Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes. Tripulação preparar para decolagem. Partindo em 32. Um. Abinal tá no ar? Saudações ravinaltas. A nossa nave está aterrissando em mais um episódio do nosso podcast diário com os melhores lançamentos do mundo do heavy metal. O meu nome é Heitor Fernandes e hoje eu continuo sozinho aqui na nossa nave cara.
E hoje vamos falar aqui sobre o expléder do que valer TAC, lançado em 14/02/2020, 6 anos desse disco aqui. Que é um disco de black and raw norueguês. Cara, o lançamento do splaid marcou a chegada do novo vocalista, né? O Ivar nicoleicen, e foi tipo um renascimento pra banda, sabe? Eles voltaram com tudo, reforçando aquela identidade única que só o que beller TAC
tem na cena norueguesa. Cara, agora, uma coisa que sempre me impressiona nessa banda é que são 3 guitarristas, o vidar Holanda. Beart, Lund, Holland e o massic of stader, 3 caras criando solos tecnicamente absurdos e heefs que transitam entre o estilo mais próximo do black metal, às vezes se funk rock, às vezes hard rock, às vezes rock clássico, às vezes deft metal. Tudo fluido de jeito muito natural, cara. E esse disco foi muito bem produzido, teve uma participação muito importante.
Foi foi produzido pelo Troy seders do masted. Né? Olha aí, cara. Inclusive ele participou, né? Da crack of doom, né? Um dos uma das das das músicas desse disco. Aliás, falando em massa do esse disco, para mim aqui soa muito com aquela Vibe. De proxlad que a gente encontra no próprio mestre Dan, que encontra no beyreness, né?
Tem peso, tem progressão, tem textura. 2 faixas que eu quero deixar aqui para você escutar é o bratebrana, que mistura thrash metal com vocais harmonizados na pegada de Queen. Isso mesmo, cara. Na pegada de Queen é maluquinha. Lembrando que tem uma banda que eu não suporto é Queen, tá? Mas se Queen tocasse, como que vai alertar que eu gostava? E delirium tremens, que é uma época progressiva de mais de 8
minutos que vai para todo lugar. Cara, ele às vezes está mais lento, às vezes está mais rápido. É bem maluco, né cara? Muito legal que valer tak com is player daqui pra gente no have nota, cara, vamos falar agora de coisa boa, vamos falar de tekpix, não vamos falar de trash alemão, vamos falar de trash teotônico, vamos falar de chimer do Destruction promete tocar. Até morrer, gente. Ele disse que é uma paixão, não apenas um trabalho.
O baixista e vocalista da calendária, a banda alemã de thrash metal, fala sobre sua dedicação à música após quase 45 anos de carreira. Que maluquice, né meu? Em entrevista a ropon de rocks durante turnê do Destruction no Japão, em fevereiro de 2006 agora, né? O schmir revelou sua filosofia sobre sua carreira musical e planos de continuar tocando indefinidamente. Gente, o músico explicou que tentou fazer outras coisas na vida, inclusive ele tentou ter um restaurante cara.
Mas sempre voltou a música por ser sua verdadeira paixão. Gente, é, eu lembro dessa pegada mesmo. Aí, cara, eu lembro que eu li que ele que ele teve no restaurante, cara, maluquice, né? Cara, ele tinha um, ele tinha uma pizzaria chamada barracuda lá na lá na Alemanha, numa cidadinha chamada Stein, né? Lá em 2006 ele fez uma entrevista. Eu vou até deixar essa entrevista aqui no, no, na, na, no descrição desse episódio aqui, tá?
Ele tinha essa, essa pizzaria lá, e ele disse que ele adorava, cara, ele adorava a vida dele lá no restaurante que ele cozinhava, que ele atendia no bar, ele cuidava da bebida, do cardápio. Eles tinham comida italiana, mediterrânea, tinha uns bagulho alemão, uns bagulho grego também. Maluquice, né, cara? Mas ele falou, cara, tocar restaurante é estressante pra caramba. E chega um momento em que ele teve que escolher entre restaurante e a música.
E a música, claro, ganhou. Porque para ele é a coisa mais preciosa, é o que realmente move o schimer. Cara, é muito legal, né, cara? Muito interessante. Então, desde 2019, o Destruction mudou a formação, se tornou um quarteto porque trouxe 2 guitarristas, o dormir e o Martin fúria. Esse último Martin fúria, que era empresário de turnê, era até engenheiro de som da banda também, e aí entrou para tocar guitarra com os caras.
Muito legal que que ele falou. Ele falou assim, as pessoas me perguntaram há 20 anos, o que você vai fazer depois da muitos? Tá, e eu acho que depois da música eu vou cair morto, porque música é algo que para mim você faz até o fim. É uma paixão, não apenas no trabalho, declarou. Shimira, apresentando heavy metal foi feito para ser tocado com 2 guitarras. A criatividade e o poder são muito melhores quando você tem um quarteto legal, né? Meu? Muito legal aí, né?
É isso. Mas cara, essa semana a gente tem falado sobre isso, que os nossos ídolos do heavy metal, eles vão mudar aí nos próximos 101520 anos, né, cara? Então ele espera tudo de bom para o schmir. Cara, adoraria comer uma pizza do schmir lá na Alemanha. Não vai ser mais possível, mas dá para escutar, continuar a escutar Destruction aí com o schmir, cara, falar em
destruição e escutar. O disco que eu queria trazer para a gente discutir hoje, na minha resenha desse dia, é o colors of pain, do blad Red cara muito louca Oo colors of pain é o tipo de disco que bate que nem uma Paula no seu ouvido, mas deixa uma atmosfera assim, meio que pra você respirar, sabe? O blood Wright mistura peso do f metal com a frieza e o veneno do black metal sem cair no caos. Os enfim tem muito corpo. A produção é bem, é bem, é versátil.
Então as horas que ela está mais suprimidas, nas horas que ela está mais mais bem definida. Cara. E o amor soou com uma jornada muito consistente dentro da brutalidade. Você está falando do blood Red, o seu novo disco, callous of pain. Que é uma banda de black and death metal. Cara, né? Então, assim, para a gente entender o color of pain do black, vale a pena dar um contexto aqui no que que é o black and death metal, afinal? Esse subgênero é basicamente a fusão entre o death metal e o
black metal. Você pega os culturais característicos do death metal. Adiciona um tremulo picking, coloca uns Blast speeds bem típico do black temper, com aquela estética satani que sombria o resultado, um som que consegue ser brutal e atmosférico ao mesmo tempo. Músico, a gente falando estrutura, geralmente death metal com elementos de black metal, por isso que é um black and death metal, né? E não defenda black metal.
Você tem as produções típicas do death metal, as acionações baixas, aquela mudança brusca de andamento. Mas com aquela Vibe, com aquele sentimento de black metal permeando tudo. Visualmente, o black in Def metal costuma abraçar mais a estética do black metal do que os outros subgianos o Def, né? Então você vai ter corpus sepent, você vai ter uma simbologia obscura, toda aquela
atmosfera. E o black in Def metal se consolida lá no início dos anos 90, quando bandas de black metal começam a incorporar técnicas do DF metal e vice versa, né? Foi um momento de experimentação. Ali o metal estava. Fervendo naquele tempo, né? Então as raízes aí vem antes disso, né? Estamos falando de bandas como o Venom, como o Kelly aqui froes, bandas como o bathton. Eles já eram bandas de black metal nos anos 80, que criaram ali um terreno comum entre os 2
estilos. Eles eram uma influência tanto pro Def quanto pro black metal. O número sobre o nome super importante nessa história é o day action cara com o seu disco the soberland, de 1993, cara. Que a em 93 também saiu, por exemplo, aqui no Brasil, olha só, no Brasil estava saindo Angels Cry do Angra, lá na Suécia, estava saindo aí o diyction cara, the somber go the somberland do theyction, e esse disco ajudou a formar um eixo melógico black depping, influenciou muita banda que vem depois.
Cara, esse disco aqui é tipo um Marco, mas o the soberland do theyction, e hoje, né? Atualmente, quando a gente fala de black and Def metal, o nome que surge quase sempre é o behimas. Né? Eles são a referência pela forma como eles misturam black, Def metal com a presença de palco ali, que é absurdo, né? E uma produção que é impecável, mas tem muita gente fazendo o
barulho nesse estilo. A gente tem o belsha, a gente tem o Gold hors, a gente tem o Angel corps, são nomes notáveis, cada um com suas próprias variações, né? Tem até influência de trash no meio dessa pegada aí. Então quando você escutar aí o colors of Band, bloodread. Você está ouvindo esse legado? Todo cara tem essa brutalidade de Duff metal, atmosfera gelada do black metal, aquela pegada que só o black and theft metal consegue entregar, né?
Esse disco tem recebido uma crítica muito legal, a pessoa elogiou muito esse equilíbrio aí, que o que o Blunt reat conseguiu trazer entre brutalidade e entre esse clima mais atmosférico, realmente a bateria desse disco é impressionante, o lance que é que o disco não é só pancada na orelha, né? Ele tem momentos de relaxamento, tem espaço para você sentir o peso, faz toda diferença assim, né aquela. Correria desenfreada, né?
Outra coisa que chama atenção, o álbum é tocável para diferentes perfis de fãs de heavy metal, né? Então você pode curtir um the f metal mais clássico, você pode vir do black metal ou pode até mesmo ser aquela que gosta de uma atmosfera mais progressiva. O colors of pen vai pegar você de algum jeito e sem cair no genérico, tá?
Porque a gente sabe que tem muitos discos de black and DF metal por aí que soa no final do dia igual você escuta 3 discos, é a mesma coisa, escuta cada disco com 12 músicas, parece que é uma só. Mas aqui não, você tem uma personalidade, você tem uma identidade própria. Aqui não é só death metal. Acho que tem uma pegada de soywork que eu penso muito em soywork do death metal aqui, mas tem uma camada muito grossa aí de black metal também.
E olha só, o conceito por trás do álbum é justamente sobre sofrimento e conflito interno. Não é um disco que te oferece um conforto ou um final feliz, sabe? É aquela estética sombria mesmo, bem crua mesmo, né? Você sente isso nas músicas, tem tensão, tem catarse, os rifles carregam esse peso emocional. As músicas dinâmicas, aluno que das faixas é, funcionam como se fossem altos e baixos, da dor
que o disco explora. É um trabalho que te puxa para dentro desse universo Sombrio e não deixa você sair até o final disso, cara. E é isso, cara. É, convenhamos, é o que a gente espera de um bom disco de metal extremo, né? Ser levado aí por um momento de angustiador, mas com muito som de qualidade. E é isso, gente, a nossa nave está se preparando para levantar
voo a partir de hoje. Muito obrigado por nos acompanhar nessa jornada pelo universo heavy metal e não se esqueçam, heavy nauta, estamos de volta amanhã com mais novidades do mundo do heavy metal. O Snake pet vai ao ar todos os dias, segunda a sexta a sexta da manhã, deseja? Todos um ótimo dia até a nossa próxima viagem. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal. Até a próxima transmissão.
