Alô, ê c cana EEC canos, tudo bem, estamos de volta nas nossas já costumeira. Se conhecidas reuniões dos embalou de sábado à noite no grupo espiritismo, com Kardec. Vamos então para a sétima live de 2023. Para propiciar debates dentro do contexto espírita, do livre pensar. Da progressividade e do progressismo das ideias espíritas em nossa sociedade. Ficamos muito contentes com a sua presença e a sua participação e pedimos para que você se identifique no streaming
hard para podermos nós conhecer. A sua posição está aí Na Na tela, a forma como você pode se cadastrar não tem vírus, é grátis. E aí todas as vezes que você comentar, seja no Facebook, seja no YouTube, automaticamente vai aparecer o seu nome. O seu Avatar, a sua figurinha, a sua fotografia, e nós vamos poder então, dialogar diretamente com você e conviver durante este nosso trabalho de hoje. O tema você já sabe quem faz a cabeça dos espíritas no século 21?
Um será que são pensadores progressistas? Será que são pensadores conservadores? Será que são pensadores genuinamente espíritas ou? Pensadores espiritualistas com a presença e a inter-relação de Ideas que não necessariamente façam parte do contexto da filosofia espírita. Vamos então trabalhar hoje e vamos chamar o nosso convidado especial, que já é figurinha conhecida aqui, dos nossos trabalhos de livres, os embalos de sábado à noite. O nosso querido amigo, o meu
xará. Meu conterrâneo Marcelo Teixeira vem para cá. Marcelo, seja bem-vindo. Tudo bom? Como vamos aí? Vamos enfrentando aí as dificuldades da reconstrução do nosso país, mas vamos trabalhando com bom ânimo, que é sempre a proposta espírita, não é isso é um amigo meu, do movimento espírita de Belo Horizonte. Wagner Gomes da paixão. Ele me falou uma vez, olha.
Nós veremos ainda cenas lindas de reconstrução do nosso país, então temos fé que testemunharemos essas cenas lindas e, se Deus quiser, seremos. Protagonistas de muitas dessas cenas, estaremos presentes. Seremos beneficiados por muitas dessas cenas lindas de reconstrução. Muito bem, essa é a verdadeira mensagem espírita, não é de colocar uns como co, partícipes como exatamente formadores da sociedade muito bem legal, exatamente não como meros testemunhas, né?
É verdade, o Marcelo Teixeira. Ele é publicitário, jornalista e autor de teatro. Atua desde 1984 em Petrópolis, na Serra Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, vinculado à união municipal espírita de Petrópolis. Lá, ele já exerceu tarefas diversificadas, como evangelizador de Mocidade expositor, dirigente do departamento de divulgação e fundador da companhia de teatro. Da união municipal espírita de Petrópolis, há o mep. Marcelo também é escritor, autor de livros espíritas como
inquietações de um espírita. O espiritismo é pop e provocações doutrinárias também foi o idealizador e organizador do livro coletivo fome de quê? Tendo participado também junto com +14 autores do livro espiritismo, sociedade e política, projetos de transformação.
É também articulista da imprensa espírita, com diversos artigos publicados em órgãos de comunicação social espírita como a revista Internacional do espiritismo, a ria, o jornal espírita o consolador e o blog da associação Brasileira de pedagogia espírita, a BP, e também está na seção de artigos da nossa página na nossa web page, o com kardec.net.br que você pode visitar. E fazer o download de muitos materiais importantes, inclusive o resto.
Por falar nisso. Eu acho que por falar nisso, eu tenho alguns artigos para te mandar. Estamos aguardando. Bom, deixa comigo aguardando os seus artigos são muito bem, é vistos e entendidos pelo nosso público do e seca. Vamos chamar empregado nosso debatedor da noite para fazer parte deste nosso pinga-fogo, dessa nossa roda de conversa. Não temos chimarrão, mas é uma roda de conversa muito interessante. Vem Pra Cá Nelson Santos. Boa noite, pessoal vindo, né?
Boa noite a todos. Prazer estar mais uma vez com vocês. Mas a gente pode até dar um chimarrão, porque eu tenho bomba e cuia aqui, viu?
Embora não seja aquela noite, achei, mas tudo bem, está também temos por aqui o Nelson Santos é de São Paulo, na capital Paulista. É bacharel em economia e estruturadora imobiliário, é estudioso, espírita, livre, pensador, apaixonado pela área de Humanidades, é membro do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec e do conselho editorial da revista espírita eletrônica.
Harmonia do ECK também é escritora, articulista, com várias contribuições no nosso site, no nosso portal que eu falei há pouco, www ponto com kardec.net.br e o Nelson é coordenador da área de estudos do ECK, área esta que terá novidades agora nessa transição do primeiro para o segundo semestre. Fique atento nas nossas mídias sociais para se inscrever nas atividades novas. Do ECK estará desenvolvendo a partir deste ano de 2023.
Meus queridos, eu vou fazer uma primeira provocação e em seguida, nós vamos entrar então naquele pinga fogo com as questões. Essa provocação foi nos encaminhada pelo nosso querido Sidney Batista, também aí de São Paulo, membro do conselho de gestão do ICK, em que ele diz o seguinte, a nossa live de hoje, bem, poderia ser inspirativa para que o grande sociólogo, filósofo e cientista cognitivo americano no hã chomsky Udesc, escrever a continuidade do seu
livro quem manda no mundo? Realmente, na visão de chomsky e na visão espírita, também a poderosas organizações espirituais, tanto encarnadas quanto desencarnadas interessadas em manter o domínio sobre a humanidade com a diferença. É claro que, chomsky, por não ser espiritual por não se declarar de espírita ou espiritualista, ele só imagina a vertente material. Nós, espíritas, temos condições de agregar.
Para esse grande coletivo de encarnados, o outro coletivo, muito maior do que o que está encarnado atualmente, o coletivo espiritual. Para entender essas inter-relações, essas disputas de poder e também essa. Possibilidade de termos algumas visões que sejam mais coerentes do que outras na interpretação dos postulados espíritas. Posto isso, vamos perguntar a você, Marcelo, para dar o pontapé inicial nessa partida aqui, nos embalos de sábado à
noite, do ECK. Diante de tanta desinformação, que granjeia que viceja no movimento ou no meio espírita, expressão de Herculano pires, por exemplo, é de se perguntar, diante disso, quem é que ganha e quem é que perde no meio espírita? Rapaz, acho que no fundo, no fundo, todo mundo perde. Não há quem ganhe. Eu acho que quem ganha ou quem pensa que ganha assim é o olho no show, na verdade, perdendo também. Porque? Essa pessoa acha que tem um poder que na verdade, ela não tem.
É uma coisa efêmera. E quando essa efemeridade passar, aí ela vai ver que. Ela é tão perdedora quanto as coisas que ela fez as outras pessoas perderem graças a manipulação Por Ela instrumentalizada. Por Ela provocada? Tá, eu acho muito triste. A gente vê no movimento espírita pessoas que acham que mandam na cabeça das outras pessoas, pessoas que acham que tem o
poder. De manipular, de dizer como as pessoas devem ou não devem agir para onde as pessoas devem ou não devem ir. Para quem elas devem ou não devem torcer. Cegos conduzindo cegos, caíram todos no mesmo buraco, como diz o novo testamento. Eu acho que todo mundo perde. Quem, quem, quem ganha ganha uma fama momentaneamente ganha. Um número x de seguidores pode
até ganhar alguma coisa assim. Materialmente falando, algum bem material, alguma vantagem financeira, alguma coisa assim, mas é um ganho espúrio que que daqui a pouco irá se desvanecer. É seria ideal. Essa é a minha opinião perfeito, Nelson. E aí é? E os que ganham? Pode-se dizer que muitas das vezes vivem os seus 15 minutos de fama. É? Élson. Às 15 minutos, eu vou ter uns que duram um pouco mais, não é? Tem alguma pena daqui umas décadas, não é? É já de. No meu, é no meio espírita.
O problema é que ninguém, como Marcelo Teixeira, disse efetivamente ninguém ganha, todos perdemos. Principalmente porque. Agora, uma pessoa. Entendi a fazer proselitismo. Ele parte para uma verve que agrade o leitor ou audiente. E no meio espírita, isso está muito centrado. No místico? Hino religioso. Então, vários oradores, vários palestrantes. Vários pseudo sábios e pseudos médiuns. Envereda por esse caminho. Que acaba? Conduzindo uma legião de cegos.
O Marcelo disse. Sem entendimento nenhum da doutrina. Sem conhecimento nenhum. Embasados principalmente em livros, romance a 12. De caráter duvidoso? Engraçado que essa circunstância que você estão é colocando aí, não é essa ideia de ter uma fama que é passageira, que é efêmera. Ela cativa uma multidão durante
algum tempo. Eu lembro de um professor de jornalismo que me dizia o seguinte, você pode enganar muita gente durante algum tempo você pode enganar, é todos durante pouco tempo ou quase todos, mas você não pode e enganar todos o tempo todo, um dia a verdade aparece e é também curioso. Porque vocês, como eu, são do meio espírita, são de instituições espíritas presenciais durante décadas, né? Todos nós aqui e aqueles também,
que estejam nos escutando. Quantas vezes que nos colóquios, nas palestras, nas reuniões espíritas, é foi dada uma advertência no sentido? Assim é das ilusões do mundo e que as pessoas, quando desencarnarem, vão ter a realidade. Espiritual verdadeira, né? Me parece ser aí a grande. Aquele é samba é mal feito, né, do faz o que eu digo, mas não faz o que eu faço. Então eu acabo conduzindo as pessoas num determinado caminho.
E fico dizendo para elas que muitos vão despertar no plano espiritual e vão conhecer a verdade, quando na verdade nós estamos trabalhando não com verdades, sem ser redundante, mas trabalhando com pseudo verdades. Isso é um ponto o bastante preocupante, não é? Que é isso me faz lembrar aquela parte do novo testamento. Escândalo é necessário, mas ai daquele que foi um instrumento de escândalo, né? A gente acha que escândalo é alguém que que provoca. Escândalo nesse sentido aí.
É explicado pelo exposto pelo novo testamento. E esse escândalo é alguém que PROC provoca um acidente que causa uma morte que promove um escândalo financeiro que faz ao uma comunidade sofrer, enfim, mas tem aquele escândalo que a gente não percebe que é um escândalo. Tem aquelas pessoas que que. É o escândalo da manipulação da informação, é o escândalo de ficar iludindo as pessoas e se
iludindo também. Porque muita gente acha que é detentora da verdade, que tem uma opinião muito formada acerca de tudo que tudo ela pode responder à luz da doutrina espírita. Isso não deixa de ser um pouco de fascinação também. Eu acho que quando Allan Kardec, em o livro dos médiuns, fala sobre os médicos, a questão da fascinação dos é que está inclusa nos vários tipos de obsessão, a gente acha que fascinação é apenas aquela
pessoa que está. Se achando grande coisa, achando que está incorporando um grande médium. Aliás, um grande espírito que se acha um grande médio. Mas eu acho que as a fascinação é muito mais abrangente do que a gente pensa, então aquelas pessoas que estão fascinadas.
Pelo hábito de mentir que estão fascinadas pelo pelo hábito de falar só em doença, pelas pessoas que são fascinadas por acharem que entendem tudo de doutrina espírita e que são doutora em todo e qualquer assunto, só porque estudam a doutrina espírita. Na verdade, não abre um livro de sociologia, de história, de antropologia.
De economia política de teoria política, são pessoas que tenham conhecimento raso de cultura geral, mas acham que têm um conhecimento abrangente por só porque ler livros espiritas e livros espíritas, por melhores que sejam, venhamos e convenhamos. Ninguém é culto só porque ele é livro espírita. Ninguém é bem informado só porque ele é livro espírita, né? Aliás, Kardec nem fazia isso.
Kardec, na sociedade parisiense de estudos espíritas, ele estudava todo e qualquer assunto interpretava os a luz da doutrina espírita. Eu acho que os os o movimento espírita carece muitas das vezes de estudar. Essas obras é Genoa anti ONS, que foi citada agora há pouco de Eric hobsbawn Zygmunt Bauman. Que são grandes pensadores da atualidade, Umberto Eco, estudar também grandes pensadores brasileiros. O antropólogo Roberto da Matta, o sociólogo Jessé Souza, o geógrafo Milton Santos.
Essas pessoas precisam ser lidas, até estudadas à luz da imortalidade, da alma. Até para a gente entender que país é esse em que a gente vive? Quais são essas as nossas mazet la, quais são as nossas questões? Viscerais aí que nos infelicitam como nação e por serem questões vice lá, estão tão entranhada nas vísceras comportamentais da nossa sociedade que a gente nem se dá conta e a se repete. Essas esses, esses preconceitos, esses pensamentos de forma tá
wicca? E o espírita o dia para aproveitar, que tenha o conhecimento espírita e filosofar. Acerca disso, pera aí, eu me comporto dessa ou daquela forma? Isso não tem a ver com com essa ou com aquela questão que Kardec aborda, né? A gente começar a filosofar em torno do cotidiano, né? Olha que a gente não deixa assim de ser de de seres, de ser motivo de escândalo tantas vezes, não só porque a gente vai
causar uma grande não só porque. A gente vai causar uma não apenas melhor dizendo, aquelas pessoas que causam uma grande tragédia. O incêndio no rompimento de barragem 11 tromba dágua como aconteceu aqui em Petrópolis ano
passado, em fevereiro. Mas aqueles pequenos escândalos que a gente favorece que aconteçam por causa da nossa pouca instrução, do nosso pouco conhecimento, qual quando eu falo pouca discussão, eu falo pouco conhecimento da realidade que cercam nosso país, das mazelas sociais que nos infelicitam e que muitas das vezes o espírito acha que.
Essas coisas acontecem porque são débitos que estão sendo resgatados de vidas passadas, como se isso fosse um desculpe, ismo que a gente usa para justificar todas as injustiças sociais das quais o Brasil é vítima a séculos e a gente não se mexe para. Para resolver, para debater a esse respeito, porque a gente acha que é tudo questão de resgate de carma e não é por aí. E com isso a gente vai favorecendo. A perpetuação desses pequenos
escândalos nossos de cada dia. Essas idéias, Marcelo, são muito interessantes. Elas encaixam exatamente na próxima pergunta que eu vou fazer para vocês, vou começar pelo Nelson e depois passo para ti, tá? É, nós temos hoje é. Na nossa conjuntura espírita, muitas pessoas que entram. No espiritismo, entram nas instituições e vão participar dos cursos ou dos grupos de estudo, muito comuns nas instituições de norte a sul do Brasil e também no exterior, à moda do modelo federativo
brasileiro. Essa condição de entrar no na instituição e ser convidado ou se interessar por cursos ou grupos de estudo acaba. Esta tendo um peso muito forte, muito grande na formação do espírita, né? E na sua trajetória, chegando inclusive, a moldar o seu pensar dali para frente e por muito tempo, é o que foi dito inicialmente, né? Visões é controversa, visoni transversas, visões espiritualistas que não são espíritas que misturam é o conhecimento espírita com.
Postulados de outras crenças, de outras filosofias, de outras religiões que incorporaram práticas conviviais dentro da casa espírita. Então como é que é possível analisar essa ideia de quem faz a cabeça do espírita no século 21? Se a grande maioria dos espíritas não é preparado nesses grupos para pensar livremente, elas são preparadas para seguir aquilo que alguém está dizendo que alguém está estabelecendo como verdade, né? E a partir daí, como é o processo de descoberta desses
espíritas? De que aquilo que ensinaram para ele aquilo que ele ouviu por anos, décadas dentro dos grupos é nas palestras. Não é bem assim. Então, Nelson, como conviver com essa realidade? É a convivência com essa realidade, ela. Ela é nua, dura e crua. Porque? Quando você ingressa na insiste, sua espirita por convite ou até mesmo por. Sede de conhecimento de você querer saber, querer entender. AA parte espiritual. Quem está em busca está sendo em busca de alguma coisa.
O valor do consolo, conhecimento. A instituição espírita no Brasil. Que a grande maioria segue o modelo Phoebe ano. Ela tem várias. Nuances que, no meu entender, são. Prejudiciais? Ao desenvolvimento do livre pensar do pensamento, do livre arbítrio, da autonomia que tanto Kardec explica, expunha e insistia. É quando você entra dentro de uma instituição espírita. Você vai aprender alguma coisa de Kardec? Muito em romances espíritas, espirituais. Muito em livros? Que tem? Um fundamento.
Extremamente religioso, que é o padrão da FEB. E que isso acabou, que está falhando. Acaba prejudicando. O desenvolvimento do pensar. Não, se anão se é porque o espiritismo. Está lá, lá no frontispício do primeiro livro do livro primeiro. Filosofia espiritualista. Me diz uma, antes de mais nada, é uma filosofia. Como Kardec. Também apregoava uma ciência. E uma filosofia, efeitos Morais. Como Marcelo Henrique disse logo ao início da nossa dessa live de hoje.
A parte científica é morta. Na atualidade? Morreu logo depois do desencarne de Kardec. Não do não, não temos uma parte científica. No estudo do espiritismo no Brasil e até mesmo em França. A. Vejamos quando você. Voltando aos cursos, como nós estávamos falando. Não é não. Não estudamos filósofos, não estudamos sociólogos. Como é que você quer entender todo o universo? Exposto pelo ensino dos espíritos. E pelo pensamento caro desse
ano. Se você não abre e se você não amplia o seu leque de conhecimento? Como você vai entender todo o aspecto filosófico? E de justiça social, que tem os fundamentos do espiritismo. Não vai entender? Aí você vai ser, vai se apegar ao quê dentro do espiritismo? Você vai se apegar ao aspecto religioso somente. Que é uma face, embora um não seja religioso. Eu estou mais dentro de um modelo laico. Do espiritismo? Mas não que eu tenha nada contra a vertente religiosa, pelo
contrário. Acho que o dia o diálogo tem que haver entre as várias Vertentes, coisa que não existe hoje. Porque a. Vertente hegemônica, se entende como senhora? O hall da verdade. Isso já começa lá atrás na FEB. Lá atrás. O surgimento de Francisco Cândido Xavier. Foi criado? Todo um argumento de autoridade? Aonde passou-se a utilizar se? Da opinião do espírito, sem análise. O rum. O Rudá. Os livros são ruins? Não, não é isso. O problema é a falta de análise
do contexto do livro. O pessoal ler o nosso lado, não entendi. O que é fantasia? O que é romance e o que é? Fundo, fundamento espírita. E as instituições espíritas não se preocupam em ensinar. Eram sempre preocupam em angariar. Adeptos? Em explicações religiosas, quando você sai do padrão. MIB, ano. Você passa anão ser bem visto pela instituição. Isso é uma regra padrão no Brasil inteiro.
E não que a pessoa seja. É grande, não que ela tenha um aspecto, ela não tem o aspecto religioso, até mesmo religioso, de bom senso, não é aceito. Porque na hora que começa a fazer de ver que as divagações. Sociológicas e sociais. Sobre o espiritismo a casa espírita não gosta de entrar nesses nesses detalhes. A única coisa que ele sabia falar que tem que se consolar, não, pera aí, não é só consolar.
Completamente. Marcelo essa ideia, então, da pessoa receber um conjunto de informações que são é de de configuração personalista, né? Vai depender do do expositor, do coordenador, do dirigente, da pessoa que esteja à frente, de um grupo de estudo ou de um curso, e ela vai inserir ela ou mais de uma pessoa. Vou inserir aí muitas idéias pessoais e aquela pessoa que frequenta.
O grupo o curso vai sendo, então, como Nelson bem colocou, moldado aos poucos, até um Belo dia em que ela descobre. Que aquilo que lhe ensinaram aquilo que ela acalentou como verdade, como realidade espiritual, Nelson acabou de falar do livro nosso lar romanceado, né? E não verossímil na sua grande conformação. Aí chega um Belo dia, ela desperta desse sono profundo. O que você acha que acontece com uma pessoa que viveu 5 1015, 20 anos nesta ilusão plasmada pelas idéias?
Pseudo espíritas e um dia descobre que a história não era bem assim. Olha, se ela não tiver um certo embasamento filosófico científico, ela vai largar a doutrina espírita. Ela vai se senti ludibriada, ela vai se sentir iludida, enganada, tá? É não que os livros espíritas, conforme o Nelson observou muito bem, sejam ruins, tem uma informação errada, informação plantada aí de forma proposital, não é isso, mas é que a gente tem que aprender a contextualizar as coisas.
Isso é filosofar e a doutrina espírita é filosofia. Isso é fazer a ciência. Quem já participou de elaboração de semana científica em faculdade sabe como é que é. A gente analisa os trabalhos ou um trabalho de investigação científica requer pesquisa, requer perguntas e respostas, requer ponderações para então tirarmos as nossas conclusões. Foi assim que Kardec creio eu, fundamentou. A doutrina espírita no momento em que a gente vai aceitando
tudo pronto. Desse ou daquele espírito desse ou daquele médium, que, na verdade são pessoas em evolução, assim como nós são espíritos em evolução e aprendizado, assim como nós. A gente se desilude, é por isso é que é interessante a gente ser a gente sempre contextualizar. Foi citado aqui o livro nosso lar. Vamos lá, eu já falei isso até em palestra hoje eu até já escrevi um artigo a esse respeito. O livro nosso lar foi psicografado? Na década de 30 do século passado, tá?
Aquele relato é uma experiência do André Luís. Se fosse eu. O meu relato seria um relato diverso do do relato dele. Aquilo é uma experiência dele. Isso não significa que todo mundo que que ele desencarnou e vai parar de nosso lar, da forma como ele parou, vai passar rigorosamente pelo que ele passou. Aquilo é a trajetória dele e outra coisa, muito do que é narrado em nosso lar, ali diz respeito.
A década de 30 do século passado, Kardec não fala na lei do Progresso em o livro dos espíritos que e o Progresso é incessante. Se o nosso mundo material da década de 30 para cá já mudou, e muito. Com certeza, em nosso lar e nas outras colônias espirituais já
mudou muito também. Então as pessoas que que anseiam tanto ir parar em nosso lar e que acham que e que se forem parar lá acham que vão encontrar o nosso lar de André Luiz, talvez tenha com os burros na água que talvez aquele nosso lar de André Luiz não resista a mais.
Que é o nosso lado de 80 anos atrás, os espíritos que dão depoimento, que falam o que falam, que dizem o que dizem que tecem considerações no livro nosso lar e suas respectivas continuações, porque é uma série grande, de 1213 e 13 livros, muitas das vezes eles estão falando coisa que tem a ver aquela com aquela época, com o conhecimento deles que eles alcançavam, com a percepção deles da época.
Talvez não seja mais assim. É por isso que a gente tem que aprender a contextualizar as coisas, né? Se não a gente se decidiu hoje, se não fica aquele espiritismo estático e do corado piegas, até que vai desiludir muitas pessoas. A gente tem que aprender a fazer esses recortes, né? A gente não pode levar ao pé da letra, mas o médium tal falou isso, falou aquilo, mas fulana de tal na palestra, disse isso, isso?
Isso, mas quem é fulano de tal? Ela é doutora nesse ou naquele assunto, tem um amigo aqui do movimento espírita de de Minas Gerais, meu grande amigo Vinícius Lara. E nisso é professor de história, é médium, e ele é um expositor brilhante. Ele me falou uma coisa uma vez. Que ele recebeu um convite de uma. Ele mora em Juiz de Fora. Ele é natural da cidade de Bicas, mas ele mora em Juiz de Fora com uma cidade.
É vizinha da outra. Ele ainda falou que uma vez ele recebeu um convite de um de um centro espírita de outra cidade para fazer um seminário. A vou, sim. Qual é o tema? Depressão? Ele falou, não vou, qual é porque? Porque eu não sou entendido no assunto. Eu sou professor de história, eu sou espírita, eu não tenho cabedal para segurar um assunto como depressão por 23 horas, 4
horas. Responder a pergunta, se vocês querem alguém que fale sobre esse assunto, convidei um psicólogo, espírito, um psiquiatra espírita, não a mim. Não é porque eu sou espírita que eu vou dominar esse assunto. Eu, por exemplo, tenho um assunto que eu não Domino. Então não me chame para abordar esse ou aquele assunto. Eu recebi uma vez um convite de um amigo meu aqui de Petrópolis.
Para fazer um seminário com ele na cidade de Cabo Frio, que fica na região dos lagos, a cerca de 3 horas de carro daqui, vamos fazer um seminário comigo lá num, num. Domingo à tarde eu falei, depende, qual é o assunto? Ele falou desde unidade, eu falei, não vou. Não vou. Eu não tenho mediunidade. A flor da pele eu não participo de reunião mediúnica, tá?
Eu confesso a vocês, eu vou a talvez eu vá depois desse missionário, algumas pessoas, eu acho mediunidade, é um assunto chato pra burro, não me atrai, não me mobiliza para já assistir uma outra reunião mediúnica, convite da diretoria da casa, mas não é a minha praia. Então eu não tenho condição de segurar. Um seminário sobre mediunidade, então a gente tem que ter essa percepção.
Não é porque a gente explica que a gente domina todos os assuntos e tem gente que No No no movimento espírita que se acha detentora de todas as verdades absolutas aí. Aquela pessoa. Que está no movimento espírita há pouco tempo, que não tem um certo embasamento cultural, que é muito comum, porque o nosso ensino brasileiro é precário, tá? A gente tem que levar isso em conta também. A escola Brasileira carece de fundamento filosófico, científico.
É uma escola que prepara muitas pessoas para o mercado de trabalho. São essas pessoas, muitas das vezes que vão para para o centro espírita coordenar grupo de estudo e tudo mais. Mas elas não têm aquele embasamento. Para fazer um recorte histórico, para fazer um recorte social sociológico. E acho que as pessoas acabam se instruir, se instruindo umas às outras de forma rasa. Aí um Belo dia, a pessoa que estava lá sendo sendo instruída, achando que o movimento espírita
era aquela coisa. Aqui, a realidade espiritual era uma coisa. De determinada forma, e ela vai vendo conforme ela aprende a filosofar, a questionar conforme ela começa a confrontar os conhecimentos espíritas com a com a com a realidade social que ela vê, ela percebe que a conta não fecha, ela tende a se desiludir e se afastar. Eu acho essa questão bem bem, bem séria, tá?
É, a gente não pode esquecer. Eu acho que eu já falei isso aqui no. Não há outra live que o espírito, em geral, quando fala em ciência. Quando ouve a palavra ciência, ele pensa em que química, física, astronomia. Biologia, mas a gente não pode falar como nao sobre ser não, não pode esquecer como n'os observou muito bem agora há pouco que a sociologia, história, filosofia, a economia. Também são ciências. Eu vou dar um exemplo interessante.
Olha como é que as pessoas as vezes no movimento espírita, pensam de forma assim? Edulcorada simplória, uma espécie de bolha de Felicidade que não pode ser rompida se não, as pessoas vão ficar chocadas, vão ficar impressionadas. Eu vou dar 2 exemplos. Aconteceu comigo há cerca de 20 anos. Estava em cartaz nos cinemas brasileiros com muito sucesso, o filme cidade de Deus.
Tá? E o filme mostra o cotidiano violento de uma favela da zona Oeste carioca, chamada cidade de Deus. É um conjunto habitacional. Na verdade, que virou um bairro independente com esse nome cidade de Deus. E o filme mostra toda a questão de de violência infanto juvenil daquela localidade. O filme é bem cru. É bem violento. E tem uma cena nesse filme. Que quando eu assisti o filme eu pensei com os meus botões, essa cena é a cena mais violenta.
Aí tempos depois, eu assistindo a um seminário de um amigo meu que ia que ia professor de. De linguística e literatura da universidade estadual do Rio de Janeiro uerj. Palestra vai palestra vem, ele falou, olha a cena mais violenta do filme é que acontece isso, isso, isso. É a cena em que não acontece nenhum disparo, nenhuma morte em que não tem nenhum palavrão, nenhuma briga, nenhum soco, nem nenhum estupro. É a serem que o Buscapé. É um dos protagonistas do filme. Ele tira umas fotos.
Nos delinquentes da cidade de Deus, ele tira inocentemente, ele trabalhava como contínuo num jornal. Aí os repórteres vêem aquelas fotos e publicam aquelas fotos por conta própria, e ele fica impressionado. Ele fica apavorado. Nossa. Vão me matar. Porque vocês fizeram isso sem o meu conhecimento? Não, não, relaxa, não vai acontecer nada, não. O jornal ainda não tinha AO jornal ainda não tinha sido rodado, né? Não publiquem essas fotos. Eles vão me matar.
Vai acontecer isso? Isso não, não, relaxa. Nós vamos tirar as fotos, né? A gente colocou aqui só pra ver como é que ia ficar a ilustração. Aí o Bus café, aí o Buscapé vai para casa tranquilo, achando que os repórteres não vão publicar as fotos. Aí. Quando o Buscapé sai. O ingênuo contínuo, né? Vai embora um jornalista olha pro outro e faz assim, cara. E publicam? Essa é a cena mais violenta do filme. É a cena de 2 cultos tripudiando em cima dos menos instruídos.
Eu fui fazer uma palestra e fui citar essa cena. Só que para eu citar essa cena, precisava contextualizar, gente. O salão estava lotado, com mais de 100 pessoas. Eu perguntei, quem assistiu cidade de Deus? Aí levanta a mão, ninguém levantou. Ai, meu Deus do céu, essas pessoas não vão cinema ou só vão ao cinema para assistir o quê? Comédias românticas. Não vou assistir porque é violento, aí a cena se repetiu, mais, mais ou menos, a uns 3 ou 4 meses que uma amiga minha de
movimento espírita. Lançou um romance, o romance não espírita. E ela fez uma tarde de autógrafos numa livraria aqui da cidade. E livraria para mim é um passeio, né? Aí estávamos conversando, eu e mais algumas pessoas do centro espírita da unep. Estávamos perto. Daqueles 3 volumes da obra, escravidão. Escrita pelo jornalista e historiador Laurentino Gomes. Eu peguei o primeiro volume. Olha, esse livro é muito bom. Essa série é muito boa, né? Nesse primeiro volume aqui.
Ele explica que. Quando as os navios passaram a trazer o povo da África. Aqui para o Brasil, morriam cerca de 15 escravos por dia a bordo das embarcações, e os corpos eram atirados no mar. A quantidade de corpos jogada numa área tão grande para os tubarões mudaram a rota. De busca de comida e passaram a seguir os barcos porque sabiam que ia ter carne fresca. Jogado ao mar, é esse tipo de livro que o movimento espírita poderia estudar.
Aí uma das integrantes do meu centro anão, não há, eu não gosto, eu fico impressionado. Então as pessoas gostam muito de aguinha com açúcar. Estou muito acostumados com aguinha com açúcar, então se você dá uma coisa mais incisiva na pessoa, talvez repilais. E quem passa a contestar determinadas coisas conforme o Nelson observou muito bem, é colocado de lado, é esquecido e apagado, não é levado em consideração. Está obsidiado. Então a gente deve prestar muita atenção.
Nem sei se eu respondi a tua pergunta. Eu estou falando, eu estou falando aqui, mas eu acho que a gente deve. Ir além das apostilas porque as apostilas são feitas por pessoas que querem que que você estude por ali. O estudo tem que ser uma coisa livre. Não o mep, que é o centro do qual eu vim. Depois do estudo sistematizado da. Da doutrina espírita, que é o estudo, por aposto que elas tenham e age estudo. Minto, perdão, tenho é sobre estudo sistematizado das obras
espíritas. A aí a gente estuda. O livro dos espíritos o livro dos médiuns, o evangelho céu, inferno e a gênese. Eu, inclusive, já coordenei um grupo de estudos da gênese, então. Pelo menos as pessoas que. Em parelha, um comigo nesse sentido, quando quando a gente está estudando 11 obra dessas, eu já coordenei o evangelho também. Eu sempre procurava levar coisas do cotidiano para pessoa confrontar. Eu lembro que que, que que naquele capítulo do evangelho não separei o que Deus juntou.
No tocante à questão do divórcio, da separação. Eu levei algumas entrevistas com. Com psicanalistas? Acerca da questão da separação? Do divórcio, para gente confrontar. Para ficar um debate moderno, mas muita gente não gosta disso. Falei demais. Desculpa, não é isso mesmo. É. Estamos aí no confronto, né? Já que aham. Temática é quem faz a cabeça dos
espíritos. No século 21, a tônica é exatamente isso que você e o Nelson disseram, cria-se uma redoma de vidro, cria se uma ilha da fantasia para lembrar 11 programa televisivo antiga e lá encaixa tudo esse. Essa, essa, esse conto de fadas, né? Onde nós, espíritas, na maioria das vezes, somos preparados para o pós morte, para o que vamos encontrar do outro lado preocupado daí aqui na espiritualidade e esquecemos dessa conjuntura. Transformação é nos ambientes
terrenos, né? O que eu costumo dizer aqui em Petrópolis não há. Não adianta nada nós nos tornarmos catedráticos em mediunidade em vida após a morte. Ele é de causa e efeito, etc. Assim se se na vida civil a gente insiste em manter. O sistema escravagista, a desigualdade social que há tantos séculos infelicitam o nosso país, ou seja, conforme eu disse agora há pouco, a conta não fecha.
Eu particularmente eu. Eu uso a doutrina espírita para tentar melhorar o meu dia a dia e o dia a dia das pessoas. Eu não fico suspirando pelo lado de lá não. Eu quero um mundo melhor para todas as pessoas. Eu quero todas as pessoas, quero que todas as pessoas no mundo tenham salário decente, moradia decente. Transporte decente, uma educação pública de altíssima qualidade universal, uma saúde pública de altíssima qualidade e universal. Mas muita gente não quer isso, pô.
Por isso é que eu digo de nada adianta a gente ficar Encantado. Com a vida espiritual se na vida prática eu acho que é um absurdo que a fasquia, filha da faxineira, esteja fazendo a mesma faculdade que aqui a minha filha, aí tem alguma coisa errada aí. Vamos puxar um pouquinho o fio da meada para esse tópico que acabou sendo tocado por vocês 2. É nessas é 2 perguntas anteriores. Vou começar pelo Nelson, depois passo para ti, Marcelo, um Oz.
É quando estudamos Allan Kardec com um viés crítico, com viés filosófico, com viés de entendimento da princípio logia da fundamento logia da sistemática que Kardec empregou. No processo de elaboração do espiritismo. Sabemos que Kardec, como nós, trabalha com o mundo das Ideas e no mundo das Ideas existem opiniões e opiniões.
São manifestações pessoais. Os espíritos, quando desencarnamos, seja fenelon, seja São Luís, seja André Luiz, Joanna de angelis, Ismael Bezerra de Menezes é e tantos outros espíritos que convivem há mais de 100 anos nessa ambiência. Brasileira com os falar dos espíritos que estiveram guard é que mais de 160 anos, né? É, manifestaram as suas opiniões e a grande questão que nos traz a temática de hoje é não estabelecer a opinião de alguém, seja ele encarnado ou desencarnado com verdade
absoluta. Este é o ponto pacífico estrutural do coreografia espírita, né? E tem muita gente, inclusive, que acha. Que as dissertações, os textos dos 12 volumes da revista espírita de Allan Kardec são todos fundamentos do espiritismo, esquecendo da própria proposta de Kardec, com o primeiro periódico espírita do mundo, a revista de estudos psicológicos. Assim era Oo codinome da revista espírita de Kardec. Era um laboratório onde as opiniões dos espíritos seriam colocadas em escaninhos.
Em determinem, em tubos de ensaio e a maturação do tempo as faria se consolidar ou não como princípios ou como expressões de uma realidade que era uma realidade de 150, 160 anos atrás e que hoje pode não corresponder mais à realidade, porque, porque o mundo progressivo e por que as ideias espíritas também são progressistas? Então aí você tem um recorte importante dentro desse contexto, Nelson. Da do mundo das Ideas e das opiniões, fala-se.
Tem um termo muito comum hoje, que é o termo influência. Não é do inglês que significa influenciador, não é? Então, o que leva uma pessoa espírita? Não é ou vinculada ao movimento espírita. Vamos chamar assim. É assumir essa posição de influência dentro do segmento espírita.
E, por complemento, o que leva as pessoas a se identificar com este ou aquele influência, de modo que passam a segui-lo, se idolatrá-los, esquecendo o Kardec, esquecendo os princípios, esquecendo a filosofia, passa a ser o espiritismo, é a posição, é a opinião, é a fala, é o vídeo, é o livro de João, de Pedro, de Maria, de José pha. O que faz isso seria uma. Carência dos espíritas em se identificarem com alguém encarnado tão falível quanto nós. Bem, vejamos a seguinte maneira.
É quando você lê uma obra. Seja ela. Ficcional ou não, o que ele prende? Nessa mesma obra? São os argumentos. A autoridade que ela te transmite. A possibilidade de ela ser? Algo factível ou não opcional. Que atenda seus anseios. Geralmente. No caso ficcional ou até mesmo espírita. A nós, o ser humano. Em si? Ele tem uma carência. Ele tem uma carência. De entendimento da profundidade. Inclusive da própria religião católica, o RAM. Né? Veja porque Oo, que que se pega aí?
É aquela tal história, é teísta ou deísta? É o Deus antropomórfico, isso é, compõe só um, anseia. Então, o místico milagroso, o fantástico. Ele atrai a. O público? E tanto espíritos encarnados como desencarnados se fazem valer disso. E nesse e-mail? Existe aqueles que se utilizam do argumento de autoridades pseudo sábios tanto encarnados quanto desencarnados. E por atender. Esse anseio da população. Que carece de uma base. Mas. Vou mais profunda do entendimento.
Se deixam levar? Criam fantasias. EE vivem na fantasia. Se você pega. O próprio meio espírita que nós militamos. Você olha. Para grande parte dos espíritos, você fala assim, nossa, se essa pessoa é fascinada. O rum, ela não entende nada de Kardec, não conhece a filosofia espírita, não, não entendi o que é a ciência espírita. Ninguém de que são os fundamentos Morais do espiritismo. Não, ela só vê aquela aquelas aqueles espectro. Místico? Que está dentro de obras mediúnicas.
Então, o que que o influência faz nisso? Ele atende simplesmente os anseios dos seus e dos seus espectadores. Para aumentar seus pontinhos. Os canais. Os seus blogs. As suas páginas? Não? Então suas visualizações. São poucas páginas que são. Realmente sérias? Inclusive no meio espírita. Não tem muita coisa séria, não? E porque a grande maior, porque o que eu falo não tem muita coisa séria. É má intenção alguma assim, outras reign horance mesmo.
O rum, certo, Marcelo é, tem uma velha propaganda. Você é publicitário, não é jornalista. Como eu tenho uma antiga, vamos dizer assim, para não chamar de velha, né? Uma antiga propaganda que circulou durante muito tempo e que você pode encontrar No No YouTube porque ela ainda está lá registrada, né? Uma propaganda de de biscoito, né? De bolacha, que depende da região do Brasil. Chama de biscoito oussama de bolacha, né?
Então eu tinha uma propaganda de biscoito que dizia mais ou menos assim, era um slogan publicitário daquela marca. Não vou fazer merchandising de graça para ninguém, mas ser João, localizar rapidamente de quem eu estou, acho que está certo. É qual é, vamos ver. É fresquinho porque vende mais ou vende mais porque é fresquinho ou vende mais, porque é sempre fresquinho. É isso? Então assim fazia, sabia o que
era. Aquele jogo de palavras para dizer que uma coisa alimentava a outra, e é isso que eu quero ouvir de você. Isso é influência, porque tem gente que procura ser influenciado. Ou. Existe gente que tem que que que que procura um influenciador porque existe o produto, o influência, aham. Tá?
Bom, em primeiro lugar que saudade dessa época, nesses comerciais criativos, com um texto bom com e com esses slogans aí eu particularmente eu sinto saudade de ligar a televisão e assistir bons comerciais de margarina, de refrigerante, de biscoito. Eu estou querendo ser consumista? Não. Mas eu sou de uma época em que os comerciais são verdadeiras obras de arte, com uns slogans interessantes, uns gingos interessantes. E eu gostava muito, né?
Eu acho que falta. Tanto para essas pessoas que influenciam como as que são influenciadas. Uma certa base cultural é o que eu disse agora há pouco. O nosso ensino é muito jogado. Tá? Eu já estudei tanto em escola pública como escola particular e você vê aqui no. No ensino particular, tem aquelas pessoas que não querem nada no curso de inglês, era a mesma coisa. As pessoas estavam estudando lá porque o pai estava pagando, mas não queriam nada, mas.
Vão herdar o negócio do pai, vão herdar um negócio da mãe, passando de ano ou não. O deles está garantido e aquelas pessoas que estão na escola pública que querem alguma coisa mais, às vezes conseguem, às vezes não. E aqueles que não querem nada vão. Vão acabar sendo os serviçais. Desses que vai, escola particular, que que que não queriam nada, mas que que vão herdar o negócio do pai e vão precisar de mão de obra barata para manter as regalias deles. Então o nosso ensina muito.
É muito jogado EE muitas das vezes Visa justamente isso. Eu estou me lembrando uma cena aqui do filme notícia de um escândalo. Protagonizado é um filme inglês. Protagonizado pela Judi Dench. E pela. Kate blanchet, que fazem 2 professoras de uma escola pública em Londres. Agora vocês vêem em Londres em isso em Londres. E o papel da ajuda de o dente é aquela. Prof. Jorge, mas é a cidade que há muito tempo desistiu de investir numa educação melhor, porque ela acha que não vai dar em nada
mesmo. Ela é maldosa, ela é irônica, É Ela é mordaz. Aí no primeiro dia de aula da escola pública em Londres. Onde ela? Pressiona, estão. Chegando os alunos, né? Aí ela, olhando pela janela da sala dos professores, ela fala para si mesma, é. Lavei os futuros integradores. Entregadores de pizza babai. As caixas de supermercado, varredores de rua. Isso em Londres, em então, aqui
é mais ou menos a mesma coisa. Então as pessoas vão parar no movimento espírita e eu acho que isso o movimento espírita poderia tentar corrigir ao estudar história, sociologia e afins, conforme a gente debateu agora há pouco. Então as pessoas vão parar no movimento espírita sem sem uma base escolar boa? Então elas vão ler os livros espíritas sem 11 certa capacidade de fazer uma abstração, de fazer um questionamento bacana, e elas vão aceitando aquilo como se fosse uma verdade pronta.
Daí para se ver empresas de alguém. Que acha que também é o detentor da verdade, porque começou a estudar doutrina espírita e acha que tudo o que ele está falando é o certo, ele adapta o pensamento espírita, as verdades dele. AAA, visão limitada dele, e tem um certo poder de persuasão, e acaba arrebatando uma série de. Então? É falando um pouco a respeito da da frase que dá título a esse esse debate de hoje, né? Quem quem faz a cabeça de quem essa coisa de fazer a cabeça?
Eu acho meio fascista, tá? Porque ninguém faz a minha cabeça. Eu acho que nem Kardec deveria fazer a nossa cabeça, porque Kardec foi um homem do tempo dele, foi o bem. Está em voga hoje em dia questionar se Kardec era real. Era racista ou não era racista? A ciência do século 19 era racista. Kardec é o nome do tempo dele, limitado ao ao, ao eurocentrismo. Limitado ao tempo dele, mas ele
sabia que o mundo iria avançar. Tanto que, em a gênese, ele fala que a ciência que o espiritismo, caminhando a par com a ciência e o Progresso, deve ir abraçando a ciência. A gente deve ir mudando, né? Mas tem gente que não muda, tem gente que tem dificuldade em mudar, que está na zona de conforto, que gosta de ser enganada, que gosta de ser iludida, que tem preguiça, que tem medo de sair daquela redoma.
Da qual você falou, e essas pessoas acabam sendo presas fáceis para aquelas outras tantas que também não querem sair da redoma por comodismo que inventaram um mundinho delas à parte e se acham detentoras de todo o conhecimento. Da humanidade só porque são espíritas e começam a achar que tem o dever de conduzir outras ovelhas quando elas próprias também carecem de um de uma condução mais precisa?
Aí está no que dá. Aí a gente vê depois que esse e o novo governo entrou em primeiro de janeiro desse ano, graças a Deus. Determinados expositores e influenciadores espíritas aí que estavam dizendo uma série de bobagens, uma série de atrocidades, inclusive cancelando o perfil nas redes sociais. Né? Aí você vai nos perfis deles. Hoje em dia eu já tive essa curiosidade, eu já fui ver alguns, só tem florzinha, bichinho.
Um musiquinha. Aquelas coisas que estavam sendo ditas antes desapareceram, como que por Encanto, né? Caíram do cavalo, desceram do castelo das ilusões, creio eu. Muito bem, já que vocês 2 tocaram. É nas obras consideradas fundamentais e aqui nós vamos fazer uma correção no próprio movimento espírita, né? Você ouve por aí obras básicas do espiritismo? Não existe obras básicas do espiritismo, anão ser que nós
consideremos as 32 obras. Sim, são 32, não são 5, não tem nada dessa historinha de pentateuco aí para fazer coincidir com os 5 livros do antigo testamento de Moisés. São 32. Kardec escreveu 32 obras. Considerando os livros, os compêndios, os fascículos mensais da revista espírita que compreenderam edições anuais. Pois bem, não existe básico ou básico, é tudo. A gente chama obras fundamentais porque elas são consigo pensar. Gostei dos fundamentos, dos princípios, da doutrina, dos
espíritos, esses sim, imutáveis. Esses que acompanham o Progresso da humanidade, que fazem parte. Da própria genealogia do universo, então vamos falar das obras, em especial de 2. É a gênese e o céu inferno. As 2 últimas dessas fundamentais, que foram estruturadas para conceber todo o projeto espírita, né? Gosto muito dessa expressão,
sabe Marcelo? Projeto espírita porque é a consecução de uma proposta de interpretação das leis espirituais, mas com c. Tânia a perspectiva de entendimento e as verdades que viviam há 160 anos atrás e que podem também. Vi gir hoje, se nós nos adaptarmos a elas, se nós continuarmos fazendo a própria doutrina evoluir dentro desse critério. Marcelo e Nelson. Nós é.
Estamos vivendo, felizmente. Ambiências mais democráticas de debates dentro do meio espírita, fugindo daquela verticalização conhecida, fugindo daquela ideia de que há vamos falar de um determinado tema. O que pensa a federação espírita Brasileira? O que pensa o médium fulano de tal? O que pensa o dirigente? Sicrano, o que pensa o expositor? Bambambã, popstar do momento sobre esse tema? Não, isso tem sido cada vez mais deixado de lado. Nós temos ambientes de democracia de livre pensamento
dentro. Do espiritismo? Felizmente, pelo próprio processo de maturidade da humanidade e do próprio movimento, não é espíritos mais abertos ao diálogo. Então, nessa ambiência e principalmente, com a força da divulgação da internet, que é uma realidade que eu, Nelson EEO Marcelo Teixeira não vivemos quando começamos dentro do movimento espírita, não existia essa amplitude, não existia essa divulgação instantânea em larga escala que hoje existe. Então?
Os espíritas passam a assumir posicionamentos claros em busca de verdades, né? Como ver, então, nesse contexto, Marcelo e Nelson, nessa ordem? É os formadores de opinião, os dirigentes, os expositores que defendem posições fechadas, inclusive aqueles que afirmam de pé junto não existirem adulterações nas obras de Allan Kardec, especificamente em a gênese, o céu inferno, que foram modificadas comprovadamente após a morte de Kardec, em 31/03/1869, e.
Não bastando isso. Porque isso aconteceu há 160 anos atrás. A adulteração das obras de Chico Xavier, colocando um linguajar, uma série de informações, uma série de dados que não fazem parte da psicografia, originária do Chico e que, portanto, estão em descompasso com as edições anteriores que foram publicadas há 5080. 90 anos atrás.
Como conviver com essa dualidade de pessoas que descobrem a verdade e de pessoas que, mesmo descobrindo a verdade, continuam negando peremptoriamente essa situação? E rapaz, que coisa complicada. Eu estava assistindo a um vídeo hoje da jornalista Jéssica senra, da TV Bahia. Quando foi Descoberto aquela questão do trabalho escravo aí nas vinícolas do Rio Grande do Sul e aquele vereador que infelizmente não perdeu o mandato?
Deu uma declaração infeliz, uma declaração xenófoba, racista e a jornalistas Jéssica Sena, da TV Bahia, deu uma resposta à altura para ele e ela falou que existe 11 diferença muito grande entre entre a ignorância e a burrice. A ignorância quando você ignora, não conhece determinado assunto, não domina determinada área. A burrice é quando você a. Apesar de estarem mostrando os fatos para você. Você. Por ignorância. Minto por teimosia. Por orgulho. O receio de enxergar a verdade
não aceita. Isso seria burrice e infelizmente a gente vê que tem muita gente burra no movimento espírita, né? Eu acho que as pessoas têm medo de de que aquela aura aura de perfeição, da doutrina espírita, seja maculada. Se a gente admitir que houve alterações, que houve deturpações, que houve a encher, tô. Então as pessoas preferem não tocar nesse assunto com medo de perderem a aura santificada que elas colocaram em torno do pensamento espírita.
Isso é uma bobagem muito grande a doutrina espírita. Ela Foi, Ela Foi idealizada. Ela Foi organizada por homens, homens falíveis. Como qualquer um de nós somos, é natural que haja. Distorções por esse ou aquele interesse que tem sempre 11 espírita, de pôr o espírito. De pouco que quer o projeção com uma vantagem. Ou seja, do lado alguma coisa assim.
Então é, é normal que no andar da carruagem da humanidade, no andar da carruagem do espiritismo, a gente descubra essas coisas e vá fazendo os devidos acertos, vai fazendo os devidos ajustes. Acho que as coisas são mais simples do que a gente pensa. Esses que não querem dar o braço a torcer daqui complicam, mas vamos nos debruçar. Sim. Ouvi-lo terá sono, senhor leymarie. Não é isso que adulterou a gênese, o céu inferno? Já há obras aí que.
Atualizadas, contextualizando essas alterações e vamos andando e vamos caminhando e vamos aperfeiçoando o pensamento espírita, que é mais simples, inclusive do que a gente pensa, não vamos complicar o simples ali é de amor, gente. A lei de amor, por favor. Vamos parar com essas adulterações, que muitas das vezes puxam pelo punit rismo pela condenação da pessoa. A lei é de amor.
Eu acho que é isso. Nelson quer complementar com a ideia e inclusive de oposição, entre autonomia e heteronomia. Veja uma coisa que nós temos que. Terem mente? Sobre no caso das adulterações ou alterações. De 2 obras de Kardec. É que isso não é novidade. No mês espírita. Já começou com Henry South? Continua com Beth, falou po. No final do século 20, comecei, é, nós tivemos.
No pau tal aqui um debate muito grande com o Carlos imbassaí, que descobriu que a terceira versão dele em francês era diferente da quinta. Café. Ele editava e que outros editoras, como a lei, que também editava. Que era diferente até ele chamou o pessoal de adulterador ele não era. Ele simplesmente está. Traduziram a quinta edição. E ele estava em poder da terceira. E a primeira, a quarta, são iguais da génese. Cima de privado, fez um trabalho maravilhoso. Existem grandes. Reportagens?
Existem? Estudos hoje, o material está com a Universidade Federal de Juiz de Fora, o projeto Kardec. Que foi tudo? Iniciado através do projeto cartas de Kardec, da fé ao da federação espírita André Luiz, com a doação dos a do acervo de Carlos de Abreu. Que é o Marcelo participou disso, Marcelo Henrique. I. Apesar que o pessoal fala, há não tenha doutora, são, não, se não temos como afirmar que não teve? Porque? Kardec era morto, um foi editado. Existe toda uma. Uma pá.
Jurídica é legal sobre isso, né? Apesar do pessoal, falou que não tem nada a ver, não tem sim. Tem sim. Não sou advogado. Marcelo é advogado. Ele sabe mais isso do que eu. AO que que acontece? Kardec pretendia fazer alterações. Kardec sempre fazia. Tem várias alterações de do dos espíritos. São várias, inúmeras. Porque ele mesmo fez o decorrer da das edições. Mas também tem. Carta de Kardec dizendo que ele estava abandonando o projeto de revisão por causa da
precariedade da saúde dele. E não tem as autorizações das declarações. Se não tem, não encontrou, não pode afirmar. Nós aqui não é secar, somos favoráveis a quem tem alteração. Porque muito bem observado. Essa ideia toda ela coloca em xeque e por isso a razão da minha pergunta a aquilo que o Marcelo acabou de dizer uma coisa é você desconhecer a realidade. E outra coisa é você conhecendo a realidade, adotar um posicionamento oposto à realidade para atender a
determinados interesses. Esses interesses pode ser econômicos, pode ser políticos de política doutrinária. Pode ser institucionais, pode ser de prestígio, né, de reconhecimento. Como pode envolver a própria condição, também exposta pelo Marcelo? De que é? Eu não quero admitir que existem erros no movimento, nas estruturas, nas instituições e na publicação das obras específicas.
Se eu admitir isso publicamente, eu vou colocar em xeque para o movimento social geral aqueles não espíritas de que nós somos falíveis e que, portanto, o grande projeto espiritual para a humanidade passa pelas mãos imperfeitas dos homens dos encarnados, atinge, como dizia o saudoso Leonel.
Leonel Brizola atingem os interesses das pessoas, interesses da imundo, aquilo a que elas se afiliam por afinidade, por preferência, por gostos, por tendências políticas, por tendências ideológicas e assim por diante. Então, Marcelo e Nelson lembrar o nosso público que está nos prestigiando nessa calorosa audiência. Neste sábado à noite. Que a nossa?
Revista espírita eletrônica, ar monista, publicando durante todo este ano de 2023, já publicamos janeiro, fevereiro, março e abril e a edição de maio está no prelo. Está sendo confeccionada. Textos desde a época de Kardec, documentando totalmente essa situação e demonstrando cabalmente que ocorreram adulterações seríssimas nas 2 obras. Aham e aguardem, vocês que estão acompanhando todo esse nosso projeto, todo esse nosso
trabalho, que nós vamos mostrar. 11 quais são as adulterações nas 2 obras, de modo que você vai poder pegar os tempos bons e comparar com a isso. Isso mesmo. Tem um casa para ver que a ideia geral da proposta espírita de dar ao espírito autonomia o livre arbítrio sobre as suas decisões e não ser um marionete, um títere de Deus ou da espiritualidade com a heteronomia, vai estar flagrante nos textos que existiam até a morte de Kardec e que foram alterados. Isso sim é lutar pela.
Permanência da informação espírita e pela progressividade dos conceitos. Eu estou me lembrando aqui. Pode, posso falar ou ou acabou o tempo não vai lá. Então, tá, eu estou me lembrando de um artigo que eu escrevi e que está inédito ainda. Eu escrevi esse artigo algum tempo chamado quando a gente vira dogma, aí há pouco tempo eu fui reler o artigo, mudei um Monte de coisa. Atualizei. Então como Kardec fez a gente se
a gente ainda não. Publicou ou mesmo tendo publicado, quando a gente reler a gente tem vontade de mexer, atualizar? Tá? Então, o artigo fala justamente isso. Um perigo quando a gente vira dogma a, mas fulano merece todo o nosso respeito, mas fulano merece toda a nossa consideração, tá? Mas folha corrida não é desculpa. A gente erra, a gente se equivocar. Tem muita gente aí, boa no movimento espírita. Não vou ficar citando nomes,
muita gente badalada aí que. Andou metendo os pés pelas mãos. Andou falando um Monte de bobagem, andou apoiando, inclusive genocidas e conservadores e reacionários, preconceituosos. E a gente não vai achar. E a obra dele não tem valor por causa disso? Tem, mas pisou na bola. Responda, responda pelo que fez a gente não é dogma? A doutrina espírita, inclusive, não possui dogmas, não possui verdades incontestáveis em
Nenhum de Nós é incontestável. Testando a si mesmo em primeiro plano, depois responda, universo, né? Exatamente ele ali do jeito. Cesse acertos e erros em toda a trajetória. Bom, vamos. Eu acho que as pessoas têm medo de se descobrirem infalíveis e acharem que vão perder a força. Uma espécie assim de eu sou Super-Homem apareceu a naquele a kryptonita pronto murchei acabei, não é assim num banco, Super-Homem. É um banco, Super-Homem, se a tua kryptonita aparece, é pior.
Aliás, tem limite de que você é um espírito e eu vou loção sujeito a altos e baixos mesmos é, é melhor assim. Aliás, Kardec não era assim. Se você, se vocês entende, se você ler Kardec, ele deixa explícito que ele não, que a é é progressivo, spiritismo. É a opinião dele hoje, não seria daqui a um ano ou daqui a 10 ou daqui a 20. Ele está lá. Você citou o espiritismo provide junto com a ciência. É exatamente. Oo momento que Kardec se. Kardec escreveu uma obras
fundamentais. São 160 anos atrás. Ele é ismo. Não parou assim 60 anos atrás. Exatamente ele se modificou. Ele avançou, apesar de ter alguns espíritos e espiritas. Que parece não atrelados ao século 18 e 19, até hoje, não é? É, é, tem EE. Tem como? Bem posicionado, olha só, é hoje, com a força da internet e das redes sociais, popularizando, multiplicando a difusão do espiritismo. Acontece um fenômeno muito peculiar, Nelson e Marcelo.
Este fenômeno é fazer da mensagem espírita uma verdadeira salada mista, onde nós temos diferentes tipos de pessoas difundindo visões distintas acerca do espiritismo. Algumas situações de enquadram, inclusive canais que possuem milhares de seguidores, que tem uma ressonância, uma presença nas redes sociais muito efetiva. E nestes casos, temos alguns canais que se auto denominam como espíritas, mas que
pertencem a outros segmentos. Segmento místico o segmento de auto-ajuda, o segmento espiritualista. Como definir então, diante disso, a identidade do espiritismo na atualidade? Em face de encontrarmos essa diversidade imensa de Correntes de pensamento que assumem ou buscam assumir para si o rótulo de espiritismo. Utilizando um bordão comum agora nas redes redes sociais também de uma propaganda de uma corretora ou de uma empresa de seguros. Tem jeito?
Fala aí, Nelson, tem jeito para isso? Olha, é uma jeito, tem. É isso tudo, não tem outro. Tem que tem que ampliar, não tem jeito, ele não tem outro, não tem outra solução. É necessário para, veja só. A. Vamos falar uma coisa mais contemporânea, até. Já se Regis. Nos anos 90? Já falava que nós temos que atualizar Kardec. Atualizar Kardec não significa você ver mexer nos fundamentos do espiritismo. Os fundamentos são um, eles são os pilares, é o central.
Mas o pensamento evolui. Sociologicamente, filosoficamente. Historicamente. I. Para grande parte do movimento espírita. O pensamento está está estagnado no início do século 19 do século 20. Aham, aham, está estagnado. Não está lá, está lá atrás. Se você pegar. Toda a produção. Literária? Das principais editoras espíritas? Elas estão focadas aonde? É só pegar. Um linguajar, um raciocínio, 2 primeiras décadas do século 20. Caramba, será que os espíritos não se atualizam? Não.
OOO espírito desencarnou 200, 300 anos, continua pensando como 200, 300 anos, certo? É só o ser o mundo que evolui, o espírito não evolui, não é e nem fala estagnado, continua falando como se fosse um velho de 100 anos, justamente quando parece, pela voz do médium, como se fosse uma pessoa de 100 anos ano, como desencarnou, como disse o espírito não é nem que eles, antes que você tem 3 velhos, né?
É tem 3 velhos, né? Na verdade. 13 falam totalmente diferente disso mesmo, mas tudo bem, vai sair outro Sky, outros 500. Então, vejamos, já se Régis, já lá atrás, queria lançar a proposta do kardecismo, que todo mundo combate à ele. Não existe kardecismo, não. Espera aí. É, é. O pensamento é a filosofia. É o resgate. E a evolução? John, a spuria. Da cepa? Também no século 20. Falou a mesma coisa e outros tantos pensadores. Nosso querido Herculano pires, cair de pau em cima da dos
espíritas. Que não conhecia o espiritismo? Não, ele não foi o melhor metro até conforme o. E Mano, que mediu Kardec. E ele caiu de pau porque respeita no estudo. É só aquele beabá. Aí saí agora, voltando ao crescer, perguntou. Aí tem toda essa miriade de opções. A todos os gostas, todos os aspectos. Vai dar auto-ajuda ou espiritualismo, e todos se dizem espíritas, não é? Oo que acontece? O consumidor. Como o dedo dizia um ditado, voltando de todo o português aqui.
É, é como índio, tem que saber os olhos e depois ao paladar. O que significa? A comida tem que agradar aos olhos, depois vai agradar o paladar. Então, senhor que vem te vendo um pacote. Mesmo que seja ficcional, maravilhoso. Você vai tentar verificar o que que tem dentro do pacote. Há, mas o pacote não me agradou, mas não é bem isso que eu queria, mas aí depende do que você entende. Você conhece. Aí, de repente, aquele pacote atende principal a todos os os as dúvidas, todas as suas
perguntas, todas as suas. Dos os seus obséquios as suas, as suas dúvidas. Pronto, você comprou o pacote, está, virou fundo para o canto do canal. Vira vando ledo, escritor. Gravando pseudo sabe que escreve lá como espírito superior que ave Maria, que me revolta isso. Eu revolta, escreveu. Apertem espírito superior que escreve cada abobrinha, rapaz e cultura e cultuado ainda tem. Eu tenho um que é uma estratégia de como corda, ele extremamente carismático quando ele toca um aspecto do.
Eclesiástico, ele é impecável, não tem o que falar. Mas quando ele começa a ir a outras Vertentes. Citar tradições espirituais, aí a coisa pega aí o negócio fica feio. Só divagação, Marcelo nessa, nessa questão aí de de dos influências e da da da existência desses canais que falam de tudo, menos de doutrina espírita. Rapaz, eu. Eu acho o seguinte, eu acho que a gente tem que estudar. Echo, var, estudar as obras Funda fundamentais que você
tendo um bom fundamento. Você não se deixa enganar. Mas as pessoas gostam de achar que esse ou aquele espírito que começou a se manifestar no século passado, que esse é o aquele médium são mais importantes que Kardec. Minha base é Kardec, melhor ainda a minha base é Jesus. É o próprio Kardec, no trecho da gênese, que a gente já citou aqui, ele falou. Que a gente deveria ir acompanhando a ciência conforme a ciência evoluir.
Se ele sabia que o aquilo que ele estava falando não deveria ser interpretado de forma estática, então a nossa base é Jesus. E Kardec, para basilar Jesus, à luz da imortalidade da alma. Pronto. Fica dando crédito a esse ou aquele mesmo? Eu estou lembrando um fato aqui que eu fiz uma palestra uma vez no centro espírita aqui de Petrópolis. E as e a presidente do centro a tinha mania, sempre de falar alguma coisinha. No final, caso ela não concordasse, aí uma vez eu falei alguma coisa.
Acerca de homossexualidade, que é que ainda deve ser um tema polêmico, mas na época em que eu falei, deve ter uns 67 anos, é um tanto quanto mais polêmico. É uma coisa minha opinião, calcado no amor ao próximo. A tolerância na compreensão, no acolhimento das pessoas. Aí, conforme eu terminei ela. Pegou a palavra a, mas o médium XYZ fala isso, isso, isso em relação a esse absurdo é? Pois é. Posso fazer nada? O que eu disse é o que eu disse,
pronto. Eu me causa, eu me respondo no amor ao próximo, no Cristo. O que esse ou aquele médium falou? Pode estar datado? E não me interessa. Conforme o senhor Marcelo Henrique já me falou algumas vezes, quem é esse ou aquele médico na fila do pão? Não é que é isso o argumento de autoridade não nos pertence. Exatamente, temos 11 concílio, nós não temos nem a comissão central de espiritismo, é
adéque. Estabeleceu não com um caráter de órgão censor, mas como a reunião dos espíritas sensatos que estariam, como você disse na base da gênese, acompanhando o que as ciências no plural estivessem pesquisando. Aham, agregar ao edifício espírita toda essa experimentação da física, da química, da biologia, da medicina, do direito. A sociologia, da administração, da economia, da filosofia, da própria religião, porque existem
as ciências da religião, né? Tem uma amiga minha, espírita, que é doutora em ciências da religião, porque porque ela entende a necessidade de pesquisar o fundamento religioso da humanidade, de de fundamentar.
A ideia de religiosidade, que é inata do ser humano que essa conexão que nós temos com as forças superiores, com o universo, com a nossa própria espiritualidade íntima e o exercício de tudo isso no contexto da vida encarnada, gente, eu tenho 2 perguntas finais que elas têm uma ligação muito direta, né? E eu não gostaria de encerrar essa live, já estamos partindo para o finalmente sem tocar
nessa questão. Então eu vou fazer as 2 mais ou menos juntas e vocês fiquem à vontade para falar de uma ou de outra ou das 2 e já emendar as suas considerações finais nessa nossa live de hoje, a primeira pergunta, ela tem relação? Com a pluralidade. Dade de Ideas ou a interdisciplinaridade, que era observado por Kardec a seu
tempo? Kardec estava atento ao pensamento de outras ciências, filosofias e religiões e não raro trazia isso para o conteúdo da revista espírita onde procurava fazer a linkagem para usar um termo da atualidade que ele não usou. Obviamente não existia link há 160 anos atrás, mas ele fazia a linkagem com os princípios, com os fundamentos, com as ideias espíritas. Então nós vivenciamos nos últimos 80 anos, 60 anos para
ser mais exato. É um movimento importante que aconteceu dentro do cristianismo, já que o Marcelo falou bastante em Jesus, falou no Cristo Como Ele É reconhecido pelas religiões cristãs, né? É este movimento se chamou teologia da libertação. Que teve expoentes muito importantes, inclusive aqui no Brasil, né? Tivemos Leonardo Boff e frei Betto, Gutierrez, Queiroga, congue como expressões dessa ideia.
E sair? Da igreja e alcançar o povo, libertar o povo, dar uma ideia de construção individual da sua própria libertação espiritual, sem ficar presa a ideia dogmática de que alguém seria o libertador da humanidade, entre outros aspectos. Será que essa teologia da libertação, claro, guardadas as devidas proporções, porque ela não fala dos dogmas das verdades, é espiritas fala das verdades católicas, fala dos princípios católicos.
Mas será que essa teologia não teria condições de, ao ser associada a muitas Ideas espíritas, há muitos princípios ao conteúdo, por exemplo, da terceira parte do livro dos espíritos, onde estão as 10 leis, Morais ou divinas da humanidade? Não poderia fazer a cabeça dos espíritas neste século, então essa é a primeira pergunta.
Se não dá para. Analisando a filosofia contida na teologia da libertação, fazer uma correspondência, por exemplo, com a lei de Liberdade, que está na terceira parte do livro. Como eu falei há pouco, e a segunda questão é a seguinte. Nós vivenciamos nos últimos 67 anos no Brasil e inclusive continuamos vivenciando hoje e marcantemente no movimento espírita.
A convivência nem sempre pacífica entre 2 segmentos ou 2 modalidades de pensamento, inclusive alcançando as idéias espíritas, os conservadores e os progressistas que convivem lado a lado. Nas nossas famílias, na nossa vizinhança, no centro espírita, na escola, no trabalho, no coletivo, na padaria, no clube de futebol, de lazer, enfim, estão intrinsecamente associadas às nossas vivências cotidiana. Aí surge o seguinte questionamento.
Porque expire. Ritos desencarnados conservadores se manifestam apenas em ambiências conservadoras e por meio de médiuns igualmente conservadores, ao passo que espíritos mais avançados, mais libertários, é mais progressistas, escolhem re uniões, agrupamentos, instituições de, por consequência, espíritas. Médiuns.
Também progressistas libertados. Vou dar 2 exemplos no segmento, um dos conservadores, nós temos espíritos do quilate de Bezerra de Menezes, Joana de angelis, Emanuel Ismael e do outro lado, espíritas progressistas. Nós temos é sendo recepcionados pelos médiuns Manuel porteiro. É Humberto mariotti deolindo Amorim. Herculano pires. Qual a explicação desses segmentos não conversarem entre si? Ou seja, eu, médio, o Nelson
médio. O João médium Paulo médium Marcelo já disse que não é médium ostensivo, então não dá para incluir ele no processo. Mas digamos assim, por que que o médium a Deus e não recepciona espíritos de cá e de lá e vice-versa? E gente logo fica bem essa pela e de repente unidade. Eu acho que é uma questão de afinidade, não é? Como é que um espírita progressista, que que o espírito de cunho progressista, um Freitas nobre da vida, exemplo, vai se?
Manifestar por meio de 1/01/1, médium, conservador, moralista, muitas vezes até hipócrita. Reacionário, um. Não tem sintonia. Então? Um espírito de igual envergadura. Assim, mais afeito às às tradições ao passado é que vai. Encontrar afinidade para se manifestar por. O meio dele, idem. Idem. Do lado dos progressistas. Como é que 11? Um médium? Progressista, enfim. Um Sérgio Aleixo amador, encontre um Marcelo Henrique
vai. Percebi uma mensagem de um médium conservador que muitas das vezes fala mais do mesmo. Ou não, não, não vai ter muita. Muita afinidade, muita sintonia. Para que isso aconteça, né? Agora, o que eu acho engraçado é o seguinte, eu tenho um artigo, eu já escrevi até 11 crônica esse respeito um artigo de 11 professor universitário budista do Rio Grande do Sul. Em que ele fala? Que budista de direita é fajuto, seja, não adianta você se achar budista só porque você faz meditação.
Se você é capitalista, se você trata mal o garçom, se você trata mal os seus empregados, você é um budista fajuto. Então, o que ele fala do do budismo vale vale para o catolicismo, vale pro judaísmo, vale pro pro, protestantismo e vale pro espiritismo, tá? Espírita de direita, é fajuto. Então? Vai. A tá aí? Que tipo de espírito? Não sei se são fajutos, mas que são apegados a uma ideia única na uma ideia estática, estagnada. Enfim, eu acho que a gente tem que ver isso.
Eu estava lendo um artigo de um. Um jornalista e economista, há pouco tempo que eu, por força da. Profissão, acabo lendo muita coisa, então ele falava, olha. Pessoa que é pobre e fala de e fala que é de direita, A pessoa que é assalariada e fala que é de direita é de direita? Coisíssima nenhuma. Ela é de esquerda. Ela pode até admirar A direita, namorar A direita, flertar com A direita. Mas se ela é assalariada? Ela é de esquerda. Que ela tenha consciência disso. Quer? Não é isso.
Muito bem, então, para ti é a lei, é inexorável, da afinidade vibracional. É essa que vai ter. Eu acho que é. Eu acho que não. Que o espírito vibracional ideológica né e ideológica e comportamental. Enfim, eu não gosto muito de ir por essa área mediúnica, não, porque o Rui, eu acho um assunto meio. Delicado. Eu não gosto muito, tá? Eu acho enjoo, idade, o negócio meio chato, mas eu acho que é o. Eu respondi, não sei, não. Viés interessante esse Nelson. E para você, o que seria?
Está sem som? Perdão, tem deixado mudou. No caso dos espíritos de. Progressistas ou conservadores? AO que o que que acontece? O espírito se comunica com um médium que melhor serve de instrumento. É. Ponto Final. Ou seja, a de ter-se uma afinidade. Entre espírito comunicante e o médium receptor. Não tem como. Então daí porque é, é aquela tal história. Vou. Não é bem um exemplo bem claro, bem, não é nem progressista nem conservador, mas como todos nós aqui, já trabalhamos de uma
maneira ou de outra. Em reuniões mediúnicas. O que você diz quando um médium? Por exemplo. Recebe um espírito que? Totalmente transverso do que a costuma acontecer na reunião mediúnica. Sim, as sem culpas e sem porém se. O espírito claro, lógico, racional. Como é que AA direção trata esse espírito? E o médium também? Oxe, então, desviado. Ops, é lá pro cantinho. Não foi, não, consolou, vai embora, vai, fica, fica aí. Não sei, não. Consolou, não consolou. Você não gozou?
Fica aí no cantinho. Falando, o espírito veio para esclarecer, e quer que eu vi espírito? Câncer quer, mas olha. Tem umas coisas que acontecem numa mesa mediúnica que você simplesmente. Fica embasbacado. Não tem nem muito o que comentar, mas eu já assisti algumas, mas. Todas organizadas. Essa questão que o Nelson está colocando, o Marcelo, que agrega valor, aquilo que você disse da afinidade ou da sintonia vibratória.
É, eu estava discutindo com a Júlia hoje de manhã, quando a gente tava pensando na programação dessa life, então está aqui a página mediúnica, né? Recebida caligrafia do espírito, et cetera e tal. O que que vai acontecer na instituição espírita, do tipo conservador? Apareceu então uma mensagem assinada pelo deolindo Amorim. Recepcionada pelo médium j, que era, assim como Kardec, se referia aos médicos, ele não dava nome, sobrenome como movimento espírita brasileiro.
Faz, né? E coloca na capa do livro o nome do médio em letras garrafais e o nome do espirito pequenininho abaixo dele, né? Porque o espírito é secundário, importante é o médium, ele é que é o veículo, ele é que é o difusor, né? Ele é que é o emissário do senhor, não é isso que acontece no nosso movimento, então. Violino. Chegou lá para o médium j. Na instituição conservadora, acontece isso com Nelson, disse. Não, não essa. Essa mensagem aqui é anímica.
Essa mensagem aqui. Não tem nada a ver com o nosso contexto atual. Vai para a gaveta. Ele não disse ele não disse o que eu quero ouvir, né? Então não, certo, não permite, né? Ou o contrário não é aparece num grupo progressista. É difícil, mas vamos imaginar que apareça lá 11 espírito que foi é mais conservador, mais à direita, mais tradicional. Para mim, não utilizar nenhuma outra adjetivação pejorativa, porque a gente respeita todas as ideologias EE convicções no
mundo atual e assim tem que ser. Oo mundo pro pro Lula pluralista, não é? Vocês continuam me ouvir porque deu uma queda que está, aham, então veja, aparece. Então uma mensagem conservadora num grupo progressista? Ela vai ser analisada segundo o critério de Kardec, e verificar se ela está adequada ao contexto social.
Histórico, planetário, espiritual, não estando, ela vai receber um parecer crítico no sentido, essa informação não condiz, não está associada a uma ideia progressista da doutrina, uma ideia progressiva do conhecimento espírita. Ela contraria o princípio tal ou qual o fundamento tal ou qual do espiritismo, esse deveria ser o tratamento dado à mediunidade em geral. Mas não é assim que acontece, não é? Nós temos muitas posições de ao de b no sentido de anão me interessa.
Guarda esconde, deixa de lado. E aí, o que que vai fazer o espírito? Sendo uma comunicação verdadeira, sendo a presença realmente dessa ponte entre o desencarnado e encarnado, ele vai procurar um terreno, um terreiro, uma mesa, um a by, tô lá, um ambiente, uma tenda. Onde ele seja recepcionado onde ele tem a ressonância, onde aquelas idéias guardem correlação e sinergia. Bom, vocês 2 me responderam sobre a questão do do tipo do
médio e do tipo do espírito. Eu estou esperando a resposta em relação à teologia da libertação. Você não vamos deixar. Olha, eu acho que não. Olha, eu acho que nós já somos, hã, teologia da libertação. Nós e tantos outros coletivos de escritas progressistas. Que graça me? Por aí, nós já somos essa elaboração de uma teologia da libertação para o movimento espírita. Progressista, plural. Que conversa sobre todo e qualquer assunto.
A luz da doutrina espírita. Que debate outras Vertentes de assuntos que, muitas das vezes, pelo movimento, explica tradicional são debatidos. Por um lado só, enxergados por um viés só. Nós somos essa. Essa teologia aí. Com certeza. E você, Nelson? Bem, é, eu vou pelo mesmo caminho. Eu sou fã do Jaci Regis. Isso é público e notório. A turma de Santos foi incrível. Ela Foi a teologia. Utilizada no kardecismo é no por espiritismo ou kardecismo, como falava, já se Refis?
Se libertou de todas as amarras místicas. Todos os aforismos. Um dos dogmas que o espiritismo brasileiro. A pregou? Já se regi subverteu o espiritismo. Quem acompanhou já se Regis. A concepção filosófica dele. Se libertou e foi para eee, adentrou na teologia espírita, digamos assim. A libertação. E graças à. O advento da internet a sepa também é OC cepa no Porto Alegre. O pensamento. Evoluo espírita evoluiu muito. Aqueles que não tinham vozes acabaram se comunicando pelo
advento da internet. Principalmente nessa pandemia, trouxe alguns aspectos positivos, apesar de todo sofrimento causado. Principalmente na parte do entrosamento. De pode entrar? Principalmente no entrosamento de vários coletivos. Que impulsionarão uma nova visão progressista progressiva do espiritismo. Vamos registrar então, já que está chamando a atenção para o pensamento do nosso querido e saudoso. Já se Régis, que está entre nós,
manda um abraço aí para você. Sempre presente nessas iniciativas progressistas, livre pensadoras humanistas laicas da ideia espírita. Temos aí a registrar que o jornal abertura de Santos, o jornal opinião. Do centro cultural espírita de Porto Alegre e a revista Harmonia foram, durante muito tempo os veículos e ainda são, né? Porque continuam sendo editados justamente desse posicionamento contracultural não no sentido de
oposição a contra a cultura. A expressão contra a cultura significa sair da ideia convencional. Da ideia majoritária da ideia dominante do que seja cultura espírita e nós somos da contracultura, porque patrocinamos uma ideia cultural diferente da ideologia dominante. Bom, minha gente, nós estamos chegando aí a 1 hora e 50 dessa tão produtiva live. E eu gostaria, então, espaço para as considerações finais, começando pelo nosso Nelson Santos, que é de casa.
Bem, agradeço a atenção de todos nessa live foi maravilhosa. Temos muito a falar muito a escutar muito, aprender. Drag, nós possamos realmente sermos. Espiritas, que olhem profundamente. Para ação social? Que hoje o espírita. Esqueceu-se? De um dos principais pontos do espiritismo. Que é a justiça. A igualdade e a Liberdade. O amor, a Caridade. Não assistencialismo Caridade o RAM. Então? Hoje, devido a ao aos vários
coletivos. Nós estamos retomando os aspectos fundamentais do espiritismo. Com a benesse? De podermos evoluir o pensamento, podemos discutir novos horizontes. Esperamos que. Essa conversa que nós estamos tendo hoje aqui. Possam alcançar. Outros, espíritas. E fazê-los? Entender. Qual é. O que é o espiritismo? Kardec lançou um livro lá atrás falando sobre isso, mas até hoje não entenderam. Boa noite a todos. Bem, muito bem, Nelson, prazer, mais uma vez tê-lo conosco nessa live.
Vou pedir para te aguardar lá na salinha do chá que daqui a pouco nós vamos encerrar a nossa atividade. Muito obrigado. Marcelo, as suas considerações finais. Há. Eu agradeço pelo convite. Aprendi muito. Acho que falei até mais do que o give anão sei se eu sair do assunto algumas vezes. E eu quero ver cada vez mais os espíritas envolvidos. Em debate sobre o combate. A homofobia, o machismo, a misoginia, a violência com contra a mulher, ao racismo. Eu quero vê-los.
Espíritas comprometidos em assuntos como produção de alimentos, melhor distribuição de renda, saúde, educação de qualidade para todos, porque o nosso objetivo é melhorar esse mundo à luz da imortalidade, da alma, não achar que estamos aqui só de passagem, nos preparando para habitar numa colônia espiritual desse ou daquele quilate. Enquanto o mundo fica aqui com as suas mazelas de sempre, o espírito não pode ser aquela pessoa que acha que não tem nada
a ver com o mundo. Odierno, porque a verdadeira vida, a vida espiritual, a vida espiritual, é uma consequência daquilo que nós fizermos aqui. E a gente tem que batalhar por um mundo mais justo, um mundo mais bacana para todas as pessoas. Essa é a minha luta e acredito que seja a luta de todos os espíritas progressistas. Obrigado por tudo. Boa noite.
Valeu, Marcelo. Sempre é um prazer tê-lo conosco, mas ela é membro honorário aí do ECK, colaborador, já esteve conosco em outra live, é articulista do nosso portal, colaborador de muitas debates. Muitas discussões interessantíssimas. Fique à vontade sempre na nossa casa. Você não fugiu do tema em nenhum momento. Nós trabalhamos com essa ideia sempre agregadora, de várias concepções de várias Vertentes de entendimento, porque assim é a característica do grupo E dos projetos.
Espiritismo com Kardec obrigado mais uma vez por ter aceito o convite por ter estado conosco nessas quase 2 horas e até breve. Espero que até breve pouco, espera aguardar um pouquinho lá na sala de estar para a gente poder encerrar a nossa atividade. Muito obrigado. É isso, minha gente? Estamos então encerrando mais uma live, mais um embalos de
sábado à noite. Aqui não é secar, mas eu, antes de terminar, quero fazer um agradecimento especial ao Márcio Cardoso de Santa Catarina, o Márcio Saraiva do Rio de Janeiro, a Daisy manzano, de São Paulo, o Elias Morais, de Minas Gerais, o Marcus Braga do Distrito Federal, a Leopoldina Xavier, de São Paulo, a Júlia chutes, de Santa Catarina, e a Maria Cristina rivet, do Rio. Grande do sul que contribuíram
com algumas das questões. Alguns dos questionamentos que foram trazidos nessa nossa live, fazer o convite está aí, passando na sua telinha da direita para a esquerda, A próxima live do grupo espiritismo, com Kardec aqui nos nossos canais Kardec. Por onde andas, meu filho?
Quando te encontras, queremos bater um papo legal, o tête-à-tête, olho no olho, Kardec, por onde andas, é a nossa live no próximo sábado, dia 27, semana que vem no bat horário no bate local aqui nos canais ECKA, partir das 18 e 30, vem com a gente. Você é o nosso convidado, você é a razão maior da nossa existência, das nossas atividades e fique ligadinho nas nossas redes sociais.
No nosso portal, no Instagram, no Facebook, no tic TOC, em todas as plataformas que OICK está e nós temos novidade para você. Para o segundo semestre, inclusive, fique atento, porque as vagas são limitadas e você vai ter que correr para se inscrever para participar no nosso próximo projeto a você, a nossa Alegria, nosso contentamento, nosso agradecimento por ter estado conosco, ainda que por alguns minutos, ou então pela live
toda. Se puder, recomende o nosso canal youtube.com, barra c, barra espiritismo, com Kardec, onde lá estão todas as nossas Lives, desde a primeira até essa com conteúdo de qualidade, trazendo informações, debates que você não vê por aí, porque nós estamos trazendo uma nova forma de entendimento desta filosofia que tanto faz bem ao nosso espírito, a nossa vida material e a nossa vida espiritual. Um abraço, um beijo carinhoso, um excelente domingo para você em família e até a próxima.
Tchau, minha gente.
