Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes tripulação preparar para a decolagem. Partindo em 32. Um. Abinal tá no ar? Serpent Town do Eagle ebson são moçados no dia 9/02/2020 de maneira independente como que contei com 12 músicas todos anos, 59 minutos de play. Eagle ebens is que é uma banda Power stana aqui de São Paulo, Brasil que eles fazem um Power
metal com muita personalidade. O seu the beach é o próprio serpet Stan de 2020. Eles têm diversos outros singles. Mas o seu álbum principal, o seu o seu the built é o serpents Tang que a gente está ouvindo. A banca chamada por Guto gabriello na guitarra, Rafael Dantas no vocal, ele que é lá do seu espel do Glória perpétua, Gates of Perry, esse cara já tocou no caravelus, no divinos em pé. Uma andragonia em muitos seus
lugares, Hein? André Fernandes do baixo, ele que toca no aí um Prime under time e Augusto boardini na bateria. Lembrando que você está ouvindo o heavy now, podcast que te leva para explorar o mundo heavy metal todos os dias, de segunda a sextas às 6 da manhã.
Nesse momento de janeiro aqui nós estamos fazendo 30 dias de metal Bear, ou seja, todo dia de segunda a sábado ou sexta da manhã você vai ter uma banda de heavy metal brasileira que provavelmente você não conhece, mas deveria estar ouvindo nesse momento. E hoje a gente está falando de e gol. Que som, cara, que som que a
gente está falando. Você está falando de um Power metal, tá mais um Power metal muito Maduro, um Power metal com uma camada bem espessa de prog metal, mas é um prog metal mais na pegada do sevated, tá bom, então tem. Não é um prog metal tão tão é, é virtuoso, é um prog metal mais emocional, mais poético, olha que coisa bonita, cara. Quem começou com tudo isso? Bom, quem começou com o Bang metal, a gente pode pontuar muitas pessoas, mas são muitas
bandas. Mas nesse nessa sonoridade que eu quero falar para vocês hoje, eu queria começar falando de sevative mesmo, o que é uma das bandas prediletas. Vão ver as bandas da vida, né? Eles sempre mesclaram muito aí o Power metal americano com metal progressivo. É trazendo também elementos de regra tradicional ali e trazendo muito teatro, trazendo muito épico e guitarras que que tem rif e solo a cada segundo. Então o cebaté já é isso, né? Sempre tem uma brechinha onde tava lá e sola, né?
Sempre tem uma narrativa aí muito forte e uma influência aí de muita dramaticidade no seu solo, né? O John oliva é um cara muito dramático. Eu sou muito fã de cevated, né? Olha aí, cara. Quem começou fazendo aqui no Brasil? Eu vou trazer o Corus, cara. Vou trazer o Corus, porque assim os caras fazem um heavy metal com muito the thrash metal. Mas eles começaram com tudo aqui, cara.
Tudo que começou aqui no Brasil do heavy metal foi com o Corus, cara, e tinha ali os elementos de um riff mais trabalhado, de um vocal mais intenso. Então eu consigo ver lá no fundo uma raizinha assim tinha entre o Corus aqui. Bem, quero trazer o Dorsal Atlântica, que até antes do cors, mas o doutor Dorsal Atlântica é a DIs não só do heavy metal, né? Muito por ser independente,
muito por estar desfravando. Tudo é hoje em dia se a gente vai escutar Dorsal Atlântica, quando a gente nem consiga relacionar tanto aí ao ao Power metal, a um heavy metal e a um thrash metal. Mas quando você coloca esses 3 elementos juntos, não dá para tirar o Dorsal Atlântica dessa equação, entendeu? Então isso que se eu vou falar com essas bandas que trouxeram. Que criaram essa cena aqui no Brasil, né? Pelo menos essa, essa esse
começo aqui, né? Mas aí quem que hoje tá fazendo esse som cara e cara, eu não consigo. Eu não vou trazer bandas brasileiras aqui nessa parte, porque eu acho que o Igor obsess, ele tá olhando para fora e ele tá prontíssimo para o mercado Internacional.
Não que o mercado nacional seja melhor que o brasileiro, não acho que não acho que o mercado brasileiro é melhor que o metal Internacional, mas eu acho que eles estão prontíssimos e eles estão assim olhando para bandas que eu vou trazer aqui, né? Então quando eu escuto igles ebstens, eu penso muito em primeiramente Circle to Circle, cara, eu não consigo separar igle abstens de Circle to Circle.
Sucur to Circle é a banda, é a é a sucessor, é o sucessor espiritual do serveted que serveted terminou, os extremists que estavam cantando no serveted montou essa banda do servercle sercle fizeram diversos álbuns, pelo menos 3 álbuns muito bons, depois muitos outros álbuns, né? Estou nativo até hoje.
E eu vou trazer aí o Circle surcle como 111, produção polida, um vocal potente, um peso e uma melodia muito equilibrada que para mim tem tudo a ver com igual abstens cara, então é isso, cara, eu eu escuto o igual a ebstens. Eu penso muito Circle surcle uma outra, só que eu acho que eles são mais rápidos do que Circle surcle.
E aí a gente cai num Power prog metal muito rápido, que eu vou chamar de Speed Power prog metal, que é a definição do parmens, o parmens, que é esse Power metal progressivo dinamarquês, com muita velocidade, uma produção muito. Bem feita, break breaking down assim que para no limite assim, cara, muito bem definido. Eu acho que tem muito a ver com a sonoridade aqui do igual apsentos, cara.
Quando escutou algumas coisas do igual apsenter aqui, coisas como como surplentstong mesmo, cara, eu vejo, eu vejo uma referência claríssima ali ao permans, tá? E também quero trazer o vanishing point, que é um Power metal saliano também, com essa pegada progressiva em muita velocidade. Eu acho que tem tudo a ver também com o gol.
Igol epsens assim, né? É uma técnica muito refinada lá desses australianos, mas essa técnica não está no solo, está no rifen e no breakdown, que é onde eu acho que brilha o igol epsens. Então acho que igual epsens, eles estão olhando para bandas muito interessantes. Eles têm uma identidade muito interessante, tem um vácuo de poder que não tem ninguém fazendo isso aqui no Brasil. Então eu acho que tem puta, tem tudo a ver com isso aí, cara.
Tem tudo a ver, cara, coisa interessante aqui que o Rafael
Dantas canta aqui. No surprentstone canta aqui no Igor ebson, mas ele também canta no Gloria perpétua, que é um outro trabalho dele, um progmat um pouco mais, é calcado no clássico, mas você olhando para outras coisas ali a gente vai falar sobre os caras aqui também essa semana, então já eu vou dar esse spoiler aqui na semana a gente vai falar muito de Rafael Dantas. Rafael Dantas, abraço para você transformando, você vem aqui no regional pra gente trocar uma
ideia, tá? Acho que é, é interessante. OOO Rafael Dantas tá nessas 2, porque eu acho que aqui no egol. E go adsense, eles exploram um Power metal, um prog metal, até mais moderno. Cara, entendeu? Olhar para o Circle to Circle, trazer aquelas estruturas melódicas bem elaboradas, né? Uma vocal às vezes tem coral aqui que eu acho que traz tudo. É muito cara do Circle, Circle do cebaté também, né? Eu também acho que ele traz em alguns pontos um sabor, um cheiro de Inter.
Um teclado mais pungente, mais marcado, mais mais rápido também com a bateria ali mais trabalhada. Isso também traz symphonex para mim. Eu consigo ver muitos symphonex nesse disco aqui, especialmente os discos clássicos. Symphonex nesse disco aqui, tá? Stratovarius, que para mim são os pais de um de um protoprog metal, então acho que vem o Stratovarius. Então alguns como o app, algumas coisas do apps ou do acho que.
Estão aqui também, né? Mas acho que aqui é bem agressivo, muito rápido, então eles estão olhando para essas bandas, que são principais bandas de de progmat todo mundo e pegam influências dela, mas eles colocam tudo numa roupagem. A gente vê neste inpoint de per mays com muita velocidade e é o rif, cara, é o rifen aqui que faz toda a diferença, cara, né? E eu acho que o Rafael Douglas também tem um timbre, né?
Tem que me lembro da ação de que Matt barwell, que faz muito sentido porque ele estava lá no Power made, ele tomou um Power made, Matt barwell, os exstiners, os exstiners assim, eu acho que tem essa pegada aí, né, que a gente está falando. Na verdade, o que eu gosto aqui do do Igor web se eu sei que eles eles exploram breakdowns antes do metal core? Não eles em si, mas as sonoridades que eles emulam são de bandas que trabalham com breakdown.
A gente está falando aí disso, de t mesmo, de sevated disturcle to Circle. Mas antes do metal core, o breakdown foi meio que dominado abraçado por metal core. Tá lá agora não é difícil você fazer um metalcor sem suar, sem fazer um breakdown, sem suar metalcore, mas os caras que conseguem Oo igual é preciso ter opinião, conseguem. Eles conseguem fazer breakdown e não suar como metalcore, porque eu acho que eles estão olhando para outras influências, para outras bandas, isso é muito legal.
Então mais uma vez eu queria trazer aqui como o metal brasileiro é rico, é Maduro, é pronto, na minha opinião, o melhor metal do mundo. Eu estou chegando a essa conclusão, estou na segunda semana dos 30 dias de metal BR e pra mim nós estamos falando aí sobre. O metal, o melhor melhor metal do Brasil, cara, o do mundo no melhor metal do mundo é esse aqui, cara, né? Muito interessante. O disco em si tem uma temática ali de da língua da serpente, de de línguas ferrenosas as pessoas
entre. Você fala ali bastante sobre essa catarse, é pra mim, esse disco é uma catarse da validação de quem viveu essas coisas assim, cara, e passou por muito trairagem aí, né? Passou por muitos relacionamentos tóxicos e ou relacionamentos autodestrutivos, cara, eu acho que a gente está falando muito disso nesse disco. É pelo menos pelo o que eu senti, né, quando eu escutei esse disco, que a gente está trazendo muito disco aqui e também acho um disco muito difícil de então.
É muito difícil de ser explorado. Eu acho que o igual a você se explorou muito bem, cara, mais uma vez. Eu acho que o igual a você ser entregue aqui no serpenthom serpent Strange, um Power metal moderno com prog metal de alta qualidade, é uma produção muito poluída, muito contemporânea, com a performance vocal ali muito consistente do Rafael Dantas. As composições que vão equilibrar a técnica, que vão trazer uma sensibilidade melógica. Que até pode ser considerado comercial.
Acho que esse álbum que posiciona a banda como the build cara, esse álbum posiciona a banda como uma importante banda, um nome muito importante dessa nova geração do programa metro brasileiro. Cara, eu acho que que como the build cara está falando do primeiro disco dos caras, isso aqui é impressionante. Então o senhor.
Então surplent stank do Hegel epsens aqui no 30 dias metal BR, para você, se você gostou do surplent stank doo igal epsance, o have nota vai recomendar para você o venation point em Bruce Science 2005, que é um poema metro alçadeno progressivo. Tem também uma produção Moderna, tem uma melodia muito forte. Cara, eu sou eu gosto muito de veneting point. Eu nem sei como eu conheci veneting point, mas sempre que eu pego assim eu escuto 34 dias direto.
Acho que vale muito a pena dar uma olhada em veneting point Circle to Circle, então pra recomendar o watching in Science, que é um disco que. Eu escutei até furar esse discurso em 2013. Eu escutei até furar esse disco. Para mim, tem muita cara de serve de que é um serve de diferente, mas é um serve de ainda com os extremes. Vale muito a pena da movida e o parames com Legend of the boom carver de 2006, que aí é velocidade, é pauleira na
orelha, mas é muita. Técnica refinada e muito, muito detalhezinho, cara. Assim, tem muitas coisas com detalhezinho aqui, cara, tem que ouvir Power mays também está bom e é isso. Isso é o seu heavy nauton podcast que a gente leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sábado às 6 da manhã, o metal novo da sua terminada, o metal BR, porque está vivendo 30 dias de metal BR. Se você curtir o que você ouviu até agora, tá naquela força pra gente.
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