Armahda - Armahda - podcast episode cover

Armahda - Armahda

Jan 08, 202615 min
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Armahda - Armahda

Histórias do Brasil em Riffs Pesados

Esse episódio mergulha no autointitulado Armahda de 2013, estreia da banda paulista de heavy/power metal formada em 2011, que transforma capítulos reais da história do Brasil em metal épico sem aniversários especiais ou discos da semana de Rafa e Kilton [web:58][web:62]. Com faixas como Ñorairô, Canudos (com Edson Xavier), Paiol em Chamas, Armahda (feat. Silvio Navas), Uiara (com Cíntia Scola) e The Iron Duke, o álbum narra eventos como a Guerra de Canudos, Revolta da Armada e lendas nacionais, misturando riffs clássicos com elementos brasileiros e letras em múltiplos idiomas [web:59][web:63]. O papo rola casual sobre essa proposta inovadora do Levante do Metal Nativo, produção sólida e por que esses caras colocam o Brasil no mapa do heavy metal global, sem frescuras e com paixão raiz [web:76][web:68]. Perfeito pra metaleiros que querem som pesado com lição de história, headbang e orgulho nacional garantidos [web:66][web:75]. Sem destaques extras, mas o conteúdo é ouro puro!

🔯 Heavynauta, Papo Sério Sobre Música Pesada

Heavynauta é o seu podcast diário de heavy metal, no ar de segunda a sábado às 6h da manhã. Conversamos sobre lançamentos, notícias da cena metal e reviews de disco que estamos ouvindo, tudo com uma pegada de papo de bar com metaleiros raiz.

O Heavynauta é metal pesado todos os dias, informação, paixão e zero frescura. Se você respira música pesada e quer descobrir o melhor do metal mundial, Heavynauta é sua nave.

Transcript

Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes tripulação preparar para a decolagem. Partindo em 32. Um armada do armada. 13. De maneira independente, algo conta com 13 músicas, totalizando 1 hora e 2 minutos de play. O armada, que é uma banda de heavy Power metal brasileiro de São Paulo, capital na ativa desde 2011. Cara, olha aí, gente, olha aí os caras só tem um descansados que

é o armada de 2013 mesmo. Tem vários vários singles depois disso, inclusive o single do ano passado que é o silvertiers. Muito interessante, mas. O seu, o seu the peutch que a gente está falando aqui hoje é o armada de 2013. Temos aí na banda Paulo shops no baixo, João pires na bateria, Alexandre Dantas na guitarra, Renato Domingues naguitarra e Maurício Guimarães no vocal. Cara, olha aí, né Oo. Maurício Guimarães também toca no Ministério da discórdia,

muito legal, cara. E você, está ouvindo o heavy now? Tá? O seu podcast que todo dia fala sobre heavy metal aqui, segunda a sexta um segunda a sexta 6 da manhã um metal novo na sua taminária e agora em janeiro nós temos 30 dias este metal BR de segunda a sábado, 6 da manhã você vai ter aqui uma banda nova. Do heavy metal brasileiro para

você explorar. Provavelmente você não conhece, mas que deveria estar escutando nesse momento você está curtindo que você viu até agora, que está com aquela força para a gente. Segue a gente no Spotify e deixe aquela 5 estrelas cheia de brilho. Escreve um comentário e compartilha com seus amigos metaleiros ou seus grupos de WhatsApp a sua participação. Ajuda renal chegará a mais fãs de heavy metal, assim como você que começou, quem começou?

Quem inventou de tocar heavy metal e colocar história no meio? Cara, quem colocou história no meu no meu som aqui, cara, quem colocou um livro de história do meu som, cara, assim é heavy metal, é uma mídia, né? Música é uma mídia heavy metal, mídia, você consegue contar histórias lá e por que não contar histórias eríticas, histórias acuradas, existe muito disso, cara. Quem começou com isso com certeza foi o foi o Iron Maiden,

cara, né? Iron Maiden, deuses do heavy metal, eles começaram a falar com Power slave. É, é, é com o próprio killer. Vocês começaram a falar sobre histórias reais assim. Eles não abordam de fato 111 ponto histórico, mas eles falam de diversos personagens históricos e diversas batalhas históricas aí, né? Então esses high the trooper e tudo isso é a euromander fala muito sobre história, né? O Grave Digger também começou com isso, mas eles são um pouquinho mais específicos.

Eles falam mais sobre é narrativas europeias, guerras medievais, até um pouquinho da metodologia viking ali, mas também falam sobre. É essa questão mais acurada da história e com certeza a banda que a gente pensa ali, quando a gente está falando sobre metal história, a gente está falando sobre sabatom, né, cara? Sobre sabatom, cara que é uma banda que fala exclusivamente de guerras mundiais, de heróis

militares. A gente fala sobre stalingados, sobre Normandia, outros eventos bélicos históricos aí documentados. Eles vão falar também sobre outros momentos históricos, vão falar somente sobre a guerra, né? Na primeira e Segunda Guerra Mundial, apesar de falarem bastante sobre a primeira e Segunda Guerra Mundial, sábato, e quem está fazendo esse som aqui? Quem está fazendo um som de heavy metal, Power metal, com uma pegada pesada de história no

meio. Hoje a gente tem o webering cara, que é um heavy metal alemão focado em Shakespeare. Então eles falam muito sobre Shakespeare, acuradamente, respeitavelmente, documentando a história. Dos contos de Shakespeare, da as obras de Shakespeare. Então rebeldem, com certeza é uma banda que eu quero trazer, que está aqui. Está fazendo um som parecido com a armada civil War, que é uma banda de um ex. É, é um projeto aí que saiu do do soul sabbathon, e também fala

sobre conflitos históricos, né? Fala sobre uma história, uma história humana mundial. Ela vai falar somente sobre a primeira e segunda guerra, os conflitos, como a gente fala com sabathon e o jud cayer cara que é uma banda de Power metal muito boa, a Americana lá de Utah. E os caras sempre vão falar, e tem álbuns conceituais que vão falar aí, por exemplo, da dapoleão sobre as cruzadas, sobre é guerra civil Americana e

muitos outros pontos assim. Então eles também trazem história e Power metal muito sólida aqui pro som deles armada, gente, então o que acontece? Ou armada é uma banda que, na minha opinião, é muito necessária. Cara, a gente precisa de uma banda como armada. Por quê? Porque a história do Brasil é muito rica. A gente tem muita coisa para se falar na história do Brasil. A história do Brasil é muito rica, cara. Tem muita coisa que a gente pode falar na história do Brasil e a

gente não conhece, cara. E aí o armada vem e faz um disco com diversas histórias, contando sobre diversos conflitos. Eu não sabia que coisas eu tinha tanto conflito. Na verdade, eu fui escutar esse disco algumas vezes, né? E eu fiquei impressionado porque eu percebi que eu não conheço nada da história brasileira. Então esse disco aqui, ó, algumas coisas que vão ser cobertas nesse disco que a gente tá falando aqui, por exemplo, ó. É, eles falam sobre guerras

guaraníticas, cara, né? Então, a segunda música do disco, wikelshom the wever, fala sobre guerras guaraníticas de 1754 a 1956, que é quando indígenas das missões Jesuítas resistem à invasão portuguesa espanhola pelo tratado de Madrid. Olha isso, cara, eu não sabia disso. Eu não sabia isso.

Eu não sabia disso, cara. Então, a terceira música deles, Queen Marin saenne Maria, primeira de Portugal, conta a história de uma rainha de Portugal que se exilou no Brasil. Viveu 8 anos recusando convento porque ela só fez um quadro depressivo severo e foi conhecido como rainha louca. Olha que maluquice, cara. Cara, tem um disco, eu tenho uma, a quarta música, que minha opinião é a mais forte, mas e a melhor?

Uma das melhores, essa música desse disco que é canudos, que contam sobre a história da guerra de canudos. Eu eu conheci essa história por cima. Eu fui ler, mas sobre essa história quando eu fui escutar meu eu, eu chorei canudos foi, é, é sertanejos, né? No Sertão da da Bahia que eles foram segregados, foram até assim, é, é, é, é, eles foram, é, é segregados dessa palavra, não tanta palavra pra falar isso a uma comunidade, uma comunidade paupérrima, cara. Que vivia na seca, ali não tinha

recurso, era longe de tudo. E eles podiam chegar ali, enfim, né? Viveu uma vida miserável. Não tinha lá um cara chamado Antônio conselheiro, cara que era um líder religioso. E esse cara conseguiu unir toda a comunidade, fez a comunidade e criou uma comunidade ali utópica, uma comunidade independente. E 11 comunidade sem dinheiro. As pessoas viviam do escambo ali, bateu mais de 25000 pessoas ali, mais ou menos. Todo mundo vivendo um paz em segurança, sem dinheiro.

Gente, é, isso é utópico. Aconteceu no Brasil. O exército republicano na Bahia não gostou da ideia de se ter uma comunidade independente prosperando tanto, especialmente com uma posição anticapitalista, né? Foram lá. E executaram essa, essa, essa comunidade de 15000 pessoas morrendo, 15000 civis morreram, cara. Só que pra se resistir a isso, Antônio conselheiro liderou esse essa resistência com um caráter

religioso utópico. Então, realmente as pessoas da comunidade ainda acreditavam que iam conseguir vencer o exército pela fé e morreram pela fé. Isso é trágico, historicamente falando, lindo, politicamente falando, ideologicamente falando. É impressionante. E o armado consegue colocar esse sentimento dentro da música? Para meu Deus, eu chorei que estava essa música contando essa história. Cara, é incrível armada, que é o nome da banda e o nome da música aqui, da música do aluno que

fala sobre a revolta da armada. Cara, a minha esposa até brigou comigo porque ela queria falar comigo, eu tava e eu tava super é absorto lendo sobre Floriano Peixoto, que eu não conhecia, não sei quem que é Floriano Peixoto. Enfim, teve 111 decisão. É Floriano Peixoto ou o cara que veio antes dele, acredito, foi lá e dissolveu o Congresso. Os marinheiros, né? A força naval não gostou e começou a bombardear o Rio de Janeiro por 50 dias.

Cara, cara, isso aconteceu 1893, como a gente não sabe, como eu não sabia disso, que marinheiros, né? A marinha começou a bombardear o Rio de Janeiro, Niterói, por 50 dias, cara, um canhão mesmo, cara, e aí é. Eles conseguiram depor o presidente, que não era Floriano Peixoto, Floriano Peixoto tomou um lugar e prendeu esses esses marinheiros que estavam envolvidos nisso. Cara, caraca, o Brasil não é para amadores mesmo, não é desde nunca, cara. Que maluquice, maluquice mesmo,

né cara? E pra mim, a melhor música do disco. A how Em Chamas, a Ho Em Chamas, que é uma música impressionante. Por que que é uma música? Primeiro porque ela é em português, é a única música em português aqui nesse disco e eu acho que ficou mais forte falar sobre história brasileira em português, você acho que dá para fazer inglês, eles fizeram muito bem aqui, o armado em inglês, por exemplo, o canudos ficou linda em inglês, armada ficou linda em inglês, mas é em português.

Essa música para gente chama você não precisou adaptar. As expressões estão acontecendo, então meio que existe uma conexão automática ali, né? Então para Em Chamas acontecer em 1958 essa história e conta sobre explosões do depósito central de armamento do exército em São Paulo. A gente está falando do maior depósito de armamento da América Latina. Houve ali uma insurgência militar e houve EEEE. Foi lá EE 6 dias, com esses paióis, esses, esses, esses centros de armamento pegando

fogo. 6 dias que eu explico com fogo, e é isso é que você pode imaginar, é Granada explodindo, é bala sendo disparada, é, dava para ver essas explosões a 30 km de distância. Cara, que maluquice. E essas história, e essa história que eu achei maluca, não conhecia 1158 gente, não conhecia essa história, é achei fenomenal a história, a música é muito boa e em português acho que dá 11 camada diferente

também muito sólida. E é uma música que é tem uma relação com o vocalista, porque Oo avô do vocalista foi um coronel envolvido nessa na contenção dessa revolta. E ele, ele tava ali, ele conteve ali, ele tava trabalhando para conter junto com com os bombeiros, esse, esse, esse incêndio. Maluquice, isso na cara, incrível, incrível, incrível. Então é isso, cara, é, eu acho interessante porque assim. O Brasil é rico, o Brasil tem é, é uma extensão continental, né? 11.

Diversidade regional assim, imensa, e muitos eventos históricos, cara. O armada podia claramente lançar um álbum a cada 3 meses. Eles teriam o material para gravar décadas e décadas e décadas. A história brasileira é riquíssima, riquíssima, riquíssima. Eu fiquei impressionado porque eu não conhecia essas histórias. E eu conheci essas histórias ouvindo aqui esse disco e fiquei absorto e fui ler sobre EE, é incrível, cara, é incrível, cara.

Então assim, é uma banda singular, cara, assim é, é uma banda que beleza, temos outras bandas que contam fatos históricos, mas o Brasil tem uma história singular. O Brasil é muito rico, o Brasil é um continente. Dito isso, essa banda que o armada tem um valor diferenciado no mercado aí. A gente tem que prestar atenção em bandas assim, cara, é, eu não sei porque eles não lançaram novos discos, eles estão fazendo singles e os singles são muito

bons. Não sei escutar, mas quero muito escutar coisas aqui, conversar e trocar ideia, porque meu esse disco é fenomenal e esse trabalho é fenomenal e esse é o trabalho do 30 dias de metal BR, são bandas que talvez você não conheça, mas que você tem que estar ouvindo agora, e o armada com certeza é uma banda aí, cara, terminou o episódio aqui, vai lá, vai escutar armada du armada. Mas puta até furar, gente, é isso que a gente precisa.

AI gente, se você gostou desse disco aqui do armada, o heavy nota vai recomendar para você o rebellen com o mic klagar, de 2007, que é um heavy metal alemão focado em uma história medieval e literária. Sobre Shakespeare, né? De Shakespeare inclusive, a obra shakespeareiana civil World last full mejor 2016, que é um Power metro sueco sobre guerra civil Americana e outros conflitos históricos decisivos.

E o Judy catter last in part 2018, que é um Power metro americano sobre Napoleão, com abordagem histórica, profunda, acadêmica e detalhada. Interessante que você acha que o imperador foi de fato é Napoleão. Maluquice, né? E esse foi o heavy now tal.

O podcast se leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta 6 da manhã, agora em janeiro 30 dias de metal BR, todos os dias 6 da manhã uma banda de metal BR que talvez você não conheça, mas você tem que tá ouvindo agora se você curtiu o que você tá ouvindo até agora.

Que data aquela força para a gente, se é que a gente Spotify e deixa aquela 5 cenas que a gente está precisando, escreve um comentário bacana e compartilha com seus amigos verdadeiros nos seus grupos WhatsApp. A sua participação ajuda o ravinalta a chegar a mais fãs de heavy metal. Assim como você, a nossa nave tá levantando o voo mais uma vez e um abraço pra você ravinalta e nos vemos no nosso próximo episódio.

Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal. Até a próxima transmissão no heavy Malta. Tchau.

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