Salve, salve, icq, a nasce icq. Anos, tudo bem? Esperamos que sim. Esperamos que você esteja guardando o distanciamento social, utilizando máscara, tomando as precauções cabíveis para que nós possamos enfrentar ainda esta fase da pandemia. Afinal de contas, queremos ver você aí muito mais tempo acompanhando as nossas livres e o nosso trabalho encarnado fisicamente presente. Nesse óbvio, então cuide-se, porque nós do lado de cá também
estamos nos cuidando. Chegamos hoje a nona live do nosso quarto fórum do livre pensar espírita, o Lipe, uma iniciativa do ECK para trazer as principais temáticas da atualidade, com um tempero especial. Da chamada postura livre, pensadora laica, humanista genuinamente kr desse ano, afastando então a interpretação. Baseada em misticismo, em crendice na igreja gizmo e tantas outras situações que destoe a um completamente da proposta originária de Allan Kardec.
Da lógica racional da aplicabilidade dos conceitos espíritas, as diversas situações da vida e do cotidiano e, sobretudo, mantendo a explicação, num parâmetro de entendimento acerca das relações entre o mundo físico e o chamado
mundo espiritual. Um esclarecimento inicial, nós tínhamos previsto para essa nona live o tema, investigando psicografias, onde receberíamos mais uma vez o nosso querido Guilherme, velho, responsável por um trabalho importantíssimo para o movimento espírita e para a própria doutrina dos espíritos que é. Afastar por completo aqueles espertalhões que se valem do conhecimento espírita ou da aparência de espiritualidade para lograr algum tipo de
vantagem, iludindo as pessoas com as chamadas cartas consoladoras, que de consolo não tem nada porque é apenas o aproveitamento de situações que já estão contidas nas redes sociais das pessoas em relação aos seus parentes, seus entes queridos que deixaram o plano da Terra. O Guilherme velho teve um problema de ordem. É físico, material e pediu para que nós é adiasse essa live para um momento mais oportuno. Então nós não cancelamos a live,
fique atento. Na programação do ano do ECK, Guilherme estará conosco para trabalhar esse tema de indizível importância para o chamado meio espirito para as nossas atividades de intercâmbio entre os 2 mundos. Hoje, em substituição, programamos o tema polêmicas sociais de gênero e raciais. E estamos.
É. Tratando essa questão do ponto de vista genuinamente kr desse ano, para alcançar o que disseram os espíritos, a Kardec e o que nós podemos interpretar em relação à continuidade, a progressividade dos ensinos espíritos para enfrentar de frente? De peito aberto essas questões aí está o nosso aviso inicial da nossa técnica para que você possa clicar nesse link que é seguro. Não tem vírus, é nota 10 para que nós possamos identificar a sua participação, seja pelo
canal do ECK. Facebook, seja pelo YouTube, então, clique no link se registre para que aqui quando aparecer na nossa lousa, na nossa tela, a informação que você está colocando o seu comentário a sua saudação, seu questionamento, nós possamos de pronto, identificar com seu nome o seu Nick name e o seu, a sua foto, seu Avatar, sua foto de perfil. Tá bom, vamos lá.
Pois é. Vamos chamar, é a nossa convidada especial da noite que estava tendo um probleminha técnicos porque minha gente, porque mesmo nós sendo espíritos com uma já. Carreira a trajetória espiritual nós precisamos também contar com as limitações da vida material e uma delas é a limitação dos meios informáticos. Então, nem sempre nós conseguimos alcançar os resultados esperados justamente por causa das deficiências
técnicas. Mas eu sei que você que está nos acompanhando há mais tempo, tem paciência, tem espírito fraterno e saberá relevar eventuais dificuldades ou falhas na nossa Transmissão. Certo, vamos chamar então Célia aldegalega lá de além mar das terras de Lisboa. OPA, bem-vindo à Célia. Esperar carregar a imagem, roda, roda, roda e avisa, como diria que ele? Comunicador Abelardo Barbosa. O maior comunicador do Brasil do
século passado. Bom, enquanto a Célia carrega, aí o equipamento, vamos apresentá-la? Ela é licenciada em línguas, literaturas e culturas portuguesa e inglesa. Completou também formações em empreendedorismo social, religião e conflito, estudos de gênero, comunicação intercultural e teatro.
Olha só, a diversidade cultural da nossa convidada, que é membro do conselho de gestão do ICKE, também membro do conselho editorial da nossa revista eletrônica espírita Harmonia, que você já conhece, já acompanha algum tempo. A nossa Célia foi agente artística e produtora de espetáculos musicais por 25 anos. Que grandeza. Docente voluntária de literatura e poesia. É também autora do programa de web rádio o bocado original. É feminista e interseccional.
Este programa editor, o livro de poesias multiverso recentemente e está presente em antologias poéticas e tem no prelo um romance de ficção e fantasia chamado vigilantes. É amiga da cepa e colabora para a revista Evolution, da Venezuela, do nosso parceiro o cima e também da nossa revista Harmonia, publicada pelo ECK. Os contaram aí com a proteção espiritual dos espíritos que protegem a internet para que a nossa Célia possa, enfim, entrar na nossa live enquanto ela não
entra. Vamos chamar aí os nossos debatedores da noite. Que rufem os tambores para receber Cláudia, Jerônimo, Jerônimo. Já caiu aqui, Jerônimo. Isso é velho, Hein? Sendo tempo da escola, sabia? É verdade, seja bem-vinda, Claudinha. Obrigada, Marcelo. Esperamos assim. Como diz a questão 766, lá do livro dos espíritos que as palavras nessas, essa faculdade necessária de hoje possa unir mais as relações entre as pessoas para entendermos essa vida da sociedade é isso.
Olha só, já estamos começando com a questão 766 de o livro dos espíritos, você tem o livro dos espíritos aí na mão, já deu uma olhadinha porque essa questão da pano pra Manga, né? 7 posso falar o que eu quiser, né? Porque é Claro que sim. Qual é a tua expectativa em relação a essa live polêmica sociais? Que nós possamos falar um pouco sobre exatamente tudo o que está acontecendo ao nosso redor e que nós podemos fazer para ajudar todas aquelas pessoas que necessitam de uma melhora na
sociedade. Entra muito nisso, então, abrir a cabeça, abrir a cabeça é um termo, mas ajudar as pessoas a entenderem a dor do outro, para que nós possamos abraçar essas pessoas. Muito bom, é isso aí mesmo. A nossa proposta espírita genuína é uma proposta inclusiva. Ninguém solta a mão de ninguém, ninguém fica de fora, porque afinal de contas, todos todos somos filhos de Deus. Somos obra da criação e somos dotados de um conjunto de direitos que é extensível a
todos, sem exceção. Como lembrou a nossa Claudia, vamos chamar então o segundo convidado. Que está debutando na bancada do ECK, que é um prazer muito grande receber o nosso Gerson e a mim. Bem-vindo Gerson. Boa noite a todos. É uma honra estar participando pela primeira vez desse evento de mais um evento de tantos que foram realizados, né?
E que somente engrandeceu a todos nós no sentido de, pelo conhecimento que oferece e pelas possibilidades de debatermos questões importantes com relação não somente a doutrina espírita, mas também com relação à sociedade. É um prazer estar aqui com vocês. O prazer é todo nosso gesto. Vamos apresentar os nossos participantes, né? Cláudia? Jerônimo é formada em secretariado, atuou na área e atualmente está na área administrativa de uma auto
mecânica. É oradora, expositora, é orientadora de grupos de estudos espíritas, é membro também do famosíssimo grupo de teatro do centro espírita irmão x, é membro do conselho de gestão do ICKE, também do conselho editorial da revista. Eletrônica, espírita, Harmonia.
Já o Gerson e a mim é formado em educação física, é especialista em psicomotricidade e atuou nas décadas de 80 e 90 com educação popular, com alfabetização de adultos, com fundamento em piaget, vygotsky e Paulo Freire. Esse trio aí, ó, é fera, atua atualmente na escola pública no ensino fundamental com psicomotricidade. Atuou em vários grupos de estudo espírita e se afastou do meb e agora retornou recentemente em 2016. Também é membro do conselho de
gestão do ECK. Apresentados os nossos convidados técnicas, já temos a Célia de volta ou ela ainda está viajando? Certo, estamos aqui no ponto eletrônico invisível, aqui é tudo, tudo chique, aqui é tudo moderno. Como diz um amigo meu lá de João Pessoa é moderno. Então no ponto estão me dizendo que vamos chamar uma convidada para substituir nesse momento no impedimento da Célia e abrilhantar também os nossos debates, que é Leopoldina Xavier, chegue se à
prosseguisse. Leopoldina, bem-vinda. Obrigada, muito obrigada, estamos juntos. É mais uma vez estamos aqui, ói nós aqui traveis, né? Pois é, é. Já apresentamos a Leopoldina. Em outra live. Ela é advogada, é especializada na área previdenciária, também é participante de grupos espíritas e para nossa honra, para nossa satisfação. Também é membro do conselho de gestão do ICKE, do conselho editorial, da revista eletrônica Harmonia. Pois bem, Célia, qual é, é Célia, é nós.
Ela está aqui na minha orelha, Leopoldina. Qual é a tua expectativa? Sim, de cair de paraquedas no tema é polêmicas sociais, de gênero e raciais. Bom, as expectativas para esta noite é que elas sejam realmente frutíferas, que a gente possa fazer uma Bela reflexão sobre um tema é que eu acho que, mais do que nunca, neste momento. Ele está latente na nossa sociedade, que é a questão da mulher enquanto é gênero e também da raça. É principalmente se nós falarmos. É. Na natureza?
Da mulher na natureza da raça. Muito bem, vamos ver então o que que nos reserva esta noite dos embalos de terça a noite do esse cara tava aqui pro embalos de sábado à noite, não? Sábado é a última live que vai ser é ainda esta semana onde nós vamos estar trabalhando no dia 26 com o encerramento do nosso livro vamos começar já diretamente no ponto na pleura, como diz um aluno meu. Eu não consigo. Leopoldina. A no planeta, diversas raças humanas. E se existem essas diversas
raças humanas? O que é que as distingue? O que é que distingue uma raça da outra? É, primeiramente é. Já todo um estudo dentro da biologia e nós não temos essas diferenças de raça. Não somos? De uma mesma espécie, que é o ser humano. E tanto assim é que nós tratamos como natureza de raça a natureza, ela tanto é a questão que abrange a questão física e também a questão, para nós, a questão espiritual, não há diferença.
Nas raças, principalmente quando nós aqui estamos tratando de espiritualidade, diferenças na espiritualidade. Nenhuma, nenhuma, nenhuma, nem pro oriental, nem pro ocidental e muito mais para o negro, para o branco, para o amarelo, para o índio, não à todos nós. Somos seres humanos que quando nos encarnamos recebemos um espírito e tentamos dentro desta ordem, desenvolver da melhor forma possível esse espírito. Certo, isso é um start interessante, né? Gerson? Olha só, como é que nós vamos
pensar isso? Cê não existem raças, pelo menos no ponto de vista da organização ou da compleição física ou biológica. Se raça é um conceito lato sensu, um conceito generalizado, e abrange todos os que pertencem à chamada humanidade, no caso da Terra, a humanidade terrena. Por que, então se fala tanto em raça amarela? Já se falou em raça Ariana porque se fala em Raça Negra, raça caucasian na raça branca, raça indígena. Esse conceito, essa utilização. Desses nomes seria equivocada.
Essa. Esse é o meu, no meu entendimento. São conceitos que que foram criados para que se pudesse entender os diferentes grupos, né? De que se formaram ao longo do tempo da humanidade. Então, nesse sentido, tem essa separação em termos de de conceito. Mas existe uma raça só, né? Que a raça humana então, enquanto esse conceito de humanidade, todos nós somos um, como disse esse lá no início, somos um só, né?
Diferenciamos apenas. Aquelas questões de de pele, de de estrutura cultural, de de geopolítica, de de espaço, enfim, essas são as diferenças criadas por nós, homens e mulheres, né? Aquela humanidade para diferenciar apenas nesse sentido, eu entendo que. Raça é uma só, é humana. Perfeito. Essa é uma ideia que nós precisamos cada vez mais consolidar, sem minimizar, sem diminuir, sem causar nenhum tipo de restrição a quem deseja chamar.
Se, como integrante desta ou daquela raça, penso que é um conceito Cláudia, que permite a generalidade e a especificidade, desde que não seja essa a utilização dos adjetivos negro. Mariano, branco, caucasiano, amarelo, indígena.
Um fator de restritividade um fator de diferenciação, um fator de segregação, sobretudo, segregação em nome de uma raça ou segregação racial como nós observamos em várias situações durante o século 20. Cláudia na obra espírita Kardec e os espíritos superiores são patentes em afirmar, durante todos os os livros escritos por Kardec, também nas revistas, acerca do conceito raça humana. Os espíritos lá naquele tempo segunda metade do século 19, já estavam avançados em conceito.
É o é. Existe aquela a algumas passagens de Kardec que ele mesmo foi um pouco racista, né? Mas os espíritos superiores, eu acho que sim, já estavam avançados, já conheciam, né? Já sabiam que a raça é humana. Na realidade, eles são só características físicas para que as pessoas consigam se adaptar aonde elas moram, onde elas vivem, por isso que elas têm aquelas características físicas, né? Então os indígenas, os negros, os asiáticos, os europeus e por aí vai, né?
Exatamente para essa adaptação física pro seu local. Não é uma raça diferente, é só a organização física para eles se adaptarem e eles sabiam disso com certeza. Muito bom. Imaginem que não há um roteiro pré-estabelecido para a disseminação dos conceitos espirituais e espíritas na Terra. A obra espírita, como nós costumamos dizer no ECK, ela é muito. Validada pelo trabalho individual de Allan Kardec. Isso é Condado, né?
Pelas interferências dos espíritos, que ele chamou de espíritos superiores, mas não havia uma pré disposição, completa. Kardec foi utilizando a sua criatividade, da sua inteligência, do seu senso lógico, racional, do seu senso de justiça acurado para fazer diversas intervenções, diversos questionamentos, fazia e repetia. Muitas das vezes as mesmas perguntas visando maieuticamente firmar convicção sobre um determinado tema. Neste sentido, vamos ver se a
Célia já está entre nós. Olá, Célia. Aí a Célia entrou. Olá, estou ouvindo uma não? Sim, houve mão, não. Perfeitamente o caos, tudo que eu preciso saber é assim, homem, porque senão não vira em também nunca. Han. Ora bem, os 3. Minha deu come e vi nenhuma ideia do que que já foi falado. Aí, é. I. Tô meio perdida agora, distante. Olha, continuem e. Deixe-me entrar, é consoante voos para Cirque um momento oportuno, porque eu não, não estive a acompanhar, não consegui sequer acompanhar as
vossas palavras até agora. Hã? Eu vou aproveitar. É boa de ar, é? E saudade toda a gente, mas isso é assim, um pouquinho tempestiva. É que se. É, não posso ligar a Câmara, porque se eu desligar a Câmera, o áudio está na Câmara. É. É Célia. Nós continuamos com problemas para te ouvir, né? Vamos pedir para te tentar mais uma vez, sair e voltar pra ver se é possível a gente contar com
a tua participação. É a tua fala tá praticamente ininteligível por causa dos bloqueios aí do equipamento, tá certo? OK? Fala, certo? Vamos, vamos continuar aí com os nossos questionamentos. Vocês diriam todos os nossos convidados aí? Que os preconceitos em geral, aqueles associados ao conceito é estrito de raça, aqueles associados aos. Conceitos de gênero? Ou de identidade de gênero? Aqueles associados às preferências religiosas de culto, igreja de expressão
religiosa. As relativas à nacionalidade. Acho que relativas a traços de cultura. Como por exemplo, é artes cênicas, música, instrumentos musicais, et cetera. São responsáveis pelo atraso da humanidade. Comparando essa situação com o que diz Allan Kardec, na terceira parte do livro dos espíritos, sobre a lei do Progresso. Se sim, ou se não, em que alcance? Os preconceitos acabam obstando, reduzindo. Fundo, dificultando a marcha do Progresso, Leopoldina.
Nós estamos ouvindo ainda. Desculpem, já já liguei. Desculpem, é, eu vou tentar, vou porque você foi muito abrangente na questão do preconceito. Eu vou tentar ser seletiva no preconceito. É, inclusive num num ponto que é a live dessa noite, que é a questão da mulher. É a questão do preconceito de gênero, é? Com a evolução e a mulher teve várias passagens da sua vida. É nós chegamos agora. Num determinado momento, principalmente a partir é do século passado.
Do século 20 e da metade do século 20, aonde a mulher foi conquistando vários direitos, o direito de votar. É de estar mais presente nas universidades, de estar mais presente, inclusive no trabalho, ser a mulher profissional, várias, várias questões nós tivemos é e que evoluíram para a emancipação da mulher. Esse Progresso é um Progresso é da humanidade, é um Progresso civilizatório.
É um Progresso que é, às vezes é muito lento, muito lento, muito lento, muito lento, mas ele vai acontecendo, vai acontecendo. E a mulher, por conta de tudo isso, ela teve então seu espaço na sociedade. Nós tivemos inclusive uma Conquista e muito recente que é a questão. Do divórcio, do direito a se divorciar do direito de quando uma relação não há mais o amor, não há mais o companheirismo. Não há mais a fraternidade. Não há mais identidade entre o
casal deles se separarem. Todas essas conquistas fazem parte da evolução social, fazem parte. É do mundo civilizatório. O mundo vai se desenvolvendo. E o que hoje nós vemos? Nós vemos hoje, principalmente aqui no Brasil. É alguns outros países também que estão acompanhando, mas aqui no Brasil, especificamente, um retrocesso em relação a esses direitos. A ONG entra uma pauta de costumes, uma pauta política de costumes que quer que a mulher volte ao lar.
É a mulher casta é a mulher dócil, é a mulher do lar, meramente do lar. Chega a sua absurdo inclusive político. E dizer que o homem veste azul, a mulher veste rosa. Ao absurdo em coliseo político. De querer fazer? Uma legislação? Que proíba essa discussão da política de gênero. E o que aconteceu antes de tudo isto que nós estamos vendo, houve um retrocesso. As mulheres foram massacradas, o feminicídio, a morte de mulheres.
Assustadoramente, acresceu. A cada 6 minutos, nós temos um feminicídio no Brasil, morre-se uma mulher. Por questão, inclusive de gênero, dela ser mulher. A violência contra a mulher. Realmente aumentou, então a política. Pública? Ela influencia demais no nosso processo civilizatório. Ela anda em conjunto. E eu pergunto. Essa questão da política de gênero. Kardec falou muito bem sobre ela. Carleto, Kardec não titubeou. Quando os espíritos superiores.
Colocaram a questão da mulher, colocaram a questão de gênero. O espinho muito bom, não é? Não tem gênero, não tem macho e fêmea. Mas o homem quando se encarna, ele tem. Ser macho ou ser tenha, mas. Ele também pode, dentro de ser macho e ser fêmea, desenvolver com todas as suas aptidões para que dê certo. E dentro, inclusive do seu potencial poder escolher a definição de ser macho ou ser fêmea. E que nós vemos e voltando agora, ali atrás para concluir
meu pensamento. O que que os espíritas poderiam? Inclusive, nesse processo? Evoluo, tório, né? Nesse processo civilizatório e dentro da doutrina espírita, participar. Porque nós estamos vendo e é muito grave o nível de feminicídio, o nível de violência não é só conta das mulheres. Não é contra as lésbicas, é contra os homossexuais. Ele poderia estar presente dentro da nossa doutrina.
Que postura que ele poderia ter, inclusive, como educação não só para si. Ajudar, mas também para ajudar a sociedade a evoluir. Muito bom, Leopoldina. Muito boas essas colocações, vamos, vamos, vamos colocar a Cláudia na jogada, né, Cláudia? É, falamos que esses preconceitos, criar? Leopoldina, inclusive, listou alguns. Poderíamos incluir também o preconceito relacionados aos transexuais?
Evidente cenário de hoje. Que trata é muitos irmãos nossos, muitos seres humanos como nós, como objetos, objetivo e objetificação do sexo, né? E aí vem toda a criminalidade. Idade em torno. Está associada à ideia dos preconceitos como nós fizemos na pergunta original. Até quando os preconceitos, então, vão ser responsáveis por obstaculizar por reter, por deter a marcha do Progresso? Como Kardec bem acentuou. Até quando as pessoas compreenderem, entenderem, estudarem o que é o gênero?
Quem são esses seres humanos? Que não se vem com sexo de nascença, por exemplo. E é por que que existe preconceito? A gente, por ignorância, por falta de reconhecimento, de entendimento, de se colocar no lugar do outro, de entender o que o outro é. As pessoas falam ai hoje em dia muito mi, mi mi porque não pode, mas se causador não é me me me. Então as pessoas é fala a ideologia de gênero. Já procurou ler ou procurou entender? Já conheceu alguém?
Já sentou para conversar com essa pessoa com quem convive com a família para entender? Muitas vezes não. Aí entra a responsabilidade maior da religião. Porque o profeta falou porque o bispo falou, porque não sei quem falou, não pode, não deve. Vamos curar, vamos nos. Mas não compreendem o outro. Não entendi porque. E isso acaba é causando o quê, exatamente isso? Dor, preconceito. Como disse a Léo. Feminicídio as trans o Brasil é o país que mais mata trans mundo. Como pode?
O país do Carnaval, onde se liberava o homem, vestir de mulher mulheres, lembre-se disso. E aí? Quer dizer, numa brincadeira, pode não, brincadeira, não pode. É a falta do conhecimento de entender o outro, de humanidade, de perceber e, infelizmente, dentro do movimento espírita no Brasil, isso é muito. Muito preconceito, muito grande. Você vê nas casas espíritas é? Alguém já viu uma pessoa trans fazendo uma palestra numa casa espírita. Não, né?
Esse é um sonho que eu tenho de ver um dia assim, porque eu acho que nós temos que acolher. Tê-los por perto, ouvir porque eles têm tanto a nos ensinar. Porque como viver essa vida toda de preconceito? Sentar para conversar com. Uma mulher que sofreu preconceito, 11, negro, um. Todas essas pessoas, eu sou neta de Índia. E eu sei o quanto a minha avó sofreu. E por preconceito, inclusive quando ela veio morar aqui, foi obrigada a morar aqui em São Paulo.
Ela tinha o cabelo comprido e ela teve que cortar curtinho porque não queriam cuidar do cabelo dela, porque ela já tinha uma certa idade, mas era da cultura indígena dela. Então nós precisamos nos colocar no lugar do outro e infelizmente, as pessoas hoje não se colocam, são poucos. Bacana, Cláudia, boa intervenção, boa chamada aí para a ideia de nós. Temos realmente uma postura inclusiva, né? Quer dizer que na minha experiência de movimento espírita eu não estava presente?
Eu estou em Santa Catarina, mas é tive notícias de 2 transexuais que no conselho espírita do estado do Rio de Janeiro, instituições filiadas à federativa carioca é incluem 2 transexuais, como expositores espíritas. O que é? Um Salto de qualidade nesse processo de inclusão efetiva, né? Na participação até tem uma pergunta para fazer sobre isso, mas vou deixar para mais tarde, Gerson.
Nós temos notadamente, então essa dualidade, esse conflito entre Progresso, materialização do Progresso e existência de preconceitos. Se nós fôssemos, é. Ter um olhar. De sobrevôo sobre o planeta não é começando pelo Brasil, alcançando os outros países, formando a totalidade do planeta Terra. Nós poderíamos dizer é que a maioria das pessoas não são preconceituosas e que há um grupo menor. Menos evidente, mas mais ruidoso, mais barulhento de
pessoas preconceituosas. Você tem essa essa visão também? Ou seja, é a maioria das pessoas, não tem uma postura de preconceito, seja ele preconceito étnico, preconceito sexual, preconceito em razão da origem da nacionalidade, preconceito em relação à cultura ou a religiosidade. É um grupo menor, faz um barulho tremendo. E acaba é cometendo diversos tipos de crime. Será que essa situação enquadraria bem aquilo que os
espíritos disseram? Ante a pergunta de Kardec, que os maus são aos audaciosos e os bons são tímidos. É exatamente, o. Bom, eu. Eu estava prestando atenção Na Na, na fala da Leopoldina e da Cláudia, então 2 palavras me chamaram muita atenção, que é a questão do acolhimento, né, do acolhimento e da da do conhecimento e da ignorância. E eu estava lembrando do do livro dos espíritos, que fala sobre o que o conhecimento precede, a transformação moral do sujeito, o sujeito ignorante.
Ele demora muito mais para aprender e para avançar na criação de hábitos bons, né? Então ele precisa do conhecimento e esse conhecimento tem que ser OOO transporte a máquina que vai carregar esse essa. Transformação EE voltando para a questão específica do do Marcelo, a os bons, eles têm dificuldade de se manifestar, né? Mas porque será que eles têm dificuldade de se manifestar e por que que os p? Os poucos maus, né? É, eles conseguem fazer esse
barulho todo? Aí nós vamos entrar na questão da ideologia, da ideologia que sustenta um sistema que faz com que as pessoas. Pensão ou pensem que nem esse sistema quer, né? Da mesma forma, pensando que estão pensando por elas mesmos, né? Então, muitas vezes essa ignorância ela é é transferida. Para aqueles que não têm essa capacidade de pensar que não adquiriram esse hábito de pensar EE, nós, como educadores, nós
percebemos isso. As dificuldades que nós temos nas escolas, né, pra pra desenvolver o senso crítico, né? Sair do senso comum para ir para o senso crítico, para a consciência mais filosófica. Nós temos enorme dificuldade. Agora, pouco mesmo, mudaram todo transformar o ensino médio, tiraram filosofia, enfim, então tudo isso faz parte de uma superestrutura que que nega o conhecimento ou que percebe que o conhecimento é importante, mas.
Não permite que ele seja atingido pela grande massa, então faz com que as pessoas cada vez mais fiquem fechadas naqueles pequenos círculos, acreditando naquelas questões. É miúdas, não é? E quando se encontra, é na frente de um grupo de Extrema direita, de um grupo que promove ódio, que promove o preconceito que promove todas essas disputas de de gênero. Disputa de raça, disputa, né? Desse, é entendendo que uma é melhor que a outra.
É esse esses grupos é ignorantes, digamos assim, que não têm essa capacidade, pensa, são levados a acreditar que aquilo ali é verdadeiro. Então se forma esses grupos barulhentos, né que não acrescentam em nada, pelo contrário, destroem bastante. O imaginário é popular da da, da, do bom viver, né, do bem viver e acabam fazendo com que a nossa sociedade pareça que está nas trevas.
Pareça que está inundada pela maldade, é pela rua, idade por aqueles que só querem o mal, quando na verdade, isso aí não existe. A maioria das pessoas é o é que compõem o nosso planeta. São pessoas boas, né? É o bem, está dentro de nós, né? Então é essa essa questão toda.
Da da, dessa, desse barulho. Nós precisamos começar a fazer também, e Eu Acredito que dentro do do da própria doutrina espírita, com esses movimentos progressistas que vem acontecendo de um tempo pra cá, isso aí está sendo é trazido à tona nessa discussão, esse essa curvatura da Vara, né, mostrando que isso aqui tá errado, isso aqui tem que ser mudado e nós precisamos repensar o que que nós queremos para nós e para a
sociedade. Então me parece que esse é um dos caminhos, né, da da, da gente entender esse processo. Há um significativo número de pessoas, e isso é notado por qualquer pessoa que observe a sociedade investindo naquela toada do quanto pior, melhor, né? E isso destoa completamente com a nossa proposta genuinamente espírita de inserção na sociedade, né? Para lembrar Jesus em diversas das suas passagens, imaginemos que sejam passagens efetivamente ditas por Jesus.
Aquele tempo ele fala. Do fermento, que lêveda a massa, ele fala do sal, da Terra, da função, do sal. Ele fala da necessidade da Figueira não ser estéril, ou seja, ele está nos apresentando determinados silogismos, determinadas figuras de linguagem em determinados cenários onde as questões são relacionadas a cada um, cumprir o seu papel, não ficar na neutralidade, não ficar na água parada de fundo de poço, mas exercitar os seus valores, as
suas virtudes. Então, na própria fala do Magrão, os seus talentos, em função do aperfeiçoamento primeiro pessoal, depois coletivo planetário como um todo, vou pedir para nossa técnica chamar a pergunta do nosso Milton medran que diz assim, Oo livro dos espíritos? Na questão 885, Célia define o casamento como abre aspas. A união permanente de 2 seres. Olha só a antevisão, a clarividência dos espíritos superiores e do próprio Kardec.
Que reuniu esse conhecimento como sendo algo transcendente, algo que atravessasse séculos que atravessasse gerações e não de um homem e de uma mulher, porque se não os os espíritos teriam dito, casamento é a união permanente de um homem e de uma mulher, como aliás, Leopoldina estava na nossa Constituição. Até pouco tempo atrás, né? Quando se define a família como uma estrutura, é bilateral, formada entre um homem e uma mulher. Isso também.
Evoluiu em termos de legislação Brasileira, continuando com o medran Célia, como até hoje dizem teoria das leis, Cris. Seria isso essa afirmação dos espíritos? Na pergunta do medran uma antecipação? Então, da aceitação do casamento de pessoas do mesmo sexo. Célia. Alô, agora. Vamos lá. Alô? Estou tentando perceber se meu ovo em. Eu ainda estou no. Estamos te ouvindo. São AAA. Observação do micro é curioso? Eu tenha preparado a abertura de. Esta é desta live com algumas referências.
É não só da Allan Kardec sobre os assuntos desse desigualdade. Como trânsito para ultra. Outra outra menção. Fora do espiritismo? Isto porque Eu Acredito que o espiritismo tem que acompanhar. É também partilhou nestas matérias em nós. E curiosamente, eu tinha sido algumas referências. Trans como a Judith, baby. Que é um. É bastante. Das questões, dizendo. I. Sobretudo, é piada numa conferência que existiu. E que envolveu? Barroso, um Deus.
Com Deus, creio que conhecido. Que nosso caso? É é que o Glenn greenwald. Que é um jornalista, é escritor, advogado especializado em direito constitucional norte-americana e que vive aí no Rio de Janeiro desde 2005. E razão dita por ele mesmo pela qual ele vive no Rio de Janeiro. E que eu casou com um homem, um homem brasileiro. Porque se eu tivesse casado com uma mulher Brasileira, a mulher, Deus Brasileira, teria o direito imediato, a cidadania norte-americana. Então eu vivo aí.
É porque no Brasil eu tem mais aceitação. É a sua homossexualidade, ou seja, a sua opinião, o seu casamento é com o companheiro, é a sede. É, ouça, essa é. É se houve antecipação da parte dos espíritos ou. Com certeza, porque na realidade nós somos espíritos, portanto os casamentos é são essencialmente entre espíritos que. São portadores de corpos. Apenas quartos com sexo biológico é com uma identidade de gênero. É com uma orientação sexual, mas
na realidade. Espiritualmente, as ligações são espirituais, sem dúvida. Muito bom, Célia. Agora conseguimos a estabilização do teu sinal. Vamos ver se mantemos isso aí até o final. Gerson. O medran é foi bem na orelha, como a gente diz aqui no sul, né? Ele deu um recado Claro para aqueles que, dentro do chamado movimento espírita brasileiro ou meio espírita, torcem o nariz quando vem. Frequentadores ou mesmo trabalhadores de instituições espíritas que estão vivendo
relações homo afetivas? Não seria bom ter esta questão na algibeira 885? Para repeti-la, a exaustão nos grupos de estudo e nas palestras doutrinárias espíritas dizendo que os espíritos? Como diz o medran, anteviram uma relação Futura onde não importa a biologia, não importa amor, fô fisiologia, não importa a conformação orgânica, importa aquele que é o presidente das nossas vidas físicas ou espírito. Seria isso Gerson? Deixa eu ligar aqui, tá? Seria assim.
Eu Acredito que se ela eu só discordo, discordo, não, mas eu, eu acho que Oo permanente seria mais adequado seria o termo transitório, né? Porque a gente sabe que as relações, elas não são permanentes, elas, elas passam, né, Oo tempo e muitas vezes, se eles ouvem, enfim, mas seria isso sim, EE dentro do movimento espírita ou esse preconceito dentro das casas espíritas é muito evidente, né? Ele é muito Claro assim, ele é muito nojento, digamos, até para usar uma expressão bastante pesada.
Mas ele causa assim, certo? Não é um transtorno para aqueles que que que não percebem que que percebem que isso aí está equivocado. Esse preconceito, né? Existente. Mas isso vem ao longo do tempo, né? O espiritismo evangélico igrejeiro, né? Como está bem? É configurado hoje, na grande maioria das casas espíritas. Eles eles usam, né e se apropriaram desse, desse, desse preconceito que vem lá do tempo antigo né?
Onde AA mulher sempre foi é colocada num num papel de de subserviência e que o as relações deveriam ser é patriarca das entre homem e mulher, EE jamais admitido uma relação entre 2 homens entre 2 mulheres, enfim, e mais. E principalmente hoje, com relação a esses outros, né? Outros outras formas de de de de se de expressar a sexualidade, né? Então me parece que isso aí tem que ser debatido, sim, isso aí tem que ser levado a para dentro
das casas espíritas, né? Embora a gente saiba que aqueles que tentam levar geralmente são expulsos, né? São convidados aí ou para uma sessão de desobsessão, ou então se afastar da casa por a, por atitudes impróprias, né? Ao bem. Star, da da, da, da própria sociedade espírita, enfim, existe tudo isso aí, né?
Isso aí é falta de leitura, é falta de conhecimento, é falta de ler Kardec a falta de de ler a sociedade, de perceber as alterações, as transformações que fazem parte do do do, do, do Progresso da sociedade, né? Então as pessoas não percebem e nós vivemos nesse momento. É degradante assim de dele. Parece que de retorno à barbárie, né? É tá havendo esse não retrocesso, mas um pequeno tropeção. Para trás, digamos assim, nesse sentido, mas que com certeza isso aí vai mudar, vai acabar e
também está do olhando. Do ponto de vista positivo, está suscitando também esses debates, esclarecimento e tá gerando também uma nova consciência de que há necessidade de desconstruir isso aí que tá, né? Para a gente tentar é fomentar a construção de um novo. Do novo olhar do novo, pensar do novo é de uma nova práxis, não é social e individual. Com relação a associar a nós e a sociedade, parece ser mais ou menos isso. Muito bom, o Gerson está fazendo
Cláudia, 11 crítica, né? Uma crítica verdadeira, uma crítica pontual, a frase dos espíritos, contida na questão 885 do livro dos espíritos, como bem lembrou o nosso Medrado.
Veja, veja a observação que ele fez, Como Ela É. Com gente Como Ela É pontual e como ela suscita a discussão saudável e aqui nós vamos lembrar você que está assistindo pela primeira vez uma live ou entrando em contato com a filosofia de trabalho do grupo espiritismo com Kardec, que nós, do ECK referência mosa, obra do mestre rivail Kardec, mas não colocamos esta obra no condão na posição de infalibilidade.
Nós não estamos falando de dogmatismo espírita que é comum você escutar e você ler e você vê nas instituições espíritas em geral, nós reconhecemos a grandiosidade do trabalho de Allan Kardec, mas sabemos criticamente a contar também os erros que Kardec cometeu e os erros que alguns espíritos também cometeram ao enquadrar determinados temas baseados no seu viés pessoal para lembrar as próprias palavras de Allan Kardec. Os espíritos continuam sendo
aqueles seres que estiveram na Terra, não é o fato de passar para o mundo espiritual que vai lhe conceder a Suprema sabedoria, a Suprema ciência de todos os fatos. Então, Cláudia, OEA mim está dizendo que a definição como união permanente de 2 seres deveria ser uma união transitória, uma união que não tem o condão de ser. Permanente que dizer disso, Claudinha?
Eu acho que Kardec quis dizer os espíritos superiores também ou quem o ajudou esse permanente exatamente a união em é na permanência de estarem juntos no momento de estarem, enquanto haver amor, respeito, união e tem uma coisa é. Essa união também não precisa ser uma união e num casamento propriamente dito de de pessoas é que têm relações sexuais, por exemplo, mas é uma união que pode ser permanente de mãe e filho, pai e filho, vó e filho, entre amigos, entre irmãos,
entre companheiros de jornada que vivem juntos. Hoje esse conceito de família é muito maior. Então essa união entre 2 seres. Né? Transitório, bacana, porque enquanto nós estamos aqui na Terra, mas depois que nós desencarnamos, quem que nós vamos procurar exatamente a nossa grande família, aqueles que nós nos unimos? Eles podem ter falado disso também nessa permanência, assim porque nós vamos sempre procurar aqueles com quem temos afinidade. Então, abre-se um leque muito grande.
Quando ele se fala nesse, quando ele fala nesse permanente, né? Bom, muito bom. A Leopoldina está aí. Eu acho que sim, né? Leopoldina, vou te chamar porque eu acho que a questão também alcança o chamado universo jurídico, né? Quando as legislações contemporâneas, as legislações que estão dentro do padrão de democraticidade que elas são evoluídas, grande parte dos países do mundo estão nesse parâmetro, de evoluo.
Utilidade jurídica apontam esse permanente que os espíritos utilizam como o chamado ânimo definitivo de contrair uma relação. Você também pensa assim, Leopoldina? É mais ou menos, porque. Ânimo definitivo. Olha, eu estou sem sem imagem na. Na Na e posso continuar assim mesmo. Sim, ó. Então tá bom, é. Eu não vejo nada como definitivo. É, e eu gostaria de dizer que a questão é. É uma questão de dignidade.
Tão vista hoje, a questão da dignidade humana é em que ela deve ser não só respeitada, mas como deve-se também dar as condições para ser respeitada. As legislações elas avançam nesse sentido, no sentido de proteger a dignidade humana. Esse é o valor que vem inclusive, e ele se fortalece dentro da declaração universal das pessoas humanas e se fortalece inclusive na nossa Constituição de 88. Que deve sempre estar presente. Então vejam bem desde que.
Respeite se a dignidade humana. E a legislação, inclusive dentro da sua interpretação, respeite a dignidade humana. Tudo é válido. Tudo, tudo, tudo é válido. Marcelo, não tenho porque a gente discriminar. AB ou CEA. Legislação inclusive, ela vem numa evolução para contribuir e para respeitar essa questão da dignidade humana. Aonde se? Quer? Estar juntos, se está, se não
quer estar juntos, se separe. E não podemos perder nenhum tipo de preconceito em relação a isso e na questão do preconceito, eu gostaria só se você me me permitisse para dizer que preconceito é ausência de conceito. E quando nós tratamos lá atrás de preconceito. É, nós estamos tratando da ausência de conceito. Mas na nossa doutrina espírita, nós temos conceito. Conceitos sobre tudo isso que nós estamos tratando hoje aqui não nos falta conceito de forma nenhuma.
E porque nós? E aí eu quero divergir de você. Que eu acho que a maioria tem preconceito, inclusive dos espíritas. Porque eu acho que nós temos o preconceito dentro das escolas espíritas, de não querer enfrentar o preconceito. De não tratar sobre ele? E isso gera, inclusive. Toda essa fomentação que existe e que infelizmente nós, espíritas, hoje e dentro desse momento histórico, estamos contribuindo. Onde é? Fazer com que o preconceito.
Que tão porque nós temos hoje uma pauta é de costumes. Que quer voltar lá atrás? Na idade média, no obscurantismo. E a gente não vê, não vê os espíritas tratarem? Dessa política social, a não ser OSEK, que é uma que é uma diferenciação que traz esses temas polêmicos. E participar, inclusive, e atuar dentro da sociedade, dentro dos conceitos de Kardec, para que isso não possa ocorrer. Muito bom. Bela. Pitada de pimenta aí na nossa discussão, né? Vamos aqui.
Agora é enfocar o chamado meio espírita brasileiro e também português, tá, Célia, porque você tem condições aí de analisar o seu locus. Para também é evidenciar se ao ou não aí na boa Terra, na terrinha. Essa reprodução daquilo que nós temos no Brasil. É a questão. Na chamada hegemonia racial e de gênero. Na opinião de vocês, e eu vou começar pelo Gerson opinião de vocês essa hegemonia racial e de gênero, que é patente no movimento espírita brasileiro.
Onde nós percebemos, na prática espírita, consideradas as posições de destaque do nosso movimento, que posições de destaque são essa? Diretiva da federação espírita Brasileira. Principais médiuns, principais expositores e divulgadores que estão desfilando nos chamados congressos popstar do Brasil. Quase todos são homens. E são brancos? Vou repetir quase todas as posições de destaque do movimento espírita brasileiro são ocupadas por homens e homens brancos.
Essa situação? É percebida pelos espíritas Gerson como algo que precisa ser mete, mitigado diminuído, equacionado resolvido ou tá tudo muito bom? Tá tudo muito bem e não precisa mexer nisso. Eu Acredito que essa parte final que tu falou atende aos interesses da maioria dos dirigentes das casas espíritas, né? Que está tudo bem aqui está tudo bom. Vamos conservar assim, para que mudar? Eu estava lembrando agora há pouco tempo aqui no na minha cidade tinha, não sei se existem
outras. Deve existir também a cruzada dos militares espíritas, onde não havia dentro do estatuto desse dessa cruzada mulheres, né? Participando e muito menos é. Na direção, enfim. Então havia essa separação há alguns anos atrás, também no na própria casa que eu frequentei na década de 80, os homens sentavam de um lado, as mulheres do outro.
Isso há pouco tempo atrás, né? Da década de 7080, então ainda tem essas coisas assim, bastante atrasadas do ponto de vista da sociedade e do avanço social, que está arraigado dentro das casas espíritas, né? E ele é difícil mexer com isso, porque essas estruturas de poder, onde Oo branco. E o homem ocupam espaço de destaque, né? É um reflexo da sociedade e a casa espírita apenas é transfere isso, né? O absorve isso e reproduz, né?
Da mesma forma, então é, é complicado mexer, é tentar mexer nessa estrutura. É sem muita fundamentação e, mesmo com fundamentação, é esse poder. Ele tá tá muito tá muito fechado, tá muito preso, eles não permitem abertura agora, com as mídias sociais, as redes sociais, nós estamos tendo esse espaço, né? Onde pode esse conhecimento e essa? Essa visão, esse novo olhar é ele está se espalhando, está se espraiando, né? Então isso aí é importante, mas é mexer dentro dessas estruturas.
É muito complicado, no meu ponto de vista, haveria a necessidade de se construir um novo movimento, né? Não paralelo, mas mas que também possa, além dele desconstruir o anterior, o igrejeiro evangélico. Tentar fazer um novo movimento que possibilite esse novo olhar, essa, esse novo paradigma de fundamentado naquilo que está Na Na, no, no, dentro do do, do, da, da de Kardec, dentro da doutrina espírita. Muito bom, Cláudia. Como equacionar essa situação? Você já tem alguma sugestão aí?
Viável pra gente conseguir diminuir essa padroniza. Ação como coloquei há pouco. De formação, de composição dos espíritas em termos de posições de destaque para termos. Mais mulheres, mais negros e negras índios. Japoneses amarelos, né? E termos transexuais nesse grande? Show desse grande cenário de composição das atividades de destaque no movimento espírita. Eu acho que a primeira coisa é, nós somos tão tímidos, né? Procurar mo é, é esse esse e-mail?
É, é a minha coordenadora de ensino lá da da casa que eu frequento. Ela preferia abrir muito essa parte exatamente do do preconceito. Ela, ela pediu que fizéssemos aulas exatamente de inclusão. Isso já é um começo, né? É nós, mulheres, precisamos procurar. É é fazer parte da diretoria, mas nós precisamos também ter o conhecimento primeiro, né? Todos os que participam, não só as mulheres entendem é que aí a gente volta lá no começo da live Marcelo é o conhecimento, né?
EE não é o não, a idolatria, essas figuras, porque. Um ou outro se destaca. Aí todo mundo vai atrás, aí vira o showman, né? Essas pessoas que a ele fala ele é o papa do espiritismo, ele e idolatram aquelas pessoas lá porque tem um cargo bom. É No No no seu trabalho, porque tem uma instituição que ajuda maravilhosa, mas. E aí nós também ficamos mais tímida, porque os figurões estão lá falando em nome de todos, então cabe a nós também fazemos
essa imposição. Cabe a nós também me procurarmos melhorar, acolher a todos. Aí volta lá, num, num, num, num preconceito espiritual, né? Nós não podemos nem receber os os, nossos lindinhos pretos velhos, quem dirá os encarnados, e aí? Muito boa essa lembrança aí da questão identitárias, né? Dos espíritos que se comunicam e assumem a conformação, afeição, a aparência que eles quiserem. Aliás, isso está patente na obra de Kardec, né?
Que os espíritos se escolhem. A vestimenta entre aspas, né? A forma. Como vão se expressar para serem reconhecidos dentro do princípio da afinidade da comunhão, de pensamentos que é marca do trabalho de Allan Kardec?
Leopoldina a mesma pergunta que eu fiz para Cláudia, eu vou estender a você a. Viabilidade há condições de nós enfrentarmos essa posição majoritária quase despótica não democrática da composição dos postos de destaque do movimento espírita como sendo de homens e homens brancos. Curioso, né? Marcelo? É, nós vamos lembrar que o movimento espírita aqui no Brasil, ele, ele foi abolicionista, né? Ele não foi escravagista e hoje, parece-me que.
Se inverteu, não é? É aquele tempo em que os os intelectuais, os espíritas, dão início, dão primeiro pontapé do movimento com com a data de hoje, que hoje é preconceituosa mesmo é. E há um privilégio. É, há um privilégio dos homens e dos homens brancos. Isso é Nick do se nós pegarmos as Dire, sonho inclusive da federação, os palestrantes que são colocados, né? E galgados por serem os mais destacados, todo esse espectro.
É de homem branco? Não há, não há, não há, há hegemonia, não há, não há. Há uma diferenciação. E aí eu gostaria de de uma questão. Que a Cláudia colocou, que é o empoderamento da mulher. Nas casas espíritas? É como se fazer esse empoderamento. E eu vou dizer que vou repetir aqui. Sem a educação espírita, a mulher não conseguirá qualquer tipo de empoderamento. Como não consigo curar o negro, como não se conseguirá o transexual? Porque.
Porque fica o mundo fechado? Aonde a nossa educação também é formada dentro de um usi costumi. Que não é adequado dentro da doutrina de Kardec, dentro dos conceitos de Kardec, mas sim é direcionada por meia dúzia de pessoas. Que vêm esses conceitos, não? Como eu disse, dentro da arte de Kardec, mas sim dentro de um oportunismo para se manterem no poder. Desculpe essa franqueza, mas eu vejo inclusive. Um desvio da doutrina espírita. 13 bi o desvio dos conceitos
espíritas. Para tomar, inclusive, uma posição. Religiosa, uma posição fundamentalista e que esta posição só tende a segurar essa meia dúzia de gente branca privilegiada no poder. Falou e disse, Leopoldina e nós assinamos embaixo, porque nós vivemos essas situações, se reproduzindo e na atual conformação político, social, ideológica do nosso país. Essas questões reverberam, estão exacerbada porque há um conjunto de pessoas que nutria durante muito tempo.
Décadas, talvez esses sentimentos encontra agora o cenário, a iluminação. O palco para poder fazer do discurso espírita esta posição. Contrária, retrógrada, de exceção, de restrição, de preconceito dos mais diversos matizes. E nós vamos continuar dizendo isso com todas as letras no SK. Isto não é doutrina espírita. Isto não é espiritismo. Isto não é lei do Progresso, isto é atraso e o atraso espiritual não se combate com armas, se combate com educação, com instrução.
Daí Kardec ter dito que a obra espírita seria. É uma obra de educação, nem instrução individualizada, para que os indivíduos se somando possibilita, sem a construção de uma sociedade reformada e transformada, modificar. Célia, como essa questão aí em Portugal. Também as posições de destaque no espiritismo português são ocupadas por vetustos homens brancos. Olha a. É sim, eu só encontrei, mas também. Eu não sou muito, viajava no movimento espírita português, mas é só encontrei um negro.
É numa casa espírita. É, mas olha, eu vou, eu vou falar o seguinte. Eu acho que menos importante do que. De tetar é a influência neste caso é da FEB. Em Portugal ou da febre no movimento espírita no Brasil? Eu acho que é importante ficarmos no seguinte, e eu vou desde já a fazer aqui uma situação do Kardec, está bem? É essa este parágrafo que o goleiro está na gênese capítulo um, item 36, e também na revista espírita setembro de 1867. Número 9, o caráter da revelação espírita e tem 36.
Cor, encarnação desaparecem os preconceitos de raças e de castas, pois o mesmo espírito pode tornar a nascer rico ou pobre, capitalista ou por ontário, chefe ou subordinado, livre ou escravo, homem ou mulher de todos os argumentos invocados contra a injustiça da servidão e da escravatura, contra a sujeição da mulher, a lei do mais forte. Existe um que prima, é ilógico, fato material da reencarnação.
Isso, pois a reencarnação se Funda sobre uma lei da natureza, o princípio da fraternidade universal. Ela se fundamenta na mesma lei e da igualdade dos direitos sociais e, por conseguinte, o da Liberdade. É, são palavras, é. É. Da gente são palavras, é do Kardec, é obviamente orientado pelos espíritos que participaram. É e pensa acima de tudo que é isto que os espíritas têm que ter em mente. É esta esta esta, esta afirmação. Sobre a Liberdade?
É transmitida pela própria literatura espírita, é primária. É, agora há uma outra. Há uma outra situação que também tem que ser referida, que é lembrar mais uma vez. Com é? A filosofia espírita foi criada no século 19. E é omissa, não fala de certos assuntos, como interrupção voluntária de gravidez vulgarmente dita, aborto não fala de identidade de gênero. Não fala da orientação sexual? E não fala de feminismo, embora seja muito Clara na admissão. De que existe uma desigualdade
da mulher que é injusta? Olha, não podia falar como também não fala de eutanásia, como também não fala de uma de drogas de de de. Narcóticos, porque não estavam integrados, é na idiossincrasia da época. Certos assuntos não eram sequer falado. Não é? É, outros não faziam parte, não existiam. É Claro que já havia quem tomasse ópio e cocaína, mas não era um fenômeno social. Não, é Claro que havia quem praticasse a murta, mas não era um fenômeno social. Ou não, era encarado como tal?
É sequer, portanto, compita aos espíritas atuais, atualizarão os espíritos. Quando é a orientação espírita? É religião exista. Tendo ir buscar as respostas a estas questões na moral católica. A falta de diretamente é é endereçadas Na Na literatura espírita? Vários, qual a moral católica? E daí o preconceito, o fechamento, o ignorar. E sobre a questão de ignorar ou de de não prestar atenção ao que sabe passar? É, eu lembro.
Aliás, alguém fez um comentário a um post 1000 é algo que eu tinha colocado no meu grupo, do meu programa feminista é que dizia, eu estou ficar cansada de rótulos. Bissexual é eu substituir tanto o homem, tanta do nominação. Eu estou ficando cansada de rótulos e eu respondi. Talvez não passem apenas de nomes que se estão a dar a coisas e não eram faladas antes. Então, a transportar isso também para o universo espírita, hã? Os mais espíritas k, em que
honrará inclusivamente. OEO Meire zmuda, da da filosofia espírita. É um disrupção quando surgiu no século 19. Esta vê-los que era disruptiva, muito disruptiva. Como é que foi ficando tão conservadora? É agora, como é que você vai resolver isto? Eu acho que o espírita vai ter que ser firme. Não. Na sua, na sua, no seu propósito de renovação, de adaptação e atualização, é do espiritismo, de modo a que deles postas respostas. Aos é encarnados atuais.
Eu estou me lembrando outra coisa também. Bem, bem, bem, bem desconcertante, do que me apercebi ontem. Alguém me me sugeriu que visse um determinado vídeo, tipo nova vaga de uma técnica que eu nem sei dizer o nome, que é originária do White ou do havái. Nem sei dizer o nome e a gente só sabe o que é se pagar para
saber, hora. Esse Gui. Ele foi visualizado por 120000 pessoas. 120000 e o chá estava cheio de gente pedindo e falando, eu tenho uma dor de cabeça até minha cabeça dói muito, é, pode me ajudar? Eu tenho ansiedade, pode me ajudar? Olha bem. Isto. E é a expressão. Gay norme necessidade humana neste momento. De ser assistida de é se sentir que a respostas para a sua fragilidade para a sua dor. E como é que espiritismo? Não está respondendo, não está
respondendo. Não está chegando as pessoas, qual é o vídeo espírita que teve 120000 visualizações? Isto é uma enorme preocupação que temos que ter, estamos ou não estamos a comunicar com as pessoas do aqui e do agora, respondendo aos assuntos que preocupam as pessoas do aqui e do agora. Não, não estamos. É EE. Temos uma postura que é tipo, hã, eu estou aqui com uma dor, dá doendo muito. É o que que eu faço? Leia o livro dos espíritos.
Estudo, a mais tá doendo muito. A lá estudar vai estudar e tu caricaturando, mas às vezes é um pouco assim. A gente não sabe responder. As pessoas e a dor das pessoas. E a fruição das pessoas. Mandei ela estudar, está certo? Está certo, mas é o mesmo que um médico que receba alguém com uma doença que percebi imediatamente que está sendo provocada por maus hábitos alimentares, por exemplo.
Esse médico, primeiro que tudo ele vai estancar aquela dor, vai acabar com aquela dor e vai controlar a doença e só depois eu vai falar com a pessoa. Dizendo, você precisa rever os seus hábitos alimentares. Não sei se eu estou fazendo entender, mas é eu urgente. É urgente que o espiritismo, se vir para fora de si mesmo. E comece a dirigir-se aos problemas atuais. Vou contar terminar, olha.
Fantástico é isso mesmo. Olha só a Maria Rosário, que também é do conselho de gestão, de o secar, assim como você está fazendo aí 2 recortes importantes que precisam de registro, né? No movimento espírita português, casais vamos afetivos são muito bem aceitos e até são
acarinhados, né? Nos casos que ela conhece, então aí é um, é um recorte importante sendo trazido pela Rosário e ele ela também, completa, dizendo que o único centro espírita que ela conhece é dirigido majoritariamente por mulheres. Ou seja, nem tudo é mau. Temos aí um exemplo clássico. Um exemplo prático de que a situação começa a mudar começa a receber um tratamento mais é seguro, mais necessário para os
dias atuais. Ainda dentro da observação que eu fiz sobre a definição de um padrão majoritário. É branco e macho, né? Masculino nas instituições espíritas, eu quero também transferir a você que está pensando aí do outro lado a você, que conhece a mediunidade para ver quantos espíritos que se manifestam pelos médiuns do chamado meio espírita brasileiro. São mulheres? São negros? São negras? São índios?
São amarelos? Você mesmo pode responder a pergunta para si. Muito poucos, geralmente o padrão é homem, branco, Maduro como espírito. Superior como espírito guia como espírito orientador de trabalhos espirituais. Será que esse padrão corresponde efetivamente ao que se tem do outro lado da vida ou é um estereótipo criado quase sempre pelo próprio animismo e não pela mediunidade dos chamados médiuns espíritas? Quero trazer mais uma questão polêmica, já que é o próprio
tema, né? É esse polêmicas sociais, né? Queria é enfocar uma situação relativa à chamada identidade de gênero, né? E a pergunta é o seguinte, para a Leopoldina, Leopoldina hoje se discute muito, né? Digamos de uma década e meia pra cá, mais ou menos essas questões de identidade, de gênero. Muito importantes, aliás, tanto na sociedade quanto no Panorama ou no cenário espírita. A pergunta é, essas questões relativas à identidade de gênero
encontram Lastro? Encontram fundamento nas obras de Kardec ou isso é um problema típico do século 21, ficando então uma lacuna na doutrina espírita originária na doutrina espírita, considerando o trabalho de Allan Kardec entre 1857 e 1869? Ou seja, a pergunta é, existe abertura? Existem elementos factuais, elementos teóricos dentro da obra espírita sobre.
A definição da identidade de gênero ou isso é um problema tipicamente do nosso século e, portanto, a década 164 anos atrás, não poderia é pensar nessas questões, o que que você acha, Leopoldina? Alô, Léo. Alô? Vamos lá, está ligado. Eu estou fora da imagem agora, voltou o microfone. Está tudo certo, vamos em frente. Eu defendi isso numa live. Já o ano passado, sobre a questão de Kardec em relação às mulheres. Kardec foi muito especial. Porque inclusive, ele.
Com a sua mulher, respeitava a identidade de gênero. Quando alguém tem um comportamento. E é um exemplo de identidade de gênero. Mesmo que não tivesse escrito, e escreveu sobre isso. Já o identifica? Como aquele que quis e prestigiou a identidade e a igualdade das mulheres. Agora, evidente que naquela época. Era muito mais difícil. Muito mais difícil. Muito mais difícil, mesmo tendo passado por uma revolução francesa, mesmo estando já no mundo mais avançado.
Era mais difícil, evidente que a posição. Identitárias da mulher? Começa no século passado e na metade do século passado, porque foram nos anos 60 que a mulher tirou o sutiã. Que ela vota, que ela pode ser votada. Que ela vai, inclusive para as universidades. Que dentro das universidades, inclusive ela se qualifica e se qualifica para o trabalho e eu vou, já que eu estou falando, eu vou contar só uma passagem. Eu, como advogada, eu sou da época que.
Eu não entrava de calça cumprida nos tribunais. Aqui em São Paulo. Nós tínhamos que usar vestido, tínhamos que usar saias, mesmo passando o inverno rigoroso com a garoa Paulista, nós não podíamos. Então você veja que os costumes foram chegando e foi-se privilegiando. A identidade da mulher. Lógico que nós ainda não estamos naquele ponto que nós queremos chegar, mas já conseguimos espaços. Temos que ter organização, temos para que estes espaços nossos
sejam privilegiados. E eu diria mais, Marcelo. O movimento espírita deveria conversar com os outros movimentos espíritas de candomblé, de umbanda e Santo Dani. Qualquer outros que sejam. Para que nós pudéssemos, inclusive, dentro dessa unidade, estabelecermos políticas a favor da mulher. Que nós inclusive tivéssemos uma fala social mais forte. Não só educadora, mas uma posição social que nós pudéssemos, inclusive dizer não só as mulheres espíritas, mas a
todas as mulheres. O valor da nossa existência. E como nós devemos dentro do valor da nossa existência, nos posicionarmos frente ao mundo. Nós andarmos ao lado do homem. Nem um passo atrás, nem um passo à frente, um. Mas que esta posição, inclusive do ser mulher? Pudesse ser muito maior, o que eu fico muito preocupada em nós. Já falamos, inclusive Marcelo, desse pessoal branco e vou dizer mais, viu? Você esqueceu de dizer que esse pessoal não é só branco, não. Ele quer ser europeu e de
preferência, francês. Que dirigia febe. Desculpe, mas é assim que eu vejo. Ele quer ser europeu, nem brasileiro. Ele quer ser porque ele tá se lixando para o povo brasileiro, pra pro, padecimento do nosso povo, o padecimento dos espíritas brasileiros. Ele quer ser europeu, de preferência francesa, para imitar Kardec. É esse pessoal. Eles não têm a consciência que a posição que eles estão. Eles atravancam.
O processo de evolução social. É muito triste isto dizer de homens que têm que pregar a evolução, o Progresso, estarem o anti Progresso, o anti evolução. Botou fogo na panela. Vamos ver como é que nós vamos sair dessa aí agora, dona Cláudia? Jerônimo, né? Porque a Leopoldina, com acerto, ela identifica na obra de Kardec, a preocupação. De do codificador em identificar essa posição horizontal entre homens e mulheres, né?
Há vários artigos na revista espírita que consolidam essa proposta de igualdade de gênero, imaginando que nós estamos tratando dos chamados gêneros que eram, é objeto de estudo no século 19, mas nós estamos no século 21 e a uma outra conformação para a identidade de gênero, com a perspectiva das liberdades, a Liberdade sexual, da Liberdade de expressão, da Liberdade de afirmação. Então, a minha pergunta é essa, já que a Leopoldina identificou? Posicionamento em relação aos
gêneros. Patente na obra de Kardec as outras questões, também afirmativas, também circunstanciais também. Próprias para o nosso tempo, relacionadas à identidade de gênero estão ou não presentes nas obras de Kardec? Vai lá na questão 200 que ele responde. A questão 200 é. É a questão dos dentes, né? O se o espírito tem sexo. Não. Como entendeis? Ator não precisa ter mais discussão, nenhuma gente. Ele matou ali. A resposta é muito Clara.
Eles não entendiam naquela época, e nós vamos começar. Nós estamos começando a entender agora de um tempo pra cá. Porque as pessoas conseguem mostrar para a sociedade identidade de gênero é o quê? Não é uma construção social, o seu gênero é uma, é como você quer se mostrar. Como você quer aparentar como você quer ser. E isso entra também lá na lei de Liberdade, nós temos Liberdade de ser quem somos. E entra aí. Eu acho que foi muito Claro os espíritos Kardec naquela
questão, então se nós. Vemos com calma, analisarmos só essa questão já entra em qualquer outro artigo de Kardec, é isso, é o que eu penso, tá? Mas é isso aí, isso é um espaço de livres pensadores, onde cada qual expressa o seu pensamento, a sua convicção, sem o compromisso de estarmos aqui num uníssono ou como gosta de dizer, o meio espírita, num padrão de unificação. Aqui não vai ter unificação, aqui vai ter pluralidade, porque a pluralidade é a palavra de
ordem do BCK. Mas deixa eu falar uma coisa antes de você chamar o Gerson. Quando eu entrei na casa espírita e fui estudar, quando nós tivemos aula sobre sexualidade. A pessoa que ele é. Que deu aula para nós, ele disse o seguinte, que os homossexuais vinham, então eles tinham que gastar a energia deles fazendo o bem para o outro para não ter relações sexuais.
E isso, como a gente ouve, chega na casa espírita, você ouve isso, você não tem muito conhecimento, você fala meu Deus, e agora eles estão pecando, né? E aí é uma frase que é um pensamento que eu sempre reflito hoje. Então foi uma forma muito forte de preconceito, essa fala. Como assim? Quem? Quem pode dizer o que, AO qual a relação que o outro pode ter? É muito, muito forte isso.
Muito bom, muito bom, trazendo aí uma experiência da vivência da casa espírita para ilustrar aquilo que nós estamos discutindo também em teoria e prática, e as então Gerson. É, eu vou, vou. Vou ser insistente, né? Na tua opinião, existem lacunas na obra de Kardec para tratar de determinados temas relacionados à identidade de gênero? Me parece que que Kardec na época. A abordagem que ele dá e que ele entende e as e as orientações que vieram do do mundo espiritual eram condizentes com
a cultura da época. Enfim, não. Eu não poderia ter avançado, né? Ou até porque não? Não, não, não, não, não, não, não, não tinha essa visão futurística, né? De o que que iria acontecer, como, como está acontecendo essas alterações? Todas essas transformações é que ocorrem culturalmente no na sociedade também. Parece que o que ele falou na época era agora com relação a essa questão da 200 que eu gostaria de de dar uma opinião. É. É especificamente, no meu entendimento essa questão se
refere à questão biológica, né? O espírito não tem sexo do ponto de vista biológico, EE parece que fica uma sensação assim aqui, não como entender ou não. Como entender, significa que de repente tem sexo, né? Se não se nós entendemos o sexo dessa forma, edição, os espíritos, em seguida, não comum entender quer dizer, e será que tem uma outra forma? Então fica 11 questionamento que há muito tempo eu me fazia e me faço ainda aí, mas se foi. Não tem uma resposta pronta para
isso aí, né? Mas é uma questão também a ser pensada sobre isso. Não é para essa questão biológica, mas é o que se o que vemos hoje Na Na, na nas casas espíritas, é tudo isso que já foi dito, que a gente já sabe agora como fazer? Né? Pra reverter isso aí para reverter, não, mas para, para fazer com que as pessoas percebam.
Não é que isso aí é uma coisa extremamente atrasada do ponto de vista do da transformação individual EE social EE como trabalhar essas questões dentro da casa espírita? Sendo minoria, né? É EE, tendo pouca voz. É, é complicado essa essas questões, né? E porque o centro espírita ele é um reprodutor do que está na sociedade, né? E hoje, mais ainda, em função do que temos visto por aí, da da legalização do absurdo, né?
Que acontece em termos de ódio, como Marcelo falou aqui, as pessoas estão gostando para fora. O sentimento que já traziam, né que estava adormecido. Na verdade, essa barbárie toda não é motivada por alguém. Aliás, não motivada, não, ela não é criada por alguém, ela é simplesmente alguém disse assim, ó, façam, mostram que vocês são e as pessoas estão se mostrando, né? Estão mostrando os bárbaros que são estão se mostrando os cruéis que estão estão se mostrando, os nojentos que são.
E assim como nós, que que critica mozi isso e que também muitas vezes derrapamos em algumas situações, estamos aprendendo com isso, né? Então, é um grande aprendizado isso também. Agora, como fazer para afastar isso, né? Como fazer para para fazer com que isso se transforme? E aí entra a questão da educação, Kardec falha, não, aqui não a educação intelectual,
mas a educação moral. Não a educação moral pelos livros, mas como arte de formar os caracteres, é como aquisição dele de hábitos, mudança de hábitos, né? Então esse essa fala é desse contextualizado essa fase ou esse agir sem pensar, ou melhor, esse pensar sem agir, né? Ele acaba muitas vezes criando também é, e reações equivocadas e pensarem equivocadas, né? É como, como diz, como fazia o
Che Guevara, né? O Che Guevara era um cara que dizia o que pensava, mas ele fazia o que ele dizia e muitas vezes a gente percebe no até dentro do movimento mais progressista é é sujeitos que defendem que os homens, né é que tentam desconstruir o velho para construir um novo, mas No No nas possuem uma prática não condizente com aquilo que
defende. Então isso aí também provoca um certo receio no sentido daquelas pessoas que estão observando isso é usarem isso como mecanismo também de negação da própria mudança da própria transformação. Então são várias questões assim que que nós levam a pensar nele, como fazer para mudar essa estrutura que está aí? Bacana, eu vou pegar esse teu gancho aí da questão 200 que foi trazida pela Cláudia e que já desce uma outra interpretação interessante para jogar para Célia aldegalega, né?
É essa proposição do Gerson, né, no sentido de que os espíritos teriam nos dito que, para eles espíritos, ou seja, no mundo espiritual, no mundo invisível, a sexualidade ou a expressão dos gêneros não seria idêntica. A nossa, né? É não como o entendeis, disse o espírito. Como fica a Célia ao então? Uma outra interpretação para o sexo, para a sexualidade, para a identidade sexual, para a morfologia, há uma morfologia espiritual correlacionada ao sexo. Que opinião?
A interpretação dos homens dos daquilo que é que não é que que na linguagem da época é dizia assim, é homens de banho. Eu hoje diria um ser humanos do banho. Eu acho que o mais importante. De tudo? Não é ir à procura. Na especificidade? Do que aqui é Kardec, disse. Porque nas generalidades. É instrução, foi fora da Caridade, não há salvação. E é isso que deve estar sempre subjacente. A qualquer opinião de espírita? Sobre?
Outro indivíduo sobre as especificidades de cada indivíduo, sejam elas de órgão sexual, sejam de ordem racial, sejam de ordem do gênero. É publicar o princípio da Caridade. Eu posso até me entender, mas eu tenho que aceitar. Eu tenho que aceitar. Porque é isso que me define. Como espírito do bem? Início, doutrina espírita é extremamente Clara. O que tem que ser aplicado é que o que está na base do próprio, esse Lucia, é que o que ficou é que é imutável, que estejamos em
que ser que estivermos. O princípio da fraternidade universal. O princípio da Caridade, a aplicação da Caridade, eu tenho chamado também solidariedade. De empatia, que é compaixão. É isso que tem que ser aplicado. Não adianta, até porque sabemos que para a maior parte das questões atuais, mais fraturas. Antes, não há respostas diretas em nenhuma obra. Quase do espiritismo. Não há, então, onde é? Onde é que em que temos que nos é? É? Apoiar. Nas linhas base do espiritismo?
Compaixão, ele patia. É Caridade? Solidariedade. Amor. Se nós olharmos para essas pessoas, realmente. Com empatia e com amor. Não temos preconceitos. Nós vamos magoar com certeza, nem a Joana é, é. Nem vamos ser preconceituosos nem descartar essas pessoas, basta ser realmente espírita para conseguir lidar com todas estas questões. É muito simples para mim, é o ovo de Colombo. Boa, muito boa.
Olha só, dentro dessa ideia que nós estamos aqui, esposando chegando, dando uma parte derradeira da nossa live. Há 11 conceito embutido nisso que a Célia acabou de dizer. Não podemos imaginar que a doutrina espírita, nem a originária, nem a continuidade dela, tem a obrigação de responder a todos os questionamentos da humana. E enquadrar todas as situações que hoje fazem parte do nosso
cotidiano. Mas como ela bem frisou, a doutrina espírita oferece um conjunto de caracteres que são os chamados valores, os princípios, os fundamentos da doutrina dos espíritos, que também são os fundamentos, os princípios, os valores da espiritualidade ou da espiritualização da humanidade. Esses vão ser sempre os elementos que servem de Baliza para todas as relações. Então, imaginar que como muitos espíritas.
Tradicionais o chamado movimento majoritário, que quando se desencarna do outro lado da existência que é aqui do lado, né? Não se trata de nenhum lugar hipotético, nenhuma colônia espiritual, mas é aqui do lado, porque os encarnados estão aqui esbarrando com a gente, estão compondo os mesmos cenários onde nós estamos, mas imaginando que eles estão em outra dimensão para o movimento espírita tradicional. Deixam de ser homens e mulheres.
Deixam de ser héteros, deixam de ser homo afetivos porque partiram para o mundo espiritual e se converteram, se constituíram em espíritos propriamente ditos. Meu Deus, quem disse isso? Onde você encontra isso? Nas obras de Kardec? Encontra exatamente o contrário, quando Kardec diz, aponta, reforça repete que os espíritos continuam sendo do outro lado da existência. Do outro lado, da dimensão física.
Aquilo que foram durante a encarnação, aquilo que nutriram enquanto preferências, gostos, pendores, oportunidades, vivências, de modo que a interpretação que os espíritos dão a questão 200 tem que ser relacionada à formou logia.
Tem que ser relacionada à biologia, tem que ser relacionada aos caracteres que fundamentam a vida de encarnado na vida material, enquanto espíritos, nós vamos continuar tendo as nossas preferências dos nossos gostos, nossos pendores, as nossas idiossincrasias, os nossos comportamentos somos essenciais e é isso que precisa ficar Claro.
Minha gente, nós vamos partindo para a parte então, derradeira final da nossa live, que é as considerações finais, dizendo que para esse tema olha, ficaram também muitas outras questões penduradas na nossa equipe do conselho de gestão. Preparou várias questões que não puderam ser abordadas, até pela Riqueza dos debates que foram constituídos aqui hoje. De qualquer maneira, já fica o convite a você que está do outro lado para, em uma nova oportunidade, ainda neste ano de
2022, revisitarmos esse tema. Com a presença de convidados especiais, os mesmos outros. Vai depender da disponibilidade de cada um para compor mozi. Mais uma live, daí não do lip, mas das livres, ordinárias do ICK. Célia, as suas considerações finais a respeito desse nosso profícuo e tão rico debate da noite de outros. Eu quase diria que a última intervenção que fiz e queria as minhas alegações finais e pronto, penso que. É AE, é uma coisa que eu costumo fazer.
Que é você pouco modesta ela dizer isto ao partilhar isto que eu muitas vezes dou por mim, imaginando Kardec, ouvindo a dizendo rivais. Encarnado, aqui e agora. E o tento fazer o perfil dela. Que homem seria esta? É o que que eu pensaria? De todos estes em todas estas questões de racismo, interrupção voluntária de gravidez, de igualdade, de gênero, de identidade, de gênero, de
orientação sexual, o que quis? Re vai encarnado no século 21, teria para dizer que posições teria, e isso me ajuda muito. É tentar perceber como é que uma doutrina que afinal de contas não podem na altura, não podia interessar. É determinadas questões que são daqui do agora, deste século 21. É ajuda me a compreender. O que é que estarias justo e correto? Mas, sobretudo, é isso que temos que tentar, disse ser justo. Justos e corretos. Para com qualquer pessoa. Eu também fiz um pro curso,
nunca fui, é? Particularmente preconceituosa, mas ninguém está livre. De qualquer uma dose de preconceito. Seja ela qual for, e eu fiz um percurso. Um concurso que me levou a estudar estúdio de gênero na faculdade em 2016, que me levou a conversar com ativistas negros. É aqui em Portugal. Porque eu senti que não era suficientemente informada. Espera. Poder. Compartilhar o mundo com pessoas. Estavam? Fora da normatividade? E para pessoas que eram
disruptivas? É, então nós, os espíritos que costumamos fazer um grande apelo ao estudo. É planos muito aos tudo, mas estudamos não só o espiritismo como estudemos as matérias. Que são importantes neste momento. É, saiba mozi. Também imputar conhecimento externo para dentro do espiritismo, não vou prometer. Um texto é que eu vou escrever.
Sobre esta esta articulação do espiritismo com os movimentos fora do espiritismo, os movimentos sociais e políticos fora do espiritismo, fica permitido que escrevesse text. É porque eu acho muito importante. Temos que nos informar isso era AO apelo que eu faria a todos, é informa, por favor, tentem saber mais sobre estes estas questões. E, sobretudo, utilizam. As bases do espiritismo não é polícia nem os fundamentos do espiritismo. É a tal solidariedade e empatia. Meu amor.
Fantástico. Parece que estamos ouvindo aquele carpinteiro a nos dizer. Faz ao outro o que gostaria que ele vos fizesse. Cláudio Jerônimo. Suas palavras finais. É o nosso querido Beto. Ele fez uma colocação agora há pouco lá No No chat que ele falou assim é o Salvador do mundo, era branco, homem, né? Se ele viveu lá, onde ele viveu o protetor solar devia ser excelente, né? É pra gente refletir sobre isso.
E a celinha falou sobre a eutanásia, e aí eu queria como fazer um convite para as pessoas. Assistam um filme chamado como eu era antes de você. É uma comédia romântica muito simples. Mas tentem assistir este filme se colocando no lugar do rapaz. Porque nós, nas nossas paixões, nos colocamos no lugar da família e da mocinha, mas tentem sentir a dor do rapaz.
Aí nós vamos compreender melhor. E é exatamente compreender melhor o que falamos sobre racismo, sobre gênero, sobre mulher, sobre pessoas, porque aí nós vamos conseguir nos colocar no lugar do outro de quem sente a dor. É um filme muito interessante. Beijo, obrigada. Bacana, Claudinha aguarda a gente lá na sala do chá. Nós já vamos conversar novamente.
Cláudia fala de empatia, não é você se colocar no lugar do outro, você procura sentir, mesmo que ainda não esteja naquele cenário, aquilo que o outro sente. Leopoldina. Suas palavras finais. Alô, Léo. Cadê você? Estou aqui, estou aqui é sem imagem, mas estou presente. É, eu gostaria de dizer que eu estou muito feliz por ter participado dessa noite dessa live. Discussões tão importantes, porque elas são diretamente ligadas hoje, ao nosso modo de vida.
Ao nossa civilização, ao nosso bem-estar. Aos valores éticos e Morais. Que Kardec, inclusive, faz um capítulo especial. E eu estou muito feliz por ter participado, é e quero deixar inclusive meus agradecimentos e dizer que. Como nós. Vamos, espiritas. Nos posicionar? Essa é a minha grande preocupação. Como nós conseguimos, não só. Nos modificar, mas modificar também e contribuir para modificar a sociedade. Como nós vamos penetrar dentro das casas espíritas e ter a
coragem? E sem preconceito de debater esses temas? Porque hoje aqui ouvi dizer não, mas Na Na minha casa espírita. Tem um transexual, tem um homossexual, eu tenho, já teve alguém que deu uma palestra. E daí? E daí? Quando a gente olha e sorri para aquele. É isso, é palestrante transexual. Mas quando nós viramos as costas, dizemos, eu não quero um filho, eu não quero isto, eu não quero aquilo, eu rejeito, eu odeio, eu faço isto, eu faço aquilo, eu não concordo.
Todas palavras que transmitem, inclusive. Um arrefecimento. E é isto que nós temos que cada vez mais começaram a compreender. Porque? Kardec deixou. No século 19? Os conceitos. E que nós hoje, inclusive dissemos. Só que a ciência evoluiu quando a ciência evolui, a filosofia evolui junto. Conceitos filosóficos que nós não tínhamos no século 19. Nós estamos tendo agora no século 21 por conta da evolução da ciência.
E quando a ciência avança? A filosofia avança e nós temos inclusive uma obra aberta com conceitos iniciais, mas ela é aberta dentro da ciência da filosofia. Nós precisamos ter a coragem de enfrentá-la dentro das casas espíritas e debater. Debater realmente sobre penia eu não gosto da palavra raça, eu acho a palavra raça preconceituosa. Ela é feita pelo branco Belo. Ela enfrenta pelo branco, curto e que, inclusive, surge por conta de raça. Outras raças que querem eliminar
outras raças. Então, dentro das etnias, como nós vamos envolver as etnias como nós vamos envolver? Inclusive hoje a questão das religiões com perseguições aos cultos. Os afros como nós vamos hoje poder nos posicionar. Perante uma política que ela, dentro dos usos e costumes, quer retroagir para obscurantismo, para o fundamentalismo, que não é aquilo que Kardec nos ensinou
e nos deixou lá no início. Eu acho que essas reflexões são muito importantes e eu espero e é isto que eu sou apaixonada. Quer ver? Secar? Porque ele, dentro do seu livre pensar. Ele quer mexer com as Almas. Ele quer mexer com os corações para que nós possamos, de uma forma plena, conseguir. Ser solidário, conseguir ser fraternos, conseguir aceitar o próximo e amá-lo mais do que nunca. Sensacional, Leopoldina. Agradecemos a sua participação, né? Está aí dentro do improviso, né,
né? Nós não estávamos é esperando que você estivesse conosco hoje, mas você aceitou nosso convite em cima da hora e esteve aqui para abrilhantar também a nossa discussão. Nosso debate vai lá para a sua linha do chá, que daqui a pouco a gente conversa mais um pouquinho. Gerson, deixei propositadamente você pro final pra você abrilhantar aí com todo o seu conhecimento, a sua simpatia, o nosso final da live. É bom, eu quero agradecer em primeiro lugar pela
participação. Foi um privilégio para mim estar junto com vocês e dentro desse grupo fantástico, onde eu realmente aprendi bastante, aprendo. Continua aprendendo, né? Mas eu acho que depois de tudo isso que foi dito, foi o restou pouca coisa. Eu vou apenas reforçar com uma frase do Grand miche que diz o seguinte, que os sentimentos sem saber ele é certo que ele é desorganizado e eu saber se tem um sentimento. Ele é pedantismo, então o que ele quer dizer com isso?
Que? Nós temos que buscar o equilíbrio entre aquilo que sentimos das nossas emoções no auto conhecimento, não é não conhecer a si mesmo e transformar isso aí em ferramentas para que a gente possa atuar no social também buscando essa transformação aí voltamos lá pro Herculano, né? Transformou o homem para transformar o mundo, transformar o mundo para transformar o
homem. Eu acho que esse esse equilíbrio é que nós temos que buscar para termos para sermos mais afetuosos, mais acolhedores, mais fraternos. Mas justos, não é que a justiça precede o amor e a Caridade não é. Não existe amor e Caridade sem justiça social. Então tudo isso nós temos que buscar em nós para que a gente possa transferir de forma adequada para a aqueles que nos circundam, a sociedade, enfim que nos rodeia e que da qual fazemos parte.
Então, muito obrigado a todos pela participação e espero continuar aprendendo mais e mais com vocês. Aprendemos todos, Gerson, obrigado pela tua participação. Obrigado por ter vencido os seus próprios desafios pessoais e estado conosco nessa noite brilhante de discussão. Daqui a pouquinho a gente conversa mais um pouco. Pois é, gente. Mais uma live histórica do ECK. Feita com muito carinho, com muita simplicidade, com a humildade necessária de colocarmos os nossos pés no
chão. Mas enxergarmos com os olhos voltados para o infinito. Aquilo que seja possível a nós, individual e coletivamente construídos. Nós vamos deixando a nossa marca. Sem nenhuma intenção de buscar hegemonia, superioridade ou. Unicidade. Vamos trabalhando com o material humano que nos chega todos os dias no ICK interessado por uma proposta mais próxima da realidade de Allan Kardec. E mais distante de uma igreja, gizmo, de um religioso ismo excessivo. Que tomou conta das nossas
instituições? Com informações que fazem parte de crenças pessoais, idiossincrasias e que não reproduzem. A totalidade das informações trazidas e codificadas por Allan Kardec. Nós estamos felizes com a sua presença. Lembrando que esta live foi transmitida simultaneamente pelo canal espiritismo com Kardec no Facebook pelo canal espiritismo com Kardec, no YouTube e pelo canal espiritismo CAS, também no YouTube. Estamos pouco a pouco ampliando.
As nossas plataformas, com a presença de novos parceiros e novos companheiros para alcançarmos um número maior de consciências e decorações. A você que esteve conosco ao vivo. O nosso agradecimento sincero e efusivo por termos ajudado a construir mais uma live. Você que vai acessar esse vídeo depois o convite para colaborar conosco, criticando a nossa live construtivamente, apresentando sugestões, sugestões de abordagem de temáticas. Mas nós estamos sempre em processo de permanente
construção. Obrigado a você. Estaremos juntos no próximo sábado, está aí justiça social segundo o espiritismo, no dia 26 de fevereiro, nos embalos de sábado à noite, e do ECK, onde vamos receber pela vez primeira ao querido amigo rozildo Brito, que junto com OA lei de Paula e o Alexandre estará conosco no debate. Alexandre Ferreira estará conosco no debate. Esperamos você um grande abraço. Tchau.
