Ponto Nulo no Céu - Pintando Quadros do Invisível - podcast episode cover

Ponto Nulo no Céu - Pintando Quadros do Invisível

Jan 07, 202620 min
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Episode description

Ponto Nulo no Céu - Pintando Quadros do Invisível

Traços Pesados no Vazio Cósmico

Em 07/01, Kilton Fernandes destrincha o clássico Pintando Quadros do Invisível do Ponto Nulo no Céu, álbum de 2016 que marcou o metalcore/nu metal catarinense com 12 faixas intensas cheias de peso e atitude [web:39][web:40]. Com Dijjy Rodriguez nos vocais, Felipe Taboada nas guitarras, Fau no baixo e Lucas Taboada na bateria, o disco traz pérolas como Por Entre os Dedos (com Dj An), Horizontal, Ranhura, Estado Surdo da Memória e De São Paulo a Xangai (com Caio MacBeserra), misturando influências de Deftones, Project46 e Bullet Bane em letras profundas sobre desafios da vida e superação [web:42][web:41]. Produzido por Adair Daufembach, o papo destaca os destaques true: riffs agressivos, grooves cativantes e participações que elevam o som, ideal pra metaleiros que curtem rock pesado brasileiro autêntico [web:38][web:52]. Espere uma análise que pinta o porquê desse trabalho underground continua relevante, pronto pra girar alto no seu som!

🔯 Heavynauta, Papo Sério Sobre Música Pesada

Heavynauta é o seu podcast diário de heavy metal, no ar de segunda a sábado às 6h da manhã. Conversamos sobre lançamentos, notícias da cena metal e reviews de disco que estamos ouvindo, tudo com uma pegada de papo de bar com metaleiros raiz.

O Heavynauta é metal pesado todos os dias, informação, paixão e zero frescura. Se você respira música pesada e quer descobrir o melhor do metal mundial, Heavynauta é sua nave.

Transcript

Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes tripulação preparar para a decolagem. Partindo em 32. Um. Abinal tá no ar? Pintando quadros do invisível do ponto nulo no céu, álbum lançado em 2016 de maneira independente, algo.com 12 faixas, atualizando 45 minutos de play. Ponto nulo no céu, que é uma banda de metal alternativo de Gravatal, Santa Catarina.

Aqui no Brasil os caras são ativa desde 2008, tá bom? E eu disco, o pintando o quadro invisível é o segundo disco dos caras. Banda que é formada por Didi Rodrigues, no vocal, Felipe tabuada, na guitarra, Luiz Alberto fauno baixo e Lucas tabuada, na bateria. Gente, olha aí, cara. Muito legal, né? Muito legal, cara. Vocês não esperavam que um dia trazer ponto nulo no céu aqui no River? Now você vai ter que trazer cara. Revinalta, ele fala de música que pega no coração e que eu

queria compartilhar com vocês. E se você está gostando do que você está ouvindo até agora, sabe o que você está ouvindo? Revinalta o podcast que a gente vai explorar o universo heavy metal todos os dias, de segunda a sábado às 6 da manhã. A gente tem um metal novo na sua timeline, especialmente essa semana e esse mês. Estamos falando aí sobre o 30 dias de metal BR. Onde 30 dias vamos trazer uma banda que provavelmente você não conhece, mas deveria estar

ouvindo nesse exatamente. Se você está curtindo o que você está ouvindo nesse exato momento que está sacar a força para gente, segue a gente no Spotify. Deixe que ela, assim que a gente está precisando, escreve um comentário e compartilha com seus amigos nataletas dos seus grupos de WhatsApp. A sua participação vai ajudar o heavy nota a chegar a mais fãs de heavy metal, assim como você, isso aqui é uma banda de metal alternativo, mais que isso é uma banda de new metal brasileira.

E vocês sabem muito bem que eu não gosto de new metal, eu sou o maior hater de new metal que vocês se conhecem, mas eu gosto muito de ponto no Luciano das bandas prediletas, cara, muito interessante, né? Muito interessante, cara, quem começou com essa sonoridade? Então a gente tem, aí a gente tem. Cícero vai down corn e como deuses do new metal, não gosto de uma delas. Essas bandas pra mim não consigo levar a Sério, não sei como alguém conseguia levar a Sério, mas beleza, né?

Cada um, cada um. Então eu trouxe outras bandas aqui que tem uma pegada aí que tem uma de valor. Então eu queria falar do Roger machin, que tem uma fusão aí. Traz uma fusão muito única na época deles, que traz um pouco de metal, um pouco mais pesado, mas trabalhado pelo menos ali, com o tom Morel, com um rap mais por isso, cara, criando um sonoridade aí. Mais explosiva, mais militante,

mais combativa, né, cara? Inclusive, tom morello faz comício para Hillary Clinton, nunca se esqueçam disso, cara. As letras do regime são altamente politizadas, cara, e isso tem muito a ver com o.no no céu. Sonoramente falando o número metal, a única coisa para mim que vale muito a pena é o Linkin Park. É, eu não sou fã de Linkin Park, mas Eu Acredito que não só pela questão comercial, mas pela questão.

De consistência, eles consigam conseguem transitar por muitas coisas, com muitos estilos, e fizeram ali uma sonoridade muito sólida, principalmente com o Chester benentan, né? Inclusive eles estão se arrebentando aí com a Emily Armstrong, né? Vamos ver onde é que vai dar.

Mas assim, Linkin Park, apesar de eu não ser fã, eu entendo que tem uma carga forte musical ali e tem um valor, né, mas que eu não gosto tanto e dapton dapton, sou uma banda que eu não gosto, não sou fã nem um pouquinho, mas é, eu tenho 11, primo.

Abraço para você do Gustavo, eu tenho um primo que ele é muito musical e muito artístico, ele é um cara muito artístico, muito musical, tenho uma sensibilidade artística muito grande e a banda predilata dele é Deftones e eu consigo entender por que que ele gosta tanto. Eu consigo entender essa Vibe, entendeu? Mais uma vez não é meu som, mas

eu entendo. Mas enfim, quem começou com new metro foi isso, mas aqui o ponto evolução para mim não é new metro, assim, tem uma pegada de new metro porque tem uns DJ em muito lugar, mas para mim o. Ponto No No céu eles trazem, eles trazem parte de uma nova cena. Cara, uma cena de metal é metal alternativo brasileiro, algo assim, metal alternativo urbano brasileiro, negócio assim, cara, como é que os caras, sendo Santa Catarina é um grande centro

urbano? A sonoridade é pesadamente influenciada por essa selva de Pedra que nós vivemos aqui em São Paulo, né? É, e aí tem algumas bandas que eu acho que fazem parte dessa cena, cara, que eu queria trazer aqui, tá? Então, por exemplo, eu gosto muito isso é outras coisas que eu gosto muito, tá? Eu gosto muito, muito, muito de a última teoria, né, que é um new metal brasileiro, mas é que, né?

Tem um new metal, tem new metal, mas tem muito de metal alternativo mesmo, moderno, com muito peso. Canta em português e aborda temas muito interessantes. É muito social, muito pessoal, mas muito ocultista também. Né? E com certeza eles representam uma nova geração do metal alternativo. Vamos falar de outro ponto, a última teria essa semana que eu não quero falar tanto sobre os caras. Hoje a gente vai falar sobre a nossa semana aqui também.

Tem um Pantera que faz um crossover entre metal alternativo, punk e thrash metal e um pouco de new metal também, e traz uma energia ali muito forte, mensagens muito agressivas, compativas, muito ruim, de agência machin mesmo, de empoderamento, esse espeto racial que é uma banda só de preto, cara. É uma banda brasileira de heavy metal. No caso de alternative metal, controv metal brasileiro é de preto, então realmente eles falam muito sobre racismo e sobre dizer a verdade aqui no

metal brasileiro. Incrível, black Pantera tem que dar uma vida cara e medula, que também é metal. Objetivo brasileiro, muita experimentação sonora, uma consciência social muito grande. Também discute muito aqui com o que a gente está falando. É com o.no no céu, cara. Muito interessante, muito interessante. Então, o que acontece, cara, ponto nulo no céu, por que que eu gosto muito de ponto nulo no céu?

Cara, música em sua essência é poesia, cara, é você criar metáforas sonoras e metáforas líricas para representar um sentimento. Cara, sempre foi isso, música, desde sempre. Música é isso, né? A partir do primeiro momento que alguém gravou uma música, aprendeu a gravar uma música no segundo, no segundo momento, alguém. E se falar, gravar um momento, gravar uma música só pra registrar um sentimento, tá?

Não sei se é um sentimento de Alegria, de tristeza, de agonia no black metal, mas é um sentimento. O heavy metal, por por outro lado, sempre foi uma válvula de escape para aquela pessoa que não se inconformava com uma regra 11, molde pré definido. O heavy metal é um movimento formado por pessoas que não se encaixam.

Cara, sempre foi. Ah, eu não encaixo nesse mundo certinho, blá blá blá quadrado eu não quero escutar vocês, todo mundo escuta não porque todo mundo escuta porque para mim não ressoa, mas eu escuto um Iron Maden e meu olho brilha um Metallica, então alguma coisa pega fogo no meu peito, né? Então o heavy metal sempre foi isso e para mimo.no no céu une essas 2 coisas, cara, um heavy, um sentimento de heavy metal revolucionário de. De de revolta mesmo, de

inconformismo. Isso eu acho que essa palavra o.no céu representa o inconformismo do heavy metal com uma poesia da música cara, muito interessante. 1.no céu, essa banda aqui, eles têm uma pegada sonoramente muito colocada No No metalcore, mais técnico, mas eles namoram assim. Eles estão abraçados de uma forma com gente também, então

eles têm muito de metalcore. Técnico, mas muito de gente cantando em português e questionando a sociedade, você consegue entender o valor da singularidade sonora dessa banda, cara, não tem mais ninguém fazendo isso no Brasil, não tem mais ninguém, cara. Então, por isso, que ponto mundo no céu vale tanto? Porque se você o que você escuta aqui com 1.no céu, provavelmente você não vai encontrar em outro lugar, cara, em outro lugar vou encontrar aqui, tá?

É vou trazer aqui um destaque. Para família tabuada, né? Tanto Oo Felipe tabuada quanto o Lucas tabuada, que é a família tabuada, que criam ali uma sonoridade que a gente está falando, desse gente como mental core único. O baixista Luiz Alberto fala para você, o fal, ele não para. Ele é um monstro, esse cara é um monstro, ele não para, entendeu?

É assim, é orgulho nacional. E o Didi Rodrigues no vocal, que tem uma versialidade muito grande, porque aqui eles vão cantar com um vocal mais, é limpo, que é lindo, muito sensível, muito vulnerável, tá? Eles vão cantar com um rap, então eles vão ter uma rima assim, né, que é muito tradicional do do, do Brasil, e eles vão trazer isso também.

E o Didi Rodrigues consegue fazer, mas eles também vão ter um cultural aí que não faz, não é ele que faz o cultural é, são os back vocals, é mesmo assim a gente vai ter um cultural, mas não o cultural. É constante, são pontuais, mas

vale muito a pena. Tá, mas vamos fazer tudo isso em português e acho isso é demais, cara, isso é demais, porque é muito difícil cantar em português, mas quando o.no no céu, faz gente em português, gente como eu acordo em português, se conecta automaticamente com e quebra tudo, aquela camada de estranheza de Ah, isso é estrangeiro, não, ele está cantando em português, dá para entender tudo que ele fala, e quando a gente fala de letra, aí

ele está falando do ponto forte, do ponto nulo no céu, cara. Um ponto forte, cara, tá, porque porque o artista, o cara que é artista, ele se posiciona naturalmente como um observador ali, mas assim é um observador inquieto, é um observador analítico da sociedade brasileira, né? Da sociedade, né não, sociedade brasileira, um artista, ele analisa a sociedade, cara, ele está sempre julgando AAAA sociedade, então ele está sempre, ele tem uma postura

crítica. Que vai transcender esse entretenimento e vai começar trazer um diálogo que não poucas vezes incomoda, certo? Então, um artista memorável é um artista que observa o que tá acontecendo, faz uma arte. Quando as pessoas entendem essa arte, as pessoas falam, puta, olha isso, fica incomodados, olha que maluquice, cara, olha que maluquice e não é de hoje isso. Vamos falar de Francisco Goya, vamos falar de Francisco Goya, cara, ele. É de ele faleceu em 1928 1828,

pintura espanhol, né? E ele fazia suas obras assim, tecnicamente falando, eram impecáveis, mas ele fazia suas obras questionando, criticando a guerra e a corrupção social. Cara, ele tá falando de é o desastre. Acho que acho que as obras dele eram um pouco assim, subversíveis, era difícil entender, né? Então, por exemplo, qual o nome do, do, do, do quadro os?

Os desastres da guerra, Saturno devorando um filho, onde tinha literalmente um homem devorando um filho, cara, criticando ali uma violência intitalizada, uma hipocrisia religiosa naquela sociedade. Espanha, então o goya, o Francisco Goya, era um cara que observou a sociedade espanhola, ficou incomodado, começou a fazer uma arte. Quando as pessoas ouviram aquela arte, se incomodavam também. Esse é o papel de um artista bom. Vamos falar, por exemplo, da cat colwitz, uma artista alemã.

Que faleceu em 1945. Ela documentou todo o sofrimento da classe trabalhadora, das primeira Segunda Guerra Mundial, das injustiças sociais nas suas gravuras. Cara, então ela pegava, cara, vamos fazer gravura. E Galvão, você via aquilo e aquilo incomodava. É como se fosse um pesadelo registrado, um pedaço de papel. Isso um artista faz, cara. Ou o próprio masquiar Jean Michelle masquiar, que é um pintor Nova Iorque, que criticou assim, ele faleceu em 88. Eu nasci em 87, tá?

E ele criticou se ele criticou consistentemente o sistêmico americano, né? Então ele fazia assim, arte na rua E as pessoas vinham aqui e falam, gente, realmente está dando merda isso aqui, cara, né? Então olha só, o artista tem como como a sua função, ser um observador inquieto, que critica a sociedade ao redor. É um apontador de dedo, um artista, certo? Quer dizer, um artista

relevante, né? Quando o artista não é isso, ele se torna uma piada, cara, ele se torna um fantoche, ele se torna 111 engrenagem no sistema e enquanto, enquanto produto, mercado, beleza, cada um pode se dar na vida, enquanto artista ele se torna totalmente descartável. Cara, o que, cara? Liga aí a sua TV num domingo à tarde, abre aí algum programa que mostra artistas cantando. Qualquer um, o que se aproveita de alguma busca de algum desses

artistas são artistas. Eles representam, de fato, 11 obra artística, né? Quem somos nós para julgar arte? A arte é a arte, mas nada se aproveita lá, é descartável, porque a esses artistas, olha que interessante, não estão cumprindo sua função de observadores inquietos, criticando a sociedade ao redor. E sabe o queo.no lução faz nesse disco? Eles são observadores e quietos que critiquei a sociedade ao seu redor e fazem isso líricamente

sem igual. Cara, a principal crítica que eles trazem aqui, cara, eles vão criticar um capitalismo predatório, tá? Eles vão criticar muito a falta de coragem da pessoa de largar uma vida automática e seguir um sonho. Mas a maior crítica que eles que eles fazem aqui. É a apatia social.

É você ver o seu conterrâneo, seu vizinho, ou até mais profundamente o seu próximo, religiosamente, o seu próximo, morrendo de fome, comendo lixo, literalmente na sua esquina, e você subia a janela do seu carro. Ligar o condicionado, aumentar a música e seguir em frente. E essa é a crítica aqui. E incomoda, cara. Incomoda, me incomodou, me incomodou muito, cara.

Ouvir esse disco eu eu escuto se diversas vezes, cara, é o ponto lucial me ensinou um sentimento coletivo de social, social aqui, né? Nesse disco foi o único momento da minha vida que eu aprendi isso, que eu consegui sentir isso, consegui compartilhar isso, e eles são excelentes

professores, né? Isso eles ensinam isso de uma maneira muito didática, de uma maneira muito é, é é expressiva assim, cara meu, vale muito a pena a carga lírica desse disco do ponto lucial, acho que eles são muito autênticos e. Eles não vão transmitir uma mensagem predefinida de uma ideologia, eles vão sangrar a alma deles. Uma mensagem visceral traduzida em gente com metalcore, técnico em português, cara, eu não consigo expressar isso mais

forte que isso, cara. Você precisa ouvir pra você entender o que eles estão falando, pra você entender esse sentimento que eu tô tentando transmitir aqui pra você, só tá nessa banda, só tá nesse disco. Você tem que ouvir, cara, você tem que ouvir. Inclusive o ravinalta, o podcast que você está ouvindo, existe e muito por conta do ponto Nuno no céu. Porque o ponto Nuno no céu me ensinou, cara, o que que adianta viver uma vida automática?

O que que adianta viver uma vida onde você levanta, trabalha, dorme depois? Lógico, temos que fazer isso e vamos fazer isso. Enfim, todo mundo precisa se sustentar, mas você precisa viver, você precisa seguir seus sonhos, o que que você sonha? É abrir um restaurante, é viajar o mundo, é é é andar de bicicleta ou uma coisa grande assim ou uma coisa pequena. Pra mim, no caso, que é todo dia, falar de heavy metal é meu sonho desde moleque é escutar um

disco, sentir. Eu já falei isso algumas vezes. Eu falei até no metal, metal. O meu podcast começou porque eu porque eu tomava banho e tudo que eu falo aqui no podcast eu falava tomando banho. Eu escutava um disco que ele ficava na minha cabeça e eu precisava jogar aquilo pra fora, e eu IA pra um tomar banho e começava a falar, falar, falar sobre aquilo. O metal mantra nasceu e consecutivamente a viral, porque eu coloquei o microfone pra

gravar. Então o que eu falo pra o que eu estou falando com vocês aqui é o que eu falava no meu banho, cara. Eu falava por hora sobre isso e quem se não viver esse sonho foi o.no céu, cara, enfim, eu posso ficar tarde falando o.no, céu é uma bando que eu gosto muito, é um disco que eu gosto muito, é um trabalho que eu acho que vale. Assim, 30 dias de metal BR essa que é uma banda que tem que estar na sua playlist. Cara, você tem que ouvir.no no céu pintando quadros do

invisíveis. Você gostou desse disco do ponto No No céu? O heavy nota vai recomendar para você a última teoria com a última teoria de 2019 é a solidade é parecida, mas AAAA temática é muito mais agressiva, tá? Também tem um pouquinho de da temática e social, mas eles tem uma camada de cortiso muito forte. Black Pantera, com revolução silenciosa em 2016, que é o crash metal, né?

Com é, mas aí tem Stone, ele tem, tem o metal alternativo também, muita energia, é uma mensagem muito forte, de antirracismo, muito interessante. E medula, com seu disco 3 2012, é metal alternativo e instrumental brasileiro, então é um conceito social muito forte, é muito engajado, mas. É muito bem consistente também dá uma olhada aqui porque vai valer a pena esse foi o heavy

nauton. O podcast se leva para explorar o universo heavy metal todos os dias, de segunda a sexta às 6 da manhã, o metal novo na sua também. Se você curtiu o que você ouviu até agora que tá usar aquela força, segue a gente no Spotify e deixa aquelas 5 seus que a gente tá precisando, escreve um comentário bacana e compartilha com seus amigos no talentos nos seus grupos do WhatsApp.

A sua participação ajuda o Reinaldo a chegar a mais fãs de heavy metal, assim como você, a nossa live tá levantando o voo mais uma vez. Um abraço para você Reinaldo, e nos vemos no nosso próximo episódio. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã. Siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta.

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