Olá minha amiga. Olá meu amigo, como é que vocês estão bem vindos ao primeiro episódio? Onde estudaremos? O número 1, a primeira edição da revista espírita jornal de estudos psicológicos, de autoria do nosso querido Kardec. Eu sempre mostro ele. Agora, vou sempre mostrar o nosso Kardec aqui e que é o primeiro ano de 1858. E nós vamos começar justamente com a introdução. Antes, para te ambientar, para você não ficar confuso sempre no título dos vídeos eu vou colocar
do que se trata. Então sempre o mês e o ano, o número do episódio, que vai ser o único. Portanto, você não vai ter 10 episódios número 50, né? Vai ser um só. E nós vamos na sequência, do jeito que foi, esquematizado pelo próprio Kardec e no próprio título eu coloco. Ah, o assunto. O tema, né? Então, o tema de hoje é a introdução que Kardec vem fazer da revista espírita. E para você se orientar sempre, a cada ano vai ter uma cor nova.
A cor de 1858, e não por acaso, da espiritualidade, é o roxo azulado, sei lá, chame de que cor você quiser. E sempre o indicativo vai estar aqui o ano que nós estamos estudando. Combinado? Chega de conversa fiada e vamos para o nosso estudo de hoje. AI, que bonitinho, gente. É muito emocionante, muito emocionante. Então vamos lá. Introdução da revista espírita. A rapidez com que se propagaram
em todas as partes do mundo. Os estranhos fenômenos das manifestações espíritas é uma prova evidente do interesse que despertam, a princípio, simples objeto de curiosidade, não tardaram a chamar a atenção de homens sérios que neles vislumbraram desde o início, a influência inevitável que viriam a ter sobre o estado moral da sociedade. As novas ideias que surgem desses fenômenos popularizam se cada dia mais e nada lhes pode deter o progresso, pela simples
razão de que. Estão ao alcance de todos, ou de quase todos, e nenhum poder humano lhes impedirá que se manifestem se os abafam aqui reaparecem em sem outros pontos, aqueles, pois, que neles vissem um inconveniente qualquer, seriam constrangidos pela própria força dos fatos, a sofrer lhes as consequências, como só acontecer as indústrias novas, que em sua origem ferem interesses particulares, logo absorvidos, pois não poderia ser de outro.
Modo o que já não se fez e disse contra o magnetismo, entretanto, todos os raios lançados contra ele, todas as armas com que foi ferido mesmo ridículo, esboroaram se ante a realidade e apenas serviram para colocá lo ainda mais em evidência é que o magnetismo é uma força natural e perante as forças da natureza, o homem é um pigmeu semelhante a cachorrinhos que ladram inutilmente contra tudo que os possa amedrontar.
Bom, a gente começa entendendo que Kardec era muito, muito a favor do magnetismo e se fala por aí a boca miúda que Kardec iria continuar a as obras fundamentais, mencionando também, como menciona muita coisa, mas mergulhando mais a fundo sobre o magnetismo, né? Mas enfim, não é o caso. Vamos continuar na introdução da revista aqui hoje.
Dá se com as manifestações espíritas a mesma coisa que se dá com o sonambulismo, se não se produzirem a luz do dia e publicamente, ninguém impedirá que ocorram na intimidade, pois cada família pode descobrir um médium. Entre seus membros, das crianças aos velhos, assim como pode encontrar um sonâmbulo, quem, pois, poderá impedir que a primeira pessoa que encontremos seja médium e sonâmbula? Sem dúvida, os que o combate não refletiram nisto insistimos, quando uma força está na natureza.
Pode se detê la por um instante, porém jamais aniquilá la. Seu curso apenas poderá ser desviado. Ora, a força que se revela no fenômeno das manifestações, seja qual for a sua causa, está na natureza da mesma forma que o magnetismo, e não poderá ser exterminada. Como a força elétrica também não será, o que importa é que seja observada e estudada em todas as suas fases, a fim de se deduzirem as leis que a regem. Se for um erro, uma ilusão, o tempo fará justiça. Se porém for verdadeira, a
verdade é como vapor. Quanto mais se o comprime, tanto maior será a sua força de expansão. Causa justa admiração que, enquanto na América somente os Estados Unidos possuem 17 jornais, com.
Consagrados a esse assunto, sem contar um sem número de escritos não periódicos, a França, o país da Europa onde tais ideias mais rapidamente se aclimataram, não possui nenhum 9. Não se pode contestar a utilidade de um órgão especial que põe o público a par do progresso desta nova ciência e o previna contra os excessos da credulidade, bem como o do ceticismo. É essa lacuna que nos propomos preencher com a publicação desta revista.
Visando a oferecer um meio de comunicação a todos quantos se interessam por estas questões, ligando através de um aço comum, os que compreendem a doutrina espírita sob seu verdadeiro ponto de vista moral, a prática do bem e a Caridade evangélica para com todos. Então a gente já tem os objetivos aí, né? Kardec ficava injuriado, porque nos Estados Unidos já tinha 17 jornais consagrados.
A espiritualidade, o espiritualismo que não lembra, não tinha o nome de espiritismo, mas na Europa não tinha nada, especialmente na França. Tem até uma observação, aqui, ó, até agora isso nós estamos falando em 1858, tá? Lembra que a data está aqui sempre quando a gente for falar? Até agora só existe na Europa um jornal consagrado do time espírita, o jornal de lame, publicado em Genebra pelo doutor. Bessinger está querendo me derrubar hoje, né? Na América, o único jornal em
francês é o espírito. Alice de la novela o León é publicado pelo senhor. Barthe acho que é assim que fala. Bom, Kardec começa falando sobre a questão realmente do do espiritismo, que é algo que ninguém segura, né? E que se replica pelo mundo afora. Então, quem chegou a hora dele publicar com esta com esta intenção, né? Que ele deixa bem claro aqui no final, olha lá, prática do bem e a Caridade evangélica para com todos. Então essa é esse é o objetivo da publicação da revista
espírita. E ele começa lindamente explicando sobre o espiritismo e o porquê. Que ele vem tratar. Lembrando que nós temos aí essa revista, começando depois da publicação do livro dos espíritos. Portanto, trabalho dele com espiritismo. Começou antes, tá? Que fique muito claro nisso. Começou uns anos antes. Mas ele deu continuidade aqui na revista espírita e muita coisa que aqui foi é determinada. Entrou na alteração do livre espíritos, lembra. Na primeira versão, não tinha
1019 questões, né? Tinha muito metade disso. E aí toda a complementação foi rolando de acordo com estas descobertas e estes novos textos, essas novas comunicações. Durante o processo da revista espírita então, a revista espírita é um laboratório que Kardec usou para compor as obras fundamentais. Nós vamos continuar aqui. É na nossa leitura de hoje. Se não se tratasse, senão de uma coleta de fatos, a tarefa seria
fácil. Eles se multiplicam em toda a parte com tal rapidez que não faltaria matéria, mas os fatos por si mesmos tornam se monótonos pela repetição e, sobretudo, pela similitude. O que é necessário ao homem racional é algo que lhe fale a inteligência. Poucos anos se passaram desde o surgimento dos primeiros fenômenos e já estamos longe da. Das mesas girantes e falantes que foram suas manifestações iniciais.
Hoje é uma ciência que revela todo o mundo de mistérios, tornando patentes as verdades eternas que apenas pelo nosso espírito eram pressentidas. É uma doutrina sublime que mostra o homem o caminho do dever, abrindo o mais vasto campo até então jamais apresentado a observação filosófica nossa obra seria, pois. Incompleta e estereo, se nos mantivéssemos nos estreitos limites de uma revista anedótica cujo interesse rapidamente se esgotasse, talvez nos contestem a qualificação de ciência que
damos ao espiritismo. Certamente não teria ele em nenhum caso, as características de uma ciência exata. E é precisamente aí que reside o erro dos que o pretendem julgar e experimentar, como uma análise química ou um problema matemático já bastante. Que seja uma ciência filosófica. Toda ciência deve basear se em fatos, mas os fatos, por si sós, não constituem a ciência. Ela nasce da coordenação e da dedução lógica dos fatos. É o conjunto de leis que os
regem. Chegou ao espiritismo, ao estado de ciência. Se por isso se entende uma ciência acabada, seria sem dúvida prematuro responder afirmativamente. Entretanto, a. As observações já são hoje bastante numerosas para nos permitir em deduzir pelo menos os princípios gerais onde começa
a ciência. O exame raciocinado dos fatos e das consequências que deles decorrem é, pois, um complemento sem o qual nossa publicação seria de mediocriatilidade, não oferecendo sem nenhum interesse muito secundário para quem quer que reflita e queira inteirar se daquilo que vê.
Todavia, como nosso fim é chegar a verdade, acolheremos todas as observações que nos forem dirigidas e tentaremos tanto quanto nolo permita o estado dos conhecimentos adquiridos dirimir as dúvidas e esclarecer os pontos ainda obscuros. Nossa revista será, assim, uma tribuna livre em que a discussão jamais se afastará das normas da mais estrita conveniência. Numa palavra, discutiremos, mas não disputaremos. As inconveniências de linguagem nunca foram boas razões.
Aos olhos de pessoas sensatas, é a arma dos que não possuem algo melhor, voltando se contra aqueles que delas se servem. Então a gente percebe que Kardec já estava falando assim de cara, para dizer assim, olha, o espiritismo é é uma ciência. Não como a ciência que se diz por aí. Mais uma ciência filosófica, porque assim como é que você vai fazer experimentação é com a psicologia das pessoas, né?
Então é é a mesma ciência que vem estudar aí a psique que tem os os psicólogos, né, as análises e etc e tal, só que fazendo com os vivos do outro lado, entende? Não é uma ciência exata, daquelas que você mistura o elemento x com o elemento YE, vai dar um elemento z. Toda vez que você fizer isso, vai acontecer nas mesmas condições. Assim não dá porque está lidando com gente, né? Com humanos. Então, não tem jeito de ser assim.
Nós vamos continuar. Embora os fenômenos de que nos ocupamos se tenham produzido nos últimos tempos, de maneira mais geral, tudo prova que tem ocorrido desde as eras mais recuadas. Não há fenômenos naturais nas invenções que acompanham o progresso do espírito humano, desde que estejam na ordem das coisas. Sua causa é tão velha quanto o mundo e os seus efeitos devem ter se produzido em todas as épocas.
O que testemunhamos hoje, portanto, não é uma descoberta Moderna. O despertar da antiguidade desembaraçada do envoltório místico que engendrou as superstições da antiguidade, esclarecida pela civilização e pelo progresso nas coisas positivas. A consequência capital. Que ressalta desses fenômenos é a comunicação que os homens podem estabelecer com os seres do mundo incorpóreo e dentro de certos limites, o conhecimento que podem adquirir sobre o seu estado futuro.
O fato das comunicações com o mundo invisível encontra se em termos inequívocos dos livros bíblicos. Mas de um lado, para certos céticos a bíblia não tem autoridade suficiente, por outro lado, para os crentes são fatos sobrenaturais. Citados por um favor especial da divindade, não haveria aí para todo mundo uma prova da generalidade dessas manifestações se não as encontrássemos em milhares de outras Fontes diferentes.
A existência dos espíritos e sua intervenção no mundo corpóreo está testada e demonstrada não mais como um fato excecional, mas como um princípio geral em Santo Agostinho. São Jerônimo, São João Crisóstomo, são Gregório na Zé zeno e tantos outros pais da igreja. Essa crença forma, além disso, a base de todos os sistemas religiosos. Admitiram na os mais sábios filósofos da antiguidade, Platão, zoroastro, Confúcio, apoleio, Pitágoras, apolônio de Tiana e tantos outros.
Nós a encontramos nos mistérios e nos oráculos entre os gregos, os egípcios, os hindus, os caldeus, os romanos, os persas, os chineses, vemo las sobreviver a todas as vicissitudes dos povos, a todas as perseguições e desafiar todas as revoluções físicas e Morais da humanidade. Mais tarde a encontramos entre os adivinhos e feiticeiros da idade média. Nos Willis e nas valquírias dos escandinavos, nos elfos dos teotons, nos leque lechios e nos domésticos, nos dog dos eslavos.
Hoje está sendo prova de fogo para mim. Você percebeu, né? Nos ourisques e nos brownies da Escócia, nos po picants e nos tensar policts dos bretões.
Nos semis dos Caraíbas, numa palavra em toda a falante de ninfas de gênios bons e maus, nos silfus, gnomos, fadas e doentes com os quais todas as nações povoaram espaço, encontramos a prática das evocações entre os povos da Sibéria, no. Na Islândia, entre os indígenas da América do norte, os aborígenes do México e do Peru, na polinésia, tem entre os estúpidos selvagens da nova Holanda. Ih, estúpido, não tem nada de
estúpido. Kardec às vezes usava umas palavras que talvez foram traduzidas esquisitamente para gente, né? Então ele tá dizendo aqui que essa questão do do espiritismo não é nova, né? Que é sempre praticado desde a antiguidade. E aceita. É desde grandes filósofos e por todos os povos, inclusive os mais isolados do mundo. Lembrando que na época do Kardec é existia um negócio chamado eurocentrismo, que os europeus se achavam a última bolacha do pacote. O resto era resto, entendeu?
Então a gente vai encontrar muita coisa nesse sentido. Que vem de uma visão de época que hoje já não cabe mais, mas que a gente, quando estuda uma obra épica, como é a doutrina espírita, a gente tem que entender a época que Ela Foi escrita. Não precisa necessariamente concordar com alguns termos, muitos até preconceituosos. É quando chama de selvagens os povos originários. É quando fala da Raça Negra como uma raça inferior, que era o que
a ciência da época. Incrivelmente falando, dizia ou para aplacar as consciências, né? Para dizer assim, não, eu sou uma boa pessoa porque a ciência tá falando isso e depois a gente descobriu que não era a coisa nenhuma. Não temos nem raça, né? Só existe uma raça, raça humana. Mas naquela época tinham raças e tinham essas essas coisas todas. Então a gente tem que entender aqui e no nosso estudo. Lógico que eu vou dando. As puxadinha de orelha, puxadinha de orelha.
Meu filho, você não podia ter falado isso, mas ele é fruto do seu tempo. Não tem jeito de ser diferente, como o que eu estou falando hoje, daqui a 100 anos, se alguém estiver assistindo meu vídeo há 100 anos, oi, tudo bem? Eu já sou Montanha de osso a partir de faz tempo já. Então me respeita, viu? Cachorro velhinho, cachorro escrito aí. Então pode ser que eu esteja
falando muita borracha, né? Muita besteira para daqui a 100 anos no futuro, mas vamos continuar que a gente veio aqui para estudar revista espírita, não para ficar ouvindo as lorotas do Evandro. Então vamos que vamos continuando. Sejam quais forem os absurdos que cercam essa crença e a desfiguram segundos, tempos e os lugares, não se pode discordar de que ela parte de um mesmo princípio. Mais ou menos deturpado.
Ora, uma doutrina não se torna universal, não sobrevive a milhares de gerações, não se implanta de um polo a outro entre os povos mais diversificados, pertencentes a todos os graus da escala social. Se não estiver fundada em algo de positivo, o que será? Esse algo é o que nos demonstram as recentes manifestações. Procurar as relações que possam existir entre tais manifestações e todas essas crenças é buscar.
Para a verdade, a história da doutrina espírita, de certo modo, é a história do espírito humano. Teremos que estudá la em todas as Fontes que nos fornecerão, uma mina inesgotável de observações tão instrutivas quão interessantes sobre fatos geralmente pouco conhecidos. Essa parte nos dará a oportunidade de explicar a origem de uma porção de lendas e de crenças populares. Delas destacando que toca a verdade, a alegoria e a
superstição. Então, Kardec vem falando justamente sobre a questão da história e que isso é muito comum. E qual o objetivo aqui da revista espírita, que é justamente esse estudo especialmente psicológico. Aí você descobriu porque é que tem o nome, né? Jornal de estudos psicológicos, psicologia, desse lado, do lado de lá também.
Continuando. No que concerne as manifestações atuais, daremos explicação de todos os fenômenos patentes que testemunharmos ou que chegarem ao nosso conhecimento quando nos parecerem merecer a atenção de nossos leitores.
De igual modo faremos em relação aos efeitos espontâneos que por vezes se produzem entre pessoas alheias as práticas espíritas e que revelam seja ação de um poder oculto, seja a emancipação da alma das são as visões as. Lições a dupla vista, os pressentimentos dos avisos íntimos, as vozes secretas, et cetera. A narração dos fatos acrescentaremos a explicação, tal como ressalta, do conjunto
dos princípios a respeito. Faremos notar que esses princípios decorrem do próprio ensinamento dado pelos espíritos, fazendo sempre a abstração de nossas próprias ideias. Não será, pois. Uma teoria pessoal que exporemos, mas aqui nos tiver sido comunicada e da qual não seremos fenômenos intérpretes.
Um grande espaço será igualmente reservado às comunicações escritas ou verbais dos espíritos, sempre que tiverem um fim útil, assim como as evocações de personagens antigas ou modernas, conhecidas ou obscuras, sem negligenciar as evocações íntimas que muitas vezes não são menos instrutivas numa palavra abarcaremos. Todas as fases das manifestações materiais e inteligentes do mundo incorpóreo.
A doutrina espírita nos oferece, enfim, a única solução possível e irracional de uma multidão de fenômenos Morais e antropológicos, dos quais somos testemunhas diariamente e para os quais se procuraria inutilmente a explicação em todas as doutrinas conhecidas nesta categoria classificaremos.
Por exemplo, a simultaneidade de pensamentos, a anomalia de certos caracteres, as simpatias e antipatias, os conhecimentos intuitivos, as aptidões, as propensões, os destinos que parecem marcados pela fatalidade e, num quadro mais geral, o caráter distintivo dos povos, seu progresso ou sua degenerescência, etc. A citação dos fatos acrescentaremos a pesquisa das causas que os poderiam ter
produzido. Da apresentação apreciação desses fatos ressaltarão naturalmente, ensinamentos úteis quanto à linha de conduta, mais conforme ação moral em suas instruções. Os espíritos superiores têm sempre por objetivo despertar nos homens o amor do bem através dos preceitos evangélicos, por isso mesmo, eles nos traçam o pensamento que deve presidir a redação dessa coletânea. Então, Kardec meio que faz um trailer hoje, a gente faria num. Uma coisa de cinema, por exemplo, né?
Um trailer. Ele tá dizendo o que que vai acontecer na revista espírita, para que que ela é e o que que é? Então ela ele definiu aí antes, né? Não vou ficar repetindo para a gente não perder tempo, mas ele tá dando 11 cenas dos próximos capítulos, continuando nosso. Quadro, como se vê, compreende tudo quanto se liga ao conhecimento da parte metafísica
do homem. Estudá la emos em seu estado presente no futuro, porquanto estudar a natureza dos espíritos é estudar o homem, tendo em vista que ele deverá fazer parte um dia do mundo dos espíritos, eis porque acrescentamos ao nosso título principal, o de jornal de estudos psicológicos, a fim de fazer compreender toda a sua importância. Fica cada vez mais claro, né? Porque Kardec usava este título, bom nota, por mais abundantes sejam.
Nossas observações pessoais e as Fontes onde as recolhemos não dissimulamos as dificuldades da tarefa nem a nossa insuficiência. Kardec sempre humilde para suplementá la, contamos com um concurso benevolente de todos. Quantos se interessam por essas questões? Seremos, pois, bastante reconhecidos pelas comunicações que houverem por bem transmitir nos acerca dos diversos assuntos de nossos estudos. A esse respeito, chamamos a atenção para os seguintes pontos, sobre os quais poderão
fornecer documentos. E aí Kardec está fazendo uma convocação para a nascente comunidade espírita, para os médiuns, que ele precisava de material para que essa revista fosse evoluindo. Que materiais? Primeiro, manifestações, materiais ou inteligentes obtidas nas reuniões, as quais assistirem segundo, fatos de
lucidez sonambúlica e de êxtase. Terceiro, fatos de segunda vista, previsões, pressentimentos, etc. Quarto, fatos relativos ao poder oculto atribuídos, com ou sem razão, a certos indivíduos, quinto, lendas e crenças populares, sexto, fatos, divisões e aparições, sétimo, fenômenos psicológicos particulares que por vezes ocorrem no instante da morte, oitavo. Problemas Morais e psicológicos a resolver.
E aí a gente vai continuando aqui que Kardec tava procurando ajuda para construir a muitas mãos, entendeu? Como que o espiritismo? Ele foi feito sob coordenação de Kardec, sobre autoria de Kardec, mas a muitas mãos, de muitos médios, de muitos experiências, de muitas testemunhos, de muitas histórias, muitas coisas. Mas continua aí, ó nono.
Fatos Morais, atos notáveis de devotamento e abnegação, dos quais possa ser útil propagar o exemplo décimo indicação de obras antigas ou modernas, francesas ou estrangeiras, onde se encontram em fatos relativos à manifestação de inteligências ocultas, com a designação e, se possível, a citação das
passagens do mesmo modo. No que diz respeito à opinião emitida sobre a existência dos espíritos e suas relações com os homens, por autores antigos ou modernos, cujo nome e saber possam lhes dar autoridade, não daremos a conhecer o nome das pessoas que nos enviarem as comunicações, anão ser que para isso sejamos formalmente autorizados. Aí a gente lembra e com isso a gente é, é, finaliza aí a
introdução. A gente lembra que na maioria das comunicações, especialmente as comunicações, é de espíritos. Vamos falar principalmente do céu, inferno, por exemplo. A gente não quer ficar sabendo o nome do médium. Você percebeu e quando fica sabendo, é o médium senhor d senhorita, a é por quê? Porque Kardec não queria expor as pessoas, os médiuns, para que virassem estrelas do show. Ele precisava filtrar e expor o que acontece com os espíritos.
Então, alguns espíritos nem se identificam, outros se identificam, mas ele faz as observações que não foi. E tudo isso, gente, foi feito a muitas mãos, entende então a revista espírita. O encantador desse estudo que está começando hoje, é que a gente vai ver passo a passo. Como é? Depois do livro dos dos espíritos, a primeira edição é que foi é concretizada o que que aconteceu passo a passo depois disso, né? O que que é que Kardec precisou fazer sempre a muitas mãos para
que acontecesse, né? A doutrina espírita é deixa eu colocar aqui. Porque eu não lembro a primeira edição dos espíritos. A primeira edição do livro dos espíritos teve o caramba aqui. Quantas perguntas que eu não me lembro? 501 itens, tá? Tá aqui para vocês verem que ele me deixa mentir sozinho. 501 itens. E depois? Foi para 1019, né? Se eu não me engano, isso. Depois foi para 1019. Então 1018 não na prática e não 1018 perguntas teria na prática 1019, não, 1018 perguntas,
enfim, 1019 até 1019, né? É, na verdade não são perguntas, mas itens. Então você perceba que é. Quando começou essa revista? E você vê que o Kardec, ele faz um chamamento para a comunidade, né? Ele vem aqui e fala, faz um chamamento, vou voltar aqui para você ver, né? Para suplementá la, deixa eu ver aqui onde é que eu olha que bonito. Contamos com um concurso benevolente de todos. Quantos se interessam por estas questões?
Seremos, pois, bastante reconhecidos pelas comunicações que houveram por bem transmitismos acerca dos diversos assuntos dos nossos estudos. Aí ele fala sobre exatamente que o que que é que ele gostaria de receber. Então isso é um encantador da doutrina espírita. Isso é o bacaníssimo, né? Que aconteceu? Que foi uma construção a muitas mãos, liderado capitaneado pelo nosso querido. Kardec, beleza. Com isso, a gente encerra o
nosso programa inicial. Estudo inicial, no próximo episódio nós veremos as diferentes naturezas de manifestações. E, claro, eu sempre vou te esperar. Muito obrigado pela sua presença e sua paciência e até o próximo estudo. Tchau. Até o próximo estudo. Obrigado por sua presença, sua paciência e nos vemos no próximo estudo. Tchau.
