Revista Espírita jan.1868 [Ep10] Reconhecimento da Existência dos Espíritos e de suas Manifestações - podcast episode cover

Revista Espírita jan.1868 [Ep10] Reconhecimento da Existência dos Espíritos e de suas Manifestações

Jun 04, 202520 minSeason 20Ep. 10
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Transcript

Olá minha amiga. Olá meu amigo. Como é que vocês estão bem vindos a mais um programa, mais um episódio onde estudamos a revista espírita de 1858. Ainda estamos no mês de janeiro, nos próximos 2 episódios, ainda sobre o mês de janeiro. E hoje nós vamos estudar o texto, reconhecimento da existência dos espíritos e de suas manifestações, então, sem demora, vamos para o texto de

hoje. Se as primeiras manifestações espíritas fizeram numerosos adeptos, não somente encontraram muitos incrédulos, mas adversários ferrenhos e muitas vezes até interessados em seu descrédito, hoje os fatos falam tão alto que forçoso reconhecer a evidência, se ainda existem incrédulos sistemáticos, podemos predizer lhes com segurança que

não se passaram. Muitos anos para acontecer com os espíritos o que se deu com a maior parte das descobertas que foram pertinamente, combatidas ou encaradas como utopias por aqueles cujo saber deveria tê Los tornado menos cépticos no que diz respeito ao progresso. Já vimos muitas pessoas, entre as que não se aprofundaram nesses estranhos fenômenos, concordar que nosso século é tão fecundo em fatos

extraordinários. A natureza tem tantos recursos desconhecidos que seria mais que leviandade negar se a possibilidade daquilo que se não compreende, esses tais dão prova de sabedoria. Eis aqui uma. Idade que não poderia ser suspeita de prestar se

levianamente é uma mistificação. A civil tacatolica, um dos principais jornais eclesiásticos de Roma, reproduziremos mais adiante um artigo que esse jornal publicou no mês de março passado, no qual se verá que seria difícil provar a existência e a manifestação dos espíritos por argumentos mais peritórios. É verdade que divergimos deles sobre a natureza dos espíritos, não admitem ser os maus.

Enquanto admitimos bons e maus, é um ponto que abordaremos mais tarde, com todos os desenvolvimentos necessários, o reconheço. Conhecimento das manifestações espíritas por uma autoridade tão grave e tão respeitável é um ponto capital. Resta, pois julgá las é o que faremos no próximo número. Reproduzindo o artigo o nível do faz preceder das seguintes e sábias reflexões. Olha, que interessante. Então vamos entender, né? Claro que todo mundo na época de Kardec negava a existência do

espiritismo, né? E era ferrenho, especialmente a igreja católica. Mas ele traz aqui, no primeiro mês da edição da revista, um trecho da revista. Jornal eclesiástico não é revista tivilita católica, né? É de Roma, e que traz o seguinte texto, vamos lá, por ocasião da publicação de uma obra em Ferrara, sobre a prática do magnetismo animal, referimos aos nossos leitores os sábios artigos que acabavam de aparecer na tivilita católica de Roma.

Sobre a necromancia Moderna, reservando nos trazer lhes mais amplas informações, publicamos hoje o último desses artigos, que algumas páginas contêm as conclusões da revista romana. Além do interesse que naturalmente se liga a essas matérias e a confiança que deve inspirar no trabalho publicado pela tvilita é tvilita tvilita. A oportunidade particular da questão nos dispensa nesse momento.

De chamar a atenção para uma matéria que muitas pessoas, na teoria, como na prática, trataram de maneira tão pouco séria, a despeito da regra divulgar prudência que recomenda sejam os fatos examinados com tanto maior circunspecção quanto mais extraordinários nos pareçam.

Eis o artigo, então a gente vai ler este artigo que saiu na tive luta, é. Sobre a questão da necromancia, ou seja, a comunicação com os mortos, é engraçado, a igreja não nega a existência de espírito, mas de espírito ruim. Espírito bom nega estranho, né? Fica. E aí? Kardec provavelmente quer tirar proveito disso, para dizer assim, ó, tá vendo, existe até a igreja tá falando, mas vamos ver.

Do que se trata? De todas as teorias lançadas para explicar naturalmente os diversos fenômenos conhecidos sob o nome de espiritualismo americano, não há uma só que alcance o objetivo e menos ainda consiga dar a razão de todos

eles. Se uma ou outra dessas hipóteses é suficiente para explicar alguns desses fenômenos, sempre restará alguns que permanecerão inexplicáveis, a fraude, a mentira, o exagero, as alucinações, sem dúvida, devem ter uma grande parte nos fatos referidos, mas feito o desconto, resta ainda 1 o volume talk. Para negar a realidade, seria preciso recusar toda fé na autoridade dos sentidos e no

testemunho humano. Entre os fatos em questão, um certo número pode ser explicado pela teoria mecânica ou mecânico fisiológica, porém há uma parte muito mais considerável que não se presta de maneira alguma. Há uma explicação desse gênero a essa ordem de fatos se ligam todos os fenômenos nos quais, dizem os efeitos obtidos, ultrapassam evidentemente a intensidade da força motriz que os deveria produzir. Tais são um os movimentos, os sobressaltos violentos de massas. Pesadas e solidamente

equilibradas, a simples pressão e ao leve toque das mãos. 2 os efeitos e os movimentos que se produzem sem nenhum contato, consequentemente sem qualquer impulso mecânico, seja imediato ou imediato, e enfim, esses outros efeitos que são de natureza manifestar em quem os produz uma inteligência e uma vontade distintas das dos experimentadores.

Para dar razão dessas 3 ordens de fatos diversos, temos ainda a teoria do magnetismo, mas por maiores que sejam, a. As concessões que se lhe disponha a fazer e mesmo admitindo de olhos fechados todas as hipóteses gratuitas sobre as quais ele se ela se Funda, todos os erros e absurdos de que está repleta e as faculdades miraculosas Por Ela atribuídas à vontade humana, ao fluido nervoso ou a qualquer outro, quaisquer outros agentes magnéticos, jamais perderá essa

teoria. Com o auxílio desses princípios, explicar completamente, como uma mesa magnetizada por um médium, um manifesto em seus movimentos. Uma inteligência e uma vontade próprias, isto é distintas das do médium e que, por vezes, são contrárias e superiores a sua inteligência e vontade. UE mas eles estão narrando o que acontece para dizer que isso não existe? É curioso. Agora eu tô começando a entender porque Kardec tá querendo colocar esse texto aqui, mas vamos continuar.

Mudar a razão de semelhantes fenômenos.

Queremos também nós recorrer anão ser que causas ocultas, a que forças ainda desconhecidas da natureza, a explicações novas de certas faculdades, de certas leis que até O Presente permaneceram inertes e como que adormecidas no seio da criação, estaríamos, desse modo, confessando abertamente a nossa ignorância e levando o problema a aumentar o número de tantos enigmas dos quais o pobre espírito humano não pôde até o momento, nem poderá jamais decifrar.

Aliás, não hesitamos em confessar, nós sei. Ignorância em relação a vários dos fenômenos em questão, dos quais a natureza é tão equívoca e tão obscura, que a atitude mais prudente parece nos é não tentar explicá Los em compensação a outros para os quais não nos é difícil encontrar a solução. É verdade que é impossível buscá la nas causas naturais. Por que então, hesitaríamos em recorrer às causas que pertencem à ordem Sobrenatural?

Talvez fôssemos desviados pelas objeções que nos opõem, os cépticos e os que, negando essa ordem Sobrenatural, nos digam que não se pode definir até onde se estendem as forças. Da natureza que o campo que ainda resta descobrir pelas ciências físicas não tem limites e que ninguém conhece suficientemente bem quais são os limites da ordem natural para poder indicar com precisão o ponto onde termina esta e começa outra. Mas que curioso, não?

Não queremos explicar. A gente sabe que isso existe, que é Sobrenatural, mas a gente não quer explicar. Não convém explicar. É lembrando que muitos fenômenos mediúnicos dos ditos Santos da igreja católica são explicados pelo espiritismo. Olha que curioso, né? E a igreja admite que isso acontece, né? Como dupla vista, é uma série de outras coisas. A igreja admite porque admite que a pessoa é Santa por causa daquilo. Doido isso, né?

Então, na verdade, se a igreja fosse esperta, teria se Unido ao espiritismo, porque a guerra não é contra as religiões. Quem acredita que existe vida após a vida é contra os céticos, os materialistas, né? Mas, enfim, vamos continuar a resposta. A tal objeção parece nos fácil, admitindo que não se possa determinar de modo preciso o ponto de divisão dessas 2 ordens opostas, a natural e a Sobrenatural. Não se segue daí que seja impossível definir com certeza se um dado efeito pertence a

esta ou àquela. Quem pode, no Arco-Íris, distinguir o ponto preciso onde acaba uma cor e começa a seguinte? Quem pode fixar um instante exato onde termina o dia e começa a noite? Entretanto, não Há um só homem, por mais limitado que seja, que não se distinguem se tal zona do Arco-Íris é vermelho ou amarela,

se tal hora é dia ou noite. Quem não percebe que para conhecer a natureza de um fato, de modo algum é necessário passar pelo limite onde começa ou termina a categoria a qual o mesmo pertence e que basta constatar se tem os caracteres peculiares a essa categoria. Ou seja, Ah, a gente está confirmando que existe, mas assim tem explicação, não tá? Não pergunta porque isso é mistério de Deus e a gente sabe de onde vieram os dogmas, né? Acredita por quê?

Porque eu estou falando. Ah, mas por que não? Questione, né? Um costume muito natural da igreja. Continuando. Apliquemos essa observação tão simples, apresente questão. Não podemos dizer até onde vão as forças da natureza.

Entretanto, dando se um fato, podemos dizer muitas vezes, com certeza, segundo os seus caracteres, que ele pertence à ordem Sobrenatural. E para não sair do nosso problema, entre os fenômenos das mesas falantes, há vários que, em nossa opinião, manifestam esses caracteres da maneira mais

evidente. Tais são aqueles nos quais o agente que move as mesas de como causa inteligente livre, ao mesmo tempo em que revela uma inteligência e uma vontade próprias, isto é. Superiores ou contrárias a inteligência e a vontade dos médiuns, dos experimentadores, dos assistentes, numa palavra distintas destas, qualquer que seja o modo que ateste essa distinção, seja como for, em casos tais, somos forçados a admitir que esse agente é um

espírito e não é um espírito humano, estando desde então, fora dessa ordem, dessas causas que costumamos chamar naturais, daquelas que não ultrapassam as forças do homem. Tais são precisamente os fenômenos que, como o dissemos acima, resistiram a toda teoria baseada sobre princípios.

Puramente naturais, enquanto na nossa eles encontram mais fácil e clara explicação, pois todos sabem que o poder dos espíritos sobre a matéria ultrapassa de muito o poder do homem, e por que não há efeito maravilhoso entre os citados da necromancia Moderna que não possa ser atribuído a sua ação? Uai, você tá entendendo? Eu não tô entendendo muita coisa não. Onde você quer chegar com esse texto? Lembrando que esse texto aqui é daquela publicação católica, tá? Continuando.

Sabemos perfeitamente que e nos vendo colocar em cenas espíritos, mas de um leitor sorrirá de Piedade, sem falar dos que verdadeiros materialistas, não acreditam na existência dos espíritos e rejeitam como fábula, tudo quanto não seja matéria ponderável e palpável, como também aqueles que, admitindo que existem espíritos, negam lhes qualquer influência ou intervenção no que diz respeito ao nosso mundo. Há em nossos dias muitas criaturas que concedendo aos espíritos o que nenhum bom

católico. Poderia recusar, isto é, a existência e a faculdade de intervir nos fatos da vida humana de maneira oculta ou patente ordinária ou extraordinária. Parecem, todavia, desmentir sua fé na prática e considerar como uma vergonha, como um excesso de credulidade, como uma superstição de mulher velha admitir a ação dos mesmos espíritos em certos casos especiais contentando se em geral, em não legalá.

Em verdade, há um século zombou se tanto da simplicidade da idade média, acusando a de ver espíritos sortilégios. Feiticeiros por toda a parte e tanto se injetivou a esse respeito, que não é de admirar que tantas cabeças fracas querendo parecer Fortes, experimentem agora repugnância e uma espécie de vergonha em crer na intervenção dos espíritos. Mas esse excesso de incredoridade não é menos despropositado do que em outras épocas.

O foi o excesso contrário, se em semelhante matéria crer em demasia leva a van. Superstições, por outro lado, nada querer admitir conduz diretamente a impiedade do naturalismo. O homem sábio, o cristão prudente, deve, pois. Do mesmo modo, evitar esses 2 extremos e manter se firme na linha intermediária. Aí estão a verdade e a virtude. Agora, nessa questão das mesas falantes, para que lado nos fará inclinar uma fé prudente? Você está vendo a confusão, não é?

É bobagem acreditar, mas que existe, existe, mas é bobagem acreditar. A primeira mais, sabe? É das regras que nos impõe essa prudência. Ensino nos que, para explicar os fenômenos que oferecem um caráter extraordinário, somente se deve recorrer às causas sobrenaturais. Se as pertencentes à ordem natural não forem suficientes para os explicar, em compensação, daí resulta a obrigação de admitir as primeiras quando as segundas são insuficientes. Ok, né? É justamente o nosso caso.

Com efeito, entre os fenômenos de que falamos, aqueles para os quais nenhuma teoria, nenhuma causa puramente natural poderia dar razão. Assim, pois não é só prudente, mas necessário mesmo procurar sua explicação na ordem Sobrenatural, em outras palavras, atribuídos a espíritos puros. Visto Que Fora e acima da natureza, da natureza, outra casa causa possível não existe. É, perdoem a minha burrice, mas eu estou entendendo cada vez menos é como é que é. É lover ou hater?

Esse artigo é de um hater ou é de um admirador? Não estou entendendo nada. Fez uma segunda regra, um criterio infalível para se afirmar a respeito de um fato qualquer, se pertence à ordem natural ou a Sobrenatural, examinar lhe bem os caracteres e, conforme eles, determinar a natureza da causa que o produziu.

Ora, os fatos mais maravilhosos desse gênero, os que nenhuma outra teoria pode explicar, apresentam caracteres tais que não só demonstram uma causa inteligente livre, mas ainda dotada de uma inteligência e de uma vontade que nada tem de 1 ano. Portanto, não pode essa causa deixar de ser ser um espírito puro assim por 2 caminhos. Um indireto e negativo que procede por exclusão, o outro, direto e positivo, fundado sobre a própria natureza dos fatos

observados. Chegaremos a essa mesma conclusão, a saber que, entre os fenômenos da necromancia Moderna há pelo menos uma categoria de fatos que, sem nenhuma dúvida, são produzidos pelos espíritos. Somos levados a essa conclusão por um raciocínio tão simples, tão natural que, aceitando longe do temor de ceder a uma imprudente credulidade, julgamos ao contrário fazer prova de uma fraqueza e de uma incoerência.

De espírito indesculpável caso o recusemos para confirmar a nossa sessão, não nos faltam argumentos, mas sim espaço e tempo para desenvolvê Los aqui. O que dissemos até o momento é suficiente e pode resumir se nas 4 seguintes proposições. Gente, eu tô passado. Como assim não nega espírito puro? Juro que essa publicação é de uma é católica, ué. Vamos ver esses 4 seguintes

proposições, primeiro. Entre os fenômenos em questão, deixando de lado os que podem razoavelmente ser atribuídos à impostura, às alucinações e aos exageros, grande número ainda existe, cuja realidade não pode ser posta em dúvidas. Sem que se violem todas as leis de uma crítica sadia, interessante, nada difere do que a gente pensa, né? Segundo, todas as teorias naturais que expusemos e discutimos acima são impotentes para dar uma explicação satisfatória de todos esses fatos.

Se explicam algumas deixam um grande número e estes são os mais difíceis, totalmente inexplicáveis e inexplicáveis e inexplicáveis. Então aconselho estudar a doutrina espírita. Você vai ver que tem muita resposta aí. Terceiro, os fenômenos dessa última ordem, por implicarem a ação de uma causa inteligente, estranha ao homem, só podem ser explicados pela intervenção dos espíritos, seja qual for, aliás, o caráter desses espíritos, questão de que logo nos ocuparemos.

Como assim, igreja? Você tá confirmando que acredita em espírito. Não existe só o Espírito Santo, é, tá. Faz sentido, né? Porque e os Anjos são o que, né? Enfim, continuando quarto. De se dividir todos esses fatos em 4 categorias, muitos deles devem ser rejeitados como falsos ou como produtos da fraude.

Quanto aos outros, os mais simples, os mais fáceis de conceber, tais como as mesas girantes em certas circunstâncias, admitem uma explicação puramente natural, a do impulso mecânico, por exemplo, uma terceira classe compõe se de fenômenos mais extraordinários e mais misteriosos sobre a natureza, dos quais se fica em dúvida porque, se bem que pareçam ultrapassar as forças da natureza. Não apresentam, entretanto, caracteres tais que, evidentemente.

Para nos explicar, se deva recorrer a uma causa Sobrenatural. Enfim, agrupamos na quarta categoria os fatos que oferecendo de maneira evidente, esses caracteres devem ser atribuídos à operação invisível dos espíritos por. Espíritos puros. Aí vem o questionamento que eu bati o olho, achei interessante, as que são esses espíritos bons ou maus, Anjos ou demônios? Ah, então quer dizer que Anjos ou demônios são espíritos? Então a gente acredita na mesma coisa, né?

Só bota nome diferente. Almas bem aventuradas ou Almas condenadas? A resposta desta última parte de nosso problema não pode suscitar dúvida, por pouco que se considere de uma parte, a natureza desses espíritos e, de outra, o caráter de suas manifestações. É o que nos falta demonstrar. Então, né? E com isso a gente encerra hoje. É pelo que eu entendi, Kardec diz que vai passar, gente, tem um doido batendo aqui. Enfim, Kardec diz que vai. Passar isso nos próximos

números. Mas não deixa de ser curioso, né? Esta constatação de uma publicação eclesiástica, ou seja, nós estamos falando de, né, só uma publicação católica. É pra pra que os bispos, os padres, essa turma toda estude e aí a gente percebe, né? É que não tem tanta diferença assim, né? O espiritismo vai explicar racionalmente e por. Experiências, né, que são as entrevistas com os espíritos, como é que é a vida do lado de lá? E a igreja católica acredita em quase tudo, né?

Prega a mesma coisa, só diferencia um nome de outro, mas é igual porque perseguir, porque não se une, né? Mas, enfim, é isso. No próximo episódio, nós vamos é conhecer a história de Joana daq ditada Por Ela mesmo. A senhorita hermansi de fé? Acho que é assim que fala que é uma medium. Eu te espero, como sempre, obrigado pela sua presença e até o próximo episódio, tchau.

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