Olá minha amiga, olá meu amigo, como é que vocês estão bem vindos a mais um episódio onde estudamos a revista espírita de 1858, mais especificamente de do mês de janeiro, e hoje nós vamos ter um texto muito, muito interessante. Os duendes, o que significa que o careque não deixava passar nada. O danado, né? Então, sem demora, enquanto a musiquinha toca, vamos para o texto. A intervenção de seres incorpóreos nos assuntos da vida privada faz parte das crenças
populares de todos os tempos. Por certo, não pode entrar no pensamento de nenhuma pessoa sensata tomar ao pé da letra todas as lendas, todas as histórias diabólicas e todos os contos ridículos que se conta prazerosamente junto à lareira. Entretanto, os fenômenos de que somos testemunho provam testemunhas, provam que mesmo esses contos repousam sobre alguma coisa, porquanto que se passa em nossos dias deve ter
ocorrido em outras épocas. Então, Kardec tá dizendo aí que a gente não vai acreditar em tudo, tudo, as conversa fiada e as histórias para arrepiar, lembra? Eu não sei. Acho que hoje em dia a geração. XYZ, não sei, acho que não tem mais isso, mas na minha época a gente se reunia os amigos, cidade pequena, né?
5000 habitantes assim. E aí à noite, no começo da noite, conversava, jogava bola, brincava de de um Monte de coisa, mas às vezes ficava reunido, contando causos que arrepiavam e às vezes nem dormiam de noite de medo, né? Então Kardec está dizendo assim para não ficar. É levando ao pé da letra que tudo isso aconteceu ou acontece, mas algum fundo de verdade pode ter, então vamos continuar o
texto. Tire se deles o maravilhoso e o fantástico com o qual a superstição os cobriu de ridículo, e se encontrarão todos os caracteres, fatos e gestos de nossos espíritos modernos. Uns são bons.
Benevolentes obsequiosos, tendo prazer em prestar serviço, como os bons bronees, outros mais ou menos maliciosos, travessos, caprichosos e mesmo maus, como os gobelins da Normandia conhecidos pelo nome, de bogles na Escócia, de boberts na Inglaterra, de Cury canuas na Irlanda e de pucs na Alemanha. Segundo a tradição popular, esses duendes penetram nas casas onde aproveitam todas as ocasiões para brincar.
Cadeiras de mal gosto. Eles batem nas portas, deslocam os móveis, aplicam golpes nos tonéis, marteladas no teto e no assoalho, assobiam baixinho, soltam suspiros, lamentosos, puxam os Lençóis e as cortinas dos que estão deitados, etc. O boga dos ingleses exerce suas maldades, principalmente contra as crianças, das quais parece ter a versão. Toma lhes frequentemente a fatia de pão amanteigado e a tigela de
leite durante a noite. Ditas cortinas do leito, sobe e desce as escadas com grande arruído, lança pratos sobre o assoalho e provoca muitos outros estragos nas casas. Em alguns lugares da França, os duendes são considerados como uma espécie de demônio familiar, que se tem o cuidado de alimentar com as mais delicadas iguarias, porque trazem a seus senhores trigo roubado dos celeiros. É dever as curioso encontrar essa velha superstição da antiga
gália entre os burros. Lucianos do século 12, os prussianos de hoje, seus coach Kiss ou gênios domésticos, e um também furtar trigo nos celeiros, para levá lo aqueles de quem gostavam, quem não reconhecerá, nessas diabruras posta de lado, a indelicadeza do trigo roubado, do qual provavelmente os faltosos se desculpavam à custa da reputação dos espíritos, quem, dizíamos, não reconhecerá nossos espíritos batedores, e aqueles que se pode, sem cometer injúria,
chamar de perder. Que se um fato semelhante ao que relatamos acima da jovem da passagem dos panoramas tivesse acontecido no campo, seria sem dúvida tido a conta do gobelin do lugar, depois de amplificado pela fecunda imaginação das comadres, não faltaria mesmo alguém ter visto o pequeno demônio pendurado a campainha, dando risadas e fazendo caretas aos tonos que iam abrir a porta? Ele está falando sobre?
Aquela história, né? Do do capítulo anterior, do episódio anterior da da menina que a campanha ficava batendo. Então que a imaginação das fecunda imaginação das comadres IA falar que tinha o pequeno demônio pendurado a essa campainha. Então estes é que graças a Deus a zezinha leu, porque eu não IA conseguir ler esses nomes. Brownies, ok, gobellins go bellins. É boghos, bogharts, clarity, news e pucks. Hum, então tudo esse nome para esses espíritos batedores não
muda nada? Absolutamente. É isso. Por isso que é interessante a gente estudar a doutrina espírita, porque muita superstição cai por Terra. A gente vai entender. O que de fato está acontecendo, o que que tem aí na história? E com conhecimento, tudo fica muito mais tranquilo para gente, né? Beleza? Por hoje foi só isso. No próximo episódio nós teremos evocações particulares que são psicografias que Kardec colocou desde a primeira edição do primeiro mês.
Da revista espírita. E isso é lindo demais, como depois ele fez em diversas obras, né? Como no evangelho, por exemplo, cada final de capítulo tinha 2 ou 3 psicografias sobre aquele tema. Eu espero, como sempre, obrigado pelo seu carinhoso apoio, pela sua presença e te encontro no próximo. Episódio tchau.
