Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes tripulação preparar para a decolagem. Partindo em 32. Um. Abinal tá no ar? The Hur Auro control, álbum lançado no dia 31/05/24 pela rock chats. O hacker dá uma conta com 10 músicas, atualizando 49 minutos de play. O Auro control, que é uma banda de progress of four metal de Salvador, na Bahia, na cima desde 2021.
Seu único disco, ou seja, o seu the built, é o the harp de 2024. Esse tem um single agora que é o feel the fire 2005, mas o único disco deles é o the harp de 2024, a banda que é formada por. Tiago baumgarten no baixo, sim, ele que toca com o Kiko Loureiro ao vivo, já tocou no chimaria e já tocou no ibri. Ele é o antigo antigo baixista do ibri. Essa é a realidade. David Brito na bateria, Diego pires na guitarra, Lucas Berlin na guitarra e Lucas de ouro no
vocal. E você, está ouvindo o heavy malt, o podcast que a gente leva para explorar o universo do heavy metal. Por segunda a sexta, 6 da manhã. O metal novo na sua terminaia agora em janeiro a gente tem no 30 dias de metal BR. Então todos os dias de segunda às sábado às 6 da manhã, nós temos uma banda nova de heavy metal, ou seja, uma banda brasileira que talvez você não conheça, mas você devia estar ouvindo nesse exatamente. Se você está escutando, você está curtindo, o que você está
ouvindo até agora? Que toda aquela força para gente, Hein? Segue a gente no Spotify, deixa aquelas 5 estrelas cheia de brilho, escreve um comentário e compartilha com seus amigos metaleiros nos seus grupos de WhatsApp a sua participação ao dia do Reginaldo, se chegar a mais fãs de avril metal, assim como você vamos falar de prog Power metal. Então assim esse disco e essa banda tem uma pegada muito, muito, muito forte de um Power
prog metal pós 2010 brasileiro. Paulistano do Angra, inclusive, teve momentos aqui que eu escutei isso aqui. Falei, cara, é Angra, né, rosa? The finix é Angra, o que não é pejorativo, você está falando de uma banda que consegue emular a complexidade de sonoridade de um Angra, que são os maiores nomes metal brasileiro, eles de sepultura, tá, Ah, que você gosta de Angra, não sei, não sei se você gosta, se não gosta,
quem importa que tá lá o Angra? É isso aí, indiscutível que é um dos vários bancos do Brasil, entendeu, EOOOO? Auro control, chega lá, cara, chega lá fácil, tá bom, vamos lá, quem começou com isso? Vamos pensar no heavy progressivo aqui nessa cena a gente começou com espectros, é um heavy progressivo de São Paulo, mistura com pesoitentista, com estruturas mais complexas e solos bem
virtuosos, né? Pioneiro do metal progressivo brasileiro já nos anos 80, então espectros começou com, quero também trazer o Angra, né, que é um próprio Power metal brasileiro com o renome Internacional, dispensa Apresentações. Tem muita difusão de técnicas de virtuose, tem muitos culturais brasileiros. Junta tudo isso aí, tá? E o híbria, que é o Power metal gaúcho, muito rápido, muito técnico e se destaca pra você ter uma Harmonia ali de guitarra, é, é higiene, né?
Guitarra, duetada e refrão que você vai cantar pra caramba. E o híbrido é muito famoso no Japão, então acho que o mercado japonês aqui pra hora, o controle faz muito sentido, e o Thiago baumgarten saiu, baumgarten saiu lá do híbrido, veio tocar aqui. No Auro control, cara, quem está fazendo esse som? Hoje eu trouxe 3 bandas brasileiras que estão fazendo um som semelhante no turno. Com certeza é pro Power metal, né?
Brasileiro moderno, muita força na produção, participação especial de nomes renomados está falando de Russell wellen, está falando de Mike port no i tá é assim pro metal brasileiro, não Tá de Brincadeira, tá não tá brincando não, vem aqui pra brincar o Power metal brasileiro, cara. Também quem está fazendo esse som aí é o age of times, cara, né, que tem como baixista lá o Bruno laud, slaw, cara também baixista, impressionante, cara. É então para o metrô clássico de
Brasília, né? Tem muita pegada europeia, 1000, sueca. Também quero falar sobre adagonia, que é para o metrô paulistano, mas os caras foram muito tempo. Covert Symphony x original é oficial e assim é uma banda muito competente, com muito teclado ali, então a dragonia também tá nessa onda aqui, né? Interessante, muito bom, muito legal, muito legal mesmo. Auro com show cara, eu queria começar contando uma história. Eu era moleque e o meu programa predileto no final de semana Era
Eu e meus amigos. Abraço pro pro gradelin, abraço pro larison Coen que abraço pro pro Clayton Oliveira, abraço pra pra Thaís e pro Caio chillerta cara, nossa cara. Eu lembro que a gente pegava lá o ônibus, a Lin Cotia para lá em Pinheiros e subia Teodoro Sampaio. E a nossa, a gente IA fazer isso com passe escolar, né?
A gente pegava os passos da escola e fazia isso até Pinheiros, e a nossa Felicidade era naquelas lojas de música da doutora Sampaio, você que não conhece a Teodora Sampaio, é que você que não é de São Paulo, pinha, essa é uma rua chamada de Teodora Sampaio até hoje. Acho que assim faz tempo que eu não subo lá, vamos subolar esses dias e ver se está assim.
Mas se a adolescência inteira sempre foi assim, então assim ela começa na faria Lima, ela termina lá em cima na rua da Consolação, então ela começa na faria Lima hoje, onde tem o metrô faria Lima, não é? Então, se estiver passando em São Paulo e passando metroforelismo, sabe o que você está passando no pé de Teodoro Sampaio?
Meteoro Sampaio é Arcoverde, mas Teodoro Sampaio a Arcoverde é a é a paralela e aí você está ali Na Na faria Lima se você é subir, for subir na Teodoro do Sampaio, você está No No na faria Lima você está no pé da Teodoro do Sampaio é Teodoro Sampaio com com largo da batata se for subir, você vai até você vai subir e você vai terminar na Consolação Consolação, que já é continuação da Avenida Paulista ali.
Então é uma região muito nobre, a história do são pé é bem grande, do pé ali da faria Lima, você vai andar ela, vai ela na metade da da na, Henrique schaumann, e daí a gente chama pra frente é se nós também chegar na Paulista ali, né? Então da da faria Lima até até a Henrique schaumann, é a primeira metade, só vai ter loja de decoração, sofá, cama, essas coisas aí você tem a Henrique schaumann, né, Henrique schaumann ali vai ter a praça, a praça Benedito Calixto você tem.
É a loja monstro bem na praça. Ver que a lista é uma loja muito famosa de KKKK aqui em São Paulo. EE, antigamente você tinha várias casas de show ali, por exemplo o trayb House, eu toquei várias vezes com o trayb House, foi muito legal. E da Henrique chama para cima até a Teodoro até a Paulista, você vai ter sua loja de música,
de instrumentos musicais. Cara, eu adorava subir aí com meus son hicks, nossa, como eu gostava de subir aquilo ali, tudo andando, uma Felicidade. Ficava namorando todos os instrumentos, baixo de 56 cordas lá, bateria, pedal do guitarra, hospedagem, namorando tudo. É. E a gente nunca tinha dinheiro para comprar, né, cara? Isso eu estava ali querendo ver aquilo. E às vezes, cara, quando a gente conseguia entrar numa loja e o vendedor tinha Piedade da essencial, mas a gente tem que
tocar 20 minutos numa numa. Numa cabine, com tratamento acústico. Nossa gente era a pessoa mais feliz do mundo, né, cara? Mas isso, por um lado, beleza é o que a gente viveu. Por outro lado, reflete uma cultura elitista do metal. Aqui em São Paulo, do metal Paulista, tinha algumas lojas ali que para você tocar você tinha que ter banda, tinha que ter dinheiro, tinha que comprar as coisas, até querendo falar aí que.
Tinha algumas bandas, é muito dentista, metal sempre foi muito inacessível, cara, ninguém falava puta, vem aqui tocar com a gente aqui, não vou precisar tocar não, vem aqui, cara, vai tirar um som, não era assim que funcionava, era tipo anão, beleza, você vai levar alguma coisa, não é isso, tal coisa. Enfim, ela é muito dentista, né? É difícil explicar, mas ela muito, sempre foi muito dentista e isso, na minha opinião, ela prejudicou a cena, eu acho que prejudicou a cena.
Porque sempre você sempre você tinha que gostar muito de heavy metal para você tocar heavy metal na minha época, e a gente gostava muito, né, porque a gente cria de cavaleiros do dia que eu jogava com o show, essas coisas todas, né? A gente cria disso, cara. Então era muito difícil, a gente amava muito, mas era muito difícil.
A gente está meio carregar isso, eu já quanto eu disse que perdia a as consumidas, eu carreguei isso muito nas costas pra ensear com meus amigos, pelo amor, heavy metal, eu sempre tocava na casa de algum amigo, era bem caótico, né, mas acho que isso prejudicou muito AAA. AA cena a gente prejudicou muito
a cena. Eu sempre falo sobre esse cara e eu acho que a cena emo Brasil foi uma cena muito grande e foi a última chance que o Brasil teve de ter uma cena mais underground, de mais heavy metal. Naquela época que aconteceu isso, às vezes aconteceu a mesma coisa. A gente tinha bandas de como scary Kid, scary kids, scaring kids. Tinha mais bandas, por exemplo, é thursday ou sensas fail.
Essas bandas eram bandas sabidamente de emocor, de poxa, de cor assim, lá no começo dos anos 2000, eram bandas de emocor cara, e essas e esse público e essas bandas. Não a banda assim, mas o público evoluiu pra um som mais agressivo, com até com cultural. A gente não tinha isso no emocor aí tem uma coisa chamada screamal entre esses 2 aqui, onde leva esse público de emocore a se acostumar com o cultural e chega no metalcore. A gente está falando do começo de 2002, 1002, 1005, 2007, assim.
Estou falando de but for, revelam time jet trail de na vendia. Essas bolsas fizeram muito sucesso nos Estados Unidos. Então esse público que veio da metal core foi abraçado e evoluiu para o público do metal core e eventualmente esse público se dividiu em diversos outros públicos, mas todos dentro dessa pegada mais agressiva. A gente tá falando do deft core,
tá? Então o pessoal foi pro final de 2000, esse pessoal, esse pessoal foi pro death core, bandas como o Diogo for cal, por exemplo, é foi também pra. Bandas, por exemplo, de Matt cour com é convergence, the langers Cape plan of the care. It foi pro Nintendo core, né? Que é aquele som de metal core com o chip too, né? A gente está falando de HORSE the band, está falando de de Mini Boss. Foi para o crav core. Né? No finalzinho dos anos 2010, já
com ataque, ataque, por exemplo. Então essa galera saiu do hemocore, mas chegou em muitos lugares do defcor. Ou seja, eles evoluíram, eles saíram dessa pegada só de emo e foram pra frente. E o Brasil não o emocore aqui, o emocore do do Fresno, o emocore do do NX Zero, o emocore do aqueles coloridos lá do reis start existia, a banda não, mas o público existia e era grande, era imenso, imenso, imenso.
E não foi abraçado pela cena porque porque essa cena elitista de merda da Teodora Sampaio afastava essas pessoas, afastava esse público. Qual o resultado matou esse público? Você, por onde esse público foi, foi pro K-pop e hoje OK, pop explode no Brasil é muito famoso porque o pessoal não achou o espaço lá dentro, o pessoal não saiu do ONX zero, enquanto banda não tem tanto valor, mas ONX zero, o público dele deveria começar a estudar ANX zero. Depois e Ah, o que que eles fizeram?
Tá querendo imitar, tá querendo imitar a trail, tá querendo imitar a verde Silent food, tá querendo imitar but for revelam time migrava do daquele daquele som de emo para o som de eventualmente vocês estarem ouvindo o jump for cai, cowboy White chapple hoje estaria ouvindo o black metal de Chelsea, green job, gale whiness e lona shore. Você entende então pra mim? A cena de Power metal, a cena de metal, enfim, a brasileira no final dos anos 90, que nos anos
2000, super elitista, escrota. E por que que eu estou falando isso sobre esse episódio aqui do do Auro control? Porque o Auro control é uma banda baiana de Power metal. Que prova que você não precisa fazer parte do iner Circle da Teodora Sampaio, para fazer Power metro de qualidade. Essa planta aqui é impressionantemente competente. Júlio, pra você, eu estou escutando esse disco em alguns anos. Eu falei, isso aqui é Angra, isso aqui é Angra, gente, isso que eu vou falar, isso aqui é
Angra, né? Então eles têm uma proximidade muito grande com xamã, com o Angra, com o hangar, com o noturno. É consonar tática também. Eu escutei ser com as coisas que falei que as pessoa tática, cara, e eu achei impressionante, achei muito bom, cara, é muito legal, é muito bem feito e prova que o metal tá disponível pra todo mundo, tá possível pro mundo, você só precisa é é querer, você precisa se esforçar muito, você pode fazer isso.
Só esse disco aqui, não, não vamos ser hipócritas, tem é 111 participações de peso nesse disco aqui, né, cara? Então por exemplo, é, eu vou trazer aqui o destaque de 2 músicas, né, para trazer o destaque para the harp. Aqui uma música impressionante, né? Aqui é é, você tem a participação do Felipe Andreoli
comendo solto. Eu sou muito fã do Felipe Andreoli, não sou fã do Angra, isso é recente, eu não gosto muito do Angra recente, mas sou muito fã do Andreoli, eu acho que ele é monstro, monstro demais, cara, então eu sou muito fã do Andreoli, é nesse disco aqui a gente tem o Andreoli tocando nessa música, a gente tem a participação de uma vocalista, a aiaci também, tá? Ela canta nesse disco e canta muito bem. É nessa música, perdão.
Ele canta muito bem e é impressionante essa música, cara, é impressionante de falar para você, o André, ele come com farinha do começo ao fim. Essa música entende do começo ao fim. E a segunda música que eu quero trazer aqui como destaque é noralon noralon, porque noralon é uma música foge um pouquinho do do do da cara do orocon show aqui não parece André não e tem a participação do Jeff Scott
Souto, não é? Quem você vai conhecer o Jeff Scott Souto pelo seu trabalho no Everson Souto, mais recentemente, que é o David Everson com Jeff soutoe, né? No telesman, no trunciber e orquestra, mas já cantou no Excel, good pé ele já cantou no som do avapolo e classicamente, ele cantou no enggy moumstein, no álbum Rising force, que é o maior mais conhecido do álbum. Engy moumstein, né? E aí nesse disco é interessante se você assistiu aquele filme.
O rock Star, eu acho que conta a história do Judas Priest, o cara que canta stand up and show, aquele cara é o Jeff score Soccer EOOOOOA oro control faz uma brincadeira com isso aqui, tanto que eles colocam essa linha aqui nessa música. Eles colocam a linha de stand up and Child aqui, acho que muito, porque o Jeff score está aqui, né? Mas é uma música que foge um pouquinho da pegada do Angra.
Foi a música mais feita ali para o próprio é, é, é. Para o próprio de efs, 4 solto eu tenho, na minha opinião, tem uma cara muito legal, muito interessante, até porque dá uma quebrada ali, né? Mas tem muita gente que participa aqui, a gente tem o Fábio Laguna no teclado, tem o Thiago Bianchi no vocal participando aqui a gente tem o
próprio de efs, 4 solto, né? O Bianchi que toca aqui Na Na, na break in silence, por exemplo, a gente tem aquele splister tocando no lise of the finex e essa música é a música que mais parece, é é Angra, que é impressionante e caro, né? Então assim, eu acho que é 111 disco. Para deput, os caras estão super bem relacionados, mas assim, super bem relacionados é muito bem relacionado, né?
Mas isso aqui prova que pensou você pegar e querer de fato fazer Power metal no Brasil, fazer heavy metal no Brasil, você consegue. Você não precisa fazer parte dessa patota dentro da editora Sampaio, cara, eu juro para você, cara, é eu. Eu me sentia mal saindo da doutora Sampaio hoje, cara, hoje eu tenho 3 baixas aqui em casa,
teclado, eu tenho meus meus. Meus meus pedais, tenho meus amplificadores e não toco, não tenho tempo para tocar, mas quando eu tinha 15 anos, meu sonho era ter tudo isso. Cara, essa é a vida, né? Cara? Essa é a nossa vida, né? Mas é isso, a oro control aqui no revinalta para você gente, nessa sexta-feira, se você gostou desse disco do aro control, eu vou recomendar para você no turno com serpent 2012, que é parte metro brasileiro e também com participações internacionais muito grandes.
Symphony expert dais lance. 2017 para dizer isso que é maravilhoso, né? Um produto Power metro americano muito bonituoso que ele está falando de Michael Romeu e a Daddy wark Angels em black 2009, prog metal francês neoclássico, com Stefan forte comendo e Frederick leclurk. Comendo tudo com farinha? Vocês. Isso vale muito a pena também, cara.
Lembrando que esse foi o heavy Malta, o podcast tirar ela para explorar o University and metal todos os dias, de segunda a sexta 6 da manhã, o metal novo da sua terminai e agora em janeiro 30 dias metal BR, onde passamos 30 dias falando sobre heavy metal. Do Brasil aqui, bandas que você não conhece ou que você talvez não conheça, mas você deveria estar ouvindo muito desse momento.
E se você curtiu o que você viu até agora, que tal você dá aquela força pra gente, pessoal, segue a gente no Spotify, deixa 5 estamos que a gente está precisando, escreve um comentário bacana pra gente, escreve aí qual é a banda mais elitista do metal brasileiro e compartilha com seus amigos metaleiros dos seus grupos do WhatsApp. A sua participação ajuda. O revinal tá chegando a mais fãs de heavy metal. Assim como você, nossa senhora,
também tô no vô mais uma vez. Um abraço pra você, Reinaldo, que nos vemos nosso próximo episódio. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã. Siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta, tchau.
