Saúde e Equilíbrio Bio-Físico-Psíquico-Espiritual [Ep30] - podcast episode cover

Saúde e Equilíbrio Bio-Físico-Psíquico-Espiritual [Ep30]

Apr 13, 20232 hr 7 minSeason 17Ep. 30
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Episode description

Recebemos em nossa bancada a simpatia do casal Ururahy e Márcia Barroso (SP), sob a Moderação de Marcelo Henrique (SC), para tratar de uma temática plúrima e multidisciplinar. "Saúde e Equilíbrio Bio-Físico-Psíquico-Espiritual" é o tema que estará em nossa pauta dialógica e dialética. Você tem saúde? Você é saudável? Do que depende e em que importa a sua saúde? A saúde do ser encarnado (humano) depende da saúde espiritual e vice-versa? Em que parâmetros? Existem doenças "espirituais"? Será possível estabelecer um importante contraponto entre a Filosofia Espírita (Kardec) e muitas obras tidas como espíritas, mas que representam, em muitas situações, apenas a OPINIÃO imperfeita de Espíritos Inferiores que são tomados indevidamente como referência no "meio espírita" (e, francamente, muitos deles são até pseudossábios). Assista e descubra!

Transcript

Alô, você, tudo bem? Esse canos, IEC, Canas, EC Canas IEC canos. Estamos aqui para mais um embalos de sábado à noite do grupo espiritismo com Kardec. Estamos muito felizes com a sua presença e esperamos a sua participação efetiva na forma de comentários e de perguntas dentro do nosso trabalho de hoje, que se intitula saúde e equilíbrio biofísico, psíquico e espiritual. Vamos aqui estar debatendo pelo prazo de mais ou menos 2 horas

com 2 convidados especiais. Essas Vertentes de inter-relação entre a vida física e a vida espiritual, o plano da matéria e o plano sutil ou o plano espiritual. Nós estamos ao vivo pelos canais no Facebook e no YouTube em 5

plataformas diferentes. Estamos inovando hoje com 2 outras retransmissões que acontecem ao vivo e você já sabe que todas as nossas li vezes ficam disponíveis no canal do YouTube do ECK, para que você depois possa compartilhar com os amigos, ouvir assistir novamente e lembrando, também estamos em todas as plataformas de áudio, então quando você vai de casa para o trabalho ou vice-versa, quando está mesmo em alguma atividade profissional, pode nos ouvir ouvir novamente a nossa

live. Que resgatar aqueles conceitos que são muito importantes para o prosseguimento da sua marcha evolutiva. Vamos aqui lembrar, então. Um tópico que está em o evangelho segundo o espiritismo. Capítulo 26 itens 1 e 2. Para abrir com chave de ouro essa nossa live. Em Mateus, capítulo 10, versículo 8, encontramos restituir a saúde aos doentes, ressuscitai os mortos, curai os leprosos, expulsai os demônios, dai gratuitamente, o que haveis gratuitamente recebido.

E o comentário de Allan Kardec no item 2 deste capítulo capítulo 26 é o seguinte, ora, o que os discípulos haviam recebido gratuitamente era a faculdade de curar os doentes e expulsar os demônios, isto é, os maus espíritos. Esse dom Deus lhes dera gratuitamente, para Alívio dos que sofrem e como meio de propagação da fé. Jesus, pois recomendava lhe que não fizessem dele objeto de comércio, nem de especulação, nem de meio de vida.

Aí estão, então as diretrizes iniciais para a nossa conversa amigável, agradável, bem humorada, que caracteriza esse espaço. Esse canal e o nosso projeto com Kardec, que está aí em vias de completar no mês de abril o seu sexto aniversário. Já estamos aqui dando spoiler, antecipando OA comemoração do sexto ano do espiritismo com Kardec. Inicialmente, também quero agradecer àqueles que colaboraram conosco, enviando sugestões de perguntas para a nossa live.

O Alexandre Júnior a desde manzano, a Eliana Haddad, o Henry neto, a Catia pele, o Manuel Fernandes neto, o Marco Milani, a Maria Cristina RVO, Nelson Santos e o Sérgio tizen a eles. O nosso beijo, nosso abraço e a gratidão por colaborar emprestarem fazendo conosco esta nossa live. Então que rufem os tambores, porque vai entrar a nossa primeira convidada, a banx e Márcia Barroso. Olá, boa noite, boa noite. Bem, muito obrigada pela oportunidade, estou muito feliz

em estar aqui com vocês. Gratidão. Bacana Márcia é a primeira vez que você vai estar nesta bancada. Que causa alguns calafrios pela primeira vez, quando alguém está aqui, mas tem a certeza. Ou seja, acompanha o nosso trabalho algum tempo, sabe que Nenhum de Nós aqui morde e quando morde, eu costumo dizer morte, já sofri em seguida, né? Pra dar aquele tratamento, aquele equilíbrio necessário, vamos tratar de temas Agudos de

temas polêmicos. Vamos trabalhar sobre a diferença entre teoria e prática dentro do espiritismo e tenho certeza que você, com a sua especialidade, com a sua experiência no ramo profissional no ramo espírita, vai nos trazer algumas pitadas de bom senso na abordagem desse tema tão importante, minha gente, a Márcia Augusto Barroso tem 59 anos. É psicóloga há 36 anos e atende como psicoterapeuta em consultório os adolescentes, os adultos e os casais. Olha aí.

O grande manancial de material humano com o qual ela trabalha é casada há 36 anos com o outro rapaz ali que vai aparecer daqui a pouco na live, o nosso querido ururaí Barroso e é mãe de 3 filhos adultos, o Flávio, o Guilherme e a Elisa, a 40 anos, o casal Márcia e o RU. Fundaram o go, grupo espírita orvalho de luz e ela é a atual presidenta do go, junto com o uro, a Márcia apresenta também o programa.

Abrindo a gaiola, transmitido pela rede em luz espírita no canal do YouTube e re transmitido também pela TV mundo maior, nossa parceira de longa data e o canal 7 da net Rio Preto se declara como nós, uma espírita progressista e, apesar da redundância do termo, ela é necessária, sobretudo em tempos tão sombrios, diz a Márcia, onde o óbvio muitas vezes precisa ser dito, esteja em casa. Márcia, é um prazer muito

grande. A nós 2. EK receber a tua simpatia e, claro, o teu preparo espiritual espírita para tratarmos do tema gratidão. Vamos chamar então o nosso rapaz, o da barba, Uraí, Barroso, chegue, se toque os tambores. Olá. Muito bem, muito bem-vindo. Ouro é a segunda vez que você está conosco e é um prazer muito grande a nós 2 secar. Recebemos a tua simpatia hoje com a barba um pouco menor, não é verdade, mas já com a característica que o nosso povo já lhe conhece.

O RU tem 61 anos, é casado com a Márcia, aquela senhora que está logo acima, é dele na tela, é pai de 3 filhos, já falei, né? Os filhos são livres, líderes e felizes. Que Maravilha, né? Euro nós podemos criar os nossos filhos como uma carta que nós endereçamos ao mundo, ao mundo espiritual, ao mundo físico, para aqueles voo em com toda a capacidade e a competência que eles têm como espíritos igualmente livres que nós somos. É também da ideologia política

progressista. Estamos juntos, esquerdista e eco. Socialista é profissionalmente médico, psiquiatra e psicoterapeuta, e é fundador também, como eu disse, e vice-presidente do grupo espírita orvalho de luz, o go, onde se estuda maciçamente prioritariamente as obras de Allan Kardec, sempre com a visão progressista e voltada para a Felicidade, estando então, os nossos queridos amigos e convidados apresentados. Vamos começar. Vamos lá.

Bom, a primeira pergunta quero fazer para Márcia e depois eu vou repeti-la para você, ouro. Uma pergunta básica, simples, para que também o nosso público, presente ao vivo e aquele que depois vai acessar as nossas plataformas de vídeo e de áudio possa se ambientar um pouco com esse tema que possui múltiplas conotações. O que é saúde Márcia? Segundo o espiritismo, e como manter o equilíbrio e com se considerar saudável? No mundo de hoje?

Eu entendo que a saúde vai além do aspecto físico, óbvio, obviamente, porque estamos falando da questão espiritual, não é? É a saúde física, ela tem sempre uma ênfase maior no nosso dia a dia, porque somos matéria e estamos Marcelo o tempo todo sendo é, cutuca 12. É é incentivados a olhar pro pra matéria porque é físico, né?

Mas a saúde do ponto de de do ponto de vista espiritual, ela vai além, porque porque é você ter um estado de controle emocional e espiritual que vai efetivamente interferir na tua saúde física. Então, quando você se equilibra, quando você busca estar em Harmonia. Interna quando você está consciente do que sente, do que pensa e, consequentemente, do que faz, você alcança o estado de saúde espiritual que a gente chama, né?

É algo que a gente vai nessa nossa conversa, desenvolver um pouco mais, mas principalmente, no meu entender, é ter essa consciência do equilíbrio espiritual que a gente necessita. Bacana, eu anotei aí mentalmente 3 palavras. 3 categorias operacionais muito importantes para a saúde integral do ser, né, que são a Harmonia, o equilíbrio. I. O trabalho voltado ao bem-estar não é é o Raul. Todos são saudáveis da mesma forma.

Olá, Marcelo. Que bom estarmos aqui juntos e. E onde tem certeza que um vai aprender com o outro, não é? É essa questão de de saúde ser saudável. Tudo muda quando a gente coloca em jogo o fator espiritual, porque no mundo capitalista ser ter saúde e não ter doença, e é por isso que o mundo capitalista fatura milhões em cima de remédio. Nos, né? Remédios quer dizer remediar? Eu costumo brincar que eles não são cured oso, né? Eles não são para curar, não pode curar, né? Não pode.

Haja vista que toda a medicação às vezes o infelizmente, né? OOO quando a gente entra com a medicação, o paciente reclama de alguns efeitos adversos, né? OE aqui a gente fala ou efeitos colaterais mal sabem, eles que na verdade esses efeitos colaterais vão puxando outros remédios de tal forma que todos ficam interagindo entre si para que a cura não se processe e para que o remédio continue apenas remediando. Então, se sentir saudável, ser saudável.

E aí quando a gente entra com fatura espiritual, é mesmo com o fator emocional que é outro desafio. Parece que não. Mas na psiquiatria ortodoxa o fator emocional é um fator assim muito relevante. É mais uma questão de visão, né? Porque é uma visão mais materialista, então ser saudável não é apenas não ter doença, mas principalmente, estar num estado de equilíbrio, de controle. Principalmente emocional. Às vezes a gente pode ter

doenças. Mas a gente deve fazer de tudo para não sermos doentes, que são 2 coisas bem diferentes, né? Mais ou menos é aquela analogia que a gente escuta muito nas instituições espíritas, Uru e Márcia. A cerca é de sofrer. E padecer, né? É sofrimento e doença. Né? Tratando os como coisas diversas, quando na verdade eles

se interpenetram. E essa questão que você coloca ouro a respeito do remediar e não curar muitas das vezes, acaba sendo Oo cenário ou o pano de fundo das nossas atividades assistenciais ou das nossas atividades curativas terapêuticas nas casas espíritas? Até que ponto e isso nós vamos trabalhar em algumas questões mais à frente. Nós não mantemos os nossos clientes de instituições espíritas de casas espíritas.

Naquela condição de dar-lhes o remedinho que é estar na casa espírita para assistir a palestra semanalmente, tomar o passe, fazer o atendimento fraterno, estar com fazendo uma consulta com algum profissional da área da saúde, da área da terapêutica que atua no centro espírita. E não proporcionamos a ele a cura, não é? Não damos um salvo conduto, não damos a ele aquilo que parece ser na teoria de Allan Kardec, o ponto fundamental que é

autonomia. Você se auto gerir, você buscar uma condição melhor a partir de si mesmo. Então, Márcia, completando a primeira questão, a nossa Kátia pele faz uma pergunta muito interessante. Ela diz assim e parece aquela propaganda do biscoito antiga, né? É fresquinho porque vende mais, ou é, ou vende mais porque é fresquinho. Então ela pergunta assim, é preciso ter Harmonia para atingir o equilíbrio? Ou ter equilíbrio para alcançar

a Harmonia? Qual seria a diferença ou o papel de cada um deles em relação à saúde? É antes da gente responder essa questão. Só quero fazer um comentário sobre o comentário que você acabou de fazer, que é o fato dessa dependência que a gente acaba gerando dos frequentadores do centro com o tipo de atendimento que o centro oferece, né? É, há muitos anos nós estudamos Kardec No No, lá no geol, e a gente entende. É. Houve um momento em que a gente entendeu que nós cancelamos as

palestras espíritas, né? Nós abrimos grupos de discussão do do das obras de Kardec, então todas as nossas reuniões hoje são rodas de conversa, onde todo mundo participa e é óbvio que tem poucos frequentadores, porque as pessoas não querem estudar muitas vezes, né? Mas é interessante esse processo da conscientização que vai acontecendo na no indivíduo, da necessidade do estudo contínuo, porque nós já tivemos situação em que o médico disse assim, hã, eu já estudei demais, não vou

estudar mais. Já deu pra mim, agora eu só quero exercitar a mediunidade não é? E a gente se esquece que a gente estudou antes de rende a encarnar. Vão estamos estudando agora e vamos continuar estudando, depois do desencarne. Então, aí eu já engatou a resposta dessa questão não é? É equilíbrio, não é algo que a gente adquire equilíbrio. É algo que a gente vai aprendendo a fazer no dia a dia.

Então, uma pessoa equilibrada é uma pessoa que está sempre atenta às suas ações e antes das ações, está atenta ao que ela sente. E é quando ela sente que ela alcança a Harmonia, então eu estou prestando atenção no que estou no que estou sentindo internamente. Estou prestando atenção no que estou raciocinando e, naturalmente isso vai construir. 11 estado de Harmonia e vai me

levar a um equilíbrio. Uma pessoa equilibrada é uma pessoa que tem uma constância de equilíbrio, é uma pessoa que todos os dias treina estar equilibrada e aí isso dá trabalho. Ninguém quer muito trabalho, as pessoas querem tomar um remedinho para se acalmar. As pessoas querem que alguém diga o que ela tem que fazer para se acalmar, quando na verdade é uma Conquista pessoal e é diária, é igual remédio que você toma todo dia, né?

Não adianta, você vai ter que todos os dias prestar atenção em como você se sente, como você se comporta. E aí, Uru? Qual é o pulo do gato? É Harmonia que gera o equilíbrio ou é o equilíbrio que gera Harmonia? É se. Se nós avaliarmos, no pelo fator espiritual, o nosso foco, eu gostaria até de é de junto com isso que você acabou de de de perguntar é voltar na questão que você trouxe que é de uma de

uma? De soma importância não é que é a questão do remedinho que é dado no centro espírita para manter as pessoas ali dependentes do remedinho. O processo deve ser e é de auto cura, né? De auto cura o espiritismo é uma proposta de autocura uma proposta onde você está sendo convidado a uma transformação pessoal e social também. E essa transformação pessoal irá fazer com que você vá se esforçando para vencer as suas

más tendências. E vá diminuindo o egoísmo e o orgulho até chegar um dia na condição de. De um bom espírito, não é que não tem mais nenhuma, nenhuma tendência, mas por enquanto, esse processo de transformação ele, ele gera auto cura. E aí vamos chegar onde? Você acabou de citar a questão da autonomia. Então essa Harmonia e esse equilíbrio, eu penso que eles andam juntos. Harmonia pode ser no sentido de eu estar em Harmonia com as leis universais, manifestando

através. Manifestando meu amor, e isso vai gerar equilíbrio entre os sistemas e a medida que eu Gero esse equilíbrio entre os sistemas também vão entrando mais ainda em Harmonia com o fluxo venturoso do amor absoluto, que está aí disponível para todos nós. Vai chegando o momento que nós vamos deixando de sermos doentes, mesmo que tenhamos doenças, né? Às vezes a pessoa tem uma doença por algum motivo, no entanto, ela não está mais doente quando ela não está mais doente.

Dentro dessa visão biofísico ou psíquica, é. Espiritual, ela já não. Não está mais gerando doença e sim gerando saúde para o sistema em que ela está ali envolto e criando essa autonomia, né? Que através da autogestão, criando essa autonomia através da autocura. Muito bem, eu lembrei por João Márcia, é não. Eu ia comentar ururaí falou dessa questão do a do a pessoa estar acostumada com a doença, né?

Existe também um processo que a gente precisa levar em conta que a questão da vitimização nós vivemos num, numa comunidade, numa sociedade que vitimização muito, que a todo momento é busca. É a sensação que eu tenho é que dar status em alguns momentos para algumas pessoas a é, apresentaram o laudo da doença, né? Então tem pessoas que se orgulham do que elas sentem, né?

Olha, eu estou com o diagnóstico tal, e aí se apegam a esse diagnóstico como se isso fosse a coisa mais importante fisicamente é importante, precisa ser cuidado. E precisa ser curado. E nós convidamos as pessoas a prestarem atenção para esse processo da vitimização, que é uma coisa muito religiosa, né? Vem das religiões antigas, onde as pessoas usavam isso como desculpa. Eu não consigo fazer nada porque eu estou incapacitado.

Eu sou assim, né? Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, o que que eu posso fazer? Foi Deus quem quis, né, que que eu posso fazer? E na verdade nós podemos fazer muito por isso a ideia do foco na auto cura é quando a pessoa é convidada para se olhar e para se curar. Muitas vezes ela refuga, ela diz não, não, não, eu quero um remédio, você tem um remédio para me apresentar, mas eu não quero estudar, eu não quero

autoconhecimento, eu não quero. É, é. Não quero ter trabalho, eu quero algo mais rápido, mais simples, então. É a médio, longo prazo, o mais rápido e o mais simples é o conhece-te a ti mesmo, né? Que é, vai, vai gerar essa transformação. Eu estou fazendo aqui alguns alguns apontamentos, enquanto vocês estão falando para lembrar, e tem muita gente que

quando chega no e secar. Inclusive pessoas hoje que são colaboradoras diretas do ICK, que estão no conselho de gestão ou que assumiram tarefas, é nos nossos projetos. Quando entraram no ECK, Uru e Márcia pela primeira vez, levaram um baque, levaram um choque, porque a gente começa. Já contestando algumas fábulas, alguns mitos, algumas fórmulas, alguns chavões que foram adotados há 5080, 100 anos pelo movimento espírita e ninguém contesta, né?

E isso vem exatamente corroborar o que você acabou de dizer. A pessoa entra na casa espírita, ela quer o prato feito, ela quer a pílula milagrosa que afaste obsessor, que resolva os problemas materiais e espirituais da existência que lhe dê algum lenitivo que lhe dê, digamos, aquela energia do tanque cheio para a semana seguinte do trabalho, da da, da escola, do convívio com outro, da família, et cetera, e pouca

gente quer atuar. Dentro daquela fórmula maravilhosa de Agostinho no livro dos espíritos, em que se você não colocar a cabeça no Travesseiro, no pré sono e avaliar o que você fez durante o dia, dificilmente o seu dia seguinte a semana inteira vai ser melhor, porque você vai continuar adotando os mesmos procedimentos que vão lhe levar ao quê? A doença, a ausência da saúde. Então, essas palavrinhas mágicas, esses pós de pirlimpimpim pra quem é mais antigo, sabe o que eu estou

falando, né? É, é, são concatenados no seguinte raciocínio. A dor é necessária, mas o sofrimento é opcional. Qual é a diferença para a pessoa comum? E aí eu volto para as perguntas que foram feitas pelos nossos colaboradores, entre dores, sofrimentos, se uma coisa está intrinsecamente ligada à outra.

E a outra que talvez seja. AA grande história da carochinha do movimento espírita é Oo indivíduo olha para você, na ânsia de dizer que está compreendendo AA filosofia espírita e diz assim, existem 2 caminhos para o Progresso. O caminho do amor e o caminho da dor ainda faz essa encenação, não é como se nós estivéssemos realmente a maioria das vezes escolhendo o caminho da dor para progredir, não. A dor faz parte do itinerário da vida. Todos nós sentimos dores diariamente, até são dores

diversas. Vocês estão aqui hoje para trabalhar com a gente, os diversos segmentos ou os diversos. É é setores da existência espiritual em que existe dor e não dor, em que existe saúde, existe doença, aí me parece muito cômodo ouvir isso de um palestrante, de um dirigente. E isso também leva a vitimização, massa que você acabou de dizer, né? A vitimização que o centro espírita aponta para você e a

auto vítima são, não é isso? Exatamente quando você fala essa questão da dor ou do amor é tão interessante porque quem nunca ouviu isso em palestra espírita, né? EE é quando a gente vai estudar Kardec de fato, né? O que que os espíritos dizem que existe A Lei do Amor? Porque é isso que Deus nos proporciona, é A Lei do Amor. A dor só aparece no processo de evolução de de Progresso da gente quando a gente não progrediu.

Esse é o ponto, os espíritos chegam a citar isso no livro dos espíritos, então o processo todo o processo do amor, onde nós vamos tendo as oportunidades e vamos aprendendo. Mas caso eu fique empedernida e não queira progredir, caso eu queira insistir em permanecer estacionário estacionada, vem um tota Zinho, né? E dá um empurrãozinho que a gente chama de dor. Agora, é óbvio que existe 11 erro de interpretação ou relação a dor e o sofrimento, porque a

dor é um fato. Agora o sofrimento é como eu interpretou dentro da psicologia. A gente trabalha muito essa questão da interpretação, porque de repente, AAO mesmo fato que acontece com você, Marcelo. Que acontece comigo, o que acontece com o dura e é interpretado de forma diferente por nós 3. Por quê? Porque cada um vai colocar o seu filtro, então o sofrimento ele é pessoal.

Cada um vai colocar a cor que coloca, que quiser colocar, mas na verdade, o processo todo é um processo de Progresso. O Progresso vai acontecer de um jeito ou de outro, quer eu queira ou não, o Progresso vai me alcançar porque eu estou inserida num processo e uma vez que eu esteja aqui encarnada, naturalmente eu vou progredir por escolha pessoal ou vou ser empurrada para frente, não tem como fugir disso.

E cada um vai escolher como se sente diante dessa situação aí Oo tom vai ser dado pelas minhas experiências pregressas e pelas escolhas que eu faço hoje. Por isso eu volto a insistir. É tão importante o estudo de Kardec, porque quando você começa a estudar, a gente vai se livrando dessas idéias pessoais que muitos palestrantes colocam e que não tem absolutamente nada a ver. Vou contar um exemplo que me ater e aterrorizou a vida inteira.

Desde criança, eu me lembro de ouvir nas palestras que se você se casasse com uma pessoa, você tinha que ficar com aquela pessoa pro resto da vida, porque se não na outra encarnação, você era obrigada a nascer com essa pessoa. Eu ouvi isso várias vezes e eu me lembro que eu, adolescente, eu ficava preocupada, nossa, eu preciso escolher bem porque não posso. Depois que estiver num relacionamento, voltar atrás, né?

E aí, quando eu fui estudar Kardec na questão 940 de o livro dos espíritos, é exatamente o contrário. Os espíritos chegam a dizer, julgas, porventura, que Deus vos constranja a permanecer junto de alguém que te desagrada? E aí eles complementam o erro das vossas leis. É da vossa vaidade, do vosso orgulho, que não quer abrir mão do nome que não quer abrir mão da posição social, do cartão de crédito sem limite, que não quer dividir bens.

Percebe, então, o estudo liberta e nos liberta até da desse desse conceito errado. O que a gente faz da dor que a gente possa entender, que a dor é um movimento do Progresso a nosso favor e eu não preciso usar esse movimento, se eu me transformo, não preciso ser alcançada pela dor. Existe até um recorte Márcia, da obra de Chico, e o José Carlos Bauer thielen, daqui de Santa Catarina, aqui de Florianópolis, tá fazendo um comentário sobre a literatura de Chico Xavier.

Acabou de aparecer na lousa. Mas as pessoas costumam fazer recortes pontuais do que o Chico disse ou que um espírito disse a partir do Chico, né? É, e um deles é, veja a observação do do do Cláudio. Taí, vejo com a literatura espírita pregação de que sofrer é bom e Sean, Cisco Xavier, no seu expoente maior, sim, grande parte da literatura, por exemplo, de Emanuel, ela trabalha com essa ideia da dor martelando na cabeça das pessoas, dizendo você precisa

sofrer. Não existe evolução sem sofrimento, até eu utilizam a palavra erroneamente, né? Os espíritas acham que a evolução e Progresso são a mesma coisa, não são evolução, é lei material, ela é estudada pela ciência física, Progresso que pode ter a evolução. Ou não, é a lei maior que rege a vida espiritual e a vida planetária? A vida material de todos os mundos habitados, né? Então, existe um recorte da OAB.

Isso que eu queria me lembrar que diz assim, prova mal suportada é prova que tem que ser repetida. Aí o indivíduo ouve isso num recorte da palestra, porque as palestras costumam ser coxinhas de retalhos, né?

As pessoas soltam bordô e máximas de versículos e respostas, de de do livro dos espíritos e acham que estão fazendo uma costura e a pessoa sai de lá sem entender muito bem qual era a temática da palestra, mas grava uma outra coisa, então ela sai de lá com essa ideia equivocada que você acabou de de ressaltar Márcia. De que assim? Então eu vou casar e quando eu casar é para sempre, né? Porque, inclusive, espiritualmente, eu estou ligando laços no plano espiritual.

Já ouvi isso. Dezenas de milhares de vezes em palestras ou em textos espiritas, né?

Ouvi ou li? Então, criam-se esses mitos, essas opiniões pessoais acabam reverberando, porque se for um grande palestrante, um grande dirigente, um grande escritor que disser ou que escrever alguma coisa, todo mundo baixa a cabeça e passa a repetir aquilo como se fosse conteúdo espiritual, e aí o nosso Pedro Maravilha e fez um comentário também que eu achei muito engraçado e muito pontual para essas questões, inclusive, que o RU levantou inicialmente.

Que é o fato de que a pessoa ela toma um remédio, ó, toma um remédio pra ir no banheiro, ela está com prisão de ventre e depois ela toma um outro remédio para parar. É o laxante que ela tomou, né? E na vida parece isso cíclico,

né? As pessoas que chegam às nossas reuniões espíritas, sejam elas presenciais ou virtuais, elas vêm assim, ó, estão com um problema, elas vêem, e aí elas querem a resolução daquele problema e aí nós damos um paliativo, nós, instituições, grupos espíritas e ela volta para a vida e percebe que aquele paliativo já não está funcionando mais, ela tem que buscar um outro diferente, mas aquele diferente que ela buscar pode estar anulando aquele

inicial que estava ali dando alguma sensação de prazer, de bem-estar. É assim mesmo, RU. Pois é, com certeza não é. Infelizmente, Oo sistema é medicamentoso, né? As pesquisas na área de de remédio do remédio em si, elas são, na sua maioria, é financiadas por laboratórios, né? Óbvio, né, é esse último, se de 11. Classificação Internacional de doenças que a gente segue agora o mais recente alcídio 11. É ele.

Ele vem de mais de 60% de pesquisas realizadas nos nos códigos de laboratórios, então eles querem monetizar AA medicina Brasileira, uma medicina que segue a orientação estadunidense, né? Que é horrível. É uma tragédia. Nós temos é. E, no que pese a pesquisa científica realizada, é por cientistas estadunidenses. No entanto, a visão é materialista, haja vista que lá existem hospitais psiquiátricos para crianças a partir de 9 anos de idade. Quer dizer, isso é uma tragédia, né?

Isso não tem outro nome. Anão ser tragédia, porque porque é necessário monetizar, é necessário gerar dinheiro, dinheiro, dinheiro e esse é o critério. Quer dizer, o critério não é Felicidade. Nós nós tivemos recentemente. É no dia 20 de março. Agora não é o dia Internacional da Felicidade que tem como base o fib. Felicidade interna bruta. Então a gente vê que os Estados Unidos, né? Num, num cresceu. Brasil desceu porque lá não tem critério de Felicidade. Lá tem critério de de Riqueza,

né? É ter mais, ter mais, ter mais e esse ter mais um não está dando certo. Aliás, já não deu certo já há muito tempo e não, não está dando certo, então a você vê isso que a Márcia citou, né? É dessa questão do do casamento? Aliás, Marcelo, eu eu quero aproveitar, já que estamos aqui é em. Rede pública não é informar que eu e a Márcia estamos eternamente casados pelas próximas 24 horas. Né, amor? É assim que a gente seja só por hoje. É assim que a gente funciona,

não é? Somos espíritos que a gente se identifica muito e temos. Muita Alegria em estarmos juntos. Temos amor, temos tesão, temos interesse um pelo outro também. No entanto, isso é hoje. Amanhã não sabe porque? Capítulo 22, né? Se não me engano, do evangelho, onde Kardec vem questionar a indissolubilidade do casamento. Aliás, eu uso esse exemplo, né? Quando a gente é aproveitando, fazendo aqui um parêntesis, então a gente vai conversar com algum espírita conservador?

Eu não tenho muita paciência, viu? Marcelo é um, é uma tendência minha, eu tenho preguiça, cara, mas às vezes, né, a pessoa tem assim, a Márcia usa muito esse termo preguiça, short, eu tenho preguiça de conversar com alguém que a gente tem que falar o óbvio. Né? Mas eu costumo dizer, cara, vamos lá. Evangelho segundo o espiritismo. Você acredita nele? Há, acredita? Capítulo 22 você já leu? Há já li, então, você viu?

Se observou que Kardec lá propõe divórcio quando não existe mais amor junto ao casal, em um 1864, sendo que as leis brasileiras só foram aprovaram o divórcio mais de 100 anos depois. Isso é um sinal claro, evidente, explícito, de progressista, de uma ideia progressista, né? Quer dizer, uma pessoa que 1864 propõe o divórcio, né? Então, isso é questão de uma ideia progressista e quando a gente traz isso para a saúde?

Fica mais forte ainda porque na saúde a gente necessita trazer o fator espiritual, trazer essa questão da auto cura, trazer a questão emocional, porque cada célula do nosso corpo é um reflexo, um reflexo, reflexo do que acontece com o nosso estado emocional e espiritual. Quando a pessoa está feliz, o dedão do pé dela está feliz. Quando a pessoa está infeliz, o dedão do pé dela está infeliz. E como e quando a gente fala do Chico, é, eu, particularmente eu e a Márcia, nós tivemos uma

experiência. Maravilhosa. Não teria outra palavra para dizer riquíssima impactante junto ao Chico, porque durante 4 anos, de 1982 a 1986, nós íamos para o grupo espírita da praias em Uberaba. Quase todo final de semana, graças a um grande amigo nosso, Osvaldo cordeiro, aqui de de Mirassol. Então nós nós tivemos experiências incríveis.

Eu eu algumas vezes, eu me sentei naquela mesa que o Chico psicografava ao lado do Chico Xavier, não por mérito meu, de forma alguma, porque eu tinha apenas 22 anos, 23 anos de idade, mas porque o Osvaldo cordeiro? Que era muito ligado ao Chico, às vezes precisava de alguém para sentar ao lado do Chico e precisava ser alguém discreta, né? Porque normalmente, os espiritas são vampiros, né? Eles chegam, eles querem sugar

tudo. Eles querem perguntar e eles chegam pro Chico. Chico sabe, Chico, meu pai, minha mãe, Chico, isso aquilo, lógico, a gente entende a dor de cada um, né? Então poucas pessoas podiam ficar ali ao lado do Chico e eu às vezes era escalado porque eu ficava quietinho, eu ficava na minha ali e isso me fez participar de de, de fatos, de acontecimentos muito Fortes com o chip, às vezes é hora de escalado, viu Marcelo?

Para ficar atrás ao lado do Chico, com os braços assim nas costas dele, porque os espíritas chegava aquelas filas, né? De centenas e batiam nas costas dele. Então tio Pedro, que era uma pessoa que na época, acompanhava ali de perto. O Chico, me escalava como era jovem, eu ficava com o braço assim nas costas dele e as pessoas batiam nas minha nos meus braços e o e o meu braço. Depois ficava doendo e muito, né? Porque as pessoas não tinham o mínimo de bom senso.

Lógico, não estou aqui questionando a dor de cada uma e tudo mais, então eu vi muitas vezes Oo Chico, por exemplo, o Chico. Os estudos das obras. No grupo espírita da prece era Kardec nunca o Chico falou para estudar as obras de André Luiz a Ed Emanuel ou mesmo as de mensagens, né? Desde aquela linha fonte viva, tá me inverdade, vida vinha de luz. Não, não era um era um é. Ele exigia que era estudado.

Era estudado as obras de cardy e muitas vezes o Chico fazia alguns comentários, mas aí era o Chico, né? O Chico era humano, eu vi e ouvi muitos comentários do Chico como ser humano, entende o ser humano que sentia, cansaço, um ser humano que sente a dor, um ser humano que às vezes virava e perguntava assim pro tio Pedro que era a pessoa que mais estava ali do lado dele. Pedro, é verdade que hoje nós temos mais de 100 ônibus, né? Sem ônibus, né?

Então então era uma pessoa, entende como nós, e ao mesmo tempo tudo o que eu presenciei e vi uma pessoa é de um amor. Pronto para amar, pronto para amar, mas sempre pronto para amar e ao mesmo tempo, também fazia algumas piadas, falava algumas brincadeiras. EE falava coisas, às vezes que era dele, não necessariamente aquilo, representava a opinião, né? É. Opinião do espiritismo, algumas vezes eu tive a honra, porque eu a as psicografias terminavam às vezes 6 horas da manhã, 6 e

meia, ninguém aguentava, né? Ninguém aguentava e aí às vezes eu ia pro carro dormir um pouco, voltava e o Chico estava psicografando e na época ele tinha um diplomata. Quer dizer, o Eurípedes, né? O filho adotivo dele tinha aquele carro diplomata e eu tive a honra de algumas vezes ir atrás com o Chico para casa dele.

Quando ele chegava na casa dele, eu descia e o Chico ainda era uma época que ele andava tranquilo, tal, mas se apoiava assim, no braço, cara ele conversando com as rosas eram uma coisa só, rosas que tinham na garagem dele, assim é uma coisa. Impressionante de um amor, parece até que ele sabia o nome de cada rosa. Entendi porque ele acompanhava do dia anterior. Ele falava para rosa, isso era tipo 6 horas da manhã, sabe? 6 e meia EE, enfim, bom, o que que eu quero dizer com isso?

O que eu quero dizer é que espiritismo? A aí que que acontecia com os espíritas. Os espíritas queriam imitar o Chico? Sabe? Eu me lembro de uma. Na época, tinham pessoas até que, de 1 hora para outra, se tornavam especi. Aí começava assim, falar assim, né? O meu irmão, como é que vai? Eu falei, cara, que que é isso que aconteceu com você? Não é porque o Chico cara não tem nada a ver, não tem nada a ver, o Chico é o Chico, você, você quem disse, ele te pediu

para falar desse jeito, né? E então as bobagens, por ingenuidade, ignorância a respeito do que é o espiritismo e o espiritismo, é isso que a gente está conversando aqui, quer dizer. Ele veio para nos libertar dos dogmas religiosos, né? De tudo aquilo que que atravancou a humanidade e durante muito tempo, o Emanuel, que na minha visão os primeiros livros do Emanuel são espetaculares, depois. Depois eu nem perco mais tempo,

né? Mas você vê o primeiro livro dele, Emanuel, que chama-se em Manuel, ele diz lá que a igreja católica é. Atrasou 500 anos de de Progresso, né? Da Terra. E olha que ele foi o Manoel da Nóbrega, né? Mas por quê? Porque a religião fez essa, fez essa bagunça, né? Desviou as pessoas do propósito de Jesus e aí virou ter dó, pena, coitadinho. Vamos ver quem sofre mais, vamos ver quem tem a Cruz mais pesada e isso é um absurdo, isso não é a proposta de Jesus, muito menos

do espiritismo. Aliás, dó, pena e coitadinho. É uma coisa que não ajuda ninguém. São sentimentos perversos. Compaixão, sim, não é compaixão. Sim, é um sentimento útil e gera grandeza que progrediu, né? Não evolui, progrediu espiritualmente a pessoa. Nós temos certeza, sabe, juro que eu go, assim como e secar ele tem um trabalho muito importante na humanização do pensamento espírita, né? Nós precisamos criticar aquilo que precisa ser criticado e enaltecer aquilo que precisa ser

enaltecido. Então, quando nós falamos do Chico, eu também tenho. É reminiscências muito boas, próprias minhas, de convivência com Chico poucas, mas sim e da minha mãe, que esteve em Uberaba várias vezes, é acompanhando caravanas daqui de Florianópolis que iam até a cidade do Chico para. É todo esse processo de entendimento, de conhecimento e também de consolo, né?

Porque a grande maioria. Das pessoas que iam até Chico Xavier era para receber uma mensagem psicografada de um ente querido para acalmar um pouco o seu coração. Mas vai secar? Tem uma característica muito própria que é separar o homem da obra. Quando criticamos uma determinada obra, é a própria próxima pergunta, será sobre isso. Nós estamos exercendo a mesma lógica racional e a mesma metodologia de Allan Kardec para com todas as mensagens psicografadas que chegaram à sua mão, né?

E isso é essencial para que nós não caia mozi. No conto do vigário, que nós não estejamos atualmente fazendo com que o espiritismo fique esses 500 anos atrasado que o catolicismo ficou em virtude de todo o desvirtuamento da mensagem para atender a determinados interesses. Então, a pergunta que vem do Henry é a seguinte, Márcia e o RU é comum entre os espíritas? Dizer que aquelas marcas físicas

ou as doenças congênitas, né? As doenças que o indivíduo já tem quando encarna quando nasce ou quando desenvolve, ela naturalmente, sem contato com meios Exteriores, em contatos com agentes perniciosos, desenvolve essas doenças. E aí se vincula essas situações a atos indevidos do passado de

encarnações passadas. E aí eu vou buscar o livro um os mensageiros de André Luiz, pela psicografia de Chico Xavier, onde há um relato de um garoto de um menino que tinha sérios problemas de garganta e aí a explicação que os guias, que é que os mentora e dão ao André Luiz é que aquela criança estava com aquele problema grave na garganta, porque havia se suicidado com ingestão de veneno numa encarnação imediatamente

anterior. E aí os espíritos inventam um elemento que não está presente absolutamente nas 32 obras de Allan Kardec, eles dizem assim. Existe, ficou uma marca no perispírito e essa marca então vai resultar numa enfermidade num câncer, numa dificuldade, numa limitação de órgãos, sentidos ou funções, numa vida anterior, porque é uma forma de resgate daquilo que aconteceu indevidamente pela ação humana numa encarnação anterior. O que dizer disso, Márcia? Então a gente chama isso de expiação.

A expiação é algo que já nasce com o indivíduo, né? Então nós temos casos de doenças congênitas mesmo, de pessoas que nascem com dificuldades físicas que aparentemente não tem nenhum motivo para aquilo. Está ali, mas a pessoa nasce naquela condição. EE os espíritos chamam isso de expiação. Aí é que entra a interpretação que eu entendo que a gente necessita trabalhar. Inclusive, foi tema de um programa nosso no programa, abrindo a gaiola. A gente intitulou expiação, tem

cura, né? Porque tem pessoas que passam pela situação física limitante e desencarnou exatamente do mesmo jeito que nasceram. E não usam aquela oportunidade de forma alguma. E o que que eu entendo, eu entendo que se eu estou inserida num processo de de situação física da qual não tem como eu sair, o que que eu preciso fazer para me curar dessa necessidade para me curar disso que está me alcançando? O que que eu necessito modificar na minha forma de sentir pensar e agir para me livrar?

Porque eu vou fazer uma comparação bem grosseira, mas que me me me dá a impressão de que a gente consegue entender melhor, é como se eu estivesse com as mãos cheias de lama. E aí não adianta eu ficar esfregando uma mão na outra, não é assim que eu vou me me me resolver?

Eu preciso arrumar uma forma efetiva de retirar essa essa lama que eu, que eu acabei colocando nas minhas mãos e não adianta eu ficar esperando que alguém venha me limpar, porque o processo é autolimpante, é auto transformador, por isso é que Eu Acredito tanto. Eu trabalho tanto.

Marcelo, no sentido do estudo, porque quando eu sento numa cadeira para poder focar num estudo e eu começo AA raciocinar em cima daquilo que eu estou lendo e eu entendo, eu assimilou aquilo e começo a agir com aquele conhecimento, nada mais me limita. Eu posso, inclusive. Nascer novamente no outro corpo nu, o viver a minha vida num corpo limitado. Mas agora eu já não estou mais

limitada pela doença. Eu estou livre mentalmente e estar num corpo perfeito no futuro é apenas uma Questão de Tempo. Existem pessoas no meu entendimento que cultivam a doença. Que sentem um prazer mórbido em sentirem aquela, aquele processo é e se é um apego, a dor é um apego ao sofrimento. Quando na verdade, a dor não existe. Como algo? Sem sem motivo, a dor só vai acontecer quando eu não me transformo e eu poderia ter me transformado sem passar pelo processo da dor.

Então, uri Uru, o que vamos dizer dessa ideia aí de marcas no perispírito? Pois é, né? É o que você já falou. O senhor não existe. A marca não existe no perispírito, não é isso, é a forma de pensar da pessoa. Ela tem que mudar a forma de pensar, não é o perispírito à fulano, nasceu daquele jeito porque tinha uma marca, é No No perispírito é et cetera e tal. Não, isso não existe, o que existe é aqui dentro, nós quem, eu, eu, a gente estuda o seguinte, por exemplo.

Quem sou, quem sou eu? Eu sou Uraí na presente existência, passando aqui pela Terra, et cetera, et cetera e tal. Mas isso é transitório. O que é que interessa, o que sou eu não é o que sou eu. Eu sou espírito, princípio inteligente do universo destinado a Felicidade, completa, mesmo que por enquanto ainda esteja vivendo um estado de incompletude com relação a Felicidade, é uma questão de egoísmo e de orgulho. É aí que o meu sistema de crenças mentais, as limitantes

especificamente, né? No caso de doenças, vão gerar doenças que estão. Em mim como espírito, mas não no perispírito, né? É o processo de mudança de cura não é no perispírito, mas sim em mim. Eu que vou me curando de mim mesmo nas minhas orações. Eu sempre peço ao meu bom espírito que me proteja de mim mesmo, né? Quando possível, né? Porque às vezes ele não dá conta. Às vezes eu passo algumas coisas que ele fala, não, eu não dou conta de você, né? Mas por que?

Porque eu sei que a Felicidade que eu esteja gerando é é fruto, é resultante das minhas escolhas, a infelicidade que eu esteja vivendo também, resultante das minhas escolhas, então. É um processo aqui espiritual, porque qual é a atividade do espírito? Pensar, né? A única coisa que o espírito faz é pensar ele pensa, ele pensa, né? Ele emite ondas mentais que o cérebro decodifica em pensamentos, transforma isso em frases. Imagens, ou é sons ou imagens aqui dentro e daí começa o

processo material. Então eu necessito o quê? Depurar esse emissor de ondas mentais para que a cura se estabeleça? E uma coisa interessante em cima disso que o dura e está colocando o Marcelo é que uma vez que eu me transforme a transformação instantânea. Então não vai nada para o perispírito se eu me transformo. Se fosse uma coisa que vai ficando pro perispírito, eu teria que desencarnar para daí me purificar ou não e aí vivenciar uma nova encarnação, né?

O processo de transformação é instantâneo, uma vez que eu entenda o processo, eu faço a mudança rapidamente, né? É igual a questão da cremação, né, Marcelo? Quer dizer, né? AE Mano falou que tem que esperar 72 horas, não, OK, cara. E daí? Quem disse que ele tem a verdade, né? É, vamos para Kardec, Kardec informa que não há reflexo do que acontece com o corpo físico junto ao espírito, anão ser o que for uma coisa moral, mas não física, né? Não no sentido material, repercutindo no aspecto

espiritual. Aqueles que já estão há um bom tempo nesse CK já ouviram é nós falarmos ou já lerão textos nossos dizendo que essa nossa herança cristãs, a nossa herança judaico-cristã, ela acaba entronizando, acaba importando alguns condicionamentos, alguns comportamentos que virão atavismos, né? Eles acabam sendo verdades indissolúveis inalienáveis, que o espírito. Condensa em si, entronizaria como uma espécie de tábua de salvação, né? Nós nos secar, sabe Márcia?

Euro dizemos assim, existe um trinômio que o cristianismo adotou e que muitos espíritas não conseguem se desvencilhar. É o trinômio culpa. Temor e salvação. Eu gosto dos está baseado nesses conceitos. Eu tenho culpa porque eu agi errado porque eu fui muito ruim, muito negativo na vida passada e hoje eu tenho que pagar.

Eu tenho temor do que vai me acontecer eu tenho temor a Deus eu tenho temor dos espíritos que vão me obsidiar et cetera, et cetera, e eu preciso da salvação a salvação não é mais alguém que vai colocar a mão sobre mim e me absolver dos pecados, mas ela vai estar presente em determinadas situações, do contexto e do imaginário espírita, como por exemplo, hã, se você não fizer o evangelho no lar, vai dar problema na sua casa. Se você não for no centro

espírita regularmente. As coisas na sua vida não vão andar de modo equilibrado, então você começa a substituir aqueles valores judaico cristãos ou cristãos. Resistências anteriores reproduzindo os no espiritismo é o que acontece em relação a esse conceito da marca no perispírito. E aí, pra quem acha que é a

literatura mediúnica Brasileira? É complementar, é subsidiária aos livros de Kardec, como muitos enchem a boca para dizer vão lá na questão 217 do livro dos espíritos, onde Kardec pergunta textualmente, o caráter físico das existências anteriores, como faz o espírito conservar traços para as existências posteriores? Que que é isso?

É a marca do perispírito, como você, querendo condicionar algo que aconteceu numa existência pregressa e ficou registrado na fotografia do espírito, que é um termo que a gente usa para simbolizar, simplificar o que seja o perispírito. E aí os espíritos respondem a Kardec o seguinte, o novo corpo que o espírito toma, nenhuma relação tem com o que foi destruído, portanto, o espírito se reflete no corpo e não o

contrário. Aí as pessoas querem pegar anedotas, querem pegar fantasias, filigranas de obras e achar que aquilo é complementar a Kardec, dizendo, inclusive, que André Luiz avança no conhecimento espiritual porque traz informações sobre a pineal, sai. Traz informações como colocaram aí na lousa. Há pouco do planejamento encarnatória. Nós não podemos aceitar cegamente qualquer verdade. Herculano pires dizia até de modo jocoso, tem os espíritas

novidadeiros, né? Aquele que fica ali No No controle remoto da vida, procurando novidade, onde ele vai é caminhar, onde ele vai se interessar e aí ele abandona aquele conhecimento que ele já é velho. Ela do século 19, 160 e poucos anos atrás, já não é mais evidente, vem, vieram outros espíritos para complementar a obra de Kardec. Nesse contexto, gente, é, eu queria lembrar um outro segmento.

Nós falamos, é, é doenças congênitas e a explanação dos 2, da Márcia e do ouro foi muito útil para que a gente entenda que algumas situações, realmente, em função do nosso trabalho, da nossa atividade espiritual, que passa de uma encarnação para outra, vai ter repercussão. E eu gostei, sabe? Márcia que você falou da expiação e os espíritas acham que expiação e provas são 2 segmentos. Vamos inspiração, tá aqui e a

prova está do outro lado aqui. Quando os próprios espíritos, respondendo a Kardec, disseram que em toda a expiação ou nas expiações estão contidas as provas, porque é justamente a forma pela qual o espírito vai se desenvolver nessa vida. Encarando as inspirações, se ele vai ter condições de superar as suas, é imperfeições e ele vai considerar. É como conseguir reagir de forma equilibrada em relação a essas vinculações pretérita e assim sucessivamente.

Então, além das marcas, é. Que geram marcas que eu digo porque foi utilizado marcas no perispírito que nós sabemos, acabamos de ver que não existem, não é? Mas ao lado desse segmento também tem os experimentos de terapia de regressão de vidas passadas ou terapia de vidas passadas. O professor Hernani Guimarães Andrade, por exemplo, foi um dos que é. Explicitou essa questão com os olhos é espírita?

Se o Brian vais trabalhou também isso, mas não com o conceito espiritas 51, conceito paranormal.

O conceito psicológico, conceito científico e por isso as obras acabam se encaixando e, por isso que a gente diz que em é Brian was tem muito conteúdo que o espírita deveria aproveitar e canalizar e fazer a ponte com as informações que estão nas obras de Kardec. Vou falar das marcas de nascença, então ele faz uma pergunta para que vocês possam nos ajudar a entender bem esse segmento, dizendo assim é, existem muitas pessoas que contém que possuem essas marcas

de nascença e fazendo ATVPA terapia de vidas passadas. Acaba se chegando a uma circunstância que foi motivadora, é de um desencarne ou de um acidente. Na vida passada eu vou. Vou dar um exemplo muito claro que está na literatura espírita e na para espírita. O indivíduo tem um sinal de nascença nas costas e aí, fazendo a regressão, ele descobre que numa existência anterior ele levou um tiro exatamente naquele local das

costas, né? Então, há uma correspondência entre um fato pretérito e uma existência posterior. Falando, se de corpo de corpo material, né? Então, é possível se pensar que haja a transferência de uma doença ou dos reflexos dela de uma vida para outra. Ou isto seria apenas uma identificação de um fato ocorrido preteritamente e, portanto, não teria a obrigatoriedade de provocar uma anomalia, uma dificuldade, uma doença na existência anterior. E aí, dentro desse contexto, por

que que isso ocorre? Por que que as pessoas vêm com marcas físicas de situações ou vinculadas a situações passadas? Pode ser o posso responder? Pode, Márcio? Marcelo, eu, eu. Eu gostaria que você convidasse uma psicóloga que fez uma formação junto ao instituto nacional de terapia de vidas passadas com a doutora Maria Julia Prieto Peres e depois também na sociedade Brasileira.

Terapia de vidas passadas. Que eu não me lembro agora com a professora Sônia Rinaldi aqui, Eudora, doutora Maria Maria Maria Teodora. E que trouxe para o seu consultório essa terapia e depois acabou, inclusive desenvolvendo novas estratégias para lidar com essa terapia de uma forma assim, bem revolucionária. Se quiser anotar o nome dessa psicóloga, e ela vai poder nos ajudar bastante, é Márcia Barroso. Um passarinho já tinha me soprado. Vamos lá. Bom, eu estou achando um

extremo, mas coincidência. Legal. Bom, então eu vou falar com com conhecimento de causa, não é pelo por esses 2 cursos de formação que eu tive com a doutora Maria Julia Prieto Peres e com a doutora Maria Teodora, doutora Maria Júlia, em São Paulo. No in tvp, e a Dra. Maria theodora, em Campinas do SBTVP é. A regressão é AOO processo da regressão é o processo bem interessante, porque algumas pessoas ficam que me questionando até, né?

Mas lá No No livro dos espíritos está escrito que não pode ficar, é revirando o passado remexendo o passado, né? A gente não pode ficar perguntando o que aconteceu no passado e o que as pessoas não sabem é que quem trabalha com terapia de forma séria, com terapia de vidas passadas, é são profissionais da área, são psicólogos e psiquiatras com formação é e a gente não fica investigando o passado.

Esse é um ponto interessante, Marcelo, porque todos os pacientes que chegam para trabalhar com a regressão, eles já estão regredi, 12 estão, regredi, 12 como no sintoma. Então, uma pessoa, por exemplo, que tem uma enxaqueca insuportável e que já fez todo tipo de tratamento e que não tem solução fisicamente. O cérebro está bem fisicamente. Ela não tem como explicar. Os médicos não conseguem

explicar isso. E aí a gente vai fazer o processo do tratamento com a regressão e a gente descobre que no passado aconteceu alguma situação especificamente com a cabeça e que ficou ali um trauma ficou marcado. E muitas vezes, o que atrapalha a minha, você, a todos nós que temos traumas no nosso dia a dia é, são as decisões que a gente toma no momento do trauma. Então, o que marca não é o trauma, o que marca é a sua decisão.

Então, por exemplo, uma pessoa que teve a cabeça amassada num num, num acidente de carro e que desencarnou, e aí ela nasce novamente e ela tem para ura, tem pavor de qualquer coisa que se locomova. Porque. Porque no momento em que aconteceu lá atrás, ela diz assim, eu nunca mais vou entrar dentro de alguma coisa que se locomova. Eu nunca mais vou estar dentro

de um carro, por exemplo. Então, o que, o que prejudica a gente são essas decisões que nós tomamos em esse em momentos decisivos da nossa vida, momentos que são marcantes da nossa vida. E aí isso a gente chama de trauma, tanto na psicologia convencional quanto na terapia de de regressão, né? E por que que ocorre esse nascimento? Como você colocou aí? Porque esse espírito especificamente que está com

essa marca? Ele, ele quis trazer isso de alguma forma, ele ele escolheu trazer isso no próprio corpo. Por algum motivo que diz respeito a ele. Tem um propósito para ele, mas não que a gente tenha que ficar investigando a. Será que essa minha marca aqui tem a ver com alguma coisa do passado? Não, às vezes eu só bati No No móvel. E aí a marca surgiu ali e naquele momento está ali comigo,

né? E eu quero lembrar também um livro do Ian Stevenson, pesquisador muito conhecido, 20 casos sugestivos de reencarnação onde o Dr. Iain Stevenson, ele faz essa ligação, ele. Ele faz essa documentação, né, de pessoas que tiveram algum acontecimento do passado e que estão em novos corpos e tem a recordação.

Sempre lembrando que essa recordação ela é muito comum na primeira infância, até 67 anos e depois, naturalmente, vai se apagando, porque é óbvio que o espírito começa a tomar mais conta da encarnação que ele está tendo, né? Atualmente, e ele vai apagando. Essas lembranças do passado. E aí, para que que a gente vai fazer então? O processo da regressão nessa questão específica, né? Para eliminar esses traumas, eliminar essas decisões e modificar as decisões de vida ainda em vida.

Modificar para que a pessoa possa ter mais qualidade de de vida. A partir de então, né? Porque se eu nasci com uma programação com vírus? É dentro da minha programação reencarnatório. Eu posso retirar esse vírus e a terapia regressiva é uma oportunidade para a gente fazer isso. O autoconhecimento é super recomendado também nesses casos, porque aí não precisa nem fazer regressão.

Eu posso olhar quem eu sou. Eu posso avaliar como é que eu tenho agido e aí eu modifico que eu entendo que não está sendo legal, não está sendo produtivo. Muito bem, uruca, é complementar alguma coisa. É todas essas supostas marcas, não é? Elas ficam onde aqui, né? Elas ficam na mentalidade da da pessoa, então é exatamente isso que a Márcia disse. Quer dizer, a pessoa não é no perispírito ou parte, mas tudo aqui dentro, porque é quem sou

eu, né? Eu sou formado por um sistema de crenças mentais nessas crenças mentais limitantes estão também decisões traumáticas do passado que estão me acompanhando aqui e que acaba gerando uma repercussão. É na sintomatologia psicológica na existência seguinte. E porque necessita o que de novo, não é a buscar se auto cura? Então, eu costumo dizer que a vida existe para nos curar de nós mesmos. Tudo o que está acontecendo ali ao nosso redor, todo dia, nas 24

horas. São situações que a vida nos expõe pra gente se curar de nós mesmos, porque nós é que somos o propósito Divino. Para nós mesmos, então é exatamente isso que a Márcia disse, né? Então, na verdade, não é uma terapia devida passada, né? São existências diferentes, mas é uma vida, né? Quer dizer, a vida por inteira ela está aqui na condição de de espírito. Importantes que a Márcia falou, não é? Isso dá um site interessante,

não é? Por que que nós temos determinadas coisas, determinadas situações envolvendo o nosso corpo físico? Coloca no centro de tudo o próprio ser que é o protagonista da vida, escolhas aquilo que o espiritismo consagra numa expressão valiosíssima, que muitos espíritas até deixam de lado, que tratam com um só menas importância que se chama livre arbítrio, o livre arbítrio não está presente apenas no viver hoje, no acordar e dormir todos

os dias. O livre arbítrio foi importantíssimo naquilo que os espíritos conceituam como escolha da próxima existência, escolha das provas, das inspirações e das missões que alcançam todo o nosso componente espiritual. E eu estava lembrando Márcia euro, eu e a Júlia. Minha esposa, estamos assistindo uma série que trabalha com essa questão dos condicionamentos pretéritos nesta existência e em outras, né?

Que é uma nova mulher, uma série na Netflix onde há essa 3 personagens mulheres que estão em volta dos seus dramas pessoais, e cada uma delas e os personagens no entorno. Não vou dar spoiler da série, não vou só falar 11 pitadinha. Acabam se vinculando a situações que conscientemente elas não.

Não tem ideia, não tem explicação, não tem lógica, mas fazendo algumas terapias durante a série, acabam acessando esses conhecimentos, acabam tendo informações que são muito úteis e aí tem a ciência material e a ciência espiritual trabalhando lado a lado para dar um sentido de completude à vida, que é a nossa excelente oportunidade de vivência, de de aprendizado para

que isso seja descortinado. Tem 2 questões aqui que eu não posso deixar de fazer, porque elas são importantíssimas para para o contexto que a gente tá trabalhando hoje. O RU em termos de saúde e doença, o que é do espírito e o que é do corpo? Continuando, existem muitas pessoas que procuram as instituições espíritas para tratar problemas pontuais. Vou dar 2 deles, alcoolismo e

drogadição. Não é até que ponto seria a função da instituição espírita que não tem profissionais, médicos, psicólogos, psiquiatras atuando somente médiuns ou então terapeutas de terapias alternativas? Até que ponto a instituição espírita deve abraçar isso como uma espécie de tratamento espiritual com tais pessoas ou devemos deixar essas situações para as instituições terapêuticas especializadas e para as instituições de apoio, como OAIONA, alcoólatras anônimos EE narcóticos anônimos?

Então essa é a pergunta do nosso Luís Gouveia. Excelente, Marcelo. Veja essa aqui. Vamos começar aí pela drogadição, né? Seja o alcoolismo, seja outras drogas, nós tivemos. Nós tivemos bons ou psiquiatra 38 anos? Quer dizer, a gente lida com isso todo dia aqui dentro. Eu estou nesse exato momento no consultório, né? E o que é que eu vejo em si? O que é que eu tenho a dizer uma vez? Nós, nós lá no go, no ano, a Márcia tá aí ela, talvez 1013, 2013 isso você vê que ela já

sabia que. 2013 a 2015. Eu propôs ao grupo que nós criássemos um grupo voluntário para a gente criar uma comunidade terapêutica, essa comunidade terapêutica. Ela seria fora do centro, né? Não é no centro. Fora do centro, então um grupo de voluntários loucos não é como nós aceitaram a proposta e nós, inclusive o Evandro e o Jorge, participaram de forma brilhante, né? É o Evandro até criou o clipe, né? Que que fazer palavras sobre AA comunidade?

Mas se um detalhe eu disse assim, falei, só que essa comunidade, ela vai ter como proposta. AA visão espiritual da de qualquer ser humano que entrar aqui dentro, não necessariamente uma visão de para, para proselitismo do espiritismo. Não é isso, não, mas uma visão espiritual e voltado para a Felicidade, porque porque a Felicidade é a nossa, é condição Suprema em termos a melhor emoção que a gente possa sentir. Todo dependente químico ele tá.

Ele está num estado de infelicidade por vários motivos. Se nós ensinássemos eles, se nós ensinarmos a esses dependentes químicos que são seres espirituais. Independente de crença religiosa, destinados a Felicidade e que eles são capazes de praticar o auto amor através do auto amar-se e amar a vida, amar a todos quer dizer, lógico, né? Mantendo a sua integridade não quer dizer concordar com todo mundo, ser bonzinho, senão nada disso. Mas amar amar.

Nós vamos desconstruir a dependência química de uma certa forma, porque Marcelo, nós temos no cérebro o sistema de recompensa e prazer. Ali tem o chamado núcleo accumbens. É ali que se instala a dependência química por causa da dopamina. Quando uma pessoa, quando uma pessoa é, por exemplo, a dopamina é um neurotransmissor da Alegria e do prazer. Quando você, por exemplo, tem 11. Momento assim, prazeroso, exemplo, uma relação sexual

prazerosa, né? Consentida segura, você aumenta em 200%, a dopamina 250%, a dopamina agora, veja só. Quando uma pessoa é. Cheira uma carreira de cocaína, ela aumenta em 500% a dopamina em 8 a 12 segundos. Quando uma pessoa é, fuma uma Pedra de crack, ela aumenta em 1000% a dopamina em poucos segundos e por uma situação, né? De, como diz o de 10, real ou não, uma Pedra, né? EE aí surge a tragédia, né? Porque porque se você tiver uma

pessoa infeliz. Ela vai confundir esse prazer com Felicidade. Que, aliás, o sistema capitalista vem de prazer como selo Felicidade. E não é o cérebro, sabe a diferença? O que é o prazer? Ele produz dopamina, Felicidade, ele produz serotonina ou amor. Ele produz ocitocina. Então, o que que aconteceu? Nós começamos a fazer esse trabalho. E ensinar e trabalhar esses dependentes químicos. Veja, eles tinham.

Oo uma rotina de 6 da manhã até 10 da noite dentro da comunidade, uma rotina quase que padrão das comunidades terapêuticas recebiam remédios, medicação, quando necessário, assistência psicológica, assistência espiritual. Inclusive alguns iam ao centro espírita nosso, lá no go. Participavam das reuniões, mas era no auto amor que eles estavam segurando. Eu me lembro de um e foi um caso assim. Um dos casos que né, que marcou

bastante. Logo depois de 1 mês que ele estava lá na comunidade terapêutica Felicidade, porque só pra você ter uma ideia, era uma chácara que nós alugamos o grupo todo voluntariamente. A maioria das pessoas que ali moravam, que ali eram acolhidas, né? A gente chegava a ter então de 2025 adictos de crack, cocaína em um outro álcool é a maioria, não nem pagava nada disso.

Quer dizer, a gente que fazia trabalhos, tudo ali, voluntários, até mesmo na condição das coisas para eles, enfim, teve um que depois de 1 mês, porque 6 horas da manhã, por exemplo, AA gente é é, a gente colocava uma música, é às vezes, Enya. Né, pra eles, acordarem ali ouvindo Enya, aí eles eram ensinados a se abraçarem, quebravam o machismo, né? Quebrava uma série de coisas entre eles. Depois de 1 mês, teve um que

acordou e falou assim, doutor. Estou sentindo uma coisa assim, 11 sensação muito boa que eu nunca senti na minha vida. Aí ele me diz. Esse. Essa sensação é a droga, Felicidade. Ele falou, é a droga chamada Felicidade, não é? Então, por que que eu estou dizendo isso para você? Os centros espíritas, na minha visão. Tem que estudar Kardec. Entendi.

Eles não sabem sobre Kardec. Tem que estudar Kardec, porque porque nesse estudo, nessa reflexão esmiuçar, vai pra frente, vai pra trás, ler de novo e ler de novo e ler de novo, eles vão descobrindo a auto cura e com certeza isso vai

aumentar o quê? A ocitocina, através do amor ao citocina, Marcelo é um neurotransmissor que é, é o as, o ela, o espectro de ação dela é mais amplo que a dopamina, então aos poucos ela vai quebrando a compulsão que a pessoa tem é pela droga, seja ela qual for, entende. Quer dizer, é um processo interno. Que vai acontecer com a pessoa e muitas vezes até a gente vê em centros espíritas que fazem esse tipo de trabalho e sabe, é é delicado aí, mas não se fala de espiritismo.

Fica ali só falando, né? Não se fala da possibilidade de auto cura, mas fica muitas vezes trabalhando na superfície do que é que a maioria é dos tratamentos fazem, às vezes não tem o resultado desejado. Então cabe aos centros espíritas. É ter esse foco. Vamos estudar. Kardec tem sempre espírita que a pessoa especialista em fazer bolo tem aquela que é especialista em fazer pano de prato, tem aquela que é

especialista. E montar cesta básica OK, nós estamos num país é é num país desumano, desigual. Tem gente morrendo de fome todo dia, OK? No entanto, o espiritismo é muito mais do que isso. Espiritismo é auto cura, né? E esse, sim é que deve ser o

nosso, o nosso foco principal. Então, em cima desse assunto que você trouxe da drogadição, depois, a gente acabou fechando a comunidade por vários fatores, inclusive questões logísticas, materiais, uma série de coisas, mas muitas pessoas que passaram lá. Marcelo se é, depois viraram engenheiro civil. É professor, é assistente social, entende, professor de matemática, muitas pessoas retomaram as suas vidas. Por quê?

Porque se sentiram que descobriram o potencial existente dentro de cada uma delas, como espírito e a possibilidade de mudar, de transformar a própria vida. Óbvio. Às vezes precisa da medicação. A medicação. Às vezes ela se faz necessária a orientação psicológica, apoio psicológico, a laborterapia, tudo aquilo que envolve num, num processo terapêutico que ele é

multifatorial. No caso da dependência química, mas principalmente essa consciência do que aquela pessoa é que ela é. Espírito dentro dela, existe um potencial de cura e esse potencial de cura se manifesta através do auto amor no alto, a Márcia EE neurologicamente tem a explicação que essa questão da ocitocina é ocitocina, é o

neurotransmissor do amor. Com mais de 300 atividades já consagradas junto ao nosso corpo, costumo dizer que a ocitocina é o é, é o terror dos laboratórios médicos, né? Porque eles sabem que se as pessoas começaram a praticar muito essa questão do auto amor aí, né, ou vão parar de tomar remédio, pessoas felizes consomem menos. Pessoas felizes ficam menos doentes, pessoas felizes dão menos trabalho e o sistema capitalista não quer isso, né?

O sistema capitalista quer problemas acontecendo para girar a roda aí do do consumo. Sistema capitalista quer remediar, né? É remediar. Marcelo, eu só quero complementar a isso que dura e falou a questão de de saúde. Ela é a saúde e a doença. Ela está no corpo, está no espírito. Um é. Esqueci de falar sobre isso. Nós vamos lá, Márcia, por favor, você quer falar?

Não diga, diga, diga não é porque dentro desse entendimento, quando eu busco o conhecimento que eu, quando eu busco a transformação, eu começo a ser mais feliz como dura e falou e gente feliz não dá trabalho, gente feliz, segue a vida, vai Viver A Vida com abundância, né? A Felicidade gera saúde do corpo físico. Quanto mais feliz eu sou, menos doente eu fico.

E o contrário é não acontece quando eu tenho saúde do corpo, nem sempre eu tenho Felicidade. Então olha que interessante, aqui num consultório de psicologia e psiquiatria a gente tem muitas pessoas que têm saúde do corpo físico, mas não são felizes. E aí, quando a gente entende isso, EEA pessoa entende que ela pode gerar Felicidade a partir desse auto amor que a gente está falando tanto aqui.

Quando eu começo a me admirar, quando eu começo a curtir Oo ser humano que eu sou, quando eu me transformou numa pessoa admirável, caso eu não não goste de mim, eu começo a olhar o que que eu, o que que eu tenho de qualidade, o que que eu posso incentivar para me sentir mais animada, mais feliz, mais disposta, como é que eu posso transformar o meu dia num dia melhor, num dia mais feliz, quando eu desenvolvo um

propósito de vida, por exemplo? Tudo isso vai trabalhar na minha Felicidade e aí, automaticamente eu começo a adoecer menos e com o passar do tempo eu começo a ser mais saudável. É, então estão intimamente ligadas Oo conceito de estão intimamente intimamente ligados os conceitos de ser feliz e de gerar saúde do corpo físico. Veja que bacana, não é? É, já vou te passar a palavra, o rei. Como várias palavras, elas acabam convergindo para o mesmo

conceito que nós expressamos. No início dessa conversa, né? Você tem o auto amor que você acabou de falar, você tem o autoconhecimento, que é fundamental para que o indivíduo possa conhecer o que está fora, conhecer o outro, conhecer o mundo, conhecer a vida, conhecer o mundo espiritual, etc. E auto cura, como vocês acabaram de frisar, não é?

Tudo isso gira em torno daquela palavrinha que foi dita no início, chamada autonomia, você se assumir como senhor de si mesmo como comandante da sua existência? Como eu costumo dizer em palestras ou textos, o personagem principal da sua vida, o piloto da sua aeronave que está aqui fazendo mais um trabalho de sobrevoar as situações, sobrevoar a si mesmo e aprender com isso, diga Lauro. É porque veja na questão é dessa é da da auto cura, né?

Todo todo uso quando a. Quando o dependente químico a gente fala, recaiu, né? Puxa fulano recaiu, voltou a usar droga, puxa, ficou tão ficou 6 meses Na Na clínica é não sei que já sabe tudo sobre os 12 passos do NA já é isso, já é aquilo. Por que que isso acontece?

Lógico que existem fatores aí da sociedade e tudo mais que eu não vou que não aqui não é o propósito aqui, mas dentro dele, Marcelo, se ele não se curar dos fatores internos, das recaídas internas, porque primeiro ele recai aqui dentro. Depois, ele recai no comportamento depois que ele reusa, às vezes tem dependente que recai num comportamento, exemplo, agressão. Mas não chega a usar.

Então, primeiro, é aqui que ele necessita fazer essa auto cura, então a primeira recaída ela é mental e quando você citou agora a pouco é e é, EEA pura verdade do medo da culpa. A Márcia até sabe melhor do que eu sobre isso, porque tem um livro de 11 psicóloga, sim, engano né? Mas que as 3 chantagens emocionais. Culpa, medo e coerção, quer dizer, coerção é você, se você não fizer tal coisa vai te acontecer. Tal coisa. Você citou isso agora há pouco.

A culpa? Marcelo, você não tem noção do dependente químico, eles trazem muita culpa dentro deles e a grande maioria é vinculado com igrejas. Com religiões, então alguns chegam já dizendo assim, doutor, mas eu já estou condenado, já estou condenado, então e a gente necessita primeiro trabalhar na mente dele para ele se libertar dessa culpa. Se não, por mais que ele faça tratamentos, tome medicações específicas e fique algum tempo

sem usar a droga. Ele está apenas não usando a droga, mas ele está recaído aqui dentro que a qualquer momento ele perde esse autocontrole. Então, de novo, a gente necessita vir aqui dentro para fazer com que ele se liberte. Esse medo imaginário, dessa culpa que foi inoculada pela religião, porque a culpa, você sabe, é uma criação da religião. Não há espaço no cérebro, Marcelo, para a culpa, a culpa não é uma emoção, é que nasce uma emoção própria do cérebro.

Natural, nós temos as emoções naturais, medo, Alegria, tristeza. É nojo, é raiva. São emoções naturais do nosso cérebro. Mas a culpa, se você pegar numa criança e nunca colocá-la num ambiente onde ela não vai aprender sobre a culpa, ela nunca vai se sentir culpa de nada, porque não existe a culpa em termos de emoções naturais do cérebro, né? Quando Kardec, inclusive, coloca lá as 3 fases, né? Do arrependimento, expiação e reparação, o arrependimento não

é se sentir culpado. O arrependimento é é, é quando a pessoa toma uma consciência. Que que puxa vida aquela escolha que eu fiz foi infeliz. Eu acabei me prejudicando a, acabei prejudicando alguém, então eu não deveria ter feito o que fiz, não vou mais fazer aquilo. Quer dizer, aí eu já. Eu e esse processo de arrependimento é um processo interno, né?

E não de se sentir culpado, ninguém se transforma por se sentir culpado, ninguém vai gerar saúde por se sentir como se enquanto se sente culpado e aquilo que a Márcia disse aí né, que saúde nem sempre gera Felicidade, mas Felicidade sempre. Sempre gera saúde, porque quando você é, nós temos os níveis dentro da psicossomática, nós temos o que a gente chama de psico, neuro, endócrino, Imuno, vásculo, genética, quer dizer, existe uma hierarquia? Ia, né? Então psico neuro.

Então, o psico tem a ver com o que o espírito, o prefixo, inclusive psiquê, você sabe disso. O grego original é espírito alma, né? Então, psico neuro. Quer dizer, interfere no sistema neurológico endócrino que interfere no sistema endócrino, imunológico que interfere no sistema imunológico. Vásculo interfere no sistema vascular genético, onde tiver uma vulnerabilidade. Idade é onde vai se instalar a doença, enquanto a pessoa não estabelecer essa autocura, né?

Essa é uma visão, vamos dizer assim, psicossomática? A culpa, meus amigos, ela não é e nenhum paradigma motivadora. Não é, e nós temos que trabalhar com a ideia da motivação. O espiritismo é altamente motivacional. Ao quando ele diz estamos, fomos criados para progredir e ao progredirmos vamos alcançar aquilo que se chama Felicidade ou plenitude. Então a religião espírita, parafraseando o que você disse Uru, ela cria a culpa como um

condicionamento obrigatório. E qual é a culpa dos espíritas? Ó, mas na vida passada eu fui muito ruim, por isso que eu estou aqui sofrendo tanto por isso que eu tenho tantas dificuldades. Ela diz, por isso que eu não tenho relacionamento adequado, por isso que eu não encontro trabalho, por isso que eu não tenho prazer, por isso que parece que eu estou sempre fora do eixo, fora do não.

Encontro a minha turma e mesmo que eu esteja em algum ambiente ambiente mais favorável, como por exemplo, uma roda de amigos, como por exemplo aquelas pessoas que eu gosto dentro da lei para aquelas que a gente gosta mais e outras que a gente gosta. Me menos a viver junto, que faz parte do processo, e aí então a pessoa cria essa atmosfera já desfavorável de início e a culpa então, não atua nem terapêutica nem progesterona aumente nem motivacional, aumente para qualquer Progresso.

Ela é apenas uma âncora, lembrando aqui atrás que eu tenho um barquinho, né? Na nossa, no nosso cenário, há uma âncora que ele. E puxa para baixo, e há muita intenção, muito interesse do do da comunidade religiosa de manter esse atavismo, manter as pessoas condicionadas.

Aliás, aproveitando esse condicionamento, eu vou fazer a pergunta de 10000000 de reais para os nossos participantes hoje vamos ver se eles conseguem resolver aí essa pergunta capciosa que nos foi, é endereçada para a noite de hoje existe Márcia e uro na chamada comunidade espírita. Na ambiência espírita, uma relativa veneração. Um fetiche, diria eu, em relação aos desencarnados.

Sobretudo em muitos casos, aqueles que se apresentam, guias, mentora e orientadores espirituais de grupos de instituições e associações espíritas. Alguns desses revelam ter sido médio médicos e encarnações passadas. Nós, inclusive, vivemos durante uns 30, 4050 anos. É no século passado com uma entidade espiritual que teria sido médico na Segunda Guerra Mundial, desencarnado em combate. Mas enquanto não desencarnou, atuou, socorrendo uma multidão

de pessoas. É que foram, é é atingidas por projéteis, pessoas que que perderam membros, perderam faculdades, é, é orgânicas durante a guerra e essa entidade, então passou a realizar por médiuns de efeitos físicos. As chamadas cirurgias espirituais, que na verdade eram incisões materiais guiadas pelo tal espírito. Aí eu fico me perguntando, como é que nós é? Teríamos que estar vinculado.

Sou quase que dependentes ao médico, numa época muito precária da medicina, em que o instrumental era rarefeito, que o instrumental não é o instrumental. Por exemplo, no século 21, para o atendimento, é nas clínicas, nos hospitais. É é nos laboratórios dos lugares onde se faz pesquisa e se realiza atendimento. É médico hospitalar. Por que que essas pessoas, Uru e Márcia é, acabam se vinculando aos trabalhos espíritas?

Ou seja, o fato de ser ou ter sido médico, ter dominado uma determinada arte, uma ciência, uma especialidade, credenciaria esses espíritos para dar receituário e fazer consultas ou até operar em instituições espíritas. Nós não estamos confundindo as estações? Bom, eu começo. Pode ser Márcia, vamos lá, é é esse é um assunto bastante delicado, porque envolve muitas, muitos centros espíritas, que, que que fazem essa prática.

De uma forma bastante corriqueira é, mas eu vou usar 11 frase do próprio Chico, que eu acho que ajuda a gente a entender um pouquinho desse fascínio que o ato mediúnico exerce sobre o ser humano, né? O Chico dizia que a época dos fenômenos já passou. Simples assim. Hã, mas tem pessoas que que fazem isso e que tem essa habilidade que tem esse dom, né? E que se dão muito bem OKE.

As pessoas são livres, né? Ururaí sempre fala isso, você é livre para fazer as escolhas que você quiser e eu sou livre para entender que AA verdadeira cirurgia que a gente está passando da hora de fazer é a cirurgia de valores Morais. Porque de nada adianta eu corrigir um corpo físico, seja com uma cirurgia convencional no hospital, ou seja, com uma cirurgia espiritual, mas continuar fazendo escolhas inadequadas. Então o foco sempre vou trazer

para a questão do estudo. As reuniões mediúnicas com cirurgias espirituais reúnem centenas de pessoas. Todas as semanas a gente ouve falar sobre isso. Os grupos de estudo de Kardec, estudo vou vou falar do livro dos espíritos, que é uma coisa básica. Em qualquer centro espírita, tem 1020 pessoas e olha lá. As reuniões mediúnicas dos centros espíritas sempre atraem mais, porque aí de novo a gente está falando sobre sobre OOO fenômeno, né? Mas o estudo, que é a base,

ninguém busca. Entendi, então eu, particularmente, Márcia agora é a opinião da Márcia, não é? Eu entendo que o tempo das cirurgias espirituais também vai passar. Há mais, o médium só sabe fazer aquilo, então. Vai ficar obsoleto, né? Sugiro ao médium. É. É como a gente está está sugerindo para todo mundo aqui. Para mim a gente necessita estudar. E aí, Uru? Pois é, não é, cara? Espiritismo é filosofia espiritualista. Quer dizer, é nós. A gente necessita aprender sobre

nós mesmos, não é? E o espiritismo vem fazer esse convite, a mediunidade, ela é, ela é mais. Ela é tão antiga quanto o homem, né? E. Que a gente é fala sobre isso, as pessoas se esquecem que não necessariamente o fato de um de estar ali ocorrendo um fenômeno mediúnico. Se é que está acontecendo numa cirurgia espiritual ou não, e a gente ouve muitas coisas, né? Algumas coisas interessantes,

outras coisas na maioria delas. Mas assim de pessoas é. É deslumbradas, mas não necessariamente que corresponde. A proposta espírita é, a gente perde tempo porque a mediunidade, ela faz parte do espiritismo, mas o espiritismo não é apenas a mediunidade, espiritismo é transformação pessoal, é transformação social. EE, se isso não acontecer, quer dizer, a pessoa pode fazer uma cirurgia hoje. Cirurgia amanhã nós tivemos. Desculpa recentemente, aqui em Rio Preto, a presença de um médium.

Não estou aqui fazendo um pré julgamento dele. Nem me interessa isso. Não é isso que está sendo colocado aqui. Mas o centro estava lotado, não é? Tinha 500, 600 pessoas. Já na semana seguinte, num estudo, tinha poucas pessoas, então eu eu acho que acaba até a tra pagando, entendi porque acaba gerando um desvio, né? É da proposta espírita? Proposta espírita é transformação. Pessoal e combater as más tendências. Eu sei que tem pessoas ali que às vezes procuram, né?

Como sendo assim, uma salvação como sendo o último recurso e tudo mais. E não vou entrar nesse aspecto, porque é é. São histórias, né? A gente não sabe o que tem de verdade o que tem de mentir. Et cetera e tal, mas. A gente necessita trazer a mediunidade. Do estudo? Né? É para dentro do centro espírita esse fenômeno mediúnico de alguém se debruçar em cima do livro dos espíritos. É, estamos citando desesperos, porque eu, eu considero, agora é a minha visão, né?

Marcelo é a cartilha dali que tudo começa a caminho. Suave, né? É, não é? É começa dali para todas as outras jovens. Mas, enfim, as pessoas não sabem o básico, né? Nem que é Deus, né? Tem palestrante que, né, não sabe nem o que é Deus se refere a Deus como nosso pai daquela coisa e que, se Deus quiserem, graças a Deus, cara, isso não é espiritismo, né? E então eu penso que e agora?

Iniciativas como essa do e secar não é, Marcelo, você ponha a cara para bater, apanha, mas continua em pé firme. Iniciativas como essa, por exemplo, aqui é nós estamos resgatando Oo. O verdadeiro caráter do espiritismo. Não que sejamos privilegiados ou não, nada disso apenas é essa visão que nós temos. É essa visão que a gente acredita e essa visão que a gente quer compartilhar para o número. Crescendo de pessoas, com certeza.

Em nome do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec, nós agradecemos as referências elogiosas ao nosso trabalho, mas é isso mesmo, nós batemos e envergamos, mas não quebramos. Continuamos trazendo. É essa oportunidade de debater todos os temas, né? Nós somos o primeiro grupo A trazer o debate sobre o racismo. Nós somos o primeiro grupo de trabalhar a questão da inclusão do homo sexual, do transexual

nas atividades espíritas. Nós somos o primeiro grupo A discutir de forma aberta, política e espiritismo e tantos outros temas, e vamos continuar trazendo porque a ordem do dia nos importa sempre considerar esses temas como de priores.

Tica necessidade? Em relação à pergunta que eu fiz, eu gostaria de recomendar a leitura para aqueles que não têm muita habitualidade com as obras de Kardec, ou aqueles que podem ter lido e já esqueceram o que é que os espíritos disseram a cerca dos conselhos que se podem dar sobre a saúde aos espíritos encarnados e por que esse fetiche de recorrer aos espíritos para buscar explicações sobre as situações

mais pueris da nossa existência? No capítulo 26 do livro dos médiuns itens 24 e 25, Kardec faz as perguntas e os espíritos? Pontualmente, eles dizem saber das coisas da ciência, da matéria ou da medicina da matéria. Não é saber das coisas, da medicina, da alma. Ou da medicina celeste ou divina, ou da medicina

espiritual? E assim como existem espíritos, luzeiros evoluídos, que vem trazer as mensagens, outros não têm essa estatura espiritual e dizem qualquer coisa e ao dizer em qualquer coisa são tomadas como verdades.

E é exatamente este o ponto, o calcanhar de Aquiles, a Encruzilhada do movimento espírita hoje, como deixou-se de lado a lógica racional, como se deixou, se completamente de lado a mais de 100 anos, o exame racional das mensagens, das comunicações e das instruções dos espíritos ao movimento espírita brasileiro, como era feito à época de Kardec, nós fiquemos como. Passageiros num ônibus sem motorista, vamos para qualquer lugar.

Estamos sujeito aos acidentes de percurso justamente para dar por darmos quer? Crédito? E ciência, há muitos espíritos que são senhores e não tem a sabedoria à luz em relação a muitos assuntos. Meus queridos, nós estamos chegando à parte final da nossa

live. Evidentemente, ficaram muitas questões ainda Descoberto e nós já estamos aqui deixando o convite a oportunidade para um novo encontro com os 2 para tratarmos um segundo momento do trabalho é do equilíbrio e da saúde bio psico, físico e espiritual, que é um tema já demonstrado aí pela pela audiência muito boa que tivemos hoje pelos comentários, pelas perguntas que demonstra a curiosidade, o desejo de saber mais e o desejo de conhecer.

Não só a teoria, mas a prática espírita e o nosso. Evandro oliva acabou nos é preparando uma surpresa para encerramento da live e eu gostaria que ele colocasse no ponto um clipe, um vídeo para que todos nós pudéssemos conhecer um pouquinho melhor o trabalho da comunidade terapêutica. Felicidade roda aí, Evandro.

Bem-vindo à comunidade terapêutica feliz e. Cidade. Aqui é feito tratamento psicológico e psiquiátrico para as pessoas que querem se tratar da sua dependência química, pessoas do sexo masculino que fazem uso de droga, álcool ou cigarro. Os internos são estimulados com vários tipos de atividades, atividades domésticas, ioga, curso, música. Pior da. Bom, todos que aqui trabalham

são voluntários. As atividades aqui desenvolvidas é são para ajuda de recuperação, tanto da autoestima como superação da abstinência física ou psicológica e ajuda eles a retornarem à sociedade com novos horizontes.

Toda ajuda é bem-vinda financeira, com a quantia que você puder doar, pois a custos com água, luz, telefone, transporte, medicação, aluguel e outras coisas mais, bens, móveis, alimentos, roupas e tudo mais que a infraestrutura necessita, trabalho sempre há uma atividade que você poderá desenvolver aqui. Você pode colocar suas habilidades a serviço do próximo. Por exemplo, seus serviços de dentista, caso seja um ou medicina, ministrar cursos profissionalizantes também.

Se é professor, pode ministrar aulas, inclusive de educação física, para fortalecer os internos. Há muitas possibilidades que certamente você fará diferença para o mundo. Melhor aqui, todo auxílio é bem-vindo. Qual doções coordenadas? Se você se interessou e quer auxiliar, liguem para mim. O número é 9111-2828. Meu nome é Escobar, explica o que quer auxiliar bens financeiros ou trabalho ou tudo

junto. Essa comunidade, exclusivamente mantida com amor, sem o auxílio do governo, entidades públicas ou religiosas? Muito obrigado por você ter assistido este pequeno vídeo de apresentação. Estamos felizes em fazer a diferença na vida de nossos irmãos e ficaremos mais felizes ainda em ter você como parceiro neste ato de amor. Venha colaborar para um mundo melhor na comunidade terapêutica feliz e. Cidade. Maravilha, gente. Que é, são iniciativas muito importantes, não é?

É, nós desejamos que ela possa vicejar possa novamente. Encontrar. Espaço e colaboração para que seja retomada, né? Muito importante, gente, fica com vocês aí. O espaço final para as considerações finais com o nosso agradecimento em nome do ECK. Márcia bom agradecer imensamente pelo convite do Evandro oliva, do Marcelo, que sempre está aí nos trazendo temas tão

importantes, né? A gente sempre acompanha vocês e o sempre vibro muito com a forma como vocês trazem os temas de uma forma bem leve, mais profunda. Eu acho que essa é a ideia e dentro do nosso tema de hoje, a ideia principal era entender que só o autoconhecimento, só o estudo profundo de Kardec, é que pode nos garantir uma saúde física e uma saúde espiritual. É é nisso que a gente trabalha, dessa forma que a gente acredita e tem funcionado até aqui.

Então vamos continuar nesse esforço de autoconhecimento. E de Progresso contínuo. Gratidão. Bacana, Márcia, nós é que agradecemos a tua simpatia, a tua presença, o teu conhecimento e todas as questões trazidas para abrilhantar. A nossa reunião de estudos de hoje, puro. A bom, vamos lá. É bom, a. Esse. Esse vídeo é muito forte, porque. Ele mostra. Que é possível, não é? É possível a gente fazer a nossa parte?

E contribuir para a transformação, cada um fazendo a sua parte, a sua transformação pessoal e social. É, eu penso que. Os centros espíritas? Infelizmente. Criaram um atalho que, vinculado à religião vinculado a uma superficialidade de de. Muitas vezes de obras mediúnicas, duvidosas e tudo mais, muito mais interessados em em agradar. Do que em despertar? E o espiritismo tem essa função. E eu penso que. Cabe a nós e iniciativas como essa. Que você tem?

Marcelo, juntamente com toda a sua equipe, pessoas não é como o Evandro, por exemplo, que também pagam um preço o provocar isso, provocar essa transformação, provocar essa reflexão, provocar esse despertamento, essa lucidez. Nós, que temos como guia e modelo Jesus. Que questionava a religião, questionava o sistema vigente na época. A? Trazer de volta? O amar ao próximo como a si

mesmo, né? O auto amor e o amar a vida, amar a todos tem solução nesse momento de transição, em que Kardec, lá no capítulo 18 de a gênese. Os convida para esse momento da separação do joio e do trigo, nos convida para a nova geração, formada por pessoas de mentalidade progressista. Nos convida para que possamos. Fazer com que o amor volte a ser a nossa essência de vida, de comportamento, de relacionamento.

Então, é. Fica esse convite junto a você que está nos assistindo você que às vezes não conhece exatamente qual bem, como. Como é o programa da do do espiritismo com Kardec, você que está chegando agora você que às vezes vem de um centro espírita, é formatado, né? Muito mais em auto-ajuda do que espiritismo. Fica aí o convite para que você reflita sobre você mesmo, posso,

qual seu propósito? Posso a missão aqui na Terra temos muito que fazer a Esperança, somos otimistas, sabemos que essa transformação ela está acontecendo mesmo com todos os desafios. Ao nosso redor, porque isso faz parte da lei do Progresso e acima de tudo está Jesus, nosso guia e modelo. Gratidão, Marcelo, por esse convite, cara. Parabéns. Eu sei que muitas vezes, né? É você. Você se sente sozinho e eu sei como é que é isso. A gente passa por isso também, mas a gente dá aquela, né?

Descansa ali um pouquinho, você chora um pouco. Às vezes de emoção igual agora, né? Mas às vezes, de tristeza por por ver algumas pessoas que poderiam estar junto com a gente. Naquela história de Hemingway, não é? Quem é que está com você na trincheira, é isso que importa. São poucos, mas esses poucos que estão com a gente na trincheira fazem. A gente faz a gente se fortalecer mais para vencer uma Batalha de cada vez.

Vencer a guerra não é com a gente, mas vencer uma Batalha de cada vez, um dia de cada vez a gente vai conseguir. Eu quero que você se sinta abraçado, Marcelo e toda equipe. Evandro gratidão e Felicidade. Muito bem, obrigado. Rua Ari, pela sua presença, pela Márcia. Pedir para vocês aguardarem um pouquinho lá na sala de chá que a gente vai fazer o encerramento até uma próxima. Muito bem, gente. Estamos muito felizes com a

presença dos nossos amigos. Era um desejo antigo do ECK tê-los os 2 juntos trabalhando essas Vertentes tão importante do conhecimento espírita e a conexão com. As questões materiais, que são muito importantes para nós também, afinal de contas, estamos na vida física e precisamos transitar pelo mundo físico, aproveitando as situações, as contingências e os cenários para o nosso Progresso

espiritual como um todo. Está passando aí no banner o nosso convite para as próximas, livres do ICK dias 15 e 29 de abril, a programação será divulgada oportunamente. Porque nós ainda estamos na dependência do aceite dos nossos convidados para trabalhar conosco. Algumas temáticas que são, como você sabe fora do lugar comum e alcançam temas que são de indizível necessidade de utilidade e atualidade. Assim é o trabalho do ECK, não queremos ser mais do que ninguém.

Não somos superiores a ninguém, nós fazemos o nosso trabalho com muito boa vontade, com muita dedicação, com uma equipe de trabalho que você não vê, mas que faz essa TV que você está vendo nesse momento. Como dizia aquele velho bordão jornalístico e nós queremos sempre contar com a sua presença, sua participação, as suas críticas construtivas, que é assim que o nosso trabalho vai crescendo. Acompanhe os nossos canais no Facebook, no YouTube, no TikTok.

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espiritismo? O que que você pode dar para as pessoas que estão no seu entorno e que precisam da informação espírita segura verdadeira para melhor traçar os seus planos e seus projetos, os seus itinerários de vida? Muito bom estar com você, muito bom estar brincando com você até a próxima bate hora, o próximo bate canal aqui. No espiritismo, com Kardec, beijos, abraços. Um excelente domingo em família para todos. Até a próxima. Tchau. Bem bom.

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