Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes tripulação preparar para a decolagem. Partindo em 32. Um. Abinal tá no ar? Vingando as bruxas do velho álbum, lançado no dia 25 de fevereiro 2025 pela real and black terror, álbum que conta aí com 8 músicas, é um vinil com 4 músicas chamadas 4 músicas, do outro 8 músicas, totalizando 35 minutos de play.
Velho que é uma banda de black metal de Duque de Caxias, Rio de Janeiro, Brasil. Nativa desde 2009. Gente. É isso aí, cara. Os caras estão lançando agora, lançaram agora no passado o seu quarto disco de estúdio, né? O the built deles é de 2015, é o the cruptive da sabedoria de 2015, e depois veio o the crupture da sabedoria seten sessions 2017, que é auto explicativo, acredito o retorno da mesma lua de 2019 e agora, vingando as bruxas de 2025, a banda que é formada por slatter.
Na bateria que toca em todos os lugares. Cara, ele é o dono da cena carioca, né, meu? Ele toca no black Moon, eclipse luly lifel, esqueceu code Night com você very culto, lápis de lua de Plutão, obscore, relleca, suario, overnoes, poems, Def pomba gira, túmulo poéticos severos, primitivo e furúnculo anal anopsis Enem, já tocou na anopsis no Enem? Lástima.
Licor gazma collatra the flame em muitos lugares também temos o caronte no vocal que toca, que canta, é vocal, guitarra, ele canta que toca na lua de Plutão, obscure real aqui e no po éticos severos. Rafael Lopes no baixo, que toca na lápide e dod na guitarra, na verdade, desde 2020, tá no baixo aí também, né? Que toca no code Night lapid e Power from Hell. É isso aí, cara, é isso aí, cara. Cena carioca. Pegando fogo. E esses caras aqui são os donos
dessa cena. E se você está aqui com a gente, você está ouvindo o heavy now, o teu podcast dela para explorar o universo leve metal todos os dias, de segunda a sábado, às 6 da manhã. Agora em janeiro, o que a gente está fazendo, você já está ligado, né? Já está ligado. O que a gente está fazendo agora em janeiro, em janeiro nós estamos fazendo aí. O nosso querido 30 dias de metal BR, onde nós passamos 30 dias falando só sobre heavy metal brasileiro, todas as Vertentes.
Hoje vamos falar de black metal brasileiro. Maluquice, Hein? Cara demais demais. Esse país tão rico, esse país tão rico culturalmente, tão rico dentro do heavy metal, né cara muito bom, muito legal. Black metal, cara black metal é um som norueguês, é um estilo norueguês, começou. Começou Na Na Na na escandinávia, né? Não começou na Noruega, começou na Inglaterra e depois da escandinávia, né?
Seven churties, então a gente está falando ali de pow sester, a gente está falando de bandas que começaram a fazer um som mais cru, um som mais reto, um som muito mais rápido, muito mais agressivo que incomodava, que angustiava um som que todo som tem você, você é, tem uma pergunta e uma resposta, você tem um. Uma suspensão e um relaxamento, né? O som é sempre assim, né?
A música é assim de maneira geral, black metal não é só suspensão, black metal é nome, é só tensão, é só tensionamento, eles não relaxam, é loco e nunca se resolve o som deles e aí fica tudo meio dormiante, você fica meio perdido, você fica meio sem chão e é isso, black metal, eu quero fomentar esse sentimento de angústia, de dor no seu ouvinte, né? O black metal brasileiro é muito calcado no black metal. É norueguês. No No black metal escandinavam
no black metal pagão. Tá bom, é muito calcado do black metal pagão e quando começou aqui ele bebia muito dessa fonte do black metal pagão, mas bebia também de estilos ao redor do black metal pagão. Então, por exemplo, 3 bandas que começaram com black metal aqui no Brasil, aí tem o chacalo, aí tem o chacalo lá de 1985, que de fato é uma banda que tem muito
de thrash metal. Mas em muitos momentos ele flertava, ele abraçava, ele passava a noite com o black metal extremo, cara, então muito do que a gente entende como black metal extremo hoje começou com o chacal aqui no Brasil, misturando um thrash com black desculpa, um thrash com um isso o thrash com um black mais rápido, muito legal, né, cara, muito legal, então é um riff mais agressivo, mais rápido, é um vocal muito hostil, porque vem do thrash metal, né?
E uma temática ocultista. Então o chacal começou. Essa coisa toda aqui no Brasil com o black metal aqui no Brasil é muito legal, né cara? Temos aí a maior banda de black metal brasileiro, com certeza mais importante banda de black metal brasileiro que é o mister fire cara. Mister fire cara é um black deft metal brasileiro desde 39 e tem bebe muito na fonte ali do Meire, na fonte do gorgoroti, todos esses caras, mas é uma banda calcada.
Pesadamente no satanismo ritual, cara, então as composições dele são são, cara, você vai mergulhar no ocultismo, na magia negra, na profanação de símbolos cristãos. Cara, tá, é uma banda muito influente, com certeza é a maior banda de black metro do Brasil, com certeza assim no começo, né? Com certeza. Misty fire e sarcófago, mesmo sarcófago tendo muito sarcófago, estou muito mais de thrash metro, inclusive sarcófago está No No no big four do black metro
brasileiro. Junto com o seu futuro, o sarcófago tinha Blast beat, tinha uns timbres mais sujo ali, mais distorcido, e tinha também um vocal muito agressivo, então tinha uma semente dessa ferocidade que a gente pode creditar ao black metal. Então o black metal nasceu no
Brasil assim, legal isso, né? Porque não nasceu de junho, teve uma banda que foi lá e falou, o que é isso aqui é black metal, não teve, o mister fire fez isso, mas as outras bandas que também fomentaram essa cena foi influenciado essa cena. Elas tão misturadas com outros sons e isso representa muito o black metal brasileiro, cara, o black metal brasileiro é uma mistura de muita coisa, cara, muito legal, né? E hoje, quem tá fazendo black metal brasileiro hoje?
Então tenho 3 bandas aqui, eu acho que é a maior banda de black metal brasileiro hoje, com certeza é o cripta, faz um black and trash metal, não vamos falar sobre delas hoje aqui, tá, que é a maior banda que todo mundo conhece, vamos falar de outras 3 bandas que fazem black metal hoje aqui no Brasil, com certeza o vazio, cara, com certeza o vazio é uma dessas bandas que me. Mistura uma crueza, 111 som menos, menos trabalhado e menos produzido do black metal.
Mas eles trazem um foco numa espiritualidade, no misticismo, no ocultismo urbano. Então nós vamos falar sobre letras urbanas, vamos falar sobre é o cotidiano, cara, muito legal. Esse som tem que ouvir vazio, tá? Nas melhores coisas que a gente tem no Brasil hoje, especialmente underground, o black metal sempre underground, né? O black metal é o mesmo problema em stream é underground. Então o vazio é uma das maiores nomes do underground brasileiro.
Com certeza vale muito a pena a situação dos caras necrowal War, banda brasileira também de black metal, mas aí ele já tem uma pegada, um apelo, uma temática muito mais forte, muito mais calcada no bélico, na guerra. Né? Então a ideia deles é criar ali rif, um rif mais metralhadora, um rif mais violento, uma bateria que vai te machucar, porque eles querem trazer a atmosfera de campo de Batalha,
por exemplo, né? O vocó é muito revoltado assim, cara, eles falam muito, uma destruição total e o fim da civilização também tem uma produção bem crua e assim é muito brutal. Então se tem uma banda que a gente pode falar no Brasil, que está mesclando, que está. Flertando com brutal black metal. É o necroward com certeza é uma puta banda, cara. O necroward também um dos melhores coisas que o Brasil tem
aí no undergrounds, cara. E também temos aí uma histeria que é uma banda brasileira que une black metal com elementos históricos e pagãos, explorando bruxaria, religiões de matriz africana e lendas locais brasileiras que vão evocar ao misticismo, cara. A bula sem cabeça, o boitatá e essas coisas. Maluquice isso, né? É muito legal, porque é muito rico aqui no Brasil isso, né?
E a gente tem isso numa strinia, a questão que deixa tudo ainda mais interessante, porque o vocóvfo feminino com cultural, então tem cultural e tem o vocal feminino, né? E eles vão falar sobre folclore brasileira, essa metodologia brasileira, essa percussão religiosa brasileira. Cara é muito rico, cara, é muito rico, mistini é uma das melhores coisas que tem aqui no brasileiro.
E voltando aqui, agora que você já conhece o black metal brasileiro, você achou que não tinha black metal no Brasil? Achou errado, cara, tem black metal no Brasil e tem muito
black metal no Brasil, né? EE, muito do black metal brasileiro está calcado no Rio, o Rio de Janeiro é o país, é o estado mais black metal, com certeza, eu já falei do Rio e é o lugar mais black metal do Brasil, com certeza, cara, só não é frio, é quente, né, é um black metal quente, não é um black metal frio, né, mas é isso, cara, falando aqui especificamente. Sobre o velho, sobre esse disco
que vem engano as bruxas, né? É, está falando isso, um disco que foi lançado em 2025, mas é um disco que é muito mais puro, tá? Então eles é eles. É uma clara direção, diferente do que eles estavam fazendo nos discos anteriores, especialmente lá, né? Nascendo da mesma lua de da mesma lua do disco anterior em 2009, que é Oo retorno da mesma lua, então o. É vingando as bruxas. Tem 111 assim, 11.
Guinada 180 em comparação com o retorno da mesma lua, cara, porque o retorno da mesma lua ele é mais ele é mais melancólico, ele é mais atmosférico, ele é mais etéreo ainda black metal, mas ele tá flertando com coisas ali meio de black gays. Não chega a ser um black gays, mas tá uma flertada com black gays. Já aqui não, no vingo das bruxas, eles voltam e colocam os 2 pés fortemente ali no quadradinho do black metal,
cara, né? Então, assim, não é um disco que eles vieram aqui para experimentar, um disco que eles vieram para se consolidar na cena, cara, e os caras vieram lá de Duque de Caxias, cara que é uma periferia no Rio de Janeiro. Isso é muito interessante, cara, porque meu black metal ele é ele é muito calcado Na Na personalidade do artista. Né? Então, considerando a gente pensando black metal, a gente pensa em corpos sempre pentem, aí a gente pensa no gelo, a gente em pessoas queimando
igrejas e coisas assim. Mas isso porque o black metal é se confunde muito com o winder Circle, black metal que se confunde muito com o burzum, com OOO, que é o wargesvid canend confunde muito com o meijen, confunde muito com essa galera, porque é muito. É um som de muita personalidade, né? Então o artista se torna muito. Quem é a banda? Quem é o som? Até quem é o estilo? Tanto que as o black metal mais famoso do mundo é uma cena, não é?
O black metal tinha black metal antes do e no solo block metal existia black metal após os no solo block metal tinha black metal em outros lugares, quando eles tinham em no solo black metal, mas nós famoso é aquela cena, entende? Então é muito interessante a gente olhar para uma banda de duque de chia x, que tem uma realidade de 150% diferente da realidade lá da Noruega, por exemplo, de uso na Noruega, mas que entrega um som com a mesma inspiração, com a mesma direção.
Provando que o black metal e o heavy metal são linguagens universais, não são linguagens, ninguém é dono do heavy metal ou no caso, ninguém é dono do black metal. Black metal é universal, cara, tem em cada lugar vai trazer um sabor diferente, cara, né? Então, assim, o que acontece é que com o velho eles vão com esse disco aqui, o vingando as bruxas, eles vão falar muito sobre misantropia, sobre antes, cria antissistianismo, a decadência é humana mesmo, tá
bom? Só que eles adaptam isso ao. Discurso público brasileiro, a realidade brasileira olha que maluquice. Então eles vão falar sobre bruxa, sobre perseguição, sobre né? Por que que as bruxas são mulheres? Esse se mata a mulher da idade média. E sobre pessoa religiosa, vamos cantar em português que é, pô, black metal e português é algo impressionante mesmo. Mas eles também vão falar sobre a realidade brasileira, sobre a opção que são assuntos que são inerência na sociedade.
Eles vão falar sobre descaso, eles vão falar sobre miséria. Que são assuntos inerentes a quem nós somos enquanto brasileiros. É muito legal último, muito legal mesmo, então assim é. Então eles vão falar bastante aqui sobre anticristianismo, por exemplo, mas eles vão trazer também ali uma carga da realidade brasileira, o anticristianismo dentro da realidade brasileira. O que que o cristianismo machucou impactou a realidade
brasileira? Mas também essa herança é colonial, cara, nós somos cristãos, por que que é Brasil é cristão, Brasil nativo, pagão. Pagão, né? Mas aqui não é, cara, e eles meio que fazem um ritual ali. 111 invocação em cada uma das músicas, cara, então é um disco assim, muito, muito é. É imersivo, cara. Só se sentir aí num cenário de bruxaria brasileira, cara. De fato, aí, cara, mais uma vez. Isso também se contrasta bastante com o disco anterior, né?
Mais uma vez, o retorno da mesma lua, eles estavam explorando algo mais respectivo, mais melancólica que não eles atrás de um ódio muito mais. É uma posição muito mais hostil, cara, é 11 estética desse disco que foi voltada ali pro confronto mesmo, cara, né? Então acho que é isso, essas palavras que me pulam a mente. Quando eu penso nesse disco, eu penso em em em misticismo, eu penso em realidade brasileira, eu penso em confronto, eu penso em paganismo.
É tudo com esse sotaque carioca, cara, né? Eu acho que assim. É um eu eu quero escutar mais do velho, porque eu quero entender até onde eles conseguem ousar. E eu quero entender assim, cara, eu quero 11 disco sobre bate bola, cara, que é uma das coisas mais aterrorizantes do Rio de Janeiro, muito regional, e eu quero entender isso, cara. Eu quero que eles tragam isso para mim.
E acho que se tem alguém que pode traduzir o terror que é encontrar um bate bola no Carnaval carioca, é o velho, é o velho, cara. Eu queria entender isso aí, cara, mas é isso. Velho, funcionou o disco aqui, vingando as bruxas, 30 dias de metal BR aqui no heavy nauta e se você gostou desse disco do velho, você tem que escutar também, vazio eterno aí em obscuro, né? Que vai ser esse clima urbano ritualístico e de black metro
brasileiro, tá bom? É uma espiritualidade urbana meio bagunçada, cara muito legal. Michi fire congacci. De 93, clássico clássico do black black metal nacional cheio de satanismo ali um clima bem opressor, mas cara muito legal e my Stanley, assim informe a richiew que é o black 2014, que é o black metal com a temática temática pagã e de perseguição religiosa. Tem muito a ver aqui com esse disco do do velho e tem o vocó
feminino. Então cara, dá uma olhada nessa aí, e esse foi o heavy nau, não pode ficar. A gente te leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta, 6 da manhã, de segunda a sábado da
semana. E se você gostou do que você ouviu, segue a gente no Spotify, deixa aquelas 5 estrelas que a gente está precisando, escreve um comentário bacana para gente aqui, compartilha com seus amigos e votaria dos seus grupos de WhatsApp. A sua participação ajuda, Reinaldo chegará a mais fãs do heavy metal como você a nossa live tele metrô. Vou mais uma vez um abraço para você, Reinaldo, que nos vemos no nosso próximo episódio.
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