#73 | Fernanda Rebello: Dados, Produto e Cultura AI-Driven: e agora, pra onde vamos? - podcast episode cover

#73 | Fernanda Rebello: Dados, Produto e Cultura AI-Driven: e agora, pra onde vamos?

Jul 08, 20251 hr 9 minSeason 7Ep. 73
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Nossa convidada da semana é Fernanda Rebello, especialista em dados, produtos e cultura analítica, com passagens por Conta Azul, Cappra Institute e Tera.


Hoje, Fernanda atua na Conta Azul e é fundadora da Devinte, sempre criando pontes entre tecnologia, cultura organizacional e educação em dados.


Neste episódio, falamos sobre:

• O que muda (de verdade) quando se fala em ser AI-driven e não só data-driven;

• Como a IA está revelando fraquezas (ou forças) na cultura das empresas; • O papel do Data PM na transformação analítica;

• O que é hype, o que é cultura, e o que dá trabalho de verdade;

• E por que o “cinturão de habilidades do Batman” pode ser uma boa metáfora para navegar no caos digital.


Fernanda também compartilhou seu #MomentoSaiaJusta, um case de orgulho, e indicações sinceras no nosso quadro #IssoNãoÉUmPublipost.


Um papo direto, provocador e cheio de reflexões importantes sobre tecnologia, produto e cultura.

Transcript

Muito bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada, Senhoras e Senhores episódios 73 estamos o quê? No penúltimo episódio da sétima temporada do groove com hack Camila Zengarot, como você está Hoje? Olá, estou animada mais um episódio com uma convidada muito legal. Estou, estou empolgada para este papo que está. Assim promete. Promete demais, eu conheci dona Fernanda lá em 2019.

Em algum momento a gente vai falar disso num curso maravilhoso, que talvez a gente fale disso em algum momento também. E a moça é advogada. Ela toca violão, ela pinta, ela trabalha e produto é nômade, sobe em montanha, desce montanha, soluços curiosos, e aí dona Fernanda seja muito bem-vinda ao groove com hack hack. Muito obrigada. Também animada também, mas sabe que a expectativa é sempre uma questão, né? Como vai ser quando aumenta assim? Já dá aquele nervoso nervoso,

nada vai ser ótimo. É um topinho tranquilo, tranquilo. Papo tranquilo, papo tranquilo. A gente promete não cortar nada, brincadeira. O Roberto não consegue prometer fugir do roteiro. Isso aí é. Certo é prometer que eu vou seguir o roteiro é uma promessa que Eu Não faço mais. Dona Fernanda, antes da gente começar, é vou pedir para você fazer a sua audiodescrição para a galera que está só ouvindo, que no caso é todo mundo e conta um pouquinho de você.

Como é que você chega aqui? De onde que você vem? Você é formada em que já dei uns spoilers, quer contar de trás para frente de frente para trás, 2 minutinhos aí para dar um você apresenta, é para dar A Chegada um prazer pessoal, então para começar. Fernanda Rebelo, olhos e cabelos castanhos. Ele está preso no momento. Estou estou com uma blusa preta e um casaco branco e eu parei para ver como Se Eu não soubesse a roupa que eu estou usando também. Para quem não consegue ver essa

cena. Ah, você já deu o spoiler que eu acho que é o mais interessante que é o fato de que eu sou advogada, né? De de profissão de faculdade, mas Hoje eu trabalho com dados, então nada a ver muitas crises existenciais no meio do caminho, muitas mudanças, muita coisa para acontecer. Então sair do direito. Comecei a trabalhar com tecnologia.

Me apaixonei por este mundo de dinamismo tanta coisa acontecendo e ora bem aquela que precisa ser resolvido cair aí a gente pintava conversar e fazer com que as pessoas se entendessem para trabalhar. Então eu brinco que na verdade eu tenho 2 habilidades que eu troco ideia e tenho bom senso e a partir disso eu fui construindo a minha carreira. E aí já trabalhei com educação, coordenando cursos. Aí comecei a trabalhar com dados, já trabalhei numa consultoria de chamada, Instituto capa.

Não sei se quem conhece, mas voltada para o desenvolvimento de maturidade, analítica, cultura, cultura, analítica dentro de organizações. Trabalhando aí com grandes empresas e aí agora estou aqui na conta azul como deita APM, que é um cargo novo, um cargo que acho que existe NOS últimos 23 anos começou a ter ter vagas assim sobre e trabalhando dentro do Time de ciências de dados e olhando ali o desenvolvimento de

de IA, né? Como é que a gente faz a transformação da empresa para trabalhar? Trabalho com também, né? O desenvolvimento da cultura dia dentro da empresa. Então, como que a gente se adapta e se transforma nessa nessa mudança que está vindo ali do uso de IAE trabalha produtos. Que usam e há como principal elemento e para além disso, sou apaixonada por educação, então não consegui abrir mão deste mundo.

E aí também tenho AD 20, que é uma escola voltada para o desenvolvimento de habilidades analíticas. Então a gente fala sobre dados e aí dados para Público distintos dados para as pessoas técnicas, mas dados também para as pessoas de negócio que precisam aprender a trabalhar neste neste ambiente, né? E aí, pegando temas como. Experimentos como desenvolver pensamento analítico? Aí tem várias possibilidades do do 15 falar sobre. Acho. Que é só apanhar geral e é isso,

né? Tem OTDAH é Pinto canto, falo um Monte cada hora, uma coisa nova. Eu disse que prometia, né? E aí ela fala um Monte de coisa que ela faz e diz, é isso como se fosse uma coisa simples, né? Muito bacana e muito legal. Eu adoro histórias de pessoas que, né? Tem que vão contra. A corrente assim, né? Do tipo, Ah, você fez direito. Esperava que você fosse ser uma advogada normal, tal e aí você. Fez um Monte de outras. Coisas e cada uma dessas coisas vai contribuindo para você ser

quem você é, né? Então é muito bacana. A gente já teve vários entrevistados assim e eu, eu adoro porque a gente fica esperando que a vida seja linear e a vida não é linear, não é? Então isso eu acho que é um ótimo exemplo. Daqui a pouco já vou até pegar OOO link interno que a gente faz aqui, que é sobre o episódio da Geórgia que Se Eu não me engano, a Geórgia é arquiteta, é alguma coisa assim. Foi pro mundo do marketing uma Loucura, o episódio maravilhoso episódio.

Ah, temos o exemplo da GOO exemplo do João, que é João Gonçalves, que é dessa temporada, que é físico e trabalha com marketing, tem uma galera assim, muito legal. Uma Loucura dona Fernanda, adorei, tem vários possíveis ganchos aí do que você falou? E um dos pontos muito legais você falou, tipo, Ah, eu tenho o meu curso aqui, que fala sobre dados EE assim as empresas que a gente trabalha e tudo mais.

A gente vê a dificuldade que ainda é em muitos dos casos dados e o pessoal está querendo já pular aí umas 5 casas e sair do datadriving para OA idriving. Que Loucura é essa? Está Rolando, não está. A gente tem um cliente específico que é muito voltado para AEI. E tem um estímulo constante do tipo assim, taca no cloud, taca no germinar e taca no GPT usa eles O Tempo inteiro pra sabe não, não trabalha sozinho. Usa eles e seu estagiário, mas em alguns momentos me parece meio básico.

Me parece que estamos só arranhando a superfície. Quero saber de quem manja do assunto. Bom, primeiro deixa eu fazer só um scrainer que aqui eu vou falar com as vozes da minha cabeça. São várias vozes, mas é claro que vai ter percepções diferentes e aí eu já faço esse slaimer porque eu tenho um. Tenho refletido sobre o que é que significa ser a idriving, né? E se se a idriving é um passo depois de você já ser deitad driven, né? Se é tipo numa escala de maturidade ela está mais.

Mais acima e confesso que pelo menos o que eu tenho pensado é que eu acho que dá pra talvez você ser e idriving sem ser tanto data driven. E essa é uma frase um pouco polêmica. Então por isso que Eu Não. Adorei já temos a primeira arte no episódio. Mas vamos. Vamos falar, tá bom? Vamos. Para pátio. Daita driven e agride EI Drive, Né? Eu acho que não sei dizer se as empresas estão sendo a idriving ou não, no sentido de que está muito cedo, então é claro que

todo mundo. O olhando para isso, né? Pelo menos a maioria das empresas estão percebem o movimento, percebem que precisam fazer alguma coisa e se transformar e estão atrás disso para se transformar. E aí, acho que são 2 transformações principais que vão acontecer nesse sentido. Uma é o letramento dos colaboradores da organização de olhar e falar, OK, como que eu posso usar e a como que eu trago isso para dentro do dia a dia, então assim a gente já faz as nossas funções normalmente.

Como que elas podem ser potencializadas com o uso de ar, né? Então, Ah, Se Eu já faço o Discovery como que há entra no processo de Discovery? Se Eu faço marketing, como que há, entra no processo de marketing. E isso também entra no nosso nível pessoal, né? A gente usando o ya como tecnologia ferramenta do dia a dia e um outro aspeto que é você criar produtos que trabalha com IA né?

Que o produto em si é uma interface que usa e a no core que usa e a ali no Centro para você chegar no valor. Então, eu acho que o aspeto do ser AIDV, né não é sobre você estar usando EAE aí, talvez seja essa essa sensação de Ah, eu jogo no GPT, joga no cloud, joga isso tudo mais que não é sobre você estar usando simplesmente as e as disponíveis, mas você está repensando o valor e repensando A Entrega.

E como que você chega lá a partir do momento que você tem ferramentas de a disponíveis, então continua sendo sobre A Entrega de valor que você quer quer alcançar.

Então esse é um aspeto, não é? E aí, quando a gente vai para um lugar do data driving, aí a gente está aí olhando NOS usar dados para a tomada de decisão, usar dados para navegar em cenário de incertezas, para saber para onde você vai, que decisões você toma, como que você encontra os diferenciais do seu negócio, os problemas e tudo mais, não é?

Vamos aquele várias coisas que a gente já fala sobre a importância dos dados, mas também eu acho que tem 11 ponto importante que é. Quando a gente fala de a tem muita coisa que está sendo posta como novidade, mas quando você vai ver o case é um case de algoritmos clássicos de machine learning, então é um case. De aprendizado de máquina de

predição e tudo mais. A gente tem uma, ya que prevê se um lead vai converter, ou seja, já conseguia ter isso antes, não é sobre ya, sabe, deu uma roupagem nova para alguns elementos de dados, então a gente já conseguia ano passado como uma cultura data driven, ter decisões sendo tomadas por máquinas sendo tomadas pelos dados isso já existia. Não é uma característica deste novo contexto a característica deste novo contexto. Eu acho que é que esse acesso

ficou muito mais democratizado. E muito mais evidente, então, se antes um algoritmo era estava na plateia, estava ali no backstage acontecia, mas ninguém sabia muito bem como agora AIA tá no palco, tá ali no meio, tá todo mundo vendo pra isso falando disso, isso passa a ser muito um foco central do das discussões e das conversas. Eu acho que é muito mais sobre essa dimensão que tem ganhado. E as potenciais usos do que talvez seja sobre. Sobre tanto uma diferenciação

entre eles, né? Do é um ou se é outro, como que você chega lá e tudo mais, mas eu dei uma volta para voltar para a sua pergunta que é eu acho que é aspeto do usar AI como as pessoas têm feito. Tem sido muito de explorar ferramentas e não tanto repensar a forma como ataca problemas. Quando a gente começa a falar sobre repensar a forma de atacar problemas, aí a gente encontra o Centro comum do ser data divin e ser a idriving. Se uma empresa datadrive, talvez

essa forma de pensar já está. Desenvolvida fica mais fácil de você se adaptar a nova tecnologia. Se não você talvez só fique andando meio em círculo, fazendo as coisas que você já fazia. Só que agora com o chat. Olha só pesada, só pesada, adorei já começou polêmica EE é. Isso que a gente vai falar nesse episódio, gente? Dados produto cultura de inteligência artificial, que é que a gente tem agora para onde vamos então ela? Já essa resposta aí já começou, mas eu quero fazer.

O que o Roberto sempre faz, eu já quero mudar a lógica e eu já quero puxar um quadro. Estou muito curiosa, Fernanda para saber. A. As suas indicações. Já assim, pelo início do nosso papo, por saber, assim como você é uma pessoa multifacetada, eu já quero saber as suas indicações do quadro. Isso não é um Público post. Você pode indicar 3 coisas, pode ser ferramenta, curso, livro, Canal, rede social, pessoas o que você quiser agora 2 indicações. Vem, vou levar tudo para esse lugar de.

Dia, acredito, não vamos ver, vamos lá. Primeira indicação. É essa verdade é uma dica para quem tem vivo, então talvez esteja linchada, mas para quem tem vivo, você tem direito a assinatura da Perplexity por 1 ano. A assinatura paga. Então, se você sofre, quer começar a trabalhar com isso, mas não queria estar pagando pelo chatgpt ou pelo Germinai está achando caro, mas acho que daria para brincar mais sobre

isso, cara, se tem direito. Um aninho a assinatura ali só aí no NOS NOS benefícios da vivo que vai aparecer perplexo tipo como uma opção. Tem um podcast que eu comecei a ouvir mais recentemente, foi indicado uma pessoa muito boa e que eu tenho gostado bastante, que chama IA sob controle, que ele traz entrevistas com pessoas, então tem bastante coisa de cases, de experiências, discussões sobre e é na prática, e tem um quadro que eu gosto muito, que é na verdade um

quadro. Não é um todo episódio de sexta-feira, é só sobre novidades do que está acontecendo. E é um pouco mais técnico, então um pouco mais sobre novidades de modelo. Novidade dos dos do mercado não é o que que tem visto, tem visto, mas que é muito bom para vocês. Se. Você tem interesse de entender mais, saber terminologia, saber o que está por vir. Aí eu acho, acho bem legal e-mail no timing de você, escuta ali, depois de uns 2 meses, você começa a escutar em outros

lugares, sabe? Então dá aquela sensação de tipo, Ah, eu já vi isso antes, né? Já vai digerindo a informação e eu gosto muito do nome porque e há sob controle. Eu acho que lida muito com a ansiedade que as pessoas têm com ya. E a terceira dica eu vou, vou. Vou falar do Instituto Caprio que eu gosto bastante das publicações que eles fazem e são publicações muito voltadas para a cultura, para a cultura, para desafios. Como as pessoas têm se adaptado

e trabalhado com temas de dados. Então eu acho que eles fazem publicações recorrentes, não é toda semana, não é algo assim, mas são estudos que eles fazem. Que mostram cenários e mudanças no mercado também que estão acontecendo. E eu acho que é um lugar legal para você ter uma temperatura boa sem você ficar desesperado, porque eu acho que minhas dicas são meio na ideia do não precisa ficar desesperado, sabe assim, caminhos para lidar com a ansiedade do dia.

A dia a calma o Coração acalma. E pega essas dicas valiosas da Fernanda. Adorei. Que isso, Hein, muito bom, eu acho muito legal quando a pessoa sai de um lugar e ela indica esse lugar que ela já trabalhou, não é? É tipo putz saí por outros motivos, mas tenho carinho. Tenho uma relação boa com a Galera, acho muito incrível isso. E Fernanda, Você falou que você é data PME pode ter gente que

esteja viajando nessa história. O que é que faz o que que come no Globo repórter nessa sexta-feira, conta para gente, é uma evolução. De dados e produto um grande megazord como é que e aí entra nessa história de data PM? Dá uma explicação aí pra galera. Verdadeiro surge da onde? Então primeiro, né? A gente está falando de produto, então dá uma ideia próxima do que é um PM. Porém, dentro do contexto de data de dados data achei que falou data e aí a gente tem né OPNM também, né?

De marketing? Então a gente tem interfaces e essa figura de PM olhando para dados. Ela é mais novidade que foi o que eu falei começou há 23 anos atrás. Eu acho que a primeira vez que eu vi algo mais próximo disso foi da ideia da proposta foi 2018, então também não é recente. Não sei se é 2017 ou 18 que foi um artigo da Mackenzie sobre você precisar de uma nova figura dentro do contexto dos dados do Time de dados, que era uma figura do data translate.

Não é o tradutor de dados. Então 11 perfil que traduzia entre o mundo técnico de dados e o mundo de negócio, conectando essas 2. Dessas 2 pontes suspeita PM não é só um tradutor e vai para além disso, mas eu gosto muito dessa Visão do tradutor, porque muitas das dores que a gente tem quando a gente fala desenvolvimento de cultura, analítica, de uma cultura, data driver, é o fato de que. Parece que o universo de dados está muito distante do universo

de negócios de fato, né? Como que você conecta e faz a ponte entre essas 2 áreas para elas trabalharem e pensarem juntos? Que a forma como pensam um analista, um cientista de dados é, de fato, muito diferente da forma que pensa. Diferentes profissionais de negócios. E aí podemos falar de várias áreas. E aí a gente precisava conectar essas 2 formas aí de de trabalhar EEE entregar valor.

Então tem um papel. Acho que muito importante do do meu trabalho, que é nesse sentido de conseguir me comunicar tecnicamente, entender tecnicamente o que está acontecendo. Mas Eu Não só técnicas se me colocar para programar, eu vou chorar. Já já fiz meu esforço. Agradeço profundamente as IAS por facilitarem esse meu trabalho, porque não é meu perfil. Eu brinco que do Time de dados, eu só que gosto de fazer reuniões. Esse é o meu perfil. Gosto de trocar ideia.

Então é tem essa esse espectro, né? Do trabalho e também olhar dados como produto nesse lugar. Assim, quando a gente entrega um indicador, quando a gente entrega um dashboard, quando a gente entrega um algoritmo? Ele tem essa proposta de valor. Ele tem uma usabilidade, ele tem um valor a ser a ser retirado disso. Decisões a serem tomadas está atendendo. O usuário não está atendendo o usuário.

O que que de fato vai atender? Então, você tem um processo de Discovery para entender como as pessoas vão Tomar decisões a partir de um dashboard ou de um algoritmo, como que as pessoas vão ler, qual que vai ser OA narrativa ali a os o próprio design. De uma interface, então, é você trabalhar nessa lógica da entrega de dados. Como produtos e aí produtos de diferenças, complexidades para

que de fato agregue valor. Então eu estou dentro desse, desse contexto, do data PME aí acontece muito de você ter atuação de clientes internos, então Ah, estava aqui desenvolvendo algoritmo apoiando o desenvolvimento do algoritmo para o time de marketing, para o Time de Produto. Alguma coisa assim, eu vou falar muito de algoritmo, porque especificamente eu estou dentro do contexto de ciências de dados. Está, mas poderia ser analisado

e tudo mais. Como também você trabalhar com produtos de dados que vão ser produtos entregues para clientes externos, então Eu Estou Aqui. Tem um joguinho. Ficou famoso há um tempo atrás. Eu quase esqueci o nome do joguinho. Acho que vocês podem me ajudar, mas que é eu quando você joga uma palavra e aparecia um você tem que descobrir uma palavra. E aí, a partir disso, você joga

uma e mostra um contexto. Acho que é esse que daí você vai reiterando, você fala assim, Ah, Sei Lá, você tem que descobrir praia e você joga sol. Uma similaridade mais próxima do que se você jogasse batata. Né tipo assim tem uma relação entre as palavras, nada mais é do que um algoritmo olhando ali por trás, a similaridade entre esses 2 termos e fazer uma gamificação em cima disso. Isso é um produto de dados, tem uma experiência do usuário, tem um objetivo, tem um todo isso

sendo entregue. Então deita APME olha para esse contexto, ele olha para como que a gente vai fazer boas entregas de dados para as pessoas, sejam elas internas ou externas. Muito boa essa explicação super didática, né? Então se alguém tinha dúvida disso agora, esclareceu, é eu tenho uma pergunta, clichê que você permeou aí na sua resposta, a inteligência artificial vai substituir OOPM ou ele só vai dar mais trabalho pro PM? E aí já adiantando eu sou, né?

Uma nova pergunta e no caso do DPM. Mais menos trabalho. A gente nunca vai ter, sempre vai ter mais trabalho. Isso. Aí é facinho. É, eu acho que vão ter as partes do trabalho que vão ser substituídas. Talvez partes do trabalho não vão ser. É igual quando a gente está falando, Sei Lá, vou dar um

exemplo, uma analogia. Gosto muito de analogia isso, mas se antes eu escrevi à mão, a partir do momento que eu tenho uma máquina de escrever, eu consigo escrever muito mais rapidamente e não mudou a forma de o meu papel não é o meu papel ainda era, Sei Lá, estou fazendo escritas e agora eu tenho uma forma mais fácil de fazer isso. E aí a forma de fazer essa ação escrever foi sendo simplificada ao longo dos anos com o

desenvolvimento da tecnologia. Então facilita quando eu tenho o Word, eu consigo fazer várias versões, facilita quando eu vou ter uma IAC, eu vou poder pedir apoios e construir, mas sempre vão ter coisas que eu vou. Vou usar da tecnologia atual e tenho que trabalhar, né? Eu tenho meu meu escopo de trabalho. São ações que são potencializadas pela pela tecnologia. Beleza, porém, contudo, toda a via. Eu acho que é uma questão de adaptação do mercado.

Eu acho difícil falar que vai substituir. Porque a questão é oferta e demanda também, né? O? Quanto que a gente vai ter de oferta, o quanto que a gente vai ter de demanda de profissionais adaptados a este novo contexto para entregar aquilo que é esperado dado o advento dessas novas tecnologias, então talvez OPM, quer dizer, talvez não UPM como ele atua Hoje, eu acho que não vai existir mais. Tipo, realmente porque está mudando a forma como a gente interage em sociedade.

EE assim, gente, só uma interrupção rápida. Fernanda, é que assim quem está perdido, OPM que a gente fala sigla, mas é sempre bom. É reforçar o que que significa é o gerente de produto, né? EODPM é o gerente de dados e produto, né? Então assim só para situar quem está ouvindo e se para não ficar assim, nossa essa sigla, o que é que significa? Então, eu gosto de reforçar. Inclusive podem sempre interromper e falar algoritmo. Eu falo o que que é algoritmo virar de um glossário ambulante

aqui? Então, assim, a forma como a gente trabalha vai mudar, não é o que é, mas as ações. A gente executa, vamos, precisam continuar sendo executadas. Acho que esse é o ponto. E aí, quais essas ações? É e como essas ações vão ser executadas, que vai mudar? E aí, o que eu falo da momento do mercado de trabalho é que eu acho que assim a gente está num num momento de muita ansiedade, de muitas coisas acontecendo, falta de visibilidade, de como

as coisas vão se realmente. Aterrissar e ficar ao longo do tempo. Agora também vai aparecer novas coisas e novas necessidades que a gente vai se adaptando, lembrou. Você falou, né? Que no começo, né? Que eu falei, Ai, eu fiz várias coisas, mas que é isso? Eu só odeio mini BIOS, porque eu me sinto uma metalfose ambulante que a cada momento tem alguma coisa, andava acontecendo e eu estou entrando nessa nova coisa

que faz sentido para mim. Eu nunca Eu Não gostava de falar que eu tinha um cargo primeiro cargo que eu sinto que eu tenho é esse porque até agora o que eu sentia que eu tinha eram habilidades no meu cinturão do Batman. Que, conforme a circunstância, eu ia puxando e usando estava muito presa a um cargo específico e eu até brincava, né? Quando eu era mais nova há uns anos atrás, falava assim, Eu Não sei qual vai ser minha

profissão. Eu acho que é uma das profissões do futuro que ainda não inventaram, que ainda não tem nome e realmente deu tantos anos. Eu falei, olha só essa figura aí te dei da PM. Não é que está casando comigo, não é que está fazendo sentido, então talvez seja uma coisa mais próxima disso, da mentalidade que a gente tem que olhar. Não é tanto o cargo de PM, se ele vai morrer ou não vai morrer.

Mas, quais são as habilidades que vão levar a gente adiante dentro desse novo mercado, dessa nova, desse novo contexto? E aí se adaptando a eles, mas com certeza, a necessidade de desenvolver produtos vai continuar existindo. Quem faz isso Hoje é um PM, né? No lugar também de falar com vários stakeholders, fazer priorizações, fazer gerenciamento de expectativas. Isso aí ainda não faz? Chegar e ter que negociar com o Pack lead, com o sócio que está te pressionando para lugares distintos.

Isso aí para fazer isso de uma forma sustentável e boa. A gente ainda não tem, então vamos ver como que as coisas se sustentam. E aí, trazendo para o data PM que se perguntou, eu acho que tem um ponto importante que daí isso sim, não dá para fugir, que também está dentro do lugar do Cinturão de habilidades, que é a questão de você ter um bom pensamento analítico. E aí, casa com que eu estava falando mais cedo sobre você trabalhar com dados.

Tudo se deitadinho, even e a diferença ou não tanto a diferença do ey Drive. Então vou até trazer dados até final, né? Dados o Fórum Econômico Mundial ele faz a cada 5 anos um relatório chamado Future of Jobs, Né? O futuro do trabalho, que basicamente traz um panorama do das profissões e no mercado de trabalho global e habilidades, né? O que é que está acontecendo? Transformações e habilidades a

serem desenvolvidas. Em 2020 ele olha sempre a expectativa dos próximos 5 anos de 2020 para 25. Pensamento analítico estava como a principal habilidade a ser desenvolvida. Para o mercado de trabalho 2025 avançou agora do próximo 5 anos. Pensamento analítico continua sendo a principal habilidade a ser desenvolvida e cobrada pelos empregadores, sendo que teve advento ali no meio do caminho de IA chat TE tudo mais. E não é que mudou a habilidade?

Habilidade continua sendo pensar analiticamente. Então, quando a gente fala de um data PM, eu acho que a vantagem dele é que ele já tem essa. Eu espero que tenha essa skill essa. Esse contexto de você conseguir entender como atacar problemas com dados como que você quebra problemas como que você lida com incertezas, como que você lida com fato de que uma IA sempre vai errar. É diferente de uma lógica tradicional de programação que se você programar para fazer AA sempre vai dar.

AE se você programar para fazer BE está fazendo a tem um bug. Daí ó não é assim. Aí vai alucinar que é um excelente termo e aí você tem que lidar com isso e trabalhar por cima disso. Não estou gostando, tá? Não estou gostando dessa experiência. Tenho lidado com alucinações e invenções da ya que eu fico assim pra morrer, inventa termos, inventa respostas. Assim eu fico maluco não? E aí vira e fala assim, está girando este caso específico e você fala, tá?

Vai errar. Mesmo sabe assim, está errando numa escala considerável que eu preciso rever o pront que eu preciso rever pensar. E tudo mais ou errou um caso que você pegou porque se você pega um caso errado num produto tradicional, está errado, está errado. É um bug tem. Alguma coisa sabe? Você pode investigar mais, pode olhar, mas assim algo de errado não está certo. Agora a gente pode fazer um chat falar para falar só em português e de repente ele fala Italiano e

Você fala, mas porquê? Porque você está falando italiano, tipo da onde da onde? A pergunta nem foi italiano. E aí a mãozinha também do italiano. E aí, é isso assim, tipo, você vai ter que lidar e trabalhar

com isso. E aí eu acho que o odeio APM como figura tem essa vantagem do pensamento e também o do pensamento ananítico e também o aspeto, que é o conhecimento dos seres humanos, técnicos, é como aqueles trabalham você entender e conversar com um desenvolvedor é muito diferente de você entender, conversar com um sócio que é muito diferente de você entender e conversar com o cientista de dados.

Ou engenheiro de dados e aí você precisa conseguir fazer a interface e comunicação uma parte muito importante do trabalho de qualquer PM. É de uma forma boa, né? Então? Então até no meu caso, gente, eu falo muito, vocês me corta pelo amor de Deus. No meu caso é. Foi muito curioso porque eu sempre atuei dentro do Time de ciências de dados.

Eu sou a única data PM do da conta azul e eu fui contratada no desafio de precisamos aproximar os produtos de ciências de dados no negócio, porque o que a gente está fazendo não não está pegando, não está rolando, as pessoas não estão usando, então eu fui contratado. Muito com esse desafio em mente. E Hoje eu estou muito mais próxima de um contexto de produto do que do contexto de dados, claro, ainda sempre na interface, né? Mas digo do da entrega, porque se antes eu fazia entregas para

os clientes internos, né? E aí clientes internos está falando para o time da própria empresa, então por time de vendas para o Time de marketing, para o Time de Produto. Agora eu estou fazendo entregas para o nosso cliente final e muito disso foi porque a gente queria fazer um produto que usasse-a e eu era a pessoa que tinha conhecimento. E conversava bem com o Time de cientista dos dados de engenheiros de dados. Conseguia conversar com desenvolvedores, conseguia conversar com design?

E aí por isso. Eu acabei assumindo uma cadeira muito mais próxima de desenvolvimento de perfil de produto de pensar como que a conta azul vai olhar e trabalhar com IA é no futuro para a perceção de que o produto que trouxe a gente até Hoje não vai ser o produto que vai levar a gente adiante. Então como que a gente cria isso

e mudei muito o meu escopo. Não, o escopo não é mais o meu olhar por causa desse desse cenário poderia ter sido alguém de produto, mas no momento não tinha ninguém ali tão. Com essas habilidades, não se. Tornando Batman estão disponíveis gente, adorei habilidade do Cinturão do Batman, eu também adorei. Essa parte vou usar, vou aderir. Essa é a Fernanda. Vai vai pegando as multiabilidades dela ali e vai usando a seu favor Fernanda eu quero puxar um quadro agora. Bora lá pergunte.

Aos hosts, o que que é isso? É um quadro que a gente se compromete a não cortar, a não editar. E aí a gente passa sufoco aqui. A gente já teve perguntas bem complexas nossa temporada passada e nessa também. E aí é par ou ímpar ou é você que escolhe qual pergunta que você vai fazer para a Camila? Para mim é a mesma pergunta, são perguntas distintas. Você que escolhe, vai lá, põe a gente na fogueira aí. Cara, eu pensei em uma. Pergunta, eu vou jogar para um de vocês?

A depender da resposta, eu mudo ou faço igual, e aí vocês podem escolher quem começa. Ou seja, joguei vocês. Vocês se viram a pergunta que eu vou fazer e eu me adapto para o seguinte, tá, mas Vou Ficar no Tema? Da Ya. Qual que Hoje. São as suas maiores crises existenciais. Para essa era da IAE? Aí Eu Não quero, vamos, vamos culpar também crises no sentido global, social, educacional. Ético impactos sociedade está porque essa eu tenho várias EE

assim não para nunca. Cada episódio Black Mirror é uma semana de terapia, mas uma coisa queria um sentido mais pessoal. Quão preparados vocês sentem que estão e aonde vocês sentem mais vulneráveis? Eu pego. Ah tá bom. Nem, nem me deu tempo, mas vai lá, você quer Camila? Qualquer coisa você pega, não pode ir, pode ir. Cara. Eu tenho, eu tenho crises grandes. Primeiro eu tenho grande fomo de putz.

Eu Não estou sabendo nada do gemini porque eu paguei a porcaria do GPT premium e agora ele sabe tudo da minha vida, entendeu? Ele já sabe meu tom de voz. Outro dia eu pedi Pra Ele me dar um feedback. Ele deu que eu sou muito rude com termos em português e escrita, porque eu fico mandando ele parar de botar a porcaria do travessão e acertar a maiúsculas e minúsculos. Ele acha que eu sou escroto com ele a Camila primeiro. Foi. Demais, então eu tenho uma.

Crise de fomo do tipo assim, eu deveria estar olhando para outras e eu estou preso em uma porque essa uma agora está tão melhor do que as outras que eu me me apeguei a Ela E Eu estou pagando para isso que eu estou me apegando. Faz sentido, eu deveria estar com horizonte expandido, então essa é uma primeira crise. A segunda crise é eu queria integrar isso na Porra toda, entendeu? Eu queria que lesse meus e-mails, meus, meus whatsapps e

a coisa toda. Eu sei que vai para um caminho de de privacidade dos dados muito louco, mas eu queria que fosse uma grande assistente do tipo assim, eu mandei um áudio e vai marcar na minha agenda isso e vai mandar um WhatsApp para o Fulano e vai começar a escrever um e-mail e enviou e foi. Eu criei esse nível de integração. Que em alguns momentos tem, mas não é sozinho. Eu preciso integrar n 8 NE zapper e o cassete é 4 e tipo Ah, tá, então Eu Não quero integrar, entendeu?

Eu quero dar um prompt e isso acontecer sobre prompt. Eu me sinto mais preparado agora do que há 1 ano atrás, com certeza agora eu estou tipo assim cada vez mais. Focado. Em fazer isso. Bem feito, eu começo a dar mais em sumo, eu explico melhor, eu boto uma cacetada de anexo. Eu já trago outras pesquisas, outros casos e falo, olha diante disso.

Diante de tudo que você já conhece sobre esse produto, sobre essa parada, me faça quantas perguntas você quiser antes para você me fazer uma resposta de verdade para você me ajudar de verdade nesse assunto. Então assim, entre trocas e evolução de perguntas e respostas, eu acho que eu estou num bom caminho. Entre integrações e o que que está acontecendo no mercado? Eu estou num péssimo caminho porque Eu Não estou olhando de verdade.

Isso e o passo seguinte que é. Codar a minha vida junto com a eyai aí eu tô tipo assim, passo 0.1 aí eu nem comecei a arranhar isso então. Não sei o quanto que? Nossos ouvintes se identificam ou não, mas esse é o meu momento de semi-desespero com estou muito atrasado. Estou muito atrasado, fodeu, estou muito atrasado. Mesma pergunta para. Camila mas eu vou adicionar 11. Um a mais. Que é como que essa crise se manifesta no sentido de dado que isso existe.

Como que você sente que você reage a isso? Estava pensando aqui? Na resposta do Roberto, Né? Em algumas coisas eu acho que eu me identifico muito e outras eu sou completamente diferente dele. Então eu vou começar por aí. Eu sinto esse fomo, mas eu acho que é muito mais nesse sentido do que você está falando também da ansiedade que esse assunto gera, né? Então dá esse fomo do tipo eu preciso saber mais, eu deveria estar usando mais, eu devo saber mais porque.

O mundo da tecnologia, né? E do mercado que a gente está inserido, meio que exige isso e isso me consome um pouco que eu sinto, tipo nossa, eu estou atrasada, Eu Não sei, Eu Não uso e tal não estou meio por fora e não quero estar por fora do hype. E ao mesmo tempo. Eu assim me sinto muito Longe e muito dinossauro de querer que uma inteligência artificial controle minha vida toda responda os meus WhatsApp e minha o meu calendário, minha agenda. E aí eu me sinto muito diferente

do Roberto nisso. Que Eu Não confio 100% na No No Chat EPT ou qualquer outro que eu paro usar assim EE aí eu me eu acho que eu fui muito resistente a começar a usar e Hoje eu já uso e eu vejo os benefícios e as facilidades. Mas eu fui muito resistente porque principalmente Sei Lá quando a gente diz de texto desde uma Mensagem de WhatsApp ou um e-mail que muita gente né usa agora a inteligência artificial para escrever e-mail? Porque eu acho que o meu texto é

sempre melhor. Porque eu acho que eu tenho um toque pessoal, que é o que eu busco na nas relações que eu tenho. EE é isso assim, eu acho que o meu texto sempre vai ser melhor, por mais que o meu, a minha inteligência artificial seja treinada ao meu tom de voz EEE eu me surpreenda constantemente do tipo não a Se Eu responderia exatamente isso ou tipo nossa, agora ela conseguiu fazer

melhor. Mas, eu acho que se manifesta um pouco nessa minha resistência, e aí sabe o copia e cola eu jamais faço porque Eu Não confio assim, então eu tenho que ir lá conferir. E conferir EEE eu e é assim, né? Eu acho que isso é 11 facilidade. E aí, quando a gente fala especificamente de texto, é muito mais fácil você corrigir ou ou mudar um texto pronto do

que criar do zero. Então eu sempre uso para dar e aí eu dou o meu toque pessoal, porque eu é isso que eu valorizo e eu acho que assim é. É importante a gente pensar no contexto e no futuro de uma tecnologia que, aparentemente, né, a gente não vai abrir mão dela. É, mas sem perder esse esse lacho humano assim, eu acho que assim Eu Não consigo. Conceber essa ideia. Não sei se respondi. Completamente a sua pergunta.

Não, eu estou mais. Perto mais perto de você até uma discussão, não notoriedade, estava conversando. Preciso responder uma Mensagem que Eu Não sei muito bem como responder. Sabe quando ela perguntou, Você fala assim, Ai gente, Eu Não sei o que responder, tipo o que que responde para essa pessoa? E aí um amigo meu falou assim, Ah coloca no chat de GPTE, eu estava assim, Mano, Eu Não vou colocar porque eu preciso saber. Como Eu responderia, eu preciso

desenvolver o vocabulário. E a consciência de como que eu quero expressar essas ideias que eu sei que eu quero falar é o que eu quero falar é cara, não é isso que eu quero falar, mas o como falar isso não, Eu Não tenho ainda nossa, eu me identifico. Muito e assim Eu Não li nada a respeito. Talvez você que, né, está muito mais inserida nesse assunto, sabe? Mas eu tenho 11 perceção que os homens usam muito nesse lugar de

Praticidade, Né? Do tipo, Ah, eu tenho que fazer responder uma coisa difícil que Eu Não sei como responder não xô teve depois pra mim. E tipo cara. Jamais. Justamente por ser uma Mensagem difícil, eu preciso assumir isso. E aí eu normalmente escuto esses conselhos de amigos assim, Roberto sabe EE, sabe de outros amigos que indicaram esse tipo de coisa? Hoje eu já considero consultar, mas assim acatar já é outro caminho, sabe gente? 22 curiosidades aí sobre esse assunto.

É primeiro, possivelmente vocês viram que saiu a pesquisa do MIT lá sobre o mapeamento do cérebro. Quando você usa OGPT quando você não usa e é tipo assim gravíssimo. É e aí é isso, né? A gente está está se emburrecendo, a máquina está ficando mais inteligente, porque para que que eu vou me dar o trabalho de pensar Se Eu posso jogar lá no GPT, eu tendo a usar muito pouco OGPT para questões pessoais.

Ele sabe muito pouco de mim no individual e ele sabe muito de mim no trabalho, então tem esse fator e o outro, mas abra a separar. É a discussão aqui de de toda a palavra. Separar a discussão é boa, essa discussão é boa e a outra que é divertido é o meu analista demitiu um analisando dele que como pessoa, numa, numa terapia

que estava. Gravando as reuniões e jogando no Gemini e pedindo pro gemini transcrever e trazer os melhores insights, aí ele falar, não, você está maluco, porra, não faz sentido você estar em análise para elaborar as suas questões quando você está estendendo isso para uma máquina, Tomar as decisões aí a Loucura nossa. Aí é aí entra também nessas NOS conflitos éticos e Morais e sociais que a Fernanda falou para a gente não entrar, mas assim. Eu como mãe, eu fico pensando, gente.

Sabe como como vai ser com meu filho, com com essa facilidade. Isso é um, é um conflito que está presente na minha cabeça O Tempo todo, porque sabe o meme do tipo nossa. Eu me formei na faculdade, na pós não sei quê e não tinha todas essas facilidades que Hoje a gente tem, né? E aí agora para quem tem como é que sabe? Para mim ainda é muito tipo diferente. EE para quem está em formação do senso crítico do pensamento, pensamento analítico. É muito preocupante, não é?

Você não pode assim. Você precisa desenvolver algumas características para o seu cinturão do Batman de habilidades, sabe? Você precisa adquirir isso, você? Não pode repassar essa responsabilidade, aí a gente não. Pode né mãe novo só pra falar de impactos sociais GEAE aí fodeu. Eu Não vou, não vou. Jogar pra você responder senão já ficar falando sobre sempre pra sempre, mas eu vou jogar pra pensarem sobre e aí fica pra quem tá NOS ouvindo. Aí fica pros ouvintes. Né?

Que. É o que da sua vida, você não terceirizaria, porque se a gente está disposto a terceirizar uma Mensagem difícil à análise, a escrita de um e-mail, a comunicação das pessoas no trabalho, o que que de fato a gente não está disposto a terceirizar? E aí, eu acho que essa resposta vai ser muito individual. E é. Isso. Fica essa ideia. Reflexão.

Hein fica aí a reflexão de tudo aqui que a gente está falando, eu eu quero trazer 11 nova pergunta para esse mundo corporativo, é você deu muito do seu exemplo na conta azul e do que é que você tem vivido Hoje e quais os sinais assim para quem está ouvindo e do tipo, né? Eu trabalho numa empresa. Eu queria entender o quão de fato a minha empresa tem uma cultura de e a driving, quais são os sinais ou o que é que é só do tipo? Ah, ela fala só para não perder

esse raio. Está inserido ou o que que de fato a gente pode considerar que a empresa tem essa cultura inserida? Seguinte boa pergunta e eu vou? Te falar que essa é uma das coisas que eu estou mais animada com meu trabalho, tipo, eu acho que está sendo um grande diferencial assim que é a sensação de que é sério, é sério. Não sabemos o que vai acontecer, não sabemos para onde vai NOS levar, mas sabemos que precisam acontecer mudanças. E essa é a fala da liderança.

Sabe assim, essa é a fala que é dita abertamente no sentido de. Bom, precisamos NOS movimentar, então eu acho que é o primeiro aspeto para você saber é o você olhar e ver se está realmente presente. A perceção de o produto que NOS trouxe até Hoje não é o produto que vai levar a gente para o futuro. Então assim, se paralelo que aconteceu há uns anos atrás, onde faz bastantes anos, mas

quando tudo foi para a cloud? Pô se estava todo mundo falando de Cláudio, indo para a Cláudia e a sua empresa não faria nenhum movimento para isso. Você olha e fala, isso é que Vai Ficar desatualizado. As pessoas não vão querer mais isso porque elas vão querer outras coisas. EE. Aí você precisa ver esse movimento das pessoas com essa essa crise existencial e essa ansiedade de que precisamos fazer algo.

Você tem que estar sentindo NOS corredores e uma certa pressão da própria liderança para saber que é. Se, eles estão pressionando que eles estão sentindo, estão buscando se movimentar. Agora vai ser ruim, porque provavelmente você está sendo pressionado por uma coisa que você também está tentando se virar, que você também está aprendendo, que você também está encontrando caminhos, mas esse é

um movimento no mercado. Se você não sentir essa pressão agora, talvez você percinta ela daqui a 23 anos. O que que vai ser daqui a 23 anos? Qual é o mercado que você vai estar trabalhando daqui a 23 anos? Então esse desconforto no momento, ele é essencial. Vem um aprendizado é confortável, não é sempre bom lembrar, então esse desconforto

vai-te levar a você. Criar esses neurônios, esses caminhos para você conseguir trabalhar nesse novo contexto, então eu acho que esse é um dos principais elementos para essa brincadeira, mas essa conversa. E essa necessidade, essa busca por o que que que existe agora. A pressão não pode vir só pela pressão, né? O pedido não pode vir só pelo

pedido. Tem uma ou outro lado que é um lado que eu valorizo, que é o reconhecimento da incerteza, o reconhecimento da insegurança de que a gente está desenvolvendo um novo produto, que a gente acha que vai dar certo, mas a

gente não sabe. Porque o próprio mercado tem ainda é muito novo nesse sentido de saber como os usuários querem interagir com o ia, porque a gente começa a ver resistência das pessoas, não querem produtos com IA, não querem um bode, com IA cara, Eu Não quero um bote ponto. Não me importa que agora ele fala bom dia, como é que você está com emojis muito felizes? No final eu quero que só resolva o meu problema e vocês estão sendo ineficientes em resolver o

meu problema, entendeu? Então assim, se a gente não consegue mudar isso, as pessoas vão ter resistências, vão sair e não vai ter adoção, mesmo que a linguagem esteja super fluida, não chatbot uma experiência Máxima. É no sentido conversacional, então, então eu acho que é esse o lugar de também ter essa consciência da do que que está acontecendo e da incerteza. É importante para você equilibrar e não, não ficar louco no meio do caminho.

Outros pontos que daí eu acho importante não quer dizer que isso acontece, mas aí pontos que eu acho importante para você saber que uma cultura né? Que a empresa está apostando nisso. Eu acho que o investimento NOS próprios colaboradores. De buscar ferramentas de ar, disponibilizar ferramentas de AIDS, disponibilizar uma governança, pensar sobre a governança. Como é que eles vão trabalhar com isso? Não é? Então, nem negar ou ter medo no

sentido de vai ter vazamento. Não podemos fazer nada. Porque você precisa fazer algo é e também não molhar e colocar como responsabilidade única do colaborador no sentido do tipo Ah, paga você o seu, o seu chat e se vira não se você quer que a gente realmente faça isso, né? Traga para ainda a organização pra gente começar a trabalhar, começar a atuar em cima, não só com o ferramental, mas também com um ambiente de troca de aprendizado, de provocação. Então assim.

Precisa desenvolver também um letramento em aula, a forma como trabalhar, então acho que são. Esses tipos de iniciativas que indicam que a empresa está indo por este caminho e aí, no final é aquela provocação do CEI force não é usar e a é você conseguir repensar o valor que você entrega e a forma como você chega lá e a e a sendo uma forma possível de você chegar lá. Acho. Que esses são os principais principais pontos. Tinha um que eu ia falar como? As pessoas assim quando? Eu lembrava.

Adorei é eu. Eu tenho uma polêmica aí nem é uma pergunta não, mas acho que fica para reflexão se as pessoas estão putas com os botes e os e os chats. Quero falar com o Mano, me põe para falar com atendente. Ela quer realmente falar com atendente ou ela quer que o problema dela seja resolvido porque às vezes a gente põe na conta da EAI porque alguém lançou um produto que ainda era um MVP. E aí eu engato na minha

pergunta. Que diferença é essa de usar e Ai pra criar produto ou criar produtos de AI Fernanda. E há para criar. Produto está muito atrelado aí há para executar as funções que a gente executa. E aí você pode falar de a para trabalhar com marketing e a para trabalhar com design e a para trabalhar desenvolvimento de software e a para fazer o que a gente já faz.

Então e há para criar produto, você consegue criar MVPs muito mais rápidos por meio de aplicativos, então você tem o lovewable, que, por exemplo, você coloca ali um prompt para entregar um APP e ele entrega um APP funcional, mas se o melhor é o melhor APP que você vai usar na vida. Não, mas é um excelente MVP para você testar a sua proposta de valor com muito mais rápido do que você trabalhar com o desenvolvimento interno, que vai estar repriorizando algo beleza.

Então são exemplos de como que você consegue usar e a para criar um produto. Aí você consegue usar IA para trazer propostas no figma diferentes. Você tem aí a do notion para trabalhar em hipóteses de melhorias do produto a partir das entrevistas dos usuários. Então você consegue agregar. Aliar em várias etapas do desenvolvimento de produto. Quando a gente fala de um produto, de IA aí, você está falando de um produto que ele necessita de a para existir igual um produto de dados.

Então, no Netflix Você tem ali as páginas de recomendação de filmes legal, aquela página de recomendação de filmes que vai aparecer no início está atrelado ao seu histórico de navegação. Como você trabalha? É um algoritmo que está ali trazendo aquilo para você e é um produto que precisa ali desses dados para que ele ele exista a visualização. O design depende disso. Você poderia ter na ferramenta de busca do Netflix um algoritmo que vai trazer Ah qual que é a

sua Vibe do dia. Você vai colocar a minha Vibe do dia. É um filme leve, mas que seja bom e não muito intenso. É para domingo à noite, a Vibe do dia é um filme que eu quero ver com a minha mãe e ela gosta de comédia romântica. Mas eu gosto de inteligência artificial. E aí, a partir dessa dessa informação, ele vai lá e interpreta e traz uma proposta. Então eu acho que assim os produtos de e a vão ser esses produtos que trabalham e necessitam de a para existir.

E aqui eu estou falando de a, né só para trazer um pouco dessa diferença, né? Como falei antes que a marca muita coisa pode embarcar em algoritmo, tudo mais. Mas eu estou falando de Ah mais no aspeto do da e a generativa, né que é essa e a que é capaz de gerar novos conteúdos a partir da interpretação de diferentes informações. Então eu consigo interpretar texto consigo interpretar áudio.

Eu consigo trabalhar com esses dados e gerar coisas novas que antes não fui treinada para para gerar especificamente, então nesse mundo muito louco que eu estou pensando, e aí a gente tem os produtos novos, então agora na conta azul a gente está trabalhando em como que a gente pensa, RP, porque a conta azul RP. É que seja EI force o que que isso significa? Então, grande parte do trabalho de um RP é você colocar os dados dentro da empresa. Hoje você faz isso manualmente, né?

Você faz um cadastro, quer dizer, não tudo, mas muitas coisas. Às vezes você tem um cadastro, fala assim, olha, eu gastei, é 100 BRL em tal coisa em tal fornecedor, paguei em tantas vezes beleza, agora eu posso

colocar um contrato. E dali extrair as informações e já trazer para dentro do seu RP. Observando se esse lançamento existe, não existe, fazendo já ali todo toda a inserção dentro do sua da sua ferramenta, então fica muito mais fácil de você trazer dados desestruturados, ou seja, dados que não estão organizadinhos para dentro da da plataforma.

Completamente diferente. A forma como a gente pode trabalhar numa gestão financeira mais eficiente, posso mandar um áudio no WhatsApp e isso cair no meu sistema completamente diferente. A forma de você ter que acessar uma plataforma, buscar o lançamento, criar, selecionar tudo e salvar. Muito bom. Ótima explicação. Olha o meu. Algoritmo de filmes particular Fernanda ele ainda está funcionando melhor do que o Netflix, é isso?

Se terá o Netflix? Colocar aí a generativa, aí a gente vê aí, a gente começa a ter 11 concorrência. Olha quero puxar. Mais um. Quadro. Então, Fernanda você? Pode trazer qualquer momento da sua carreira. É o quadro, o momento Saia Justa. É alguma coisa que você fez que você tinha uma expectativa e que deu errado assim, muito errado mesmo. E como você reverteu se reverteu, agora é com você. A gente adorou. Que e nessa temporada teve um quadro Saia Justa que era não resolvi.

Fui demitido, achei ótimo, nunca. Tinha acontecido. 7 temporadas isso nunca tinha acontecido, eu adorei criança teve e ele falou que Ah foi livramento, então voltem lá. Ouça o episódio do Putin, que foi ótimo, mas foi divertidíssimo tipo, Ah, e aí, como é que resolveu? Não resolvi não o episódio. Anterior é esse. Bom, eu Vou Ficar eu fiquei. Chateada porque eu gosto desse quadro, eu já escutei esses quadros. Eu acho muito bom as histórias

que são completamente caóticas. E eu fiquei chateado que eu falei cara, eu acho que Eu Não tenho nenhum que é tão ápice assim de olhar e falar cara. Soco erro sabe? Assim, não, não, não sei, vou vou, vou até em vez das pessoas. Já chorei muito trabalho, entendeu? Mas é só pressão, não era 11 estopinha assim para eu trazer, então ele queria mais trazer 11 caso de eu.

Ah, é um produto que a gente viu ali que a gente queria trazer para dentro da da empresa, um algoritmo que era um algoritmo. Chama Mabil Multiarm based estou colocando o nome aqui porque ele é muito legal, então. Tem a ver com o contexto de Golf. Aí quem quiser pesquisa sobre mas que basicamente é um algoritmo que te ajuda a fazer experimentos em escala, né? Ele ajuda. Você se determina ali o que que você espera de como recompensa, como métrica de sucesso e o próprio algoritmo.

Ele vai retroalimentando a entrada de clientes nesse experimento, incentivando aquele que mais mais tem sucesso. Né e faz uma otimização dos experimentos. É bem massa. Meu. Ponto na. Verdade é a gente ficou com esse treco. Eu acho que um ano assim o desenvolvimento começou a desenvolver antes de eu entrar na empresa. Eu sei que já estava desenvolvendo comigo. Ficou um ano.

Um ano, vendendo, fazendo reunião, eu era aquela pessoa do Você. Já ouviu a palavra do Mabe Hoje, trazendo porque tinha muitas aplicações e possibilidades, a gente ia otimizar várias coisas da empresa e falando sobre e tal e assim Eu Não aguentava mais determinado momento, mas a gente estava não. Vamos aí quando começava a experimentar era super legal, faziam vários. Aí morria e assim. Acho que foi muito, muito tempo

até a gente olhar e falar. Na verdade, não é para fazer, não vai rolar, parou, sabe assim, tipo não tem adesão e isso para mim pegou muito, que é muito aquela coisa, né? De você saber a dor do negócio, atender a dor no negócio, fazer solução. Cabáveis e Tá Tá Tá oi tudo bem e por. Mais que a gente. Fica pegando, a gente cai e a gente fica triste porque a gente vê o potencial e aí vira e fala, é isso. E aí depois vem a cobrança, né? Do tipo Ah e o Roy, Né?

Qual que foi o retorno, a gente gastou O Tempo, investimento, você fica assim. Não tem, não. Teve assim teve um quer dizer, teve o mínimo, mas assim nada que justificasse o esforço e O Tempo gasto para tocar e para para fazer essa essa iniciativa assim. E. Aí. E aí aquela coisa do pegou mal, mas. Chega 1 hora que você tem que. Tem que falar chega não é EE tem que falar. Chega também para para lideranças que estão assim não, mas a gente fez isso atrás.

Fica assim, cara, não vai dar, não vai dar. Tipo a verdade é que não estamos nesse momento da cultura, né? E a gente precisava ter respeitado o momento da cultura, então não é nenhum caso assim, tão estopinha assim pra eu olhar e falar, é isso? Mas. Mas me dói no Coração. Ah, um queijo de ró negativo é sempre gostoso. A gente se diverte. Não. E eu acho que esse. Quadro Hoje sempre marca a gente, né?

A gente aprende com ele, né? Assim acho que tanto dos outros que compartilham e o que a gente está vivendo assim, eu acho que uma coisa da minha maturidade profissional é aprender a ser menos apegada às ideias e as coisas. Então eu já sofri muito mais Hoje eu já tipo acho ainda sofro, mas acho que eu consigo, sabe, Ah, é isso não, não, não vou me apegar demais. O sócio. Desapegado ao extremo está ajudando camelo de leves, não com certeza. Isso ajuda muito e o Roberto é

muito desapegado. Eu sou muito tipo, não, não quero, sabe, eu vou puxando até o último última linha, mas eu acho que eu tenho aprendido EE, às vezes é isso. Não adianta assim e não é. E a gente parar também de levar essas demandas profissionais para o nosso pessoal, não é? Não é assim. 111 erro da Fernanda sabe assim é um contexto mudou. As as decisões da empresa mudaram e é isso agora vamos ter que mudar rota.

O Fernando antes de puxar o. Último quadro, eu vou puxar uma fora do roteiro porque eu estava aqui. O episódio inteiro pensando como é que eu vou encaixar? Uma pergunta que misture e ai com D20 com DLBE aí eu acho que eu cheguei lá, então vamos lá nosso próximo convidado da do podcast, que é o último dessa temporada, vai falar sobre educação, vai falar sobre e ai você conhece? Não sei se intimamente, mas conhece bem.

Em breve spoilers aí para vocês ouvintes é, mas o que eu quero trazer é o seguinte, educação está cada vez mais commodities, não é? Eu. Eu estou vendo textos e mais textos no LinkedIn do Ai. Aprenda de Graça com OGPT, vai lá, pede para ele qual que é o caminho, aprende de Graça, et cetera e tal e para mim OODLB, que foi um curso da Terra incrível que você era coordenadora, foi muito giro. Me explica, sigo quero.

Data Leadership for Business foi muito game changer na minha vida profissional mesmo de tipo cara de trocar com profissionais muito foda de entender o valor de dados que eu já entendi de alguma forma, mas consegui estruturar isso. E você está num momento em que a galera está jogando os prompts na e ai está achando que está aprendendo ou a pode estar até estar aprendendo, mas eu tenho uma Visão um pouco mais cética de que está aprendendo, mas não está trocando.

Está aprendendo só com a máquina, mas não está trocando uma ideia. Não está fazendo casos reais de uso ali de pessoas que estão vivendo isso na prática e isso para mim foi o maior valor daquele curso. Como que você está vendo isso Hoje? Isso se aplica de alguma forma aí na D20. AI Tera D20, futuro da educação, escalabilidade, tudo junto numa pergunta para você responder em 3 minutos.

Aprender no. Sexto D20 está até ter até uma frase que é o aprendizado, o Aprendizado é difícil, mas o choro é coletivo porque porque não é fácil você aprender. É tipo a gente dizer isso assim. Aprendizado exige desconforto e ninguém gosta de estar desconfortável. Parte dali. E aí, quando tem um Tema que você já sente que você está atrasado, então você já vem com uma expectativa e uma dor muito grande. Eu acho que fica muito difícil, né?

De você estar mais aberto. E ainda mais quando parece que as soluções estão prontas, então Ah, basta você acessar aqui e fazer esse pront que você vai fazer um Discovery melhor. Ah, o uso dessa forma, e aí eu consigo. A partir disso eu receber feedback do que eu faço. Ah, legal, mas é isso, é só isso é mais do que isso.

Eu pessoalmente tenho muito uma crise também existencial minha, que é o facto de que eu preciso estar me atualizando em termos técnicos, sendo que Eu Não sou uma pessoa técnica dentro de

outras fases e outras coisas. E eu fico nesse lugar do tipo o que eu sei é o suficiente ou vai vir alguma coisa daqui a uma semana e na real eu sou uma pequena pequena garota inocente, sabe assim, Summer Child inocente ali a criança inocente agora e fala assim, meu Deus. Sem nada EE aí veio muito do aspeto, do do poder da troca e o valor da troca.

Mais do que isso, eu sempre critiquei muito educação, que é voltado para a ferramental educação, que é voltado para aplicação de ferramentas no seu dia a dia. Para mim, sempre foi muito sobre como que você pensa a partir da a partir do que existe a partir da tecnologia existente e a partir do do que a tecnologia existente é NOS capaz de dar, né? Então? Os cursos lá de eventos são muito mais sobre o pensamento

analítico do que sobre. Como que você faz uma análise de dados no Excel, sabe assim, essa diferença.

E aí a gente tem Oo tayer ali de Ford Business, que também era um amor no meu Coração. Eu tenho muito, muito carinho por esse projeto e para esse curso que era voltado a isso, como que a gente trabalha e lida com certeza e como que a liderança entende como evoluir com dados, sendo que evoluir com dados evoluir com Ah Se Eu tiver um curso Hoje sobre CEAID não vai ser a mesma coisa que uma semana.

Não vai ser a mesma coisa que há 1 ano, com certeza vai uma semana, talvez não, mas um ano com certeza. Então a gente precisa muito mais de ferramental para fazer isso. E aí é o âmbito da troca de você ter pessoas que estão sofrendo junto a minha pergunta para vocês relacionada à crise existencial do momento, é porque eu acho que as pessoas se conectam muito com isso, com o ouvir as pessoas e entender e as

pessoas. Eu também não é ver como as pessoas estão para ver que o que a gente está fazendo, na verdade, a gente está todo mundo junto, não tem. Quando está todo mundo atrasado, a gente não está tão atrasado. Porque tá todo mundo atrasado, mas a gente precisa das pessoas que estão dispostas a aprender juntas para se provocar, para trocar e para. Para te é provocar a palavra. Provocar e ir além, provocar, aprender em se cercar de pessoas

que vão te trazer isso. Eu acho que uma das coisas mais ricas No No aprendizado. Eu sou extremamente grata pelas pessoas que estão ao meu redor, que me fechou, que tragam uma perspetiva diferente. Tipo para mim, é isso que constrói a vida. O que é que Eu Não? Terceiro, que que Eu Não terceirizaria da da minha vida? É a troca com as pessoas, então porque é que eu vou procurar um ambiente ou querer aprender de uma forma diferente, sabe? Excelente. Adorei ela trouxe a reflexão.

Ela já respondeu a reflexão e assim, gente, eu teria muitas perguntas, estou adorando o Papo, Fernanda, obrigada, mas eu tenho que puxar o último quadro que também eu adoro. É eu queria. Trazer Oo último quadro que é o meu case é nesse quadro, você conta alguma coisa que você fez que, né? Te enche de orgulho uma coisa que você construiu e que foi muito bacana e que você acha que vale a pena compartilhar com todos nós. Não vou falar. De a tem coisa acontecendo que a

mas não é sobre isso. O meu case do Coração pode até ser Oo não, não vou falar isso também do DLB porque eu gostava muito desse curso. Gente sério é um show, adoro o meu Coração, era muito gostoso, pode falar. Não vou falar de. Outro que também é muito bom que esse eu fiz. A gente fez lá que o Instituto Caprio e aí era junto do Banco do Brasil e a gente criou uma coisa chamada Banco do Brasil data leaders Challenge. Tudo em inglês, não é muito chique.

Mas basicamente era a gente falou com todas. As. Vice-presidências do Banco e cada vice-presidência era responsável por desenvolver um produto de dados em 34 meses. E aí, ao final tinha uma banca que aí participou. O Presidente do Banco estava, eu estava o próprio capra, estava uma outra conselheira do Banco para dar feedbacks e olhar, né? Qual que foi o desenvolvimento, a proposta? Desse produto de dados.

E aí foi muito legal porque a gente pegou uma instituição muito grande que queria desenvolver a cultura. Queria movimentar como as coisas funcionavam ali, mas que trava em burocracia, hierarquia. Precisava ser alguma coisa que envolvesse a liderança para engajá-la, precisava ter um problema de negócio real, então a gente olhava assim, precisamos movimentar isso. E aí a gente fez essa competição interna, né? Com prêmios e tudo mais que cada Vice-presidente tinha que estar envolvido.

E aí a gente acompanhou com mentorias. Mas assim era mentoria uma vez por mês, então quem era realmente responsável? Quem tinha que fazer acontecer era o time que estava ali disposto para isso e então a gente conseguiu uma forma de passar a metodologia de como pensar analisticamente para compensar no problema. Como trazer ali um a uma metodologia de desenvolvimento de produtos de dados, mas sem Tomar o protagonismo de que eu às vezes uma consultoria toma, né?

Realmente o protagonismo era um deles. E aí, ao final assim, 34 meses, um período muito curto para uma coisa Constituição tão grande como o Banco do Brasil. A gente conseguiu trazer 11 cardápio de produtos possíveis ali em fase de MVP de teste, experimento para olhar e falar. Qual desses ia ter um Patrocínio oficial do Banco? Mas não quer dizer que os outros iam morrer assim, deu aquela boa provocada aquela chacoalhada para as pessoas perceberem como

é possível ser feito. Então é um, foi um case muito legal. Foi muito bom assim. AA sensação do impacto da cultura que fez. E aí, eu acho que quando a gente está falando de AE todos esses aspetos. Eu acho que é um jeito que você consegue provocar as pessoas a participarem, a liderança a participar. Os colaboradores participarem de uma forma não tão burocrática e tão no dia a dia que permite esse espaço do aprendizado da do estudo, que é muito importante.

Na hora que a gente está falando de de IA, né? E trazer novidades, então acho que é eu carrego no coraçãozinho ali. Gente adorei esse. Case pô, não sabia da assim achei maravilhoso, arrasou, arrasou, fiquei com vontade de entender em detalhes aí os ganhadores e tudo mais. Aí eu vou. Vou deixar para um berrarin nesse índice aqui. Depois dona Fernanda, eu adorei esse episódio, foi um papo leve, solto, como esperávamos que ia ser.

Você escapou de perguntas difíceis aqui pelo caminho, escapou de perguntas criadas pelo meio do caminho, muito boas também. É cara animada animado aí pra acompanhar sua carreira, a evolução toda, essa metamorfose ambulante. Aí que você é que que você achou? Dona Camila valeu a pena. Tudo que eu tinha vendido valeu super. Adorei Né eu conheci só um pouquinho rapidinho a Fernanda num contexto muito diferente, um contexto ótimo também e Hoje

descobri uma ou outra. Fernanda descobriu um Monte de coisa. Aprendi para caramba, adorei suas indicações. Então assim, muito obrigada pelo papo. Eu comecei animada e estou super feliz que a gente conseguiu. Marcar e conseguiu ter essa conversa tão rica? Obrigada gente eu. Amei e fica o convite aí a vocês e a todos os ouvintes que tem um jargão que eu criei em sala de aula e que eu carrego pra vida. Que dúvidas, comentários, crises existenciais.

É só falar, então só me pingar no LinkedIn qualquer coisa que realmente eu eu troco. Ideia muito fácil, então fica aberto aí para quem quiser conversar, olha que maravilha. Essa daí é a dica de ouro do episódio. Sigam a Fernanda, siga a Fernanda lá no. LinkedIn. Galera mais um episódio encerrado com sucesso, segundo com hack lá nas redes sociais. Porque eu sempre esqueço de fazer isso no início fica pro final, mas OK faz parte porque eu sou um péssimo blogueiro, um

beijo no Coração de todos. Até o próximo e último episódio dessa temporada, valeu Fu, obrigada.

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