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Olá, minha amiga, meu amigo, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o livro perispírito nunca sei como é que eu aponto do professor Almiro Zimmermann. Que é baseado em todo o ensinamento da doutrina espírita e também de obras de autores espirituais. Vamos falar hoje continuar falando sobre perispírito e enfermidade só relembrando nós falamos primeiro teve um resumam sobre perispírito enfermidade.
Depois falamos sobre as injunções kármica, ou sejam, as doenças congênitas, aquelas trazidas de vidas anteriores. Falando sobre in vigilância mental, né? Que o mal só. Sem atitude já faz mal para a gente. Se pensarmos o mal, falamos intenções psicológicas, sentimentos que tencionamos emocional, né? É que também geram doenças e as influências psico ambientais, que depende do ambiente que a gente frequenta. Isso pode também nos adoecer.
Hoje nós vamos falar sobre as ocorrências acidentais, o que que é isso? Do que se trata? Vamos lá. As ocorrências acidentais obviamente surgem também como causas possíveis de enfermidades. Desde os abusos alimentares e as condutas ditadas pela imprudência até os acidentes mais graves. Fatos, inúmeros acontecem, que, podendo afetar perigosamente até o regime de sustentação vital propiciado pelo perispírito, trazem transtornos e
sofrimentos. Estados enfermiços que ganham a mais diversa rotulagem sempre é verdade. De acordo com a lei do merecimento. Obviamente, eventos dolorosos do cotidiano em suas diversas feições, nem sempre se traduzem, ainda que respeitadas as
predisposições. Por resgates inevitáveis, expiação, dívidas pretéritas, como é o caso, por exemplo, de certos acidentes, havia teorizou rodoviários, sabendo-se que por um lado, usufruindo do livre arbítrio, semeamos e colhemos a todo instante e de outro que o percurso evolutivo em si oferece nos continuamente os mais variados e às vezes imprevistos, estímulos a aprendizagem, sensibilização como convite Divino ao crescimento espiritual em direção ao Reino da luz.
Pelo que eu tenho. Estou começando a entender. São as ocorrências acidentais a. Que são é problemas, né, que a gente pode ter as doenças que a gente pode ter de acidentes, né? De coisas não previstas, que não tem muito a ver com o nosso processo cármico, que não tem nada a ver com a gente, é. Sei lá, é? AA gente precisaria passar por isso. Na sua vida, João, aconteceu algumas coisas bobas, você fala assim, gente, mas bobeira isso.
A maior parte ou todas as vezes são de decisões que a gente toma, né, que a gente faz alguma besteira, cai, quebra a perna ou fica é faz um esporte radical demais. De repente, fica numa cadeira de rodas, então a gente gera aquela doença por concorrências acidentais. Não estava no nosso trajeto kármico, então não é coisa de vida passada. É, não é de vigilância mental, não é de nada aquilo que a gente viu, mas ocorreu, não é?
E aí o que acontece? É que a gente consegue uma doença temporária ou permanente, sem ter precisado por alguma vigilância por alguma outra razão, mas que. Mesmo assim. Nos é uma oportunidade de aprendizado. Sempre citam um exemplo bem bobo aí. Quando eu, com 11 anos de idade, caí do pé de Goiabeira. E quebrei o meu braço em 2 lugares. É, tive que fazer 2 cirurgias com pinos, et cetera e tal. Antes disso?
É um exemplo muito tosco, mas enfim, antes disso eu vivia em árvore, pulando pra lá e pra cá, e caia de cabeça no chão e levantava uns galos desse tamanho. Que o que que você viu essa experiência que foi bem dolorosa, bem difícil, porque você imagina 40 dias com gesso, depois retira os pinos, depois faz você vai lá um ano que a sua vida as altera. Tive que dormir num colchão, é tudo diferente. Era época de férias, então não
alterou AA escola. Mas é. Que que me trouxe de aprendizado, precisava ter acontecido isso. Estava no meu, no meu roteiro. Kármico certamente que não. Isso é uma traquinagem de criança. Eu adorava pular de um galho a outro. Tinha uma Goiabeira no quintal de casa, durava pula, pula como Tarzan fazia. Que que eu aprendi depois disso? Nunca mais subi em árvore, nunca mais me coloquei em risco. Eu poderia cair de pescoço, como eu fiz um Monte de galo podia quebrar o pescoço.
Podia ficar paraplégico. Podia tanta coisa, né dessa época? Pelo que eu me lembro, não que eu seja iluminado nem nada, mas assim, o que que você faria no lugar nunca mais subir em árvore, meu, seu pai, sua mãe não deixando se você quiser sair a subir, a tentar, eu nunca mais fiz isso. Então, mesmo que aconteçam essas ocorrências acidentais, a gente tira um aprendizado disso. A gente vai vai entender que não mais podemos fazer isso. E com isso a gente preserva a nossa atual existência.
Entendeu? No próximo episódio hoje foi bem rapidinho, não é? Nós vamos falar da obsessão e tem um texto bem interessante aqui, ó, porque enfermidade e obsessão capítulo é perispírito obsessão. Desculpe que gera enfermidade, obsessão está aqui dentro desse ainda, diz assim, obsessão reconhecidamente, é fonte das mais diversas e perigosas patologias, tratando-se de matéria especialmente importante, impôs que seja
aprofundado em capítulo próprio. Como a seguir acontece então, como a obsessão é um caso de geração de doença. Muito forte, não é? A gente vai entender o que é que essa obsessão, o que que significa, não é e o que isso influencia no nosso corpo físico e espiritual. Então, um assunto muito legal que a gente vai estudar no próximo episódio, tá bom? Eu te espero, como sempre. Gratidão por ter chegado até aqui. Até lá, tchau.
