei AI, o Bruno, o Bruno é tão tímido, não quis vir. Aí ele falou, Bruno, tímido, meu Deus, nós não estamos falando da mesma pessoa. Aí eu fiquei aí quem ficou constrangida fui eu, filho, eu sou a mãe dele. O papel da minha mãe, né? Então aí eu cheguei em casa e falei, como assim, Bruno? É? O rapaz falou que você fala conversa, não sei o que você quase não fala. Aí ele falou, AI, mãe, mas é diferente, não sei. Eu falei, nem sabia que você conhecia. Ele.

Mas sabe o que que é? É porque eu estava numa turma intermediária, 34 pessoas, 4 contando comigo é EE. Esse Summer ele era. Ele era mais atrasado assim, tipo assim, em comparação ao resto da turma EE. Eu dentro deles era o mais avançado, então eu ajudava muito eles. Eu acho que ele acho que considerou que não era time por causa disso, porque eu falava muito. Por causa que eu ajudava ele, né? O Bruno, o curso não fica.

Quieto, não, mas. Eu, porque eu nunca tive vergonha de falar inglês, de errar, entendeu? E o pessoal que ele aprende, tem. Eu olhava para o ele e falava assim, gente. Não é possível. O meu Bruno, o. Meu filho, ela comigo? Fala, tá vendo? Mas aí aí eu falo Pra Ela, é diferente você ser poucas palavras e ser tímido. Né? Eu gosto de falar muito e ele fala pouco, então me incomoda. Eu acho que ele tem que falar. Mas o hélio fala pouco também.

Ué, ele fala pouco, não é por causa que ele tem um pouco de AVC? Não. Fala. Fala bastante. Lembro, lembro. Lembro, lembro, fala bastante, fala muito. A bel canta, às vezes eu escuta ela cantar. É Ela. Tá vendo? É. E o e o pessoal que eu jogo outro joguinho lá, Overwatch dele, falo assim, ô, tá saindo ruim? Bem, fala minha mãe cantando. Ele só pega uns ridinhos dela cantando aqui. É, não dá pra saber o que que ele tá cantando, mas. É, só dá pra saber que tem

alguém cantando e o pai falava. Muito quando eu não entro aqui, né? É quando você. Não entra aqui, né? E o pai falava muito. Falava, gostava muito de contar casa, né? Eu era tímido. Hã? Eu era bastante tímido. Nossa, era quando eu era criança, né? Quando eu parei de ficar tímido, quando a senhora falou assim, tá, esse moleque agora não é mais tímido? Ah, quando começou a jogar basquete, né? Aí ficou conhecido, né? Então já começou a ter amigo, né?

Conversar mais, né? Sair mais também. O Bruno falou que vai mostrar a Luna, vai falar de tadinho, o Bruno falou pra mostrar o cachorrinho que fica até o seu dia inteiro. Depois, no fim, eu chamo ela. Você viu que ela tava aqui? Tadinha. Depois você vai aparecer pro bullying. Alô? Alô, voltamos. É a dúvida é, usou a gravação, acho. Que não muda o celular da sua mãe, viu? É verdade, pronto. Você quer tentar tentar encerrar e depois vou continuar a gravação pra salvar o que foi

que eu acho que não. Não vai zoar não. Não vamos embora. É que tipo assim, cai real, cai. A internet sumiu, passou e comeu de Ping e caiu. Não, mas eu acho que como o bote, tipo assim, é só você que coloca. Mas ele continua gravando, né? É, deve ter depois só corta essa emenda, né? É, mas aí eu estava estava chamando a cachorrinha aqui para depois eu mostrava para você. Aí fica o dia inteiro a. Gente, dá. Para mostrar aqui onde ela está?

Ela fica o dia inteiro até no banheiro ela vai atrás de mim. Aí tinha outro e estava aqui, ó, aqui em pézinho, ó, eu estava aqui atrás, Hein? Cadê ele? Não dá pra ver? São 2 crianças. Todo mundo de casa tá aí, né? Você quer ficar? Aí então o que eu achei legal, Bruno, foi a amizade de vocês, né, que se conheceram, né? Aí no jogo, acho que na live não sei, né? Aí o Gabriel começou a falar do Bruno, do Bruno. O Bruno quer que eu vou pra lá?

Aí eu fiquei meio insegura a primeira vez, né, de deixar. Ali. Porque eu falei, AI, meu Deus, ele nunca tinha saído, né? Eu tinha medo dele ir sozinho, né, e acontecer alguma coisa, é aí ficava falando para ele, o Bruno tá aí o ônibus, você já tá chegando, liga para o Bruno, se ele não tiver te esperando, ele tá esperando, não, mãe, ele já tá aqui, ó, já vi ele já. Toda aquela preocupação, né, com ele. Aí foi que você veio, né? A gente se conheceu e a amizade de vocês, uma coisa muito

bonita, né? Uma amizade bonita deles, né? É todo interesse, eu só quero um dinheiro só. Eu quero a fama de de bastante. Exato, eu falo. Assim, né? Como vocês se conheceram? Ficaram assim amigos, né? Amigo e irmão, né? Pela. Internet, né? A gente fica com medo mesmo, é? Você acha que eu IA matar o Bruno quando ele veio aqui? Mãe fica em? Segunda eu vou. Eu vou na casa, na casa do Vênus. Ele é Vênus de um rapaz que eu conheci pela internet. Então, AI meu Deus, não, né?

Não foi só eu, né, eu também. AI, Gabriel, não vai não, filho, né? Não sei, né. De repente chega lá, não sei como é que é, né? E hoje, se eu falar que eu? Vou Ah, hoje se ele fala estou indo, né? Foi. Isso que o Bruno veio, né, a gente conheceu ele e tudo, né? É. Fica é brincalhão, tudo, né? E naquele ficou pouco também, coitado. Eu não tinha muito conforto naquela época. O dormia lá no quarto, né? Lá no chão ainda, né? Então, depois que passou para cá tem esse espaço, né?

Chama ele pra vim de novo, então? É, pode vim a hora que quiser. Se a senhora vier pra cá, eu vou aí de novo. É verdade? É truco, truco, truco. Escapatória. É. Vamos encerrar com umas perguntinhas ou? Não vamos? Vamos, vamos, eu acho. Eu acho legal encerrar com umas perguntinhas. Eu, eu acho legal. É tipo assim? Não. Eu acho, tipo, legal você ter você perguntar para a su e você e eu perguntar para mim, porque aí a gente pergunta coisas

nossas, tipo, Ah, entendeu? Eu vou fazer uma pergunta básica para garantir ponto. Só que eu acho que minha mãe vai errar. Qual é a minha data de nascimento? Ué. Oxe. 31. Ela vai errar? Do 8. De 2004. 2003, certo? Aí. Já o cara roubou, então pronto, tá também. Então é. Não, tudo bem, pode perguntar é porque eu achei que ela IA errar, porque ela confunde a minha, a do Rafa, entendeu? É ainda dá uma confundida. Às vezes tu já falou assim eu em 96, né? Eu falei, não, 2003.

Mas o Rafa também, não sei de 96. Também não, então não sei de onde ele tirou 96. Ela confunde às vezes. Vai, fala, não vou nem perguntar. 25 do 3 e 90 e. 6 essa aí foi para fazer? Ponto, tá bom? Bom. Então cadê o jogo, né? Perfeito. Quem ganhar vai ser a melhor mãe. Sacanagem. Vamos, mãe, qual é a minha comida favorita? Já vai pensando aí? É sua mãe. Tem mais tempo de pensar, Hein, ó, não vai inverter depois, mas é minha favorita. A que eu falo é essa aqui. Ó o prato favorito cheio.

Carne moída de molho, você não reclama? Come todo dia se fizer. Carne moída, então, tanto de olho como um. Não também. Mas A Favorita é estrogonofe. Eu prefiro mais estrogonofe. A senhora perdeu o ponto? É aí. Eu falo que eu vou fazer estrogonofe o. Estrogonofe é bom demais, não, eu como lá com um burro. Quando é estrogonofe, tem. Aí eu como ali, ó, Mano, eu importo, sorvete. Eu acho que vai umas 300 g ali e 2 tem e veio. Como aí pode?

Batata palha, 300 g. É. Fora. E 1 l de Coca-Cola é essa minha refeição? A senhora errou, Mano o. Do Bruno, é? Frango não, mas o prato completo. É parmegiana. Não o prato. Errou. Também. Errou também, não, não, não, não, não, ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó. Tá se preciputando? Quer falar o prato compatível assim, tal coisa, tal coisa, tal coisa, tal coisa, tal coisa, tal coisa. Tipo assim é que eu quero? Arroz, batata palha e estrogonofe. Isso aí, qual é o meu prato favorito?

Que tenha tal coisa, tal coisa, tal coisa e tal? Coisa, arroz, feijão e frango. Aí, mas qual frango aí você gosta? De frango, não, mas que tipo? Errou não, 2 vez, 2 vezes. Eu sei qual é frango grelhado. Tá. Vendo. É não eu. Gosto muito de parmediano, meu nome é favorito, eu. Comia parmediano aí é verdade, eu comia parmediano aí também quando eu fui a. Última. Vez. É o Gabriel todo dia se fizer carne. Moída, e como tá? Agora vamos inverter.

Beleza. Elas fazem uma pergunta sobre elas pra gente que é final dia delas, né? Perfeito, comece com a sua. Mãe. Pode perguntar, tipo assim, qual será? Qual o seu filme favorito, seu livro? Favorito pode ser, tipo assim, o Bruno, pra ficar melhor, você pergunta pra mim sobre a minha mãe? Fechou, então? Eu começo, eu quero saber qual é o filme favorito da sua mãe? Nossa, é difícil porque porque

minha mãe é zero de filme, né? Tipo assim, acho que minha mãe deve ter visto 3 filmes na vida e tipo, foi todos comigo. Aparelho com a minha mãe também, que eu tô pensando. Que eu lembro, que eu lembro de ter visto com minha mãe no cinema a fuga das galinhas, que eu era criança, que Ela Foi comigo, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban. Bom, ela não entendeu nada, é EE Mano, já adolescente, eu queria muito viver. Guerra Mundial Z fui eu. Fui com ela, com minha mãe e com meu pai.

E minha mãe achou muito engraçado, do jeito que o zumbi fazia. O quê? Você lembra que você chegasse? Ele ficava batendo Dentinho assim. Mas eu acho que não vai ser nenhum desses 3. Acho que vai ser algum filme que você assistiu mais nova, só tentando dar dica. Eu não sei real, não sei algum filme tipo. Mais. Antiga, assim tipo aquele filme do John Travolta. Eu acho que. Eu não sei, eu não sei, eu não sei, não sei o que responder. Você tem algum filme favorito? Estou assistindo.

Série agora? Então tá, pode ser série. Pode. Eu acho que você que foi ela, tá? Aqui, ó, essa aqui. Ó, eu sei que ela tá assistindo The Vampire Diaries agora, mas não acho que seja favorito dela. Eu acho que a série favorita dela vai ser uma que eu apresentei chamada a tipical do menino autista que gostava de pinguim. Mas é a sua favorita, qual? Que é nossa, você IA amar conversar com a da Hebe, que ela só fala disso aí também, então

vocês 2 IA ter. E. Nossa, ela ama, ama, ama os irmão party da hebes. Errou? Então se perguntar de filme? Eu não lembro o nome, mas sei qual filme é. Mas ela sabe as vezes você. Lembra, mas na hora? Que eu falar, ela vai falar é realmente é esse? Tá, então vou perguntar outra coisa, então, então. Deixa eu falar do filme favorito pra. Ver se é esse mesmo? É um filme, quem fez foi o mesmo ator de Fort Gump, como ele chama. O Tom Hanks o. Tom Hanks, que ele é, guarda de

uma prisão e tem um cara. À espera? De milagre a espera de milagre, não é? Milagre. Ela assistiu 697 vezes e assistiria de novo, se fosse você perguntar, eu tava com isso na língua que ela? A língua é tão legal que eu sei é isso, eu sei que ela consome. Beleza, não? Necessariamente a música. Mas qual tipo banda cantor que ela mais gosta de ouvir? Ela tem, tem. Um cantor favorito gospel. Porque já que ela canta bastante. No seu tempo não fala nossa a

chance de eu não souber nenhum. Mas tem. Tem. Nossa. Tem é a senhora gosta? Ou algum cantor que a senhora? Gosta? Um Amado Batista, sei lá, qualquer coisa. Pode ser pra hoje? Viu? Até domingo é que minha mãe não consome muitas coisas, tipo assim, de música, ela escuta a. Música. Mas ela não sabe o nome, entendeu, eu acho. Qual música que ela mais canta então? Nossa, atualmente a música que ela mais canta é nossa, você estava com uma música, um

cabestel, onde não acredito. É. Aquela que fala é. Qual a bateria? Não lembro, Mano. É aquela que canta assim, ó, geração eleita. É como é que é? Essa é uma música de igreja que ela só canta é eu. Vou pegar o carregador que tá acabando, o celular da bateria do celular da minha. Mãe, mas vai falando aí? Acabando o celular da? Bateria. Eu sei, eu sei que minha mãe, ela não, não vai ter coisa favorita. De de porque você, a senhora não sabe o nome da música, a senhora só escuta.

É só escuta. Qual que é o teu cantor favorito? Eu procuro. No No celular, né? Ela. É igual ela. É igual, tipo assim, ela tá aqui, tá cantando. Se você perguntar qual que é o nome dessa música, ela não sabe, mas você vai cantando. Eu sou assim também. Hum, qual que é o seu filme? Favorito, por favor, é é lá dos vampiro mesmo. Ah, não o filme, mas AA série filme você não tem. Eu não tenho. É hoje, hoje em dia é que hoje em dia a gente é mais conectado com essas coisas, tipo eu e o

Bruno, né? Hoje em dia você perguntar pra qualquer pessoa da nossa idade, qual que é o teu filme favorito? Ela vai saber. Ela vai ter um, né? A gente quase não. Guarda, né? Sem o nome? É isso. E você demorou pelo cinema também, né? Você foi com a primeira vez no cinema. Eu fui uma vez no cinema, agora depois. De. Velha. Eu também não gosto, Cris. Com 60 anos, Gabriel, eu? Prefiro assistir em casa de boa aqui. Na cama? Tá vendo? Tá vendo? A gente tem muita coisa em

comum. A gente não teria amigo na mesma idade. Nem inteiro. Não seria amigo agora, no momento, assim, é só o celular. Mas a senhora fica no ZAP o dia inteiro, né? Sim. Na hora que eu também fico? Até tarde. No ZAP e no Facebook e eu não sei, o celular da minha mãe é o celular mais alto da face da Terra. Até nada. Então o que eu estou aqui? De porta fechada e com ATV alta, eu escuto o celular dela. E é 3. Cômodos de distância e emite radiação igual o Sol também.

Você vira a mãe automaticamente seu celular. Vai ganhar brilho? Nossa, eu dei uma. Eu dei uma caixinha de som da JBL Pra Ela. Me arrependi tanto, muito alta e ela coloca tipo lá fora, fica alto aqui dentro. E lá fora, na esquina de casa, eu sei que ela está com a caixinha de casa. Tem mais? Uma pergunta aí, não? Eu tenho uma simples cor favorita pra duplicar, entendeu? Faz aí, faz uma aqui. Mas você, você tem alguma cor favorita? Você também tem uma cor

favorita, beleza? Nossa, 100% no chute vermelho, sei lá. Não é vermelho. Lilás Ah, não. Ô louco, irmão boa. Não é, mas ninguém fala, tipo nunca. Quis, né? Assim, se eu chutasse todas as cores, eu nunca IA chutar lilás. A cor da minha mãe é fácil. É cor? Vermelha. Mas você não respondeu? Tudo que ela puder pegar vermelho, ela pega, se eu, mãe, eu vou te dar uma arefry vermelha, vou dar um tiro. Vermelho. É vermelha qualquer, qualquer coisa. Não é? Nossa, é preta.

Mas se eu for, você dá uma vermelha. Ah, vou te dar um aspirador de pó vermelho. Alô. O louco. Quer ser só quase preto? Alô, alô, alô. Preta. Alô, mundial, faz o. Vermelho aí, pior que tem a vermelha. Já vi vermelha é vinha ainda é linda, é linda, é linda. A minha cor favorita a senhora acha que é preta? A minha cor favorita? A senhora acha que é preta? É porque você só compra preta. Roupa preta compra camisa preta. Parece que sempre tá com a mesma.

A mesma camisa é assim. E porque você tem só preta? Tá brava comigo? É que AA roupa que eu gosto. A cor que eu gosto não dá para usar em camisa. É roxo, é roxo. É roxo, tá vendo? A gente seria muito amigo, Cris. É. Uma época não teria muitos. Amigos. Melhores amigos, o meu é roxo, mas é roxo. A minha cor favorita também vai errar, porque não ela vai errar. Eu sei qual é eu. Acho que é verde. Ó, lá ela vai. Sabia que ela errar, porque, tipo assim, era. Né, mas você só usa preto

também, é? Eu sabia que você IA falar verde, porque, tipo assim, durante uma boa época da minha infância, eu falava que era verde, mas acho que hoje é. Nossa, que cor triste Bruno. Nossa assim velho. Que menino triste. Eu também acho triste. Mas tem 50 tons, é muito tom. É o mais claro, o mais escuro, né? É. Que pra roupa preto é mais fácil, né? É roubado? É, entendeu? Mas não dá pra imagina você indo com um short roxo. Se eu fosse dar uma camisa Pra Ele?

Não pra camisa. Eu gosto de preto, só que é o meu teclado. O meu teclado é roxo. É o meu também. É primeira vez que eu tô sabendo que. Você tá? Brava comigo porque eu eu não gosto. De preto. A cor preta a. Coloração. Porque não tem como ele falar que não gosta de preto, a namorada dele é isso, é isso. A daí é depois das. Eu falei Pra Ele que a minhas netinha vai ser tudo do cabelinho assim, tudo do cabelinho assim, porque ele tem o cabelo enrolado.

Ela, ela vai escurecer a família, né? Vai, ela vai. Escurecer a família e você vai falar? Que. O Léo, que o Léo é Negão também. O Léo é o único da família. Seu filho vai ser mais negro que o Léo? Vai ser mais? Eu acho que vai, acho que vai ser mais negro. Nesse cabelo vai ser aquela. Aquele do próprio Gabriel é, já é? Eu tenho uma pergunta boa, qual é o meu super herói favorito? O. Meu super herói favorito é. As mães tem. Que acertar também o pátio?

Eu acho que ele menos gosta, acho o Homem-Aranha. Não, mas foi. Bom. Chute bom, chute e o do Bruno. Legal que tipo assim? Homem de fé. Eu estou desistindo de Lanterna Verde que? É que isso? São Lanterna Verde, mas não é o Lanterna Verde. Não, não. Ah, mas eu sei porque você falou por causa do meu Monte de ferro gigante que eu tinha lá. Não, não é? Cadê você deu? Qual que é, Bruno? Mano, é o Batman, maranha acho que os 2. Ó lá, você acertou do Bruno.

Você tinha, não tinha um Batman que tem aquela capa nas costas? Isso. Aí é do livro do Bruno, Mano. Lembra? Mas você lembra que você queria um hominho com uma? Capa queria tudo, podia ser o Batman, qualquer coisa, certeza que era o Homem-Aranha vestido de Batman. A senhora tem capa, né? Tem capa, Batman. Sua mãe tem um livro favorito? Não, minha mãe tem pouca coisa favorita. É a bíblia. Pergunta a personagem de bíblico

favorito, filho aí? Personagem bíblico favorito, sua mãe, personagem bíblico que ela mais. Gosta Salmo, ela gosta muito de Salmos. Ela canta, ela fica cantando o. Salmo quando eles me dá oportunidade na igreja, eu sempre escolho um Salmo, falei. Qual Salmo você sabe de cabeça então? Ele é um Salmo, senhor e meio pastor, nada. Mas aí todo mundo é isso, é? Padrão, isso é clássico. Não, ela tá. Nervosa, ela.

Quando você tá nervosa, você joga o seguro, você tá nervoso, você arremessa ou você faz um passe? Eu faço bandeja, né, nenê, um dos 2? Então. Mãe vai, qual que é o meu jogo de videogame favorito, então? Não fazem ideia, não. Filme ou Sério pra gente encerrar, eu acho. Acho que ela vai saber é ou Sério ou desenho qualquer coisa. Qual que é o meu filme favorito? Desenho. Desenho favorito vai porque infância, desenho. Desenho. Você não vivia caçando Pokémon?

9 mas isso aí à noite, isso aí é quando é isso aí, já é adulto já. Isso aí é hoje em dia. Meu desenho favorito era o. Scooby-Doo. Não é minha mãe. É obrigação saber, tipo assim, vai acabar AA relação mãe e filha aqui se ela não souber. Vai e. Eu sei como é o do Bruno. Desenho. Tempo na tela. Desenhos. Qual o quão longe eu posso ir na dica? Ah, pouco longe, que é fácil. É muito fácil, mãe, então assim, hoje em dia as crianças não vê mais. É hoje em dia as crianças não vê

mais? É uma dica permitida. É permitida? Não. Mas você fechou o chute. Chaves, não. Chaves no desenho, é óbvio, é óbvio. Eu vivo, eu vivo com uma pessoa que também é uma pessoa que gostava muito. Desse desenho? Também não, não é desenho. Não é desenho também desenho, não. Ah, Pica-Pau, Ah. Somente Pica-Pau aqui, ó, Pica-Pau era. Bonzão, né Mano? Acabou, acabou a. Relação então, qual que era o seu desenho favorito? Não tinha energia meu não. Não, mas ela tinha, na verdade.

Quando será que ela não tinha energia? Nossa senhora não tinha, não tinha desenho. O que o que você gosta de fazer quando era não? Ah. Você tinha que trabalhar, nem brincar podia. Se fosse triste? Chegava, chegava da meu pai, plantava a roça, chegava da escola, tirava o uniforme, IA pra roça. Não. Tinha nós. Não teve infância, brincar nada. EE estudar também não fazia até o quarto ano, só tirava diploma e já era. Não tem como hoje, né? Hoje vocês só estuda no.

Eu nasci aqui. Não, mas é que ano? 63. 63. Eu nasci aqui mesmo. E Novais hoje é o clube lá, eu nasci ali. Como é que chamava? Era uma casa velha lá. Novais não era. Não era a cidade, Vila ou fazenda Novais. Não tinha tamanho de município. Mas na região da senhora parece o quê? Nós pertencia para tabapo. E no RG da senhora está o quê? Nasceu aonde? Aqui não vais, não vais não tabapo não. Não, eu nasci aqui, não vais, nasci em casa aquele tempo. Tinha.

As parteira e os filhos nasci em casa, meus irmãos, tudo nasceu em casa e eu também nasci aqui. Só que eu nasci aqui na cidade e já não, né? E nascer em outros lugares? Eu tenho uma pergunta. Boa. Animal favorito da sua mãe? Cachorro, cachorro. Cachorro. Cachorro, pelo amor de Deus. Não é possível ela. Fala não, eu curto muito. Não porque ela ela criava tatu. Tatu. Tatu não criei não só. Ela tinha um tatu, é como eu.

Falei, ela criava, eu imaginei que ela tinha um criadouro de. 50. Tatu. Como? Que. Mova. O tatu. Nossa gente. É. Nesse clima? Esse episódio está sendo cancelado. Aconteceu. Aconteceu que ele veio num num caminhão de Terra aqui de frente que tava construindo. E naquele caminhão de Terra veio 2 tatuzinhos desse caminhozinho. Não tinha couro ainda, pele ainda, sabe o olhinho fechado, 2 coisinha Branquinha assim, parecia 2 rato. Aí o homem da frente falou,

olha, veio 2 tatuzinhos aqui. AI eu já corri lá e já pedi, Ah, me dá, me dá eles. Aí AA menina da vizinha quis um, aí eu di um Pra Ela, fiquei com um. Aí eu criei ele no contra gota, dava leite Pra Ele no contra gota. Aí ele foi abrir o olhinho, criou o casquinho dele, né? E eu criei um casa hoje. Em dia ele tem 1 m e 89 se chama Fernando. Eu gostei muito dele, muito. Eu dava muita comida Pra Ele. Ele engordou demais. Ele ficou obeso, ele não

aguentava andar. Ele arrastava a barriga no chão. Virou ferida, sabe? Ele se arrastava no chão. Aí virava ferida e o bichinho tava no sofrimento danado. Ele. Tava muito gordo, obeso, que tratava demais. Ele tava obeso, foi fazer projeto kariane lá pra emagrecer. Só que ele pintou que nem um cachorro. Você acredita que eu IA na casa da minha mãe assim que o quarteirão daqui e ele IA atrás de mim? Que nem um cachorro? E andando.

E eu chegava levava 2 horas pra chegar lá, porque todo mundo no caminho parava pra ver Ah, mas isso é um pra tudo, acredito. Como que ele é manso assim? Eu falava, é. O pingo. Chamava de pinguinho. Depois ele cresceu tanto e engordou muito e. E aí meu irmão falou, Ah da ele. Aí nós come ele. Eu falei, AI. Eram outros tempos. Aí levou o Agostinho, aí eu não quis nem ver. Um dia, nem um dia. Vocês leva ele a hora que eu não tiver em casa. Moral da história?

Mas antes disso, ele fez uma cova no banheiro, na parede. É, ele cavou. Cavou a parede do banheiro do quarto, ele dormia debaixo da cama minha, debaixo da minha cama. E ele chegava a gente. Ele tinha ciúme de mim. Ele IA pra querer morder as pessoas porque tinha ciúme de mim. Então, muita gente. Em São Paulo tirava foto. Tudo porque não, não acreditava que era um tatu, né? Como que eu tinha um tatu em casa, né? Mas eu criei no contra gota, Hein? Tem. Caminho de Paca todo caminho

dentro. Eu tatuzinho na mão. Sua mãe? Só que foi teve 11 trabalho. Meu irmão levou ele e comeram. Ele não. Quis ele pedir essa parte, não é? Ó, era outro. Tempo. Seguinte reeleições desse episódio, não bata no seu filho. Não bata no seu filho. É, não tem filho se você não tem energia. Não crie tatu. Não deixe de tatu obesa e não coma ele. Hoje é crime, hoje se matar um tatu para comer. Não provavelmente naquela época. Provavelmente, provavelmente só

para cometer um crime. Ainda não é legal que meu vizinho da frente chama tatu, então? Eu. Acho. Que é isso então, né? Vamos encerrar falando que. Feliz Dia das Mães para nossas mães, certo? Nossa, mas ganhou o dia aqui agora não só para as nossas mães, para todas as mães do Brasil. Acho que ele tá tirando a foto. Não, não tira o print aí, meu, não tira o print aí nossa pra mim tirar aqui? Ô um abraço pra todas as mães, Brasil.

Um beijo, certo? Se você tem mãe viva, se você se dá bem com ela, Passa Tempo com ela nesse Domingão. Você nem que está fazendo aqui ouvindo podcast hoje, vai ouvir amanhã, né? É pelo amor de Deus. Vê, não quero quer falar alguma coisa pra sua mãe? Quero, quero sim. Quero sim, quero sim, quero o primeiro aí. Parabéns a todas mães, né? Que ser mãe é difícil, é um trabalho difícil.

Parabéns Cristo, por ter criado o Bruno Alessandra 2 ser humanos incríveis, gente boa, amo os 2, amo você também, é você, faz parte da minha vida, você mora no meu coração, tá? Beijão pra minha mãe. Não tem o que falar. Minha mãe, que foi a pessoa que me criou, foi a pessoa que fez tudo por mim, continua fazendo. Quando eu tô passando perrengue,

ela fala, ó, toma aqui, ajuda. Quando eu falo, mãe, não sei o que fazer, ó lá, aqui, ó. E eu queria falar, eu tô aguardando essa frase pra esse episódio que eu lembro um dia muito especial aqui. Eu acho que por isso que eu perguntei se minha mãe sabia o que eu fazia na internet, que meu primeiro emprego, eu praticamente fui absurdamente escravizado. Meu primeiro emprego eu trabalhava 14 horas por dia, 1 hora de almoço. Eu entrava tipo meu emprego 5 horas da manhã e saía 11 da

noite, meia-noite, entendeu? E eu trabalhava só por 7 dias. Eu fiz boi na mão, fiz boi no pé, chegava e ficava meia sangrando. E eu lembro assim, mãe, não quero mais trabalhar lá, vou sair. Ela me deu total apoio, falou, não, filho, sai, vai aparecer coisa melhor, confia em Deus. E eu lembro, no dia que eu saía, eu estava muito triste, porque é difícil, nossa vida nunca foi fácil, a gente nunca teve luxo, a gente tem que trabalhar.

Né? Então foi difícil sair do emprego que a com tanto custo chato do emprego, mas não tá me falando feliz. Eu lembro da frase que ela olhou pra mim e falou assim, e quem sabe essas coisas que você faz na internet dá certo, que você nem precisa trabalhar, então achei, achei muito fofo que ela não sabia, não fazia ideia do que eu fazia, mas ela assim ainda assim confiava em mim, tipo assim, vai lá, faz o que você gosta, entendeu?

Mesmo que demore. Então sempre que eu penso em desistir eu lembro essa frase que a senhora falou, acho que a senhora nem nem falou pra mim impactar. Mas impactou muito, que eu lembro dela falando com o sorriso e não rola, tipo assim, mas quem sabe dá certo, né? E você não precisa voltar a trabalhar lá. Eu falei, cara, que que legal mesmo, né? Sem saber o que era, ela confiava em mim, então eu tenho

que dar minha vida a minha mãe. Se hoje em dia eu sei como respeitar minha namorada, eu sei como respeitar pessoas, foi ela que ensinou todo mundo fala, sua mãe é um amor, sua mãe é um amor e eu quero ser pelo, se eu for 10% da pessoa que a senhora é pra mim eu já tô feliz, te amo muito. Então. Um bom filho, né? Um bom marido será e um bom pai, né? É um bom filho. Vai ser um bom marido e um bom pai. Um bom avô, eu. Vou ser aquele vô que dá dinheiro aqui se der healps.

O cara, ele acha que vai existir cédulas de dinheiro? Aqui, 10 unidades para você, então. É você é o avô do Pix? Mano, o cara, ele roubou toda a emoção pro final. E nada que eu fale agora vai ser equivalente anão, normalmente eu faço isso, né? É hoje vem minha vingança. Entendi. É, pô, eu quero agradecer minha mãe por ser minha mãe. É é bizarro. Quando você você vira adulto,

você você entende? Tudo, tudo, tudo, tudo, tudo, os mínimos detalhes de por que que sua mãe fez aquilo, por que que ela agiu daquela forma. Aí dá até os erros, você entende, você fala, pô, eu também erraria muita coisa. É acima de tudo que eu quero agradecer Por Ela ser compreensível, eu acho que é, é a principal mesmo que ela não entende, ela entende, não sei se dá pra entender o que eu quero falar. Ela se força a entender, mesmo não fazendo o menor sentido Pra Ela alguma coisa.

Acho que essa é a principal característica dela. Como mãe, eu quero agradecer pela compreensão, mesmo sendo tão diferente do que você imaginou que um filho seria, né? E é isso. É um beijo pra todas as mães. Quero agradecer a bel também por ter criado AO melhor sócio irmão barra, amigo que eu podia ter. E. É isso, um beijo pra todo mundo falar alguma coisa, as mães querem falar alguma coisa. Que faltou? Eu te amo, ele não me falou. Eu te amo.

É. Ele é. Duro. Ele é duro, eu sei que ele é. Eu falo também tem vez que. Eu falo no WhatsApp, o brunão. Eu te amo, viu? Ele não sai. Credo. Ele é meio duro com palavras. Sabe que você é o melhor filho do mundo. E Vênus? Eu acho você o máximo. Eu admiro você. Adorei, adorei conversar com ela. Muito prazer. Espero a senhora. Aqui. Quem? Sabe um dia, né? Obrigado por ter me convidado, né? Fiquei muito. Honrada por isso. Tá? Fazer parte aí dessa live, né?

Com a sua mãe. Você é um menino de ouro, né? Um menino maravilhoso, viu? Que bom. A gente pode conhecer, teve o prazer, né? Te conhecer. É 5 estrelas. Segue aí, é nós. É, gente, ó, dá 5 Estrela pra gente, aí tem tanta Estrela no céu, tá? A gente precisa da avaliação para o podcast subir e falar, nossa, esses meninos são bons. Vamos dar milhões de reais para ele, é isso que eu quero. Os meninos são ótimos sírios. É exato. Tá vendo aí, rapaz? Ô, Cris, um feliz Dia das Mães pra você, tá?

Pra você também? Isabel, com muita Felicidade, tá? Pra nós? Todos essa mãezona que você é, né? Carinhosa né, que a gente dá pra o. Bruno, é difícil pra aguentar. Obrigado por ter cuidado do meu menino aí, ter feito tudo por ele, tá? Eu agradeço, viu? Feliz Dia das Mães pra você também. Obrigada tudo que você fez aí por ele. Tá? É me engordou muito, é mediana. E ele veio falando, nossa comida lá era maravilhosa, margueira tudo muito bem.

Então é isso, essa, essa. Essa foi a nossa homenagem para as nossas mães e para todas as mães dos ouvintes. Aí eu me despido, tchau, tchau.

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