Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes tripulação preparar para a decolagem. Partindo em 321 abinal tá no ar. Sobreviventes do mal do síndrome k álbum lançado no dia 24/11/2023 de maneira independente, algo que encontra aí com 10 músicas, totalizando 43 minutos de play, síndrome k que é uma banda de thrash metal da Bahia da Bahia.
Formado em 2019. De fato os caras de 2016 a 2019 se chamavam thrash makers que faziam muito sentido, e 2019 em diante, eles eles adotaram o nome de síndrome k tem 2 discos lançados no seu the beauty que se pague em 2021. Vamos falar nesse episódio dos sobreviventes do mal de 2023. É quando que é formada por Pedro Hugo na bateria, ele que se atracou lá no crótalus. O wolffer Freire na guitarra e o
Lula solto no vocal e no baixo. Power trio poderosíssimo baiano aqui no ravinalta e você está ouvindo? Ravinalta, o podcast que leva você para explorar o universo heavy metal todos os dias às 6 da manhã agora em janeiro a gente tem a nossa pré temporada 2026 onde nós temos o 30 dias de metal BR. Onde? Todos os dias, segunda a sábado a gente fala, a gente traz para você uma banda de heavy metal brasileira que talvez você não conheça, mas deveria estar ouvindo sem parar nesse momento.
E se você está curtindo o que você viu aqui até agora, dá aquela força para gente. Segue aqui no Spotify, deixa 5 estrelas cheia de brilho para gente, escreve um comentário e compartilha com seus amigos fortaleiros nos seus grupos de WhatsApp. A sua participação ajuda o heavy nota a chegar a mais fãs de heavy metal, assim como você hoje está saindo esse episódio aqui hoje.
Faltam mais ou menos 25 dias para o sábado de Carnaval aqui no Brasil, que é quando o Brasil começa de fato depois do Carnaval, né, cara? Se pensou em Carnaval ou pensou em qual cidade pensamos em Salvador, pensamos em Bahia, Lauro de Freitas, Costa, do sauípes, trata do coco, Praia do Forte, Terra Boa. Eu amo a Bahia, eu amo Salvador, eu amo muito Salvador, me considero metade do sotaropolitano, eu adoro Salvador, já visitei algumas vezes com a minha família, gosto muito.
De lá, cara. E quando a gente pensa em Salvador, a gente pensa no que a gente pensa no axé, a gente pensa no samba reggae, a gente pensa no Santana, a gente pensa em Carnaval. Mas e se eu disser para você que dessa cidade saiu um álbum de thrash metal florestado entre os 10 melhores álbuns de 2023 pela road Crew? É isso aí, gente. Esse é o disco que a gente está falando hoje. É sobreviventes do mal.
Que vem aqui do síndrome k, que é uma banda que prova que o thrash metal de verdade pode nascer em qualquer lugar, desde que nesse lugar a gente tenha indignação e amplificadoras distorcidas, né? É basicamente isso, cara. Vamos começar quebrando esse mito aí. Então, quando a gente pensa em thrash metal brasileiro, a gente pensa altomaticamente em São Paulo. A gente pensou no ABC Paulista, cara.
Porque a gente está pensando em em em overdose, a gente está pensando em Corus, a gente pensa no Rio de Janeiro também nos anos 80, a gente pensa no Dorsal Atlântica, que é um nome fortíssimo. Adoro esse nome, cara. O nordeste geralmente não aparece nessa conversa.
Ah, trosh metal brasileiro. No nordeste a gente a gente não fala isso e olha, não é porque não tem trosh metal lab, porque no Brasil, no heavy metal brasileiro, a gente tem essa narrativa aí que o metal brasileiro ficou sempre muito centralizado nesse eixo Rio São Paulo, cara, as grandes gravadoras estão no sudeste. A mídia especializada tão no sudeste, eu, eu, cara, o heavy nota é um podcast heavy metal, acredito que é o único podcast heavy metal do Brasil.
Tem algumas, alguns fofoca, cats aí de heavy metal, mas o único podcast de heavy acho que é gente e o vinil na estante e ele está aqui em São Paulo, cara, é, eu sou de São Paulo, o Rafa, que é o nosso host aqui, ele está no Rio, é o eixo é o eixo Rio São Paulo, cara, né? Os festivais que fazem barulho de fato estão no sudeste aqui também, cara. Então, assim, a gente tem essa impressão, sabe? Mas o thrash metal não precisa e não pede permissão para existir.
Ele nasce, cara, ele simplesmente nasce. Ele nasce em qualquer lugar que tiver raiva, qualquer lugar que tiver desigualdade, onde tiver injustiça, injustiça, onde tiver alguma coisa que possa ser denunciada. E Salvador tem tudo isso e tem de sobra, cara. Tem violência urbana, tem desigualdade social, tem corrupção, os mesmos temas. Que alimentam aqui o trash Paulista, cara também pode alimentar o trash baiano e o
cinema micav vai provar isso. Os caras nascem 2000, que é um momento aí que muita coisa está acontecendo no trash metal mundial. Oo, trash metal meio que ressurgindo, né? É onde muita gente estava trazendo ali o new Wave of traditional trash metal, né, por
exemplo. Tem muita gente fazendo isso aí, cara, e. O sidromekal entrou com isso aí e falou, não, beleza, vamos fazer aí, mas eles não trouxeram, eles trouxeram uma sonoridade que lembra o perfil, que me lembra êxodos pra caramba, eu escuto o sidromekal, eu penso em êxodos, mas eles trouxeram 1111 carga brasileira, uma brasileirade muito grande. Por quê?
Porque eles falam de temas muito próximos da gente em português e gente, é demais, cara, e são termos assim que não funciona em outros idiomas, por exemplo, quando a gente pensa em síndrome do mal, né? Nesse disco eles abrem com. Presentes do mal, que é uma música que dá nome ao disco. E nessa música tem tem tem um refrão ali que é ele nunca vai pro céu, porque a sua alma sempre foi from Hell. Isso é demais, isso é poesia, cara. Você tem que colocar num numa camisa.
Ele nunca vai pro céu, porque sua alma sempre foi from Hell. É impressionante, cara, mas isso ele não vai conseguir em outros outros idiomas, a gente vai conseguir isso aqui. No No no Brasil hoje aqui em português, né? Isso é muito importante, cara, porque? Porque isso importa muito. Cara, porque quando o síndrome cá Conquista esse espaço, ela abre portas para outras bandas
nordestinas. Ela prova para aquele moleque de 15 anos lá no Rio Vermelho, em Salvador, lá em em em em a malalina Salvador, que dá para fazer thrash metal profissional sem precisar se mudar para São Paulo. Cara, é importantíssimo o som desses caras. E quando você vai lá e vai escutar lá, você. Aperta o play, de fato, dos sobreviventes do mal, você sabe imediatamente, você está ouvindo o thrash metal, cara, por quê? Por causa do timbre da guitarra, ele é afiado, ele é cortante,
ele parece uma lâmina thrash. Na verdade, você tem uma curiosidade, não é trash metal, tá? Não é trash metal não vem de lixo, vem de trash com THR que é dilacerar. Quer cortar por causa do som, o som precisa cortar. A guitarra é é aquela timbragem, cara, vai escutar êxodo, vai escutar Slayer, vai escutar megadeft do, do, do do rest in Peace pra trás e você vai pegar essa essa timbragem que a gente tá falando do síndrome k, cara?
Então assim, você escuta esse disco, no primeiro momento você fala, pô, isso aqui é trech metal, isso aqui é trech metal oitentista. Na verdade é mais moderno que o oitentista, mas bebe na fonte do oitentista, tá? Tem aquela bateria que não para, sabe que não dá trégua, que é uma metralhadora na sua, na sua orelha, e um vocal que oscila entre raiva e uma explosão. Então tem hora que está com raiva e tem hora que está explodindo.
O segundo micar até é mais Maduro do que a primeira fase do megadeff ou, por exemplo, o êxodos, porque eles se conseguem navegar por um pouco mais de musicalidade, pouco mais de. De nuance assim, então tem solo, lógico, com a mesma otimidade você escuta, você não é ainda, eles não perdem o estilo, é indistinguível que a gente está falando de thrash metal, depois eles conseguem dar uma solada também, consegue trazer 11 fraseado para esse som também, tá?
E a produção desse disco, eu preciso trazer um ponto aqui que soa Moderna, sem perder a essência orgânica do thrash clássico. Isso é muito difícil, então estou falando o quê? Estou falando o que é limpo o suficiente para você ouvir cada instrumento. Mas mantém aquela sujeira que vem da timbragem, que vem da da distorção necessária pro thrash, pra dar aquela textura sonora
que só o thrash tem. É difícil explicar isso, mas você vai escuta, é, é é sobreviventes do mal e depois você escuta, é rustin Peace. Você vai entender o que eu estou falando, tá? É exatamente isso aqui que a gente está. E eu preciso também trazer um ponto aqui sobre as composições desses discos, porque não só timbre, né? Não é só. Como a guitarra soa como os instrumentos, você também precisa. O que que guitarra está fazendo, né? Qual? Qual que é a história que está sendo contada, né?
Uma história literal, mas qual que é Oo começo, meio e fim dessas músicas? E essas composições mostram muita maturidade da banda, cada música, cada música que fica construída com atenção nos detalhes. Evitando aquela armadilha de simplesmente repetir a mesma fórmula, entendeu? Então tem variação de andamento. Algumas faixas vão priorizar mais velocidade, outras transplorar os grooves mais marcados. Os refrão são grudentos, você vai sair daqui e você vai
começar a cantar esse disco. Até porque em português é muito acessível, que eu acho excelente cara, isso tem trash metro em cada refrão. Você consegue cantar assim? Se você escutar essa disco 2 vezes, você consegue cantar junto, entendeu? O síndrome k tem 11111 veia que consegue fazer isso e é muito difícil você conseguir isso. Então, pô, síndrome k tem tudo, tudo, tudo para ser um dos maiores nomes do thrash metal brasileiro.
Fica de olho nessa banda. Síndrome k, cara, porque o que precisa para essa banda explodir já tem qualidade de produção, uma maturidade que não deixa a música assim, lista, mas deixa ela simples o suficiente para ela ser lembrada. Cara, é demais, é demais mesmo, né? É e é isso, cara, os sobreviventes do mal traz tudo ali, né? O título do disco já traz tudo, né? A gente tá falando de vencedores do mal ou destruidores do mal, é sobreviventes do mal, é, são,
são. Pra mim são composições que estão trazendo esse sentimento de é estar lutando pra continuar existindo nesse ambiente hostil que é o Brasil, Salvador no caso, mas que é Brasil isso. Tá lá no som e você consegue se identificar? Porque a realidade da maioria dos brasileiros é essa, cara. Não é sobre conquistar o mundo, é sobre sobreviver, sobre matar um leão todos os dias. É resistir à violência urbana, desigualdade de corrupção, ao abandono do estado mesmo. Cara, eu tive a sorte, né?
Eu fui muito. Eu fui muito privilegiado de poder ter morado no Rio de Janeiro e eu amo o Rio de Janeiro e eu amo o carioca, e lá em São Paulo também tem muito disso, enquanto os lugares do Brasil. Mas no Rio de Janeiro eu foi onde eu tive essa experiência de, pô, conhecer a Rocinha, conhecer o vigário geral, o Jacarezinho, conhecer complexo do alemão, mas conhecer Vieira solto, conhecer Botafogo, conhecer é é e Caraí assim é o bom e o asfalto é muito diferente mesmo.
Eu, se você. Você não consegue entender Planet Hemp até você morar no Rio de Janeiro. E quando você mora no Rio de Janeiro, entende Planet Hemp, você se apaixona por aquela cultura, por aquele molho, por aquele sabor carioca que só tem ali. Cara, eu eu falo pro Rafa aí que eu sou metade carioca aqui, OOO heavy now. Até 2/3 carioca. As letras, cara, a gente precisa falar sobre as letras desse disco aqui, cara. Não fazem Rodeio nenhum.
Elas atacam corrupção, elas denunciam desigualdade, elas expõem. É hipocrisia, demagogia, né? Aquele discurso oficial de progresso, enquanto a maioria da população está. Está jogada às traças, é uma crítica social direta, cara, não tem uma metáfora muito elaborada, não tem uma filosofia abstrata, não é paulada, sabe? É é pau no gato, meu, como fala o próprio baiano, eles largam o
doce mesmo aqui, né? E é trecho e metal, cara, isso é o trecho e metal na sua licença é mais pura, é denúncia, é crítica social, né? E eu gosto muito disso porque os grandes nomes do thrash metal pararam de criticar, até porque hoje são bilionários, não tem mais problema pra pra criticar, né? Então os grandes nomes do thrash metal pararam de criticar, onde que tá essa crítica tá aqui, tá em, tô em bandas do underground que estão historicamente
reacendendo esse essa chama, né? É, e talvez vocês estão falando sobre Salvador, essa mensagem funciona universalmente, eu escuto, sou um dos caras e eu consigo me localizar aqui em São Paulo, né, de maneira geral, pra mim. O disco aqui, o os sobreviventes do mal, é uma válvula de escape, é uma ferramenta de conscientização, né? Beleza, mas é uma válvula de escape. É onde, cara, eu imagino qual o show desses caras, cara, deve ser assim, deve ser essa catarse coletiva ali da galera,
entendeu? Extravasando junto aí esse essa angústia, essa indignação da da injustiça que a gente vive no dia a dia por aí, cara, e é isso meu. Esse disco foi listado entre os 10 álbuns de thrash metal de 2023, não é? Não é exagero, muito pelo contrário dos melhores discos de travestimento do Brasil já feitos, tá? É um disco muito com gente muito Maduro, muito concreto, e Eu Acredito que esse reconhecimento abriu portas aí pro pro síndrome casa tocar em outros lugares aí
em outros festivais. Mas eu não acho que eles têm a visibilidade que merece. Eles merecem mais cara, merecem muito mais espaço, e é por isso que está trazendo aqui.
No heavy now tá no 30 dias de metal BR se você gostou desse disco aqui do sino mica sobre antes do mall, o heavy nota recomenda violater senarials of brutality 2013 também é um teste brasileiro com temática social similar aqui AAA essa sonoridade e essa energia aqui do sino mica toxicer holow cost over of over dose of thefting 2008, que é um teste chamado cano cru direto, dialoga bastante com a proposta da banda aqui.
E moonnicipalways the art of port aqui já está um pouquinho para o right, mas ainda assim traz essa energia muito forte, essa atitude que tem muito a ver com esse DMKE. Esse foi o heavy nota 30 dias de metal Bro podcast leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sábado, 6 da manhã, falando de uma banda brasileira que se você não, talvez você não conheça, mas deveria estar ouvindo sem parar nesse momento. Você curtiu que o senhor viu até
agora? Que toda aquela força pra gente, segue a gente no Spotify, deixa aquelas 5 estrelas que nós estamos precisando, escreve um comentário bacana e compartilhe com seus amigos metaleiros, nos seus grupos de WhatsApp, a sua participação ajuda, o revinal está a chegar a mais fãs de heavy metal. Assim como você, a nossa nave está levantando o voo mais uma vez. Um abraço pra você, revinalta, nos vemos no nosso próximo
episódio. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã. Siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta.
