Nos IEC, Canas, boa noite, boa tarde, bom dia, porque vai depender do fuso horário onde você se encontra e vai depender também para aqueles que assistem depois.
O horário que você estiver sintonizado no nosso canal youtube.com, barra espiritismo com Kardec está aí o nosso aviso de sempre para que você possa se identificar quando faz algum comentário ou alguma pergunta, de modo que a gente possa identificar você no mesmo momento em que você intervém e participa dessa nossa live os embalos de sábado à noite estão.
Começando. E hoje nós vamos tratar de um tema que é muito importante para a ambiência espírita e que nem sempre é convenientemente explicado e entendido o tema de hoje é voluntariado espírita, Caridade ou proselitismo? Então, nós temos aí 2 Vertentes, 2 opções, 2 alternativas, e teremos a oportunidade de transitar por esse tema.
Abordando as questões que envolvem a filosofia espírita, as consequências Morais dos trabalhos espíritas e, sobretudo, o envolvimento de cada um na chamada ambiência do movimento espírita, principalmente no campo das instituições reais das instituições do mundo real, as instituições do mundo físico, os centros espíritas em geral, que realizam atividades de assistência social.
Pois muito bem, vamos iniciar a nossa live com 2 citações de Allan Kardec para dar o pontapé inicial dessa nossa conversa muito interessante da noite de hoje. A primeira expressão de Allan Kardec está contida na. No número de julho de 1862 da revista espírita, no artigo chamado o ponto de vista, Kardec diz assim, a vida corpórea é necessária ao espírito. Ou a alma? O que é a mesma coisa para que possa realizar nesse mundo material as funções que lhe são designadas pela providência?
É uma das engrenagens da Harmonia universal. A atividade, que é forçada a desenvolver nas funções que exerce, sem suspeitar, crendo, agir por si mesmo, ajuda no desenvolvimento da sua inteligência e lhe facilita o adiantamento. E aí vem um trecho nessa dissertação que é o que eu gostaria de chamar a atenção. Kardec diz assim sendo, a Felicidade do espírito na vida espiritual, proporcional ao seu Progresso e ao bem que pode
fazer. Enquanto o homem disso resulta que quanto mais importância adquire a vida espiritual aos olhos do homem, mais ele sente a necessidade de fazer o que for necessário aqui na Terra para garantir o melhor lugar possível no mundo espiritual. Em uma outra dissertação anterior, em dezembro de 1861, no texto chamado organização do espiritismo, Kardec vai dizer assim.
Aos que têm a coragem de sua opinião e que estão acima das mesquinhas considerações mundanas, diremos que o que tem a fazer se limita a falar abertamente do espiritismo, sem afetação, como de uma coisa muito simples e muito natural, sem pregá-la e, sobretudo, sem buscar nem forçar convicções nem fazer prosélitos a todo o custo. O espiritismo não deve ser imposto, vence a ele. Ou seja, vence ao espiritismo porque dele se necessita e porque ele dá o que não dão as
outras filosofias. Dito isso, vamos trazer para a bancada mais fraterna, mais alegre, mais democrática, mais polêmica da internet espírita Brasileira e mundial. A nossa convidada desde manzano, bem-vinda, Deise. Nossa, que gostoso está aqui com você. O aniversariante de ontem está aqui nos recebendo e é uma Alegria muito gostosa estar aqui com vocês, a Cláudia, ela nos bastidores e mais 2 meninos aí que estão nos ajudando e junto
com a martinha também. Então nós vamos ter uma noite muito agradável, ou manhã ou tarde. Como disse o Marcelo, mas estaremos aqui com muito carinho. E se vocês quiserem perguntar alguma coisa, o Marcelo está aí para responder. Eu só perguntas, eu só o que assim do posso e joga além.
Mas muito bom contar contigo mais uma vez desde adentro, já é uma embaixatriz do ECK, porque divulga o nosso trabalho, as nossas iniciativas e já esteve outras vezes aqui na nossa bancada, então é muito importante termos aí esse intercâmbio fraterno com a Daisy, com o pessoal do centro espírita irmão x ampliando os nossos caminhos e trazendo para mais perto de nossa afeição de conviver com grupos com instituições que têm. A mesma filosofia que nós, que é
o espiritismo, seja bem-vinda. Temos certeza que vamos ter aí umas 2 horas de um bate-papo muito agradável. Há desde é cursos de licenciatura em história. Atuou em uma instituição bancária e uma empresa na área administrativa e financeira, é conselheira consultiva do centro espírita irmão x, na cidade de São Paulo, e atua como facilitadora em grupos de estudo. Atua também como comunicadora na rede Boa Nova de rádio.
De televisão e também na TV mundo maior vinculado aí, a fundação espírita André Luiz, a fiel nossa, também companheira já de longa data. Vamos então chamar a debatedora da noite a nossa querida Marta. Novis vem para cá, Marta. Oi. Tudo bem, é sempre uma Alegria estar aqui com vocês, né? A gente sempre sai daqui renovado, aprendendo muita coisa, né? É, eu só tenho a agradecer, né? Por estar hoje aí na companhia de vocês, na companhia da Deise, né?
E como ela falou, quando as perguntas vierem, a gente manda tudo para Marcelo, é isso aí. Ô Marta, tu tá sem imagem, filha. Não. Está está aqui, o Breu está aqui. A trégua, como diz outro, vem agora a tela e agora também continua do mesmo jeito. Quem sabe você consegue sair e entrar? Tá bom, vou sair vendo. É desde tu estás vendo? A mata é não? Então tá. É, tem que ver se na Transmissão está aparecendo. Né? Pra mim ela saiu, já tá entrando, né?
É desde não aparece bom, vamos, então é falar um pouquinho sobre a Marta, né? Que é graduada em letras pela Universidade Federal Fluminense em administração de empresas pela unesa, também é pós-graduada em gestão estratégica de pessoas pela fundação Getúlio Vargas. Atuou até recentemente no setor financeiro de uma empresa de
transporte de cargas. Quando se aposentou, foi também funcionária da Varig. Viações aéreas Rio Grande, por 32 anos, e atua no grupo espírita Francisco de Assis, o Jeff amp, também nosso parceiro em Niterói, na cidade Fluminense, no Rio de Janeiro, é membro do conselho de gestão do ECK. Agora sim, Marta, agora nós estamos vendo você em espírito e verdade.
Beleza, então é isso, minha gente, apresentadas as nossas convidadas hoje é uma bancada feminina, A Exceção apenas do moderador, sabe que esses dias a gente estava divulgando as nossas livres. Um dos grupos que a gente participa aí no Facebook e uma pessoa diz assim, mas essas livres de vocês não tem nenhuma uma face feminina. O que é isso aí? Eu disse, não, às vezes a gente coloca mulheres, às vezes a gente coloca mulheres e homens, depende muito do tema, da disponibilidade das pessoas.
Hoje, felizmente, conseguimos então juntar 2 mulheres vibrantes, 2 mulheres atuantes no movimento espírita, com vozes Fortes nos seus movimentos, respectivamente, e que vão também trazer a sua Alegria, a sua simpatia, a sua coragem, o seu entendimento, a sua iluminação espiritual. Aqui para nossa live do ECK, então vamos começar começar pela desde fazendo uma pergunta, eu vou alternar entre vocês as as suas questões. Às vezes vou fazer a mesma questão para as 2. Né?
Para que a gente possa ir diversificar bastante a nossa atuação. Gente, especialmente desde. Fala Sério, Deise. Então você é uma voluntária ou aqueles que nos ouvem nos assiste? Você é um voluntário na instituição espírita, certo? Então por que você é um voluntário da da, da atividade espírita, dos trabalhos espíritas? Mas, antes de responder, pense um pouquinho a respeito. Você é um voluntário espírita por você ou pelos outros? E aí, Daisy. É Marcelo é realmente de pensar,
né? Porque assim, nós, quando entramos em qualquer religiosidade que tenha alguma assistência social, espiritual, alguma coisa por se fazer. As primeiras coisas que a gente pensa e a gente olha uma pessoa comentando sobre o evangelho, fazendo alguma oratória, ou então aquele aquela confraternização, aquela orientação, né? Para se tornar um passe na casa espírita, alguma coisa assim, ai eu quero ser isso. Então? Nós já direcionamos o nosso
pensamento. Para alguma coisa que já te chama atenção, então você faz uma escola, faz um curso, faz alguma coisa assim e vai atuar. Quando você vai atuar? Eu Acredito. E tu, porque é isso que eu vejo e vi durante muitos anos. Eu fiz um a escola. Como expositora do preparatório? E muitos alunos. Gostariam de? Há eu quero ser x orientador expositor. Alguma coisa assim?
E acabam fazendo ou não, mas quando entram para fazer, eles tem um modelo, uma pessoa que olha, eu gostaria de fazer aquilo que aquela pessoa está fazendo. Mas ao começar. A fazer? Eu vou vou dar 11 chupadinha de balde aqui, Marcelo. E depois eu passo aí pra pra Marta, porque é o que eu vi durante anos e anos no departamento, onde atuei por quase 30 anos. Departamento de ensino. Quando aquela pessoa faz o curso de expositor para ser um
expositor ou mesmo. Quando não, não, não tinha feito ainda. E depois traz. Nós percebemos assim, no curso. Ele faz bonitinho, ele faz aquelas lições de casa, eles fazem tudo bonitinho na hora de dar a aula na aula. Na hora de expor. O ego fala primeiro. Eu sei, então aquilo que eu aprendi, eu vou deixar de lado e eu vou falar o que eu acho, não o que a doutrina está passando. E nós, infelizmente, vamos tendo uma bola de neve onde as pessoas. Acabam deixando de estudar a doutrina.
Quando está num patamar onde se se visualizou num tempo? Então, se eu faço por Caridade. A mim? Ou Caridade a outra pessoa, eu acho que a primeira é a mim mesmo. E isso é o que nós fazemos, não é porque eu eu vi isso. É que eu estou me tirando de lado, não porque AO nosso ego ainda. É muito grande, então nós colocamos OAA nossa energia, o nosso. Modo de fazer a sua vontade SE toda aquela, aquele potencial de estudo e tudo mais. Você coloca primeiro lugar, é você que está fazendo.
Você tem toda uma ajuda de espíritos encarnados e desencarnados, mas quando você vai fazer, você faz primeiro por você. Deu uma travadinha na imagem. Isso. Ela travou, eu não estou escutando, ela não é? Acho que sim. Vou dar uma compensada nisso aí. Marcelo, claro que sim. É, eu acho que. Eu acho que quando a gente entra, né? Dentro do movimento espírita, a gente já é é em direcionado a ser otário. Eu acho que fica aquela questão assim, né?
É na maioria das casas, né? A gente vê, a gente teve a pouco tempo fazendo regulamento, é regulamento interno. É do centro, né? A questão das tarefas, né, regulamentando? E uma coisa que a gente nota, né? Na maior parte dos centros é que a pessoa precisa estudar. Eu acho fantástico, né? Ela precisa. É assistir a uma palestra pública, mas o que eu acho interessante é questão de ser, né? Um voluntário de abraçar uma
tarefa dentro da casa espírita. Então eu acho que quando a gente entra, a gente já é direcionado para isso. Agora eu penso também, eu não sei, Marcelo, se quando a gente se. É se voluntaria, né? Pra uma tarefa a gente está pensando em conseguir adeptos, né? Não, não sei se é isso, mas eu acho que essa pergunta que você fez, né? Essa questão de se eu tô pensando em mim, né? Ou naquele que precisa. Eu acho que até de forma
inconsciente, né? Inconsciente ou até consciente, eu acho que tem essa coisa assim, sabe Marcelo, de às vezes você não está. Né? Com vontade mesmo de ir naquela atividade naquele determinado dia, né? Mas tem aquela coisa, né, de? Não, eu vou EE não é nem é pelo outro, né? Não, ó, nós vamos visitar um hospital. Não estou com vontade de hospital hoje não, não. Mas eu me obrigo aí e essa obrigação, né? Não é nem em função daquela pessoa, né, que está lá
aguardando a nossa visita. Eu acho que essa obrigação muitas vezes é aquela que a gente tem para com a sociedade, para com a gente mesmo. É aquela sensação assim, ai não. Pronto, fiz aquilo que eu tinha que fazer. Fiz a minha parte, né? E aí, essa coisa que é tão entranhada, né? Dentro do movimento espírita, nessa questão de fora da Caridade. É, não há salvação, né? Quer dizer, não, não.
Se a gente trouxer atualizar um tempo é, eu acho que esse conceito também de Caridade, que a gente introjetada desde que a gente entra no movimento espírita é muito equivocado, né? Porque a gente está sempre pensando em apagar incêndio, né? Então EEE é uma coisa importante. Quem tem fome precisa do alimento. Quem tem frio precisa do agasalho. Mas é não se pensa numa coisa macro, né? Em alguma coisa que a gente possa fazer e que de alguma
forma a gente vá devolver, né? A gente vai devolver aquele indivíduo para a sociedade. A gente vai dar dignidade a ele, né? E a gente entende, né, que a Caridade é isso, é a gente viver apagando incêndio, viver apagando incêndio e é uma coisa assim, é muito mais ampla, né? Mas aí depois a gente fala, né? Eu separei umas coisas aqui de Herculano também, né? Onde ele fala, né? Sobre esse assunto também, mas em princípio, que eu queria deixar isso, né? Que esse voluntariado ele é
realmente muito entre aspas, né? Porque eu não sei se quando a gente se voluntaria é alguma coisa obrigatória, porque na verdade a gente quer ficar como os demais ali, daquela comunidade, né? Se se é por conta dessa questão de de Caridade que também, né, é introjetada na gente. Ou se a gente realmente está fazendo aquilo com o coração aberto, né? Porque a gente quer realmente fazer aquilo ali. Esse é o ponto fundamental da discussão dessa primeira questão e que vocês abordaram, com
algumas nuances diferenciadas? Mas exatamente esse ponto, como que nós reagimos? Como é para nós a atuação voluntária, né? É me lembro nos diálogos aqui em casa, eu, minha esposa Júlia e nós temos formação espírita desde a idade ali de infância, no caso dela, adolescência. Pré adolescência, no meu caso, nós fomos formados dentro do
tradicionalismo espírita. É aquela ideia religiosa, aquela ideia de obrigação ter que ir na casa espírita por obrigação não poder faltar, faltar só em situação muito esporádica de uma doença, de uma impossibilidade material, et cetera, porque aquilo era um compromisso obrigatório. Isso está no DNA da formação do espiritismo no Brasil, porque nós adotamos essa postura excessivamente religiosa. Agora, vejam as palavras de Kardec, né? A Felicidade na vida espiritual dizê-lo.
Na revista espírita de julho de 1862, como nós transcrevemos, no início ela é proporcional. Aquilo que nós fazemos na Terra e nós devemos dizer ele fazer na Terra algo que nos propiciem futuramente condições melhores, então isso, de certa forma, é um pensamento e goico é fazer o bem, pensando primeiro em nós e depois nos outros. Né? Agora, o que vai variar a modulação disso é quando você deixa de tratar aquilo como o caminho para o céu. O caminho para uma condição espiritual melhor.
E se concentra no bem que você está fazendo para os outros, e aí a consequência vai ser o seu próprio Progresso. Não sei se é. Entenderam bem a diferença no
início você começa fazendo bem. Você começa trabalhando no voluntariado espírita, preocupado em si mesmo, em se melhorar em angariar melhores condições e angariar boas companhias espirituais Inter futuramente, uma condição nessa vida ou em outra, melhor pelo bem que você prodigalizou aos outros, mas depois disso acaba não sendo mais o essencial, porque você se conviveu, você achou dentro de si.
A motivação para o trabalho, mas em função de estar feliz pela Felicidade dos outros, isso não é só no voluntariado espírita. Isso não é na vida em geral, né? Você vai acabando. Mudando é a convicção que você tinha a respeito das questões relacionadas ao fazer. Ao ser voluntário e aos benefícios de que disso resulta para você? Enquanto voluntário espírita há desde deu uma caidinha. Daqui a pouco ela está voltando, mas. Marcelo não deixa, eu só deixa. Eu só resgatá-la, Herculano
aqui. É nesse curso, nesse livro, curso dinâmico de espiritismo, o grande desconhecido, né? Quando ele fala que eu, eu acho que tão profundo, né? Cada espírita, ao aceitar e cumprir, render a grandeza da causa espírita e sua finalidade Suprema. Que é, que finalidade é essa? A nossa transformação moral, social, cultural e espiritual do nosso mundo assume um grave compromisso com a sua própria consciência. Então, a questão está exatamente em a gente entender o que que
essa finalidade? E muitas vezes, né? O aliás, eu acho que a grande maioria de nós não entendi isso aí, né? Então fica uma coisa muito rasa, né? Fica uma coisa muito superficial, a gente não entra realmente nessa finalidade Suprema, porque só quando a gente conseguir realmente mergulhar nisso, a gente vai estar entendendo. Como diz Herculano, a grandeza da doutrina espírita. Muito bom, muito bom trazer o professor Herculano para esse nosso diálogo e a antevisão do Herculano.
Desde a década de 50 e em projetar o que nós estamos vivendo hoje, né? A nossa realidade atual de participação social ativa no sentido de colaborar, como Kardec dizia, para para o desenvolvimento da sociedade em geral. Vamos lembrando Kardec, vamos para a próxima pergunta, e aí eu começo com a Marta e depois alterno com a Daisy. É Marta, nós temos um bordão, uma máxima no espiritismo, que é praticamente um cântico de
louvor, não é? Ele é entoado em 10, entre 10 instituições espíritas do nosso Brasil e provavelmente também nas instituições espíritas de fora do país. Nós temos uma audiência qualificada na América do norte, na Europa e na Ásia. Neste momento, na Transmissão da nossa live pelos canais já informados. Então Kardec estabeleceu uma máxima. Chamada fora da Caridade não há salvação.
Veja fora da Caridade o voluntariado do espírito é, tem tudo a ver com a Caridade, não há salvação, não é aquela salvação da igreja, não é aquela salvação religiosa, é salvação no sentido de alcance de condições melhores de Progresso. Isso está bem explicitado em o evangelho segundo o espiritismo. Essa condição da Caridade envolve, fomos sabemos, o amor ao próximo, o acolhimento, a atenção, a solidariedade, que passam a ser. Por isso, a Pedra de toque das
relações humanas. Segundo a visão espírita e do próprio Progresso da humanidade, não é o Progresso individual e o Progresso coletivo, mas ele também. Kardec salienta que essa Caridade deva ser totalmente, dizem. Interessada para ela ter validade para ter o valor espiritual que o espiritismo projeta nas nossas consciências. Então a pergunta é a seguinte, Marta, dentro dessa ideia de que a Caridade deve ser
desinteressa? Nada como associar esse desinteresse que está previsto no capítulo do evangelho, com a ideia de convencer os outros acerca da nossa verdade ou da nossa leitura espiritual espírita dos fatos. Não parece incoerente essa essa postura? Ou seja, eu vou fazer a Caridade de uma forma desinteressada. Eu vou fazer a Caridade por causa da Caridade, pela ajuda, pelo atendimento, pelo acolhimento.
Eu não estou querendo com a Caridade tornar as pessoas espiritas como eu. Sou espírita, você não acha que há uma incoerência nessa questão? Com certeza Marcelo é até né pra gente pegar, né? É nesse conceito de Caridade, né? A gente tem que lembrar sempre que é quando Kardec fala de Caridade, exatamente isso aí que você falou, né? É a relação com o próximo, só que pra gente essa questão de Caridade virou assistencialismo, né?
É aquilo que eu falei anteriormente, aquela questão que está sempre apagando incêndio. E quando a gente sabe, né, que quando o Kardec se reporta, né? AA Jesus, né? Como Jesus entendia isso? Que que ele fala exatamente a benevolência. Indulgência, perdão das ofensas, então a gente observa que é sempre na relação com o outro, como você bem falou. Por outro lado, que a gente observa isso, é uma coisa que sempre me me incomodou muito. Na casa espírita, essa questão
de, por exemplo, não é? Eu vou dar uma cesta básica, mas para eu dar essa cesta básica, eu preciso divulgar o espiritismo, né? Então, quer dizer, na verdade, eu não estou respeitando, né? A opção do outro, então, é que incêndio é esse que eu estou pagando, né? Que é assistencialismo, né? Vamos, vamos falar dentro dessa questão do assistencialismo, né? Se é aquilo que a gente se propõe, que a gente entende como Caridade.
Que assistencialismo é esse, né? Que eu digo que eu estou fazendo pelo outro que eu não tenho menor interesse, que ele seja espírita, mas, por outro lado, ele para receber aquela cesta básica, aquela mãe, né, que vai na obra do berço, que todas as casas espíritas têm elas primeiro, elas precisam é assistir uma palestra, né? Que hoje, por exemplo, lá na minha casa, né? Na casa que eu faço parte,
graças a Deus, né? Esse conceito mudou e eu tenho visto que hoje as palestras oferecidas para gestantes. Tem muito mais a ver com a gestante, né? Com aquele estado, como é que vai ser a relação com o filho, com um bebê? Então o médico acho fantástico, né? Porque você AA maior parte, né? Dessas pessoas é evangélica, então você você vai falar, né? Da de uma coisa que é completamente contraditória, né? Sem falar que para eles não é espírita, já é demônio, né?
Então é que eu eu penso como você, né? Quer dizer, realmente. É uma incoerência. A gente fala uma coisa e Kardec, o tempo inteiro está dizendo que a gente não tinha que fazer, é proselitismo, né? O professor Herculano, ele bate nessa tecla também, né? Na importância da gente fazer. Pelo outro, e não está pensando em angariar, né? Mas pessoas pro centro, então você vai fazer uma visita ao hospital, mas você tem que dar passe em todo mundo. Não.
Graças a Deus, como a gente fazer essa tarefa também. E era uma tarefa da qual eu fazia parte e sempre a pessoa que estava coordenando. Por isso eu posso falar, né? Ela perguntava, então era dito que a gente perguntava a pessoa se ela gostaria de um passe. Ela disse que não era não, mas a gente vê, né? Outras instituições em que isso aí é feito naturalmente, então está lá, você vai dar o passe. Quando na verdade, não pode ser assim, né?
Se a doutrina prega o tempo inteiro, o amor ao próximo, né? E se ela fala de benevolência, de indulgência, de perdão, como é que a gente pode querer imputar ao outro, né? Obrigar o outro a pensar como nós tá errado, né? Na verdade, não é por aí. Vamos colocar um pouquinho da tua colher nessa nesse angu, desde a tua experiência.
Aí é no irmão XE. Em relação a essa situação de você atender o necessitado, seja dentro da instituição, seja visitando com uma marca bem, colocou nas aqui em Florianópolis também teremos a Júlia até escreveu a pouco a experiência nossa durante muito tempo na Mocidade e de atender o pessoal de rua, levar sopa, levar mantimentos, né? É e eles perguntavam pra gente, não vai ter Pace, não vai ter reza, não vai ter. Hoje não tem oração, está aí
AAAO depoimento da Júlia, né? Desvincular essa situação é é muito importante para não ofender. A crença, o pensamento, a intenção, a forma de entendimento da vida, do universo, daquele que está sendo assistido. Não temos que pensar também nisso. Como é que é a tua experiência nesse sentido? Daisy é Marcelo, você e a Marta abordarão realmente coisas importantíssimas. Eu mudei aqui, não sei se se está tudo bem, porque eu estou
agora no celular. A minha internet estava caindo No No computador, então eu dei uma. Travadinha aqui e fui pro celular. E então eu não estou enxergando absolutamente nada de pergunta nada, porque tudo pequenininho, meu Deus do céu? Bom, quanta a incoerência. Não é de se aplicar o proselitismo, é aí que está o proselitismo. Nós vamos doar alguma coisa, mas você é obrigado a ouvir o evangelho e a tomar um passe. Isso realmente é fazer. Né? Proselitismo coisa que Kardec.
É ponto, ou isso? E nós temos isso na no livro dos médiuns a respeito do método, é o capítulo 3. Do livro dos médiuns, ele fala sobre o método de como nós vamos abordar. A respeito do espiritismo? Muita gente não é espírita? E nós vamos apresentar o espiritismo? Sim, é uma das coisas que nós, quando estudamos, nós queremos passar, mas nós temos que passar para aqueles que nos pedem. Na escola, num antes de um
passe, alguma coisa assim. Agora você é é fazer essa junção de assistência social com a assistência religiosa espiritual. Vamos chamar de religiosa, né? Porque muitos vêem assim. E realmente nós, nesse capítulo, nós vamos é entender direitinho. E Kardec aborda uma coisa muito importante. Só para finalizar, o que você e a Marta estavam falando? Falei ai, tomara que eu falo um pedacinho aqui eu também sobre isso. O Kardec fala antes de fazer a pessoa se tornar espírita.
Você tem que abordar a essa pessoa, ser espiritualista. Acreditar. Que é, não é só esse corpo, então não adianta. Nós queremos abordar o espiritismo, fazer aqueles discursos lindos, maravilhosos. Para quem é espírita. E conhece o que você está falando agora, a pessoa que não conhece e nós queremos
apresentar. Nós temos que apresentar a essa pessoa o que é espiritualismo, fazer com que ela, aquela pessoa sinta que ele tem uma alma, que ele tem um espírito que aquele corpo é vai perecer, mas a alma vai continuar. Então essa é a verdadeira importância. De nós aplicarmos o que nós conhecemos sobre o espiritismo, não é? Fazer é em empenhar com, com aquela ânsia de vamos fazer todo mundo virar espírita, que não é
assim. Nós sabemos é que temos que ter respeito e esse respeito agora é, até por lei. Nós no Brasil somos um. Uma pátria laica, apesar de que nós temos muitas discussões sobre religiosidade, mas o nosso país é laico e se nós aplicarmos o proselitismo na religião? Ainda por lei é passável. Eu estava. Você é advogado, né? Marcelo? Então, eu estava estudando sobre isso, então, por lei, é passável aplicar esse proselitismo na religião. O que eu fiquei assim meio boca abrida, né?
Eu pensei que esse proselitismo na religiosidade também era punido, né? Mas não. Então é muito importante que Kardec fala, e se nós pudermos estudar um pouquinho o livro dos médiuns no capítulo 3, nós vamos sentir o como nós devemos abordar as pessoas que não são espíritas, porque quando nós falamos em torná-la espiritualista. Vidas, parece que a gente nem é espírita, mas muito pelo contrário, nós estamos respeitando aquele ser que está vindo até nós.
Muito bem, é esse. Esse pequeno é laço ou essa pequena linha demarcatória entre o que é propaganda da sua fé, da sua religião, o que a gente chama de proselitismo. E o preconceito religioso, a imposição de crença ou a minimização, ou diminui, são da crença do outro. Essa linha é muito tênue. No primeiro ponto, nós estamos dentro da lei, cada um pode fazer propaganda da sua fé, porque nós vivemos num país onde a Liberdade religiosa é
constitucionalmente garantida. Agora, a partir do momento em que vão ser, usa a sua religião para diminuir, para achincalhar, para. É criar embaraços para a religião do outro. Aí nós já estamos dentro do patamar da criminalização de condutas. Essa é uma diferença que tem que ficar bem Clara e que nem sempre as pessoas respeitam, inclusive os espíritas, né? Nós temos visto alguns espíritas, que é de uma certa forma, não é em rede social, mas às vezes em diálogos.
Às vezes ele vem em alguns eventos, ridicularizam a religião alheia, né, o que está completamente fora de qualquer. Parâmetro kr desse ano, né? Que, acima de tudo, Kardec trabalhou com as questões Morais. Trabalhou com o envolvimento das ideias espíritas com as religiões tradicionais, mas jamais. E o exemplo clássico disso é o livro o que é o espiritismo?
Onde ele dialoga com o religioso de uma forma elegante, de uma forma respeitosa e entendendo que a visão do outro é decorrente da intelectualidade e da compreensão do outro. E isso é um direito espiritual inalienável. Queria pedir pro pessoal da produção colocar um comentário do Pedro Maravilha a respeito dessa questão do proselitismo na assistência social, em que não é possível fazer qualquer tipo de barganha, né? Diz ele.
É, nós temos que apresentar o espiritismo com um jogo de cartas com elas viradas para cima e mostrando tudo para todos, cabendo a cada um escolher, saber, decidir se irá ou não jogar o jogo sem proselitismo e sem barganha. Aí eu quero apenas trazer um depoimento da minha realidade aqui na grande Florianópolis, em Santa Catarina.
Avião. 2 ou 3 instituições espíritas que eu fazia palestras e essas palestras eram no final de semana, geralmente nos sábados à tarde em que coincidia com o dia de distribuição de mantimentos, de cestas básicas, de agasalhos etc. O que que faziam os dirigentes das instituições? Colocaram os necessitados todos para dentro da da reunião da atividade do centro, né? Do salão de palestras, fechavam a porta a chave, as pessoas tinham que assistir a palestra
para depois receber. O donativo, a cesta básica, o agasalho, é os outros elementos que eram doados naquela ocasião. Então, isso aí é exatamente o contrário daquilo que Kardec preconizou. Tem uma cena clássica, né?
No filme Kardec, a história por trás do nome em que ele ia me eles tão na calçada, próximo à sua residência, distribuindo donativos para os necessitados daquele período muito difícil da Europa e da França. De metade do século XIX, em nenhum momento você vê Kardec com um folheto na mão com um exemplar do livro dos espíritos, é oferecendo ao mesmo tempo que os donativos, ou seja, eles separavam a questão ideológica da questão assistencial. E nós, espíritas, temos que
tomar esse exemplo. Se nós vamos utilizar o ambiente da casa espírita para fazer a promoção social, a assistência social, a Caridade material que nós jamais vinculemos, isso com a filosofia espírita. Porque se não, a pessoa vai ficar sujeita ao entendimento espírita, no recebimento do nativo. E aí nós estamos verticalizando a relação. Ele é um necessitado, eu sou quem tem os os donativos, os bens. Ele vai sempre ser colocado numa situação de dependência e de
inferioridade. Quando a Caridade, como ensinou Jesus, e como exorta o espiritismo, é uma relação horizontal onde você faz o bem, considerando o outro como seu irmão, como igual, isonômica, amente. Neste momento na balança. Da vida material, ele pode estar abaixo de você, mas na questão espiritual e será sempre
isonômica. Amente considerado e a nossa função é diminuir essa distância, esse apto em termos materiais que estamos nós e aqueles que naquele momento estão dependendo da Caridade da assistência. Diga lá, martinha. É que você falou, você citou o livro que é o espiritismo. E realmente, Kardec, quando conversa com um crítico, né? Tem tem esse diálogo com crítico. O crítico pergunta Pra Ele, né? Mas vem cá, você não procura fazer pros ele?
E ele diz o seguinte, mas pra quê que eu vou fazer prosélito, né? Pra que eu vou gastar meu tempo com quem? Com quem não quer? Então, ele fala da importância, né? De nós EE nisso, o professor Herculano também fala, né? Nesse livro, o centro espírita é a mesma coisa. Eles dizem que a gente o que a gente deve fazer sempre que alguém se mostrar interessado na doutrina, que a gente possa esclarecer essas pessoas, que a gente possa conversar, que a
gente possa, né? Levar a eles conhecimento, né? Agora que a gente fazer isso com quem não quer, é pura perda de tempo. Então diz isso, Kardec aqui. Para o cético no livro que é o espiritismo e o professor Herculano. Nesse livro o centro espírita, ele fala sobre isso, né? Quando ele está falando ali, né? Para os dirigentes dos centros espíritas. Muito bem lembrado, eu vou pedir pra produção colocar aí na
lousa, colocar na nossa tela. AO questionamento da Luiza Marques, que é muito oportuno para isso, que a gente está conversando. Olha só o que que ela diz? Mas, naturalmente, pelos nossos procedimentos, pela nossa atitude, já não seria fazer proselitismo ou então, pelas nossas atitudes, a gente já não cumpriria a função. É, é espiritual e espírita do que ainda ter que fazer proselitismo no sentido de convencer os outros.
O que que vocês acham? É. É, desde e Marta. É a propaganda espírita. É Kardec falava assim, eu acho interessante, porque nós não usamos essa linguagem, mas ele falava sobre a vulgarização da doutrina dos espíritos. Tornar. A doutrina dos espíritos no lugar em todos os ambientes, então a vulgarização. Trazer o espiritismo. Aonde for aonde nós formos perguntados ou.
Em algum curso ou na casa espírita ou fora da casa espírita, nós não vamos ser espírita somente na casa espírita, o que vai nos fazer realmente espiritas são as nossas atitudes, principalmente no lar. Na no trabalho é nos ambientes onde nós frequentamos, Na Na fila do mercado, onde aparece 12 carrinhos e não tinha nenhum. Isso vai nos fazer realmente é pensar em atitudes espíritas e
isso é, é se for nessa. Nessa linha de raciocínio, fazer prosélito, isso é tornar a doutrina dos espíritos. É uma propaganda por nós, pelas nossas atitudes, pelos nossos estudos em cursos dentro da casa espírita. É sim. Nós vamos fazer, mas não aquele prosélito de é mexer com a cabeça das pessoas, porque as pessoas que fazem o prosélito são pessoas.
Que são muito carismáticas, que elas realmente procuram absorver e trazer aquela pessoa para o seu pensamento, seja na religiosidade, seja na política, seja onde for, são pessoas. Simpática são pessoas carismáticas, onde é elas prendem a atenção, então existem todo um método para se prender a atenção para se ganhar votos para se ganhar. Prosélitos, para se ganhar seguidores, então nós. Queremos seguidores da doutrina dos espíritos. É claro que nós queremos. Kardec também queria.
Ele queria que a doutrina se tornasse fungar. Mas no sentido de popular, então, fazer com que a doutrina se torne popular é levar a doutrina aonde nós estivermos, né? Nós não vamos. É num casamento católico, onde nós vamos na igreja onde nós fazemos tudo bonitinho, levanta, levanta, aceita, aceita, ajoelha, ajoelha, faz, nós somos espiritas, mas nós estamos em um outro ambiente. E numa festa onde pergunto vocês, espírita? O que que você faz?
Aonde é a casa espírita que você frequenta e alguma outra pergunta? É a pessoa está perguntando, nós não estamos é trazendo aquilo como não eu sou espírita, eu estou aqui na, na, numa igreja. Eu não vou levantar, eu não vou sentar, eu não vou fazer isso. Isso é falta de primeiro falta de educação, segundo falta de respeito. Então, quando você vai em algum lugar você continua sendo espírita, mas respeito é educação, são sempre. Vai nos seguir, vai seguir a todos.
Em todas as religiosidades? Muito bem. E aí, Marta, como é que fica essa questão em relação à diferença entre o procedimento? O exemplo, como o Isa está colocando e a ideia de ansiedade, inclusive né, de convencer os outros para serem espíritas? Eu. Eu. Eu acho que a gente deve ir além, né? É uma coisa que a gente fala muito, né? E a gente faz exposição doutrinária, né? É uma coisa que a gente fala sempre.
Essa questão de além, né? De dar o alimento da importância, desde abordou isso aí agora, né? Isso é importante essa questão do do, dessa Caridade, né que houve também, né? Como ela falou aí na fila do banco, essa, essa Caridade que é capaz de e não só ouvir, né, mas de olhar? Né? No olho eu gosto muito daquele padre Júlio lancelotti. Tem coisas que ele fala que ficam na minha mente uma delas. É quando ele fala que quando a gente vai é encontrar um morador
de rua. A gente não precisa dar nada. Mas ele diz assim, olha nos olhos dele, né é, eu acho, Marcelo, que além disso né? Que o padre falou que a Deise abordou ali? Eu acho que muito importante também. E aí, mais uma vez eu vou pegar o Herculano pires quando ele fala de solidariedade espírita. É nesse livro curso dinâmico do espiritismo. Ele fala, né? O que que essa solidariedade espírita e a primeira coisa? Ele diz que isso aí não é? É um tripé. A primeira coisa que ele é que
ele aborda. É que a gente é solidário. A gente tem que ser solidário no plano social. Então, amigos, eu fico pensando, né? Que essa questão dessa escuta, né? Dessa Caridade, ela vai muito além. Só que nós aprendemos, né? E quanto mais cedo eu acho que a Deise também, eu sei que Marcelo entrou. É Na Na doutrina, quase na mesma época que eu, eu não lembro. Agora eu entrei 82, eu eu não lembro, mas eu acho que ele foi por aí. A Deise também deve ser. Lena. Eu acho que essas coisas, né?
Da dessa é dessa coisa de diferença social, né? Desigualdade social é política, né? É sempre foi. Foram coisas, né? Foram temas vetados nas casas espíritas. E aí, quando a gente vê o professor Herculano falando de solidariedade espírita e apontando dizendo que é um tripé. E falando, né do cuidado? E como é que a gente tem que fazer mais, né?
Quer dizer, a gente fazer o que pode, mas abrangendo essa questão do social, ele continua dizendo que só envolve todas as criaturas vivas porque, segundo ele, os mundos, eles são solidários e só dessa forma a gente vai conseguir, né? É segundo ele chegarmos, né? A planos CP superiores para que a gente possa se ligar? A Kardec, né?
E para que a gente possa lutar pela propagação do espiritismo, mas esse espiritismo aqui, esse espiritismo em que a gente só não fala em que a gente faz alguma coisa, eu, eu tenho pensado muito e tenho até dividido essas reflexões, né? Em em com alguns amigos é e fazendo aí, né? 16 culpa eu tenho dito que é muito mais fácil. E aí eu pego, né, eu, Marta, né? São, a gente tá todo mundo no mesmo barco, na mesma caminhada. Né? Como é mais fácil para mim, né? É simplesmente ir No No mercado,
né? Comprar alguns itens de de cesta básica, né? De acordo com aquilo que eu posso, eu posso comprar 1 kg, eu compro. Se eu posso 2, eu compro, né? Mas esse esse item, né? Essa coisa da cesta básica ela vai normalmente, né? A gente não sabe nem para quem vai a esse cesta básica, é mais fácil, né? E aí a gente, o que eu tenho me perguntado e tenho dividido, né com os amigos, é isso, como foi o que eu falei no início? O que que eu posso fazer, né?
Pra isso aqui que o professor Herculano está falando, né? Nesse nível, nesse plano social, né? Como é que a gente faz, né? Pra melhorar, né? Pra que as desigualdades não sejam tantas para devolver dignidade às pessoas? E aí eu fico pensando, né, cada um de nós tem um talento, né? Então tem aquele que é bombeiro, tem e aposentado de repente ou não, tem aquele que é professor, tem aquele que sabe línguas, tem aquele que sabe matemática, tem
aquela que é manicure. É aquele que entende de artesanato, mas a gente prefere, né? Apagar, continua apagando incêndio, né? Quer dizer isso eu estou falando dentro do universo de cada um, então eu prefiro continuar comprando os itens para a cesta básica do que a Marta, você fala inglês, a Marta, você fala francês, poxa, ensina essas pessoas, né? Devolve para o mercado de trabalho, ajuda a arrumar um trabalho. Mas qual é a diferença? Não é isso que eu tenho pensado muito.
Qual é a diferença de simplesmente comprar o alimento e entregar na instituição? E ensina inglês para alguém é que quando a gente dá alguma coisa de nosso, a gente já tem que ter entendido uma série de coisas, né? A gente tem que ter espírito de solidariedade, espírito de fraternidade, vontade, tempo e na verdade tempo, né? A gente sempre fala, não é? Mas o ai. Mas eu não tenho tempo, ou então a gente parece que escolhe gastar, né? Aproveitar o nosso tempo.
Com outras coisas, quando, na verdade, Marcelo fez uma situação brilhante no início dessa live falando, né? Que Kardec fala é, menciona a importância, né, da gente tá pensando, né? É na vida Futura, né? Mas a gente está muito aqui agora e a gente quer gastar o ganhar, né? O tempo e a gente acha que ganha tempo, é pegar o nosso tempo e passear e viajar. E mas perder tempo é ensinar aquilo que eu sei para alguém. Eu vou estar perdendo meu tempo e é uma lástima.
E aqui, amigos, eu faço minha culpa nisso aí. Muito bom, muito bom e me veio agora à mente, mata uma expressão do Herculano quando se referia a Chico Xavier e quando ele se referia a Chico, ele nos dizia que nós teríamos, como Chico um dia, né, no sentido de estar completamente sintonizado entre os 2 mundos. Herculano falava de Chico, dizendo assim, Chico é um homem que está com os pés presos à Terra. Mas os seus olhos estão na
direção das estrelas. Essa poesia, exatamente aquilo que nós é. Viemos fazer no mundo, não é isso? Está na fala de Jesus ser no mundo sem ser do mundo, participar do mundo das situações, da nossa existência material, mas ter a clarividência de entender que isso é apenas passageiro momentâneo é um passageiro necessário. É uma condição da própria existência física e do contorno
de provas e expiações. Comissões que o espiritismo nos ensina a respeito, mas a ideia da verdadeira pátria espiritual, da verdadeira vida como sendo o espiritual, ela tem que estar sempre presente na nossa alça de mira, né? E aí eu vou aproveitar a Marta, essa tua fala muito
interessante. Sobre a questão da presença do espírita na sociedade, que era uma das bandeiras do Herculano, sobretudo naquele período de 60 e 70, bem nos anos de chumbo, onde é não era possível muitas das vezes falar diretamente. Não era possível, dentro dos centros espíritos, abordar os temas políticos sociais, mas ele achava sempre um jeito de colocar nas crônicas essa ideia do envolvimento do espírita efetivamente na transformação da sociedade.
Uma pergunta é a seguinte, o fazer para ti, daqui a pouco, AAA desde deve voltar está com problemas técnicos? E aí eu repito Pra Ela. Qual seria o mérito? Daquelas pessoas que se vinculam ao trabalho assistencial espírita, que praticam a Caridade espírita, entre aspas.
Vinculando se a esses trabalhos essa gama de trabalhos assistenciais que nós temos no centro espírita e nas palavras dessas pessoas, abre aspas, estou ajudando os meus irmãozinhos necessitados, fecha aspas, mas essas mesmas pessoas que estão abre aspas, ajudando os irmãozinhos, necessitados permanecem insensíveis às injustiças sociais do nosso tempo, permanecem insensíveis a discriminação de todos os matizes, inclusive. Daquela derivada das condições
de pobreza? Não seria muito melhor a essas pessoas que querem efetivamente praticar o voluntariado? Assistência social a promoção social espírita, participar e promover de grupos e de ações efetivas Thunder, humanistas para tirar as pessoas da indigência e da pobreza, ao invés de apenas estar vinculados a pequenos trabalhos que estão oferecendo o peixe, mas não tem o condão de ensinar ninguém a.
Fazer? As próprias ações para sair daquela condição de indigência, como é na parábola, ensinar a pescar o que é que me dizes disso, Marta? Marcelo, eu trago, é um baseado nisso aí que você acabou de falar, eu trago um exemplo. De uma pessoa espírita? Você com certeza deve conhecer a história, né? Não, não sei se os demais conhecem, por isso falar aqui, né? De Anália Franco, né? A dama da educação Brasileira. Espírita? Professora. Né? A gente sabe que ela. Se formou, né?
Quando aquela lei do ventre livre, ela tinha sido promulgada, né? No No Brasil. Só que chegou o conhecimento dela, né? Que aquelas crianças que estavam sendo libertadas, né? Libertadas, entre aspas, estavam ficando naquela roda, né? Lá na Santa casa de misericórdia, e ela também soube que aqueles é aqueles filhos de escravos. Nas grandes fazendas estavam sendo libertados, né? E estavam acabando por mendigar nas ruas.
O que que essa mulher fez? Ela se mudou para o interior de São Paulo porque lá estavam as grandes fazendas, né? Chegando lá, ela o trabalho dela, né? Ela queria ensinar, né? É essas pessoas, né? Dar educação a eles. E aí tem até um episódio, não é em que uma fazendeira ela, foi alugar um local para para fundar essa escola e aí uma fazendeira Diz Pra Ela que não, não
precisava alugar, né? Ela podia ficar com aquela ali de graça, desde que não houvesse nas palavras da fazendeira, promiscuidade entre brancos e negros. Obviamente que ela não aceitou aquilo ali, né? A metade do salário dela era para pagar o aluguel. A outra, o outro tanto de dinheiro, não dava, né? Pra Ela bancar comida, né? Para aquelas crianças e para para ela mesmo. Então ela não se fez rogada, né? Ela sair e pedir a mim, diga beijo.
Mas uma coisa interessante na obra dessa mulher, né? Quem quem puder, né? Leia, é muito interessante, mas o que eu queria chamar atenção, né, na obra dela. Foi no que ela deixou e olha só o que ela fez, isso aqui que eu achei brilhante, né? Ela fez, né? 71 escolas, 2 albergues, uma colônia regeneradora para mulheres, 23 asilos para crianças com órfãos, uma banda. Eu sempre fico extasiada. Quando eu falo isso. Uma banda musical feminina. Olha Anália, né, descobrindo ali
talentos, né? E fazendo com que aquilo ali acontecesse, né? É, além disso, ela fez uma orquestra, um grupo de teatro, gente teatro. E muitas oficinas, né? De artesanato em 24 cidades do interior da capital Paulista. Mas o que era mais interessante, o que mais interessante na obra dela é que ela não dependeu ela, fez essas instituições completamente independentes. Ou seja, ela queria, né? Que aquelas é instituições se bastassem que não dependessem de outras pessoas para que
continuassem existindo. E ela dizia, né, que o que ela queria era devolver aquelas criaturas para a sociedade. Então, qual foi o grande trabalho, né dessa mulher? Foi o trabalho de devolver dignidade aquelas pessoas de profissionalizar e o intuito dela era esse, era profissionalizar. Então eu fico pensando, né, realmente, como a gente faz pouco, né? Como a gente faz pouco, a gente realmente acha, né? Como o Marcelo colocou aí Na Na pergunta, né?
E é um contrassenso isso, né? Porque a gente realmente continua achando que a gente é aquilo que eu falei, é uma necessidade. É, vamos dar sopa, vamos, vamos dar comida, vamos dar agasalho, vamos a pera aí e o que que a gente faz pra não precisar mais da sopa?
O que que a gente faz pra gente não precisar mais todos os anos, fazer campanha do agasalho, campanha do cobertor, porque a gente sabe que o morador de rua não tem onde guardar, então todo ano é a mesma coisa, o que que a gente faz? Para que isso não aconteça, não precisa mais fazer isso. O que que a gente está fazendo? Qual é a nossa parte nisso tudo enquanto sociedade? E isso é pensar no social, né? O trabalho dessa mulher brilhante é isso aí.
Aí a pergunta fica, Marta, por que você não faz o mesmo? Por que nós não fazemos a mesma coisa? Falta vontade, né? Falta bastante vontade antes de passar a palavra para Daisy, para aquela também. Responda essa questão é, quero complementar a dica da Marta, né? Existem 2 livros espiritas sobre Anália Franco. O primeiro deles é Anália Franco, a grande dama da educação Brasileira, escrito pelo saudoso Eduardo Carvalho Monteiro, pesquisador e
jornalista espírita. E o outro livro é Ana Anália Franco. A educadora, esse é o tempo é publicada pela. Editora, condomínios que tem como uma das autores a jornalista Eliane de Cristo.
Então, aqueles que quiserem procurar é nos sites, vão encontrar essas 2 obras como referências para entender um pouco da grandiosidade dessa mulher e de quanto o seu exemplo deveria ser seguido e como ela faz falta hoje na estrutura do pensamento, do movimento espírita, porque era uma das pessoas, assim como Herculano, que arregaçou as mangas e foi fazer efetivamente, ao invés de apenas divulgar ou fazer
prosélitos. Do espiritismo, então, desde dentro dessa ideia aí que nós colocamos, né? Vamos ajudar os irmãozinhos necessitados, diz aquele trabalhador que se vincula ao assistencialismo ou ao voluntarismo das instituições espíritas, enquanto que. Há muitas ações aí, públicas, privadas, sociais e voltadas a ao humanismo de tirar as pessoas da indigência e da pobreza.
Não seria melhor que os espíritos serras em fileiras junta sem forças e atua sem, já que a justificativa é a mas o nosso centro aqui, tadinho pequenininho, com 5060 pessoas na periferia de um bairro de uma cidade média ou pequena, da da, da, da, do nosso Brasil, não vai conseguir atender muitas
pessoas, não vai conseguir. Fazer muita coisa em termos de de atendimento, quanto na verdade, sei lá, aqueles 2030 pessoas que estão imbuídas do propósito de ajudar realmente poderiam se somar a movimentos maiores e, quem sabe, alcançar exatamente isso, que a Marta acabou de falar? Ações de promoção social efetiva, que possam dar às pessoas uma condição de dignidade. Estamos sem som desde. Estava tossindo, então eu tirei
o som. Eu estava reclamando da minha internet, aí eu tirei o som também. Bom, então esse assistência li. Isso é que é perigoso na nossa doutrina, né? É o que vocês 2 abordaram. Essencial se nós realmente temos pessoas que queiram ajudar nessa parte assistencial, nessa parte social, e podem. Puxa vida maravilhoso. Quanta gente necessitada aqui, principalmente pós pandemia, né? Muita gente perdeu o emprego, então essa parte é incontestável. Quem puder, quem fizer tá excelente.
Agora é separar um pouquinho. O que é o centro espírita? Nessa parte social e nessa parte assistencial? É espiritual, vamos dizer assim. Quando Kardec montou o regulamento? Para um centro espírita, ele não colocou nada a respeito de assistência social, nada zero. Nós podemos é abordar aqui é, eu li, reli, vou procurar em outros lugares também. A assistência social é realmente muito importante. Kardec fazia com amelie.
E nós? Nós simplesmente, quando nós é vimos fora da Caridade, não há salvação essa Caridade assistencialista. É, faz com que é. Perdeu o foco? AA doutrina dos espíritos, é. É mais que isso, e se se possível, né? Se se tem pessoas que realmente são imbuída, AA melhorar essa parte social, por que não dar cursos profissionalizantes, ajudar a sair do assistencialismo, a fazer uma unha, a cortar um cabelo, a realmente não ter mais essa,
esse assistencialismo? Para ficar na fila para receber um alimento, é importante que as casas espíritas façam isso, dão sopa, mas separar o que é uma coisa é uma coisa, como brincam, né? Uma coisa é uma coisa, outra coisa, outra coisa. E in Kardec e ver o regulamento que ele coloca a respeito de uma casa espírita, ter biblioteca, ter as a, os associados. Os sócios, é uma coisa interessante. Marta EE Marcelo é está valendo nesse regulamento se o casal. É associado, então vai pagar uma
e meia. Não pagariam 2 é então ter essa visão também ampla das das coisas materiais para existir uma casa espírita. Um tem que ter o aluguel da casa, tem que ter a parte separada da luz, a água do das coisas, né? E outra coisa na parte do assistencialismo, que eu acho assim também. Muito bom nós falarmos, é a respeito dos passes. Passe assistência espiritual, então nós vamos estar ajudando espiritualmente essas pessoas através do passe.
Mas antes de tomar passe, tem que ouvir o evangelho porque modifica o padrão k da gente, né? Tem isso aí na ponta da língua. Mas nós sabemos também que Kardec. Ele estudou magnetismo por mais de 30 anos. E ele fala a respeito dos passes das pessoas que estão doentes. Então, inclusive, AA desvirtuamos no centro espírita. Essa parte dos passes e quando Marta vocês estavam falando, eu lembrei que logo no começo, assim do que eu estava no departamento de ensino é, nós
tínhamos antes da aula o passe. Era passe coletivo porque era muito aluno, aluno, saía de um curso, já ia tomar passe de novo porque virou um círculo, uma bola de neve. Esse negócio de passe, né? Aí eu tirei o passe antes da aula. Foi uma briga, Marcelo Marta. Que, que até hoje a gente escuta a respeito disso.
Então, essa abordagem que você fala a respeito da do voluntariado espírita, da Caridade ou proselitismo, o que nós queremos a respeito dessa propaganda espírita é, nós começamos AA. Amolecer, vamos dizer assim e entrar na um nesse jogo aí, do que as pessoas querem, não é? O que Kardec passou, é o que as pessoas é, querem que a gente faça numa casa espírita? Então, nós precisamos voltar às origens, estudar muito bem o espiritismo. E se nós temos alguma coisa que não está?
Tem todos os moldes que Kardec colocou. Por que não dar um passo atrás e fazer novamente estudar novamente? Porque o passo atrás é difícil, muito difícil, porque envolve tantos tantos egos. Então é isso, Marcelo, nós temos assim é esse assunto abrange muita coisa. A Marta falou de uma educadora.
Nossa, nós temos quantos milhares de educadores aí, que, quando nós falamos de Paulo Freire, a pessoa PSI nem fala, ó é esquerdista aí, gosta de Paulo Freire, já muda, as pessoas não conseguem enxergar o Paulo Freire como? O melhor é educador que nós tivemos, assim Internacional recebendo prêmios EE toda essa sua postura, então. Realmente, nós precisamos voltar um pouquinho às origens e raciocinar. Nós estamos certos dentro de um centro espírita, fazendo tudo o que nós estamos fazendo.
Fazemos de coração, é voluntariado, sim, é voluntariado, mas está certo, está dentro dos moldes que Kardec colocou. Se está. Beleza. Se não está, vamos ter a humildade. Que voltaram um pouquinho a fita nosso do tempo da fita, né? Vamos voltar um pouquinho a fita e vamos rever as nossas posturas. É bem interessante essa tua colocação a respeito da da dinâmica das atividades espíritas.
É considerando que no Brasil nós temos praticamente um padrão que se repete é de norte a sul e que traz essa conotação, né? É a estrutura de uma reunião doutrinária, de uma reunião de palestra, a estrutura da do trabalho de atendimento espiritual, através da prática do magnetismo que o espiritismo brasileiro chama de passe. Que é uma diferença muito fundamental nesse nesse contexto, né?
E, principalmente, AA partir da ideia de que muitas instituições, ao deixarem de lado esse padrão que você acabou de citar desde nós, temos conhecimento disso, tiveram uma redução significativa da ordem de 80% dos seus frequentadores quando aí decidiram retirar o atendimento através do tal passe, né? Por justamente não estar entendendo. É amplitude, é daquilo em relação ao processo de convencimento, o processo de educação do espírita é daquela instituição, né?
Nós tínhamos aí pessoas acostumadas, né? É dentro da ideia de que, se não tomassem o passe, não teriam uma noite, um dia, seguinte, uma semana boa, é porque havia assim. É praticamente uma ideia de é dependência. Não é um efeito placebo do passe ou do magnetismo em relação a muitas pessoas que não entendiam, né? É. Marcelo caiu, agora é o Marcelo que travou, caiu, é Marcelo, travou aqui. Bom ainda.
Então vamos continuar. Nós, Deise, vamos lá ainda sobre essa questão da dessa parte social, né? É eu que eu acho importante. Pra gente lembrar, né? Que Na Na viagem espírita de 1862, Kardec fez um discurso, né? Os espíritos de Lion e de Bordeaux e lá ele fala, né, sem, sem sombra de dúvida, né? Está dito lá, né? Que uma Nova Era e a se iniciar, se a gente conseguisse aquela coisa do egoísmo, né, se livrar do egoísmo, mas pra isso aí ele toca nessa questão da Caridade,
né? Ele fala que a gente precisaria introjetar. Que a Caridade é a base, a Pedra angular de todo o edifício social. Porque sem ela a gente estaria construindo sobre a Areia. O grande problema está, né? No em como o movimento espírita entendeu essa questão da Caridade, né? Então a gente é, é. Começou a se confundir essa questão de Caridade é com assistencialismo. Agora é aqui Na Na minha cidade tem uma, tem um centro espírita. Que tem um trabalho bonito, também sabe de colocar, né?
Eles recebem as pessoas, é para o café da manhã e sair pro almoço, fazem a barba. As pessoas podem tomar banho ali também, né? E também desenvolvem nessa parte de artesanato, ensinam as pessoas, né? E isso aí é uma coisa bacana também, mas a gente ainda havia pelo menos aqui na minha cidade, não sei como é que funciona aí pra vocês em São Paulo, como é que é isso, né? E pra você, Marcelo, aí também né pro neko, né? Enfim, a gente está em cidades diferentes, né?
Eu não sei como é que acontece, né? Se tem muitos centros, é voltados para essa questão e uma coisa que eu queria também falar mais uma vez, falando de Herculano, né? Todo mundo tinha que ler bastante, Herculano. É quando ele fala, eu acho isso aqui, maravilhoso, né? Ele fala da falsa imagem que nós, enquanto movimento espírita criamos é de Jesus, né? Como aquele que a tudo cedia, né, que ele era completamente comprometido com a sua própria missão, né?
E que a gente se esquece, né, daquele homem daquela imagem viril, né? Impetuosa de Jesus, não à toa, eu costumo sempre falar isso, né, Jesus foi político, né Jesus? Ele não estavas a ti. Prefeito, é com a sociedade da época, né? Com essas relações sociais, e ele lutou por isso. Ele falou e tanto, lutou que ele foi parar na Cruz, né? Como, como, aliás, todos os políticas. História já nos mostra que todo aquele que era, que tinha
problemas políticos, né? Um homem, ele acabava na Cruz, então é Jesus. Foi mais um desses homens, mas eu achei curioso o Herculano lembrar, né, que é lá no evangelho, né? O evangelho atribuído à Mateus Marcos, enfim, não sei qual deles, porque também ele não cita. Mas ele lembra do chicote, né? Jesus, com chicote lá nos vendilhões do templo. Então ele exatamente traz essa imagem que a gente não sabe se é verdade, isso é mentira, mas não importa, né?
O que importa é mostrar um Jesus atuante, que não era aquela coisa daquela meiguice, né? Que fala, mãe. Parece que a gente todas as vezes que tá fazendo uma prece, que a gente tá falando é dentro, né? Na Na Na tribuna espírita, né? É como se a gente precisasse revestir de uma docilidade, né, que muitas vezes a gente não tem que não faz parte da nossa personalidade, né? Mas a gente aprendeu assim, a gente aprendeu que ali a gente tem que falar. Com mais docilidade, né?
Com mais calma. E eu achei Herculano perfeito, né? Quando ele falou nisso, né, que a gente tá aqui, né? Já é tempo da gente compreender que a gente está na Terra para conquistar e defender a dignidade humana. É lógico que cada um de nós, dentro do seu quadrado, a gente vai fazendo aquilo que é possível, aquilo que é permitido. Tem também uma frase da Madre Teresa de calcutá que eu gosto, né? Ela diz, né, que? Se a gente não fizer a nossa parte, quem vai fazer, né?
Que uma gota dentro do do oceano parece que não é nada, né? Mas na verdade, ela está ajudando ali, né? Aquele oceano a ficar cada vez mais parque de água, eu acho ela muito sábia, né? Se a gente, cada um de nós fizer um pouquinho a gente de alguma forma está ajudando, né? Muito bem, eu peço os cursos aí pela minha internet ter me derrubado, não é? Mas eu estou bem, não aconteceu nada não, não sofri nenhuma. Em lugar ranhei o joelho aqui
várias vezes, viu Marcelo? Mas isso que a Marta está dizendo é exatamente, é a gente confundir Mansueto de Mansidão com apatia, né? E que não tem nada a ver com a mensagem de Jesus Jesus foi firme. Embora tenha sido sereno também, Jesus foi contundente, embora tenha sido também afetuoso. Então ele convivia, ele transitava por essas diferenças de procedimento, conforme a necessidade. Assim o exigir.
Vamos para mais uma questão que eu considero pontual para nós trabalharmos hoje justamente para explicar para nós mesmos para quem está na nossa audiência qualificada de hoje e para aqueles que depois vão assistir o vídeo gravado. Que vão repercutir essa nossa conversação, nos seus grupos de estudos, nos seus grupos de atendimento, nas suas atividades espíritas, porque essa é a função.
Nós não estamos aqui dizendo verdades, nós estamos apontando interpretações que podem ser colocadas por você na balança para ver aquilo que é útil e aquilo que não é útil e aproveitar o melhor. Como é sempre a proposta espírita, né? Sopesar as diferentes Ideas e tomar aquelas que devem ser. Tidas como diretrizes e outras que devem ser afastadas porque ainda não estão no seu nível de entendimento, no seu nível de percepção e de acordo com as
suas vivências. Então, desde eu vou perguntar o seguinte. Será que faz sentido praticar a Caridade? Não é nas instituições espíritas de inúmeras formas, não é como fornecer sopa, mantimentos, roupas, calçados, cestas básicas, enxovais de recém-nascidos, aplicação do passe, o da fluidoterapia ou do magnetismo naqueles que estão em tratamento em atividade dentro da instituição espírita e no seu âmbito particular. Na sua vida pessoal, não pagar a um trabalhador doméstico um
salário digno. Não cumprir com as normas trabalhistas ou até como nós vimos muito nesses últimos tempos. No ano passado, em todos os embates acerca da disputa eleitoral que tomou conta do nosso país e que dividiu o movimento espírita no meio, dividiu em 2 partes se indignar quando vê uma reportagem na televisão, nos meios sociais, nos meios midiáticos de trabalhadores. Às vezes os mais simples, por exemplo, garis, lixeiros, né? De uma determinada prefeitura.
É agentes de serviços gerais fazendo reivindicações, fazendo movimentos, fazendo greve no sentido de terem respeitados os seus direitos trabalhistas e sociais. Faz sentido então praticar essa Caridade e no âmbito pessoal, não entender nada do que é realmente o trabalho de transformação a partir de uma noção mais aberta, mais ampla desta mesma Caridade dessa mesma prática assistencial. Nossa, você abordou você foi lá No No pontinho certo da questão,
dividiu muito. AO movimento espírita, né? Infelizmente é e me lembrou também Marcelo, a um tempinho atrás, as. Secretárias do lar, as senhoras e moças que trabalhavam que eram como da família. Então não precisariam de uma carteira assinada, porque as pessoas eram como da família. E houve muita indignação, inclusive escutei no meio espírita a respeito disso. Mas como assim? Agora vai ter que vai ter? Ei, tem sim, e nós precisamos, precisamos.
Nós estamos numa sociedade, então nós seguimos leis sociais, seguimos leis divinas mais ou menos, né? A gente tenta de vez em quando, dá, tenta dar uma enganada nas leis divinas, mas tá tá marcadinho lá, não tem jeito. E lá eu digo em nós, né? Porque quando nós. Não praticamos uma lei, nós sabemos das leis divinas, então a multa fica aqui, né? Fica circulando aí entre a gente e 1 hora a gente vai ter que quitar essa multa. Então? Nas no meio espírita, né?
É? É legal nós fazermos essa parte social, é legal se nós pudermos, mas nós temos que separar. Nós temos que retornar. AO fundamentalmente, o que Kardec propôs. Ao estudarmos a doutrina dos espíritos, é estudo, é pesquisa, é laboratório, né? Laboratório onde se perguntam para os espíritos algumas coisas, mas isso num âmbito. Como ele colocou aqui No No regulamento, algumas pessoas não passar para outras pessoas o que se colocam nas reuniões, então, são várias coisas que nós
podemos retornar. E como você mesmo abordou, muita gente não vai gostar. Mas aqueles que estudam e têm essa noção. É da proposta espírita, OK, é uma proposta que foi, infelizmente, chegou até o Brasil. Aqui já desvirtuada, e nós conseguimos desvirtuar um pouquinho mais, né? Claro, é, mas é. Então essa parte social, onde se aborda muito na doutrina dos espíritos e a gente falar a respeito da fora da Caridade, não há salvação, essa salvação.
Nós entendemos que nós vamos para o céu se nós praticarmos a Caridade. Então, nós precisamos. É doar tudo o que nós podemos devemos tanto na parte espiritual quanto na parte de voluntariado espírita e tudo mais. Mas eu eu dei se acho que deve ser muito bem separado se há é voluntário, se há pessoas que podem fazer isso, que bom que há pessoas que podem fazer isso. Mas a doutrina dos espíritos não é isso.
É estudo, é pesquisa, é uma ciência onde nós vamos pesquisar há, mas aí vai ficar muito elitizado, não, muito pelo contrário. Na mesa de estudo, como falava Kardec, existe é. Tinham reis junto com funcionários, é humildes, então não, não é elitizado, muito pelo contrário, é, é muito social. Isso abrange. A todos, porque nós não precisamos falar. Com palavras, é. E que somente algumas pessoas vão entender, falar simplesmente. É, eu acho que a Daisy travou. Marta, você está sem som.
Pronto Deus do céu, né? Toda hora, Marcelo, você não vai convidar eu nunca mais, né? Pra vim aqui. Na verdade, nós estamos todos com problemas de internet hoje eu não sei se é, é algo generali. Dado, né? É hoje está bem complicado para todos nós, mas a gente vai tentando é trabalhar.
Isso, não é Marta, é dentro dessa questão que eu fiz algo a contribuir no sentido de nós sairmos dessa incoerência, que é querer fazer o assistencialismo querer fazer o proselitismo assistencialista dentro da casa espírita e achar que cumpriu a sua missão, a sua função, enquanto que na vida pessoal é faz exatamente o oposto, naqueles 2 exemplos que eu citei
de se indignar. Em relação à luta dos trabalhadores por uma condição melhor e pelo respeito aos seus direitos trabalhistas e sociais, ao mesmo tempo que também não paga os valores é que deveriam ser devidos. No registro, a carteira, et cetera, daqueles trabalhadores que estão ali envolvidos no âmbito familiar. O que dizer disso? Triste, né? Marcelo é triste, mas eu acho que é. É uma evolução, né? Um. Há um processo, né? Cada um de nós, né?
Na medida em que a gente hoje, hoje eu estava conversando com um grupo de pessoas que, aliás, eu nem num salão fui fazer minhas unhas e eu achei interessante, né? As pessoas conversando e teve uma moça do lado falando, tavam indignado alguma coisa falando sobre é racismo, né? Aí tinha o Vini Júnior, eu acho que é porque no início do jogo já aí já teve de novo hoje que estão com Assis e essa moça é uma moça até jovem, né? Ela falou alguma coisa que eu achei interessante? Ela diz assim.
Eu sou pessimista, né? Nessas questões, porque eu acho assim é as nossos pais foram criados, né? É com esse racismo, né? Então a é o que que a gente faz, a gente acaba reproduzindo, isso vai passando para os nossos filhos e ela dizendo que ela tinha a sensação de que isso não ia acabar nunca. Talvez porque ela é jovem, né? Eu de cima do lado meus, quase 62 anos. Eu já penso que a gente já melhorou muito sim, né? Porque se me foi ensinado, né? AA?
A viver, né? Dentro de uma bolha social, né? E quem me conhece sabe bem disso. É as pessoas, né? Com quem eu escolhi trilhar Oo caminho. As pessoas que de quem eu me aproximei acabaram me ensinando outras tantas coisas. Então a gente vai se transformando e eu falei isso Pra Ela, né? Só que isso é uma coisa muito pessoal, né? Então é eu quero crer, eu quero acreditar que as pessoas vão se transformando na medida em que essas fichas vão caindo Na Na medida.
Em que esses Anjos, né? Vão caindo em nossas vidas e vão mostrando, né? Outras Dire? Sonho então a gente vai abrindo, né? A cabeça a gente começa a entender que o mundo não é aquele que ensinaram pra gente, né, que aquilo ali tá errado e que a gente precisa fazer diferente. Então é triste, é, acontece ainda, infelizmente, mas Eu Acredito no dia. Em que a gente vai virar o jogo, né? E que a gente não vai mais agir dessa forma, porque a gente vai estar, vai ter de certa forma,
internalizado, compreendido, né? A beleza da doutrina, né? E a importância da fraternidade, da solidariedade, né? Que muitos já entenderam a mais tempo e outros tantos já levaram meio século, né? Para começarem a entender isso aí. Eu acho que o Marcelo deu uma travadinha. I. Então eu queria abordar agora a Marta que você, Marcelo, deve estar saindo e voltando aí que nem eu estou fazendo o tempo inteiro antes que eu caia de novo. Tem uma pergunta do livro dos espíritos que fala assim?
Qual o verdadeiro sentido da palavra Caridade? Como Jesus, entendi a pergunta 886. Então é abordando, né? Nós estamos falando de Caridade, de benevolência e tudo mais. Então realmente a resposta, essa pergunta 886 do livro dos espíritos, então qual o verdadeiro sentido da palavra Caridade? Como Jesus entende a benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão
das ofensas. E tem o seu complemento aí que fala que o amor é Caridade. São o complemento da lei de justiça de amor, de Caridade, então tudo aquilo que nós estamos falando não entra absolutamente nada dessa parte desses assistencial, né? E se ajudar materialmente a necessidade da ajuda material é premente. É premente, como eu falei, principalmente nesse pós pandemia, onde muitas pessoas perderam Oo seu meio de trazer os alimentos para casa, perderam a casa, inclusive.
Então isso é muito necessário. Que bom que nós temos pessoas que estão cuidando disso, mas a abordagem hoje, né? É, nós falamos, inclusive. Em no evangelho a respeito do óbulo da viúva, né? E eu tenho uma amiga que fala assim, eu não, eu não ia dar todo o meu dinheiro não. Agora, quem de nós faria isso hoje? Porque eu não vou ficar sem nada. Para dar para o outro? EE pedir. Né? Então essa, esse óbolo da viúva, inclusive, foi muito mal entendido até hoje, né?
Se eu eu der tudo o que eu tenho? Eu vou virar um pedinte também e vou vou novamente entrar nessa fila em que nós estamos abordando, então é, é um assunto que vai emendando no outro, né, Marcelo? Eu passo para você. A bola de novo assim dese é. É na verdade. Cada vez mais nós nos convencemos dentro dessa proposta espírita de que nós não podemos segmentar o conhecimento, torná-los tanque, né? Nós temos que interpretar de uma
maneira sistêmica. Então existem algumas falas de Jesus que elas são interpretadas num determinado sentido e acabam deixando passar ao largo sentidos maiores, né? E aí, também vai depender muito da questão da tradução ou da interpretação literal. Foi dada a determinadas frases, a determinados é elementos da contextualização da época, né? E o espiritismo a inclusive isso consta do próprio preâmbulo do
evangelho segundo espiritismo. E essa é uma questão que eu sempre frisei, quando tratei de tópicos relacionados a Jesus. Que se nós compararmos o evangelho com os 4 evangelhos canônicos, nós vamos encontrar muitos textos desses evangelhos canônicos, que não são reproduzidos no evangelho,
segundo o espírito. Já que Kardec coloca o frontispício da obra exatamente isso, as falas, as, os contextos, as situações, as pregações, as parábolas de Jesus que tenham correspondência com os princípios e fundamentos da
doutrina espírita. Porque muitos dos elementos contidos nos evangelhos canônicos são apenas para legitimar a tradição religiosa judaico-cristã e estabelecer aí um parâmetro de entendimento e de aceitação dos é fundamentos da religião judaico-cristã, dos mandamentos dos dogmas de todas aquelas questões de estruturais que fazem parte daquela religião e que não tem nenhuma correspondência com a filosofia espírita. Gente, a nossa conversa está
muito boa. Nós vamos alcançando aí um patamar de 1 hora e 40, quase de de de, de debates. Eu vou, então, fazer a última questão, e aí, vou pedir a cada uma das 2 que já responda e já faça as suas considerações finais para que a gente possa encaminhar o encerramento de mais essa proveitosa. Eu quero dizer que nem metade das questões que foram trazidas hoje com a participação de muitos companheiros, vou estar aqui.
A Maria Cristina rivet, o Pedro Mara velho, Márcio Saraiva, Jacira Silva, o Gerson e a mim, a Cláudia, Jerônimo e o Marco Milani me ajudaram a compor os questionamentos que foram trazidos para que nós pudéssemos debater esse tema tão importante do voluntariado ou da ideia. É do da da atividade voluntária nas instituições espíritas? E o contraponto entre Caridade. De proselitismo. Então, Marta, vou começar por
você, não é? É os seres humanos em geral é, vivem buscando a satisfação dos próprios interesses. Isso parece ser é a luta diária e o contexto natural de cada espírito encarnado, né? Nessa ideia nós temos uma luta personalista no sentido de aumentar as alegrias e de reduzir as tristezas. Tiro modelo tem validade, justificativa dentro da doutrina espírita, ou seja, aumentar a minha própria Alegria e reduzir a minha própria tristeza no
contexto da minha encarnação. Como encaixar nisso a Caridade? Tem uma. Tem um? Um texto não é? Apesar da gente não não saber, não é obras póstumas, né? Foi depois da do desencarne de Kardec. Mas tem uma coisa aqui, né? Que é dito que foi, está escrito que ele disse, né? Eu não sei, mas eu, eu acho Caridade, eu. Eu. Eu gostei disso aqui, ele diz assim. Eu faço tanto bem quanto permite a minha posição, então ele aí ele falando, né?
Do daquilo que ele pode, que não vai ser a mesma coisa que eu, né? É lógico, se eu sou um governante, eu tenho muito mais condições de fazer alguma coisa para diminuir a desigualdade social, né? É do que se eu for a tem, tem uma outra profissão, vamos dizer assim, se eu sou um empresário, eu posso gerar muito mais emprego do que aquele que empregado é. Né? Então vejam aquele ponto, isso aí, né? Eu faço bem quanto permite a minha posição, presta serviços quando posso, nunca trato os
pobres. É com dureza e também nunca os repelir na minha porta, jamais me queixei dos passos que aí, dado para fazer um benefício. E ele fala aqui que muitos pais de família saíram da prisão graças aos esforços dele. E diz aí, né? Que sem se preocupar com a opinião de quem quer que seja, ou seja, ele estava pensando realmente no outro e não naquilo. Que ABUC ia dizer, criticando ou elogiando. E ele termina falando, né? Que a ingratidão.
Nunca representou nada para ele e que ele jamais vai deixar, porque ele jamais deixaria de fazer o bem. Né? Por causa da ingratidão. Então, amigos, eu acho que. É a Caridade, né? Dentro desse contexto todo, eu acho que seria isso aí, né? Que talvez Kardec tenha realmente deixado escrito, talvez não, mas eu gostei muito do que eu li, é do que eu li, né? E ali, em obras póstumas, e repasso, né? E multiplica.
Para vocês, é isso aí. Legal, Marta é realmente essa crítica precisa ser feita, afinal de contas é 31 anos, né? Praticamente depois da morte de Kardec, o livro obras póstumas chegou a lume pelos sucessores. É do chamado movimento espírita francês, né? E hoje nós temos acesso a todas as questões tangenciais e todas as questões de intrínsecas.
Que se deram naquele movimento, inclusive com a oposição de 2 grupos e que gerou todo esse contexto que OE, secado, tem se envolvido de corpo e alma, por exemplo. Nas edições mensais da nossa revista espírita eletrônica, Harmonia que você encontra no nosso site www com
kardec.net.br. Ontem nós estamos apontando todo o processo de dissensão entre os espíritas pós morte de Allan Kardec. Um grupo querendo manter a fidelidade aos princípios, aos fundamentos espíritas e outro grupo inserindo no contexto da doutrina, termos e temas da linha indígenas, inclusive aqueles envolvidos na dogmática, religiosa e pertinentes a outras filosofias e outras religiões que nada tem a ver com a proposta espírita.
Mesmo assim, esse texto merece. É muita atenção de nossa parte, independente de ser ou não provada a sua autoria. Porque nos parece que essa ideia é a materialização dos conceitos que Allan Kardec expressou em o livro dos espíritos, no evangelho, em um livro dos médiuns, no sentido da atuação espírita em relação ao próximo, seja no plano individual, um a um homem, a homem espiritual, espírito, seja no plano
coletivo. Quando trabalhamos bastante nessa nossa live, agradecemos mais uma vez a tua simpatia, os conhecimentos teres trazido o professor Herculano. Para este nosso colóquio, essa nossa mesa de banquete espiritual. Sempre muito bem-vindo, professor Herculano é uma das inspirações da existência do movimento com Kardec, do projeto com Kardec, do espiritismo.
Com Kardec. É esse nosso grupo em que atuamos desde o ano de 2017. Na promoção desse conhecimento, com um viés um pouquinho diferente, um pouquinho mais aberto, um pouquinho mais progressista em relação à média. Do movimento espírita nacional Internacional. Pedir para você aguardar lá na salinha do chá. Daqui a pouco a gente faz o nosso encerramento. E aí, desde como então entender essa questão que eu fiz para a
Marta? Não é de que se nós estamos preocupados, realmente, isso é uma preocupação. Lídima, legítima, né? De diminuir os nossos sofrimentos e aumentar as nossas alegrias. Nós viemos para a vida material, para nos superarmos e para termos momentos de prazer, de Alegria, de contentamento, porque nem tudo na vida são o ranger de dentes e o choro que está lá contido. Nos evangelhos canônicos, né? Haverá pranto e ranger de dentes. Jesus teria dito isso, não sei, não é?
Teria dito em que contexto, não é? Então, se nós trabalhamos tanto por essa circunstância de melhorarmos e de trazer esse prazer pessoal, como encaixar isso na ideia da Caridade, da assistência social, da atuação em favor do próximo? É bastante complexo, né? Marcelo? Porque nós? É, percebemos essa cisão muito forte agora e que bom que nós percebemos, né? Porque muitas pessoas estavam uma certa máscara e agora a gente consegue conversar e
saber. Com algumas pessoas com quem nós estamos falando, e. Nós é abordamos e entendemos que a doutrina dos espíritos tem esse viés de Caridade muito forte e essa Caridade. Nós devemos começar conosco. Então, ao entendermos que nós temos sim, essa proposta é, tem uma pergunta agora, eu não lembro qual é, tem uma pergunta no livro dos espíritos, porque nós é reencarnamos. Então uma, né? Fala bastante coisa para nós evoluirmos e para sermos felizes.
Puxa vida, se nós evoluímos, se nós entendemos, nós vamos ficar felizes. Não uma Felicidade completa, porque o mundo ainda tanta coisa acontece no mundo, no planeta. Então nós não vamos conseguir ter essa Felicidade completa porque também nós temos os nossos probleminhas, nossos compromissos e tudo mais. Mas, para nós entendermos e praticarmos, isso é, nós entendemos assim a doutrina dos
espíritos passou por. Algumas, alguns períodos que Eu Acredito que nós agora nessa encarnação devemos ter passado lá no comecinho das das manifestações, ó o oba oba, né? Das manifestações? Depois passou por outro período. Que princípios da filosofia que nós estudamos e tudo mais. E agora esse terceiro período que nós estamos vivenciando é da moral. Então, realmente. Se praticarmos. Aquilo que nós estudamos. Chegamos numa escola de doutrina espírita e é, eu sempre brincava
assim. Como que Jesus? Conseguiu tantos seguidores, né? Ele não escrevia nada, ele e. Bom, teve toda essa parte da religião que fez com que abordasse, mas vamos esquecer essa parte agora, não é? Ao longo de história, né, Marcelo? Mas vamos vamos abordar Jesus. Ele. Ele falava assim, olha, tem que ser bom. E ele era bom, e hoje na escola a gente fala assim, olha, pessoas tem que ser bom, aí vira, vai, pega o carro já faz aquelas barbaridades, né? É realmente fazer ou no máximo
tentarmos fazer? Aquilo que nós estudarmos é, tem uma historinha que é do irmão x que falava assim. É que tinha um pregador, um orador muito importante, que falava EE aprontava lá. Todo mundo ia assistir e tinha um senhorzinho lá no fundo da. Da sala que só ouvia, não falava nada. Esse ora, grande orador
desencarna e passa por n apuros. E quem vai ajudá-lo é esse senhorzinho que humilde, não falava nada mais fazia e aí ele ele reconheceu, ele falou, mas o senhor não é aquele lá que ficava lá no fundo da sala, não falava nada? É. Mas enquanto o senhor falava eu estava fazendo, então é nessa historinha e denuncies é é realmente isso, enquanto nós aprendemos. Nós temos que é como uma obrigação moral que é AA terceira fase que nós estamos vivenciando o espiritismo, né?
Que é a parte moral. Tentarmos fazer. Vai ser fácil. Não vai ser difícil nem tanto, porque a gente recebe ajuda. Poxa vida, a gente tem o nosso Anjinho da guarda aí assoprando toda a noite, é só levantarmos. Estarmos dispostos é como nós tirássemos um vício de nós. Não adianta os outros falarem para nós para de fumar, para de beber para enquanto nós não conversarmos conosco, nós vamos conversar conosco mais seriamente. E ver que isso vai fazer bem para nós primeiro, né?
A Caridade para nós, visualizarmos essa Caridade em nós, para que ficar mais fácil? A gente exteriorizar isso e vulgarizar o espiritismo, popularizar o espiritismo com Kardec sempre falava. Muito bom, Daisy, muito bom estar com você mais uma vez, participar dessa live com tanta informação. Queríamos agradecer de coração o tu teres aceito o convite de estar conosco e esperamos em breve tê-la novamente aqui entre nós, trabalhando essas questões tão importantes. Muito obrigado.
Aguarda um pouquinho lá na sala do chá que daqui a pouco a gente encerra o nosso trabalho. Muito bem, minha gente, estou recebendo aqui, no meu ponto eletrônico espiritual, uma notícia bombástica, está no ar a edição de maio da revista espírita eletrônica Harmonia, com um editorial e mais 7 artigos abordando exatamente aquelas questões ligadas à adulteração do pensamento de Allan Kardec, através da publicação de obras após o seu desencarne, com alterações que
foram. Consubstanciadas nos livros, a gênese, o céu, inferno deteriorando todo o trabalho, de Allan Kardec, durante 12 anos, que ele esteve fisicamente conosco e envolvido nessa proposta de trazer a Nova Era de luz de espiritualização para a humanidade, através da proposta da filosofia espírita. Então, dá um pulinho lá na nossa página www com kardec.net.br e acesse a edição de maio.
Que está quentinha saindo do forno graças ao trabalho da nossa equipe, em especial o nosso Manoel Fernandes neto, o Neco, que é o responsável pela edição gráfica que vai à luz todos os meses, trazendo esse conhecimento especial para aqueles que buscam efetivamente conhecer um outro lado da
notícia. Um outro lado da proposta espírita, que é o mais próximo possível dentro da ideia de Allan Kardec. Vamos aqui também deixar o convite para a nossa próxima live sábado que vem, dia 24 de junho, onde mais uma vez vamos polemizar? O tema é cabala e espiritismo, conexões e interpolações. Sim, vamos trabalhar com, trazendo 11 convidada especial que é desta filosofia da cabala, para vermos os pontos em que a espiritualidade, já que Jesus disse o vento só pra onde quer.
Pode nos trazer de informações válidas, comparativas entre essas 2 filosofias, a cabala, espiritismo, no sentido do conhecimento integral, do conhecimento de si mesmo, da proposta de transformação individual para depois alcançarmos a transformação coletiva. Aqui é o maior objetivo existencial da filosofia espírita, transformar o homem para que esse homem transformado transforme, também faça progredir.
Um ambiente coletivo, um ambiente planetário, um ambiente espiritual, porque afinal de contas, todos nós somos co, partícipes e co construtores do mundo físico e do mundo espiritual, que é a nossa verdadeira pátria. Agradeço a vocês pelos comentários. Nós vimos que houve muito debate através do nosso canal no Facebook do nosso canal do YouTube. Isso é importante porque as pessoas têm aqui no ECKA oportunidade e a Liberdade de expressar e o seu pensamento.
E os debates que ocorrem enquanto nós estamos fazendo a live também são ricos porque mostram o entendimento, o esforço e a proposta de que cada um tenha o direito de livre expressão. Porque é condição. Primordial do espírito essa ideia do livre pensamento e da livre expressão do próprio pensamento. Kardec foi sempre um defensor e uma pessoa que, enquanto encarnado, um espírito enquanto encarnado, trabalhou com essa
ideia com profundida. Cidade fazendo do espiritismo este grande ambiente de convivência fraterna, respeitando-se as diferenças, respeitando seus padrões de entendimento de cada um, porque cada um haverá de conquistar para si uma melhor condição espiritual no futuro, a partir da própria vontade. Um abraço a todos. Um ótimo domingo em família e que vocês estejam juntos conosco sábado que vem em mais um embalos de sábado à noite. Do ECK? Tchau.
