Dream Wild - Omen to Battle - podcast episode cover

Dream Wild - Omen to Battle

Jan 21, 202615 min
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Episode description

O despertar de um gigante cult após 25 anos de espera.

Salve, Heavynauta! No episódio de hoje, mergulhamos no som épico e tradicional do Dream Wild, banda de Votorantim que finalmente lançou seu aguardado debut, Omen to Battle. Recebemos o fera Kilton Fernandes para um papo carregado de informações sobre como esse grupo manteve a chama acesa por mais de duas décadas antes de entregar uma obra-prima que transita entre o Heavy Metal tradicional, o Hard Rock dos anos 70 e pitadas de US Metal. O clima é de total celebração ao metal nacional, discutindo as influências claras de gigantes como Savatage, Manowar e Iron Maiden presentes em faixas poderosas como Battlefield e Headbangers. O ouvinte pode esperar uma análise detalhada das participações de peso, incluindo Leandro Caçoilo (Viper) e André Tulipano (Steel Warrior), que elevam ainda mais o nível técnico do disco. É aquela resenha de bar essencial para quem respira música pesada e quer descobrir uma banda que já nasce clássica. Pegue sua bebida e venha conferir por que esse presságio de batalha é o som que o seu fone de ouvido estava pedindo!

🔯 Heavynauta, Papo Sério Sobre Música Pesada

Heavynauta é o seu podcast diário de heavy metal, no ar de segunda a sábado às 6h da manhã. Conversamos sobre lançamentos, notícias da cena metal e reviews de disco que estamos ouvindo, tudo com uma pegada de papo de bar com metaleiros raiz.
O Heavynauta é metal pesado todos os dias, informação, paixão e zero frescura. Se você respira música pesada e quer descobrir o melhor do metal mundial, Heavynauta é sua nave.

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Transcript

Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes tripulação preparar para a decolagem. Partindo em 321 no ar. LSD, Lu e mago Mortis almo, lançado no dia 19/06/2018 pela di hard records. Algo que contei com 12 músicas finalizando 1 hora e 10 minutos de play, 12 minutos, 12 músicas, 1 hora e 10 minutos de play. Você já sabe o que a gente está

falando, né? Estamos falando de imago mortes, uma banda carioca que faz um Epic dum metal. Isso cara o Epic do Epic do um metal aparecendo aqui no Ramy.

Nota na ativa desde 2 de 95 eles têm aí. 4 discos na sua discografia tem o seu the beauty, imagens from the shed gallery de 98 vida, the play of change, 2002, transend dental de 2006 e aí, depois de 12 anos, eles lançam OLSD em 2018, quando foi formada por Felipe cassino na bateria, Luca Oliveira da guitarra, Alex borr his no vocal, Rafael Hassan na guitarra, Paulo Ricardo Silva no baixo e. Tchau sons no teclado grande, tchau, grande amigo, nosso

abração para você vai aparecer aqui no heavy, nota em qualquer hora, vamos falar com a gente aqui, Hein? Muito bom gente, você está ouvindo heavy? Nota o podcast, levo para explorar o University heavy metal todos os dias, de segunda a sexta às 8 da manhã. Agora em janeiro a gente tem o 30 dias de metal BR, onde todos os dias nós falamos sobre uma banda brasileira que talvez você não conheça mais cedo, deveria estar escutando muito nesse. Momento que hoje vai falar de imago Mortis, né?

Um dos únicos e com certeza o mais relevante expoente do doom metal aqui no Brasil. Cara, né, Magno? Mortis, que pra esse disco aqui teve 1111, hiato de 12 anos. Cara. E aí, depois desse hiato de 12 anos, volta com a formação reformulada e com um álbum conceitual que trata sobre amor, sobre sexo e sobre morte. Né? Então, pô, eu eu acho que a gente tem que contar essa história, a gente tem que falar

o que tá acontecendo aqui, né? Então esse disco que se chama LSDE não tá falando da droga, né? Eu não sei a sigla pra droga LSD. Inclusive tem vários estudos que linkam LSD com um reset cerebral que ajuda a ajuda muito, inclusive a combater depressão, ansiedade e até comportamentos. É compulsivos. Interessante, né? Cara? Tem 111 vídeo muito interessante de um de um Timelapse da atividade cerebral de uma pessoa que tomou em micro doses,

logicamente, né? E assim a nossa atividade cerebral fica vários pontinhos quentes assim no nosso, no naquele mapa. Aí a pessoa tomou uma micro dose de LCD conforme o time passando diversos outros é é regiões do cérebro são ligadas e entra em atividade muito forte e simultaneamente. Então com certeza se aí tem

alguma coisa, né? É muito legal, muito legal, é assim, é LSD, realmente é uma, é muito promissor, uma droga é muito promissora pra combater, aí é doenças de saúde mental, mas aqui a gente não tá falando de eras negro, tá falando de love, sex and that, tá, então o que acontece? Ele vai. Esse disco vai desmontar os conceitos românticos para mostrar que nós somos apenas máquinas biológicas programadas para reproduzir e morrer. Gente, é agressivo e assim, é um tema agressivo, mas é um tema

que tem tudo. É a ver com o do metro, do metro. É isso aí, do metro. Não tem essa pegada mesmo assim, né? Vamos pensar, vamos falar o porquê dessa cena, né? Então assim, quando a gente está pensando em em metal carioca, cara, senão a gente vai pensar em Dorsal Atlântica, né, que é um Speed thrash metal aí pioneiro lá dos anos 80, a gente pensa em Taurus também, né, que é um thrash mais clássico, né?

O explus City hate, que é um thrash Def também brutal, tem o litromaster, que também faz um thrash obscuro, tem até o gangrena gasosa que faz aí um saravá metal, né, que mistura thrash com hardcore com religiões afro brasileiras aí né, Rio de Janeiro tem uma cena de thrash. E tem o maior espante de do metal do Brasil. Então os caras foram, os caras formaram sua banda lá em 1995, né? Lá no meio dos anos 90, né?

Onde o doom metal estava chegando aqui no Brasil, mas o já o ktdom mess já estava mostrando para todo mundo como é que se fazia Epic de um metal com epicus domicus metallus, né? Por exemplo. E aí os caras lançaram vida de play of change em 2002, eu tenho a semente em 2006, 2 álbuns sólidos, né, mostrando que o Brasil consegue fazer esse de um de um metal épico, começava de igual igual com essas bandas internacionais e vem em 2006, né?

E depois de 2006, 12 anos de silêncio cara, 12 anos de silêncio absoluto, nada, nada, não saiu nada cara e tem 11 ponto aqui, não foi um hiato estratégico, não foi planejado, sabe? Não foi algo assim, Ah, não, a gente parou para amadurecer o som, né? Qualquer coisa desse tipo. Foram problemas pessoais, cara, os caras passaram por muitos problemas pessoais bem complexos, houve uma mudança de formação bem grande, né? Muitos problemas saíram, a banda quase morreu de verdade, né?

E tem isso acontece muito, né, porque tem muitas bandas aí do Brasil dos anos 90 em 2000, que passaram por uma crise aí e nunca voltaram. Cara, muitos projetos são muitos promissores e olharam apenas uma memória aí porque não voltou, mas o em mago Mortis voltou. Enquanto você escuta OLSD, você percebe que são de que? Valeu a pena esperar cada minuto desses últimos 2 anos, porque esse aqui é, na minha opinião, é meu álbum predileto aqui do e mago Mortis, cara, né?

Então quando você vai escutar mago Mortis, essa é a primeira coisa que você vai sentir, é peso. Na verdade, quando você dá play no disco, a primeira coisa que você vai escutar é o Charles Souls fazendo uma introdução de teclado lindíssima, cara, então eu fico muito feliz que o Charles começa esse esse disco aqui. Esse disco é começado com o Charles, sabe?

Mas aí você vai sentir muito peso, cara, eu não estou falando de. Porrada na orelha eu não estou falando de um som mais agressivo, por exemplo, death metal, eu estou falando de um peso denso, gravitacional, até gordo opressor, sabe? É do metal na sua veia cara. Os rifes são bem arrastados, as guitarras são bem graves, criam uma parede de som assim, né? Mas tem uma clareza menódica, nesse som você consegue ouvir cada Harmonia que está acontecendo, cada camada de guitarra, cada progressão

cromática. Não é só o peso pelo peso. É peso com propósito, com arquitetura, cara, isso não é acidente. Essa nova formação trouxe o Chelsea no teclado e o Chelsea tem mais de 25 anos de carreira, tocou em mais de 200 cidades ou com várias bandas aí, né? É muita experiência, cara, e essa experiência dele adiciona muitas camadas ao som dos mago Mortis. Então você vai ter uma camada orquestral.

Em alguns momentos você vai ter uma camada de questão, você tem em algum momento uma atmosfera cinematográfica, cara, olha que legal, você vai ter um até um pouco mais de prog nesse som, né? Com certeza, o Charles, ele vem da escola do prog, ele é muito prog, ele é muito, sei lá, público para em three, na minha opinião, sabe?

E ele começa a trazer isso para o som do mago Mortis, cara, então é kendalmas, que é o que os caras sabem fazer de verdade, sempre souberam com mais um elemento, uma camada, um cheiro, manto. Um tempero fortíssimo de programéto. Cara, como que eu não vou amar esse disco? E tudo isso faz muito sentido no, nesse disco, nesse som, porque esse disco aí traz é, é, é uma traz uma narrativa, uma narrativa, na minha opinião disruptiva, que fala sobre amor, fala sobre sexo, mas fala sobre

morte. Mas eles fazem isso de uma maneira e, cara, eu escuto esse disco, eu, eu até entendo, isso aqui é um disco, é um disco romântico, cara, é uma missão de visão distorcida do amor, do romance, concordo. Não é distorcida, é uma visão, uma perspectiva diferente do amor, do romance, mas isso é um disco romântico e o borgis canta de uma maneira até mais romântica aqui, mas também vai ser um disco que vai te seduzir, vai te enforcar e vai te matar, cara. E é isso aí, mago, um maior que

esclarecer, é incrível. Esse disco aqui é incrível, um dos maiores discos aí do dum metal brasileiro, do metal brasileiro até, né? Qual que é a história desse disco, né? Então, quando a gente pensa em nesse título da lcindência a pensar no naquele ácido lisérgico, né? Que foi muito famosa dos anos 60. Mas não, esse disco aqui não fala sobre lcin dele, fala sobre love, sex and Def. Essa sacada do conceito aqui, amor, sexo e morte.

O amor não trata 3 pilares da experiência humana, o amor, o sexo e a morte. Não como coisas místicas, transcendentais, espirituais. Não, não, não. Como fenômenos puramente biológicos, reações químicas no cérebro, né? São são são instintos da evolução, são processos materiais. Penso comigo quando a gente acha que está apaixonado. Segundo o conceito desse álbum, você está experimentando um coquetel de dopamina, ocitocina e ceratonina.

Você acha que o humor romântico é especial, é único, profundo. Esse disco de Marlon Mortis vai desmontar isso nas letras, tantando amor como um conjunto de reações químicas cerebrais. Ponto sem romance, poesia sem transcendência. Isso é demais, cara, isso é demais, sexo também, instinto de reprodução é aquele drive biológico ali para evolução.

A Amanda desenvolveu essa letra aqui para desmistificar conselhos espirituais, focando na realidade materialista, nas experiências físicas que acontece no corpo, né? E a morte, que é a protagonista dual, porque a gente está falando, afinal de contas, estavam falando aqui sobre. O álbum é é de Epic, de um metal, então esse aqui é um álbum que descobre e tá sofrendo de vida, uma doença terminável incurável, porque todos nós estamos morrendo desde que nascemos. A vida mesmo é o diagnóstico

fatal. Olha que conceito maravilhoso, cara. É entrevistas, né? O voorrijo alexson his, ele falou que a paixão humana é apresentada das canções como um jogo perigoso. Que afeta profundamente o julgamento. Você perde a racionalidade, toma decisões racionais, você destrói a própria vida por impulsos químicos que você não controla. É amor ou é só a biologia te enganando? Eu, isso Pra Mim Não É filosofia de boteco, entendeu?

É um conceito denso, tão denso quanto esse som aqui é científico e filosófico ao mesmo tempo, explora o comportamento humano, mas explora, explora a perspectiva filosófica. Desculpa, esse comportamento afeta nossa, nosso, nosso dia a dia na sua vida e na sociedade. Cara, cara é demais, cara, é demais assim, eu acho que meu, não tô falando que toda a banda que fica parada há 56710 anos tem que voltar, mas OE mago Mortis, precisava voltar e precisava escrever nesse disco.

Precisava trazer isso, colocar esse registro aqui Na Na história do heavy metal nacional, cara, inclusive, não só nacional, porque esse disco aqui é um tapa na cara. Do heavy metal em geral, quantas bandas conseguem sumir por mais de uma década e voltar? E continua relevante, sabe, não consegue só recuperar os fãs antigos, mas atrai novos ouvintes pra esse material novo, sabe, cara, isso é demais, isso é demais, cara, isso é muito importante, mas é isso, cara.

Assim, LSD do mago Mortis pra mim é o melhor disco de do metal do Brasil, cara, os caras fazem um do metal épico aqui, mas vou já colocar como um do metal em geral, ele é filosófico. É emotivo, é progressivo. Prova que o negócio carioca merece muito, mas muito mais atenção. Cara, depois de 12 anos de silêncio, a banda volta aí, não não somente com disco, mas com o disco muito relevante, na minha opinião. Voltou melhor, voltou mais ambiciosa, mais profunda cara, né?

Então, se você está procurando metal, aí que pesa, pesa muito. Mas também que contempla aí a morte, que contempla um conceito mais profundo. Esse álbum aqui não é recomendado, é essencial, cara. E se você gostou aí do LSD do magon Mortis, o heavy nota também recomenda o kenomess com epicus domicus metálicos, que é o dum metal dum metal.

Bundacional, né? Sobre é o álbum que define o que é o Epic de um metal, sobretudo eternos beyond the chrison horison, que também é um dum metal mais com a pegada mais progressiva americano, que eu acho que é onde? OOO chel sous traz um pouco mais de de de força aqui nesse disco. Como é daenbrid turn, Los the swins do metal Melody com DF metal britânico explorando nossa mortalidade, essa melancolia aí que a gente está discutindo aqui também no LCD.

Esse foi o rave now o podcast leve pra explorar universo leve metal todos os dias de segunda a sexta às 6 da manhã o metal novo na sua timeline e nesse momento estamos aqui com 30 dias metal BR, estamos no meio, né? Então já passou do bem? Já estamos já nas últimas 2 semanas de 30 dias, o metal BR todo dia 6 da manhã um álbum de metal brasileiro que você não conhece mais, deveria estar ouvindo sem parar. A nossa live até levantou um voo mais uma vez.

Um abraço pra você revinaldo e nos vemos no nosso próximo episódio. Log finalizado. Próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã. Siga. O heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta.

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