Sistemas ativados, professores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes. Tripulação preparar para decolagem. Partindo em 32. Um. Hebe nauta no ar. Creating kaias do invisible control alcançado no dia 25/02/2022 de maneira independente. Há uma que conta aí com. 8 músicas, totalizando 38 minutos de play. Invisible control, que é uma banda de prog death metal do
nordeste brasileiro. Isso porque a banda tem membros de Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte. A banda que está ativa desde 2020, desde da pandemia e esse aqui, o Creative in cass é o the beauty deles, tá bom? The beauty pros caras, lançado em 2022.
Tens tiveram 3 singles antes desse, the beauty, que foi o caling, another one vus 2020, cold blood 2021, sounds of the thems 2022 e aí o very and kaes, lançado em 2022, a banda que é formada por Marcos Flávio, ano passos era que toca no catafero, Vagner Oliveira na bateria que toca no X pen, Denis parente na guitarra, que toca no espancando Cristo e primordium e torment. Descais o Marco Mello na guitarra que toca no Marco Mello mesmo, e a Daniela Serafim no vocal que toca hoje no autópsia,
num slave in egoni. Olha que maravilha, gente, que maluquice. E você, está ouvindo o heavy nauta, o podcast que leva para explorar o universo do heavy metal, do heavy metal, todos os dias, de segunda a sexta. Às 6 da manhã e agora em janeiro nós temos o 30 dias de metal BR, onde nós todos os dias segunda a sábado e 6 da manhã apresentamos uma banda de heavy metal brasileira que talvez isso não ocorresse, mas que eu deveria estar ouvindo nesse exato
momento. Se você está curtindo o que você ouviu até agora, está naquela força para gente. Segue a gente no Spotify e deixa aquelas 100 costelas que a gente está precisando, escreve um comentário e compartilha com seus amigos metaleiros dos seus grupos de WhatsApp. A sua participação ajuda. O revinal está chegando a mais fãs de heavy metal. Assim como você.
Então vamos lá. Se eu disser para você que tem uma banda que reúne músicos de 3 estados nordestinos diferentes, com décadas de experiências, a gente soma experiência de todos esses esses músicos que é liderada por uma vocalista que acaba destrói a massa, o death metal progressiva e que essa banda nasceu durante AA pandemia que gravou de maneira remota, que entregou um the beauty que vai rivalizar. Com qualquer produção Internacional?
Pois é, gente, hoje é dia de falar de invisible control. Isso porque hoje aqui é 30 dias de metal BR no revernaut, acho que isso há 2 semanas já, né? Então já tem 10 bandas aí, 2 ou 3 semanas, eu acho, né? Já tem 10 bandas, talvez um pouquinho mais pra você ver 12 bandas, pra você dar uma olhada no Brasil aí e aumentar a sua playlist de metal brasileiro,
né? E a gente vai falar hoje de uma banda que representa na opinião, o que tem de mais experientes e de mais técnicos de Oo supra sum no Def metal no nordeste brasileiro. Na verdade, nos próximos do hub do Def metal no Brasil, especialmente, foi pesado no nordeste brasileiro. Em principal controle, reúne músicos veteranos de Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Tá? E além de tudo, essa banda de Def metal brasileiro de progresso de Def metal brasileiro, tem uma vocalista
feminina. Que é a Daniela ser afim e foi formada no na pandemia. Olha que maluquista hoje é dia de Blast Pit, hoje é dia de incrível progressivo, hoje é dia de vocal cultural feminino brasileiro com sotaque clandestino. Aqui no heavy nauta gente, e acho que é legal aqui a gente começar pelo começo, né? Então, o invisible controle foi formado em 2020, reunindo músicas de 3 estados, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte.
E eu tô repetindo isso pra várias vezes, não é só porque, pô, é uma curiosidade, não, isso faz 11 sentido, porque, pensa comigo, formar uma banda já é um puto. A desafio, especialmente continuar. Todo mundo mora na mesma cidade desde um bairro já é difícil. Agora, imagina coordenar músicos de 3 estados diferentes, gravar remotamente durante uma pandemia mundial e ainda assim entregar um álbum que funciona, um álbum que é coeso, que é técnico.
Isso não acontece por acaso. Isso acontece nesse disco porque a gente está falando de músicos veteranos que sabem exatamente o que eles estão fazendo. E quem é que são esses músicos?
A gente está falando aí do Marcos Flávio No No baixo, que é ex respondo dentro do defeito, Wagner Oliveira na bateria que vem lá do nexping e do kaes, feer, o Denis parente nas guitarras ativo hoje lá no espancando Cristo e no primórdio, o Marcos Melo também nas guitarras, com passagem ali pelo, por exemplo, o little Rising. E a gloriosa Daniela serafinos vocais com um histórico aí do
autópsia e do slave in egon. Essa aqui não é uma banda de moleque que pegou no instrumento ontem, não é um time de veterano com décadas acumuladas. Da cena de isso, transparece no som creater incale. Não soa como um the beach de Band streat não é aquele disco emocionado. Soa com um trabalho de gente que já sabe navegar para esse mundo do Def meta, conhece a complexidade técnica desse som sem perder o impacto, sem perder a força emocional que precisa
estar nesse som. Então se a gente parar para pensar junto aqui, né? Def metal progressivo já é um nicho, né? Você adiciona a técnica no destino, o nicho fica melhor ainda. Aí você adiciona uma vocalista feminina fazendo cultural meu, fica algo bem raro, único. Até, né? E que cabe uma corporação interessante, né? O som do invisible controle lembra bastante o art, especialmente na fase de Warren turn on, em 2014, que é quando a Alice White que eles assumiu os locais da bandas da banda no
lugar da Angela gaço mesmo, né? Aquela combinação de rifes tecnicamente elaborado, né? Aquele piso de defmetro com muito de menor, de principalmente a presença de um vocalista feminina, faz aqui um paralelo muito forte. Tem muito em comum o que a Daniela sarafim faz aqui, mas tem uma diferença. O artienem é melhor do que Def metrossueco, então eu não sou um ele é. Ele é mais comercial e tem uma produção maior, né? Ele tá falando de artienem, é uma produção milionária com com
alcance nacional. O invisível controw é Def metro progressivo, então ele é um Def metro. Está aberto a explorar outros outros estilos nordestino gravado remotamente durante a pandemia, vindo direto pro deground mais genuíno do Brasil e mesmo assim o cultural da nela Serafim, eu posso. Trava. Isso aqui rivaliza tecnicamente com qualquer vocalista europeia. Gente, a gente pode pensar em no nervosa, né? Enfim, tendo a linda aqui brasileira aí, né?
Por exemplo, uma banda mundial europeia hoje se rival bour ou lend my merkon, por exemplo. Todas essas bandas com vocalistas femininas que a Daniela traz para o invisible controle tá nesse nível de competência técnica, é nessa pegada. Mas tem uma identidade própria que não deve em nada ao padrão europeu. É cultural brasileiro, nordestino, fornizado na cena deground aqui dentro de casa. Isso faz toda a diferença.
E olha que eu não estou falando de de de cultural feminino com novidade, estou falando de cultural tecnicamente impecável, né? Tem presença, tem projeção, é se destaca nessa massa dos instrumentos, que é Oo desse metro progressivo. A Daniela Serafim não está tentando provar nada para ninguém. Ela simplesmente amassa esse disco aqui, né? Tem alguns momentos que vai ter o consultado profundo, né?
Que sustenta algumas sessões mais pesadas, tem os gritos Agudos, que trazem um clímax e tem muita variação de intensidade que demonstra que não é só brutalidade pela brutalidade. Isso o gutural feminino e a minha vocal da Daniela Serafim. É uma ferramenta expressiva a serviço da música, a serviço desse disco. Isso importa porque da ferramenta progressiva existe mais do vocalista, que apenas velocidade e volume.
Precisa saber quando você tem que dar uma recuada, quando você tem que explodir, quando você tem que deixar os instrumentos, contar a história. E a Daniela Serafim tem essa maturidade nesse dia, tá? E é muito interessante. E se a gente falar um pouquinho mais sobre o disco em si, sobre o creating mcals, é um disco que durante todos os seus 38 minutos que é bem rápido, né? Equilibra uma agressividade que vem aí do f metal com uma complexidade que vem do prog
metal aí, né? Então os Refis, eles vão alternar bastante em alguns momentos eles vão estar bem pesado, é vão estar te esmagando mesmo. Nesse momento, vai estar mais intrigado, vai ter uma mudança de andamento. Então a gente não está falando de um som, de um disco que tem aquela, sabe? Linearidade, sabe aquele, aquele. Naquela linha de trem, né? Versus refrão solo, versus São Paulo, são são composições que desenvolvem essas ideias, mas
isso acontece organicamente. Isso é impressionante, cara. E as guitarras também trabalham em confirmações mais graves. O que é comum no déficit metal é progressivo e no déficit metal em geral, e isso vai proporcionar mais densidade, mas não vai perder a articulação. E o Wagner Oliveira aqui na bateria, ele vai transitar entre um Blast beat furioso, violento e grooves mais sinculpados. Que é a característica do pro de metal. E o baixo do Marcos suave mantém
essa presença constante, né? Que cria esse contraponto harmônico, adiciona mais profundidade ao som do invisible control. E o caso do nordeste em si? Aqui não caiu do de paraquedas na história. Na região. Aqui já tem uma tradição tanto no nordeste metal quanto no progressivo, com bandas que pavimentaram esse caminho aí. Para grupos mais novos, por
exemplo, invisibil control. No lado da f metal, você tem um cangaço, cara, lógico que você tem um cangaço que injetou elementos de Baião em ritmos regionais no da f metal, provando que brutalidade. E regionalismo podem encaminhar juntos. Sim, tem o trip tech desis, né, que é de Fortaleza, com um deficit metal mais Sombrio, um rech mais dissonante, né? Tem o crosseve fake também, que entregue um deficit tradicional, com timbres mais sujos de uma
crítica social mais afiada. E já no progressivo nordeste também construiu identidade própria. Tem o papangu, que é um nome difícil, mas até Paraíba mistura prog metal. Black metal Stone é de maracatu, gente. Olha aí uma experimentação que você vai encontrar em outro lugar. Tem um ensaio da alto também de Natal, que trabalha com prog metal atmosférico, né? E o instanity John, de Fortaleza também, que explora a mudança rítmica, completa.
Guitarra, muito técnicamente, um DT assim, sabe então quando o invisible com quem surge combinando de f metal com progressiva, o banco não inventa na roda. Ela está pegando 2 tradições já estabelecidas no nordeste e fundindo com maturidade de quem conhece esses 2 lados. É uma continuação natural de uma cena que sempre teve ali tanto essa brutalidade do f metal quanto a sofisticação técnica do prog metal também. E tem outro ponto crucial aí, a banda prova que a colaboração remota funciona.
O creating cale foi gravado durante a pandemia. Cada música no seu próprio espaço e o resultado não soa fragmentado, desconexo. Vocês soa coezo. Justamente porque os músicos são veteranos e sabem exatamente o que eles querem comunicar. É uma produção Moderna, é uma produção aí que não é estéril. Ela tem clareza. Você consegue ouvir cada instrumento nesse som, mas também não tem aquela contextura orgânica. É essencial que a gente precisa ali do DF metro para soar
autêntico também. Então, assim, é meio difícil de escrever, mas quando você dá play. No creating cales, a primeira coisa que você vai te pegar aí é a densidade, né? Não é aquela densidade que vira parede de som que você não tem, do que você tá falando. É uma densidade de camadas que dá para entender o que aconteceu, né? Tem espaço para cada elemento dar uma respirada ali. Os rifens são construídos em
blocos, né? Aquela sensação que você tem de tá ouvindo uma engrenagem que tá travando e destravando, travando destravando, sabe, repetitivo, mas coeso assim, né? Não é a velocidade o tempo todo, então ele tem uma variação. A bateria do Wagner Oliveira é muito versátil, então vai ter Blast beach quando AA composição perde mais brutalidade, né? Vai ter uns groove aí quando a música precisa respirar, tem umas viradas que funciona da maneira certa.
É muito legal, cara. O baixo do Marcos Flávio traz experiências de décadas aí ele não tá só dobrando a guitarra, não tá só colando na guitarra, ele tá criando minha linha, umas linhas de baixo, tá adicionando peso, profundidade, trazendo um corpo pro som mesmo. E voltando aos locais da Daniela, eles adicionam uma camada de agressividade controlada muito cultural que se integra perfeitamente com a instrumentação, nunca competir em outro espaço, mas sempre
complementando esse espaço cara. E é isso, pessoal. Previnecales do invisible controle é Def metal progressivo, é nordestino e vai competir tecnicamente com qualquer produção nacional e Internacional. É a prova que o nordeste tem músicos de altíssimo amigo, que é um vocalista feminina impressionante, que coloca o thefmetro no bolso ali, né? E prova também que a colaboração
remota funciona, que dá certo. E se você gostou desse disco do invisível control creedering cales, o heavy nota te recomenda obscura com o milivium de 2011, que é o theft metal ex técnico progressivo em alemão. Uma complexidade similar ao que a gente tá falando aqui, tá? Be and creation the hours também em 2011, que é o theft metal canadense com baixo fretless que parece muito som aqui também do Flávio, né?
Nesse disco You Have the exting questional presance, que é a banda original da da da a lição White class lá de 91, clássico tradicional do Def com jazz, que estabeleceu aí um template para esse Def progressivo do futuro. Aí cá. E esse esse foi o heavy Malta que a gente leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, segunda a sexta, 6 da manhã e se você curtir o que você viu até agora que está daquela força pra gente, segue a gente no Spotify.
Deixa que será que a gente está precisando? Escreve um comentário bacana e compartilha com seus amigos hortaleiros nos seus grupos de WhatsApp. A sua participação ajuda o heavy Malta a chegar a mais fãs de metal, como você é nossa estadota levantando o gol mais uma vez. Um abraço pra você revinalta que nos vemos no nosso próximo episódio.
Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta.
