Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes. Tripulação preparar para decolagem. Partindo em 321 no ar. E seja feita a nossa vontade do projeto 46. A vontade no dia 8 de abril 2014 pela week metal music acabo conta aí com 10 músicas atualizando 46 minutos de replay.
O projeto 46, que é uma banda de metal core de São Paulo, capital nativa desde 2008. Então, de fato, de 2005 a 2008 eles eles atuaram com o nome de crowd com k, né? E aí 2008 eles mudaram o nome para projeto 46, porque a relativa de 2008 a 2019. Parar 2019, voltar 2021, estão ativa desde então. Muito legal a banda que tem aí 4
álbuns de estúdio, né? Você tem o seu the build que é o doaking dower de 2011. Depois do que seja feita a nossa vontade que eu queria discutir hoje de 2014, e depois o 3 em 2017 e depois o 3 novamente em 2019. A banda que atualmente é formada por Vinícius castelari na guitarra, Caio makbeceira na no vocal. Bafo neto no baixo e já padrão a bateria, melhor nome, melhor
nome de todos, cara. E esse é o heavy nauton, o podcast que te leva pra explorar o mundo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta às 6 da manhã agora em janeiro. Nós estamos terminando agora inclusive aqui o 30 dias de metal BR, onde nós trazemos todos os dias uma banda de metal brasileira que talvez você não conheça mais, que você deveria estar ouvindo sem parar. Nesse momento, vamos falar hoje de projeto 46, que isso seja feita a nossa vontade.
Então, a história do projeto que vocês começa de uma forma bem despretensiosa lá em 2008, cara, quando o Vini castelari e o Jean paton se reuniram na casa ali deles para tomar um cerveja, fazer um som, entendeu? Para curtir o tempo. Isso porque eles são amigos desde infância, cara, tá? E também porque ele já tinha uma banda cover de slapnet chamada croach, né? Onde o Jean tocava a percussão e
o Vini tocava guitar. Hoje, hoje também tinha outras bandas paralelas, falava, tinha um trabalho ali, incluindo um cover do Pantera. Cara, a química ali do Jean ekovini era tão bom que eles decidiram chamar alguns outros amigos para conseguir fazer ali mais gems, para você tirar um som mais Sério e ver o que da onde tava e o resultado deu muito certo, cara, eles escreveram 4 dias, em 4 dias eles escreveram 4 músicas, é isso aqui já teve banda, sabe,
né? Às vezes o Santo bate cara, às vezes dá uma química legal ali e a música simplesmente sai, né? Tipo algo só que flui, né? E o projeto 46? O nome do Project 46 ou Project for six, pra quem é inglês, né? É uma referência direta ao número 4. Número 6, lá do sleeping not lembra que eles tocavam sleeping not numa banda cover? Então eles pegaram essa referência e trouxeram pra cá pro Project pore six é um West
egg, basicamente. Mas aí o projeto ficou ainda mais Sério e ainda mais interessante quando eles trouxeram ali o Henrique Putin. Que tocava no paura, na bateria lá nesse disco aqui, né? Que agora é o japadrona, que na época substituiu Guilherme Figueiredo. Pucci trouxe novas influências de uma forma completamente diferente de compor, o que para eles, acelerou, significamente o processo efetivo da maneira. Inclusive, até o próprio Jean
ele explicou, né? O Henrique trouxe outras influências e outras ideias, conseguimos chegar aí mais rápidos nos resultados que buscavam. Buscávamos, né? Trouxe uma entrevista, a composição aqui, do que seja feita a nossa vontade foi bem orgânica, foi bem exploratória, né? A banda começou com diversas e muito diversas sessões de gêmeos e muito longas, com todos os membros tocando e gravando tudo.
Depois eles ouviam. Sem o compromisso ali de Ah, vamos começar a escrever um disco, vamos só tocar e ver o que dá, né? Gradualmente, as as ideias começaram a tomar forma, mostrando que seria um trabalho mais pesado do que o debit deles, se ele teria um groove um pouco mais forte, andamentos mais diversos. A banda começou a incorporar elementos brasileiros dentro do
som deles nesse disco. E o que é interessante no programa 46 é porque é uma banda que tem muita referência, que tem muito, tem 11 veia muito Paulistana até. Nem é só uma veia brasileira, é uma veia Paulistana. Conversa muito, por exemplo, com bandas como OA última teoria como ponto nulo no céu, a última teoria ainda é paulistano, a última, o ponto nulo no céu é de Santa Catarina. Mas o que eu tô falando que são bandas que falam sobre a
realidade, a geração hoje, tá? Eles não falam sobre o Brasil de 30 anos atrás, faz o Brasil de hoje. A gente vê isso, por exemplo, até no linguajar que eles só são. Por exemplo, é uma das músicas que eu mais gosto desse desse disco é na vala. Na vala, cara, ou, por exemplo, veneno, sabe que é uma música que tem essa veia de pô, vamos fazer esse som no veneno hoje eu tô no veneno, acordei hoje, eu tô no veneno, que é uma expressão muito Paulistana até, né?
Mas de maneira geral, eles até abraçam a ideia de vamos falar do Brasil aqui, vamos falar o que tá acontecendo por aqui. Por exemplo, eles têm o erro +55 nesse disco, que é 11, referência direta ao nosso código, é telefônico, né? Você vai ligar aqui no Brasil é mais de 55, né? Então, um erro. Qual que é o erro do Brasil? Eles trazem aqui uma perspectiva, desordem e progresso. É uma outra música que eles
trazem aqui. Então assim é, realmente é um disco que que traz essa brasilidade, mas não como você vai pensar em outras bandas ali que estão trazendo uma brasilidade de sons regionais, de de, de é chachado, de de é, maracatu de batu que não. Eles exploram a regionalidade. Mas numa perspectiva, numa numa numa vivência mais urbana, o que eu acho muito interessante eu sou eu sou nascida em São Paulo, capital, eu sou muito, eu sou paulistano da gema e é, eu me
sinto muito representado. Esse disco aqui, cara, que interessante, cara, que seja feita. A nossa vontade representa uma evolução substancial em relação ao debilt dos caras que eu dou a quem doer. Esse álbum aqui traz muito mais peso, as letras são muito mais ácidas, são muito mais contundentes, os groves. Tem uma pegada mais fiel entre eles, não estão só ali, eles não são OOOO, Slipknot, 2.0 brasileiro. Aqui eles começam a olhar para outras coisas, né?
Começa a chegar num defcor, que é um caminho que eu, que eu gostaria que o slem quando chegasse no norte, nunca chegou nesse caminho, né? Mas, enfim, é o próprio Jean. Em algumas entrevista, ele foi muito direto ao explicar o conceito do obra 2014, né? Que é o que seja feito, a nossa vontade, ele disse. Fizemos esse álbum basicamente com o intuito de crítica política, social, social.
A banda tomou a decisão consciente de jogar mega no ventilador aqui sobre os problemas sociais brasileiros, inspirando se em bandas racionais, como se culturados porão e o próprio claustrofobia que sempre fizeram esse manifesto. Cara, você está falando aqui é 2014, cara, a gente tinha acabado de passar por um. Na minha opinião, um dos movimentos é de. Desobrevivência civil mais significativa da história do Brasil, que foram os protestos em 2013.
Lógico, né, que muita gente se apropriou dessa narrativa depois e a gente não tá aqui pra falar de de política. Mas eu lembro, cara 2013, eu lembro de eu abraço pra você do Sierra que tá escutando aqui no nosso podcast. Lu Sierra também tá escutando aqui no nosso podcast cara, eu, o Lu e o du Lu e o duson Oo Lu e o duson 2 primos e são grandes amigos nossos aqui. Eu lembro, cara, claramente, se a gente parar, Raposo Tavares ali, entendeu?
E eu não sou um cara que vai para manifestação, eu não sou um cara tão político assim, mas respingou até em mim, entendeu? Lá em 2013, enfim, é, já fazem 13 anos isso e é muito icônico. Eu lembro de chegar em casa depois do trabalho e ver um Monte de gente no plano central EE colocando fogo no plano central e esse disco é isso, se se se tivesse um clipe para esse disco, 1111. 11 GIF pra esse um pra esse clipe aqui, pra esse disco deveria ser o Planalto pegando fogo, que é essa ideia
que eles estão trazendo, né? Todos os membros aqui, eles moram em São Paulo, mas que se eles moram no centro de São Paulo, então eles encontram vários problemas sociais que eles têm em São Paulo. O Sandro de São Paulo, na minha opinião é, é cara, é maravilhoso, eu amo São Paulo, eu amo o Sandro de São Paulo, eu sou muito urbano, então assim, hoje eu moro no meio do Mato né? Eu moro no interior de São Paulo, aqui, se você olha a minha casa no Google Maps, isso
é engraçado que tem a minha casa. 11 represa enorme, um Lago enorme ali, uma represa, né? É uma chama de lágrima da represa e Mato todo mundo é lado, mas cara, às vezes eu estou muito estressada no trabalho, sabe o que eu faço? Vou pegar o trem, vou pegar, vou andar de trem para dar uma desestressada, porque é quem eu sou, né? E isso eu me identifico muito aqui, completo de 46 com certeza eles trazem isso aqui também, né? E aí o próprio Jean também explica isso nessa entrevista
dele em 2014, ele fala. No começo, a gente cantava em inglês, mas nós percebemos que a mensagem era mais facilmente transmitida em nossa língua Natal no Brasil. Não é não é, é. É. É mandatório que você fala em português? Claro que não, mas é interessante. É uma é 11 que é mais, porque é muito difícil cantar em português heavy metal. Então, se você tem esse recurso No No vocalista, tem que usar, cara, tem que usar mesmo, né? É que seja feita a nossa vontade.
Foi produzido pelo adah da unfain Mack, Deus da produção aqui no Brasil, renomado do produtor brasileiro de metal, que trabalhou novamente com a banda em outros projetos, né? O álbum foi lançado em abril de 2014 pela week metal music, inclusive week metal é um podcast, né? Até fiquei interessante e a festa de lançamento desse disco foi o forty six Fest, realizado na carioca Club, em São Paulo.
Eu não fui nesse show, mas eu lembro claramente desse dia porque eu trabalhava ali na cadear cor verde, que é onde fica. Em Pinheiros, ali na AO carioca clube, então eu lembro um Monte de galera com camisa do projeto 46, eu não conhecia na época, é flyer do confor six projectt, e foi isso. Foi uma experiência muito interessante, porque eu não eu não fui nesse show, mas eu vi
acontecendo muito legal. Em 2015, cara, foi me deu um trade, porque 2015 o produto 46 alcançou um dos maiores palcos do metal mundial, porque eles foram tocados no Rock In Rio. Olha que interessante, eles abriram para o rei, o Storm, para o Lamb Of God, para o deftons, que faz uma conversa muito direta com o som deles, cara. E no outro ano eles foram tocar no whisk gogo lá em Los Angeles, consumindo sua presença Internacional. Então assim, é uma banda que começou dentro de casa.
Fala sobre dentro de casa, fala sobre Brasil, mas não cara, é 11 produto que pode ser exportado pro mundo inteiro, isso é exportado pro mundo inteiro, porque tem muito valor aqui. O projeto que eu não tenho, na minha opinião, é a única banda de Def core brasileiro metal core para Def core brasileiro, cara, não única, mas é uma das maiores referências aí, né?
O segundo álbum dos caras, que é o quer dizer, seja feita a nossa vontade, representa mais que uma evolução técnico musical, é um manifesto político, é um manifesto social em heavy metal cantado português, enraizado, uma realidade brasileira, mais que isso, enraizado. Realidade Paulistana, cara, esse disco é muito importante, eu acho.
Para cadeira. Eu acho esse disco é o mais importante da cadeira dos caras, porque consolidou o programa francês como uma das principais forças do metal brasileiro e moderno. Eles mostraram que tinha ali uma promessa em com Oo doa a quem doer, e depois eles trazem o que isso seja feito, a nossa vontade e fala, não, cara, aqui isso é uma promessa, uma realidade da que a gente pode chegar e se
provaram muito disso mesmo. Depois lançaram 2 discos, após isso, 3 e o 3. Isso é confuso, né, porque os 2 discos têm o mesmo nome, mas enfim, mas são em em anos diferentes. Mas enfim, né? Então é seja o disco e a regravação, e é isso. Assim, para mim, o que diferencia radicalmente para antes quando sair de outras bandas brasileiras de metal é essa relação visceral com a cidade. Cara. Então, sabe aqueles filmes que a cidade é um dos personagens? Puta esse disco aqui também.
A cidade de São Paulo é 11 dos personagens, né? É, eles cresceram em São Paulo, cresceram no centro de São Paulo, é, viram essa alienação abstrata aí do do que o paulistano tem. Porque assim, cara, a gente vai trabalhar na faria Lima, vai almoçar, vai pagar 300 BRL No No almoço e sabe ter um mendigo na frente. A gente é difícil, cara, é difícil.
São Paulo não é paraleigos, cara, não é paraleigos, mas é isso aí, cara, é isso aí. E esse foi o heavy nota de hoje, lembrando que estamos em janeiro, 30 dias de metal BR todo dia nós apresentamos uma banda de metal brasileira que talvez você não conheça mais, que você deveria estar ouvindo sem parar a nossa nave da Ventura no voo mais uma vez. Mas amanhã nós retornamos com mais uma banda por 30 dias de metal BR. Um abraço metaleiro e nos vemos
no nosso próximo episódio. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal. Até a próxima transmissão no heavy Malta.
