Coletivo da Semana - podcast episode cover

Coletivo da Semana

Feb 22, 20261 hr 29 min
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Para voce que perdeu os episodios da semana

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Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes. Tripulação preparar para decolagem partindo em 32. Um. No ar. Saudações é vir altas. A nossa nave está trissando em mais um episódio nosso podcast diário com os melhores lançamentos do mundo do heavy metal. O meu nome é Kroton fredantes e hoje eu sentei aqui com vocês para apresentar o grande disco de aniversário de hoje, né?

Que é o The Great momentum do Eden Bridge. Olha aí, lançado no dia 17/02/2017, 9 anos desse disco aqui que traz um grande trabalho do sinfonik metal. Where and Bridge é uma banda austríaca, tá, que combina guitarras pesadas com arranjos orquestrais e vocal de ópera, que é muito típico aqui dentro do sinfonik metal, né? Esse disco aqui chegou no momento de renovação pra banda, né? Porque tinha algumas coisas mudaram ali, mudou um pouquinho da da da.

Da formação da banda ali, né? Olha aí, que legal o lanval, que é a força criativa principal desse disco composto todas as prostituras orquestrais e escreveu e tocou diversos instrumentos, incluindo um dustiner e um buzuki. Cara. Olha aí, muito legal, muito legal mesmo, né? Pra você que gosta do sinfonic Maple, você já deve conhecer o edan Bridge. E para você que conhece o Eden brajo, que não conhece o Eden brajo, deveria escutar hoje aí, comemorar esses esse aniversário

escutando The Great momentum. Gente, e hoje a nossa notícia é do dia de hoje. Não é uma notícia tão feliz, cara, não é uma notícia tão aí, é. É meio chato o que a gente vai falar, mas é importante a gente discutir, discutir sobre isso. Brad Arnold, vocalista do 3 Doors Down, morre aos 47 anos de idade a. Pós uma luta com o câncer em então o que acontece? O 3 Doors Down é uma banda que acaba sendo acaba sendo muito conhecida por ser uma banda de um hit só, né?

Quem está falando de here without, mas eu acho que é o thredores down. Nesse aspeto ele parece mais o Los Hermanos do que de fato uma banda de de um hits só. Por que que acontece? O Los Hermanos aqui no Brasil é muito conhecido pelo hit Ana Júlia, realmente explodiu, todo mundo conhece a banda por causa desse essa música, né? É tocaram, sei lá, show da Xuxa, eles tocaram essa música, né?

E meu, você é músico, cara, sua música foi você escreveu uma música, sua música foi bem aceita, você vai ter pudor de onde você vai tocar essa música, claro que não, vocês estão muito certos nisso, né? Agora o Los Hermanos é definido pelo som da Ana Júlia, não, muito pelo contrário. Assim, eu não sou fã de de de Los Hermanos, tá? Não é meu som, não é meu som assim, esse eles é são bem autênticos no som deles, né? Eles acho que o segundo ou terceiro disco deles eu tenho assim.

Quem me contou essa história foi um grande amigo meu do Sierra abração pra você, um Rodrigo nosso aqui, ele até editor de podcast dita por radiofobia, mas de qualquer maneira é ele me contou que pô, o segundo, terceiro disco dos caras, eles se. Prenderam, se amarraram, se esconderam num sítio e escreveram lá assim, sem nenhuma influência externa e tentando se distanciar do riz, Ana Júlia e o resultado que eles escreveram, um disco muito interessante, com

a base muito pesada de samba. Samba mesmo tá com muito de de um som alternativo, um indie rock. Então uma camada é uma base de samba com uma camada muito forte, muito espessa. De indie rock, mas com uma sonoridade melótica, uma sonoridade mais melancólica, não é meu som é bem longe disso, mas é muito interessante, é muito válido e bem diferente do hit original, o trator's down para

mim é a mesma coisa. Inclusive, a gente pode até classificar aqui o Los Hermanos como tradutores down brasileiro. Por quê? Porque eles têm esse esse hit que é o I'm here, o without here without, na verdade, só não tem um one, é o here without, eles têm esse hit que é o here without. Mas é, e logicamente, esse hit é muito famoso e tocou em todos os lugares, foi 30 sonoras de outros lugares, malhação tocava esse som, entendeu que é uma

música mais romântica mesmo, né? Até uma balada mesmo, mas o som deles, na verdade é muito. Eles são um dos grandes nomes, um dos não pioneiros, mas um dos dos pilares do alternative metal americano, né cara? Está falando aí de Creed, que estamos falando de alter break, de Breaking Benjamin, de three doors now, na verdade. AA atualidade é Creed, threed down e Breaking Bad. E aí se tem bandas menos expressivas, mais é ainda interessantes ali pro som, né?

Que por exemplo, o Third Day Blind, por exemplo, o Shine down, né? E uma outra banda mais recente que com certeza tomou muito espaço ali e ganhou um lugar muito desrespeito dentro do. É é a alternative metro americano, que é o autor Brad, inclusive o tremont tem um trabalho com o solo do tremont que é muito bom sobre isso de

qualquer maneira, cara. Assim, a gente tá falando de de um estilo que beleza, talvez você não goste tanto, que é o alternativo metro americano, mas ele é um estilo que é muito característico, que é muito sólido, que é muito, tem muitos elementos. Eu gosto bastante, já falei algumas vezes sobre isso, eu não gostava aprende gostar com um grande amigo meu que tinha uma banda cover de Creed, aí eu fui escutar, eu sempre estava no ensaio dele, né?

E aí eu vi aquelas músicas, eu falei, puta, legal isso aí, cara. E é interessante porque o outro native metal americano, eu escutava esse som deles lá, porque assim no, no, no, no, no ensaio deles que eles tocavam, eles começavam tocando sepultura, e aí eles que que é o eles chamam outra banda cover de sepultura, e aí ele é uma banda chamada pesadelo 666, isso era o nome da banda. Puta grandes amigos meus, abração para vocês, cara brunão Éder, abraço para vocês, finado, browner também.

Então o que acontece? Eles tinham uma banda de. Eles eles começavam o ensaio assim, para começar o ensaio, eles tocavam sepultura, por exemplo, e depois o never more eles também tocavam never more. Adoro o never more, que é claramente ele, um Def, um defen metal americano, um sepultura é um defen trash, é um defen trash metal brasileiro, mas é pesado

para caramba. Saía dali e IA para um som que não era pesado, não era agressivo, mas era pesado essa definição era agressivo, mas não era pesado. E eu falava, gente. Que som é esse? Eu quero quero entender que tipo de estilo é esse e cai no que era Creed, né? Tocavam as músicas menos populares do Creed, e aí eu conheci um estilo que para mim é 11 estilo, um nível abaixo do groove metro americano.

Quem que é groove? Metro americano é Pantera, é leve of God. Então a gente tem um groove metro americano que é totalmente respeitado dentro do heavy metro, que é Pantera leve of God. É, e aí se você vai um pouquinho do do groove metal, um pouquinho mais pro mainstream, até pegando coisas de crossover, pegando coisas de de de mainstream mesmo, você vai ou new metal, você vai ter o Godsmack, você vai ter OOOO, firefingers, Daft point, que é groove metal, mas aí o groove, a single Dário, né?

Leva um lá pro mainstream, vão lá pro, pro pro, até pro new metal, enfim, né, pra outras pegadas. Mas se você está aqui, ó, no groove metal, que é muito respeitado. Pantera, lembre of good se você deixa a mesma timbragem do som, as mesmas linhas, mas você diminui a velocidade, deixa um pouquinho menos agressivo, você chega num Creed, você chega num num Shine down, você chega num num 3 Doors Down, você chega num outer bread, você chega num Breaking Benjamin. É muito legal, é muito legal

mesmo assim. E os vocais de é alternative metal americano precisam ser muito bons, vocal e bateria, vocal e bateria de alternative metal americano precisa ser muito bom. E o tio 12 daw consegue isso aqui também. Então é um estilo que não é tão respeitado dentro do heavy metal, mas deveria, porque é muito bom, cara. E além disso, é um estilo muito abraçado, aí muito envolvido na cinematografia de slasher americano. Então você escuta, se você assiste pânico, vai sair pena com 7 esse ano.

Vou estar no cinema assistindo. Um abraço para vocês, João tretel e Dani b abração para vocês grandes amigos, meus lado locadora do thrash, vou deixar a locadora do thrash aqui, deixei aqui ó, peguei o link do podcast locadora do thrash, deixei aqui na descrição. É é um podcast especializado em falar sobre sobre filmes de terror, né? Acho que o comercial ele falando sobre filmes strash, mas eles falam sobre filmes e séries sobre esse mundo universo do terror, que é um meu estilo de de.

De cinema predileto, eu adoro filme de terror, eu gosto muito do locador, do tresh, grandes amigos, nossos abração para vocês lá, tá bom, esperamos vocês, João, Dani, esperamos você aqui, Hein? Aparece por aqui, cara, abração para vocês. Então se você assistir pânico, se você assistir é eu sei que vocês fizeram no verão passado, você se assistir é premonição. Esses filmes tem como trilha sonora o outro não ativo metro americano.

Tá uma maluquice, inclusive o Creed tem uma música what f, que é a trilha sonora do pânico. EE para mim é a música que define isso aqui é a alternativa metro Americana, mas beleza, o nosso twitters down, que já foi definido aqui, que é a alternativa metro Americana, é o vocalista. O Brad Arnold estava lutando aí com câncer há mais ou menos um ano, né? Então Brad Arnold, vocalista e membro do fundador do thuidores down, faleceu pacificamente no

último sábado. 7/02/2026 aos 47 anos de idade, jogando ficado em maio de 2025 com carcinoma renal de células claras. Olhei aí, cara, que já se havia espalhado para o pulmão. Arnold lutou bravamente contra o câncer mais agressivo de cara, realmente é, é, é bem, é bem agressivo, isso mesmo assim, minha mãe tem um problema renal e quando alguém da família tem um problema renal, cara. É, a família inteira sofre por isso, sabe? É muito, muito agressivo.

Então, assim, ele realmente era o motor criativo aí do 3 Doors Down, né? Ele escreveu cryptonite, que é um dos maiores hits da banda quando ele tinha 15 anos de idade, durante a sua aula de matemática. Cara, olha aí, cara, que realmente né? AA aula não devia estar sendo tão interessante. Mas isso é 11 caráter muito específico do americano também, né? Eles adoram ser Song riders, né? Não só ter uma banda, mas escrever música assim, né, cara?

Então isso é muito importante. Então a gente tem aí 11 citação, né? OOO Arnold. O Brad Arnold, né, que estava sóbrio há 10 anos, agora, em 2002 1006, ele fez 10 anos de sobriedade. Ele escreveu, sem dúvidas, Deus tirou esse fardo de mim. Eu estava sempre eu estava tão cansado de carregar esse fardo. Eu dei esse cargo a ele e não vou tomar de volta, escreveu Arnold em um post sobre sua sobriedade conquistada com a ajuda da sua fé cristã. Cara, esse foi o último post que

ele fez aí nas sociais. Ele não está mais com a gente agora não nesse plano, né? Uma pena, mas sabe que esse é o caminho de todas as pessoas e fico feliz que ele encerrou a sua vida ao lado da sua família. E no momento positivo, cara. No momento positivo, cara. Então que bom que ele conseguiu vencer a dependência química e enfim, é não conseguiu vencer o câncer. Departaru com câncer, mas câncer

do rim é muito agressivo mesmo. E fica aí a nossa singela homenagem do ravinalta para o Brad Arnold lá do 3 Doors Down, cara. E vamos seguindo, vamos seguindo com o nosso rave nauta. Hoje temos que falar aqui também tem um review, eu tenho um review para vocês, eu tenho um som para trazer para vocês hoje que é OI of purgatore com o seu novo disco, Dark bown, cara, cara, é legal falar sobre esse disco, é muito importante falar sobre esse disco.

Por quê que a gente tem que falar desse disco aqui? Porque a gente está falando de uma banda de old School of metal sueco, cara. Old School death metal sueco, cara, e o death metal sueco é um som muito característico que a gente chama de Bus. Só olha aí, cara.

Então, nos anos 90 a gente tinha muita coisa acontecendo no mundo, cara, a gente tinha mundo do heavy metal é, a gente pode ali dar 111 Ping point do mundo do heavy metal, um dos anos mais importantes para o mundo do heavy metal, como 1991. Por que isso? Porque a gente tinha várias cenas em evolução. A gente tinha ali lá na Flórida, a gente tinha uma banda fazendo um som muito técnico, muito é. É muito, muito intricado e muito pesado, muito agressivo, que a

gente vai chamar aí de tech. Def americano, a gente está falando de Def da banda Def, a gente está falando de carnbal, corf corps, a gente está falando de. Morby and Angel tá então nos Estados Unidos sentei essa cena desse som aí, que é um som bem bem característico, né? Um som bem agressivo e que merece nossa atenção. EE nasceu lá nos Estados Unidos em 1991. Sentei essa cena rodando. Quando a gente fala que essa cena estava rodando, não é brincadeira, porque 91 em 91, o

que que o que que a gente teve? A gente teve o hillman, o disco hillman do Def Blast art sick do morby and Angel. E o butchered eddburs do kennedybal corps. Cara, olha aí, mas aí a gente também tinha lá na Inglaterra, nós vamos ter o toallight of the gots do battery warmester do Bowl strower. Olha aí se vai ter também aí o time dos not Hill do Dark Angel. Então a gente tem 11111

surgimento ali. Da cena britânica de de death metal também, a gente tem também em 1991, o sepultura lançando o warwise aqui no Brasil. Olha aí, misturando ali 111 thrash metal com defy metal e trazendo já elementos de groove metal. Cara, olha que maluquice a gente tem o black álbum do Metallica em 91 cara, consolidando o thrash metal do Bay era. É o último disco bom do metal, que ele falou, ó, a gente está falando aqui que OBR é esse aqui, o trash método do BR é esse aqui, cara.

Na Europa a gente tem o carcas lançando o necrotisem this kenting the incellubries, que é o nascimento do DF metal, é lógico, cara, não só isso, 91 também nós temos lá na Suécia uma cena muito efervescente. Por exemplo, a gente tem o. Gottemburg metal, cara, a gente tem fleming's that, the Gates, a gente tem sorry work começando uma cena nova aí, um dos estilos mais famosos e mais influentes do death metal.

Então muita coisa a gente tem em 91 deiner Sock of black metal a gente falou sobre black metal ontem aqui no heavy nota se tem o inersey que of black metal rodando também, então a gente tem muitas cenas acontecendo de heavy metal assim, né?

Entre elas, a gente tem uma cena que não está em Gotemburgo, na Suécia, tinha muita coisa, então não é 11 nova cena de heavy metal que tem em Gotemburgo não é uma nova cena de heavy metal que é é é de heavy metal consolidadora que traz um death metal com 111 som, um elemento mais melódico, não, não é isso. A gente chega num som mais cru, agressivo, pesado. Que é o swedish death metal. Cara, a gente está falando de em tombed, a gente está falando de desmemberth, a gente está

falando de i of the puirgatore. Esse som que ele está discutindo, a gente chama de bu só porque guitarra parece que é uma Serra elétrica. Cara, o som da guitarra tem um som da Serra elétrica. É mais fácil ilustrar do que falar, então vou deixar aqui na nossa descrição do episódio um vídeo do all England, uma das pessoas mais orgulhosas do som

do death metal sueco. E ele tem um vídeo falando assim, ó os OOO sweedish death metal guitartton o guitartton, o tom da guitarra, o timbre da guitarra do death metal sueco. Esse timbre é perfeito para a gente explorar e você entender o que eu estou falando. O ey of purketor traz esse som em 2026, então muito legal, cara, que ele está trazendo ali

o coração dessa cena. Olha aí, cara, eles entendem que o bu, só que esse dessa sonoridade do duffmetrossueco é um timbre de guitarra extremamente saturado. Serrilhado tem muito médio, muita compressão, né, que é um som histórico, porque ele ficou associado ao soundlight Sound gravado lá em Estocolmo, né? Virou assinatura ali.

Do swedish the f metal que esse som é, ele é fomentado, ele é criado, ele é gerado através de um pedal específico, cara, que é o Boss heavy metal 2, tá, então esse é o cara, poucos estilos a gente consegue gravar tão fácil assim, né? Tão, tão diretamente como é. E esse som aqui com certeza foi OHM 2 que trouxe isso para cá, cara, é maluquice, cara, é muito

louca mesmo, né? E quando a gente fala de i of the proger tory, cara, a gente está falando de uma de um som, de uma banda que nasceu para ganhar, né? Nasceu para ganhar porque é um supergrupo, cara. É um supergrupo. A gente tem aí o Roger Johansson, que é do begnizer e do rubisist prader, e ele traz muita gente para tocar com ele aqui nesse disco, cara, muita

gente de peso mesmo, cara. E esse disco eles trazem esse Sound builds só eles trazem esse resgate prum DF metro sueco, mas eles também trazem elementos, tem sintetizador nesse disco, tem linhas, tem fraseado de sintetizador, cara, é muito louco assim. É uma maluquice muito consistente e um dos melhores lançamentos da semana, com certeza. E é isso aí, gente. I of purgatores Dark bown 2026 tem que ouvir, cara. E a nossa nave espacial está no seu programa para levantar a voa

a partir de hoje. Muito obrigado por nos acompanhar nessa jornada pela universo do heavy metal. E não se esqueçam, heavy nauta azul. Estamos de volta amanhã com mais novidades do mundo metal. O snackpad vai ao ar todos os dias, de segunda a sexta às 6 da manhã. Desejo a todos vocês um excelente dia e até a nossa próxima viagem. Saudações revinaltas. A nossa nave está aterrissando em mais um episódio do nosso podcast diário com os melhores lançamentos do mundo do heavy metal.

O meu nome é kilton Fernandes e hoje eu estou sozinho aqui na nossa nave fazendo um voo solo e escutando the door to doom do kendalmas, lançado em 22/02/2019. Comemoramos aí o aniversário de 7 anos desse grande disco do Epic doom metal, da banda criadora do estilo e dona da coisa toda que é o kendwmas. Kingdoms, que é uma banda sueca lendária, né? Que definiu o Epic doom metal lá nos anos 80. Esse aqui que ele está

discutindo. The doort to doom do kenomess, é o 12º disco de estúdio dos caras pela Napalm records, né? Esse trabalho aqui é muito importante porque ele traz a volta do vocalista original, que é o Johan longwest, após 33 anos. Cara, olha aí meu. Então é o se você talvez não conheça o Yohan manquest, ele é o vocalista original que gravou o disco definidor do Epic de um metal que é o epicus do micos metálicos de 1986.

Cara, eu sou de 87, esse disco de 86, cara, pra você ver como o mundo rola, o mundo gira, né, cara? Muito interessante. O lançamento desse disco aconteceu 7 anos depois do disco anterior, né? Foi um hiato aí de 7 anos, cara, e nesse disco com certeza. Na música astoros The Great octopas, eles tiveram a participação do próprio Tony. AI, homem do Black Sabbath, né? Que criou aí que começou tudo com o black, com Oo heavy metal e mais especificamente com o protodoum metal, né?

Com certeza o black sabb é uma referência direta ao dum ao dum metal do que é, não mesmo que é não. Messi traz o Tony AI homem pra tocar no astroluz The Great octops e vale a pena, cara, tem que escutar essa música aí, cara. Eu gosto muito de kendw mestre das bandas prediletas da vida mesmo, né? E o que eu gosto no kendw mestre que eu gosto especialmente desse

disco, the door to doom, né? É que eles eles transformam o som deles numa atmosfera ali meio opressora, meio épica, meio de um ritual ali constante, como se estivesse numa missa negra escutando ali um som enquanto tem alguém sacrificando um bode. Sabe, cara? E quando eu penso nessa atmosfera que o kendw mestre traz, eu penso muito naquele jogo. O blasfams, cara, eu joguei blastham há muito tempo, cara, e eu tenho a mesma.

Para mim é o mesmo sentimento, cara, deixa eu explicar um pouquinho essa conexão que eu faço aqui na minha cabeça. Maluca, né? O kendon mess, na minha opinião, eu trabalho com esse dum épico que é praticamente ali. Um luto constante e grandioso, né? Tem aqueles rifles que são sabatianos, os rifles mais mais gordo assim aquela aquela sensação constante de agonia, de

fatalismo. O vocal é basicamente operístico, tem muito drama, esse vocal está sempre ali, é é sobrevoando ali umas guitarras que faz um papel ali de um de um coral, um coral satânico, né? E a composição do quedomess, para mim, privilegia uma densidade harmônica mais. Consistente, mais presente manter aquele andamento quase uniforme, né? Não é rápido, mas é tão lento e tão constante que ganha ritmo na opinião.

Agora, se a gente pensa no blessiomas, né, na opinião, o jogo constrói, mas considera que com a beleza meio maligna sempre cara, né? Então você tem aquelas paisagens decadentes, tem uma icnografia religiosa muito pesada, né? Você está sempre dentro das igrejas lá. A narrativa é contada pelo próprio ambiente ali, o ambiente que o que o brassman se passa é parte do das, do de um

personagem, né? A direção de arte, na minha opinião, se inspira diretamente ali na Semana Santa de Sevilha, né, numa cultura local, num folclore, nesses símbolos religiosos. Só que tudo é meio deformado, né? A arte, arquitetura é aqueles conceitos católicos, tudo se mistura ali, pô, você vê um Santo, mas ele é inimigo, né? Você vê uma igreja, mas ela está

profanada. Você vê 11 ritual, mas tem carne, tem dor, cara, e pra mim, que tá aí essa conexão, os 2 trazem pra mim esse sofrimento, que não é só um sofrimento, é um ritual de sofrimento, né? O que do Messi faz isso de uma forma mais grandiosa, mais épica, com aquelas procissões pesadas, aquelas marcha lentas, né? Uma experiência breve, que logo é esmagada pelo piso dos ifes, né? Já o blassons é uma opinião traduz, traduz isso visualmente, cara, é uma penitência pura, é

cruel, é completativo, né? É um mundo opressor, mas muito bonito, onde cada canto revela ali camadas relativas que são fragmentadas, mas que são ambíguas. Cara, pra mim, tanto kenomess quanto OOO. Oo bless, mas eles criam uma liturgia meio que distorcida, meio que opressora, mas com o cara que tem religioso muito grande. Cara, não sei. Eu escuto os 2, eu escuto que ainda mais eu penso em blesser,

mas eu escuto. Eu assim jogo bless, mas eu penso puta, eu tinha que ter que endomez aqui Na Na, na trilha sonora. Não sei, é como eu penso aqui. Legal, cara. E temos aí, como notícia do nosso dia, nós temos o CRESS DOT tree atacando e as falsas. Ele diz que é errado, que é antiético, irresponsável e perigoso. Cara. Maluquice, Hein? Mas quando a gente escuta esse título, a gente pensa que está falando ali sobre música, né? Falando puta música aí. A IA está destruindo AAA música

e como está destruindo o mundo? Cara, acho que tem muita Iara, música e eu acho que eu ainda não tenho uma opinião formada a ser positiva e negativa. Mas aqui, no caso, ele está falando sobre é imagens criadas com internet oficial e imagens criadas dele promovendo. É interesses políticos. E aí é um problema, cara. Aí eu acho que é um problemão assim, um problemão, um problemão, um problema, acho que

isso aí é bem ruim mesmo, né? Então o que ele falou, o cantor, o cantor dele, quem que é o Cruise Doctor para a consistória, o Cruise Doctor Rey, ele participou, ele é canta heavy metal, ele participou do americano e do americano, tá, vou deixar um link aqui do vídeo dele participando do americano e do americano, tá? Ele é tipo um Ah, não sei, não sei se o americano e do brasileiro, não sei, excluído do

brasileiro, né? Mas é como se fosse aí, 111 é 11 figura, uma influência daí bem grande, né? É do mais dentro do do American Neves. E ele falou o seguinte, ó cantor denuncia imagens geradas pela entrevista especial que espalham mentiras sobre a sua vida pessoal e posicionamento político. Aí é pesado, cara, aí é pesado. E aí eu preciso concordar com ele, cara, não dá, né, meu, não dá pra gente acreditar em 2026 e

tudo que a gente vê, né, meu? Especialmente quando você tem uma pessoa ativamente tomando um partido político, cara, ele é um artista meu. E artistas é, tem muito artista que toma um posicionando político, mas um artista que toma um posicionamento político, ele ele, quando um artista, uma pessoa pública, toma um posicionando político, ele está se fechando para metade do público, porque essa é a

realidade, é não. Quando a gente coloca política no meio cara, não importa o que a gente fala, as pessoas são irracionais. Virou, não virou é, é torcida de futebol, as pessoas estão dentro de um ou outro espectro político e não vão olhar para o outro, não vão dar moral para o outro, ninguém é sensato. Então, quando o artista toma um posicionamento político, eu acho que cada um tem a opinião de

fazer o que quiser. Mas esse artista, ele está literalmente se fechando, se fechando para uma parcela é, é é uma parcela significativa do público. Ele está falando para o resto do público, ó, beleza, eu estou aqui, mas toda solta, galera, aqui, não quero conversar. E durante A Entrevista ao programa weplat, da rádio k all, ou é assim fiver de 2006? O Chris dotwin denunciou a proliferação de imagens falsas geradas por e a que que mostram

ele, né? O Chris dothwin prestando homenagem ao ativista Charlie kerk e alegando problemas em seu casamento. Gente querendo os pai. Olha que maluquice, cara. Que maluquice, gente. O cantor expressou frustração com a falta de regulamentação sobre conteúdo falso gerado por e a comparando a situação ao velho Oeste sem lei. Ele já havia alertado sobre os perigos dos perigos da IA em sua música artificial de 2023.

Então, cara, eu acho que sim. Eu acho que o que AO posicionamento que ele está trazendo realmente é o posicionamento muito, muito válido, né, cara? Puta, não dá. Não dá pra você deixar alguém chegar e falar que você suporta a ou b cara, eu acho ruim, eu acho perigoso, acho mal, cara. Não sei, cara, eu eu não gosto desse ponto aí não, cara, não consigo, não consigo falar que é

legal. Por outro lado, ele fala que não, beleza, vamos, vamos resolver isso para resolver isso, vamos regulamentar, aí eu discordo mais ainda, cara, eu acho que a gente tem que tomar 1111 atitude para resolver esses problemas realmente, cara, não dá para o cara acordar, abrir o Instagram e ter alguém ali falando, pô, você, o cara aqui, ele apoia partido a apoia a partir do b, entendeu?

Acho que não dá para fazer isso. Mas não é regulamentando que você vai resolver isso, cara, simplesmente pelo pelo motivo, quem regulamenta o governo. Você já viu o governo resolver alguma coisa, cara, a única coisa que o governo faz é cobrar imposto, cara, não faz mais nada, então assim, vamos regulamentar, IA sabe o que eles vão fazer? Cobrar imposto é a única coisa que que eles vão fazer se não for isso, cara, Ah, pode fazer isso, não pode fazer aquilo.

Se a pessoa não fizer a que eles vão fazer, vamos pagar, vai cobrar multa e empresas de a ou empresas de tecnologia em geral, eles não veem multa. Como algo impeditível, eles veem como imposto, né? Então assim, vamos pensar assim, tô sendo só é, vamos fazer uma suposição aqui é só uma hipótese, tá gente? Vamos pensar que tem um cara que é a pessoa mais rica do mundo, vamos pensar EE uma hipótese, acho que é impossível alguém ser a pessoa mais rica do mundo, né?

Mas vamos pensar que tem um cara que é a pessoa mais rica do mundo e que esse cara que é a pessoa mais rica do mundo, ele comprou a plataforma de rede social mais popular do mundo. Assim, hipoteticamente, beleza. O cara comprou a plataforma de a de de A Rede Social, a plataforma de rede social mais famosa, mais popular do mundo. Aí esse cara que é o cara mais rico do mundo, que é o cara que tem a plataforma de redes

sociais mais é popular do mundo. Esse mesmo cara tem uma empresa de inteligência oficial que gera vídeos sem censura, vídeos que você pode gerar assim. Ou você pode pegar uma foto da sua vizinha, você está na rua, tira uma foto da cara da sua vizinha, você vai para essa inteligência, você vai falar, olha a inteligência social, pega a foto dessa menina e coloca ela pelada com a posição bem reveladora aqui na minha rede social, e esse, essa aí a faz isso assim, cara, isso aqui é

uma hipótese, né? Nunca, em nenhum mundo onde houvesse o mínimo de sanidade, isso aconteceria, certo, pessoal? Mas vamos falar que isso aconteceria uma hipótese, beleza? E aí os governos olham para isso, né? Olham mulheres, figuras públicas ou figuras anônimas, figuras, enfim, pessoas normais sendo expostas por beep fakes, por imagens geradas por inteligência artificial que as colocam em situações pornográficas. Você faz isso? O governo vai hipoteticamente regular.

E qual que é a regulação do governo? Ah, não, você vai pagar uma multa DeX. Só que o cara que que tem essa e que tem essa rede social é o canal Zico do mundo, então você vai colocar uma multa de 51020 e 15000000 pra esse cara que tem quase um trilhão, isso não é uma

multa, isso é um imposto. Ah, é, beleza, então deixa você parar esse dinheiro num fundo, esse fundo vai gerar um dividendo mensal, esse dividendo mensal, que cara, vamos parar pra pensar, um dividendo mensal você não trabalhou, você tem um dinheiro, você colocou o dinheiro parado, esse dinheiro gera. Esse é o segundo dinheiro, esse dividendo, entendeu? Então esse dividendo mensal

cobre essas multas. Então eu posso aqui deixar isso rodar por x dias por mês e eu tenho dinheiro para pagar essa multa? Cara, isso é como funcionaria uma regulamentação de Ah, se houvesse o homem mais rico do mundo e o homem mais rico do mundo tivesse tanto A Rede Social mais importante do mundo quanto uma ya que gera vídeo sem censura, hipoteticamente, né, cara, gente, é isso.

Entendeu? Então não é regulamentando, você vai ter nenhuma solução assim, eu não sei a solução, eu acho que tem pessoas que podem descobrir solução com certeza não é passando pelo governo, isso aí é indiscutível, né cara? Mas vamos entender aqui que o Chris Doctor trouxe nessa discussão. Ele falou assim, ó, eu acho errado, antiético e responsável e perigoso, não há regulamentações para isso. Até onde isso vai antes de causar problemas sérios e ramificações graves?

Questionou o Doctor durante A Entrevista, acrescentando. Certamente eu não apoio o Charlie cure com qualquer movimento enraizado em intolerância ou exclusividade. Então ele tem a posição política dele e eu acho que ele precisa ter a posição política dele. E se ele quer expor ou não quer expor essa posição política, é dele. O problema é que tem deep fakes rodando dele que estão trazendo uma posição política dele. Isso é terrível, cara, isso é

terrível mesmo. E é o mundo que a gente vive, cara, cara, a gente vive num mundo muito louco já, né, meu? Minha, nossa, a gente está num mundo muito louco, cara. Se a gente parar pra pensar, a gente está no mundo aí, cara, bem difícil mesmo, cara. Vamos seguindo, vamos seguindo aqui pra terminar o nosso episódio, quero trazer uma review essa semana, eu quero falar com vocês aí eu escutei essa semana Wolf chent com ikeos from a time won's spass, que é

um título muito bonito, né? De do novo disco do Wolf chent Wolf chent, que é uma banda de paing in metal, ou seja, de. Folk metal, pagão alemão, cara, que legal, meu, que legal. Esse disco foi lançado agora é no dia 13 de fevereiro também. Cara, eu estou escutando esse disco aí.

Escutei umas 2 vezes a gente fazer essa resenha hoje, e é folk metal, cara, é difícil a gente escutar, discutir o fok metal tem, tem bastante aí, mas é, sei lá, ele não passa tanto, passa, passa no meu radar assim, mas eu não não pego tanto, sabe? Mas é interessante, esse disco é que eu achei interessante, cara, eu achei que tem uma produção melhor do que geralmente tem uma

produção de folk metal, né? Cara, então o folk metal tem muito violão, é difícil a gente, a gente pegar as nuances ali, mas esse disco aqui tem bastante violão, tem bastante vozes, mas eles tradição de de riacho, de natureza, um pouco de orquestração, coral. Então acho que é um trabalho um pouquinho mais bem feito assim, né? Opinião, né? E é um disco de pegan metal cara, pegan metal, cara, quando a gente fala de pegan metal

alemão. A gente está falando de uma cena que mergulha fundo aí de cabeça nos mitos germânicos, né? Em rituais antigos, nessa força da natureza, nessa identidade regional bem marcante. É uma estética épica, grandiosa, né? Então tem bastante orquestração e coisas assim carregar aquele simbolismo anti cristão que virou marca registrada do bethal pagão, né? As letras vão constantemente citar odin, Thor, thur, frag netos. Cara, toda essa Galeria aí de

entidades míticas alemães. E aí que vem uma curiosidade, porque essas bandas misturam Fontes nórdicas medievais com vestígios continentais germânicos. E por que isso? Porque o material escandinavo é muito mais farto, enquanto o que sobrou da Alemanha antiga é meio fragmentado. Cara, é meio incompleto, cara, né? Eu tenho um amigo alemão, fui o Gabriel bassani. Um grande abraço pro Gabriel. Bassani, tocou numa banda minha muito tempo atrás, uma banda

chamada diablair. Ele trocava com a gente e eu fui trocar uma ideia, ele é de da, da Alemanha, ele é de dresley e fui trocar uma ideia com ele. Falei, cara, como é que funciona assim? Assim ele falou, cara, é, é, é essa pegada alemã assim, essa, essa mitologia alemã é meio fragmentada, cara, a gente não tem muita coisa fechada assim, né? Mas da onde que vem essas raízes pagãs alemãs? A gente está falando de uma região aí, de uma religião germânica pré cristã.

É que era super diversas, geralmente falando assim, sabe? Sofreu muita influência dos celtas, dos romanos, e é claro que depois de um tempo recebeu uma influência muito forte do cristianismo também, né? Então, as coisas que a gente tem sobre isso aí vem de autores clássicos, né? Por exemplo, o César, né? Mas se você a gente vai pegar isso também de tácito, cuja obra germânica descreve costumes,

deuses e práticas desses povos. Cara, além disso, a gente tem inscrições rúnicas, né, ao Thales. É no vale do Reno, né? A gente tem é evidências arqueológicas de um culto germânico, né? Tudo isso junto dá para começar a reconstruir o universo, né? Mas era meio meio fragmentado, cara, era meio fragmentado assim, a gente não sabe muito do que tava acontecendo, né? E as práticas centrais da religião pagã germânica eram cultos em bosques sagrados, né? Então, depósitos de sacrifício.

Que ficava em pântano em Rio, né? Tinha muita adivinhação, tinha muito festival, muita magia. Ainda existe também de templos e estruturas rituais, mas isso fica ainda mais misturado com a cultura Celta, sepultamento e obras colocadas sobre fundação de construção. Mas também isso vai dar uma intersecção com a cultura viking, né? Muito legal, um detalhe muito fascinante. São sincretismo, cara, olha aí, cara. É o que a gente chama de interpretátil romana e germânica.

O que que acontece, cara? Esses esses, essa cultura fazia uma tradução cultural dos deuses até os dias da semana, né? Por exemplo, até hoje, dor nastagga, que é quinta-feira inglês, é dia do rei, é dia do Deus, do do trovão, ou seja, Thor. Olha aí, cara, não é dom nastag, é terça. É tours tag, que é dia do Thor, que inglês é thursday, dia do Thor também, olha que maluquice, cara. Então assim, cara, é tem muita coisa, mas é fragmentada, né? Mas OOO Wolf chant conseguiu

pegar muito esse som. Eu acho que eles estão numa fase muito legal. Eu, oitavo disco deles, eles trazem muito de um black metal melódico ao redor do fok. Assim, lembrando coisas como elven King, as coisas mais agressivas do elvin King, por exemplo, né cara? Mas é isso, cara, vamos torcer para é o pager metal alemão viver mais do que OA própria cultura pagã alemão que se perdeu com o tempo. Aí, cara, a nossa nave está se preparando para levantar voo e partir por hoje.

Muito obrigado por nos acompanhar nessa jornada pelo universo do heavy metal e não se esqueçam, heavy nota, estamos de volta amanhã com mais novidades do mundo do metal, o Snake pet. Vai ao ar todos os dias, de segunda a sexta às 6 da manhã. Desejo a todos vocês uma ótima noite e até a nossa próxima viagem. Saudações ravinaltas. A nossa Lava está aterrissando em mais um episódio do nosso podcast diário com os melhores lançamentos do mundo do heavy

metal. O meu nome é Heitor Fernandes e hoje eu continuo sozinho aqui na nossa nave cara e hoje vamos falar aqui sobre o ex pléder do que valer TAC, lançado em 14/02/2020, 6 anos desse disco aqui. Que é um disco de black and raw norueguês. Cara, o lançamento do splaid marcou a chegada do novo vocalista, né? O Ivar nicoleicen, e foi tipo um renascimento para banda, sabe? Eles voltaram com tudo, reforçando aquela identidade única que só o que beller TAC

tem na cena norueguesa. Cara, agora, uma coisa que sempre me impressiona nessa banda é que são 3 guitarristas, o vidar landa. Biarth, Lund, Holland e o massic of stader, 3 caras criando solos tecnicamente absurdos e rifes que transitam entre o estilo mais próximo do black metal, às vezes punk rock, às vezes radio de rock, às vezes rock clássico, às vezes deft metal. Tudo fluindo de jeito muito natural, cara, e esse disco foi muito bem produzido, teve uma

participação muito importante. Foi foi produzido pelo Troy seders do master Dan. Né? Olha aí, cara. Inclusive ele participou, né? Da crack of doom, né? Um dos uma das das das músicas desse disco. Aliás, falando em massa do esse disco, para mim aqui soa muito com aquela Vibe. De proxlud que a gente encontra no próprio mestre Dan, que encontra no behreness, né? Tem peso, tem progressão, tem

textura. 2 faixas que eu quero deixar aqui para você escutar é o bratebrana, que mistura thrash metal com vocais harmonizados na pegada de Queen. Isso mesmo, cara. Na pegada de Queen é maluquinha. Lembrando que tem uma banda que eu não suporto é Queen, tá? Mas se Queen tocasse, como que vai alertar que eu vou gostar? E delirium tremens, que é uma época progressiva de mais de 8 minutos, que vai para todo mundo, é lugar, cara. Ele às vezes está mais lento, às

vezes está mais rápido. É bem maluco, né, cara? Muito legal que valer tack com is player daqui pra gente no heavy nota, cara, vamos falar agora de coisa boa, vamos falar de tekpix, não vamos falar de trash alemão, vamos falar de trash teotônico, vamos falar de chemer do Destruction, promete tocar. Até morrer, gente. Ele disse que é uma paixão, não apenas um trabalho. O baixista e vocalista da calendária, a banda alemã de thrash metal, fala sobre sua dedicação à música após quase 45

anos de carreira. Que maluquice, né meu? Em entrevista a ropon de rocs durante turnê do Destruction no Japão, em fevereiro de 2006 agora, né? O schmir revelou sua filosofia sobre sua carreira musical e planos de continuar tocando indefinidamente. Gente, o músico explicou que tentou fazer outras coisas na vida, inclusive ele tentou ter um restaurante cara. Mas sempre voltou a música por ser sua verdadeira paixão. Gente, é, eu lembro dessa pegada mesmo.

Aí, cara, eu lembro que eu li que ele que ele teve um restaurante, cara, maluquice, né, cara? Ele tinha um, ele tinha uma pizzaria chamada barracuda lá na lá na Alemanha, numa cidadinha chamada Stein, né? Lá em 2006 ele fez uma entrevista. Vou até deixar essa entrevista aqui no, no, na, na, no descrição desse episódio aqui, tá?

Ele tinha essa, essa pizzaria lá, e ele disse que ele adorava, cara, ele adorava a vida dele lá no restaurante que ele cozinhava, que ele atendia no bar, ele cuidava da bebida, do cardápio. Eles tinham comida italiana, mediterrânea, tinha uns bagulho alemão, uns bagulho grego também. Maluquice, né, cara? Mas ele falou, cara, tocar restaurante é estressante pra caramba. E chega um momento em que ele teve que escolher entre restaurante e a música.

E a música, claro, ganhou. Porque para ele é a coisa mais preciosa, é o que realmente move o schimer. Cara, muito legal, né? Cara? Muito interessante. Então, desde 2019, o Destruction mudou a formação, se tornou um quarteto porque trouxe 2 guitarristas, o dormir ES kick e o Martin fúria. Esse último Martin fúria, que era empresário de turnê, era até engenheiro de som da banda também, aí entrou para tocar

guitarra com os caras. Muito legal que que ele falou, ele falou assim, as pessoas me perguntaram há 20 anos, o que você vai fazer depois? Dá muito. Tá, e eu acho que depois da música eu vou cair morto, porque música é algo que para mim você faz até o fim. É uma paixão, não apenas no trabalho, declarou. Shimira, apresentando heavy metal foi feito para ser tocado com 2 guitarras. A criatividade e o poder são muito melhores quando você tem um quarteto legal, né? Meu? Muito legal aí, né?

É isso. Mas cara, essa semana a gente tem falado sobre isso, que os nossos ídolos do heavy metal, eles vão mudar aí nos próximos 101520 anos, né, cara? Então ele espera tudo de bom para o schmir. Cara, adoraria comer uma pizza do schmir lá na Alemanha. Não vai ser mais possível, mas dá para escutar, continuar a

escutar. Destruction aí com o chimier cara, falar em destruição, em escutar o disco que eu queria trazer para a gente discutir hoje, na minha resenha desse dia, é o colors of pain, do blade Red. Cara, muito louco. Oo colors of pain é o tipo de disco que bate que nem uma Paula no seu ouvido, mas deixa uma atmosfera assim, meio que para você respirar, sabe o blood right mistura. Peso do do f metal com a frieza e o veneno do black metal sem cair no caos.

Enfim, se tem muito corpo, a produção é bem, é bem, é versátil. Tem umas zonas que ela está mais suprimidas nas zonas que ela está mais mais bem definida, cara. E o álbum soou com uma jornada muito consistente dentro da brutalidade. Você está falando do bloodread com seu novo disco, collous of pain. Que é uma banda de black and death metal. Cara, né? Então, assim, para a gente entender o color of pain do black, vale a pena dar um contexto aqui no que que é o

black and death metal, afinal? Esse subgênero é basicamente a fusão entre o death metal e o black metal. Você pega os culturais característicos do death metal. Adiciona um tremulo picking, coloca os Blast speeds bem típico do black temper, com aquela estética satani que sombria o resultado, um som que consegue ser brutal e atmosférico ao mesmo tempo. Músico, a gente falando estrutura, geralmente death metal com elementos de black metal. Por isso que é um black and

death metal, né? E não defenda black metal. Você tem as produções típicas do death metal, as acionações baixas, aquela mudança brusca de andamento. Mas com aquela Vibe, com aquele sentimento de black metal permeando tudo, principalmente o black and Def metal costuma abraçar mais a estética do black metal do que os outros subjanos o Def, né? Então você vai ter corpos e Paint, você vai ter uma simbologia obscura, toda aquela

atmosfera. E o black and Def metal se consolida lá no início dos anos 90, quando bandas de black metal começam a incorporar técnicas do DF metal e vice versa, né? Foi um momento de experimentação. Ali o metal estava. Fervendo naquele tempo, né? Então as raízes aí vem antes disso, né? Estamos falando de bandas como o Venom, como o Kelly Key froes, bandas como barton. Eles já eram bandas de black metal nos anos 80, que criaram ali um terreno comum entre os 2

estilos. Eles eram uma influência tanto para o Def quanto para o black metal. O número sobre o nome super importante nessa história é o day action, cara. Com o seu disco desoberland, de 1993, cara que em 93 também saiu, por exemplo, aqui no Brasil, olha só, no Brasil estava saindo Angels Cry do Angra, lá na Suécia, estava saindo aí o di acction, cara, the somber, the somber Lin do the action. E esse disco ajudou a formar um eixo melódico.

Black death influenciou muita a banda que vem depois. Cara, esse disco aqui é tipo um Marco, mas o desoberland do die acction. E hoje, né? Atualmente, quando a gente fala de black and Def metal, o nome que surge quase sempre é o birhimas, né? Eles são a referência pela forma como eles misturam black Def metal com a presença de palco ali, que é absurdo, né? E uma produção que é impecável, mas tem muita gente fazendo

barulho nesse estilo. A gente tem o bellfa gord, a gente tem o Gold hor, a gente tem o Angel corps, são nomes notáveis, cada um com suas próprias variações, né? Tem até influência de trash no meio dessa pegada aí. Então, quando você escutar aí o colors of Ben the bloodread, você está ouvindo esse legado. Todo cara tem essa brutalidade de Duff metal, atmosfera gelada do black metal, aquela pegada que só o black and Def metal consegue entregar, né?

Esse disco tem recebido uma crítica muito legal. A pessoa elogiou muito esse equilíbrio aí que o que o blue desreat conseguiu trazer entre brutalidade e entre esse clima mais atmosférico, realmente a bateria desse disco é impressionante. O lance que que o disco não é só pancada na orelha, né? Ele tem momentos de relaxamento, tem espaço para você sentir o peso. Faz toda diferença assim, né? Aquela correria desenfreada, né?

Outra coisa que chama atenção, o álbum é tocável para diferentes perfis de fan de heavy metal, né? Então você pode curtir um heavy metal mais clássico, você pode vir do black metal ou pode até mesmo ser que aquela que gosta de uma atmosfera mais progressiva, o colors of Paim, vai pegar você de algum jeito. E sem cair no genérico, tá? Porque a gente sabe que tem muitos discos de black and DF metal por aí que soa no final do dia.

Igual você escuta 3 discos, é a mesma coisa, você escuta cada disco com 12 músicas, você parece que é uma só, mas aqui não, você tem uma personalidade, você tem uma identidade própria. Aqui não é só death metal, eu acho que tem uma pegada de soywork que eu penso muito em soywork the death metal aqui, mas tem uma camada muito grossa aí de black metal também. E olha só o conceito por trás do álbum. É justamente sobre sofrimento e conflito interno.

Não é um disco que te oferece um conforto ou um final feliz, sabe? É aquela estética sombria mesmo, bem crua mesmo, né? Você sente isso nas músicas, tem tensão, tem catarse, os rifles carregam esse peso emocional. As músicas dinâmicas do aluno que das faixas é, funcionam como se fossem altos e baixos, da dor que o disco explora. É um trabalho que te puxa para dentro desse universo Sombrio e não deixa você sair até o final disso, cara.

E é isso, cara. É, convenhamos, é o que a gente espera de um bom disco de metal extremo, né? Ser levado aí para um momento de angustiador, mas com muito som de qualidade. E é isso, gente. A nossa nave está se preparando para levantar voo a partir de hoje. Muito obrigado por nos acompanhar nessa jornada pelo universo heavy metal e não se esqueçam, heavy nota, estamos de volta amanhã com mais novidades

do mundo do heavy metal. O Snake pet vai ao ar todos os dias segunda, sexta, sexta da manhã, deseja? Todos um ótimo dia até a nossa próxima viagem. Saudações revinalta. A nossa nave está vencendo e mais um episódio do nosso podcast diário com os melhores lançamentos do heavy metal. Meu nome é querido Fernandes e hoje eu estou aqui com meu grande amigo Rafa Ferreira. Seja muito bem-vindo nessa sexta-feira.

Muito obrigado kilton sexta-feira aí terminando o Carnaval né pessoal que é da folia foliou pessoal que não é da folia, escutou heavy metal porque a gente é desse, né? E o aniversariante do dia, porque não pode nunca faltar, né? Vamos aqui de um. Uma parada que eu me me me me surpreendi, me surpreendi, porque pelo título que eu vi, que é o Dark SPACE two do Dark SPACE, achei isso. Vai ser um prog metal, né? Porque o prog metal combina com coisa espacial, mas não uma

black metal kilton. Eu sei que você sabe sobre essa banda, que você tem cacife para falar sobre ela, então, por favor, destrincha esse álbum para nós aí. Não é bem bem por aí mesmo, cara. Então assim, é black metal, é black metal, é black metal, é black metal. Na verdade, isso aqui é um projeto. É black metal que tu já sabe,

né? Projeto de. 3 pessoas aqui, o zarau na guitarra vocal, o Roth na guitarra vocal e o is no baixo, no vocal é e eles têm uma pegada, eu acho isso muito interessante, o som desses caras, porque é um esse aqui é uma banda concepcional, né? Então eles fazem o som é black metal, é um black metal atmosférico. A temática é o espaço, a matéria escura do espaço, o espaço escuro, né? Essa é a temática da banda, eles são suíços, essa temática da banda. A letra das músicas a também arrepia.

É um idioma alienígena ficcional? Não existe essa língua, mas eles inventaram um idioma, né? E eles falam sobre o espaço Sideral, eles falam sobre aliens, eles falam sobre civilizações não conhecidas. Olha aí, e esse disco aqui, que é um disco de black metal, ambiente de black metal atmosférico, é, eu acho que a winner Circle of black metal norueguês perdeu a oportunidade. De situar o som deles, não onde eles situaram. Eles situaram em queimar igreja e cometer crimes.

Eles deveriam ter situado em explorar o espaço, porque esse disco para mim é aterrorizante, sufocante, claustrofóbico. Me sinto na nostromos de alien, o oitavo passageiro escutando esse disco. Cara, é impressionante e. Isso sensacional, né? Mas é aquilo, né? O pessoal lá do. O heurônimos, né? Oo varg. Eles não não sabiam que no espaço não tem capeta, né? Então não, não tinha porque falar sobre. Não, você estava a pensar. Faz sentido uma banda de black metal atmosférico ter essa

temática de espaço federal? Tem algo mais black, mais assustador, mais sufocante e mais atmosférico do que o espaço? Exatamente, cara, também realmente BH obras é como a que você já citou, né? Alli, oitavo passageiro. O enigma de outro mundo, né? São então contatos imediatos de terceiro grau, cara, você vê que

são são filmes aterrorizantes. Vou deixar aqui na descrição o episódio sobre filmes de alienígena lá do contato, podcast dos nossos grandes amigos Gustavo conaccioni e do Oliveira e Vini Martins, que vocês estão convidados faz tempo para 2026. Vocês não vieram aqui ainda, vamos marcar de vocês. Vim aqui, tá? Vou deixar aqui No No no da descrição do episódio. Pessoal, vai lá, dá uma olhada nesse podcast. Onde eles falam sobre discos, sobre discos, sobre filmes de

alienígenas. Beleza, eu vou deixar o link aqui e Rafa pode falar. Mas fica a sugestão aí, falem também sobre discos de heavy metal, sobre o que falam de alienígenas podem. Uma boa pauta para vocês aí do contato. Ah, mas mas aí vocês aí queimou aí, você queimou pauta aqui, aí vocês vão falar aqui. A gente traz o. Vini, a gente traz o Gustavo, a gente traz o Flávio do status fier e a gente faz aqui ó. Também é sensacional. A gente pode fazer a parte um lá

e a parte 2 aqui. O contrário tanto faz. Nossa, fechando a pauta. Fechando a pauta. Isso vai acontecer. O Vini tá ouvindo que ele ouve esse podcast? Responde no comentário. Aí Vini, a data pra gente fazer a Colab. Aí, ó, a parte um, parte 2. Exato, só acha a máquinas, vai? E o que você tá ouvindo Na Na no radio Star da sua rave nave? Pois é, hoje kilton é sextou, sextou.

A gente sabe que começa com s. Mas não tem só s na palavra sextou, tem a letra t, também a letra t de Tale gunner cara que é uma que é o que é uma música do do perford the dia, um álbum injusto assado Iron Maiden, não também também é também a faixa a faixa que abre o disco. Mas não vamos falar de Iron Maiden aqui, vamos falar de outra banda britânica de heavy metal tradicional, porque nas sextas-feiras o Rafa sempre traz heavy metal tradicional aqui no heavy Malta.

E o culteil guner não podia ser diferente. Cara, esses caras que são lá do Reino Unido, que coisa mais heavy metal. Kilton, que Reino Unido com com a banda que faz alusão Iron Maiden, mesmo que não tenha sido, é proposital? Eu acho que não, né? Acho que isso é muito heavy metal. É o heavy metal? É o heavy metal, então eu fui escutar, né, o novo lançamento desses caras, né, que é o heavy metal tradicional de qualidade. De porrada no ouvido.

É, é, é guitarra rápida, é, é cavalgada, é, é como eu falei também da da semana passada, né? Riffs em terças, isso é heavy metal, heavy metal puro e o nome do álbum também, heavy metal cara, Midnight blitz. Olha só, olha só que nome, heavy metal. É essa coisa que é isso? Isso é rendimento total, é couro. Os cara se veste de couro também, que nem o Judas.

Triste, cara, nada. Você pega aí a imagem oficial, pô, cara, isso daí já entrou, já entrou no meu top 10, o que eu tô, já já entrou no meu top da doença, faz ideia de coisas. Esses caras explodiram minha mente com o som deles. Não, assim é muito bom, é, realmente é, tem o gunner, é muito bom mesmo. Você falou, eu vou, vou falar mais sobre, tem o gunner, quero que você fale mais de tem o gunner também, mas é você perguntou, pô, tem algo mais heavy metal do que a Inglaterra? Tem Birmingham.

A única coisa mais heavy metal do que a Inglaterra é Birmingham, porque você tem lá o que que você tem lá? Você tem Oo Black Sabbath, sing Birmingham, só o Black Sabbath, o Judas Prost in a sing Birmingham também. Fora assim o tem aquele aquele canal mundo sem fim, que é um casal que viaja o mundo. Tem vários, né? Mas tem esse aí que é o mundo sem fim, que o casal viaja o

mundo. Eles foram pra Inglaterra, eles foram pra Birmingham, Birmingham e eles filmam a casa do Ozzy quando ele antes do do Black Sabbath e você olha ali e você fala realmente é tudo cinza, é tudo concreto, é tudo opressor. Dá para sentir a revolta dos caras em gravar ali o Black Sabbath, o Black Sabbath dá para sentir a terça AAO trítono do. É Tony yomi, Rafa Toy, o gunner. Você está decepcionado com o Iron Maiden? Faz tempo. Por que que o Toy o gunner Toy o gunner o Toy, o gunner te

conquistou? Cara, justamente porque eles fazem algo que o Iron Maiden, que o Judas priester, né? Que Oo Black Sabbath o DIU fazia lá nos anos 80, cara, aquele som, aquele resgate ao som dos anos 80, que que tanto. Que tanto me apetece, né? Como vocês sabem que eu nasci em 89, né? Então, ou seja, eu não vivi nos anos 80, eu só nasci no finalzinho dele, né?

Mas é uma coisa, eu eu fui desde muito cedo, é estimulado com coisas dos anos 80, é, é filme que passava na sessão da tarde, era as bandas que meu pai me apresentava, né, então assim são é uma coisa que foi moldando Oo meu gosto não só energístico como musical também, né? Então é ver uma banda. Lançando em pleno 2026 um som desse, né? E é uma banda que foi formada em 2018. Olha só, ela não, não tem nem 10 anos de vida ainda, né? Não completou nenhuma década, né?

Chegando aqui em 2026 fazendo um som desse, porra, cara, é pra não, não, não vou fazer piadas de duplo sentido, né? Pra porque pode ter criança ouvindo, né, mas empreendedores entenderão. Mas é 11 porra, cara, é, é, é simplesmente sensacional. E tem e tem uma temática assim, meio cyberpunk também, né? Apesar de não ter sintetizador, né? É uma é é que a gente pensa em cyberpunk, pensa logo em sintetizador, né? E aqui os caras não, não usa, é? É heavy metal puro, sabe?

Heavy metal puro é o Iron Maiden da época do the number of The Beast, do pest of mind, né? Aquela aquela coisa que a gente ama, né, porque e quem não ama, eu até respeito, mas está errado. É, você tem todo, você tem todo direito de tá errado, não tem problema não, mas assim é, eu estou falando de de tail gooer aqui, né?

Eu fico esse disco aqui, ele é, ele precisa ser ouvido, ele precisa ser estudado, cara, porque ele é impressionantemente apaixonante, ele é muito coeso de se ouvir assim, sabe? Ele não inventa roda, não reinventa roda. O que você tá escutando aqui é o que o Iron Maiden escreveu em Pedra. Mas tem um quê de de 11 Power metal que bebeu na fonte do Iron.

Então assim, vamos pensar que o Iron vai lá e escreve o the numbre of The Beast e escreve a cartilha de vamos colocar terça nessa guitarra, vamos colocar uma bateria mais simples, mais mais presente, vamos ter um vocal que tem, sei lá, 2 vezes mais alto que qualquer outro instrumento do da produção. Vamos fazer isso influenciou tudo do Power metal. Prime of Fear é Power Wolf, é é master plan.

E aí o tail gooner traz guitarras do traditional do do new Wave, everlithef metal, eles trazem bateria do do new Wave everlithef metal, eles trazem um baixo que eu pra mim o que podia melhorar aqui é esse baixo, ter uma produção do billward na Alemanha. Esse gráfico, esse baixo tinha que ser gravado na Alemanha, porque ele some aqui na produção, ele some na produção, eu tenho, eu escuto. Meu som com um Headset de 50 mm para ouvir o baixo melhor e está

muito baixo na produção. Mas o vocal, ele vem da escola sueca de Power metal. Isso é indiscutível, cara, isso é indiscutível. É, ou, por exemplo, da escola é, é da escola alemã, porque parece muito aqui para mim é master plan. Parece muito master plain o vocal dessa banda. E aí fica perfeito, porque o som é bem coeso e o vocal é de master plain, que é maravilhoso. Aí, Rafa, você falou que IA fazer essa, essa essa resenha

aqui. Eu fiquei com inviagem, eu falei, vou ficar quieto, vou ficar quieto. Mas pô, é esse disco que eu queria ter resenhado, porque IA falar para você muito bom mesmo. Olha, é que é que 2026 está muito no início, cara. Mas porque? Porque se fosse o nosso top 10 já fosse ser lançado no mês seguinte, eu acho que, com certeza, isso daí tirava o primeiro lugar. É, eu acho que vai ser difícil alguém ser mais consistente do que o teu gunner nesse disco

aqui. Alguém vai ter que ser mais inovador, porque uma coisa que o teu gunner não tem aqui é inovação. Eles trazem ali uma boa, uma boa, uma massa legal de de crítica, né? Eles trazem 11 referência legal me lembra muito, um Ted moroz, mas me lembra pra caramba um organo alepfi, um pouco mais mais calmo, mais clássico, ou um homeforl mais trabalhado. Pode ser um desses 2 caminhos. Aí é como se Oo homeforl, casasse com Edy Guy e nascesse o filho bassall do Iron Maiden.

Para mim é isso aqui muito bom, muito boa a sua pegada. Difícil não aparecer no top 10, Hein? Muito difícil não aparecer no top 10. Com certeza, vamos, vamos esperar aí vamos esperar dezembro para ver o que que vai acontecer. Mas enquanto dezembro não chega, nós temos 11 especulação aqui no mundo do heavy metal hoje, recentemente, se você não estava numa caverna. Ficou sabendo que 11 banda aí uma banda talvez. Sei lá que o tom acha que talvez ela não seja tão importante assim.

Não, a pessoa não falou muito dela, né? Que foi anunciada aí No No no bangers substituindo o Twisted Sister, né? Como o headliner do do primeiro dia, que é o warch anime. O warch anime foi confirmado aqui no Brasil e isso deixou aqui nós do révenau. Estou muito em polvorosa, obviamente, né? Não me não me bato por uma piadinha que eu fiz. É óbvio que o art anime tem sua sua importância e muita no metal mundial, né? Porém, eles estão ainda desfalcados da Alicia White Gus, né?

Coisa que nós também já noticiamos aqui no heavy nauton. Porém surgiram rumores surgiram rumores de que Mayara puertas pode ser a nova vocalista do art anime. Olha só, cara. Aí a nossa vocalista aí do torto Squad, né? Que eu estava vendo uma live mais cedo no Instagram, no ensaio dele, né? Que eles eles vira e mexe abrem, né? Live dos ensaios deles é. Publicou a mensagem misteriosa no Instagram, com música do art anime, gerando rumores sobre o possível anúncio histórico. E aí que eu tô?

Cara, assim, eu acho que tá fácil fazer uma previsão do rafão hoje, acho que tá fácil. Porque não é só uma música do art Enem, então você viu esse post no Instagram? Não cheguei a ver o post não. Então o post esse post no Instagram é o que tem lá AA Mayara puerta ela está na frente de uma mesa de som falando ó, 2006 vai ser incrível, surpresas, aquela história toda ali, a música é do art Enem.

Aí ela fala assim, ó muito, ela escreve assim, ó muito, trabalho pela frente, é o que ela escreveu no post, aí a música é Duarte, Enem, aí já tem uma relação. O problema é que ela o problema é que pra mim a previsão tá fácil aqui é que a música que eles escolheram é e o no my name da Jane. Ih. Rapaz, que pra bom entendedor é você conhecerá meu nome.

Então você me posta uma foto falando, você vai ter muito trabalho e fala, e uma música do Jane me fala, você vai conhecer meu nome, gente, se não for ela, o que que ela vai fazer? Ela vai ser. Vai abrir o show do Jane, só se for. Olha, eu posso fazer essa previsão? É isso também, é isso também é uma possibilidade, mas é, é, Eu Acredito que essa previsão realmente tá tá pendendo pra esse anúncio que afinal já tivemos outra banda, é, só que não finlandesa, né?

Verdade, né, que anunciou uma vocalista brasileira recentemente, né? Então é pra ir pra termos 11 dobradinha não falta muito, não falta muito. É, mas o Brasil aí mostrando que é celeiro de talento dentro do heavy metal, né cara? Então o que acontece?

OA Angela gassol que é a vocalista original do artienime, a artienime que é uma das bandas mais consistentes do mundo a gente falou sobre o artienime 2 semanas atrás que a gente falou sobre Angra aqui é inclusive é o Alê Tolentino, grande amigo, e um mandou uma mensagem no WhatsApp falando que ele, que eu falei, que eu, que eu. Reclamei do Angra, tudo que ele quis reclamar a vida também faz sentido, mas o que acontece a Angela gaça? O que é a vocalista original do

do archenm? Ela saiu da banda um tempo atrás, ela mesma escolheu AAA lição whiteclus que saiu da banda ano passado. No finalzinho de 2025, a própria Angela gaça o que é a atual empresária do archenem. Ela saiu da da do palco e foi para os backstage, né? Ela curtiu esse post aí do. Da Mayara puertas, o que para mim? Deixa isso aqui, cara. E assim a gente está em 2026, né? Que que para mim, o indicador certeiro do que é a é a Mayara puertas? Ah, não.

De lagarto começou a seguir a Mayara no Instagram. Olha aí, olha aí, olha. Ok, ok aqui. Momento, Leo Dias, Nelson Rubens no haver Natal, meu Deus do. Céu até onde? Até onde chegará Oo jornalismo musical no Brasil? Cara, não, mas eu acho que é muito bom. Cara, eu acho que é muito bom. É a Maiara puerh dessa visibilidade. Eu acho que é 11 prêmio para ela, para o metal brasileiro, mas não é Consolação, muito pelo contrário. Ela tem muito talento, muita versatilidade e pra mim ela vai

fazer ali uma excelência. Ela, se for ela mesmo, né, vai fazer um excelente trabalho no FM. Acho que acho que faz todo o sentido. Com certeza e tipo, ela tem uma presença de palco. Impressionante. Eu tive a oportunidade e a honra de ver o torture Squad ao vivo no bangers, cara, e foi um show do cacete, cara. Pô, na moral é. E eu e eu conhecia absolutamente nada de torture Squad e eu fiquei fã da banda ali assistindo os caras ao vivo, tá ligado? Então.

Tem que ser assim mesmo, tem que ser assim mesmo. A banda você tem que ir no show e você fala, puta, é isso que eu quero, a verdade. Isso aí é o melhor maneira, né, de você conhecer uma banda e ir no show e sair da puta. Eu quero escutar essa banda. Foi isso o vídeo e o por mais que você não goste, mas eu fiquei assim com o Lorde da belocita, assim, eu vi os cara ao vivo e falei porra, maneiro para caralho, que são dos caras. Você ficou assim com o Avatar também, né? E o Avatar?

Exatamente, o Avatar também foi. Eu fui desse aí tudo graças ao bengers open r cara aí, cara, porra. Vemos um padrão, vemos um padrão. Pois é. Vemos um padrão. E para esta semana que o tom, você, você, você foi na contramão, né? Eu trouxe um negócio mais. Alegrinho assim, heavy metal, que é um negócio mais alegre, né? Mas você não, você trouxe black metal pra gente. Black metal é um negócio, é, é uma antítese, é uma antítese. Aqui é o inyang do heavy nauta.

Estamos aqui hoje para sua resenha. O que você trouxe aqui que está tocando na sua nave, que é o tom Fernandes? Cara, eu fui pra um lugar muito escuro. Tá agressivo esse essa essa semana aí? Mas muito bom, cara, eu fui escutar Deception of decadents, o novo disco do. Sale, sale é difícil porque é uma letra, é a quarta letra do alfabeto irlandês, olha que maluquice e que que é isso,

cara? Isso aqui a gente está falando de uma de um som muito específico, cara, ele está falando aqui de sinfonik black metal, então a gente está falando de assim, Ah, mas eu eu posso explicar aqui, quero explicar porque o que eu gosto de fazer é explicar os sons aqui que eu estou escutando. Mas tem uma referência clara essa aqui que é que é de mu Borger. Você gosta de mu Borger? Olha, no momento dessa gravação, a resposta curta é não, mas é não.

Por quê? Porque eu não conheço direito, então aí eu não não posso dizer que eu gosto porque eu não conheço direito, mas isso pode mudar. Eu gosto muito de chargrat por conta do camelot, tá ligado? OEO Chrome Division também, né? Mas não tem nada a ver com black metal, né? Mas o camelo é que que ele gravou lá do Marshall of merfiz também, então eu acho a participação dele do caralho nessa música.

É, mas a participação dele na no Martin of the feestow doe came é o som do, do, do do Jimmy gorger um pouquinho mais somizado que ele está falando de came Aline, então, o sinfonia de black metal, ele traz essa opressão, ele traz essa, essa tensão mais do que o relaxamento. Mas ele faz isso colocando um elemento sinfônico, um elemento grandioso. 11 elemento de ópera faz muito sentido, faz muito sentido. Você, você não vai se sentir num filme indie de terror.

Você vai se sentir no blockbuster de terror assistindo, escutando esse som aqui. Só só que especificamente o cyler, eles são belgas, é uma salada, porque eles são belgas. Mas OA nome da banda é uma letra, é a quarta letra do alfabeto irlandês, mas hoje eles estão na Holanda, passou pela Holanda, a coisa fica pesada e é isso que acontece com o som. E é isso que difere o cyler do Jimmy Borger. Mais peso?

E muito mais peso, tanto peso que eu tenho dificuldade de falar que isso aqui é Melody, é sinfônic black metal, eu acho que é sinfonic black and define metal, porque é muito pesado ter elementos de black metal. Você vai, você vai escolher esse disco, você vai encontrar uma guitarra, cara, isso eu acho impressionante, cara, porque o elemento mais caricato do black metal é a guitarra em cromatismo, né? Então a guitarra que faz riff. Indo de casa em casa sem é

sempre pula tom, né? Ela faz tom semi tom é um tom semi tom, ela vai fazendo casa por casa e fazendo um riff. Isso é muito black metal, muito icônico, mas é o mais caricato. É o que faz o som do black metal ser considerado meio infantil, meio inferior, né? Meio assim, me aqui é o ponto é, é a liga que traz o sinfonia que deve metal dos caras. Pra um pé no black metal e faz todo o sentido, cara, é muito bem feito, é um equilíbrio muito difícil, cara, muito difícil de

se alcançar e é isso, cara. Eu tô conhecendo o cyler nesse disco e tô ficando assim, pô, eu acho que eu tô curioso pros discos antigos dos caras, né? Eu acho que eu nem falei aqui, esse aqui é o sexto disco deles, então tem 5 discos pra eu escutar antes, aí vou fazer uma maratona pra escutar saller e é isso, Rafael, é isso que tá tocando na minha heavy nave, cara. E ficou curioso? Fiquei bastante cara, fiquei bastante. Eu vou botar aqui para ouvir quando acabar a nossa gravação.

Não se não se arrependerá, porque é um disco bem feito, Rafa, um disco muito consistente do sabe quando é bom, quando alguma coisa é boa, não tem melhor. Rafa, essa realidade. A nossa nave espacial está se preparando para levantar voo mais uma vez. Muito obrigado por nos acompanhar nessa jornada pelo universo do heavy nev. E não se esqueçam, heavy nautas, estamos de volta amanhã com mais novidades do mundo do metal.

Se no impeachment ao ar todos os dias, de segunda a sexta às 6 da manhã, desejo a todos uma ótima semana e até a nossa próxima viagem. Saudações revinaltas. A nossa nave está pensando em mais um episódio do nosso podcast diário com os melhores lançamentos do heavy metal. O meu nome é kilton Fernandes. Eu estou aqui hoje sozinho e nossa nave falando sobre os lançamentos dessa semana, mas vamos começar esse sábado. Com aniversário, né?

Quem está fazendo o aniversário hoje é o revel in time do Star one, lançado em 18/02/2022. A gente está começando 4 anos desse disco aí que de prog metal holandês Star one é um projeto do músico holandês arien Anthony Lucas, criado ali para explorar o lado mais pesado e orientado por guitarras e sua música. Esse aqui é o terceiro disco dos caras, né? Lançado pela inside auto music, inclusive esse. Se alguém se der outro music, lançou um disco, ele vai ser

bom. O cara que trabalho incrível é esse aqui do arian Lucas, né? Oo álbum apresenta uma musicalidade técnica excecional com supergrupos de vocalistas, né? E músicos renomados. Aí gente, pode trazer o Russell Allen do sinfonia XO baterista new Edge warby. As composições são todas baseadas em filmes e séries de ficção científica sobre manipulação temporal, um conceito fascinante que Lucas se

executa com maestria. O lançamento foi aclamado como o álbum Star Wars, mais dinâmico e variado até o momento, reforçando ali o legado do Lucas, assim como uma força da natureza. No rock progressivo mundial, há mais de 3. 3 décadas a produção contra comparticipações especiais comum, o Adrien vendenberg na guitarra, o próprio Lucas sing executa guitarras baixas de teclado

também, né? Faixas como a revelin time baseada no Bill in tyd, excelent Adventure e Lost to the of the University destacam se pela variedade de humores e tempos transitando entre heavy metal rock progressivo. Com muita naturalidade, o álbum foi chamado de? Prog clássico instantâneo, né? Pela toonella Magazine e considerado o melhor, mais diverso e mais bem produzido o álbum do Star one até esse momento na nissografia.

Um verdadeiro momento histórico, que combina aí os melhores aspectos de várias personalidades do Lucas sem cara. Agora deixa eu contar um pouquinho mais sobre esse disco, porque tem uns detalhes bem interessantes de a gente discutir aqui. Diferente de álbuns anteriores do Star Wars, onde você tinha o quarteto físico de vocalista, o Damian Wilson, o densuano, a flor gency Wilson Allen, o revel in time traz uma abordagem completamente diferente. Cada faixa tem um vocância

diferente. É como se fosse uma celebração de talentos do metal mundial. E olha, isso não foi totalmente planejado assim, tá? Parte dessa mudança aconteceu por causa das restrições de viagem durante a pandemia do COVID-19. E o resultado? Simplesmente fenomenal. A gente tem o Roy can que tocava no came, a gente tem o Tony Martin lá do Black Sabbath, a gente tem o Jeff Scott solo, o John Lin Turner que tocou no

Rainbow, a gente tem oOoOO. O Johnny turnny, que também tocou no Deep Purple cara, uma verdadeira constelação ali do web metal. E não para só nos locais não, tá? Os solos também são de outro nível assim, cara, literalmente a gente tem um.

Steve wike dispensa apresentação, ele faz o solo no Lost to the up, the University in you's your sing do stratovares, que aparece nos teclados Zoo run o run, bumble Foot tike tocou no Guns and Zoo agent van derberg, do whidsney que cara é uma lista assim que meu. É para realizar com com avantaja mesmo, né? O álbum foi lançado em várias edições físicas, né? Tem o digipack duplo, passando por um artbook Deluxe com 3 CDSE, blue Ray e até versões de vinil cara.

O artbook ainda vem com uma mixagem 51 5.1 em alta resolução e material dos bastidores para os colecedores de de plantão de plantão. É praticamente um Tesouro mesmo, né? E receber uma receção muito legal, cara, é simplesmente espetacular. A metal injaction deu nota 9. É sonho que o perspectivo deu 9.3 a própria turnela Magazine chamou de clássico prog um.

Instantâneo e disse que o álbum Star one, mais dinâmico dos 3 John cochel da Sonic perspective, foi mais longe, dizendo que pode ser o melhor álbum do arian, do alien, desde o Human equation. E olha que o esteficamente nem é um álbum do arian, né? O interessante é que o alian que manteve aquela Vibe mais metal do Star one, mas trouxe mais elementos de raios hock dessa vez e comercionalmente.

O álbum também foi um sucesso, chegou em primeiro lugar da Holanda. Eu vou repetir, chegou em número 1 da Holanda, top 10 na Alemanha, belch e Suíça. Cara, o público falou, a gente quer, a gente quer esse disco, cara. Então, quando a gente fala que estamos comemorando 4 anos desse disco, não é um exagero, é realmente o alvo que merece muito ser celebrado.

Agora, uma coisa que eu preciso destacar nesse disco é a participação da flor Jensen. Olha, eu falo isso com o coração na mão, porque eu sou um fã de carteirinha do after Forever. Cara, a flor canta aqui no a rendel the clock. E cara, que música, cara, é minha música predileta aqui desse disco, com certeza, porque a florjens que está cantando nesse nessa música, né? E é simplesmente espetacular eu ver aquela voz poderosa dela nesse contexto do Star Wars

aqui. Para quem não conhece, o after Forever foi uma banda holandesa de metal sinfônico que a florca mandou de 97 para 2009, quando a banda terminou suas atividades. É a florjensen fez o trabalho solo e depois foi tocar agora no Nightwish, né? E eu sou muito fã da florjensen, eu sou muito fã de after Forever. E sabe o que é mais interessante? Tem uma conexão bem forte entre o after Forever e esse trabalho

do elean no Star one. Ambos projetos combinam metal pesado com aquela ambiência Sinfônica grandiosa, naqueles teclados ordestrais, aqueles arranjos grande. Mas se abandonar os rifes pesados que são o coração da música, na no after Forever, a flor misturava vocais de soprano com os culturais do sender gomans, criando aquele contraste gramático entre agressividade de melodias clássicas em camadas.

Já no Star one, o Hering prioriza canções mais baseadas em rifes com o clima variável, mas mantendo aquela paleta progressiva consistente com foco instrumental bem evidente. Os 2 projetos também dialogam fortemente com o progressivo. Explorando estruturas menos leares, mudanças dinâmicas e passagens instrumentais elaboradas, o after foreverty influências progressivas marcantes, além dos elementos góticos, né? Power metro e música clássica.

Já o reveling timer, frequentemente capitalizado como hard Rocky metal com under carrands progressivo, quase uma sensação híbrida ali com o eirian. E tem mais cara, há uma afinidade temática e estética bem europeia nos 2 projetos. Ambos são holandeses, encanados aquela grandiosidade. Atmosfera cinetográfica e muito

peso. O after Forever tinha compositores influenciado por de filmes e música clássica com letras sobre temas Morais profundos, o Star Wars constrói faixas inspiradas em filmes de ficção científica com aquela coesão na produção e assinatura que só tem ali no Lucas, né? Então, quando você ouve a flor Kant na renda on the clock, você está ouvindo não só uma das melhores vocalistas do metamodo mundial. Mas também meio que uma sucessão espiritual do próprio after Forever.

Cara, que demais, né? Muito bom, esse disco é para falar de verdade, tá? Queria falar também agora sobre alguns destaques da semana, a gente vai mudar um pouquinho, a gente vai falar sobre alguns discos, é, e a lista completa você encontra na descrição do episódio, tá, então a gente vai falar sobre alguns discos e tem a lista completa também. Quais são os destaques dessa semana? Vamos começar com new morseband, com seu novo disco left.

O newmors Band retorna com seu quinto álbum de estúdio, né? Um álbum conceitual que segue a jornada espiritual de pertencimento. Com 13 faixas, incluindo beging Fuller live grave, o trabalho se posiciona ao lado do simulator of the Dream como um dos melhores álbuns conceituais dessa banda. A gravação aconteceu de forma espontânea no estúdio com os com o baixista Randy George revelando a maior parte do álbum foi escrito ali mesmo na sala.

E esse é o primeiro trabalho do Mike Portnoy com outro projeto desde o seu retorno ao DT. Cara, de cara, esse disco aqui eu estou esperando, eu estou esperando, eu estou esse disco que eu estou no hype para escutar, cara, eu estou e com certeza vai aparecer aqui no rave nauta na próxima semana. Aí, né, cara? Também temos aí o ossomancer com bunny Edge pass de 2026. Agora também, olha.

Será que a gente tá falando de Portland, de outras bandas que misturam black metal com outras estudantes? Vocês têm uma história bem interessante sobre a cena do black metal americano de 2020 2020 pra frente que vale a pena comentar, né? 2020 foi um ano bem forte pro black metal americano. Uma das bandas que se destacou aí foi o Ada, com o seu abudim deles, né, que entrou nos melhores de 1 ano. Cara, o que eles fizeram foi essencialmente assim, maluco, né?

Aquela mistura de black metal com do metal, psicodelia, não, psicologia, psicodelia. Rock, né? Não sei. Ou você percebe que foi feito com muita ambição. Uma produção realmente é ambiciosa, sabe? Mas não foi só o Ada que lançou o disco em 2020 sobre o black metal. Logo no mês de 2020, também saiu aí o volume 3 do obsidian Tang, que é uma banda norte Americana de black metal atmosférico. Muito interessante também, né? É e sabe que legal.

Quando a gente olha para a cena Americana de black metal depois de 2020, dá para perceber Como Ela É diversa e cheia de personalidade. Não é só uma cópia do crime da Europa. As bandas Americanas estão criando sua própria identidade, misturando influências e expandindo as Fronteiras do gênero de maneiras bem criativas. Hoje o melhor black metal é o americano, não é o norueguês, cara.

E nessa pegada nós temos o ossomancer com o seu disco boné de GPS, porque é uma banda misteriosa de black metal da Califórnia que explora misticismo egípcio antigo.

Nesse sétimo álbum, o título se refere a. Banejer jet Deus Carneiro, associado à fertilidade e renascimento, abanda se autodenomina a cuminação definitiva de metal, magia, mitologia e misticismo misticismo, seguindo aí Oo lançamento anterior deles, que é o Arts Magic, que explorava a prática divinatória como necromancia, eeromancia e cromancia. Esse trabalho mergulha em espiritualidade egípcia. Com combina black metro tradicional com uma segunda

onda. Com uma produção Moderna, elementos histemológicos e groove lançado pela Pacific fredholne mantém o mistério sobre a identidade dos membros, reforçando a estética ocultista cara muito bom, muito legal cara. Também tem o Rob Zombies, The Great Saint de 2026 álbum solo marcado. Algum solo que marca o retorno do som clássico do hellbilly,

né? Após 4 anos de hiato cara, uma reunião com uma formação original, o John favelan guitarra, Pig de nean, baixo, ginger fashion na bateria, segundo comunicados, o zumbi revisita as suas raízes de hellbilly para o matadouro de NIS, de punk infundido de heavy rock em metal. 15 faixas curtas e agressivas, incluindo singles, punks and demons, né? Olha aí, rifen days, olha aí, né? Muito bom.

Tem o uso característico de sample, uso de filme de terror, transmissão de rádio, documentários, vintage entre as músicas, criando um fluxo cinematográfico mesmo. Cara, muito interessante também esse disco. Eu não sou muito fã do lobombi, mas acho que é um disco muito

importante para você ouvir. Nessa semana, quem sabe o Rafa não escuta e traz para a gente também temos aí o lançamento do d like gentleman do d like gentleman álbum final auto intitulado marca despedida dessa banda de Portland após mais de 10 anos. Cara, o estilo desse som aqui combina hefing clássico de ouvy metal, peso do slage metal, o de um metal, thrash metal e elementos de grunge. Cara, afinal, a gente está falando de Portland, né?

O vocalista guitarrista que é o Éden Alexander, disse, simplesmente escrevemos o que escrevemos. Acho que é onde nos sentimos confortáveis, escuridão, raiva, ansiedade e depressão. Dum é o nosso som 4 faixas, incluindo um épico de 12 minutos como AA the Song, né? Interessante, cara, você é despedida de uma boa banda de dum metal ali da da de ordem, né? Uma pena. Então, eles são os destaques da semana. A lista completa de direcionamento da semana está aqui na descrição dos episódios.

Cara, nosso alarme está se preparando para levantar voo a partir desse momento. Muito obrigado por nos acompanhar nessa jornada pelo universo. Heavy metal, não se esqueça, heavy Natal, estamos de volta amanhã com mais novidades do mundo. Heavy metal, o sneak Peter vai ao ar todos os dias de segunda, sexta, sexta da manhã, desde a todos vocês. Uma ótima noite e até a nossa próxima viagem.

Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta.

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