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Top 6 - 5 Heavynauta 2025

Dec 25, 202514 min
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No dia 25.12, o episódio “Top 6 - 5 Heavynauta 2025” entra em uma fase decisiva da contagem, afunilando a lista rumo ao topo dos discos que definiram o ano para quem leva heavy metal a sério. Sem destaque histórico e sem quadro de disco da semana, Kilton Fernandes e Rafa Ferreira aproveitam o formato mais enxuto para ir direto ao ponto: análise profunda, debate sincero e aquele olhar jornalístico que já virou marca do Heavynauta. É metaleiro falando para metaleiro, com a liberdade de quem não deve satisfação a algoritmo nem a gravadora.

Neste episódio, o foco está completamente voltado para os álbuns que ocupam as posições 6 e 5, num trecho do ranking em que qualquer detalhe pode separar um ótimo disco de um verdadeiro marco do ano. Kilton e Rafa destrincham os trabalhos escolhidos sob vários ângulos: peso, identidade, coerência, produção, letras, conceito e impacto na cena. A conversa costura esses elementos com o contexto de 2025, ligando as bandas às transformações do metal contemporâneo e às tensões entre tradição e renovação.

Os momentos mais fortes surgem quando as análises se cruzam com experiências pessoais e discordâncias francas entre os apresentadores. Histórias de primeiras audições, revisitas que mudaram a percepção sobre os discos, discussões sobre riscos criativos e sobre o limite entre evolução e descaracterização ajudam a construir uma narrativa viva em torno desses álbuns. Não faltam críticas diretas à pasteurização do som moderno, elogios à ousadia de quem mantém a chama acesa e reflexões sobre o papel da crítica especializada em um cenário dominado por consumo rápido e hype passageiro.

Na parte final, o episódio reafirma a proposta do Heavynauta de ser um espaço de jornalismo musical sério, independente e profundamente conectado à comunidade metal. Kilton e Rafa convidam quem ouve a entrar no debate: discordar do Top 6 - 5, sugerir outras bandas para essas posições, compartilhar histórias pessoais ligadas a esses discos e apontar o que, para cada um, faz um álbum merecer lugar tão alto na lista do ano. Para quem enxerga o metal como identidade, memória coletiva e conversa honesta, este episódio é parada obrigatória nesse fechamento de ciclo de 2025.

Transcript

Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes tripulação preparar para a decolagem. Partindo em 32. Um. No ar. Sejam muito bem vindos a rapidez. Finalta 2025 meu nome é calton Fernandes. Estou aqui acompanhado muito bem acompanhado de Rafa Ferreira aqui No No cockpit da nossa heve nave seja muito bem-vindo.

Muito obrigado kilton. E estamos aqui para mais 1 dia para apresentar Oo sexto e o quinto lugar do nosso top 10 revinalta terminamos ontem com 11. Surpresa bué bacana, né? Vamos ver Quem é Quem é que agora ficou na frente do obsidentalga? E a nossa sexta colocação na nossa sexta colocação. Quem é os cardas, né? Com o álbum Souls. Nome simples, simplesmente. Souls. Olha só, e com certeza não foi coisa minha essa aqui, né? Acho que eu não ouvi os cardas, é?

Apesar de que eu gostei muito do nome da banda e gostei muito do álbum também, né? Do do título do álbum, né? Do casa. Achei que ficou bem legal, mas vou deixar aí para o. O cara que colocou o que trouxe os cargas aqui para nossas colocação. O que você tem a dizer aqui oton? Acabou, acabou, acabou. Cara. Explica isso, cara, essa. Que é a surpresa da aleatoriedade. Esse cara vocês, isso aqui é uma banda. Israelense, tá bom, impressionante. Na fui impressionante essa

banda, cara. Eu escutei meta com décadas e eu nunca contra a banda assim, nunca, nunca controbando assim. Muito por conta da no é grimanda nossa, tem muita coisa pra gente falar sobre essa banda aqui. A primeira coisa que eu queria falar sobre essa banda, essa banda é a história mais legal de todas as coisas sobre essa banda. Eu tava ali. E assistindo vários vídeos lá de heavy metal também. Não esperava a primeira.

De você alguma coisa assim. E ali quero ser um vídeo e vou pegar aqui uma dessa princesa da Disney local tocando da Disney é Disney princesus. Pros metal, é isso, o nome do do do vídeo, deixa eu pegar aqui e mandar para você isso. Evolution of The Business, but she is metal. Mandar o link para vocês se quiser dar uma olhada e deixar aqui também para vocês ouvirem, tá have altas que está nos acompanhando. Então o que acontece?

Esse vídeo aqui é muito legal porque é uma banda tocando velhas músicas, temas da de princesas da Disney, tá bom? As princesas, né? Minha filha começou a ouvir a gente é, é. E ela começou a dançar, né, fazer a balé, né? E ela começou a dançar as pessoas que já desistem lá, né? Eu quero mais ou menos no final desse vídeo aqui, né? A música balé usa lá no FE. É. Consegue mudar esses daqui?

Cara, você falou, cara, essa banda, cara, esses caras esses caras aqui, meu aprender aqui com e eu fui pesquisar mais. E a família? Nacionalmente conhecido em Israel como uma família musical, tipo a família aluna, entendeu? Música tradicional, israelense e velhos, outras músicas é música clássica em si, né? Está classificando tudo mais, então isso, já isso, isso, isso, isso já me traz um histérico pros caradores impressionante, certo? Com certeza. Já faz o scaredoce já, pô, que

banda é essa? E aí eu fiquei escrevendo as informações. O scaredoeste lançaram o disco em 2025. Atenção nisso, né? Eu fui escutar é o disco, eles lançaram e é muito bom, cara, é muito bom, cara. Assim é muito versátil. Rafa, é o prog metal que vale a pena. Aqui não é um prog metal mais leve, como a gente falou de mais three, que a gente falou de outras bandas de prog metal,

leve aqui né? Também você falou lá nas versões honrosas de alguma banda de prog metal leve aqui, aqui é pra quem gosta de prog, aqui é pra quem gosta de vários estilos, então vai ser left metal, vai ser prog metal, vai ser Power metal, vai ser groove metal. E a Noah greeman segura tudo, tudo, tudo lá. Não, ela faz cultural nesse disco, mas assim faz cultural como se não houvesse amanhã, sabe? Mas ela grita como se fosse o Michael kisk. Ela chega num como fosse o kisk,

mas ela surfinge. É como se fosse a linha bem comercial, como se fosse um leite usem, mas ela tem um drive como se fosse a dura cara. Então fui escutando esse disco esse ano e eu fui escutando, então eu escutava, tinha mais

camado e mais camado. Eu tive que escutar esse disco umas 30 vezes para começar a decorar onde ficavam as coisas, começar AA, não ser mais surpreendido por uma cara, o baixista dessa banda, Do Nada, ele lança uma linha no meio do no meio Do Nada vão umas linhas assim, parece, parece aquilo, é aquele lateral que de um lado aparece faz 2 golos na final da Champions é esse cara. Do Nada, Do Nada aparece e lança uma linha que você fala que que é isso que esse cara tá fazendo?

E eu escutei, escutei esse disco e ainda era surpreendido, porque isso é uma técnica que quem usa muito é o sinfonia XE aqui o scardhouse não é? Não é acidente. Eles bebem na fonte e bebem direito, e que não é fazer linha de baixo ou fazer uma linha específica no arses, é fazer no, no, no tarses, ou seja, não fazendo um tempo forte, fazendo um tempo fraco. Porque deve o cara no contrapé, pegar no contrapé é pegar no 20 no contrapé.

Ah, foi. Posso ficar o dia falando isso aqui, mas é um disco muito consistente, tecnicamente falando, e muito original, muito original, muito original, muito original. E aí, ficou em tanto lugar aqui no TAP. 10 servinal todos 25. Rafa, olha aí. É isso aí, cara. E esse foi o monólogo do kilton sobre o sexto lugar, né? Voltamos amanhã com o quinto lugar, porque já acabou o tempo do episódio. Tá zoando? Quinto lugar. Bora para o quinto agora contigo mesmo.

Vamos lá, em nosso quinto lugar. Eita, nós, rapaz. Quinto lugar. Nós temos green, Luan, minha, nossa, Rafa. Quer falar um pouquinho de green? Luan pra gente, cara de pulmão verde. Exato, cara, que apesar desse nome, pulmão verde, pode remeter a outra coisa, né? Mas eu acho que é um negócio mais natural. Mas gente, é uma natureza. Vamos pensar que está respirando ar puro, né? Mas é outra banda que me surpreendeu bastante esse ano, né?

Que é a banda que não, que eu conheci no ano que marcou a despedida, né? É despedida definitiva do Black Sabbath dos palcos, né? E 3 semanas depois, a despedida do ozer, né, da da vida, né, infelizmente vindo a falecer, apesar de que né, é, não foi 11 vida interrompida eSIM, tipo um Descanso, né? Ele tava merecendo esse

Descanso, né? Mas Oo green Lang veio com uma proposta que eu comecei a ouvir, cara que me lembrou o Black Sabbath, aquele Black Sabbath dum metal, né, que é. Que que a gente já via desde lá do primeiro disco do Black Sabbath, que a gente viu muito com O Mestre of reality, com o volume 4, né? Tipo esse disco com o próprio sabba bloorizaba, né, com mais essa pegada, cara.

E o green Lang veio tipo assim, arrebentando, cara, eu eu escutei esse disco e é tipo animadaço, e depois fui escutar as outras coisas desses caras porque porra, me cara me me pegou, me pegou, tipo, ih. É uma coisa que tipo escutar grelang pra mim é tipo assim, você ser transportado pra uma floresta onde tem um cover de bruxas fazendo seus rituais lá, né não? Especifiquei, que tipo de bruxa

é? Pode ser tanto tanto bruxa tipo wicca quanto bruxa tipo, né, lá da de João Maria, né, que comem criancinhas, mas é é uma coisa que me remete muito a isso, cara. E é 11, é um som. Assim, muito, muito, muito maneiro mesmo. Não sei aí que curte muito doom metal, né? Acho que isso, né? É, não é aquele doom mais arrastado, né, que o pro funmero doom no caso, né? Ele já é um pouquinho que, como eu falei, ele lembra mais o Black Sabbath, lá dos primórdios, mas é gostoso demais

de ouvir, cara, muito gostoso. Merecidíssimo esse quinto lugar, cara merecidíssimo. Quero assistir a visita do chaia malandro. Esse filme não, ainda não. Muito bom e é baseada no em João Maria. Bom saber. Então é um é um filme do saia maland, baseado na história de João Maria, cara bem legal, bem criativo, cara da caixinha, cara bem longa, esse aí, quinto lugar, cara, nosso quinto lugar aqui, cara, realmente é 11.

Disco que remete muito ao Black Sabbath, é muito Stone, não tem como não ser um disco de maconha. Esse aqui, cara, não tem como, não tem como. Ah, fá, tem noção que amanhã a gente verá o nosso quarto e terceiro lugar, a sexta-feira? Olha aí, cara, até a gente tava ansioso pra isso, né? Estávamos muito ansiosos pra saber quanto mais vai se aproximando do primeiro lugar, mas a gente fica ansioso e já vamos começar amanhã.

Já amanhã já vamos revelar, né, o primeiro integrante do nosso pódio e isso vai vai vai ser um episódio bem especial. Porque não sabemos ainda qual será, como tudo que está acontecendo aqui já. Estou aqui em choque, cara. Já estou em choque, mas a gente vai falar sobre isso amanhã, sobre nosso quarto. Terceiro melhor disco de 2025 para o rave naup. É isso aí, vejo vocês amanhã.

Log finalizado. Próxima missão programada de segunda a sexta às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta.

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