Não sente espírita qualquer. A sala de atendimento fraterno entre uma jovem cara assustada, perturbada, parecia muito cansada. Boa noite. Boa noite. Posso te ajudar? Olha, eu tô há pelo menos uns 6 meses sem dormir. Eu não consigo comer direito. Eu quando eu durmo, eu tenho pesadelos, umas coisas estranhas, sabe? E quando eu venho aqui pra pra conversar, como eu tô conversando agora, sempre me mandam pro tratamento de desobsessão. Todo esse tempo é sim.
Vamos lá, fala um pouquinho pra mim sobre você, sua família, trabalho, saúde pra eu te conhecer melhor. Olha, eu sou casada, eu tenho um filho de 7 meses e, sabe? AI eu, eu, eu me sinto culpada, culpada, porque eu eu não sinto amor por ele. Eu, eu não quero amamentar. Eu não quero cuidar dessa criança. Eu não posso nem ver o meu marido. E eu só tenho vontade de dormir durante o dia, sabe? De ficar escatelada no sofá e à noite.
À noite eu pareço um zumbi. Você nunca pensou que poderia estar com depressão pós parto, sabe? Porque os seus sintomas são muito parecidos. Parece ser realmente depressão pós parto. Que tal você procurar uma ajuda com seu médico, né, seu ginecologista? E ele pode te encaminhar pro psiquiatra, pro psicólogo. Mas pera aí. Olha, quando eu passo com outros orientadores, é ninguém me perguntou nada sobre essas coisas. Família. O que eu tô sentindo?
Só me falaram que eu. Que eu tava assim com espíritos. Como que é espíritos obsessores? E eu nem sabia o que que era isso. Mas eu não melhoro. Eu tô do mesmo jeito. Olha, sinceramente, eu já tive vontade de acabar com tudo isso, acabar comigo, com meu filho, dar um fim nesse sofrimento. Calma, calma, pera, nós vamos te ajudar. Calma, não, não é assim, veja, isso são realmente sintomas de quem possa ter um tipo de depressão no seu caso, após parto.
Vamos lá, vamos começar de novo. Respira fundo, né? Você tem convênio? Não, não tem convênio. Não e também tudo isso daí que você falou terapia, psiquiatra. Eu também não tenho como pagar isso. Entendi, não tá certo. Olha, com relação a parte médica, eu te aconselho o seguinte, você procurar AUBSO, posto de saúde perto de você. Talvez seja até o mesmo que você fez o seu, a sua o seu acompanhamento, né?
Da gestação. Marca com seu ginecologista ou com ginecologista que estiver lá, conversa com ele, explica. Tudo isso que você me explicou do que vem acontecendo, tá Pra Ele, olha, é, eu tô achando que eu estou com depressão com as partes. Será isso? Se eu poderia me encaminhar ou pro psiquiatra, ou pro ou pro qualquer outro médico responsável, o psicólogo, e aí ele vai fazer esse encaminhamento pra você. Mas pode ser que o psicólogo. Demora um pouco mais.
A gente tem aqui é psicólogos que são voluntários. Se você não se importar, eu faço uma cartinha, te encaminho para assistência social e ela te encaminha. O que você acha? Tudo bem. Essa cartinha é um favor, imagina? Perfeito. Na verdade, eu estou, estou desesperando. Não, não, não se desespero. Então você vai sair agora, assiste a palestra, pode vir assistir as palestras, tomar os passos que você não precisa fazer nada de desobsessão, nada disso, porque o seu problema não
é esse, tá? Se o problema, provavelmente eu não estou afirmando, ok? Provavelmente aí vai ficar muito, tá bom então, até um dia. 10 anos depois, e aí, lá no centro espírita, aquele mesmo que atendeu a moça, uma sala de aula de doutrina espírita, olha só. Então, 10 anos depois, eu encontro a nossa orientadora. Também expositora, ela tava ali na sala recebendo os alunos novos. Eram o primeiro dia de aula, né? Ela não me reconheceu, ela não me reconheceu. Aí sabe o que eu fiz? Eu fui lá.
Eu abracei ela bem apertado e pedi a palavra, já que os alunos podiam falar nesse primeiro dia de aula. E aí? Sabe o que eu fiz? Eu contei a minha história, a minha história. E assim eu passei pelos médicos. Foi confirmado depressão pós parto. Eu fiz o tratamento com a ginecologista, com o psiquiatra do SUS. Fiz o tratamento psicológico com o psicólogo da assistência social da casa espírita. Eu consegui um emprego, eu fiz faculdade de psicologia e eu sou psicanalista também.
E agora? Agora, com muita Alegria, eu sou voluntária nessa casa. Atendendo pessoas em vulnerabilidade. Olha só, gente, a importância das pessoas que fazem atendimento fraterno na casa terem conhecimentos gerais, entender que as pessoas precisam muitas vezes de outros tipos de tratamento, o quanto é Sério se mexer na parte psicológica das pessoas, o quanto as pessoas precisam. É de outros tratamentos que não sejam espiritual. Nem tudo é obsessão.
Muitas vezes é aquilo que acontece com a gente no nosso dia a dia e nisso salvamos vidas de verdade quando realmente entendemos o problema. Um beijo a todos. Alô, você, tudo bem? Mais uma live aqui nos embalos de sábado à noite do eck. Esse espaço que você já conhece, já participa e também nos ajuda a divulgar. Pedimos então para você que ainda não é inscrito, que se inscreva em nosso canal para que você possa. Nos ajudar na distribuição desse conteúdo pelas redes sociais.
Também pedimos a você o seu joinha o seu like para esta nossa apresentação de hoje, onde vamos trabalhar psicologia e espiritualidade. Como o mês de abril marca o duplo aniversário? O aniversário da obra principal a primeira obra é da Allan Kardec, o livro dos espíritos e os 8 anos do coletivo espiritismo. Com Kardec. Tivemos a pouco a esquete teatral com a Débora e a Cláudia na edição de Evandro oliva, mostrando as agruras, o dia a dia da atividade espírita e as
relações que existem. Entre a fenomenologia espiritual ou mediúnica e as questões afetas ao psiquismo, a materialidade, a psiquiatria e a psicologia. Sobre isso também que nós vamos debater hoje, trazendo um convidado especial daqui de Florianópolis, Santa Catarina, onde eu também estou, e vamos chamá lo para a bancada para iniciar as nossas atividades que toquem os clarins, vamos
receber. João Lucas Xavier schuler Vem Pra Cá, João. Boa noite, boa noite, Marcelo, boa noite, todos e todas que estão nos acompanhando nesse sábado à noite. É uma satisfação estar aqui. Agradeço muito o convite, um tema tão legal. Essa intersecção até eu não tinha. Fui reparando ali a esquete sensacional, né? Tudo a ver com o que vamos abordar hoje. Então vamos lá, vou dar o meu melhor aqui pra gente poder ter 11 troca. Muito bacana essa noite.
Temos certeza, João, que será uma grande oportunidade de o nosso público conhecer um pouquinho mais dos detalhamentos da tua área de atuação, né? E nesse início nós queríamos te perguntar, quem é João Lucas na fila do pão? Boa pergunta, né? Hoje em dia eu sou psicólogo clínico. É, sou formado há 10 anos, mas AA parte da clínica. Faz mais ou menos 8 anos que eu
estou atuando. E a minha formação na psicologia começou muito com uma questão de orientação profissional, de carreira e uma preparação pra aposentadoria, né? Desde adolescentes, jovem, adulto e idosos. E depois eu passei pro caminho mais da clínica, mesmo com jovem, adulto, adulto e idosos. É com uma abordagem da COVID do comportamental, com a formação em terapia relacional, sistema que tem um olhar também muito pra família, para as dinâmicas
relacionais. E aí o que se conecta muito, acho que com a nossa o debate de hoje é, vou ser, vou ser resumido aqui, vou resumir um pouquinho, mas acho que link aí é legal falar é durante a graduação, o tema da espiritualidade não tinha espaço algum na minha graduação. E é um tema que sempre é. Se movimentou muito bem dentro de mim. Sempre fui muito atrás, sempre
me afinizei muito. E como não tinha essa abertura, era muito difícil de ter essa troca com a psicologia é e a espiritualidade, essa integração. E de um tempo para cá, muito de avanços em pesquisas no campo científico mesmo, tanto em psicologia quanto psiquiatria e medicina, avançaram exponencialmente. E uma das minhas especializações é em psicologia, espiritualidade
integrada. A prática clínica é tem um centro bem legal, depois quem vai se interessando, né, em Juiz de Fora, que é o nups, é o núcleo que está estudando firmemente. É esse tema, então é isso. Hoje sou psicólogo bem focado, né? Na clínica e é muito afinizado com a temática da espiritualidade na prática clínica.
Muito bom, João, muito bom. Lembrares do nupes em Juiz de Fora, nosso Ricardo sardinha que está na técnica, aliás, agradecemos ao Nelson, ao Ricardo sardinha é, ao Evandro oliva e ao Manoel Fernandes neto pelo apoio técnico nessa live de hoje, que tem a direção artística de Evandro oliva e a direção geral de Manoel Fernandes neto. Essa questão é da lincagem da correlação da Inter relação.
A interdisciplinaridade entre a ciência e o espírito e as demais ciências, sobretudo as ciências mentais e ciências psicológicas psiquiátricas, tem sido objeto de preocupação e de muito trabalho aqui no eccar. Nós estamos preparando muito material para disponibilizar para o nosso público justamente.
Cumprindo aquela premissa de que nós que somos espiritas e não entendemos o espiritismo como religião, eSIM como ciência e filosofia, com repercussões ético, Morais, nós precisamos acompanhar aquilo que as ciências estão trabalhando e intercalar Inter relacionar esse conhecimento técnico científico que deriva de muito estudo, deriva de muita pesquisa, deriva
do campo. De atuação de cada ciência, com os caracteres e as informações que estão contidas na chamada doutrina dos espíritos, vamos chamar o nosso debatedor, que é prata da casa do conselho de gestão do eck, Gerson yamin, que toquem os tambores. Bem-vindo, yamim. Boa noite, boa noite a todos. Eu estou meio no escuro, vocês estão me enxergando bem, tá? Tá dando pra eu tô Na Na tô tentando entender as sombras do Jung, né?
É o psicólogo. Isso aí depois é uma boa noite a todos, a todas estamos aqui hoje deu uma esfriadinha aqui na região sul do país. Aqui embaixo, na Fronteira. Com o Uruguai, é. Eu quero. É um privilégio sempre estar aqui com vocês, né? Aprendendo o eccar é me deu um norte em termos de conhecimento espírita desde que eu ingressei, eu junto com o Marcelo e com todos. E eu participo muito pouco, mas o pouco que eu participo eu aprendo bastante, né?
De uma forma mais egoísta, mas ao mesmo tempo eu tento contribuir de alguma forma. Então nós estamos aí hoje, então pra pra muito mais, pra aprender. Né, mas também para contribuir com alguma experiência nossa, principalmente na área da educação. Muito bacana, como diz aquela música, e a mim e João Lucas,
ei, ei, estamos aqui. O que der e vier, vamos fazer a nossa live com esse conhecimento, com essas experiências, intercalando aí a área da psicologia clínica com a área da pedagogia da educação, onde o yamin trabalha. De modo que essas pinceladas serão muito úteis para esse contexto de nós correlacionarmos os conhecimentos e os saberes humanos. Bom, sem mais delongas, vamos iniciar dentro daquele nosso bate bola. Lembrando a você que está ao vivo, obrigado pela sua
audiência. Você pode participar na forma de comentários ou de questionamentos que, na medida do possível, nós vamos encaixando aqui na nossa programação. Bom. Como o tema é psicologia e espiritualidade, João Lucas, eu queria saber de você e depois do yamin, qual é o teu conceito de espiritualidade e como essa espiritualidade se relaciona com a psicologia? Essa pergunta é fundamental, né? Marcelo? É o que acontece.
A gente pode começar a entender quando a gente entra na espiritualidade, mas quando vai entrando todo nessa temática. A gente consegue categorizar em 3 olhares, 3 conceitos. Primeiro, primeiro, mesmo falando assim, é a religião, né? O sistema organizado de crenças, práticas, rituais para facilitar o acesso ao sagrado, ao transcendente.
Pode ser Deus, pode ser uma força maior, pode ser uma verdade Suprema, é outro ponto, é a religiosidade, outro conceito também para a gente ir organizando as ideias que é. O quanto o indivíduo acredita, segue e pratica uma religião, que pode ser de uma forma mais organizada, ou seja, pode participar de uma igreja, de um Templo Budista, de uma comunidade ou centro espírita, ou de uma forma não organizacional que ela pratica, seja uma oração, uma reza.
É um estudo, é do livro dos espíritos, por exemplo, por conta própria dentro do seu lar. Então a gente vai entendendo que isso é a religiosidade e a espiritualidade. Ela já é uma busca pessoal, é de contato de uma relação mais próxima, individual, né? Com o transcendente, né? Com essa questão que pode ser Deus ou uma força maior ou até a própria natureza, e não necessariamente ela precisa estar vinculada a uma comunidade religiosa. Mas ela sente que ela mesma tem essa conexão?
É e essa integração com AA psicologia? É, tem uma das abordagens, né, que fala um pouquinho mais, que é aceitou melhor a espiritualidade e a própria abordagem junguiana, né? Do Jung, uma abordagem analítica. Porém, se a gente volta também um pouquinho mais, não do Jung, mas um pouco na história mais recente da psicologia, tem um psicólogo muito bacana, que é o William James. E ele tem um livro que é um pontapé inicial, digamos assim, né?
Num teor mais científico, mas dentro dessa psicologia. Científica, que é o livro as variadas, as variedades da experiência religiosa. Um livro de 1902, mais ou menos, se eu não me engano, que ele queria realmente entender, examinar as experiências subjetivas, né? Seja divisões, êxtase, né? Aquela aquela experiência transcendental, emoção transcendental e curas
propriamente ditas. Então foi um objeto de pesquisa dele entender que que é esse fenômeno que acontece com algumas pessoas dentro da psicologia. Então ali teve o pontapé inicial em paralelo a isso já nos dias atuais, de uma forma bem objetiva pra gente entender. A psicologia consegue entrar nesse campo da espiritualidade, religião, religiosidade. É o seguinte, aspecto, né?
Um dos. Quando assim, um dos conceitos principais que a gente consegue entender para entrar junto com o paciente, primeiro, se o paciente admite, acredita ou se o paciente traz isso para o consultório, né? Se ele tem uma crença religiosa, espiritual, se isso faz parte da história de vida dele, então a gente já tem uma bagagem para poder atuar com aquilo. Mas um dos conceitos que a gente usa muito dentro desse tema, que é o copen religioso, ou seja, seria uma estratégia de enfrentamento.
É utilizando a religiosidade ou a espiritualidade da pessoa, que pode ser de um aspecto positivo ou negativo. Então, no momento, vou criar aqui um exemplo hipotético, é um momento que o paciente chega com uma demanda de luto, né, porque ele é um ente querido, uma pessoa muito importante e investigando, conhecendo mais paciente, ele fala, que bom, eu sou espírita, né? Eu Acredito, né? Numa vida após a morte, é ou ser é budista também, tem uma outra,
uma outra visão. A gente pode usar isso a favor do paciente, de ele procurar sim, uma caspida, sim, procurar um tempo um budista, mas para ele se conectar e conseguir ter ou informações para essa pessoa, se isso vai ser, é algo proveitoso para esse paciente. Isso não usa aspecto positivo, né? Então, uma elaboração de luto pode sim ficar muito favorável se ela tem uma crença espiritual, religiosa. Ao mesmo tempo que a gente também vai ter um cuidado, porque isso pode levar para um
caminho. É negativo um poupe, né? Religioso negativo. No momento que aquilo vira, é quase uma obsessão. Então todo dia ela quer entrar em contato com aquele ente querido, todo dia ela quer sentir de uma forma muito visceral aquela pessoa que assim ela recém perdeu. E aí a gente vai para um caminho negativo e aí é trabalhado dentro da psicologia, então, resumidamente. É, hoje em dia é extremamente
viável, extremamente. Tem uma abertura muito bacana da psicologia para atuar com a espiritualidade. Essa integração hoje existe, né? Muito bacana essas tuas colocações, essa remissão feita, a diferenciação que existe entre fé, crença, religiosidade e espiritualidade, embora elas estejam quase todas conectadas, né? E como isso interfere tanto no psiquismo individual? Em razão? Das próprias crenças e em razão é das próprias tendências a partir dos conhecimentos ou das
informações religiosas. Vamos colocar Oo yamin também nessa questão. Yamin, como é que tu vê as as conexões dos pontos de de, de de proximidade e ao mesmo tempo, talvez os pontos de distanciamento entre esses 2 conceitos bem claros que são tema da nossa live de hoje, ou seja, a psicologia e espiritualidade. Olha, vou pegar Oo. Princípio da fala do João ali Na Na questão da religião, né? A religião, a religiosidade, ela surge bem antes das religiões que são organizadas pelos
homens. Pra é de criar, né? É ferramentas e instrumentos de de, de, de segmento, de população, de povos, né, de crenças, né. Início de crenças e a religiosidade desde que nós somos. É. Homens, né? Humanos, nós temos o Divino em nós, né? Isso está dito em todas. E a doutrina espírita também fala sobre isso, né?
Deus quando cria, cria e coloca aí em cada um as suas leis, as leis naturais, então a religiosidade, ela intrínseca ao ser humano, mas a religiosidade também, durante muito tempo ela vem atrelado e isso foi dito também é com relação todas as crenças, as crenças, né, que que nós foram, que nós foram impostas, né? Né? Então todo esse princípio de religiosidade que nós temos é baseado em algum fundamento que foi apreendido, né?
Durante AA nossa caminhada, né? A espiritualidade ela inicia, no meu entendimento, quando se começa a duvidar, quando se começa anão ter certeza, quando se começa a questionar essas crenças limitantes e começa a se avançar. E se percebe? Que o ser humano, ele é muito mais do que é dito, é, ele é muito mais do que foi construído socialmente. Ele é muito mais do que aquilo que foi nos imposto pelas gerações passadas.
Então aí a espiritualidade se manifesta e quando a gente começa a busca realmente pela transcendência, e aí a psicologia nesse sentido, ela vem, né? Colaborar e colaborar. Com toda essas questões. Né? De como ferramentas e como técnicas, fazendo com que o indivíduo se perceba muito mais. É como um sujeito é e é imortal, espiritual, mas que também tem deveres e aprendizado a serem cumpridos. Né? Nesse nessa existência, como na materialidade, como ser humano, aprender a ser humano, né?
Aprender a se relacionar com o Divino. Mas ao mesmo tempo, também que esse Divino possa se manifestar na materialidade traduzida em afeto, um carinho, em amor, em aceitação, em acolhimento, enfim, todas essas questões que a psicologia trabalha muito bem quando faz as suas abordagens, né? Nas suas mais diversas abordagens. Me parece que a abordagem do Jung é a que mais se aproxima daquilo que diz na doutrina espírita. Não lembro que questão é que
fala do conhece te mesmo, né? Quer dizer, não vai para dentro, olhar para sombra, olhar para aquilo que nós temos de bom, né? De positivo e que é desconhecido ainda por muitos por nós. E tudo aquilo que nós temos ainda que domar, né? Que são aquelas coisas, ainda que que não funcionam muito bem dentro de nós, que nós precisamos conhecê las aceitá las para poder transformá las. Então me parece que AA psicologia e a espiritualidade estão extremamente conectadas
nesse sentido. Interessante, né, que essa circunstância que nós temos hoje da da da dificuldade de luminosidade ali do iamin. Né? Até tô. Tô deixando um recadinho aqui para ti no chat, para ver se a gente consegue dar uma equacionada. Mas essa dualidade entre sombra e luz, né? É uma dualidade que tá presente tanto na essência do ser humano, do ser espiritual, né?
Da individualidade. Como tá presente tanto na ciência psicológica quanto na ciência espírita, naquela ideia, entre o que você conhece, o que você investiga e aquilo que você não conhece. Né? Então, assim como existem pessoas que gostam de dar pitaco sobre a vida alheia, inclusive no aspecto psicológico, psíquico ou espiritual, nós também encontramos dentro dessa ideia de espiritualidade ou de religiosidade.
Muita gente que porque leu um pouquinho aqui ou ali, ou assistiu uma aula, uma palestra, já acha que está categorizado para dar explicações, como nós vimos no esquece teatral inicial. Né? Dar explicações sobre a vida das pessoas, sobre o que acontece com elas. E tudo isso deve ser objeto de muita cautela, de muito cuidado, para que nós não incorramos aí em situações mal explicadas e que tendem, né? A fomentar crendices ou falsas ideias pseudoconceitos que
acabam lá na frente. É desembocando em asmas em doenças, enfermidades. Capacidades em razão dessa precariedade de entendimento que todos os indivíduos têm, a medida em que não conhecem o arcabouço, os fundamentos de uma ciência, de uma filosofia, de um determinado ramo de
conhecimento, vamos. Partir para a segunda pergunta é, gostaria de saber do nosso convidado, João Lucas, é se há alguma distinção entre doenças físicas e doenças espirituais dentro do arcabouço do conhecimento da psicologia, ou seja. Se há, se há essa diferença entre patologias físicas e patologias espirituais, sobretudo no atendimento, né? Como a psicologia se debruça sobre essas contingências de enfermidades físicas ou espirituais? É uma excelente pergunta, né?
É a questão se a gente for entender que é uma, é. Uma doença de origem espiritual, né? Estritamente espiritual. A psicologia não tem um olhar multidimensional, ou seja, o olhar da psicologia, ele é ir para físico, ele é materialista, ele não vai conseguir. É admitir uma doença de origem espiritual? Não, porque não, não é questão de aceitar, não aceitar, não tem um recurso, não tem a metodologia essencial necessária ainda. Né? Porque o paradigma ele tem uma Barreira, né?
O paradigma psicológico baseado em evidências ele vai esbarrar, ele vai chegar AA tão somente na matéria física. Então é muito difícil pra psicologia dizer realmente essa enfermidade, essa doença é exclusivamente ou tem uma parcela considerável espiritual. A psicologia não consegue fazer isso hoje, o que ela consegue é até agora. É, são as doenças psicossomáticas, ou seja, essa interação, mente e corpo, emoções e corpo.
Então no momento que isso a própria terapia cognitiva vai trazendo é que não necessariamente é emoção em si que vai adoecer o corpo, eSIM a forma que a pessoa, o indivíduo vai interpretando e como ela vai reagindo frente a condição de vida que ela tá vivendo, frente a diversidade que ela tá passando. EE, como ela está conseguindo ter forças ou motivações ou não para enfrentar alguma situação?
Então, no momento que ela está passando por algo, ela pode acabar tendo um pensamento disfuncional, um pensamento que ela vai pensar. Eu não dou conta mesmo, é esse aqui, não é para mim, eu não vou conseguir isso. Vai vindo algumas emoções negativas intensas, que pode ser 1° elevado de ansiedade, pode ser até uma tristeza mais profunda que vai encaminhando para uma depressão. E aí ela vai tendo algumas reações físicas, que pode ser uma gastrite, né? Isso vai se prolongando, o corpo
vai tensionando, né? Vai tendo alterações cardíacas, vai tendo mudanças hormonais e aí vai se botar assim, construindo ou desenvolvendo uma doença. É então a pra psicologia. Ela não consegue ver dessa forma da do espiritual como uma doença, mas é o próximo que ela
consegue hoje. Essa relação, em contrapartida, para não excluir AO teor da espiritualidade, a gente consegue ter um viés, pelo menos de saúde, ou seja, pacientes ou indivíduos que praticam, vivenciam tanto uma religiosidade, mas principalmente a espiritualidade, porque ela está mais em contato com algo que transcende, que ela se sente, que é sagrado. Ela tem. Essas pessoas têm menores índices de depressão e ansiedade e reduz significativamente a
ideação ou taxa de suicídio, né? Então, por mais que a gente não consiga capturar a doença em si, a gente olha para o prisma da saúde. É a espiritualidade em si tem sido muito eficaz em diversos fatores, né? Muito bem, esses aportes são muito importantes e você salientou, embora eu vá deixar Oo yamin, primeiro responder pra pra depois eu colocar esse aporte. Essa situação que você está dizendo é da Independência dos
conceitos, né? Ou da incompetência de determinadas ciências materiais de penetrarem? As questões espirituais é meio que recorrente aqui na nossa plataforma, nas nossas plataformas do eccar. Justamente porque nós não estamos com a ideia é pré concebida de que a ciência tenha que validar conhecimentos espirituais. A ciência vai se debruçar nos objetos que ela possui, nas metodologias que ela alcança, nas perspectivas de análise dos Campos através das experimentações e na resolutividade.
A partir dessas pesquisas na formação de teses, né? E qualquer ciência, ela possui um mecanismo muito claro de que a tese é apresentada baseada nas experimentações, e ela vige por um determinado tempo até que venha uma outra experiência, uma outra construção teórica que derrube a tese anterior. Então não há preocupação nenhuma nossa, assim como acredito você no âmbito da psicologia. Nós temos 11 definitude, uma permanência de determinados conceitos.
Eles são válidos enquanto a vigência, enquanto a utilidade e depois. É muito natural que esses conceitos sejam superados em virtude mesmo da lei progressiva, material e espiritual que governa a vida de todos nós. E os mundos, como nos falou Allan Kardec, e a mim, nessa ideia aí de doenças físicas e espirituais, a par da experiência muito rica que o João tem na psicologia clínica, nós, nas instituições espiritas também costumamos nos debruçar sobre essa dualidade, né?
Então eu perguntaria para você, né, se você no seu dia a dia de convivência com a espiritualidade, com a medium. Unidade ou acompanhando pessoas é na ambiência da casa de espírito ou das atividades mesmo pedagógicas que você desempenha. Se você já percebeu essa essa divisão entre o que é físico, o que é espiritual ou se as questões elas mais ou menos correm lado a lado, de modo que uma influencia a outra. É, Eu Acredito que que AAA relação ela é muito íntima, né?
Entre aquilo que somos, aquilo que fazemos e aquilo que sentimos, muitas vezes não só daqui, mas através dados de energias espirituais de outras situações, né? É claro que eu passei por experiências já de mediúnicas e embora afastado há algum tempo, mas nós já tivemos várias experiências, inclusive é quando há há tempos, né? Eu. Quando eu me afastei da das casas espíritas, por razões já bastante conhecidas, é eu.
Eu andei frequentando uma época, um grupo de apometria, onde também era um trabalho mediúnico de desdobramento, né espiritual. E acontecia um caso das pessoas chegarem para serem tratados ou assistidos. Como nós dizíamos, EE se percebia a mesmo com a anuência EAEAEA. E o trabalho mediúnico, né? De, de, de, de pessoas que viam, de pessoas que ouviam e outros que escreviam que as as pessoas estavam ali por influências delas mesmas, né? De coisas mal compreendidas entre elas mesmas.
Então se fazia um encaminhamento bem como a foi, foi feito no esquete, muito bem feito, por sinal, para psicólogos, para terapias. E essas pessoas acabavam retornando tempos depois, dizendo que realmente o problema delas eram criados por elas mesmas. Por razões desconhecidas até então.
Então, mas existe também, né? Quando a pessoa não está bem, né, digamos assim, quando AA quando as as coisas desconhecidas do nosso inconsciente começam a atuar e jogar coisas pro consciente e nós começamos AA fazer aí tomar atitudes é que nós não entendemos muito bem ou sofrer alguma dor que nós não entendemos muito bem. É evidente que se abre um campo energético onde as influências que querem. É ajudar e também querem prejudicar, se manifestam, né? Então isso aí também depende do
do bem-estar, da saúde, né? Mental e completa do sujeito, para que a Barreira, né? Ou o portal, digamos assim, de de de conexão mais forte com com o mundo espiritual é se se se bloqueie, se feche para que a pessoa não sofra tanta influência. Então, acho que essa influência é muito, muito comum, né? E não depende muito também da saúde e do bem-estar do sujeito aqui.
Quando nós estamos bem conosco mesmo, quando nós estamos procurando nos entender, quando nós estamos percebendo qual é o sentido da nossa vida, qual é o objetivo, o que que eu quero para mim e para o social e para todos. E como é que eu posso colaborar nisso tudo, né? Eu, eu, Eu Acredito que que nós estejamos amparados energeticamente, né? Sem precisar de frequentar tempos e nem religiões. Do do, do do mundo, digamos assim, espiritual, que mundo espiritual não existe.
Na verdade, existe um mundo só, né? Mas é nesse sentido, se eu estou bem comigo, se eu estou bem com todos, né? Evidentemente que eu vou estar bem e vou sofrer muito menos. Influências espirituais então eu acho que o bem-estar nós temos que buscar é aqui, né? E agora ficar bem conosco mesmo. Muito bem, eu acabei de colocar aí no chat a referência que eu IA fazer antes da fala do iamin a respeito dessa distinção dos objetos, né?
Kardec, na introdução do livro dos espíritos, no item 7, textualmente, ao apresentar a doutrina espírita para o planeta, para. AA conjuntura da segunda metade do século 19, com vigência até hoje. Aí, na terceira década do século 21, ele diz que a ciência propriamente dita, e aí ele está se se referindo a medicina, ao direito, a administração, a psicologia, enfim, a todas as ciências. Ela é incompetente para se pronunciar sobre a questão do espiritismo. Não lhe cabe ocupar do assunto, né?
E aí ele continua dizendo que? O pronunciamento de qualquer ciência sobre questões espirituais, qualquer que seja favorável ou contrário, nenhum peso teria para a conceituação do fenômeno espírita. Como é aquilo que Kardec se refere, né? Mais adiante, a gente vai trazer uma outra citação da agenese, que é o último livro de Kardec.
Que corrobora essa ideia de que não é necessário que uma ciência material investigue o fenômeno espírito aí não há necessidade que a ciência espírita esteja preocupada com elementos de mera materialidade, essa. Distinção e essa caminhada em paralelo, ela é benéfica, como vocês 2 acabaram de dizer, para o equacionamento das questões que envolvem a integralidade do indivíduo, a integralidade do ser. Se nós conseguimos entender é esses vértices como somatórios
como convergentes. Nós conseguimos penetrar na dupla realidade, que é a realidade física e a realidade imaterial do ser humano. Vamos avançar um pouquinho. Continuamos recomendando as pessoas que se tiverem qualquer dúvida ou qualquer comentário que utilizem, como eu acabei de fazer o nosso chat, de modo que a gente possa ter a participação efetiva de vocês nessa nossa programação.
Vou começar agora pelo yamin e depois pergunto para o João uma pergunta comum para os 2, quais seriam yamin? Os grandes males psíquicos da nossa modernidade. Poxa, são inúmeros, né? São inúmeros, mas dá para colocar alguns assim como como evidentes, né? Principalmente pós pandêmico, né? Esses males que você vem se manifestando, mas me parece que Oo grande mal né? Que que vem causando. Transtornos, né? Múltiplos em muita gente, né? É a questão, no meu entendimento, isso, né.
É a questão assim, do do medo do desconhecido, né, do medo da morte, né. As questões que geram acabam gerando depressão, ansiedade, transtornos, enfim, é, mas me parece que Oo medo de morrer, o medo de desaparecer, o medo de deixar ser, de se desconstruir, né? Né? E muitas vezes é, nós sentimos isso em várias situações, né? É de, de, de insegurança, de de de rejeição, de de abandono, né. Tudo isso são são mortes, né, que acontecem durante a vida, mas Oo me parece assim que Oo
medo o medo, né? Me parece que é um é um grande mal, causador de de uma série de circunstâncias. Que que levam a depressão? Ansiedade. Eu trabalho com alunos, com adolescentes, né? Então se percebe assim claramente no, no dia a dia, na conversa, porque mudou toda a nossa maneira de trabalhar. Por isso que eu estou trabalhando até hoje. Há 40 anos eu sou professor de educação física e trabalho agora com biomecânica também e com adolescentes.
E o que me leva a seguir trabalhando justamente é essa diversidade de conflitos emocionais e sentimentais que aparecem no dia a dia, principalmente depois da pandemia e principalmente dessa geração de 2005 para cá, que é a geração das big techs, né? AA geração da das inteligências artificiais que que talvez mais a gente a gente venha falar sobre isso, que é o grande obsessor hoje da da humanidade, né? E então?
Retomando é, me parece que o grande mal hoje é que causador de depressão, de ansiedade, é o medo de viver o medo de existir EAEAEAEA perspectiva pouco a perspectiva assim de do entendimento de qual é o sentido da vida. Por que que estamos aqui, né? Por que que no o que que nós fazemos aqui no planeta, né? Quem somos nós? É esse desconhecido, esse. Esse sujeito, parafraseando o Herculano piri, sobre o espiritino, o homem, o grande desconhecido. O que que nós estamos fazendo
aqui, né? O que que a gente faz aqui? Essas questões todas nos levam AAA preocupações, né? E a e a distúrbios muito, muito grandes, psíquicos muito grandes. Muito bem. Vamos ouvir então o João a respeito desses males psíquicos. O yamin já fez uma boa introdução, mas Eu Acredito que ainda. É um leque maior pra gente explorar. É o que o Amy falou, é, eu vou muito de acordo, né? Acho que esse é um caminho, né?
Com medo, como um núcleo ali que vai encaminhando uma depressão, uma ansiedade, é. Mas quando conecta com essa falta de propósito, de vida, com esse essa falta de sentido existencial, ali começa a fomentar muita coisa. E uma curiosidade, né? O Brasil é um país que lidera, infelizmente, né? O ranking de ansiedade e depressão na América Latina, né? Mais ou menos 19000000 de pessoas com essas condições, né, segundo a OMS.
E ainda é o Brasil, se eu não me engano, está no terceiro pior índice de saúde mental dentro de um ranking de mais ou menos 60. E dos 64 países é isso, é um relatório que sai todo ano, então. Em mares psíquicos a gente poderia colocar, né? Na cidade de depressão.
Mas por detrás disso, eu acho que entre esses começa a entrar fatores culturais e de uma forma assim, bem, falando assim mais abertamente, essa desconexão, esse afastamento consigo mesmo é esse afastamento é talvez até com a própria espiritualidade, vamos colocar assim. Dificulta muito as pessoas a terem um nível de bem-estar numa sociedade que vai cobrando um excesso de desempenho, um excesso de performance. E a pessoa, o indivíduo tem que estar numa aceleração contínua,
sem pausas alguma. E é, e esse ficar sem pausa, correndo e correndo e correndo, eu vejo que é muito preocupante. É. Então não é à toa que vai estourando vários burnouts nas pessoas, porque, é claro, a gente entra numa condição. Entra muito fator social de desigualdade, né? Então, às vezes a pessoa realmente tem que entrar num numa luta mesmo de trabalho por muito tempo. Isso vai sendo adoecedor.
Então é, pelo menos na psicologia, a gente vai olhando o que é um fenômeno biopsicossocial, né? Multifatorial é, não é só o psíquico atuando, tem 11 força social muito forte. Quem possibilita ou dificulta extremamente o caminhar da pessoa no norte da saúde, no norte da saúde mental ou até da saúde espiritual, se a gente quiser colocar assim, então é. É complexo, né? Tem uma pergunta muito. Boa, pronto, tava mudo, é? Essa questão tem nos preocupado sobremaneira, porque vez por
outra. Nós temos essa demanda, né? Pessoas que entram nos canais do eck e manifestam essa esse problema, né? Seja a ansiedade, seja a depressão, seja em alguns momentos AA dualidade, né? De de, de de ter se uma situação própria, pessoal, com problemas psíquicos e com problemas, vou chamar assim, entre aspas, espirituais ou mediúnicos. Né? E a nossa equipe de apoio tem atuado nesse sentido, né?
De procurar aproximação, de conversar, fazer esse acolhimento, que é uma característica essencial de quem trabalha com espiritualidade, acolher, independentemente da crença, independentemente do conhecimento da pessoa, acolher. É diante da circunstância, de desespero, de dificuldade. E procurar encaminhá la é para atendimentos quase sempre
profissionais, né? É, não sei se o João sabe, nós temos no Brasil. Uma associação brasileira de psicólogos espíritas, com com as quais OECK tem uma ligação direta. Inclusive essa semana conversei com a presidente, a nossa querida ercília zile lá de São Paulo, e nós temos encaminhado algumas demandas para essa associação que tem atendido satisfatoriamente. Em razão. É dessa vinculação, claro.
O indivíduo vai aparecer numa página espírita numa rede social, como é a do eck, porque ou frequenta, ou já ouviu falar, ou tem alguma proximidade com o conhecimento espírita. Portanto, nós aqui não fazemos o que algumas instituições espiritas fazem de fazer uma sessão de atendimento fraterno para tentar resolver questões do psiquismo da psicologia. Nós não temos competência nem habilidade. Nós temos ferramentas para isso. Né?
Isso é temerário. E isso é desaconselhável, inclusive dentro da orientação básica dada por Allan Kardec. Espírito é espírito, matéria é matéria. Cada ciência no seu metiê, cada ciência com seu objeto. Então, nós fazemos sim o direcionamento para os profissionais e esses atuam supletivamente e nos trazem depois o resultado dentro aí da do princípio do sigilo
profissional. Mas dizem, olha, conversamos com a pessoa, encaminhamos para uma profissional próximo da residência ou do trabalho do indivíduo e ela já está atendida, já está melhor etcétera etcétera, como de certa forma foi demonstrado, aí no nosso esquece. Mostrando a pontualidade que devemos ter, a cautela e a segurança para tratar de cada tema é sem AAAA condição de açodamento, sem pressa. E essas questões que vocês levantaram aí a respeito da ansiedade e da depressão?
Foi muito bom o João ter trazido inclusive números, né? Porque os números dizem respeito a nossa realidade enquanto país, enquanto sociedade, e elas devem ser. É objeto de preocupação premente de todos aqueles que é. Propugnam por pela saúde mental individual e coletiva, e pela melhoria das condições de vida dos nossos. É companheiros de jornada. Mas tem uma pergunta da nossa. Maria Cristina revê também do conselho editorial e do conselho
de gestão do eck. Ela pergunta, então, João, é, nós temos medo da morte ou temos medo do processo de morrer? Como é que a psicologia encara isso? Olha, excelente pergunta. É, eu vejo que dentro da psicologia é algo do âmbito muito individual, porque é, há pacientes, né? Isso já relatado no consultório, que não tenho medo da morte, tenho medo do processo de morrer. Outros, por terão viés até espiritual, nenhum, nem outro. E às vezes só vem aquela coisa,
eu só não quero sofrer, então. É, esse é um tema que é difícil trazer assim é, é um ou outro, mas é aí vale uma auto investigação que é muito legal também, né? Até quem estiver nos escutando AA Maria quiser, ela também fazia a auto investigação. Poxa, eu tenho medo da morte ou do processo, esse processo eu gostaria que fosse como e aí também refletir, e a morte? O que que vem depois, no que que Eu Acredito, se acredito em algo ou não acredito, se finaliza
mesmo, se finalizo mesmo. O que que eu vou fazer enquanto estiver vivo ou viva, se não finalize, acredito que há uma continuidade, uma evolução. Então, como eu quero que dê essa continuidade? Então, mesmo com a psicologia, a gente consegue percorrer esses 2 caminhos, porque vai no processo realmente muito individual é. Mas é comum também alguns relatos assim, literatura que é de alguma forma vem uma curiosidade ou um medo de um desconhecido, né? Pelo menos em temos mais a menos, né?
Mas também é claro, comum o medo em si da morte e o medo do processo de morrer. Então uma resposta só tá aí, um parêntese, a psicologia, ela faz muito disso, não vai ter uma resposta só pra uma coisa ou outra, né? Vai ser sempre, depende do caso, então o psicólogo. Psicólogo, filósofo, ciências humanas. Vai muito pra esse caminho, depende do caso, depende da situação. Mas é é uma é um exercício muito
bacana de refletir, né? Pra todos nós, quem tem interesse pra entender o que tá acontecendo dentro de si, com medo da morte e o processo de morrer. Eu quero fazer 11. Observação, um pouco jocosa, Cris, a respeito. É dessa circunstância que alcança nós que somos espiritualistas. Eu vou ampliar o leque ou sair do escopo da lupa do espírita para entrar no espiritualista? Quem é o espiritualista? É o que acredita na sobrevivência da alma.
Que acredita na transcontinuidade, que acredita que depois desta vida que você está vivendo, que todos nós estamos vivendo, existe um continuo, né? Então é muito comum nós conversarmos com os espiritualistas e aí eu vou incluir todos os que trabalham a espiritualidade, né? Independente da crença ou da fé. E a maioria das pessoas não tem medo em si, da morte, mas tem medo do. Por vir, o que virá depois da morte? Você acabou de tocar exatamente
nisso, né? E aí, dentro dos espiritualistas, onde eu incluiria aí os espiritas, os umbandistas, os candomblecistas, aqueles que tem alguma prática associada à mediunidade. É, tem medo de espíritos, né? Ou seja, tem medo dos mortos, dos desencarnados. E se você pesquisar, João, se você pesquisar. Gerson, a grande temática favorita dos thrillers dos filmes de terror é aquela que envolve os mortos, os mortos, voltando para atazanar a vida dos vivos.
E aí é nesses meus aí, mais de 40 anos de vivência no espiritismo. Eu sempre disse, desde a época que eu trabalhava com adolescente até as épocas em que trabalhei com adultos assim, nós não temos que ter medo dos mortos. Nós temos que ter medo, se é que devemos ter medo de alguma coisa dos vivos. Porque os vivos é que podem causar algum prejuízo, algum transtorno para nossa vida. Os mortos não. Os mortos só chegam até o nosso convívio se nós os chamarmos.
Se nós dermos oportunidade para que eles, através das interferências ou das relações espirituais, entrem em contato conosco, então porque Temer aquilo que não pode fisicamente te prejudicar de nenhuma maneira possível, né? Agora mentalmente psiquicamente. E você No No divã do teu consultório, tem? Com certeza muitos relatos a respeito disso, né? De nós enxergarmos espectros, nós enxergarmos fantasmas, nós achando que as coisas são reais,
mas não são. Então trabalhar isso é também uma questão muito importante nos dias de hoje, né? Então colocando aí o iami nessa pergunta da confreira, né confreira da da conterrânea de iamin, porque a Cris também está. Na, no território sul Riograndense, na República dos Pampas, como o nosso yamin. Como lidar aí, então, yamin, com essa dicotomia, perguntaria a você, tu tens medo da morte, tens medo do morrer ou não tens medo de nada? 2 coisas em comum com a.
Com a com a nossa confreira, né? Moramos no mesmo estado, somos educadores, aliás, 3 e temos o mesmo receio, o receio do processo, né? No medo da morte, a gente no tempo a gente não morreu muitas vezes, né? A gente que acredita na sobrevivência da alma. Quantas vezes nós morremos, né? E passamos por isso? E todas as vezes nos atemorizamos. Então me parece assim que o eu sinto isso também, o sofrimento anterior, né? A dor, a dor. Mas aí eu tenho um respaldo para isso também, né?
E que eu não vou contar aqui, evidentemente, porque é 11 que tive que elaborar em longas terapias. Eu sempre tive problema com dor, né? Fui descobrir lá na minha infância traumas e tal de sofrimento físico com dor. E que me afetou, mas que depois foi resolvido. Então esse medo é ele também é causado pela pelas nossas crenças limitantes, pela nossa educação, pela nossa cultura, pela nossa, né?
Porque tem tem civilizações que não tem medo de morrer, tem culturas que não tem medo de morrer. Eu tenho convivido ultimamente com a cultura indígena que fomos agraciados com uma com um grupo indígena que se estabeleceu aqui em Bagé, então tivemos contato com eles, mbi Guarani e eles não tem essa preocupação, né? De. Esse medo que a gente tem, mas enfim, são questões culturais também. Mas o meu medo é esse, né?
O meu medo é dador também. O medo do processo, eu acho que é o medo de quase todo mundo, né? E aí, claro, EE fomentado pela por esse medo fantasmagórico, né, do, do, do dos que morreram, vão assombrar e vão fazer. E então a população também, muitas vezes assimila esse e vai ficando com esses temores, né? Está sem som, está sem som. Marcelo, acho que o áudio está desativado, microfone. Ô, perdão. Então é, eu tava dizendo que
essa contextura do medo, né? Ou da dificuldade de lidar com determinados sentimentos ou sensações. Ela nos leva a um. A um elemento de dualidade, a um contexto dual onde se encontram os conceitos de dor e de sofrimento, né? Nós costumamos dizer aqui na ambiência do eck, João e Gerson, que a dor é inerente à vida, inerente o processo de viver a dor.
Ela está presente porque nós nos transformamos, porque nós estamos sujeitos a embates, porque nós estamos sujeitos ao próprio processo de amadurecimento. Mas o sofrimento, ele é opcional. O sofrimento é a forma como você reage a dor e o reagir. A dor é muito particular, muito individual. Cada um de nós vai responder exatamente sobre o fenômeno da morte, né? Eu vou relatar brevemente qual era a minha expectativa em relação à morte da minha mãe.
Meu pai já havia morrido há muitos anos atrás, eu era adolescente e a minha mãe morreu há 10 anos atrás. E antes disso, há 20, 3040 anos atrás, diz assim, eu não quero nem saber de velório, eu não vou atrás do do desembaraço do corpo, porque eu vou sofrer muito com isso. E a vida foi caminhando, foi caminhando, foi caminhando. E quando chegou a hora, dolorosa, fui eu que fui atrás de tudo, né? Eu que dei conta de tudo.
E aí? Eu estava sofrendo por antecipação de uma dor que IA ser realizada no futuro. E quando essa dor aconteceu, a ação foi a melhor possível, claro. Teve toda a questão do do, do, do da despedida, da da ausência física, né? E isso é a questão do sofrimento de cada um. Como você lida com o sofrimento? Mas a dor da morte Ela Foi minimamente sentida em razão de tudo aquilo que eu achava que iria me preparar e que não IA fazer. E quantas pessoas passam por isso, né?
Num processo de auto poiesi, num processo de auto descobrimento, num processo de auto reflexão, como foi falado por vocês aqui? E essa mágica do conhecer? Ela está associada ao perpassar as experiências. Ninguém sofre por antecipação, ninguém morre de véspera e ninguém acha que vai encontrar do outro lado da vida aquilo que as religiões muitas das vezes é amedrontam os seres para mantê las presas a determinados atavismos religiosos. Foi colocado a pouco.
Aí eu quero lembrar, nós estamos com mais uma newsletter em andamento, que é OA forma de divulgação de todos os projetos que o eck realiza concomitantemente. Então você entra na nossa página ou então clica nesse link que está disponível aí no nosso chat para é receber. Da newsletter periodicamente de tempos em tempos. Então, a gente emite essa newsletter para fazer com que você acompanhe o nosso trabalho e não perca nenhuma novidade, tá
certo? Bom, vamos continuar aqui com a nossa conversa, com nosso bate-papo. Vou pedir para colocar a questão número 8 na lousa e eu queria saber do nosso João Lucas. Qual é a sua opinião sobre uma variante da psicologia que é muito conhecida por nós espiritas e por outras pessoas de outras espiritualidades, que é a chamada psicologia transpessoal, né? Que Visa, como outras, uma abordagem mais holística, mais integral do ser humano? É na sua tripla concepção, o
indivíduo é biologicamente. Socialmente e espiritualmente configurado, qual é a tua opinião, tua experiência em relação a essa psicologia? Transpessoal, João. Ó, é a minha visão com a transpessoal. Ela é bem rasa, né? É? Entretanto, o pouquinho que eu sei assim, quando entra Kim, Uber que eu foi um pouco tive contato. Que é um movimento em terapia, de expansão da consciência de ter esse contato com a espiritualidade, além do físico EE trazendo essa coisa pra pra psicologia, né?
Trazendo isso, olhar pra psicologia eu vejo de forma positiva. É, aliás, todas as abordagens que existem, sejam ela é políticas mesmo. Independe de qual o segmento espiritual ou espiritualista, elas são positivas. Né? É a questão que eu vejo aí, eu sempre trago isso. Assim é, até quando eu trago. O tema da espiritualidade dentro da psicologia é limites éticos e uma responsabilidade técnico científica, mesmo com as limitações que a gente sabe que
a ciência acabou tendo. É, mas o próprio terapeuta que estiver ali, de frente ao paciente ou cliente, como quiser chamar ali, não pode em nenhum momento falhar a ética. E aí o que que eu vejo, né? Como eu não tenho essa profundidade com a transpessoal é, eu não consigo me debruçar
tanto. Mas o que eu posso trazer um pouco hoje é que tanto a psicologia quanto a psiquiatria, e isso é muito legal, é hoje se admite que o ser humano, ele é biopsicossocioespiritual isso, tanto a psiquiatria quanto a psicologia, então dá para considerar esses pontos. E isso é muito positivo também, porque o ser humano é biológico, que tem toda a função química acontecendo.
É a parte física mesmo, fisiológica, é neuro anatômica, psicológica, entre as emoções, entre os sentimentos, é entre as formas que a gente vai se relacionar consigo mesmo, com outro e com o mundo social. Porque é aquilo que a gente até falou um pouco anteriormente, né? Como o social, às vezes ele influencia muito positivamente ou negativamente, de uma forma que promove saúde. Quando adoece ainda mais, e espiritual.
E aí esse espiritual, ele começa a ser amplo, amplo, porque vai depender muito do olhar do paciente que chega no consultório. Então eu vejo que como a transpessoal e outras abordagens, tem uma visão que expande para uma espiritualidade que tende a fomentar emoções transcendentais. E isso é muito positivo, porque gera um sentimento de pertencimento com. É o todo ou com algo maior que si mesmo? É ajuda a promover sentimentos de compaixão, gratidão e
desenvolver a empatia. Isso pode ser muito positivo pro paciente, né? Então a abordagem em si, sempre ela, eu acho que dá para dizer que todas as abordagens em si são neutras. A questão é, quem está usando aquela ferramenta, o que que está fazendo com ela, né? Então, tanto psicólogo quanto psicatra, quanto médico. É se falha na ética, se falha no manejo clínico ali pode ser catastrófico, pode levar o paciente de mal a pior em poucas
sessões. Então, de qualquer forma, se é um terapeuta transpessoal que trabalha forma holística, eu vejo que é muito importante entender o processo do paciente. É entender com muita base sólida que formato vai ter esse manejo. Entendendo O Mecanismo de defesa da pessoa, porque é às vezes é isso eu já vi, né? É, a pessoa tem muito da sensibilidade, percebe muito bem o outro. No caso do paciente, identifica O Mecanismo de defesa. Aquela pessoa está muito sedenta por melhorar e se expandir.
Isso que às vezes aquele mecanismo de defesa é o que sustenta a pessoa. A defesa delas está sustentando ela por alguns anos. Então não dá para remover Do Nada, não dá para simplesmente forçar a tirar uma crença disfuncional, porque a Caroline é sustenta e sustentou ela por muitos anos. Teve uma funcionalidade, então é muito, é ir com muita cautela, porque práticas espirituais ou com que envolve energia funciona, inevitavelmente funciona, é muito eficaz, muitas vezes muito potente.
Então acho que seria só esse cuidado. O cuidado de quem é o terapeuta, se ele está sendo ético, responsável e se ele vai segurar o tranco do que vai vir quando abre alguma questão do paciente, né? E dentro da psicologia é onde é o único lugar que eu posso falar com propriedade. A gente aprende e estuda frequentemente pra sustentar o tranco do que vem, porque as vezes tem que mexer em alguns pontos delicados mesmo, né? Então acho que é o único ponto, né?
A abordagem, todas são neutras. É com ótimas intenções. A questão é, quem tá, quem tá utilizando essa ferramenta? Você tocou em 2 pontos antes de eu passar a palavra para o Gerson, que são fundamentais dentro da nossa. É principiologia ética do eck, né? É? Nós temos trazido para cá profissionais de diversas áreas para fazer essa Inter relação entre a ciência. E a espiritualidade ou entre a ciência material e a ciência espírita ou espiritual?
Nós já passamos por situações aqui na grande Florianópolis, João e Gerson, de termos pessoas que, por exemplo, eram médicas e aí iam fazer palestras espíritas em centros espíritas. E frisavam essa condição de médico de uma determinada especialidade com psicólogos também aconteceu. E aí é o problema que resultava daí. Era uma espécie de captação de clientela que o indivíduo é
médico. Vai fazer uma palestra relacionada relacionando medicina e espiritismo, e diz que tem um consultório que está pronto para atender todo mundo e capta para lá. Chegava no centro, no, no, no, no consultório. E mostrava livros que escreveu, então vendia livro para paciente. Então, essa Independência ou essa é necessidade de estabelecimento de limites éticos é essencial para que nós
não tenhamos. Aí é a invasão nas competências, para que nós não tenhamos 11 locupletamento do profissional a custa do trabalho, seja ele clínico, seja ele. É voltado a questão da espiritualidade. Então essa preocupação é muito grande aqui no ECK, delimitar as áreas e evitar que haja contaminação entre os processos. E você falou de um outro ponto também muito relevante, que é a responsabilidade técnica científica, né? Se você é habilitado para trabalhar.
Na psicologia clínica, o outro é habilitado para trabalhar com é, é direito, com administração, com engenharia, com arquitetura, com com pedagogia, com qualquer uma das ciências. Nós temos que ter essa ideia clara de que, enquanto profissionais, temos é códigos de ética. Temos responsabilidades adjacentes, né? E não podemos é colocar tudo no mesmo saco, no mesmo balaio, como, Ah, não, eu, agora eu estou trabalhando, aí o olismo.
Então eu vou mesclar aqui alguns conhecimentos de psicologia com outros de transcendência de espiritualidade. É terapias alternativas. Não é assim, né? Tem que se estabelecer essa diferenciação bem pontual. E a mim perguntei para o João Lucas a questão do olismo. Na psicologia, né? A ideia da psicologia
transpessoal, né? Pergunto a você se na tua experiência de pedagogo, de professor é, você já teve é oportunidade de utilizar ou de ver a utilização nos ambientes pedagógicos em que você trabalhou escolas e outras instituições, essa abordagem mais integral, mais holística do ser humano? É, é eu. Eu só só queria pegar Oo gancho do João quando ele fala da quando ele fala e falou bem da da da psicologia trans pessoal,
que ela ela valoriza, né? A busca do sujeito por por Fontes é integrativas e complementares da saúde, né? O sujeito é um buscador. Isso é valorizado dentro dessa abordagem psicológica. Isso aí eu acho importante, como também concordo com o. A dificuldade EOEOEO problema que pode causar se os sujeitos forem conduzidos a uma determinada forma de terapia. Onde eles sai? Retiram ele numa prisão e colocam na outra, né? Então a finalidade é, é a Liberdade ou a busca da né?
E não trocar uma coisa pela outra e tirar a bengala do sujeito, né? Como foi bem colocado pelo João bom na nossa prática educativa. Como educadora, eu trabalho com educação física, né? Então a abordagem há tempos, né? 20 anos atrás, 30, a educação física trabalhava muito na parte esportiva e tal, embora trabalhasse com a com aquele preceito lá da educação física, cuida do corpo em mente, né? E depois a gente descobriu que a mente, na verdade, era de
mentira, né? Não era de de trabalhar o sujeito como um todo, apenas trabalhava o físico, né? Que era uma educação física mais militarista e tal. EE, isso aí foi introduzido nas escolas e perdurou por bastante tempo. Depois começaram AA ver é estudos, é diferenciados, EE que ampliaram o conceito do do, do, do homem, né? Como, como foi dito, o ser humano como uma estrutura biopsicossocio espiritual. Então a educação física também muda, né? A sua atuação dentro da das escolas?
Pelo menos onde eu trabalho EE, alguns círculos que eu convivo, né? Não sei se na totalidade é assim, onde se busca, além de aspectos culturais, se também se trabalhar questões emocionais, sentimentais, de afeto, de acolhimento, de reforço da positividade para o sujeito bom com em função da pandemia, houve isso aí. É uma tá muito claro isso, né? Houve 11.
Um Bum, né? De, de, de ansiedade, de dificuldades, de de de usar o corpo, de dificuldade, de de de medo de tocar no outro, enfim, tudo isso aí criado pela, pela, pela essa situação pandêmica de de isolamento que aconteceu, né? Então tivemos que nos reinventar. Como trabalhar tudo isso aí, né? E hoje nós trabalhamos com, com e aí veio também a questão do do uso e do vício do celular, né, que até o ano passado. Era permitido e isso nos trouxe incômodos pra né pros educadores.
Assim, a dificuldade que nós que nós tínhamos de de de conduzir uma aula de foi em função do uso excessivo do celular e felizmente foi visto pelo mundo inteiro, principalmente no país que começou toda essa. Essa parte de introdução da tecnologia na educação, que foi a Noruega, se não me engano, começou a perceber a deficiência cognitiva que gerava e o problema de visão. Enfim, outras questões posturais também. Outras questões, o uso.
Do celular bom, isso aí fez com que surgisse então a lei, né? Hoje tem uma lei que proíbe o uso do celular nas escolas e para nossa grande surpresa, eu a gente não sabia como é que IA lidar com isso e o que que aconteceria AA gurizada e né, a Juventude é se adaptou a isso aí, mas ficaram meio que perdidas, né? No sentido de de o que fazer agora que eu não tenho mais o celular, né, o que que eu vou
fazer, né? E aí então aí tu começa a introduzir atividades de, de, de, de brincadeiras, de jogos, enfim. Então AA coisa parece que retomou, né? Aquilo que já era bom antigamente. E existem também práticas, né? Eu trabalho também com a EJA, que são adultos, né, mais mais velhos, alguns idosos, né, onde se trabalha muito também essa parte de meditação, né? De de. De respiração, da medicina chinesa, do tai chi, de movimentos articulares, de mobilidade articular, né?
Por idoso, pessoal mais velho, enfim. E também se trabalha muito dentro da área da nutricional. Hoje tem estudos nutricionais, né? Que que levam AA. E inclusive comprovações, né, de que melhora as questões emocionais e sentimentais do sujeito através da alimentação, com determinados complementos, né, com determinadas misturas alimentares, enfim. Então a coisa se abriu um leque muito grande de pesquisa e isso aí é muito interessante, porque permite que a gente continue
aprendendo, né? E navegando nesse nesse mar de incerteza. Isso tudo é espiritualidade. Isso aí tudo nós nos leva pra cima, pra frente, né? E faz com que a gente. Possa contribuir também. É junto com o pessoal que que tem dificuldade de lidar com isso, assim como nós temos também, né? E todo mundo aí avançando nesse processo.
Então na área educacional é o também fizemos algumas atividades de energia com com palestras, com atividades práticas, de Reiki de né, de de práticas de círculos, de círculos da paz, né? De debates e dança circular também, que eu acho fantástico. Que é um, é uma, é uma meditação dançante, como eu costumo dizer, né? Enfim, essas práticas todas aí a gente consegue introduzir na área educacional com mais facilidade.
EE tá sendo bem aceito assim, principalmente depois dessa, desse isolamento que nos foi imposto, né, em função de de todas essas dificuldades. Tá aí a contribuição da Estela Domingues, que está conosco ao vivo, né? É justamente corroborando o que tu acabou de dizer, Gerson, né? Pedagogicamente? Acredito que vale a premissa da ética profissional, com todas as carências gerais dos educandos e é essencial e necessário trabalhar os alunos, considerando todos os aspectos do holismo.
Muito bem. É isso mesmo, quero lembrar. E aí ela continua, né? Sou professora de artes, sempre trabalhei a percepção do campo espiritual e sensível, isso é saudável para todos e os resultados são surpreendentes. Que bacana, que bacana, Estela, teu depoimento é real, né? Da da, da da ação que que envolve a atuação profissional pedagógica. Nós agradecemos o excelente contributo aí para essa temática que estamos trabalhando.
Só quero lembrar, estou, estou me lembrando é. Recordando aqui do do tempo, sabe João? EE Gerson, durante 4 anos eu fui conselheiro nacional de saúde lá em Brasília, e a nossa Batalha é é, gerou frutos é no governo Dilma Rousseff, quando nós tivemos o reconhecimento das práticas e terapias holísticas e a rotação ao sistema único de saúde que encampasse na medida das possibilidades.
A atuação de terapias holísticas e práticas de saúde integral, fornecidas gratuitamente pelo sistema a partir dos postos de saúde e unidades básicas de saúde nos municípios. E depois, através de um companheiro espírita que também milita em Brasília Na Na Na área do Ministério da educação, nós soubemos exatamente isso que o Gerson acabou de dizer.
A nossa experiência de termos é arbitrado termos deliberado no conselho nacional de saúde a recomendação para que o Ministério da saúde é integrasse essas terapias. Depois o Ministério da educação seguiu também a mesma recomendação, por isso que chegou. É até as escolas essa, essa interdisciplinaridade, essa composição holística do ser, que causa que gera tantos benefícios para o atendimento da saúde e podemos dizer também da educação
integral. Muito bom quando a gente tem é o fruto de uma luta EE. Na oportunidade eu estava representando o movimento religioso, movimento espírita, movimento espírita tinha uma cadeira junto com ACNB. BB no conselho nacional de saúde e nós conversamos com o representante clérico e encaminhamos essa sugestão ao Ministério da saúde e depois Ela Foi colocada em prática, o que muito nos alegra. Bom, nem tudo são flores, né?
Nós precisamos abordar também algumas algumas questões problemáticas da atualidade, então peço para o pessoal da técnica que coloque a questão 13 na lousa. Né, nós enfrentamos, é Gerson, EE João, vou começar pelo pelo João e depois passo para o Gerson. Nós enfrentamos hoje uma situação no Brasil e no mundo bastante perigosa, bastante complicada, né? Com retrocessos sócio políticos é, seja por meio de tentativa ou de efetivação desses retrocessos é que são.
A marca de um tempo em que retoma se violência, discursos machistas, misóginos, homofóbicos, racistas e xenofóbicos, ou seja, tudo o que há de pior no indivíduo, na criatura humana, é, parece que entrou em voga ao mesmo tempo aqui no Brasil, em várias partes do mundo.
Aí eu perguntaria para ti, como um profissional clínico da área da saúde, da área da psicologia, como lidar e como enfrentar essa questão de tantas recrudescências, de tantos retrocessos, mantendo aí a saúde física e psicológica num patamar equilibrado? Posso começar dizendo que é um desafio, né? Primeiro, porque o autor da violência. É, a gente não consegue mudar assim, né? A gente tem que partir da própria pessoa, tem que ter um processo de sensibilização e
reeducação que é muito anterior. Então, digamos assim, o autor da violência eu nem vou conseguir trazer agora pra gente aprofundar, porque fica mais distante. Mas quando chega na gente, né, as pessoas ou quem estiver nos escutando. É como conservar a saúde física, psicológica, mental, espiritual, né? Acho que o primeiro ponto de tudo é identificar e reconhecer que está sendo alvo de algum tipo de violência ou algum tipo de abuso de qualquer natureza. Conseguir pra psicologia, né?
Conseguir identificar, reconhecer e nomear. Isso é muito importante, porque já. Dá um caminho já, a pessoa já consegue estar. Então isso aqui está acontecendo. É isso mesmo? É essa situação não é legal. Eu preciso sair disso. Outra coisa que é importante, depois de identificar, depois de conseguir nomear o que está acontecendo. Com seus critérios, né? Se é uma violência, se é uma relação tóxica que não deixa de ser uma violência, se é um bullying, se é 11.
Esquema muito preconceituoso ali, que também não deixa de ser violento, seja psicológico ou físico, é saber quem faz parte da sua rede de apoio na vida, né? Quem são as pessoas que tu pode confiar, quem são as pessoas que tu tem o respeito morto, que tu pode contar que tu vai ter um suporte caso necessite um refúgio por um tempo? Com alguma situação para ser acolhido, para conversar, para conseguir pensar também além é do que tá acontecendo, porque às
vezes sozinho é muito difícil. Sozinho às vezes é, às vezes não. Muitas vezes é difícil identificar. Então quem tá fora às vezes consegue visualizar, identificar, compreender o que tá acontecendo e pode contribuir para essa pessoa que tá sendo vítima acelerar um pouco o processo do que tá acontecendo mesmo. É, e aí, claro, se possível, né? E às vezes é difícil, mas é possível, mas dado devido as condições de cada um, é se desvincular do ambiente da
pessoa o quanto antes, né? É por que que eu falo se é possível? Porque às vezes a pessoa tá no ambiente de trabalho e ela precisa daquele trabalho, mas tem um chefe, um líder totalmente abusivo, né? É só que se ela precisa do trabalho, ela precisa se estruturar, ela precisa ter uma estratégia. Pra sair disso, claro que tem todos os outros mecanismos, né? De denúncia, é, seja dentro da empresa, fora da empresa, registros, né? Tudo isso é muito importante.
Então, de imediato é começar a estruturar uma saída, porque não é justo consigo mesmo, não é respeitoso consigo mesmo, não é? Generoso consigo mesmo ficar nessa situação, por mais difícil que ela seja. Por isso que a gente sempre fala, identificar, reconhecer já de prontidão para ela começar a ter estratégias para sair disso, né? Pode ser uma relação violenta. Então às vezes é um casal que tá morando junto e uma das pessoas ali é a vítima.
Às vezes é muito difícil ela sair de imediato, porque às vezes envolve filhos, envolve a estrutura do lar, envolve a condição financeira. Envolve a rotina e o estilo de vida. Então tem que mudar muitas coisas. Tem que ser de uma forma estratégica, contando com uma rede de apoio. eSIM, é encaminhando denúncia para ela também ficar o mais segura possível. Então, digamos assim, esse é o ponto. É chave para sair disso e aí resgatar a saúde física, resgatar a saúde mental.
Né? Seria por esse caminho? Não sei se era um pouco essa pergunta, mas para conservar a saúde. Ah, um parêntese é achar que ficar num ambiente violento ou tóxico, que Ah, não, eu aguento aqui, eu sou forte, é isso. Às vezes dá problema porque vai ter um nível de desgaste, depende da situação. A situação te engole e quando tu vê, a pessoa realmente está numa
situação de mal a pior grave. Então, também saber que sair da situação, isso às vezes se confunde, não é sinônimo de fraqueza, em hipótese alguma é sinônimo de força, porque o mais difícil realmente é sair da situação. Muito boa a tua orientação, João, inclusive enquadrando essa
ideia de que neste mundo. Com tantas desigualdades e num Panorama, num cenário em que parece que todos os demônios da humanidade resolveram aparecer ao mesmo tempo, existe o falso conceito de que o indivíduo que demonstra fraqueza é um covarde. O indivíduo que busca auxílio é um fraco, né? O indivíduo que sai da condição de ameaça, de riscos. É alguém que não tem coragem de enfrentar os problemas que são inerentes à vida. Então nós temos que sim.
É com o anteparo no conhecimento científico e técnico que tu tem e no conhecimento interdisciplinar de várias é modalidades, vários ramos das ciências materiais e espirituais. Fortalecermos os indivíduos para resistir, claro, às situações da vida que são inerentes à existência, mas de buscar, sim, o auxílio de todas as maneiras possíveis, ao mesmo tempo em que se vive nesse vulcão de. O aparecimento de situações constrangedoras e deploráveis da parte ruim do indivíduo e da humanidade.
Nós temos tantos valores, tantas iniciativas que merecem sempre o nosso reconhecimento e a nossa divulgação para contrapor essa aura de de de escuridão que muitas das vezes parece tomar conta das pessoas e dos ambientes. Puxando a ideia também para questão educacional, yamin como conservar no ambiente educacional, pedagógico, no ambiente da nossa convivência interpessoal, a saúde psicológica e a saúde física diante de um quadro dantesco?
Como é esse que temos aí na terceira década do século 21? Pois é, dentro do ambiente do do educacional, do magistério, os problemas são os mesmos, né? Claro que os os problemas da sociedade como um todo, a grosso modo, assim tem aqueles. Tem aquele grupo que não tem condições de sair por questões de sobrevivência, né? São são excluídos de todas as formas e acabam se submetendo a situações em função de não ter
escapatória, não ter saída. Aquele grupo que tem possibilidade, que pensa um pouco mais, que tem um pouco uma certa habilidade, algum conhecimento, que consegue dar uma escapada aí e consegue sobreviver de uma forma menos doentia, convivendo com esses grupos. E tem aqueles outros que conseguem se safar, né? Afastando e. Trocando a vida de uma outra forma. Então, isso aí a nível da sociedade, mas em nível de magistério, nós temos enormes
dificuldades, né? O nós vemos no dia a dia colegas adoecidos, né? Passando por essas dificuldades de sofrimento econômico, sofrimento emocional, né? Todos esses abusos, né? Principalmente da parte do machismo. Com relação às mulheres, existem também no meio educacional, no meio nosso, que eu digo do, do, do, do grupo dos professores e no grupo dos alunos, né? Conversando e através desses, dessas rodas de conversas, se percebe muita coisa, né? E se consegue e se percebe
coisas horrorosas. Assim do ponto de vista de abusos. EE, olha, é uma tristeza assim de, de. A gente vê tanta coisa, né, que se manifestam na sala de aula, no pátio da escola, e que depois se aprofundam, né? Através do do, de, de conversas, EE, encontros, né? Que que as orientadoras fazem e que se descobre coisas assim que a gente imagina que nem havia mais, né? E enfim, então é muito dolorido isso, né? É muito, é muito triste.
AA convivência com esse tipo de situação, mas a gente que já tem uma certa formação EE, já passou por enormes dificuldades também caiu, se levantou e tal. Então tem uma certa experiência nisso. A gente vai tentando, né? Fazer aquele joguinho de de autoajuda se ajudar e ao mesmo tempo colaborar para que as as pessoas vão aos poucos adquirindo uma consciência mais libertadora, digamos assim, né?
Ou menos ruim. Né, entendendo o que que está acontecendo, é um processo muito longo, desgastante, mas necessário. EE leva a gente a ter Esperança, né? Como dizia Paulo Freire, do verbo esperançar, vamos acreditar que as coisas vão mudar, porque tem pessoas e grupos trabalhando para o bem, tem pessoas e grupos fazendo o que tem que ser feito, colaborando, ajudando. Esses grupos geralmente são desconhecidos, não estão na mídia.
Né, não tão é Na Na, no dia a dia, as pessoas muitas vezes não sabem, são grupos anônimos, mas que contribuem e muito para que nós tenhamos uma sociedade menos adoecida, né? E menos desigual, né? É, é. Essa é a luta de todos nós, né? E, claro, e sempre agindo politicamente no sentido da defesa, né? Através de denúncia, através da da, da prática social e sempre defendendo essas questões, né? E apoiando aqueles que defendem,
né? Nós temos é congressistas que defendem essas causas, né, que são contra essas causas, né? E que foi dita, e então nós temos que apoiá Los eles. Saiu em minoria hoje. Nosso Congresso hoje é dominado por uma maioria, né, que a gente costuma chamar grosso modo assim, de forma que a pejorativa bancada BBB, né, bala, boi e bíblia. Né, porque pela estrutura econômica desses grupos que conseguiram eleger políticos que defendem os interesses deles e que perpetuam essas violências e
episódios, né? Né, que que é que a gente tá vendo no dia a dia, mas tem gente boa lá trabalhando contra isso, né? A nosso favor, a favor dos excluídos, né, a favor daqueles que excluídos entre aspas, né? Na verdade, nós somos super incluídos, porque a gente tá percebendo isso, que tá lutando contra essas barbáries, né? Então nós não somos excluídos de alguma forma, nós somos incluídos nesse processo de transformação social, então nós
temos que apoiar esses grupos. É o que nós podemos fazer, né? Não podemos transformar o mundo, não tem como, mas temos que começar pela gente, né? Transformar o homem para transformar o mundo, né? Transformando o mundo para transformar o homem, já dizia Herculano pires, né, que a gente tem que trabalhar a si também, né? Se conhecendo, sabendo dos potenciais, o que que a gente pode fazer e não ficar também achando que nós vamos resolver o
problema do mundo todo, né? De uma tacada só, vamos por partes, como dizia. Jac, né? Ela tem sido pautada no ECK, sabe? João Lucas? Nós acreditamos firmemente que o nosso compromisso é o compromisso de denunciar essas práticas e de propugnar por uma sociedade diferente daquela que nos recebe nessa atualidade, seja no Brasil, seja no mundo. É como diz aquele bordão, não basta ser, não racista, é
preciso ser. Anti racista o eck é anti racista, anti misógino, anti chenofóbico, anti homofóbico, anti machista e ante todas essas práticas hediondas, bisonhas e deploráveis que caracterizam não a maioria, mas uma parcela significativa da sociedade brasileira e mundial.
Quando as religiões ou filosofias espiritualistas propugnam pela necessidade da transformação individual, para que esta seja a catalisadora da transformação coletiva, ela demonstra uma preocupação permanente de fazer a mudança. Independente do nosso segmento chamado espiritual e espírita, outras instituições fazerem que ouvidos moucos fazerem, que não é com elas que elas estão preocupadas com coisas espirituais e não com coisas da sociomaterialidade.
O esse é cá caminha no sentido oposto. Nós só podemos ter uma realidade espiritual maior se nós combatermos e atacarmos, não as pessoas. Mas as práticas que são contrárias as ideias de um equilíbrio e de uma espiritualidade falando em espiritualidade, quero lembrar que nós estamos com o concurso cultural. Em vigência, é a terceira vez que o eck faz esse concurso cultural.
Então você acessa o link que está no banner e que nos está no chat do nosso YouTube para concorrer, graciosamente a 10 exemplares, um por cada pessoa, que serão recebidos autografados pelo autor no endereço que você informar. Então, se você participar do concurso e for um dos 10 maiores. Consertadores, você vai receber um livro belíssimo que fala sobre o voo da Liberdade, o voo espiritual que todos nós empreendemos nessa jornada
terrena e que será. Beneficiado esse voo da Liberdade pelo conhecimento espiritual que a obra proporciona. Então vamos lá, gente, vamos acessar o link, vamos participar. O concurso vai por mais alguns dias e logo logo nós estaremos encerrando e premiando aqueles que participarem e forem os vencedores. Gente, nós estamos com 1 hora e 35 de live. Vamos partir para a última
questão. Que não é derradeira, porque a simpatia, a profundidade de conhecimento, a jovialidade do nosso João Lucas nos faz desde já a fazermos um convite para uma segunda edição dessa conversa. Com outros elementos aí necessários, né? Nós preparamos uma pauta aí com 16 questões. Não vamos vencer nem a metade, mas faz parte.
A gente prefere preparar 11 quantitativo maior, escolher algumas e dar esse essas pinceladas, esses aperitivos, para que as pessoas continuem nos acompanhando nas redes ainda essa semana é? Publicamos 111 texto do nosso querido João a espura lá da Venezuela, tratando de aspectos relacionados à psicologia justamente como uma preparação para essa live belíssima que estamos tendo com a participação do João Lucas e do nosso Gerson yamin.
Então, João, a última questão que eu faço é a questão de número. Agora me perdi aqui no. No meu esquete é a 12, né? E tem a ver com uma das preocupações aí que permeiam a correlação entre os saberes, entre as ciências, né? Então eu perguntaria para você, diante da tua experiência com a psicologia, tua formação?
Os teus estudos, porque a gente que se forma numa determinada área do conhecimento, muitos podem pensar assim, Ah, não se formou, se graduou, tá trabalhando, é regulamentado na profissão, tem o registro profissional, acaba o conhecimento não, ele começa, né? Justamente nesse momento que a gente vê, como disse aquele sábio da antiguidade, o Sócrates, né, quanto mais se conhece, mais vê. É da ponta do iceberg o que?
Tem ainda para conhecer? Então, perguntaria para ti muito tranquilamente se você acha que o progresso das ciências, metodologia e de outras áreas que investigam o ser humano na sua completude pode caminhar na direção de uma constatação da demonstração de que a sobrevivência do espírito é uma realidade possível e verdadeira. Essa pergunta aí para fechar com chave de ouro, porque é como a gente vem falando, né?
Esse avanço dos estudos em saúde mental, espiritualidade e universidade, os fenômenos que é são chamados de experiências anômalas ou experiências mediúnicas, é, está sendo uma sequência de muitos estudos. E já não é de hoje, já tem alguns anos. A própria é medicina e psicologia fomentando, construindo isso de uma forma muito legal. Então é possível?
Sim, é. E não falo que é possível, ou seja, uma crença minha ou por vivências pessoais, mas é pelo fato de ter uma sequência de estudos mesmo. E tem um livro. É sensacional que é feito por pesquisadores brasileiros, que chama ciência da vida pós a morte, né? É do professor Alexander Moreira Almeida, que é uma referência nos estudos de espiritualidade. É saúde mental nesse campo científico que também tem uma psicóloga que é a Mariana de Abreu costas e um Costa e um
filósofo, né? O Humberto é, não lembro o sobrenome dele, como pronuncia, mas é o Umberto coelho, mas tem um outro sobrenome que marca mais. O meu livro é após a morte. Então há uma sequência de dados, uma sequência de pesquisas que fica schubert, perfeito. Ricardo, obrigado. Isso mesmo. Ele, o próprio, é que mostra uma série, uma sequência de evidências que é difícil a gente resistir, que é a sobrevivência da consciência após a morte corporal, morte do corpo e a
reversão dessa conclusão. Parece que ela fica fortemente relacionada a um preconceito cultural mesmo, né? Um preconceito que vai se alastrando pra uma mentalidade extremamente fisicalista é do desse cientificismo materialista é. Normalmente muitas dessas pesquisas são feitas é relacionadas AIQM, experiência de quase e morte, experiências fora do corpo, trânsito, enediúnicos, diferenciando. É questões psicopatológicas, então? Vai se observando.
É uma série de fenômenos que essas pessoas que vão vivenciando. É, primeiro, elas não estão utilizando o corpo físico porque, entre aspas, ele não é levado mais em consideração. Numa questão de que m, por exemplo, que há um indício de uma aparente morte clínica, uma parada cardíaca temporária, que mesmo tendo uma série de argumentos, como é falta de oxigenação no cérebro? É alteração dos gases sanguíneos.
Mesmo assim, aquela pessoa consegue perceber algo que tecnicamente o corpo não poderia ter percebido, né? Seja ver, visualizar é os médicos atuando no seu, no seu corpo, ou visualizar algum fenômeno que estava acontecendo fora do hospital, voltar e relatar o corpo físico não teria mais capacidade de ter essa informação. Que trazer essa informação? Então o que que foi, né?
Que que isso que foi lá? Buscar informações fora de hospital ou buscar informações que estavam acontecendo ao redor, sendo que o corpo não poderia acessar as informações? Então, claro, eu trouxe ultra resumido, né? Tem uma série de pesquisas que daí vai ser muito mais aprofundado e fazer horas falando sobre isso, mas tudo isso para dizer que sim, é possível e tá caminhando para isso. E esse livro ele traz de uma
forma muito concreta. E mesmo assim, é importante sempre manter o máximo possível da neutralidade e posicionamento científico que é isso? Tá fazendo sentido, tá acontecendo mesmo. Então vamos pesquisar, né? Vamos atrás disso, vamos desenvolver e acho que isso é um ponto muito forte nesses pesquisadores atuais brasileiros, que estão cada vez mais refinando o processo metodológico de fazer ciência nesse campo, que é muito complexo. Por vezes é abstrato para
alguns, para outros ou mais. É algo muito concreto do dia a dia, mas esse caminhar ele é muito importante. E finalizando a resposta sim, é possível. Bom você lembrar do Humberto schubert coelho, que já esteve conosco aqui numa live, né? E é uma pessoa com quem nós nos comunicamos semanalmente justamente para aproximar.
Essas pesquisas atuais da ciência em seus ramos físicos materiais com a ciência do espírito já trazida por Allan Kardec e depois desenvolvida por inúmeros, é especialistas espíritas, como o professor Herculano pires, que já foi citado hoje como o professor Ernani Guimarães Andrade. Como o professor Jorge André dos Santos e tantos outros. E eu quero lembrar aqui um que está entre nós, o vivo, né? É, está em idade já avançada, mas continua trabalhando com a
gente. Professor nubur Orlando facure, do instituto do cérebro de Campinas, São Paulo, com o qual nós temos essa proximidade que temos trazido para a ambiência das redes sociais do esse cargo, justamente a aproximação. Entre os conhecimentos científicos e os conhecimentos da ciência do espírito e a mim e você aí é meio suspeita essa minha pergunta pra você, né? Yamim, porque isso faz parte do nosso metiê, do nosso roteiro de trabalho, né?
Mas de de que maneira você enxerga a ciência se aproximando dessa comprovação, né? Da sobrevivência espiritual, que as religiões e as filosofias espiritualistas já trabalham com isso há milênios. Mas a ciência parece que, pouco a pouco, está chegando naquele limite de entre o antes desdenhar e o agora aceitar a realidade está mutado o yamin. Tá, é, eu não tenho muita familiaridade com esse com avanço da ciência nesse campo, né?
Evidentemente não. Mas Oo que eu sei, o que vocês já sabem é que sempre se se a ciência sempre tentou, né? De alguma forma entender como é que esses fenômenos acontecem, aconteciam e acontece, mas nunca chegou num, num, num, num ponto assim de definição, né? E Eu Acredito, será que a ciência tem interesse também em definir alguma coisa em com relação à mortalidade da alma? Será que tem a esse interesse no
meio científico? Tem alguns que estão buscando, né, que estão tentando, como esses companheiros que foram citados e outros que a gente desconhece, mas que também buscam, né? Mas o meu conhecimento sobre isso é muito restrito assim, muito, né, mas é muito evidente assim, a imortalidade da alma. É, é, é comprovar. Eu não sei, não sei como, né? Vamos conseguir comprovar. Assim, pra que todo mundo? Bah, mas é mesmo, né? O como é o São Tomé, né? Tem que ver pra crer aquela
coisa toda, né? Então eu não não saberia dizer com certeza assim, se tá tendo avanço ou não. Acredito que sim, né, que avance, mas também acho que o tem interesses que não permitem que isso avance mais rápido. Parece que é isso no meu entendimento. Muito bem, então é aproveitando a deixa, né, que aqui ONCKA
gente trabalha com deixa, né? É, nós convidamos o Gerson, o João Lucas e todos os que estão conosco ao vivo, assim como aqueles que depois vão acessar a gravação desse vídeo, que fiquem atentas ao nosso portal do ECK, porque nós estaremos inaugurando dentro em pouco tempo, 2 sessões que vão tratar da aproximação entre espiritismo, ciência e universidade, justamente para.
Demonstrar para apresentar trabalhos científicos é em que se levantam teses a respeito não só da imortalidade da alma, como de outras questões afetas a espiritualidade. Lembrando também que a ciência nunca fala em provas, né? Se você está acostumado a ouvir, Ah, a ciência prova isso ou aquilo, não. A ciência demonstra e trabalha com evidências, né? Há uma obra muito conhecida no nosso metiê espírita, que é casos sugestivos de
reencarnação. São situações que foram pesquisadas sobre o prisma científico da metodologia científica e demonstraram, principalmente pelas marcas de nascença, né? Aqueles sinais, aquelas deformações ou alterações da morfologia física. É situações que evocam a existência da alma em outras andanças aqui por esse planeta. O Amorim está colocando aí uma pergunta rapidinha, né? A questão não seria qual a evidência negativa da sobrevivência a partir de casos
como experiência de quase morte? Eu Acredito, né, casos sugestivos de reencarnação e mediunidade, sim, Amorim é exatamente isso que nós estamos colocando, né? É, você tem. Situações que demonstram a realidade espiritual a partir de evidências nunca sobre provas, né? E essa distinção ela tem que ser estabelecida para nós não cairmos aí no lugar comum de dizer anão, a ciência descobriu o espírito. A ciência, através do estudo do cérebro, está demonstrando
princípios espíritas. Não é assim que as coisas se processam, os conhecimentos, eles vão se aproximando sem. Necessidade de que uma ciência material valide pressupostos espirituais e vice versa. Essa preocupação é constante a partir de Kardec e alcança a nossa realidade atual.
Quero fazer mais uma chamada antes de passar a palavra para os nossos debatedores e nossos convidados e nosso debatedor da noite, que é recomendar a você que alcance nas nossas redes sociais a edição de abril da nossa revista. Espírita todos os meses nós lançamos uma revista espírita, com um editorial e 7 artigos. A atual está aí, né? É onde nós trabalhamos justamente a ideia da leitura, né? Será que os livros subsistem diante de uma realidade cada vez mais digital, cada vez mais
virtual? Um livro físico tem. Solução de continuidade ou permanecerá entre nós ainda por muito tempo, como um professor, como um catalisador do conhecimento e das ideias que compõem essa publicação gráfica? E a mim, começo com você, as suas palavras finais e a despedida desses embalos de sábado à noite. Bueno, pra mim foi um prazer enorme estar. Conversando com vocês a respeito de uma temática tão importante
pra todos nós, né? Então eu queria agradecer, vai ser cá agradecer AA participação e dizer que todos nós estamos na caminhada, estamos navegando, né? Nesse oceano de incertezas, todos buscando o mesmo objetivo que é o entendimento da nossa própria vida e a contribuição que ela pode dar pra construção de um mundo melhor. Isso é uma coisa óbvia, né? Nós estamos aqui para isso.
Esse objetivo da nossa vida é o autoconhecimento e precisamos nos conhecer e bem pra que a gente possa atuar de uma forma mais positiva e mais é eficaz, né? Com relação a todas essas questões é que nos afligem e que e que nos perturbam, né? Com relação ao que acontece hoje no mundo, né? E nas pessoas, então, estar bem com a saúde. Né, integral, ou pelo menos
ficar bem mais tempo, né? Porque também nós não, não somos, não vivemos em linha reta, porque quando a gente estiver na linha reta é que a gente já partiu, né? Então a gente está em ondas, né? E essa frequência ondular, digamos assim, que nós que nos mantém em equilíbrio, né? Nem tanto para cima, nem tanto para baixo, mas sempre na média, né? Tentando conduzir a nossa vida de forma que ela seja. É que saudável, né?
Em todos os aspectos para nós e saudáveis para todos aqueles que nos cercam e todos aqueles que necessitam de alguma forma e que nós possamos ajudar de alguma maneira. Então eu quero agradecer e desejar uma boa noite pra todo mundo que participou e agradecer a presença mais uma vez namastê pra todo mundo. Bacana, yamim bacana. Ficamos muito felizes com o teu aceite de estar mais uma vez conosco aqui na bancada mais festiva da internet espírita
brasileira. Pedimos para você que aguarde um pouquinho lá na sala do chá, porque além da nossa. Despedida além do encerramento, tem uma surpresa, é mês de aniversário, não é mole não. Já tivemos um esquete teatral inicial feito pelas nossas maravilhosas Débora e Cláudia, com a direção artística do Evandro e vamos ter uma surpresinha aí, no final, fique com a gente, fique mais um bocadinho. Valeu yamin. Daqui a pouco a gente conversa no encerramento.
Muito obrigado João Lucas, a palavra é sua para o seu. Encerramento. É claro, gostaria de agradecer muito o teu convite, Marcelo, a companhia aí do nosso amigo Gerson que tava aí, e também o pessoal do suporte, né? Eu tava ali na sala do chá antes né? Realmente o povo muito festeiro, tava bate, fala bem isso contraído ali e agradecer a todos que todos e todas que estavam nos escutando hoje fizeram perguntas. É pra mim uma satisfação muito grande falar desse tema, né?
Isso assim é. Chamou pra esse tema? Vamos lá, Bora? E é muito satisfatório ter abertura pra trazer essa e mostrar ou conversar ou debater sobre a integração da psicologia ou da prática clínica com a espiritualidade, com a religiosidade, sabendo que isso pode fomentar muito a saúde física, saúde mental, saúde emocional e a saúde espiritual também, independente da crença de cada um, né? Poder compartilhar essa abertura da psicologia e da ciência é muito satisfatório.
E o que eu vejo sempre pelo menos uma coisa que ela para mim é que se a pessoa está escutando, né? Tem dúvidas ainda sobre espiritualidade, se é isso mesmo, é. Tem umas dúvidas comuns, né? Se existe ou não, eu acho que talvez essa live ou a vida talvez possa que ela possa permitir como um convite. Para ela começar a pensar sobre isso, a ver se isso faz sentido, ir atrás, estudar um pouco, praticar.
E talvez seja interessante ela realmente praticar, investigar se isso faz sentido para ela, ir atrás é ver como ela se sente. É se conectando com uma comunidade espírita, fazendo alguma pasta de alguma palestra, fazendo alguma leitura ou de qualquer outro tema. E religião, né? Isso eu falo da psicologia assim, né, que ela trás desse campo, desde que faz sentido Pra Ela e talvez a pessoa tenha que se auto experimentar. E acho que isso é uma auto comprovação muito bacana, né? Ao meu ver, né?
Enquanto psicólogo, trazendo um pouco da clínica, um pouquinho do lado do pessoal também e que todos. Possam ter desfrutado dessa live e façam uma ótima, um ótimo sábado à noite, um ótimo final de semana e uma ótima trajetória da existência também, né? Que foi um tema tão profundo. E é isso. Maravilha, João, muito obrigado aí pelo aceite. Quero agradecer também a minha querida lusiane Prince, que fez a ponte entre nós e você é te indicando para participar. Um beijo lusiane.
E dizer da nossa gratificação, né? Nós todos fomos gratificados aqui hoje à noite, de contar com a tua experiência e a tua jovialidade, a tua simpatia ao tratar de forma tão natural, tão espontânea, esses temas que alguns são bastante cabeludos, alguns são bastante difíceis para ambiência planetária. Acho que foram tratados com muita naturalidade, com muita franqueza. E essa é a marca do eck. Nós não nos esquivamos de nenhum
tema. Nós não nos afastamos de nenhuma abordagem e nós procuramos, com esse trabalho, beneficiar aquelas pessoas que estão em busca. E tenho certeza que as pessoas que estavam em busca hoje receberam essas informações tão importantes para a sequência da trajetória. Pedir a você também que aguarde um pouquinho lá na sala do chá que nós vamos para surpresa final e o encerramento da nossa live de hoje.
Lembrar que nós estaremos juntos agora no dia 10 de maio para tratarmos de um outro tema que é provocante, né? Um grande amor só é bem grande. E se for triste. Lembrando aí a poesia do inescretismo poetinha Vinícius de Moraes, que compôs uma das canções mais belas da música popular brasileira. E é isso que nós vamos tratar daqui a 2 semanas na live, nos embalos de sábado à noite do dia 10 de maio. Vamos a surpresa. Eu saio e ela entra. Olá Marcelo.
Olá meus amigos 2 CK. Tudo bem com vocês? Uma grande Alegria estar aqui para fazer uma música em homenagem aqui aos 8 anos. 2 CKE também estamos comemorando os 168 anos. Do livro dos espíritos e, consequentemente, do lançamento da doutrina espírita, que foi 18 de abril, né? Então é, eu escolhi uma música do meu repertório, do penúltimo álbum lançado, que vem trazer
uma mensagem. É do pessoal do movimento focolari, que é o movimento que integra é. Todas as religiões e não religiões, é em torno da paz, da unidade, do amor. E essa música em si, composta pelo g em Portugal, chama se a gota d'água. E é muito curioso, porque a história que ela traz é uma história, uma história de respeito pelas leis da vida, né? Pelas leis eternas, por Deus. E vem falar para mim, nitidamente sobre reencarnação, então. Eu juntei um pouquinho de tudo para trazer essa.
Música eu espero que vocês gostem. Empresta um Arco-Íris, volta pro sol, tudo isso na pedalada flor e então o vento soprando a vida. Sou filho, sua vida lançado desligue que já é tempo de começar e desligue. Viver é cair assim. Eu local me como sem falar e circular como vida na estrada dos seus. Viver é cair assim nesta viagem. É perder o Arco-Íris, morrer na Terra mão, mas é de novo, subir e circular como vida na estrada dos seus.
