Dynahead - Chordata II - podcast episode cover

Dynahead - Chordata II

Jan 16, 202615 min
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Episode description

Prog metal brasileiro: evolução, peso e consciência

No destaque de hoje, Kilton Fernandes traz a notícia do dia com o Dynahead e o álbum "Chordata II", uma pedrada conceitual do prog metal brasileiro que mistura ambição, técnica e uma narrativa que vai além do riff pelo riff. [web:59][web:67] O papo é direto e jornalístico: por que esse disco chama atenção até hoje, como ele fecha a segunda parte da obra “Chordata” e de que forma a banda costura ideias sobre evolução biológica e sociedade dentro de uma sonoridade bem própria. [web:59] Também rola aquele olhar de metaleiro: passagens longas e bem construídas, mudanças de clima e faixas extensas como "Kode", além do impacto do tracklist enxuto (5 músicas) e da duração robusta, na casa dos 42 minutos. [web:62][web:64] Se você curte metal progressivo com conceito, peso e identidade brasileira, esse episódio é para dar play e prestar atenção nos detalhes.

🔯 Heavynauta, Papo Sério Sobre Música Pesada

Heavynauta é o seu podcast diário de heavy metal, no ar de segunda a sábado às 6h da manhã.
Conversamos sobre lançamentos, notícias da cena metal e reviews de disco que estamos ouvindo, tudo com uma pegada de papo de bar com metaleiros raiz.
O Heavynauta é metal pesado todos os dias, informação, paixão e zero frescura.
Se você respira música pesada e quer descobrir o melhor do metal mundial, Heavynauta é sua nave.

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Transcript

Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes tripulação preparar para a decolagem. Partindo em 32. Um. Abinal tá no ar? Cordata two do dyna head dá uma balançada no dia 20 de janeiro 2014. De maneira dependente, algo conta com 5 músicas, totalizando 42 minutos de play. Isso mesmo, cara, 5 músicas, 42 minutos de play.

O dyna head é uma banda de Progressive thrash metal de Brasília, aqui no Brasil, nativa desde 2004. Cara, olha aí, eles têm aí. 4 discos lançados do seu the beauty and Ty jam de 2008, depois veio o you de você, Universe, de 2011, cordata um que começa essa história em 2013, o cordata 2, agora em 2014, agora não, né? Em 2000 e lá em 2014 já fazem 12 anos. Isso aí, né? É 12, não é? Vamos fazer 1012 anos, exatamente isso.

A banda que IA falar para o Diego Teixeira no baixo, o Freddy colaço na bateria, ele que também já tocou no Red odsnake, Diogo Mafra na guitarra, ele que já tocou no alma, mas hoje toca no do falasse que Pablo Vilela na guitarra que toca hoje no Red odsnake já tocou no Arandu araquuá. Olha aí cara, um ícone do levante do metal nativo. Ricardo Duarte que o é vocalista, já cantou no arleque e hoje canta aqui no danahead.

OA harleken, que é a banda do Glauber Oliveira, guitarrista do Caravelas que tocou lá no Dark avenger, então são 3 bandas aí que tem uma tem o zyriguidum junto, né? Que é o harleken Dark avenger e. O caravelos muito interessante. Cara, você está ouvindo o Reinaldo?

O podcast que te leva para explorar o universo dav metal todos os dias, de segunda a sexta às 6 da manhã e agora em janeiro nós temos o 30 dias metal BR, onde aqui o revelou já apresenta uma banda que talvez você conheça mais que você deveria estar ouvindo sem parar nesse momento. Se você está curtindo, você viu até agora que está daquela força para a gente, se é que a gente no Spotify.

Deixa 5 estrelas, escreve um comentário e compartilhe com seus amigos metalheiros os seus grupos de WhatsApp, a sua participação ajuda. O revinal tá a chegar a mais França metal, assim como você olha só, cara, banda brasiliense de prog metal, cara, a gente precisa disso, né? A gente precisa disso, né? Está falando de uma banda que tem 2 pés lá no DT, inclusive a primeira, a segunda música desse disco, cordata, né? Cordata 2, perdão tem 20

minutos. 20 minutos é o próprio octavarium the account of to scaning é? Ou, se a gente pensar no symphon Excel, o próprio the Windows of traged ou the the od c então o que que você pode esperar antes disso? Posso esperar uma composição vertiginosamente grande? Pelo menos isso. Você tem uma música de 20 minutos, mas eu amo isso, tá? Música que tá mudando de tempo a todo momento, com o objetivo de tirar você do ponto comum, ou seja, para deslocar o ouvinte pro ouvinte ficar sempre

vulnerável, né? GIFs que vão evoluir como se fossem organismos vivos. Tudo isso num álbum que a gente está chamando de cordata 2, porque a é a é a é a, que é a continuação aí do cordata um. E esse discordata é AA uma referência aí, a própria estrutura evolutiva dos seres vertebrados. Cara, olha aí, é progmeta o cabeçudo brasileiro. Cara, vamos começar a contar atualizando a história aqui progmeta no Brasil. Tem uma história bem consolidada, né?

Então tem o Angra lá nos anos 90, tem o kalace e o main for chegar nos anos 2000, e aí hoje a gente tem várias bandas ativas na cena tecnicamente proficientes fazendo isso, a gente tem o mainstric, a gente tem o próprio caravelos e

diversas outras também. Mas pug metal é um gênero exigente, não é só tocar rápido ou fazer músicas longas, é sobre construir uma narrativa musical complexa, não só com a música, mas com a história, com a narrativa, com o conceito, é criar tensão, é criar resolução através de estruturas não convencionais. É exigir a atenção total do

ouvinte. O dainahead entra nessa tradição, mas com identidade própria, enquanto o Angra inclina se um pouco mais ali pro pro Power metal progressivo e outras bandas exploram o gente ou o prog metal mesmo, ou o prog Def. O dynahead trabalha com progmetal, que dialoga com DT, com OMTE, com o Symphony x, mas sem ser uma imitação, tem um caráter próprio, tem uma identidade própria, o próprio nome. Aí o cordata já é uma pista importante, né?

Quando a gente pensa aula de biologia agora, tá então no sistema de classificação biológica, cordata é o filo que inclui todos os animais vertebrados, tá? Então a gente está falando aí de peixe, de anfíbio, de de réptil, de ave, de mamíferos. São organismos com coluna vertebral para uma estrutura que fornece suporte e permite ali um movimento mais complexo e cara. Isso é uma metáfora perfeita para o programa metro, que eu nunca tinha pensado.

As composições de progmetal tem uma estrutura vertebral porque tem uns temas principais que vão retornar, tem motivos melógicos que se desenvolvem, mas também tem uma flexibilidade para explorar outras transgentes inesperadas. Cara e o cordata 2 é o segundo álbum que Explorer desse

conceito, sugerindo que o projeto é de longo prazo. 2013 2014, lançado esses 2 discos, a banda não está só fazendo um progmetal brasileiro genérico, está construindo uma obra conceitual que usa a evolução biológica como um framework para contar essa história. E isso é magnífico.

Eu que adoro prog. Eu sou bem cabeça sobre aquelas histórias, já enfiei a cabeça para entender isso, e eu nem sou fã de biologia, então quando você escuta o cordar, você já percebe imediatamente você está ouvindo ali músicos que estão dominando seus próprios instrumentos, então os cifras eles vão trazer está ali, entre um peso e passagem, melógicas muito intricadas, especialmente quando estiver ouvindo lá OOAA code. A code é o code, porque é latim,

né? Eu não tô, não sei nem o que eu vou falar essa esse nome, mas code ou code? Que é a segunda música do disco, é aquela que tem 20 minutos que eu falei mais ou menos com 2 minutos é outro som. Você sai cara, você começa escutando sei lá, 11 White Chapel, que é um Def 11 Def core bem agressivo, você vai passando por um DT, mas você chega no open Do Nada. Você chega num open com um teclado assim, open na época do

Heritage, né? Com um teclado assim bem ou ou ou the World chat, que assim com um teclado bem bem sumado. Cara, é maluco e eu amo isso, cara, eu amo como isso. Acontece. E eu desafio desse disco aqui, cara, é, é, é é trazer um prog metal que equilibra um virtuosismo? É, mas ainda tem que trazer uma conexão emocional, porque ninguém quer ouvir aqui, só um exercício técnico, sei lá, estéreo disfarçado de música,

né? E tem muita, muita banda que faz isso, não Dana head, porque o danahead resolve isso através de melodias que você vai lembrar mesmo quando a métrica está fazendo, sabe? Sei lá. Tá viajando, tá fazendo malabarismo entre 7 por 85 por 4. Ainda tem uma linha melódica que você consegue seguir o solo de guitarra. São tecnicamente impressionantes, mas são musicais e contam uma história. Vez de apenas fritar, sabe

apenas exibir velocidade. Os vocais adicionam uma camada crucial de humanidade esse som, até porque a gente tem um vocal bem limpo, um vocal um pouco mais agressivo e um vocal cultural muito forte. É então assim, prog metal muitas vezes vai sacrificar um vocal em favor de uma instrumentação complexa, vide DT, mas DT tem um abrir, então até bom isso, né?

Aqui não, aqui o vocal leva tudo, carrega tudo, o vocal tem uma presença muito forte, entrega uma melodia que vai grudar na sua orelha, tem letras que vão explorar esse tema que está trazendo aí nesse tema conceitual.

É uma produção Moderna, cara, é uma produção limpa, você consegue ouvir cada um dos instrumentos, o que está acontecendo, até em alguns momentos isso é um desafio, porque é muita coisa acontecendo, mas vocês conseguem escutar tudo e. As guitarras, por exemplo, as guitarras estão um timbre muito pesado, mas tem 11 timbre articulado e com é é identidade, sabe? Tem um som característico aqui do dinahead, a bateria tem um

panche, né, mas não domina ali. A mixagem é o baixo, está sempre, está sempre de lá, está sempre fazendo esse corpo, né? É, tem groove de baixo também, segura bastante aqui, o baixista é isso, cara, acordar tem uma produção que vale muito a pena, tem um som que vale muito a pena. É muito complexo que para mim é muito legal você começar a destrinchar isso pouco a pouco, né?

E tem um ponto interessante aqui, Progressive, the heavy metal é um gênero historicamente terminado por bandas Americanas e ou europeias, né? Está falando por exemplo aí de twin teatter, de Stephen access, the warrens, vem a sawvation, every great thrash, hold e por aí vai, né? Banda brasileira de de de prog metal, recentemente a gente está trazendo mais bandas brasileiras de prog metal, né? E o dynahead? Traz essa resposta aí também. É um som obviamente brasileiro, tá?

Incorpora um ou outro instrumento ali e elemento folclórico. Não está falando de berimbau, não estou falando de repique, mas também não está imitando o gringo, sabe? Traz uma densidade brasileira ali, de uma maneira sutil na escolha das harmonias, que tem um sabor geralmente diferente do programento americano, típico na abordagem rítmica. Que às vezes ecolhe uma complexidade da música popular brasileira sem citar essa música

diretamente. São músicos que cresceram estudando música e ouvindo de tudo. Provavelmente são músicos que cresceram no Brasil. E aí consegue também imprimir um pouquinho desse, dessa digital, desse elemento aqui, né? Nesse disco aqui, o cordata 2 é um disco que eu vou para você. Ele precisa de atenção total do ouvinte, mas trans, uma recompensa. Bem generosa, né? Então você vai ter muita mudança

de de de sonoridade. Às vezes você vai estar escutando um, como eu falei, um IT chapple, algumas vezes você vai estar escutando Dark avenger, outras vezes você vai estar ouvindo ali um opper, né? Então eles conseguem navegar por todos esse mundo aí, pelo do metal, pelo metal, pelo pelo Power metal, eles conseguem navegar por todos esses esses mundos aí criando uma densidade própria, né? E os rifes aqui eu acho que o ponto forte que é guitarra,

cara. O ponto forte dessa banda, guitarra, na minha opinião, porque assim os rifes, eles vão evoluindo com o som. Então às vezes eles vão ser mais polifônicos, às vezes vão ser mais é, é, é, é. Vão trazer um som mais dissonante. Então você é 11 som mais dissonante, às vezes, às vezes

mais harmonioso. Mas tem uma precisão não só na execução, mas muito na dinâmica, que faz com que beleza, são músicas diferentes, são bandas diferentes, você está escutando aqui, mas tudo está bem, tudo faz sentido dentro de um grande todo. Não fica algo chato de ouvir, é algo que você está sempre tentando descobrir o que vem depois. Você sempre pegou de surpresa, mas você sempre quer descobrir o que vem depois. E a capa desse disco é lindíssima. Eu vejo uma referência aqui no cordata um.

Com Oo John Bailey lá do behrens, eu acho 11 traço muito parecido, cara. Deixa eu ver se o cor data um também é. Se no cor data 2, o cor data um também tem esse traço muito parecido, inclusive o cor data um cor data 2. Eu Acredito que são a mesma capa, com perspectivas diferentes, talvez. Cara, que é muito interessante tudo, tudo. Tudo bem pensado, né? Já os 2 primeiros discos deles não tem essa mesmo, esse mesmo traço, então realmente é uma

banda que está olhando ali. Por exemplo, para berner, você está entendendo o que é progmétrico em qualquer lugar, se alimenta de várias Fontes e consegue imprimir essas Fontes aqui nesse trabalho, cara, é um trabalho muito experimental, cara, é um trabalho muito experimental, não, mas um

trabalho muito ousado, sabe? Não é não, é dentro da caixa, fora da caixa, eles estão rodando a cara a tapa, falando, esse é o que a gente acredita, esse nosso som precisa da nossa, do nosso respeito, precisa da nossa. Projeção aqui no heavy nauta se você gostou desse disco do danahead codedatativo, o heavy nauta vai recomendar pra você.

Symfony xper da sloss 2017 um grande disco pro pro metal americano, com peso e complexidade de muita técnica é Angra, contemple of shed 2004 prog Power metal brasileiro eu acho que muitas pessoas consideram esse disco o melhor disco do Angra. O meu predileto é o fireworks, mas esse aqui com certeza é considerado o melhor disco do do Angra. E o seventy Wonder com Mercy Falls o seventy Wonder é manda original do Tommy careviki, que hoje canta No No no come latch, mas esse disco aqui é um

progmatal sueco conceitual muito forte. Eu acho que vale a pena dar uma ouvida aí, cara. E esse foi o heavy nauta, o podcast que te leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda à sexta às 6 da manhã. Agora em janeiro nós temos o. 30 dias de metal BR onde todo dia nós apresentamos para você uma banda de metal brasileira que talvez você não conhece, mas deveria ter ouvido muito nesse momento.

Cara, se você curtir o que você se você curtir o que você ouviu até agora, toda aquela força para gente. Segue a gente no Spotify, deixa aquelas cinquistas que a gente está precisando, escreve um comentário bacana e compartilhe com seus amigos metaleiros nos seus grupos de WhatsApp a sua participação junto do rivel alta a chegar a mais fãs de heavy metal. Assim como você, a nossa nave está eventando o voo mais uma vez. Um abraço para você ravinalta e nos vemos no nosso próximo

episódio. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã. Siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta. Tchau.

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