poema - “tempo” - adélia prado
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e foram. episódio final!
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O conto foi dividido em seis partes, assim como no livro, para que fosse mais fácil o consumo dos episódios. Deixe seu comentário sobre o que achou, se a história tem te tocado ou se conhece algum texto que gostaria que eu lesse aqui ❤️.
Trazendo para cá o que surge no meu caminho, e que me emociona e deixa a experiência de vida mais vibrante. Conheceremos o entrelaçar das vidas de Raul e Saul nesse e ao longo dos próximos episódios.
Gravei há quase um ano e só consigo postar agora. Certamente deveria vir só agora. Numa inquietude que só as madrugadas podem oferecer, eu reviro os arquivos de áudio. Encontro esse, e sou tocado. Comentem por que gosto de saber que há vida por aqui. Nosso espaço. Indiquem textos, o que anda movendo ou comovendo vocês. Chega até mim, mas antes disso escorre de vocês. Escorre de ponta de dedo, de sinapses aceleradas.
Gostou desse episódio? Deixe seu comentário me contando o que você achou <3
Ouçam “Esse Cara” na versão de Bethânia. Depois, se puderem, assistam o filme brasileiro “Tatuagem” de Hilton Lacerda.
recebo poemas de presente, como presente, escritos para mim, escrito para um outro, escritos para dar vazão. obrigado felipe pelo presente! quis compartilhar aqui com vocês, obrigado pela paciência de aguardarem, lambuzemo-nos.
espero que gostem desse episódio :) quem me apresentou esse, especificamente, foi minha analista durante uma sessão na qual eu tinha levado o assunto morte (medo de morrer, pra ser sincero), foi um texto importante pra mim.
Feliz por trazer para vocês as coisas bonitas que eu encontro de repente, pretendo continuar; quero trazer e compartilhar as escritas diversas, as que traduzem os nossos embaraços. Obrigado Levi pela sua sensibilidade e disponibilidade. Viva sua escrita. Pessoal, qualquer sugestão ou feedback são muito válidos :), fiquem a vontade para me mandar um e-mail: estaresmo@gmail.com
Poderia ter escolhido qualquer outro dia, mas já tinha adiado o suficiente, senti saudades de gravar. Então em meio a um resfriado e pouco tempo, peguei o microfone, abri o texto no computador e comecei a conversar com quem me escuta aqui. Obrigado! Se quiser me enviar uma sugestão para o podcast ou um texto para os próximos episódios, por favor, não hesite. Email: estaresmo@gmail.com
Meu tombo é o tropeço no monte de coisa que virei, que vi, que achei. É olhar o que não quero ver nunca porque adiei semana passada, ano passado e a vida inteira. A poeira embaixo do sofá. Primeiro eu caí, e então levantei mais pronto e atento, ou menos. Cores, céus, flores, tintas, espaços, pessoas. 01:48, boa noite!
“A galinha é um ser. É verdade que não se poderia contar com ela para nada. Nem ela própria contava consigo, como o galo crê na sua crista. Sua única vantagem é que havia tantas galinhas que morrendo uma surgiria no mesmo instante outra tão igual como se fora a mesma.” Gostou do podcast? Eu ficaria muito feliz se você me mandasse um feedback ou sugestão de melhoria ou algum poema/conto/trecho que quer escutar aqui, meu e-mail é estaresmo@gmail.com, aguardo você ;) E ahh não esquece de compartilh...
“No poema “Preparação para a morte” podemos observar o que Manuel Bandeira pensava da vida e a sua ideia de Deus, isso porque como já foi dito antes esse poema fragmenta os milagres, os pequenos e os grandes e nos leva a refletir se há algo superior e é exatamente isso que Bandeira pensa sobre a existência de Deus, ou seja algo incompreensível que habita nos minímos detalhes, como disse em sua última entrevista ao jornalista Pedro Bloch publicada na revista Manchete, em 1964: “Espiritualmente… m...
Clarice. Sugestões de temas, poemas ou melhoras por email: estaresmo@gmail.com Vou adorar saber o que você tem a me dizer! :)
A ausência, a fantasia e a delicadeza marcam essa música que ficou famosa na versão de João Gilberto. Na sua voz, acabou sendo considerada o marco fundador da Bossa Nova. E hoje me aventurei a recitar essa obra-prima de Vinicius, espero que gostem :)
Amores até se vão, mas resquícios de sentimentos podem ficar: a saudade, o desejo, a raiva... O que diriam esses olhares cruzados?
O céu estrelado é fonte de inspiração para grandes artistas, de Olavo Bilac à van Gogh. Esse soneto faz parte da coleção de sonetos “Via Láctea”. São versos apaixonados de quem dialoga com as estrelas.
Se acostumar... à rotina, ao hábito, ao cronograma, e então tudo passa muito rápido ou muito devagar e ameaça nossa percepção de vida. O poema é lindo, salve Marina. Quer me indicar um poema, ideia, livro, filme...? Pode me mandar no e-mail estaresmo@gmail.com
Gostou desse episódio? Tem algum texto que você gosta muuuito, e queria ver aqui? Me manda um feedback pelo meu e-mail, vou ficar muito feliz <3 estaresmo@gmail.com
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Sofrer nos faz artistas? Ou seria aprender a sofrer? Essa “arte”, que é tema do poema, hora ou outra chega, e incomoda. Quem gostar, e quiser mergulhar um pouco mais, assistam o filme “Flores Raras” (nacional viu?! bora apoiar), que narra um pouco da história da escritora.