Charles Soulz Project - Split Mind - podcast episode cover

Charles Soulz Project - Split Mind

Jan 24, 202615 min
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Episode description

Uma jornada esquizofrênica pelas sombras do Metal Progressivo.

Salve, Heavynauta! No episódio de hoje, exploramos a mente brilhante do tecladista e produtor Charles Soulz com o ambicioso álbum Split Mind. Mergulhamos em um Metal Progressivo de altíssimo nível, onde Charles conduz uma narrativa conceitual densa sobre o personagem Rhode, um jovem marcado pelo trauma de perder os pais em um incêndio. O papo flui solto sobre a grandiosidade desse projeto, que reuniu nada menos que 20 músicos de peso, incluindo feras como Alex Voorhees (Imago Mortis) e Daniel Pinho (Terra Prima), para dar vida às diferentes facetas psicológicas da história. O ouvinte pode esperar uma análise técnica e emocional de faixas complexas como Waltz of Death e a suíte épica que dá nome ao disco, onde o virtuosismo dos teclados de Charles se funde a arranjos cinematográficos. É aquela resenha de bar essencial para quem pira em concept albums, sofisticação melódica e a força do metal nacional que não tem medo de ousar. Prepare-se para uma viagem sonora que transita entre o caos e a redenção!

🔯 Heavynauta, Papo Sério Sobre Música Pesada

Heavynauta é o seu podcast diário de heavy metal, no ar de segunda a sábado às 6h da manhã. Conversamos sobre lançamentos, notícias da cena metal e reviews de disco que estamos ouvindo, tudo com uma pegada de papo de bar com metaleiros raiz.
O Heavynauta é metal pesado todos os dias, informação, paixão e zero frescura. Se você respira música pesada e quer descobrir o melhor do metal mundial, Heavynauta é sua nave.

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Transcript

Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes tripulação preparar para a decolagem. Partindo em 32. Um. Abinal tá no ar? Splat mine do Charles Souls Project, que estava lançado no dia 22/10/2021 de maneira independente, álbum que conta aí com 12 músicas, totalizando 42 minutos de play. Charles Souls projects que é um projeto de prog metal Duty.

Charles Souls grande amigo nosso aqui do heavy nauta, ele que é carioca e tem esse da beauty aqui. Esse aqui é o da beauty do dele. Que é de 2021. Eu tenho um EP agora, 2023, que é o triplo de of meank. Ainda olha aí a banda que é formada pelo charl Souls, que vai tocar no em mago Mortis no charl Souls, pro dia que ele também toca no mais Street ao vivo em muitos outros lugares

também. Então assim, meu projeto solo multissementista no Brasil, no heavy metal, é bem raro, dá para ver que são muitas camadas de complexidade, então bem raro você encontrar, né? A nossa cena aqui no Brasil, ela é mais centrada em banda nessa nesse coletivo, né, nessa química aí de vários músicos é tocando junto, inclusive os músicos podem tocar diversas bandas, né? Isso é demais, cara, isso, isso traz dinamismo pra pra cena e

para as bandas, né? Traz uma troca de criatividade ali é legal, é legal pra caramba, mas projetos solos também trazem algo diferente, que é uma visão artística pura. Ali ó, sem compromisso, sem negociação, é uma pessoa, um projeto, uma. Perspectiva sendo é montada ali

pra gente, né? E Charles Souza que é Oo artista que a gente está falando um grande abraço pra você Charles, grande amigo nosso, a gente fala coisa direto aqui no WhatsApp, vai, aparece aqui no Reginaldo, Luciano, tá então um abração pra você, eu vou tirar isso da sala e conversar, já vou dar um abraço pra você, então vamos lá né, o Charles não é 11 novato que tá começando agora, né? Ele tem um histórico muito forte, ele toca aí décadas, né? Hoje ele toca no invago mortes e

no maestric, o revinalta. Aqui no 30 dias, o metal BR falou sobre mago Mortis, falou sobre o maestric, tá bom? São 2 bandas aí que são ícones no heavy metal brasileiro, que deixa aí o seu, o seu, a sua marca no underground do metal, né? Mas o chelsons Project é outra coisa, é outro projeto é outra coisa.

É ele sozinho. É o Charles tocando, produzindo, é, é outro som, é outra pegada gravando, mixando tudo junto ali e fazer isso não é muito fácil não, cara, a gente tem pouca gente fazendo isso no mundo, né, cara? Tem alguns nomes famosos aí, que bom você, a gente vai pensar no devin tausing, o Steven Wilson, não é nem um local sendo do

próprio tobier semest, né? Mas são poucos, não, não chega a muita gente, porque não é só habilidade técnica de tocar vários instrumentos, mas também é uma visão artística que tem que ser coesa, cara. Você precisa saber exatamente o que você quer, porque não tem mais ninguém ali pra você discutir, não tem ninguém ali pra você pegar uma sugestão, pra você dar um ajuste, fazer um arranjo, não é você por você mesmo. Por outro lado, tem a vantagem, né? É uma vantagem enorme, que é a

Liberdade criativa total. Então os shows, não precisa convencer guitarrista de que ele quer um solo mais curto, um solo de naturalidade, não precisa negociar com baterista, né? Sobre ó alguns usa virada aqui, usa virada ali. Não precisa compromissar a visão dele, cara. O que tá na cabeça dele é exatamente o que sai no disco. Isso resulta em algo muito especial. Mas calma, porque esse disco aqui, o spluckminder, é um álbum de um projeto, de um homem só. Mas ele não é completamente

solo, né? No sentido mais mais, mais fiel da palavra, o Chelsea convidou uma verdadeira constelação de músicos da cena brasileira para praticar nesse disco aqui. Aí ele parece mais. O soul spell aí ficou parecendo mais o soul spell. São 20 músicos convidados, cara que contribuiu aí com vocal, com guitarra, com baixo, bateria em diferentes faixas, né? Você está falando de quem?

Estou falando, do Fabio k odeira, que é quem mais aparece, a daisa Muñoz, lá do van droia, o Alex borries do mago. Mortes, né? O Fábio cadeira que é do maestric, né? Grande amigo nosso também o grama Henrique, que que é guitarrista do maestrique também, Rafael bianzeno, Luca Oliveira, que são lá do mago, mortes, entre muitos outros artistas. Cara, isso é muito interessante. Isso é muito inteligente, cara, porque mantém o controle criativo, né?

Composição, arranjo, produção, mas convida talentos para dar ali cor no som, um cor, uma cor diferente, uma voz aqui, uma voz ali, uma cor diferente no solo de guitarra, no solo ali, isso enriquece o disco, cara, enriquece o disco. É o melhor dos 2 mundos, cara. É uma visão individual com uma textura coletiva, é isso. E esse disco, que é o spletman, que foi lançado lá em 2021, revela uma narrativa conceitual

muito densa também. Então, olha só, é um projeto de um homem só, com diversos convidados. Teve 11 prêmio para um de videogame. Eu não sei que videogame que foi, mas era assim, Ah, é, esse aqui é um jogo indie feito por um desenvolvedor, índice de seus 35 amigos. É mais ou menos isso aqui, né? É o disco solo feito por um disco solo e seus 20 amigos, 20 colegas aqui, 20 camaradas. Então é um álbum solo com muitos convidados, mas também é um álbum conceitual.

O conceito desse disco é muito denso, cara, muito pesado, cara. Então esse disco aqui traz 11 narrativa, um conceito que vai dar uma mergulhada bem Funda na psiquia humana, cara. Vai contar a história de um cara chamado road, que é um protagonista road, porque a gente está falando do teclado road com certeza, né? Cara do road organ, né, cara? Um protagonista que lida com as consequências devastadoras de

uma tragédia familiar. Não é só uma metáfora, é uma representação clínica, uma representação emocional de um estado de choque onde a linha entre o passado, O Presente e a imaginação se torna perigosamente tênue. Cara. O que que acontece? Road é sobrevivente de incêndio doméstico que vitimou seus pais e essa tragédia fragmentoamente dele, cara.

O álbum explora esse trauma, essa dissociação e o complexo de sobrevivente e luto que não foi processado e faz isso através ali de uma ópera rock psicológica que questiona, somos capazes de salvar as nossas vidas novamente após a destruição total do nosso mundo interior? Olha aí, olha aí quem nascer my life, a guer que abre o disco, né? Musicalmente, ali o álbum vai

transitar entre um prog rock. O metal, tá tem momentos mais leves, como um teclado atmosférico de guitarras limpas, algo que vai lembrar aí Emerson, lick, Palmer, Genesis e Yes anos 70 nessa escola britânica mesmo. E tem momentos mais pesados, cara, com a distorção e peso característicos do metal moderno. Cara, essa dualidade sonora não é acidente, é uma escola artística intencional, né? Nada aqui nas acidentes Internacional que reflete a

atualidade. Temática, splat mind, mente dividida, som dividido, luz, escuridão suave, pesado, contemplativo e agressivo, have an real evolve. O devine edil, né? É narrativa musical. Aqui é uma narrativa musical que vai espelhar esse conceito. Narrativa do disco, cara, muito legal. A produção é independente, mas é profissional, é sem sem dúvidas, profissional, tem clareza, tem dinâmica, tem espaço para os

instrumentos respirarem, né? Os teclados vão criar texturas, atmosferas, isso é um ponto interessante, porque é um disco solo de um tecladista, mas não é só teclado, tá? Não é só teclado, tem muita guitarra, muito baixo, foto, grupo de baixo para caramba e vocal. É um álbum conceitual, é uma ópera cara, mais do que. Um disco de como tecladista, mas também é um disco tecladista, então você pode esperar só no teclado, em todos os em todas as sonoridades que você quiser, em todas as músicas.

E o trabalho incrível do do Charles Charles é um gênio, gênio, gênio da música mesmo, né? Cara, eu não quero dar spoilers aqui não. Eu quero que você escute o disco, que você possa fazer essa viagem por toda OOO som, né, por todo a narrativa, enfim, viver essa experiência que todo mundo vive quando tá que eu vivi quando tava escutando, né? O spot mind.

Mas eu quero trazer o clímax aqui, que eu acho que é interessante, acho que vai trazer uma camada legal aqui para discussão, que é o diálogo entre o road e as projeções dos seus pais, né? Que no disco que a gente chama de Father e Mother, é onde o disco aborta essa dissociação de uma forma mais direta, né? E aqui o schauss escolheu trazer é múltiplos vocalistas, precisa trazer essa, essa dualidade, né?

Então, splitman. Steel Father traz Guilherme de sierve como a voz paterna autoritária de comando de controle. Essa música tem guitarras do Rafael bianzeno, bateria do Guilherme Pinheiro, embaixo da Montanha. A faixa é pesada, a faixa é opressiva, o pai ditando ordem, tentando manter o road preso na ilusão dele. Cara, depois vem split my three Sam, que é o road respondendo, né? Quem faz o papel do road é o Fábio quadeiro. Volta para os locais, aqui a gente tem lucro.

Oliveira na guitarra, Paulo Ribeiro no baixo e é a voz da confusão, do desespero. Não estou entendendo, não estou entendendo o que está acontecendo aqui. E a gente tem o split mindford Mother e aí é devastador, cara, aí, aí meu aí é pra pra ficar de joelho, levantar a mão para o céu e falar, sair, cara, heavy metal mesmo, cara, porque aí você traz a daysa Munhoz, que é democracia do vandroi, puta rainha do heavy metal brasileiro.

E traz ali a voz para mãe do road, é a voz da razão tentando revelar a verdade dolorosa que o road não consegue entender, cara, e aí tem um diálogo muito legal entre o road, que é o Fábio Caldeira, EAAA, lesa Munhoz, que é a mãe dele falando cara, é na real, é isso. Você precisa passar pelo pelo luto, você precisa entender o que aconteceu de verdade, você precisa seguir em frente e a verdade é essa, cara. Os 2, o pai e a mãe morreram num incêndio.

O road tá? Preso numa ilusão para suportar a própria dor. As vozes não são reais, são fragmentos, são mecanismos de defesa ali é, é, é, é, é a mente dele tentando defender e tentando ajudar a processar esse luto. Cara e cara é muito legal, porque literalmente é ter é ter vozes diferentes, né? Cantoras diferentes da sua cabeça, representando essa experiência que que o que o road está passando e fica muito impactante, cara fica muito real, é, cara, é muito, é

demais, cara é demais. Eu não vou trazer o fim do do do do disco aqui, porque eu quero que você escute o final, né? Para ver o que está acontecendo, cara. Mas é isso, gente. Splat mind, do thrall so os projects é muito mais do que Progressive rock ou metal técnico. É uma ópera rock psicológica que vai explorar trauma, dissociação, a fragilidade da mente humana. Vai contar a história do road. É um que é uma história, aí é uma narrativa bem densa, bem

honesta, muito emocional. É assim, bem forte e traz o trell Souls Orquestrando tudo ali, composição, arranje, teclado, produção e direção e trazendo 20 músicos convidados do melhor do revimento brasileiro que vão dar vidas, múltiplas vozes e texturas do disco cara. Se isso não te convenceu a escutar esse disco, eu não sei mais o que vai te convencer a escutar esse disco, cara. E se você gostou do Chelsea os Project splat mind, o rap não

está recomendo para você. Steve, Steven welson and Hand can't e rays, Progressive rock mental também solo também, né? Porque é o Steven welson de um dos maiores maiores multi instrumentistas do mundo, que é o chelson. E aí o Steven welson está lá na rabeira dele. Cara, eu sou muito fã do chelson, cara.

Devin touse and ultimachine Progressive metal atmosférico com um outro gênio do heavy metal que é o devin touse and You Are the Human equation 2004 no projeto solo holandês que mistura prog rock metal com narrativas também conceituais. Já com Lucas argen, né não? Warden lukensen, na verdade, muito bom, Karen. E esse é o heavy, nota o podcast que te leva para. Explorar o universo heavy metal

todos os dias às 6 da manhã. Agora em janeiro nós temos o 30 dias de metal BR, onde todo dia a gente traz uma banda de metal para você. Uma banda de heavy metal brasileira que você talvez não conheça, mas que deveria estar escutando no loop hoje sem falta. A nossa nave está levantando o voo mais uma vez. Um abraço para você revinalto e nos vemos no nosso próximo

episódio. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta.

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