Prece Espírita 37: Por alguém que acaba de morrer - podcast episode cover

Prece Espírita 37: Por alguém que acaba de morrer

Dec 05, 20214 minSeason 9Ep. 37
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#Prece #OEvangelhoSegundoOEspiritismo #Espírita | Livro: O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO Allan Kardec - Capítulo XXVIII | Veja aqui todas as preces: https://youtube.com/playlist?list=PLhtIzed427rPBxKg_y3RGtru4lnfd0f-a | Seja membro de nosso canal no Youtube e colabore para que o trabalho voluntário sobre a nossa rica Doutrina Espírita continue! Clique no link: https://www.youtube.com/channel/UC-lS7C1q8BuPt3gx9ND6fKw/join | Produzido por Evandro Oliva. Se você quiser e puder, nos apoie para manter este canal em atividade: https://www.evandrooliva.com/apoio

Transcript

Onipotente Deus, que a tua misericórdia se derrame sobre a alma daquele a quem acabaste de chamar da Terra, possam ser descontadas as provas, que é que sofreu, bem como ter sua visadas e encurtadas. As penas que ainda haja de suportar na espiritualidade bons espíritos que viestes receber e

tu particularmente. Seu anjo guardião, ajudai OA despojar-se da matéria da e luz e a consciência de si mesmo, a fim de que saia presto da perturbação inerente à passagem da vida corpórea para a vida espiritual. Inspirar e o arrependimento das faltas que haja cometido e o desejo de obter permissão para as reparar a fim de acelerar o seu avanço rumo à vida eterna. Bem aventurada. Ó irmão, que acabas de entrar no mundo dos espíritos.

E, no entanto, presente aqui te achas entre nós, tu nos vezes e ouves por isso que de menos do que havia entre ti, nós só ao corpo perecível que vens de abandonar e o que em breve estará reduzido a pó, despiste o envoltório grosseiro, sujeito a vicissitudes e a morte e conservaste apenas um envoltório etéreo, imperecível e na acessível aos sofrimentos. Já não vives pelo corpo? Vives da vida dos espíritos, vida essa isenta das misérias que afligem a humanidade.

Já não tens diante de ti o véu que as nossas vistas oculta os esplendores da vida no além, podes doravante contemplar novas Maravilhas, ao passo que nós ainda continuamos mergulhados em trevas? Vais em plena Liberdade, percorrer o espaço e visitar os mundos, enquanto nós rastejaremos penosamente na Terra a qual se conserva preso nosso corpo material semelhante para nós, apesar do fardo.

Diante de ti vai desenrolar-se o Panorama do infinito e em face de tanta grandeza, compreenderás a vacuidade dos nossos desejos terrestres, das nossas ambições mundanas e dos gozos fúteis com que os homens tanto se deleitam. A morte para os homens mais não é do que uma separação material de alguns instantes do exílio, onde ainda nos retém a vontade de Deus. Tenha, sim, os deveres que nos correm neste mundo acompanhar. Tivemos pelo pensamento, até que nos seja permitido junto.

Estar nos a ti como tu, te reuniste aos que te precederam. Não podemos ir onde te achas, mas tu podes vir ter connosco. Vem, pois aos que te amam e que tu amaste, ampara os nas provas da vida, vela pelos que te são caros, protege os como puderes, sua Visa lhes os pesares, fazendo lhes perceber pelo pensamento que as mais ditoso agora e dando-lhes a consoladora certeza de que um dia estareis todos reunidos.

No mundo, melhor nesse onde te encontras, devem extinguir-se todos os ressentimentos que a eles daqui em diante, sejas inacessivel a bem da tua Felicidade futura. Perdoa, portanto, aos que hajam incorrido em falta para contigo. Como eles te perdoam? As que tenhas cometido para com eles assim seja.

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