1831 - ROMEU ZEMA - podcast episode cover

1831 - ROMEU ZEMA

May 01, 20262 hr 3 minSeason 1Ep. 1831
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ROMEU ZEMA é ex-governador de Minas Gerais. Ele vai bater um papo sobre sua carreira e seus planos para o futuro do Brasil. Já os planos do Vilela para o futuro incluem visitar o Pateta.

Transcript

Olá, terráqueos! Como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Vilera, está começando mais um Inteligência Limitado, programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte. Do apresentador que vos fala, sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais presidenciável do que a mim, do que a sua. Lene, quantos anos você tem? Eu tenho cinquenta. Puxa vida. Pode ser o presidente. Já dá. Cuidade mínima, né? O bigoda que trabalha aqui, tem 20 anos.

nosso amigo aí do lado, o Homer pode também. Só se for do playground. Tenho 38. 38. Nasci em 1970. É. Mas parei de contar no 38. Pô, devia ter feito isso, cara. Não, para. Você estaciona no número e não vai contando mais. Cara, para não se quiser. É constrangido de passar a mim. Depois perguntar a idade do Zema aqui, mas antes de falar com ele, como é que o pessoal vai participar e como é essa corrida para a presidência, a gente está fazendo o mesmo padrão para todo mundo.

Muito de perguntas, a gente vai nivelando. Exatamente. Essa com pergunta, como? Aquela perguntinha é mais de boa, na mãe. Elimina como? Sem dó. Sem dó. Foi assim com o Flávio. Vai ser assim com ele. Renan tá marcado. A assessoria do Lula tá marcando com a gente. O Lula quer ficar por último. Eu acho. Tá demorando pra marcando. Acho que é pior, hein? Porque bate o pênalti por último. Porque todo candidato quer ser o último. O Renan também queria ser. Eu quero ir depois de tu. Não.

Quem bate o último pênalti... Tem que fazer, né? Lene, então como que o pessoal participa aí? É o seguinte, você manda pra cá o seu superchat, tá bom? Com a sua pergunta ou com o seu comentário. Eu vou pedir pra você se inscrever no canal, se tornar membro, dar like nesse vídeo que é muito importante o seu like. E outra coisa que você deve fazer também é o seguinte: compartilha o link dessa live com seu amigo, com seu vizinho. Vou falar uma coisa.

Já falaram, os pré-candidatos falam aqui e eu concordo: é a eleição mais importante da história do Brasil. Não sei se o Zema concorda. Cara, situação que a gente tá... Depois da extração do mundo. As mudanças de paradigmas que vão acontecer no mundo. Se o Brasil não encaminhar agora, perdeu essa chance de novo. Vai ao racha. Então, presta atenção na hora de votar, presta atenção nesse papo e papo com todos os pré-candidatos aqui, porque é a eleição que vai mudar tudo, hein?

Tomando pergunta. Seguinte, também quero antes de falar com o Zema, quero falar com você, galera. Rapidinho, antes da gente fazer o episódio, deixa eu te mostrar uma parada que pode ajudar bastante. Principalmente se você já pensou em fazer concurso, mas ainda tá naquela fase meio travada, sem saber direito por onde começar. Que a gente está aqui para ajudar, porque acontece com muita gente isso, né, Lê? A pessoa até quer entrar nesse mundo, mas tem aquela dúvida básica.

Tá, mas qual concurso eu procuro? Será que tem alguma coisa perto de mim? Ou então por onde eu começo? E foi pensando nisso que o Estratégia Concursos, que é parceiro nosso, criou o radar do Estratégia. Ele é basicamente um mapa dos concursos. Em vez de ficar caçando informação solta e tentando montar esse quebra-cabeça sozinho, você entra lá e olha as oportunidades de um jeito bem mais claro. Tem como colocar na tela pro pessoal? Esse daí é um mapa, tá vendo?

Todos esses pontinhos aí são concurso. Exato. Esse é o radar, então, de estratégia, o mapa que reúne concursos do Brasil inteiro. Então você está assistindo, como que faz? Aponta o celular. Para o QR Code que está na tela ou o link está na nossa descrição. Fechou isso. E aí vai direto pra esse mapa, né? Pro radar. Ó, também eu quero falar com você que tá cansado com aquela.

Aquelas roupas que incomodam, né? Que não são legais de usar, né? Olha, e essa é a roupa que te limita. A solução é a nossa parcerona Insider. Roupa para reduzir o atrito da rotina. Usa o nosso cupom para descontos especiais, muito especiais, não é isso? Exatamente. QR Code na tela e link na descrição e bora pra... Pro Papo, Zema, seja muito bem-vindo.

Tá, mas a gente tá há bastante tempo tentando marcar e calhou bem no momento mais complicado aí. Não sei. Podemos falar tudo aqui, porque está tendo uma briga aí com pessoas poderosas aí, hein? Seja bem-vindo, Simão. Primeiro, um prazer estar aqui com você, Vilela, com quem está aí nos acompanhando. Sotaque aí, Lene, eu eliminando. É gaúcho? O que é? De algum lugar.

Mas eu já quero pedir para você e para quem está nos acompanhando que avalie se o que eu falo é inteligível, é compreensível, não, porque lá em Brasília tem uma galera que não entende o meu mineirês. Falaram que o que você fala é próximo ao português, mas não é, né? E eu não estou tão longe da sua terra natal, Penápolis. Napolis. E ali fala bem semelhante ao Triângulo Mineiro, ao sul de Mineiro.

É só ver a Sabrina Sato como ela fala. Aquele é como o pessoal de Penápolis fala. É porque eu não saí lá muito cedo. साइं बिर्बी Ah, B. Então sei, só. Só nasci lá. Mas seja bem-vindo. Para quem não te conhece, Zema, se apresente para quem não te conhece. Como alguém que não te conhece, você se apresentaria. Bom, sou um mineiro nascido em Minas Gerais, tenho 61 anos, nasci em Araxá.

Desde que eu aprendi a contar eu trabalho, comecei separando parafuso, porca, arruela para o meu pai, enquanto ele vendia as peças complicadas. E a minha vida foi dedicada toda ao negócio da família. Acabei frustrando o meu pai, que ele queria que eu fosse trabalhar com ele em concessionária de veículos, mas eu fui para o varejo de móveis eletrodomésticos. Fiquei 30 anos rodando Minas Gerais, dirigi mais de 2 milhões de quilômetros, abri lojas em 470 cidades. É real. 2 milhões de quilômetros.

Eu troquei de carro 20 vezes a cada 100 mil quilômetros. Era o procedimento da empresa. Mas durante 30 anos, é a sua idade que eu dirigi, entendeu? Quando você nasceu, eu estava dirigindo. eu achei legal que ele acreditou Obrigado, obrigado. É o seu tempo de existência, mais ou menos. E em 2016 eu resolvi sair da empresa. Eu sempre fui um estudioso de gestão e todo.

Livro de gestão fala: a missão do gestor só está cumprida na hora que ele sai e o negócio continua rodando tão bem ou até melhor do que com a presença dele. E o negócio está lá hoje, gera mais de 5 mil empregos diretos, sem considerar os indiretos, e coincidiu do Partido Novo surgir, eu ser convidado. E acabei por indignação, por inconformismo entrando na política devido a petrolão, mensalão, lava jato. Aquela roubaleira, corrupção e a recessão de 2015-2016.

E, contrariando tudo e todos, fui eleito governador de Minas em 2018 e terminei agora esse meu ciclo- o primeiro ciclo político. Há 40 dias, quando eu passei o governo do Estado para o Matheus Simões e entreguei para ele um Estado muito, mas muito melhor mesmo. Do que aquele Estado quebrado, arruinado, arrasado que eu recebi do PT em 1o de janeiro de 2019. Então, fico muito satisfeito.

E está mostrando que dá para fazer uma gestão pública diferente, Vilela. Apesar de Minas ter 300 mil funcionários, adivinhe quantos parentes eu levei para trabalhar no Estado. Zero. Nepotismo zero? Nepotismo zero. Adivinha, quantos parentes meus têm com? Nem amigos, levei gente competente. Eu acredito que é nesse tipo de... Parênteses tem contrato? Você ia falar?

Zero também. Ninguém se beneficiou devido ao meu cargo de governador. Então é exatamente o contrário do que a gente está vendo lá em Brasília. Para mim, política é só despeito. Eu sou um voluntário, tudo que eu recebo. Como salário de governador, eu dou para instituições, principalmente para a. Eu vou perguntar muito sobre o que está acontecendo em Brasília também.

Então eu fui para a política como missão, como vocação. Eu falei, a vida me deu tanta coisa e eu quero mostrar que é possível melhorar Minas Gerais, que foi Destruída pelo PT e agora quero fazer o mesmo com o Brasil. E seguinte, sempre peço para os convidados aqui que vêm pela primeira vez, presente. Trouxe o meu presente útil para eu colocar no meu cenário. Vamos ver se você vai saber o que é. Aliás, vou te dar sacola para você abrir.

Uma caixa aqui. Não vai pular nada na minha cara aqui, não, né? Não é? I think I'd buy now. Um. Suspensório? Não. Não. É aquelas coisas de sexo lá que as pessoas se amarram. Ô, governador. Não é. O uso é quase igual da cinta livre. It's strange, right? É, Zé, mas é aquelas coisas que o pessoal... Êêê, Zé, o que que é? Esse aí, você põe na coxa e coloca na camisa, é pra esticar a camisa, pra você andar engomadinho. Nossa, eu nem sabia que existia esse daí. Um esticador de camisa.

Prende onde? Na camisa e onde? Na Você vai prender na coxa. É um sucesso. Ah, assina a coxa e prenda na camisa, puxa pra baixo. Você prende dentro da calça, isso fica oculto. No dia que você for num evento Black Tie, que você deve. 다음 영상에서 만나요. Aí você usa. Pra sua camisa ficar assim, ó. Vai ficar desse jeito, Tadinha. vivendo e aprendendo aí.

Seja bem-vindo, então, e vamos pro papo. Eu queria saber: tua infância, como foi? Infância em Minas, o que você brincava, o que você queria ser quando cresces, quando te perguntavam? Ô, Vilela, eu nasci numa casa que não tinha nem 40 metros quadrados, uma casa minúscula. O meu pai ficou órfão aos 14 anos de idade. Ganhava um salário mínimo como funcionário da empresa da família. E ele teve uma vida de muito sacrifício. O meu pai era aquele tipo de pessoa que ele só parava de trabalhar.

Na hora que ele ia almoçar, na hora que ele tomava banho e dormia. Trabalhava sábado, domingo, feriado de 1 de janeiro a 31 de dezembro. Mas venceu na vida. E, para mim, esse ritmo de trabalho, que para muitos é algo muito pesado, alucinante, é quase que normal. Porque quando você nasce nesse tipo de ambiente, você parece que se adapta. All right. Eu me lembro muito bem, eu com 4, 5 anos, o meu quarto era aquele que ficava mais próximo da porta da casa.

Muitas vezes um caminhoneiro, quatro horas da manhã, três horas da manhã, batia lá na porta da nossa casa, porque a loja de peças do meu pai era a única que tinha. Que atendia, era uma cidade pequena, e o caminhoneiro chegava lá e falava: Eu quero um rolamento. Na hora que chegou. Ele precisava seguir a viagem. E eu sempre tive o sono meio leve, muitas vezes eu é que abri a porta.

Antes do meu pai atender a campainha, eu já estava abrindo a porta. E eu ia lá com ele na loja também, igual te falei, para poder separar parafuso, porca, enquanto ele separava o que era complicado. E eu tive uma infância boa, uma cidade pequena, você tem facilidade de juntar os colegas para jogar bola. Fiz um campo de futebol na horta da casa das minhas tias avós. Tinha uma horta lá muito grande, árvores frutíferas, e tinha um campinho meio próximo da linha férrea, que tinha um gramado.

E eu era com os meus colegas menores, então os grandões chegavam lá, a gente tinha 10, 12 anos e tinha um pessoal de 14, 15. E eles é que dominavam o campo lá. E nós, menores, acabamos pegando a enxada, acertamos o campo. Fizemos as traves lá de material de construção reciclado que nós arrumamos e durante uns 4, 5 anos, nós usamos esse campo assim todo fim de semana e às vezes até final da tarde. Uma terra bem vermelha era o terror de quem tinha de lavar roupa depois.

Putz, imagina, coitada das mães, dos pais, quem lavava lá. Субтитры сделал DimaTorzok você também usou Homer, a gente vai saber se ela era craque ou não agora, hein? Se amarrava na canela ou embaixo do tênis? Dava a volta por baixo ou era na canela? Pior que não. Não, era ruim. A regra tem exceção. Nunca fui bom, não. É mesmo?

Era bom, era para organizar a turma, para juntar, fazer campeonato, a gente fazia, cada um, vamos dizer, Cada um dava 10 reais, aí a gente comprava a taça, mandava colocar lá campeão do campeonato, não sei o que mais. A gente apostava tubaína lá no negócio. Cada um dava um dinheirinho e quem ganhasse tomava tubaína. O nosso era uma taça, era medalha que a gente fazia. Então eu organizava e apanhava. Então não p não perdemos um grande jogador, então.

Não perderam o Brasil. Não perdeu nada comigo quando eu abandonei o futebol. Nada, nada, nada. Mas quando te perguntavam o que você queria ser, falava o quê? Ó, eu sempre gostei muito. Quando criança, eu sempre gostava muito de montar modelos. Biãozinho, barco, essas coisas. É, barco. कर दो कर दो Isso, com... Tem pecinho no... Eu até achava que eu fosse ser engenheiro, sabe? Mas eu acho que a vida acaba direcionando alguém para alguma coisa. Eu acabei fazendo GV aqui em São Paulo.

Minha família tinha negócios, eu cresci dentro, fui gostando com o tempo, ajudando meu pai. Eu trabalhei como frentista de posto de resulina anos e anos. Eu sou daquela época em que posto era, por lei, obrigado a ficar fechado no domínio. Verdade, né, Hene? No começo eu não abria fila. Shopping, tinha isso também? Shopping? Eu não lembro se shopping abria. Eu acho que no começo não abria. Não abria nem supermercado, nem... Então, sábado, era o dia que vendia sem parar.

Субтитры сделал DimaTorzok E sete horas da noite era obrigado a fechar o posto. Então, era o dia que eu não tinha escola e era o dia que eu mais trabalhava. Eu ficava o dia todo lá no posto, parava um pouco, às vezes depois do almoço, para jogar lá um pouco de futebol nesse campo. Mais quatro horas eu já tinha tomado um banho e já estava lá para poder ajudar. Então, aqueles carros que você conheceu, eu sei até hoje aonde é o tanque da Kombi. Do Maverick, do Opala, do Chevette, do Passar.

Qual foi o seu primeiro carro? यह यह यह यह यह यह यह यह Foi um no vermelho. Chamava de menstrua. Nice. O meu era um verde meio metálico, 1986. Aquele kâmbio duro. E achava que era o Supra Sul, né? Depois eu tive um 1.5, aquele que tinha aquelas faixinhas baixas. Yeah, it's cool. Então nós temos essa coincidência. Primeiro carro, mas aí como que você foi encaminhando para a política? Nunca foi sua vontade. Então, Vilela, eu sempre detestei política.

Mas na faculdade você era do centro acadêmico, essas paradas ou não? Não, não era. Na faculdade, a única coisa que poderia caracterizar alguma proximidade minha com a política é que eu organizei, mais uma vez, eu organizei toda a formatura nossa. Eu fui o tesoureiro. Eu é que fui ver o local, eu é que fui ver aonde ia contratar a Beca, eu é que fui fazer os convites. Lidei com a instituição, fui o orador também, então teve algumas sinalizações lá atrás que talvez pudessem indicar.

Que eu poderia ser político um dia. Mas, como na minha família nunca teve ninguém que se interessou por política, eu nunca havia almoçado com um prefeito, com um deputado, nunca tive nenhum contato. Eu falo que o meu contato com o Estado, Até o ser governador de Minas, foi atender fiscais da Receita Federal, da Receita Estadual, do município, do Ministério do Trabalho, do Banco Central, etc.

E para mim foi uma surpresa quando eu me vi entrando na política. E um detalhe importante, quando eu recebi o convite, eu falei não. Porque eu já estava com 53 anos de idade, você mudar de profissão aos 53 anos. É meio arriscado, você concorda? Pois é. O sujeito foi médico. Eu comecei o podcast em 2020, né? 2020, não, 2020, na pandemia. 50 anos, ó. Eu mudei de profissão aos 50 anos. Então nós temos outra semelhança. Tá vendo? Sempre é possível mudar de dar uma mudança de carreira.

Comigo foi desse jeito. Mas eu. E o que te convenceu? O que me convenceu foi o Partido Novo, me chamou e eu falei não. E desde que eu falei não, eu passei a dormir muito mal. E quando eu durmo mal, é porque alguma coisa está me incomodando. Tá mal resolvido. Eu acordava à noite e ficava pensando, eles estão me chamando? Eu sempre critiquei tanto o Estado, sempre achei que o Estado complica tanto a vida das pessoas. Falou, alguém tem que fazer alguma coisa, alguém tem que fazer alguma coisa.

Isso, agora eu estou sendo chamado e não vou. Mas eu fiquei com muito medo, eu achei que eu pudesse estar tendo alguma alucinação. Pudesse estar tendo alguma coisa que estivesse me cegando. E eu fiz questão de ir numa psicóloga para ela me dar um atestado de sanidade mental. Porque às vezes. Sério? Fui e ela conversou comigo lá uma, duas horas, perguntou muitas coisas, e ela falou, não, você só está indignado, inconformado e você está querendo contribuir.

E você nunca contribuiu? Não é questão de mudar de profissão ou não, é questão. E coincidiu, Vilela, desse convite ter sido feito logo, um ano depois que eu saí da empresa, eu estava no Conselho de Administração. Então, com a vida resolvida, filho criado, ganhando ou perdendo eleição, não iria fazer nenhuma diferença para a mesma. E eu fui muito com o intuito de ajudar o Partido Novo.

Você deve conhecer de nome. É o partido mais coerente que tem, é um partido combativo, é um partido que faz tudo certo, é um partido que... Manda para fora quem não segue os seus princípios e valores. Como deveriam ser todos. Nós queremos votar. Mas, se alguém que tem votos não segue os nossos princípios e valores, diferente de outros partidos, a gente coloca para fora. Entendeu? É o partido que tudo é transparente. Nós não temos uma agenda número dois, não.

Então eu fui muito com o intuito de estar ajudando o Partido Novo. E contrariando todos e tudo, eu acabei sendo eleito em 2018. E foi uma vitória diferente de tudo. Porque eu cresci, foi na última semana para o primeiro turno. Até então, eu estava com 12% de intenção de voto. Quem estava em primeiro? Quem estava em primeiro era o Anastasia, depois o Pimentel. E em terceiro lugar eu. Bem distante. Bem distante. Era tipo assim: um tinha 30, o outro tinha 20, eu tinha 12.

Era alguma coisa próxima a isso. E já no primeiro turno eu fui para 42% em primeiro lugar. Foi aquela subida. Eu falo que. Qual foi o fato? Tem alg teve algum fato? Foi uma Eu falo que é mais ou menos igual corrida de Fórmula 1: que tudo se resolve na última volta. O jogo de basquete também, né? São os últimos segundos. Tem muito disso, entendeu? E eu vi isso na campanha de 2018. O eleitor, Vilela, ele só vai se conectar, olhar quem é o candidato na véspera. A gente tá que dia que é hoje? Maio.

¿Estamos trabajando en el feriado? O Zema fez a gente trabalhar no Felipe. É isso. Feriado do trabalho tem que... O seu programa aqui é semanal? É diário. Hãy subscribe cho kênh La La School Để không bỏ lỡ Então tem que trabalhar variado. Mas o que eu ia falar é o seguinte, estamos em maio, né, né, prédio candidato. E agora a galera não está ainda muito. Por mais que se nas pesquisas demonstre alguma coisa, não tem ainda o cheiro mesmo da eleição, né?

Não. Por isso que eu estou te. Vamos pegar o caso da Copa do Mundo. Que dia que o Brasil vai estrear e com quem? Você é tapar? Eu não. Tambina, vou começar a pensar nisso lá pra junho, né? E é o mês que vem. Nós estamos em maio, o mês que vem já é Copa. Eu sei que o Brasil joga com marrocos. Ah, eu nem sei. Está na chave, mas os times que estão também não vejam.

Ele também não sabe, tá vendo? A gente só vai sintonizar com a. Porque a vida é muito corrida, todo mundo tem coisa demais pra fazer, ninguém está preocupado com política agora, não. Então as pesquisas não demonstravam realmente o que era. Quando começou a chegar perto da Exato. E o que aconteceu de muito relevante foi essa virada de última hora. Não é comum, mas acontece. Eu falo que à medida que as pessoas vão conhecendo, elas vão mudando de voto. Por causa da campanha na TV, foi.

Foi participação em debate? A debate também muda muito. Eu converso a língua do povão. Você entende? Eu fui varejista, como eu te falei, eu fiquei o tempo todo da minha vida em cidades de 10, 20, 30, 40 mil habitantes. As lojas que eu inaugurei, que operam até hoje, são em cidades menores. Eu lidei com gente simples. Com quem vai numa loja para comprar uma televisão e pagar em 15 vezes. Eu, seu Zé, é a dona Maria, pessoa humilde, trabalhador, honesto, que paga a prestação em dia.

Que é a maioria do povo, né? Obrigado. A maioria do povo é honesto, a maioria do povo é do bem. Eu acho que a maioria do povo brasileiro é exemplar. Você sai do Brasil, você sente a diferença. De como o pessoal é acolhedor aqui. Yes. Eu vou pedir só para o Lene deixar as últimas pesquisas aí para a gente comentar e falar sobre o seu posicionamento ideológico, você se considera um conservador, um progressista, centro, onde você está nesse espectro? O meu partido é considerado de direita.

Centro direito? Direito. É, mais direito. Nós queremos, Vilela, uma economia central. Queremos que o brasileiro tenha liberdade para investir, para trabalhar, para produzir, acabar com essa burocracia asfixiante que nós temos hoje. Mas somos conservadores na área de costumes, nós valorizamos muito a família, é fundamental o direito à vida, desde que é feita a concepção. O direito à liberdade de expressão, algo que hoje nós temos um governo complicado.

Estamos com um problema em relação a isso, hein? Tem muita gente querendo. Tirar essa liberdade de expressão aí, hein? Exatamente. Então, nós somos de direita e condenamos totalmente aumento de impostos. Tem algumas coisas lá no Partido Novo. O que é proibido fazer? Aumentar impostos. Eu acho que o brasileiro de... Então você não concorda com a política do Haddad? De forma, se é para aumentar impostos, eu não...

Tô fora. Entendeu? Nós não admitimos isso. Outra coisa: combate total à corrupção e privilégios. Não sei se você sabe. Em vez de morar no palácio, que os ex-governadores de Minas sempre moraram, eu fui morar numa casa que eu aluguei. Eu dispensei um palácio. Mas isso gera muito. A diferença é grande de grana que se economiza? Então, era um palácio grande. 32 empregadas, mordomos, garçons, chefes, governantas, 32.

E como ele é longe do local de trabalho, o ex-governador Pimentel do PT ia e voltava diariamente de helicóptero. Brincando, imagina o gasto disso. Eu economizei por baixo, Vilela, no mínimo 3 milhões por ano. Eu fiquei lá mais de 7 anos. Foram, no mínimo, 21 milhões economizados. E exigi o mesmo da minha aqui. Lá onde nós trabalhamos era garçom para todo mundo. Sabe o que eu fiz na primeira reunião com os meus secretários? Dei para cada um uma máquina de café e falei: a partir de hoje a gente.

Serve o nosso café e não temos mais garçom aqui. E fiz questão de dar o exemplo de economia, em vez de ter elevador privativo, Como os ex-governadores também tinham, eu passei a usar o mesmo elevador que o restante da turma utilizava. E eu falo que é até bom que você consegue estar medindo. Como está a cara das pessoas, se elas estão satisfeitas ou não.

Mas falando em economia, claro que eu vou falar contigo, já vi você explicando, mas vamos lá. O lance de aumentar o próprio salário aí, que já te criticaram e eu vi a tua justificativa. Conta essa história aí. Vilela, como acho que a oposição não tem o que criticar, eles pegam num ponto, mas não tem colado muito nada. A tua versão, o que realmente rolou? Primeiro, desde que eu entrei para o governo de Minas em janeiro de 19, tudo aquilo que eu recebi eu doei, principalmente para as

Eu tenho um carinho muito grande com os rapaz, porque quando eu era criança, tinha cinco, seis anos de idade, a pai de Araxá começou. E começaram bem de frente a casa dos meus pais. Então eu me lembro muito bem de ver aquelas crianças diferentes chegando lá, descendo de uma Kombi, e sempre acompanhei de perto o trabalho maravilhoso que a pai faz. Não sei se você sabe, Vilena. Mm-hmm. Muita gente que às vezes Por não ter um atendimento, um acompanhamento adequado, passa a ser dependente.

Mas muitas pessoas que às vezes têm alguma deficiência mental ou física, indo na PAI, passa a ter uma vida com total autonomia. Ele passa a dar conta de limpar a casa, arrumar o quarto, fazer a própria comida. Então as rapaz fazem um trabalho que quem não conhece não imagina como é importante.

Então, esse é o motivo de eu estar prioritariamente fazendo essas doações. A paz de Minas Gerais, é lógico, que é o Estado que eu governei. Gostaria de ter ajudado a paz de todo o Brasil, todas fazem um trabalho excepcional. Então, primeiro, se o salário for 10, se ele for 50, 100 ou 1, para mim, ele não tem nenhuma diferença. Isso foi no segundo mandato que aconteceu, não foi? Foi no início do segundo mandato.

Só dar o contexto, né? Em 2023, o segundo mandato, o Zema enviou à Assembleia Legislativa uma proposta de adesão ao regime de recuperação fiscal. Depois você explica o que é isso. Instrumento para renegociar a dívida de Minas com a União, estimada em cerca de 100. bilhões, caramba! Como chegou até esse valor? Aí me explica depois. O plano previa congelamento dos salários, o funcionalismo por até nove anos, suspensão de concursos públicos e privatização de estatais.

No meu período, você sancionou um aumento de quase 300% do próprio salário e dos secretários e vice-governador e tal, de 10 mil para 41 mil mensais. Então explica desde o. Dessa proposta até o aumento de salari. Vamo lá. Perfeito. Então, primeiro, independente do valor, eu estou doando. Segundo, O salário que os secretários e o governador recebiam antes teve uma redução de 50%, Vilela, em 2007, quando o Aécio era governador.

Não sei se ele queria ganhar a eleição, se ele queria ficar bonito na fita. Ele falou: a partir de amanhã eu estou reduzindo o meu salário e dos secretários em 50%. Entendeu? E com isso, os secretários de Minas e o governador passaram a ter o menor salário do Brasil de 2007 até esse reajuste em 2023. Não houve nenhum reajuste. O que começou a acontecer em Minas Gerais, Vilela, foi que o secretário de Educação de Minas passou a receber menos do que o secretário de Educação de Penal.

Você já viu algum exército onde o sargento ganha mais do que o general? Não. Eu não conheço. Agora eles fizeram isso para inglês ver, porque quem era secretário do Pimentel, em vez de ganhar 7 mil reais, que era o que contava lá, ganhava, era R$70. Através de pendura e calhos, através de retons, e eu gosto de fazer tudo preto no branco. Transparente. Transparente. Hoje, se um secretário.

Se hoje um secretário de Minas ganha 28 mil reais, é 28 mil reais. Antes ele ganhava 7 só para inglês ver, mas punha no bolso 70 mil. Tanto é que em Minas Gerais, Vilela, era o Estado em 22o lugar na questão transparência das contas públicas durante a minha gestão, foi para primeiro lugar. Então Mas e essa dívida de 160 bilhões aqui? Você já deve ter financiado alguma coisa na sua vida. Hoje em dia tudo à vista. Não tem mais nada, de medo.

O único tipo de documento que eu não assinei como governador foi financiamento e empréstimo. Porque Minas Gerais não tem nota de crédito. Eu não peguei um centavo emprestado e não fiz dívida de um centavo. Funciona isso? Explica pra gente, a gente não entende direito. Toda prefeitura, todo o estado, o governo federal, podem ir no banco e pedir linha de crédito. Para quem? Para fazer uma estrada? Não, não, eu sei, mas para a União, quem que impressa? É o Banco.

É o banco. Pode ser um banco privado ou um banco. Pode ser privado também, tá? Vamos dizer, um Bradesco, um Itaú, um Santander. E prestam dinheiro para prefeituras, entende? Analisam. Se o crédito da prefeitura é bom, mas quando eu assumi, Vilela, Minas Gerais estava falida. Já estava inadplente, com tudo quanto é banco, entendeu? Com o governo federal, com Sabe de quanto? Mais ou menos? Vencer. 30 bilhões de reais vencido. 30 bilhões, eu não ganho isso num ano.

Vida, né, Lê? Duas vidas, sei lá quantas vidas. É. Funcionário público de Minas Gerais não recebia 13o salário. Ele aposentava, não recebia a rescisão dele, que ele tem direito a férias prêmios. Te dar aqui um outro exemplo, você vê o absurdo. 240 mil funcionários públicos de Minas Gerais tiveram o seu nome inscrito no SPC Serasa, o seu nome sujo. Porque o governo do Pimentel do PT descontou na folha de pagamento o empréstimo consignado e não pagou os bancos.

Qualquer um que faz isso no Brasil é considerado criminoso, vai até preso. Fizeram isso lá em Minas Gerais, esse absurdo. Prejudicaram a vida de 240 mil funcionários. Eu tive de pagar só essa conta, foi 650 milhões. Dentro dos quase 30 bi. Essa coisa na política eu nunca entendia. As pessoas quebram uma coisa e o próximo cara que assume já começa devendo e assim vai. Devia ter uma responsabilidade você no governo.

Você é responsável pelo seu governo e deve acontecer alguma coisa e você entregar quebrada, para. Agora... Eu tenho 853 testemunhas. São os 853 prefeitos de Minas Gerais. Eles foram assaltados pelo PT. Toda prefeitura, Vilela, tem obrigação, tem obrigação, não tem o direito todo mês de receber parte do ICMS e do IPVA daquilo que é gerado no município. E em Minas Gerais, o PT não fez os repasses integralmente para as prefeituras. Só nisso.

Só dívida para as prefeituras foram 14 bilhões de reais. É muita coisa. Que nós tivemos de pagar durante- atrasado, tudo que se. A Minas dentro da União, como que ele está de arrecadação? Em que ordem está? Imagino que São Paulo é primeiro. Quem é segundo? Segundo é o Rio. O Rio tem uma ajuda muito grande do petróleo. Ah, é verdade.

A população do Rio é um pouco menor do que a de Minas, mas a economia do Rio ainda é maior do que a de Minas. A diferença é pequena. Por causa do que é o que é isso? E Minas tem. Pessoal. Por causa do pré-sal. Mas Minas tem crítica. Está em terceiro, mas crescendo num ritmo mais acelerado do que o Rio. Principalmente o água. O agro e a indústria automobilística, algumas foram para lá, Ajuda. O agro em Minas está crescendo quinze, vinte por cento todo ano. Isso é um crescimento chinês.

Muito em virtude das mudanças que nós fizemos. Por exemplo, pela primeira vez na história, em 2024, e depois repetiu em 2025, o agro exportou mais do que a mineração. Tem gente lá que está brincando que, em vez de chamar Minas Gerais, deveria chamar Agro-Gerais agora. Porque todo mundo pensa em Minas Gerais, pensa. Nédio. O agro tá na... Nério e lá no passado o ouro, né? Que tinha o caminho do. Vou te dar dois exemplos aqui.

Vou te dar dois exemplos que nós fizemos lá, que estão fazendo o agro avançar muito. Antes, ninguém conseguia construir uma barragem para represar água durante o período chuvoso e usar na seca. Secretaria do Meio Ambiente não deixava. MahavaMahavaMahava Barrava a barragem. Tá até rimando. É, era proibido. Comigo, nós viabilizamos um projeto de lei e hoje. Sem dano. Eu falo que ajuda, porque o que acontece no período chuvoso? Excesso de chuva é inundação. Sim.

Varrendo a cidade. Na hora que você deixa essa água represada, você usa ela na lavoura depois. Entendi. E outro ponto também que nós mudamos completamente: levar energia e segurança para o campo. Nós tínhamos produtor rural lá, a energia que ele recebia dava para ligar a luzinha da casa dele e a TV. Se ele tinha um refrigerador lá, Já não aguentava. Estamos no processo de levar energia trifásica para todas as propriedades rurais de Minas Gerais.

E, além disso, melhorar a segurança no campo. Zero invasões durante o meu período. Então, nós fomos um governo. Porque aconteceu... In vazões? Durante o governo do PT, direto. Era um terror para o produtor rural. Pensa bem, você trabalhando. Aí chega um aí e fala: Eu sou um sem podcast. É, eu sou um sem podcast. Eu vou. Yeah. Exatamente. Vai dando ideias. Os caras vão tocar aqui da casa.

Então, é a mesma coisa. Você acha que alguém teria o direito de assentar aí no seu lugar? Porque fala, eu não tenho um podcast, ele tem um que é um sucesso, e agora eu tenho direito, é meu também. Então, zeramos. Então, o produtor rural viu o que dava para investir e a produção bombando em Minas Gerais. Que mais que você notou que precisava ser mudado lá? Que faz parte do seu DNA de governo lá?

Prefeito de comparação, durante o governo do PT, Minas Gerais destruiu, vou deixar bem claro aqui, qualquer um pode pegar os dados lá no Cagédio do Ministério do Trabalho e conferir. De 2015 a 2018, o governo PT em Minas destruiu 210 mil vagas formais. Ou seja, 210 mil mineiros perderam o emprego com carteira assinada que tinham. Durante os meus sete anos como governador, nós criamos mais de um milhão de empregos com carteira assinada. Então, é uma diferença.

Fenomenal, menos 210 para mais 1 milhão. Agora vamos ser sinceros, hein? Coisas que você não fez que gostaria de ter feito durante. Suas gestões. Mas é coisa demais. Sério? Sério? Manda aí. E por que não fez então o governador? Mas deixa eu te dar aqui uma ideia. Eu falo que ser governador é ser. é entrar numa máquina de frustrações. Sério? Sério. Tem muita coisa que te impede de fazer as coisas, não é só canetar lá? Muita coisa depende de assembleia, depende de orçamento. Dá um exemplo.

Ah, eu queria ter recuperado todas as estradas de mim. Estão ruins? Melhoraram muito durante a minha gestão. Nós tínhamos 35% de estrada ruim quando eu cheguei. Quando eu saí era 9%. Quem quer a prova aí? É aí, você enfrenta dois problemas. Primeiro, você tem restrições orçamentárias, que é falta de dinheiro. Tem um, já vem definido quanto você pode gastar pra cada coisa, é isso?

Não, você pode estar todo ano revendo o que vai para aquilo ali. Mas, além de restrição orçamentária, você tem restrição operacional. Vamos dizer que você tem um milhão, eu falo. Eu quero que você faça uma casa até a semana que vem. Você tem braço suficiente? Então, é a mesma coisa. Entendeu? A restrição operacional é você não quebrar. Para poder suficiente. Então, Minas e todo o governo. E não tendo o braço suficiente, fica mais caro, porque aí. Demora mais. demora más

Demora mais para fazer. Então, eu falo que eu gostaria de ter feito 5 mil coisas e fiz 2 mil. Mas os governadores que me antecederam faziam 50 só. Eu nunca vi um político aqui falar mal da gestão anterior. Ele é o primeiro que fala mal dos outros. Normalmente o pessoal elogia muito, né? O pessoal que vem antes dela. É incrível! Mas o que mais? oposição ou seja. Você vai... Yeah. Exato, exato. Mas o mais que tem que ser feito lá? Educação, saúde.

É, eu tenho orgulho de falar que eu reformei mais de 2.500 escolas. Minas Gerais tem 3.600 escolas. Nós tínhamos escolas lá que estavam literalmente desabradas. Abandonada. Tinha salas de aulas interditadas por causa do telhado. Tinha. Um governo que não pagava salário, ele ia ter dinheiro. Para fazer estrada, reformar estrada e reformar a escola?

Ano passado, aí eu falo com muito orgulho também, inclusive recebi lá um troféu muito bonito com o meu nome, Minas Gerais foi o estado do Brasil que mais avançou na alfabetização. E o mais importante é avançar na alfabetização. Você sabe por quê? Porque a alfabetização é o alicerce. É a base. Gente boa, meta para cumprir, escolas mais bonitas, merenda boa. Você não tem ideia da porcaria que era a merenda na época do Pimentel do PT. Era uma água.

Com arroz, que eles falavam que era uma canja de galinha. Água com uns grãozinhos de arroz. Poxa vida. Professora, diretora fazendo vaquinha. Para poder inteirar o dinheiro da merenda. Hoje eu tenho orgulho de falar que o que eles comem na escola é igual aquilo que eu como na minha. Não tem te perder. Yeah. Tem carne todo dia, tem verdura, tem fruta, tem uma sobremesa.

Todo dia. Então, muitas vezes, indo ao interior do Estado, eu faço questão até de almoçar numa escola para ver como é que está a merenda e não é diferente daquilo que eu tenho em casa. Você tem de dar dignidade para as pessoas. Você só fazer o discurso social. Como o Lula faz, eu sou o amigo, eu sou o pai, eu é que gosto dos pobres, mas os pobres estão todos aí quebrando devido a essa taxa de juros exorbitante. Que é causada pela gastança do Lula e do PT. Fique bem claro.

Então, mas falaram tão mal do antigo presidente, né? Do Banco Central, e aí que ia baixar a taxa de juros, e a taxa de juros não baixou, né? Só vai baixar na hora que nós tivermos um novo presidente que coste essa gastança. NÃO VAI BAIXAR ANTES Ainda está quanto? Quinze por cento? Caiu ontem para 14,5%. O ideal era que fosse 6%, 5%, ó. E é possível É possível. Na hora que tiver um governo sério que chegue lá e fale, eu estou fazendo aqui as privatizações que são necessárias, vou privatizar tudo.

Comigo vai ser diferente. Você consegue abater o valor da dívida e, cortando gastos, você sinaliza que a dívida também não vai crescer mais ou vai até diminuir com o tempo. O mercado precifica. Se você que é um bom pagador, que tem recurso aplicado, for pegar um empréstimo, eles vão falar: eu vou te cobrar pouco, porque eu sei que vai ser seguro. Agora, se for emprestar para um sujeito que está financeiramente descontrolado, eles vão cobrar muito mais caro. É o que acontece hoje.

Com a gastança do Lula. Quem empresta dinheiro para o governo federal fala: esse governo gastão, descontrolado, eu vou colocar os juros lá em cima, porque o risco é grande. Saúde, falamos de educação, falamos de estradas, saúde. Saúde. Eu herdei o maior cemitério de obras abandonadas, depredadas da saúde do Brasil. O Pimentel do PT paralisou, abandonou e foram depredados seis grandes hospitais regionais. Uma coisa de Dadó, hospital de 20, 30 mil metros quadrados, obra gigante.

Um, eu tenho de dizer aqui, não foi depredado, não, porque o prefeito mandou cercar. Teve um prefeito que teve essa visão aí. Mas os demais foram lá, arrancaram. Esquadrilhas metálicas, arrancaram ar-condicionado, arrancaram cabeamento, ficou tudo vandalizado. E concluímos todos. Os que eu não concluí, o governador Matheus Simões, que me sucedeu, está entregando agora, nesse restante de ano. Com isso, a saúde de Minas Gerais está tendo um avanço extraordinário.

O número de ampliação de leitos e atendimento regional nunca foi tão bom quanto agora. Nós tínhamos casos lá em que o paciente saía da divisa com a Bahia. Lá no Vale do Jequitionha, Tioflotone, até tinha uns rapazes aqui agora de Tioflotone. Ia para Belo Horizonte de carro 8, 10 horas de ambulância. Para poder, às vezes, fazer um atendimento, fazer uma cirurgia e com o Hospital Regional de Teoflotônico, que inclusive é o maior, 432 leitos.

Toda a região nordeste de Minas Gerais vai passar a ser atendida por esse polo. Então, uma melhoria enorme, eu posso dizer, Vilelo, mesmo com hemodiálise. Nós tínhamos casos lá que eu presenciei, fui numa cidade que chama Minas Novas. Conheci lá o seu Geraldo, ele, até nós colocarmos uma unidade de hemodiálise nessa cidade, ele precisava, dia sim, dia não, Pegar uma van e ir até Diamantina 5 horas para ir, 5 horas para voltar, para poder estar fazendo a emodiante.

No dia que eu fui lá para conhecer essa unidade Hemodiales, ele estava lá terminando de fazer o procedimento, ele me reconheceu e falou: governador, eu voltei a viver de novo. Porque antes eu passava metade dos meus dias na estrada, indo e voltando. E o dia seguinte eu ficava em casa prostrado. Agora eu saio de casa andando, cinco minutos, faço aqui o procedimento.

E consigo ter uma vida normal de novo. Voltei, inclusive, a trabalhar ajudando o meu filho. Então, quando você vê coisas dessa natureza, você fica realmente vendo que vale a pena ser político. Mesmo que você seja criticado, satirizado, ironizado, já fizeram não sei quantos enterros meus lá em Minas Gerais, sempre tem o pessoal do contra, o pessoal da esquerda, mas Pela merenda escolar e pela melhoria na saúde, eu falo que já vale a pena.

When you estava falando das estradas, teve uma ou duas pessoas aqui que estavam falando dos pedágios. A galera reclamando muito dos preços aí. Vilela, eu sou muito direto. O que é que é preferível? Você não ter estrada ou ter estrada pedagiar. Desde que seja boa estrada pedageada. Estrada pedagiada, porque Minas Gerais estava caminhando para não ter estrada.

Eu fui o governador que mais fez concessões, sim. E todo mundo que vem para São Paulo, você deve rodar o interior de São Paulo. Todo mundo elogia. Eu sempre rodei muito no interior de São Paulo, todo mundo elogia. E a grande maioria das estradas paulistas são pedagiadas, não são? As melhores são. E em Minas Gerais, nós vamos, ao longo do tempo, ficar exatamente como São Paulo, com boas estradas, mas junto vai vir o pedágio.

E não adianta querer tampar o sol com a mineira. Você falou o valor da dívida. Com a peneira. Esse daí eu escuto. Você admira, né? Não adianta tapar o sol com a mineira. Eu imaginei ele pegando uma mineira e tapando o sol assim. Então, não adianta. Com essa dívida que Minas ainda tem, mas que está renegociada, o Estado não tem condição de manter todas as estradas. Entendi. O Estado já mantém e vai continuar mantendo aquelas estradas que não têm tanto movimento.

E que, mesmo que tenham pedágio, não são viáveis. Mas aquelas que têm maior movimento, nós já fizemos a concessão. E, inclusive, outras serão concedidas. Não há como ser diferente, infelizmente. Eu fui governador, economizei ao máximo, mas nós não temos recursos. A gente vai falar sobre segurança pública, que eu acho que vai dominar o debate, principalmente nos últimos meses da.

Da corrida para a presidência, inclusive nos debates entre vocês, mas vamos olhar para a pesquisa. Essa é de abril de vinte e seis, né, Alene? Lula, isso é primeiro turno, né? Provavelmente. É, primeiro turno. Primeiro turno. É, porque está todo mundo aí. 46,6, Bolsonaro, 39,7, Renan. E o Zema está com 3.1. Mudou essa pesquisa para mais? Tem uma mais recente ou não, Zema? Não. Os últimos acontecimentos. Que eu saiba, essa é a última. Em segundo turno com o cenário Lula e Zema, Lenino?

É um empate técnico, né? Provavelmente, não é isso? Está a diferença de zero. Como você analisa essas pesquisas? Eu respeito todas as pesquisas, muitas pesquisas acertam. Mas 2018 ficou notório como elas erraram principalmente em Minas Gerais. Minas Gerais, a Dilma estava eleita senadora. Ela ficou em terceiro ou quarto lugar. Ela estava em primeiro. Não sei o que fizeram. Eu estava fora do primeiro turno. Eu fui para o segundo turno como mais valor.

Então, as pesquisas merecem ser consideradas, mas sempre tem a própria preparidade. pesquisa interfere na eleição, né? Por exemplo, se você vê que o teu que o teu candidato que você não quer que o outro candidato venha, Às vezes você deixa de votar no candidato que você ia votar para votar no outro que você acha que pode vencer aquele candidato.

Que é tipo do voto útil, que é o estúdio. Exatamente. Mas eu acompanho pesquisas, serve como orientação, mas elas sempre estão sujeitas a, em alguns momentos, como já foi. Quanto mais distante, mais difícil de ser assertiva, né? De ser preditivo. Exatamente. E sobre segurança pública, não só em relação ao Estado de Minas, mas o que você pretende, o que você vê de problemas para o Brasil da gente não virar um narco-estado? Porque está preocupante a parada aí. caminhando nesse sentido, não está?

Em Minas Gerais, aquilo que é possível fazer em termos de Alterações estaduais nós fizemos, a criminalidade em Minas caiu muito. Tem a atuação de facção. Eu falo com orgulho que, em Minas Gerais, o crime organizado, as facções criminosas não controlam um metro quadrado de território, diferente de muitos outros índios. O crime organizado está lá vendendo drogas. Poço de gasolina.

VAIP, etc., mas não controlam território. Lá em Minas Gerais, diferente de muitas regiões e cidades do Brasil, não tem. Aquela ditadura da extorsão. Você sabe o que é a ditadura. Tanto é que quem mora nas comunidades no Rio de Janeiro foi quem mais aprovou aquela intervenção que teve em outubro do ano passado. Você deve ter acompanhado. Porque todo mundo ali parece estranho para nós, paga mais caro pela água, paga mais caro pela emprésente.

Internet, e as pessoas vivem com medo e sendo extorquidas. Até padaria, até pãozinho. Exatamente. A padaria é controlada pelo crime. Na minha opinião, o Brasil deveria equiparar, Vilela, essas organizações e facções criminosas a grupos terroristas, porque são. E por que o governo federal tem tanto medo que isso aconteça? Porque eles dizem que a chance de uma invasão americana seria maior, né? Esse é o argumento, pelo menos.

Mas nós já tivemos, nós estamos assistindo uma invasão do crime das facções criminosas, você concorda? Tem lugar que o poder público não chega. Nós temos muitas cidades, bairros no Brasil em que a polícia militar não vai. Quem manda ali e desmanda é o crime organizado. O Brasil já não está tendo a soberania. Na minha opinião, você tem de declarar essas organizações, enquadrá-las como terroristas, até para mobilizar exército, aeronáutica, marinha.

Polícia Militar, COAF, tudo, para fazer uma força-tarefa. Ninguém é mais forte do que o Estado. Ninguém. Na hora que o Estado fala eu vou combater o crime, O crime pode ser combatido. Agora, nós temos um presidente que falou um dia sem querer que traficante é vítima da sociedade. Então, quando a leitura é essa, fica muito difícil você levar adiante.

Em Minas nós avançamos muito, é um dos estados mais seguros do Brasil e aconteceu outra coisa inédita na minha gestão também, lá, que eu quero comentar com você. Minas sempre foi um estado de emigrantes. Mineiros que vêm para São Paulo, vão para o Rio, vão para o Nordeste, para o centro-oeste, na minha gestão inverteu, o IBGE mostrou. Minas Gerais passou a ser um estado de imigrantes, começou a atrair pessoas. E você concorda que as pessoas vão aonde tem oportunidade? Claro.

E uma das coisas que mais pesou foi a questão da segurança pública. As pessoas vão para onde têm. Uma vida mais tranquila, onde elas sabem que não vão ser perturbadas. E eu quero comentar um fato que aconteceu em Varginha, em 2020, com você, para você ver que às vezes. O que aconteceu? É, que você falou: vou comentar uma coisa que aconteceu em 2020 com você. Eu falei, eu não estava lá em 2020. Aconteceu a Invergir. Além do incidente em Vardinha lá com o ZT. Yeah, for Es otra cosa.

Outro tipo de ET, você vai ver. Não foi o ET que veio. Que Varginha. É, são ETs humanos esses. Eu acho que vai ter, mas nós não vamos ter contato, não. Grande, sabe? É a mesma coisa que um urso polar do Polo Norte encontrar com um pinguim do Polo Sul é meio difícil, não é? difícil, só se o humano quiser Não sei se já tiveram esse encontro. Acho que não, né? Então, acho que está tão longe que no encontro. O que aconteceu em Varginha?

Então, 28 homens em diversos carros alugaram uma propriedade rural. É em Varginha. Tá. E a polícia militar sempre está monitorando movimentações suspeitas e viu que teve esse movimento: 28 homens. Que não eram de nenhuma construtora, de nenhuma empresa de manutenção, que às vezes alguém colocou lá um acampamento, né? E a polícia foi lá para fazer uma averiguação, Polícia Militar de Minas Gerais, juntamente com a Polícia Federal. E chegaram lá e foram recebidos a bala.

E quando você receber da bala, você não vai entregar buquê de flores. Then come. Entraram em confronto com a Polícia Militar de Minas Gerais e o resultado final foram 28 óbitos por parte dos criminosos e, graças a Deus, nenhum policial ferido. Nenhuma baixa. Os policiais foram fazer uma averiguação lá. Encontraram lá um arsenal de guerra. Até bazuca tinha lá- arma de grosso calibre, explosiva.

E ficou claro que esse pessoal estava lá tendo esse local como uma base para poder fazer aquelas ações do novo caná. Quer chegar numa cidade? Geralmente, uma cidade não muito grande, eles incendeiam um caminhão, um ônibus em frente, o quartel para que as viaturas não possam sair e vão explodir agências e caixas bancárias. Utilizando escudos humanos, pessoas que eles colocam, às vezes, na frente do carro ou dentro do carro, para que os policiais não possam estar revidando.

E depois desse evento, Vilela, o que aconteceu em Minas Gerais? Uma queda drástica de atuação. Nós chegamos a ter em 2016 263 ocorrências dessa natureza, explosões de agências e caixas bancárias. Depois desse evento de Varginha, nós caímos para dois, três por ano. O criminoso vai aonde o custo do crime é baixo. Quando você eleva o custo do crime, o criminoso pensa dez vezes antes de fazer. E no Brasil o custo do crime hoje é muito baixo.

Total. E mesmo sendo preso, ainda sabe que tem chance de ser solto logo em seguida. Vamos agora, Aline, aquela brincadeira que a gente faz com os pré-candidatos de colocar aí a fotinho dos outros pré-candidatos. E eu quero que o Zema pegue cada um deles. Não, não, aquela que tem todas, você tem antes de ir um a um. E. Diria para o público, para as pessoas que estão em casa, por que não escolher essa pessoa como próximo? Não escolher os defeitos, né? Vamos começar com.

Flávio que já veio aqui, o Flávio Bolsonaro, por que não escolher o escolhê-lo como próximo presidente? O Flávio é um senador, já é um político com bagagem, eu questionaria a experiência dele de gestão. Poder Executivo. Isso, no poder executivo. Ele sempre foi um parlamentar. E são coisas muito diferentes. Exatamente. Pode ser uma surpresa, mas. Experiência, o que mais? Rejeição pelo fato do sobrenome ou não?

Talvez também, exato, acaba contribuindo. Da mesma maneira que ele, Bolsonaro, tem essa rejeição, o Lula também tem uma rejeição maior. Vamos para o Caiado, então. Por que não escolher o Caio? O Caiado foi um senador, deputado federal muito tempo, uma pessoa que eu gosto. Fez uma gestão bem avaliada. E é uma pessoa que eu considero que é do bem. Fica até difícil aqui de falar, sabe? É uma pessoa que eu vejo que fez um bom trabalho lá em Goiás.

Ô Zé, mas é muito bonzinho para ser presidente da república, né? Não fala mal dos outros candidatos, dos outros pré-candidatos. Ok, per prossimo. Vamos para o próximo. Renaissance. Então coloca o Renan Santos na missão. O Renan, eu conheço pouco também, eu não sei exatamente, eu falo muito que para ser presidente acho que você precisa ter uma bagagem de gestão, entendeu? Pode ser um novato.

É, porque você vai ter de montar uma equipe, e quem sabe montar uma equipe boa, sabe coordenar essa equipe, acompanhar, as coisas vão acontecer naturalmente. Foi o que eu fiz no setor privado e o que eu fiz no governo de Minas, entendeu? Você criar uma grande empresa, você não faz tudo sozinho, não. Você sabe disso. Você aqui tem uma equipe, não tem? Sozinho aqui, você não estaria com o resultado que você tem hoje. Nota 10, né? Thank you.

Então, eu falo isso. Então, não sei. O Renan é um sujeito que eu conheço muito pouco. Não sei essa experiência que ele tem. Algum defeito assim, do que você conhece? And I had all these talks dele, and I find a disconfian with a mine of quem fala that the mundo integral está errado. Ele fala isso. Parece que ele tem uma fala que vai um pouco nessa linha, mas não sei até que ponto ele fala que. Com conhecimento de causa ou não.

Tá certo. Próximo aí, Helene. Lembrando que eu acho que se vocês colocaram o Ratinho Júnior, ele não tá mais. Não tá mais, né? Então vamos pro próximo aí. O Aldo eu estive recentemente com ele. Eu tenho uma reserva muito grande com quem já participou de governo de esquerda. Eu falo que um dos orgulhos que eu tenho é nunca ter votado no PT, na minha vida. Nunca votei.

Quando o PT estava fazendo o governo que era bem avaliado, eu pensava comigo, você vai ter de ficar calado, porque parece que eles estão fazendo a coisa certa. E aí veio petrolão, mensalão, lava jato, desandou tudo. Eu não estava errado. E o Aldo acho que tem essa mancha no currículo dele. Mas ele mudou? Ele pensa ele pensa, ele continua sendo de esquerda? Não, eu acho que até ele se regenerou um pouco, sabe? É. Mas você sempre fica com o pé atrace aquele vírus no talá.

E pode ser incubado e se manifesta. Vou trazer ele aqui, vamos ver se ele é um esquerdista incubado ou se ele já é centro ou é direito. Vamos perguntar isso para ele. Próximo, Lene. Teve aqui, né? Há um mês atrás, mais ou menos. E aqui que ele falou da pré-candidatura dele, né? Exato. Foi. Doutor Augusto Curi, né? Não tem o que falar, ele como escritor. Best seller. Todo respeito, e aí eu vou mais uma vez nessa questão de. Falta de experiência também.

De gestão. Sei que ele já fez uma gestão muito boa da vida dele, ele deve ter uma equipe também, mas uma grande organização talvez demande habilidades e competências diferentes. Entendi. vamos e agora finalmente Aí você poderia ficar a noite inteira falando agora, sabe? Agora? Sim, então... Você vai me poupar, não vai? Não, vamos lá. Temos todo o tempo do mundo aí. Eu falo... Quels sont les défis? Ele é descondenado, né? No Brasil, você, em algumas ocasiões, é descondenado. Él dice que no sé.

É desmutado, mas parece que o triplex existia concretamente. Pode até alguém ter demolido ele lá no Guarujá, mas nem por isso ele deixou de existir. E acho que ele teve, junto com a Dilma, mais de 25 anos para poder fazer as mudanças que os brasileiros tanto querem e não conseguir. O que eles fizeram, infelizmente, foi tornar o Brasil mais conhecido por causa de corrupção, né? O que é triste.

E estamos vendo, analisa só que coincidência, todos os grandes escândalos de corrupção do Brasil aconteceram ou no governo Lula ou no governo Dilma. Pegue petrolão, mensalão, mala de dinheiro, refinaria Abreu e Lima, refinaria Comperge, refinaria de Passadina. Lava Jato e recentemente desconto dos velhinhos e Banco Master. Isso que eu lembrei. Estão jogando pra conta da direita, hein? O Banco Márcio.

Ah, é? É. Mas você já viu o histórico do Banco Master aonde ele começou, não já? Ele começou fazendo operações para o governo PT da Bahia. Sabe? Ele tinha um cartão lá de benefício, ali foi o criadouro do Banco Master. Você viu que o Mântega foi ser funcionário lá recebendo módico salário de um milhão por mês. Você deve ter visto também, né?

Que foi intermediado pelo Jaques Wagner, ex-governador da Bahia, atual senador pelo PT da Bahia, sei que tem muita gente envolvida com o Banco Master. Tem. Por isso que. Muita gente morrendo de medo dos vídeos e das fotos. Não é só da esquerda, não. Acho que tem do centro, do centro-direita. E eu sou favorável a todo tipo de investigação. E olha só que coisa interessante. O chefão do Banco Master mora em Belo Horizonte.

A cidade para onde eu mudei há oito anos atrás. Adivinha quantos encontros, reuniões eu tive com ele? Olha só, Zema. Vai aparecer se tiver. Tem não sei quantos celulares ainda para periciar. Nenhum celular tem nada? Mensagem, foto, nada? Nenhuma festa se foi nele. Nenhuma fé. um convite para tomar uísque em Londres. Bom dia, amigo. Então, eu fiquei até ressentido. É, tipo, não foi chato. Eu, governador de Minas, o governador do estado dele no tecido chamado.

Por que você acha que ele me desprestigiou tanto assim? Talvez não achou que não ia conseguir nada. Eu falo que gambá cheira gambá. Você já escutou isso ou não? Conheço outro jeito também de falar, mas aí. É, sei. E diz que a assombração sabe para quem aparecer também, não é? Então, mesmo morando na mesma cidade dele, ele nunca procurou nem a mim, nem, acho que pessoas da minha equipe lá. Você entendeu? Mas lá em Brasília ele foi bater as portas certinhas, você concorda?

Até ele viu que lá no Supremo Tribunal Federal tinha porta ali que iriam se abrir para ele bonitinho. O que mais do Lula? Tem mais alguma coisa pra falar? Eu falo que é um populista, um demagogo, né, que teve todas as oportunidades para consertar o Brasil em vez de consertar o Brasil. A primeira gestão foi boa. O governo? Eu falo que não foi. O PT. O que ele faz com a economia é exatamente igual o cara que quer ficar bombadão que começa a tomar anabolizante. Vai pagar o preço um dia.

O preço vem depois. Bonetão, chato Que a saúde... Depois vai vir problema cardíaco, hepático, circulatório, tireoide, de impotência, de tudo quanto é a natureza. Lula deixou o Brasil impotente. Até hoje nós temos as sequelas. Aonde que você estava. É só campanha, hein? Lula deixou o Brasil impotente. Zema é o. Não! Corre! Com 50 anos o azulzinho da Tadala se nunca comprou. Para. Tá dalazema. Hãy đăng ký kênh để ủng hộ kênh của mình nhé É, tá vendo? Já temos um medicamento pro Brasil, já, né?

Boa, boa, boa Mas você me perguntou do caiado? Eu acho que a restrição que o caiado tem. Seria, ele sempre está envolvido desde o pai, avô, bisavô, com política. Isso eu acho que cria um modelo mental de que muitas coisas que eu, que sou de fora, considero erradas, quem está lá nasceu nesse meio, acaba considerando certo. Falei que eu tenho zero parentes em Minas Gerais. E a maioria dos políticos. Parece que acha normal. Não há problema.

Cargo para aparentada, entendeu? Foram criados desse jeito e parece que acham que é um direito, porque ele ganhou eleição, sair distribuindo o cargo para amigada e para aparentada. Muitos jornalistas que vêm aqui falam que tem um sistema, tem uma coisa tão entranhada lá em Brasília, que é difícil uma pessoa, até com boa intenção ou querendo mudar tudo, o sistema está tão viciado que é um. Um presidente só não consegue mudar isso. Você acredita que dá pra mudar?

Comigo, isso acaba, eu te garanto. Porque. Que tem um centrão, tem um pessoal lá. Mas eu fiz em Minas Gerais. Eu sei que é numa escala maior, mas eu já mostrei que primeiro você faz numa escala menor, você concorda? Sim, sim. Não é? Teste de produto, tudo é feito no escalamento. E depois, uma escala maior. Minas Gerais é 10% do Brasil. Em 10% do Brasil, nós já provamos num estado bem heterogêneo. Ali, igual eu te falei, é um pedaço de São Paulo, do Rio, do Nordeste e do Centro-Oeste.

Um Estado que tem todas as amostras do Brasil, só talvez não tenha do Nortão e do Sul, mas que tem, então, já mostramos, sete anos e meio sem corrupção. Sete anos e meio sem escândalo, aí eles vêm falando. Ah, aquele governador de Minas aumentou o salário em 300%. Não tem o que falar. E eu te expliquei o motivo de aumentar. Porque antes era para inglês ver, entendeu? Falava que ganhava 7 mil e ganhava era 70. Hoje ganha 28 mil, um secretário de Minas, iguais dos outros estados.

E medida populista lá atrás, de político, de carreira, que tem esses vícios todos, é que causou essa distorção. Então, eu quero dizer aqui que dá para fazer sim. E tem um detalhe também que eu quero te falar aqui, que tem uma diferença muito grande. Eu fui para a política, não foi para ganhar a eleição, não, porque a política só me dá despesa e trabalho. Eu fui para a política para mostrar que dá para fazer diferente. Eu estou fazendo uma campanha diferente.

Qual é o pré-candidato que mais está criticando essas aberrações do Supremo Tribunal Federal? Acho que está com medo, hein? Eu tô aqui para falar a verdade. Vamos entrar nesse exemplo. Eu não tenho rabo preso. Eu vou aproveitar que eu preciso banheiro fazer um xixizinho, Lene. Tem alguma pergunta sobre o Supremo que aí já emenda nisso? Ou não, não, deixa o Supremo depois uma outra pergunta.

Vamos lá, ó, tem uma pergunta aqui que é a respeito das matrizes energéticas brasileiras. O senhor, como presidente, irá fazer, né? O que o senhor... Tem de projeto, né? Sobre as matrizes energéticas e a respeito da mobilidade logística do Brasil. Hoje não somos potência, pois não temos um bom escoamento. O pessoal de Recife mandou essa pergunta. Yeah. RG Santos. Matrize energijka... e la mobilità, la logistica in modo generale. Mobilidade, sim.

O RJ? Bom, RJ, com relação à matriz energética, Eu sou totalmente favorável a nós termos uma matriz mais diversificada, e isso tem acontecido no Brasil e muito aconteceu em Minas Gerais durante a minha gestão. Nos sete anos em que eu fui governador, nós colocamos dentro de Minas Gerais o equivalente a uma Itaipu de energia solar. Ou seja, uma energia limpa, renovável.

Que ajudou muito a suprir o déficit que Minas Gerais tinha, inclusive todos os reservatórios de Minas, quando eu assumi o governo, estavam no menor nível da história. Furnas, Três Marias, Nova Ponte e hoje todos eles recuperados. E aí, nós temos energia eólica, que não é o caso de Minas, mas muitos estados do litoral têm um potencial gigantesco e eu também sou favorável a novas construções de hidroelétricos. Que também o Brasil tem um bom potencial e que muitos ecochiitas proibiram no passado.

O Brasil acabou indo para o lado da energia nuclear, que é muito, muito mais cara, dez vezes mais cara do que a hidrelétrica, investindo numa energia. Que é questionável pelo lado da segurança e poderia ter feito investimentos. Melhores em hidrelétrica, que é renovável, é verde e é o que os países desenvolvidos têm procurado. Inclusive, a Noruega, a Suécia são exemplos de países com esse tipo de matriz.

Com relação à mobilidade urbana, eu quero comentar aqui um caso que eu ainda estou acompanhando. Na região metropolitana de Belo Horizonte. Há um ano atrás, nós concedemos a obra do Rodoanel Metropolitano, da região de Belo Horizonte. Essa obra vai revolucionar o transporte na região metropolitana. Só que até hoje ela não foi iniciada. Porque nós temos leis burras no Brasil que proíbem.

Dificulta a construção de grandes projetos que às vezes vão beneficiar milhões de pessoas por causa de algumas bobagens. Bobagem, sim, na minha opinião. Nesse caso lá, a 6 quilômetros do Rodoanel Metropolitano, tem uma comunidade que se diz tradicional, mas que para mim não é. Porque, se você for lá, eles vivem igual a qualquer brasileiro, mas se dizem tradicional e estão agora criando dificuldades, não se manifestaram.

Para mim, quando uma obra é de interesse coletivo, eu, até como presidente, gostaria de criar tipo Obra de interesse nacional. E se ela for considerada assim, não é por causa do bizorrinho que mora ali, não é por causa da comunidade tradicional que está a cinco quilômetros, que se diz afetada e não será afetada.

Que a obra vai ficar sem execução. Os outros países, notoriamente a China e outros asiáticos, têm avançado e aqui no Brasil, quando você consegue o recurso que é raro para fazer algo, vai lá alguém e para. Por isso que a nossa mobilidade é esse terror aqui no Brasil. A gente não consegue levar adiante projetos estruturantes. É necessário nós avançarmos muito nessa área aí.

Facilitar a execução. Outro dia eu escutei uma piada que dizia o seguinte: quando você vai fazer uma obra no Brasil, você precisa de cinco engenheiros e de cinquenta advogados. Aí a coisa não anda mesmo. اشتركوا في القناة O escohimento, né? Eu acho que estavam falando muito de malha viária, malha ferroviária, que a gente tem um déficit muito grande aqui de não estar tudo interligado com o trem, né? Que nem deveria ser. Você está falando uma área ferroviária. Ferroviária. Acho que você faz.

Agora eu não lembro. Mas é em relação a trem mesmo, né? É. Concordo plenamente, Vilela. Estive no Rio Grande do Sul, recentemente. O Rio Grande do Sul, quem conhece sabe que nós temos lá uma quantidade enorme de indústria eletrometalúrgica que consome aço que é produzido aqui em Minas Gerais. São Paulo, Rio de Janeiro, que são os maiores produtores, e eles lá me reclamando. A ferrovia que nós temos aqui no sul não é conectada com a ferrovia que vocês operam lá no Sudeste. Todo esse ar.

Vem aqui para o Rio Grande do Sul via rodoviária. Chega muito mais caro aqui, dificulta a logística. Como estrada fica interditada, você acaba tendo atrasos. Então é Fundamental nós fazermos esses investimentos. E aí eu volto para as privatizações. Nós vamos privatizar Petrobras, Banco do Brasil, Caixa, tudo.

Para pagar a dívida e para fazer esses investimentos estruturantes. Aí a vida do brasileiro vai melhorar, porque hoje, muitas vezes, essas entidades são usadas para interesses políticos, você sabe disso, e não para o desenvolvimento. Então, o Brasil tem jeito sim. Eu falo que aqui nós temos de tudo. Temos gente que trabalha, temos recursos naturais, temos um clima bom, o problema não é falta de recursos aqui, o problema aqui é sobra de ladrão. Fala, Lenny.

E outra coisa que eles perguntaram também em relação a Flávio Bolsonaro é se, caso não, né, se não haja essa parceria, se o senhor Iria contra as propostas de governo dele, se seria um possível adversário do senhor. Como é que seria isso? Tem muita que te coloca como vício na chapa dele, né? Já deve ter ouvido isso. É, eu quero aqui... Deixar claro a minha posição, eu vou levar a minha pré-campanha e campanha até o final.

E nós, da direita, nos damos bem e nós estaremos todos juntos no segundo turno. Independente de quem vá. Nós temos um exemplo bem recente que foi a eleição no Chile. E lá no Chile, os candidatos de direita, cada um caminhou ao lado do outro no primeiro turno e no segundo turno todos se uniram contra a esquerda. Eu e os colegas de direita estaremos todos juntos contra o PT no segundo turno. O pessoal pode ficar tranquilo, que nós somos colegas de trabalho.

Aí o pessoal falou, eu sei que o senhor já falou a respeito desse candidato, que é o Renan Santos, mas várias pessoas mandaram aqui. Eu vou ler uma pergunta aqui do Murilo, ele falou o seguinte: boa tarde, governador. Por que você copia todas as propostas do Renan Santos? E não dá os créditos. E aí tiveram vários comentários a respeito disso. O que o senhor falasse sobre isso também? Eu estou até surpreso com relação a isso, porque as minhas propostas.

Eu tenho uma equipe com economista, com especialista na saúde, com especialistas em segurança pública, inclusive alguns que até participaram do meu governo. Pode até ser, coincidentemente, que a visão dele seja parecida com a minha, mas eu estou muito tranquilo, ciente, não há nenhum plágio. Inclusive, eu acho que eu sou mais velho do que ele e tenho uma carreira. E é só olhar o que eu fiz em Minas Gerais. Eu comecei lá em Minas Gerais, vamos lembrar, em 2019, as minhas propostas para o Brasil.

Tem uma semelhança muito grande com aquilo que eu fiz em Minas. Pode ser o contrário, ele é que esteja se inspirando naquilo que foi feito. Bom, tem uma pergunta aqui sobre os ministros, os intocáveis. Vamos falar sobre Supremo, mas antes eu queria que desse o contexto. Quando começou essa treta aí? Sempre fui um crítico do setor público.

Quem acompanha a minha pessoa desde 2018 vai saber que naquele ano lá eu critiquei o PT de Minas Gerais como ninguém nunca fez, porque o PT arruinou o meu Estado. O PT fez barbaridades em Minas Gerais. E um governador que vivia igual um imperador, um faraó, enquanto as crianças não tinham nem merenda para comer. Isso causa indignação, causa inconformismo. E hoje eu assisto esse mesmo sentimento em mim, Vilela, com relação ao Supremo Tribunal Federal. Eu vejo o brasileiro ralando.

O brasileiro levantando cedo, pegando ônibus lotado, para no final do mês ganhar um salário que não dá para ele estar pagando as dívidas dele. E um ministro lá em Brasília, utilizando o cargo dele para que a esposa conquiste um contrato de 129 milhões de reais. Bradesco, Itaú Santander são os maiores bancos do Brasil. Eu tenho certeza que eles nunca contrataram um escritório de advocacia por mais renomado, famoso, por esse valor. Só a esposa do ministro conseguiu.

E eles não querem que isso seja investigado, não querem que a polícia entre na questão, por isso que eu falo que são os intocáveis. E parece que eles estão incomodados com essa minha indignação, mas eu já falei que eu não vou ficar calado. É político vivendo no luxo e o brasileiro vivendo no lixo. É isso que nós temos assistido aqui. É um governo rico esbanjando e um povo pobre que não tem aonde estar pagando a dívida.

Então, isso me causa indignação. Eu venho de uma família que chegou no Brasil do nada, Vilela. Não sei se você sabe. Vieram aqui para substituir mão de obra escrava. Nunca trabalharam no governo, nunca forneceram. Tudo que nós conquistamos foi ralando. Então, eu tenho, acho que é essa convicção no meu. Eu sempre fui pagador de impostos, sem aí. Uma diferença minha com relação aos outros candidatos. Você também é pagador de impostos, não é? No hay como no ser, ¿no?

É, nós temos candidatos aí que sempre foram recebedos de impostos. Então, eu acho que o brasileiro também tem de ver quem é que o vai representar melhor aí, se é pagador de impostos igual milhões, ou se é recebor de impostos que nunca teve na vida real que milhões de brasileiros têm. Mas vou falar dos vídeos. Temos aí a imagem dos vídeos, né? Os vídeos foram publicados nas suas redes sociais, certo?

É. intitulado Os Intocáveis, com boneco de fantoche, representando Gilmar Mendes de Astoffoli e Alexandre de Moraes em situações que simulavam troca de favores. Qual foi a ideia? Quem fez foi aprovação, tudo aprovado por ti? Você passou por a aprovação? Passou por você? Ou foi sua assessoria que publicou? E que rolo que deu com, principalmente com o Gilmar? Ô, Vilela, eu acho que se alguém me perguntar o que eu sei fazer bem, é montar times. Foi assim na minha vida privada, igual te falei.

Uma empresa que era minúscula e que cresceu mais de 100 vezes durante a minha gestão, que gera mais de 5 mil empregos diretos, está lá profissionalizada, operando, pagando impostos. Foi assim no governo de Minas. Levei uma ótima equipe para fazer a diferença e tem sido assim na minha campanha, pré-campanha, a presidência também. Levei uma equipe muito boa, inclusive alguns estão aqui me acompanhando.

E nós temos um contato direto. Nós estamos sempre, vamos dizer, em constante brainstorming. Eu não gosto de termo em inglês, não. Você viu que até agora eu não tinha usado nenhum. Como é brainstorming? Pestade de ideias. Tempestade de ideias. Ou se fosse em Minerês um trem de derra. Um trem de ideias, isso, exatamente. Então, nós estamos sempre falando. É igual... Surgiu aqui, Tadalazema. Exato. É, um dia. Se for usar na campanha. è una mostra grazie

Yeah. Eu vou mandar fazer um comprimido gigante, escrito ali, vou falar. Pro Brasil funcionar. Vamos levantar para o Brasil, né? Adalazema, é. E nessas conversas nossas, de vez em quando, surgiam os intocáveis lá de Brasília. E falaram, vamos fazer aí um filminho, você entendeu? Então. E deve ter batido muito forte lá. A galera deve ter gostado, porque se não, se não incomodasse, não tinha tido essa reação. E se incomodou, você concorda porque a carapuça serviu?

Não tô falando nada. Não é o Zema que tá falando. Muito! Não, eu não quero confusão pro meu lado. Eu não fiz esses vídeos aí, não, mas que são engraçados, viu? Você assistiu todos? Só cinco, cada... Um, dois minutos. E qual foi a reação imediata de público e depois do Supremo? O público agradou. Qual foram os comentários? Ah, isso mesmo, eu só quero... É isso mesmo, parabéns pela criatividade. Vocês fizeram algo aqui que realmente é o que a gente percebe, mas só depois.

Que o Supremo colocou a carapuça é que a coisa ficou mais impulsionada. Sim, sem. Isso chama efeito Stresser. Porque, sabe da história? Alguém publicou a foto da casa dela, da mansão dela, e ela foi pra justiça e tal pra tirar isso daí.

Fizeram tanto barulho que ela queria que tirasse a foto da casa dela, que aí todo mundo foi pesquisar qual era a casa dela. Ou seja, o efeito foi o contrário. Quanto mais você tenta esconder uma coisa, mais ela aparece, né? Quando você tenta censurar, cancelar ou esconder. Exatamente. Então, então foi por aí. Então, de duas, três semanas para cá. Devido a esse efeito Streisand que você está falando aqui. O que aconteceu? Pediram pra tirar, pediram pra derrubar as redes?

É, disse que eu vou ser incluído no meu. Make news line. É, como é que chama lá? O inquérito? Das fake news. Agora... Mas o pessoal sabe que são vídeos de fantoche, não são pessoas reais, né? Como que pode ser uma fake news se é um desenho, é uma animação? Então, você já pensou, ministro do Supremo Tribunal Federal ter medo de fantoche? Exato, é a mesma coisa que você falar assim pro Tropa de Elite e falar, meu, eu quero analisar essas pessoas que morreram aí no filme, né?

Vocês são atores mesmo ou se morreram de verdade? É uma ficção, né? Isso aqui é uma ficção, é uma piada, é humor. É sátira, exato. O que é uma sátira? Você pega a realidade e você exagera, usa de humor e tal. Se pegar os jornais de Minas Gerais, os programas jornalísticos dos últimos oito anos, toda hora vai ter uma charge, uma caricatura minha. Já fizeram um enterro meu, já fizeram um boneco meu de tudo quanto é jeito lá. Você vê caricatura com nariz de Pinóquio, de político, tudo isso.

Agora você concorda que a normal é... Ministro do Supremo querer virar estrela na área de comunicação, porque em outros países quem é magistrado, Mas por quê? Por causa de declarações? Não, eu falo porque o judiciário, tradicionalmente, é um poder reativo. É um poder onde os magistrados se manifestam raramente, é assim em todo país, sério. Só que no Brasil que nós temos aqui ministros estrelas que querem. aparecer que querem estar na mídia.

Em países sérios, raramente, rarissimamente, um ministro do Supremo, um juiz da Suprema Corte, dá uma entrevista, aparece num evento público. É raríssimo. Eles prezam pela descrição. Isso sempre foi praxe na magistratura. Depois que o Lula assumiu. Assumiu, isso começou a mudar aqui no Brasil. Parece que a esquerda quer que o judiciário tenha uma forma de atuar diferente do que ocorre em outras democracias. Não estou falando que. Que isso é inédito, não, sempre foi assim.

Mas foi incluído já no inquérito das fake news ou não? É o Foi encaminhado. O Lendes falou que o conteúdo vilipendiou a honra e a imagem do STF e de sua própria pessoa. Disse ainda também. Que em abril, que ele falou isso, Zemasó governou Minas Gerais porque obteve liminares da corte acusando de incoerência por atacar o tribunal publicamente enquanto dele se servia. O que você tem que falar?

Você já teve alguma ação na justiça? Sim. Já. Você deve ter ganhado ou perdido. Claro. Algumas ganhou, outras perdeu. Quando você ganhou a ação, você ficou em dívida com o juiz que foi favorável a você? É óbvio que não. Ele acha que eu estou em dívida com ele. Ele deu uma decisão favorável a Minas Gerais, baseada na legislação, na Constituição.

Que é o que você acabou de ler e ele julga que, por ele ter dado essa decisão, eu tenho dívida submissão a ele. Eu também julgo que não tenho, da mesma maneira que você. I agree. Ele deu uma decisão a favor de Minas Gerais, porque a lei assim permitia, entendeu? E julga que ele é que. Fez algo por Minas Gerais. Você vê a cabeça dessa pessoa. Você viu que ele ofendeu os homossexuais. What did he say? Você não viu? Ele até se desculpou depois. Eu vi, mas eu quero que você explique.

Iria me sentir ofendido se fosse feita uma brincadeira onde eu seria considerado homossexual ou ladrão. É, igual ao homossexual. Wow. Se fosse um crime, isso era uma... Entendeu? Pra você ver o grau de preconceito desse senhor. E ainda falou mal do meu sotaque. Acho que você está me entendendo. Eu troquei umas duas, três palavras aqui, não foi? Pineira com mineiro, né? O que você fala é parecido com o português, mas não é português.

Não é português. Você quer despenar, você só nasceu lá, mas a região ali toda fala de maneira bem semelhante à minha. Sabe o que o mineiro acha de nudez, né? No. It's better on Dave than on us, right? Ó, nós lutamos depois das 11 horas da noite, não, viu? That's true. Não podemos negar que essa série viral impulsionou seu crescimento nas redes, né? Pelos números que eu tenho aqui, foram quase 500 mil seguidores em uma semana, é isso ou foi mais?

Foi aproximadamente isso, foi. Meio milhão de seguidores e uma. Eu imagino que também em alguma pesquisa que venha daqui a pouco também deve ter crescido nas pesquisas, provavelmente, né? Mais gente. Te conhece hoje. É. E a sátira é uma maneira muito inteligente. Poderosa. Você está mostrando, né? Porque você lê um texto jornalístico é meio pesado. Mas na hora que você vê uma sátira ali, aquilo fica. O dedo pega, a brincadeira pega. O ser humano gosta disso, igual o Tadalazema aí, né?

Eu ia pedir então o Zen. O Zenion... Pergunta sobre o Supremo, então, aqui. Tem alguma que completa, Cris? Não, acho que respondeu sim. Deixa eu achar aqui, era uma só. Ele fala que é o seguinte: o Felipe Mendonça falou assim: você chama os ministros do STF de intocáveis. Para você, a família Bolsonaro também é intocável em relação às críticas suas por não te prejudicar eleitoralmente. O novo é um partido subserviente ao bolsonarismo.

E agora? Boa pergunta. Bom, primeiro nós temos de lembrar que o Bolsonaro está até detido. Está preso. Tá preso, né? Então acho que ele não é... Não tem nada de intocável. Eu já recebi e continuo recebendo críticas de muitos bolsonaristas. Até porque tenho visões diferentes. Durante a pandemia, em Minas Gerais, nós fechamos diversas regiões, cidades no período mais crítico da pandemia, tanto é que em Minas teve...

Um dos menores índices de óbito do Brasil durante a pandemia, quando se mede por 100 mil habitantes. E diferente do que o presidente fazia. E temos muito em comum e muito diferente também, mas respeito o presidente. Falo que durante o governo dele não houve escândalo. Ele é uma pessoa pró-Brasil.

Tenho certeza que, se ele estivesse à frente do Brasil, muito provavelmente esses escândalos que nós estamos vendo aí não teriam acontecido, ou se tivesse, teriam sido numa proporção muito menor. E a outra pergunta é. A classe é pró-bolsonarista, o pessoal do novo está batendo no Supremo. Eu não estou vendo o bolsonarista bater no Supremo, não. Está aí uma diferença muito atual, né? O pessoal, do novo, coloca para fora, né?

Eu já falei isso, o novo é um partido coerente, é um partido que tem princípios, que tem valores, queremos quem tem voto, mas se quem tem voto está envolvido em escândalo, Não fica no Partido Novo. E nós sabemos que os grandes partidos do Brasil hoje têm muita gente boa, mas também têm muita fruta podre aí. Então, no Novo, nós temos essa diferença. E eu acho que isso dá segurança para o eleitor.

Agora, como o novo é um partido de direita, ele sempre vai estar muito mais próximo do bolsonarismo do que do PT, do PSOL, sem dúvida alguma. Agora nunca foi um braço, inclusive. Vamos deixar claro, eu nunca fui do mesmo partido do Bolsonaro, inclusive. Em 2022, eu fui reeleito em primeiro turno, sem apoio do Bolsonaro, e mesmo assim dei total apoio para ele.

Continuar a tentativa de reeleição que infelizmente não deu certo. E em Minas Gerais, entre o primeiro e o segundo turno de 2022, nós avançamos 600 mil votos pró-Bolsonaro. Me dou bem com ele, estive com ele em agosto. Ele quer que nós tenhamos mais candidatos pela direita, respeito ele e espero que a justiça seja feita. Agora, concordar 100% com as ideias de uma linha, eu não concordo com de nenhum ser humano.

Eu tenho as minhas ideias. Eu só ajoelho para Deus. Para mim não existe Deus na terra, como algumas pessoas consideram que algumas pessoas são. Eleito, vai ter amnistia? Se for eleito? Vai, vai ter anistia. É um absurdo pessoas que participaram de uma manifestação serem enquadradas como tentativa de golpe de Estado. Naquele 8 de janeiro de dois mil e vinte e três.

Lá em Brasília não houve disparos, não houve feridos, não houve mortos. O que houve foi uma manifestação, depredação, vandalismo que precisa de punição. Por esse tipo de ação, vandalismo e depredação, e não tentativa de golpe de Estado. Stop. Um absurdo um senhor aí que doou 500 reais para ajudar no transporte de ônibus, pegar aí 20 anos de prisão, só país totalitário que age dessa forma.

Tem uma pergunta aqui do Júlio César: ele está falando o seguinte: diante do rompimento da barragem de Brumadinho em 2019, um dos maiores desastres socioambientais do país. E considerando que o senhor não estava e classificou o episódio como crime e tomou medidas emergenciais, o que mudou de forma concreta na fiscalização da mineração em Minas Gerais desde então? E por que tragédias como essa ainda geram desconfiança na população quanto à capacidade do Estado de prevenir novos desastres?

O cara mandou um podcast. Isso aqui foi gigante. Mudou tudo. Eu falei quando aconteceu a tragédia de Brumadinho no dia 25 de janeiro de 2019, no meu primeiro mês como governador de Minas Gerais, que eu seria. O último governador de Minas a enfrentar aquele tipo de tragédia. Fizemos a Lei Mar de Lama nunca Mais, que foi aprovada em tempo recorde pela Assembleia, e desde então toda barragem que oferece risco está sendo descomissionada.

Ou desmontada para ficar mais compreensível. Das 57 que ofereciam risco, 18 já não existem mais. E as demais estão em processo de descaracterização. São milhões e milhões de toneladas. Você não consegue remover isso mesmo utilizando muitas pacarregadeiras, caminhões, de um ano para o outro. Mas a cada dia que passa, Minas Gerais fica mais segura. E se Deus quiser, não vamos ter eventos assim. O Luiz Felipe mandou uma pergunta grande aqui também, eu vou tentar resumir, mas ele fala.

Ele fala sobre o caso da sua cidadania italiana ter sido questionada sobre suspeita de fraude. Você está vendo? O pessoal não encontra nada da minha vida. Foram buscar isso à cidadania. Foram buscar a minha cidade. Está vendo? Não teve corrupção, não teve esquema, não teve fraude. Teve, sim, um problema quando eu fui, e vai lembrar primeiro que eu tenho cidadania. Se tivesse sido fraude, eu não teria conseguido. O despachante que eu contratei.

Fez um convênio com um cartório na Itália para poder viabilizar a cidadania minha e dezenas de outras pessoas, e esse cartório cometeu uma fraude. Imagine se o cartório onde você vai fazer a sua certidão de nascimento comete uma fraude. Você está envolvido no escândalo do cartório? Acho que eu não preciso responder mais nada. Vamos para a próxima. Eu diria que a equipe do Zema não fique se manifestando, os caras assim. Torcida?

Os caras tudo assim, né? Nossa, respondeu bem, hein, Zé Marco? Se controle, hein? Senão vamos evacuar a área aí, tá? Por favor. O Júlio Lataro ele está perguntando o seguinte: Zema, sou mineiro. Ele colocou SS do Paraíso. São Sebastião do Paraíso. Aí ele fala aqui: se você pudesse fazer uma pergunta para o Lula e para o Bolsonaro, qual pergunta você faria aos dois? Deve ser para o Flávio, né?

Ó, eu ia perguntar para os dois o seguinte: quantos escândalos teve no seu governo? O Lula não ia saber contar e o Bolsonaro ia falar zero. Aqui foi. Foi. O que mais, Emma, você quer falar sobre antes de irmos para as três perguntas finais? Ó, eu quero. Primeiro, hoje é primeiro de maio. Sim, dia do trabalho. Eu fiz questão de publicar na minha rede social. Ó, tá aqui. A minha carteira de trabalho. Eu trabalho desde que eu aprendi a contar.

Hoje eu não sei, mas quando eu era criança, era permitido tirar uma carteira de trabalho aos 14 anos. Assim que eu fiz 14 anos. of time. Você também começou aos 14. Uma agência de publicidade. E, infelizmente, no Brasil se criou essa ideia de que jovem não pode trabalhar. Eu sei que o estudo é prioritário. Mas toda criança pode estar ajudando com questões simples, com questões.

que estão ao alcance dela, igual falei, eu acompanhava meu pai o dia todo, contava parafuso, porca e ajudava. Ele embrulhava em jornal, na época era jornal papel de embrulho. Então, hoje é dia do trabalho e aqui no Brasil parece que a esquerda criou essa noção de que trabalhar prejudica a criança. Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal, recebe lá não sei quantos centros por cada jornal entregue, no tempo que tem. Aqui.

Proibido, você está escravizando criança. Então é lamentável. Mas acho que tenho certeza que nós vamos mudar isso aí. Mas eu quero deixar claro aqui, Vilela, que o Brasil está num momento decisivo, nós temos uma eleição pela frente. E eu, como disse aqui, eu venho dessa área de gestão. E eu vou ser implacável. Com alguns pontos aqui. Eu já falei que o meu plano, inclusive, chama o plano implacável, né? Porque ele vai ser poupar, privatizar, não roubar e prosperar. Dá para fazer tranquilamente.

O Brasil tem um potencial gigantesco. E nós vamos estar decidindo nessa eleição quem é que vai mandar no Brasil. Brasil que está em jogo na seleção. O que está em jogo é o futuro de 210 milhões de brasileiros. Mas diante do cenário de guerra, inteligência artificial, de busca de novas matrizes energéticas, de... de do Trump ameaçando a uma interferência no Brasil.

Terras raras, teve agora essa compra dos Estados Unidos da empresa de terras raras. Qual o cenário mundial que o Brasil vai se encaixar? O cenário é sempre incerto. Ninguém há dois anos atrás iria prever essa guerra, iria prever a retirada do Maduro, essas guerras, né? A retirada do Maduro lá da Venezuela. Está um mundo imprevisível. Eu falo que você tem de estar preparado. Preparação, para mim, é o nome do jogo.

Na hora que você tem uma reserva financeira, na hora que você está com a saúde, você lida muito melhor com os problemas que vão aparecer do que quem não tem nenhuma reserva e não tem saúde. Então, é zelar pela saúde, sempre poupar, e parece que no governo do PT isso não tem acontecido. E, para mim, o Brasil não é, de forma alguma, um país fracassado. O Brasil é sim um país roubado aqui.

Entende? Por isso que não avança. E nós temos hoje, nos mais altos cargos de Brasília, pessoas que dão bons ou maus exemplos. O que você acha? Sobre os exemplos? É. Bons ou maus exemplos que a gente vê de Brasília hoje? Pô, faz muito tempo que são maus, exemplo. São maus exemplos.

Muito, tanto que grande parte da população acha que todo mundo é corrupto, todo mundo é ladrão e todo mundo só pensa nos próprios interesses, porque o que acaba aparecendo mais é isso, né? Infelizmente. E não é geral, né? A gente sabe que não. Então eu falo que na hora que nós tivermos um presidente com credibilidade, um presidente que não tem o rabo preso, que pode falar como eu estou falando, as coisas começam a mudar.

E eu não estou indo para ser presidente, para ganhar, para dar cargo, não. Eu estou indo para fazer mudanças que são necessárias. E outubro vai ser um mês realmente decisivo. Nós vamos ver em outubro se nós vamos continuar com esses intocáveis. Ou se nós vamos colocar os brasileiros de bem para poder tomar conta do Brasil de novo. E é agora ou nunca que nós vamos fazer isso. Eu fiz o Flávio Bolsonaro prometer aqui que não vai ficar colocando o sigilo em.

Cartão corporativo em nada, hein? E vocês, Emmanuel? Porque falaram que iam derrubar o sigilo do Bolsonaro e aí colocaram o sigilo também nesse governo agora? Foi ótimo você tocar nisso. Que eu não esqueci de comentar aqui. Entre no portal da transparência de Minas Gerais. Tudo que eu gastei como governador está lá. Os voos que eu fiz em aeronave do governo estão todas lá, são publicadas no mês seguinte. Não é daqui a 100 anos, como se faz lá em Brasília, não.

Eu voei para onde? Quem foi comigo e o que eu fui fazer? Não tive um voo de natureza pessoal. Eu até poderia, como governador, usar o avião para ir lá ver minha família. Não fui. Só utilizei a aeronave do governo a trabalho. Fui o governador de Minas que mais andou de carro no interior, que mais foi as cidades- 420. Fui a quatro, a metade das cidades de Minas Gerais eu fui.

Inclusive até para ver a situação das estradas. O governador que mais voou em avião de carreira, fui para Brasília e São Paulo diversas vezes em voo comercial, apesar de ter avião. Tinha um horário que coincidia. Para que eu vou de avião? E não vai colocar sigilo se for presidente. Nenhum sigilo, é prestação de contas total, transparente. Essa pessoa fala antes e quando chega lá, coloca sigilo. Comigo foi diferente. Tá certo. Então é uma promessa que eu quero que você faça, e a segunda é.

A gente vai fazer debate aqui se vai vir no debate. O Flávio já falou que vem, hein? Venho, não tenho que ter medo. Vaguejado aí agora, né? Mas vem mesmo? Você sentiu firmeza? Firmeza, vai vir no debate ou não? Venho no debate. Tá aqui, ó. Tá fechado, tá vendo? En Minas... E não vale muito, hein? E comigo acaba essa questão de cartão corporativo sigir. Exatamente, tem que acabar. Outra coisa vamos pender mais para os Estados Unidos ou China, ou depende do que vão estar oferecendo para a gente?

O Brasil vai ficar junto com o Ocidente. Nós somos ocidentais. Nós somos frutos da cultura europeia? está assistindo agora e... Todo país vai ser tratado com tapete vermelho. Nossa língua, os nossos hábitos são ocidentais. Para onde o brasileiro vai, quando ele quer mudar de país, ele está insatisfeito com o Brasil, inclusive, são quase 4 milhões, pelo que eu vi aí. Ele vai para onde? Qual o país que ele aprecia? Portugal, Estados Unidos... Francia, Inglaterra.

Eu não conheço ninguém que falou, eu estou indo para a Índia. Eu não conheço ninguém que falou, eu estou indo para a China. Eu estou indo para a África do Sul. É pouquíssimo. Talvez, se somar tudo, isso não dá 1%. E nós temos um governo que se aproximou de ditaduras. Outro ponto do PT e do Lula também. Próximo de Nicolas Maduro, que está detido, graças a Deus. Próximo de Hugo Thiago.

Próximo de Cuba, Fidel Castro, próximo de Irã, tudo regime autoritário. Eles pregando tanta democracia aqui e a proximidade com. Ditadores. Pois é, Zema, obrigado demais. Não está ainda livre, porque para terminar o programa sempre terminamos com três perguntas, né, Helene? Exato. Então vamos lá. Primeira pergunta é o seguinte: queria saber o momento mais difícil da tua vida ou da tua carreira, Zema.

O momento mais difícil da minha vida e da minha carreira foi provocado pela Dilma, pelo PT e pelo Lula. Oh loco, o que que foi? 2015-2016, não sei se você estava empregado em algum lugar, o Brasil teve a maior recessão da história. A economia do Brasil encolheu quase 8%. E eu comi o pão, a broa e a rosca que o diabo amassou. Um dos motivos de eu ser político hoje é isso. Em vez de contratar a gente, como eu sempre fiz, eu tive de reduzir o quadro da empresa em quase 2.500 funcionários.

Todo dia eu levantava com essa missão amarga. Gente que eu treinei, gente que eu gostava, eu tinha de chamar e falar. Eu vou ter de te dispensar. Caso contrário, a empresa quebra, porque a venda caiu 30%, 40%. E não tinha como ser diferente. Naqueles dois anos, o Brasil perdeu quase 3 milhões de empregos com carteira de trabalho assinada. Desses 3 milhões, 2.500, coube a mim. Eu tive de ir no psiquiátrico.

Para poder tomar medicamento tarja preta, porque nesse período eu parei de sentir gosto. Tudo que eu comia era igual isopor. Sabe, dormia mal aquela tensão, aquela frustração gigantesca. Então, foi os piores. Isso é que me fez ir para a política. Yeah. Eu vi que não adianta você estudar muito, ser um bom profissional, montar um bom negócio se você está num país que é administrado por corrupção. por quem rouba e por quem não tem nenhuma consideração por quem trabalha.

Eu fui galo quando criança. Aí o Atlético teve episódios muito tristes, duas finais do campeonato brasileiro. Eu era criança ainda. Não, uma perdeu para o São Paulo e a outra para o Flamengo, acho que. Acho que foi 77, 78, eu era criança, aquilo me doeu tanto, mas tanto. Eu fui tão zoado na minha turma. É. Fiquei. É, fiquei com trauma e falei: eu não vou mexer com futebol nunca mais, sabe? Época do Toninho Cerezo, Paulo Isidoro, João Leite.

E desisti de futebol. Logo eu já fui estudar em Ribeirão Preto, tinha de prestar vestibular, e aí deixei futebol de lado. Segunda pergunta é o seguinte: não sei se você sabe, Zema, se for eu a dar essa notícia em primeira mão, desculpa, mas vamos morrer um dia. Você está sabendo dessa parada aí? Que a gente vai morrer um dia? Eu sou um estoico, eu estou tão preparado para a morte, sabe?

Tem gente que estranha quando eu falo. Eu falo: ó, no dia que eu morrer, não acho ruim, não, que eu encaro isso com tanta naturalidade. Eu não quero estar presente quando eu morrer, só isso que eu falo. Então, assim eu encaro isso com a maior naturalidade. Para algumas pessoas, parece que é uma aberração. Mas falando nisso, a gente vai...

Morrer, mas esse vídeo vai ficar um bom tempo depois da gente. Manda um recado pro futuro, pra quem tá assistindo no futuro, quais seriam suas últimas palavras? Teu epitafio, Zema. Se alguém um dia falar de mim, pode ter certeza que eu vivi bem. Ele é grato? Sou grato à vida. Deus me deu saúde. Eu tenho uma disposição que acho que poucas pessoas têm.

Consegui fazer muito, queria fazer mais, mas nós só temos 24 horas por dia, mas eu tenho certeza que eu contribuí, nem que tenha sido com pouca coisa para deixar um mundo melhor. Porque minha vida foi mostrar que dá para fazer diferente, dá para fazer dentro da lei, dá para fazer sem prejudicar os outros.

Terceira pergunta é qual a sua dúvida atual? No que você se pega pensando antes de dormir, Zé? Lembrando que essas perguntas a gente faz para todos os pré-candidatos e para todo mundo. São as mesmas perguntas. Que foto é essa, Lenin? Eu consegui umas fotos do Zema aqui, do Zema aqui. É, é? Tá vendo aquele 100 lá? Aquilo lá foi quando a gente estava comemorando sem loja. É, magrelo. Tem mais foto aí, né? Tem mais um aqui. Aí, outra convenção também.

É sempre com a turma, está vendo? Sempre trabalho. Isso aí foi num ano que a convenção coincidiu com o Copa do Mundo. É igual a camiseta aí do. Isso aí eu era bem novo. Eu tinha uns 13 anos aí. 12, é. 12, 13 anos. para tirar aqui que eu preciso trocar o formato da tela. Aí minha formatura na GV. Hãy subscribe cho kênh La La School Để không bỏ lỡ những video hấp dẫn É, tá bem diferente. Eu com os meus filhos, hoje eu almocei com meu filho, que já tem 30 anos, esse brancão.

Yeah. E a minha filha que mora em Londres e que eu sonho que ela volte para o Brasil, que vai ser o país das oportunidades, se Deus quiser, com um governo sério, ético e comprometido. Você já pensou em mudar para fora? Não vai não, se Deus quiser... Добавил субтитры DimaTorzok O que é que eu penso? Qual é a sua dúvida atual? Não é a pergunta que você se faz. A pergunta que eu me faço. Yeah.

A pergunta que eu me faço é o que vai acontecer com a minha vida, né? Mas eu falo que esse ano vai ser ganha-ganha para mim. Se eu for eleito, eu vou ficar extremamente satisfeito, porque eu vou poder contribuir muito com o Brasil. E se não for? E se não for? Eu vou melhorar muito a minha vida. Entendeu? Porque está na política é sacrificante. É só ver, os políticos envelhecem muito depois dos mandatos, né?

Então, não que eu vou ser presidente de mal grado, de forma alguma, mas eu vou ter condição de encontrar mais a minha família. Eu tenho encontrado meu filho uma hora por mês. Ele mora aqui em São Paulo. Hoje eu consegui almoçar com ele. Encontro a minha filha alguns dias por ano. Entendeu? Estive lá na formatura dela recentemente, na Inglaterra.

Então, você abre mão de muita coisa e a vida passa rápido. Mas eu falo que vai ser ganha-ganha. Ou eu vou. E quando você está fazendo bem, você se sente realizado também. Mas quando você está próximo da família, é muito bom também. Não indo para o segundo turno, pelo que eu entendi, né, Lênia, ele vai apoiar o Lula no segundo turno. Yeah. Não precisa nem falar, né? Não precisa. Vai lembrar que eu vou trabalhar até o segundo turno, né? Porque vai ter um candidato, ou eu, ou alguém da direita lá.

É o que tá se encaminhando. Obrigado demais, Emma. Toda sorte do mundo aí. Falo isso pra todo mundo, então não se sinta especial. Falo pra todos os pré-candidatos, mas toda sorte do mundo pra você. Obrigado. Uma simpatia aí, gostei bastante de conhecer. E vamos ver o que desenrola aí, né? Nessa campanha aí. A partir de quando que escolhe vice essas paradas ou cada. Tem aí mais uns 90 dias pela frente. Daqui uns 90 dias está tendo essas decisões. Já estão tendo conversas já sobre.

Começando as conversas. E depois que você usar o esticador de camisa, você me fala se ele é bom. com medo aqui, né? Obrigado, Irmai. Isso aí, se você não deu seu like ainda até agora, você tá moscando, corre e deixa o seu like, se inscreve no canal, se torna membro, aquela coisa toda, ajuda a gente a chegar aos 6 milhões aí, né? Exatamente. Agradecer, agradecer aos patrocinadores.

A Insider, nossa querida patrocinadora de longa data, está sempre com a gente, vestindo a gente, inclusive. Estratégia concursos aí para você que quer mudar de vida, quer ganhar um pouquinho mais. Exatamente. Nossos concursos. E agora é hora de você brilhar, Zeni. Não. Zen. Nossa, estou confundido. O que não tem outra palavra para nós? Foi fácil. O pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final desse papo. Escreve aí, Tadalazema. Tá, dá lasema, é óbvio.

Alguém já falou que ele parece com o Gilberto Gil? Já, Frida? அப்பில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்லையில்ல Só que o Lenny Kravis estacionou. O Lenny Kravis parece que tem a mesmidade. O Lenny envelheceu. Fui envelhecendo, passei de Lenny Kravitz para Seu Jorge e agora para Gilberto Gêmeas. Exatamente. Muito bom.

Eu que agradeço. Prazer. Romeu Zema Oficial. Em todo lugar. Tá tudo igual. É só entrar lá que vocês vão aí me conhecer um pouco mais aí. Fechou. Sigam então o Zema, me sigam também, arroba Vilela no Instagram. Fiquem com Deus. Beijo no cotovelo e tchau. E que bom que vocês vieram. Valeu, fui. As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não reflete.

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