Ser no mundo sem ser do mundo [Ep38] - podcast episode cover

Ser no mundo sem ser do mundo [Ep38]

Aug 26, 20232 hr 5 minSeason 17Ep. 38
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O ponto de partida é uma afirmação atribuída a Jesus e inclusa no Evangelho de João (15: 19): "Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia". Sim porque o ECK também trata de temáticas ético-morais com respaldo em teses religiosas, no chamado universo cristão. É importante, assim, passados mais de dois milênios, entender o que teria pretendido aquele Galileu com tal afirmativa, já que o conteúdo atravessou os séculos e se manteve como uma orientação que possivelmente foi dada por aquele Espírito Superior, um dos guias e modelos oferecidos à Humanidade como parâmetros de progresso (como consta da questão 625, de "O livro dos Espíritos"). Sendo assim, cabem, inicialmente, as perguntas: 1) O que é o mundo? A que mundos Jesus estaria se referindo? 2) O que significa o "amor do mundo", contido no transcrito versículo? 3) Segundo Herculano Pires, os humanos são seres INTEREXISTENTES. No que consiste esta interexistência? 4) Nos diversos cenários em que nossa participação ocorre, na atualidade de Espíritos encarnados, quando SOMOS e quando NÃO SOMOS? 5) O mundo - isto é, a sociedade - pode exercer influência sobre o indivíduo e as coletividades? Se sim, até que ponto? Quais os limites? Temos certeza que você também tem os seus questionamentos pessoais acerca desta passagem. Na bancada, três componentes do Conselho de Gestão do ECK: Débora Nogueira (SP), Evandro Oliva (SP) e Marcelo Henrique (SC). Prossegue o ECK com sua contextura genuinamente kardeciana, compreendendo temas científicos, filosóficos e ético-morais em sua programação de Lives, para possibilitar a necessária interdisciplinaridade que compõe o conhecimento humano-espiritual.

Transcript

Bom. Alô, esse cana se e secando, tudo bem. Estamos aqui para mais um embalos de sábado à noite do grupo espiritismo, com Kardec OECK que você já conhece, já nos acompanha ou se está acompanhando pela primeira vez? Seja muito bem-vindo. Seja muito bem-vinda para acompanhar o nosso trabalho. Comum aos sábados, quinzenalmente, que apresenta temáticas com abordagens espíritas sobre temas de indiscutível. Necessidade e oportunidade para nós todos. Pois bem, ficamos muito felizes

com a sua presença. Essa Transmissão é ao vivo pelos canais do YouTube e do Facebook e também depois será reproduzido no canal do YouTube do ECKE em todas as plataformas de áudio disponíveis na Palma da sua mão, no celular ou no seu computador. Ajude mozi a ampliar a divulgação desse trabalho, recomendando o nosso canal aos seus amigos.

Familiares e pessoas que simpatizam com a filosofia espírita deu seu like o seu curtir no nosso canal para que nós possamos ampliar cada vez mais AO nosso alcance e a nossa penetração no segmento espírita e não espírita. Você muito obrigado por sua audiência e por sua participação na live de hoje, que terá a temática ser no mundo sem ser do mundo um. Vamos ver aí o que os nossos convidados tem a nos dizer a respeito desta importante

temática. Veja que OECK trabalha os temas filosóficos, científicos e os éticos Morais, justamente fazendo a conexão entre as Vertentes de entendimento e o alcance da filosofia ou doutrina dos espíritos. Sem mais delongas, que ouvem os tambores, vamos receber ela. Débora Nogueira Vem Pra Cá. Boa noite, Marcelo. Boa noite a todos, mais uma vez é um prazer enorme estar aqui. Espero que de alguma forma eu possa contribuir para nosso

debate de hoje. Com certeza debinha vai contribuir, sim, vai dar a tua visão particular a respeito desse tema tão importante. O pessoal da produção me derrubou, né? Vocês viram, né? Cadê o rufar dos tambores, né? Ficamos devendo pra debinha, depois a gente é recompõem de alguma maneira, vamos chamar então o outro componente da nossa bancada de hoje, que é o Evandro oliva Vem Pra Cá, Evandro. Ei, fui eu, fui eu, fui eu. Travou na hora que precisava

lançar os tambores. Boa noite, gente, que prazer estarmos juntos, vamos lá. Já comecei dando bafão aqui, ó para meu filho aí, Bora lá? Então é isso aí. Estamos hoje com uma live the casa. E Santo de casa faz milagre? Sim, senhor. Essa é uma live com membros do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec a Débora Nogueira é publicitária, atuou como bancária e é atriz formada pela escola de arte dramática da

Universidade de São Paulo USP. Atuou em grupo espírita junto ao presídio feminino do complexo do Carandiru, em São Paulo, por 4 anos. É expositora e coordenadora do grupo de teatro do centro espírita irmão x. Que fica na grande São Paulo, é como eu disse, membro do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec e o Evandro oliva é um cantor vocalmente versátil, é tenor e contratenor, é músico, regente, escritor, compositor, arranjador e diretor musical. É pós graduado em educação e

ciências da computação. IA espírita há mais de 20 anos, foi diretor do departamento de artes da união das sociedades espíritas do estado de São Paulo. A seccional de Rio Preto criou e regeu o movimento coral espírita. Atuou também no grupo espírita orvalho de luz, em Rio Preto, cidade do interior Paulista. E é criador e mantenedor do canal espiritismo cat, que é parceiro desse ecac transmite as nossas.

Li vezes também e esse canal mantém estudos sobre as obras fundamentais do espiritismo com programas diários, a quem nós convidamos que você visite. Acompanhe os programas, deixe o seu like a sua curtida e também contribua para a divulgação desse importante veículo de Transmissão do conhecimento espiritual espírita. Como eu disse, ambos são membros do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec.

Vamos então iniciar a nossa live, reproduzindo o texto que nós colocamos é na divulgação prévia dessa live, que é o texto contido no evangelho de João, capítulo 15, versículo 19, teria dito o homem de Nazaré, se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo? Antes eu vos escolhi do mundo. Por isso é que o mundo vos

odeia. Frase forte atribuída àquele carpinteiro Pescador de homens, aquele que revolucionou a história da humanidade com as suas palavras e sobretudo. Com os seus feitos, as suas realizações. Vamos então começar. Perguntando a ambos se Jesus fala em ser do mundo ou ser no mundo. O que é o mundo, Débora aqui mundo ou aqui mundos Jesus estaria se referindo? Olha, é. Primeiro, nós precisamos pensar. Que nós somos como um duplo,

certo? Nós aqui encarnados, nós temos um espírito e temos o corpo material. Então nós convivemos também com o mundo espiritual e o mundo material. Na verdade, na bíblia, principalmente no antigo testamento, cada vez que se fala o mundo está se falando mais das coisas materiais e muitas vezes circunscrito aquele lugar aonde Jesus pregava, sabe aquela comunidade ali? Então, é quando ele fala desse mundo, é, a gente tem que pensar. De uma forma? É dupla, sabe o mundo material e

o mundo espiritual? Ora, porque se a gente pensar só no mundo espiritual, porque nós estaríamos aqui? Por que Deus nos colocaria aqui? Por que nós estaríamos aqui encarnados? Sabe por que que nós temos que passar por por todas essas experiências? Delícias, entre tantas encarnações. Afinal de contas, é a gente não pode acreditar que Deus seja aquele que muitos escritores propõem como se ele fosse 11, grande manipulador com os seus marionetes.

Sabe, fazendo assim, então esse mundo que muitas vezes Jesus fala, ele quer dizer, é a questão da humanidade, daquilo que acontece no mundo e o mundo material. E cabe cabe. Aos seus discípulos, aos seus seguidores, aqueles que se inspiram no mestre, como é dito no livro dos espíritos, na questão 625, que é o nosso modelo, ele que nos inspira, certo?

É cabe AAA. Cada um de nós entendermos e buscarmos o sentido daquilo que ele está nos falando e não simplesmente se se ater a essa, vamos dizer assim, às vezes, aparente confusão, né? Dessa linguagem? Angelica. A você tem que ser do mundo, mas o mundo é aquele que te destrói, tá? Sabe, ficar aquela coisa meio embolada e de repente a gente se vê quase que numa. Numa tragédia grega, sabe, você tem que fazer de tudo, se isolar de todos, não?

Então a gente tem que pensar sempre nessa questão de mundo. Nós temos um espírito e precisamos cuidar dele. E hoje aqui, agora estamos encarnados e precisamos cuidar desse nosso grande instrumento que nos permite evoluirmos e sabermos conhecermos melhor de cada um de nós, daquilo que é conviver. Muito bem. E você, Evandro? Que que tem a nos dizer a respeito desse mundo que Jesus estaria falando no versículo de João? Olha, Marcelo, eu.

Eu tenho uma visão que ele está justamente é. Alertando aos discípulos e, consequentemente, a todos que querem seguir, né? O seu modo de viver e o seu jeito, né? Que ele está dizendo assim, olha, quando acredito eu entendi, eu quando ele está falando de mundo, ele está falando do planeta Terra material, então ele diz, olha. Se vocês fossem do mundo, o mundo vos amaria, amaria o que é seu, né? Então ele está falando materialmente como a gente tem.

É 11 Clara evidência aí que o materialismo, né? É muito forte e que as pessoas trabalham, lutam, matam e morrem por bens materiais, pelo dinheiro, né? E ele está dizendo assim, mas eu escolhi vocês do mundo justamente para fazer essa contraposição, né? Para falar do mundo espiritual, para não falar deste mundo material. E por isso o mundo vai te odiar.

Assim como mataram Jesus, porque ele incomodou o sistema é na época, especialmente o sistema religioso, que tinha seu funcionamento e também o sistema político, né? Então é alguém que falava o tempo todo que é mais fácil, é um. Um camelo passar numa numa agulha, na verdade, não é bem assim, mas, enfim, é do que um rico é dar Oo Reino dos céus, dá teus bens e segue-me.

Aí ele não deu, então é difícil. Quer dizer o tempo todo ele estava falando contra o sistema, né, contra o materialismo, dizendo assim, ó gente, não existe só um sistema, não existe, só isso do mundo, né? Eu Acredito que essa palavra venha aí, dar 11 alento para dizer assim, ó, se você me seguir se prepara, porque assim como a mim, você vai levar. Você vai ser cancelado, você vai ser perseguido de todas as formas e maneiras possíveis. Naquela época, condenados à

morte inclusive, né? Então, é, é meio que um alerta é de Jesus sobre essa questão de quem ousa falar contra o sistema, especialmente o sistema financeiro. Desde aquela época até hoje, que traz todos os outros sistemas estão abaixo dele. Vocês estão tratando de desse caráter de transformador com alguns dizem esse caráter revolucionário do homem Jesus, né? Porque as religiões acabam pintando um Jesus. Externo às condições do mundo as situações do mundo.

Um Jesus que prega um Reino distante e que volta e meia se vale de figuras, materiais de cenários e personagens, de profissões, de objetos ou de animais, apenas para fazer com que a sua mensagem fosse melhor compreendida. Mas a ideia geral de de, de da quase totalidade das religiões

que. É, é. Derivam desse pensamento originário do homem de Nazaré ou dessa tradução que os homens deram ao pensamento de Jesus, inclusive grande parte dos espíritas fazem uma separação bem dicotômica, bem distante, entre a realidade material e a realidade espiritual. Né, Débora, você queria complementar. É que assim é. Eu não sei se eu não soube me expressar bem, mas eu concordo totalmente com com Evandro, mas assim a gente vive sempre num paradoxo. Sabe que Jesus estava nos

alertando disso naquela época. Eu imagino que se hoje nós temos dificuldade para entender a sua mensagem, imagina na época dele foi, entendeu? O que ele queria dizer, sabe? Então, assim é de que a gente viveu esse paradoxo, o paradoxo que eu falo assim, olha, vocês estão no mundo, o materialismo é toda essa coisa negativa. Mas foi justamente vocês que eu escolhi. Para se transformarem, porque é possível. Sabe, era isso que eu queria colocar. Certo?

Muito bem, é há 11, segunda pergunta, derivada da primeira, né? Que também é está relacionada ao versículo que eu li no início, né? Então eu queria perguntar primeiro pro Evandro e depois para Débora. É o que significaria esse amor do mundo. Quando Jesus fala assim é. Se você, se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que é, o que o que era seu, mas porque não sois do mundo antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia. Então o que seria esse amor do mundo, Evandro?

Olha, é, eu concordo com a Débora, porque a proposta dele é realmente uma preparação para para a verdadeira vida, né? Como a doutrina espírita nos ensina? Somos espíritos numa experiência de carne. Nós não somos uma pessoa que tem um espírito, é bem ao contrário, né? Então, é. Se fosse do mundo, o mundo amaria o que era seu. É justamente porque. É mais fácil você amar entre aspas. Eu acho que esse a Maria tem muitos significados, aí é é mais fácil você amar aquilo que você

conhece, toca, é interage, né? Do que você. Tentar amar algo que você não vê. Muitas vezes não sente porque você aprende com uma cultura, enfim, com a experiência de outras pessoas vão é, por exemplo, se eu não sou médium, vidente, então pra mim fica mais difícil acreditar que existam espíritos do que um médium vidente que conversa com espírito, né? Então eu creio que essa frase aí amaria o que era seu. O mundo amaria o que era seu. É justamente sobre isso.

Ainda assim, é relacionado aí a questão do material de nós estarmos inseridos no mundo material. Não tem nem como. Eu já vi uma pergunta aí que eu não sei se vai ser você vai colocar, mas não teria nem como a gente fingir de morto, literalmente. Olha, eu sou um espírito que está por acaso aqui encarnado, então eu continuo vivendo como espírito.

Não, não dá, né? Você tem começo, tem que fazer xixi e cocô, você tem que lutar com a vida para poder tirar o seu sustento, então não a gente não conseguiria viver como um espírito, mas não nos impede de tentar alcançar. Compreender, né? Já que essa proposta da doutrina espírita. Compreender como é que funciona do outro lado que todos nós vamos, né? Do outro lado, daqui do lado depende, né? Da das visões dos universos paralelos, das dimensões. Então, eu creio que é nesse sentido, né?

Ainda assim, eu bato nessa mesma tecla, talvez eu esteja errado, me convença, mas Eu Acredito que ele estava falando ainda da questão do mundo material, né? Queriam é enfrentar muitos, muitas discórdias, muitos problemas, perseguições justamente para você contrariar. Qual é a importância, porque a gente aprende até hoje 2000 anos atrás. Que olha, você tem que é ir para a escola, mas não é pra você aprender a ser um cidadão do mundo.

Estudar EE entender o mundo não é para se formar em tal profissão que vai ganhar tanto e você vai ter. Para ser bem-sucedido é aquele que comprou um Monte de apartamento, casa, chácara, carrão, troca carro todo ano. Isso é ser bem-sucedido pelo mundo hoje, né? E não as pessoas que simplesmente tem muitos jovens assim que disseram não, eu não quero seguir essa maluquice de. É chegar a ter burnout como no meu caso, eu tive de tanto se estressar de tanto perseguir o mundo material, né?

Mesmo que você vai tocando aí a sua vida espiritual, mas tem 1 hora que você fala assim, material lá, se eu vou correr atrás de tudo isso para quê? Para chegar no fim, eu vou morrer. Eu não vou levar mais nada. Há para os meus filhos, OK? Com raras exceções nos seus filhos, vão trabalhar, vão, vão buscar sua verdade, vão buscar o seu sustento, não é? Você não é responsável por deixar eles sustentados a vida inteira.

Então, creio eu que ainda assim a gente vive nesse Império do materialismo, tanto que muitas religiões, se não a maioria delas, continua. É e quando este materialismo primeiro falam de Jesus como algo realmente é quase, né? É distante e olha no mundo atual, né não? Quem morador de morador, pessoa em condição de rua está lá porque é vagabundo e não sei o que, e continuam replicando essas mesmo, esses mesmos comportamentos materialistas. Né? Não enxergam é Oo maior, o maior

por trás disso tudo. Então, continuo com esta minha tese, me convença ao contrário, fazer que nem aqueles codes. E para você, Débora. Olha, primeiro eu tenho uma coisa que eu acho bem interessante que Jesus. É, pelo menos no como está traduzido. No novo testamento, antigo testamento. É muito, tem muita coisa assim, ou ama ou odeia, né?

Parece que nunca tem meio termo e a gente precisa lembrar que, por exemplo, a língua que Jesus falava, o aramaico, é uma língua pobre no sentido de ter pouco vocábulo. Ter pouca é possibilidade de você se expressar, tá? Então, assim mesmo a normalmente é uma língua mais dura, chamado de língua concreta. Mas enfim, quando muitas vezes Jesus fala do amor ou do ódio, não é que ele está falando como mo ou então aquele ódio não é isso.

É assim, é de gostar mais ou gostar menos, por isso que tem aquela história também de amar mais ou amar menos. E a gente tem que prestar atenção nesse tipo de coisa também. E quando ele fala assim, quando vocês sei lá, quando vocês me amarem, quando vocês me seguirem, o mundo vai odiar vocês, porque assim eles vão achar que a ideia é boa, mas eles não vão gostar de determinadas atitudes daquilo que vocês fazem, por exemplo, todo mundo fala de amor, pelo menos os que se dizem.

Cristão. Zoo Evandro falou isso também, né? Mas, por exemplo, se uma pessoa vê um. O morador de rua como uma pessoa numa condição de vulnerabilidade. É mesmo ela sendo cristã. Muitas vezes ela não vai ter aquela atitude. De querer ajudar ou de fazer alguma coisa ou principalmente, de olhar essa pessoa como irmã. Esse é o desafio maior. Ajuda, vai para a conta da Caridade que é aí a gente vai fazendo aquela continha bonita,

né? Que acho que vai chegar do lado de lá. Olha, eu dei tanto, eu fiz isso, eu fiz aquilo, eu fiz não sei o quê, então é aquilo que Jesus propunha, vamos dizer assim, em tese, parecia muito bonito, mas quando ele falava, ele IA contra tudo aquilo que estava estabelecido na sociedade. Quando ele comparava a mulher com qualquer outro. E deixava ela caminhar ao seu lado. Isso era uma afronta para a sociedade. Sabe, de então, muitas atitudes

dele. Dele fala assim, olha, não vão te aceitar porque é muitas vezes a pessoa fala, fala, fala, mas não age da mesma forma. E fica difícil, por exemplo, como é que a gente pode conceber o espiritismo sem a Caridade? Difícil, mas a gente tem que dar um passinho à frente, pensar em Caridade, na questão do quê, da justiça social, do bem-estar em coletividade. E nós não pensamos nisso, mas

você não pode falar sobre isso. Que quando você fala em justiça social, há, meu Deus, você está falando de alguma coisa com uma cara que tem uma coisa política e Jesus tinha isso. E ele trouxe esse desafio, esse desafio para sua comunidade. Por isso que ele foi sacrificado, isso é fato, entendeu? Muita gente entende Jesus hoje, como ao mestre. Isso e aquilo, tudo. Mas na hora de fazer aquilo que ele propõe.

A distância é muito grande. Porque a pessoa não consegue esse amor e de saber aceitar essas diferenças. Não é porque eu não amo, é porque eu odeio. Então tudo isso tem problema não só de tradução, mas de entendimento nosso, para que a gente pode conceber que Jesus, um cara tão legal, tão fique imaginando ele, com um sorriso

maravilhoso. Tudo como é que ele podia falar em odiar, em arder no mármore do inferno ou seja lá o quê, sabe, e como sempre, o mundo está sempre aquela ideia do material, muitas parábolas de Jesus traz essa ideia, principalmente do mundo material e das questões financeiras. Porque era mais fácil das pessoas entenderem. E se era difícil naquela época, nós continuamos com a mesma dificuldade, porque a gente não consegue. É entender que muitas das nossas atitudes nesse mundo material

vai ressoar no mundo espiritual. E tem consequências. Não adianta só fazer, sei lá. Preces lindas, maravilhosas, ficar a semana inteira dentro da casa espírita, se dentro de mim eu não fiz alguma coisa um pouco melhor para esse mundo que eu estou vivendo. É isso. Essa, a ideia aparentemente contraditória entre ser no mundo em ser do mundo. É um vício, é de interpretação. É de quem se debruça sobre esse versículo, né?

É. Não, não me consta como vocês acabaram de tratar, embora com pinceladas diferentes, que essas situações sejam contraditórias entre si, né? Quando Jesus fala em ser do mundo e diz que retirou os discípulos do mundo. Significa justamente essa ambiência material, onde não somente ele, os discípulos estavam naquele momento originário da proposta ética ou moral, é do evangelho de Jesus e a doutrina dos espíritos bebe

nesse conhecimento originário. Porque enquadra a situação também nossa atual 2000 anos depois de participar das coisas do mundo. Isto é exatamente como o nosso Gerson e a mim faz na pergunta que já passou aí na lousa que eu peço que é Oo nosso pessoal de apoio recoloque, né? Querer viver como espírito desencarnado num corpo de carne no mundo seria uma contradição existencial transformadora. Né? Exatamente isso, a condição de

estarmos no mundo. É a existência espiritual materializada, mas conservando a sua essência. Maior a sua essência de plenitude e quando nós estamos é do mundo, nós estamos convivendo com essa natureza espiritual, ao lado da materialidade. Eu vou puxar um conceito e queria ouvir vocês a respeito. A opinião de vocês sobre esse conceito que não está em Kardec, mas é interpretativo em relação à Kardec, está em Herculano pires. Herculano pires dizia que todos os espíritos encarnados.

São seres Inter existentes. Inter existentes, né? Então eu pergunto pro Evandro. O que seria essa Inter existência? Na visão de Herculano, interpretando o Allan Kardec? A Inter existência é que Herculano diz. Ele cita até um exemplo de um médio, por exemplo, né? Que enxerga os 2 mundos, então nós estamos entre os mundos, tanto o mundo físico quando o

mundo espiritual. Obviamente, somos espíritos numa experiência física, então nós já temos essa Inter existência naturalmente, especialmente pelos até pelos informes, as perguntas respondidas no livro dos espíritos, em outros, a materiais sobre a nossa. O nosso passeio quando vamos dormir, né? Nesse, esse afrouxamento dos laços que nos prendem no corpo físico pode ou não acontecer em outras experiências também mediúnicas, especificamente.

Então essa Inter existência porque nós estamos entremeados nesse mundo espiritual, a algumas a ciência mais Moderna é traz aí as as pesquisas e estudos, né? Teóricos, obviamente, mas sobre a questão dos multiversos. Então, a questão das das dimensões já já é provada até matematicamente. Eu fiz ciência da computação. Primeiro eu fiz matemática, então a gente fazia muita continha nos outros, nas outras dimensões, e era até difícil.

Antes da vinda dos computadores, demonstrar a, por exemplo, a quarta dimensão, que é um negócio meio doido. E aí tem quinta dimensão, sexta dimensão. Então imagine que nós estamos entremeados, né? As dimensões estão todas cruzadas, passando neste mesmo espaço. Né? Tempo, espaço. Daí que vem também é daí que vem. Enfim, é a teoria dos multiversos é que o nosso Big Bang foi uma explosão num outro universo paralelo, né? Multidimensional.

E as pesquisas estão caminhando e há muitas teorias nesse sentido, como por exemplo, a viagem por buracos de minhocas que são é, é buracos no tempo, espaço que faz você alcançar alguns extremos ou entre os os universos, Eu Acredito é. Pelo que eu li, né? Do do Herculano, é sobre isso que ele está falando de interesses existencial, porque a gente está o tempo todo convivendo nestes 2 universos ou

muitos univers. Ô, né, ou a gente pode chamar no mundo material e no mundo espiritual simultaneamente? Afinal de contas a gente não é arrancado do mundo espiritual para assumir um corpo, né? Isso é só uma fase, mas continuamos aí em contato constante, especialmente os médios. Essa Inter existência. Débora então justificaria a expressão de Jesus ser no mundo e ser do mundo. Inclusive em face do meu introito, há pouco, né, de que não são coisas excludentes.

Se somos Inter existentes é porque participamos ao mesmo tempo das coisas do mundo, dos espíritos e das coisas do mundo material muito físico. É isso mesmo. É isso mesmo, tanto que o Evandro começou a falar do exemplo do do médium, né? Que tem uma historinha lá que é o Chico, tá? Tava lá no trabalho mediúnico. E aí os 2 desencarnados é, não tinham se encontrado, mãe, filho. Uma coisa assim, né? Então assim você imagina ele vendo a conversa dos 2 que ainda

não tinham se encontrado. Os desencarnados e trabalhando com os encarnados aqui, é como se ele tivesse com. Num num giro de 360°, com todos aqueles espíritos, é influenciando ali, na cabeça dele. Não está no livro dos espíritos, né? Que não vou lembrar qual é a questão, mas nada disso que o quanto o mundo espiritual nos influencia, né? E o quanto os espíritos estão a nossa volta. O espírito de verdade responde o tempo todo.

O tempo todo, então, assim, AA proposta básica que é muito legal, diferente, pelo menos para quem nunca pensou nisso, é de que existe um mundo espiritual e que ele atua em nós e que nós também, de alguma forma, imagina um médium que seja vidente? É? Deve chegar alguns momentos que deve ser meio estranho, né? Eu tenho uma amiga que às vezes não é todo tempo, mas ela vê a pessoa como se ela tivesse encarnada mesmo e ela mesmo às vezes fica na dúvida. Será que é?

Será que não é? Então, essa dualidade é exatamente essa, sabe? Nós somos 11 espírito que no momento estamos encarnados vivendo no mundo material, mas que também temos a comunicação e a é a interação com esse mundo espiritual é. Nós vivemos esse paradoxo o tempo todo. Isso me lembrou um texto, eu posso falar, Marcelo, não quero me alongar muito, mas. Mas assim eu não sei se ele era ateu ou não. Não me lembro disso, mas o Pablo Neruda tem 11.

Trecho do confesso que vivi, que eu acho assim que serve para nós, sabe, como? Pelo menos, como, como um momento de reflexão que ele fala assim, eu quero viver num mundo em que os seres sejam simplesmente humanos, sem mais títulos além desse. Sem trazerem na cabeça uma regra, uma palavra rígida, que era o que a grande maioria, a única maioria, todos possam falar, ler, ouvir, florescer. Nunca compreendi a luta, senão como um meio de acabar com ela,

que era um caminho. Por que creio que esse caminho nos leva todos a essa amabilidade duradoura, que era uma bondade, um bico. A extensa inexaurível resta me, no entanto, uma fé absoluta. Do destino humano, uma convicção cada vez mais consciente de que nos aproximamos de uma grande ternura nesse sobressalto de agonia. Sabemos que entrará a luz definitiva pelos olhos, entre abertos. Entender nos hemos todos progrediremos juntos. E esta Esperança é irrevogável.

O que nós podemos dizer? Seu Evandro oliva depois de Pablo Neruda, né? E fica difícil, gente contextualizar. Depois de um dos sábios da humanidade, um expoente principal da literatura, é mundial, é fala a respeito desse sentimento. Quando a gente vai continuar tentando, na verdade, então seguindo aí o nosso curso de de perguntas é. Existe um questionamento que permeia esse nosso tema de hoje, que é AO alcance da influência do mundo sobre os indivíduos, sobre os espíritos encarnados, né?

Então, eu perguntaria a você, Débora, primeiro depois ao Evandro, até que ponto? Esse mundo considerada aí a coletividade e considerado o ambiente com considerada a PSI cos fera que nos envolvem. É possui uma influência decisiva marcante sobre nós, Almas imperfeitas em viagem. Olha. Que nos influencia e muito, principalmente se a gente pensar na parte social.

Se a gente colocar a parte social, não só como convívio, mas nós estamos num planeta em que as nossas atitudes, as nossas escolhas melhoram ou não a nossa qualidade de vida aqui, e isso influencia muito, é naquilo que nós fazemos como nós agimos, principalmente aquilo que a gente traz de costumes, de palavras que estão cristalizadas, de pensamentos que vêm, cristaliza 12 que a gente vem trazendo de muitas encarnações. Mas que reflete nesse nosso

convívio social. Então é, pode muito é interferir na vida das pessoas, por exemplo, mesmo que seja um espírito, sei lá, o pessoal gosta de falar, né? De missionário, de não sei o quê e tal, porque um espírito elevado. Mas vamos supor, vamos fazer de conta que um espírito maravilhoso, elevado, reencarnou. Ai, graças a Deus, encarnou. Está lá numa comunidade. Na periferia da periferia, da periferia. É, será que aquele meio, aquela falta de de de oportunidade não vai interferir?

É no pensamento ou na vida dessa pessoa? Não significa que ela vai regredir, mas é impossível. Nós é ficarmos de olhos fechados para isso. E não é só aquela pessoa que é extremamente sensível. Isso se reflete em todos nós, de todas as formas, no nosso corpo físico, no ar que nós respiramos ou no apoio, poluição que respiramos. Enfim, é não há como dissociar essa. Influência por isso que o nosso espírito tem que ser fortalecido, numa fé fundamentada, para que a gente possa lidar com esses.

Com esses vão dizer assim, obstáculos que é natural. De uma convivência num planeta como o nosso? E aí, Evandro? É existem mesmo limites para essa influência do mundo? É do conjunto sobre as individualidades. Olha, primeiro que a debinha jogou muito baixo, né? E citando neruda e sim, ele é ateu. Aí que a gente ficou mesmo sem chão, rifa putz, cês ficam estudando espiritualidade?

Pelo menos tem um motivo a mais para para entrar nesse tema, aí vem o negro da teu e fala tudo isso de Esperança, de humanismo, enfim, então isso foi um Golpe Baixo, está anotado na minha CA. Hdnet Tatá. É claro que tem a interferência, né? Eu acho assim, eu fiquei pensando e engraçado que de novo, a debinha roubou minha resposta, porque eu fiquei pensando na minha vida, minha atual existência, já que eu tenho muito pouca lembrança das

anteriores. E aí a primeira coisa que me veio na mente, vendo aí o meu caminho até descobrir, por exemplo, a doutrina espírita e depois até estudar mais a profundamente até chegar onde eu estou, ou seja, que não sei quase nada, é? Por onde eu passei e eu fiquei me colocando no lugar de uma pessoa, já que a gente falou antes, né? De uma pessoa em condição de rua. De uma pessoa que mora numa comunidade que não tem sequer água encanada ou esgoto.

Que não tem condições de frequentar a escola. Que o seu dia a dia, muitas vezes como criança, vai para os sinais de trânsito. Tentar vender um guardanapinho,

uma balinha, alguma coisa assim. Que, na cabeça deste espírito encarnado tão merecedor quanto todos nós, de todas as a, toda a bondade divina, todas todas as coisas que a gente merece aqui na Terra. Não tem um segundo, um pensamento do que seja mundo espiritual, não é do que que é por causa do mundo espiritual, vai pautar suas ações. Você está passando fome? A biologia faz ela fazer qualquer coisa para comer. Ela não vai morrer de fome, essa pessoa não vai morrer de fome por inanição.

Sentada na calçada. Olha, ninguém me ama, ninguém me quer, me quer. Às vezes ela vai até cometer crime porque assim já que ninguém ajuda, ela vai ter que por conta, é roubar aí um chocolate num supermercado para matar a fome e a gente vê hoje condenações de pessoas que roubaram um chocolate no supermercado enquanto é uma outra que rouba milhões. Não, não é condenado a nada. Então, sim, o mundo material, né?

O mundo tem uma influência absurda, é quando a gente encarna e talvez a gente saiba essa. Esse grande desafio quando a gente encarna, né? A gente se depara com isso e talvez seja esse, né? OA razão da gente encarnar para dizer assim, ó, você vai ter uma maratona, você vai ter que passar por muitos caminhos, muitas coisas diferentes, né? Então assim. Eu, Evandro, tenho condição de pensar, de refletir. Eu estou bem alimentado, eu estou aqui numa temperatura de

12°. É agasalhado dentro de um teto, porque eu não tomo chuva. Né? É, eu tive uma formação educacional. É que me fez questionar, não é que há então quem não tem informação que não tem faculdade? Então não, não, não, muito pelo contrário, sabedoria não tem nada a ver com o conhecimento, mas eu estou dizendo que eu, Evandro, tive condições de ampliar, né?

AAO meu modo de pensar e encarar a vida, especialmente depois de sair da casa dos pais, nós temos as nossas, nossas tendências, que a gente traz espirituais, né que brotam é que vão com a gente, despertam e cada um tem a sua então.

Eu trouxe essa tendência é antes e a gente tem a ousadia de se rebelar contra a maioria que segue uma religião como eu já fui católico e questionei tudo e acabei deixando de ser católico, porque eu tive a rebeldia de questionar, eu tocava numa missa das 8 que iam em média 1500 pessoas por domingo. Aí eu fico me perguntando, quantas dessas 1500 pessoas? É? Questionaram a religião e deixaram de ser católicos. 123. O resto continuou.

Então a gente é o mundo vem nos trazer, é, é o mundo material. A experiência na carne vem nos trazer desafios absurdos, absurdos, às vezes muito pouco intransponíveis. Assim, AA coisas que é a gente pela condição social e por isso que a gente luta por um mundo com justiça social, onde a Caridade não vai ser mais necessária, é porque todo mundo deveria ter condição de pensar também na sua vida espiritual, não só no que vai comer daqui a pouco.

Ou se vai dar para pagar as contas nesse mês, se matando de trabalhar, viajando 23 horas por dia para ir para voltar? Né? Então, sim, Eu Acredito que o mundo, ele. Ele tem uma em interferência até no nosso plano reencarnatório assim muito, muito, muito poderoso é a gente tem é por muito tempo. A gente tem que ter as condições, não é sorte, né?

Mas as condições ou talvez a gente busque um caminho para poder é em contrapartida encontrar algum jeito de de furar esse bloqueio material que acontece. Eu lembro que com 14 anos de idade eu fui fazer 11 cursilho,

não sei como é que chamava. Uma experiência assim num fim de semana, num colégio que era da igreja e aquilo me despertou absurdamente para o mundo espiritual, não é mesmo que na época eu era católico, mas era uma criança que não pensava em outra coisa anão ser fazer faculdade, se formar. Estava naquela roda viva e de repente fui despertado para o

espiritual. Num fim de semana desses e daí pra frente eu só fui mudando a rota, mas a partir daquele momento eu me reconhecia a alguém pensante no mundo espiritual. Talvez uma oportunidade dessa seja 111 pensão, assim que a gente tem. Então esse é o ponto que me parece chave nessa ideia de participarmos do mundo e conservarmos aquilo que nós trouxemos. Notem bem a expressão que eu vou utilizar agora como missão para a encarnação.

De de modo diferenciado em relação à grande maioria dos espíritas, que entendem missão apenas é relacionada aos grandes luminares da humanidade, eu, você que está do outro lado da tela, o Evandro, a Débora, todos nós temos missões. Inclusive as menores missões, que são aquelas nos ambientes. De um com maior convivência, nossa, no dia a dia, onde nós podemos é com os exemplos, mais do que com as palavras. Mas também vamos é enquadrar aí a força das palavras.

A palavra ainda é. Um ELO condutor importante nessa nossa condição de materialidade, as palavras arrastão, né? Mas os exemplos são muito mais Fortes, muito mais efetivos, né? As palavras convencem, os exemplos arrastam essa expressão, é literária. Consagrada, né? E nesse contexto? Das missões, aí é que virá a ideia de nós aproveitarmos aquilo que o espiritismo conceitua como expiações e provas.

Expiações e provas associadas que é estar nesses locais e fazer diferente ou fazer a diferença?

Não, não grande em grandes saltos qualitativos, porque nós não estamos em condição ainda disso, mas um pouquinho que seja para modificar a nós mesmos e o cenário onde nós estamos a esse respeito, inclusive, tem uma pergunta que me foi encaminhada por uma colaboradora, que eu vou dividir com vocês, porque é justamente dentro dessa ideia e. Está associada a várias considerações, a considerações, pelo menos de 3 participantes é

que foram feitas há pouco. Deixa eu resgatar aqui a Luísa Marques Medeiros, a filó scarpati EOA própria. Marta Novis, né? E aí eu vou enquadrar a pergunta que foi encaminhada nos bastidores, para mim, para. Tratar desse tema da das influências 11, que é o que nós estamos trabalhando agora. Nós vivemos, é. Num mundo material, estamos na condição da materialidade e, portanto, é essa materialidade nos conduz, ainda que inconscientemente, muitas situações ao materialismo, né?

Isto é, aquelas. Condições que são inerentes das facilidades do mundo material, como o consumo desenfreado, o individualismo exacerbado e a competição desmedida. Esses 3 pontos estão presentes na trajetória de todos nós. Se não é de uma forma permanente, mas volta e meia eles aparecem e nós estamos sujeitos a isso. Só que nós já somos Almas ou espíritos com alguma bagagem. E estamos aqui na Terra com alguma quilometragem. Já não é? Não somos adolescentes, não

somos jovens. No início da Juventude, mas esse me parece ser o principal alvo da mensagem espírita. Para que as civilizações que estão se renovando em termos de idades cronológicas também se renovem em termos de Ideas. Então a pergunta que cabe me fazer a ambos, para que a gente possa enquadrar essas diversas manifestações que aconteceram é de de pessoas que estão participando da nossa live é? Como ser diferente em relação a esse contexto, né?

Como resistir ao consumo desenfreado, ao individualismo exacerbado e a competição desmedida, competição essa que existe também dentro da casa espírita, onde eu, onde você estamos, volta e meia, né? É a competição pelo holofote, pelo cargo, pela ascendência, pela influência, são dos outros,

et cetera. Mas voltando a nossa pergunta pra essa geração nova e nota que Kardec, em vários momentos fala direcionado a essa geração nova, aquela que tem força interior para modificar as conjunturas externas. Que exemplos nós podemos oferecer aos jovens diante de todo esse contexto? Evandro? Olha, é. Creio eu que. Exemplo que a gente tem, inclusive da palavra 625. Eu acho que eu vou te atropelar no programa aí. Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem para

lhe servir de guia e modelo? Primeiro guia, não é, não é alguém que a gente deva copiar, alguém que nos conduz, que nos guia e depois o modelo a ser seguido é resposta dos espíritos. Lacônica Jesus.

É com todo com isso, sim. Com todo o conhecimento, estou com 11 edição aqui que só fala Jesus, mas Jesus, enfim, é. Com todo o conhecimento que a gente vai, conforme a gente vai crescendo, é como corpo encarnado, não como espírito, mas assim a nossa adolescência e tudo mais o que nos influenciará muito para a compreensão do mundo é justamente os caminhos que a gente vai seguir. As oportunidades que a gente

tem, né? Especialmente se a gente é, abre a mente e de novo eu falo da universidade, da faculdade. Muitos não têm essa oportunidade, mas também muitas faculdades. As que eu fiz, por exemplo, eram extremamente comerciais diferentes de faculdades públicas que formam aí a personalidade da pessoa.

Bota para pensar e não à toa, são nas faculdades públicas que vem os movimentos estudantis, porque as faculdades comerciais você está trabalhando o dia inteiro, está morrendo lá pra pagar e estudar durante a noite, não sobra tempo de filosofar coisa nenhuma, né? Então depende deste caminho que a gente vai seguir, né? Então, primeiro o guia e modelo Jesus, os caminhos que a gente tem da sabedoria do mundo. Então aí, especialmente da filosofia, né?

Que nos nos situa quem nós somos, para onde vamos, né? O que que a gente tá fazendo aí? Nos coloca como parte integrante do coletivo, né? Então há, então, significa que não é? É trabalho. Enquanto eles dormem e vou vencer tudo e todos passar por cima de todo mundo, como as empresas comerciais geralmente é assim, um é promovido sapateando, o outro eu já passei por. Isso é.

Ou é você? Buscar o poder a todo o custo também no na, na nas casas espíritas, no, no, no movimento espírita, onde essa busca de poder é algo muito forte de holofotes, de cliques, likes, inscrições e views, né? Tanto que um canal rouba vídeos do outro, rouba vídeos do outro. É inadmissível você pensar que um canal que se propõe a estudar a doutrina espírita rouba vídeos de outros canais espiritas para colocar para poder ganhar dinheiro ou ter views, né?

É num, num, num senta para fazer uma. Criar rouba do outro. Aí você fala assim, mas pera lá, tá tudo errado, né? Então é e especialmente eu deixei para o final, o que transformou de verdade a minha vida. Eu já tinha estas noções, né? Desde quando eu é passei por aquela fase da igreja católica. Eu já tinha essa noção de pensar na espiritualidade, et cetera e tal, mas quando eu conheci a doutrina espírita. Para mim, foi uma verdadeira transformação, mas transformação

com força. Daquelas de me tirar, é do caminho que eu tinha traçado pra mim, de sucesso, de correr atrás, de ter comprar. Consumir é poder, cargo cada vez mais. Não, porque eu preciso, porque eu preciso. Você fica naquela auto pressão absurda até que eu me deparei com burnout e cheguei cheguei à conclusão que a doutrina espírita estava me falando isso. Acho que foi uns 8 anos, 7 anos desde quando eu comecei o

estudo, a do espiritismo. E que aí a doença me fez parar quando eu parei todo aquele conhecimento que eu já tinha da doutrina espírita, fez todo o sentido do mundo, a ponto da minha vida virar 360, 360, não, porque não sai do lugar 180°, né? Então é pra outra direção, para falar uma pera lá. Eu estou fazendo algo? Eu gostava, mas algo que me destruía emocionalmente para ganhar dinheiro. Ponto. Então, o que eu fazia nos meus tempos, na minha tempo vago, era

ser regente de coral. Cantar, trabalhar com a música, mas era o que me realizava, o que me dava prazer e que fazia muito bem para todo mundo. Mas para ganhar dinheiro, eu me destruía emocionalmente. Aí chegou num ponto que eu falei, não, espera lá não, não dá para ser assim. Vamos aplicar o que? O que estou estudando, né? Então, essa guinada foi justamente da doutrina espírita. E quando eu falo doutrina espírita, eu estou falando essencialmente do livro dos espíritos.

Né? Não estou falando, nunca fui de frequentar a casa espírita. Hoje eu estou no g Ol, mesmo que distante, às vezes presencial. Mas eu cuido das redes, do do YouTube e tudo mais. Agora faço parte da diretoria. Mas é. Eu nunca, não, não, não tive berço espírita para fazer toda aquela programação, né?

Implantadas pelas federações pelas use sabe, você tem que fazer seguir este livro aqui que mistura livro dos espíritos com Emanuel, com André Luiz, com Monte de coisa, que pra mim isso é a maior barbaridade que pode desistir, porque você está misturando Fontes diferentes, é. Feitas de um jeito diferente e botando tudo no mesmo balaio com a mesma importância, né? Então isso me assusta. Eu não passei por isso.

Eu fui instruído justamente bebendo da fonte do livro, dos espíritos, sem precisar inventar absolutamente nada. Isso me deu uma capacidade de discernir. Depois não é que não levou tempo, levou muito tempo, bati muita cabeça, mas pelo menos isso me deu. A é clareza do que eu estava fazendo, o que eu estava pensando e especialmente, esse negócio de estudar sozinha ou estudar por conta. Você vai aplicando para sua vida, não fica um momento social, ai eu vou num centro

espírita para estudar. Quando eu chego em casa eu nem lembro que estudou. É mais ou menos igual. O sermão do padre ou da missa que ninguém lembra bulhufas que foi falado, né? Um dia depois ninguém nem está sabendo o que que é. Já quando você estuda com um jeito de transformador da sua vida, você começa a sua consciência, começa a brigar com você nos atos, né? Comuns da sua seu dia a dia, você passa a haver 11 pessoa em condição de rua, você é tentada por você mesmo.

Para mudar essa situação de alguma maneira ou chamar uma assistência social ou dar um prato de comida ou conversar, dá bom dia. Boa noite. Como é que você está? Como? Como é o seu nome? As pessoas correm, né? Dessas pessoas como se fossem assim, pragas da sociedade e tudo o que fez é o que especialmente me fez essa essa transformação foi justamente. É a doutrina espírita, né? E que tem de novo na 625 como guia e modelo?

Jesus, nem preciso falar AO tamanho da minha admiração de Jesus não, pessoa Santa, muito menos de Salvador, de nada, né? Ele veio ensinar o caminho, não veio salvar ninguém, é e pela personalidade histórica de Jesus, que eu também estudo por fora, não só da bíblia. Se a gente estuda o evangelho segundo o espiritismo, percebe que muita coisa é linguagem, figurada, muita coisa foi modificada com o passar do

tempo. E também tem muitos evangelhos apócrifos, muita coisa que não foi divulgada. Então eu tento olhar para Jesus como este revolucionário, incansável, lutador por justiça social, tentando nos aproximar dos mundos melhores que a gente vai enfrentar, né? Precisa transformar e é, mas que exige nossa atitude. Aí entra, né? E a Débora falou, há então ser do mundo sem estar no mundo é ser do mundo ao cheque humana lá

porque sois do mundo. Antes eu vos não sois do mundo, eu vos escolhi do mundo, por isso que o mundo vos odeia. Aí tem aquelas pessoas religiosas que entram naquela neurose que tudo tem que ser da igreja. Então meus amigos tem que ser da igreja ou do centro espírita, tá? Faça uma correspondência que quiser. Meus amigos tem que ser daquela. Eu só posso falar daquilo. Eu só posso ouvir música gospel

daqui pra frente. Eu não posso ouvir música do mundo e tem muitos centros espírita que que tem essas histórias meio louca, aí também é não, não tem nada a ver uma coisa com a outra e esquece do principal. Que é justamente ser revolucionário como Jesus foi, mesmo que seja na nossa micro revolução, como o Marcelo está falando nas pequenas missões, nas pequenas coisas, já que a gente é eu, pelo menos nas e nem com 0,1 do Gandhi, por exemplo, para fazer o que ele fez, mas o que eu posso?

Vamos lá, vamos seguir e isso é que me inspira. Eu acho que eu falei demais, nossa senhora. E tu, Débora? O que que diz a respeito aí no sentido da pergunta que nós fizemos, de quais exemplos nós podemos, né? Dar oferecer a essa massa jovem que nos rodeia não só na casa espírita, mas no dia a dia, em outros cenários também. É, eu concordo muito com o espírito de verdade, quando diz v de Jesus, só que é uma coisa que eu gostaria de propor é não de dizer exatamente o exemplo

que a gente deve seguir. Mas tem algumas coisas que, por costume, sociais por costumes de outras religiões, enfim, não importa qual a gente tem essa mania de santificação. A partir do momento em que eu participo de uma comunidade. Religiosa, numa doutrina de uma igreja, tudo, todo mundo pensa em santificação, sabe? Tô até ouvindo a música levando, cantando lá atrás, Oh, sabe? Eu vi a luz, estou fazendo a

reforma íntima, sabe? Eu estou estudando a doutrina espírita porque a minha missão, então, assim, tudo parece que se torna muito grande. E esse caminho de santificação não tem nada a ver com a doutrina espírita. Eu tenho que ser o que eu sou. Por exemplo, eu sou uma pessoa completamente simples, eu não tenho absolutamente nada, mas eu tenho uma vontade de conhecer, de saber, de questionar, por exemplo isso. O padre também me disse Evandro e falou assim, você pergunta demais.

Você está convidada a se retirar do grupo de jovens da igreja. Sabe, então assim é. Nós precisamos primeiro. Aprender ou se habituar de alguma forma a olhar para si mesmo? Não ficar esperando o que eu gostaria de ser. Mas primeiro, aquilo que eu sou. Um, é isso é, não é aquilo que eu gosto, não é, mas aquilo que eu tenho agora, o que que eu posso fazer com o que eu tenho agora? Como é que eu posso modificar esse pequeno mundo que está a minha volta?

Sabe, eu não sei se é uma grande missão. Eu não sei se um dia eu vou escrever um livro ou se vou plantar uma árvore ou que que eu vou fazer. Mas assim, essa ideia de santificação a gente tem que deixar um pouco de lado. Por que a gente tem? Tem gente que dentro da casa espírita parece que só quer viver no mundo dos espíritos. Ai o silêncio, né? O silêncio é uma prece, aquela coisa e não pode falar isso e fala todo mundo com aquela entonação de espíritos e tudo.

Aí eu falei, gente, daqui a pouco eu já tô vestindo a túnica branca, olha isso, sabe? E essa mistura dos romances que as pessoas trazem. Como verdades absolutas dentro da casa espírita, isso é um grande.

Obstáculo a meu ver, principalmente para esse pessoal mais jovem, que vem questionando e que muitos expositores ou pessoas que trabalham na casa espírita não aceitam questionamento, e nós estamos dentro de uma doutrina que nos convida a pensar, a estudar, como dizer Herculano pires, você tem que queimar suas pestanas, estudando, buscando, porque nós estamos aqui para sermos melhores. Querendo ou não. Então assim, a ao exemplo de Jesus, vale. Mas vale também muitos exemplos

daqueles que se esforçam. Como espíritas, para serem melhores. Sabe, não adianta de eu falar, falar de Caridade se eu não falar de justiça social. Por exemplo, tem muita gente aí é que fala assim há, mas nós escolhemos as nossas provas e expiações, OK, mas a gente também não pode se apegar a esse a essa frase, sabe? Está na hora de transcender isso.

Tudo bem, eu escolhi o que eu tenho que fazer, então eu tenho que passar, porque aí já vem aquele pensamento de sofrimento, de sacrifício, de resignação que não tem a ver com autoconhecimento. O nosso grande desafio é conviver com a gente mesmo. Sabe, e com as nossas dificuldades agora aqui de encanados. Nós temos muitos exemplos. O que a gente tem que entender e falar para as pessoas que estão engatinhando, eu também estou.

Mas assim, tudo eu dizia assim, olha, é. Os exemplos estão em toda parte, em muitas coisas, mas você tem que fazer o seu julgamento. Você tem que saber entender aquilo que você lê. Você tem que saber, discutir, argumentar e, principalmente, conviver com as suas tendências, que às vezes você fala assim, um a coisa não está indo para um

lado bom, sabe? Por exemplo, não adianta eu falar que eu sou cristão se eu não aceito é se eu não aceito é mudar determinadas coisas, porque eu acho que eu estou indo além. Eu estou colocando política dentro da casa espírita. Sabe, esse tipo de coisa a gente não pode desassociar isso o tempo todo. Nós somos isso e um pouco mais o tempo todo, e somos seres políticos. Se nós não pensarmos num mundo melhor, não adianta eu ficar no nicho de que eu penso dessa

forma. Eu eu vou fazer isso só e para mim, basta esse tipo de conhecimento. Não basta? Eu tenho que olhar além. Além daquele que pensa diferente? Sabe porque aquele que passa por uma dificuldade que eu não passei, ele está me trazendo um aprendizado, um aprendizado enorme. Mas se eu não tenho olhos de ver, como diria Jesus. Eu não vou aprender nada com

isso. Sabe, então assim se eu às vezes, coloco como exemplo uma determinada pessoa que esteve aqui encarnada ou mesmo Jesus é. É sempre aquela ideia de santificação, de uma coisa que eu nunca vou poder alcançar. E às vezes a gente perde tanto tempo. É com essa vontade de alcançar o que eu não consigo. Que que se perde nos pequenos prazeres dessa nossa jornada que são principalmente esses, principalmente esses altos e baixos? Sabe, é eu.

Eu tive um tempo que eu tinha uma dor moral extremamente cruel, EE grande. Que eu achava que nunca iria superar. Eu tinha uma dívida em todos os sentidos, inclusive no monetário, que eu não IA conseguir superar. E quando me veio a dor física, eu falei assim, gente, é tudo isso, muda a nossa forma de enxergar. E não é porque ai você precisava sofrer para passar por isso. Para entender, não é abrir os olhos. Para aquilo que a vida nos apresenta? Para a família que a gente tem.

Mesmo que você tenha um parente que seja extremamente abusivo e narcisista, mas qual é o teu desafio frente a isso? O que que eu posso tirar? É dentro dessa doutrina que pode me fazer uma pessoa melhor. É, é isso que eu tenho para dizer por enquanto. Ainda bem que é por enquanto. Bom, olha só eu. Eu quero fazer um arremate. É dentro disso que vocês é colocaram porque é. Eu senti falta de de um conceito em especial, mas que tem a ver

com tudo. Toda essa exemplificação que vocês deram é inclusive, as ambientações, né? Do do do meio espírita que vocês 2 é, convivem e conhecem tanto quanto eu. O jovem. Não é o adolescente, o jovem. Eles precisam de um elemento que é muito rarefeito. No movimento espírita, no meio espírita. Esse elemento chama-se autenticidade. O jovem está procurando pessoas autênticas em que ele possa se espelhar. E não. Seres que parecem estarem vivendo mais no mundo dos espíritos do que no mundo da

matéria. Este me parece ser o elemento que diferencia. Grande parte das pessoas que estão no movimento espírita hoje, aquela ideia de que estão se preparando para o mundo espiritual. Para o futuro? Enquanto se preparam para o futuro, fazem pouco ou nada em relação ao presente. Então, o jovem não se identifica com essas pessoas, porque ele está vivendo o aqui e o agora. Ele está precisando de reflexos

de modelos. Como ver de Jesus da questão 625, eu preciso me enxergar no dirigente, no palestrante, no coordenador de alguma atividade espírita. Isso é essencial para que haja identificação para que o adolescente, o jovem sinta, OPA, é esse caminho que eu estou querendo para mim. Mas não aquele caminho do artificialismo. Da ideia de que nós somos como a Débora, colocou, já com a túnica branca, não é?

Nós vestimos a roupagem espírita ou a roupagem espiritual quando estamos nas atividades espíritas. E o resto? E os outros ambientes? E as outras circunstâncias? Porque nós, enquanto seres do mundo. Estamos sendo observados. Em todos os momentos? E é a nossa ética. Autêntica, que vai arrastar. Não digo seguidores, não digo. É pessoas que estejam apenas procurando referências temporárias e transitórias. Mas.

Um alvo lá na frente. E aí, já que vocês tocaram várias vezes na questão da justiça social. Na questão de nós fazermos um pouco mais do que aquilo que já fazemos. Tem uma outra, né? Pergunta que me foi encaminhada hoje nos bastidores que eu vou. Querer ouvir vocês justamente porque está associada a essa ideia de envolvimento do espírito encarnado com as coisas da materialidade. Nós quando estamos encarnados, Débora e Evandro, nós naturalmente, passamos a gostar

das coisas do mundo. Claro, a encarnação com todas as facilidades, com todas as as conveniências do mundo material, a tecnologia, os bens materiais, o conforto, os alimentos, os prazeres mundanos. Se eu pudesse reunir num num só elemento, né? Num só conceito? Isso nos atrai. E é muito mais. Conveniente, muito mais fácil que as coisas do mundo atraiam quem está no mundo, não é verdade?

Mas de uma forma paradoxal. Nós já acabamos não nos preocupando tanto com esse mundo material onde nós estamos. Que dirá pelas coisas. Por exemplo, o Brasil para as Ideas, as práticas associadas à preservação do ambiente, ao cuidado com o planeta que nos nos serve de morada, né? E, em paralelo, também. Nós estamos muito preocupados com as relações sociais, com as relações que estamos construindo. É uns com os outros. Não parece estranho isso estar no mundo, gostar das coisas do

mundo. Mais tratar isso como um aspecto apenas individual egoístico? Que dizer disso? Evandro. 2 palavras que Kardec sempre nos traz os espíritos também, orgulho e egoísmo, não é? É esse o nosso grande desafio. Porque? Primeiro? Quando a gente supera o orgulho, o egoísmo ou lidar melhor com ele, eu acho que Nenhum de Nós é isento, é disso e situações diversas.

Quando a gente começa a enxergar fora de de dentro do orgulho e do egoísmo, a gente percebe que nós não somos convidados especiais do planeta Terra. A gente está aqui por um propósito e é bom que a gente entenda esse propósito de vida até para o nosso psicológico emocional, né? É pessoas sem propósito, não tem porque estar vivendo e geralmente buscam. É a auto exterminação. Nós é. Eu Acredito que.

Nós temos sempre que nos observa a função especial do do espiritismo e isso, Kardec diz, é realmente a uma transformação, mas uma transformação de pequenos passos bem diferente desses auto-ajuda da vida que nossa faz isso que vai dar nisso, não é uma auto compreensão, na verdade, das nossas limitações, das nossas fraquezas, das nossas forças, né? E mudando de passinho em passinho, esse objetivo da doutrina espírita não é para tornar ninguém Santo, claro, se a gente conseguisse seguir os

exemplos, né? Dos grandes? Começando com Jesus, mas tem tantos outros. É? Não estou falando nem de espiritas de seres humanos que passaram pela Terra. A gente adianta o nosso passo, né? Aquela história olha a corrida porque todos vamos morrer e a pergunta é, a gente quer voltar para esse planeta ainda de inspiração, né? Esse, esse, esse tal transição aí demora muito a acontecer. A gente quer voltar ainda para esse planeta ou quer ir para um planetinha, um tiquinho mais

legal na próxima encarnação, né? Um pouco mais fácil. Então, depende da nossa vontade e da das nossas ações. Eu não acredito nesse pré determinismo que muitas religiões e muitos espíritas têm. Eu costumo dizer sempre é pro Jorge, meu companheiro que. O espiritismo não é determinista. Olha, você está sofrendo assim com a sua mãe, porque você veio para passar isso com ela. Então, se você tiver qualquer atitude que não aceitar esse sofrer, carregue a sua Cruz.

Depois você vai ter que voltar. Pior ainda para resolver pior. Tem casos, é piores ainda como a minha querida Márcia Barroso, diz ela está aqui assistindo, apareceu no chat, é marido e mulher. Não. Eu tenho que morrer com ou companheiros, enfim, eu tenho que morrer com esse companheiro, com essa companheira, porque vai que na próxima encarnação eu volte e aí eu vou ter que conviver com ele de novo com ela de novo.

Já pensou que horror? Então eu vou engolir tudo as bucha agora pra poder na próxima não voltar, pois é, você está fazendo o caminho mais errado possível, está sendo infeliz e não deixando que a outra pessoa seja feliz também, então eu. Eu passo para trás. Então acredito que tudo isso vem fruto do orgulho e egoísmo e só é fechando ainda da pergunta anterior, debinha, é eu não. Não sou criado em centro espírita, mas eu sei que tem equipes de crianças, de jovens e

et cetera e tal. Que não aceitam questões. Eu só quero lembrar que todas as obras fundamentais são em formato pergunta e resposta. Kardec era essencialmente curioso, nenhum espírito deu nenhum cata no Kardec por fazer tal ou qual pergunta não foi levando bronca, né? E aí nós reproduzimos um exemplo nas casas espíritas e aí eu abro um grande parênteses para nossa casa espírita, eu estou puxando a sardinha pro meu lado, né? Tudo bem no geol que não há

palestra a roda. De conversa todo mundo senta em volta de uma mesa, cumpre, dona. E vai rolando o estudo em cima das obras fundamentais. Então, está se estudando o livro dos espíritos faz a pergunta alguém lê a pergunta? Alguém lê a resposta e todo mundo vai dando seu pitaco do que que entendeu sobre aquilo. Isso é estudar o espiritismo.

Agora, o modelo que a gente adotou e que é repetido nos tais congressos que não são congressos coisa nenhuma, só tem nome porque não permite compartilhamento de idéias e colocar a discussão pro pro outro. É que virou 11, versão mais modernizada do sermão do padre. O padre fala, todo mundo escuta, ninguém questiona. Alguém levantou a mão para questionar a padre, geralmente, nas casas espíritas, ninguém levanta a mão para questionar.

Nenhum palestrante num grupo de estudo de jovem que não aceitar que jovem faça a pergunta, porque está está no DNA do jovem ser curioso depois falar assim, ai eu movimento, o espírito está morrendo, né? Jura por que será? Né? É porque o jovem é rebelde, ele não quer saber de nada não. Meu amigo, minha amiga, porque nós estamos fazendo tudo errado é porque nós estamos castrando os jovens, não só os jovens, mas quem ousa perguntar alguma coisa? É tido como o esquisitão ai, que

horror. Aqui não é? Para questionar Kardec é inquestionável. Os espíritos não são inquestionável como o Santo Deus, como nós temos passagens que são preconceituosas. Especialmente no livro do que eu tenho minhas dúvidas se o Kardec iria é permitir que fosse publicado no obras próximas a teoria da beleza, que é um show de horrores. Hã? Então é porque Kardec não Kardec estava inspirado naquele momento de algo que a ciência aprovava. Não era a teoria da beleza do Kardec.

Eu dou espiritismo dos espíritos, era ciência na época que estava discutindo isso, que tinha relação com a aparência física. Se ser mais evoluído ou menos evoluído, nem estamos falando espiritualmente, estamos falando como ser humano mesmo, né? E tem muitos lugares que fala de tribos, de não sei o que, como povos selvagens são povos menos evoluídos, não está errado. Né?

A gente tem que ter o bom senso de saber em que época isso foi escrito, que os livros não são mágicos, que vão se atualizando no pirlimpimpim, que simplesmente vai mudando para todo mundo. Não naquela época, a compreensão de mundo era isso, mas naquela época também a compreensão dos espíritos que ninguém é obrigado. Por exemplo, um casal, ninguém é convida, é obrigado a conviver com outro, sugerindo o divórcio. O sei é a separação.

Lembrando que aqui no Brasil foi aprovada a lei do divórcio na década de 70. Então, estava muito além do seu tempo, então a gente tem que aprender a estudar a doutrina espírita. No mundo com os pés no chão, né? Sabendo as referências que aconteceram e mais ainda, temos que aprender que romances espíritas?

Na minha humilde opinião, não são para ser estudados, são para ser lidos, emotivamente, compreendido, chorar pra caramba, já chorei um Monte deles, mas não segui que aquela opinião e aquela visão de um espírito por meio de um médium, por mais honroso que honrosos que os 2 sejam, é um para um. Enquanto o que a gente vê na doutrina espírita é um show de bom senso, de milhares de espíritos de talvez milhares de

médios no mundo inteiro. Agora você querer igualar, ensacar, empacotar e botar como regra e dá pra pra jovem estudar. E se ele encontra alguma coisa, é incoerente, é xingado. Até expulso do grupo, porque não pode perguntar. Então, a responsabilidade, se a doutrina espírita está morrendo neste esquema que a gente conhece hoje, né? De casa espírita, de comunidade, et cetera e tal. É por uma série de fatores, né? Falta de acolhimento, falta de empatia, tem um Monte de coisa,

né? Esse essa disputa de poder, esse negócio de que não cada um tem que vir por conta própria, mas especialmente por esse formato errado, né? De só palestra? E ninguém fala nada? Palestra e ninguém fala nada. Aí aquele aquele ritual religioso, entra, toma um passe, senta, escuta a palestra, vai tomar um passe estômago e fluidificada, vai para casa. Qual a diferença disso? E para qualquer religião? Uma missa, por exemplo. Nenhuma, só se trocou o meio, o

jeito de fazer. Mas é exatamente a mesma coisa. Se você não permitir uma pessoa que questione algo na doutrina espírita, para que está tudo errado, isso é qualquer coisa, menos espiritismo. E aí, Débora, é esses paradoxos. Como trabalhar com eles? Ai, olha, primeiro que nem Oo. Evandro falou do do você falou também da questão dos jovens, mas assim é para os jovens. Eu fico imaginando, porque se para mim, que não sou jovem. Assim, já é uma chatice.

Ouvir aquelas palestras intermináveis, cheia de exemplos que a gente está cansado de ouvir e de chavón ISO, porque a as pessoas vão trazendo e vão cristalizando e vão ficando sempre as mesmas coisas e assim não pode falar. Tem que ser tudo falado, assim, ninguém pode interferir. Então o jovem não tem lugar de fala. Para começar. E esse lugar de fala é o quê?

Ele poder se expressar. É ele poder dizer Como Ele É. Por exemplo, se um jovem aparecer com um cabelo estranho ou com alguma coisa, então você não pode vir assim na casa espírita ou na igreja, ou sei lá onde for. Então como que você vai buscar ajuda num lugar que não te acolhe? Como você é? Você não tem que se moldar o que a casa espera que você seja.

Ela tem que te aceitar como você é. Então, se as pessoas não se percebem num lugar como esse, por exemplo, se é, vai fazer uma reunião de jovens, se vai fazer uma Batalha de islã, alguma coisa assim não pode. A vibração da casa vai cair, sabe? Então é, nós precisamos mudar a nossa atitude frente a essas. É a essas dificuldades. Agora, como eu posso ficar querendo que o jovem chegue porra perto de mim se eu não

quero que ele faça? É aquilo que ele é, que ele não haja da maneira Como Ele É, que ele faça, só aquilo que eu quero, aí fica difícil. Fica muito difícil. O jovem não se sente é acolhido, ele não se sente abraçado. Porque a casa vai dizer para ele, por exemplo, se chega uma mulher que é abusada dentro de casa? É. Tem um relacionamento abusivo ou mesmo passa por algum, algum problema físico? Enfim, quando ela chega na casa espírita, quantas vezes ela ouve, esquece minha filha? Perdoa.

Aceita de volta? Porque se não, você vai ter que reencarnar com ele de novo. Você vai ter que passar por isso tudo de novo com com as mesmas pessoas. Há, mas penso eu, Deus pode mudar. O elenco. Não pode, claro que pode. E isso é. É possível desde que aquilo que eu tenho que assimilar, aprender aquilo que que me cabe é. Passar por essa jornada terrena eu vou passar não porque Deus assim determinou ou porque é eu tenho que fazer isso?

Mas isso faz parte de mim mesmo. Eu vou acabar me deparando comigo mesmo o tempo todo, principalmente naquilo que eu não quero ver em mim, naquilo que eu não quero me conhecer. Não é a grande sugestão não é o conhece-te a ti mesmo. Dentro da casa espírita, a gente tem que falar isso, por exemplo, quantos OOO? Evandro falou do destino, né? O pré determinismo, quantos a gente ouve isso?

Há, mas você tinha que passar por isso aí a pessoa fica numa situação que ela fica entre a Cruz e a espada do que assim, do que é a parte espiritual ou aquilo que cabe à doutrina e aquilo que ela está vivendo na prática. Aquela dor, porque aquela pessoa está passando, então se a gente vem com esse discurso que a gente muda algumas palavras, tudo, mas que são muito parecidos com de outras igrejas,

a gente está fazendo igual. Só que com outro elenco, com outras palavras, e a gente está caindo na mesma estrutura do que da culpa e do pecado. E quando a gente vai desenrolando esse novelo, a gente cai sempre no quê? Na questão do egoísmo? Sabe, porque se as pessoas não olhassem só para si e pensassem mais no coletivo, a gente provavelmente provavelmente estaria vivendo numa condição diferente. Mas a maioria não tem essa consciência. E imagine os jovens, por

exemplo, se eu chego numa casa. EEA pessoa acha que só aquele silêncio, aqueles, aquele passe, vai fazer o outro despertar, não é assim? Cada um é de um jeito. Se eu não dou a possibilidade, por exemplo, é. Eu vejo muita dificuldade hoje nos jovens na questão da imaginação. Não só no adulto, mas nos jovens, porque hoje é tudo muito pronto, né? Você vai no Google ali, você acha?

Na hora você não tem aquela dificuldade para chegar em determinado lugar, mas é se eu não estimular isso, eu vou ter um adulto apático. Cheio de vícios e coisas, então eu tenho que dar espaço para isso. Eu tenho que dar espaço pra isso e no momento, as casas espíritas não trazem isso. Se o jovem traz o problema que ele vive em casa. É da pessoa que bebe, que bate na mãe, que de repente bate nele, o bate nos irmãos ou que

não consegue sustentar a casa? É. Isso é muito complicado, mas ele tem que ter a certeza de que ele pode se expressar e dividir isso com pessoas que, de alguma forma, vão pelo menos dar suporte a ele para passar por aquilo. Não é que vai mudar a vida da pessoa. E isso é uma coisa preocupante, porque é quando a gente fala desse trabalho social. A prática acaba é a prática na casa espírita, né?

Acaba nos afastando disso. Então, por exemplo, se eu tenho uma mulher que passa por um problema assim é, eu tenho que ir um pouco além, como é que eu vou acolher essa pessoa? Como é que eu vou cuidar dessa pessoa? Eu vou só julgar a, mas ela também não se esforça, ela não, isso ela não. Aquilo não é esse o nosso papel. Mas é principalmente de acolhimento.

Se o jovem trás, porque é ele, tem um problema em casa ou se tem 11 menino, traz uma menina trans. Ela quer participar daquilo, mas se de repente, quando entra todo mundo de alguma forma. É, olha aquela pessoa de forma diferente, acabou. Quem sabe quem é diferente sabe que tipo de olhar é esse e não é fácil superar.

Não é fácil, assim como as outras dificuldades sociais, não é fácil quando você acha que você vai entrar num lugar em que pelo menos você vai ser acolhido por ser um ser humano, um e a coisa não acontece, você fala. Eu não vou ficar aqui. Porque eu não estou aqui para isso, eu estou procurando um caminho. Eu não estou procurando ser acusado. Sabe, e não é porque a gente vai passar a mão na cabeça de todo mundo, não.

As pessoas são o que elas são. Se uma mulher passa por um de 1 ano, dificuldade, a gente tem que dar um suporte. Se uma pessoa que tem todas as dificuldades do mundo, ela não tem o que comer, ela não tem onde morar. Como é que na hora que ela entrar lá eu já começo a julgar por aquilo que ela deixou de fazer? Ou então a você está passando por isso, porque isso faz parte da sua missão da sua tarefa enquanto encarnado. Mas eu não posso fazer alguma coisa para melhorar a condição

dessa pessoa. A doutrina espírita nos fala disso. Do acolhimento, da mudança efetiva não é só uma coisa aqui, como se a gente tivesse no mundo das ideias de Platão, sabe? E aquele mundo ideal e tudo longe. Nós estamos aqui, encanado. Um, eu lembro muito do do Patativa do Assaré, que brigava tanto por um pedacinho de Terra. Não é que ele dizia assim, só um poeta popular. São simples os meus versos e

sempre onde vou rimar? O principal tema é Deus Deus fez a grande Natura, como tudo quanto ela tem, mas não passou, mas não passou a escritura da Terra para ninguém. Se a Terra foi Deus quem fez, se a obra da da criação deve cada camponês. Ter um pedaço de chão, quando o agregado solta o seu grito de revolta, tem razão de reclamar. Não há maior padecer do que um camponês viver sem Terra para trabalhar. Essas questões é que, aparentemente nos parecem os paradoxos.

Elas envolvem ainda, nos conceitos imperfeitos que nós temos sobre o viver no mundo. E por isso nós ainda por vezes nos vemos envolvidos. Nas grandes marés da existência, repetindo os comportamentos de outros, repetindo o que todo mundo faz. E esse envolvimento nos dificulta a visão mais aberta que está, por exemplo, na questão 919 do livro dos espíritos, quando fala da necessidade de nós conhecermos a nós mesmo. Por que que essa questão é tão importante nesse contexto da

parente? Dicotomia entre ser no e do mundo? Porque nós ainda não percebemos que o conhecer a si mesmo nos dá um elemento essencial e que nos distancia dessas visões que vocês acabaram de colocar, que são as visões incorporadas das chamadas Correntes de pensamento religioso, inclusive o com a corrente de pensamento religioso espírita que é majoritária, é que nos alcança, independente de sermos mais ou menos voltados para as questões evangélicas ou

para as questões de caráter. Religioso que gravitam em torno das outras na chamada ambiência espírita. Esse conceito é o conceito de autonomia. Conhecermos a nós mesmos, nos direcionar, fazer aquilo que nos cabe e não agir conforme o comportamento de manada ou de rebanho que também alcança a ambiência espírita. Nós estamos chegando na parte final da nossa live e aí eu gostaria de enquadrar, talvez aquela que é a principal questão é. É desse dessa proposta de tema,

né? Que é justamente a ideia da participação dos espíritas na construção de uma sociedade melhor, de uma sociedade materialmente. Em um pouco mais de conformidade com aquelas balizas espirituais que estão na filosofia espírita e que nos acompanham já há algum tempo. Muitos, muitos companheiros espíritas é. Afastam-se, é da ideia de engajamento em relação aos problemas e as questões sociais. E a justificativa desses espíritas é de que?

Nós temos que nos preocupar é com as questões espirituais, porque as questões materiais, pela própria força das coisas, pela própria influência dos espíritos no progresso, vão se ajeitar. Vai tudo se encaixar quando for o momento e esse momento, meus amigos, parece nunca chegar. Parece que nós estamos envoltos hoje em dificuldades em problemas ainda maiores do que aqueles que eram comuns à sociedade de 165 anos atrás, que foi a sociedade em que Allan

Kardec é viveu. Então, a pergunta que eu faço a vocês, vou começar pela Débora? Depois vou levando é o que falta. Em termos de meio espírita, de movimento espírita, de grupos e instituições, sejam elas presenciais ou virtuais. Em termos de esclarecimento. Em termos de. Conduta pró ativa. Para que nós sejamos, de fato, espíritos.

Espíritas encarnados no mundo material, mas partícipes ativos na construção daquela nova sociedade que está em o livro dos espíritos, que está em um céu inferno, que está na gênese. E esses conceitos se complementam entre si como uma tarefa material. E de caráter espiritual. Então, Débora, o que que falta para nós efetivamente conseguirmos arrebanhar? Um quantitativo maior de espíritas que possam arregaçar mangas.

E trabalhar nas questões afetas a justiça social, afetas a resolução dos problemas sociais desta humanidade encarnada. Olha, é. Na minha experiência. Isso é que não é tão grande assim, mas de qualquer forma, de todas as casas que eu já participei ou vivenciei. Principalmente essa questão de como a pessoa chega até a casa. A maneira como ela chega até lá, provavelmente ela chega por por um Monte de problemas, mas Oo discurso sempre é o mesmo.

Shop e as pessoas pouco se esclarecem em relação à doutrina de fato. Elas se perdem nos nos romances, nas mensagens edificantes, naqueles papeizinhos que a gente recebe tudo. E acabam, é. Tendo uma ideia, é se é que eu posso dizer um pouco distorcida do que a própria doutrina. Shopping e falta por essa distorção, vamos dizer assim, a continuidade. Da cesta básica é daquele prato de comida. Que a gente vai oferecer para quem está com fome, OK, quem tem

fome tem pressa. Está certíssimo isso, mas a gente pode ir um pouco além. Em matéria de organização, para que a gente tenha um acompanhamento, porque normalmente nos centros, principalmente os centros grandes, tudo a gente pode ter 11 advogado, uma psicóloga que possa eventualmente fazer um trabalho com alguém que esteja necessitado é fazer esse. Eu não sei se eu vou dar um exemplo bem bom, mas, por exemplo, alguém que é de vendas, ai eu vou lá, vende, fui, bati a meta o esse mês.

Foi uma coisa incrível, maravilhosa. Agora, se essa pessoa não fizer aquele trabalho de retaguarda. Sabe que é de fidelizar o cliente, o cliente ligar, saber se tudo bem fazer aquele feedback depois da venda, tudo é. Dificilmente, é. Ele não vai ter essa continuidade. Esse trabalho é muito importante para que ele continue fazendo o que ele está fazendo e que esse cliente seja fiel a esse vendedor. Então eu penso assim, no fidelizar o aluno que está chegando na casa com algum

problema, você poder encaminhar. Você deixar esses esse discurso engessado de muitas casas, aquelas pessoas que entram não só pra pra preleção do evangelho, mas pra pra como expositores com aquele papelzinho de 30 anos atrás. Que não muda absolutamente nada, uma vírgula. Então nós podemos mudar essa estrutura dentro do centro, pelo menos uma questão de acolhimento. Sabe de poder conversar com o jovem ou com alguém que precise do mesmo jeito que ele está falando comigo.

Sabe permitir isso que que a gente pode fazer para mudar não. A gente só ouve, não tem algumas casas que mais um pouco seguem aqueles preceitos lá da Torá são 620 e poucas leis que não pode. Isso não pode aquilo. Não, não, não, não, não, não é. Não é assim que funciona, como é que eu vou atingir uma pessoa que eu tenho que instigar o autoconhecimento, que de alguma forma eu preciso seduzir não no sentido de sexo, mas de?

De me aproximar daquela pessoa para que ela se interesse pelo assunto, por exemplo, doutrina espírita. Como é que eu vou fazer isso? Se o discurso é só de cima para baixo? Se não há um diálogo, se não há uma permissão de que essa pessoa possa se expressar e, principalmente, é deu saber é aquela coisa assim, sabe aquele aquele telefonema? Olha, você pegou a cesta básica tal aqui durante tantos meses. Tudo como é que está a tua vida?

Você conseguiu um emprego. É, não é fácil, isso não é fácil, mas a gente pode estruturar de uma forma diferente. Por exemplo, quando eu fui para trabalhar na penitenciária. É, eu tive muitos obstáculos, inclusive físico. Mas o que mais me espantava era as pessoas irem contra esse trabalho. Os próprios espíritas, contra o trabalho de uma outra casa espírita e a gente via, como, por exemplo, na maneira deles, né? A pastoral é. Que cuidava é pastoral carcerária.

O trabalho social que eles faziam que desenvolviam, que a gente pode beber em muitas Fontes. Parecidas para que a gente possa mudar um pouquinho essa questão de de não ser uma palestra, de ser uma roda de conversa, de buscar outros caminhos. Para que as pessoas possam sentir que eles estão no espaço, que realmente vale acrescentar alguma coisa. E que a gente instiga essas

pessoas a mudarem também. A quererem fazer parte desse estudo, dessa busca que, aliás, a busca de todos nós para um mundo melhor, ou, pelo menos em tese, deveria ser. E você, Evandro? Olha, tendo uma visão mais macro como eu disse, né? Como eu não tive uma participação intensa em centros quando eu fui frequentar centros, foi mais para Apresentações e palestras do que convivência. É, eu acho que nós precisamos de mais. Herculano e menos Emanuel.

Para começo de conversa, para mudar essa realidade. O que que eu quero dizer com isso? Nós precisamos influenciar as pessoas, e aí? No meu canal, espiritismo, que é este aqui No No espiritismo com Kardec, tantos outros que nós temos, os espíritas progressistas e tantos canais maravilhosos. Que estão dando uma chamada no movimento espírita para dizer assim, ó, o espiritismo não é bem isso do que vocês estão fazendo ou que estão praticando. O caminho está invertido.

Vocês estão indo em direção e já estão é em direção às religiões. É, não é essa proposta do Kardec, inclusive, Kardec é muito claro. No final do livro dos médiuns, quando ele diz assim, que os grupos de estudo, quando começar a passar de 20 pessoas, que era para se dividir. Não é para fazer, é casas espíritas de 5000 pessoas, né?

Porque sabia que humanamente é muito difícil e gerenciar isso você tem aí AA disputa dos egos é, você tem um Monte de problema que não existiria num grupo pequeno que cada um se conheceria por nome e saberia da vida um do outro, pela amizade que isso causaria. Então é Eu Acredito que falta, né? É no movimento espírita e nós estamos tentando, já que é uma parte da solução.

Não sei se é só isso, né? Uma pergunta que fica é no ar, mas que a gente, cada um no seu, no nosso a pequena missão, né, é apresentar de volta? O que que é o espiritismo de verdade, né? Nesse sentido de, vamos deixar os as mistificações pro lado? Vamos deixar AO não pode, não deve não. Isso a silêncio é uma prece e todas essas coisas que são religiosas, né?

Ai não pode, não pode acabar a palestra você tem 30 minutos para falar 40 minutos para fazer, porque se não os espíritos que estão esperando lá para dar o passe e vão embora pra caramba, gente, entenderam o quê? Né? Especialmente é. Eu acho que a gente tem que fazer o que eu e secar sempre faz, que é unir as pessoas que estão, que pensam, né? Do da mesma maneira, aí que nós somos muitos e de muitos pontos do mundo inteiro, não só do Brasil.

A trabalharem juntos para depois também individualmente nas suas possibilidades, seja na sua casa espírita fixa, seja no seu canal de YouTube, seja no seu Facebook ou seja lá onde for. Trazer estas é esta lembrança, né? Ai, mas quer dizer então que o é o espiritismo? Não pode ter atualização não. Ele deve ter atualização, mas uma atualização possível das correções. O do que era 160 anos atrás do que é hoje, mas não uma virada de caminho. Que cê deixa de ser um grupo

filosófico, né? 11 espiritismo, científico, filosófico, de experimentação e viram um espiritismo quase que exclusivamente religioso. E aí é justamente esse caminho. Kardec criticava, né? Ele diz muito claramente.

O espiritismo será um potente auxiliar da religião, porque ele não entraria com esse negócio de olha isso aqui tem uma central, tem todo mundo, tem aquele aquele outro, qualquer um pode abrir uma casa espírita a qualquer momento, sem pedir benção para absolutamente ninguém, e se quiser, pode se filiar a uma federação alguma. Use da vida se quiser, mas não tem nenhuma necessidade, porque é justamente baseado na

autonomia das pessoas que lêem. Estudam, entendem e aplicam, então acho que é o que está faltando, é mais gente conhecer isso. A gente vê que os grandes encontros é, inclusive, que eu participo. É na, no meu modo de vista, se perde muito tempo falando só de evangelho. E pior, não é nem das partes, mas é cu tu cantes assim de Jesus no evangelho que traz aí o movimento de de justiça social e tudo mais. Fica naquele negócio de auto ajuda sabe aquele negocinho meio

igualzinho? Gente, desculpa, eu fui católico. É exatamente a mesma coisa que se faz na religião católica e dá pra quê? Espiritismo, se for ficar replicando imitando a igreja católica, inclusive dos mesmos assuntos evangélicos, e não sai daquilo e. Com aquela que não transforma a vida de ninguém, não chacoalha ninguém num provoca absolutamente ninguém. Isso não é espiritismo, não precisaria do espiritismo. As religiões já fazem isso.

A diferença da doutrina espírita está aí em provocarem nos tirar daquele, né? Naquele caminho que a gente aprende do mundo para se posicionar e aquela história é é, já veio com essa missão, né? A gente vai fazer uma Caridade aqui que depois entra no meu bônus hora. Lá do nosso lar, as pessoas têm um sonho de ir pro nosso lar, que é um troço que fica num brao. Na visão de um espírito. EE dizem isso como verdade plena, como se fosse o Kardec que tinha aqui falado e todos os

espíritos tinham falado, né? EE que está almejando o quê? E para um lugar que tem casa, que você toma uma sopinha que parece um copo dágua? Desculpa, gente, eu. Eu fico com o livro dos espíritos que quando eu desencarnar, eu quero voar pelo universo. Eu não quero ir num lugar que tem uma casinha que você tem que comprar com bônus hora. Isso é um reflexo do capitalismo absurdo no mundo espiritual. Que desculpa não faz sentido nenhum, não. Para o espiritismo, pode ser

para aquele espírito, né? Mas não para o espiritismo. Então o que a gente pode fazer é, digamos assim, nos infiltrar do jeito que a gente está fazendo com as nossas idéias. Mesmo que nasceram das dos nossos questionamentos, da própria doutrina e do próprio movimento espírita, e não da doutrina. E levando essas idéias provocadoras, uma vez que eu ouvi, é alguém questionando as obras, por exemplo, de Emanuel, de André Luiz. Aquilo me deu um profundo é choque que eu falei baixinho,

mas como? Mas porque que eu acreditava piamente? Aí eu comecei a comparar com a doutrina espírita e falei assim, gente, é mesmo? EOK é a visão de um espírito para um médium. Que pode estar errado em muitos lugares, né? Está é, não vou falar errado, mas em contradição com o espiritismo e se diz espírita. Então pode ser espiritualista, não mais espírita, que a gente possa, e eu acho que faz parte da solução que a gente possa fazer este semear.

Estas Ideas, assim é como é que chama de bruxa de nossa? Imagina como quem é você, que ousa falar contra os espíritos. Mentora do Chico Xavier, não, o bom senso me autoriza falar alguma coisa nesse sentido que eu estou comparando, é só isso. Eu convido você comparar também não vai na minha, não finge que eu não estou falando nada. Mas eu só quero botar pulguinha

atrás da orelha. E com esse questionamento que a gente é, faz no nosso meio, do nosso canais nos secar e tudo mais, eu acho que só tem este caminho, né? O caminho do questionar os rumos que o movimento está seguindo, questionar o modelo que está aí, né? Para todos nós posto e que eu participei, participo menos agora, ativamente, especialmente nos grandes encontros com grandes nomes que eu percebo que os assuntos são sempre os mesmos. Se fala a mesma coisa, como se

fosse um sermão de igreja. O que não toca em política não toca a injustiça social, não toca em direitos humanos, não toca em nada. A gente passou tanta coisa, por exemplo, com o Zé não, mamis. A minha última apresentação que eu fiz num Congresso grande lá em no Congresso, no simpósio em Pernambuco, eu cantei 3 cantos craós, porque eu queria lembrar dos indígenas que foram massacrados. Ninguém mais fala um anão ser o André trigueiro, ninguém mais finge que estamos vivendo, não é?

E aí entra no assunto aí que somos do mundo. Mas parece que a gente é de outro planeta, finge que a gente tá vivendo no mundo espiritual, que ó que é tudo maravilhoso e não usa questionar. Aí a gente leva ainda o nome, porque eu não quero misturar política e espiritismo, não. Mas a grande maioria do movimento espírita misturou a política e, com força ainda o bandido bom é bandido morto. O armamento e, et cetera e tal. Isso é o quê?

E pior, isso completamente contrário a tudo o que a doutrina prega que Jesus falou, né? Isso tudo bem agora você dizer que não está certo uma pessoa viver na rua? Nossa, você é socialista, você é comunista, não meu amigo. Eu sou cristão ou pelo menos eu estou tentando ser, pois é isso que Jesus fez, ele foi um revolucionário, você quiser tapar o Sol com a peneira, o problema é seu. Eu me empolgo já já responde. Pergunta errada anterior, mas eu acho que acertei na mosca.

Nós precisamos realmente é disseminar essas provocações, estes questionamentos, né? No próprio movimento espírita, para dar uma injeção de ânimo e também de é cair na real. Olha, espiritismo é isso aqui, não é isso. Aqui, pelo menos eu sou teimoso, eu continuo podem-me cancelar a vontade. OK, hoje vocês é se esmeraram em derrubar o âncora em derrubar a nossa programação, entendeu? Roupa? O conteúdo das perguntas mas, valeu, valeu, é o conjunto da obra, né?

É, é o que eu estava comentando aqui nos bastidores. Às vezes eu faço uma pergunta e ela vai ser respondida, quando eu fiz a segunda pergunta ou a terceira, né? Mas no conjunto, acabou alcançando o objetivo ao que nós é, nos propusemos hoje inclusive essa questão aí.

Finalística e do Evandro, é, às vezes exatamente a pergunta, a observação feita pelo Rodolfo Ferreira, que foi colocado aí na lousa ainda há pouco e dizia assim, como podemos estar no mundo ou sermos do mundo de uma forma aceitável, se ainda existem pessoas que têm que roubar? AO furtar, né? Para poderem comer não é exatamente esse o ponto, não é ser comunista, não é ser socialista, não é ser de direita nem de esquerda.

É ser genuinamente espírita. É se preocupar com a dor do outro, a se envolver com a dor do outro. Claro que também não somos nenhum, é porta-voz, é da Redenção da humanidade. E para resolver todos os problemas de todas as pessoas. Mas é termos empatia com a dor do próximo, é estarmos envolvidos nas questões que. São delicadas, individual e coletivamente. Quero deixar um espaço breve, né?

Porque nós já estamos aí com 1 hora e 58 de live para que vocês possam fazer as suas considerações finais nesta nossa live de hoje. Débora. Bom. Sabendo agora que eu já respondi todas as questões de forma incorreta, eu vou terminar a minha participação aqui. Enfim, é. É primeiro que a gente tem que saber, é dosar. Tudo que que se nos apresenta essa nossa vida de encarnados e esse desafio de de sermos espíritas é de lembrar aquilo que verdadeiramente a doutrina fala.

A gente tem que resgatar o espiritismo dentro da casa espírita. Como já diria Brecht, de vez em quando a gente tem que lembrar o óbvio, e nós estamos nesse momento, principalmente depois de tudo que a gente passou. Então é, tem muita coisa que se fala que acha que é uma coisa, mas é outra e. E, principalmente, da gente deixar de lado tudo aquilo que é muito romanceado, que a gente traz como verdade absoluta. Sabe como regra prática dentro

da da casa espírita. Isso é. É terrível, principalmente para quem está chegando agora, né? Para quem está chegando agora, então é mais o meu recado, é meio debochado, mais ou menos como eu sou tá que é o seguinte, o espírita, quando nasce, sonha com a evolução Bus. Música, conselho com espíritos para chegar à perfeição, mas a Pedra no caminho é a encarnação, vive mais no mundo dos espíritos do que nessa Terra, o seu quinhão.

Eu que não sou evoluída, quero mais viver nessa Terra querida, olhar pro céu, pisar o chão, respirar o ar, porque dessa Terra e dessa vida, sou como se a mente, o que eu quero. Eu quero me espalhar. Muito bem, Débora se espalha bastante e essa história aí de? Pergunta ai responder b também faz parte do script, né? Da nossa jocosidade, é da nossa forma diferente de fazer esses programas e de termos uma postura que é toda nossa, do ECK. Muito obrigado pela tua presença.

Pedir pra ti ficar aguardando um pouquinho lá na sala do chá pra gente daqui a pouco fazer nosso encerramento. Muito obrigado. Evandro, é com você. O que eu posso dizer é o seguinte, bem feito para você, preste atenção, na próxima vez, em convidar uma atriz de um cantor para ocupar o mesmo espaço. A gente é naturalmente incomodado com o mundo, questionador do mundo e eu sempre fui uma pessoa muito Caxias e ultimamente eu estou sendo muito rebelde.

Então assim você me dá uma direção que provavelmente eu vou sair um pouquinho. Mas eu acho que é. Tem muita coisa represada que a gente vai vivendo, né? Vai vendo, especialmente no meio espírita, que é preciso ser dito não de uma maneira. É julgadora, né? Se eu me fiz, interpretassem, esquece, não é isso, mas é de uma maneira que a gente vai descobrindo o que é que todo mundo participe daquele jeito, né?

Do jeito que Kardec também idealizou que os espíritos idealizaram e não copiando religiões e tudo mais. Então, às vezes, às vezes eu me exaltei um pouco, já peço aí perdão para aqueles que se sentiram ofendidos, mas desculpe, eu só disse verdades, não acredita em mim, vai pesquisar e nas obras. É fundamentais da doutrina espírita que você vai ter as respostas, não? Com Evandro. Quem é o Evandro na fila do pão, né? E eu queria te agradecer, querido, sempre muito bom participar.

Que bom que hoje você não me botou em frias. Eu acho que dessa vez eu consegui me vingar. E foi delicioso, maravilhoso, sempre muito, muito bom e é uma honra fazer parte dos secar. É até hoje. Eu sou muito grato por tudo isso, é pela aceitação, pelo acolhimento, pelo carinho de sempre e nossa família que a gente escolhe. Ó gratidão querido gratidão a todos vocês. O pessoal que está nos bastidores aqui, inclusive eu. Então vamos juntos, valeu.

Muito bem, é. É disso aí que eu pedi pra te aguardar um pouquinho lá Na Na salinha do chá que a gente vai partir para o encerramento. Ei, OPA, essa ideia aí de de família é bem o nosso espírito do ressecado, né? E não foi por acaso que nós colocamos 2 artistas aqui hoje porque sabíamos que um e o outro iam roubar a cena. Como roubar, né? Então agradecemos aí a participação do Evandro e da Débora, sempre simpática, sempre jovial, sempre com esse toque diferenciado que nós procuramos

é colocar. Das atividades quinzenais que nós fazemos aqui nas livres do ICKA produção, vai colocar aí na lousa a nossa próxima programação, que é dia 9 de setembro. E vamos tratar do dogmatismo ou dos dogmatismos espíritas. E vamos esperar a sua presença para trabalhar essa questão e ver até que ponto, nós, espíritas, estamos sendo ou não dogmáticos.

Ao apresentarmos, seja para o meio espírita, seja para fora do meio espírita, essa nossa proposta de entendimento espiritual, muito bom, muito bom estar com você até agora nessa live a você que. Participou efetivamente dos debates com perguntas, com comentários ao nosso agradecimento. E a você que está vendo a live. De forma posterior também o nosso agradecimento pela audiência, pela simpatia e por prestigiar o nosso trabalho. Então, até dia 9. Tchau.

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