Revista Espírita fev.1868 [Ep14] Escala Espírita - podcast episode cover

Revista Espírita fev.1868 [Ep14] Escala Espírita

Jun 16, 202521 minSeason 20Ep. 14
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Transcript

Olá meu amigo, olá meu amigo, como é que vocês estão bem vindos a mais um episódio onde estudamos a revista espírita de 1858, estamos no mês de fevereiro e hoje nós vamos estudar a escala espírita. Ué, eu acho que eu já vi isso no livro dos espíritos, então viu mesmo? Por isso, a revista espírita esta escala espírita saiu antes da atualização do livro dos espíritos. Tá então, sem demora, vamos estudar do que se trata lá, começando na escala espírita, que é uma certa classificação.

Bem, é generalista, né? Sobre os espíritos, porque que tem isso? Ah, porque Kardec gostava de botar todo mundo na berlinda para classificar, ver o que que eles eram, o que que não eram, não. Simplesmente porque Kardec precisava é de uma classificação para poder entender, né? E compartilhar entre os seus que tipo de espírito estava dando tais comunicações. E assim ele fez a classificação e depois foi muito usado, por exemplo, no livro do céu, inferno, que tem bastante.

É dessas, dessas mensagens, né? De espíritos felizes, infelizes, perfeitos. É sofredores, et cetera, et cetera, tá? Então vamos lá, começando com a terceira ordem, que são os espíritos imperfeitos de característica geral, predominância da matéria sobre o espírito, propensão para o mal, ignorância, orgulho, egoísmo e todas as paixões que lhe são consequentes. Não à toa começa com a gente, né? Então, vamos lá, mais detalhes sobre. Esta terceira ordem. Tem a intuição de Deus, mas não

o compreendem. Nem todos são essencialmente maus. Em alguns há mais leviandade e reflexão e malícia do que verdadeira maldade. Uns não fazem o bem nem o mal, mas pelo simples fato de não fazerem o bem, já denotam a sua inferioridade.

Outros, ao contrário, se comprazem o mal e se rejubilam quando uma ocasião se lhes depara de praticá lo neles a inteligência pode achar se aliada a maldade ou a malícia, seja porém, qual for o grau que tenham alcançado de desenvolvimento intelectual, suas ideias são. Pouco elevadas e mais ou menos abjetam seus sentimentos

restritos. Conhecimentos tem das coisas do mundo espírita e o pouco que sabem se confunde com as ideias e preconceitos da vida corporal acerca dessas coisas não nos podem dar senão noções falsas e incompletas. Entretanto, nas suas comunicações, mesmo imperfeitas, o observador atento encontra a confirmação das grandes verdades ensinadas pelos espíritos superiores na linguagem de que

usam. Se eles revelam o caráter, todo espírito que em suas comunicações trai o mau pensamento pode ser classificado na. Terceira ordem conseguintemente todo o mau pensamento que nos é sugerido vem de um espírito. Dessa ordem eles vêm a Felicidade dos bons e esse espetáculo lhes constitui incessante tormento, porque os faz experimentar todas as angústias que a inveja e o ciúme podem causar.

Conservam a lembrança e a perceção dos sofrimentos da vida corpórea e essa impressão é muitas vezes mais penosa do que a realidade. Sofrem, pois verdadeiramente pelos males de que padeceram em vida e pelos que ocasionaram aos outros, e como sofrem por longo tempo, julgam que sofrerão para sempre Deus. Para puni Los quer que assim julguem. Bom, uma explicação bem

interessante, né? Sobre esta terceira ordem, é, agora a gente vai é para as divisões, porque essa terceira ordem pode ser dividido em 4, é grupos principais, tá? Então, lembrando, terceira ordem, a gente começa de baixo para cima, tá? Então, primeiro é espírito impuro. Que é classificado como nona classe. Vamos ver?

São inclinados ao mal de que fazem o objeto de suas preocupações como espíritos, dão conselhos pérfidos sobre uma discórdia e a desconfiança e se mascaram de todas as maneiras para melhor enganar. Ligam se aos homens de caráter bastante fraco para cederem as suas sugestões, a fim de induzi Los a perdição, satisfeitos, como conseguirem retardar lhes o adiantamento, fazendo sucumbir nas provas por que passam nas manifestações, dão se a conhecer pela linguagem, a trivialidade e

a grosseria das expressões. Nos espíritos, como nos homens, é sempre indício de inferioridade moral, se não também intelectual. Suas comunicações exprimem a baixeza de seus pendores, e se tentam iludir falando com sensatez, não conseguem sustentar por muito tempo o papel, e acabam sempre por se traírem.

Alguns povos os arvoraram em divindades maléficas, outros os designam pelos nomes de demônios, maus gênios, espíritos do mal, quando encanados os seres vivos que eles constituem, e se mostram propensos a todos os vícios geradores das paixões VIS e degradantes, a sensualidade, a crueldade. A fenonia, a hipocrisia, a cupidez avareza sórdida fazem o mal por prazer, as mais das vezes sem motivo e por ódio ao bem, quase sempre escolhendo suas vítimas entre as pessoas

honestas. São flagelos para a humanidade, pouco importando a categoria social a que pertençam e o verniz da civilização. Não os forra AO próprio e a ignominia. Então vamos lá. É o nono, né? O nono é, parece o inferno de Dante, né? O nono círculo, ou seja, o mais. Baixinho, que está mais baixo de todos, são os espíritos impuros. Imperfeitos, né? Como uma categoria mais impuros.

Depois, nós vamos agora estudar a oitava classe, que são os espíritos levianos, que são ignorantes, travessos e refletidos e zombeteiros, metem se em tudo a tudo respondem sem se incomodarem com a verdade. Gostam de causar pequenos desgostos e ligeiras alegrias, de aborrecer, de induzir maliciosamente em erro por meio de misticações e de espertesas. A esta classe pertencem os espíritos vulgamente, tratados de doentes, trasgos, gnomos, diabretes.

Acham se sob a dependência dos espíritos superiores que muitas vezes os empregam, como fazemos com os nossos servidores?

Mas que outros parecem ligados a matéria e ser os principais agentes das vicitudes dos elementos do Globo, quer vivam no ar, na água, no fogo, nos corpos sólidos ou nas entranhas da Terra, muitas vezes manifestam sua presença por efeitos sensíveis, tais como pancadas, movimento e deslocamento anormal de corpos sólidos, agitação do ar, et cetera, o que lhes valeu o nome de espíritos batedores ou perturbadores. Reconhece se que tais fenômenos não se devem a uma causa fortuita e natural.

Quando tem um caráter intencional e inteligente, todos os espíritos podem produzir esses fenômenos. Porém, os espíritos elevados, em geral deixam essas atribuições aos inferiores, mais aptos às coisas materiais que as inteligentes. Em suas comunicações com os homens, a linguagem de que se servem é por vezes espirituosa e faceta, mas quase sempre sem profundidade. Exploram as falhas e o lado ridículo dos homens e das coisas, comentando em traços mordazes e satíricos se toma.

Nomes supostos é mais por malícia que por maldade. Então, diferente dos impuros, né? Da nona classe, estes espíritos levianos, né? Eles são inclusive utilizados. Foram muito utilizados na época das comunicações. É por batidas, por exemplo, né? Porque eles estão mais próximos da materialidade e são utilizados pelos espíritos superiores para essa função. Não são tão maus, mas são mais frívolos, mais levianos.

O próprio nome diz, tá, é? Eu não vou ficar repetindo porque acho que tá bem clara essa classificação que a gente vai entendendo, né? Vamos para a sétima classe dos espíritos pseudo sábios. Dispõe de conhecimentos bastante amplos, porém querem saber mais do que realmente sabem, tendo realizado alguns progressos sob diversos pontos de vista. A linguagem deles aparenta um cunho de seriedade, suscetível de iludir com respeito às suas capacidades e luzes.

Mas, em geral, isso não passa de reflexo dos preconceitos e ideias sistemáticas que nutriam na vida terrena. É uma mistura de algumas verdades com os erros mais absurdos, através dos quais penetram a presunção, o orgulho, o ciúme e a obstinação de que ainda não puderam despir se. E a gente pode classificar como coisa. O espírito pseudo sábio. A gente pode chamar também de fake news, que se baseia em alguma verdade, mas a maior, a maior parte das coisas são absurdas e ruins, né?

Então é bem interessante essa classificação. Aí a gente vai para sexta classic. São os espíritos neutros. Nem bastante bons para fazerem o bem, nem bastante maus para fazerem o mal. Pendem tanto para um como para o outro e não ultrapassam a condição comum da humanidade, quer no que concerne ao mal, quer no que toque a inteligência apegam. Se as coisas deste mundo de cujas cujas grosserias e alegrias sentem saudades, então é o espírito. Nem, né, neutro, nem nem nenhuma coisa, nem outra.

Vamos agora para a segunda ordem dos espíritos, chamado chamada espíritos bons, tá? Então, lembra que a primeira ordem dos espíritos a gente chamou de espíritos imperfeitos? Deixa eu puxar aqui, só para você dar uma olhada, AI, AI, AI, cadê, cadê, cadê, cadê nossa senhora aqui, espíritos imperfeitos, tá? Terceira ordem, então nós temos. Os impuros, os levianos, os pseudos sábios e os neutros. E eu estou anotando tudo para não me perder, que é bem

interessante. Vamos agora, então, para a segunda ordem, que são dos espíritos bons como característica geral desta ordem. Predominância do espírito sobre a matéria, desejo do bem, suas qualidades e poderes para o bem estão em relação com o grau de adiantamento que haja um alcançado. Uns tem ciência, outros a sabedoria e a bondade. Os mais adiantados aliam saber as qualidades Morais, não estando ainda completamente desmaterializados.

Conservam mais ou menos conforme a categoria, que ocupem os traços da existência corporal, assim, na forma da linguagem, como nos. Hábitos entre os quais se descobrem mesmo algumas de suas manias. De outro modo, seriam espíritos perfeitos, compreendem Deus e o infinito e já gozam da Felicidade dos bons. São felizes pelo bem que fazem e pelo mal que impedem o amor que

os une. Eles é fonte de inefávio Ventura, que não tem a perturbala, nem a inveja, nem os remorsos, nem nenhuma das paixões, mas que constituem o tormento dos espíritos imperfeitos. Todos, entretanto, ainda tem de passar por provas até que atinjam a perfeição absoluta. Ou espíritos suscitam bons

pensamentos, desviam os olhos. Homens da cena do mal protegem na vidros que se lhes mostram dignos de proteção e neutralizam a influência dos espíritos imperfeitos sobre aqueles a quem não é grato sofre la quando encarnados são bondosos e benevolentes com semelhantes não os movem o orgulho nem o egoísmo ou a missão. Não experimentam ódio, rancor, inveja ou ciúme e fazem o bem pelo bem. Você é uma observação. Talvez a gente fica tentado achar que nós somos dessa classe, né?

Mas quando vem? Nessa última frase aqui que foi lida, Hum, não nos move o orgulho nem o egoísmo ou ambição. AI não experimentam, experimentam o ódio, rancor, inveja ou ciúme e fazem o bem pelo bem, então, né, até o fazem o bem pelo bem. Dá até para a gente conseguir, mas não experimentar ódio, rancor, inveja, o ciúme já me joga lá, pus imperfeito.

Fácil, tranquilo, né? A esta ordem pertence os espíritos designados nas crenças vulgares pelos nomes de bons gênios, gênios, protetores, espíritos do bem. Em épocas de superstições e de ignorância, eles vão sendo elevados a categorias de divindades bem fazejas. Podem igualmente ser divididos em 4 grupos principais. Então a gente vai ver aqui os grupos que fazem parte. É deste, né? Dos espíritos. É bons, né? É o que a gente viu aqui, espíritos bons. Exatamente.

Tudo que eu não anoto, eu me perco. Então vamos lá. A bondade é neles a qualidade dominante a prazo vice prestar serviço aos homens e protegê Los limitados, porém, são os seus conhecimentos com progredido mais no sentido moral do que no sentido intelectual. Muito interessante, né? Então? É o mais ruinzinho dessa classe. É maravilhoso para gente, né? A bondade neles é dominante, né? Só que é limitado seu conhecimento. Vamos para quarta classe, que

são os espíritos de ciência. Distinguem se especialmente pela amplitude de seus conhecimentos. Preocupam se menos com as questões Morais do que com as de natureza científica, para as quais têm maior aptidão. Entretanto, só encaram a ciência do ponto de vista da sua utilidade e jamais dominados por quaisquer paixões próprias dos espíritos imperfeitos. Olha que interessante, né? Porque tem muita gente que é pessoa de ciência, mas não tem caráter, tem egoísmo, et cetera

e tal. Não se encaixa nesta classificação, tá? Então tem que ser tudo isso. E percebam que a as classificações dos espíritos bons é são piquititica, né? Ou seja, não precisa de muita coisa, mas para conseguir chegar lá, AI, AI, vamos na terceira classe, que é de espíritos de sabedoria.

As qualidades Morais da ordem mais elevada são o que os caracteriza, sem possuírem ilimitados conhecimentos, são dotados de uma capacidade intelectual que lhes faculta juízo reto sobre os homens e as coisas. Nossa, bem interessante, né? E aí nós vamos para a segunda classe. Veja bem, espíritos superiores não são os perfeitos, tá? Os felizes espíritos superiores.

Esses em se reúnem à ciência, a sabedoria e a bondade da linguagem que empregam sesalas sempre a benevolência é uma linguagem invariavelmente digna, elevada e muitas vezes sublime. Sua superioridade os torna mais aptos do que os outros anos darem as mais justas noções sobre as coisas do mundo, incorpóreo dentro dos limites do que é permitido ao homem saber.

Comunicam se de bom grado com os que procuram de boa fé verdade cuja alma já está bastante desprendida das ligações terrenas para compreender lá afastam se porém, daqueles a quem só a curiosidade. AD impele ou que, pela influência da matéria, são desviados da prática do bem. Dá para perceber, né? É que é o quase na trave aí do espírito puro, né? Do perfeito. Mas dá para entender que é esta classificação é para justamente

as comunicações. Façam se, porém, daqueles a quem só a curiosidade impele ou que, pela influência da matéria, são desviados. Pela prática do bem. Então realmente esta tabela, pelo que a gente tá vendo, não é para classificar gente que tá encarnado, mas sim para classificar os espíritos de acordo com o que eles são para

as comunicações. E tem mais um restinho aqui, ó, quando por exceção, encarnam na Terra, é para cumprir missão de progresso e então nos oferecem o tipo da perfeição a que a humanidade pode aspirar nesse mundo. Então, quando por exceção, encarnam na Terra. Já dá para perceber que nós estamos bem longe dessa categoria, né? Tudo estamos aqui, nós tudo bem longe. E, por fim, a primeira ordem, que são os espíritos puros, né? É que trata da primeira classe,

que não tem nenhum nome, né? Depois de bons, vem espíritos puros, que tem como característica geral. Nenhuma influência da matéria superioridade intelectual e moral absoluta com relação dos aos espíritos das outras ordens e é classificado como primeira classe ou classe única. Os espíritos que a compõem percorreram todos os graus da escala e que se despojaram de todas as impurezas da matéria, tendo alcançado a soma de perfeição de que é suscetível.

A criatura não tem mais que sofrer provas nem expiações, não estando mais sujeitos a reencarnação em corpos perecíveis, realizam a vida eterna nos. Seio de Deus, gozam de inalterável Felicidade, porque não se acham submetidos às necessidades nem às vicissitudes da vida material. Essa Felicidade, porém, não é a de ociosidade monótona, a transcorrer em perpétua

contemplação. Eles são os mensageiros e os ministros de Deus, cujas ordens executam para manutenção da Harmonia universal, comandam a todos os espíritos que lhes são inferiores, auxiliam nos na obra de seu aperfeiçoamento. Eles designam as suas missões, assistir os homens nas suas aflições, concitados ao bem ou a expiação das faltas. Que os conservam distanciados da Suprema Felicidade constitui

para eles ocupação gratíssima. São designados às vezes pelos nomes de Anjos, arcanjos ou serafins. Podem os homens pôr se em comunicação com eles, mas extremamente presunçoso seria aquele que pretendesse tê Los constantemente às suas ordens. Olha que interessante, tem uma observação aqui, ó, No No 12º né, 12ª observação. Na classificação modificada mais tarde por Allan Kardec, quando o aparecimento da segunda edição definitiva do livro dos espíritos, 1860, então é realmente é.

Veio aí uma evolução, né? Da da tabela espírita, na própria, no próprio livro dos espíritos. Mas aí nós temos. Então vamos relembrar, tá? Nós temos aí na classificação de imperfeito, né? Espíritos imperfeitos, temos nona. Os impuros, oitava, os levianos, sétimo, os pseudos sábios, a sexta, os neutros, nem, nem, né? Depois dos espíritos bons, temos a quinta benevolus, a quarta os de espíritos de ciência, a terceira, os espíritos de sabedoria, e a segunda,

espíritos superiores. E, por fim, na primeira classificação, nós temos os espíritos puros ou perfeitos, né? É que a gente tem aí. O exemplo mais claro é o próprio Jesus. Aí tem uma última classificação, espíritos errantes ou encarnados, a diferença de uma coisa e de outra.

Quanto às suas qualidades íntimas, os espíritos pertencem a diferentes ordens que percorrem sucessivamente a medida que se depuram como estado, podem estar encanados e tu é Unidos a um corpo num mundo qualquer ou errantes, ou seja, despojados do corpo material e aguardando nova encarnação para se melhorarem os espíritos errantes. Não formam uma categoria especial.

É um dos estados em que podem encontrar se o estado errante ou de erraticidade não constitui inferioridade para os espíritos, pois que neles podemos encontrar, de todos os graus, todo espírito que não está encanado.

É por isso mesmo, errante, A Exceção dos espíritos puros que, não tendo mais encarnação a sofrer, estão no seu estado definitivo, não sendo a encarnação se não um estado transitório, a erraticidade é em verdade o estado normal dos espíritos, e esse estado não lhes é forçosamente uma expiação. São felizes ou. Desventurados conforme seu grau de elevação e segundo o bem ou mal que haja praticado. Muito bem. E assim nós terminamos, entendeu? Ou você está encarnado, ou você está errante.

A verdadeira vida é a vida errante, mas não é errante de erro, é de erraticidade. É a verdadeira, o verdadeiro estado de qualquer espírito, com exceção do espírito puro, que não tem mais nenhuma necessidade de reencarnar. Beleza, com isso nós terminamos o episódio de hoje. Muito obrigado pela sua presença. Eu te espero no próximo que vamos estudar o texto. O fantasma da senhorita clayron vai ser muito legal. Eu te espero, obrigado e até tchau.

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