Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes. Tripulação preparar para decolagem partindo em 321 no ar. Be and The Home and mine do vendroia, álbum lançado no dia 28/04/2017 pela iner bund records. Esse que é o álbum mais recente do vendroy album, conta com 9 músicas, totalizando 52 minutos de play. Como eu estava falando, é o álbum mais recente do vendroy, a
banda brasileira. De Barueri, São Paulo, que fazem um Power metal com muita responsabilidade, a la Halloween, com o vocal feminino a bola, que tem 2 discos lançados, o one 2012 e o bianden humano, de 2017. O single mais recente deles é o reven, de 2022, a matéria formada por di perlatte e baixo Otávio Nunes, da bateria Leandro erba. Na guitarra, ele também toca no seu espel ao vivo leza Munhoz, rainha do Power metro brasileiro, que toca também na tua light aura.
E também canta no soul espel vocalista, Serge de upusep na guitarra também do do soul espel ao vivo e Gustavo oceliero na guitarra desde 2017 também tocando com a gente aqui. E você está ouvindo, rapaz? Você está ouvindo o heavy nauta? 30 dias de metal BR nossa, esse nosso especial de pós temporada. Agora em janeiro janeiro as coisas estão começando a rodar no mundo do heavy metal, mas o heavy nota não para. Então, primeira semana de de janeiro, vocês já tem episódio
aqui do heavy. Nota, e é, são 30 dias de metal BR de segunda a sábado, 6 da manhã e sem perder tempo como Lava Android biann the Human mind, cara, você está falando de Power metal aqui, né? Estamos falando de Power metal progressivo, então eu estou falando de uma e com vocal feminino, então o vocal pode ser muito forte, tem que ser muito
poderoso. É importante que nesse estilo aqui o vocal tenha a versatilidade, porque vai ser agudo, vem o soprano, mas também pode ser um pouco mais baixo, às vezes tem que ser um pouco mais agressivo. Então quanto mais versatilidade você tiver no vocal para o Power metal progressivo, melhor. Você consegue explorar mais sonoridade, até porque o progressivo é isso. Se você colocar 3456 músicas de uma música só, o Power metal é
um pouco mais direto. Então não vão ser 6 músicas, não vão se vai ter músicas de 13 minutos. Vai ter música de 6/07/9 minutos assim às vezes, né? Tão importante aí você ter versário de utilidade para você trazer mais você, você tem mais esse recurso ali, eu vou conhecer um recurso para banda, né?
Bateria sempre é uma coisa muito forte, muito direta, um pouco mais simples, né, né, tão complexa, por exemplo, um DF metal, mas é muito rápida e muito forte e vai ser ali é muito importante para esse som, né? E quem começou, quem começou com esse Power metal feminino aí, né, cara, assim, bom. Muita gente, né? Mas vamos. Eu quis isso aqui trazer 3 pioneiras, né? Queria começar com a claramente a rainha do heavy metal Douro peixe lá no Warlock, em 1982, cara. E elas começaram.
E assim influenciou todo mundo, né, cara? Porque assim a gente está falando de ó, os álbuns dela. Burning the watches, de 84, hellbound 85, true stel, de 86, são discos que definiram o Power metal, né? Ou o heavy metal em geral, mas com o vocal feminino cara. Inclusive, a duro peixe foi a primeira mulher a liderar uma banda de heavy metal no monstro of rock. Ela em dano entra na Inglaterra eSIM, agosto de 86, um anos antes, um ano antes que eu nasci. Gente, olha aí, que maluquice, cara.
Então com certeza vou lá, que é um dos pioneiros desse estilo aqui. Chest Ten de 1984, né? Que foi criado pelo MC make von, mas que tinha como vocalista principal a leder Lion, que é um nome maravilhoso, né? Por uma banda, né? Leder Lion, cara que veio de uma outra banda lá de São Francisco, é a grude curral. Mas aí veio aqui para o chest Ten, conseguiu a grande notoriedade também, então com certeza ali é uma banda que.
Começou com tudo porque talvez o chess tem não tenha sido uma banda que chegou tão longe, mas quem saiu do chess tem foi tocar na nesse Cooper foi tocar no canibal corps, foi tocar no King Diamond, então com certeza tem um valor ali. O chess tem, né? E temos o helien, né? E não confuda com o helien Prime, que também é uma banda deep Power metal feminino, mais científico, mais científico, mais cyfi. E aí, já era pegada do the rave of traditio love metal, mas o helien tom helien.
Lá de Los Angeles, 1981, que tinha no vocal a enbollin, olha aí, cara, olha aí, cara. Maluquice, maluquice, maluquice, tá, então também começou com tudo, né? Escursionou na Europa, escursionou na Inglaterra, escursionou no Japão, abriu ali para o DIU, para o White is name, que para o hospital. Então realmente eles chegaram AA alcançar um grande, um grande projeção aí, né? O weller. Então elas começaram com tudo
isso. Elas conseguem tudo isso, mas hoje, hoje não é tão incomum ser contra bandas de heavy metal ou de hiper metal, no caso com vocal feminino, né? Então vocês é o maior expoente helber o Beast com a excelentíssima dura lurimo, que acabou de sair da banda agora de dezembro de 2025, sendo substituída pela brasileiríssima
Marina latorraca. Até então, para o bicho é uma banda da Finlândia muito, muito grande, com muita competência, que faz um Power metal aí com vocal feminino, mas tem uma pegada muito forte em sintetizador, um rock mais otentista, né? Um metal mais otentista. Então eles têm essa mescla, eles mescla essas coisas aí. Também temos o echan board, que é uma banda italiana, cara lá, né? Então, forma do formado em 2006
pelo tecladista. Daniele matsa, e a vocalista é a Sara squadrani no vocal desde 2007, né cara? Tem uma banda aí com uma boa projeção, tem 4 álbuns lançados, né? É, a Sara squadrani é considerada umas melhores vocalistas aí do Power metal, cara, ela é comparada com certeza aí a Nietzsche. Olsen, em outras vocações do mesmo squadrani, então aí a Sara squadrani, cara, líder do enchian party, e temos o Frozen krand também lá de 2017, também lá da Itália.
Sendo aí liderada pela diada Jade hétero, né? Tá? Então, desde a formação original, ela toca lá. Você pode ter outras 2 meninas também. É uma banda que é meia feminina mesmo, mas o vocalista da feminina, que é o que importa aqui na discussão que está falando hoje, e também tem como uma das bandas aí de destaque do Power metal com vocal feminino.
E é italiano, né? Então o Power metal tem 2 escolas usando o Brasil e na Itália o melhor Power metal do mundo é brasileiro, o segundo, o melhor italiano. A gente aprende isso com o Android. A gente está discutindo aqui com o action board, com o Frozen chrongson da Itália como battle bis, que foi buscar na Marina latorraca alguém para cobrir lá. Annora luhring, que é um dos nomes mais icônicos do mundo do Power metal, é finlandês, né? Cara mundial, inclusive, muito bom, muito legal, cara.
Então o que acontece é então o Vandré é uma banda de Power metal brasileira. Que tem como vocal ali a daysa Munhoz e muitos músculos que também tocam No No seu espião. E a daysa Munhoz tem é com certeza um vocal único nesse Brasil, único nesse mundo do heavy metal, tá?
Não só pela sua qualidade vocal que ela canta muito bem, mas pela sua versatilidade, que se que ficou ainda mais evidente aqui nesse disco Bianco Bianco the heuman mind já era evidente no one, mas no biann the reumanes, que foi exacerbado, tá bom. Mas é 111 vocal, que além de ser muito competente e ser versátil, de ser um vocal fácil de se entender, é um vocal com muito carisma. A taisa eu conheço a dais, entrevistei a Gaza, taisa Munhoz abração pra você. Daza Munhoz, uma pessoa incrível
também. O vocal dela é muito carismático, então você pode ficar horas e horas escrito no vocal dela. E os registros, o que ela faz nesse disco aqui são registros muito interessantes, são, são, são, é, é, é registros vocais, são frequência, são camadas que a gente não viu lá no one, então ela está mais à vontade nesse disco mesmo. É claramente com a evolução do one é é de 2017, esse disco já fazem quase 10 anos, cara.
Então a gente quer ver coisas novas aí do do van dry, uma das maiores bandas do heavy metal brasileiro, a gente está esperando aí coisas novas. Do vandroener, né? OOO, enquanto banda, né? Enquanto o que está acontecendo ali por trás, claramente é uma banda que bebe muito na fonte do Halloween. É uma banda que cresceu tocando Halloween, com certeza, com certeza, com certeza.
Essa é ação de Barueri, interior de São Paulo, e o interior é uma Terra de metaleiro, cara, tem muito metaleiro no interior, cara, eu sempre que eu cresci em Cotia e tem muito tinha muito metaleiro em Cotia, Ah, porque aqui na minha, na minha, no meu bairro tinha tipo 4 bandas e eu não tô brincando, cara. Lembra daquele programa escola da família que deixava as escolas abertas do final de semana?
Era um programa do governo, que você entrava na faculdade e aí você falava, beleza, eu não tenho dinheiro para pagar faculdade. Não sei se era assim, mas resumindo, ó, eu não tenho dinheiro para faculdade. Aí o governo falava assim, beleza, faz o seguinte, faz um
projeto. E você desenvolve esse projeto nas escolas públicas nos finais de semana, você abre as escolas públicas no final de semana e você desenvolve um projeto lá e aí a gente paga essa faculdade, um negócio assim, eu não sei se era exatamente isso, mas era um negócio assim, então as escolas foram sempre abertas no final de semana.
Isso era muito bom, cara, porque é tinha muita banda de heavy metal, onde onde eu morava, no bairro que eu morava na banda de heavy metal, e eles não tinham onde ensaiar, a gente não tinha ensaiado, não tinha de ensaiar na casa fazendo bagunça, barulho e pra para as escolas e cara, eu juro pra você, não tô mentindo, é? Chegou assim ter 4 salas.
Das das, da da de uma escola municipal pequenininha, que tinha lá na minha rua, inclusive 4 salas, cada um com uma banda isaiana o dia inteiro, cara, é impressionante. Então o interior tem muito, tem muito metaleiro, tinha mais, acho que agora tem muito também, mas tinha mais na época.
Então com certeza esses caras começaram fazendo cover de Halloween, fazendo cover de Angra, fazendo cover de Visions, design de brap, sobre fire, de camelot, de tudo isso, coisas que eu fiz cover quando eu era moleque, né? Quando eu tava aprendendo tocar também, tava, enfim, começando a tocar. Então eu me identifico muito com OOO vandroy nesse sentido. Como eles começaram e eventualmente eles começaram a fazer seus próprios sons, isso
bebe. EE, isso é por outra música e seus próprios discos e seguir em frente. Hoje a gente tem uma banda maravilhosa, mas com certeza eles receberam muito, muito, muito na fonte de Halloween. O problema é que o Halloween comeu e regojitou comeu e regojitou. Como é que regojitou essa fórmula deles? AD infinitum e eles estagnaram. Mas sabe que interessante, o vandroia não estagnou.
Ele seguiu em frente e foi assimilando novos elementos e trazendo mais camadas e trazendo mais complexidade, sem perder a sua base. E chegou no cenário que a gente tem hoje. Então eu não estou exagerando, falando que se você é fã de Halloween. E se você ama aqui pelo se você vem aqui expert 1 e 2, se você ama better than Ross, se você ama time of the over, se você ama mister of the ring, você é mais esses discos do Halloween, você não vai escutar o gent em monstros porque esse Halloween
morreu lá não existe mais. Ao invés disso, vem ouvir aqui o be and the Human mind do vandroy e você vai encontrar o Halloween que vale a pena aqui. Olha que maravilha. Muito bom, né? Muito interessante o estácial, ó. E se você conhece o leandroia, não vai escutar o vanroia, porque hoje é o dia de escutar vanroia aqui no heavy. Nauta. Se você não conhece van dreia, esse é o nosso objetivo,
apresentar uma banda nova para você. 30 dias metal BR, aqui no heavy nauta, cara, muito bom, se você gostou desse disco aqui do do do vandroya, eu vou recomendar também o battle Beast bring of pain em 2017 Power metal finlandês que eu vou colocar o poderoso ali da nora lurmann nesse disco, né? E o energia conta a gente porque se tá falando dessa. Essa pegada de metal oitentista, né?
Sintetizando no meio em stanboards ellence of the kangs de 2010, também Power metal, mas a gente não pegando um pouco mais Sinfônica com essa esse quadro negro vocal, você gosta muito de dietlish e acha que AA nith osan, assim como eu acho que a neth osan é a melhor vocalista que tu passou por lá. Hum, nem chamando isso é para você. E Frozen Chrome War heart 2024, que é um Power metal moderno italiano, com a dia da etho demonstrando uma versalidade
vocal muito grande. Os cara, então isso aí, cara. E esse foi o nosso heavy now tá? 30 dias de metal BR todos os dias segunda a sábado tem uma banda nova de metal BR pra você conhecer esse mês. Se você curtir o que você está ouvindo até agora, que tal você dar aquela força pra gente? Se é que a gente é Spotify, deixa que lá 5 estrelas que precisamos pra que você pra gente crescer né?
Escreva um comentário bacana, compartilhe com seus amigos metaleiros dos seus grupos do WhatsApp, sua participação ajuda o heavy nota a chegar a mais fãs do heavy metal. Assim como você, a nossa metal levanta o voo mais uma vez. Um abraço para você revelar o que nos vemos no nosso próximo episódio expresso de lavidar lunari do maestrik. Álbum lançado no dia 2/05/2025. Álbum, contei com 12 músicas, atualizando 1 hora e 18 minutos de play maestrik.
Que são os donos do prog Power metal brasileiro, lá de são do Rio Preto, em São Paulo, na ativa desde 2000, EE Crato, ó, desde 2004. O expresso da la Vita lunari é o terceiro disco de estudo dos caras. Então os caras lançaram um em 2011 e depois o expresso da la Vita Solari. Altamente recomendado para quem está escutando essa review aqui está antes daqui. E o expresso da la Vita lunari agora de 2025, gente.
A banda que é formada por Renato somera, vulgo Montanha do baixo, Fábio Caldeira, grande amigo nosso aqui do rap, noto abração para você, Fábio, estamos esperando você aqui para gente falar não só do expressa lavita lunar e como de toda a carreira do maestrik aí então a gente tem que sentar para conversar vocal e piano, aquele disco, né? Ele que toca ao vivo com o Dudu falaski tá bom e já tocou lá no role time também. Guilherme Carvalho, guitarrista que toca no order of Destruction
também. E o Christian Oliveira da bateria, cara, muito bom, já tocou com o Bruno sutter, com o Corus, com armor down, muito bom, muito bom. Mas trick é uma banda aí de respeito, né? Uma banda de respeito no cenário brasileiro. E você, você está ouvindo o revinalta?
Você está ouvindo 30 dias? De metal BR aqui no Rio nota o que é o nosso episódio, é o nosso, é nosso, nossa série na pós temporada de 2025. Tudo que acontece janeiro tem pouco lançamento tem muito lançamento, tem lançamento bom, né? Inclusive eu acho que tem HDF esse mês, mas não que seja bom, tá? Que seja grande, mas. É, não dá pra a gente ouvir, gravar e enfim, né, tem que dar um tempo, tem que escutar as
coisas ali, né? Então se for legal, a gente fala do mês passado, então por isso que agora em janeiro a gente está ouvindo o que está saindo pra gente organizar as coisas e levar pra pra fevereiro, a gente começa a resenhar sobre essas coisas, né? Então o que que a gente faz em janeiro? Vamos falar de metal BR pra caramba aqui todos os dias, segunda a sábado uma banda nova de metal BR aqui no revinalta, beleza? E hoje a gente tem mais strik pra gente aqui, cara.
Muito bom, né? Prog metal, cara prog metal da mais finíssima qualidade, né? Quem começou com isso? Muita gente começou com ele pode falar do King time, a gente pode falar do feiti Sound ordem, eu quero ver 3 bandas aqui que trazem um prog metal com sabor de maestrik, tá então com certeza ODT que é um Power metal noventista e assim maestrik para mim tem cara de DT, é, é, é, é Trein of thats. Ele é um DT, mas é um DT mais sujo, mais agressivo.
Ele tem mais distorção no guitarra do Petrucci, essa é a realidade, né? DT, que é uma banda Americana de Nova Iorque, os caras estão aí na ativa desde os anos 90, lançando discos, sabe? Arrasadores e discos terríveis também, mas a fase deles atua muito bom, muito legal, muito legal, cara. Reiki também me lembra muito o sabor do mais. Por quê? Porque é um programento mais moderno, é mais eclético, é mais
experimental. Então eles não vão, só os instrumentos que a gente tinha, eles vão, eles vão. Eles vão flertar com outros sons, flertar com outras sonoridades, flertar com outras pegadas. Rating, que é um dos grandes nomes aí do que a gente chama de wird prog. Eu não acho que o maestrik é wird prog, mas tá com o pezinho lá. Muito bom, cara, muito bom, né? E também acho que o maestrik me lembra muito bem of salvation por conta da carga emocional.
Por conta dos álbuns conceituais ambiciosos que o penga salvetiano também tem, assim como maestrik maestrik explorando temas aí muito audaciólogos cara. Então 3 bandas que não são essas que começaram com o prog metal, mas 3 bandas pioneiras de prog metal que na minha opinião tem um sabor mais estrik. E também quero falar aqui de 3 bandas que pra mim hoje parecem muito mais estrik cara, né? Então com certeza aí. Para mim, a gente tem o eirian, que é o projeto da arian lucassen, né?
O eirian ele tem, ele é mais um avantage assim, então ele tem mais vocalistados mais, mas o eire ele cara, eu eu sinto mais com a sonoridade, especialmente de disco, o expresso da lavita lunari uma sonoridade muito é, é eirian, é uma sonoridade que é, é assim Berlin metal, sabe? Ela é tão ousada e busca tantas referências e busca tantos pontos. E você vai encontrar jazz, você vai encontrar trens, você vai encontrar gente, você vai encontrar Power Vettel, você vai
encontrar tudo ali, entendeu? Vai encontrar. É música de salão, né? E você encontra muito isso. Não era o Lucas. Assim, a narrativa pede para uma sonoridade e o Lucas sem segue isso. E eu acho que o maestri que faz isso antes de estranho. Camelot, minha nossa cara, como eu gosto de camelot, assim de camelot ele dominian black hail ou carma, né? Você está falando desses discos ou camelot? Camelot sempre foi uma banda que teve uma, sempre teve uma carga
dramática muito intensa. É uma banda muito intensa assim, cara, o rycam para mim, que é o antigo vocalista do quem nos tinha um ataque cardíaco a cada show, na minha opinião, ou parecia pelo menos o Tommy carevic. Segue na mesma linha, canta muito bem, mas o Thomas Yang bluth, que é o dono do que a noite meio que mudou algumas coisas lá, né? E aí as coisas meio que não sei, não sei se estão, não sei se o que a noite tem está a mesma
coisa aí, né? Muito bem, mas uma banda lembra muito também esse sabor do do do mainstreet pra mim aqui. E nós podemos falar aí também do Redemption. Redemption também é uma banda de Power metal, só que é uma banda de Power metal Americana que. Trata Oo Plug metal como uma tela vazia e a sua música como uma pintura. Começa a pintar cenários e ondas e imagens pra gente atrás do som. Sou muito fã de Redemption. É walls uma das músicas prediletas da vida, né?
Mas eu gosto muito mais do Redemption hoje. Por quê? Porque o vocalista do Redemption é só um uso, um vocalista vocalistas prediletas do mundo hoje que é o tom me England lá de ever Grey, o the ever Grey, uma banda da minha vida, vocês sabem disso. Ever ever Grey é meu, eu coloquei num bolso que eu vim para casa e o vocalista deles no tomingland toca só em mais um projeto que é o Redemption. Maluquice isso né cara? Então acho que Oo pra mim o mais ter que ter essa sonoridade aí.
E eu trouxe algumas bandas que eu acho que tem essa sonoridade e esse disco, cara, vamos falar do expresso, da la Vita lunari é a sequência direta do expresso da la Vita Solari de 2018, o Fábio fabião, chamei ele de fabião, Fábio, grande amigo nosso, mas sempre que ele, que eu não converso com ele, precisa vir aqui gravar com a gente, a gente precisa conversar com ele. Cara, ele é uma pessoa incrível, né? Não só um músico incrível, mas é uma pessoa incrível mesmo.
E esse disco aqui conversando com o Fábio. Esse disco aqui tem uma inspiração direta, que é o avô dele, o avô do Fábio. Então o que acontece é o avô dele, é, eu não sei se ele levava Pra Ele pra lá de trem ou levava pra ver o trem. Eles eles, ele lá de São José do Rio Preto, seja do interior de São Paulo, tem uns trem lá, os trens passam por lá, né? Mas é tinha essa relação do Fábio com o avô dele do trem e de ver o trem, acompanhar o trem
e entender o trem. E esse disco aqui, o expresso da vida, solar e lunali, que é um disco só, mas são os discos, né? Tem essa pegada de e se a nossa vida fosse uma viagem de trem? Vamos fazer uma analogia aqui, a nossa vida é viagem de trem, uma viagem de 24 horas e cada hora é uma estação do trem.
Isso já é fascinante. E aí, junto com isso, o Fábio foi lá e começou a trazer elementos da própria vida dele e mesclar esses elementos com a história do disco e com o disco em si. E sonorizar esses elementos. Cara, parece um puta trampo. É um puta trampo de verdade, né? Com certeza é um é um puta trampo de verdade. Mas é fascinante, é fascinante. É fascinante, cara, é fascinante. Então, nesse disco aqui é no expresso da labita, Solari representa o dia às 12 primeiras
horas do dia. Já o lulari representa a noite, que são as 12 horas da noite. O Solari representa a primeira metade da vida, é a luz, são as descobertas da infância, a Juventude. Onde a gente é dono de tudo e é super e somos super-heróis, nada pode nos afetar. E o lunari já representa, à noite, a introspecção, a maturidade e reflexões profundas, porque esse trem vai parar. Então é um disco que é um disco, né? Estou falando do lunari, mas tem trazer o Solari para esse contexto também.
É um disco que fala sobre o começo da vida e essa descoberta e como isso é magnífico. Mas fala sobre a iminência da morte, como a gente querendo ou não, o trem vai parar na última estação, cara, então você diz que ele é mais Sombrio, ele é mais dárquico, ele é mais agressivo, ele é mais provocador. Por quê? Porque ele traz a maturidade, gente. Maturidade significa medo. Eu tenho 2 filhos e eu.
Eu tenho 38 anos, eu tenho 2 filhos e eu estou aterrorizado com a iminência de que todo mundo um dia vai deixar essa vida. Mas eu tenho 2 filhos, cara, isso é assustador. Isso é aterrorizante. Mas todo dia eu acordo e eu vejo a vida, a vida fazendo o seu trabalho, em vez de meus filhos crescendo, que é impressionante, é fascinante. E olha essa dualidade. Que eu tenho hoje como pai. Essa anualidade está aqui nesse disco, cara. É impressionante, cara.
AA discussão. Como eles constroem EE assim eu não vou conseguir. Eu nem vou tentar descrever como que essa essa jornada é feita, que você precisa experimentar. Pega esse disco, pega esses 2 discos, coloca no seu Spotify e vai escutar noop pra você passar por essa viagem, cara. É impressionante, é impressionante, impressionante, né? Esse disco especial aqui, cara, eles trouxeram aqui o Roy cand para cantar o Roy cand.
Eles, vocalista que é o cand conception Roy cand dono da coisa toda quando você está falando de de de prog metal, né? Trouxeram o tom angland para cantar aqui, cara, que é o meu vocalista predileto lá do ever great, que eu falei para vocês que lá do Redemption, cara, o tom England também canta aqui nesse disco, cara, é impressionante. É, e como assim, gente, você tá de sacanagem com a minha cara? Meu, eles trouxeram o Jim grade do haking pra tocar nesse disco.
Olha as participações, cara, olha as participações de piso nesses discos que a gente tem, o Jim grade do haking, a gente tem o tom magon's do every grade do Redemption, a gente tem o Ray kend, an is camellotch atual conception cara, isso é impressionante. Eu Acredito que o coral char xeré também tocou aqui nesse disco. Que é um coral israelense e talvez eu tenho que procurar
isso. Mas se eu acho que a Noah gruman, vocalista do Stardust, que é o tradicional, agora é Sério se OOO fabião conseguiu trazer pra gente, então negro Jim Gray, o Roy can e Noah gruman num disco só esse disco aqui. É nesse nível para cima, cara, nesse nível para cima. E eles têm que ter esse reconhecimento. Eles merecem, eles estão, eles estão voando, tem que voar até mais alto.
Eles estão assinados aí com a fronteer records na Europa, eles tocaram no prog Power USA, que na minha opinião é o melhor festival do mundo. Eu preciso conhecer esse festival, pega lá na. E eles estão com um momento muito bom da carreira e continuem, merecem muito, merecem muito o sucesso. Tudo que o mais tem que construir é por muito suor, por muito trabalho, muito
merecimento, cara. O Brasil não reconhece a genialidade do maestric como deveria, cara, e esse é o papel do revinalta, sentar aqui e apresentar para você, a ouvinte do revinalta, bandas brasileiras que merece a sua atenção. Dá uma olhada nesse disco, dá uma olhada. No expresso dela, Vita lunar e do mais strik cara, alguns discos que se você gostar desses discos, que mais você pode gostar, você pode gostar do the Human increation, do aren?
Que é um álbum conceitual, tem muitos vocalistas mais na pegada do do do do avantage, mas antes assim é muito mais profundo do que o Vantage cara, bem ao saudation, o remad e laine. 2002 clássico do prog metal conceitual, introspectivo, tem que ouvir e Rick and Visions 2011 prog metal moderno com nativas complexas aí, cara, muito virtuosismo e muita emoção
também. E esse foi o heavy now, o podcast que te leva para explorar o universo heavy metal, especialmente agora em janeiro, no 30 dias em metal BR. Segunda a sábado tá? Tem 11 banda nova brasileira para você, cara. Se você curtiu o que você escutou até agora aqui, tal daquela força pra gente, segue a
gente. Spotify, gente ou em qualquer lugar que você escuta seus podcasts, deixa aquelas 53 que nós precisamos, escreve um comentário bacana, compartilha com seus amigos metaleiros dos seus grupos do WhatsApp. Sua participação ajuda o Reginaldo a chegar a mais fãs do heavy metal, assim como você, a nossa neve está levantando o voo mais uma vez. Um abraço pra você Reginaldo, que nos vemos o nosso próximo episódio. Bimensional convergens, do Flávio Brandão?
Stratus Fear Project calbum, lançado no dia 13/10/2023 em maneira independente, alvo conta com 8 músicas. Está aparecendo 34 minutos de pauleira no seu ouvido, cara. Flávio Brandão, a stratuss Fear Project, uma banda de Power metal de 9 Iguaçu de janeiro, nativa desde 2019. Cara, o the imention convertions é o quinto disco de estúdio dos
caras. Então ó, o the beauty é o extrators Fear com extrators feed 2020, last revivor 2021, the personalization também 2021 e aí temos agora o daimentional. Com virgem de 2023, são 4 dias. Desculpa, pessoal, tô falando besteira aqui, tô maluco, tô maluco que tá maluco aqui. Quem que é o quem que é Oo Flávio, o Flávio Brandão, statusshor Prates aqui é o trabalho do Flávio Brandão, Flávio Brandão que toca tudo aqui, tá? Ele toca baixo, guitarra, bateria, tudo.
Ele faz tudo aqui com apresentação dos vocalistas guscastro no vocal e Ricardo yankee no vocal e é o dele, donovanovocal cara. Muito legal, muito legal, muito bom cara, muito bom cara, muito legal. Esse disco aqui é lembrando você, você, você aí desse lado. Está ouvindo o heavy now? Então o podcast te leva para explorar o universo do heavy metal e nesse general, o 30 dias de metal BR tá onde? Todos os dias segunda, segunda a sábado, na verdade transamos, uma banda de Power metal
brasileira. Uma banda de metal brasileira. Pra você conhecer, se você não conhece, você já conhece, pra você celebrar, pra gente celebrar, fazer essa, essa conversa, essa discussão gostosa sobre heavy metal brasileiro, sobre sobre o metal aqui no Brasil, né cara? Isso você está curtindo com o seu metal. Agora dá aquela força pra gente. Segue aí no Spotify e deixa as 5 estrelas que a gente está precisando.
Se escreve um comentário e compartilha com seus amigos metaleiros, amigos metaleiros, lá no grupo do WhatsApp. Grupo do WhatsApp, esse que eu participo junto com o Flávio Brandão, grande amigo, nosso grande amigo meu aqui, falo com ele todo dia, todo dia eu falo com o Flávio, cara, ele acorda, vai para o trampo, ele já fala, e aí, que tu beleza, é um grande amigo nosso cara. Então um abração para você,
Flávio, né? Pô, Flávio, já gravou aqui com a gente, voltar lá em 2020 6 com certeza gravar com a gente diversas vezes. A porta está sempre aberta aqui para você, Flávio. Fique em paz, tá bom, muito bom, muito bom. Então nós somos aqui de um Power metal neoclássico, tá que que que maquilton, que que é um Power metal neoclássico, cara, que que é isso que você tá falando, tá falando grego? Um Power metal neoclássico é um Power metal, então ele vai ser vai ser rápido, né?
Ele vai ter uma guitarra com um rif muito característico, muito o centro tá no rif, vai ter. Um vocal strident, um vocal forte, lembrando um heavy metal do Rolling James Steel, mas era uma pegada de Power metal. Vai beber muito na fonte de Halloween, vai beber muito na fonte de um Iron Maiden, mais uma fase ali é é uma segunda fase do Iron Maiden, né? Então assim, tem um Power metal, mas você coloca uma camada de neoclássica, ou seja, uma camada de guitarra muito virtuosa,
fazendo arpédio, aberto fazendo. É, é, é, é tremulo picking fazendo swepe picking é muita velocidade assim a guitarrista com com com guitarra escalopala sabe tem aquelas escalas com buraquinho que você com uma a casa é mais fundo assim na guitarra pra você enfim tocar melhor né? Enfim, ou mais rápido né? E muita velocidade tampar metal no 2 x isso com certeza é OOO. O nosso querido neoclássico quem
inventou o neoclássico não sei. Quem inventou quem popularizou com certeza foi o ig malmster and Rising force, pioneiro do Power metal neoclássico. Muita técnica, muita fritação. Pelo menos as pessoas até ficam com falta demais, cara, então todo mundo gosta de um pastel, mas ninguém gosta de um pastel frito num óleo de 2 semanas. Você entendeu e o Iggy mal, você tem isso aí às vezes. Ele é fresco, às vezes ele é
saturado, mas é isso aí, cara. Mas você não mais em força, ele é o que ele é. Ele não tem vergonha de falar o que ele é. O Rainbow. Muitas pessoas não conseguem coectar o Rainbow com o neoclássico. Lógico que é um pouco antes falando 70 e 80, mais o Richie blackmond já trazia ali 11111 template, um modelo 11 framework pro neoclássico que viria mais pra frente, né? E o except que é mais do Speed metal, mas tinha ali os flertes com que se tornaria no futuro um
Power metal neoclássico. Então o Power metal neoclássico começa com ling moomess and Rising for Rising for o Rainbow e except. E hoje? E quem está fazendo isso hoje? Tem muita gente que faz isso. Hoje trouxe 3, que eu acho que tem uma pegada legal aí com o extrator suer, que é o atual light force Power metal sinfônico neoclássico sueco, tá? Que traz é uma sonoridade neoclássica, mas com a atmosfera e até com um pouco de
organização, né? 2011 os cara está ativo há bastante tempo aí e todos são os deles, todos os discos dele tem essa produção de de cinema aí, né? Cinema está cinematográfica mesmo. Também quero recomendar o Dragon Land, uma banda agora que também faz farm metal melógico e também é da Suécia, tá? É só que tem mais teclado, tem mais teclado que o neoclássico, em geral mais. As guitarras são muito velozes, muito rápidas, muito técnicas e dentro aí do do escopo do da
janela do neoclássico. E o João bando que eu quero recomendar é o path Finder, que é um Power metal neoclássico polondese, tá? Que traz muita densidade nas suas narrativas, muitas densidade ali nas suas composições. Continua sendo neoclássico, então tem muita fritação, muito rápido, então na tira desde 2006 também. Gente, muito legal, né? Muito interessante o metal neoclássico e o projeto aí do Flávio Brandão, do flavião, que acontece com o estratosfier.
Cara é, quem assina as composições é o Flávio, então isso aqui é o é a cara do Flávio, esse disco aqui é do Flávio, essa é a realidade, tá bom? Mas ele traz muita gente para participar. Então sonoramente, não, mas nesse aspecto, é um projeto a la arien, lucascin what? Arions a la Tobias, summites avantage a la DGM lá na Itália. Então não é. Tá bom sonoramente falando, porque aqui é mais neoclássico, é mais rápido, muito mais rápido do que essas músicas que eu
falei, mas. Tem essa pegada de trazer muitos vocais colaborativos. Então eu eu separei alguns vocalistas que participaram aqui nesse disco. Então alguns vocalistas que já que participaram desse disco aqui, que cantaram com OOOO Flávio, né cara? Você está falando do Ricardo, do yankee, que é vocalista do Paulinho bayense, do ritualista e do sefirotti da moça sefirotti que talvez apareça aí na nossa lista desse desse ano. Vamos ver OOO Gus Castro. Tá bom que toca lá no dagor
sordina também. Olha aí que interessante o Rafael Dantas cara que toca no Eagle epsens talvez apareça aqui também, né? Na nossa lista de trintas bandas desse desse nosso querido, nosso querido generão. Talvez ele que ganhou o primeiro concurso do como condutor do do souspel Rafael Dantas, tá bom. E o Rafael danca, tá Zé tocou no caravelos, cara, porque o Rafael Dantas é é Recife, né? Lá de Recife e o Caravelas também, ele ele tocou até 2000 e
é 2007 com caravelos. Cara, olha que maluquice, até 2010, né? Melhores caravelos é uma banda que eu gosto muito, que hoje vocalista é o Leandro caiçolo e tem na guitarra lá o Leandro caiçolo do Viper tem na guitarra u. Glauber Barbosa, que é o antigo guitarrista do daca avenger, cara, isso aqui é a história do heavy metal, tá? É a história do heavy metal, cara. Quem também toca lá, ó, o dele, dona van cara, que também toca no Cris, a lide e no seu firote.
Olha aí, no seu firote também temos Areal coelho também, que toca no breverly brendre e no Ryan. E o Mário Kong toca no EAS of HEAE no UFRGS. Então meio meu é meio que 111 grande celebração ao rav metal brasileiro, nossos músicos de metal brasileiro, tá então o Flávio, o Flávio tem isso aqui nesse disco, então vale muito a
pena. Você vai escutar muitos vocalistas diferentes aqui, cara, e todos excelentes cara, muito bom cara, não só isso, o teclado daqui quem faz também é o charl Souls grande abração pra você charl, saudade suas cara. Do Cherry soulse Project, com certeza. George road brasileiro, cara, né?
E aí o Flávio, ele traz esse disco, uma temática de ficção científica, cara, tá bom, então ele explora realidade paralela, convergência dimensional, então assim, ó, vai ter só um, vai ter, vai falar de de terceract, vai falar de observedores cósmicos, vai falar de mentes entrelaçadas, né?
Vai falar sobre essas coisas, gente, eu o. Eu conheço o Flávio através de um outro grupo de podcast que eu que eu participo, que eu adoro esse esse esse podcast que eu participo do grupo, né, que já gravei, uma vez que a que é o contato do podcast com o podcast com fenofologia, cara, então faz tudo a ver, tem tudo a ver com o Flávio.
Esse disco é assim, é o coração do Flávio, cara, é é o disco que saiu, só podia sair da mente do Flávio, não só pela temática, mas pela sonoridade e pela identidade, além de tudo, né, cara? Então, com certeza, quando os vocalistas diferentes aparecem, eles trazem a sua identidade, traz um pouquinho de diferença, mas tudo está dentro de uma grande escopo. Tudo está dentro ali de um grande é, é, é, é, é guarda chuva, que é a identidade do strattersfield, do Flávio Brandão.
É muito fácil você perder a identidade trazendo tanta gente para tocar. Diga é a Tobias sevret covertager. Se você escuta o metal para um, escuta o hearb Dragons e escuta no meio um oster SPACE. Esses 3 discos aí do ovan page são 3 bandas diferentes, completamente cara, muito porque muitos vocalistas, muitos participando e aquilo ali vai perdendo a identidade, vai diluindo, entendeu? Já aqui no status suger Project, muito pelo contrário, você traz muita gente ele se.
Usiona um pouco mais de identidade pessoal, mas no final do dia, tá do dentro do guarda chuva da mente, do Flávio Brandão Brandão, não só pela sonoridade, mas pela temática, cara. Então aqui a gente vai falar sobre múltiplas dimensões coexistindo simultaneamente. É um tema que o que o Flávio sempre fala com a gente atravessando ali é é você atravessar planos de existência, cara, também uma coisa ali que o Flávio fala para gente direto,
cara direto fala sobre TC, rect. Ele explora aqui um conceito, eu não consegui entender direito, desculpa, mas é agiometria dimensional, eu não consegui entender direito, mas geralmente o Flávio fala coisas que estão acima Do Me compreendo, eu não consigo entender muito o que ele fala assim, porque ele fala coisas muito complexas, cara, a mente dele funciona muito diferente do que a mente de uma pessoa.
Normal, né, cara? Mas é isso, cara, esse é o Flávio Brandão, Flávio Brandão, stratus fire Project. Daimentional com virgins cara, é um Power metal com neoclássico brasileiro, muita qualidade técnica, tem um conceito por trás que dá para você ir destrinchando ali, destrinchando por semanas e semanas a fios escutando. Tem que ouvir, cara. Esse é o objetivo do 30 dias de metal BR, apresentar para você uma banda que merece estar no seu radar cara, se você gostar do Flávio Brandão.
Extrato sur Project daimentional com convergance. Você tem que ouvir o twilight force down of the Dragon Star de 2019, porque é um Power metal, só que é mais sinfônico, mas tem organizações grandiosas. A atmosfera é fantástica também. Dragon Land under The Great banad 2011, que é um Power metro melótico sueco, aí com muito teclado e path fineder beyond the SPACE, beyond the time 2010, porque é Power metal sinfônico polondeses com, é o clássico, mas tem uma atmosfera mais
próxima aqui. Do Flávio Brandão stratles Fear Project cara, inclusive, se você, quando você for escutar o Flávio Brandão e histor do Fear Project, começa escutando the SPACE time continum grande disco. Acho que ali tem uma identidade que foge um pouquinho grande música. Acho que é uma identidade que foge um pouquinho da identidade do disco em si. Mas ainda assim, sim, é muito consistente com é, é, é. Aqui achei de pisa um pouquinho no freio, né?
Então, como é tudo muito rápido, que muita pauleira, às vezes fica nesses viado e aí você não percebe mais que está tão rápido. Mas aí quando ele dá uma freada ali nessa música, ele dá uma freada, você vai sentir aí uma só, encontrar uma música que vai ficar na sua cabeça, tá? Então ó, não dá uma. Dá uma atenção especial aí. Quando você for estudar esses discos, tem 111. Atenção especial AE the SPACE time com tiner um cara.
Adorei essa música e esse foi o revinal o teu podcast que te leva para explorar o universo do of metal todos os dias, de segunda a sexta às 3 da manhã, cara. E agora em janeiro, de segunda a sábado, nós temos aí o 30 dias de metal BR. Se você curtir o que você está escutando até agora, dá aquela força para a gente, gente.
Segue a gente, espatifar e deixa as 5 estrelas que a gente está precisando aí, cara, escreve um comentário bacana e compartilha com seus amigos batalheiros nos seus grupos de WhatsApp. Eu vou mandar aqui por favor, Hein. A nossa live tá levantando um voo mais uma vez. Um abraço pra você que nos vemos o nosso próximo episódio. Intermundos do caravelos álbum no dia 17/06/2022 pela rockshots hackers. Álbum conta com 14 músicas,
totalizando 73 minutos de play. Caravelos, uma banda de Power metal Progressive metal brasileira de Recife, no Pernambuco. Nativa desde 2002, eles começaram em 2002 para 2013, voltaram a 2015, pararam 2015, voltaram a 2018, estão na ativa desde então. Esse é o terceiro disco de estúdio dos caras, so the Beautiful lighthae de 2010 e 7, pois veio o Knowledge na China em 2010 e agora eles lançaram em 2022 o intermundos, banda que atualmente é informado por Daniel Felix na guitarra e no
teclado. Glauber Oliveira ele sim, ele que toca no arlequim e que tocou no Dark avenger na guitarra lembra o Caio solo, ele mesmo que toca no ex one, sevencil no Viper e já tocou lá na aquária e no eterna ele mesmo que ele está falando no vocal. Rafael Ferreira da bateria que tocou no duck avenger, Emerson dacio no baixo.
Que tocou no glor ópera. Então aqui é a história do heavy metal brasileiro sendo feita aqui a história que vale a pena tá a história que vale a pena no heavy metal tá nessa banda caravelos e você está ouvindo o heavy nau, tá 30 dias de metal BR, mas está no quinto no quarto dia. Hoje é quinta-feira inclusive, feliz Ano-Novo pra você, inclusive feliz 2026 pra você pessoal.
Mas gente, eu tô há 4 dias falando de bandas brasileiras aqui no heavy nauta e eu já cheguei à conclusão que o metal brasileiro é. O melhor metal do mundo hoje. Indiscutível isso, indiscutível isso. Que orgulho de ter um podcast de heavy metal no Brasil em 2026. O metal brasileiro é o melhor metal do mundo e eu posso provar e vamos provando aqui com Caravelas nesse na sua série na sua pós temporada 30 dias de metal BR.
Todo dia uma banda BR de metal para mostrar que o metal brasileiro está na linha de frente do metal do mundo. Tá todo dia, segunda, sexta, sexta, na segunda, sábado, na verdade 6 da manhã tem um disco novo por aqui, que que é o Caravelas. Os caravelos é uma but pro em Power metal, mas eles têm uma influência forte de groove metal, influência forte de f metal e uma camada grossa espessa, aquele couro nordestino de música. Étnica brasileira, de folk, meta brasileiro.
Como assim? Quando a gente pensa em folk, a gente só pensa em viking, só pode ser folk, e se for viking, só pode ser folk. Se for, é, é elfos na, na, na, na, na floresta, não, folk é música regional. Todas muitas bandas têm folk No No seu metal e porque trazem equipamentos regionais. Ah, essa banda irlandesa vai ter uns gnomínios pulando. Ah, essa banda é é alemã, vai ter lá uma pegada também é é é germânica?
A banda finlandesa tem uma questão de escandinava corpi claring, tem uma banda que tem 2 sanfonistas porta de um, tem 22 sanfonas lá aqui a gente está falando de uma banda que é Ed Power metal, é Ed prog metal, tem ele metal, tem ele, metro de grouf metal para caramba. Mas tem uma camada muito espessa também de falk, metal, de metal regional, de influências regionais. Cara, e é o na minha opinião, é esse o tempero único do caravelus. Tá bom? Power prog metal com esse cheiro
aqui, com elementos regionais. Quem que começou? Vamos falar de Dark avenger, que é uma banda que tem muito a ver com esse disco aqui, e já falar sobre isso mais tarde, mas a banda tem muito a ver com essa banda. Dark avenger é um projeto brasileiro de Power metal que. Tem o seu the beauty, o Dark avenger, do Dark avenger, como um dos maiores discos de Power metal que esse Brasil já produziu. Banda capital taneada por Mário Linhares, falecido gênio, gênio do heavy metal.
Nos deixou muito cedo também, cara. É. Inclusive, o último disco dele teve a participação do Glauber Oliveira, que é o guitarrista aqui do Caravelas. Cara, então o mesmo peso. E o último disco do Mário Linhares é um disco que fala sobre a morte dele, é um disco de despedida. E o Glauber Oliveira tava lá gravando esse disco e ele tá aqui gravando com a gente esse disco também do Caravelas. Muito bom Angra, né? Com certeza. Angra também é uma banda que traz essa carga de Power metal
com influência regional. Na verdade, é o que fez Oo mundo olhar para o Angra, é o fato de de os caras trazerem heavy metal, mas colocarem um Baião no meio. É um nothing to say, é um silence and discence, é um cara ali na fora, isso pra gringo, o gringo não consegue entender a música brasileira é impossível, especial música brasileira clássica, que e que tem muito a ver com um chorinho, tem muito a
ver com a música clássica, né? Então Angra com certeza teve referência depois de um tempo mudou muito, né? Podemos dizer que depois do. A Aurora consert o negócio assim, dali para frente, só para baixo, né? Só para trás, então tá bom. E do falácio, que também faz muito disco, cara, especialmente nesse último disco dele. O Vera Cruz tem uma influência regional muito forte, inclusive a voa Ramalho, que toca nesse disco do falasco. Vera Cruz também toca nesse disco aqui do Caravelas.
Zora barramalho, a vocalista mais heavy metal do Brasil cara, essa é a realidade, mas. Tem isso, cara. O Brasil tem 1111 vantagem de ter muita cultura, de ter muita, muito conteúdo, de ter muito molho, muito, muita coisa pra se falar. Então a gente escuta um Power metal finlandês, você fica, enche o saco, porque não tem muita coisa ali. Eu acho que tem cultura. Lógico que tem muita cultura lá, mas comprado com o Brasil, que é riquíssimo em cultura lá, fica maçante.
Na Áustria, na Polônia, todos são lugares com muita cultura, com certeza, mas o Brasil é um caldeirão de cultura, até porque tem uma miscigenência maior. E aí eu peguei 3 bandas aqui que estão hoje fazendo um som com influência Nordestina dentro do heavy metal e matando a pau, mas assim acabando com o jogo, dominando o jogo, tá? Quem são essas bandas? Primeira Jack the joker, um dos melhores discos do ano passado,
cara 2025, tá? É uma banda cearense que lançou um disco, the Devil to pay in the backlads, que tem como pano de fundo, tem tem como como como base fundamento grandes Sertões, veredas, diz arena Suassuna. Então é um disco épico. É um disco que traz ali 11 Sertão. Metafísico cara, olha que maravilha isso, cara. Tem resenha aqui no r nota, vai escutar, é muito bom.
Jacques jouk tá fazendo um som muito próximo aqui do Caravelas em vejable control é uma banda de metal progressivo, na verdade de Def metal progressivo tá de de tech Def metal do Maranhão, com vocal feminino que é Daniela Serafim, que também participa desse disco aqui do Caravelas então. Calcule, cara, calcule se isso aqui no suficiente você ficar curioso para escutar esse disco do Caravelas e depois escutar o invisípe, contou. Eu não sei o que vai ser, tá
bom? Muito bom, muito legal aqui também. Vudu Price, terceira banda que eu quero trazer aqui, que é uma banda brasileira que traz um metal extremo, traz um theft metal muito agressivo, com temas e ritmos afro brasileiros, cara. Inclusive ali, o rudu Price tem um disco que eu acho uma das maiores obra primas do heavy metal brasileiro já feitas, que é o mandu, né?
Mandu, que foi ali um líder de uma resistência escrava de uma resistência, é quilombola no Maranhão, se eu não me engano, se não foi Maranhão, ou no nordeste, ali que é um herói regional. Brasileiro é esquecido, cara, então, cara, é EE, sem esse disco que conta essa história, meu incrível, cara, ele está falando o Brasil é o cara. Oo Brasil é o melhor metal do mundo, cara. Isso é indiscutível, cara. Tem muita coisa pra você falar
aqui. Então 3 meses eu estou falando disso, mas vamos falar desse disco aqui. Eu não vou entrar muito nesse disco. Porque esse disco, cara, ele é impressionante, cara, esse disco, ele é uma, ele devia ser cara, eu juro para você, eu vou fazer uma tese de mestrado sobre esse disco, eu vou, eu vou mesmo, eu estou terminando o meu degree agora e eu vou fazer uma tese de mestrado sobre esse disco, porque merece muito, merece muito, é impressionante, é impressionante mesmo, cara, um
disco impressionante. Então o que que acontece? Esse disco é baseado numa adreano Suassuna. Cara, você não não leu arena, o seu sonna, tu precisa ler, é o autor mais metaleiro do do Brasil, com certeza ele é o
token brasileiro. Então, no mesmo ano que o token criou o mundo, criou personagens e criou fantasias e criou épicos, o Ariano Suassuna também criou, mas ele estava no Sertão, token, estava Na Na Inglaterra, token, estou na primeira guerra, inclusive tem uma, teve uma Batalha aqui no lado britânico que estava o token do lado do lado do alemão estava o estava Hitler, cara, imagina isso, teve uma Batalha que em um lado você tinha um token logo que tinha Hitler.
Olha que maluquice, cara. Era um outro mundo, né? Era outra realidade. Ariana Suassuna escreveu, aqui nos anos 70, outro mundo, outra realidade no Sertão da Paraíba, escreve um disco que fala sobre é, é a morte, personifica a morte em alguns personagens e fala como essa morte está sempre presente. Mas ela pode ser, é, é, é, é negociada. E se ela é negociada e você cai num lugar escuro, como se você. Foge do da ordem natural.
As coisas dão errado. Isso é Stephen King, cara, isso é Stephen King. Você entendeu? Então esse disco aqui é baseado, né? É, é numa obra do Ariano Suassuna. Mais do que isso, no movimento armorial brasileiro, que era o que era um movimento 11111 reativação. Do orgulho brasileiro, caracterizado com uma cultura Nordestina que trazia uma fusão ali entre uma literatura erudita e uma literatura popular. Isso não foi pelo que aconteceu.
Aconteceu antes. Aconteceu com o manifesto antropofágico, de Anita Malfatti, de Oswald de Andrade, de Mário de Andrade, de é é. Tinha aquela pegada, tinha assim. Vamos, vamos, vamos falar sobre, vamos falar sobre a cultura brasileira, isso nos anos 20, tá? 1920 AA semana de 22, a semana da manifesta antropofágica, por exemplo. Então a gente está falando ali de um movimento para valorizar a cultura brasileira em detrimento da cultura europeia.
Ou seja, a cultura europeia vai mostrar para gente um frameur, mas vamos construir, vamos usar esse frameur para trazer a cultura brasileira e valorizar isso. O Guarani de Carlos Gomes traz isso, então a música. É um hino, né? 111 obra uma peça que tem é 1111 frameer, que tem uma estrutura bachiana, mas é brasileira porque fala de um índio, fala do Guarani. Olha, com uma coisa incrível, isso aconteceu em 1921, não sei. O anos 70 acontece no metal 1915 anos 16, que 2015 1016, quem
está falando aí? Do levante do metal nativo. Mas não vou falar sobre isso hoje, não vou falar do momento. Então o Adriano situação fazia parte desse movimento, ele cabe esse movimento. Ele escrevia obras que uniam o erudito como popular, mas a ideia era trazer um orgulho nordestino, valorizar uma cultura Nordestina, e ele fez isso muito bem, cara, é o nosso querido Caravelas, escreveu essa história baseado em a história do rei degolado nas catingas do
Sertão, que é um épico. De 2 partes, né? É a história do rei degolado nas cartinhas do Sertão. Então a segunda metade, que é a história do do, do do cavaleiro da Pedra. O negócio assim é, tem 2, tem 2, são, é, é um, são 2 obras, né? Esse disco fala da primeira, mas na verdade isso é muito legal, porque esse disco ele não é, é ele não traz um ele não. Ler o livro para você, ele não é uma obra que conta a história do livro, é uma, ele conta uma outra história, ele conta um cenário novo.
É uma história nova que se vale dos personagens e do universo de hedeuno Suassuna. Então, spinoff é um spinoff na mídia que eu mais gosto, que é a mídia do heavy metal, de álbuns conceituais e radicais. Então é um obro conceitual com uma história original, mas que olha ali para uma universo que existe, para personagens que já são consolidados dentro do universo de hedeino Suassuna, né?
É juro, processo. Se soubesse que era o seu não estacionar, ele é tão bom, eu já teria lido antes, porque é muito bom, cara, é muito interessante, cara, e é isso, cara, assim, esse disco, então esse eu vou falar um pouquinho desse disco, da história em si, mas eu queria falar um pouquinho das das participações, tem muita participação interessante, cara.
A gente está falando aqui é do John mccaluzo, cara, baterista do gugman, você tocou em algumas músicas aqui, a Elba Ramalho canta uma música, ela interpreta a celeste, que é uma das. Da das principais personagens da história aqui e faz um trabalho fenomenal, fenomenal mesmo. É uma Ramalho incrível, cara, mas ela eu quero muito ser amigo dela, cara, ela é, ela é metaleira pra caramba. Ela toca com com o falasca, ela toca com com caravelos, ela é alfóloga.
Gente, quero muito ser amigo dela e tem a participação da Daniela Serafim, cara que é o vocalista do invisible controw, que é uma banda de deftech deftech metal maranhense. E ela faz um cultural aqui, ela ela é impressionante e fica a morte aqui, minha, nossa, é impressionante, é impressionante mesmo, me dá medo. Eu tenho medo dessa menina,
cara. Eu quero entrevistar ela nela aqui, quero conversar com ela eventualmente, mas tenho medo dessa menina, cara, ela me assusta, cara, esse disco aqui, cara, eu falo sobre esse disco desde 2018, eu acho que eu estou falando sobre esse disco. Com o Glauber, conheço o Glauber, o grande amigo nosso. Já entrevistei aqui No No Raven 9 na época no metal mantra, grande amigo nosso, gente fina demais. E ele já tinha me mostrado essa
capa. Ele já tinha falado dessa capa pra mim aqui lá em 2018, 2019, algo assim e que que se eu vou deixar a capa quieta, a capa vai ficar aqui na descrição, a capa tem uma onça e 3 Gaviões e isso é ali na situação puro. Então quando ele começou? Com essa capa, ele falou, cara, eu tenho uma história na minha cabeça e essa história eu tenho uma relação com o autor clássico, mas eu não vou falar
porque eu enfim tô montando. E eu olhei essa capa, eu fiquei impressionado, falei puta, atenção, tudo mais. Por que isso? Porque na obra de Ariano só assuna a morte é personificada por uma onça, e essa onça tem 3 Gaviões que acompanham é lindo, isso é poético, ó, eu tô arrepiado, cara, eu tô arrepiado aqui e. Quem quem interpreta a onça nesse disco aqui é a Daniela Serafim. Cara, a morte e meu é impressionante. É impressionante mesmo, cara, é
impressionante. Então pergunta só um pouquinho da história desse disco, não quero dar spoiler, porque eu quero que você escute esse disco, porque tem que ser escutado, cara. Esse disco conta a história de basicamente 3 personagens aí, art, 4 personagens arteiro. Arteiro é o herói, é o protagonista, tá? Ele é Oo mocinho da história a Aurora, nome da minha filha, mas também a Aurora é OOOA, referência romântica, não tem outra palavra, o interesse romântico do arteiro, né?
Eles cresceram juntos, o arteiro era pobre, a Aurora era rica, OAA família do arteiro, trabalhava na casa da família da Aurora. Dá um dá uma merda lá, a mãe da Aurora morre. O pai da Aurora culpa os pais do arteiro, EE mata os 2, executa os 2 e o arteiro do dia para noite se vê injustiçado, longe do amor da vida dele AA Aurora mandava em todo país, né? Enquanto isso acontece e órfão cara maluquice tal vida do cara vira assim do avesso do do dia
para noite, sabe? Isso cria muito rancor, muito ódio de conhecer. Ele é criado pela celeste, celeste, aí quem interpreta celeste é é o barramado, né? Celeste vai lá e cuida da. Do arteiro, enquanto acontece meu celeste, eu tenho 2 filhos, a Aurora e o Augusto. Quando AA minha esposa estava grávida do Augusto, a gente não sabia se era menino. Menina, né? Antes deve ser alguns meses e se for menino, vai ser Augusto, se
for menino vai ser celeste. Então se diz que foi feito pra mim, obrigado, Glauber, esse diz que é meu cara, então o que acontece? Eventualmente o arteiro volta e ele começa 111. Uma revolta popular contra o pai da Aurora, né? Que o pai da Aurora é um cara que tem um dinheiro naquela região, aquele Brasil fiodoro, começa uma revolta, né? E cara, maluquice aí eu não quero contar mais uma vez, eu vou só falar a parte, as partes
maiores, né? E aí ele tá nessa revolta aí, enfim, ele é emboscado, ele é traído, ele ele é morto e quando ele tá morrendo, quem que ele encontra? Ele encontra a morte, ele encontra a onça. Enquanto a danação era fim, e aí a onça falou, meu, você pode ver a Aurora de novo, assina esse contrato em branco aqui, cara, e você vai ver a Aurora de novo. A onça oferece para ele voltar, cara, ele ama tanto a Aurora, sabe o que ele faz?
Ele é assim, né, cara? Ele vai lá e assina, cara, ele assina, ele realmente não morre, mas ele fica preso. Intermundos, ele fica preso entre o mundo dos mortos no mundo dos vivos, ele fica preso num bral. E aí é isso, cara, a história é ele preso num bral e ele vendo tudo acontecendo, quando ele morre, tem uma revolta dos populares, enfim, acontecem várias coisas, mas é isso e que o final também é um final muito poético, né? Será que é um final? Eu falei, ih, será que não é um
final feliz? Não sei, cara, mas você vai escutar esse disco que merece muito, cara, e musicalmente falando, minha, nossa, cara, esse disco é impressionante, cara, é assim, é sacanagem. O conteúdo e competência que o metrô brasileiro tem não pede para ninguém no mundo. O mundo, pelo contrário, é melhor do que muitos lugares do mundo. Eu vou falar que o metrô brasileiro hoje é o melhor metal do mundo.
Isso porque acho que tu ano passado tem 700, quase 700 discos, e eu falo com categoria, com convicção, que o metal brasileiro é mental, é o melhor metal do mundo. Então esse disco aqui ele vai ter, ele vai viajar por muitos, como a gente pode esperar, de um disco conceitual baseado no
nordeste? No na numa época Nordestina, esse disco vai viajar por por música clássica, chorinho, xaxado, maracatu, é, é, deve metal, groove metal, é, é, é gente, balada, jazz, tudo, tudo, tudo, tudo com muita classe, com muita categoria, sem sem quebra, as bruscas, sem corte, corte, busco, será serve metal, se é brasileiro, esse disco é mandar. Mandatório isso é obrigatório escutar esse disco.
Se eu tiver andando na rua, que eu IA me perguntar, cara, sou brasileiro lá, chef, metal, vai escutar em termundos do Caravelas, que é indiscutível, é indiscutível o baixo desse disco meu. O disco começa, né, com visagem. Cara, olha a música de abertura, visagem, né, que é uma coisa muito, muito Nordestina, é muito brasileira, é uma coisa que ninguém consegue entender se não for.
E se não for brasileiro, né? E é uma música que começa aí falando do do arteiro vendo tudo acontecendo, alguma coisa que eu tenho a chance de me vingar. Mas a primeira música de fato é Night abreteção no cavaleiro do Sol, e essa música tem um solo de baixo, cara, é uma música de 6 minutos, né? 7 minutos, na verdade. E ele, essa música tem é a primeira música de disco e tem um solo de baixo que assim, Sério, cara? Eu só suei isso com o derkar
vender. Eu só suei isso algumas vezes com o com o Andreoli, algumas vezes com oOoOO Luis marild, cara, mais sinceramente, é impressionante, cara, eu sou baixista, escuto isso que eu falei, é realmente cara baixo do heavy metal, tá aqui baixo, dentro do do do, mas porque o nordeste tem uma cultura de baixistas muito grande, né? A groveria ou a baixaria que eles falam é um movimento muito bom lá, muito forte lá no nordeste, mas é isso, cara, se
você gostou desse disco. Se você não gostou desse disco, você não me está lendo. Mas se você não gostou desse disco, com certeza você vai gostar aí do Jack the jow car, the Devil to pain the backland, mais um disco também baseado na obra de não estacionar de heavy metal com program metal nordestino. Impressionante invisibil control creater in case né? Um progresso de heavy metal brasileiro aí com é é de Alagoas, em Pernambuco.
Com o gutro feminino vale muito a pena e vui deprist com o mandu, um disco aí essencial também para quem é fã do heavy metal brasileiro. E é isso, cara. E esse foi o heavy nauton podcast que te leva para explorar o universo do heavy metal, especialmente agora de janeiro. O heavy metal brasileiro. Cara, todos os dias, segunda a sexta, segunda, sábado, perdão, 6 da manhã você vai encontrar aqui 30 dias de metal BR uma banda nova BR falando quebrando tudo sobre o heavy metal, cara.
É, execute. O que o senhor veio até agora? Que toda aquela força para a gente segue a gente, Spotify e desse caso sem que seja o que a gente está precisando. Escreve um comentário bacana e compartilhe com seus amigos metaleiros nos seus grupos de WhatsApp. A nossa nova televisão é um voo mais uma vez e um abraço para você revinal que nos vemos no nosso próximo episódio.
Vingando as bruxas do velho álbum, lançado no dia 25/02/2005 pela rehend black terror, álbum que conta aí com 8 músicas, é um vinil com 4 músicas, de um lado 4 músicas, do outro 8 músicas, totalizando 35 minutos de play. Velho que é uma banda de black metal de Duque de Caxias, Rio de Janeiro, Brasil. Nativa desde 2009. Gente. É isso aí, cara. Os caras estão lançando agora, lançaram agora, ano passado, o seu quarto disco de estúdio, né?
O the built deles é de 2015, é o the crepture da sabedoria, de 2015. E depois veio o thecrapture da sabedoria, a seten sessions 2017, que é auto explicativo. Acredito o retorno da mesma lua de 2019, agora vingando as bruxas de 2025, a banda que é formada por splatter. Na bateria que toca em todos os lugares. Cara, ele é o dono da cena carioca, né, meu?
Ele toca no black Moon, eclipso but lifeless Castle, code Night com vocefver, heatell culto, lápis de lua de Plutão, obscore, relleca, suario, overnoes, poimes, death, pomba gira túmulo. Podridão poéticos severos, primitivo e furúnculo anal anopsis Enem, já tocou na anópsis, no Enem, lástima, licorgasma, colatra de flame em muitos lugares também temos o caronti no vocal que toca kickant é vocal, guitarra, ele canta que toca na lua de Plutão, obscoir real aqui e no poéticos severos.
Rafael Lopes no baixo que toca na lápide e dod na guitarra, na verdade, desde 2020 tá no baixo aí também, né? Que toca no code Night, lapd e Power from Hell. É isso aí, cara. É isso aí, cara. Cena carioca pegando fogo e esses caras aqui são os donos dessa cena. E se você está aqui com a gente, você está ouvindo o heavy now, o podcast dela para explorar o universo. Lev metal, todos os dias, de
segunda a sábado. Às 6 da manhã, agora em janeiro, o que a gente está fazendo, você já está ligado, né? Está ligado o que a gente está fazendo agora em janeiro, em janeiro nós estamos fazendo aí o nosso querido 30 dias de metal BR, onde nós passamos 30 dias falando só sobre heavy metal brasileiro, todas as Vertentes. Hoje vamos falar de black metal
brasileiro. Maluquice, encara demais demais esse país tão rico, esse país tão rico culturalmente, tão rico dentro do heavy metal, né cara, muito bom, muito legal. Black metal, cara, black metal é um som norueguês, é um estilo norueguês. Começou, começou Na Na Na na escandinávia, né? Não começou o som na Noruega, começou na Inglaterra e depois na escandinávia, né?
Seven churchiles, então a gente está falando ali de possester, a gente está falando de bandas que começaram a fazer um som mais cru, um som mais reto, um som muito mais rápido, muito mais agressivo que incomodava, que angustiava um som que todo som tem você, você. É, tem uma pergunta e uma resposta, você tem 11 suspensão e um relaxamento, né?
O som é sempre assim, né? A música é assim de maneira geral, o black metal não é só suspensão, black metal é não é só tensão, é só tensionamento, eles não relaxam, é lockrio, nunca se resolve o som deles e aí fica tudo meio graniante, você fica meio perdido, você fica meio sem chão e é isso, black metal, eu quero fomentar esse sentimento de angústia, de dor no seu ouvinte, né, o black metal brasileiro.
É muito calcado no black metal, é norueguês, No No black metal escandinavam no black metal pagão tá bom, é muito calcado no black metal pagão, e quando começou aqui, ele bebia muito dessa fonte do black metal pagão, mas bebia também de estilos ao redor do black metal pagão. Então, por exemplo, 3 bandas que começaram com black metal aqui no Brasil, aí tem o chacalo, aí tem o chacalo lá de 1985.
Que de fato é uma banda que tem muito de thrash metal, mas em muitos momentos ele flertava, ele abraçava, ele passava a noite com o black metal extremo, cara. Então muito do que a gente entende como black metal extremo hoje começou com o cha cabo aqui no Brasil, misturando um thrash com um black, o desculpa, um thrash com um isso, o thrash com um black mais rápido, muito legal, né? Cara? Muito legal. Então é um riff mais agressivo, mais rápido, é um vocal muito
hostil. Porque vem do thrash metal, né? E uma temática ocultista. Então o chacal começou essa coisa toda aqui no Brasil com o black metal aqui no Brasil. Muito legal, né cara? Temos aí a maior banda de black metal brasileiro, com certeza mais importante banda de black metal brasileiro, que é o mister fire cara. Mister fire cara é um black Def metal brasileiro desde 89.
EE tem bebe muito na fonte ali do Meire, na fonte do gorgoroti, todos esses caras, mas é uma banda calcada pesadamente no satanismo ritual, cara. Então as composições dele são são, cara, você vai mergulhar no ocultismo, na magia negra, na profanação de símbolos cristãos. Cara, tá, é uma banda muito influente, com certeza é a melhor banda de black metal do Brasil, com certeza assim. No começo, né?
Com certeza. Mister, fire e sarcófago, mesmo o sarcófago tendo muito sarcófago, todo mundo mais de thrash metal, inclusive o sarcófago, está No No no big four do black metal brasileiro, junto com o sepultura. O sarcófago tinha Blast beach, tinha uns timbres mais sujo ali, mais distorcido, e tinha também um vocal muito agressivo. Então tinha uma semente dessa ferocidade que a gente pode creditar ao black metal. Então black metal nasceu no
Brasil assim legal isso, né? Porque não nasceu junto, teve uma banda que foi lá e falou, ó, que é isso aqui é black metal, não teve, o mister fire fez isso, mas as outras bandas que também fomentaram essa cena, então influenciaram essa cena. Elas estavam misturadas com outros sons e isso representa muito o black metal brasileiro, cara, o black metal brasileiro é uma mistura de muita coisa, cara, muito legal, né? E hoje, quem tá fazendo black metal brasileiro hoje?
Então eu tenho 3 bandas aqui, eu acho que a maior banda de black metal brasileiro hoje com certeza é o cripta. Faz um black and trash metal, não vamos falar delas hoje aqui, tá? Que é a maior banda que todo mundo conhece. Vamos falar de outras 3 bandas que fazem black metal hoje aqui no Brasil. Com certeza o vazio, cara, com certeza o vazio é uma dessas bandas que mistura uma crueza 111 som menos menos trabalhado e
menos produzido do black metal. Mas eles trazem um foco numa espiritualidade, no misticismo, no ocultismo urbano. Então nós vamos falar sobre letras urbanas, vamos falar sobre é o cotidiano, cara, muito legal esse som, tem que ouvir vazio, tá nas melhores coisas que a gente tem no Brasil hoje, especialmente underground, black metal sempre underground, né? Black metal é o mesmo problema em stream, é underground, então o vazio é uma das maiores nomes no underground brasileiro, com
certeza. Vale muito a pena, porque eu sou um dos caras necroward, banda brasileira também de black metal. Mas aí eles já tem uma pegada, um apelo, uma temática muito mais forte, muito mais calcada no bélico, na guerra, né? Então a ideia deles é criar ali rif, um rif mais metralhadora, um rif mais violento, uma bateria que vai te machucar, porque eles querem trazer a atmosfera de campo de Batalha, por exemplo, né?
O voco é muito. Revoltado assim, cara, eles falam última destruição total e o fim da civilização. Também tem uma produção bem crua e assim é muito brutal. Então se tem uma banda que a gente pode falar no Brasil que está mesclando, que está flertando com o brutal black metal, é o necroward, com certeza é uma puta banda, cara. O necroward também um das melhores coisas que o Brasil tem aí no underground, cara. E também temos aí uma espinha, que é uma banda brasileira que une black metal.
Com elementos históricos e pagãos explorando bruxaria, religiões de matriz africana e lendas locais brasileiras que vão evocar ao misticismo, cara, a mula sem cabeça, o boitatá e essas coisas. Maluquice isso, né? É muito legal, porque é muito rico aqui no Brasil. Isso, né? E a gente tem isso numa espinha. A questão que deixa tudo ainda mais interessante, porque o vocal feminino com cultural, então tem cultural e tem o vocal
feminino, né? E eles vão falar sobre folclore brasileira, essa metodologia brasileira, essa percussão religiosa brasileira. Cara é muito rico, cara, é muito rico. Mistini é uma das melhores coisas que tem aqui no bloqueamento brasileiro. E voltando aqui, agora que você já conhece o black metal brasileiro, você achou que não tinha black metal no Brasil? Achou errado, cara, tem black metal no Brasil e tem muito
black metal no Brasil, né? EE, muito do black metal no brasileiro tá calcado no Rio, o Rio de Janeiro é o país, é o estado mais black metal, com certeza, eu já falei no Rio e é o lugar mais black metal do Brasil, com certeza, cara, sono é frio, é quente, né? É um black metal quente, não é um black metal frio, né, mas é isso, cara. Falando aqui especificamente sobre o velho, sobre esse disco
que vingando as bruxas, né? É, a gente está falando isso, um disco que foi lançado em 2025, mas é um disco que é muito mais puro, tá? Então eles é eles. É uma clara direção, diferente do que eles estavam fazendo nos discos anteriores, especialmente lá, né? Nascendo da mesma lua de da mesma lua.
Falando do disco anterior, 2019, que é Oo retorno da mesma lua, então o. É vingança vingando as bruxas, tem 111 assim 11. Guinada 180 em corporação, com o retorno da mesma lua, cara, porque o retorno da mesma lua ele é mais ele é mais melancólico, ele é mais atmosférico, ele é mais etéreo ainda black metal, mas ele tá flertando com coisas ali meio de black gays. Não chega a ser um black gays, mas tá uma flertada com black
gays. Já aqui não, no vingo das bruxas, eles voltam e colocam os 2 pés fortemente ali no quadradinho do black metal, cara, né? Então, assim, não é um disco que eles vieram aqui para experimentar, um disco que eles vieram para se consolidar na cena, cara, e os caras vieram lá de Duque de Caxias, cara, que é uma periferia no Rio de Janeiro. Isso é muito interessante, cara, porque meu? Black metal ele é ele é muito calcado Na Na personalidade do artista, né?
Então, considerando a gente pensando black metal, a gente pensa em corpus, se pentem, aí a gente pensa no gelo. A gente tem pessoas queimando igrejas e coisas assim. Mas isso porque o black metal é se confunde muito com o winder Circle black metal que se confunde muito com o burzun, com OOO, que é o Vargas virking, confunde muito com o meihing, confunde muito com essa galera. Porque é muito, é um é um som de
muita personalidade, né? Então Oo artista se torna muito quem é a banda, quem é o som, até quem é o estilo. Tanto que as o black metal mais famoso do mundo é uma cena, não é? O black metal tinha black metal antes do in the soclow black metal existia black metal após o in the soclov black metal tinha a black metal em outros lugares, quando a gente tinha o in the soclov black metal. Mas o mais famoso é aquela cena, entende?
Então? É muito interessante a gente olhar para uma banda de duque de xaxias, que tem uma realidade de 150% diferente da realidade lá da Noruega, por exemplo, de uso na Noruega, mas que entrega um som com a mesma inspiração, com a mesma direção, provando que o black metal e o heavy metal são linguagens universais. Não são linguagens. Ninguém é dono do heavy metal ou, no caso, ninguém é dono do
black metal. Black metal é universal, cara, e tem em cada lugar vai trazer um sabor diferente, cara. Né? Então assim, o que acontece é que com o velho eles vão com esse disco aqui, o vingando as bruxas, eles vão falar muito sobre misantropia, sobre a antes cria, antistenismo, a decadência é humana mesmo, tá bom? Só que eles adaptam isso ao discurso público brasileiro, a
realidade brasileira. Olha que maluquice, então eles vão falar sobre bruxa, sobre perseguição, sobre né, porque que as bruxas são mulheres, porque se mata mulher da idade média, né? E sobre pressão religiosa, vamos cantar em português que é pô, black Matt em português é algo impressionante mesmo. Mas eles também vão falar sobre a realidade brasileira, sobre corrupção, que são assuntos que
são inerência na sociedade. Eles vão falar sobre descaso, eles vão falar sobre miséria, que são assuntos inerentes a quem nós somos enquanto brasileiros. Cara, é muito legal último muito legal mesmo, né? Então assim é. Então, eles vão falar bastante aqui sobre anticristianismo, por exemplo, mas eles vão trazer também ali uma carga da realidade brasileira, o anticristianismo dentro da realidade brasileira.
O que que o cristianismo machucou impactou a realidade brasileira, mas também essa herança colonial. Cara, nós somos cristão. Por que que é Brasil? A cristão, Brasil nativo pagão é pagão, né? Mas aqui não é cara. E eles meio que fazem um ritual ali, 111 invocação em cada uma das músicas, cara. Então é um disco assim, muito, muito é. É imersivo, cara. Só se sentir aí num cenário de bruxaria brasileira, cara. De fato aí, cara, mais uma vez.
Isso também se contrasta bastante com o disco anterior, né? Mais uma vez, o retorno da mesma lua, eles estavam explorando algo mais respectivo, mais melancólico aqui, não, eles atrás de um ódio muito mais, é uma posição muito mais hostil, cara, é 11 estética desse disco que foi voltada ali pro confronto mesmo, cara, né? Então acho que é isso, essas palavras que me pulam a mente.
Quando eu penso nesse disco, eu penso em em em misticismo, eu penso em realidade brasileira, eu penso em confronto, eu penso em paganismo, é tudo com esse sotaque carioca, cara. Né, eu acho que assim é um eu eu quero escutar mais de do velho, porque eu quero entender até onde eles conseguem ousar e eu quero entender assim, cara, eu quero 111 disco sobre bate bola, cara, que é uma das coisas mais aterrorizantes do Rio de Janeiro, muito regional, e eu quero entender isso, cara, quero
que eles tragam isso pra mim. E acho que se tem alguém que pode traduzir o terror que é encontrar um bate bola no Carnaval carioca, é o velho, é o velho cara. Eu queria entender isso aí, cara. Mas é isso, velho, com o seu novo disco aqui vingando as bruxas. 30 dias de metal BR aqui no revinalta. E se você gostou desse disco do velho, você tem que escutar também. Vazio eterno em obscuro. Né que vai ter esse clima urbano e ritualístico e de black metro
brasileiro, tá bom? É uma espiritualidade urbana meio bagunçada, cara muito legal. Michi fire com guatcha de 93, clássico clássico do black black metro nacional cheio de satanismo ali um clima bem opressor, mas cara muito legal e my stany. Assim informe a richiew que é um black em 2014, que é o black metro, com temática temática pagã e de perseguição religiosa. Tem muito a ver com aqui, com esse disco do.
Do velho e tem o qual feminino? Então cara, dá uma olhada nessa aí, e esse foi o heavy now, tu pode achar que a gente leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta às 6 da manhã, de segunda a sábado na semana. E se você gostou do que você ouviu, será que a gente no Spotify deixa aquelas 5 estrelas que a gente está precisando? Escreve um comentário bacana para gente aqui, compartilha com seus amigos que votaria dos seus grupos de WhatsApp.
A sua participação ajuda ravinal que chegará a mais fãs do heavy metal como você. A nossa live televisão mais uma vez um abraço pra você revinaldo que nos vemos no nosso próximo episódio burning in Hell do burning in Hell balançado no dia 14/04/2004 pela encore Record w um conto com 11 músicas,
totalizando 56 minutos de play. Burning in Hell, que é uma banda de Power metal de Caxias, no sul, no Rio Grande do Sul, nativa desde 1900 e. 95 cara, olha aí, os caras são donos dessa coisa toda chamado Power metro brasileiro. Cara, o Power brasileiro, que é o melhor Power metro do mundo, né? Tu não sabe disso, né, cara? Tu não sabe disso. O burning real, do burning real, que eu conto com 11 músicas aí tudo nos anos 56 minutos de
play. Burning real tem 2 discos lançados, tem o the beauty deles, que é o burning real, de 2004, que é o que a gente está conversando aqui. E tem mais um disco deles que é o believe, de 2006. É a banda que é formada por Geraldo aitana guitarra. Marcelo Moreira, sim, ele mesmo, na bateria que toca no caseus Belle, no burning Hell e no Circle to Circle. Gente, já tocou no alma e já fez teste no épica também. Leandro Moreira, que é irmão do Marcelo Moreira na guitarra e no
vocal e Ederson Prado na baixo. Ele toca no sef. E no Thiago da navega ao vivo? Caraca, Thiago da navega que ganhou aí um concurso não é de que está mais rápido do mundo alguma coisa assim muito legal, muito interessante. E você sabe o que você está fazendo se você caiu aqui de para cara? Você está ouvindo o heavy now, o teu podcast te levar pra explorar o universo heavy metal todos os dias, segunda a sexta às 6 da manhã e agora em janeiro
você está ouvindo sim o 30 dias. De metal BR 30 dias de metal BR é a nossa série na pós temporada, onde nós passamos 30 dias falando sobre 30 bandas de heavy metal brasileiro. Pessoal, olha aí que muito legal a gente chegou a hora de falar sobre o Power metal gaúcho. Power metal, cara, Power metal no Brasil é a casa do Power metal, cara, é a casa do Power metal brasileiro, indiscutível completamente. Aqui a gente tem uma tag de Power metal com heavy metal.
Então eu queria falar um pouquinho, começar aqui nosso episódio. Eu queria falar sobre bandas de heavy metal no Brasil, que começaram as primeiras bandas de heavy metal no Brasil. A base fundamento a raiz do Power metal e do heavy metal no Brasil. Eu peguei 3 bandas aqui, cara, 3 bandas, cara, tem que dar uma ouvida, cara, é a gente quer respira heavy metal. É legal voltar pra origem e entender que tá porque como que a gente chegou onde a gente tá hoje, né?
Entender isso é muito legal. E pra entender isso tem que entender. Patrulha do espaço, de 1977 cara, nem era tanto metal, era um tipo um pronto metal, era um som, era de Porto Alegre também, uma banda gaúcha também de Porto Alegre. Lembrando aqui que o Power metal, que o heavy metal nasceu aqui no Rio Grande do Sul, nasceu no Brasil, no Rio Grande do Sul e em São Paulo também,
né? Mas tem a patrulha do espaço, que é uma banda gaúcha de Porto Alegre de 77, consideradas uma das primeiras bandas gevético do Brasil. Cara, o som deles é mais é, é mais voltado ali para um Black Sabbath, um the Purple, um Led Zeppelin, mas dá uma mesclada com o heavy metal, né? Começou tudo lá. A patrulha do espaço tem que eu vi, gente, Dorsal Atlântica também, cara de 1991, que é um número muito forte, né? Inclusive patrulha do espaço, um nome muito forte também.
Também é uma banda gaúcha, cara. Olha aí como Oo heavy metal nasceu No No no Rio Grande do Sul, aqui no Brasil, cara, que maluquice. Também é uma banda gaúcha, pioneira, que trazia elementos de metal tradicional, mas eu começava a flertar um pouquinho com o thrash, flertar um pouquinho com Speed metal. Então é um som que vai dar uma cara assim do thrallântico, que vai lembrar um pouquinho como motorhead, Speed metal brasileiro, como Judas Priest
brasileiro, cara. Olha aí, que legal, cara. E é um das primeiras bandas de heavy metal no Brasil. E uma outra banda que começou com tudo também foi o ar. Pia, de 1982. É uma banda já Paulistana, né? Pioneira no mercado tradicional brasileira, ele já traz um vocal mais agudo, mais potente, uma temática mais épica, mais fantástica, mais medieval, claramente influenciado pelo new Wave of braddf metal do Iron Maiden do Saxon, cara.
Né? Então aqui se você está falando sobre 11 melodia sobre 11 composição mais melógica. Hum, começou aqui com ARP de 82 e começou tudo aqui, cara, começou desse jeito o heavy metal no Brasil, olha que maluquice, mas quem está fazendo um som aí parecido com o nosso querido burning Hell hoje em 2025? Não tão recentemente, mas com certeza vivo no heavy metal
brasileiro. Nós temos o triboze triboze que é um. Power heavy metal brasileiro do Renato tribusi, que é o ex vocarista do Corus, tá bom, mas que tem aí um trabalho com muitos vocalistas, ele traz aí No No no disco tributos do tributos. A gente tem aí o Michael Kiss, que tem o Bruce dakeson, tem o cairrense e muita gente cantando cara muito legal. Então o tributos lembra bastante essa anualidade aqui, Lady
maiaes. Também uma banda gaúcha missionando um Retro adicional com toques mais progressivos, elementos regionais também sutis. Sonoridade dos caras tá então o metal tradicional que vai ali. Do tradicional de um de um Iron Maiden até um progressiva ali, uma coisa mais, sei lá, um pouco extratovários, até com pitada ali de um pouquinho da sonoridade gaúcha.
E o Brooke espiral, que é uma banda brasileira de metal tradicional, também tem guitarra ali, sempre do etado no vocalimpo, potente composição que mexe com o classicismo. Aí bebe muito a fonte do Halloween, do Halloween, do gama Ray, do Honey wild. Com certeza essas bandas estão fazendo essa sonoridade aqui, cara, e a gente falou muito
sobre bandas gaúchas aqui, né? A gente falou sobre OOOO Rage my AI a gente falou sobre o patrono do espaço, falou sobre o destival Atlântica e o próprio burning real. Cara, é a cena gaúcha, é muito forte, cara, a cena gaúcha. Gaúcha é uma das cenas mais antigas do heavy metal no Brasil, faz muito sentido isso, né? E é uma cena muito forte até hoje, com muitas bandas boas.
São 1111 fanbase enorme, né? Sempre que tem show em Porto Alegre lota galera lá gosta muito de heavy metal, meio maluca pelo heavy metal também, né? E é uma cena muito forte, muito importante pro heavy metal, então a gente tinha que trazer aqui um pouco dessa cena regional aqui pra gente, que é uma cena fora do eixo Rio São Paulo, Oo heavy nauta é um podcast No No eixo, né?
Rio, São Paulo, porque eu estou aqui em São Paulo e o Rafa Rafa Ferreira que grava com a gente aqui, que é o nosso fiel amigão, escudeiro nosso, poxa, é o dono aqui, né?
Na verdade ele é o dono aqui. Eu só, eu só, eu só organizo aqui a bagunça, mas ele que manda em tudo aqui, ele, ele é carioca, então, cara, ele está falando sobre eu sou Paulista, o Rafa é carioca, a gente está muito nesse Rio, no eixo Rio São Paulo. A gente tem aqui uma cena muito forte fora do eixo, eixo Rio São Paulo, começando lá no Rio Grande do Sul. Cara, o burning Hell, por outro lado, é uma banda muito clássica, né? Muito clássica, inclusive. Cara, é, é assim.
Se eu tivesse que clássico que é o burning Hell, como uma banda é, eu compararia. Eu diria que o burning Hell é o Edgar brasileiro. Eu acho que, especialmente lá no Twitter ou salvation, o burning hel bebe muito nessa fonte. Cara, e esse disco que a gente está ouvindo, que é o disco que eu the beution dos caras, o burning Hell é de 2004, 2004, tá? Então você para pra pensar aí, esse disco de 2004, cara, é um disco que tinha muita coisa de
heavy metal acontecendo, né? 2002 ali que que você tinha de heavy metal em 2002 aqui no Brasil de Power metal? Cara, falar pra você que 2002 foi provavelmente o ano mais Power metal da história do Brasil. Sabendo que o Brasil é o melhor Power metal do mundo, juntamente com o Power metal italiano, a gente pode considerar que 2002 foi o ano do Power metal. Então eu fiz uma busca simples.
Que cara eu fiz aqui? 11 compilado simples de discos de Power metal que saíram no Brasil entre 2002 a 2002, 1001 a 2004 tá bom? Olha o que saiu, a gente tem xamã, a gente tem ritual do xamã, dia 21/06/2002, só isso, só tá bom. André Matos que sua nova banda provavelmente é o melhor trabalhador do Matos da vida dele. Cara, muito bom esse disco, uma
fase muito legal. E aí tinha xamã, cara, tinha ritual saído em 2002, aí tinha o rebefe do Angra em 2001, saíram em 24/10/2002, 1002, 1001, finalzinho 2021. Disco do Angra saindo o Ruy birth, com a sua nova formação e cara, eu estou escutando muito esse disco agora, o Ruy birth, que meu filho gosta muito de de Millennium Sam, então eu estou escutando muito Ruy birth agora, puta.
Esse disco aqui é muito bom mesmo, cara, a gente tinha e cara, beleza, já coloquei aqui as grandes coisas que saíram em 2001, 2002, mas tinha muito mais coisas saindo. A gente tinha the Kingdom do Wizard saindo, cara. Wizards, que é uma banda de Power metal Paulistana aqui cara também, né? Então você disse que aqui saiu em 22/05/2002, aí tinha Planet do Holly saga, essa banda que abria pra tudo quanto é show. Fui em 3 shows do chamando nessa época e o rolly saga que abria cara.
O rolly saga que abria que é uma banda também de São Paulo aqui de Power metal, cara. Uma banda ali que você vai conhecer, porque quem tocava nessa banda era o era. Quem cantava nessa banda era o Maurício Queiroz, cara.
O Maurício Queiroz, você vai conhecer porque ele cantava também no delf, cantava no mister egal aí, cara, então, pô, também tinha também tinha roll saga, aí a gente tinha ARM of the time, saiu em 2000, em agosto de 2002, 1002, também do Steel warder AA gente tinha Dragon Hart lançando through of the Alliance em setembro de 2002.
A gente tinha o glorie opera lançando o Rising buenga de em outubro de 2002 também cara, a gente tinha aí o nordhein and the raw metal Power, novembro de 2002 a gente tinha o Bélgica com o for all de 2002 também dezembro 2002 a gente tinha o avallow lançando o incógnito de 2002 a gente tinha o heaven's fall em março de 2003 lançava em ferol Dreams, a gente tinha ali
OA tribo to the plag com a long. Em 2 em abril de 2013, sendo lançado também a gente tinha o imortal cupquire, em 2013 lançando o beandegredy vest forest, a gente tinha o Sky scraper lançando o teve illisation de dezembro de 2003 também a gente tinha o dreherlands com um disco cara, esse disco aqui é um disco à frente do templo dele porque o Power metal cantado em português. Olha o nome do disco do dreherland, esse disco vale
muita imprensa da morada. Cara, elioplis é o just and dreadseasing cara, é aí um Power metal com influencers e prog metal. E é de Salvador, não é Paulistana, cara? Muito legal, muito legal. Uma das melhores coisas que saiu ali em 2013, a gente tinha o tocatá, a gente tinha o vers over com House of bons. 2003 a gente teve também o tocatá magna, soltando aí, lançando o
incognight soul também, cara. Tínhamos o Lost for evercom ainda do beginning de 2004. Haven's Guardian, com Doll, de 2004. Velho analistan de 2004, EAS of shiva com Eyes of soul, grande disco em 2004. Hibria, the find the rouse em novembro de 2004. Tinha tudo saindo em 2004. Cara Power metal brasileiro é assim o 2002 2001 2004 foi foi ali a fase de ouro do Power metal brasileiro, tanto que eu lembro muito claramente em 2003.
E eu eu estudava de tarde, né? Eu estudava numa cidade de longe da minha cidade, eu pegava o ônibus e IA pra escola, então eu saía de casa mais ou menos 9 da manhã, IA pra escola, ficava com meus amigos o dia inteiro, cara, era muito legal essa época, passava o dia com meus amigos tocando, né?
Eu só tocava, jogava basquete nessa época eu levava o meu baixo pra escola, pra tocar com meus amigos e jogava basquete, saía da escola onde tinha que jogar basquete, quando saía ali, a gente IA pro mercado e a gente IA comer, sei lá, só que a gente tomar refrigerante. E passava O Beijo do Vampiro, a novela beijo do vampiro, será que foi em 2002? Isso eu vi aqui, cara, e eu tava
certo. Em 2002, começou dia 26 de agosto 2002, também conhecido como meu aniversário e foi, acho, um aniversário dos dos anos 2002, foi um ano mais feliz, um dos anos anos feliz da minha vida, mas com certeza ali um ano mais marcante da minha vida, da minha minha adolescência ali, por alguns motivos, não vou falar sobre esses motivos, mas foi um ano muito marcante da minha adolescência. E eu lembro que a gente jogava bola, depois IA, IA lá assistir O Beijo do Vampiro, enquanto que
eu tomava refrigerante. Comia Salgadinho por quê? Porque tocava ferry. Tale do chamando Na Na novela cara, você tem noção quem sentava pra ver novela? Um Monte de cabeludo, suado depois do basquete, com violão baixo, é carrom, sentava No No mercado pra comer 11 saborinho, tomar um refrigerante e assistir o beijo de vampiro que eu tinha. Ferry Tale, chaman, cara, esse era o nível.
Cara, esse era o nível do como o Power metro era foi popular no Brasil, aqui em 2002, show puta e em show a cada 15 dias estava num show diferente, cara, nessa época aí, né? E nessa época a gente tem burning Hell lançando o seu disco também, cara, e esse disco foi afogado pelos outros discos que foram lançados, porque eu escutei muito mais.
Eu estive, escutei muito tokata magna, isso tem muito híbrido, escutei muito chamando muito rebete, com certeza, mas não escutei tanto burning real e deveria. Porque o trabalho do Marcelo Moreira aqui é impressionante. O trabalho do Leandro Moreira aqui é impressionante no vocal e tem uma sonoridade muito parecida, muito similar com o teatro. Eu salvei chamado de gay e Edgar, que é uma banda da minha vida, cara. Então com certeza que a banda ela seguiu em frente, né?
Então assim, o Marcelo Moreira continua sendo profissional e hoje ele toca só no Circle to Circle, que é o professor espiritual ali do seveted. E o Circle to Circle é uma banda assim que. É, foi muito importante em um momento da minha vida, certo, que eu escutei muito aquele buirden of streams, foi um álbum que eu escutei até furar gente, até furar o Marcelo Moreno não gravou esse disco, gravou os próximos ali, né, os os mais recentes, mas eu escutei esse
disco, foi um disco muito bom. E quando você estava falando aqui desse disco, essencialmente cara, é, ele estava numa época onde era isso, a gente falava sobre dragão, cara, a gente falava sobre fantasia, e esse disco que eu falava sobre dragão, eu falava sobre fantasia. Mas é muito interessante como tem ali claramente um distanciamento da temática lírica, né? Que é uma temática mais inocente, mais hematura, mais próximo do que estava acontecendo em 2004.
Mas a sonoridade não. A sonoridade estava muito consistente. Já tinha mais é, é, é, é camadas de complexidade, tinha mais identidade, tinha mais personalidade. Estava querendo chegar no próximo ponto cara, como o Edgar chegou? Com os seus discos mais recentes aqui, mas o Bernie hall não teve tempo pra isso e não teve tempo porque foi afogado. Mas esse disco aqui é ouro, vale ouro.
Se você gosta de heavy metal, você gosta de Power metal no Brasil, você gosta de você gosta de xamã, você gosta de híbrido, você gosta de tocar tua magna, você gosta de Holly saga, você gosta dessas bandas, você gosta do André Matos? Hum, você que dá um você que tem que dar uma chance pro burning hall porque provavelmente você não escutou na época, porque você foi afogado por outros discos, né, cara?
Então, o disco que claramente conversa com o mundo, cara, eu posso garantir que se você escuta heavy metal, se você começou a escutar heavy metal, mais ou −2000 e alguma coisa, 2002, vai isso que eu estou falando, da xamã, hangar e todas as outras bandas. Você joga RPG e esse disco conversa muito com essa, com esse público, sobre a galera. Então foi um disco direcionado pro público, né? Tinha uma demanda, tinha show a cada 15 dias, você tinha que
fazer parte dessa demanda. Então conversa muito com essa galera. Tem uma carga estética dessa época, mas tem algo a mais, tem um molho a mais, tem um tempero a mais, que é um tempero que o burning real imprime nesse disco que a gente não vai encontrar em outras bandas e se perdeu, se perdeu porque foi afogado por outras bandas. Mas a banda está nativa ainda, talvez tenha um próximo
lançamento, quem sabe? Cara, e é isso, cara, se você gostou desse disco, cara, aqui do burning real com o seu disco burning. Eu vou recomendar aqui o tribose com o esse equilson em 2005, né? Que puta Power heavy metal brasileira com o tributos que canta muito, mas tem participações internacionais que são muito importantes também.
O Rage my Eyes com o Rage my Eyes de 2018, que é o heavy metal gaucho tradicional, mas tem um toque de progressivo, então um toque ali de de gownshase e o Broken spell com o Broken spell de 2002, que é o metal tradicional melódico, assim, calcado dentro do que a gente pode inspirar de um Power metal brasileiro cara. E esse foi o heavy now. O podcast Dave participou de um metal todos os dias, segunda a
sexta. Às 6 da manhã a gente está vivendo aqui o 30 dias de metal BR cara, então de segunda a sábado 6 da manhã é uma banda brasileira pra gente, pra você chamar de sua. Vem com o dia que o senhor inventar agora que está naquela força pra gente, se é que a gente tem Spotify, deixa aquela 5 centa que a gente está precisando, escreve um comentário bacana e compartilha com seus amigos metaleiros nos seus grupos de WhatsApp. A sua participação ajuda o ravinalta a chegar a mais fãs do
heavy metal. Assim como você, a nossa nave está levantando o voo mais uma vez. Um abraço pra você ravinalta e nos vemos no nosso próximo episódio. Armada do armada, algo lançado em 2013 de maneira independente, algo que conta com 13 músicas, totalizando 1 hora e 2 minutos de play. O armada, que é uma banda de heavy Power metal brasileiro de São Paulo, capital nativa desde 2011. Cara, olha aí, gente, olha aí os caras só tem um disco lançados,
que é o armada de 2013 mesmo. Tem vários, vários. Singles depois disso, inclusive o single do ano passado que é o silvertiers. Muito interessante, mas o seu, o seu the put, que a gente tá falando aqui hoje, é uma armada de 2013. Temos aí na banda Paulo shops no baixo, João pires na bateria, Alexandre Dantas na guitarra, Renato Domingues na guitarra. E Maurício Guimarães no vocal. Cara, olha aí, né Oo. Maurício Guimarães também toca no Ministério da discórdia, muito legal, cara.
E você, está ouvindo o heavy? Malta? O seu podcast aqui todo dia fala sobre heavy metal aqui segunda a sexta, um de segunda a sexta, 6 da manhã, um metal novo na sua taminária e agora em janeiro nós temos 30 dias de metal BR de segunda a sábado, 6 da manhã. Você vai ter aqui uma banda nova do heavy metal brasileiro para você explorar. Provavelmente você não conhece, mas que deveria estar escutando nesse momento você está curtindo que você viu até agora? Que toda aquela força para gente.
Segue a gente no Spotify e deixe aquela 5 estrelas cheias de brilho. Escreve um comentário e compartilhe com seus amigos metaleiros, nos seus grupos de WhatsApp, a sua participação ajuda o Reinaldo a chegar a mais fãs de heavy metal. Assim como você que começou, quem começou, quem inventou de. Tocar heavy metal e colocar história no meio cara que colocou história no meu, no meu som aqui, cara. Quem colocou um livro de história no meu som, cara, assim é heavy metal.
É uma mídia, né? Música é uma mídia heavy metal, mídia. Você consegue contar histórias lá e porque não contar histórias verídicas, histórias acuradas, existe muito disso, cara. Quem começou com isso, com certeza foi o foi o Iron Maiden, cara. Né? Era o made in deuses do heavy metal. Eles começaram a falar com o Power slave é, é, é com o próprio killer. Vocês começaram a falar sobre histórias reais assim?
Eles não abordam de fato 111 ponto histórico, mas eles falam de diversos personagens históricos, de diversas batalhas históricas aí, né? Então esses high the trooper e tudo isso. É aeromander fala muito sobre história, né? O Grave Digger também começou com isso, mas eles são um pouquinho mais específicos.
Eles falam mais sobre é narrativas europeias, guerras medievais, até um pouquinho da metodologia viking ali, mas também falam sobre é essa questão mais acurada da história e com certeza a banda que a gente pensa ali, quando a gente tá falando sobre metal história, a gente tá falando sobre sabatom, né, cara? Sobre sabatom, cara que é uma banda que fala exclusivamente de guerras mundiais.
De heróis militares. A gente fala sobre stalingados, sobre a Normandia, outros eventos bélicos, históricos aí documentados. Eles vão falar também sobre outros momentos históricos, vão falar somente sobre a guerra, né? Na primeira, sobre guerra mundial, apesar de falarem bastante sobre a primeira e Segunda Guerra Mundial, sábatone, quem está fazendo esse som aqui? Quem está fazendo um som de heavy metal, Power metal com uma pegada pesada de história no
meio. Hoje a gente tem o rebelen, cara que é um heavy metal alemão focado em Shakespeare. Então eles falam muito sobre Shakespeare, acuradamente, respeitavelmente, documentando a história dos contos de Shakespeare, da as obras de Shakespeare. Então rebelham com certeza é uma banda eu quero trazer que está aqui. Está fazendo um som parecido com a armada civil War, que é uma banda de um ex. É um projeto aí que saiu do soul sabbathon e também fala sobre
conflitos históricos, né? Fala sobre minha história, uma história humana mundial, ela vai falar somente sobre. A primeira e segunda guerra ou conflitos, como a gente fala com o sabbathon e o de de caylor, cara que é uma banda de Power metal muito boa Americana, lá de Utah, e os caras sempre vão falar. E tem álbuns conceituais que vão falar, por exemplo, da dapoleão sobre as cruzadas, sobre é guerra civil Americana e muitos outros pontos assim.
Então eles também trazem história e Power metal muito sólida aqui pro som deles. Armada, gente, então o que acontece? O armada é uma banda. Que, na minha opinião, é muito necessária. Cara, a gente precisa de uma banda como armada, por quê? Porque a história do Brasil é muito rica, a gente tem muita coisa para se falar na história do Brasil.
A história do Brasil é muito rica, cara, tem muita coisa que a gente pode falar na história do Brasil e a gente não conhece, cara, e aí o armada vem e faz um disco com diversas histórias, contando sobre diversos conflitos, mas eu não sabia que hoje eu tinha tanto conflito. Na verdade, eu fui escutar esse disco algumas vezes, né? E eu fiquei impressionado porque eu percebi que eu não conheço nada da história brasileira.
Então esse disco aqui, ó, algumas coisas que vão ser cobertas nesse disco que a gente está falando aqui, por exemplo, ó, é, eles falam sobre guerras guaraníticas, cara, né? Então, a segunda música do disco, wikelshom the River, fala sobre guerras guaraníticas de 1754 a 1956, que é quando indígenas das missões Jesuítas. Resistem, em razão portuguesa, espanhola, pelo tratado de Madrid. Olha isso, cara, eu não sabia disso, eu não sabia isso, eu não
sabia disso, cara. Então, a terceira música deles, Queen Marin saenne Maria, primeira de Portugal, conta a história de uma rainha de Portugal que se exilou no Brasil. Viveu 8 anos reclusando convento porque ela só fez um quadro depressivo severo e foi conhecido como rainha louca. Olha que maluquice, cara.
Cara, tem um disco, tem uma, a quarta música, que minha opinião é a mais forte, mas e a melhor, uma das melhores dessa desse disco que é canudos, que contam sobre a história da guerra de canudos. Eu eu conheci essa história por cima e eu fui ler mais sobre essa história. Quando eu fui escutar esse disco meu, eu eu chorei. Canudos foi, é, é sertanejos, né? No Sertão da da Bahia, que eles foram segregados, foram até assim, é, é, é, é. Eles eles foram, é, é segregados
essa palavra, não tanto palavra. Falar isso a uma comunidade, uma comunidade paupérrima, cara que vivia na seca, ali não tinha recurso, isso era longe de tudo. E eles podiam chegar ali e enfim, né, viver uma vida miserável. Não tinha lá um cara chamado Antônio conselheiro, cara que era um líder religioso e esse cara conseguiu. Unir toda a comunidade, fez AA comunidade e criou uma comunidade ali utópica, uma comunidade independente e 11 comunidade sem dinheiro. As pessoas viviam do escambo
ali. Bateu mais de 25000 pessoas ali, mais ou menos. Todo mundo vivendo em paz, em segurança, sem dinheiro. Gente, é isso é utópico? Aconteceu no Brasil. O exército rebolicano na Bahia não gostou da ideia de se ter uma comunidade independente prosperando tanto, especialmente com uma posição anticapitalista, né? Foram lá e executaram essa, essa, essa comunidade de 15000 pessoas morreram, 15000 civis
morreram, cara. Só que pra se resistir a isso, Antônio conselheiro liderou esse essa resistência. Com um caráter religioso utópico. Então, realmente as pessoas da comunidade ainda acreditavam que iam conseguir vencer o exército pela fé e morreram pela fé. Isso é trágico, historicamente falando, lindo, politicamente falando, ideologicamente falando. É impressionante. E o armado consegue colocar esse sentimento dentro da música que eu não dos eu chorei.
Isso que estão nessa música, contando essa história. Cara, é incrível. Armada, que é o nome da banda e o nome da música aqui, da música do Abdo, que fala sobre a revolta da armada. Cara, minha esposa até brigou comigo porque ela queria falar comigo, eu tava e eu tava super é absorto lendo sobre Floriano Peixoto, que eu não conhecia, não sei quem que é Floriano Peixoto. Enfim, teve 1111 decisão é Floriano Peixoto ou o cara que veio antes dele, Eu Acredito, foi lá e dissolveu o Congresso.
Os marinheiros, né? A força naval não gostou e começou a bombardear o Rio de Janeiro por 50 dias. Cara, cara, isso aconteceu em 1000, CentOS e 93, como a gente não sabe como eu não sabia disso, que marinheiros, né? A marinha começou a bombardear o Rio de Janeiro, Niterói por 50 dias, cara. Um canhão mesmo, cara. E aí é, eles conseguiram depor o presidente que não era Fernando Peixoto, Floriano Peixoto tomou um lugar e prendeu esses esses marinheiros que estavam envolvidos nisso.
Cara, caraca, o Brasil não é para amadores mesmo, não é desde nunca, cara. Que maluquice, maluquice mesmo, né cara? E pra mim, a melhor música do disco paiol Em Chamas. Aí aí chama se que é uma música impressionante, por que que é uma música maravilhosa? Primeiro porque ela é em português, é a única música em português aqui nesse disco, e eu acho que ficou mais forte falar sobre história brasileira em português.
Você acho que dá para fazer inglês, eles fizeram muito bem aqui, o armado em inglês, por exemplo, o canudos ficou linda em inglês, armada ficou linda em inglês, mas é em português. Essa música para mim chama você não precisou adaptar as expressões que estão acontecendo? Então meio que existe uma conexão automática ali, né?
Então, para Em Chamas acontecer em 1958 essa história e conta sobre explosões do depósito central de armamento do exército em São Paulo. A gente está falando do maior depósito de armamento da América Latina. Houve ali uma insurgência militar e houve EEEE. Foi lá EE 6 dias, com esses paióis, esses, esses, esses centros de armamento. Pegando fogo, 6 dias que pegando fogo, e é isso é que você pode imaginar, é Granada explodindo, é bala sendo disparada, é. Dava para ver essas explosões a
30 km de distância. Cara, que maluquice. E essa história? E essa história que eu achei maluca. Não conhecia 1958, gente, não conhecia essa história. É, achei fenomenal a história, a
música é muito boa. EE em português acho que dá 11 camada diferença, é muito sólida e é uma música que é tem uma relação com o vocalista, porque Oo avô do vocalista foi um coronel envolvido nessa na contenção dessa revolta, e ele, ele tava ali, ele contever e ele tava trabalhando pra conter junto com com os bombeiros esse, esse, esse incêndio. Maluquice, isso na cara, incrível, incrível, incrível.
Então é isso, cara. É, eu acho interessante porque assim, o Brasil é rico, o Brasil tem, é, é uma extensão continental, né? 11 diversidade regional assim, imensa, e muitos eventos históricos. Cara, o armada podia claramente lançar um álbum a cada 3 meses. Eles teriam o material para gravar décadas e décadas e décadas, porque a história brasileira é riquíssima, riquíssima, riquíssima. Eu fiquei impressionado porque
eu não conhecia essas histórias. E eu conheci essas histórias ouvindo aqui esse disco e fiquei absurdo e fui ler sobre EE, é incrível, cara, é incrível, cara. Então assim, é uma banda singular, cara, assim é, é uma banda que beleza, temos outras bandas que contam fatos históricos, mas o Brasil tem uma história singular. O Brasil é muito rico, o Brasil é um continente.
Dito isso, essa banda aqui, o armada, tem um valor diferenciado no mercado aí. A gente tem que prestar atenção em bandas assim, cara, é, eu não sei porque eles não lançaram novos discos, eles estão fazendo os singles, e os singles são muito bons no Facebook top, mas quero muito tentar coisas aqui, conversar e trocar ideia, porque meu esse disco é fenomenal e esse trabalho é fenomenal e esse é o trabalho do 30 dias de
metal. BR, são bandas que talvez você não conheça, mas que você tem que estar ouvindo agora aí o armada com certeza é uma banda aí, cara, terminou o episódio aqui, vai lá, vai escutar armada do armada. Acho que tu tá até furar, gente, é isso que a gente precisa. AI gente, se você gostou desse disco aqui do armada, o heavy nota vai recomendar para você o rebellen com o mic klagar, de 2007, que é um heavy metal alemão focado em uma história medieval e literária sobre Shakespeare, né?
De Shakespeare inclusive, a obra shakespeareiana civil World last full mejor 2016, que é um Power metro sueco sobre guerra civil Americana e outros conflitos históricos decisivos. E o jud cater last in part 2018, que é um Power metro americano sobre Napoleão, com abordagem histórica, profunda, acadêmica e detalhada interessante, se eu acho que o imperador foi de fato é Napoleão. Maluquice, né?
E esse foi o ravinal tal o podcast que se leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta, 6 da manhã, agora em janeiro. 30 dias de metal BR todos os dias 6 da manhã uma banda de metal BR que talvez você não conheça, mas você tem que tá ouvindo. Agora se você curtir o que você tá ouvindo até agora, que data aquela força pra gente. Segue a gente no Spotify e deixa aquela assim que seja que a gente tá precisando.
Escreve um comentário bacana e compartilhe com seus amigos metadeiros nos seus grupos WhatsApp. A sua participação ajuda o ravinalta a chegar a mais fãs de heavy metal. Assim como você, a nossa nave está levantando o voo mais uma vez e um abraço pra você ravinalta e nos vemos no nosso próximo episódio. The heart do Auro control, álbum lançado no dia 31/05/24 pela rock chats. O Record dá uma conta com 10 músicas. Estou atualizando 49 minutos de
play. O Auro control, que é uma banda de progresso of Power metal de Salvador, na Bahia, na cima desde 2021. Seu único disco, ou seja, seu the beuty, é o the harp. De 2024, esse tem um single agora, que é o feel the fire 2005, mas Oo único disco deles é o the harp, de 2024. A banda que é filmada por Thiago baumgarten no baixo sim, ele que toca com o Kiko Loureiro ao vivo, já tocou no shimaria e já tocou no Ibra. Ele é antigo, antigo, machista, é o do Ibra.
Essa é a realidade. David Brito na bateria, Diego pires na guitarra, Lucas Berlin na guitarra e Lucas de ouro no vocal. E você, está ouvindo o ravinalt, o podcast que a gente leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta 6 da manhã, o metal novo na sua terminais e agora em janeiro a gente tem o 30 dias de metal BR. Então todos os dias de segunda a sábado às 6 da manhã, nós temos uma banda nova.
De heavy metal, ou seja, uma banda brasileira que talvez você não conheça, mas você devia estar ouvindo nesse exato momento. E se você está escutando, você está curtindo o que você está ouvindo até agora? Que toda aquela força para gente, Hein?
Segue a gente no Spotify, deixa aquela 100 que Estrela cheia de brilho, escreve um comentário e compartilha com seus amigos verdadeiros nos seus grupos de WhatsApp a sua participação ao dia do Reginaldo. Se chegar a mais fãs de heavy metal, assim como você, vamos falar de prog Power metal. Então assim. Esse disco e essa banda tem uma pegada muito, muito, muito forte de um Power prog metal pós 2010 brasileiro, paulistano, do Angra. Inclusive. Teve momentos aqui que eu
escutei isso aqui. Eu falei, cara, você quer Angra, né, rosa? The finix é Angra. O que não é pejorativo. Você está falando de uma banda que consegue emular a complexidade de sonoridade de um Angra que são os maiores nomes do metal brasileiro, eles e o sepultura, tá você Ah, que você gosta de Angra? Não sei, não sei se você gosta, se não gosta, o que importa é que está lá, é isso aí, indiscutível, que é um dos maiores bandas do Brasil, entendeu?
EOOOO, Auro control, chega lá, cara, chega lá fácil, tá bom, vamos lá, quem começou com isso? Vamos pensar no heavy progressivo aqui. Nessa cena, a gente começou com espectros no heavy progressivo de São Paulo, um estrupo pesoitentista com estruturas mais complexas e solos bem virtuosos, né? Pioneiro do metal progressivo brasileiro já nos anos 80, então espectros começou com tudo.
Quero também trazer o Angra, né, que é o próprio Power metal brasileiro, com renome Internacional, dispensa Apresentações, tem muita difusão de técnicas de virtuose e demandas culturais brasileiros. Junta tudo isso aí, tá? E o híbria? Que é um Power metal gaúcho, muito rápido, muito técnico e se destaca pra você ter uma Harmonia ali de guitarra. É, é e gêmea né? Guitarra duetada e refrão que você vai cantar pra caramba.
E o ibri é muito famoso no Japão, então acho que o mercado japonês aqui pro aro control faz muito sentido. E o Thiago baumgarten saiu lá do ibri e veio tocar aqui no Auro control. Cara, quem está fazendo esse som hoje? Eu trouxe 3 bandas brasileiras que estão fazendo um som semelhante no turno, com certeza. É pro Power metal, né? Brasileiro moderno, muita força da produção, participação
especial de nomes renomados. A gente está falando de Russell, well, a gente está falando de Mike portinois, tá? É assim pro metal brasileiro, não Tá de Brincadeira, tá não tá brincando não, vem aqui pra brincar o Power metal brasileiro cara também. Quem está fazendo esse som aí é o aggeva times cara, né, que tem como baixista lá. O Bruno laud slaw, cara também é baixista, impressionante, cara. É então poder metrô clássico de Brasília, né? Tem muita pegada europeia, meio sueca.
Também quero falar sobre a andragonia, que é progmetro paulistano, mas os caras foram muito tempo convergent sifany x original é oficial e assim é uma banda muito competente, com muito teclado ali. Então a andragonia também tá nessa onda aqui, né? Interessante, muito bom, muito legal, muito legal mesmo. Auro control cara, eu queria começar contando uma história. Eu era moleque e o meu programa predileto no final de semana Era Eu e meus amigos.
Abraço pro Bruno grandelin, abraço pro larison Coen, que abraço pro pro Clayton Oliveira, abraço pra pra Taís e pro Caio chillerta cara, nossa cara. Eu lembro que a gente pegava lá o ônibus, a Lin Cotia para lá em Pinheiros e subia Teodoro Sampaio. E a nossa, a gente IA fazer isso com passe escolar, né? A gente pegava os passes da escola e fazia isso até Pinheiros e a nossa Felicidade
era naquelas lojas de música. Teodora Sampaio e você que não conhece a Teodora Sampaio, que você que não é de São Paulo, Pinheiros, são uma rua chamada Teodora Sampaio até hoje eu acho que é assim, faz tempo que eu não subo lá, vamos subolar esses dias e ver se está assim ainda, mas sem a adolescência inteira, sempre foi assim. Então assim ela começa na faria Lima, ela termina lá em cima na rua da Consolação, então ela começa na faria Lima hoje, onde tem o metrô faria Lima, né?
Então, se estiver passando em São Paulo e passar no metroforelismo, sabe o que você está passando no pé da Teodora? Sampaio meteodora Sampaio é Arcoverde, mas Teodoro Sampaio a Arcoverde é a é a paralela e aí você tá ali Na Na faria Lima se você é subir, for subir na Teodoro Sampaio, você está No No na faria Lima você está no pé da da Teodoro Sampaio é Teodoro Sampaio com com largo da batata se for subir, você vai até.
Você vai subir e você vai terminar a Consolação Consolação, que já é continuação da Avenida Paulista ali, então é uma região muito nobre. Acho que tratação pé é bem grande do pé ali da freia Lima você vai andar ela vai ela na metade dela, ela vai parar Na Na Henrique schaumann e da Henrique chama pra frente, é? Você vai também chegar na Paulista ali, né? Então da da faria Lima até a até a Henrique schaumann a primeira metade só vai ter loja de decoração, sofá, cama, essas coisas.
Aí você tem a Henrique schaumann, né? Henrique schaumann ali vai ter a praça, a praça Benedito Kalisto você tem é a loja monstro, bem na praça Benedito Kalisto, é uma loja muito famosa de HQ aqui em São Paulo. EE, antigamente você tinha várias casas de show ali, por exemplo, o trib House eu toquei várias vezes com a minha banda byron lá, o trib House foi muito legal e da Henrique schaumann para cima até a Teodoro, até a Paulista você vai ter. Só loja de música, de instrumentos musicais.
Cara, eu adorava subir aí com meus assuntos, nossa, como eu gostava de subir aquilo ali, tudo andando, uma Felicidade, ficava namorando todos esses instrumentos abaixo de 56 cordas lá, bateria, pedal duplo, guitarras, pedais, porque eu tava namorando tudo, é, e a gente nunca tinha dinheiro para comprar, né? Cara? Isso eu tava ali querendo ver aquilo e às vezes, cara, quando a gente conseguia entrar numa loja e o vendedor tinha Piedade, licencial, mas sem tocar 20 minutos numa numa.
Numa cabine com tratamento acústico. Nossa gente era a pessoa mais feliz do mundo, né, cara? Mas isso, por um lado, beleza é o que a gente viveu. Por outro lado, reflete uma cultura elitista do metal aqui em São Paulo, do metal paulistano, tinha algumas lojas ali que para você tocar você tinha que ter banda, tinha que ter dinheiro, tinha que comprar. As coisas que querendo falar é
que. Tinha algumas bandas, é, é muito metal, sempre foi muito inacessível, cara, ninguém falava puta, vem aqui tocar com a gente aqui, não vou te ensinar a tocar, não, vem aqui, cara, mas tirar um som não era assim que funcionava, era tipo, Ah, não, beleza, você vai levar alguma coisa, não é isso, tal coisa. Enfim, ela é muito dentista, né? É difícil explicar, mas era muito, sempre foi muito dentista e isso, na minha opinião, ela prejudicou a cena, eu acho que prejudicou a cena.
Porque sempre você sempre você tinha que gostar muito de heavy metal pra você tocar heavy metal na minha época, e a gente gostava muito, né? Porque a gente cria de cavaleiros do dia, eu criava com o show, essas coisas todas, né? A gente cria disso, cara. Então era muito difícil, a gente amava muito, mas era muito difícil. A gente sabe carregar isso. Eu já quanto eu disse que perdia a as consultas vezes, eu carreguei isso muito nas costas pra ensear com meus amigos, entendeu?
Pelo amor de heavy metal mesmo, né? E sempre tocava na casa de alguma amiga, enfim, era era bem caótico, né, na nossa época. Assim, agora deve ficar mais fácil, mas acho que isso prejudicou muito. AAAAA cena, prejudicou muito a cena, até tanto que eu sempre falo sobre esse cara e eu acho que a cena emo no Brasil foi uma cena muito grande e foi a última chance que o Brasil teve de ter uma cena mais underground, mais heavy metal. Naquela época que aconteceu isso, às vezes aconteceu a mesma
coisa. A gente tinha bandas de como scaring Kid, scaring kids, scaring kids. Tinha mais bandas, por exemplo, é thursday ou sensas fail. Essas bandas eram bandas sabidamente de emocor, de poxa, de cor. Assim, lá no começo dos anos 2000, eram bandas de emocor cara. E essas e esse público e essas bandas. Não a banda em si, mas o público evoluiu para um som mais agressivo com até com cultural. A gente não tinha isso no
emocor. Aí tem uma coisa chamada scremo entre esses 2 aqui, onde leva esse público do emocore a se acostumar com o cultural e chega no metal core. A gente está falando do começo de 2000 eSIM 2 1002, 1005, 2007.
Assim estou falando de but for, revelam time jet trail g Avenged Sevenfold, essas bolsas fizeram muito sucesso nos Estados Unidos. Então esse público que veio da metal core foi abraçado e evoluiu para o público do metal core e eventualmente esse público se dividiu em diversos outros públicos, mas todos dentro dessa pegada mais agressiva. A gente está falando do Def core, tá? Então o pessoal foi.
Para o final de 2000, nos anos 2000, ele, esse pessoal, esse pessoal foi para o deftcore bandas como o job for Couple for exemple, por exemplo, é foi também para bandas por exemplo de matchcore com é convergence, the langers Cape planor the cariot foi para o Nintendo core, né? Que é aquele som de metal core com chip toon, né? A gente tá falando de HORSE the band, tá falando de adventud, de Mini posses, foi para o cravcore. Né? No finalzinho dos anos 2010, já
com ataque, ataque, por exemplo. Então essa galera saiu do hemocore, mas chegou em muitos lugares do defcor. Vocês, eles evoluíram, eles saíram dessa pegada só de Ema e foram pra frente. E o Brasil não o emocore aqui, o emocore do do Fresno, o emocore do do NX Zero, o emocore do do aqueles coloridos lá do reis start. Existia a banda? Não, mas o público existia e era grande, era imenso, imenso, imenso e não foi abraçado pela cena. Por quê?
Porque essa sendo elitista de merda da Teodoro Sampaio afastava essas pessoas, afastava esse público. Qual o resultado matou esse público? Você pra onde esse público foi foi pro K-pop e hoje OK pop explode no Brasil e é muito famoso porque o pessoal não achou o espaço lá dentro, o pessoal não saiu do ONX zero.
Enquanto banda não tem tanto valor, mas ONX zero, o público dele deveria começar a escutar ANX zero depois e Ah, que que ONX zero tá querendo imitar, tá querendo imitar a treio, tá querendo imitar Avenged Stanford tá querendo imitar Bud from revelat time migrava do daquele daquele som de emo para o som de
metal core. Eventualmente vocês estariam ouvindo o job four cowboy White chapple White chapple hoje estaria ouvindo black metal de Chelsea green TIP, gay winners e lona shore, você entende então para mim, a cena de Power metal, a cena de metal, enfim, a brasileira no final dos anos 94 anos 2000, super elitista, escrota.
E por que que eu estou falando isso sobre esse episódio aqui do. Do Auro control porque o Auro control é uma banda baiana de Power metal que prova que você não precisa fazer parte do winner Circle da Teodora Sampaio, para fazer Power metal de qualidade. Essa planta aqui é impressionantemente competente. Juro pra você, eu estou escutando esse disco. Em alguns minutos eu falei, isso aqui é Angra, isso aqui é Angra, gente, isso que eu falar, isso aqui é Angra.
Né? Então eles têm uma proximidade muito grande com xamã, com Angra, com hangar, com noturno e com o sonar tática também. Eu escutei ser algumas coisas que eu falei que isso que é sonar tática, cara, e eu achei impressionante, achei muito bom, cara, é muito legal, muito bem feito e prova que o metal tá disponível pra todo mundo, tá possível pra todo mundo, você só precisa é é querer, você precisa se esforçar muito e você pode fazer assim.
Só esse disco aqui não, não vamos ser hipócritas, tem é 11. Uma participações de peso nesse disco aqui, né, cara? Então, por exemplo, é, eu vou trazer aqui o destaque de 2 músicas, né? Quero trazer o destaque para the harp, que uma música impressionante, né? Aqui é é, você tem a participação do Felipe Andreoli comendo solto. Eu sou muito fã do Felipe Andreoli. Não sou fã do Angra, isso é recente. Eu não gosto muito do Angra recente, mas sou muito fã do Andreoli.
Eu acho que ele é monstro, monstro demais, cara, então sou muito fã do Andreoli. É nesse disco aqui a gente tem o Andreoli tocando nessa música, aqui a gente tem a participação de uma vocalista, a aiaci também, tá? Ela canta nesse disco e canta muito bem, é nessa música, perdão o encanta muito bem. E é impressionante essa música, cara, é impressionante de falar para você. O Andreoli come com farinha do começo ao fim. Essa música que é do começo ao fim.
E a segunda música que eu quero trazer aqui como destaque é noralon noralon, porque noralon é uma música aqui desse disco, foge um pouquinho do do do da cara do orocon show aqui não parece Angra nem um pouquinho. E tem a participação do Jeff Scott Souto, né? Que você vai conhecer o Jeff Scott solto, solto pelo seu trabalho no elefson Soto mais recentemente que é o David
Everson com Jeff soutoe, né? No telesman no trunciber e orquestra, mas já cantou no Excel rude, pé ele já cantou no sons do avapolo e classicamente ele cantou no engg mountstein no álbum Rising force que é o maior bem mais conhecido o álbum do. Enggy moomstein, né? E aí nesse disco é interessante porque se você assistiu aquele filme rock Star, eu acho que conta a história do Judas Priest, o cara que canta stand up and shall. Aquele cara é o Jeff Scott solto. EOOOOO aro control.
Faz uma brincadeira com isso aqui, tanto que eles colocam essa linha aqui nessa música, eles colocam a linha de stand up and shall. Aqui acho que muito, porque o Jeff scotto tá aqui, né? Mas é uma música que foge um pouquinho da pegada do Angra, foi uma música mais feita ali pro próprio é, é, é pro próprio Jeff Scott solto eu tenho, na minha opinião, tem uma cara muito legal, muito interessante, até porque dá uma quebrada, né, né?
Mas tem muita gente que participa aqui, a gente tem o Fábio Laguna no teclado, tem o Thiago Bianchi no vocal participando, aqui a gente tem o próprio Jeff Scott solto, né, o Bianchi que toca aqui Na Na, na break in silence, por exemplo. A gente tem aquele sprister tocando no Wise of the phoenex e essa música é a música que mais parece é é Angra, que é impressionante, cara, né? Então assim, eu acho que é 111
disco para the pewt. Os caras estão super bem relacionados, mas assim, super bem relacionados mesmo. É muito bem relacionado, né? Mas isso aqui prova que pensou você pegar e querer de fato fazer Power metro no Brasil, fazer heavy metal no Brasil, você consegue. Você não precisa fazer parte dessa patota dentro da detogração, cara, eu juro para você, cara.
É, eu me eu me sentia mal saindo lá da doutora Sampaio hoje, hoje eu tenho 3 baixas aqui em casa, teclado, eu tenho meus meus, meus meus pedais, tenho meus amplificadores e não toco, não tenho tempo para tocar. Mas quando eu tinha 15 anos, meu sonho era ter tudo isso. Cara, essa é a vida, né?
Cara, essa é a nossa vida, né? Mas é isso, a oro control aqui no heavy Malta para você gente, nessa sexta-feira, se você gostou desse disco do oro control, eu vou recomendar para você no turno com serpent 2012, que é para o metro brasileiro e também com participações internacionais e muito grandes. Syphon expert 10 loja de 2017 pra você diz que é maravilhoso,
né? Um Power metro americano muito ventuoso que a gente está falando de Michael Romeu e a Daddy orchangels em black 2009 prog metal francês Neo clássico com Stefan forte comendo e Frederick leclurck. Comendo tudo com farinha. Esse dia que vale muito a pena
também, cara. Lembrando que esse foi o ravinalt, o podcast tira ela para explorar o universal of metal todos os dias, de segunda a sexta, 6 da manhã, o metal novo da sua termine e agora em janeiro 30 dias de metal BR, onde passamos 30 dias falando sobre heavy metal do Brasil aqui, bandas que você não conhece ou que você talvez não conheça, mas você deveria estar ouvindo muito nesse momento.
E se você curtiu o que o senhor viu até agora, que tal você dá aquela força pra gente pessoal, segue a gente no Spotify, deixa 5 estamos que a gente está precisando escreve um comentário bacana pra gente, escreve aí qual é a banda mais elitista do metal brasileiro e compartilhe com seus amigos metaleiros, nos seus grupos do WhatsApp a sua participação ajuda, o revinal está chegando a mais flores de heavy metal, assim como você a nossa nave levantou no voo mais uma vez, um abraço pra você
revinalta e nos vemos nosso próximo episódio. Perpétuo do black Pantera, lançado no dia 24/05/2024 pela deck Desk music black Pantera que é uma banda de thrash metal crossover lá de Uberaba, Minas Gerais nativa desde 2020. A banda formada por Charles gama na guitarra vocal, composições chaene da gama no baixo. E Rodrigo pante, o Augusto na
bateria, cara muito legal. E você, está ouvindo o heavy nowto, podcast que te leva para explorar no universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta, 6 da manhã, o metal novo não só terminar ele agora em janeiro. Nós temos 30 dias de metal BR, onde todos os dias de segunda a sexta, segunda a sábado, de sexta às 6 da manhã. Temos uma banda de metal do Brasil que talvez você não conheça, mas deveria estar
ouvindo muito. Nesse exato momento você está curtindo o que você está ouvindo até agora, que da aquela força pra gente segue a gente. Spotify deixa aquela Conquista que a gente de briga, que a gente está precisando, escreve um comentário, compartilha com seus amigos metaleiros os seus grupos do WhatsApp, a sua participação é o que faz diferença pra revinal chegar a mais fãs de hevy metal, assim como você thrash metal crossover no Brasil isso.
Às vezes as pessoas acham que não tem aqui, mas tem muito. Começou em 83, era 81, com o vulcano, pioneiros do thrash metal com uma forte influência de black metal também, né? Extremo lá em Minas Gerais. Cara, vulcano, conhecia, tenho que ouvir, cara. Raízes do heavy metal brasileiro cornos de 83, que é o ícone Paulista do thrash metal mais técnico, mais afiado, tem uma pegada de Slayer e tem muita consistência na sua, na sua bagagem, com certeza.
Sepultura. Com groove, thrash metal brasileira com elementos tribais. É mudou o mundo e é consenso a maior banda de heavy metal que o Brasil já produziu. Quem está fazendo thrash metal hoje no Brasil? Bastante gente, inclusive o ancestral, que está na ativa desde 2003. É uma banda Paulista, que tem uma pegada ali de Metallica, tem uma pegada de riff. Do de trash ali do do Bay air,
né? Do big for, do Bay air, a cara tem Jack Devil, que é uma banda que tá na diferença em 2010, uma banda mais maranhense de thrash metal, mas com a pegada mais satânica, né? E os caras também. Tem uma carreira aí muito sólida na cena e temos o Santa amora, que tem 2012 aí, uma banda Paulista só com mulheres, que faz o thrash metal crossover com muita atitude, viu como tem
thrash metal aqui no Brasil? Tem muito thrash metal aqui dentro, cara, e aqui a gente está falando sobre o black Pantera hoje, que é um thrash metal com muito 11, postura social, uma postura política muito forte que faz muito sentido. Inclusive a gente fica estranha, né? Antes estranho, né, gente? É uma black Pantera, é uma banda calcada 150% em racismo?
É uma banda antirracismo? Então eles falam, é uma banda de preto, né, gente, são 3 pretos que eu tô tocando nessa banda aqui, e aí eles fazem um trash metal e eles condenam o racismo a essa meritocracia. É, é, é, é distorcida do Brasil, né? Enfim, eles falam muito sobre isso e aí a gente pensa, caramba, gente, nunca vi ninguém falar sobre isso. Gente, como assim existe espaço pra isso no metal? A minha pergunta é diferente, como ninguém falou disso antes, gente?
Thrash metal é o estilo mais socialmente agressivo, combativo, de conflito que existe. O thrash metal existe pra haver um conflito. É daí que nasceu metálica, daí que nasceu o megadefe, né? A metálica falava sobre isso lá no que nem não Oo megadefe puta pietselsber Who Is my Night? Cara, você está falando de um disco que crítica as a máquina de guerra para gerar dinheiro, né, gente? Eu estou falando de Slayer. Estou falando de entrax, que são bandas de de êxodo.
Estamos falando de de, de de é testementes. São bandas que são calcadas nessa crítica social. Mas partir de um momento no thrash metal, eles começaram a falar sobre tomar uísque num jarro. E quando a maior banda de thrash metal começa a falar sobre isso, meio que houve uma alienação do thrash metal, cara.
E é isso, o trush Beto parou de falar de coisas interessantes, importantes e revoltantes e começou a falar de coisas abstratas, cara, e aí precisa vir o black Pantera e falar, gente, vocês estão num mundo de nárnia, cara, vamos voltar à realidade, isso tem muita coisa acontecendo e o black Pantera faz isso muito bem. Eles fazem isso com crossover,
tá? Então eles vão, é, é, eles vão, eles vão romper todas essas Barreiras puristas do heavy metal, cara, então eles vão é fazer uma fusão aí com hip hop e com trap. Com Stone, com doom, com funk, com tudo, cara, com tudo, com tudo mesmo. Mas tudo em prol de uma mensagem mais agressiva, de uma mensagem mais mais combativa, uma mensagem mais atual.
Então, por exemplo, então não tá escutando esse disco aqui, cara, você vai pegar uma coisa, você vai pegar algumas coisas aqui que são, é, é puta, está escutando esse disco aqui? Eles vão falar, meu, não existe, não tem como resolver isso com joias do infinito. Não tem esfera do dragão para resolver isso, cara. Não tem mais mais os Morales
para resolver isso. Eles literalmente falam sobre isso, eles literalmente falam sobre isso, cara, é impressionante, é impressionante, cara, porque é muito atual, uma mensagem muito atual, uma cidade muito sólida, uma cidade faz muito sentido, cara. É uma salada sonora, a gente pode chamar esse kit de uma salada sonora, mas funciona muito bem e as letras com certeza são as letras mais com certeza ali AA as letras do do. Do perpétuo e as letras do black Pantera são com certeza o ponto
alto do disco. Aqui são mensagens muito agressivas, né cara? É, então eles vão, é por exemplo, maha, o raga, é difícil falar sobre isso e é 11 música que já começa assim, ó cara, não me importo com o hype, eu não me importo com o hype, não me importo com o hype e não paga suas contas. Maluquice agressiva, né? Então é uma banda de thrash metal essencial a essência no, no, no, no maior. É sentido da palavra. A essência do thrash metal está no black Pantera.
O black Pantera consegue trazer a essência da do black metal para dentro, do para dentro do seu som, cara, e faz isso com autenticidade, com verdade. Por quê? Porque eles viveram isso, porque eles passaram por isso, né? Então, assim, com certeza é uma é uma, é 11 disco e uma banda que você vai escutar, você vai se sentir incomodado. Mas assim, cara, é muito brasileiro, é muito brasileiro
mesmo assim, né? Então assim é quando escuta provérbios, por exemplo, de escuta ele falando claramente, cara, todo mundo já foi preto um dia do Brasil, né? Faz sentido, o Brasil é muito miscigenado, então em algum momento a gente já foi preto alguém, se você na sua família, alguém aí foi preto em algum momento da sua família, né? Porque é 1111, sociedade muito miscigenada onde a gente vive.
Eu acho que o ponto fora da curva desse disco, na minha opinião, é a música mais interessante disso, que é tradução que a música aqui é muito autêntica, muito verdadeira, é muito genuína, uma música de verdade que com certeza é, é, é, é, é. Retrata não só um capítulo, uma facção 1111, fatia da vida, do da. Do black Pantera como de muito brasileiro, né? Onde a mãe deixa o seu filho em casa para cuidar do filho dos
outros no trabalho. E é muito legal essa discussão que ele traz, porque é um racismo sistêmico que existe no nessa que ele está criticando essa música. Mas a solução pra esse cara, o que o meu sonho é que bater uma live aqui em casa, colocar os leitos em qualquer lugar e resolver meus problemas aqui. É muito interessante isso. Assim, nem vou entrar nessa discussão, mas é muito
interessante, cara, essa. Essa dualidade, essa, essa expressão que eu IA traz aqui, cara, então black ponto, ele é uma banda muito necessária, é um revival do real sentido do thrash metal. Você entende, é muito necessária que tá aqui no Brasil, provavelmente você não conhece, mas você tem que tá ouvindo agora, cara. Então assim, thrash metal, cara, eu, eu rezei muitos discos de thrash metal esse ano aqui no heavy, nota, e meu.
Então, esse metrô está falando de inteligência especial, que é um assunto interessante, beleza, concordo, mas gente do céu, tem gente morrendo de fome no Brasil, cara. Quer dizer, sempre tem, né? Mas essa mensagem do perpétuo tem coisas estruturais do Brasil que não dão certo, que a gente está dando uma olhada. Então é muito legal, muito interessante, é uma muito grande cara. É, é, talvez você já tenha até ouvido aí. Mas é uma banda muito necessária, que não podia ficar
fora aqui do 30 dias de metal. BR cara, se você gostou desse disco aqui do é do black Pantera, o revinalta recomenda para você aí também ancestral com ancestral de 2013, é um trach metro Paulista aí, com vocal mais pegada do trach metro do BRBR refle clássico, uma energia aí. Tradicional, né? Jake? To the Evil under the cyting comman 2010, que é um thrash metal satânico maranhense com intensidade de underground. Uma atitude muito thrash metal muito brutal, né?
E Santa muerte. Santa muerte tem com certeza que Santa muerte é de 2012, um thrash metal crossover paulistano, aqui formada apenas por mulheres. Uma atitude aí muito forte, muito agressiva e esse foi o heavy nauta, o podcast que te levar para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta sexta da manhã.
E a um metal novo na sua Terra. E agora em janeiro nós temos 30 dias de metal BR, onde todos os dias a gente fala sobre uma banda de heavy metal do Brasil e talvez você não conheça, mas que tem que estar ouvindo pra caramba. Então se você curtir o que você viu até agora, que tal dá aquela
força pra gente? Segue a gente no Spotify, deixa aquelas 5 estrelas que a gente está precisando, escreve um comentário bacana e compartilhe com seus amigos metaleiros nos seus grupos do WhatsApp. A sua participação ajuda revinal está a chegar a mais para geavy metal como você, a nossa nave está levantando o voo mais uma vez e um abraço para você
revinaldo que nos vemos. O nosso próximo episódio, serpent Town do Eagle Epson são montado no dia 9/02/2020 pelo de maneira independente ou porque contei com 12 músicas estou realizando. 59 minutos de play Eagle abcence que é uma banda Power stana aqui de São Paulo, Brasil que eles fazem um Power
metal com muita personalidade. O seu the beat é o próprio surpet Stang de 2020. Eles tem diversos outros singles, mas o seu álbum principal, o seu o seu the built é o surpreens thang que a gente tá ouvindo a banda formada por Guto gabriello na guitarra. Rafael Dantas no vocal, ele que é lado soul espeldo, Glória perpétua, Gates of Paris, cara já tocou no caravelos, no divinios em pé, uma andragonia
em muitos seus lugares, Hein? André Fernandes do baixo, ele que toca no aí um Prime under time e Augusto boordini na bateria. Lembrando que você está ouvindo o heavy nauta, podcast hetero que te leva para explorar o mundo do heavy metal todos os dias, de segunda a sextas, às 6 da manhã. Coisa de heavy metal brasileira que provavelmente você não conhece, mas deveria estar ouvindo nesse momento. E hoje a gente está falando de e gol epsens conserpenstone, que som, cara, que som que a gente
está falando. Você está falando de um Power metal, tá? Mais um Power metal muito Maduro, um Power metal com uma camada bem espessa de prog metal, mas é um prog metal mais na pegada do sevetite, tá bom, então tem. Não é um prog metal tão. Tão é, é virtuoso, é um prog metal mais emocional, mais poético, olha que coisa bonita, cara. Quem começou com tudo isso? Bom, quem começou o prog metal? A gente pode pontuar muitas pessoas, mas são muitas bandas.
Mas nesse nessa sonoridade que quero falar para vocês hoje, eu queria começar falando de sevetest mesmo, o que é uma das bandas prediletas. Vão as bandas da vida, né? Eles sempre mesclaram muito aí o Power metal americano com metal progressivo. É trazendo também elementos de regra tradicional ali e trazendo muito teatro, trazendo muito épico e guitarras que que tem rife e solo a cada segundo. Então o cevate já é isso, né? Sempre que tem uma brechinha
onde tava lá e solo, né? Sempre tem uma narrativa aí muito forte e uma influência aí de muita dramaticidade no seu solo, né? O John oliva é um cara muito dramático. Eu sou muito fã de cevatege, né? Olha aí, cara. Quem começou fazendo aqui no Brasil? Eu vou trazer o Corus, cara. Vou trazer o Corus, porque assim os caras fazem um heavy metal com muito de thrash metal. Mas eles começaram com tudo
aqui, cara. Tudo que começou aqui no Brasil do heavy metal foi com Corus, cara, e tinha ali os elementos de um riff mais trabalhado, de um vocal mais. Intenso, então eu consigo ver lá no fundo uma raizinha, assim a gente tinha do Corsa aqui também quero trazer o Dorsal Atlântica, que até antes do Corsa, mas assim, doutor, Dorsal Atlântica
é dinossauro do heavy metal, né? Muito por ser independente, muito travando, tudo é hoje em dia, se a gente vai escutar Dorsal Atlântica, talvez a gente nem consiga relacionar tanto aí ao ao Power metal, a um heavy metal e a um thrash metal, mas quando você coloca esses 3 elementos juntos, não dá para tirar o Dorsal Atlântica dessa equação, entendeu? Então esse que você eu vou falar que essas bandas trouxeram. Que criaram essa cena aqui no Brasil, né?
Pelo menos essa, essa, esse começo aqui, né? Mas aí quem que hoje está fazendo esse som cara e cara?
Eu não. Eu não vou trazer bandas brasileiras aqui nessa parte, porque eu acho que o Igor epsense, ele está olhando para fora e ele está prontíssimo para o mercado Internacional. Não que o mercado nacional seja melhor que o brasileiro, não acho que não acho que o metal brasileiro é melhor que o metal Internacional, mas eu acho que eles estão prontíssimos e eles estão assim olhando para bandas
que eu vou trazer aqui, né? Então quando eu escuto igles abcsens, eu penso muito em primeiramente Circle to Circle, cara, eu não consigo separar igle ebensance de Circle to Circle. Sucur Circle é a banda, é a é a sucessor, é o sucessor espiritual do serveted serveted, terminou os extremis que estavam cantando no serveted, montou essa banda do serco to Circle. Fizeram diversos álbuns, pelo menos 3 álbuns muito bons, depois muitos outros álbuns, né?
Então na tive até hoje. E eu vou trazer aí o Circle surcle como 111, produção polida, um vocal potente, um peso e uma melodia muito equilibrada, que para mim tem tudo a ver com igual ABCS, cara. Então é isso, cara. Eu eu escuto o igual ABCS. Eu penso muito Circle surcle uma outra só que eu acho que eles são mais rápidos do que Circle
surcle. E aí a gente cai num Power prog metal muito rápido, que eu vou chamar de Speed Power prog metal que é. A definição do parmens, o parmens, que é esse Power metro progressivo de dinamarquês, com muita velocidade, uma produção muito bem feita, break Break Down assim que para no limite. Assim, cara, muito bem definido.
Eu acho que tem muito a ver com a sonoridade aqui do igual, a apsentes, cara, quando eu escuto algumas coisas do igual a apsenter aqui, coisas como como surprentstong mesmo, cara, eu vejo, eu vejo uma referência claríssima ali. Ao paraments, tá, e também quero trazer o vanishing point, que é um Power metro australiano também com essa pegada progressiva em muita velocidade. Eu acho que tem tudo a ver também com a igual, igual ebsense assim, né?
É uma técnica muito refinada lá desses australianos, mas essa técnica não tá no solo, tá no rif e no breakdown, que é onde eu acho que brilha o igol ebsense, então acho que o igol ebsense, eles estão olhando pra bandas muito interessantes, eles têm uma identidade muito interessante, tem um vácuo de poder que não tem ninguém fazendo isso aqui no Brasil, então acho que tem puta, tem tudo a ver.
Com isso aí, cara, tem tudo a ver, cara, coisa interessante aqui que o Rafael Dantas canta aqui no surprenstown, canta aqui no Igor ebstens, mas a gente também canta no Gloria perpétua, que é um outro trabalho dele, um prog metro um pouco mais. É calcado no clássico começar olhando para outras coisas ali. A gente vai falar sobre os caras aqui também essa semana, então já eu vou dar esse spoiler aqui nessa semana a gente vai falar muito de Rafael Dantas. Rafael Dantas, abraço para você.
Então esse final você vem aqui no River nota para gente trocar uma ideia, tá? Eu acho que é é interessante OOO Rafael dantastal nessas 2, porque eu acho que aqui no Eagle Eagle abcence, ele explora um Power metal, um prog metal até mais moderno cara, entendeu? Ele é pro Circle do Circle e trazer aquelas estruturas menordicas bem elaboradas, né? Uma invocal, às vezes tem coral aqui que eu acho que traz tudo, é muito cara do Circle, Circle do serv também, né?
Eu também acho que ele traz em alguns pontos um sabor ali, um cheiro de do Inter. Um teclado mais pungente, mais marcado, mais mais rápido também com a bateria ali mais trabalhada. Isso também traz sinfanex pra mim. Eu consigo ver muitos sinfanex nesse disco aqui, especialmente os discos clássicos do sinfanex
nesse disco aqui, tá? Stratovarius, que pra mim são os pais de um de um protoprog metal, eu acho que vem o Stratovarius, então alguns como o app, algumas coisas do apps, ou acho que estão aqui também, né? Mas eu acho que aqui é bem agressivo, muito rápido, então eles estão olhando pra essas bandas que são principais bandas de de progmat todo mundo e pegam influências dela, mas eles
colocam tudo numa roupagem. A gente vê neste inpoint de per mays com muita velocidade e é o rif, cara, é o rif aqui que faz toda a diferença, cara, né? E eu acho que o Rafael Dantas também tem um timbre, ele que me lembra bastante Matt barw, que faz muito sentido porque ele tava lá no Power mays, tocou por muito tempo bom, o Power mays também, né, cara? Matt barws, exstivens, exstivens assim, eu acho que tem essa
pegada aí, né? Que a gente está falando, na verdade, o que eu gosto aqui do do Igor webs. Eu sei que eles eles exploram breakdowns antes do metal core. Não eles em si, mas as sonoridades que eles emulam são de bandas que trabalham com breakdown. A gente está falando disso em funnex de DT mesmo, de seveted, de disturcoe to sucoe. Mas antes do metal core, o breakdown foi meio que dominado abraçado por metal core.
Tá lá agora não é difícil você fazer um metal core sem suar, sem se você fazer um breakdown sem suar metal core, mas os caras que conseguem Oo igual você tem opinião, conseguem. Eles conseguem fazer breakdown e não soar como metal core, porque eu acho que eles estão olhando para outras influências, para outras bandas, isso é muito legal. Então mais uma vez eu queria trazer aqui como o metal brasileiro é rico, é Maduro, é pronto, na opinião, o melhor,
melhor do mundo. Eu estou chegando essa conclusão, eu estou na segunda semana de 30 dias de metal. BRE, para mim, nós estamos falando aí sobre. O metal, o melhor melhor metal do Brasil, cara do mundo, melhor metal do mundo é esse aqui, cara, né?
Muito interessante. O disco em si tem uma temática ali de da língua da serpente, de de línguas, fazenosas, peçonhentas, você fala ali bastante sobre essa catarse, é pra mim, esse disco é uma catarse da validação de quem vê algumas essas coisas assim, cara, e passou por muita trairagem aí, né? Passou por muitos relacionamentos tóxicos e ou relacionamentos autodestrutivos, cara. Eu acho que a gente está falando
muito disso nesse disco. É pelo menos pelo que eu senti, né, quando eu escutei esse disco, que a gente está trazendo muito disso aqui. E também acho um disco muito difícil, de um tema muito difícil de ser explorado. Eu acho que o igual, o abcente se explorou muito bem, cara, mais uma vez. Eu acho que o igual o abcente se entregue aqui no serpenthong serpent Tang, um Power metal moderno com um prog metal de alta qualidade. É uma produção muito poluída, muito contemporânea.
Com a performance vocal ali muito consistente do Rafael Dantas, as composições que vão equilibrar a técnica, que vão trazer uma sensibilidade de melógica que até pode ser considerado comercial. Eu acho que esse álbum que posiciona a banda como the build cara, esse álbum posiciona a banda como uma importante banda, um nome muito importante dessa nova geração do programa metro brasileiro.
Cara, eu acho que que como the build cara tá falando do primeiro disco dos caras, isso aqui é impressionante. Então o senhor. Então o surplent stank do igal appsance aqui no 30 dias de metal BR pra você, se você gostou do surplent stank doo igal appsance, o heavy nota vai recomendar pra você venating point and brysse Science 2005, que é um problema metro, alça dentro progressivo, tem também uma produção Moderna, tem uma melodia muito forte.
Cara, eu sou eu gosto muito de veneting point, eu nem sei como eu conheci veneting point, mas sempre que eu pego assim eu escuto 34 dias direto. Acho que vale muito a pena dar uma olhada em veneting point Circle Circle, então pra eu recomendar watching in Science que é um disco que. Eu escutei até furar esse disco em 2013 eu escutei até furar
esse disco. Pra mim tem muita cara de servet Ed aqui é um servet Ed diferente, mas é um servet Ed ainda com os extremes, vale muito a pena da movida e o parames com Legend of the boom carver de 2006, que aí é velocidade, é pauleira na orelha, mas é muita técnica, refinada e muito, muito detalhezinho, cara, assim, tem muitas coisas com detalhezinho aqui, cara, tem que ouvir parames também, tá bom? É isso.
Esse é o frio heavy alton podcast que a gente leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sábado às 6 da manhã, o metal novo da sua terminada, o metal BR, porque a gente está vivendo 30 dias de metal BR. Se você curtir o que você ouviu até agora que está com aquela força pra gente, segue a gente no Spotify e deixa aquelas 5 estrelas que a gente está precisando. Escreve um comentário bacana e compartilha com seus amigos mutaleiros nos seus grupos de WhatsApp.
Gente, a sua participação hoje do heavynal está chegando a mais fãs de heavy metal. Assim como você, a nossa live está evandando o voo mais uma vez. Um abraço pra você, Reinaldo. Nos vemos o nosso próximo episódio, The Darkness when high the Glória perpetual, montado no dia 13 de maio. De 2024 para Cine Gaming records, eu me contei com 10 músicas, totalizando 47 minutos de play. Glória perpétua aqui é uma banda de Power heavy metal aqui do Brasil, na sua desde 2023.
Os caras só tem um disco também, né? Que é the Dark side wee one, a Ride to the built dos caras the Dark side wee one, né Ride? Levanta falando. Estamos falando aqui do Daniel first ribear brasileiro, essa banda da Daniel. No baixo, cara, ele tocou numa banda chamada Lorde byron. Sabe qual era o nome da minha banda, gente? Byron com 2 NS. Então olha só que legal, né, cara? Rafael Dantas, que canta aqui, gente.
Faz bateria e teclado também. E o Rafael Dantas, já que você deve conhecer, porque a gente, ele canta no seu espião, no game of parys, e já cantou no caravelos e por exemplo, no percept, na andragonia, mas ele canta atualmente no Eagle epsess, que é uma banda que a gente falou ontem aqui, cara. E o Bruno Luis da guitarra, ele que toca lá no the rifen's, tive. Muito bom, muito legal, muito legal. E você?
E você, meu amigo, você está ouvindo o heavy now, o podcast que a gente leva para explorar o universo heavy metal todos os dias, de segunda a sexta às 6 da manhã, o metal novo na sua terminar ele e essa semana, esse mês, na verdade a gente tem o 30 dias de metal BR, onde nós vamos falar 30 dias sobre o heavy metal brasileiro aqui todo dia, de segunda a sábado às 6 da manhã tá curtindo que você vê até agora que dá aquela força
pra gente? Chega gente no Spotify e deixa aquela 5 estrelas cheias de brilho e escreve um comentário e compartilha com seus amigos metaleiros. Nos seus grupos de WhatsApp, a sua participação agil do heavy nota a chegar a mais fãs de heavy metal, ou assim como você, estamos falando de Power metal, mas é o Power metal mais
clássico, mais classiqueira. Aqui não estamos falando de oscilidade mais Moderna. Muito interessante se a gente falar ontem de igual o ebson e hoje de igual perpétua, porque é o mesmo o vocalista, né? Oo Rafael Dantas. Ele toca nos 2, nas 2 bandas, mas claramente no igual o ebsons. Ele tá olhando pro futuro, pro
contemporâneo e pro futuro. Ele está olhando para sair com to strek, ele está olhando para o Power made, ele está olhando para ver neste point e com Glória perpétua, ele está olhando para o passado, ele está olhando para o sinfonia x, ele está olhando para o DT, ele está olhando para ODT, ele está olhando para o King Diamond, ele está olhando para o quins,
right? Ele está olhando para o Power metal, desculpa pro prog metal raiz oitentista, é uma outra sonoridade, cara, é uma outra sonoridade aqui. Quem começou com esse Power, esse prog, prog metals oitentista, queens, right? Proger metal com letras introspectivas, aquela questão filosófica, até uma questão
socialmente consciente, né? É algo que a gente não encontra nessas outras bandas, a gente encontra no conhec Wright, a gente está falando aqui de operation mindcrime, que é a referência metal conceitual, assim que tem uma mensagem, tem 11 mensagem, um disco assim, uma narrativa bem profunda. E se você não conhece o operacional mind crime, você tem que escutar agora o prior mind crime com esse right, né?
Isso tudo numa influência para muitas bandas, muitas bandas que atrasem um som mais acessível, mas ainda com muita técnica, que é muito peso. Chris Wright é muito bom, cara. Demorei para conhecer Chris Wright, mas Chris Wright é muito bom cara também. Empire, meu de superdileto dos caras murcyful fate, também é um pioneiro do do prog metal aqui, né? É um heavy metal com uma carga complexa muito grande aí. Que traz sempre uma sonoridade narrativa. Tem.
É uma questão Mística, né? Mais, mais ocultista, então tem muita filosofia, tem essa autoridade entre bem e o mal, né? E eu falei assim, tudo tudo do do do prog metal. E o feitsworning. O feitswaren também começou com tudo isso nos anos 80, que é um prog metal com letras mais introspectivas, diretamente ligadas. Aí coisas como Penha of salvation, como opper. Com coisas assim, né? Então a complicidade musical bem grande. Então a temática assim é que colocou metal num outro patamar
e é muito teatral. Vale muito assim. Referência cara feitswaren também é referência em prog metal, cara com is right, mists, foel, fate e feitswarening. É prog e feitswarening, prog metal americano que vale muito a pena, cara, muito a pena mesmo, né? Mas quem tá fazendo um som parecido com o Glória, Glória perpétuage, Glória perpétua é que vem de rap, Zoe, né? Quando você escuta, senão você pensa, Ah, a gente está falando aqui de metal, de espadinha dragão, né?
Down vip não, cara, você está falando de prog metal clássico aqui, gente, quem está fazendo isso hoje, quem está fazendo hoje é o dela Cruz, né? 11 prog metal brasileiro. Aí que tem rifle muito pesado, é uma, elogia mais elaborada, tem letras bem complexas também, né? Muita velocidade. Também explora essa essa sonoridade de mais sombria, né? Mas com muita técnica, com muita maturidade.
Também temos o librian, que é um metroconfluência direta, o método tradicional e vocal bem forte, marcante, mas o librian. O que eu vou dizer aqui que tem muito teclado e toda vez que eu escuto o teclado aqui do do Glória perpétua, eu penso no teclado do librian, cara, tem muito teclado no som deles, cara, eu acho que é é o metal brasileiro aí com muita identidade, tanto o librian como Oo librian. Quanto o Glória perpétua em Harry, também é uma banda
Paulistana de progmetal. É tem foco em riff bem complexo, bem técnico, então vocal ele que vai do do agressivo para o lírico, então vocal ele versátil e acho que isso lembra muito Rafael dança aqui é e recentemente vocês têm dado aqui 111 flertada com o gente, mesmo que o Dante também não acabou, eles têm dado uma flertada com o gente.
Muito interessante, né? Muito bom, cara, muito bom esse disco, especialmente aqui, cara, é um disco muito interessante de ser discutido, porque meu beleza, a gente tá falando aqui do Rafael Dantas, do Rafael first, birard que não. Complicado, né? Com certeza eu assassinei o nome
dele e o Bruno Luiz também, né? Mas é um the beauty que você tem, cara, quem que participou quando a gente pensa aqui, quem que participou desse the beauty, a gente tem ali o Vitor Rodrigues, cara, o Vitor Rodrigues. Que é o antigo vocal vocal clássico do torcer Squad, cara, e do good Price, né? Vai aparecer aqui no 30 dias do
metal BR, com certeza. Hoje ele canta no native blood, cara, olha aí, cara, tem o Victor Rodrigues que estão cantando aqui a gente tem um Guilherme hirose também, que era o vocalista, cara do North Tale, meu North Tale, que é aquela banda super banda do guiw hutson, cara que é uma banda Internacional aí que faz um Power metro de muita qualidade. Nós Tale, né cara? Também temos aí o. É na como participante nesse disco aqui o Luis mariuchi é dispensa, né? Apresentações.
Está falando aí do do do baixista original do Angra, né? Essa sacanagem com a minha cara. Tem o Timo token, guitarrista original do stratovares tocando nesse disco, tem o Vitor Veiga, vocalista original do aquário e do Irapuru, cantando nessa banda, cantando nesse disco aqui também, que era impressionante, cara, é impressionante. É assim, é uma banda muito bem, muito bem conectada. Precisa trazer tanta gente aí no seu the built, cara, tanta gente de piso, né, cara?
Impressionante, meu cara é um som, é é cara, realmente the built que merece a nossa atenção. E aí eu acho que o Glória perpétua, ele faz 111 contraponto muito interessante com o progmetro que a gente tem hoje, né? Então a gente tem um progmetro muito. Muito inflado, cara, muito, muita coisa lá. Tem coisas demais. A gente precisa dar uma limpada no prog metal atual, né? E que não, Glória perpétua faz um feijão com arroz, olha pra
olha pra pro clássico, sabe? Eles olham para o essencial do prog metal que tem no que tem no quein Street que tem em outras bandas, ele olha lá pro King Diamond, pro pro pro fat Warner e fala, cara, esse aqui é Oo mínimo que eu posso trazer o mínimo com o mínimo válido. O que eu posso trazer aqui para
o prog metal? Eles fazem isso, então acaba sendo um som muito tranquilo de se de gerir prog metal, que as pessoas, as pessoas mais reclamam do prog metal é as pessoas as pessoas estarem é tem só 14 minutos, 20 minutos, 25 minutos, só a pessoa começar, cara. E isso o clã perpétua engrossa o couro. E corrobora o manifesto do Michael lacker felt, que é o vocalista do oppert Deus do heavy metal, e recentemente o
Michael lacker felt do opper. Ele disse claramente que ele acha que o metal progressivo está se tornando metal regressivo, porque o metal progressivo tá muito inflado, tá muito inflação de linguiça. As pessoas precisam gravar 75. Minutos de álbum precisam gravar 3 horas de álbum precisam gravar com uma música de 20 minutos. As pessoas precisam gravar 200 linhas de guitarra para se sobretudo trazer uma sonoridade
diferente. EOO bika lacafear, fala, cara, eu acho que isso aí é um retrocesso No No prog metal. Acho que o prog metal tem que ser progressivo, tem que levar para frente, tem que levar para trás, como tá fazendo, cara. E o Glória perpétua? Se eu tivesse que criar um estilo para colocar o Glória perpétua, eu colocaria como new Wave ofterdition prog metal, cara, porque se com muitas bandas estão voltando, estão se voltando.
A origem do heavy metal, com uma forte cena do new Wave ofterditional heavy metal, o Glória perpétua fazendo alguma coisa, mas eles olham para o prog metal original, cara, que eu acho Superinteressante, que eu acho super válido, cara. Então se você gosta de prog metal, você precisa escutar Rafael Dantas e você vai escutar Rafael Dantas.
No Eagle, websens como um progmeto muito competente, mais contemporâneo, mais moderno ou no Glória perpétua, aqui com progmeto, mais clássico, mais enxuto, mais clássico, mais
próximo da sua raiz. Então tem progmeto pra todo mundo, que pra todo mundo, todo mundo que gosta de progmeto eu tenho aqui com Rafael Dantas. E com o Igor ebcess e com o Glória perpétua muito legal o 2 The Beatles, tanto no Igor ebcess quanto o Glória perpétua que precisam passar aqui no 30 dias de metal BR pra você conhecer.
Então só pra você conhecer, pra você ver a fanny, ouvir, acompanhar e saber que a gente tá falando cara, se você gostou desse disco, eu vou recomendar o dela Cruz da o dela Cruz do dela Cruz 2011, que é um programento brasileiro, mas um pouquinho mais pesado. Tá librian com o seu disco librian em 2009, que é um programento melódico brasileiro, também com o teclado mais atmosférico, uma variação rítmica que pode enfim trazer mais dualidade.
You in hirsing com o seu disco em hirs and hirs and hirs and difícil não 2013, que é um prog metal moderno paulistano, também com uma complexidade técnica e umas letras mais críticas aí, cara? E esse aqui foi o heavy nauton pode esse que te leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta às 6 da manhã, o metal novo na sua timeline, gente, segunda a sábado, né?
Porque estamos falando do 30 dias de metal BR segunda a sábado 6 da manhã se tem um metal BR que você deveria conhecer e se apaixonar aqui no heavy. Nota, se você curtir o que você está ouvindo até agora, que está dá uma força pra gente, se é que a gente no Spotify deixa aquela 5 e 6 que a gente está precisando, escreve um comentário bacana pra gente. E compartilha com seus amigos metaleiros nos seus grupos do WhatsApp. A sua participação ajuda ravinalt a chegar a mais fãs de
heavy metal. Gente, assim como você, gente, a nossa nova televisão travou mais uma vez. Um abraço pra você ravinalta e nos vemos no nosso próximo episódio, pintando quadros do invisível do ponto nulo no céu, álbum lançado em 2016 de maneira independente, algo conto com 12 faixas, atualizando 45. Minutos de play. Ponto nulo no céu, que é uma banda de metal alternativo de Gravatal, Santa Catarina. Aqui no Brasil os caras são ativa desde 2008, tá bom? E eu.
Disco, o pintando o quadro invisível é o segundo disco dos caras, banda que é formada por Didi Rodrigues, no vocal, Felipe tabuada, na guitarra, Luiz Alberto fauno baixo e Lucas tabuada. Na bateria, gente, olha aí, cara, muito legal, né? Muito legal, cara. Vocês esperavam que um dia trazer ponto nulo no céu aqui no heavy Malta, ela tem que trazer cara heavy Malta, ele fala de música que pega no coração e que eu queria compartilhar com vocês
aqui. E se você está gostando do que você está ouvindo até agora, sabe que você está ouvindo heavy Malta, pode ficar. Acho que a gente dava para explorar o universal f metal todos os dias, de segunda a sábado, às 6 da manhã, a gente tem um metal novo. Na sua timeline, especialmente essa semana e esse mês, estamos falando aí sobre o 30 dias de metal BR, onde 30 dias vamos trazer uma banda que provavelmente você não conhece, mas deveria estar ouvindo nesse exatamente.
Se você está curtindo o que você está ouvindo nesse exato momento que está sacar uma força pra gente. Segue a gente no Spotify, deixa aquela assim que a gente está precisando, escreve um comentário e compartilha com seus amigos metaleiros nos seus grupos de WhatsApp. A sua participação vai ajudar o heavy nota a chegar a mais fãs
de heavy metal, assim como você. Isso aqui é uma banda de metal alternativo, mais que isso é uma banda de new metal brasileira e vocês sabem muito bem que eu não gosto de new metal. Eu sou o maior hater de new metal que vocês se conhecem, mas eu gosto muito de ponto No No céu onde as bandas prediletas. Cara, muito interessante, né? Muito interessante, cara. Quem começou com essa sonoridade aqui?
Então a gente tem aí a gente tem Cícero we down cone e. Como deuses do no metal, não gosto de uma delas. Essas bandas pra mim não consigo levar a Sério. Não sei como alguém consegue levar a Sério, mas beleza, né? Cada um, cada um. Então eu trouxe outras bandas aqui que tem uma pegada aí que tem uma de valor. Então eu queria falar do Roger machin, que tem uma fusão aí.
Traz uma fusão muito única na época deles, que traz um pouco de metal, um pouco mais pesado, mas trabalhado pelo menos ali com o tom morello, com um rap mais político, cara, criando um sonoridade aí mais explosiva, mais militante, mais combativa, né, cara? Inclusive, tom morello faz comício para Hillary Clinton, nunca se esqueçam disso, cara. As letras do regineris batchina são altamente politizadas, cara, e isso tem muito a ver com No No céu.
Sonoramente falando, Nuno mestre, a única coisa para mim que vale muito a pena é o Linkin Park é, eu não sou fã de Linkin Park, mas Eu Acredito que não só pela questão comercial, mas pela questão de consistência, eles consigam conseguem transitar por muitas coisas, muitos estilos, e fizeram ali uma sonoridade muito sólida, especialmente com Chester baniton, né? Inclusive, eles estão se arrebentando aí com a Emily Armstrong, né? Vamos ver onde é que vai dar.
Mas assim, Linkin Park, apesar de eu não ser fã, eu entendo que tem uma carga forte musical ali e tem um valor, né? Mas que eu não gosto tanto. E deftons deftons é uma banda que eu não gosto, não sou fã nem um pouquinho, mas é, eu tenho 11 primo abraço pra você no Gustavo também que você que é o marrom. Eu tenho um primo que ele é muito musical e muito artístico.
Eu não quero muito artístico, muito musical, tenho uma sensibilidade artística muito grande e a banda predilata dele é Deftones e eu consigo entender por que que ele gosta tanto. Eu consigo entender essa Vibe, entendeu? Mais uma vez não é meu som, mas eu entendo.
Mas enfim, quem começou com new metro foi isso, mas aqui o ponto evolução para mim não é new metro assim, tem uma pegada de new metro porque tem uns DJ em muito lugar, mas para mim o. Ponto No No céu, eles trazem, eles trazem pra gente de uma nova cena. Cara, uma cena de metal é metal alternativo brasileiro, algo assim. Metal alternativo urbano brasileiro, um negócio assim, cara, como é que os caras? Santa Catarina é um grande
centro urbano. A sonoridade é pesadamente influenciada por essa selva de Pedra que nós vivemos aqui em São Paulo, né? É, e aí tem algumas bandas que eu acho que fazem parte dessa cena, cara, que eu queria trazer aqui, tá? Então, por exemplo, eu gosto muito, esse é outras coisas que eu gosto muito, tá? Eu gosto muito, muito, muito de a última teoria, né, que é um new metal brasileiro, mas é que, né?
Tem um new metal, tem new metal, mas tem muito de metal alternativo mesmo, moderno, com muito peso, canta em português e aborda temas muito interessantes, é muito. Social, muito pessoal, mas muito ocultista também, né? E com certeza eles representam uma nova geração do metal alternativo. Vamos falar de outra, a última teoria, essa semana que eu não quero falar tanto sobre os caras hoje a gente vai falar sobre, nossa, semana que vem a gente
fala sobre a última teoria. Também tem um plack Pantera que faz um crossover entre metal alternativo, punk, thrash metal e um pouco de metal também, e traz uma energia ali muito forte. Mensagens muito. Agressivas, combativas muito rija que eles são a chin mesmo de empoderamento, experimentos racial, porque é uma banda só de preto. Cara, é uma banda brasileira de heavy metal, no caso de alternative metal control x metal brasileiro, olha que é de preto, olha que maluquice.
Então realmente eles falam muito sobre racismo e sobre dizer a verdade aqui no metal brasileiro. Incrível black Pantera tem que dar uma vida cara e medula, que também é metal alternativa brasileira, muita experimentação, sua norma, consciência social muito grande, também discute muito aqui. Com quem a gente está falando? É com o ponto nulo no céu, cara, muito interessante, muito
interessante de ti mesmo. Então, o que acontece, cara, ponto nulo no céu, por que que eu gosto muito de ponto nulo no céu, cara, música em sua essência é poesia, cara, é você criar metáforas sonoras e metáforas líricas para representar um sentimento. Cara, sempre foi isso, música desde sempre. Música é isso, né? A partir do primeiro momento que alguém gravou uma música, aprendeu a gravar uma música no segundo.
No segundo momento, alguém quis falar, gravar um momento, gravar uma música só pra registrar um sentimento, tá? Não sei se são sentimentos de Alegria, de tristeza, de agonia no black metal, mas é um sentimento. O heavy metal, por por outro lado, sempre foi uma válvula de escape pra aquela pessoa que não se inconformava com. Uma regra 11, molde predefinido. O heavy metal é um movimento formado por pessoas que não se encaixam.
Cara, sempre foi, Ah, eu não encaixo nesse mundo certinho, blá blá, blá quadrado, não quero escutar vocês, todo mundo escuta não porque todo mundo escuta porque para mim não ressoa, mas eu escuto um Iron Maiden e meu olho brilha um Metallica então alguma coisa pega fogo no meu peito. Né? Então o heavy metal sempre foi isso e pra mim, o.no no céu une essas 2 coisas, cara. 11 sentimento de heavy metal revolucionário, de de de revolta
mesmo, de inconformismo. Isso eu acho que o essa palavra o.no céu representa o inconformismo do heavy metal com uma poesia da música. Cara, muito interessante. 1.no céu, essa banda aqui. Eles têm uma pegada sonoramente muito calcada No No metalcore mais técnico, mas eles namoram assim. Eles estão abraçados de uma forma com gente também. Então eles têm muito de metalcore técnico, mas muito de gente cantando em português e
questionando a sociedade. Você consegue entender o valor da singularidade sonora dessa banda? Cara, não tem mais ninguém fazendo isso no Brasil. Não tenho ninguém, cara. Então, por isso, que.no no céu vale tanto, porque se você o que você escuta aqui com o.no céu, provavelmente você não vai encontrar em outro lugar, cara. Em outro lugar você vai encontrar aqui, tá? É vou trazer aqui um destaque pra família tabuada, né? Tanto Oo Felipe tabuada quanto Lucas Taboado, que é a família
tabuada. Que criam ali uma sonoridade que a gente está falando, desse gente como metal core único. O baixista Luiz Alberto fala, para você, o FAO, ele não para, ele é um monstro, esse cara é um monstro, ele não para, entendeu? É assim, é orgulho nacional. E o Didi Rodrigues no vocal, que tem uma versalidade muito grande, porque aqui eles vão cantar com um vocal mais é limpo, que é lindo, muito sensível, muito vulnerável, tá? Eles vão cantar com um rap.
Então eles vão ter uma rima assim, né, que é muito tradicional do, do, do Brasil, e eles vão trazer isso também, e o Didi Rodrigues consegue fazer isso, mas eles também vão ter um cultural aí que não faz, não é ele que faz um cultural, é, são os back vocals, né? Mesmo assim a gente vai ter um cultural, mas não é um cultural, é constante, são pontuais, mas vale muito a pena, tá, mas vamos fazer tudo isso em português e
acho isso é demais, cara. Isso é isso, mais porque é muito difícil cantar em português, mas quando o.no no céu, faz gente em português. Gente que começou a cola em português se conecta automaticamente com a gente e quebra tudo, aquela camada de estranheza de Ah, isso é estrangeiro? Não, ele está cantando em português, dá para entender tudo que ele fala. E quando a gente fala de letra, aí ele está falando do ponto forte, do ponto nulo no céu, cara, um ponto forte, cara, tá
porque? Porque o artista. O cara que é artista, ele se posiciona naturalmente como um observador ali, mas assim é um observador inquieto, é um observador analítico da sociedade brasileira, né? Da sociedade, né não sociedade brasileira, um artista, ele analisa a sociedade, cara, ele tá sempre julgando AAAA sociedade, então ele tá sempre. Ele tem uma postura crítica que vai transcender esse entretenimento e vai começar a trazer um diálogo. Que não poucas vezes incomoda,
certo? Então um artista memorável é um artista que observa o que tá acontecendo, faz uma arte. Quando as pessoas entendem essa arte, as pessoas falam, puta, olha isso, ficam incomodados, olha que maluquice, cara, olha que maluquice e não é de hoje isso. Vamos falar de Francisco Goya, vamos falar de Francisco Goya, cara, ele. É de ele faleceu em 1928 1828.
Pintor espanhol, né? E ele fazia suas obras assim, tecnicamente falando, eram impecáveis, mas ele fazia suas obras questionando, criticando a guerra e a corrupção social. Cara, ele tá falando de é o desastre. Acho que acho que as obras dele eram um pouco assim. Subversível era difícil entender, né?
Então, por exemplo, qual o nome da do, do do quadro, os os desastres da guerra, Saturno devorando um filho, onde tinha literalmente 11 homem devorando um filho, cara, criticando ali uma violência intitualizada, uma hipocrisia religiosa naquela sociedade espanhola. Entendeu? Então o goya, o Francisco Goya, era um cara. Que observou a sociedade espanhola ficou incomodado, começou a fazer uma arte. Quantas pessoas ouviram aquela arte, se incomodavam também? Esse é o papel de um artista,
povo. Vou falar, por exemplo, da cat colwitz, uma artista alemã que faleceu em 1945. Ela documentou todo o sofrimento da classe trabalhadora, das primeira, Segunda Guerra Mundial, das injustiças sociais nas suas gravuras. Cara. Então ela pegava cara, vamos fazer gravura e carvão. Você via aquilo e aquilo incomodava. É como se fosse um pesadelo registrado, um pedaço de papel.
Isso um artista faz, cara. Ou o próprio basquiar, Jean Michelle basquiar, que é um pintor nova, iorquino, que criticou assim, ele faleceu em 88, eu nasci em 87, tá? E ele criticou se ele criticou consistentemente o sistêmico americano. Né? Então ele fazia assim, arte na rua E as pessoas vinham aqui e falam, gente, realmente tá dando merda isso aqui, cara, né? Então, olha só, o artista tem como como a sua função, ser um observador inquieto, que critica a sociedade ao redor.
É um apontador de dedo, um artista, certo? Quer dizer, um artista relevante, né? Quando o artista não é isso, ele se torna. Uma piada, cara, ele se torna um fantoche, ele se torna 1111 engrenagem no sistema e enquanto, enquanto produto, mercado, beleza, cada um faz o que da vida enquanto artista, ele se torna totalmente descartável.
Cara, o que, cara? Liga aí a sua TV num domingo à tarde, abre aí algum programa que mostra é artistas cantando qualquer um. O que se aproveita de alguma música, de algum desses artistas? São artistas, eles representam, de fato, 11 obra artística, né? Quem somos nós para julgar arte? A arte é a arte, mas nada se aproveitar lá é descartável, porque a esses artistas, olha que interessante, não estão cumprindo a função de observadores inquietos, criticando a sociedade ao redor.
E sabe o queo.no luceu faz nesse disco? Eles são observadores e quietos, critiqueiros a sociedade ao seu redor e fazem isso líricamente sem igual. Cara, a principal crítica que eles trazem aqui, cara, eles vão criticar o capitalismo predatório, tá? Eles vão criticar muito a falta de coragem da pessoa de largar uma vida automática e seguir um sonho. Mas a maior crítica que eles, que eles fazem aqui é a apatia
social. É você ver o seu conterrâneo, seu vizinho, ou até mais profundamente, o seu próximo, religiosamente, o seu próximo, morrendo de fome, comendo lixo, literalmente na sua esquina, e você subia a janela do seu carro. Ligar o condicionado, aumentar a música e seguir em frente. E essa é a crítica aqui e incomoda, cara. Incomoda, me incomodou, me incomodou muito, cara, ouvir esse disco eu escuto se diversas vezes, cara, é o ponto lucel me ensinou um sentimento coletivo
de social, social aqui, né? Nesse disco foi o único momento da minha vida que eu aprendi isso, que eu consegui sentir isso, consegui compartilhar isso, e eles são excelentes professores, né? Isso eles ensinam isso de uma maneira muito didática, de uma maneira muito é, é é expressiva assim, cara meu, vale muito a pena a. Carga lírica desse disco do ponto no céu.
Acho que eles são muito autênticos e eles não vão transmitir uma mensagem predefinida de uma ideologia e eles vão sangrar a alma deles numa mensagem visceral, traduzida em um gente com metalcore técnico em português. Cara, eu não consigo expressar isso mais forte que isso, cara. Você precisa ouvir pra você entender o que eles estão falando. Pra você entender esse sentimento que eu tô tentando transmitir aqui pra você só tá
nessa banda, só tá nesse disco. Você tem que ouvir, cara, você tem que ouvir inclusive o ravinalta, o podcast que você tá ouvindo existe e muito por conta do ponto Nuno céu. Porque o ponto Nuno céu me ensinou, cara, o que que adianta viver uma vida automática? O que que adianta viver uma vida onde você levanta, trabalha, dorme depois? Lógico, temos que fazer isso e vamos fazer isso. Enfim, todo mundo precisa se sustentar, mas você precisa viver, você precisa seguir seus sonhos.
O que que você sonha é abrir um restaurante, é viajar o mundo é é é andar de bicicleta ou uma coisa grande assim, ou uma coisa pequena. Para mim, no caso, que é todo dia, falar de heavy metal é meu sonho desde moleque é escutar um disco, sentir. Eu já falei isso algumas vezes,
eu falei até no metal, manto. O meu podcast começou porque eu porque eu tomava banho e tudo que eu falo aqui no podcast, eu falava tomando banho porque eu escutava um disco que eu ficava na minha cabeça e eu precisava jogar aquilo pra fora. E eu IA pra um tomar banho e começava a falar, falar, falar sobre aquilo. Metal mantra nasceu e
consecutivamente a viral. Então porque eu coloquei o microfone pra gravar, então o que eu falo pra o que eu estou falando com vocês aqui é o que eu falava no meu banho, cara, e falava por hora sobre isso. E quem se não viver esse sonho foi o ponto nulo no céu, cara, enfim, eu posso ficar tarde falando o ponto nulo no céu é uma banda que eu gosto muito, é um disco que eu gosto muito, é um trabalho que eu acho que vale
assim 30 dias de metal. BR essa que é uma banda que tem que estar na sua playlist, cara, você tem que ouvir ponto nulo no céu, pintando quadros do invisíveis. Você gostou desse disco do ponto nulo no céu? O heavy nota vai recomendar para você a última teoria com a última teoria de 2019. É OA solidade é parecida, mas AAAA temática é muito mais agressiva, tá? Também tem um pouquinho de da temática e social, mas eles tem uma camada de cortiso muito forte.
Black Pantera, com revolução silenciosa em 2016, que é um crash metal, né? Com é, mas aí tem Stone, ele tem tem aumento alternativo e também muita energia. É uma mensagem muito forte de antirracismo, muito interessante e medula, com seu disco 3 2012. É metal alternativa instrumental brasileira, então é um conceito social muito forte, é muito engajado, mas é muito bem consistente também.
Dá uma olhada aqui, porque vai valer a pena, esse foi o heavy now to pode te assistir, leve para explorar o universo ever metal todos os dias, de segunda a sexta às 6 da manhã, o metal novo na sua também na início você curtiu o que você ouviu até agora que está usar aquela força, segue a gente no Spotify, deixa aquelas simples as que a gente está precisando, escreve um comentário bacana e compartilha com seus amigos no talento nos seus grupos WhatsApp.
A sua participação ajuda o revinal está a chegar a mais fã de herv metal. Assim como você, a nossa live está levantando o voo mais uma vez. Um abraço pra você revinalta e nos vemos no nosso próximo episódio, sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy
metal. Comandante da missão Hilton Fernandes tripulação preparar para a decolagem partindo em 321 debinalta no ar. Creating kaias do invisible control alcançado no dia 25/02/2022 de maneira independente é uma que conta aí com 8 músicas atualizando 38 minutos de play. Invisible control que é uma banda de prog death metal tumor. Teste brasileiro. Isso porque a banda tem membros de Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte. A banda que está ativa desde
2020 desde da pandemia. E esse aqui, o Creative in caias é o the beauty deles, tá bom? The beauty pros caras, lançado em 2022. Então eles tiveram 3 singles antes desse the beauty que foi o killing another one, vus 2020, cold blood em 2021, sounds of the thems 2022, e aí o Creative
in caias. Lançado em 2022, a banda que é formada por Marcos Flávio annobach, ele que toca no catafero, Wagner Oliveira na bateria que toca no X pen, Dênis parente na guitarra que toca no espancando Cristo e primordium e torment the Sky, o Marco Melo na guitarra que toca no Marco Melo mesmo e a Daniela Serafim no vocal que toca hoje no autópsia num slave. Em égoni. Olha que maravilha gente, que maluquice.
E você, está ouvindo o heavy now out, o podcast que leva para explorar o universo do heavy metal do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta às 6 da manhã. E agora em janeiro nós temos o 30 dias de metal BR, onde nós todos os dias segunda a sábado e 6 da manhã. Apresentamos uma banda de heavy metal brasileira que talvez você não conheça, mas que você deveria estar ouvindo nesse
exato momento. Se você está curtindo o que você ouviu até agora, toda aquela força para a gente, segue a gente no Spotify e daí que a deixa aquela 100 que os teus que está precisando escreve um comentário e compartilha com seus amigos metaleiros dos seus grupos de WhatsApp. A sua participação ajuda. O revinal está chegando a mais fãs de heavy metal, assim como você.
Então vamos lá. Se eu disser para você que tem uma banda que reúne músicos de 3 estados nordestinas diferentes, com décadas de experiências, a gente soma experiente de todos esses esses músicos que é liderada por uma vocalista que acaba destrói a massa, o theft metal progressy e que essa banda nasceu durante AA pandemia que gravou de maneira remota, que entregou um the built que vai rivalizar. Com qualquer produção Internacional? Pois é, gente, hoje é dia de falar de invisible control.
Isso porque hoje aqui é 30 dias de metal BR no revernaldo. Acho que falando isso há 2 semanas já, né? Então já tem 10 bandas aí, 2 ou 3 semanas, eu acho, né? Já tem 10 bandas, talvez um pouquinho mais pra você ver 12 bandas, pra você dar uma olhada no Brasil aí e aumentar a sua playlist de metal brasileira, né? E a gente vai falar hoje de uma banda que representa na opinião, o que tem de mais experiência e de mais técnicos de Oo supra sum do Def metal no nordeste brasileiro.
Na verdade, nos próximos do hub do Def metal no Brasil e especialmente o que é casado no nordeste brasileiro, em principal controle, reúne músicos veteranos de Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Tá, e além de tudo, essa banda de Def metal brasileiro de progresso, de Def metal brasileiro, tem uma vocalista feminina. Que é a Daniela Serafim e foi
formada no na pandemia. Olha que maluquista hoje é dia de Blast Pit, hoje é dia de incrível progressivo, hoje é dia de vocal cultural feminino brasileiro com sotaque clandestino aqui no heavy nota gente e acho que é legal aqui a
gente começar pelo começo, né? Então, o invisible control foi formado em 2020, reunindo músicas de 3 estados, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte. E eu tô repetindo isso pra várias vezes, não é só porque, pô, é uma curiosidade, não, isso faz 11 sentido, porque, pensa comigo, formar uma banda já é um puto. A desafio, especialmente quando, sei lá, todo mundo mora na mesma cidade, do mesmo bairro, já é
difícil. Agora, imagina coordenar músicos de 3 estados diferentes, gravar remotamente durante uma pandemia mundial e ainda assim entregar um álbum que funciona, um álbum que é coeso, que é técnico? Isso não acontece por acaso. Isso acontece nesse disco porque a gente está falando de músicos veteranos que sabem exatamente o que eles estão fazendo.
E quem é que são esses músculos? A gente está falando aí do Marcos Flávio No No baixo, que é a ex, responde dentro do defeito, Wagner Oliveira na bateria que vem lá do x pen e do kare sfeer o Denis parente nas guitarras, ativo hoje lá no espancando Cristo no primórdio, Marcos Melo também nas guitarras, com passagem ali pelo, por exemplo, o little Rising. E a gloriosa Daniela serafinos vocais com o histórico aí do autópsia e do slave in egon?
Essa aqui não é uma banda de moleque que pegou no instrumento ontem, não é um time de veterano com décadas acumuladas. Da cena de isso, transparece no som Creative incale não soam como um the beach de Band streat não é aquele disco emocionado. Soa com um trabalho de gente que já sabe navegar por esse mundo do Def meta, conhece a complexidade técnica desse som sem perder o impacto, sem perder a força emocional que precisa
estar nesse som. Então se a gente parar pra pensar junto aqui, né, Def metal progressivo já é um nicho, né? Você adiciona a tecna destino, o nicho fica melhor ainda, aí você adiciona uma vocalista feminina fazendo cultural meu, fica algo bem raro, único. Até, né? E que cabe uma corporação interessante, né? O som do invisível control lembra bastante o art, especialmente na fase de Warren turn on, em 2014, que é quando a Alice White que elas assumiu os vocais da bandas da banda no
lugar da Ângela. Gasson mesmo, né? Aquela combinação de heffs tecnicamente elaborado, né? Aquele piso de defmetro com muito de menor, principalmente a presença de um vocalista feminina, faz aqui um paralelo muito forte. Tem muito em comum o que a Daniela sarafim faz aqui, mas tem uma diferença. O artienime é melhor do que Def metro sueco, então eu não sou um, ele é. Ele é mais comercial e tenho uma
produção maior, né? Ele tá falando de artienime, é uma produção milionária com com alcance nacional. O invisible com show é Def metro progressivo, então ele é um Def metro. Está aberto a explorar outros outros estilos nordestino gravado remotamente durante pandemia, vindo direto pro degrau de mais genuíno do Brasil e mesmo assim o cultural da nela sarafim eu posso. Trava. Isso aqui rivaliza tecnicamente com qualquer vocalista europeia. Gente, a gente pode pensar em no
nervosa, né? Enfim, tendo a linha daqui brasileira aí, né? Por exemplo, uma banda mundial europeia hoje searevel bowr ou Land mind Mercury, por exemplo. Todas essas bandas com vocalistas femininas que a Daniela traz para o invisível control tá nesse nível de competência técnica, é nessa pegada. Mas tem uma identidade própria que não deve nada ao padrão europeu. É cultural brasileiro, nordestino, fornizado na cena deground aqui dentro de casa.
Isso faz toda a diferença. E olha que eu não estou falando de de de cultural feminino com novidade, estou falando de cultural tecnicamente impecável, né? Tem presença, tem projeção, é se destaca nessa massa dos instrumentos, que é Oo dessa meta progressivo. A Daniela Serafim não está tentando provar nada para ninguém. Ela simplesmente amassa esse disco aqui, né? Tem alguns momentos que vai ter
o consultado profundo, né? Que sustenta as nossas sessões mais pesadas, tem os gritos Agudos que trazem o clímax e tem muita variação de intensidade que demonstra que não é só brutalidade pela brutalidade. Isso o gutural feminino e a linha vocal da Daniela Serafim. É uma ferramenta expressiva a serviço da música, a serviço desse disco. Isso não importa, porque da ferramenta progressiva existe mais do vocalista, que apenas velocidade e volume.
Precisa saber quando você tem que dar uma recuada, quando você tem que explodir, quando você tem que deixar os instrumentos, contar a história. E a Daniela Serafim tem essa maturidade nesse dia, tá? E é muito interessante. E se a gente falar um pouquinho mais sobre o disco em si, sobre o Creative mcales, é um disco que durante todos os seus 38 minutos que é bem rápido, né? E que vem pra uma agressividade que vem aí do f metal, com uma complexidade que vem do prog
metal aí, né? Então os infes, eles vão alternar bastante em alguns momentos, eles vão estar bem pesado, vão estar te esmagando mesmo. No outro momento vai estar mais intrincado, vai ter uma mudança de andamento. Então a gente não está falando de um som, de um disco que tem aquela. Sabe linearidade, sabe aquele, aquele. Naquela língua de trem, né? Versus refrão solo, versus São Paulo, são são são composições que desenvolvem essas ideias,
mas isso acontece organicamente. Isso é impressionante, cara. E as guitarras também trabalham em confirmações mais graves. O que é comum no dessa metal é progressiva e no dessa metal em geral, e isso vai proporcionar mais densidade, mas não vai perder a articulação. E o Wagner Oliveira aqui na bateria, ele vai transitar entre um Blast beat furioso, violento e grooves mais sincopados. Que é característico do proimetal. E o baixo do Marcos suave mantém
essa presença constante, né? Que cria esse contraponto harmônico e adiciona mais profundidade ao som do invisible control. E o caso do nordeste em si? Aqui não caiu do de paraquedas na história. Na região. Aqui já tem uma tradição tanto no nordeste metal quanto no progressivo, com bandas que pavimentaram esse caminho aí. Para grupos mais novos, por
exemplo. Revisible comntro, no lado da f metal, você tem um cangaço, cara, logicamente, você tem um cangaço que injetou elementos de Baião em ritmos regionais no da f metal externa, provando que brutalidade. E regionalismo podem encaminhar juntos. Sim, tem o trip techlesis, né, que é de Fortaleza, com um deft metal mais Sombrio, um deixo mais dissonante, né? Tem o crosseve fate também, que entrega um deficit tradicional, com timbres mais sujos, de uma crítica social mais afiada e já
na progressiva. E o nordeste também construiu um de idade própria. Tem o papangu, que é um nome difícil, mas até Paraíba mistura prog metal. Black metal Stone é de maracatu, gente, olha aí uma experimentação você vai encontrar em outro lugar. Teve um ensaio de também de Natal que você trabalha com prog de metal atmosférico, né? E o instemt John, de Fortaleza, também explando a mudança rítmica, completa. Ele tava muito técnica, meio que um DT assim, sabe?
Então quando o invisível com show surge combinando DF metal com progressiva para não entrar na roda. Ela está pegando 2 tradições já estabelecidas no nordeste e fundindo com maturidade de quem conhece esses 2 lados. É uma continuação natural de uma cena que sempre teve ali tanto essa brutalidade do f metal quanto a sofisticação técnica do prog metal também. E tem outro ponto crucial aí, a banda prova que a colaboração remota funciona. O creating cale foi gravado durante a pandemia.
Cada música no seu próprio espaço e o resultado não soa fragmentado, desconexo. Vocês soa coeso. Justamente porque os músicos são veteranos e sabem exatamente o que eles querem comunicar. É uma produção Moderna, é uma produção aí que não é estéril. Ela tem clareza. Você consegue ouvir cada instrumento nesse som, mas também não tem aquela contextura orgânica, essencial que a gente precisa ali do DF metro para soar autêntico também.
Então, assim, é meio difícil de escrever, mas quando você dá play. No creating cales, a primeira coisa que você vai te pegar aí é a densidade, né? Não é aquela densidade que vira parede de som que você não tem do que você tá falando. É uma densidade de camadas que dá para entender o que acontecendo. Tem espaço para cada elemento dar uma respirada ali. Os rifles são construídos em blocos, né?
Aquela sensação que você tem de tá ouvindo uma engrenagem que tá travando e destravando travando destravando, sabe, repetitivo, mas coeso assim, né? Não é a velocidade o tempo todo, então ele tem uma variação. A bateria do Wagner Oliveira é muito versátil, então vai ter Blast beach quando a composição perde mais brutalidade, né? Vai ter uns groove aí quando a música precisa respirar, tem uma umas viradas que funciona da maneira certa. É muito legal, cara.
O baixo do Marcos Flávio traz experiências de décadas aí ele não tá só dobrando a guitarra, não tá só colando na guitarra, ele tá criando minha linha, umas linhas de baixo, tá destrorando, peso, profundidade, trazendo um corpo que eu possuo mesmo. E voltando aos locais da Daniela, eles adicionam uma camada de agressividade controlada muito cultural que se integra perfeitamente com a instrumentação, nunca competir em outro espaço, mas sempre complementando esse espaço cara.
E é isso, pessoal. Prev cales do invisible controle é Def metal progressivo, é nordestine. Vai competir tecnicamente com qualquer produção nacional e Internacional. É a prova que o nordeste tem músicos de altíssimo nível, com a vocalista feminina. Impressionante que coloca o the FMF no bolso ali, né? E prova também que a colaboração remota funciona, que dá certo.
E se você gostou desse disco do invisível control creedering kaes, o revey nota te recomenda obscura com o nível de 2011, que é um the f metal, esse técnico progressivo em alemão. Uma complexidade similar ao que a gente tá falando aqui, tá? Be and creation the hour também em 2011, que é o theft metal canadense com o baixo freatless que parece muito som aqui também
do Flávio, né? Nesse disco e o the isting questional presents, que é a banda original da da da a lição White class lá de 91, clássico tradicional do Def como jazz, que estabeleceu aí o template para esse Def progressivo do futuro. Aí cá. Esse foi o revinaldo podcast que a gente leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, segunda a sexta, 6 da manhã e se você curtir o que você viu até agora que está daquela força para gente, segue a gente no Spotify.
Deixa que ela, assim que será que a gente está precisando? Escreve um comentário bacana e compartilha com seus amigos hortaleiros nos seus grupos de WhatsApp. A sua participação ajuda revinalta a chegar a mais fãs de metal. Como você nossa está está levantando o gol mais uma vez. Um abraço para você revinalta nos vermos o nosso próximo episódio.
Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta. Inho sistemas ativados professores prontos para o
lançamento destino. O vasto cosmos do heavy metal, comandante da missão Hilton Fernandes tripulação preparar para decolagem partindo em 321. Sobreviventes do mal do síndrome k álbum lançado no dia 24/11/2023 de maneira independente, algo que conta aí com 10 músicas, totalizando 43 minutos de play, síndrome k que é uma banda de thrash metal da Bahia da Bahia. Formado em 2019.
De fato os caras de 2016 a 2019 se chamavam thrash makers que faziam sentido e 2019 em diante eles assim, eles adotaram o nome de síndrome Capes. Tem 2 discos lançados no seu the beauty é o que se pague em 2021. Vamos falar nesse episódio dos sobreviventes do mal de 2023, a banda que é formada por Pedro Hugo na bateria ele que se atlocou lá no crótalos. O wolfer Freire na guitarra e o Lula solto no vocal e no baixo. Power trio poderosíssimo baiano aqui no ravinalta e você está
ouvindo? Ravinalta, o podcast que leva você para explorar o universo heavy metal todos os dias às 6 da manhã agora em janeiro a gente tem a nossa pré temporada 2026 onde nós temos o 30 dias de metal BR. Onde? Todos os dias, segunda a sábado a gente fala, a gente traz para você uma banda de heavy metal brasileira que talvez você não conheça, mas deveria estar ouvindo sem parar nesse momento. E se você está curtindo o que você viu aqui até agora, dá aquela força para gente.
Segue aqui no Spotify, deixa 5 estrelas cheia de brilho para gente, escreve um comentário e compartilha com seus amigos mortaleiros nos seus grupos de WhatsApp. A sua participação ajuda o heavy nota a chegar a mais fãs de heavy metal, assim como você hoje está saindo esse episódio aqui hoje. Faltam mais ou menos 25 dias pro sábado de Carnaval aqui no Brasil, que é quando o Brasil começa de fato depois do Carnaval, né, cara? Se pensou em Carnaval, pensou em qual cidade?
Pensamos em Salvador, pensamos em Bahia, Lauro de Freitas, Costa, do sauípes, trata do coco, Praia do Forte, Terra Boa. Eu amo a Bahia, eu amo Salvador, eu amo muito o Salvador, me considero metade sotarapolitano, eu adoro Salvador, já visitei algumas vezes com a minha família, gosto muito.
De lá, cara. E quando a gente pensa em Salvador, a gente pensa no que a gente pensa no axé, a gente pensa no samba reggae, a gente pensa no Santana, a gente pensa em Carnaval. Mas e se eu disser para você que dessa cidade saiu um álbum de thrash metal que foi listado entre os 10 melhores álbuns de 2023 pela road Crew? É isso aí, gente. Esse é o disco que a gente está falando hoje, as sobreviventes do mal.
Que vem aqui do síndrome k, que é uma banda que prova que o thrash metal de verdade pode nascer em qualquer lugar, desde que nesse lugar a gente tenha indignação e amplificadoras
distorcidas, né? É basicamente isso, cara, vamos começar quebrando esse mito aí. Então, quando a gente pensa em thrash metal brasileiro, a gente pensa altomaticamente em São Paulo, a gente pensou no ABC Paulista, cara, porque a gente está pensando em em em overdose, a gente está pensando em cornos, a gente pensa no Rio de Janeiro também nos anos 80, a gente pensa. No Dorsal Atlântica, que é um nome fortíssimo, adoro esse nome, cara, o nordeste geralmente não aparece nessa conversa.
Ah, trosh metal brasileiro, o nordeste, a gente não fala isso e olha, não é porque não tem trosh metal lá, é porque no Brasil, no heavy metal brasileiro, a gente tem essa narrativa aí que o metal brasileiro ficou sempre muito centralizado nesse eixo Rio São Paulo, cara, as grandes gravadoras estão no sudeste, a mídia especializada estão no sudeste, eu, eu, eu, cara, o heavy nota é um podcast heavy metal, acredito que é o único podcast heavy metal.
Do Brasil, tem algumas, alguns fofoca, cats aí, de heavy, mas o único podcast, rever, acho que é gente, e o vinil na stent, e ele está aqui em São Paulo, cara, é, eu sou de São Paulo, o Rafa, que é o nosso host aqui, ele está no Rio, é o eixo é o eixo Rio São Paulo, cara, né? Os festivais que fazem barulho, de fato estão no sudeste aqui também, cara, então, assim. A gente tem essa impressão, sabe? Mas o thrash metal não precisa e não pede permissão para existir.
Ele nasce, cara, ele simplesmente nasce. Ele nasce em qualquer lugar que tiver raiva, qualquer lugar que tiver desigualdade, onde tiver injustiça, injustiça, onde tiver alguma coisa que possa ser denunciada. E Salvador tem tudo isso e tem de sobra, cara, tem violência urbana, tem desigualdade social, tem corrupção, os mesmos temas. Que alimentam aqui o trash Paulista, cara também pode alimentar o trash baiano e o cinema micav vai provar isso.
Os caras nascem em 2000, que é um momento aí que muita coisa está acontecendo no trash metal mundial. Oo, trash metal meio que ressurgindo, né? É onde muita gente tava trazendo ali o new Wave of of traditional
trash metal, né, por exemplo. Tem muita gente fazendo isso aí, cara, e. O sidermica entrou com isso aí e falou, não, beleza, vamos fazer aí, mas eles não trouxeram, eles trouxeram uma sonoridade que lembra o perfil, que me lembra êxodos para caramba, eu escuto o sidermica, eu penso em êxodos, mas eles trouxeram 11 carga brasileira, uma brasilidade muito grande. Por quê?
Porque eles falam de temas muito próximos da gente em português e gente, é demais, cara, e são termos assim que não funciona em outros idiomas, por exemplo, quando a gente pensa em síndrome do mal, né? Nesse disco, eles abrem com. Eventos do mal, que é uma música que dá nome ao disco. E nessa música tem tem tem um refrão ali que é ele nunca vai para o céu, porque a sua alma sempre foi from Hell. Isso é demais, isso é poesia, cara. Você tem que colocar num numa camisa.
Ele nunca vai para o céu, porque sua alma sempre foi from Hell. É impressionante, cara, mas isso ele não vai conseguir, outros outros idiomas, a gente vai conseguir isso aqui. No No no Brasil hoje aqui em português, né? Isso é muito importante, cara, porque? Porque isso importa muito, cara, porque quando o síndrome cá Conquista esse espaço, ela abre portas pra outras bandas
nordestinas. Ela prova pra aquele moleque de 15 anos lá no Rio Vermelho, em Salvador, lá em em em em a mala, ali na Salvador que dá pra fazer thrash metal profissional sem precisar se mudar pra São Paulo. Cara, é importantíssimo o som desses caras. E quando você vai lá e vai escutar lá, você. Aperta o play, de fato, dos sobreviventes do mal, você sabe imediatamente você está ouvindo
thrash metal, cara, por quê? Por causa do timbre da guitarra, ele é afiado, ele é cortante, ele parece uma lâmina thrash. Na verdade, você tem uma curiosidade, não é trash metal, tá? Não é trash metal não vem de lixo, vem de trash com THR que é dilacerar. Quer cortar por causa do som, o som precisa cortar.
Guitarra é é aquela timbragem, é, vai escutar êxodo, vai escutar Slayer, vai escutar megadefe, do, do, do, do resting Peace para trás e você vai pegar essa essa timbragem que a gente está falando do síndrome KK, então assim, você escuta esse disco, no primeiro momento você fala, puts, isso aqui é track metal, isso aqui é track metal oitentista. Na verdade é mais moderno que o oitentista, mas bebe na fonte do
oitentista, tá? Tem aquela bateria que não para, sabe que não dá trégua, que é uma metralhadora na sua, na sua orelha, e um vocal que oscila entre raiva e uma explosão. Então tem hora que ele está com raiva e tem hora que está explodindo o sul do mikha. Até um é mais Maduro do que a primeira fase do megadeff ou, por exemplo, o êxodus, porque eles conseguem navegar por um pouco mais de musicalidade, pouco mais de. De nuances.
Então tem solo, lógico, com a mais otimidade, vocês, escuta você ainda, eles não perdem o estilo ainda indistinguível que a gente está falando de thrash metal, depois eles conseguem dar uma solada também, consegue trazer 11 fraseado para esse som também, tá? E a produção desse disco, eu preciso trazer um ponto aqui que soa Moderna, sem perder a essência orgânica do thrash clássico. Isso é muito difícil, então estou falando o quê?
Estou falando o que é limpo o suficiente para você ouvir cada instrumento. Mas mantém aquela sujeira que vem da timbragem, que vem da da distorção necessária pro thrash, pra dar aquela textura sonora que só o thrash tem. É difícil explicar isso, mas você vai escuta, é, é é sobreviventes do mal e depois você escuta, é rustin Peace. Você vai entender o que eu estou falando, tá? É exatamente isso aqui que a gente está.
E eu preciso também trazer um ponto aqui sobre as composições desses discos, porque não só timbre, né? Não é só. Como a guitarra soa como os instrumentos, você também não precisa. O que que guitarra está fazendo, né? Qual? Qual que é a história que está sendo contada, né? Uma história literal, mas qual que é Oo começo, meio, fim dessas músicas? E essas composições mostram muita maturidade da banda, cada música, cada música que fica construída com atenção nos
detalhes. Evitando aquela armadilha de simplesmente repetir a mesma fórmula, entendeu? Então tem variação de andamento. Algumas faixas vão priorizar mais velocidade, outras transplorar os grooves mais marcados. Os refrão são grudentos, você vai sair daqui e você vai começar a cantar esse disco. Até porque em português é muito acessível, que eu acho excelente cara, isso tem trash metro em cada refrão.
Você consegue cantar assim, se você escutar essa disco 2 vezes, você consegue cantar junto, entendeu? O síndrome k tem 1111 veia que consegue fazer isso e é muito difícil você conseguir isso. Então, pô, o síndrome k tem tudo, tudo, tudo para ser um dos maiores nomes do thrash metal brasileiro. Fica de olho nessa banda.
Síndrome k, cara, porque o que precisa para essa banda explodir já tem qualidade de produção, uma maturidade que não deixa a música assim, lista, mas deixa ela simples o suficiente para ela ser lembrada. Cara, é demais, é demais mesmo, né? É e é isso, cara. O sobrevivente do mal traz tudo ali, né? O título do disco já traz tudo, né? A gente tá falando de vencedores do mal ou destruidores do mal, é sobreviventes do mal, é, são, são.
Para mim, são composições que estão trazendo esse sentimento de é estar lutando para continuar existindo nesse ambiente hostil que é o Brasil, Salvador no caso, mas que é Brasil isso. Fala no som e você consegue se identificar? Porque a realidade da maioria dos brasileiros é essa, cara. Não é sobre conquistar o mundo, é sobre sobreviver, sobre matar um leão todos os dias. É resistir à violência urbana, desigualdade e corrupção, ao abandono do estado mesmo. Cara, eu tive a sorte, né?
Foi muito. Eu fui muito privilegiado de poder ter morado no Rio de Janeiro e eu amo o Rio de Janeiro e eu amo o carioca, e lá em São Paulo também tem muito disso, enquanto os lugares do Brasil. Mas no Rio de Janeiro eu foi onde eu tive essa experiência de, pô, conhecer a Rocinha, conhecer o vigário geral, o Jacarezinho, conhecer complexo do alemão, mas conhecer Vieira solto, conhecer Botafogo, conhecer é, é e Caraí assim é o bom é asfalto, é muito diferente mesmo.
Eu, se você. Você não consegue entender Planet Hemp até você morar no Rio de Janeiro. E quando você mora no Rio de Janeiro, entende Planet Hemp, você se apaixona por aquela cultura, por aquele molho, por aquele sabor carioca que só tem ali. Cara, eu eu falo pro Rafa aí que eu sou metade carioca aqui, OOO heavy now é 2/3 carioca. As letras, cara, a gente precisa falar sobre as letras desse disco aqui, cara.
Não fazem Rodeio nenhum. Elas atacam corrupção, elas denunciam desigualdade, elas expõem. É hipocrisia, demagogia, né? Aquele discurso oficial de progresso, enquanto a maioria da população está. Da jogada das traças é uma crítica social direta, cara, não tem uma metáfora muito elaborada, não tem uma filosofia abstrata, não é paulada, sabe? É é pau no gato meu, como fala o próprio baiano, eles largam o doce mesmo aqui, né?
E é trecho metro, cara, isso é o trecho metro na sua licença, é mais pura, é denúncia, é crítica social, né? E eu gosto muito disso, porque os grandes nomes do thrash metal pararam de criticar, até porque hoje são bilionários, não tem mais problema para ser para criticar, né? Então os grandes nomes do thrash metal pararam de criticar, onde que está essa crítica? Está aqui, está em bandas underground que estão historicamente reacendendo.
Esse essa chama, né? É, e talvez vocês estão falando sobre Salvador, essa mensagem funciona universalmente, eu escuto, sou um dos caras e eu consigo me localizar aqui em São Paulo, né, de maneira geral, para mim. O disco aqui, Oo sobrevivente do mal, é uma válvula de escape, é uma ferramenta de conscientização, né? Beleza, mas é uma válvula de escape, é onde, cara, imagina qual o show desses caras, cara, deve ser assim, deve ser essa catarse coletiva ali da galera, entendeu?
Extravasando junto aí esse essa angústia, essa indignação da da injustiça que a gente vive no dia a dia por aí, cara, e é isso meu, esse disco foi listado entre os 10 álbuns de thrash metal de 2023, não é? Não é exagero, muito pelo contrário dos melhores discos de travesti metal do Brasil já feitos. Tá muito com gente muito Maduro, muito concreto, e Eu Acredito que esse reconhecimento abriu portas aí pro pro síndrome de casa tocar em outros lugares aí
em outros festivais. Mas eu não acho que eles têm a visibilidade que merece. Eles merecem mais cara, merecem muito mais espaço e é por isso que você está trazendo aqui. No heavy nauta no 30 dias de metal BR. Se você gostou desse disco aqui do sino do Mika sobrevive antes do mal, o heavy nota recomenda, violetter senariales of retality 2013 também é um teste brasileiro com temática social similar aqui AAA essa sonoridade e essa energia aqui do sino do Mika. Toxic holow coster, né?
Overdose of overdose of theft 2008, que é um teste chamado kerokru direto, dialoga bastante com a proposta da banda aqui. E municipal wace, the art of porting aqui já está um pouquinho para o drige, mas ainda assim traz essa energia muito forte, essa atitude que tem muito a ver com seu mk. E esse foi o heavy nota 30 dias de metal BR.
O podcast leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sábado, 6 da manhã, falando de uma banda brasileira que se você não, talvez você não conheça, mas deveria estar ouvindo sem parar nesse momento. Você curtiu que o senhor viu até agora que está naquela força
para a gente? Segue a gente, seu Spotify deixa aquelas 5 estrelas que nós estamos precisando, escreve um comentário bacana e compartilhe com seus amigos metaleiros nos seus grupos de WhatsApp. A sua participação ajuda Reginaldo a chegar a mais fãs de heavy metal. Assim como você, a nossa nave está levantando o voo mais uma vez. Um abraço pra você revinalta e nos vemos no nosso próximo episódio. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta,
às 6 da manhã. Siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta sistemas ativados. Professores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão Hilton Fernandes tripulação preparar para decolagem partindo em 321 abinalta no ar. Tchau anyral life experience do Oslo, álbum lançado no dia 22/03/2016 pela Shine Gaming records, algo que conta aí com 9 músicas atualizando 44 minutos de play.
O oslon, que é uma banda de thrash metro de São Paulo, capital nativa desde 1997. Gente, pô, os caras estão nativa há bastante tempo aí, né? Os caras têm 3 álbuns de estúdio, né? O the beach, time to Ride 2010, evolustruction de 2013 e agora o Aninha live experience 2016 10 anos, cara 10 anos, isso também a banda que é formada por Fernando oster. Na bateria, ele também toca no Def guist. Rafael IAC na guitarra, Silvana guilera na vocal e também na guitarra, e André melado do
baixo. Ele também toca no Frank black fire, mas já tocou no agent Steel e no andreus. É isso, cara? É isso que a gente está falando aqui e você está ouvindo o heavy malto?
O podcast te leva para explorar o universo heavy metal todos os dias, de segunda a sexta, 6 da manhã e agora em janeiro nós temos o 30 dias de metal BR que é. A nossa pré temporada, onde passamos 30 dias falando sobre bandas brasileiras, talvez você não conheça mais que você deveria estar ouvindo sem parar nesse momento, se você está curtindo o que você ouviu até agora, então dá aquela força para a gente. Segue a gente no Spotify e deixa aquela sempre que seja cheia de briga.
Quem está precisando escreve um comentário e compartilha com seus amigos hortaleiros nos seus grupos de WhatsApp. A sua participação ajuda. O raveninal tá chegar a mais fãs
de heavy metal, assim como você. Estamos falando hoje de uma banda Paulista de thrash metal que não só por sobreviver ao hiato dos anos 2000. Mas também foi excursionado lá, lá na Europa, assinou com o gravadora alemã e entregou o álbum de 2016 que redefine o que é possível fazer dentro do thrash metal brasileiro de uma maneira mais técnica. Está falando do a near life experience e esse disco que representa será o áudio criativo do Wesley?
Não sei porque esse disco faz 10 anos que saiu e a gente tem que saber o que saiu na frente. Cara, hoje a gente vai falar sobre esse disco, vamos falar sobre o Oslo, o Oslo, vamos falar sobre thrash metal brasileiro, thrash metal Paulista, moça, quando está sinalizando a história aqui, São Paulo é o berço do thrash metal brasileiro. O ABC Paulista ali traz para gente o overdose, o cornos e outras bandas que definiram o Sol, o som brasileiro.
No gênero lá nos anos 80 e no começo dos anos 90, essa não é uma consciência geográfica. É resultado de um Monte de condições ali, de circunstâncias que ali conspiraram para isso acontecer. Violência urbana, cara, você tá falando de São Paulo, ABC nos anos 80 e 90, desigualdade social, uma industrialização brutal, um trânsito infernal. São Paulo fornece o combustível que você precisa para um thrash metal. Funcionar.
Cara, a raiva aqui não é uma pose, é uma resposta até diria visceral a essa realidade Paulistana. Cara, olha aí, o Washington foi formado em 95, né? A época eles se chamavam Alzheimer. Eles mudaram em o para Oslo em 97. Cara, esse espírito é crucial. Porque olha o que estava acontecendo paralelamente, enquanto o thrash parecia morto
comercialmente, né? Uma nova onda estava surgindo no the ground entre 2002 1004, nasceram muitas bandas que iam provar ali que o gênero tinha futuro, que o que o que o thrash metal tinha futuro, cara, na spen a gente tem o angelas, a pata Angelus apátleda, em 2000, combina um riff técnico com um
refrão bem forte. Nos Estados Unidos a gente já tinha o Trivium, que foi considerado o novo detalhe que né, que traz um thrash metal um pouco mais melógico, um toques de metal core olhando para o futuro de fato, enquanto o. O municipal Oeste de 2001 resgatava aquele crossover que sempre foi característica do trush metro também.
A gente tem o Google em 2001, que também adicionava um horror e um humor até macabro aí. Na nessa fórmula, o vetor em 2002, que trouxe 111 trush metal mais técnico, né? Uma coisa até mais agressiva, mais espacial, o gama bomb de 2002, né? Também trouxe uma energia aí mais retrô, com uma execução mais Moderna, uma produção mais Moderna. Battle cross 2003, que fundiu trush metal como Melody, que Def metal.
Olha aí, que interessante. Uma das uma das prediletas de thrash metal, o Evil de 2004, que trouxe ali um revival britânico do thrash metal, e o raval, que também em 2004, que entregava a velocidade e letras políticas. Então assim, a gente está falando de uma geração de new Wave of thrash metal da qual o Oslo faz parte. Não estava apenas mantendo o thrash viva, estava preparando um terreno para um ressurgimento desse desse gênero. Em 2010, então, nem já é um embrião do que a gente pode
estar falando, né? EOA near life experience, que é o terceiro álbum dos caras lançar em 2016 é o álbum onde tudo isso que eles plantaram lá 10 anos antes estão se alinhando. É uma, eles já trazem uma experiência acumulada, uma maturidade muito maior, uma produção muito mais. É é, é profissional. Até foi gravado pela massacre records na Alemanha. Tem uma energia de que, olha, a gente sabe o que ele está
fazendo, cara. Então quando você vai lá e você vai escutar o new life experience, a primeira coisa que te pega é a produção não soa essa aqui não tem som de thrash metal underground gravado lá naqueles estúdios de Fundo de Quintal, sabe? Soa com a produção Internacional. Você escuta tudo, cara, é tudo muito cristalino e tem uma razão para isso. Esse disco aqui foi gravado pela massacre records, que é 11, gravadora alemã, né, com décadas e décadas.
De experiência no metal extremo assim, né? A massacar records foi fundada em 91 é uma gravadora, como se um catálogo aí impressionante que lançou os discos aí como o Velvet darkness they Fear, do Theater of tragin, que é chamando o disco dos caras work eight do atrocid né? Que é uma coletânea de covers dos anos 80 do atrocid, o vu du du King Diamond cara puta clássica queira, né?
Também tem aí o the center to caos, do Legend of the tempo, que é um dos discursos, presidentes da vida, Deus ex, máquina da livre. Stine eu gosto um pouco de do stine e o Rafa gosta pra caramba. Shine do edan Bridge, que é Oo disco dos caras é o Shine, né?
E também teve é é. Eles também pisaram ali num num, num metal mais progressivo, mais técnico, por exemplo, o the does walk, behinders do uma Antígua inclusive gente do salão, nunca ter percebido esse quando esse disco aqui, gente, sabe o que esse disco aqui me lembra, cara? Esse disco aqui do mantícora faz muito tempo que eu não escuto faz muito tempo que eu não escuto mantícora, mas esse disco aqui do mantícora me lembra
clero. Obs, School expetit thre cara, olha só o nome do disco, cara que to Dolls who walk behainders cara, olha aí gente, esse mundo é pequeno. Será que o pessoal lá do. Da da empresa lá, do do clero of scur experimentar foi escutar esse disco, muito bom, cara, muito bom. Então, cara, é esse tipo de gente que Oo Aston foi encontrar quando foi gravar esse disco, né? E aí, o que que acontece? As guitarras ficaram com um tibre afiado, característico do
crush metal. Tem aquela a articulação que você precisa, então uma coisa engessada, né? Amarrada, você ouve cada nota, os referos são rápidos, mas você escuta cada mão das notas, cada Harmonia. Nessas passagens biológicas testadas, dá para escutar cada harmoniazinha, não vira. Tem uma aquela massa indistinguível sonora, entendeu? Vira um som que dá para você entender o que tá acontecendo, mas ainda ser atacado, impactado
pelo peso e agressividade. A bateria ali do Rodolfo perskini é destaque absoluto, né? Tem uma técnica impecável, uma velocidade controlada, viradas ali que vão pontual que a gente precisa, sem exagero. E olha, thrash metal vive de bateria competente quando a bateria fala tudo, o resto desmorona, né? E aqui a bateria sustenta a banda inteira perfeitamente. O baixo do Maurício Marques está presente, audível. É algo raro em produções de strash metal, né?
Diga aí o Cliff Burton, diga aí, apesar que o clifmaton ouvia, mas diga aí OOO, case and Newton no black álbum, né cara? Muito bom, cara, muito bom, muito bom. Esse disco aqui foi uma produção muito bem feita. Need life experience é frequentemente citado por fãs. E pela crítica com o melhor álbum do Oslo, com certeza aí é o álbum mais recente dos caras, está 10 anos sem o Oslo, cadê o Oslo? Vamos ouvir o Oslo, né?
E é uma evolução aí do dos seus primeiros 2 álbuns, que é o evolustruction e o time thirlise, que já era um teste competente, mas o need life experience leva tudo pro nível maior, cara, não só pela sua maturidade, mas por causa da produção. A produção desse disco aqui é diferenciada e mostra por que que lá fora, cara, eu não acho que a produção Internacional é melhor que a produção nacional.
Mas é diferente e é dependendo do você já tem um know how, já tem um expertise que vai colocar sua banda alguns anos a frente, aí então vale, vale a pena, cara. Você assim, se tiver como fazer, vai gravar lá fora, é importante, vai dar para gravar. O adair falk emback aqui no Brasil também a adair falk emback aqui no Brasil também faz uma produção excelente, muitos discos excelentes são gravados
pelo adair. Aí eu acho esse disco aqui do Oslo muito ambicioso, cara, porque o Dean life experience não tá tentando. Apenas recriar o trosh dos anos 80 e está tentando empurrar o gênero para frente, adicionar uma camada de complexidade técnica sem perder o pant, que é a essência agressiva ali do thrash metal. E os caras fazem isso muito bem, cara, então eles conseguem trazer um pouco de Iron Maiden para o som deles, trazendo dueto
de guitarra. Então você tem um thrash metal com dueto de guitarra, com certeza. OOO, Slayer faz isso, mas o Slayer faz isso. A gente está falando o Osman aqui no tempo, então olha quem os caras, olha quem eu estou trazendo para comparar o som dos caras. Só uma das maiores bandas de transformar é toda história. E também tem um ponto que eu acho mais importante disso, que é a questão de consistência. O near life experience não tem feeler, não tem aquela extensão
de linguiça. Cada faixa foi construída, tem bastante tensão, cada transição foi pensada. O álbum funciona muito bem do começo ao fim, não é só uma coletânea de símbolos que foram colados. O metal é que faz muito isso na galera, faz muito isso também, aqui não. Aqui todo disco faz sentido, não é um conceitual, mas faz sentido a ordem que as músicas estão aqui e você tem uma onda, você leva para uma viagem onde você sobe, desce, né? Coloca.
Para mim o Oslo no patamar muito, muito interessante dentro do thrash metal brasileiro contemporâneo, cara. Assim, vou falar mais uma vez, assinar com a massacre records não foi uma questão apenas de conseguir uma distribuição melhor, foi uma validação Internacional. É a gravadora falando, vocês são bons suficiente para competir no mercado europeu, e isso é verdade. E isso não é pouca coisa, até porque se na thrash metal na Europa está estabelecida aí há pelo menos 3 décadas, né?
Pelo menos 5 décadas, né? E é um público muito resiliente, tem uma banda, tem bandas muito veteranas, você vai pra Rússia, você vai pra tcheca, você vai pra Polônia, você vai ter um throsh lá, é só um só. Está falando sobre sobre países que viveram, sobre AAAA. Cortina de ferro da União Soviética, então, por exemplo, weider, Carlos os caras tinham um motivo para criticar, para fazer uma crítica social, para contar uma união social. Fazem isso muito bem.
E o Oslo fala, vai lá e bate de frente. Se você gostou desse disco aqui é need live experience do Oslo, eu vou recomendar o Creator fantom And I, Cris, que é um trash alemão técnico também na pegada aqui, com a produção Moderna que se compara ao som dos caras testamente brotherhoe of the sne, que é do mesmo ano 2016 e para mim é excelente também. É um trash neto americano veterano. Mantém uma qualidade muito alta e parece bastante ser um dos caras aqui.
E vai o lateral sinarios of preteletty, ou dos outro expoente do crush metal brasileiro, técnico e agressivo. E esse foi o ravinal então podcast que te leva para explorar o universo do heavy metal do heavy metal todos os dias. Segunda, sexta, 6 da manhã e agora em janeiro a gente tem 30 dias de metal BR, onde todos os dias nós falamos para você sobre uma banda de heavy metal brasileira. Que talvez você não conheça, mas deveria estar ouvindo sem parar nesse momento.
Se você curtiu o que você ouviu até agora, que tal daquela força para gente? Se é que a gente no Spotify e deixa aquela 5 precisas que a gente está precisando? Escreve um comentário bacana e compartilha com seus amigos metaleiros nos seus grupos de WhatsApp. A sua participação ajuda o ravinalta a chegar a mais Franz do heavy metal. Como você e a nossa live tá levantando o gol mais uma vez. Um abraço pra você reginalta e nos vemos no nosso próximo episódio.
Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã. Siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta sistemas ativados. Professores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão Hilton Fernandes tripulação preparar para a decolagem, partindo em 321 abinalta no ar.
Dubai War, a bolsa do dia em abril 2011, na verdade pela multilation Productions Abu caldo, álbum que encontra com 11 músicas, faz anos 53 minutos de programa. Banda de thrash metal de São Paulo, capital que natualmente não está na ativa, mas nasceu em 96. De fato estiveram na ativa de 96 em 2013 para 2013. Voltaram em 2020 e hoje não estão mais na ativa.
Tem 3 discos lançados, que é o invensibil War, invensibil War 2002, quarto disco, 4 disco lançados o the beautel invensibil War 2002 e depois lançaram o real reality Science 2005, twelve devil's grave art 2007 agora. Agora não, né? Mas em 2011 OAA banda que é formada por hélio patricksina bateria, hélio também toca no warbond, Henrique ozzio na bateria, também toca no warbond, Adriano perfeito no vocal, na guitarra que toca no death guys
e no Timor trail. E você, está ouvindo o heavy nowto, podcast que te leva para explorar o universal of metal todos os dias, de segunda a sábado, às 6 da manhã. E agora em janeiro. A gente está tendo aí, estamos rodando, tá tá tendo ainda em em já. Janeiro 2006 está tendo o 30 dias de metal BR, que onde todo dia a gente apresentou uma banda de heavy metal brasileira que talvez você não conheça, mas você deveria estar ouvindo nesse
momento. Está continuando, você está ouvindo até agora aquela força para gente, segue a gente no Spotify e fica lá sempre precisando o que a gente está precisando, escreve um comentário. Compartilhe com seus amigos metalheiros nos seus grupos do WhatsApp porque a sua participação ajuda regional chegar a mais. Final de heavy metal, assim como você São Paulo, final dos anos 80, sarcófago acabou de definir o que é possível ser feito no metal extremo aqui no Brasil.
E nesse contexto máxima, a banda que vai fundir a agressividade do dosh metal com a brutalidade nascente do dosh metal, criando um híbrido visceral que influenciaria gerações, essa banda é o buyware e appletion lançado 2011, é. Uma redescoberta de um clássico perdido que finalmente aqui no ervinal só vai receber a atenção merecida. Hoje vai falar desse disco, por que que ele importa tanto? Vamos lá, vamos começar pela história. By War foi formada em 88, no auge do metal extremo
brasileiro. Esse é um período aí crucial, né? Porque a gente tinha OOO sepultura lançando ali o beiniff, the bremens tinha o senhora kolf tinha lançado AI AI. 2 anos antes, o Brasil estava produzindo alguns discursos de metal extremo mais influentes do mundo, cara, mais, enquanto essas bandas conseguiram contratos, distribuição Internacional, reconhecimento global, centenas de outras bandas igualmente competentes permaneceram no underground.
E o by War é uma dessas bandas de olha, não é porque estava faltando qualidade, é porque o mercado metal, o mercado do metal brasileiro nos anos 80 e 90, não tinha essa capacidade de absorver todo mundo, tá? A gente tinha pouca gravadora, a gente tinha pouca distribuição Internacional. É os. Os orçamentos eram bem pequenos, a maioria das bandas lançava demos em fita cassete, sabe? Tocava em bares pequenos e não conseguia dar esse próximo passo. Isso é uma realidade brasileira,
o by warl. São diversas demos nos anos 90 que circularam aí em underground através daquela história de Pape trading, que é algo que existe hoje lá no Canadá. Cara, sou louco pra ir no Canadá e comprar umas fita cassete em show assim. Cara, eu acho eu tenho uma fita cassete aqui. Do do daqui a vide.
Sabe uma coisa que eu quero fazer um dia eu vou fazer isso, vou deixar registrado aqui que um dia vai acontecer e eu vou falar puta, eu falei sobre isso lá no episódio do by words, você não vai lembrar disso, cara, um dia eu quero gravar, eu quero fazer uma edição limitada, tipo para apoiador, assim para para super fã aqui do do ravinal, tá falando? Se estiver maior e tudo mais assim, quem realmente quiser, eu vou gravar o podcast, você vai gravar, você vai colocar esse
grande podcast No No a cassete? Vão colocar uma arte legal, a gente vai mandar pra casa das pessoas, as pessoas vão escutar o nosso podcast em cassete, cara, você vai ver isso vai ser incrível, eu sou muito eu, eu comecei a história heavy metal com essa história de cassete, cara, né? Mas essa história porque assim, voltando aqui, a história do by Ward demo não tem o mesmo peso de um álbum oficial, né?
Não tem essa distribuição adequada, não chega nas lojas, não recebe resenha em revista fisualizada, recebe lá na no, no banger TV, lá no Canadá e aqui no herv nota também, então. É, é, a gente está falando aí do do bayware muita coisa do que o bayware fez, ficou escondido aí por muito, muito tempo, cara, foi perdido por muito tempo, né? Então, quando a gente pensa aí em apitoction, a gente vai pensar num thrash metal. Como é forte influência de déficit metal, é um híbrido.
É interessante porque vai capturar um momento específico da evolução do metal e especialmente do thrash metal aqui no Brasil, lá no falando dos anos 80, nesse dos 80, o thrash metal já está evoluindo dessa forma mais Extrema, né? Bandas já estavam acelerando mais, é um vocal mais cultural. Tinha os dash beach, uma linha ali entre o trash e o dash metal
estava sendo cruzada, né? O septura fez isso no brief the remains e na Rise. O sarkoff tinha feito isso de forma ainda mais crua lá no Henry e o by work aqui em 2011. Vim fazer isso no habitation também. O habitation tem claramente essa influência do trash metal no trash metal, nos he. Né? Então tem um Palma milt mais acelerado, aquela progressão de acorde bem afiada, aquele timbre afiado também, né?
Como você também ouve elementos de deft metal, um vocal mais cultural em alguns momentos que é mais que funciona da tract, mais bem do deft metal, uma bateria que em alguns momentos acelera é flertando com Blast beach, um peso que geral aí é, é bem mais forte, bem maior, né? A produção desse disco também reflete essa limitação, aí é mais cru, é mais ácido, até aquela sujeira característica, olha, não é defeito não, tá, é? Característica desse disco, desse som, é um thrash metal
flertando com theft. Metal que não tinha que soar só polido, soado como se estivesse numa praticamente. Tem que soar perigoso, tem que soar urgente. Tem que ser um pouquinho mais visceral, né? As guitarras estão cortando como lâmina. Mais enferrujada porque está falando aqui de DF metal também, 11 cidade com DF metal. O timbre é mais afiado, mas não é somente limpo. Tem uma textura mais abrasiva, né? Que adiciona mais agressividade desses sonhos e que são construídos para esmagar quem
está ouvindo. Né? Para trazer muita técnica, para trazer mais peso, mais força, né? E a bateria está sempre implacável. Eu tenho um reframento técnico ali, das produções modernas, mas tem uma energia brutal, tem um dashbitch, é feroz. Assim. É uma coisa, é uma coisa. Única para 2011, né? Então, em 2011, quando Alexandre foi lançado, não foi uma questão comercial, foi um ato de preservação histórica mesmo, né?
Essa banda que existiu, o som existiu, isso faz parte da história do thrash metal brasileiro que pensa comigo. A narrativa mainstream do metal brasileiro é essa entrada em poucas bandas que conseguiram sucesso nacional. Está falando de sepultura, a gente está falando de crise, a gente está falando de Angra, e essas bandas são importantes sim, mas elas não representam a totalidade da cena, tem mais coisas. Como by work, né?
E o web dexion é 11 documento histórico disso é, qual essa banda existe mais, não tá mais na ativa, mas 2011 11 a gente teve essa banda que tava rodando e traz um disco que traz aí muita inovação pra 2011 parece que não, mas faz quase 15 anos já, cara, não faz 15 anos agora 2006 já faz 15 anos, cara, 2011 faz 15 anos agora. Olha que maluquice, cara. E o eu acho que quem escreveu esse disco tinha ali um Ted endofologia, porque eles trazem alguns elementos que são
atrelados a abdução, né? Um dos que falam sobre abdução, onde eles, né? Mas eles falam, por exemplo, sobre poltergeist time é a abdução. Falam sobre é, é, é, startuds. Então são são elementos aqui desse disco, elementos narrativos que são muito atrelados a caso isso o. Lógico, né?
Então não vou tratar sobre esses assuntos, até porque eu tô gravando 1 da manhã, tenho muito medo dessas coisas, mas se você quiser saber mais sobre isso, você pode é escutar lá o contato podcast que fala muito sobre isso, então um podcast especializado, isso inclusive abração para você Vini Martins que escuta OOO ravional pra todo dia Gustavo krenotton ele também escuta o ravional todo dia abração pra vocês, aí eles que são lá do contato é podcast e o que que acontece aqui?
Oo upduction, ele não traz só esses elementos narrativos. Uma coisa também dão uma flertada com um pouco de sintetizador, um pouco de de de sons que vão remeter a uma temática. Lenis, né? Como me e eu já penso, ainda me pego pensando no search of thurse do ever greak tem totalmente essa temática. Um dia eu vou fazer uma expressão sobre isso. A gente já falou sobre isso aqui, ano passado é o Rafa trouxe o disco quando a gente falar sobre, né?
Mas de maneira geral, é um disco que, pô, já que a lenisia, vamos falar, vamos fazer um som aqui, um pouco mais de horror, vamos fazer 111. 11 teclado fora da do do do tempo forte, trazendo um som um pouco mais estranho mesmo, né? E é isso pessoal. O web duttion do bayware é mais que um álbum de metal assim que você dizer, é um documento histórico que. E resgata uma parte essencial do
underground brasileiro. Cara, é prova de que o Brasil tem talento e que esse talento muitas vezes não é recebe AA valorização, a projeção necessária, né?
Então, se você gostou do by Ward, abtection o revinal que eu recomendo para você, logicamente, o sarcófago em em 1937, o algo definido, definitivo do deftrash brasileiro primitivo, uma influência direta aqui para o by Ward. A apicultura brillita remens em 1900 EE 1989 beat thrash metal no auge, produção que é um pouco melhor do que a gente tem no by Ward, mais ainda acima.
Energia segurada e o sex trash com seu álbum sex of carnex em 90, outro exemplar obscuro do Def trash underground brasileiro dos anos 90 aqui. EE, esse foi o heavy. Nota o podcast Dave para explorar universo Dave metal todos os dias de segunda a sexta 6 da manhã o metal novo nosso altabine até agora em dezembro mostramos os 30 dias de metal BR onde todo dia nós apresentamos uma banda brasileira que estava. Talvez você não conheça, mas que você deveria estar ouvindo sem
parar. Se você curtir o que você ouviu até agora, que toda aquela força pra gente segue a gente no Spotify, deixa assim pistandas pra gente, escreve um comentário bacana pra gente, compartilha com seus amigos metaleiros com seus grupos de WhatsApp sua participação ajuda o Reinaldo pra chegar a mais fãs de heavy metal assim como você, a nossa nave pergunta no voo mais uma vez, um abraço pra você a revinalta e nos vemos o nosso próximo episódio.
Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã. Siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta, sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão Hilton Fernandes. Tripulação preparar para decolagem partindo em 321 revinalta no ar.
Dia cor data to do Dina head algo lançado no dia 20/01/2014 de maneira independente, algo conta com 5 músicas totalizando. 42 minutos de play. Isso mesmo, cara. 5 músicas. 42 minutos de play o DN Heat é uma banda de Progressive thrash metal de Brasília, aqui no Brasil, nativa desde 2004.
Cara, olha aí, eles têm aí 4 discos lançados no seu the beautiel and Ty jam de 2008. Depois veio o you de você Universe, de 2011. Cordar tá um que começa essa história em 2013 e o cordar tá 2 agora em 2014, agora não, né? Em 2000 e lá em 2014 já fazem 12 anos. Isso aí, né? É 12, não é? Vamos fazer 1012 anos. Exatamente isso. A banda que IA falar pro Diego Teixeira no baixo, o Fred colasso na bateria, ele que também já tocou no Red a
woodsnake. Diogo Mafra na guitarra, ele que já tocou no alma, mas hoje toca no do falácio que Pablo Vilela na guitarra que toca hoje no Rider old stake já tocou no Arandu aracuá. Olha aí cara, um ícone do levante do metal nativo. Ricardo Duarte que o é vocalista já cantou no arlequim e hoje canta aqui no danahead. O arlequim que é a banda do Glauber Oliveira, guitarrista do Caravelas que tocou lá no. Dark avenger, então são 3 bandas aí que tem uma, tem o zeriguidum junto né?
Que é o Harley King Dark avenger e o caravelos. Muito interessante. Cara, você está ouvindo o Reinaldo? O podcast que te leva para explorar o universo dav metal todos os dias, de segunda a sexta às 6 da manhã e agora em janeiro nós temos o 30 dias metal BR, onde aqui o revelar se apresenta uma banda que talvez você conheça mais, que você deveria estar ouvindo sem parar nesse momento, se você está curtindo, você viu até agora que está daquela força para gente, se é que a gente Spotify.
Deixe 5 estrelas cheias de brilho, escreve um comentário e compartilhe com seus amigos metalheiros nos seus grupos de WhatsApp a sua peço que ação ajuda revinalta a chegar a mais França metal, assim como você olha só, cara, banda brasiliense de prog metal, cara, a gente precisa disso, né? A gente precisa disso, né? Está falando de uma banda que tem 2 pés lá no DT, inclusive a primeira, a segunda música desse disco, cordata, né? Cordata 2 perdão tem 20 minutos.
20 minutos é o próprio octovarium the count of trusskaning é, ou se a gente pensar no simphone Excel, o próprio the vai no Windows of traged ou the the od c então o que que você pode esperar nesse início? Pode esperar uma composição vertiginosamente grande, pelo menos isso. Você tem uma música de 20 minutos, mas eu amo isso, tá? Música que tá mudando de tempo a todo momento, com o objetivo de tirar você do ponto comum, ou seja, para deslocar o ouvinte para ouvinte.
Ficar sempre vulnerável, né? GIFs que vão evoluir como se fossem organismos vivos. Tudo isso num álbum. Quem está chamando de cordata 2 porque a é a é a é a, que é a continuação aí do cordata um, e esse discordata é AA uma referência aí, a própria estrutura evolutiva dos seres vertebrados. Cara, olha aí, é progmeta o cabeçudo brasileiro. Cara, vamos começar a contar atualizando a história aqui progmeta no Brasil. Tem uma história bem consolidada, né?
Então tem o Angra lá nos anos 90, tem o kalace e o Maine for chegar nos anos 2000, e aí hoje a gente tem várias bandas ativas na cena tecnicamente proficientes fazendo isso. A gente tem o mainstric, a gente tem o próprio caravelos e
diversas coisas. Mas pelo que metal é um gênero exigente, não é só tocar rápido ou fazer músicas longas, é sobre construir uma narrativa musical complexa, não só com a música, mas com a história, com a narrativa, com o conceito, é criar atenção, é criar resolução através de estruturas não convencionais. É exigir a atenção total do
ouvinte. O dainahead entra nessa tradição, mas com identidade própria, enquanto o Angra inclina se um pouco mais ali pro pro Power metal progressivo e outras bandas exploram o gente ou o prog metal mesmo, ou o prog Def. O dynahead trabalha com prog metal, que dialoga com DT, com OMTE, com o Symphony x, mas sem ser uma imitação, tem um caráter próprio, tem uma identidade própria, o próprio nome. Aí o cordata já é uma pista
importante, né? Quando a gente pensa aula de biologia agora, tá então no sistema de classificação biológica, cordata é o filo que inclui todos os animais vertebrados, tá? Então a gente está falando aí de peixe, de anfíbio, de de réptil, de ave, de mamíferos. São organismos com coluna vertebral para uma estrutura que fornece suporte e permite ali um movimento mais complexo e cara. Isso é uma metáfora perfeita para o programa metro, que eu
nunca tinha pensado. As composições de prog metal tem uma estrutura vertebral, porque tem uns temas principais que vão retornar, tem motivos melógicos que se desenvolvem, mas também tem uma flexibilidade para explorar outras transgentes inesperadas. Cara e o coronata 2 é o segundo álbum que explora desse conceito, sugerindo que o
projeto é de longo prazo. 2013 2014 lançado esses 2 discos, a banda não está só fazendo um prog metro brasileiro genérico e está construindo uma obra conceitual que usa a evolução biológica como um framework para contar essa história. E isso é magnífico. Eu que adoro o progma. Estou que sou bem cabeça. Outras histórias já enfiei a cabeça para entender isso, e eu nem sou fã de biologia. Então quando você escuta o cordar, você já percebe
imediatamente. Você está ouvindo ali músicos que estão dominando seus próprios instrumentos. Então os cifras, eles vão transitar ali entre um peso e passagem, melógicas muito intricadas, especialmente quando estiver ouvindo lá OOA code a code ou code, porque é latim, né? Eu não sei nem o que eu vou falar essa esse nome, mas code ou code? Que é a segunda música do disco, é aquela que tem 20 minutos que eu falei mais ou menos com 2 minutos é outro som.
Você sai cara, você começa escutando sei lá, 11 White Chapel, que é um Def 11 Def core bem agressivo, você vai passando por um DT, mas você chega no open Do Nada. Você chega no open com teclado assim, open na época do Heritage, né? Com teclado assim bem, ou ou the World Chad, que assim com um teclado bem bem suave. Cara, é maluco e eu amo isso, cara, eu amo como isso. Acontece e eu desafio desse disco aqui, cara, é, é, é é trazer um prog metal que equilibra um virtuosismo?
É, mas ainda tem que trazer uma conexão emocional que ninguém quer ouvir aqui, só um exercício técnico, sei lá. Estéreo, defarçado de música, né? E tem muita, muita banda que faz isso, não Dana head, porque o danahead resolve isso através de melodias que você vai lembrar mesmo quando a médica está fazendo, sabe? Sei lá. Está viajando, está fazendo malabarisma entre 7 por 85 por 4. Ainda tem uma linha melódica que você consegue seguir o solo de
guitarra. São tecnicamente impressionantes, mas são musicais e contam uma história. Vez de apenas fritar, sabe apenas exibir velocidade. Os vocais adicionam uma camada crucial de humanidade esse som, até porque a gente tem um vocal bem limpo, um vocal um pouco mais agressivo e um vocal cultural muito forte. Então assim, prog metal muitas vezes vai sacrificar um vocal em favor de uma instrumentação complexa, vide DT, mas DT tem um
abrir, então até bom isso, né? Aqui não, aqui o vocal leva tudo, carrega tudo, o vocal tem uma presença muito forte, entrega uma melodia que vai grudar na sua orelha, tem letras que vão explorar esse tema que está trazendo aí.
Esse tema conceitual é uma produção Moderna, cara, é uma produção limpa, você consegue ouvir cada um dos instrumentos, o que está acontecendo, até em alguns momentos isso é um desafio, porque é muita coisa acontecendo, mas vocês conseguem escutar tudo e. As guitarras, por exemplo, as guitarras tem um timbre muito pesado, mas tem 11 timbre articulado e com é é identidade, sabe?
Tem um som característico aqui do dian head, a bateria tem um panche, né, mas não domina ali a mixagem é o baixo, está sempre, está sempre de lá, está sempre fazendo esse corpo, né? É, tem groove de baixo também, segura bastante aqui, o baixista é isso, cara, acordar, tem uma produção que vale muito a pena, tem um som que vale muito a pena. É muito complexo que para mim é muito legal você ter que começar a destrinchar isso pouco a pouco, né?
E tem um ponto interessante aqui, Progressive heavy metal é um gênero historicamente terminado por bandas Americanas e ou europeias, né? Está falando, por exemplo aí de the Peter, de Stephanie, access, the swalvation, ever, great thrash, hold e por aí vai, né? Banda brasileira de de de prog metal recentemente a gente está trazendo mais bandas brasileiras de prog metal, né? E o dynahead? Traz essa resposta aí também. É um som obviamente brasileiro,
tá? Incorpora um ou outro instrumento ali e elemento folclórico. Não tá falando de berimbau, não tô falando de repique, mas também não tá imitando o gringo, sabe? Traz uma identidade brasileira ali, de uma maneira sutil, na escolha das harmonias, que tem um sabor geralmente diferente do programa metro americano, típico na abordagem rítmica. E às vezes e colhe uma complexidade da música popular brasileira sem citar essa música diretamente.
São músicos que cresceram estudando música e ouvindo de tudo. Provavelmente são músicos que cresceram no Brasil. E aí consegue também imprimir um pouquinho desse, dessa digital, desse elemento aqui, né? Nesse disco aqui, o cordata 2 é um disco que eu vou pra você. Ele precisa de atenção total do ouvinte, mais 3 uma recompensa. Bem generosa, né? Então você vai ter muita mudança
de de de sonoridade. Às vezes você vai estar escutando um, como eu falei, um it chapple, algumas vezes você vai estar escutando Dark avenger, outras vezes você vai estar ouvindo ali um opper, né? Então eles conseguem navegar por todos esse mundo aí, pelo do metal, pelo metal, pelo pelo Power metal, eles conseguem navegar por todos esses esses mundos aí criando uma densidade própria, né? E os rifes aqui eu acho que o ponto forte que é guitarra,
cara. O ponto forte dessa banda, guitarra, na minha opinião, porque assim os rifes, eles vão evoluindo com o som. Então às vezes eles vão ser mais polifônicos, às vezes vão ser mais é, é, é, é. Vão trazer um som mais dissonante, então um som mais dissonante, às vezes, às vezes mais harmonioso.
Mas tem uma precisão não só na execução, mas muito na dinâmica, que faz com que beleza, são músicas diferentes, são bandas diferentes, você está escutando aqui, mas tudo está dentro, tudo faz sentido dentro de um grande todo, não fica algo chato de ouvir, é algo que você está sempre tentando descobrir o que vem depois, você sempre pegou de surpresa, você sempre quer descobrir o que vem depois e a capa desse disco é lindíssima, eu vejo uma referência aqui no cordata um.
Com Oo John Bailey lá do behrens, eu acho um traço muito parecido, cara. Deixa eu ver se o cor data um também é esse no cor data 2, o cor data um também tem esse traço muito parecido, inclusive o cordata um cordata 2. Eu Acredito que são a mesma capa, com perspectivas diferentes, talvez. Cara, que é muito interessante, tudo, tudo. Bem pensado, né? Já os 2 primeiros discos deles não tem essa mesmo, essa mesmo traço, então realmente é uma banda que está olhando ali.
Por exemplo, para berner, você está entendendo o que é progmetro tudo em qualquer lugar, se alimenta de várias Fontes e consegue imprimir essas Fontes aqui nesse trabalho, cara, é um trabalho muito experimental, cara, é um trabalho muito experimental, não, mas um trabalho muito ousado, sabe? Não é não é dentro da caixa, é foto da caixa, eles estão acordando a cara a tapa, falando, esse é o que a gente acredita, esse nosso som precisa da nossa, do nosso respeito, precisa da nossa.
Projeção aqui no heavy nauta se você gostou desse disco do Dana headcor datativo, o heavy nauta vai recomendar para você sifuren Xperia da sloss 2017 um grande disco pro argumento americano com um peso e. E complexidade muito técnica é Angra com o tempo of Shadows de 2004 prog Power metal brasileiro eu acho que muitas pessoas consideram esse disco o melhor disco do Angra. O meu predileto é o firewalls, mas esse aqui com certeza é considerado o melhor disco do do
Angra. E o sevent Wonder com Mercy fall Mercy Falls o sevent Wonder é manda original do Tommy carevic que hoje cantando. No No kemoat, mas esse disco aqui é um prog metal sueco conceitual muito forte. Eu acho que vale a pena dar uma ouvida aí, cara. E esse foi o heavy nota podcast que te leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda à sexta às 6 da
manhã. Agora em janeiro nós temos o 30 dias de metal BR, em onde todo dia nós apresentamos para você uma banda de metal brasileira que talvez você não conhece, mas deveria estar ouvindo muito nesse momento.
Cara, se você curtir o que você. Se você curtiu o que você ouviu até agora, toda aquela força para gente, segue a gente no Spotify, deixa aquelas cinquentas que a gente está precisando, escreve um comentário bacana e compartilhe com seus amigos metaleiros nos seus grupos do WhatsApp a sua participação judo regionalta chegará a mais fãs de regy metal, assim como você, a nossa nave está alimentando o voo mais uma vez. Um abraço pra você reginalta e nos vemos no nosso próximo episódio.
Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal. Até a próxima transmissão no revinalta sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes. Tripulação preparar para a decolagem, partindo em 321. Intrínsecodo e na animária avançado em 2020, no meu independente, abro conta com 5 músicas, atualizando 36 minutos de play.
E na animale é que é uma banda de melodi que DF metal brasileira lá de Ribeirão Preto, em São Paulo, nativa desde 2016, nativa até hoje tá só tem um the beach lançado que é só tem esse the beach lançado que é um 35 de 2020. A banda confirmada por Tales carochi no baixo, Wagner fernance na bateria, Alessandra lodoli no vocal, ela também toca lá no agenfer e lá se down em vários outros, Victor Prado de Carla na guitarra e Marcelo grac. Tão na guitarra também. E você, está ouvindo o heavy
now? Tal podcast leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta às 6 da manhã e agora em janeiro nós temos o 30 dias de metal BR que é o nossa nossa pré temporada, onde todos os dias o heavy nota te traz uma banda brasileira. Então você não conheça, mas que
você precisa ouvir sem parar. Nesse momento você está curtindo o que você viu até agora, que tanto aquela força para gente segue assim no Spotify e deixa assim que a gente está precisando por aqui, escreve um comentário, compartilha com seus amigos metaleiros nos seus grupos do WhatsApp. A sua participação ajuda a chegar a mais fãs do heavy
metal, assim como você. Vamos falar hoje de uma banda do interior Paulista que mistura Def metodológico com letras sobre metamorfose psicológica, mitologia egípcia e colapso existencial. Liderado por uma vocalista que transita entre registros líricos, delicados e culturais devastadores, vamos falar de intrínseco, que foi criado durante pandemia com uma catarse coletiva de uma geração isolada. Cara, esse é o inanimalha. Vamos começar quebrando outro
estereótipo geográfico aqui. Quando a gente pensa em Def metal brasileiro, a gente pensa em capitais, São Paulo, Belo Horizonte, talvez Porto Alegre, no interior de São Paulo. Não entra muito nessa discussão de metal extremo. Mais cara, Ribeirão Preto tem uma cena de metal muito ativa há décadas e décadas. A cidade, a cidade produziu bandas importantes com vários subgêneros e na niimália é mais um exemplo de que qualidade não depende de Geografia, de uma
posição mais próxima da capital. A banda foi formada em 2016 e a galera deixa uma visão bem clara, vamos criar um DF metal melógico que transcendesse a brutalidade pela brutalidade que tivesse peso, sim, mas também tivesse atmosférica dinâmica e profundidade lírica, tivesse bebido de fato na fonte do DF. Metal é é real, né? ODF metal, que é uma das maiores cenas do mundo que é ODF metal americano do.
DF do morbit Angel do que Anibal corpus assim por se dizer, mas também olhasse pro Gotemburgo e metal, na verdade pro pro death metal sueco, né não pro gottenburg e metal pro death metal sueco aqui é mais caro de de death metal sueco mesmo, né? Depois veio a Alessandra lodole, né? No vocal e incrível. Eu sou muito fã dela, eu sou muito fã dela, cara, porque a gente tá falando de eu.
Eu tive a oportunidade de entrevistar Alessandra lodole no metal mantram meu antigo pode olhar, Alessandro metal. E me apaixonei pelo trabalho dela, porque é muito competente, cara, é muito competente mesmo, cara, é, e aqui ela tá, e assim ela tem várias bandas, não tem só OOOO, ela não participa, essa apenas na área, ela tá em outras bandas e tem banda que assim ela
vai cantar Celta, entendeu? Tem banda que ela vai cantar um som mais, mais mais, com mais drive, aqui ela vai cantar cultural, ela faz o cultural com muito, muito respeito, né, técnica também. EE, é isso, cara, é assim. Eu acho que se a gente está falando de nanimalha, a gente está falando de uma banda que tem muito respeito para banda de f metal, especialmente da f metal Americana do DF, tá, mas que também traz ali uma vocalista que conversa muito com
ODF metal sueco, cara, né? E com certeza, Thales carossi é espinha dorsal desse som. O baixo dele, que é um baixo fretless, não para no disco inteiro, cobre todas as as lacunas. Vale a pena ouvir, pelo baixo do Thales, carossi é puta trampo, cara. ODF metal melódico já incorpora mais melodia aí que ODF metal, como a gente conhece, né? Mas na grande malha, isso leva a mais uma camada, uma camada mais versátil, né? Porque a Alessandra do blog também faz o vocal mais limpo,
quase de ópera, sabe? E também traz esse cultural aí bem agressivo, então ela consegue voar por isso. Isso não é só assim, não é só um show off, não é só para se mostrar, é uma escolha artística mesmo, né? Então, assim, por exemplo, é purterfly, fala sobre metamorfose, uma metamorfose dolorosa. E aí, pô, você tem um recurso de um vocalista, de um vocalista, no caso? Consegue transitar por esses 2 lados. Puta, isso é excelente, né?
Traz uma inteligência emocional muito grande assim pra esse disco, né? Na interpretação desse som, é mais do que só cantar nota, né? Cada frase tem uma intenção, né? E nos momentos mais introspectivos, você tem um vocal limpo, que vai transmitir aí um pouco de melancolia e vulnerabilidade que vão contrastar. Eu tenho muito problema falar essa palavra poderosamente com as sessões mais extremas, mais brutais do vocal da. Alessandra lodoli eu estou falando muito sobre a Alessandra
lodoli aqui. A lei lodoli porque a produção vocal merece um crédito especial, né? Em produções menos cuidadosas do metal extremo, o vocal limpo frequentemente soa deslocado que.
Fica mal integrado ali com os instrumentos pesados aqui não, aqui tem um equilíbrio que vale muito a pena a gente dar uma olhada, porque tem cultural que tem textura, tem presença, mas não domina as guitarras, consegue escutar tudo ao mesmo tempo, e o baixo fretless do caroccia cobre tudo, cara, e você tem um Blast beach no fundo, cara, então é muita coisa acontecer. Não podia, tá muito errado, mas pelo contrário, deu tudo muito certo, muito certo, cara.
Tem um aspecto até progressivo nessa estrutura aqui, desse som, e isso tem tudo a ver. Por exemplo, com ODF, por exemplo, se a gente pensa em spiritual reening ou simbolic ou ou ou ou Spirit crasher do DFA, gente vai pensar aqui nessa sonoridade, né, cara? O intrínseco que é esse disco aqui, cara, já estabelece o foco, o nome desse disco já estabelece o foco do que vai ser descrito aqui, né? É, é uma coisa interna, é uma coisa inerente, uma parte inseparável do de quem nós somos.
O homem explora os males que habitam a psique humana. Não tem não como entidades externas, mas como os aspectos intrínsecos da nossa natureza, que faz a gente apertar o botão vermelho e cagar tudo, né, cara? Certeza. Um destaque do disco é butterfly, que é uma música que vai falar sobre essa metamorfose da lagarta em borboleta, né? Uma metáfora que faz isso como uma metáfora para uma transformação psicológica. Não é uma metáfora, sabe? De autoajuda, é uma exploração, né?
De fato, do de uma transformação genuína, que é um processo que dói muito, que destrói muito o seu interior. Mas vai entregar algo lindo lá no final, né? E a borboleta vai emergir. Linda assim, mas só depois de um período de solução completo. Dentro do caso, a lagarta literalmente se desintegra antes de se reconstruir. E, cara, isso ressoa profundamente com a metáfora de
uma mudança psicológica. Você não pode se tornar em algo novo se você não destruir partes antigas de si mesmo, cara, em um outro disco aí o visas, por exemplo, ela vai mergulhar mais na mitologia egípcia, né? Isis era uma deusa da magia, da sabedoria, da proteção. E ela usa esses arquétipos mitológicos, né? Para que a banda possa explorar temas mais universais, a busca pelo conhecimento oculto, uma proteção divina em tempo de escuridão.
O poder feminino ancestral, que faz todo sentido com a sonoridade aqui, né? Homos divinos também é, é uma música profunda aqui que vai dar uma questionada a uma suporte da divindade humana diante de ato, barbárie que nós enquanto humanos é, é, nós cometemos. Então assim, nós somos divinos mesmo, somos homo divinos. Mas gente, a gente faz cada coisa, cara, cada coisa aí. São letras muito pesadas, muito intrínsecas mesmo e foram escritas durante a pandemia.
Pandemia, cara, então assim. É, hoje a gente estava em 2026, a gente parece que foi da minha família, foi para trás, mas foi um momento muito pesado para todo mundo, cara, foi muito pesado para todo mundo e cara, aqui foi uma maneira que o que na Niemeyer conseguiu em registrar ali os seus sentimentos daquele momento que foi tenebroso para todos nós em vários aspectos, né? O intrínseco nesse disco aqui, basicamente dá para perceber assim que é death metal
tradicional. Mas não está focado em velocidade e virtualidade está olhando para grandes nomes da cena, por exemplo, ODF, por exemplo, o mob de Angel, por exemplo, canibal corps mesmo, ou na Suécia, ali também, né? Tem uma densidade atmosférica que cria espaços para respirar, para processar, para sentir o que está acontecendo. As guitarras vão alternar entre limpeza esmagador e passagem de melódica intrincadas assim, bem, complicada mesmo, né?
A produção vai equilibrar essa clareza técnica com textura, uma textura mais orgânica, você consegue ouvir tudo que está acontecendo. O som não é esterilizado, muito pelo contrário, naquele blocão, sabe? Ele mantém aquela timbragem do que pra você ter uma identidade. Mas o som é muito claro, é muito é, é, é, é assim, é muito com intenção, é como deveria estar ali, né?
Tem ali cuidado em cada elemento do disco, seja no baixo, seja na bateria, seja nas guitarras, seja no vocal, seja na letra, seja no conceito do álbum, seja na produção, seja na. Equalização é um disco com muito esmero, muito cuidado assim, cara. Isso aqui rivaliza qualquer produção Internacional, cara, é isso aí, meu intrínsego da inanimalha é um DF meto melódico brasileiro que vai além da brutalidade para explorar a profundidade psicológica de
verdade. É a prova que lá Ribeirão Preto, interior Paulista o interior de São Paulo em si, né? Tem muita banda boa, por exemplo, a gente tem em Ribeirão Preto, a gente tem o na animalha, lá em São José da Rio Preto a gente tem o. Mas trick, que é uma das melhores bandas do Brasil, com certeza nosso grande amigo Fábio caldella vai aparecer aqui no Reginaldo a qualquer hora
também. Então, lá no interior de São Paulo, cara, eu tive a oportunidade de conhecer Ribeirão Preto. Adorei a cidade de uma cidade assim. É interior de São Paulo, é o primeiro mundo, todo mundo sabe disso, cara. E se você gostou desse disco do Dani animalha, você precisa ouvir open Ghost reveries, que é uma banda de na verdade. Def metal, né? Com o prog metal, mas traz muitas sonoridades que a gente espera.
Aqui também vou recomendar o art anime wajs of Cent que traz esse Marco dudo melodico que Def metal convocar o feminino que nas partes mais agressivas. Vamos lembrar aqui bastante. Alessandra Louis, apesar que o art anime é mais do que Gotham, não é o Gotham Burger metal, mas é de Gotham Burger. Eu não sou de Gotham Burger, essa universidade parecida tá perto lá, enfim, mas é sueco, mas não é o Gotham Burger metal, mas acaba sendo um pouquinho mais.
Mas é uma solenidade mais leve do que a solenidade que a gente tem aqui do animalha e vou recomendar muito também. Bem deve com simbólico, que pra mim é o disco que eu penso quando eu penso aqui no animalha.
E esse foi o heavy nauton, o podcast que te leva pra explorar o universo heavy metal todos os dias, de segunda a sexta 6 da manhã, um metal novo na sua família e agora a gente está vivendo 30 dias de metal BR aqui no heavy nauton, onde todos os dias a gente estranha, uma banda de heavy metal brasileira que talvez você não conheça, mas deveria estar escutando sem parar nesse momento. Se você curtiu até agora, que tal nos dar aquela força que a gente está precisando?
Segue a gente do Spotify, desse aquela 5 estrelas cheio de brilho e escreve um comentário bacana e compartilhe com seus amigos metaleiras nos seus grupos de WhatsApp a sua participação ajuda, o Reginaldo está chegando a mais finas de heavy metal, como você a nossa live está levantando o voo mais uma vez. Um abraço pra você, Reginaldo, tem nos vemos no nosso próximo episódio.
Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão. No reve nauta sistemas ativados professores prontos para o lançamento destino. O vasto cosmos do heavy metal, comandante da missão Hilton Fernandes tripulação preparar para decolagem partindo em 321. LSD do imago Mortis, algo lançado no dia 19/06/2018 pela di hard records, algo que contei com 12 músicas, está dizendo 1 hora?
E 10 minutos de play, 12 minutos, 12 músicas, 1 hora e 10 minutos de play. Você já sabe o que a gente está falando, né? Estamos falando de imago mortes, uma banda carioca que faz um Epic dum metal. Isso cara, o Epic do Epic dum metal aparecendo aqui no Rain, alta nativa desde de 95. Eles têm aí. 4 discos na sua discografia tem o seu the beauty images from the Shake gallery de 98, vida, the play of change, 2002, trance and dental de 2006. E aí, depois de 12 anos, eles lançam OLSD em 2018.
A banca é formada por Felipe cassino no bateria, Luca Oliveira da guitarra, Alex for his no vocal, Rafael Hassan na guitarra, Paulo Ricardo Silva no baixo e. Tchau sons do teclado, grande chels, grande amigo nosso abração para você vai aparecer aqui no heavy, nota em qualquer hora, vem criar com a gente aqui, Hein? Muito bom gente, você está ouvindo? Heavy nota, o podcast levo vai explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta às 8 da manhã.
Agora em janeiro a gente tem 30 dias de metal BR, onde todos os dias nós falamos sobre uma banda brasileira que talvez você não conheça, mas você deveria estar escutando muito nesse. O momento que hoje vai falar de imago Mortis, né? Um dos únicos e com certeza o mais relevante expoente do doom metal aqui no Brasil. Cara, né, mago Mortis, que pra esse disco aqui teve 1111, hiato de 12 anos.
Cara. E aí, depois desse hiato de 12 anos, volta com a formação reformulada e com um álbum conceitual que trata sobre amor, sobre sexo e sobre morte. Né? Então, pô, eu eu acho que a gente tem que contar essa história, a gente tem que falar o que tá acontecendo aqui, né? Então esse disco que se chama LSDE não tá falando da droga, né? Eu não sei a sigla pra droga LSD. Inclusive tem vários estudos que linkam LSD com um reset cerebral que ajuda a ajuda muito, inclusive a combater depressão,
ansiedade e até comportamentos. É compulsivos. Interessante, né? Cara? Tem 111 vídeo muito interessante de um de um Timelapse da atividade cerebral de uma pessoa que tomou em micro doses vocatologicamente, né? E assim a nossa atividade cerebral fica vários pontinhos quentes assim no nosso, no naquele mapa. Aí a pessoa tomou uma micro dose de LCD. Conforme o time vai passando diversos outros é é regiões do cérebro são ligadas e entra em atividade muito forte simultaneamente.
Com certeza esse aí tem alguma coisa, né? É muito legal, muito legal, é assim, é LSD, realmente é uma, é muito promissor, uma droga é muito promissora para combater, aí é doença de saúde mental, mas aqui a gente não está falando de LCD, que está falando de love, sax, and tá, então o que acontece? Ele vai. Esse disco vai desmontar os conceitos românticos para mostrar que nós somos apenas máquinas biológicas, programadas para reproduzir e morrer. Gente, é agressivo e assim.
É um tema agressivo, mas é um tema que tem tudo a ver com o do metro, do metro. É isso aí do metro. Não tem essa pegada mesmo assim, né? Vamos pensar, vamos falar porque dessa cena, né? Então assim, quando a gente está pensando em em metal carioca, cara, a gente vai pensar em Dorsal Atlântica, né, que é um Speed thrash metal aí pioneiro lá dos anos 80, a gente pensa em Taurus também, né, que é um thrash mais clássico, né?
O explus City hate, que é um thrash Def também brutal, tem um litromaster que também faz um thrash obscuro, tem até o gangrena gasosa que faz aí um saravá metal, né, que mistura thrash com hardcore com religiões afro brasileiras aí né, o Rio de Janeiro tem uma cena de thrash. E tem o maior espante de dum metal do Brasil. Então os caras foram, os caras formaram sua banda lá em 1995, né? Lá no meio dos anos 90, né?
Onde o dum metal tava chegando aqui no Brasil, mas o já OK do MS já tava mostrando pra todo mundo como é que se fazia Epic de um metal com epicus dômicos metalous, né? Por exemplo. E aí os caras lançaram vida de play of change em 2002, eu tenho acendendo em 2006 2 álbuns sólidos, né, mostrando que o Brasil consegue fazer esse de um de um metal épico, começava de igual igual com essas bandas internacionais e vem em 2006, né?
E depois de 2006, 12 anos de silêncio cara, 12 anos de silêncio absoluto, nada, nada, não saiu nada cara e tem 11 ponto aqui. Não foi um hiato estratégico, não foi planejado, sabe? Não foi algo certo não. A gente parou para amadurecer o som, né, para fazer desse tipo. Foram problemas pessoais, cara, os caras passaram por muitos problemas pessoais bem complexos, houve uma mudança de formação bem grande, né? Muitos problemas saíram. A banda quase morreu de verdade, né?
E que isso acontece muito, né, porque tem muitas bandas aí do Brasil dos anos 90 em 2000 que passaram por uma crise aí e nunca voltaram. Cara, muitos projetos são muitos promissores e olharam apenas uma memória aí porque não voltou, mas o imago Mortis voltou e quando você escuta OLSD, você percebe opções que. Valeu a pena esperar cada minuto desses últimos 2 anos, porque esse aqui é, na minha opinião, é o meu álbum predileto aqui do e mago Mortis cara, né?
Então quando você vai escutar mago Mortis assim, a primeira coisa que você vai sentir é peso. Na verdade, quando você dá play no disco, que a primeira coisa que você vai escutar é o Charles Souls fazendo uma introdução de teclado lindíssima, cara, então eu fico muito feliz que o Charles começa esse esse disco aqui. Esse disco é começado com o Charles, sabe?
Mas aí você vai sentir muito peso, cara, eu não tô falando de. Porrada na orelha eu estou falando de um som mais agressivo, por exemplo, death metal, eu estou falando de um peso denso, gravitacional, até gordo opressor, sabe? É do metal na sua veia cara. Os rifes são bem arrastados, as guitarras são bem graves, criam uma parede de som assim, né? Mas tem uma clareza menórdica, nesse som você consegue ouvir cada Harmonia que tá acontecendo, cada camada de guitarra, cada progressão
cromática. Não é só o peso pelo peso. É peso com propósito, com arquitetura, cara, isso não é acidente. Essa nova formação trouxe o Chelsea no teclado e o Chelsea tem mais de 25 anos de carreira, tocou em mais de 200 cidades ou com várias bandas aí, né? É muita experiência, cara, e essa experiência dele adiciona muitas camadas ao som do imago mortos. Então você vai ter uma camada orquestral.
Em alguns momentos, você vai ter uma camada de questão, você vai ter em algum momento uma atmosfera cinematográfica, cara, olha que legal, você vai ter até um pouco mais de prog nesse som, né? Com certeza. O Charles, ele vem da escola do prog, ele é muito prog, ele é muito, sei lá por que, o pain three, na minha opinião, sabe, e ele começa a trazer isso para o som do mago Mortis.
Cara, então é kendalmas, que é o que os caras sabem fazer de verdade, sempre souberam com mais um elemento, uma camada, um cheiro, manto. Um tempero fortíssimo de prognéto. Cara, como que eu não vou amar esse disco? E tudo isso faz muito sentido no, nesse disco, nesse som, porque esse disco aí traz é, é, é uma traz uma narrativa, uma narrativa da minha perno disruptiva, que fala sobre amor, fala sobre sexo, mas fala sobre
morte. Mas eles fazem isso de uma maneira e, cara, eu escuto esse disco, eu, eu até entendo, isso aqui é um disco, é um disco romântico, cara, é uma missão de visão distorcida do amor, do romance, concordo. Não é distorcida, é uma visão, é uma perspectiva diferente do amor, do romance, mas é um disco romântico e o Borges canta de uma maneira até mais romântica aqui, mas também vai ser um disco que vai te seduzir, vai te enforcar e vai te matar, cara.
E é isso aí, mago humor esclarecer, é incrível. Esse disco aqui é incrível, um dos maiores discos aí do dum metal brasileiro, do metal brasileiro até, né? Qual que é a história desse disco, né? E o que a gente pensa em nesse título, né? Lecidente a pensar no naquele ácido lisérgico, né, que foi muito famosa nos anos 60. Mas não, esse disco aqui não fala sobre LCD, ele fala sobre love, sax and Def. Essa sacada do conceito aqui, amor, sexo e morte.
O homem não trata 3 pilares da experiência humana, o amor, o sexo e a morte. Não como coisas místicas, transcendentais, espirituais. Não, não, não. Mas como fenômenos puramente biológicos, reações químicas no cérebro, né? São são são instintos da evolução, são processos, materiais, pensamento. Quando a gente acha que está apaixonado, segundo o conceito desse álbum, você está experimentando um coquetel de dopamina, ocitocina e ceratonina. Você acha que o humor romântico é especial?
É único, profundo. Esse disco de mago Mortis vai desmontar isso nas letras, tantando amor como um conjunto de reações químicas cerebrais, ponto sem romance, sem poesia, sem transcendência. Isso é demais, cara, isso é demais, sexo também, instinto de reprodução é aquele drive biológico ali para evolução. A banda desenvolveu essa letra aqui para desmistificar conselhos espirituais, focando na realidade materialista, nas experiências físicas que
acontece no corpo, né? E a morte, que é a protagonista dual, porque ele está falando, afinal de contas, estavam falando aqui sobre um álbum, é, é de Epic, de um metal. Então esse aqui é um álbum que descobre e está sofrendo de vida, uma doença terminável incurável, porque todos nós estamos morrendo desde que nascemos. A vida mesmo é o diagnóstico fatal. Olha que conceito maravilhoso, cara.
É em entrevistas, né? O Hugo rijo, Alex sorrisos, ele falou que a paixão humana é apresentada das canções como um jogo perigoso que afeta profundamente o julgamento. Você perde a racionalidade, toma decisões racionais, você destrói a própria vida por impulsos químicos que você não controla. É amor ou é só a biologia te enganando? Eu isso Pra Mim Não É filosofia de boteco, entendeu? É um conceito denso, tão denso quanto esse som aqui.
É científico, é filosófico ao mesmo tempo explora o comportamento humano, mas explora explora a perspectiva filosófica de como esse comportamento afeta o nosso, o nosso dia a dia, na sua vida e na sociedade. Cara, cara é demais, cara, é demais. Assim, eu acho que meu, não tô falando que toda a banda que fica parada há 56710 anos tem que voltar, mas.
Rui mago mortes, precisava voltar e precisava escrever esse disco, precisava trazer isso, colocar esse registro aqui Na Na história do heavy metal nacional, cara, inclusive não sou nacional, porque esse disco aqui é um tapa na cara do heavy metal em geral. Quantas bandas conseguem sumir por mais de uma década e voltar? E continua relevante, sabe? Não consegue só recuperar os planos antigos, mas atrai novos ouvintes pra esse material novo, sabe?
Cara, isso é demais, isso é demais, cara, isso é muito importante, mas é isso, cara, sim. LSD, do mago Mortis, para mim é o melhor disco de do metal do Brasil, cara, os caras fazem um do metal épico aqui, mas vou já colocar como do metal em geral, ele é filosófico, é emotivo, é progressivo, prova que o negótico carioca merece muito, mas muito mais atenção. Cara, depois de 12 anos de silêncio, a banda volta aí não não somente com o disco, mas com o disco muito relevante na minha opinião.
Voltou melhor, voltou, mais ambiciosa, mais profunda cara, né? Então, se você tá procurando um metal aí que pesa, pesa muito, mas também que contempla aí a morte, que contempla um conceito mais profundo, esse álbum aqui não é recomendado, é essencial, cara. E se você gostou aí do LSD do magon Mortis, o heavy nota também recomenda o kandom mess com o epicus domicus metálicos que é o dum metal dum metal dum nacional, né? Sobre é o álbum que define o que é o Epic de um metal.
Sobretudo eternos beyond the chrison horison, que também é um dum metal mais com a pegada mais progressiva americano que eu acho que é onde OOO chel Souls traz um pouco mais de de de força aqui nesse disco, mas dain bright then Los the swings do metal Melody com DF metal britânico explorando nossa mortalidade, essa melancolia aí que a gente está discutindo aqui também no LCD. Esse foi o heavy now, o podcast leve pra explorar University leve metal todos os dias de
segunda a sexta 6 da manhã. O metal novo na sua timeline e nesse momento estamos aqui com 30 dias de metal. BR estamos no meio, né? Não passou do meio, já estamos já nas últimas 2 semanas de 30 dias de metal. BR todo dia 6 da manhã um álbum de heavy metal brasileiro que você não quase mais deveria estar ouvindo sem parar. A nossa live te levantou um voo mais uma vez um abraço pra você revinalta e nos vemos no nosso próximo episódio.
Próxima missão programada de segunda a sexta às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta. Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes. Tripulação preparar para decolagem partindo em 321 abinal tá no ar? Do hazing hamlet tá bom.
Só no dia 16/11/2013 pela arttorium records, eu me contei com 8 músicas, totalizando 38 minutos de player. Hazing hamlet, que é uma banda de heavy metal de new truck, new Wave, vai tradindo heavy metal de Maringá, no Paraná, nativa desde 1999. Estiveram na ativa de 99 a 2011 para em 2011. Voltaram em 2013 para o lançamento do fundo fraldo, então nativa aí.
Desde então, hazing hamlet é banda que tem como sua formação Fábio nakahara no baixo, Hermano filho na bateria, Júlio bertan na guitarra e Michael mativist no vocal. E é isso aí, cara, você está ouvindo o heavy now? Então o podcast leva para explorar o universo do heavy
metal todos os dias. De segunda a sexta às 6 da manhã e esse mês agora nós temos o 30 dias de metal BR, onde nós sentamos com você, apresentamos uma banda de heavy metal brasileira que talvez você não conheça, mas que deveria estar ouvindo sem parar, e esse é o caso do raze real molette.
Vamos lá. Maringá, no interior do Paraná quando você pensa em Maringá, você está pensando na universidade de Maringá, você pensa em café, você pensa em qualidade de vida, porque o interior de São Paulo é primeiro mundo, o Paraná é mais ainda e cara, não está errado, é bem isso aí também, né? Mas lá no Paraná, lá em Maringá, você também vai encontrar heavy metal tradicional de qualidade. Então esse essa banda aqui foi formada em 99, né?
O seu the beauty é de 2002, né? O seu the beauty que é Oo revelation é o forgeing metal forgeing metal de 2002, cara. Então você para para pensar no nessa época aí que que você tem em 2002? Aí foi um ano muito legal para mim, cara, um ano que eu gostei muito da minha vida, cara, com essas pessoas muito interessantes em 2002, de qualquer maneira. Você tem o metal core
explodindo, né? Você tem o new metal dominando MTV, sleap, NAT kill sweating, gade, todo mundo escutando esses bagulho aí. E numa cidade de 300000 habitantes no interior do Paraná, tem um grupo de músicos que decide formar uma banda de new Wave of the bledish heavy metal, que é aquele heavy metal cara dos anos 80. A gente está falando de Iron Maiden, a gente está falando de Judas pricetes, a gente está falando de Saxon.
E isso importa para caramba, porque essa história do heavy metal brasileiro que ninguém vai contar para você não é sobre São Paulo, não é sobre Rio de Janeiro, é sobre o interior,
cara. O interior do Brasil, que é onde estão os melhores metaleiros, os maiores metaleiros cara, eu lembro quando eu era mais moleque, eu já tocava kemalat, Angra, sinfonia x tocava tudo isso aí e fui visitar um amigo meu, então o da Serra. É um da Serra, não é São Paulo, mas é uma cidade tão próxima a São Paulo que a gente chama aqui, fala que é um bairro de São Paulo muito grande, que virou uma cidade, né? E aí esse meu camarada, eu já eu
tinha sido vizinho dele, né? Eu morava lá e tomando uma Serra com ele, aí eu me mudei pro interior de São Paulo, pra Cotia, fiquei sei lá, marizando assim, Cotia, quando eu voltei pra passar férias na casa do meu irmão na época e que era vizinho desse cara, Danilo abração pra você, ele já tava no finalzinho do ano médio chegando na faculdade. E ele andava lá com o pessoal que era meio otaku lá em 2002, isso foi em 2002, cara, ou 2013, acho que foi em 2002, aquela
pegada ali. E aí, cara, ele era meio otaku, né? Então, o que acontecia? Ele assistia anime, ele ouvia Angra, ele ouvia xamã, ele ouvia Stratovarius e ele estava começando a montar uma banda, sabe, arranhando lá a guitarra e o violão para tocar esse som. E aí? É, eu falei lá na casa dele, ele falou, pô, que legal que você é uma banda, a gente toca isso aí, pô, olha, Ah, que legal, toca aí pro veio eu fui o João da minha mão, você não pode não tocar, mas de fato, né?
E aí, cara, toquei tudo, sabe, toquei, sei lá, Nova Era, toquei go Fly free, toquei excelentes sherals, fui tocando e uma coisa, porque que eu tô falando sobre isso? Porque ele leu para mim e falou, nossa, cara, é, mas nosso toca todos os músicos que eu falo sabe tocar, cara, Ah, mas também você mora no interior, né? No interior você tem um Monte de metaleiro, isso ficou na minha cabeça.
E era muito verdade. Eu tive muitas bandas da minha vida, cara, eu tive muitas bandas da minha vida, muito, porque eu morei no interior de São Paulo. Cara, é no meu bairro. Eu tive uma época assim que tinham 5 bandas, 5 bandas simultâneas, assim heavy metal, sabe? É, na época tinha um negócio chamado história da é a história da família. Qualquer nome era negócio chamado escola da família. Então, o que que tinha nessa escola da família?
Você entrava na faculdade, você não conseguia pagar essa faculdade por algum motivo, você aplicava para esse programa e aí o governo falava o seguinte, ó, faz o seguinte, você desenvolve um projeto, você vai é é desenvolver esse projeto numa escola pública no final de semana, sábado e domingo, por 4 anos, enquanto você estiver desenvolvendo, a gente paga essa faculdade e eu acho um programa essencial, acho muito legal
porque que acontece. Essas escolas públicas começaram a ficar abertas no final de semana, e aí. Todo mundo IA pra escola lá, cara, pra jogar bola, pra jogar RPG. Nossa, como eu joguei RPG nas salas da escola nesse programa aí, cara, eu joguei muito RPG, as as escolas ficavam abertas e as e as pessoas, os jovens
tinham que fazer, sabe? Iam lá fazer alguma coisa que talvez não podia fazer em casa, não tinha espaço, enfim, IA fazer lá na escola, era muito legal e uma das coisas que a gente fazia, né, tinha uma escola na esquerda, na minha casa, uma escola, era uma escola bem, bem pequenininha, aí no final de semana a gente conseguia ir lá, né? E aí tinha uma. A gente tinha várias salas lá, cada sala ficava com uma banda e a gente ensaiava o dia inteiro.
Cara, era muito legal, muito legal mesmo, e muito disso no interior, né? Com certeza a galera daqui do reis e realmente conseguiu um cenário nesse cenário aqui. Talvez não tocava de fato no na história da família, mas com certeza era uma banda que tinha ali que por causa do anterior conseguiu encontrar pessoas que estavam no mesmo, no mesmo
momento e começava no mesmo som. E chegamos lá e. Faz sentido, porque quando você vai escutar o forty metal, a primeira coisa que você vai notar você vai sentir é o timbre, cara. O som, não só guitarra, mas o som todo está bem timbrado naquele mederange que é bem característico, né? E que é bem genuíno do clássico new Wave of britishev metal, né? Não é grave demais como no Stone, se ficar muito grave fica Stone, vai ficar doom metal, né?
E nem agudo demais como no thrash, e também não tem muita distorção e compressão, como no Def é um meio termo, fica bem no meio, ali é um medorange, e aí? Essa, essa, essa timbragem já vai fazer. Você vai fazer você lembrar imediatamente de Gero Maiden, de Saxon, de Judas Price, dessa galera toda, cara. Os rifes não só estilisticamente, mas os rifes também estão dentro dessa onda. Porque puta é tudo em galope que é tudo em cavalgada, né? Bem no estilo do Aero Maiden mesmo, né?
Tem basicamente ODNA do new waver and cheve metal, né? As harmonias de guitarra são bem melódicas, são bem acessíveis, feitas para grudar na cabeça mesmo. Essa é a realidade, é tem muita química. Você sente que esses caras estão saindo juntos há muito tempo, estão tocando muito tempo, então tem um entrosamento muito forte ali. E os vocais seguem aquela linha mais melódica, mais clássica, doo Bruce dexan doo bfer,
bifford, por exemplo. Então você entende o que está sendo cantado, a melodia é forte. É, é muito honesto, cara. É um som muito honesto assim. E é legal que a gente está falando de Brasil, né? De brasilzão, né? E o resultado de toda essa química, todo esse anizamento, todos esses elementos juntos, é um som clássico no Paraná, que lembra não só o som, mas o clima de Londres. Mas não sou a velho cara, não sou a vintage, não sou adaptado, muito pelo contrário.
É um som que acaba sendo atual, porque a Iron Maiden é universal, né? Então, muito interessante como eles conseguiram trazer essa produção para um disco de 2013, cara, aí tá tá relevante até hoje, cara, né? E aí eles trazem esse disco que é o Ford in metal, né, que é forjar o metal. E é uma metáfora, é uma metáfora, é quase um manifesto desses caras, tanto que assim forjar é o processo de criar algo forte através do trabalho
árduo, né? Então você pegar Oo aço bruto, você coloca muito calor, você começa a bater nele para criar pressão, ser martela, ser molda, até você criar algo que. Resistiu tanto as pancadas que ficou duradouro. É uma lâmina afiada, uma ou uma armadura resistente, algo que vai durar bastante tempo, sabe EEAO manifesto que eles estão fazendo aqui não é sobre o aço, é sobre a própria banda, cara,
né? A gente está falando de uma banda que está ativa desde 99, gente, a gente está falando aí de quase 30 anos, são 27 anos, não é 2726 anos na ativa, cara. E o som aqui, apesar de estar olhando ali para o para o new Wave of the leation heavy metal, olhando para o new Wave of leation heavy metal, perdão. Olhando ali para o, para o heno made in, para o Saxon, para o enfim, todas as bandas, parece ainda é, é atual. Não fica caricato, não fica engraçado. Massacration, não adoro
massacration, o primeiro disco. Massacration, muito calcado em Iron Maiden eu gosto muito, mas é caricato. É, não tem nada de errado, né? A gente tem que rir também, e aí o massacration faz isso de maneira muito boa, mas é carcato aqui, não aqui o som tá se levando a Sério, a gente leva a Sério e eles entregam o que eles estão prometendo, que é o que a gente precisa, né, cara? É, e assim, Oo raze hamlet.
Talvez eles não tenham essa perspectiva lá em 2013 e agora, com certeza essa perspectiva que é um renascimento do toadistional heavyman muita banda fazendo isso, cara, é. Não é nostalgia, cara, não é uma banda que tá fazendo o tributo, não é cover, é um movimento, cara, é um movimento global, real, concreto, de bandas mais recentes, resgatando o espírito do new Wave of the shef metal com composições próprias. Bandas na Suécia fazem isso, por exemplo, em forester no Canadá,
como schoolfest ou coldron. Nos Estados Unidos do Brasil, tem uma galera que faz isso, inclusive new Wave of tradicional of metal. É um movimento muito grande, com muitas bandas, cara. E é muito interessante que o have remement talvez não tivesse essa perspetiva lá em 2013, mas hoje com certeza eles são um nome muito forte dentro do new Wave, o tradicional heavy metal aqui no Brasil.
E é isso, cara Forge metal do have remet prova que Maringá tem músicos competentes, que o Inter do Paraná produz metal com muita qualidade, se produz metal aí, ó forgey metal, e que o new Wave of breedshef metal ou também constituído como new Wave of tradicion of metal nesse contexto. Existe no Brasil e é legítimo. A banda mantém a chão heavy metal tradicional acesa com honestidade ou densidade e zero
concessões. Se você gostou do Racy hamlet com forty metal, o heavy metal vai recomendar para você o killers little made in de 81 cara que é o pai do new Wave of the shiev metal and forcer lá na Suécia, né? From Bea de 2015, que é o new Wave of traditional heavy metal sueco, liderando o movimento de resgate da sessão tradicional, o School fast. 2011, né? Que é um x de metal canadense. Lembrando os anos 90 aí e celebrando essa energia desse
som. E esse aqui foi o heavy now, então o podcast que te leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta às 9 da manhã você vai encontrar um metal novo aqui na sua taminele. Nesse mês nós temos o 30 dias de metal BR, que todo dia nós apresentamos para você uma banda. De heavy metal brasileiro que talvez você não conheça, mas
deveria estar ouvindo sem parar. Se você curtiu o que você viu até agora, que dava aquela força para a gente, segue a gente no Spotify, deixa aquelas 5 estrelas que a gente está precisando, escreve um comentário bacana e compartilhe com os seus amigos metaleiros nos seus grupos de WhatsApp e a sua participação ajuda o Reinaldo a chegar a mais fãs de heavy metal como você. A nossa nave está levantando o voo mais uma vez. Um abraço para você, Reinaldo, e nos vemos o nosso próximo episódio.
Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta. Às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta. Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão Hilton Fernandes tripulação preparar para decolagem partindo em. 321 abinal tá no ar, tchau, LSD do imago mortes é um lançado no dia 19/06/2018 pela di hard records.
Algo que contei com 12 músicas sinalizando 1 hora e 10 minutos de play, 12 minutos, 12 músicas, 1 hora e 10 minutos de play. Você já sabe o que a gente está falando, né? Estamos falando de imago mortes. Uma banda carioca que faz um Epic dum metal. Isso cara o Epic do épic dum metal aparecendo aqui no nativa desde de 95.
Eles têm aí. 4 discos na sua discografia tem o seu the beauty images from the shight gallery de 98 vida, the play of change, 2002, transend dental de 2006 e aí, depois de 12 anos, eles lançam OLST em 2018 pela que é formada por Felipe cassino no bateria, Luca Oliveira da guitarra, Alex for his no vocal, Rafael Hassan na guitarra, Paulo Ricardo Silva no baixo e. Tchau sons no teclado, grande chels, grande amigo nosso abração pra você vai aparecer aqui no heavy, nota em qualquer
hora venho falar com a gente aqui Hein. Muito bom gente, você tá ouvindo o heavy? Nota, o podcast leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta às 8 da manhã. Agora em janeiro a gente tem o 30 dias de metal BR. Hoje todos os dias nós falamos sobre uma banda brasileira que talvez você não conheça, mas você deveria estar escutando muito nesse. O momento que hoje vai falar de
imago Mortis, né? Um dos únicos e com certeza o mais relevante expoente do doom metal aqui no Brasil. Cara, né, mago Mortis, que pra esse disco aqui teve 1111, hiato de 12 anos. Cara. E aí, depois desse hiato de 12 anos, volta com a formação reformulada e com um álbum conceitual que trata sobre amor, sobre sexo e sobre morte. Né? Então, pô, eu eu acho que a gente tem que contar essa história, a gente tem que falar o que tá acontecendo aqui, né?
Então esse disco que se chama LSDE não tá falando da droga, né? Eu não sei a sigla pra droga LSD. Inclusive tem vários estudos que linkam LSD com um reset cerebral que ajuda a ajuda muito, inclusive a combater depressão, ansiedade e até comportamentos. É compulsivos. Interessante, né? Cara? Tem 111 vídeo muito interessante de um de um Timelapse da atividade cerebral de uma pessoa que tomou em micro doses locatologicamente, né?
E assim a nossa atividade cerebral fica vários pontinhos quentes assim no nosso, no naquele mapa. Aí a pessoa tomou uma micro dose de LCD conforme o tambor passando diversos outros é é regiões do cérebro são ligadas e entra em atividade muito forte e simultaneamente. Com certeza se aí tem alguma coisa, né?
É muito legal, muito legal, é assim, é LSD, realmente é uma é muito promissor, uma droga muito promissora para combater, aí é doença de saúde mental, mas aqui a gente não está falando de LSD, tá falando de love, sax and that, tá, então o que acontece? Ele vai. Esse disco vai desmontar os conceitos românticos para mostrar que nós somos apenas máquinas biológicas, programadas para reproduzir e morrer.
Gente, é agressivo e assim. É um tema agressivo, mas é um tema que tem tudo a ver com o do metro, do metro. É isso aí do metro. Não tem essa pegada mesmo assim, né? Vamos pensar, vamos falar o porquê dessa cena, né? Então assim, quando a gente está pensando em em metal carioca, cara, a gente vai pensar em Dorsal Atlântica, né, que é um Speed thrash metal aí pioneiro lá dos anos 80, a gente pensa em Taurus também, né, que é um
thrash mais clássico, né? O explus it hate, que é um thrash DF também brutal, tem o micro master que também faz um thrash obscuro, tem até o gangrena gasosa que faz aí um saravá metal, né, que mistura thrash com hardcore com religiões afro brasileiras aí né, Rio de Janeiro tem uma cena de thrash. E tem o maior espante de dum metal do Brasil. Então os caras foram, os caras formaram sua banda lá em 1995, né?
Lá no meio dos anos 90, né? Onde dum metal tava chegando aqui no Brasil, mas o já o keidon mess já tava mostrando pra todo mundo como é que se fazia épic doom metal com épicus domicus metalous, né? Por exemplo. E aí os caras lançaram vida de play of change em 2002, eu tenho excelência em 2006, 2 álbuns sólidos, né, mostrando que o Brasil consegue fazer esse de um de um metal épico, conversava de igual igual com essas bandas internacionais e vem em 2006,
né? E depois de 2006, 12 anos de silêncio cara, 12 anos de silêncio absoluto, nada, nada, não saiu nada cara e tem 11 ponto aqui, não foi um hiato estratégico, não foi planejado, sabe? Não foi algo assim, Ah, não, a gente parou para amadurecer o som, né? Qualquer coisa desse tipo. Foram problemas pessoais, cara, os caras passaram por muitos problemas pessoais bem complexos, houve uma mudança de formação bem grande, né? Muitos problemas saíram, a banda
quase morreu de verdade, né? E isso acontece muito, né, porque tem muitas bandas aí do Brasil dos anos 90 em 2000, que passaram por uma crise aí e nunca voltaram. Cara, muitos projetos são muitos promissores e viraram apenas uma memória aí porque não voltou, mas o imago mortos voltou e quando você escuta OLSD, você percebe que são de que. Valeu a pena esperar cada minuto desses últimos 2 anos, porque esse aqui é, na minha opinião, é meu álbum predileto aqui do e
mago Mortis, cara, né? Então quando você vai escutar mago Mortis assim, a primeira coisa que você vai se sentir é peso. Na verdade, quando você dá play no disco, a primeira coisa que você vai escutar é o Charles Souls fazendo uma introdução de teclado lindíssima, cara, então eu fico muito feliz que o Charles começa esse esse esse disco aqui, esse disco é começado com o Charles, sabe?
Mas aí você vai sentir muito peso, cara, eu não tô falando de. Porrada na orelha eu estou falando de um som mais agressivo, por exemplo. Death metal, eu estou falando de um peso denso, gravitacional, até gordo opressor, sabe? É de 1 m na sua veia cara. Os rifes são bem arrastados, as guitarras são bem graves, criam uma parede de som assim, né? Mas tem uma clareza melódica nesse som você consegue ouvir cada Harmonia que tá acontecendo, cada camada de guitarra, cada progressão
cromática. Não é só o peso pelo peso. E o diaus, você tem mais de 25 anos de carreira, tocou em mais de 200 cidades ou com várias bandas aí, né? É muita experiência, cara, e essa experiência dele adiciona muitas camadas ao som dos mago mortos. Então você vai ter uma camada orquestral em alguns momentos, você vai ter uma camada orquestral. Você tem em algum momento uma atmosfera cinematográfica, cara, olha que legal, você vai ter um até um pouco mais de prog nesse som. Né?
Com certeza o Charles, ele vem da escola do prog, ele é muito prog, ele é muito, sei lá, público para in three, na minha opinião, sabe? E ele começa a trazer isso para o som do mago Mortis. Cara, então é kendalmas, que é o que os caras sabem fazer de verdade, sempre souberam como mais um elemento, uma camada, um cheiro, manto, um tempero fortíssimo de program metal. Cara, como que eu não vou amar
esse disco? E tudo isso faz muito sentido no nesse disco, nesse som, porque esse disco aí traz. É, é é uma atrás de uma narrativa, uma narrativa, na minha opinião disruptiva, que fala sobre amor, fala sobre sexo, mas fala sobre morte. Mas eles fazem isso de uma maneira e, cara, eu escuto esse disco, eu, eu até entendo, isso aqui é um disco, é um disco de romântico, cara, é uma missão de visão distorcida do amor, do romance.
Concordo, não é distorcida, é uma visão, uma perspectiva diferente do amor, do romance, mas é um disco romântico e o Borges canta de uma maneira até mais romântica aqui, mas. Também vai ser um disco que vai te seduzir, vai te enforcar e vai te matar, cara. E é isso aí, mago maior pra esclarecer, é incrível. Esse disco aqui é incrível, um dos maiores discos aí do dum metal brasileiro, do metal brasileiro até, né? Qual que é a história desse
disco, né? Então, quando a gente pensa em nesse título, né, se deixar pensar no naquele ácido lisérgico, né, que foi muito famosa nos anos 60, mas não esse disco aqui. Não fala sobre o acidente e fala sobre love, sax and death. Essa sacada do conceito aqui, amor, sexo e morte. O amor trata 3 pilares da experiência humana, o amor, o sexo e a morte. Não como coisas místicas, transcendentais, espirituais, não, não, não, mas como fenômenos puramente biológicos.
Reações químicas no cérebro, né? São, são são instintos da evolução, são processos, materiais. Penso comigo. Quando a gente acha que está apaixonado, segundo o conceito desse álbum, você está experimentando um coquetel de dopamina, ocitocina e ceratonina. Você acha que o humor romântico é especial? É único, profundo. Esse disco de Marlon Mortis para desmontar isso nas letras, tatando amor como um conjunto de reações clínicas cerebrais, ponto ser romance, ser poesia sem transcendência.
Isso é demais, cara, isso é demais, sexo também, instinto de reprodução. É aquele drive biológico ali para evolução. A banda desenvolveu essa letra aqui para desmistificar conselhos espirituais, focando na realidade materialista, nas experiências físicas que acontece no corpo, né? E a morte, que é a protagonista dual, porque a gente está falando, afinal de contas, estavam falando aqui sobre um álbum, é, é de Epic, de um
metal. Então esse aqui é um álbum que descobre e está sofrendo de vida uma doença terminável incurável. Porque todos nós estamos morrendo desde que nascemos. A vida mesmo é o diagnóstico fatal. Olha que conceito maravilhoso, cara.
É em entrevistas, né? O vojis Alex sorrisis, ele falou que a paixão humana apresentada das canções como um jogo perigoso que afeta profundamente o julgamento, você perde a racionalidade, toma decisões racionais, você destrói a própria vida por impulsos químicos que você não controla, é amor ou é só a biologia te enganando? Eu isso Pra Mim Não É filosofia de boteco, entendeu?
É um conceito denso, tão denso quanto esse som aqui é científico e filosófico ao mesmo tempo, explora o comportamento humano, mas explora explora a perspectiva filosófica de como esse comportamento afeta nossa, nosso, nosso dia a dia, na sua vida e na sociedade. Cara, cara é demais, cara, é demais assim, eu acho que meu, não tô falando que. Toda a banda que fica parada há 56710 anos tem que voltar. Mas OE Marlon, Mortis, precisava voltar e precisava escrever esse
disco. Precisava trazer isso, colocar esse registro aqui Na Na história do heavy metal nacional, cara, inclusive, não só nacional, porque esse disco aqui é um tapa na cara do heavy metal. Em geral. Quantas bandas conseguem sumir por mais de uma década? E voltar e continua relevante, sabe? Não consegue só recuperar os fãs antigos, mas atrair novos ouvintes pra esse material novo, sabe, cara, isso é demais, isso é demais, cara, isso é muito
importante, mas é isso, cara. Assim, LSD do mago Mortis pra mim é o melhor disco de do metal do Brasil, cara, os caras fazem um do metal épico aqui, mas vou já colocar como um do metal em geral, velho, ele é filosófico, é emotivo, é progressivo, prova que o negócio carioca merece muito, mas muito mais atenção, cara. Depois de 12 anos de silêncio, a banda volta aí, não não somente com o disco, mas com o disco muito relevante, na minha opinião.
Voltou melhor, voltou, mais ambiciosa, mais profunda cara, né? Então, se você está procurando metal, aí que pesa, pesa muito. Mas também que contempla aí a morte, que contempla é um conceito mais profundo. Esse álbum aqui não é recomendado, é essencial, cara. E se você gostou aí do LSD do magon Mortis, o heavy nota também recomenda o Kell mess com epicus domicus metálicos que é o dum metal dum metal bundacional, né?
Sobre é o álbum que define o que é o Epic de um metal, sobretudo eternos beyond the chrison horison, que também é um dum metal mais com a pegada mais progressiva americano, que eu acho que é onde? OOO chel Souls traz um pouco mais de de de força aqui nesse disco. Como é Dean bright then Los the swings do metal Melody com DF metal britânico explorando nossa mortalidade, essa melancolia aí que a gente está discutindo aqui também no LCD.
Esse foi o heavy nauton podcast leve para explorar universo leve metal todos os dias de segunda a sexta às 6 da manhã, o metal novo na sua timeline e nesse momento estamos aqui com 30 dias metal aberto. Estamos no meio, né? Então já passou do bem? Já estamos já nas últimas 2 semanas de 30 dias, o metal BR todo dia 6 da manhã, um álbum de heavy metal brasileiro que você não conhece, mas deveria estar ouvindo sem parar. A nossa live até levantou um voo
mais uma vez. Um abraço para você revinalto e nos vemos no nosso próximo episódio log finalizado, próxima missão. Programada de segunda a sexta às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta. Sistemas ativados procursores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes. Tripulação preparar para decolagem partindo em 321 abinal
tá no ar? And madman do LOT LOT g ao balançado em 2019 pela force mejuor Record só me conta com 10 músicas, 2 anos, 45 minutos de play. LOT a LOT g an que é uma banda de melodes que powerful que metal brasileira os caras são lá de Poços de Caldas em Minas Gerais. Logicamente que os caras são de Minas Gerais, na ativa desde 2002. De fato 2002 se chamavam Neverland. Mudaram o nome para lotllawr. Em 2002, então a tira.
Desde então, o Lauren, que é o Reino da floresta onde vivem os elfos, lá no senhores anéis, senhores anéis. Então conhecia essa banda e esses discos são discos que são temáticos, que são é baseados na mitologia toqueniana no Senhor dos Anéis. Estamos falando aqui basicamente do Blind Guardian brasileiro, né? O. O loft Lauren que tem 56 livros, 6 discos lançados, esse aqui é um set, mas ele é uma
regravação, tá bom? Ele o senhor the beach ao Town swayze to the Sam laer de 2013, depois lançaram o of border man original em 2005, Samuel Waze back No More de 2008 que é incrível. O ravin soul societic 2012, o Samuel Waze back samor de 2014 e agora o principal of a past tomorrow 2015 aí 2019 eles lançaram. O of birds and mad man ree, imagine que é o que a gente está
discutindo agora. A banda que atualmente é filmado por Marcelo godi no baixo, Marcelo benelli na bateria teen, Ellen Wagner na guitarra, Leo godi no teclado, leko Soares na guitarra e Daniel Felipe no vocal. Daniel Felipe que tocava no rigal rigal, foi uma grande banda também de Power metal. Aqui no Brasil você está ouvindo o heavy now, tá? O seu podcast que te leva para explorar o mundo do heavy metal todos os dias das 6 da manhã.
E agora em janeiro, como você já sabe, nós temos o. 30 dias de metal BR, onde todo dia, todos os dias eles vão se apresentar. Uma banda de heavy metal brasileira que talvez você não conheça, mas que você deveria estar ouvindo incessantemente nesse momento. Gente, e vamos falar um pouquinho aqui de Lost lauring, né? Quantas vezes você já desejou voltar no tempo e refazer algo que criou quando você era mais jovem?
Sabe pegar aquela composição, aquela ideia, aquele projeto e reconstruir com toda a sabedoria, com toda a experiência que você ganhou ao longo dos anos? Olha, o interessante la Florian fez exatamente isso e o resultado é transformador, inclusive gente. E se aparecesse um gênio da lâmpada aqui? Agora, nesse exato momento aqui apareceu um gênio da lâmpada aqui, que que eu pediria, sabe que eu pediria? Pediria o seguinte, cara, eu quero voltar aos meus 12 anos.
Com a experiência que eu tenho hoje com o no alto dos meus 38 anos, cara, é realmente a idade faz muito bem pra gente. A gente aprende muito, né, cara? E assim, eu não me acho velho, tá? Eu me acho assim no meio da idade, no meio da vida assim, sabe? É. E já sinto uma grande diferença das coisas que eu imagino que eu penso, que eu enfim exploro hoje, do que as coisas que eu pensava como eu era mais novo, coisa de 5 anos atrás, já mudou muito minha cabeça.
Imagino como vai ser quando tiver 4550556075 e assim por diante. E fique tranquilo que eu não vou parar de gravar, pessoal, é, não sei se você ficar tranquila, às vezes vocês não querem não. É isso que eu gravo também, né? Não sei o que vocês querem, o que não querem, independente. Eu vou estar aqui falando de heavy metal a todos os dias, tá com o pessoal? Voltando aqui pro Lost, Lauren e a banda nasceu em 2007 lá em Machado, no sul de Minas Gerais.
Ponta sul de Minas não tem lugar mais token n que esse aqui no Brasil, né? Com o nome inspirado em token e 11 proposta clara, vamos fazer folk metal bem alegres, celebrando a fantasia élfica era tipo um elvin King mais Blind Guardian brasileiro, era uma festa assim 111 fuga para mundo dos mágicos, né? Entre 2007 2015, foram 5 álbuns
lançados. Turnê por 8 países, gente, construção de uma reputação muito sólida No No underground brasileiro e uma carreira Internacional também, mas lá em 2015 parou tudo, cara, então assim, eu sou um perco o empresário. Houve uma conflito ali de visão artística com o pessoal gosta de falar e a Amanda entra no hiato. Os músicos foram fazendo outras coisas, né? O laph Lauren ficou em suspensão, ficou parado por um tempo, até que em 2019, um convite externo.
Trouxe a oportunidade do retorno com o próprio leque, Soares explicou em uma entrevista. Aí foi esse convite que reacendeu a chama. Mas o Ricardo Duran, dono do nome Lauren, estabeleceu uma condição não renegociável cara, autogestão total, ser empresário, ser intermediário, controle artístico completo, na mão do LOT Lauren. E o primeiro projeto dessa nova fase foi bem autoacioso. Vamos reimaginar o nosso álbum de estreia, o of board is and Mad Men. Originalmente não sabe para os.
Mas atenção, não é para regravar o som, é para reimaginar. É pegar aquelas músicas que a banda compôs 1820 anos atrás e reconstruí las completamente com autoridade que tem tem hoje 3540 anos. Olha que experiência linda, cara. Eles reescreveram as letras, os arranjos foram reconstruídos do zero a. Em si, foi transformada radicalmente, né? Onde o álcool de 2005 era alegre e festiva. Se lembrando, ali é a fantasia tokeniana com flauta saltitantes, refrões mais épico, sabe?
Essa versão de 2005 é mais densa, mais sombria, mais teatral, mais psicológica. O conceito mudou completamente. O álbum agora explora a psicologia do bar do negro, o artista que usa fantasia como escape da realidade dura, mas que gradualmente perde a capacidade de distinguir entre esses 2 mundos. É uma meta narrativa mesmo, né? Sobre essa criação artística e a sanidade mental e a própria banda refletindo sobre porque os artistas criam mundos fantásticos. Maluquistas, porque o token fez
algo. A gente sempre fala muito que o token fez algo impressionante e fez isso, cara. Token fez algo impressionante, né?
É, hoje a gente tá na época do ChatGPT, a gente já vê como é difícil a gente imaginar um mundo complexo, imagina na época de token que ele fez tudo na unha, cara, é, é, é assim, cara, realmente token, né, é um cara aí que precisava ser estudado com aquilo que fez isso não só token, né, muitos outros autores também, né cara, eu sou eu gosto de ler muito sempre muito na minha vida e acho que é, acho que bom, eu sou muito fã de quem consegue criar, é um mundo tão complexo.
Basicamente na caneta ali na unha, inclusive pensando nisso, na tua, que é meio que no máximo datilografou tudo ali dentro, mais na mão mesmo, né? Que maluquice, cara. Muito bom. Lucas Bello inseriu alguns arranjos orquestrais complexos nesse som que transformaram as músicas diretas em trilhas mais sonoras cinematográficas, né? O Daniel Felipe, que é o vocalista que entrou em 2010, fez uma interpretação teatral e potente que ancora toda essa narrativa emocional do disco, cara.
E os instrumentos? Mais exóticos, como o que, né usa ponne, é o charango, continuam presentes, mas agora que nas atmosferas misteriosas, em vez de aquelas melodias que estão até para dançar, sabe? A produção foi feita durante o lockdown em 2020 2021, com cada música gravando no seu próprio
estúdio. Podia dar muito errado, podia soar meio desconexo, mas o resultado é muito coisa, é muito profissional, soa como a banda que tá tocando junto, cara, você escuta, você disse que você não disse. Os caras gravaram cada um no lugar. Tem até uma HQ vinculada a esse disco aqui, que expande a narrativa, né? É um projeto que transmide assim é, é coisa que não acontece muito no metrô brasileiro, né?
Essa que que tá atrelada a esse disco conta a história paralela do bardo que foi levado para outra dimensão e perdeu os limites de 2 mundos. Então, olha só, o disco fala sobre o barbo perdendo e a HQ fala sobre o bardo que já perdeu essa divisão, né? Já não sabe onde ele tá, né? É o que torna aí o outboard and madement, o reimed, não só uma regravação torna especial. É, ele representa uma evolução
artística, completa. Não é só a evolução da uma evolução da banda contra o mundo, é a evolução da banda em si, como 11 projeto artístico. É honesto, é Maduro, é corajoso. Cara. Eu acho legal eles revisitarem o próprio passado e transformar em algo completamente evoluído, né? Tem muita coragem, muita consciência para fazer isso. Piloto Lauren provou que o foco metro brasileiro pode ter possibilidade conceitual, pode evoluir, pode questionar em vez
apenas de celebrar. E isso aí pra mim, coloca a cena nacional, é um expoente na cena nacional, que coloca a cena nacional no momento muito mais Maduro. Cara, escutando um pouquinho o disco aqui, você vai assim, eu acho legal você escutar os 2 discos, sabe? Escuta o original, o of birds and metement e o of birds and metement reimaginado, né? Porque aí você vai. Perceber como você entrar no universo sonoro, bem mais denso, bem mais atmosférico mesmo, bem mais cinematográfico mesmo, né?
Não é aquele fok alegre, sabe, com com aquelas flautinhas não, não que seja seja ruim, porque às vezes você quer escutar isso também, tá? Mas mudou, cara, eu acho muito isso é um ponto interessante que às vezes eu escuto Metallica, escuto eram, era o meio d não, mas eu escuto Metallica, Megadeth também não escuto Metallica, que é um problema de Metallica muita banda assim também, tá, mas eu escuto Metallica, Halloween assim também. E aí os caras estão fazendo o mesmo som há 5040 anos?
Cara, tem alguma coisa errada. Em 50 anos, você muda muito como pessoa. Se você faz o mesmo som que você fazia quando você tinha 1516 anos, você faz com 55. Você não está sendo honesto assim. Ninguém é prematuro assim da brincadeira.
Mas o seu som precisa refletir o seu momento precisa refletir quem você é. Você é 11 artista, ele é 11, expoente, ele é 111 ferida, ele é 111 ferimento aberto, que expõe o seu sentimento, a sua dor é, a gente está falando de também pode ser Alegria também, pode ser outros sentimentos. E se é só dor de 2015, é a mesma dor da sua só dor de quando você tinha 15 anos é a mesma dor quando você tem 4550 anos. Deu uma coisa errada. O que aconteceu com a sua vida?
Então, para mim é muito difícil eu escutar um som de alguém que tá fazendo o mesmo som há 40 e 50 anos. EE só honesto, eu acho que faz mais sentido o que Oo lact Lauren fez aqui, vamos reimaginar o nosso, vamos escrever aquele álbum de novo, vamos tocar aquele álbum de novo, são as mesmas composições, mas agora a gente tem muito mais experiência, muito mais bagagem, como isso ficaria?
E o resultado é impressionante. Ah, são 2 discos diferentes, é a mesma composição, mas são 2 discos diferentes, né? Muito interessantíssimo, eu recomendo aí, né? E é isso, gente, né? Of buirts and remedion doo of lawren é uma prova de que revisitar o passado pode gerar algo completamente novo. É um fuck metal brasileiro aí que amadureceu, que se aprofundou, que tem algo a dizer além de apenas celebrar a fantasia. E se você gostou do lawren of guards and madement, imagine o
have nota recomenda para você. Elvin King, the Winter rake, em 2006, que é um fuck metal italiano que inspirou o lawren aí, né, é bleach Garden, né? The Edge of time 2010, que é um core metal alemão. Com elementos aí de é elementos de da da mitologia tokenina e, logicamente, os conterrâneos do Lost Lauren, tu bata de Dana, prova de dano de 2004, que é um ponto metro brasileiro, explorando essa metodologia Celta com uma instrumentação aí bem rica, bem exótica também, né
cara? E esse foi o heavy nauton pode? Esquece que te leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta 6 da manhã e agora em janeiro nós temos em 30 dias de metal BR. Onde heavy nota apresenta pra você todos os dias de manhã uma nova banda de heavy metal talvez você não conheça, mas que deveria. Uma nova banda brasileira do de metal que talvez você não conheça, mas que deveria estar ouvindo sem parar nesse momento. E você, curtiu o que você ouviu
até agora? Que toda aquela força pra gente segue a gente no Spotify, deixa aquelas 5 estrelas que a gente está precisando. Escreve um comentário bacana e compartilhe com seus amigos metaleiros nos seus grupos de WhatsApp. A sua participação ajuda a chegar a mais planos de heavy metal. Assim como você, a nossa nave tá levantando o voo mais uma vez. Um abraço pra você, heavy nota e nos vemos o nosso próximo
episódio. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal. Até a próxima transmissão no heavy Malta, sistemas ativados procursores prontos para o lançamento destino. O vasto cosmos do heavy metal comandante da missão Hilton Fernandes tripulação preparar para decolagem partindo em 321 no ar.
The Devil to pay in the backland do Jack the joker avançado no dia 22/08/2025 pela from teer records, há uma conta com 11 músicas, totalizando 1 hora e 7 de play. Jack the joker, que é uma banda de Progressive heavy metal lá de Fortaleza será nativa desde 2012.
O the the Devil to pay the backland in the backland é o seu terceiro disco de estúdio, o seu the beauty in the in the rabeth hall de 2014 para eles lançaram o more volta de 2016 e agora no passado o the Devil to pay in the backland.
A banda que é formada por Vicente Ferreira, na bateria, ele que toca no uncker curiae facada gothoth e se carion Felipe facola guitarra que também toca no unker curiae Lucas Colares da guitarra que toca no suberland, Rafael joes que toca que é o vocalista e Raí Angelo no baixo grande Raí Angelo. Grande baixista aqui do Jackie the joker e você está ouvindo o heavy nauta, o podcast que te leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias às 6
da manhã e agora em dezembro nós estamos vivendo 30 dias do metal BR, um de todos os dias. O heavy Natal já apresentou uma banda de metal BR que talvez você não conheça, mas que deveria estar ouvindo sem parar nesse momento. Gente, progressiva, um inspirado Guimarães Rosa cara, vamos, vamos, vamos deixar a ficha cair um pouquinho.
Uma banda do Ceará fazendo um dos subgêneros mais tecnicamente exigentes do heavy metal e usando usando como base conceitual uma das obras mais complexas da literatura brasileira. Se isso não é ambição artística, eu não sei o que é ambição artística. O Jack the joker nasceu em Fortaleza com uma proposta bem clara, vamos fazer progressiveve heavy metal muito técnico, sem cair naquela armadilha de de fritação, de um Monte de compasso desconexo, de formas de compasso complexas.
Muito mais matemática do que música mesmo, né? A banda, que é liderada por Rafael joer, mantém aí a atividade constante, com lançamentos e entrevistas periódicas, incluindo aparições lá no eplash e participações em Lives dedicadas ao projeto. Porque Oo prog metal tem essa reputação, né? De ser muito mais uma ginástica musical do que música mesmo, né? O pessoal fala que é músico se exibindo coletimia, né? Enfim, tem uma que cai nessa
madilha. Mas as boas bandas de programa metro entendem que técnica é uma ferramenta para contar a história. Não é um objetivo final, entendeu? Você não faz o som pela técnica, a técnica te ajuda a contar a história do seu som. E que história o Jack the joker decidiu contar nesse disco? Nada mais, nada menos que grande Sertão, veredas.
Olha aí, pra quem não conhece, é o romance de romance de 1956 de João Guimarães Rosa. Mostrada uma das maiores obras da literatura brasileira, cara conta a história do riobaldo, que é um jagunço que narra sua jornada pelo Sertão, seus próprios conflitos Morais e um suposto pacto com o tinhoso, com o cramunhão. Gente, mas aqui OOO.
Jack the joker. Inclusive o nome a banda é tão complexa no seu som que até o nome da banda é complexo de falar, mas aqui não é só uma referência superficial a essa obra. Ele não pegou só o nome do livro, colocou na capa e vamos embora. O Jack da joker realmente explora os temas centrais, a atualidade entre o bem e o mal, o pacto faustiniano, a jornada existencial, os dilemas Morais do meio, Do Nada.
Traduz tudo isso num som, num som que pra mim é um dos melhores discos de 2020. The the Evil to pain the backland, que é uma tradução em inglês do título do livro, né? Algo parecido é um prog metal. Dando ali um bem moderno, bem técnico, dando uma namorada, uma flertada com gente, meio atmosférico também. Você vai encontrar guitarra de 8 cordas, você vai encontrar uma afenação mais baixa, vai criar um peso ali muito massivo, que é a característica desse gênero.
Você vai encontrar polirritmias, tá? Você vai encontrar um vocal transição entre o clean e as vezes o cultural, refletindo essa dualidade humana demoníaca que permeia essa narrativa. Mas o que separa esse disco de outros trabalhos do gente é a atmosfera. As guitarras não apenas criam peso nesse som, aqui, elas também criam paisagens. E os e as paisagens que elas estão criando são horizontes áridos. São os horizontes infinitos do Sertão, é a solidão, é essa
tensão existencial. Os momentos atmosféricos do álbum evocam aquela imensidão do centro do Brasil, na região central do Brasil. Aquele simplesmente está no meio Do Nada, mas cercado por algo místico. Indefinível, a produção é Moderna, é limpa, como o progpad, né? Você precisa ouvir ali, ó, cada um dos detalhes, precisa entender a polo de timer que eles estão trazendo, cada camada de guitarra, cada nuance da
bateria, entendeu? Mas ao mesmo tempo não vai, só a artificial tem um é orgânico, sabe? Tem um quê de orgânico, de dinâmica, né? Os momentos pesados são bem pesados, os momentos calmos são bem calmos, é bem legal, cara, é, é um. É um disco assim, que tem muita camada de complexidade, mas conforme você vai cavando essa complexidade, você vai se surpreendendo ainda mais com o que tem lá, cara, com com o que você encontra. E eu acho isso é essencial.
E a obra em si, né? A narração do disco aqui em si, a narrativa do disco em si, né? The Devil to pay in the backhant, que é algo como o grande Sertão, beleza, é Oo diabo, vai pagar lá no Sertão. Não é algo assim, né? Que é uma obra do Guimarães Rosa de 1956, é um dos romances mais importantes da literatura brasileira. Sem dúvida. A história de riobaldo aqui, né? Que é um jagunço que faz um pacto com o diabo, cara.
Olha que maluquice, cara. E é muito corajoso fazer isso, porque grandes Sertão, veredas não é uma leitura fácil, é um romance e é muito denso, é muito complexo, tem uma linguagem própria ali que o que o Guimarães Rosa inventou? E transformar isso num progmettum. Existe uma compreensão profunda tanto da literatura, né, da do que tem ali por trás desse livro do Guimarães Rosa, quanto a música, né? Conseguir fazer isso, ser palatável, ser factível dentro da música é um desafio enorme.
Cara, o álbum segue a jornada do protagonista, né? Do do riobaldo. Tem momentos de conflito interno que são representados por sessões diplomantes. São sessões mais pesadas, tem momentos de reflexão. São representados por passagens mais atmosféricas e tem uma dualidade constante ali, né? É humano, é o demônio, é a razão, é a emoção. Isso está em todo lugar, cara. Os vocais transitam ali entre o clima mais melódico, um cultural mais agressivo, refletir a atualidade.
Então, por exemplo, quando o Rio maldo duvida, quando questiona, tem o vocal limpo, quando a violência explode, quando o demônio se manifesta a rever o cultural e tem o Sertão, aquela paisagem árida, Mística do Brasil é representado pelas atmosferas, atmosferas mais áridas. Mas grandiosas dessa música, né, cara? Eu não sabia que dava para fazer um rif seco, mas o Jack the joker me ensinou que dá dava para fazer um rif seco. Você quer saber como um rif seco vai escutar esse disco?
Você vai, você vai escutar o som das dunas, cara, o som do Sertão, você vai encontrar cara muito legal meu, é um disco pesado, tá? É prog metal, tem 11 flerte com gente, mas é pesado, eu acho que é um prog metal ali, já conversando. Com o PE é um prog metro conversando com noturno aqui no Brasil é 11 prog metro, mais mais agressivo, mais pesado. Mas não é só peso aqui, né? Tem melodia até a atmosfera, né, que eu acabei de falar é as guitarras aqui elas flertam muito com Wind prog do haking
wird prog do sowing. Wind prog do é um prog que vai te vai te remeter a Calígula, horse que vai te remeter a lepras cara que vai te remeter ali. Ao bething the Bird And Me, ao Rolo ao TS eract, então assim é, é muito moderno, é muito contemporâneo, cara, ele está olhando pra fora. É 11 assim, de fato. Just joker, the Devil to pain the backhents, pra minha opinião, é um artigo de de exportação brasileira.
Isso aqui tem que estar em todo lugar do mundo e as pessoas falam, puta, no Brasil eles fazem isso e fazem o melhor, cara, porque quando assim eu gosto muito de leppers, eu sou muito fã de leppers e eu acho que eles conseguem, é. É imprimir muita energia e muita, muito sentimento no som deles, que eles estão sempre discutindo temas complexos, né? Ou é câncer, ou ou a destruição mundial, ou reikien que vai discutir é, e a sowin também vai discutir a era da, da, dos
influenciadores. São temas profundos que eles conseguem discutir, mas são temas atuais que está acontecendo, né? O Devil aprende backland do Jack the joker. Pegou uma obra literária riquíssima, brasileira e traduzindo um som, cara, eu acho que tem muito valor. Mais uma vez é um dos meus
álbuns prediletos de 2025, cara. E se você gostou do juck the joker com the Devil to bem the backland sua have nota recomenda para referen com perfil this time is personal, que é um prog com gente moderno que vai trazer ali é as defensões desse gênero que funciona, né? Tanto o genfi quanto OOOO. O prog aqui né? Lá de 2012, então esse recort outra the state que é bastante prog, mas tem muito atmosférico também, então tem essa pegada e me shuga com o obsin, que são os
patriarccas do gente, né? Trazendo a sua a sua música blid que aí a faixa icônica que basicamente criou ali né? O gente cara, e esse foi o heavy now, o podcast que te leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, segunda a sexta, às 6 da manhã. Um metal novo na sua página
timeline, e agora em janeiro né? Nós temos 30 dias de metal BR está acabando, só tem na semana que vem o 30 dias de metal BR, nossa pré temporada para janeiro, onde todos os dias se apresentamos uma banda de heavy metal brasileira que talvez você não conheça, mas deveria estar ouvindo sem parar. Nesse momento a nossa live está levantando o voo mais uma vez. Um abraço pra você revinaldo e nos vemos no nosso próximo
episódio. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal. Até a próxima transmissão no ravinalta sistemas ativados, professores prontos para o lançamento destino? O vasto cosmos do heavy metal comandante da missão Hilton Fernandes tripulação preparar para decolagem partindo em 321 abinal tá no ar.
Splat mine do tchau soul Project estava lançado no dia 22/10/2021 de maneira independente, álbum que conta aí com 12 músicas, totalizando 42 minutos de play. Charles Souls projects que é um projeto de prog metal Duty. Charles Souls grande amigo nosso aqui do heavy nauta, ele que é carioca e tem esse lebility aqui. Esse aqui é o lebility do dele que é de 2021. Tem um EP agora 2023, que é o
tribunal de of meancaind. Olha aí a banda que é formada pelo Charles Souls que vai tocar no e mago Mortis no Charles Souls Project. Ele também toca no mais Street ao vivo em muitos outros lugares também. Então assim, meu projeto solo multissementista no Brasil, no heavy metal, é bem raro, dá pra ver que são muitas camadas de complexidade ali. Então bem raro você encontrar,
né? A nossa cena aqui no Brasil, ela é mais centrada em banda nessa nesse coletivo, né, nessa química aí de vários músicos é tocando junto, inclusive os músicos podem tocar diversas bandas, né? Isso é demais, cara, essas, isso traz dinamismo pra pra cena e para as bandas, né? Traz uma troca de criatividade, ali é legal, é legal pra caramba, mas projetos solos também trazem algo diferente, que é uma visão artística pura.
Ali, ó, sem compromisso, sem negociação, é uma pessoa, um projeto, uma perspectiva, sendo é montada ali pra gente, né? E o charlos Souza, que é Oo artista que a gente está falando um grande abraço pra você, Charles, grande amigo nosso, a gente fala coisa direto aqui no WhatsApp, vai, aparece aqui no revional, Ticiano, tá então um abração pra você, eu vou tirar isso pra conversar, já vou dar um abraço pra você. Então vamos lá, né, o Charles não é 11 novato que está
começando agora, né? Ele tem um histórico muito forte, ele toca aí décadas, né? Hoje ele toca no mago Mortis e no maestric, o heavy nauta aqui no 30 dias metal BR falou sobre mago Mortis, falou sobre o maestric, tá bom, são 2 bandas aí que são ícones no heavy metal brasileiro, que deixa aí o seu, o seu, a sua marca no deground do metal, né?
Mais o chelsons Project é outra coisa, é outro projeto, é outra coisa, é ele sozinho, é o Chelsea tocando, produzindo, é, é outro som, é outra pegada, gravando mix, ano, tudo junto ali e fazer isso não é muito fácil não, cara. A gente tem pouca gente fazendo isso no mundo, né, cara? Tem alguns nomes famosos aí, que bom, ou seja, vai pensar no devin tausing, o Steven Wilson não é nem looking sendo do próprio tobia sement, né? Mas são poucos, não, não chega a
muita gente. Porque não é só habilidade técnica de tocar vários instrumentos, mas também é uma visão artística que tem que ser coesa. Cara, você precisa saber exatamente o que você quer, porque não tem mais ninguém ali pra você discutir, não tem ninguém ali pra você pegar uma sugestão, pra você dar um ajuste, fazer um arranjo. Não é você por você mesmo. Por outro lado, tem a vantagem, né? É uma vantagem enorme, que é a Liberdade criativa total.
Então, shows não precisa convencer guitarrista de que ele quer um solo mais curto ou um solo de intelectualidade, não precisa negociar com baterista, né? Sobre ó alguns, usa virada aqui, usa a virada ali, não precisa compromissar a visão dele, cara, o que tá na cabeça dele é exatamente o que sai no disco. Isso resulta em algo muito especial. Mas calma, porque esse disco aqui, o splutmind, é um álbum de um projeto de um homem só. Mas ele ainda complemento completamente solo, né?
No sentido mais mais mais fiel da palavra, o chelson convidou uma verdadeira constelação de músicos da cena brasileira para participar nesse disco aqui. Aí ele parece mais o som spel, aí ficou parecendo mais o som spel. São 20 músicos convidados, cara que contribuiu aí com vocal, com guitarra, com baixo, bateria de diferentes faixas, né? Você está falando de quê? Estou falando do Fábio carmodera. Que é quem mais aparece, a daisa Muñoz, lá do vandroia, o Alex borriez do mago Mortis, né?
O Fábio, cadeira que é do maestrik, né? Grande amigo nosso também o grama Henrique, que é guitarrista do maestrik também, Rafael bianzeno, Lucas Oliveira, que são lá do mago, mortes, entre muitos outros artistas. Cara, isso é muito interessante. Isso é muito inteligente, cara, porque mantém o controle criativo, né? Composição, arranjo, produção, mas convida talentos para dar ali cor no som. Um cor, uma cor diferente numa voz aqui, numa voz ali, uma cor diferente numa num solo de
guitarra, num solo ali. Isso enriquece o disco, cara, enriquece o disco, é o melhor dos 2 mundos, cara, é uma visão individual com uma textura coletiva, é isso. E esse disco, que é o splectment, que foi lançado lá em 2021, revela uma narrativa conceitual muito densa também. Então, olha só, é um projeto de um homem só, com diversos convidados. Teve 11 prêmio pra um de videogame, eu não sei que videogame que foi, mas era
assim. Ah, é, esse aqui é um jogo indie feito por um desenvolvedor indie e seus 35 amigos é mais ou menos aqui, né? É o disco solo feito por um disco solo e seus 20 amigos, 20 colegas aqui, 20 camaradas. Então é um álbum solo com muitos convidados, mas também é um álbum conceitual. O conceito desse disco é muito denso, cara, muito pesado, cara. Então esse disco aqui traz 11 narrativa, um conceito que vai dar uma mergulhada bem Funda na
psique humana. Cara, vai contar a história de um cara chamado road, que é um protagonista road, porque a gente está falando do teclado road com certeza, né? Cara do road organ, né, cara? Um protagonista que lida. Com as consequências devastadoras de uma tragédia familiar. Não é só uma metáfora, é uma representação clínica, uma representação emocional de um estado de choque onde a linha entre o passado, O Presente e a imaginação se torna perigosamente tênue.
Cara, o que acontece? Road é sobrevivente de um incêndio doméstico que vitimou seus pais. E essa tragédia fragmentoamente dele, cara. O álbum explora esse trauma, essa dissociação e o complexo de sobrevivente e luto que não foi processado. E faz isso através ali de uma ópera rock psicológica que questiona, somos capazes de salvar as nossas vidas novamente após a destruição total do nosso mundo interior? Olha aí, olha aí, quem nascer vai lá e faguete, que abre o
disco, né? Musicalmente, ali, o álbum vai transitar entre um prog e rock, o metal. Tá, tem momentos mais leves, como o teclado atmosférico em guitarras limpas, algo que vai lembrar aí Emerson, leg, King Palmer, Genesis e Yes dos anos 70 nessa escola britânica mesmo. E tem momentos mais pesados, cara, com a distorção e peso característicos do metal moderno. Cara, essa dualidade sonora não é acidente, é uma escolar
artística intencional, né? Nada aqui nesse acidente, tudo que a Internacional, que reflete a dualidade temática splat mind. Mente dividida, som dividido, luz, escuridão suave e pesado, contemplativo e agressivo, evernon real e volume. Devine, DIU, né? É narrativa musical aqui é uma narrativa musical que vai espelhar esse conceito. Narrativa do disco, cara, muito legal. A produção é independente, mas é profissional, é sem sem dúvidas.
Profissional tem clareza, tem dinâmica, tem espaço para os instrumentos respirarem, né? Os teclados vão criar texturas, atmosferas, isso é um ponto interessante, porque é um disco solo de um tecladista, mas não é só teclado, tá? Não é só teclado, tem muita guitarra, muito baixo, de baixo pra caramba e vocal é um álbum conceitual, é uma ópera cara, mais do que um disco de como tecladista, mas também é um disco tecladista, então você pode esperar solo de teclado.
Em todos os em todas as sonoridades que você quiser, em todas as músicas. E o trabalho incrível do do Charles Charles é um gênio, gênio, gênio da música mesmo, né? Cara? Eu não quero dar spoilers aqui não. Eu quero que você escute o disco, que você possa fazer essa viagem por toda OOO som, né? Por todo a narrativa, enfim, viver essa experiência que todo mundo vive quando tá que eu vivi quando tava escutando, né, o splat mind.
Mas eu quero trazer o climax aqui, que eu acho que é interessante, acho que vai trazer uma camada legal aqui pra discussão. Que é o diálogo entre o road e as projeções dos seus pais, né? Aqui no disco, que a gente chama de Father e Mother, é onde o disco aborta essa dissociação de uma forma mais direta, né? E aqui o schaos escolheu trazer é múltiplos vocalistas, precisa trazer essa essa dualidade, né?
Então, splitmain thillfather traz Guilherme de cierv como a voz paterna autoritária de comando de controle. Essa música tem guitarras do Rafael bianzeno, bateria do Guilherme Pinheiro, embaixo do Renato Montanha. A faixa é pesada, a faixa é opressiva, o país ditando ordem, tentando manter o road preso na ilusão dele, cara, depois vem split mind three Sam, que é o road respondendo, né? Quem faz o papel do road é o Fábio quadeiro, então ele volta
para os locais. Aqui a gente tem Luca oliverana guitarra, Paulo Ribeiro no baixo e é a voz da confusão, do desespero. Não estou entendendo, não estou entendendo o que está acontecendo aqui. E a gente tem o split mind for Mother e aí é devastador, cara, aí, aí meu aí é pra pra ficar de joelho, levantar a mão pro céu e falar, sair cara heavy metal mesmo, cara. Porque aí você traz a daysa Munhoz, que é uma coisa do Vandré, puta rainha do heavy metal brasileiro, que traz ali a
voz pra mãe do road. É a voz da razão tentando revelar a verdade dolorosa. Que Oo road não consegue entender, cara. E aí tem um diálogo muito legal entre o road, que é o Fábio Paulo modeira, EAAA, lesa, mohoes, que é a mãe dele falando cara, é na real, é isso. Você precisa passar pelo pelo luto, você precisa entender o que aconteceu de verdade, você precisa seguir em frente e a verdade é essa, cara. Os 2, o pai e a mãe morreram num incêndio. O road tá?
Preso numa ilusão para suportar a própria dor. As vozes não são reais, são fragmentos, são mecanismos de defesa. Ali é a mente dele, tentando defender e tentando ajudar a processar esse luto. Cara e cara é muito legal, porque literalmente é ter é ter vozes diferentes, né? Cantoras diferentes da sua cabeça, representando essa experiência que que o que o road está passando e fica muito impactante, cara fica muito real, é, cara, é muito, é demais, cara é demais.
Eu não vou trazer o fim do do do do disco aqui, porque eu quero que você escute o final, né? Para ver o que está acontecendo, cara. Mas é isso, gente. Splat mind, do thrall so os projects é muito mais do que Progressive rock ou metal técnico. É uma ópera rock psicológica que vai explorar trauma, dissociação, a fragilidade da mente humana. Vai contar a história do road. É um que é uma história, aí é uma narrativa bem densa, bem honesta, muito emocional.
É assim bem forte e traz o trell Souls Orquestrando tudo ali, composição, arranja teclado, produção e direção e trazendo 20 música, os convidados do melhor do heavy metal brasileiro que vão dar vidas, múltiplas vozes e texturas do disco cara. Se isso não te convenceu a escutar esse disco, eu não sei mais o que vai te convencer a escutar esse disco, cara.
E se você gostou do chelsons Project splat mind, o heavy nota recomenda pra você, Steve Steven Wilson and Hand kenot e rays Progressive rock mental também solo também, né? Porque é o Steven Wilson de um dos maiores maiores multi instrumentistas do mundo, que é o tchauson. E aí o Steven Wilson está lá na rabeira dele, cara, eu sou muito
fã do tchauson, cara. Devin touse and no Chan SHEIN progress heavy metal atmosférico com um outro gênio do heavy metal que é o devin touse and you around the Human equation 2004 no projeto solo holandês que mistura prog rock metal com narrativas também conceituais. Já com Lucas argen, né não? O arnen lukensen, na verdade, muito bom cara. E esse é o ravinalto podcast que te leva para. Explorar o universo heavy metal todos os dias às 6 da manhã.
Agora em janeiro nós temos o 30 dias de metal BR, onde todo dia a gente traz uma banda de metal para você. Uma banda de heavy metal brasileira que você talvez não conheça, mas que deveria estar escutando no loop hoje sem falta. A nossa nave está levantando o voo mais uma vez. Um abraço para você revinalto e nos vemos no nosso próximo episódio.
Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta. Inho sistemas ativados professores prontos para o lançamento destino. O vasto cosmos do heavy metal comandante da missão Hilton Fernandes tripulação preparar para decolagem partindo em 321 no ar.
E seja feita a nossa vontade do projeto 46 a vontade no dia 8/04/2014 pela week metal music acabo conta aí com 10 músicas atualizando 46 minutos de replay. O projeto 46 que é uma banda de metal core de São Paulo, capital nativa desde 2008. Então, de fato, de 2005 a 2008 eles eles atuaram com o nome de crowd. Com k, né? E aí em 2008 eles mudaram o nome para projeto 46, porque a relativa de 2008 a 2019, pararam em 2019, voltaram em 2021 e estão na ativa desde então.
Muito legal a banda que tem aí 4 álbuns de estúdio, né? Você tem o seu the beat, que é o doe a quem doer de 2011, depois que seja feita a nossa vontade, que eu queria discutir hoje de 2014, e depois o 3 em 2017, depois o 3 novamente em 2019. A banda que atualmente é formada por. Vinícius castelari na guitarra, Caio na cabeceira na no vocal, bafo, neto no baixo e já padrão a bateria, melhor nome, melhor
nome de todos, cara. E esse é o heavy nauton, o podcast que te leva para explorar o mundo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta às 6 da manhã. Agora em janeiro nós estamos terminando agora inclusive aqui, o 30 dias de metal BR, onde nós trazemos todos os dias uma banda de metal brasileira que talvez você não conheça, mas que você deveria estar ouvindo sem parar. Nesse momento vamos falar de projeto 46. Que isso seja feita a nossa
vontade. Então, a história do projeto francês começa de uma forma bem despretensiosa, lá em 2008, cara, quando o Vini castelari e o Jean paton se reuniram na casa ali deles para tomar um cerveja, fazer um som, entendeu? Para curtir o tempo. Isso porque eles são amigos desde infância, cara, tá? E também porque ele já tinha uma banda cover de slapnet chamada croach, né?
Onde o Jean tocava a percussão e o Vini tocava guitar Oo Jean também tinha outras bandas paralelas, falava, tinha um trabalho ali, incluindo um cover do Pantera, cara. A química ali do Jean ecovini era tão bom que eles decidiram chamar alguns outros amigos para conseguir fazer ali mais gems para você tirar um som mais Sério e ver o que da onde tava. E o resultado deu muito certo, cara, eles escreveram 4 dias, em 4 dias eles escreveram 4 músicas. É, fiquei já teve banda, sabe, né?
Às vezes o Santo bate cara, às vezes dá uma química legal ali e a música simplesmente sai, né? Tipo algo, só que flui, né? E o projeto 46, o nome do Project 46 ou Project for six, porque é inglês, né? É uma referência direta ao número 4, número 6 lá do sleet not lembra que eles tocavam o sleeping not numa banda cover? Então eles pegaram essa referência e trouxeram para cá para o Project for sex.
É um wster egg, basicamente. Mas aí o projeto ficou ainda mais Sério e ainda mais interessante quando eles trouxeram ali o Henrique Putin. Que tocava no paura, na bateria lá nesse disco aqui, né? Que agora é o já padrão que na época substituiu Guilherme Figueiredo. Pucci trouxe novas influências de uma forma completamente diferente de compor, o que para eles, acelerou significamente o processo que eu tive da maneira. Inclusive, até o próprio Jean
ele explicou, né? O Henrique trouxe outras influências e outras ideias. Conseguimos chegar aí mais rápido nos resultados que buscavam buscávamos, né? Trouxe uma entrevista, a composição aqui, do que seja feita, a nossa vontade foi bem orgânica, foi bem exploralatória, né? A banda começou com diversas e muito diversas sessões de gêmeos e muito longas, com todos os membros tocando e gravando tudo, e depois eles ouviam.
Sem o compromisso ali de Ah, vamos começar a escrever um disco, vamos só tocar e ver o que dá, né? Gradualmente, as as ideias começaram a tomar forma, mostrando que seria um trabalho mais pesado do que o demite deles, se ele teria um groove um pouco mais forte, andamentos mais diversos. A banda começou a incorporar elementos brasileiros dentro do som deles nesse disco. E o que é interessante no programa 46 é porque é uma banda que tem muita referência, que tem muito, tem 11 veia muito
Paulistana até. Nem é só uma veia brasileira, é uma veia Paulistana. Conversa muito, por exemplo, com bandas como OA última teoria como ponto nulo no céu, a última teoria ainda é paulistano, a última, o ponto nulo no céu é de Santa Catarina. Mas o que eu tô falando que são bandas que falam sobre a realidade, a geração hoje, tá? Eles não falam sobre o Brasil de 30 anos atrás, faz o Brasil de
hoje. A gente vê isso, por exemplo, até no linguajar que eles só são, por exemplo, é uma das músicas que eu mais gosto desse, desse disco é navalla. Na vala, cara, ou, por exemplo, veneno, sabe que é uma música que tem essa veia de pô, vamos fazer esse som no veneno hoje eu tô no veneno, acordei hoje, eu tô no veneno, que é uma expressão muito Paulistana até, né? Mas de maneira geral, eles até abraçam a ideia de vamos falar do Brasil aqui, vamos falar o que tá acontecendo por aqui.
Por exemplo, eles têm o erro +55 nesse disco, que é 11, referência direta ao nosso código, é telefônico, né? Você vai ligar aqui no Brasil é mais de 55, né? É um erro. Qual que é o erro do Brasil? Eles trazem aqui uma perspectiva, desordem e progresso. É uma outra música que eles
trazem aqui. Então assim é, realmente é um disco que que traz essa brasilidade, mas não como você vai pensar em outras bandas ali que estão trazendo a brasilidade de sons regionais e de de, de é xaxado, de de é, maracatu de batu que não. Eles exploram a regionalidade.
Mas numa perspectiva, numa numa numa vivência mais urbana, o que eu acho muito interessante eu sou eu sou nascido em São Paulo, capital, eu sou muito, eu sou paulistano da agema, e é, eu me sinto muito representado com esse disco aqui, cara, que interessante, cara, que seja feita. A nossa vontade representa uma evolução substancial em relação ao debilt dos caras que eu dou a quem doer.
Esse álbum aqui traz muito mais peso, as letras são muito mais ácidas, são muito mais contundentes, os groves. Tem uma pegada mais fiel entre eles, não estão só ali, eles não são OOOO, sleeping, not 2.0 brasileiro. Aqui eles começam a olhar para outras coisas, né? Começa a chegar num defcor, que é um caminho que eu, que eu gostaria que o slea quando chegasse no norte, nunca chegou
nesse caminho, né? Mas, enfim, é o próprio Gean em umas entrevista, ele foi muito direto ao explicar o conceito do obra de 2014, né? Que é o que seja feita a nossa vontade, ele disse. Fizemos esse álbum basicamente com o intuito de crítica política, social, social. A banda tomou a decisão consciente de jogar mega no ventilador aqui sobre os problemas sociais brasileiros, inspirando se em bandas racionais como se culturados, esporão e o próprio claustrofobia, que sempre
fizeram esse manifesto. Cara, você está falando aqui é 2014, cara, a gente tinha acabado de passar por um. Na minha opinião, um dos movimentos é de. De sobrevivência civil mais significativa da história do Brasil, que foram os protestos em 2013.
Lógico, né, que muita gente se apropriou dessa narrativa depois e a gente não tá aqui pra falar de de política, mas eu lembro, cara 2013, eu lembro de eu abraço pra você lucierra que tá escutando aqui no nosso podcast lucierra também tá escutando aqui no nosso podcast cara, eu, o Lu e o du Lu e Edu são Oo Lu e o du são 2 primos e são grandes amigos nossos aqui. Eu lembro, cara, claramente, se a gente parar, Raposo Tavares
ali, entendeu? E eu não sou um cara que vai para manifestação, eu não sou um cara tão político assim, mas respingou até em mim, entendeu? Lá em 2013, enfim, é, já fazem
13 anos isso e é muito icônico. Eu lembro de chegar em casa depois do trabalho e ver um Monte de gente no plano central EE colocando fogo no plano central e esse disco é isso, se se se tivesse um clipe para esse disco 111. 11 GIF pra esse um pra esse clipe aqui, pra esse disco deveria ser o Planalto pegando fogo, que é essa ideia que eles estão trazendo, né?
Todos os membros aqui, eles moram em São Paulo, mas que se eles moram no centro de São Paulo, então eles encontram vários problemas sociais que eles têm em São Paulo. O Sandro de São Paulo, na minha opinião é, é cara, é maravilhoso, eu amo São Paulo, eu amo Sandro de São Paulo, eu sou muito urbano, então assim, hoje eu moro no meio do Mato né? Eu moro no interior de São Paulo, aqui você olha a minha
casa no Google Maps, é engraçado que tem a minha casa. 11 represa enorme, um Lago enorme ali, uma represa, né? A gente chama de lágrimas da represa e Mato todo mundo é lado, mas cara, às vezes eu estou muito estressada no trabalho, sabe o que eu faço? Vou pegar o trem, vou pegar, vou andar de trem pra dar uma desestressada, porque é quem eu sou, né? E isso eu me identifico muito aqui, completo de 46 com certeza eles trazem isso aqui também,
né? E aí o próprio Jean também explica isso nessa entrevista dele, 2014, ele fala. No começo, a gente cantava em inglês, mas nós percebemos que a mensagem era mais facilmente transmitida em nossa língua Natal. Cláudio, Brasil não é não é, é, é. É mandatório que você fala em português? Claro que não, mas é interessante. É uma é 11, que é mais, porque é muito difícil cantar em português.
Heavy metal, então, se você tem esse recurso No No vocalista, tem que usar, cara, tem que usar mesmo, né? É que seja feita a nossa vontade, que foi produzido pelo adah da unfenbak, Deus da produção aqui no Brasil. Renomado do produtor brasileiro de metal, que trabalhou novamente com a banda em outros projetos, né? O álbum foi lançado em abril 2014 pela Wick metal music. Inclusive. Wick metal é um podcast, né?
Até fiquei interessante. E a festa que nasceu desse disco foi o forty six Fest, realizado na carioca Club, em São Paulo. Eu não fui nesse show. Mas eu lembro claramente desse dia, porque eu trabalhava ali na cadear, o verde, que é onde fica em Pinheiros, ali na AO carioca clube. Então eu lembro um Monte de galera com camisa do projeto 46, você não conhecia na época? É flyer do conforren six AA Project. E foi isso.
Foi uma experiência muito interessante, porque eu não eu não fui nesse show, mas eu vi acontecendo muito legal em 2015, cara, foi o deu certo porque 2015 pronto 6 alcançou um dos maiores palcos do metal mundial, porque eles foram tocar no Rock In Rio. Olha que interessante, eles abriram pro rail Storm, pro Lamb of good, pro daftons, que faz uma conversa muito direta com o som deles, cara, e no outro ano eles foram tocar no wiska gogo, lá em Los Angeles, consumindo
sua presença Internacional. Então, assim, é uma banda que começou dentro de casa, fala sobre dentro de casa, fala sobre Brasil, mas não, cara. É 11 produto que pode ser exportado pro mundo inteiro. Isso é exportado pro mundo inteiro, porque tem muito valor aqui. O projeto que não tem a minha opinião, é a única banda de. Def core brasileiro metal core para Def core brasileiro, cara, não única, mas é uma das maiores referências aí, né?
O segundo álbum dos caras, que é o que seja feita a nossa vontade, representa mais que uma evolução técnico musical, é um manifesto político, é um manifesto social em heavy metal cantado em português, enraizado, uma realidade brasileira, mais que isso, enraizado na realidade Paulistana. Cara, esse disco é muito importante, eu acho. Pra Catarina, eu acho esse disco é o mais importante da cadeira dos caras. Porque consolidou o problema francês como uma das principais forças do metal brasileiro
moderno. Eles mostraram que tinha ali uma promessa em com Oo doa a quem doer, e depois eles trazem o que isso seja feito, a nossa vontade e fala, não, cara, aqui isso é uma promessa, uma realidade da que a gente pode chegar e se provaram muito disso mesmo. Depois lançaram 2 discos, após isso, 3 e o 3. Isso é confuso, né, porque os 2 discos têm o mesmo nome, mas enfim, e são em em anos diferentes. Mas enfim, né? Então é, seja o disco e a regravação, e é isso.
Assim, para mim, o que diferencia radicalmente para a gente quando seja de outras bandas brasileiras de metal, é essa relação visceral com a cidade, cara. Então, sabe aqueles filmes que a cidade é um dos personagens? Puta esse disco aqui também. A cidade de São Paulo é 11 dos
personagens, né? É, eles cresceram em São Paulo, cresceram no centro de São Paulo, é, viram essa alienação abstrata aí do do. Que o paulistano tem, porque assim, cara, a gente vai trabalhar na faria Lima, vai almoçar, vai pagar 300 BRL No No almoço e, sabe, tem um mendigo na frente. A gente é difícil, cara, é difícil. São Paulo não é paralegos, cara, não é paralegos, mas é esse aí, cara, é isso aí. E esse foi o heavy nauta de hoje.
Lembrando que estamos em janeiro, 30 dias de metal BR, todo dia nós apresentamos uma banda de metal brasileira. Que talvez você não conheça mais que você deveria estar ouvindo sem parar. A nossa nave está de vento no voo mais uma vez, mas amanhã nós retornamos com mais uma banda por 30 dias de metal BR. Um abraço metaleiro e nos vemos no nosso próximo episódio. Oh blog finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã.
Siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta sistemas ativados. Professores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão, Hilton Fernandes tripulação preparar para a decolagem, partindo em 32. No ar, makeo Cry and dance the eletroke mobi é balançado no dia 27/01/2023 pela front tear records. Algo que conta com 11 faixas, aproximadamente 43 minutos de
play. Eletro kemobi, que é uma banda de hard rock de Curitiba, no Paraná. Isso mesmo, lá de Curitiba na tiba desde 2016. To make you crian dance é o segundo disco da dos caras. E o the beach? E é Oo, que só tem 2 discos até agora, tem o the short de 2020 e o tomake you Cry and dance de 2020 e 13. É mas o que eu, formado atualmente por Renan zunta no vocal, Ben ur alwarter na guitarra em Yuri helero no baixo e Mateus sextado na bateria.
E você, está vendo o Reinaldo? O podcast que te leva para conhecer o universo do hevy metal todos os dias às 6:00 da manhã agora em janeiro, está terminando em janeiro. Essa última semana do 30 dias de metal BR, onde nós nós estamos aqui trazendo todos os dias de manhã uma banda de heavy metal brasileira que talvez você não conheça, mas que deveria estar maratorando maratorando sem parar nesse momento. Então vamos falar de Eletro, que mob hoje, cara? Vamos falar de gente famosa hoje.
Então o que acontece? Oo Eletro que mob começa em 2016 lá em Curitiba e no Paraná, quando o Renan Zonta tomou uma decisão muito ousada, eu vou sair de Cascavel para montar uma banda. Eu não, eu vou sair da minha cidade Natal casca real e vou pra capital em Curitiba pra montar uma banda. A ideia não era apenas tocar, ele queria algo Sério, ele queria ser profissional, ele
queria conquistar o mundo. Logo ele conheceu bem OA ware, que é o guitarrista André Lester da bateria, já amigos aí desde a faculdade onde ambos estudaram. Geologia, cara, olha que legal, uma curiosidade, se eu fosse geologista, se eu fosse cientista, eu seria geólogo, acho legal. Eles fizeram algumas audiências, foram alguns ensaios ali, mostraram que tinha uma química ali e fizeram, chamaram ali o Iuri e leram para tocar com eles na no baixo, né?
E formou AA forma a banda. A banda tava formada ali. Agora tem um ponto aí que talvez você conheça, cara, você que tá ouvindo esse podcast aqui, o Renan Zonta, ele já participou do The Voice Brasil lá em 2016. Trazer uma visibilidade muito grande não só para banda, como para ele mesmo, nacional e internacionalmente. Cara, em 2017, né?
Então os caras formaram em 2016, 2017, eles lançaram um livro, a Sky, que é um trabalho aí que chamou atenção de muitas gravadoras no site do rock, do hard rock, do heavy metal, inclusive a gravadora italiana Frontiers music. Cara, olha aí que já é conhecida por trabalhar com nomes bem grandes do heavy metal. A gente está falando de White Snake, a gente está falando de Journey, está falando de europeus, você está falando de theft.
Lepper, só pedrada cara, né? E aí em 12/06/2020 eles lançam o seu primeiro disco, o seu the built, né? O the charge, pela própria from teas music e aqui no Brasil saiu pela Harry hally un records, trouxe 12 músicas aí e eles meio que falaram isso aqui, quem nós somos, né? Somos um. Esse aqui é o nosso cartão de de visita assim, né? Essa aqui é a nossa realidade. Então ele, ele, estou falando mais cru.
Ainda dentro do stories de rock brasileiro, mas mais cru e teve um impacto imediato e muito grande. Cara, né? Oo single desse disco, devin, you know, alcançou 3000000 de plays no Spotify. Isso é grande demais, cara. Ficou 14 semanas seguidas a the Bird na categoria de mainstream rock and gather Church. Um dia esse disco alcançou a 22ª posição. Olha que interessante, depois de de story, Ah. Expectativa ali para o segundo álbum estava todo mundo
esperando, né? E aí o processo de criação desse disco, que é o two Bank you friend dance, levou quase 3 anos e foi ali, né? Marcado pelo desafio de compor, por exemplo, pela pandemia. Então o próprio Ben work explicou numa entrevista, não foi difícil, mas foi tenso e intenso. Muito diferente desse charge por muitas razões, né? É, quem fez essa produção foi o Amadeus de marketing, trazendo a abordagem aí mais mais é
trabalhada no pdbut, né? O que que acontece é que o próprio Renan volta, fez uma entrevista e falou, cara, esse disco netman que o pra render você tem um objetivo bem claro, é anti absurdo, tá? Então assim ó, não seja um vacilão, não seja um arrombado bem agressiva o álbum, né? É uma resposta visceral a uma resposta muito crua aos tempos difíceis que o Brasil passou aí de 2000, EEEE, sei lá, 2013 até 2020 o Brasil passou, quer dizer, tá sempre passando, né?
Mas nesse momento foi difícil. É, e aí esse disco aqui tem algumas músicas que eu queria trazer, né? Primeiro é o single, né, que eles trouxeram mesmo, que é o sunds falling, que música do denta, no bom sentido, cara meu,
é incrível, é, é incrível. Acho que essa música aqui condensa muito bem o super poder que Oo eletric mob tem, que é o seguinte, eles fazem você ficar com raiva, eles fazem você ficar, é é que você quer levantar e você quer lutar pela Liberdade do universo, assim você quer. Realmente protestar, você quer levantar, não é uma banda política, enfim, né? Tem essa questão que o Renan não trouxe, mas não é uma banda que você vai escutar e vai falar,
pô, você quer um som político? Não, mas você, mas traz essa energia assim, a gente fala, não, eu estou aqui, pronto, vamos levantar, traz desse empoderamento, mas você pode dançar, é incrível isso, cara, porque é um som que realmente você quer bater a cabeça, ser muito envolvente assim, mas você dança. Isso é um super poder, cara, assim, eles pegaram, eles têm esse DNAE, é um DNAE. Que eles estão trazendo do White is, né? Que eles estão sendo do the the leppert, que eles estão trazendo
assim de muitas outras bandas. Cara é é pra mim, Oo eletric mode me lembra muito, muito, muito o pink crun six tinee, especialmente o pink pink six tinee na época lá do Sonic dnight que eu tinha esse meu sentimento de ser uma coisa mais ácida, mais agressiva, mais é crua, mais áspera essa palavra mais áspera, mas de ser algo envolvente que você não consegue parar de ouvir. Tá muito legal.
Então a música que eu queria trazer destaque aqui também é o wellschain, que é uma música de de que é um hard rock bem característico, sim, mas eles conseguiram trazer elementos aqui de Baião. Olha que maluquice, trazendo identidade brasileira pra isso, né? Cara, é bem interessante, cara, bem interessante, é assim, realmente não é uma banda, não é uma banda esquecível, cara, não é esquecível, eles colocaram muito trabalho na produção.
Desse disco, da composição, A Entrega, e a gente vê isso em cada compasso, cara. A gente consegue ver isso em cada compasso, cara. Depois aqui da gravação do mak of Prime desse teve uma mudança ali, né? O baterista original, o André leister, ele saiu da banda, né? Ele foi pro Rio de Janeiro e o Mateus sextaro assumiu bateria, né? Eles estrearam no Angra Fest, lá em Curitiba. Então essa mudança de é formação
que. Funcionou muito bem aqui, eles conseguiram trazer essa essa pegada aqui, né? E é, cara, sei lá, eu acho que o hard rock deveria ser mais respeitado no Brasil. É, tem muita banda que faz hard rock, né? É volume de hard rock que tem muito atrela mamas como Guns N Roses e coisas assim, né? Eu acho assim, cada um escuta o que quer, quem sou eu, quem sou eu para julgar o som do amiguinho, né?
Então assim, se Oo cara quer escutar Guns N Roses, ele escutou, o mesmo problema é que as pessoas escutam Guns N Roses e param lá. Vocês não seguem, entendeu? Por exemplo, a gente você começou a escutar, tá lá Halloween, você vai querer se conhecer outras coisas, você vai conhecer stratoval, você vai conhecer o sonatártica, você vai conhecer gama Ray, você vai conhecer de gays, você vai conhecer vantager e muita outra coisa, outras coisas ou não.
Ah não, eu escuto o tido of bodon cara, tipo of bodon excelente, importa ali para o Melody of metal, especialmente finlandês, então se vai escutar tido of bodon depois do estado order, vai escutar é art enemy. Você vai escutar muitas outras coisas. O que eu fico meio chateado com o ganza é que as pessoas começam a escutar ganza geralmente e não vão para frente, param ali. Ah, eu não gosto muito de som pesado, eu escuto ganza ou coisas mais pesadas que eu
escuto. Não, cara, tem muito mais atrás, eu acho que mais uma vez, né, quem sou eu para jogar o som, amiguinho? Cada um escuto o que quer, mas eu acho que ganza tem esse problema, as pessoas param ali, né? Muito interessante, cara, é um detalhe muito negligenciado aqui no eletric mob. É que o Ben humor e o André leister não se conheceram num show, eles se conheceram na faculdade de elogia. E essa formação científica molda uma abordagem da banda de formas
sutis, mais profundas. Tem uma metodologia, tem uma experimentação controlada, tem uma análise rigorosa aí por trás, que parece ser 11 som espontâneo, então com certeza
tem uma identidade, tem. Uma personalidade, esse som inclusive, é muito difícil você conseguir uma personalidade tão forte no seu segundo disco como disco de hard rock, tá, eu sou muito assim, eu, eu nem, eu não escuto muito rock, eu escuto muito heavy metal, eu não escuto muito rock, não porque eu não gosto, mas eu acho que é difícil encontrar Rocky. Bom, é muito difícil porque como Rocky é mais simplista, não é
simples, tá? É mais simples, eu acho, é mais desculpa, é mais simples, não é mais simplista, né, eu acho excelente, eu acho que quanto mais simples 11 som, melhor ele é. Isso aqui é difícil, é muito difícil você ser simples e não cair na caixinha do simplista. Enfim, eu acho que o rock tem muito disso, de tem muita coisa no rock que é simplista, que poderia ser melhor trabalhada, explorada e não é, tá, mas tem. Quando o rock é bom, é muito
bom, entendeu? E isso se reflete pra mim, pro hard rock é muito comum, uma banda de hard rock fica na zona de conforto e não ir pra frente, entendeu? Chegar ali e só fazer o som pra pra pra base deles e não, não parte pra frente, é? Mas quando você encontra uma banda boa de rejoque, como é o Eletro que mob, os caras não tem medo de fazer o som. Então com certeza o som aqui tem uma personalidade, é você consegue distinguir a timbragem do som dos caras e eu acho que vamos ser bem honestos.
A bateria e o baixo faz um trabalho excelente. A guitarra tem um timbre característico e tem rifles que são muito envolventes e são fazem muito dessa parte aí de não sei se você ficar com raiva, mas também você, você dançar. Mas o Renan Zonta, o timbre que ele tem, a voz dele, que é um timbre aspero. Mas ainda totalmente dentro do do espectro que a gente espera do hard rock, uma voz envolvente, carismática e com 111 timbre mesmo, uma tonalidade
muito reconhecível. Eu estou escutando uma playlist no Spotify com 400 bandas, se passar um elétro que o mal me vou conhecer. Então, se eu conseguir uma identidade tão forte como a deles dentro do hard rock no segundo disco, não é por acaso. Isso aqui foi planejado, isso que foi trabalhado, isso que foi experimentado, mas ainda assim soa muito espontâneo. Eu sou é que esses caras.
Estavam andando na rua, pegaram o violão e começaram a tocar e descreveram esse disco, então assim, realmente é, com certeza, na minha opinião, está no topo do hard rock brasileiro, é, fico feliz que eles estão, que eles estão em projeção Internacional, espero que eles fiquem muitos e muitos anos aí com essas exposição Internacional, porque a gente precisa disso, precisamos mostrar para o mundo aqui, olha aqui, a gente faz hard rock com muita qualidade. Brasileiro é incrível, né?
O Brasil e o metal brasileiro depois dos 30 dias de metal BR, eu posso garantir isso com todas as palavras, o metal brasileiro. É maravilhoso. AA melhor metal do mundo e esse foi o nosso episódio do heavy Natal de hoje, o podcast que te leva para explorar o mundo do heavy metal todos os dias às 6 da manhã. Agora em janeiro a gente tem o 30 dias de metal BR onde todo dia a gente transar.
Uma banda de heavy metal brasileira que talvez você não conheça, mas que você deveria estar ouvindo até furar, furar, até agora, até sem parar é realidade. A nossa live também perguntou, vou mais uma vez, muito obrigado metalerros e nos vemos nosso próximo episódio. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã, siga o heavy Malta para a sua dose diária de heavy metal. Até a próxima transmissão no heavy Malta sistemas ativados professores
prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão Hilton Fernandes. Tripulação preparar para decolagem partindo em 321 abinalta no ar. Do cripta, algo lançado no dia 4/08/2023 pela Ana Palm records. Eu contei com 13 músicas, totalizando 51 minutos de play. Cripto aqui é uma banda de dash metal de São Paulo, capital nativa desde 2019. Cara, muito legal, muito legal
mesmo. O cripto tem 2 discos lançados, tem o ikos of soul de 2021 no Chase of soul de 2000. E 23 banda que atualmente é formada por Luan andamento na bateria, Fernanda Lira do vocó no baixo e thany abergamach. Que nome complicado, Tainá na guitarra. Gente, a formação do clipe está um pouco mais complexa. Passaram muita gente, passou muita gente por lá, né?
Mas essa formação atual deixa eu falar sobre isso eventualmente aí também no nosso episódio, cara, lembrando que você está ouvindo o heavy nauton, o podcast que te leva para explorar o mundo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta, 6 da manhã. E agora em janeiro nós temos o 30 dias de metal BR, onde todos os dias nós apresentamos uma banda de heavy metal do Brasil para você que talvez você não conheça, mas que com certeza você deveria estar ouvindo até
furar. E hoje vamos falar de cripta aqui no heavy nau. Então vamos lá, né gente? Vamos falar aqui de cripta hoje. A história da cripta começa em junho de 2019, com a conversa entre a Fernanda Lil, que é a baixista vocalista, com a Luna da ametro Lana dametro, que é um monstro da bateria aqui na época eram ainda membros da de uma outra banda, que era o nervosa, né?
O nervosa que também fez um puta barulho aí No No no thrash metro brasileiro, só que é isso o nervosa, ele tem essa pegada thrash metal, entendeu o. Cripta é death metal ou até death and black metal, desculpa, black and death metal, cara. Entendeu? Então outra pegada, então o cripto já tinha esse esse berço ainda. Começou ali o embrião do cripto, com essa conversa da Fernanda Lira com andamento, quando eles estavam lá no nervocas, né?
E a Fernanda mesmo fala sobre isso, cara, ela fala, olha, cripta definitivamente nasceu como um projeto paralelo, né? Era 100% planejado como paralelo. A Luana que sempre foi uma baterista de Def metal, mesmo de coração, sentia falta de tocar o estilo que é muito mais extremo que o trach metal. E ela viu essa oportunidade aí de começar um som de Def metal mesmo, fazer um som, um som mais agressivo com a Fernanda Leda, que também vem dessa escola, o
Def metal. Mas a realidade era muito complexa, você somente ter 2 projetos simultâneos, né? A própria Fernanda demitiu essa entrevista em relação nervosa, já estava um pouco tensa, desgastada ali como qualquer relacionamento. Foram anos de turnês intensas lá No No nervosa, né? E principal foram essa diferença criativa. Muita gente usa a palavra diferença criativa para falar de bandas exterior. No caso, foi isso aqui mesmo, tá?
No caso, aqui era uma banda de thrash metal pelo ano e a e a. Fernando que ele faz um som mais agressivo que ele faz 11 banda ali de de de Def. Beto, cara, e esse período de transição foi bem complicado, foi bem delicado, mas também foi bem planejado, né? Foi quase um ano e meio lá. De junho de 2019 até abril de 2020, a Fernanda e a Luana mantiveram o cripto a cripta em sigilo. Na colocaram a cripta dentro da cripta mesmo enquanto ainda estavam cumprindo os compromissos lá.
Com a nervosa é lá em 25/04/2020, eu lembro desse jeito que foi um puto marulho do heavy metal brasileiro. Aí a Fernanda e a Luana saíram oficialmente da nervosa, né? É, fizeram um comunicado de conjunto oficial, bem respeitoso, e depois tipo, sei lá, um mês depois, dia 20 de maio, elas já anunciaram que tava com a klips nas redes sociais aí com vídeo já mostrando que cara aqui agora a gente vai fazer death metal, né? E. A formação completa da cripta foi anunciada lá em maio também,
né? De 2020, né? Inclui aí 2 guitarristas de peso, cara, a Sônia anubis, olha isso aí, cara, guitarrista principal do burning witches, e a Tainá bergamashki que era ex gutarrista de uma banda brasileira de f metal que era o hardberg, então escolheu 2 guitarristas. Uma aqui no Brasil e outra lá na Suíça, cara, para montar uma banda assim mundial. Cara, maluquice muito legal isso né? A cara a Sônia no bis, tocar No No No No cripto me surpreendeu muito, porque eu gosto muito de branham.
Witchen so branham witchen The Power metal puro escrachado aqui é deft metal, muito agressivo. O primeiro disco do bripta é um deft metal muito agressivo que é o acl of soul. Cara, um black in Def metal na verdade, né? A Sônia lubes era o escolher óbvia desde o princípio, quando pensaram em guitarrista, a Fernanda e a helona soltaram na hora. Assim é a Sônia. Elas elas mesmas dizem que elas eram muito fã delas desde antes do perning witchers sempre amaram a forma como ela tocava e
sua presença no palco. A Sônia trazia não apenas essa habilidade técnica muito acima da média, mas também uma experiência em grandes palcos europeus, capacidade de criar melodias muito inspiradas ali no new Wave of legity, chef metal, enfim, era uma. E tá ali que trazer uma camada de sofisticação all Def metal brutal que a Fernanda estava fazendo. A Tainá, por outro lado, tem uma história de entrada peculiar na banda, ela não era conhecida né?
Da Fernanda e da Luana não tinha bem em comum, é, ela não tinha vídeo, é viralizado na internet, não tinha networking, né? A Tainá enviou uma mensagem oferecendo vídeo de audição pra Fernanda, ela falou, cara, eu tô fazendo um som aqui, ó, queria te mostrar, posso te mostrar eu tocando aqui. Ela mandou um cover de christel mountain do Def, com solo completo, assim executado, né? E puta, tocar Def é faz O
Impossível né? E a Fernanda falou, eu quase morri, eu preciso tocar com essa agora, cara. Olha que maconquice, depois de 1 ano dessa ideia começar a nascer deu tudo certo e até nessa insultou o projeto, completando a formação, então a formação original, ele era Fernanda Lyra no baixo do local, aluna da metro na bateria, Sônia nurbis na guitarra e a Tainá bergamasca na guitarra, né cara? Que seria ele responsável por criar o ecos of soul? Muito interessante, mas não foi essa aqui.
AAAAA. Formação final teve umas mudanças, né? Vamos falar um pouquinho do ecos of soul, o ecos of soul maluquice cara. O primeiro álbum da da cripta, que é o ecos of soul, de 2021, tem uma história de criação assim, produção a pré, pré, produção assim, um embrião muito maluca, cara assim. É, todo o álbum foi escrito em grupo de WhatsApp e com com pasta compartilhada no Google Drive. Cara maluquice, porque cada um morava no lugar, né? A Susana está movando na Holanda.
As Brasileiras estavam aqui no Brasil, mas estavam em estados diferentes, né? A Luana da meta do sul, AAA, Tainá eu não sei da onde é e a Fernanda é. Em São Paulo, né? E com a pandemia e o lockdown, elas lá beleza vão colaborar no WhatsApp e colocar os sons no Google Drive. Cara maluquice.
E a criação desse disco? A pré pré produção desse disco, a Tainá nunca tinha conhecido as outras musicistas pessoalmente, cara, só conhecia de WhatsApp. Ela mesma fala isso, cara, eu literalmente conheci elas pessoalmente quando entramos no estúdio para gravar o álbum. De fato, elas nunca tiveram ensaios juntos antes da gravação, nunca mais tocaram as músicas juntos, foi nos ensaios após a gravação do álbum. Olha só que maluquice isso me faz e esse risco o ecaso eu sou
é impecável, né? Impecável é um cartão de visita assim, é um tapa na cara do mundo, entendeu? Maluquice. A composição do ecoso of soul foi dividida estrategicamente, 50% dos rifes são da Fernanda Lira, 50% da sona a nubes, né? Alguns ali tem alguma coisinha do mandamento, principalmente na estrutura, mais de bateria mesmo. A Tainá entrou depois, né? E só colocou a ideia de ler, de ir tocando os solos em todas as músicas ali, criando, conta. Ponto melódico mesmo, né?
Isso deu um resultado único, cara, porque a Fernanda traz muita brutalidade desse déficit metro da Flórida, ali dos anos 80 e 90, cara, a gente está falando de morby, de Angel, a gente está falando de canibal course, a gente está falando de the inside, entendeu? Enquanto a Sônia traz a melodia mais inspirada em Iron Maiden, Judas pristo, então esses 2 juntos ali. Cara, deu muito certo. Cara, é muito certo, muito certo, muito certo sim, né?
E é um disco que realmente sonoramente é, é muito. Muito único, né? Esse disco foi gravado no family mob, que é o estúdio do Gian Dolabella, que é o baterista do iglal kill Talent, que já tocou no sepultura também, né? E teve algo OA produção não só do Gian Dolabella, mas também do Steven homera, o primeiro disco, que é o from the ashes, minha nossa cara que somzera, cara que somzera. Foi absurdo mesmo, né? E aí depois deles lançarem o ecos of soul. Ecos of soul.
Gente, que que que eles vão que que essas vezes vão fazer depois disso? E aí eles lançaram o shades of solo 2023, né? Que agora a banda realmente encontrou 11 lugar dentro do heavy metal. A Fernanda é bem direta, né? Ela fala que ela que esse disco é um disco mais confiante, é mais consciente do que como o crypto tem que suar. Cara. No primeiro disco, cada música era completamente diferente. Assim, uma era mais strash, outra era mais mais brutal,
outra era mais melógica. Procurando uma identidade, né? E no segundo anos você vai misturar todos os elementos em cada mosca. Trouxeram mais fluidez pra essa, essa, essa, essa dualidade de ser brutal, mas de trazer a melodia também, de trazer a técnica, mas trazer filme, né? E o processo de produção desse disco, de composição, desse disco? Foi muito mais rápido, muito
mais orgânico, né? Enquanto o é causou, o soul levou mais de 1 ano para ser escrito, mas também, né, porque eles estavam trabalhando ali no WhatsApp, né? WhatsApp não funciona, né, gente? E o Sheik of tomorrow foi composto em alguns meses, né? A própria Fernanda também fala isso, nossas mentes ferviam de ideias, escrevemos super rápido, cara, mas assim, apesar do da velocidade, o processo continuou sendo a distância, né? Porque ainda assim, as meninas moram cada mundo num lugar
diferente, né? E. Com a agenda de turno Internacional lotada, elas só tinham tempo para compor durante folga. Assim, né? Tinha alguns dias assim que elas compunham e escrevia algumas coisas, uma experiência como o primeiro alvo havia ali ajudado as meninas a criar um workflow digital, enfim, elas conseguiram produzir mais e menos tempo, né?
A Tainá bergamash que ela explica a direção musical desse disco, ela fala assim, ó, queríamos algo diferente, mais moderno, mais old School, mais Dark, mas também mais alto, atmosférico. Era uma balança ali meio delicada, né? Manter as raízes do f metroclássico anos 90, né? Em estruturas de composição, na filosofia do riff, na no vocal da da da Fernanda Lyra, enquanto prova elementos de uma produção mais Moderna, né?
111 clareza sonora, camada atmosférica, uma dinâmica mais pronunciada, influência ali do black metro atmosférico que hoje é o melhor black metro do mundo. Está falando de h loft de moguá
de batusca, né? E o resultado é. Um som black and death metal que tem uma raiz muito forte, calcado em death, calcado em em em theyside em em cannable corpus of the Angel, mas que conversa com Oo black metal atmosfera que atual, conversa com o moguá, conversa com a galloft, conversa com Chelsea green, conversa com a abigaille Williams, por exemplo, entendeu seats of soro, que é um dos álbuns mais pessoais e vulneráveis do theath metal moderno. A Fernanda falou assim, ó, que
que esse disco fala? É um álbum muito pessoal, é um álbum quase autobiográfico. Ela disse que descreve a minha jornada através de tempos muito sombrios, né? Então são todas as patos of soros que eu tive que experienciar viajando nesses tempos escuros. Olha que maluquice, cara. Então ela está trazendo essa referência aqui a anos bem conturbados ali, com nervosas saindo nervosas em neprocrita, né?
Ter sido marcado por incerteza profissional, o questionamento da identidade artística, o peso emocional, deixar para trás quase uma década de trabalho. Olha aí, que maluquice eu queria trazer atenção aqui 2 músicas, né? Eu queria trazer o the Dark clouds, que foi uma das primeiras escrita especial, estabelecer um padrão de colaboração à distância, né? Até os que foi feito exatamente assim em cada um no lugar, colaborando, né? A Luana enviou um vídeo tocando bateria absolutamente morra
insana nesse. Nesse disco que só aqueles Blast Pit com com com o Google duplo numa velocidade muito alta, né? A Tainá já pegou esse vídeo e começou a trabalhar nos riffs, criando ali 111 combinação, né? E essa música tem uma estrutura bem interessante, porque ela começa com uma velocidade muito alta, ela mantém essa velocidade quase 2 minutos assim é um é um desafio de resistência. Então ela começa a ficar lenta, mas pesada, e a Luana destrói tudo.
Tudo com a técnica dela. Esse cara, realmente, se você quer escutar um som que vai explodir sua cabeça, você tem que escutar the Dark clouds. Cara é puta trampo da da da Luana, né? O cara a Luana é uma ela mesma se refere a ela mesma como, Ah, eu sou meio bicho do Mato, eu gosto de ficar no meu canto tocando e tirando meu som. Não sou muito social, tudo bem, porque quando ela senta para tocar, ela não toca, ela dá uma aula de como o thef metal tem
que suar em 2026, cara. Né, esse é o ano dos 23, mas continua, continua super é, é atual, né? Muito interessante, cara, é falar pra você, cara, Luana da Bento não perde nada, não deixa nada, não fica atrás de George collies lá do nial, vamos o Noel, cara, ou o Jane hogland lá do Def, lá no teste, mas por exemplo, cara também queria falar do the outsider, né? E eu queria falar isso por causa da Tainá. A Tainá mesmo falou que essa música aqui. É especial para ela por razões
constitucionais. Por quê? Porque é uma das mais fáceis de escrever. Ela Foi bem tranquila de escrever para ela, né? E veio diretamente de moguá cara. Então, lá No No ecos of soul, a gente tem o crip tá trazendo um som, um black, um death metal com um quezinho de Power metal, pelo menos de new Wave of British have metal é um death
metal mais. É, é acessível, mas tem um pouco lá de black and death metal nesse disco tem muito de black and death metal, porque a Lu AA Tainá, ela traz essa influência, ela traz essa carga do do atmosforic black metal, que é muito legal, cara, muito legal mesmo, mas tem mais mudanças aí, né, cara que assim beleza, falando aqui sonoramente, as meninas são muito maduras, mas é muito difícil também ter uma banda. É global, como é o cripta, né? Então assim. A cripta é marcada por ciclos de
mudança, né? E não enfraqueceu. A banda mostrou ali, é exacerbou ali uma capacidade de de renovação, de adaptação das meninas, né? Então, em abril 2022, 10 meses após o lançamento de eco o som nem um ano cara, a sunanubis saiu da banda de maneira amigável, né? Ela Foi uma, ela tomou essa decisão, ela falou que queria focar no trabalho solo dela, que é o cover spell, e ela falou puta, não vai dar e saiu, né?
Quando ela saiu, por questões de direitos autorais e crédito de composição, ela levou consigo tudo o que havia escrito para o segundo disco, que estava em desenvolvimento inicial. Cara, isso fez a banda pensar totalmente o que que ela IA fazer para o shades of sór. É então assim, podia ter sido uma bomba atômica, mas foi uma oportunidade. A Fernanda lona e a Tainá começaram do zero, que acabou registando um som muito mais coeso e uma identidade muito
mais sólida. Cara, eu gosto muito da Sônia Nunes. Eu prefiro a Tainá aqui no som, cara, em abril 2 22, pra substituir a Sônia, elas trouxeram a Jessica de falk, cara, né? Então ela veio aqui porque a banda tava precisando cumprir os compromissos ali já agendado, né? Então ela aprendeu as músicas e tocou ficou. Ela começou a tocar em abril 2 22, e em outubro de 22 Ela Foi promovida membro oficial. Cara, olha aí.
E a Jéssica ficou na banda cara de 2002 até 2025, cara em março de 2025. Agora, ano passado, a Jéssica de Falco anunciou seu desligamento da cripta. Segundo ela, a separação ocorreu ocorreu de acordo mútuo. Assim, cara, pode ser quase 3 anos de colaboração que deu muito fruto aí, né? Não houve, não houve conflito, nem drama, só caminhos profissionais que separaram. Cara, pô, vamos fazer um som aqui e eu preciso fazer um som ali. Imediatamente a cripta trouxe a
Helena na gagata, cara. Para fazer essa substituição e tocar aí ao vivo, né? E mas AA Helena da Gaga fez esse som aí, é fez essa substituição para os shows, né? Hoje ela, a banda é a Tainá, a Luana e a Fernanda, e cara, não tem muita coisa para falar de, por exemplo, ano passado, ano retrasado, durante a primeira turnê norte Americana do shevis of soron, né? 2024 a banda vive. Esse é um trauma que marcaria profundamente todos os integrantes, se mudaria para sempre.
Como elas pensam sobre segurança no show? 31/03/2024 o teto do Apollo Theater, em Belvedere illinoin, caiu cara, caiu, teve um era durante um tornado ali na região, né? Quando o show tava tocando, mas caiu, a banda tava na casa, mas não tava no palco. Quando caiu o teto, elas tavam lá no backstage fazendo os preparativos. Quando o tornado pegou a casa, eles escutaram esse som, esse barulhão, sentiram o prédio do tremer, o. Percebeu na hora que tinha tinha
dado merda, né? O teto desabou em cima do público, machucando dezenas de pessoas, e uma pessoa morreu e mais de 40 ficaram feridas. Cara a Tainá, ela fala que é muito difícil. Toda vez que ela fala de voltar para os Estados Unidos, elas ficam olhando o clima para ver se tá vai ter tornado. Elas ficaram traumatizadas com essa situação, cara. Elas ficaram traumatizadas essa situação, cara, e dá para imaginar, né, cara?
Assim, pô. É, são um pouquinho, são as bandas que perderam um fã no show, cara, e a cripta está nesse nesse plantel e caraca, pesado, né? Meu muito pesado mesmo. Mas é isso, gente. Cripta, a cripta representa um fenômeno único no DF metal, cara, é uma banda criada remotamente, tá bom, que fizeram das tripas coração para entregar 2 discos absolutamente coesos. Muito relevantes pra cena do theath metal, pra cena do black and theath metal, cara, muito bom, cara.
Eu sou muito fã de cripta, eu sou muito fã aqui do chades of soro, eu acho. Fernanda Lira, uma das maiores from the romans da história do heavy metal desejo aí todo sucesso para as meninas, porque tem que levar a Bandeira do Brasil pro resto do mundo, aí por muitos, muitos anos. É o que eu sempre falo, cara, não importa o gênero, o melhor metal do mundo é o metal brasileiro, cara.
E você ouviu o heavy nauton, seu podcast que estava para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta 6 da manhã. Agora Juliana, nós temos em 30 dias metal BR, onde falamos todos os dias sobre uma banda de heavy metal brasileira que talvez você não conheça, mas que você deveria estar ouvindo sem parar nesse momento, a nossa nave espacial Estácio e oprando pela botar voo e partir por
hoje. Muito obrigado por nos acompanhar nessa jornada pelo universo do heavy metal. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal. Até a próxima transmissão, sistemas ativados, professores prontos para o lançamento. Destino. O vasto cosmos do heavy metal, comandante da missão Hilton Fernandes tripulação preparar para a decolagem partindo em 321 no ar.
Army of that time do still War your lan almoçados no dia 18/08/2002 pela real e un records. Cara, 18/08/2002 a gente estava falando de 24 anos atrás. Esse foi um dos anos mais felizes da minha vida. Foi meu aniversário em 2002, cara grande, nosso. Me lembro claramente onde eu estava. Cara, foi muito especial. Meu aniversário foi dia 27 meses de uma semana minha antes, né? Muito bom, muito especial essa data para mim aí. Algo que conta com 10 músicas
finalizando 52 minutos de play. O stee warw que é uma banda de Power metal do lado de Itajaí, Santa Catarina, nativa desde 1996. Cara, os caras tem 3 discos lançados, so the beauty que é o Visions of the must on lands 96, army of the times de 2002, you Legends de 2008. A banda que é formada por covergiu na bateria, ele que é Inês lá de honra. Que também toca lá no apócritos.
Cara, olha só que coisa curiosa, também temos o André Fabian na guitarra e no vocal, ele que tocava no herege, e o Anderson Agostinho no baixo, que também tocava no herege. E o Andrey Willer na guitarra também, que toca hoje. É lenha aqui de tocar no stilwater, também toca no tentáculo. E você está ouvindo? O heavy não tem o podcast que te leva para explorar o universo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta 6 da manhã.
E agora em janeiro nós estamos fazendo o 30 dias de metal BR, onde todo dia nós apresentamos uma banda de Power metal de heavy metal em geral para você que seja brasileira e que talvez você não conheça, mas que você deveriam estar ouvindo até furar. Muito legal. Hoje vamos falar aqui de Steel warger army of that. Imagina a cena, cara, verão de 96, Itajaí, Santa Catarina, aí você tem lá o André Fabian, o curver you e o Anderson chavier.
É inclusive eu não sei o que o curver you faz aqui na no Brasil, porque ele é chinês de Hong Kong. Sim, 100% cara, mas os 3 desse tem que montar uma banda. Mas não era só uma banda ali pra passar um tempo tirar um som, era pra fazer barulho de verdade, é pra levar coisa a Sério. E assim nasceu o Steve warrior, com a missão clara de manter viva a chama do Power metal. Bem, numa época em que o estilo tava voando, tava em alta, tava efervescendo, sabe? O mais curioso?
A primeira música que saiu foi logo uma balada inesperada, né? Pra quem queria fazer um piso ali, né? Mas logo em outubro daquele ano, eles já gravaram a primeira demo com 2 músicas, que é a hassalon e a stilwarer, começando a espalhar o nome aí do do, do stilwarer e do undergran. Não, olha aí, os caras nunca esconderam o jogo. A meta não era reinventar a roda, fazer o metal todo diferentão, mas sim tocar com a alma.
Eles já passaram de vez o som que eles amavam ali, com influências claríssimas de braning, wild Iron Maiden, Halloween, se tratou, vários gamarray por aí vai, né? Interessante. Ah, isso aqui é interessante, cara, porque tem muita banda que tenta ser diferente e aí é assim. E você faz um som aí, como você pode ser diferente? Por exemplo, você faz death metal, como você pode ser diferente? Death metal, então manda faz death metal.
Ah, vamos trazer influência, por exemplo, regional lá da Finlândia, aí você traz 111 som com instrumento com com 11 estética, uma escala que remete as músicas regionais finlandesas. Bom, você criou o finish metal, né? OOO grande of metal finlandês, por exemplo. Ah, não, eu quero fazer um som
aqui. Ah, eu faço, sei lá, é. Eu faço é um stronder dum, eu faço um som assim, bem lento, bem arrastado, coloca, vamos colocar mais, vamos fazer um som, muita gente faz isso, vamos colocar um som mais, mais é, vamos fazer um som diferente, se a gente vai colocar um som mais mais gordo, vamos colocar mais baixo, vamos colocar torcendo baixo, vamos falar de maconha, pronto, a gente tem slud, né,
pronto, entendeu? Então assim, é só uma questão de você quer fazer um som diferente, você possa explorar novos, novos elementos pro seu estilo, não é uma coisa fácil, mas vale muito a pena. Só que tem banda que quer ser diferente, só porque quer ser diferente, cara, Ah vamos, a gente faz 11 new metal, vamos fazer um som diferente, o que que a gente vai fazer pra fazer um som diferente?
Ah, cada um usa uma máscara, aí a gente não vai usar nome, vai usar números em vez de de de nomes, e a gente vai batendo uma lata e falar que a gente é diferente, bom, tá de sacanagem na cara, Ah não, a gente é diferente, a gente faz 11 groove metal com com crossover, com muito rap, né? Um vocalista de rap com uma banda um pouco mais agressiva de groove metal. Ah, eu quero ser diferente.
Ah, em vez de tocar guitarra, eu vou tirar o cabo da guitarra, começar a enfiar nas cordas da minha guitarra, pô, tu tá de sacanagem com a minha cara. Então assim é, é muito difícil fazer um som único, você explorar um estilo novo, você realmente encontrar uma personalidade, sua personalidade, ser reconhecida e forte na cena do heavy metal.
Tem um pessoal que é sacanagem, né, que começa a fazer uns negócio aí que vou falar para você é, é o as pessoas reclamam que não tem conteúdo de escola assim no YouTube hoje. Não tem desde sempre com tudo de qualidade, é muito real isso, cara, isso é só uma consequência, o que que acontece lá em 2001, o Steven voltar aqui pro Steel, o Steel warers, né,
cara? Lá em 2001 a banda deu um passo muito importante, ele participou turnê na Europa, passando pela Bélgica, Alemanha e Portugal. Foi muito importante para eles tocar nesses lugares, que é o berço do metal, né, cara? Foi fundamental, fundamental ali para o Steel warer conhecer esse público lá. E trazer essa bagagem aí que foi essencial para construção, para composição e produção do army of Dead time, lançado 2002, que a gente que eu estou falando aqui,
né? A produção veio bem mais caprichada do que o primeiro disco, mantendo essa pegada épica e fantástica. E de fato, o som do stewares é muito Maduro para uma banda de Power metros 2002 é, tem um ponto aqui para a gente tem que falar, é muito fácil uma banda de Power metal pk, pelo excesso, cara. Sabe aquele exagero de um Monte de tecladão dramático, uns refrão meloso demais, sabe uns solos que nunca acabam, meu mesmo? Os bandas consagradas você está
falando de rap for fire, tá? Faz isso direto, direto, cria uma armadilha que é só um arranjo ultra pomposo e não tem conteúdo. O Stratovarius fez isso em alguns momentos e perde naquelas longas passagens instrumentais lá que, por exemplo, alguma coisa, algumas coisas lá do apps ou lá, né, que acaba só cansando no final do dia. Já o stel warer. Fugiu completamente dessa
cilada? O warme of time é notavelmente fluido e direto ao ponto, com uma maturidade impressionante para 2002. Não tem gordura, não tem firula desnecessária aqui, cara. Cada música tem a sua função e cumpre muito bem essa função. Essa eficiência coloca esse álbum aqui, rivalizando tranquilamente com com o lançamento do mesmo período de pandas renomadas como o gama Ray, como o Edgar, como o primer Fear e até algumas coisas do Halloween. Inferiores ali. Então, cara, é muito interessante.
Esse aqui é ouro, tá? I'm of time do Steel warrior é ouro, é ouro, gente, tá bom? E olha que bom. O álbum entrou na lista de mais cotados da lendária revista japonesa aberto. O Japão ama, né? O heavy metal e o Power metal. E quando eles pegaram essa banda aqui, eles, pô. Mergulha na mergulha na aquelas piscina de Latina, mergulhando de Latina e sai lá dando no som do Steel Warriors, né, cara, aquela coisa muito legal, muito legal, é, dá para assistir aqui muito.
Vamos falar sobre algumas músicas aqui, né? Gun, the toality Hills, né? É AAA, faixa que abre o disco aqui, muita gente diz que é o ponto alto do disco, né? Tem uma introépica. Tem uma cavalgada ali bem próximo do Iron Maiden, mas tem um final acústico muito forte. Assim é com certeza a keep of the seven keys, do Stewart I'm of time, que é a faixa título. É, é bem rápida, bem lógica, tem, tem tem gosto de guitarra em tudo quanto é lugar, que é muito bom. The first, the warder, talvez a
música mais. Mas crua deles assim, né cara? Mas ainda assim muito boa. Tem um refrão muito forte, não tem vergonha nenhuma nem não tem vergonha nenhuma de mostrar a influência que os caras têm. Spell of the witches World. Daí eles estão indo para o despede de metal clássico, mostrando ali a capacidade como que OOO cover you está clamento no lugar dele nessa banda. A bateria dele é impressionante.
Cara divein no Windows show. Merece muita atenção também que a homenagem aos kamikazes japoneses. Cara, olha aí uma conexão direta com as origens dos irmãos do Yu, que são de Hong Kong. Cara, mostra como a banda mistura essas várias culturas aí no som. Muito legal, cara, esse que é o segundo disco deles e é muito interessante porque dá para notar uma diferença gigante na voz do André Fabiano, comparando com o primeiro disco dos caras
aqui, ele tá mais agressivo, né? Então a crítica até começou a comparar aí com a mistura de DIU, com o leque e com o Thomas heatfike. Eu tive muito mais personalidade nesse som, cara. Depois de muitos anos, o pessoal continua na ativa, aí o André tulipano, por exemplo.
Logo também aparecem projetos e participações especiais, mostrando que o sangue do metal lá de tajética continua correndo nas veias dos caras que I'm a time aprova disse que não precisa estar um grande centro para fazer um som de nível Internacional sem tentar inventar moda, apenas tocando com o coração e competência, o Steel Warren conquistou o respeito lá fora, inclusive do exigente mercado japonês.
É um álbum que celebra o estilo, guitarras duplas, refrão para cantar junto, letra sobre Batalha épica, metal puro, cara Power metal são frescura. Isso aqui, cara, e esse aí, cara, esse aqui foi o nosso episódio de hoje do 30 dias de metal BRA. Nossa nave espacial está se preparando para levantar boa a partir desse momento. Muito obrigado por nos acompanhar nessa jornada pelo
universo do heavy metal. E amanhã tem mais um episódio de 30 dias de metal BR. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã. Siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta sistemas ativados. Professores prontos para o lançamento. Destino, o vasto cosmos do heavy metal. Comandante da missão Hilton Fernandes tripulação preparar para decolagem partindo em 321. Abinal tá no ar, lançado no dia 16/03/2023.
Independente, algo que contei com 9 músicas, totalizando 1 hora de play, perception que é uma banda de progress of Power metal de São Paulo, capital nativa desde 2007.
Cara a banda que contei com 3 discos lançados, reason of face, que de 2013 11 and for all 2016 e depois de 37 anos de hiato, aí cara art in Extreme. Situations, banda que é formada atualmente por Rick leite na guitarra e no backing vocal, Glauco Barros na guitarra e no backing vocal, Wellington console no baixo, Kleber Ramalho no vocal, ele que também canta lá no sagitarion, olha aí cara, e o Alessandro Kelvin na bateria aqui toca em tudo em todo lugar, cara, toca no evento onde vai
desolation. O nome é Mário Daniel, senhor Orlando Pacheco, Paulinho bagnense, Renato collato, ágathos. E muitos outros lugares. Cara, você está ouvindo o ravinalta, o podcast que te leva para explorar o mundo do heavy metal todos os dias, de segunda a sexta, 6 da manhã. E agora em janeiro você está
ligado. A gente está aqui com o 30 dias de metal BR, onde todo dia apresentamos uma banda de metal brasileira que talvez você não conheça, mas que você deveria estar ouvindo sem parar nesse momento. E acho que esse essa nossa nosso cego aí de entrada. Esse comecinho que a gente faz em todo episódio aqui nunca, nunca foi tão verdadeiro como hoje, cara, porque você sim deveria escutar perception sem parar nesse momento é uma coisa.
Eu aprendi uma coisa com esse 30 dias de metal BR aqui de 2026, sei 2026, né, estou falando 2025, 2026 já. Eu aprendi uma coisa, cara, aqui é o metal, ele pode estar passando ali, o pessoal fala, Ah, o metal morreu, o metal morreu e eu concordo que ele pode estar passando por um problema aí. Do mundo, cara, é qual o último disco bom do Halloween? Tu não faz uns 15 anos, 1520 anos 15 faz uns 20 anos, né? É?
Metallica é o maior banda comedy Metallica do mundo, Iron Maiden tem tentado ser um DTE, tem se tornado 111, álbum de mal gosto, digamos assim. É difícil, tá difícil, cara, tá difícil. Megadefe lançou esse ano aí o megadefe que seu último disco e é uma bomba. É uma bomba que eu vou falar mais por uma semana que vem, quando a gente volta com a nossa temporada do heavy. Nota, né? Então, cara, a gente tá vivendo um momento difícil, sabe? Pro metal no mundo, mas o Brasil
tá acima de tudo isso, cara. Brasil é uma Terra maravilhosa, abençoada por Deus e bonita por natureza. E o heavy metal brasileiro não tá passando por crise nenhuma, muito pelo contrário, o heavy metal brasileiro da florescendo. Nesses últimos, nesses últimos agora, meses de janeiro que a gente fez os 30 dias de metal BR, a gente falou de tanta banda boa no Brasil, tanta banda boa. E o perception é uma dessas bandas boas, inclusive uma das melhores.
Cara é Power metal com elementos de prog e não soa nem um pouco enjoativo, não soa nem um pouco enfadonho, não soa nem um minúsculo, pouquíssimo repetitivo. Cara é original, é muito original. É muito, é muito refrescante. É como é como você escutar Holly lander novamente pela primeira vez, cara, lógico, outra pegada,
outro solto, tudo. Mas como se você voltasse no tempo que a gente tivesse presenciando um disco que você sabe que foi feito com com uma intenção, com que a banda tinha intenção de fazer o disco e alcançou essa intenção 100%. E tem aqui na sua frente, e é difícil encontrar isso lá fora, aqui no Brasil. Tá florescendo, cara? Então assim, o primeiro que você tem que falar é que esse disco aqui é de 2023 e ele é um em ato desde 2016.
Então womson for ao de 2016 e o Artem Extreme situations é de 2023, cara, isso não foi uma pausa, tá? Isso foi uma incubação, só pode ser a pandemia. Aqui funcionou como um filtro. Ao invés dos caras lutar contra o isolamento, eles abraçaram o isolamento. Trancando o seu lugar remoto para compor coletivamente, né? Deles de ver o próprio conceito do álbum, criar ordem e beleza enquanto o mundo lá fora tava caindo, tava desmoronando, né?
O disco não é uma coleção de músicas que já seria bom se fosse uma coleção de música despreg metal aqui no nível que eles estão tocando. Mas é um estudo cara. Para mim, esse disco é um estudo sobre a mente humana em situações extremas. Cara a banda Explorer, o que acontece com a gente quando a gente tem sendo empurrado para o edismo? Que, que que que a gente recorre, a gente recorre a fé, a guerra, ao trauma, a solidão, a
doença mental. Cara, não é um disco sobre a tragédia em si, é sobre a resposta humana a essa tragédia com a banda mesmo, descreve. O foco está na complexidade da psique e na forte carga emocional de quem tenta encontrar um propósito, tenta resistir, tenta transcender com tudo mais que essa pessoa tem. Falhou, cara, muito legal essa, essa essa perspectiva não é original, já vi isso em alguns lugares. Em alguns discos, mas foi feito muito de uma maneira muito competente aqui, cara.
Então, para se entender um pouquinho mais essa profundidade do art in Extreme situations é esse disco aqui. Ele não é uma playlist, cara, ele é um roteiro de um filme assim, sabe? Ele é roteiro de um de um jogo narrativo. É como se o kojima tivesse fazendo um jogo e esse fosse o roteiro do jogo, cara. Então o disco pode ser dirigido dividido em 3 atos, eu vou passar aqui pelo disco para a gente falar sobre esse tempo, que eu acho que é um assunto interessante a gente falar
sobre. É a narrativa desse disco, tá sonoramente, é um disco muito competente, todos os elementos estão muito bem produzidos, nada enfadonho. O vocal do Kleber Ramalho é algo muito carismático, né? Inclusive esperamos aqui o Kleber Ramalho pra gente conversar sobre não só sobre esse disco, sobre a carreira dele, cara, então, de qualquer maneira, vamos começar aqui. Então o primeiro ato aqui com certeza é uma crise metafísica, né, e um prenúncio de algo que IA acontecer.
Então o cenário abre aqui com um tribunal simbólico, uma tempestade se formando lá no Horizonte. A gente começa com silence of God, que é a música que abre o disco, né? Tá, a gente tá no tribunal pós uma catástrofe. Os personagens são filhos esquecidos do de pactos quebrados e eles colocam Deus no banco dos réus. Cara, se ele é justo, por que que tem esse caos? A música revela um veredito duro, o silêncio Divino nos deixa por conta própria, nós somos os resultados das próprias escolhas.
O tema do livre arbítrio aqui, arbítrio aqui serve como um gatilho filosófico para toda OA obra. Todo o disco que a gente vai ouvir depois a gente tem o the guedore, um estômio que é sobre a tempestade em si, né? O clima muda um pouco pra suspense, assim é um presságio. Então a gente vê ali nuvens carregadas de autoritarismo e ódio se formando narrativamente. É o momento em que a sociedade percebe que tem algo terrível que vai acontecer.
Ainda está com pé atrás, sabe? O álbum sai do plano abstrato e entra nessa urgência histórica, cara, e a gente vai para o ato 2, que é a queda no abismo que começa com Gang voice of holow cost e se e essa música tem 11 refrão que minha nossa cara com certeza é é é hino tinha que ser escrito em Pedra no metal brasileiro. Esse refrão cara, é incrível, é incrível. Que refrão forte, cara.
É um refrão assim, que se o Halloween escrever esse refrão, eles fariam 7 discos baseado nesse refrão, sabe? Reciclando esse refrão eles fariam. E o Young voice of holokost traz isso cara, né? Então nesse nessa música a gente assume a perspectiva de uma jovem, né, que é claramente 11 alusão a and Frank do seu confinamento, tá? Então o que acontece?
Ela descobre que o papel tem mais paciência que as pessoas, é um núcleo dramático ali, uma tentativa desesperada de manter a humanidade através da escrita enquanto o mundo lá fora. Algo desumano, cara, desumano assim a gente não IA entrar no mérito aquilo que aconteceu nessa nesse momento, historicamente falando, né? Mas é interessante porque ela começa a escrever para relatar o que está acontecendo ali, né? Depois a gente vai para OA Beautiful Ride, né?
Que é um contraste contraste necessário nesse disco. Em meio aos escombros, uma sobrevivente escolhe olhar para a vida como uma viagem bonita. É a prova de que a gratidão, a beleza podem coexistir com a dor Extrema. Cara a sua Felicidade, ouvinte do heavy nau tá muito mais relacionada aos a sua perspectiva sobre a sua vida do que as circunstâncias da sua vida. Isso é uma realidade e eu demorei quase 40 anos para
aprender isso. A nossa Felicidade depende muito mais de como a gente olha para nossa vida do que de fato. Sobre as circunstâncias da nova essa vida, maluquice isso, né? E é uma coisa que Beautiful right traz pra gente, né?
É uma música mais clara, com certeza, ela é mais curta também, mas ela traz 1111 contraste, que é muito importante ali pro que a gente tá falando nesse disco aqui, que era um contraste, é, tem que ter esse contraste, você tem que você tem que bater, mas tem que é seu praça, tem que subir, mas tem que descer, você tem que trazer atenção, mas tem que trazer relaxamento também e aí vem o relaxamento, que é o Bear
levementation, né cara? Que é que aí nesse disco, até esse momento agora da do disco, o luto bate forte, cara, é um quarto escuro, o personagem encara a culpa e a perda. É um amento litúrgico, uma catagem necessária onde a dor precisa ser vocalizada para não consumir a alma. Muita gente, muitos discos falam sobre o luto, o papel do luto e como o luto é importante para essa gestão de crise, né? Mas poucas bandas fazem isso com tanto carisma e a palavra que é
carisma, como? O perception na voz do Kléber Ramalho, cara, é a gente. A gente não fala muito sobre Kléber Ramalho, tem que falar mais sobre ele, cara. O vocal dele é cara. Eu lembro que acompanhamento No No, No No Instagram, quando eu tinha Instagram ainda há muitos anos atrás, disse, cara, quando ele todo dia a gente fazia um estudo lá sobre cantando Angra, cantando Halloween, postava No No, no Instagram, puta entender que esse cara saiu dos estudos,
né? E tinha que estudar mesmo assim, estudar a gente não chega a mais nenhum. Para chegar num disco como esse, para chegar no Beatle, levelation no carisma desse disco aqui, minha nossa, é impressionante, cara, é impressionante, depois a coisa mais forte, vamos bater um pouquinho, a gente está falando de descendent World, onde a vítima passiva se torna gente, né? Um é, é, tem um regime de censura, censura, o ato de falar e escrever se torna a maior
arma. As palavras dissidentes, como a gente está falando nesse nessa música aqui, são a recusa em se render ao silêncio da opressão. Então aqui é uma, é uma música que bate de volta, tem uma clara. É, é influência aí de 111 thrash metal mais rápido mesmo assim, né? E é interessante como o caber Ramalho consegue navegar por esses mundos aí consegue trazer
essa, essa versatilidade. A banda faz isso, mas o Cléber Camargo segura muito bem isso, cara, e ele tem organizações, música, ele não vai cantar apenas, ele dá uma, ele dá uma risada Malévola assim, sabe? É bem legal, é um disco, é uma música assim, que tem bastante conteúdo e pô, mostra ali. Muito recurso do guitarrista. E aí, a próxima música me pega de certeza, que começa no teclado, né cara?
Já que estamos No No ato 3, que é a resposta humana aqui, né, após o trauma, a busca por significado e reconstrução, então a gente começa com um tour laut, que é essa música que é a próxima música do disco, né? Nessa começa com o teclado com Band assim bem interessante e fala sobre o que fala sobre assim, os anos se passaram, né? As as cicatrizes ficaram, é uma
faixa. Que é uma montagem de, de flashbacks, de constatação de que o trauma não some, mas nós aprendemos a caminhar através, ou seja, thulout esse trauma. Cara, muito legal é a resiliência em sua forma muito pura aqui, né? Então eu consigo ver aqui, com certeza uma referência clara a xamã, né? É, é o blind's Pell, lógico, é uma outra sonoridade, é uma outra pegada, mas começar com um tecladinho naquela pegada 11
teclado. Fora da caixa, construir uma atmosfera e falar sobre resiliência app line spell, eu vejo essa referência aqui. Construo lauto também, né, cara? Depois nós vamos chegar com my way to sour 11. Jovem convocado para guerra toma uma decisão radical, cara radical, ele não portará armas, inspirado na história de desmandose, ele escolhe serviço salvando vidas, não tirando as vidas é o conflito entre o dever cívico e a moralidade superior, cara. E cara, eu não conhecia a
história do 10 mandows. É muito interessante, cara, 10 mundos foi um soldado americano que serviu na Segunda Guerra Mundial como médico de combate, né? Ele era da igreja Adventista. Nos últimos dias ele foi convocado e ele se recusou a portar arma por convicções religiosas, cara, mas ele insistiu em servir ao país dele nos Estados Unidos, né? Durante a Batalha de okinawa, em 45, o dos salvou 75 soldados feridos sob fogo intenso, cara.
Pensa nisso, cara. Fogo comendo e ele foi lá, pegou 75 soldados, os feridos, baixou um a um num Penhasco ali do Rex sol Red, e foi lá EEEE prestou serviços médicos desses soldados, cara, isso rendeu a ele uma medalha de honra, tornando o primeiro objetor de consciência. Esse aqui é uma. É uma é um protocolo do exército, você pode ser um objetor de consciência, Ah, você foi para guerra, pega essa arma que vai matar.
Não, eu sou objetor de consciência, minha região não permite e aí você faz outra coisa. Então ele se tornou o primeiro objetor de consciência a receber a mais alta consagração militar dos Estados Unidos, que é a medalha de honra. Cara, muito. Eu não conheci essa história e eu achei muito legal essa história. E não é só uma história, não é só um fato histórico. O que eu acho estranho, cara, é
que. Quando essa música, né, my weight to surf, que mais uma vez nem vou falar, uma música muito carismática que você quer escutar. Você é um disco que você não quer parar de escutar, entendeu? A primeira vez que eu peguei esse disco, Santos, tô 3 × 100 parar, porque é um disco muito carismático, sabe?
Então, assim, o que eu acho que 3 vezes que essa história é essa, essa música aqui, com esse background histórico do Desmond doss, ecoa além das trincheiras históricas e dos asilos do século 19. Ela nos confronta com a pergunta muito importante. Até que ponto revinalta? Nós somos cúmplices do jogo cruel da nossa própria sociedade. A gente vive em um sistema que nos pressiona a competir, a silenciar, aceitar injustiça, ser natural, normal. Acontece.
Mas, assim como o décimo dos recusou por tarar mas e van Gogh recusou pintar o que era comercialmente viável, por exemplo, músicos como o perception fizeram sua resistência através da arte de não se curvar cara. Eles poderiam ter feito um caminho fácil. Vocês podiam estar tocando sertanejo aí, sertanejo, eles são músicos, cara, esses caras são músicos excepcionais. Eles poderão estar tendo uma banda aí tocando um sertanejo, tocando um samba, tocando um pagode.
Não tenho problema com esses estilos, não tenho problema com quem toca esse som, cada um, cada um. Mas o preception são dissidentes sonoros que provam que a gente não precisa aceitar o script que nos foi dado. Olha aí. Você ravinalta, não precisa aceitar o roteiro que foi dado para você na sua vida, cara. A crueldade da sociedade só vence quando a gente para de criar, para de questionar, para de resistir.
O perception ao transformar extremos em arte nos lembra render, se não é a única opção, olha que coisa incrível. E esse disco pegou muito no meu coração, cara, porque esse disco ressoa muito, essa ressoa muito. Por que que eu faço heavy nota gente? Eu trabalho, eu trabalho no mínimo 12 horas por dia, eu sou CLT, eu trabalho 8 horas, mas eu tenho muita coisa para fazer do trabalho assim, é uma, é uma posição de muita responsabilidade, tem muita
coisa para entregar, sabe? Eu tenho 2 filhos, eu tenho minha esposa, eu tenho minha mãe, que eu cuido aqui, é tenho responsabilidade da minha igreja, eu não tenho muito tempo, eu gravo heavy nota 23 da manhã, cara, mas por quê? Porque se eu não gravar um heavy nota eu, eu, eu estou aceitando esse roteiro. E eu entro no modo automático e eu não vivo, eu só sobrevivo. Mas quando eu sento aqui, eu começo a escutar esse disco do perception art in Extreme
situations. E esse disco olha para mim e fala, meu, é isso. Não precisa se render, cara. Existe um caminho. E a arte é o caminho que traz cor a esse mundo cinza, essa sociedade cinza que a gente vive e algo que cara, é engraçado porque. Vira e mexe eu mando um link lá pra um pra um amigo meu, o Nico de algum projeto meu, uma newsletter, um podcast pro amigo, um grande amigo meu, Alexandre Tolentino, e ele fala
cara, você não consegue né? Você não consegue ficar sem falar de metal, metal da sua vida e é isso, é isso cara. Eu lembro a primeira vez que o the heavy metal e como isso mudou a minha vida e eu não estou falando boca pra fora mudou. Eu estou hoje sentado aqui 2 da manhã você falando pra pra pro meu microfone sobre esse assunto porque o metal mudou minha vida, cara. Ele não só impactou, ele mudou a minha vida, cara, o disco termina e a gente precisa terminar aqui, né?
AI gente, com com lágrimas nos olhos, vamos pra última música aqui da story Night, que é o grande finalha aqui desse disco, né? É, a gente entra na mente labiríntica ali do Vincent van Gogh. A letra transita entre angústia da doença mental, né? Então, por exemplo, de falar assim, é, é. 11111. Parte da música fala why can't people except me I Am, por exemplo, né? E essa transcendência estética?
E ao olhar para o céu estrelado, o sofrimento se converte em beleza eterna e a síntese de todo o álbum. Mesmo na mente mais torturada, existe uma falência capaz de criar arte que toca a eternidade. E assim, os caras, eu, pelo que eu vi aqui, os caras são de Itapetininga e eu acho que eu consigo pegar o contato com Kleber Ramalho porque ele é amigo de amigo, meu cara, é preciso sentar, você trocar ideia sobre isso.
Eu quero sentar no bar EE, tomar alguma coisa olhando para eles e conversando sobre isso, porque gente, é desculpa se esse episódio vai ficar muito longo, mais há 30 dias que vai estar BR tem hoje e tem mais amanhã e acabou a nossa pré temporada. Isso aqui vai ficar registrado aqui, tá, pessoal? Eu já falei assim isso várias vezes. Uma da uma das é metal mudou minha vida e eu tenho heavy nota
basicamente por 2 motivos. Primeiro porque eu toquei, eu toquei heavy metal a vida inteira com meus amigos e para mim, heavy metal é um amigo que me abraça e me deixa ser quem eu sou. É então isso é o heavy metal, mas eu consigo descrever o meu som Oo as ideias quando escutam um disco. Essas ideias, eu consigo colocar essas ideias em palavras por causa de uma professora que eu tive, tá? Então assim, eu lembro que eu comecei Oo metal, Oo Eval cast, meu primeiro podcast ser metal,
né? Eval cast, depois o metal one, depois OOOO metal manther e agora o heavy nauta. Eu comecei meu primeiro podcast de real cast porque eu escutava um disco de metal. Minha cabeça explodia com milhões de ideias como a gente, eu estou atrás dele aqui, e aí eu IA tomar um banho e aí eu eu ficava. É, é no banho falando sobre o disco sozinho, e minha esposa entrou, você é maluco, fica falando essas coisas sozinho aí.
E aí eu comecei falar o que eu falaria no banho sobre esses discos que eu escutei, mas coloquei o microfone na minha frente gravando tudo aquilo, e aí nasceu OOO, metal, o level cast na época, mas de qualquer maneira, de qualquer maneira, gente, eu tive essa professora, Rosana mudou minha vida, eu, eu preciso conversar com ela, porque eu não sei que que fim deu, rosa. Eu não preciso de lá sentar com
ela, conversar com ela. E ela me ensinou que arte é muito mais do que uma imagem numa tela. Imagem numa tela é arte da arte, mas arte é muito mais que isso, tá? Então, por exemplo, ela me ensinou que o artista, ele faz parte de um movimento sempre. E esse movimento sempre é em contraposição ao movimento anterior. O artista indignado por essência, e a sua arte contradiz quem veio antes.
Olha que incrível, cara. Mas EE eu lembro que minha, a minha, a minha matéria prioritática encontrava na escola, era a arte por causa dela e era isso, cara. Então pensa assim, vamos pensar No No gótico assim, eu não vou falar não quero falar sobre todos os períodos artísticos aqui, tá, mas pra gente entender, aqui vamos pensar no gótico, vamos pensar no gótico, o que que é o gótico?
O gótico ali é 11. Um movimento artístico muito é, é teocentrista, ou seja, eles eles focam muito em o centro do universo é de Deus. Então vamos construir aqui uma catedral com arquitetura gótica. Então as linhas são retas porque Deus é reto, as linhas são longas porque Deus é eterno, e todas as linhas dessa catedral vão apontar para o céu, porque é lá que a gente tem que olhar. Então a gente entra em uma
catedral, catedral gótica. A gente tem um sentimento, a gente a gente é meio que a gente recebe um soco no estômago e a gente e o nosso olho incentivamente, começa a olhar para cima. Cara, é maluco, é maluco isso.
Mas é verdade, porque quem fez essa arquitetura gótica participava de um movimento artístico que o objetivo dele era isso, fazer as pessoas olhem para o alto, porque é um porque é 11 movimento, é teocentrista, lógico, vamos podia falar muito mais sobre isso, mas vamos para o próximo momento. Coloca aí 5060 anos, 100 anos na frente. A gente tem o surgimento lá na queda da Bastilha na França,
lógico, é, tem outras. Não foi só ali que começou, mas vamos falar sobre ali, sobre aquele momento, né? Tem a queda da Bastilha. A gente tem um movimento iluminista, um movimento onde as pessoas param de olhar para Deus e começa a olhar para dentro de si mesmas, começa a encontrar soluções dentro de si mesmos, encontrar solução através da ciência. Que a gente cria aqui da nossa sociedade, não é mais o iluminismo francês, não é mais o
movimento terocentrista. Agora, é um movimento antropocentista, onde o homem é o centro do universo. Olha que maravilha. Então se a gente olha lá para Monet, para renoir, para Monet, para rij e muitos outros artistas do do impressionismo. É francês e do impressionismo em geral, é a gente. Olha que eles vão, vão sempre trazer 1111 arte, uma imagem pesadamente dependente de luz,
luz. Então, o impressionismo é luz porque o impressionismo é um movimento que está dentro do iluminismo francês, que se contrapõe ao gótico. O gótico é escuro, né? Gótico faz você olhar para cima, o iluminismo francês. Que também traz OOO. Impressionismo. Ele é claro, ele é luz, ele é sol e faz você olhar ao redor, porque ele é antropocitista
maluquice isso. Então, por exemplo, Monet senta na frente de um senta num num quarto de hotel, olha esse quarto de hotel, ele olha pela janela, tem uma catedral e ele faz 141414 quadros em 1 dia, e nesses 14 quadros todos eles são diferentes. Se é a mesma imagem, mas todos os quartos são diferentes, porque a luz? Incide na catedral, muda durante o dia, então ele fala, olha como a luz faz a gente perceber as coisas diferentes, olha que
movimento maravilhoso, cara. Então é um movimento que fazem quadros lindos, né, mas que tem como objetivo isso mostrar. Olha a luz como a luz que a gente recebe é o suficiente, não precisa de Deus, não precisa olhar para cima. Aqui a gente já tem tudo que a gente precisa, isso é o movimento impressionista em contraposição ao gótico, você entende? Que um artista faz parte de um movimento, ele é designado por natureza e a sua arte tem o objetivo de provar o que que veio antes dele.
Tá errado. Só que algo que é interessante, ricet van Gogh é expressionista, ele não é impressionista, ele é expressionista, então ele faz parte de ele ou Oo Eduard nus, por exemplo, muitos outros, eles não olham para um movimento. Eles não olham para o. Eles até são antropocentistas, mas eles não se importam tanto em antropocentrismo ou ou ou teocentrismo. Eles não olham para a luz do lado de fora. Eles olham para os como eles não se importam tanto com a sociedade, eles se podem tomar
com o indivíduo. E eles se importam de registrar na imagem deles, não o que eles estão vendo do olho para fora, mas eles colocam no na nas telas deles o que eles estão sentindo do olho para dentro, eles criam expressionismo. Então, quando a gente vai ver uma pintura de van Gogh, se você olha de longe, beleza, você vai ver a pintura, você vai entender o que tá acontecendo. Mas se você chega perto, você vai ver que AAO relevo da tela, da tinta na tela é enorme.
Usa muita tinta pra fazer um quadro, por que isso? Porque tá com raiva e ele passa umas pinceladas violentas na tela ali, porque ele não consegue se considerar. Ele tem algo dentro dele que não deixa de ser feliz nunca. Olha que maluquice, cara, olha que maluquice, cara. Então, quando o perception me traz como exemplo de Arte 1 expressionismo de van Gogh, isso pra mim é é a cereja do bolo, é o final desse. Nesse momento é Absolut heavy
metal, cara, e é isso, gente. Essa é a história, esse é OOO as as, os altos e baixos desse disco que é essa montanha-russa que nos faz viajar por esse momento tão emocionante aqui, tão emocional. Cara, é assim, precisava terminar aqui, né? Esse episódio de alguma maneira. E no fim, o perception prova que a pressão refina a arte. De um anexo secreto, Amsterdã? As trincheiras de aquinawa, passando por um estúdio isolado aqui em São Paulo.
Na mensagem, é a mesma, cara, o espírito humano é teimoso, ele recusa o silêncio, ele recusa violência em cima de tudo, ele recusa a escuridão. Cara, muito legal, muito bom. Que experiência ter passado isso aqui com vocês e ficamos por aqui com nosso episódio hoje. Do 30 dias de metal BR no heavy now está nossa nova expressão. Está se preparando para levantar
mais uma vez. Muito obrigado por nessa jornada pelo universo heavy metal e nos vamos amanhã para o nosso último episódio do 30 dias de metal BR. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta. Inho sistemas ativados professores prontos para o lançamento
destino. O vasto cosmos do heavy metal, comandante da missão Hilton Fernandes tripulação preparar para decolagem partindo em 321. Dia 28/07/2017. EMP label contei com 11 músicas, totalizando 45 minutos de play. Battle side que é uma banda de green metal de Santos aqui no Brasil, nativa ali de 2001. A banda que contém com 4 discos lançados, né? Então está falando aí do tear of the sheals de 2005, there to Dream de 2009, in the Monster out de 2011 e depois o sheides of you mether.
De 2017 eu faz 8 anos já, cara, não 9 anos. Já esperamos um novo trabalho aí do shadowside a qualquer momento. A bando que é formada atualmente por Dani knowden, rainha do vocal e do teclado aqui no shadowside, ela que já apareceu lá no soul spell ao vivo. Fábio gutvas na bateria, ele toca no Atacama Bullet pack e já
tocou no pastor e cara. Rafael Matos na guitarra do Atacama e Magnus rosen do baixo sim, Magnus rosen, que é do Atacama, do black Horn, do Tony Martin e isso Tony Martin mesmo, cara e já tocou em todos os lugares no planeta Lion Revolution, brenna Santos, Magnus rosen, avalanche e mais conhecidamente estocou lá no rumer fall. Pô, cara, maluquice, Hein? Maluquice.
Você está ouvindo? Heavy malto, podcast que te leva para explorar o mundo do heavy metal todos os dias às 6 da manhã, de segunda a sexta, agora em janeiro. Esse aqui é o nosso último episódio do 30 dias de metal BR gente, 30 dias falando sobre bandas brasileiras que talvez você não conheça, mas que deveria estar ouvindo sem parar
nesse momento cara e segura. Porque tem 2 anos, tem 2 novidades aqui, no finalzinho do episódio eu vou trazer 2 novidades, cara, hoje vamos falar de Sharon side, gente, olha aí, cara, isso aqui é uma banda grande, né? É uma banda do economico brasileiro, é uma banda grande brasileira, é uma banda mundial brasileira mesmo, né? Então, o que acontece em 2006, você vê assim, você vê em 2006, o xaroside vem e abre para o Halloween aqui no Brasil. Cara, olha que coisa magnífica aí nos anos.
No ano seguinte, 2007, eles vão lá pros Estados Unidos e fazem uma turnê Americana que teve 11 retorno imediato do público. Assim, uma aceitação imediata do público. Assim, muito legal, cara. E aí, o grande divisor de águas em 2010, com a turnê europeia muito grande, com Oo asp passando por mais de 40 cidades, cara. Itália, Finlândia, Alemanha, todos esses lugares, cara. Então eles passaram não só pelo inverno europeu, mas também pelo
crivo do público europeu. É o berço do heavy metal e eles botaram fogo em cada um dos palcos que eles passaram e o resultado dessa trajetória impressionante que eles já tocaram em 30 países ao redor do mundo. Carla, um cara, um currículo que merece todo o respeito, né? Todo o respeito mesmo. Carla, em 2015. O time ficou completo aí com Magnus rosen, que é o ex baixista whamer faw. Ele entrou de vez para banda, não foi só para contratar ali um grego famoso, a química bateu
forte. A Dani knowden mesmo disse que ele era exatamente o que eles precisavam, um cara tranquilo, um cara de gente boa e que toca muito. Olha o livro da habilidade dos caras assim, porque esse disco aqui, que é o Sheik of manafer, tem a participação especial do Andy laroke, lendário guitarrista do King, dymond. Ele não só compôs junto com o Magnus, a rosan e como ele gravou os solos da décima música desse disco, que é a Anne wealery. Cara, olha aí, cara, tem um nome
desse calibre. Colaborando e validando o trabalho trouxe uma experiência e 1 e 1 peso absurdo ali para pro pro disco aqui, né? Para gravar o sheides of Mendes, eles voltaram para o lendário Studio fredman, lá na Suécia, mas dessa vez a interação com o produtor. O Freddy knorst é um. Foi ainda mais profunda. O Fredson é conhecido por modar, o som, desligante aí cara arti, enelem, romerfon. Ele assumiu a direção, a direção e a direção, né? E deixou o som da banda aqui
mais pesado, mais moderno, né? Um groove metal olhando para o um, melhor do que defer metal mais pesado também, né? Sem matar as melodias que são a identidade da lei do share. O cara se envolveu tanto que até gravou. Antes do teclado do álbum, cara, olha aí junto com o Luiz, cara, né? Foram 20 dias de maratona intensa, mas valeu cada gota do suor. A produção sueca deu aquele polimento de elite que essa banda merece. Cara, realmente esse disco aqui tá em produção, tá em outro negro.
É assim. A gente sabe que o Brasil tem o melhor metal do mundo, mas se a gente tá falando de produção de metal em em questão, a da falken, vai que aqui no Brasil faz um trabalho excelente. Mas lá fora a gente também tem referência e o fazer que o nosso amigo é Friedrich norstrom e o yen's bogren são 2 produtores lendários do mundo do heavy metal, né? E esse disco aqui, cara, além disso assim, você é um disco muito sólido. Muito é. Tem um gabarito enorme, né?
Tem, pô, você está falando de janeiro da unde la row, que estamos falando aí. De fredric knorrstronco, estamos falando de Magno Rose, eu estamos falando de Dani knowden, estamos falando de Rafael Matos, falando dessa galera toda que é. É uma carteirada que eles estão me atendendo, mas tem conteúdo aqui não é só 111 disco de celebridades, entendeu? Não é só um big Brother, pelo contrário, cara, tem aqui esse disco fala muito sobre aspectos da.
Da da carteira de emoções que uma pessoa pode ter, cara. Então, por exemplo, alguns momentos você vai falar desse confronto interno que a gente tem com algo mais Sombrio. Por exemplo, in the fall, que é uma estatística, a gente vê alguém consumido pela culpa, tentando não se entregar à vingança. Já lá em Siri Smith é o oposto, o cara admite que o ódio virou sua casa e mergulha na escuridão, cara, e na best insider é a Amanda real. A desumanização é uma escolha, ninguém nasce monstro.
Ninguém nasce em um monstro, a gente escolhe se tornar um humano insensível. EEE, sem e sem empatia ao próximo, cara, muito legal, muito legal. Essa discussão também fala muito sobre essa realidade que a gente vive, esse mundo que a gente vive. Então, por exemplo, a banda olha para fora lá no streams of shame, sai da mente humana e vai para lama criticando um desastre ambiental, numa clara alusão aí ao ao desastre de Mariana, né? Onde o lucro vale mais que a vida e os rios que morrem?
Fica aí a minha mensagem subliminar, né? Whatev é um momento de nó na garganta, né? Dando voz, uma vida interrompida, explorando o luto de um jeito avassaladora. Aqui nesse disco, né? Também fala um pouquinho ali em driftter tem um viajante solitário e melancólico ali, a manipulação mental e farsas da
memória ali do and miguelity. E o consolo de que a alma continua lá em the crossing cara, então eles falam sobre vários assuntos aqui é, são histórias e são e são músicas que tem um que tem conteúdo, que tem uma roupagem muito sólida. Não tinha como dar errado uma banda boa. É, eu tive quando eu fazia aula com com bechy ohritus lá da revelan, fiz aula de baixo com ele. Quando eu fazia aula de baixo com ele, ele falou, cara, é, se você tem 11 baixo, bom, mas ele tá com um probleminha na
captação. Aí você coloca 11 cabo bom cara, mas ele tá chiando. Você coloca você pluga isso num pedal que é bom, mas que não tá configurado direito, não tá equalizado direito. Aí você esse pluga esse pedal numa caixa que é bom, mas eu falo que você tá estourado um pouquinho, só um pouquinho e você vai tocar o seu som for uma bosta porque uma merdinha com a merdinha, com a merdinha, com a merdinha 4 merdinha virou merdão, virou uma bosta.
O universo é verdadeiro se o seu baixo tá cristalino, se o seu, o seu cabo de qualidade sua. Seu baixo de qualidade, sua corda de qualidade, seu seu seu seu pedal de qualidade e está bem configurado bem atualizado o seu o seu amplificador é bom, tudo isso junto, mesmo que você faça um som ok, ele vai ficar bom né? Então essa banda aqui é muito competente, tem os recursos necessários para fazer uma produção muito sólida. Foram na Suécia gravar com Freud, que norte, isso é um resultado.
É um disco extremamente competente, cara. E aí traz junto disso o talento da banda máquina real, o Rafael Matos, muitas outras pessoas e a própria Dani knowden e o seu carisma característica e sua voz característica característica essa esse posicionamento onde eles não fazem um groove metal kruel, ele faz um groove metal com uma forte influência do
melódico de f metal sueco. Não o melódico, não o gottemburg metal é um pouquinho de góter burg metal, mas o melodic de f metal sueco com uma voz limpa não tem cultural. Tudo isso com o conteúdo ali que vai falar sobre diversos assuntos, algumas vezes mais críticos, como o stream of shander, algumas vezes mais introspectivos, como em the forwwer best inside. Gente, não tem como ficar ruim e não ficou ruim, entendeu? Não ficou ruim, cara.
Olha aí, quando esse disco saiu em 2017, para você ter uma ideia, foi a capa da revista japonesa burn burn, que é tipo a bíblia do metal lá do Japão, né, cara? E o e o público japonês tem tá sempre consumindo muito metal e é bem exigente, cara. E é isso, cara, não tem, não tem desculpa, cara, não tem desculpa, né? A própria Dani knowden não tem dúvida, esse foi o melhor
momento da banda. Shades of mind é a prova de que uma banda brasileira com vocal feminino pode encorar qualquer rigrante gringo de igual para igual. Cara, que legal isso, que legal essa mensagem de cara, eles não pegaram atalho, tá? Eles construíram a carreira tijolo por tijolo, show por show, sem depender de sorte ou deverizar na internet, né? Esse disco aqui, né? Tem. A produção do norsso na bênção do ledellarou que cara não tinha como como ficar ruim de Santos
para o mundo. Esse é o final do 30 dias de metal BR aqui no reavinalta. Mas gente, não é o final. As 2 notícias que eu queria falar para você, esse aqui não é o final do 30 dias de metal BR. Cara, por quê? Por quê? 2 pontos. Hoje é sábado, amanhã, domingo, nós vamos estrear uma nova
janela no ravinalta. Essa janela é a janela do 30 dias de metal BR, que vai ter um outro nome, porque agora não é mais 30 dias de metal BR. Agora o nome desse dessa janela de publicação no nosso calendário editorial aqui no ravinalta, aos domingos de manhã, será a todo dia é dia de metal BR. Tá onde nós vamos falar aqui sobre uma banda de heavy metal brasileira todo dia, né? Toda semana. No caso todo domingo né, que você não conhece, mas deveria ter sido até o final.
Precisando até furar essa semana, ou seja amanhã, que é onde a gente a gente vai começar isso na próximo, no próximo domingo, mas em fevereiro. Mas amanhã quer dizer que amanhã já é primeiro de fevereiro, né? Dia 8 de fevereiro é a primeira publicação do todo dia é dia de metal BR, amanhã nós temos um presente especial. Eu compilei todas as bandas que eu apresentei nesse 30 dias de metal BR e um episódio gigante. E vai sair amanhã, tá bom? Amanhã a gente vai falar, vamos
ouvir. 30 bandas de metal BR pra você cara, então essas 2 notícias, amanhã a gente tem o episódio com o compilado de 30 dias de metal BR pra gente maratonar e na no próximo domingo nós temos aí essa nova janela de publicação do revinalta que é o todo dia é dia de metal BR. Nossa nave espacial está se preparando para levantar voo a partir de hoje. Muito obrigado por nos acompanhar nessa jornada pelo universo do heavy metal e nos
vemos no nosso próximo episódio. Log finalizado próxima missão programada de segunda a sexta, às 6 da manhã. Siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta log finalizado próxima missão. Programada de segunda a sexta às 6 da manhã, siga o heavy Malta para sua dose diária de heavy metal até a próxima transmissão no heavy Malta.
