Relacionamentos na casa espírita e as nossas assistências espirituais [Ep15] - podcast episode cover

Relacionamentos na casa espírita e as nossas assistências espirituais [Ep15]

Feb 22, 20232 hr 11 minSeason 17Ep. 15
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O tema é "Relacionamentos na casa espírita e as nossas assistências espirituais", com a presença, pela vez primeira, de Daisy Mansano (SP).  A temática possui diversos contornos, envolvendo as relações que se travam tanto entre os encarnados que participam de instituições espíritas, quanto destes em face das companhias espirituais, sejam as mais próximas e familiares, do dia a dia existencial, quanto aquelas que acodem às casas espíritas por motivos diversos (estudo, acolhimento, atividades mediúnicas de esclarecimento e atendimento).  O que dizer do nosso papel, individual, em relação à QUALIDADE destas relações? Trazemos para a instituição espírita que tipo de "companhias espirituais"? E, complementarmente, quem nos acompanha para os nossos afazeres diários, após tais atividades?  Qual o nosso grau de responsabilidade nisto tudo? O que podemos fazer para melhorar os relacionamentos e as vivências, materiais e espirituais?  Nos debates, Maria Cristina Rivé (RS) e Nelson Santos (SP), sob a mediação de Marcelo Henrique (SC).

Transcript

Salve, salve, icq, anos e MC kenna, tudo bem? É, estamos nós aqui novamente para mais uma jornada dos embalos de sábado à noite do ECK. Muito felizes estamos nós com a sua presença, a sua audiência qualificada ao vivo. Pelos canais? Do e secar? Que retransmitem também. As nossas li vezes após a execução ao vivo lá no nosso canal, você pode acessar não só a live de hoje, como todas as outras que nós já fizemos nesses nossos vários anos de trabalho

com a live do ECK. Agradecemos ao espaço a retransmissão pela TV espaço espírita. E também. A gravação e difusão através do outro canal, que é o espiritismo, cat. Hoje nós teremos. Uma live para tratar dos relacionamentos humano espirituais. Vamos trabalhar os relacionamentos na casa espírita e as nossas assistências espirituais. Como se dá então o intercâmbio entre vivos e mortos, entre encarnados e desencarnados, e entre os próprios encarnados

dentro das atividades espíritas? Tenho certeza que você irá também abrilhantar a nossa live com comentários, com questionamentos para que nós possamos. Atender às expectativas do nosso público e enquadrarmos esse tema à luz do conhecimento espírita, que é aquele baseado. Na nos ensinamentos, no conjunto das 32 obras. Divulgadas publicadas por Allan Kardec, então, sem mais delongas, vamos chamar os nossos convidados da noite de hoje?

Que rufem os tambores para recebermos pela vez primeira na bancada especial do ECKA, nossa querida Deise manzano. Boa noite. Desde seja muito bem-vinda. Ai, que delícia está aqui. Boa noite, Marcelo. Boa noite, a todos vocês que estão nos escutando, o pessoal que vai entrar daqui a pouco também. E o pessoal dos bastidores estamos. Estamos aqui com muito carinho, com muita Alegria.

Para poder participar do nosso primeiro programa aqui com a turminha do EC calma, a turma que eu já há longos anos já estou acompanhando, então boa noite a todos, vamos lá com a gente como eu vivo lá na TV mundo maior, muito bom. Beijo é fazemos. Então esse intercâmbio entre a rede boa, nova de rádio e televisão, a TV mundo maior, nossos companheiros de longa data. A primeira vez que eu estive na rede Boa Nova foi com o saudoso.

Os saudosos Amílcar del, que era o filho, e Éder Fávaro que me levaram até os estúdios, me apresentaram a essa gente bacana que faz a comunicação social espírita com excelência, com qualidade e com a preocupação de trazer o esclarecimento para o maior número de pessoas, sejam elas espíritas ou não.

Você me fez lembrar agora um bordão antigo do curso de jornalismo que dizia mais ou menos assim, essa gente que você não vê, faz a TV que você vê, então essa gente que vocês que estão ao vivo conosco não estão vendo na telinha são hoje a Julia schulz, a Cláudia, Jerônimo e o Manuel Fernandes neto, o nosso Neco, a quem nós agradecemos pela técnica, pelo apoio, pela direção deste nosso trabalho, que tem vendido muito bons frutos. Temos divulgado o espiritismo.

Com uma forma despojada jocosa, às vezes solta, leve, bem humorada para tratar de temas bastante sérios que fazem parte do nosso cotidiano. Vamos chamar então os outros 2 componentes da nossa bancada, que estarão debatendo com a Daisy o nosso tema central da noite de hoje. Vamos chamar a nossa Maria Cristina Rivera. Olá, Maria Cristina, tudo bem? Boa noite pra todo mundo, tudo muito bem. É para, para começar essa participação, espero que a gente tenha bastante êxito e atinja os

objetivos que nós nos propomos. É com muita Alegria que estamos aqui. Aqueles que estão nos assistindo e aqueles que nos assistiram. Grande abraço. Muito bom, muito bom. Estamos aqui, eu e Maria Cristina, mais ao sul do país. Com esse frio que já é costumeiro para essa época do ano, né? Vamos chamar então o terceiro e último membro desta nossa bancada da live de hoje, que é o nosso Nelson Santos. Bem-vindo, Nelson. Alô, onde está Nelson Terra?

Câmbio. Bem-vindo, gente. Aconteceu um problema novamente caiu na imagem. Infelizmente, não tem problema. A gente faz a imagem mesmo. Mas estou muito contente de estar mais uma vez presente a live da secar. Nessa pancada de pessoas. Digníssimas No No movimento espírita. Podem-se manzano a primeira vez que nós conversamos, a primeira vez que trocaremos Ideas. E vamos falar sobre os relacionamentos Inter existenciais. E a suas esses assistência na casa espírita.

Obrigado a todos. Muito bem, Nelson, vamos apresentar, né? O currículo resumido dos nossos participantes de hoje, a desde manzano, está cursando licenciatura em história, atuou em instituição bancária em empresa na área administrativa e financeira, é conselheira consultiva do centro espírita irmão x, na cidade de São Paulo. Onde atua como facilitadora em grupos de estudo, além de expositora da doutrina, também atua como dissemos no início da rede Boa Nova de rádio e televisão E!

na TV mundo maior. A Maria Cristina revê, é professora de línguas e literatura, é orientadora educacional e trabalha no magistério há quase 40 anos no estado do Rio Grande do Sul. É minha colega de trabalho, como diria Silvio Santos. Alô?

É pós-graduada em língua portuguesa e é vinculada à sociedade espírita, estudo e Caridade à CE qu, lar de Joaquina, na simpática cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, atua na área de de divulgação doutrinária, palestras, tendo trabalhado até o ano de 2019 na área de educação. Espia. Para Cristina, também é membro do conselho de gestão, que administra o grupo espiritismo com Kardec.

O Nelson Santos que vocês não vêem, mas ele está presente aí em espírito e verdade é bacharel em economia, é estruturadora imobiliário e é um estudioso espírita, livre, pensador apaixonado pelas áreas de Humanidades. É membro do conselho de gestão do ICKE, do conselho editorial, da revista espírita eletrônica Harmonia que a revista mantida mensalmente pelo ECK, que você pode acessar as edições todas que foram publicadas no nosso site. Www.com Kardec. Ponto net ponto BR.

Lá estão todas as edições e a edição de junho está no forno. Esta semana você já vai ter acesso à edição de junho, que tratará sobre a lei de sociedade, já que OICK esse ano a nossa revista está trabalhando as 10 leis Morais concebidas a partir da terceira parte do livro dos espíritos para chegarmos àquele estádio, que é o da perfeição. Moral ou espiritual? Bom, apresentados os nossos

colegas de bancada nesta noite. Vamos iniciar com uma frase de Allan Kardec, extraída da revista espírita de dezembro de 1864, lembramos que 1864 é uma data importante para a doutrina dos espíritos, porque nela Kardec faz a sua imitação do evangelho segundo o espiritismo, e depois esta obra na rede. São na segunda edição, passa a ter o título pela qual é conhecida até hoje, que é o evangelho segundo o espiritismo.

Então, num. Uma dissertação contida na revista espírita de dezembro de 1864, cujo título é da comunhão do pensamento, Kardec escreve o seguinte, comunhão de pensamento, quer dizer pensamento comum? Unidade de intenção de vontade e desejo de aspiração. Ninguém pode desconhecer que o pensamento é uma força. É, porém, uma força puramente moral e abstrata, não? Pois do contrário, não se explicariam certos efeitos do pensamento e ainda menos da comunhão do pensamentos.

Para compreendê-lo, é preciso conhecer as propriedades e a ação dos elementos que constituem a nossa essência espiritual e é o espiritismo, quinot, lazy, ensina. Assim, então, Kardec nos apresenta a ideia da comunhão do pensamento que faz com que nós nos sintamos atraídos entre encarnados. E também com os desencarnados, já que os 2 mundos se inter-relacionam e se encadeiam

um com o outro. Então, desde para começar o nosso bate-papo descontraído e o Maria Cristina pode ficar tranquila aí que hoje é tudo na base da descontração, não tem pegadinha hoje. Hoje é tudo tranquilo. A pergunta que eu quero fazer desde é a seguinte. Como nós podemos reconhecer os espíritos que nos acompanham? Qual é o traço? Qual é o elemento que faz com que você que está aí do outro lado da tela, que até diz que não é médium, porque não tem nenhuma mediunidade ostensiva?

Embora Allan Kardec tenha dito que todos os homens, todos os seres humanos, são dotados de meio de unidade e que a menoridade ostensiva é particular para algumas pessoas, enquanto outros não a possuem, como é então, que? Eu, você cada um de nós, o amigo amiga que está do outro lado da telinha, pode reconhecer as companhias espirituais. Marcelo, que gostoso. Primeiro eu queria mandar um beijinho assim, especial para o Pedro, que acabou de mandar 11

moizinho que ele está aqui, né? Então Pedro, muito feliz de estar aí com você. E com essa turminha toda aqui, gostosa, né? Nós reconhecemos os nossos afins. Porque eles não são simpáticos. Eu achei essa palavra tão legal. Quando a gente fala assim é, eu tenho uma simpatia ou não por alguma pessoa? E Kardec usou essa é simpáticos, né? Como uma forma de é também nos no entrarmos numa comunhão aí de frequência, né? É como eu costumo brincar, às

vezes a gente encontra a pessoa. Não fez nada, não, nunca conversamos, mas eu costumo brincar. Às vezes o nosso Santo não bate. E às vezes, o Santo bate muito. O que será isso, né? Kardec nos explica muito bem que nós entramos na mesma frequência de gosto de vontade de sentimento e esse sentimento se transfere em tantas coisas na nossa vida, né? E se sentir que o Marcelo estava falando aqui a respeito da mediunidade, muita gente fala que não tem. Pode não ter aquela mediunidade

de Chico Xavier, né? Que é macho assim. Psicografa. Mas aquela mediunidade do sentimento do sentir isso, todos nós temos. Nós temos simpatia a mais por um menos pelos outros. E o que é isso? É uma relação, não, não física. Isso a gente não vai explicar no físico. É uma sensação espiritual. E essa mediunidade que o Marcelo faz, comentou a respeito de Kardec, é isso. Muitas vezes nós não. Nós achamos assim.

Puxa, a mediunidade é aquela coisa de sentar e psicografar, ou, no jargão popular, incorporar, né, dar a psicofonia então, falar com espírito, deixar assim, não. Muitas vezes, e a grande maioria das vezes, o que nós usamos no nosso dia a dia é aquela mediunidade onde nós nos sentimos mais afeiçoados com uns do que com outros. E essa afeição que nós sentimos é por conta dos nossos gostos, das nossas vontades. E ou.

Outra coisa que eu costumo brincar sempre, Marcelo é assim, às vezes a gente sente mais simpatia para um do que para com o outro. Não é que o outro é tão bonzinho quanto você. Às vezes, um outro é tão mauzinho quanto você, por isso nós nos sentimos melhor com um do que com outro, né? Mas é uma brincadeirinha que a gente faz e se nós estudarmos a doutrina. Nós vamos ver que é mais ou menos isso, né, Marcelo?

Muito bem dese é, é por aí, as nossas afeições, elas acabam é identificando nós com os outros, né? Nos aproximando, você foi muito feliz ao falar da ideia de que está presente na obra de Kardec o termo simpatias, né? Simpatias são as afeições são as afinidades, são os laços que são construídos em cada encarnação e que não se destroem, disse Allan Kardec com. O episódio da morte, muito pelo contrário, ele se fortalece. Vamos chamar a Maria Cristina

para essa conversa, né? Vamos fazer rodar o chimarrão. E imaginar a seguinte situação, Maria Cristina, se a Deise agora introduziu o tema dizendo que nós nos aproximamos uns dos outros, seja em termos materiais, seja em termos espirituais, com aquelas pessoas que nutrem afeição, simpatia que tem afinidade com os mesmos gostos, as mesmas Pendências, os mesmos pendores que nós temos? Que outras situações podem nos

ajudar? Além dessas, além da simpatia que nós temos por determinado tema por determinada área, por determinada, é ocupação ou determinado modo de entender o mundo e as coisas que outros traços, além dessa afinidade, é estão. É bem patentes bem visíveis que nos fazem ter. É uma identificação que nós possamos acessar em termos espirituais, a identidade de alguém, como é que se processa isso?

Meu querido Marcelo, é, eu acho que a nossa colega Ela Foi muito feliz no na resposta que ela perdeu. E eu só gostaria de de chamar pra essa pra esse debate. AA revista espírita, quando Kardec fala sobre nos artigos, eu não me recordo em qual está, mas é o artigo, os processos de morzine em que ele fala da simpatia e da antipatia que no caso, seria um fluídica, né? Então, ele fala que é simpatia.

Seria o mesmo? O mesmo objetivo que tu tens, então tu ti, tu ao te encontrares com uma pessoa. Uma das causas dentro dos seres, simpático ou antipático a essa pessoa seriam os objetivos que um e outro têm em comum? Né? Acho bastante pertinente que a colega diz. E agora chego na tua pergunta. É 11 dos traços mais indeléveis que a gente pode ter. Acerca da identidade dos espíritos?

É a sua linguagem? E o nosso sistematizador, o nosso fundador, o nosso codificador, O Mestre Allan Kardec. Ele nos diz que o espírito simples. Ou melhor, o espírito mais elevado, ele tem uma linguagem extremamente simples. Ela não é rebuscada e ele não se repete. Não é? Então, quando a gente tem 11? Um trabalho não é de um médico que um médio nos apresenta, ele está mediando. Ele medeia os 2 mundos, o mundo físico e o mundo espiritual. Né? E quando ele nos apresenta 11 comunicação?

Essa comunicação deve ser trabalhada, ou seja, deve ser analisada de tal forma que nós saibamos o que ela quer nos dizer, qual é a linguagem que o médio, o espírito está usando? É simples, não existe nenhuma pegadinha no meio dessa dessa intrincada teia de de letras. E aí a gente vai ter uma identidade um tanto quanto mais. A ser assertiva, né? A gente vai ter mais certeza de que aquele espírito que está conversando conosco é um espírito mais elevado ou menos

elevado. De acordo com a sua linguagem. Espero ter respondido à pergunta, meu querido. Claro que sim. Acho que acho não tenho certeza que a ideia da afinidade nos faz atrairmos uns aos outros. Eesse.se toca que é a natureza, a espécie, a qualificação da linguagem é é essencial para nós fazermos aquilo que Allan Kardec fez durante os 12 anos, em que capitaneou, como diz aí no sul, Kardec era o patrão da doutrina dos espíritos. Né? É o patrão do CTG.

Aqui eu dou as orientações e vocês que são neófitas iniciantes, vão aprendendo com a forma. Vamos discutindo, vamos debatendo, vamos encontrar um denominador comum, mas tem um rito, né? Um rito que não é o rito da formalização excessiva não é o rito religioso, mas as diretrizes que norteiam o processo de comunicação mediúnica. E isso nós não podemos deixar de lado. A linguagem, sim, identifica não só a qualidade dos desencarnados, como também a qualidade dos encarnados.

E aí você passa a perceber também qual é a diferença entre uma comunicação mediúnica genuína e uma comunicação anímica, não demonizando o animismo, porque o animismo também tem uma serventia no tocante a ideia de que nós resgatamos espíritos imortais que somos. Experiências passadas, vivências anteriores através do ano e mesmo então vamos colocar as 2 coisas na balança, lado a lado e aproveitar o bom do mediunismo e o bom do animismo. Vamos chamar o Nelson para essa prosa.

Nelson. Falou-se da afinidade como um elemento primordial para construir. A nossa é. O nosso envolvimento, nosso relacionamento com os outros, o Nelson acho que caiu, né? Não sei se ele vai estar me escutando. Se ele não tiver escutando a gente depois faz ele entrar na prova. Temos então a questão da afinidade, temos a questão da linguagem.

Alô Nelson voltou, então temos afinidade, temos a linguagem, existe um outro ou outros elementos que podem ser agregados para que nós possamos identificar melhor ou reconhecer os espíritos que nos acompanham. Bem, uma parte do que você disse, Marcelo. Infelizmente Na Na queda eu perdi, mas se é, é devido ao ao reconhecimento dos espíritos comunicantes. É mais do que a. Cristina disse. Temos a. A parte de? Da moral do espírito. A é, além da da linguagem simples, direta.

E bem redigida, que geralmente eles usam quando é uma psicografia ou muito bem psicofonia nada. No caso da psicofonia. A moral com espírito exprimem suas mensagens em suas lições, é preponderante para nós podermos analisar. AA. Identificação deles como espíritos. E é as afinidades que eles pós dão Inter com nosql ou com os ensinamentos que são procurados a transmitir para os seus ouvintes. Isso é uma parte muito importante. E para aqueles que. Assinam quando? O fazem?

É importante de que nós. Tenhamos o discernimento. De compararmos. A metodologia AAO tipo de escrita. Que eles fazem? Com o que eles anteriormente faziam? Tudo bem que os horizontes tornam-se diferentes ao desencarnar. Porém, a sua experiência acumulada ao longo de todas as encarnações determinam qual o nível de seu conhecimento e bem como o nível de sua expressão. Perfeito. Tá, né? Temos aí um tripé interessante, né?

Muito importante para nós é estabelecermos como premissa na a questão da das relações travadas entre os encarnados e os desencarnados, por meio dos fenômenos ou do próprio intercâmbio mediúnico. Temos aí a afinidade, a simpatia, afinidade, vibrações de propósitos, né? A vinculação é de objetivos. Temos aí a qualidade da linguagem empregada e o Nelson agora, acrescenta um outro tijolinho importante nessa nossa construção, que é a elevação

moral. Lembremos que fechando bem esse esse primeiro bloco da nossa conversa, Kardec é, exemplificou. O bom e o ruim em termos de meio de unidade, as pessoas acham que Kardec apenas listou apenas colocou nas obras aquilo que era de qualidade indiscutível, aquilo que era somatório dentro do chamado contexto da filosofia espírita, não. A uma parte na obra de Kardec, é intitulada comunicações apócrifas, onde Kardec coloca

uma série de textos que. É, possuem até uma validade do ponto de vista moral, possuem até uma Riqueza de vocabulário, mas que tanto a questão moral quanto a questão de vocabulário precisam ser aferidas com muito cuidado. No cotejo com o conteúdo dito espírita, aquilo que ele chamou de concordância universal dos ensinos dos espíritos e Kardec, inclusive, diz assim a mensagens. E moralmente são e reprocháveis, ou seja, são incontestáveis do

ponto de vista moral, né? Mas que redundam ou então conduzem o pensamento para um distanciamento daquelas questões que são tidas como principiológicas. No espiritismo, vamos dar um exemplo muito Claro que está em evidência ainda hoje no chamado movimento espírita, acreditar que Jesus de Nazaré não tenha tido uma existência igual a nossa. Uma existência material que Jesus de Nazaré teria sido um ser a gênese um ser cuja

Constituição não era física. É, e isso se constitui sob o parâmetro espírita, desde Maria Cristina e Nelson, como uma heresia. Né? Como um elemento alienígena incorporado a noção, a interpretação e a convivência que tem, não? Então nós temos uma parcela ainda significativa no movimento espiritual que acredita, por exemplo, que Jesus é aquele espírito puro que não encarnou, que veio aqui apenas numa

aparência física apenas. É, de modo que é não passou pelas situações da existência material como nós, espíritas, entendemos ser o conteúdo da proposta da moral dos ensinos de Jesus. Vamos puxar um segundo tópico que diz respeito à convivência na casa espírita.

É é comum desde nós temos relatos, é de pessoas que trabalham em instituições espíritas, algumas delas até participam de uma mesma sessão de uma mesma reunião que o movimento espírita costumam chamar de desenvolvimento mediúnico, mas que o termo, o próprio termo desenvolvimento mediúnico é equivocado. Porque mediunidade não é algo que se aprende no centro espírita. Não vou aprender a psicografar. Vou aprender AA ser um médium psicofônico, aprender uma técnica especial para dar o

passe, né? Nada disso se aprende na casa espírita. Ao invés de usar a expressão desenvolvimento mediúnico, já que o mediunidade é um atributo da natureza humana, deveríamos ir utilizar educação mediúnica, né, que é a conformação. E os nossos dons das nossas qualidades mediúnicas aos objetivos, perfilados dentro da filosofia espírita, mas de qualquer maneira, voltando à pergunta, Deise é nessas seções ou nessas reuniões de trabalho mediúnico, de contato com os desencarnados, de estudo do

livro, dos médiuns? Existem pessoas que não se falam. Existem pessoas que sequer se olham olho no olho. Como isso repercute na qualidade do trabalho desenvolvido naquela instituição? Ai, ai, ai, vamos falar um pouquinho sobre isso, coisa que Kardec colocou muito bem no livro dos médiuns. Nós, ao abrirmos o livro dos médiuns, lá no finalzinho.

Ele. Já coloca uma proposta realmente de como deve ser as reuniões, como devem ser a as propostas de uma casa espírita, sendo pequena, ele, ele dá mais ou menos 11 resumidinho. E ele mesmo coloca Kardec coloca isso é só uma base. Para que? Né? Dependendo do número de de. Pessoas que estão naquela casa espírita. Às vezes um regulamento ou alguma coisa assim, mais ou menos, né? Então ele dá uma base, mas essa base a respeito de afinidades de.

Agora eu não vou nem usar a palavra simpatia porque às vezes, né, Marcelo? Como nós havíamos falado, às vezes eu não vou muito com a cara daquela pessoa, mas nós estamos na mesma casa espírita. Aí vamos fazer um trabalho bom. O que é fazer um trabalho bom numa casa espírita sabendo o que nós sabemos hoje? Ao estudarmos a doutrina dos espíritos? É o mínimo que nós devemos fazer. É tentar um relacionamento

amigável. Se nós queremos que a casa seja uma casa boa, uma casa onde nós entremos e nos sentimos bem, o que é essa sensação de sentir bem em qualquer lugar? Agora não vou falar nem casa espírita. Às vezes você entra numa igreja, às vezes você entra num templo aqui em São Paulo, nós temos a alguns lugares assim, bem bonitos, né? Como em todos os lugares. Mas vou falar o que eu conheço, né?

É EE você se sente muito bem. Então são trabalhos feito na parte material e na parte espiritual, parte material que eu digo somos nós encarnados, que temos essa predisposição. Alguém ou mal? E se eu quero numa casa onde eu estou frequentando que de tudo certo para casa, para todos que frequentam, para todos, independente de daquele que eu não, não vou muito bem com a cara, mas.

Eu preciso aprender a controlar. Esse meu ladinho de não não me dá muito bem com determinados determinadas pessoas sem antes conhecer. Sem antes ver que todos aqueles todos os componentes. Que estão dentro de uma casa espírita? Vamos lá fazer alguma coisa de bom. Vão lá para fazer a Caridade. De acordo com o que elas conhecem há, mas não faz

direito, ok? Nós também não fazemos, nós não fazer, e a primeira coisa sabe, Marcelo, que eu sempre costumo falar, é que nós precisamos aprender a nos olhar no espelho. A saber que eu também tenho o meu lado negro. Aquela força, né? Que a gente vê nos filmes lá do. Que tem o lado negro da da força, aquelas coisas lá, do do Luke do Luke Skywalker, então todos nós temos aquele ladinho que não é muito bom. Aquela outra pessoa que nós não

nos a fini amor muito bem. Pode não ter, pode ter também. Então por que não nós não nos olharmos pelo menos num trabalho onde todos? Querem o bem? O bem da instituição. Agora, se eu não consigo fazer isso. O melhor que eu tenho a fazer. É realmente mudar? E ele para alguma outra instituição onde eu consiga. Me adaptar e fazer o melhor. Inclusive com outras pessoas, porque assim o que eu faço tá tudo certo, né, Marcelo? Né, Cris? Né, Nelson, o que eu faço? Está tudo certo.

O problema são os outros, os outros é que fazem as coisas erradas e que não fazem do jeito que eu faço. Olha só, e a nossa prepotência, né? O nosso orgulho, toda, aquela coisa, então. Falando em Kardec, novamente, nós temos no final do livro dos médiuns. É alguns parâmetros muito interessantes para nós ler mos e para nós entendermos. Que quando um pensamento negativo, uma coisa negativa, onde você. Coloque externe isso. Você não precisa nem falar, mas o pensamento.

É, já é palco para que uma espiritualidade ainda ignorante. Né? Ainda que ignora que todos nós estamos fadados, é uma fatalidade. Estamos fadados a sermos bons, mas existem ainda aqueles espíritos que ainda não sabem disso. Eles procuram realmente essas brechas. E essas brechas funcionam muito bem, infelizmente. Muito bom esse ponto não é falando em lado negro da força, é te vendo aqui. Ele é isso. Quando eu. Passar em branco, né? Muito bem, a gente combinou, né, Marcelo?

A gente combinou isso aí, entrar de favorito é o Darth Vader, então olha só, AAD está colocando um ponto muito interessante, que é a recomendação de Kardec na organização, na Constituição do espiritismo. No sentido de nós primarmos pela afinidade de propósitos e para primar pela afinidade de propósitos Nelson. É preciso investir, investir na melhoria no saneamento. Não é na higienização do nosso espírito, da nossa mente, né? É melhorar a qualidade vibratória.

Como se diz na ambiência espírita, não é? Mas temos que entender que também não é a questão da terceirização da culpa. No sentido assim, hã? Eu estava um pouco enfraquecido, eu não estava muito bem naquele dia. E aí os espíritos me influenciaram a discutir, a me desentender com determinado

companheiro de lides espírita. Quando, na verdade, como a Daisy está mencionando ao lado negro, o mal ainda está em nós, e essa historinha de terceirizar a responsabilidade para as influências espirituais me parece ser um bordão muito equivocado utilizado nas instituições. Você pensa assim também, Nelson? Eu Acredito que a tua linha de raciocínio é corretíssima, porque, como você costuma bem dizer. Em muitas vezes. O Magrão dizia orar e vigiar. E vigiar e orar. E também. Porque?

AO ser humano? Tem essa dualidade devido a sua pouca evolução. Nenhum de Nós estava é perfeito. Nós estamos muito longe de uma perfeição. A muito longe? Então nós temos essa ignorância dentro de nós, porque nós ignoramos. A potencialidade que o bem do bem. Então a ignorância do bem produz o mal. E nós temos esse. Essa pitada de mal dentro dos nossos espíritos. Pela ignorância do conhecimento. Quando nós vamos terceirizar? A culpa? Kardec já falava. E sem isso, está nos livros.

Que nós, nós somos o que pensamos, nós estamos pensamento. Se o meu pensamento é mal, os meus atos serão bons. Não. Se o olho ao ofende, arranca, o é simples assim. Então, a nossa dualidade. Ela determina o que somos e por isso temos que vigiar e orar. Agora é muito fácil chegar, não, eu estou num padrão vibratório. Assim, um pouco baixo, e aí eu facilitei a presença dos irmãos espíritos que estão em minha volta e eles pegaram, influenciaram a minha tendência

ao mal. É tão fácil falar isso, né? É terceirizar, é muito fácil e a pessoa nunca olha para dentro de si. E percebe os mesmos erros que vem cometendo já há várias encarnações, porque não é só dessa não. Porque nós somos o acúmulo de nossas experiências. Se nós continuamos a usar desculpas. Para elucidarmos as nossas dúvidas e as nossas interrogações. Como podemos evoluir? Como podemos conhecer a essência do bem? Se a gente não entende nem que é o mal. É feito?

Muito bom. Aliás, os espíritos disseram isso. Allan Kardec, né? Para conhecer OA com profundidade e processo progressivo, é necessário que os espíritos passem pela fieira do mal. Passem pelo caminho do mal, né? Experimentem essas situações ruins, negativas. Isso derruba por completo a ideia que está nos tratando na questão anterior de que Jesus teria tido, por exemplo, uma

linha ascensional progressiva. Reta, né, que nunca teria passado por experiências negativas, nunca teria se equivocado, nunca teria feito o mal e isso seria a completa anulação do princípio da lei progressiva, que o espiritismo endossa. Mas Maria Cristina dentro desse contexto aí, de que nós temos pessoas que trabalham numa mesma instituição, às vezes então uma de frente para outra, uma no

lado da outra e não se toleram. Não se olha, não se conversa e volta e meia é possível perceber mediunicamente até a troca de farpas. E, né, de vibrações, de olhares negativos uns com os outros. Esse processo como um todo, levando em consideração a essa boa introdução que o Nelson fez para a pergunta que eu vou te fazer é, até que ponto está faltando? Um dos elementos de base filosófica do espiritismo, traçados por Allan Kardec na companhia do espírito da verdade, quando disse.

Um sábio da antiguidade vo lo disse. Conhece TA ti mesmo. Está faltando o conhecimento de si mesmo nas reuniões, sobretudo as mediúnicas. Espíritas. Acredito que sim. Eu acho que isso é um ponto nevrálgico. É porque a gente lembra ou relembra, sabe quando ele diz o inferno são os outros. E o inferno são os outros, exatamente porque me falta o conhecimento de mim mesma. Daquelas minhas ações e das minhas reações. Né? Quando eu tenho algo que me

desagrada. Costuma se dizer que nós, os espíritas, somos os que mais precisamos. Porque nós muitas vezes nós temos um grande é é cabedal de informações, né? Nós temos muito muita teoria para que nos que nos serve para nos ajudar ao nosso desenvolvimento, intelecto, moral, mas a gente utiliza para os outros. Né? E eu acho, acredito Marcelo, que muitas vezes, nas reuniões mediúnicas, a gente. Traz uma mensagem?

Que dita espiritual, em que a gente coloca um recadinho para aquele camarada, para aquele companheiro que a gente não aguenta mais. Né? Que que nos desafia não é profundamente o nosso, o nosso bom senso? E nós achamos que ele merece aquela, aquela, aquele recado. Mas se ele existisse de verdade, esse. Esse recado, esse recado deveria ser dado às nossa nós mesmos. Eu estudo aqui no na seh, Lady Joaquina, um centro espírita bastante grande para os moldes

de Santa Maria, né? Nós temos 300000 habitantes. E ele tem é um. É um centro grande. Nós temos mais de 30 grupos divididos, nós temos uma escola, temos um. Um processo bastante grande para nós, não é? E existem muitas pessoas que a gente não conhece. E outras que nós não temos muita afinidade. Né? E é algo bastante doloroso a gente se encontrar. Dentro de de uma de uma filosofia que fala sobre amor,

beleza, benevolência, né? É, é. É a capacidade que a gente precisa ter para nos adaptar AA determinadas situações. E uma delas? Que talvez seja a maior, né? Pelo menos nesse, nesse diálogo que nós temos agora, que é de entender as dificuldades alheias, porque a gente não entende é da gente, né? Infelizmente, como disse a Daisy, a gente não se olha muito no espelho. Para que a gente veja as nossas imperfeições e a gente vai chamar a imperfeição alheia.

Sendo que dentro daquilo que nós estudamos, nós precisaríamos nos conhecer. Como disse esse sábio, esse Sócrates. Né? Grande da humanidade, para que a gente possa saber como a gente deve agir com aquelas pessoas que não nos são simpáticas, que nós não temos afinidade. Mas que nós temos junto a ela uma caminhada. Porque dentro da nossa, da nossa construção evolutiva, não são todas as pessoas que a gente, se da bem, não são todas as pessoas que a gente olha e se encanta.

Existem pessoas que a gente olha e a gente não tolera. Mas aí é que está. A tolerância ela precisa permear os nossos, os nossos caminhos e a paciência precisa estar junto também. Porque se. Alguém me tolerou um dia, eu preciso tolerar os outros também. Né? Eu acho que é mais ou menos por aí, querido Marcelo.

Veja, né, às vezes sabe, desde é, nós somos bastante contundentes nas nossas lides, assim como somos contundentes nos documentos e secar e nos textos que nós publicamos todos os dias e algumas pessoas que estão acostumadas com um outro tipo de discurso espírita. Nos é direcionar um olhar, dizem assim, mas vocês só apontam os erros. Vocês só vêem erros no movimento, disse não. Absolutamente. Nós também vemos os acertos. Mas os acertos, como o próprio nome está dizendo, já são

positivos, já vem resultando. Bons sinais já vem proporcionando. É o chamado refazimento já vem proporcionando é. Unidade no comportamento ou como o espírito a costuma dizer, a sua evolução do ponto de vista intelecto, moral, então é compromissos indo e secar. Ao trazermos essas temáticas, apresentarmos as problemáticas, colocarmos o dedo na ferida. Para identificar os nichos possíveis de alteração de comportamento, onde nós podemos progredir, né? Aliás, em o evangelho EE também

o livro dos espíritos. São muitas as informações no sentido de que, a partir do auto exame, né? Aquilo que Agostinho recomendou, através de dos espíritos e dos médiuns da codificação. Examinar ao final do dia a quantidade de ações, de verificar aquelas em que nós ainda não estamos acertando e nos comprometermos no dia seguinte para melhorar aquele ponto. E ele disse que não conseguia no dia seguinte, nem no outro, nem

no outro. Até que um dia conseguia extirpar aquela mazela aquele miasma, aquela dificuldade. Esse é um processo progressivo. Então o espiritismo que OECK. Prodigaliza protagoniza é esse o de perceber os defeitos, os problemas. Os as lacunas do nosso movimento e buscar conscientemente investir na superação destes. Nós temos uma pergunta, vou pedir para a técnica colocar na lousa uma pergunta de um participante, né?

Que não está identificado, está como Facebook user, em que ele diz, assim como os como falarmos então das relações humanas espirituais através da intuição? Desde a intuição é importante nesse processo de conhecimento e de identificação de afinidade entre os espíritos, considerando tanto os encarnados quanto os desencarnados. Em que é uma palavra, vish. Muito, muito. Nós temos uma pergunta no livro dos espíritos. É sobre intuição, é a 393. E os espíritos explicam. Nos explicam, né?

Que quando nós vamos encarnar. Nós ao encarnarmos nós esquecemos daqueles compromissos. Que nós viemos para cá, não viemos a passeio. Gostaria muito de ter vindo a passeio, porque assim já estaria com todas os meus débitos pagos, né? Então Vem Pra Cá pra aumenta. Tá um pouquinho o crédito aí porque tem muito débito. Bom, mas nós encarnamos e esquecemos. Será que a gente esquece totalmente? Nós somos um espírito único. Os corpos é que modificam, na verdade.

Então? Nós, como espíritos, nós sabemos. Pronto, a gente pode relembrar em sonho, a gente pode relembrar. Quando nós percebemos alguma coisa aqui não está. Adequada. Por que será que não está adequada? É, então essas coisas que que que nós percebemos nitidamente nos nossos olhos, nós também temos como resposta dos espíritos que muitas vezes nós recebemos essas informações através das nossas intuições.

O que é o intuição? É o acesso que nós temos ao nosso espírito into vem de dentro, é nosso. Essas intuições, que muitas vezes nós achamos que é só o mundo espiritual que está nos puxa nó, o mundo espiritual está nos alertando ou então aconteceu muitas vezes, né? Nós esquecemos que já passamos daquela fase da curiosidade. É, alguns espíritas ainda estão, né? Você estava falando? Marcelo estava relembrando essas fases que Kardec falou que nós tivemos algumas fases no

espiritismo, né? E a primeira é aquela da curiosidade e que muitos espíritas que estão entrando agora ou que já estão, até porque a gente pega muita coisa de espírita. Que estuda é, mas não estuda assim. Como deveria estudar Kardec? Como a proposta mais séria, uma proposta de atualização e Kardec mesmo disse a respeito disso. Como a ciência se atualiza? É, e ele fazia isso muito na sociedade espírita parisiense. Levava temas, temas atuais, não é isso?

Então nós também devemos fazer isso, né? Nos nossos estudos, mas vindo como uma intuição, voltando aí ao nosso assunto, nós recebemos muito através da intuição. É caminhos que nós devemos percorrer. Olha, um. Faz tanto assim que não tá legal? Vamos pensar um pouquinho, então, essa, essa intuição que nós temos não é nada mais, nada menos do que muitas vezes vindo de espíritos, amigos, relembrando nos as nossas faltas, o porque nós estamos aqui. E acessando o nossa caixinha

preta, né? Acessando o nosso espírito. Nós é exterioriza mozi isso. E por exteriorizar isso como nós, temos nossos amigos espirituais sempre alerta. É na hora onde nós vamos. Realmente pedindo, né? E expressando vocês estão escutando 11 sonzinho meio ruim comigo não é só eu. Ainda bem que eu estou escutando uns papagaio aqui, assim que ele. Se eu tivesse falando igual papagaio ficaria muito ruim, né? Eu com essa voz maravilhosa. Não é da gente.

Brincadeira é, nós começamos a falar, mas a gente brinca bastante também. Falamos muito Sério e esse assunto é muito Sério. Nós somos espíritos. E neste essa passagem pequena que nós estamos agora. Nós temos assim, um material muito bom na a Cristina falou, esse material tão extenso, tão bom que nós temos na nossa mão. Que nós precisamos aprender a olhar esse presente que nós temos e realmente utilizá-lo, para que que serve essa ferramenta? Asinha desse presente aqui?

Uma ferramenta intuição, e essa intuição da onde que ela vem, ela vem de nós mesmos quando nós acessamos a os as nossas verdadeiras, é tarefas. Então, para nós, executarmos a nossa tarefa com mais propriedade. Nós recebemos de fora. Mas esse de fora, muitas vezes são dos nossos amigos que acessarão esse nosso espírito, sabendo dos compromissos que nós temos. Então, nós. Nós temos essa nossa intuição para executarmos melhor a nossa tarefa. Olha que legal. Esse é muito.

É uma ferramenta maravilhosa que todos nós temos e ainda não sabemos mexer direito nessa ferramenta. Por conta do nosso, da nossa vaidade, por conta de tantas coisas que ainda precisamos, é. Dar conta desses compromissos ainda. Que viemos aprender aqui de e o compromisso maior que hoje nós estamos falando de relacionamentos. Vamos pensar. Sim, nós estamos num círculo onde todas todos os raios convergem para o centro, né? Então o centro.

É aquela casa espírita. Nós estamos falando hoje de casa espírita, relacionamento, então o centro é aquele. Daquele centrinho daquele círculo onde foram convertidos. Várias pessoas. Vários espíritos que precisam aprender e aprender também com a sua intuição. Muito bem, muito bem, é, vou fazer uma pergunta para o Nelson agora sobre a ideia da intuição. É Nelson, é quando nós estamos diante da intuição, né? Todos nós é, estamos sujeitos a ela. Todos nós recebemos os incites

da intuição. É durante o tempo que estamos conscientes, acordados na condição humana, né? É de encarnados. É de qualidade, de que nível é a primeira intuição que o espírito recebe. Vamos homenagear os nossos telespectadores, nossos internautas que estão conosco ao vivo e colocar mais algumas informações a respeito da teoria espírita. AA primeira intenção e intuição que alguém recebe. Que qualidade tem? Bem, vejamos a seguinte maneira. A intuição ela é. Ela tem uma amplitude muito

grande. Ela pode ser da própria alma da pessoa, como falou a Daisy. E na perspectiva. Nas lentes das perspectiva, ela tem muitas variantes. Mas vamos abranger. A parte espiritual. Que a intuição, ela é também espiritual. É a intuição espiritual. Da através do médium, ouvindo através da espiritualidade para o médium. Ela tem uma perspectiva. Também ampla, como na parte anímica. Hã, existem. Na intuição 111, grande vertente. De manifestações? É, e por essa grande vertente de

manifestações. Ela pode. Causar? Uma grande insegurança. No médium que as recebe, porque em geral ele nunca consegue assim, num primeiro instante, discernir. O que é próprio dele? E o que é vindo pela? Mediunidade a intuir imo. Nas nas consequências, nas lições ou nos exercícios mediúnicos que ele pode realizar. Em geral. Não. Você citou a primeira intuição. Dentro, principalmente de uma casa espírita. Geralmente é uma sugestão da espiritualidade ao médium.

Que ele? Desde que, com uma educação mediúnica. Bem embasada. Ele pode. Dentro da mensagem recebida ou da intuição, melhor dizendo. Transmiti-la. Mas a veja só, é aí a importância. Que temos? De educarmos? E aprendermos e com as lições e com. As explicações que Allan Kardec nos deixou no livro dos médiuns, o livro dos médios é um embasamento necessário a tudo. Que nós podemos desenvolver sobre mediunidade, lógico a publicações posteriores e outros pensadores de outros filósofos.

Quem complementa são as lições do mestre. A então. A grande perspectiva que temos na primeira intuição. Ela, na verdade pode ser dúbia. Na minha opinião. Porque vai depender do nível de conhecimento de quem a recebe, do médium que a recebe. Pois ela nem sempre é espiritual. Não sei se me fiz Claro. Fez sim, e colocou algumas pimentas aí. Algumas pitadas de pimenta na nossa conversa eu vou devolver a pergunta para Maria Cristina, né? É levando em consideração.

AO conteúdo de Kardec, as Ideas que foram trazidas a partir da filosofia espírita. E enfocando a questão da intuição, que é um móvel importante. Na condição de espíritos encarnados, que todos nós somos. Qual é a qualidade, qual é o gênero? Qual é o nível da intuição da primeira intuição que todos nós recebemos? Maria Cristina. Perguntinha, em seu Marcelo. Puxa lied. Senhor, é muito sagaz. A primeira intuição, se não me

se não me falha a memória. E eu espero que me corrijam imediatamente se eu não estiver certa. A primeira é intuição, é a correta, é aquela que vem. Né? A primeira, intensa e a primeira intuição, segundo a filosofia, esse é que eu estou me recordando direito. Ela É Aquela que estaria o mais adequada ao momento. O problema nisso aqui é a está relacionada a outra. É? É a pergunta que tu fizeste, né? Que é sobre o nosso pouco

conhecimento de nós mesmo. Então, quando a gente sente, devo ir ou não devo ir e a gente e vem logo aquela aquela resposta, vai? Mas será que eu devo? Né? Dentro das minhas amp, meus pensamentos das minhas é loucura, sono daquilo que a gente procura fazer durante o dia, não sendo o Santo Agostinho, mas tentando durante os nossos contratempos diários, né? Dentro do colégio, dentro da casa espírita lá esquina, quando a gente se depara com alguém, né? AA gente pensa assim, ó, como eu

estou agindo? Né? EE aí eu digo, o que, o que acontece com a gente e o que poderia acontecer com a gente? É que a gente não se conhece o suficiente e não acredita na nossa força o suficiente também. Né? Porque nós, hã. Assim, nós somos espíritos imperfeitos. Como disse Kardec, somos sim, mas nós estamos numa caminhada evolutiva. Nós somos hoje melhores do que fomos ontem e esse ontem não precisa necessariamente ser o ano passado, mas pode ser ontem mesmo.

Não é hoje a gente pode, devido às nossas os nossos, as nossas aventuras, não é dentro da da da, da matéria. A gente, se a gente se deparar, se a gente se deparar com alguma coisa, nós temos a condição sim, de conseguir uma resposta nossa. Né? Para aquilo que nos aflige no momento. Inclusive porque a gente se coloca em posição de pedir a Deus para que ele nos ajude, né?

Nos percalços do dia a dia, porque afinal de contas, AA, como bem disse a colega e disse, o Nelson também, nós somos espíritos, nós somos espíritos numa jornada Na Na matéria. Nós temos sim os nossos dias que nos ajudam. E eles nos inspiram, mas a última palavra é nossa. E aí entra a nossa intuição e a nossa coragem de aceitar o nosso Oo. O nosso conselho, o conselho de mim mesma, quando eu digo alguma coisa.

Estás ouvindo? Sim, quando eu digo e quando eu recebo também uma intuição, eu preciso sim aceitar aquilo. Desde que eu analisei ela de uma forma é, é. Adequada? Não é isso, meu amigo. Olha só a Riqueza da construção que nós fizemos, já vou te passar a palavra desde. É a introdução, que é desde fez, né? Relembrando algumas passagens importantes do conteúdo da filosofia espírita para apresentarmos a ideia. Da da, do funcionamento, da intuição. Todo o arcabouço que o Nelson é

nos trouxe. É enfocando. AO intercâmbio mediúnico, atuando é sobre situações em que nós temos que também dar azo, dar utilidade à nossa intuição e a resposta objetiva da Maria Cristina a minha pergunta, porque está lá? Em um livro dos espíritos? Esta conformação. A primeira intuição é para o bem. A primeira intuição é boa, é moralmente elevada, mas como ela bem salientou. Nós temos o livre arbítrio, a Liberdade de escolher, de decidir isso tanto na nossa vida individual, pessoal, fora da

atividade espírita. Quanto? Como ela também me explicitou e o Nelson mais ainda. É nas questões que envolvem o próprio trabalho espiritual ou o próprio trabalho dentro da casa. Inspire. Querias falar, Deise. A, só lembrando, né? Só também a respeito da desses relacionamentos. Então nós temos os nossos relacionamentos espirituais, né? Que são todos ótimos. Nível assim, acima da média, aqueles espíritos. A Cristina até deu risada.

Então aqueles espíritos superiores que nos acompanham, todos eles assim, bom, então é muitas vezes é, nós queremos saber, né? Temos Ideas assim, várias Ideas, vou pra direita, esquerda, centro, atrás tal. A essa ideia é minha ou é do espírito? Aí, Oo, os próprios espíritos fala assim que interessa a isso, a gente que tem que analisar, vamos seguir o bem. Quando a Cristina falou do né, do bem, do melhor, aí eu lembrei dessa passagem, puxa, é AO Ponto Final.

Aí quem vai fazer somos nós. Então, se a ideia veio de um espírito bom, esse a ideia veio do espírito, não muito bom. Quem vai, né, pegar as perninhas? EE falar e fazer vai ser nós, então é realmente usar o bom senso e no não ficar procurando? Será que é minha, né? Deixa eu pensar, deixa eu fazer fazer OA o A1 meditação aqui. Será que isso é man? Será que isso é dos espíritos? Não OAA nossa, a nossa vontade é magnânima, por isso nós

estamos encarnados, né, Marcelo? É desde é e esse processo de entendimento, né? Do que é nosso e do que é dos outros. Faz parte também do nosso desenvolvimento, da forma pela qual nós vamos entendendo as nossas sensações, as nossas experiências, sejam elas as sensoriais ou as extra sensoriais ou mediúnicas. Como costumamos dizer, né? E a Eliana Haddad, nossa companheira, jornalista espírita, também do correio fraterno, fez uma colocação que vocês acabaram de responder, né?

Qual é a diferença? Entre inspiração e intuição, né? Exatamente o contexto da pergunta que Kardec fez e que você nesse acabou de ilustrar é no sentido de que para nós, pouco importa saber da onde vem, pode vir de um espírito amigo, pode Vir Das nossas próprias experiências. Anímicas pode vir na nossa intuição que quase sempre é um sopro do nosso espírito guia, do nosso espírito familiar ou protetor. Como os espíritos assim.

Se referiu Allan Kardec. Ou pode ser uma mescla de umas e outras coisas, o que nos faz ainda estar diante de uma grande Riqueza que é essa experiência na carne, dizendo, como bem predisse o professor Herculano Pires, que todos nós somos seres interesse existentes, vivemos ao mesmo tempo.

No mundo físico e no mundo espiritual e, portanto, travamos essas relações entre os espíritos, que podem ser boas ou não, dependendo das nossas escolhas e das nossas afinidades, mas construindo a nossa própria trajetória individual eu tenho agora. Que nós já estamos partindo aí para, é. O desenrolar final da nossa live

de hoje. 2 perguntas que são perguntas que envolvem é questões mais ácidas, questões mais delicadas dentro da chamada ambiência espírita e que merecem de nós que nessa oportunidade nos convertemos em estudiosos dessa temática a desde o Nelson e Maria Cristina. Tentarmos esquadrinhar, tentarmos entender melhor essas 2 situações.

A primeira delas é, diz respeito à comparação que podemos fazer entre os trabalhos espirituais realizados nos centros espíritas e os trabalhos espirituais realizados nas igrejas, sobretudo as igrejas de matiz católica, né? E porque se chama atenção para isso? Porque trazemos essa pergunta dos nosso. É, é grupo de apoio dessa live. Porque a mediunidade está em toda parte, porque a mediunidade, ela faz parte da

natureza humana. Como eu costumo dizer nos textos e nas nas nossas atividades do ICK mediunidade não é patrimônio exclusivo do espiritismo, ela é muito mais antiga mesmo do que a interpretação espírita que se dá à mediunidade. Ela é uma fenomenologia natural da espécie humana e aí contamos o tempo que a espécie humana está sobre a Terra. Mas não vamos vincular necessariamente apenas a Terra, porque na poesia do Magrão, muitos mundos habitados na casa

do pai. A mediunidade é uma característica que está em cada um dos planos habitados dentro do universo. Então a pergunta é a seguinte, Deise. É possível estabelecer um paralelo entre o atendimento que é feito na casa espírita, sobretudo aquele atendimento que alcança espíritos endurecidos, alguns deles vingativos, que odeiam os encarnados ou que odeiam determinado encarnados, chegam a hop sediar determinados

encarnados, né? Pela qualidade da relação que se trava entre vivos e mortos, entre encarnados e desencarnados. Existe, como traçam um paralelo entre este trabalho e o trabalho de exorciza, são ou exorcismo, que é feito na igreja católica e em algumas seitas neopentecostais. Você acha que é possível traçar um paralelo entre esses 2 trabalhos? 10? Eu acho que sim, viu Marcelo? Mas assim, com falta qualidade, né? Porque nas casas espíritas, quando se se abraça.

AAA palavra certa se abraça mesmo algum, algum espírito que vem cheio de ódio, cheio de rancor, de vingança. É, ele é recebido com calma. Com uma explicação lógica para a coisa, mostrando os caminhos, mostrando que ele está perdendo da vida dele. É obsessed, andou indo atrás dessa vingança. Mas em compensação é é em outras

religiosidades, né? Pode-se fazer um exorcismo brigando e aquele espírito vai xingando também, porque ele não é compreendido, mas ele acaba, muitas vezes saindo ou não, né? Porque não é porque a pessoa está indo numa casa espírita fazendo um trabalho de desobsessão. Que aquele espírito realmente vai sair, vai depender muito. Da outra parte, né? Vai depender muito daquele obsidiado. Ele também precisa fazer a parte

dele e a gente sabe, né? Só traçando aí rapidamente existem é de encarnado, para encarnado, de encarnado para desencarnado de desencarnado. Nós achamos, né? Quando entramos assim, começamos a estudar o espiritismo, que só existe obsessão do desencarnado para encarnado. Mas a gente sabe que existem outros tipos de obsessão e dizem que, de encarnado para encarnado, é muito forte, né?

Vide vide eu não, não vou falar, não vou falar, mãe, filho, eu não vou falar, não vou falar, sogra, gente, é só brincadeira. Eu falo sogra, porque a minha sogra ela já não estava mais aqui nesse plano, mas Ela Foi uma mãe realmente, então é brincadeira. Mas algumas pessoas, sim, tem essa relação. Muito ruim, né? Mas então. A desobsessão numa casa espírita é feita com esclarecimento, né? Não vamos dizer nem desobsessão. É uma esclarecimento espiritual, onde as 2 partes têm que fazer a

sua parte. Não é só aquele espírito que é mais grosseiro que está falando com tanto ódio com tanta vingança AO outro espírito. Bem encarnado no caso também tem que fazer a parte dele, né? Porque também existem casos das pessoas irem fazer 11 esclarecimento aí uma desobsessão e querer saber o porquê que o espírito tal observe a é aquela fofoquinha espiritual que a gente fala, né? É voltar a ligação. É, não quer, não quer saber, quer saber ou o que que está acontecendo é voltar a ligação

daquele problema. Então o esclarecimento é a base. De um esclarecimento para ambos os espíritos, encarnados e desencarnados. Já no exorcismo, é feito com muita agressividade. É fazendo com que aquele espírito saia muitas vezes até mais. Revoltado, né? Pode sim ser traçado esse paralelo. Marcelo, assim, efetivamente, na resposta, sim, mas com uma diferença brutal de esclarecimento para os espíritos. Certo, deis, vamos botar o Nelson nessa roda.

Nelson é qual seria o ponto de diferença entre o trabalho e atendimento espiritual que o espiritismo preconiza? E aí nós vamos falar, não necessariamente daquilo que o movimento espírita ou meio espírita atual faz com o atendimento espiritual e sim a diretriz anterior dada por Allan Kardec no trato, na convivência com o desencarnado.

O que nós percebemos, muitas das vezes, um distanciamento do movimento espírita atual em relação às diretrizes ou a forma de trabalhar as questões espirituais ao tempo de Kardec. E aí nós corremos o risco de estarmos adotando posturas, comportamentos ou práticas que nada tem a ver com a ideia de atendimento e de orientação contida no espiritismo. Então, a minha pergunta para ti, né?

O seguinte, qual seria, então? O ponto de diferença entre o correto tratamento ou atendimento espiritual feito na doutrina dos espíritos ou nas instituições espíritas que adotam é a convenção dada por Kardec e o trabalho de exorcismo nas neopentecostais ou em algumas Vertentes da igreja católica bem a. Em primeira instância seria assim? AA parte de. Atendimento mediúnico, atendimento espiritual. Nos casos de obsessão. Ele.

Por vezes. Se nós não seguirmos a métrica de Kardec. Ele pode é descambar, digamos assim, para a parte. E caritativa, aparte caritativa, parte consoladora e por vezes isso não é o suficiente. Para discernir o problema? Do espírito e do encarnado. Quando Kardec fazia as suas. Evocações, principalmente. Ele sempre prezava pela lógica racional. Acima? Do atendimento caritativo, porque? Há necessidade do esclarecimento. Muito, também. A necessidade do esclarecimento. Do espírito?

Da sua situação perante o mundo espiritual e perante o mundo físico. Ele tem que ter conhecimento. Das suas limitações e das suas possibilidades, estando em um novo plano de existência. Então, Kardec sempre. Preconizava o esclarecimento acima de qualquer coisa. Para ampliar os horizontes dos espíritos atendidos em suas seções. Devido a isso. Ele tinha uma grande taxa de. Êxito nas suas experiências e nas suas atendimentos. Porque AO que é que acontece?

Isso mediante, seja como a dese, falou, né? No No espiritismo ou nas outras religiões cristãs ou em com variantes neopentecostais? E o tratamento Como Ele É feito? Sim, é nós na casa espírita, procedemos. O acolhimento e o esclarecimento. A religião PT costal ou AO as as várias variantes cristãs. Partindo exorcismo, que é uma outra teoria completamente diferente. Ela Visa a expulsão do espírito obsessor e não o esclarecimento dele. E geralmente. O que acontece é que aquele.

Obsedado vai voltar a ter o mesmo problema. Porque o espírito não fica satisfeito com o que lhe é feito. Por vezes até mesmo revolta o. Para o atendimento que ele é feito e se nós. Baseados no que Kardec nos legou. Partirmos no atendimento, no acolhimento, tranquilo. Racional? Ponderado. E, acima de tudo, esclarecedor. O espírito, ele acabará entendendo sua situação. E compreendendo a sua situação, ele se liberta das amarras. Porém. O atendimento não deve ser feito apenas ao espírito.

Mas também a alma do encarnado. Porque a alma do encarnado tem que também querer se desligar. Da gamos assim daquela bengala que ele tem. Aquele subterfúgio que ele usa. Para. Revogar. A sua culpa, a sua responsabilidade. A sua influência? Sobre? Um companheiro espiritual que o está acompanhando. Kardec dá vários exemplos disso. Até mesmo um dia na obsessão plena. Que às vezes o obsedado não quer se livrar daquilo. Ele quer sentir aquilo.

Então, acima de tudo, ambos devem ser esclarecidos, como a Deise, disse. Agora, a grande diferença, na minha opinião, é esta parte em que Kardec usava. A sua lógica racional e seu bom senso no atendimento. Da nossa sociedade parisiense de estudos espíritas. E isso facilitava muito o trabalho. Porque se nós ficarmos apenas nos atendo. A parte de Consolação? Ela pode ser um paliativo momentâneo, apenas. Existem sim, a necessidade de

esclarecer se desse. Digamos, até mesmo educar o espírito para que ele vislumbre novos horizontes em sua caminhada. E assim conseguir se desvencilhar. Tanto para. A alma que está encarnada quanto ao espírito que está acompanhando. Muito bem. Esse paralelo é o primeiro ponto que nós queríamos traçar. Né? Nesse contexto da pergunta, né? Para verificarmos é que há sim, semelha. Eu só as. Sobretudo em face.

Da forma pela qual o meio espírita realiza, mesmo com o anteparo, a justificativa, o consolo do atendimento, da assistência da evangelização do desencarnado. O mesmo ponto problemático encontrado no exorcismo e nas outras práticas similares de atendimento aos desencarnados. Veja que ao traçarmos desde como você bem colocou inicialmente as

diferenças. Nós também acabamos tratando das convergências ou das parecenças entre o que se faz na casa distante da teoria de Kardec e o que se faz nessas igrejas? Maria Cristina queria falar. Meus amigos, é eu acho que 11. Só para complementar o que os 2 colegas disseram a Deise e o. Nelson, eu acho que uma das da. Das diferenças cruciais é que o espírita. C, desde que ahn, ligado ao trabalho de Kardec, ele enxerga o espírito obsessor. Como um ser que está em evolução.

Eles, ele, ele, hoje ele está nessa imperfeição, mas ele vai, ele vai. Ele é um ser como qualquer um e dentro das igrejas evangélicas e as a católica também. É o espírito, ele é tratar o como o demônio, né? Como uma criatura que foi criada para ser má. Né? Então, ela deve ser extirpada. O nosso colega falou extremamente bem quando diz que a gente precisa esclarecer. Se tu acreditas que tu tens 11, ser que vai, se dá todo para o mal. Ele foi criado para o mal. Tu vai esclarecer o porquê.

Ao passo que dentro da doutrina espírita. A nós sabemos que todos nós avançaremos e nós teríamos que ter uma outra visão e um outro comportamento distinto desse, isso que eu gostaria de dizer, Marcelo, só para complementar. Muito oportuno é esses dias. Eu estava conversando com um companheiro que não é espírita, que é evangélico. Né? E nós conversamos sobre a questão da dualidade, do maniqueísmo, bem e mal que está presente nos diversos contornos e contextos da nossa existência.

E ele saiu-se com uma Pérola. Que eu aproveitei, e depois te tracei um paralelo com o nosso movimento espírita, nossa ambiência do meio espi. Ele dizia assim, Marcelo. Eu vou na igreja, eu gosto muito do trabalho da igreja. Eu me. A fini Zoo com a filosofia da minha igreja evangélica. Mas às vezes eu fico me pensando, quanto tempo lá na igreja o pastor gasta para falar do demônio? Para falar do diabo? Ele passa um tempo muito grande. Eu acho que é 90% do culto.

Ele fala no demônio, no diabo e na influência e nos perigos, et cetera, et cetera, et cetera. E eu fiquei ouvindo aquilo, e de repente me deu um estalo, sabe? Deise Cristina e Nelson? Quantas vezes para assando um paralelo disso com o movimento espírita? Quantas vezes os espíritas, os doutrinadores, os expositores, os coordenadores de grupos de estudo ou de mediunidade gastam o seu tempo para falar das

trevas? Porque o espiritismo não fala em demônio nem diabo, mas fala nas trevas da aulas de espíritos trevosos, os espíritos do mal. Com os espíritos endurecidos e empedernidos no mal. Nós gastamos um tempo preciosíssimo, falando não de um inimigo externo. Mas de um inimigo íntimo. Porque aquilo a que os espíritas chamam de trevas de mal, et cetera.

Fazem parte da nossa própria natureza humana e se nós, ao invés de estivéssemos dando tanto tempo destinando tanto tempo para falar de estivéssemos falando do processo oposto, que é exatamente o que vocês 3 colocaram na ideia de que nós não podemos ter nem na igreja católica nem na igreja neopentecostal, tampouco no centro espírita, um tratamento baseado na autoridade? Baseado no poder há, eu sou o dirigente do grupo mediúnico. Hã? Eu sou o presidente da casa espírita.

Hã? Eu sou um expositor com uma longa ficha de serviços prestados ao movimento espírita. Portanto, eu posso chegar para uma obsessor. Eu posso chegar para o espírito endurecido e dar de dedo, dizendo o que ele deve fazer, o que ele tem que fazer. O oposto disso é o que Kardec nos ensina no manual da mediunidade, que é o livro dos médios, a única autoridade possível para qualquer trabalho. Espírito é de natureza moral.

Diríamos nós hoje, de natureza ético, moral, porque os nossos exemplos, as nossas atitudes, é que vão ser olhadas pelo espírito que está ali no trabalho e não as palavras do argumento de autoridade, que nós estejamos utilizando nesta ou naquela oportunidade, neste ou naquele trabalho, me parece que essa virada de chave Maria Cristina, você queria falar de novo que é, levantou o dedinho essa virada de chave é

fundamental. Para nós entendermos aquilo que nós estamos fazendo na casa espírita e como qualificar, já que o tema é esse, os relacionamentos que nós travamos com os espíritos não é isso. É isso. Hã, colegas, é uma das coisas que a gente passa muito tempo. Hã, falando, nós os espíritas, é sobre o dito obsessor. Sem nos darmos conta que muitas vezes o obsessor somos nós mesmos. Né, trabalhando contra nós. Né? Num processo de autodestruição muito danoso. Para todos nós.

É se dentro das igrejas nós queremos, hã, ou eles querem porque nós não fazemos parte. É trabalhar OOA autoridade. Na casa espírita, às vezes não é diferente. Como tu mesmo falaste, Marcelo? Né? Nós, hã. Nós temos a aquilo, o ranço do poder, né? Ou seja, eu sou a dirigente deste grupo. Eu sou a dirigente deste centro, espi. E eu não trabalho nunca, minha autoridade moral. Até porque muitas vezes a gente não tem dentro desse livro que tu citaste Marcelo.

O livro dos médios, que é um manual, né, dos? Médiuns e dos evocadores, o Kardec, conta. 11 breve passagem de um espírito que foi evocado. Porque ele jogava pedras em determinado local? E o Kardec pergunta, és tu quem quem joga Pedra? E o espírito respondeu, sim, sou eu. E por que que tu não jogas agora? A agora, eu não posso.

Ou seja, existia naquele grupo. Não é uma autoridade moral que nós precisamos aprender a desenvolver e desenvolvendo essa a essa, essa autoridade moral, através do nosso conhecimento e da nossa prática, porque a autoridade moral está muito ligada à prática do ao nosso dia a dia, como eu trabalho. Né? As os meus conhecimentos dentro daquilo que eu necessito. Que é o meu Progresso, não é? Eu quero um mundo mais humano e eu preciso me tornar mais

humana. Eu quero um mundo fraterno e eu terei quando eu for mais fraterno, porque eu sou o agente que vai desenvolver essa fraternidade, essa humanidade dentro do grupo que ele esteja. E aí eu tenho a moral. Não é? É um processo longo. Sim, é um processo longo, mas a gente precisa começar. Eu acho que tu me perguntaste também, o Marcelo me perdi é sobre como a gente faz para mudar as relações No No centro espírita é isso? Como virar a chave?

Como virar a chave? Eu acho que a chave tem nome e sobrenome e Alan Kardec é nós entendermos aquilo que ele escreveu e trabalharmos mais dentro da sua filosofia. Kardec, como tu disseste anteriormente, ele fala no que a gente se conhecer mais pra gente saber das nossas ações e das nossas reações. A gente precisa entender que nós estamos num mundo construído por nós. Né? E que através de nós que nós

faremos essa mudança de chave. Não, eu não acreditando, queridos, que a gente possa simplesmente numa palavra ou numa ação, modificar uma pessoa. Não é como a gente, muitas vezes não consegue se modificar. Então acho que o grande, a grande virada está em voltar para o começo. Voltar por Kardec. EE entender aquilo que ele nos diz. E tentar fazer as coisas como está bem disposta dentro da da da compilação espírita. Eu acho que é isso, não é, Marcelo?

Muito bem, é não restringir a ideia da mediunidade. Maria Cristina, Daisy e Nelson, há aquele jaleco que a gente coloca e entra na casa espírita e assim agora eu sou um médium da casa espírita, né? Isso que você está dizendo é fundamental, é de nós temos esse compromisso de sermos médiuns em todos os lugares. É o espiritismo que sai, como diz o nosso Sidney Batista, de dentro da redoma, né? Da das 4 paredes do da casa espírita.

I. Endereça a ação social espírita, atividade como médium, como educador, como de alongador. Como alguém que está em busca da construção de uma sociedade mais espiritualizada, meu ponto eletrônico, que eu não tenho, mas as pessoas pensam que eu tenho meu ponto eletrônico, tá dizendo que o nosso Nelson Santos vai precisar se ausentar desse rico debate? Então nós vamos dar oportunidade para que eles se despeça do nosso público. Olá, desculpe me. Pessoal, infelizmente apareceu

um compromisso. Que eu não posso me ausentar se não eu vou parar num Brau. Porque eu desencarnarem forçosamente se não estiver presente a ele. Mas é, vão com certo pesar porque o assunto é deveras interessante. Múltiplo? Extenso. Pena que não vou poder continuar aqui pré com vocês para desenvolver e aprender. Mas outras oportunidades virão. E nós continuaremos. Como estamos aqui, cada um no seu ambiente. Espiritual dando o melhor de nós em prol.

Da nossa progressividade no nosso Progresso de nossa evolução. Deixo a todos os meu boa noite. E até breve. Valeu, Nelson, muito obrigado mais uma vez, pela tua presença, pela tua qualificada contribuição ao nosso debate e temos certeza que vamos explorá-la em outras oportunidades aqui na bancada do ICK. Bom, nós estamos partindo para a

partir agora, final. Realmente o nosso trabalho eu vou fazer a última pergunta que também é, como eu disse, tem um contorno ácido, mas um contorno de crítica construtiva, né? E de nós virarmos aquela chave no sentido de. Buscarmos o nome e o sobrenome que identifica efetivamente a nossa filosofia é não dando azo aí aos espíritas, novidadeiros, como disse Herculano Pires, que querem introduzir a fórceps, qualquer novidade, qualquer inovação. A pretexto de. Melhorar o tipo do trabalho ou

alcance em termos de resultados. Desde nós temos, é. Na Na, na entre o espiritismo e os cultos de matriz africana. Um elemento também de conexão de similitude, né? É os cultos de matizes africanas. Sobretudo as reuniões nos terrenos de umbanda também trabalham com os espíritos. Também trabalham com os guias, com os orientadores espirituais e também prestam um serviço de esclarecimento, de orientação de assistência.

Como você bem disse em uma das suas intervenções de acolhimento aos espíritos que estejam numa condição de não verdade de não esclarecimento de não entendimento das leis universais que. Se aplicam a todos, independente da crença, da religião, ou do matiz philosophy. Só que nós percebemos, nós do ECK, percebemos um distanciamento. E esse distanciamento acaba sendo pejorativo, negativo para a ambiência espírita, ou seja, o que o que que eu estou dizendo? Que comparando?

Os trabalhos que são feitos nas instituições espíritas e os trabalhos que são feitos nos terrenos de umbanda. Nós temos uma situação de desnivelamento, onde os nossos irmãos umbandistas acabam tendo resultados melhores justamente porque eles utilizam no seu trabalho.

A emissão de orientações para o bem viver dos encarnados, ou seja, a preocupação maior é com os que estão aqui na experiência da carne AAA, pregação, por assim dizer, a orientação é voltada para o encarnado, para que ele seja uma pessoa melhor, para que ele tenha ferramentas para resolver os seus próprios problemas e, como consequência, que ele melhore a qualificação dos relacionamentos que trava. Com os vivos e com os mortos, enquanto que na doutrina ou no movimento espírita.

Nós temos uma preocupação às vezes excessiva com a doutrinação. Que é aquela influência para modificar a conduta dos desencarnados. O foco, então não é a melhoria da nossa qualidade de vida humana, espiritual, mas um pretenso esclarecimento. Dos desencarnados, o que dizer disso? Ai, ai, ai, barcelo ai, ai, ai. É na federação espírita de São Paulo. Eu cheguei a dar aula lá. É, acho que foi o ano, foram os 3 anos, mas é. É um pouquinho fora de mão pra mim, né?

Pra minha casa e eu acabei. Ficando só No No irmão x mesmo bom. É na federação espírita e antes, no irmão x também tinha essa prática na escola. O pessoal fazia a na escola do aprendizes do evangelho. Fazia uma caderneta? Eu não sei se vocês aí do sul chegaram a ter essa prática, a caderneta é onde se colocava faziam. Se os temas e procuravam focar. Na Na pessoa. Eu achava interessante isso, mas é eu. Eu achava assim.

Isso quando eu não estava Na Na direção do departamento de ensino que eu fiquei por algum tempo, né? Mas foi quando eu conheci o irmão xis e era assim, eu ficava assim, mas essa caderneta, eu com os meus pensamentos, né? Estudando Kardec tal fala, essa caderneta é muito boa porque você coloca no papel aquilo que você pretende. Melhorar seria um querido diário, querido diário. Hoje eu fiquei brava com a minha mãe, né? Uma coisa assim é, vou tentar melhorar amanhã.

Mas eu não gostava da prática. Onde? Os alunos passavam, essa é esse diário para os seus expositores lerem. E eu ficava pensando mais. É, qual é a autoridade daquele expositor de dizer para aquela pessoa que É Ela leu e vai dar o quê naquela academia? Netta, não. Não, não caia muito bem exatamente isso que você está falando, Marcelo, é nós. Temos que ter essa autocrítica. Temos que mexer sim conosco, mas para nós mexermos conosco, nós precisamos nos conhecer.

Não tem jeito de nós sempre olharmos o externo, né? Ver as pessoas e não nos enxergar. É, e saber realmente quando nós estamos ultrapassando os limites, inclusive nossos, né? Quanto mais o dos outros. E essa essa outra prática que você comentou a respeito da. Das da umbanda, né? É. Eu sempre comentei assim, isso já faz anos que eu falo, quando alguém te perguntar se você é espírita. Você é espírita e se você quiser falar que você é espírita, você é espírita? Não coloque nunca.

Eu sou kardecista, eu sou espírita, kardecista. Porque é uma. É um orgulho, é uma prepotência, é querer se achar melhor. Que aquele umbandista que fala eu sou espírita? Eu sou umbandista e nós sabemos a história, o porquê que é. Eles se colocam também centro espírita, umbanda, de umbanda, alguma coisa assim, porque eles foram muito, é perseguidos, né? E. A história explica isso para eles fazerem a as suas reuniões. Os espíritas é historicamente, lá, onde nós éramos divididos,

né? Os científicos e os filosóficos, aqueles é os espíritas, poderiam fazer as suas reuniões. Portanto, que não houvesse prática, né? Houve um tempo na nossa história. E aí, os umbandistas se autodenominavam também espíritas, para que eles pudessem se reunir também, OK? Já foi, é história. Agora é o Suman distas. Tem orgulho. Agora não, já tinham. É da sua doutrina, da sua religião, assim como nós podemos falar, somos espíritas. Pronto, chega para por aí, não

somos espíritas kardecista, né? É muito muita prepotência pra pouca pessoa que nós somos ainda, né? E nós podemos sim a fazer essa relação. Desses espíritos que. Ná doutrina na umbanda, fazem com que aqueles conselhos para que nós possamos ser melhores, são conselhos dirigidos a nós, dirigidos aos médiuns que fazem a aquela casa. Espiritualista, né?

Funcionar. E na casa do movimento espírita nós vimos é esse movimento, mas muito pouco é na escola, fazendo a bendita reforma íntima que a gente fala. Nas escolas, né? Principalmente de aprendizes do evangelho. Fala-se muito em reforma íntima e terminou a escola, já fez a reforma íntima, né? Quanto tempo vai fazer na escola e na escola?

Vai fazer a reforma íntima? Reforma íntima aquela reformulação individual a gente vai fazer durante a encarnação inteira e é isso realmente o que você falou, Marcelo. Nós precisamos nos acostumar. AA, pegar as coisas boas das outras religiões e também aplicar a nós, né? Fazer com que é esses conselhos dos espíritos bons cheguem até nós, mas nós mesmo não é aquele obsessor encarnado? Não, não é aquela aquela pessoa que nós não, não, não nos damos bem. Não nos relacionamos.

Na casa espírita. Olha só o. A brecha grande, né? Como nós falamos no começo, a brecha grande que nós estamos dando para aqueles espíritos inferiores a penetrarem nesse nesse meio onde? Nós nos reunimos para fazer o bem e para sermos melhores, mas se os nossos pensamentos ainda estão nessa coisa de o outro tem que melhorar, né? Ou aquela pessoa que esteja fazendo alguma coisa que não está muito boa, não está muito boa, vamos conversar, não tem conversa, vamos orar.

Para que é espiritualidade? Também deu um clique naquela pessoa. Nós temos muitos meios de nos alertar, olha Cláudia aí, né? Não pode preto velho. Na casa espírita tem que evoluir, né? Cláudia, ouvir isso, eu também ouvi isso. EE foi ouvido isso no começo, né? Com onde foi fundado a umbanda? Que eram espíritos que na federação espírita Brasileira é não puderam. Entrar num, poderão conversar entre aspas.

Aí foram banidos. E aí um outro movimento de origem, a umbanda, que é uma doutrina Brasileira, é uma religião Brasileira. Justamente por conta desses espíritos que são assim. Que tão muito conselho bom, né? Eles não não poderiam falar numa federação espírita Brasileira? Olha, a gente tem tanta tanta conversa, né, Marcelo, né Cristina? A gente vai emendando um assunto no outro pronto, chega já, faz. Tá bom?

Dese é essa ideia. Nós precisamos realmente é trabalhar em nós enquanto movimento, né? É tirarmos esses miasmas, tirarmos essas convenções e entendermos que todos nós somos espíritos. É talvez em níveis diferentes, mas que temos trabalhos voltados ao bem. Cristina. Vou estender a tia pergunta que eu fiz para Deise, né? Pergunta que veio da nossa técnica.

É para enfocar essa questão, né? Até que ponto nós vamos continuar dando ênfase ao trabalho mediúnico voltado aos desencarnados, enquanto os nossos irmãos da umbanda é nos dão um exemplo riquíssimo de que trabalhasse Claro a espiritualidade desencarnada que ali está. Mas a ênfase é para aquele que está encarnado no sentido de dar orientações, de fornecer orientações para o bem viver.

Do encarnado, que afinal de contas, está aqui para cumprir a sua trajetória e o desencarnado já passou por aqui, né? Já não tem mais a os compromissos e as responsabilidades de uma vida encarnada. É isso mesmo? Não estou lhe ouvindo agora, sim? É, eu acho que sim. Marcelo, dentro da casa espírita. Nós fazemos um trabalho para fora. Né? EE eu vejo assim, nós precisamos fazer um trabalho para dentro, ou seja. Quando eu me deslocou da minha casa para me encontrar com um

grupo para estudar. Obviamente a espiritualidade amiga estará lá. Não é, mas eu vou fazer o trabalho para que eu alcance aquilo que eu não alcanço ainda. Eu e o meu grupo. Né? O grupo com o qual eu estou interagindo? Eu acho que que um grande erro nosso, né? Espírita é é querer fazer, ajudar os outros. Sem se dar conta que o caminho primeiro é, sou eu que tenho que trilhar? É dentro da minha casa, da

minha, né? Da casa que eu, que eu estudo as pessoas dizem assim, eu vim aqui para fazer a Caridade. Né? Ou seja, eu vou trabalhar com os espíritos que estão desencarnados e que estão sofrendo. Né? Eu acho que o caminho deve ser inverso. Eu venho aqui para trabalhar a minha transformação, o meu passo, mais o meu conhecimento. E colocar naquilo que acontece dentro daquela daquele ambiente, daquela sala em que há uma

mediúnica, por exemplo. Aquelas, aquelas análises que são feitas aqueles textos que nos são dados, as comunicações orais que nos são passadas, elas devem servir a nós em primeiro lugar como grupo. Não é Eu Acredito. Eu conheço pouco da umbanda. Né? Tenho amigos que são umbandistas, mas a gente nunca se conversou muito sobre isso. Eu acho que o grande passo da umbanda, né, é exatamente esse. Eles têm rituais, tem.

Nós não temos. Ou nós achamos que não temos o que quando nós vamos fazer 111 sessão, um trabalho, nós temos que fazer uma prece, isso já é um ritual. Não é querendo ou não, já existe um ritual. Aí eles têm um ritual bem diferente, bem bem peculiar deles, mas eles fazem um trabalho. Extremamente. Benéfico para eles, como seres humanos. Para as pessoas que convivem com eles. Porque eles são pessoas. Extremamente ã. Aguerrida no sentido de querer evoluir, querer melhorar, né? Se policiar.

Não sei se a palavra certa é essa, né? Nas suas atitudes e querendo trazer para si os ensinamentos. Acredito que dentro das casas espíritas, nós devêssemos fazê-lo mesmo. Não colocar o ensinamento para os outros. Mas o ensinamento em primeiro para mim. Para mim e o grupo que eu estou atuando dentro da casa espírita e dentro da minha família, da minha, do meu grupo de atuação, como vizinhos, colegas de trabalho e et cetera. Que também são 11. Fonte. Inesgotável de aprendizado.

Acho que era isso, Marcelo. Muito bem, é isso mesmo, esses pequenos retalhos que vão se somando. A desde estava falando há pouco que um assunto vai levando ao outro, né? Nós estamos aqui no litoral de Santa Catarina desde onde temos um. 111, condição de pesca de utilização do mar. Muito, muito vultosa, né? E nós aqui é na ilha de Santa Catarina. Costumamos dar o exemplo do balaio de Siri, né?

O Pescador vai lá testa uma opção de Siri, coloca dentro do balai, aí você vai pegar um Siri, tá? Todos eles junto um do outro. As garras de um tá juntando no outro, né? Então essa é a ideia é do conteúdo que nós trabalhamos aqui hoje, para vocês terem uma ideia, vocês que estão nos acompanhando ao vivo ou então depois vão acessar. É o nosso vídeo, a nossa gravação. Ficaram 10 perguntas para serem feitas a Daisy, ao Nelson e a Maria Cristina na noite de hoje

não foi possível, né? Pela Riqueza da qualidade do contexto das nossas discussões. E por que um tema vai levando ao outro e nós privilegiamos também a participação daqueles que nos acompanham ao vivo, que os seus comentários, os seus questionamentos. Esse é a Riqueza do trabalho do ICK. Então já fica aí pré programada uma segunda oportunidade, vamos trazer a desde nova man.

Aqui para nós, explorarmos ainda um pouquinho mais a convivência e a experiência no trabalho mediúnico e no trabalho dos relacionamentos espirituais. Na casa espírita com os encarnados e com com os desencarnados, que foi o nosso tema de hoje. Vamos partir para as considerações finais. Já estamos com 2 horas e 2 minutos de live. E vamos então abrir espaço para nossa querida, desde para as suas considerações finais. Bom gente, eu queria agradecer muito, gostei muito de

participar. Eu ficava lá nos bastidores ouvindo, né? O ouvidinho lá, sempre ouvindo, sempre aprendendo e hoje podendo participar aqui. Obrigada, Marcos. Parabéns Pra Ele secar. É, então eu agradeço a sua participação aí, que possamos realmente, todos nós aprendemos com os nossos erros, né? É quando entramos na casa espírita falando de relacionamento. Não são todas as pessoas que nós vamos gostar. Obviamente, nós não estamos ainda naquele Paraíso, né? Onde vai todo mundo?

Bonitinho, todo mundo se dá bem. Mas nós, ao estudarmos a doutrina e ao sabermos realmente disso, a nossa condição fica. Um pouquinho mais iluminada. A nossa consciência fica um pouquinho mais iluminada para poder saber atuar nessa nesse campo e não dá brecha. Para a espiritualidade, ainda que não. Não está muito aí, é disposta ao bem. É essa espiritualidade que ainda não está muito disposta ao bem, penetre numa instituição, numa casa espírita. Então, o que eu gostaria de

dizer realmente? Cada um de nós que possamos fazer a nossa parte, o melhor possível. É, às vezes não dá certo na nossa família com alguém que a gente não gosta muito, mas nós temos que conviver, porém n motivos. Um deles é nós aprendermos, aprendermos essas faltas e como nós vamos administrar, que possamos ter essa essa luz? Do caminhar na doutrina espírita e pegar essa luz e nos iluminarmos também é essa essa. Essas últimas palavrinhas que nós fizemos um paralelo com a

doutrina, né? Com outras l'autre nas espiritualistas. Olha que coisa importante, então vamos nos iluminar, nem que for um palitinho de fósforo, mas trazer essa consciência e levar essa consciência para os nossos estudos, para a nossa casa espírita, um grande beijo a todos. Adorei Marcelo. Adorei Cristina Nelson vai escutar depois beijo para o Nelson também e obrigada a vocês que escutaram. Escutaram essa? Esse nosso encontro. Muito bom, muito bom, Daisy. Muito felizes de tê-la conosco

pela vez primeira, né? Partilharmos esse conhecimento, estreitarmos nossos laços, né? Assim como você acompanha o nosso trabalho nesse e cá bastante tempo, nós também acompanhamos o teu trabalho na rede Boa Nova e TV mundo maior. Temos maior respeito pelo teu trabalho e o trabalho dos demais comunicadores, colegas meus de profissão que trabalham lá e temos a certeza de que essas sementes vão germinando é em

solo fecundo. E vão produzindo, como disse o Magrão é frutos a 100 por um. Então fica lá um pouquinho na sala de chá. Nós já vamos já já fazer o encerramento da nossa atividade. Muito obrigado e vamos então as palavras. As considerações finais da nossa querida Maria Cristina Rivera. Nessa, nessa noite tão fria aqui em Santa Maria, a gente se aquece ao ouvir, ao debater esse tema tão ácido, né? Marcelo, que é proposto por esse grupo. Nós, dentro daquilo que a gente debate. Nessa acidez?

E muitas vezes a gente não consegue superar. Sem a discussão, sem o debate para que a gente possa se encarar. E fazer a nossa melhoria. Né? Saber que nós precisamos sim, encontrar nas pessoas. O aconchego, o acolhimento, dar e receber o acolhimento. O trabalho na casa espírita, ela é, ele é muito importante. E ele depende de nós, das nossas atitudes e do da nossa compreensão, viu? Porque nós estamos lá. É preciso, sim, a gente se melhorar e melhorar as nossas relações.

Que bom, Marcelo, que dentro das nossas casas a gente pudesse também discutir os nossos relacionamentos sem apontar o dedo pra ninguém, né? Mas juntar esses dedos como um curdo, disseste, eu não conhecia essa expressão do balaio des Iris e vou utilizá-las, porque eu achei muito rica também essa expressão. Que em todos os momentos a gente possa debater. Aprender e melhorar.

Agradeço sempre ao esse cá todos os os integrantes que eu estou conhecendo e que quero muito bem estão os meus queridos, de tão longe, e agradeço a todos aqueles que nos escutam e que tem também muita paciência conosco e com as nossas imperfeições. Muito obrigada e uma boa noite para todos. Obrigado a você, Maria Cristina, sempre com a sua simpatia, o seu carinho transbordando para as nossas atividades. Aguarda um pouquinho lá na sala do chá que nós já vamos partir para o encerramento.

E é isso aí, minha gente, vou responder aqui a pergunta do Kleber, né? Qual é a periodicidade das nossas livres em regra? A cada 15 dias, né? Mas há situações em que nós encaixamos uma live especial dentro da programação e acabamos fazendo 3, às vezes, 4 livros no mês, mas a nossa periodicidade e a nossa constância são 2 livres por mês, em média, né? Uma a cada 15 dias. E você, já está vendo aí o convite?

Para a nossa próxima live, que será no dia 18 de junho, ou seja, daqui a 2 semanas, com um tema importantíssimo, sobretudo para nós que pensamos criticamente, o movimento espírita. Atitudes de Kardec em relação aos médiuns, vamos revisitar as principais orientações dadas por Allan Kardec ao movimento espírita da sua época, que permanecem atualíssimas e que muitas das vezes são esquecidas.

Pelo meio espírita atual, como resgatar-me essas atitudes, esses comportamentos, esses compromissos? Em relação a mediunidade, segundo Allan Kardec e nós vamos esperar você daqui a 15 dias e mais uma live. Agradecemos a sua presença, sua qualificada audiência, as suas contribuições na forma dos comentários dos incentivos e também dos questionamentos. E esperamos que essa live tenha sido útil para divisar alguns horizontes.

Para esclarecer alguns pontos para iluminar consciências e corações no sentido da melhora das nossas relações na melhora da qualidade dos relacionamentos que travamos entre nós mesmos encarnados. E dos nossos encarnados de nós encarnados em relação aos desencarnados, muito bom a sua presença, a sua amizade e o seu carinho e a sua contribuição para o nosso trabalho. Fica aqui mais um sábado à noite, mais um embalo de sábado à noite do ECK. Um abraço, tchau.

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