Olá, esse que Ana, se esse que anos muito bem-vindas, todos vocês a mais uma live aqui nos embalos de sábado à noite no ECK. É, estou mascarado hoje. Hoje eu estou de Don Diego de la mancha, o Zorro. Para demonstrar que só assim para ficar no patamar daquelas que serão as nossas convidadas especiais para mais uma live
aqui no ECK. Então, sem mais delongas, vamos para a apresentação dessa live, agradecemos a sua presença e também a sua participação na forma de comentários na forma de questionamentos que enriquecem sobremaneira o nosso trabalho, a você, o nosso, muito bom obrigado que acompanha a nossa live na Transmissão dentro do grupo espiritismo com Kardec no Facebook e também na plataforma do YouTube no canal do ICK.
E também em outras plataformas. Muito bem, vamos iniciar a nossa conversação com uma pequena introdução prevista. Na? Revista espírita de dezembro de 1865. Quando Allan Kardec escreve sobre o papel da mulher, diz o codificador, a mulher sabe fazer se notada, principalmente pela delicadeza dos seus pensamentos, pela graça de seus gestos, pela pureza de suas palavras, tudo o que dela vem deve harmonizar-se com sua pessoa. Que Deus fez Bela iniciamos assim com essa transcrição.
Da sabedoria do nosso codificador para tratar do tema os lugares das mulheres no espiritismo. Vamos então receber a nossa convidada especial. Para live de hoje, Alessandra Araújo, bem-vinda, Alessandra. Oi, Marcelo, boa noite, boa noite a todas as pessoas que estão conosco nos acompanhando. É um prazer estar aqui contigo. É pela primeira vez, tu estás na bancada dos embalos de sábado à
noite, do ECK. Já era namoro antigo que agora virou noivado e vai virar casamento porque a sua presença vai ser requisitada em outras oportunidades para nós trabalharmos essas temáticas tão importantes da atualidade planetária e da atualidade do espiritismo enquanto filosofia, para a transformação dos ambientes e para uma melhor formatação das nossas relações. Inter, humanas e Inter organizacionais. Alessandra é de Maceió, do
querido nordeste brasileiro. O estado do Alagoas, servidora pública aposentada com 30 anos de atuação na previdência social e 4 anos como bancária, é professora, autora de conteúdos de ensino à distância EAD graduado em economia, especialista em previdência social, educação à distância e dinâmica de grupo. É mestre em políticas sociais e cidadania. É educadora e ativista por direitos humanos e justiça social.
Entrega alto. Aumente o coletivo espírita instituto de filosofia espírita Herculano pires, Wi-Fi e também o fórum de mulheres espíritas desse instituto e é participante ativa do movimento movimento mundial de mulheres espíritas pelos direitos humanos. Você, mulher espírita que ainda
não conhece esse movimento. Converse com a gente, nós encaminharemos vocês se quiser conversar também com a Alessandra através do Facebook, você fará parte de um movimento importante que vem se consolidando e que vem ampliando as Fronteiras, alcançando mulheres de várias partes do mundo e trabalhando justamente pela inserção dos espíritas na sociedade. Com essa formatação e essa finalidade transformadora. Apresentada então a nossa
convidada especial. Vamos chamar as 2 debatedoras que também abrilhantarão o nosso estudo e o nosso debate nessa live. Vamos chamar Maria Cristina Rivera? Olá, Cris, bem-vinda. Não estamos ouvindo. Boa noite, Marcelo. Boa noite a todos. É com muita Alegria que nós estamos aqui mais uma vez. Para procurar fazer um bom trabalho. Muito bem, e faremos esse bom trabalho. Maria Cristina revê, é de Santa Maria, Cidade Gaúcha, cidade do Rio Grande do Sul, é formada em
língua e literatura. É pós-graduada em língua portuguesa e professora a 39 anos no magistério estadual. Lá no Rio Grande do Sul, é orientadora educacional e no movimento espírita atua na sociedade espírita, estudo e Caridade, lar de Joaquina, da cidade de Santa Maria. É também membro do conselho editorial da revista espírita Harmonia e do conselho. De gestão do grupo espiritismo com Kardec. Vamos então chamar a nossa terceira participante dessa live é uma live toda rosa, toda
fulgurante. Toda especial de mulheres, vamos chamar Júlia Schultz, bem-vinda Ju. Obrigada. Boa noite, pessoal. É uma honra estar aqui com essas 2 mulheres de peso. Muito bem, a Júlia é de Florianópolis, Santa Catarina é administradora, mestre em administração, professora universitária e numeróloga. Atuou durante 2 décadas nas áreas de divulgação e educação espírita.
É membro do conselho editorial da revista espírita eletrônica Harmonia e do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec e é a minha patroa, é a minha esposa também. Tem isso na qualificação. Da nossa Júlia. Pois bem, vamos então iniciar dar o pontapé inicial, aproveitando que nós estamos em clima de Copa do Mundo, né? Vamos dar o pontapé inicial a nossa live. Eu vou começar pela Alessandra fazendo uma pergunta muito simples, né? Que tem a ver?
Olha só, a unha da Júlia é comemorativa à copa de 2022, no Catar. Alessandra, nós aqui estamos tratando do segmento espírita, né? Tem um presente nessa live de forma. É explícita, de forma presente, 3 mulheres espíritas, com atuações diversificadas e muito importantes na construção do pensamento espírita na atualidade.
A minha pergunta é. Você e as 2 debatedoras, como mulheres espíritas, estariam em posição de vanguarda em relação às mulheres católicas, as protestantes, as mulheres evangélicas, as judias ou a de matizes africanas. Se sim, ou se não, porque. Eita, danou-se. Já começou, chegou chegando em Júlia e Cristina. É, gostaria inicialmente de agradecer o convite, né? De uma célula, agradecer a acolhida do SK. E é 11 abraço aqui, alagoano e nordestino. E é um prazer estar com a Júlia, né?
E com a Cristina nesse diálogo tão importante? Bom, eu considero Marcelo, que todas as mulheres estão em condição de vanguarda, né? Em potencial? Não é esse despertar desse potencial é que nós precisamos incentivar. Eu considero mulheres espiritas, né? Mulheres de todas as espiritualidades e religiosidades com esse mesmo potencial, né? Todos somos criadas, né? Por Deus, é simples e ignorantes, homens e mulheres têm, né? A mesma condição de igualdade.
Então o que eu, o que eu penso que eu? Ando lendo, né? E buscando, depois desse, dessa minha chegada ao in fep, começando a conhecer. É as leituras, né? Das mulheres no âmbito do espiritismo, a gente começa a ver que o diferencial, né, que o espiritismo nos traz, é a questão da lei, da igualdade, né? Que a gente que, como Kardec nos aponta, né? A igualdade entre homens e mulheres, né? Igualdade de direitos, muito embora a gente ainda tem que conversar um pouco sobre aquela
questão dos atributos, né? Igualdade de direitos, sim, mas de papéis e atribuições não, né? Como Kardec nos traz, a gente pode conversar um pouco mais à frente, mas eu creio que a gente em potencial, a gente caminha nesse mesmo patamar. Mas nós precisamos muito dialogar sobre isso. Investir nesse potencial feminino. Eu acho que estamos nesses últimos tempos, né? Nos últimos, acho que. Pra mim, né? Pessoalmente, 3 a 4 anos atrás ou 5.
Que a gente vem percebendo essa possibilidade nos meios espíritas, quando as mulheres foram in visibiliza das foram silenciadas, foram apagadas. Então quando a gente faz as leituras do espiritismo, a gente tem essa constatação, né? Que o espiritismo, ele é eminentemente masculino nas suas produções literárias, né? Na questão dos médiuns eu falo do do, do, do contexto brasileiro, né?
Porque a gente for analisar. A fundação do espiritismo, lá no século 19, a maioria das mulheres eram que eram as médios, né? Então nós tivemos várias mulheres de referência, né? No No século XIX, na Europa. Mas aí quando a gente traz para o contexto brasileiro, a gente começa a perguntar e pesquisar, aonde é que estão essas mulheres então? Estamos todas nesse nessa condição, né? Potencial de vanguarda. Mas ainda precisamos desse investimento em nós mesmo.
Acho que seria basicamente esse início para a gente dialogar, né? Sobre? Muito bem, essa introdução é importante para que a gente possa é equacionar aí as diversas idéias a respeito. Júlia. É nós como seres humanos, espíritos encarnados. Nós não podemos imaginar que estamos apenas restritos ao universo espírita, tanto de convivência quanto de interpretação das diversas
situações da vida. Por isso, a pergunta foi feita no sentido de estaria ou não a mulher espírita numa posição de vanguarda em relação às outras mulheres com as quais nós convivemos, né? Por exemplo, temos. É pessoas próximas de nós que são protestantes, que são evangélicas, que são umbandistas, que são é judias, né? Então, essa formação cultural é religiosa? Também é importante para a ideia de espiritualização do planeta espiritualização das nossas
relações. Então eu devolvo a mesma pergunta que fiz para Alessandra, para ti. Porque a mulher espírita poderia ocupar uma posição de vanguarda em relação às outras mulheres. Não te ouço. Fiquei empolgada aqui, né? Então é eu estou Na Na mesma linha que a Alessandra menciona que realmente, né? Houve aí uma não sei se um esquecimento, se uma importância de apagar a mulher lá atrás, né? No século 20. Mas eu vejo que de uns tempos pra cá, a mulher tem assumido
mais papéis. É nas casas espíritas, no meio espírita. Mas ainda não é aquilo que poderia ser se nós comparássemos mulheres e homens, tanto em termos de espaço, é espaço no sentido de aprovação, de inclusão, de valorização. E é quanto ao aquilo que as mulheres querem efetivamente fazer, né? Até que ponto as mulheres também querem, desejam ou é ocupar algum lugar? É relevante em que elas apareçam e que elas estejam efetivamente, é sendo valorizadas.
Muito bem, Chris, é. Se nós fizéssemos 11 escorço retrospectivo para buscar identificar, sobretudo nos últimos 50 anos, ou seja, No No 3 trecho final do século 20, e nessas 2 para 3 décadas do século 21. Nós dificilmente encontraríamos um nome de mulher espírita em evidência que fosse reconhecido que fosse consagrado, inclusive fora do movimento espírita, né? Nós temos isso em relação, por exemplo, a Chico Xavier, que é uma personalidade masculina, que
é um homem, né? Em contrapartida, já que a minha pergunta foi sobre outras concepções filosóficas e religiosas, nós temos 2 expoentes. Uma mais nesses últimos 50 anos, outra, um pouco mais atrás, que são representativas do papel e da atuação da mulher como alguém de destaque dentro da configuração, por exemplo, católica, posso citar a irmã Dulce. No nordeste brasileiro e posso citar aqui no sul, a Zilda arnes. Porque nós não temos?
Então mulheres espíritas, é como agentes de transformação social. Não estamos ouvindo, Cris. Ótima pergunta, Eu Acredito? Que dentro da doutrina se refere. Agora, sim. AA colegas, Eu Acredito que a doutrina espírita ela reflete a há um papel de. Meio deixado de lado das mulheres, a mulher, ela está atuando como coadjuvante, infelizmente. E dentro da doutrina. Da doutrina espírita, isso se reflete de forma bem intensa. A tu estavas fazendo a pergunta
e eu me perguntava, né? Quem seria uma expoente? Mulher dentro do espiritismo. E eu me lembrei lá, longe da Anália da Ivone, mas eu não acredito que elas tenham um reconhecimento mundial. Né? É dentro da da da sistematização espírita da codificação. Nós vimos que o Kardec trabalhou com muitas mulheres. Mas agora a gente vê a mulher um passo atrás. Do homem? Infelizmente. E isso é um é 111 problema. Que nós precisamos resolver
dentro das nossas instituições. Porque elas refletem aquilo que a sociedade tem de muito intenso ainda. Que é um machismo. Né? Que é o homem dominando determinadas situações. Não são todos, mas é muito grande ainda essa capacidade. Brigada Cláudia Ana Cláudia é é muito e é muito grande ainda. Essa. Essa pouca visibilidade feminina nós precisamos modificar esse status quo. É preciso colocar-se como a gente. Que pode modificar essa situação?
Kardec acredito. Que não foi nem um pouco machista, mas dentro da. Da história do espiritismo nós nos deparamos com esse machismo exacerbado dentro das nossas casas, ainda no século 21. Não é isso, Marcelo? Muito bom. É. Inclusive, me dá já e spoiler para a próxima pergunta, que era exatamente sobre os vultos femininos espíritas na nossa história. É uma história recente, relativamente recente, né? É falar em termos de 50 anos é quase nada em termos de espiritismo, né?
Essa doutrina aí que tem mais de 165 anos, imagina o seguinte. No passado, o espiritismo teve um grandes mulheres. Médiuns, né? Podemos citar aqui Zilda gama. Yvonne do Amaral Pereira. E zíbia Gasparetto, embora em certa parte da sua produção mediúnica é mais espiritualista do que espírita, permitindo a incursão de algumas Ideas que não seriam tão é. A contento dentro da princípio
logia espírita. Então Alessandra é atualmente, nós não temos no movimento espírita brasileiro nenhuma médium de referência, nenhuma médium mulher. No diálogo com a população Brasileira, seja ela população espíritas, como a simpatizante ou não espírita. Isso acontece por conta da própria estrutura machista da nossa sociedade e, consequentemente, o movimento espírita vai a reboque disso. Ou as mulheres espíritas da atualidade não estão assim muito interessadas nesse trabalho
mediúnico. O que você acha? Marcelo, veja bem, é essa inferioridade, né? Que a mulher foi colocada desde o princípio, né? Nessa sociedade patriarcal, ela não ajuda muito, né? Ela faz com que a mulher se sinta menor, né? Se sinta submissa. E isso reflete, como já foi falado pela Julie, pela Cristina nas suas atuações no mundo, né? Não só no espiritismo. Então, assim, nós não nos sentimos encorajadas, né, a fazer qualquer trabalho que seja. Né?
Quantas mulheres já foram presidente da febre, por exemplo? Quantas mulheres são palestrantes nos centros espíritas nesse Brasil afora? Porque a gente tem OOA gente, faz a leitura do movimento espírita a partir da nossa realidade, né? Nós estamos falando aqui da Cristina, que está no sul, né? No Rio Grande da Júlia, que está em em Floripa e eu que estou no nordeste, em Alagoas, então cada uma tem a sua realidade, da da, do meu espírito aqui, que dialogar, que convive.
Mas e nesse Brasil imenso, né que a gente desconhece como? Como funciona? É cada cada. Movimento espírita local. Será que nesse Brasil inteiro as mulheres são palestrantes, são oradoras, espíritas? Quantas pessoas mulheres trans estão participando de atividades nos centros espíritas? Quantas mulheres LGBT são acolhidas nas casas espíritas e participam das atividades, né? Tem um protagonismo, então isso diz muito sim da nossa cultura,
né? Do patriarcado, do quanto a gente tem dificuldade de se mostrar. Particularmente, é. Eu fui convidada para participar de uma live por Ana Cláudia Laurindo no início da pandemia, quando ninguém ainda estava pensando nisso, e eu disse para ela, Ana. Eu não me sinto segura para fazer uma live. Quer dizer, se fosse um homem, dizia na hora, não, eu vou. Então, assim, para que a gente conseguisse chegar a participar de uma live para que eu, né,
Alessandra? É que sou uma pessoa, já que que estudo, né? Que já sou educadora, né? No âmbito profissional, já fiz várias palestras EE cursos, enfim. A dificuldade, né? Que eu tive de me mostrar. Né? Neste universo e por que isso? Insegurança, né? Porque o medo de não ser acolhida naquilo que eu iria falar, né? O medo de me comprometer, não sei. Eu sei que nós precisamos reverter isso. Como bem disse é, é a Cristina. Nós precisamos encontrar, né? Lugares.
Para que o nosso papel no espiritismo e na sociedade, ele seja efetivamente reconhecido, nós temos potencial. Nós somos mulheres inteligentes, né? A questão é, o que é que falta para despertar em nós, né? É essa vontade, esse interesse. Dessa? É como é que eu digo, é esse empurrão para a gente chegar aqui em frente à tela, né? E dizer estamos aqui, queremos ser ouvida. Queremos um protagonismo feminino, queremos num Dia da Mulher que as mulheres estejam
na bancada e não os homens. Queremos é falar sobre maternidade, mas que não sejam homens que falem sobre maternidade, que sejam mulheres que estejam falando sobre a maternal, agem sobre as nossas demandas, sobre a saúde feminina. Né? Sobre os nossos lugares na política, tudo isso, nós mulheres, precisamos falar. Nós não queremos os homens, falamos por nós, nós não somos contra os homens, né isso já.
Isso é, creio que já está claro, nós queremos e nós partilhamos com os homens dessa construção coletiva, mas nós temos é total capacidade. De falar das nossas demandas. Eu Acredito que de uns anos para cá, muitas movimentos, né? Muitos coletivos, muitas oportunidades estão surgindo e muitas mulheres estão chegando, mas ainda são poucas. E aí eu vi de Isabel Guimarães que é lá do coletivo Maria
Filipe, 11 frase. Que a partir daí, eu não me nego mais a falar em nenhum lugar que eu for que eu for convidada. Ela disse assim, quando uma mulher for convidada para falar, pega o microfone e fale, porque são poucos os espaços que nós temos. Então nós precisamos ocupá-los. Então, depois disso, ainda que eu não tenho um domínio, né? Desse conteúdo com que eu não sou pesquisadora de gênero. Mas eu comecei a me debruçar nas leituras sobre o espiritismo, sobre as mulheres no espiritismo.
AA me identificar com as mulheres, né? Amelie boudet, Bert frou po a malha sola é Anália Franco nezio da gama, Ana black ou tantas mulheres, né? Dora incontri, Ana Cláudia Laurindo, Isabel Guimarães, enfim, leads Amorim, Célia arribas. Tem tanta gente boa, Júlia chutes, né? Maria Cristina? Quantas mulheres? Que estão por aí, né? É fazendo um trabalho tão maravilhoso e a gente não conhece. Então, mulheres, vamos nos lançar, né? Quando as oportunidades chegarem.
Que é isso que nós precisamos fazer, é um trabalho lento, Ed. Desafiador, mas nós temos potencial para isso. Então Eu Acredito, Marcelo, que a cultura patriarcal, né? Ela nos diminuiu, né? Ela nos tutelou. E aí a gente quer dizer que a partir de agora, nós não queremos mais essa tutela. Nós queremos falar por nós. Muito bem, o Cristo está levantando o dedinho aí é isso? É, eu ia te colocar toda Na Na. Tô levantando o dedinho querido
é, eu queria. Eu gostaria da técnica colocasse AA pergunta ou a colocação da Cláudia pra pra aproveitar aí ó. Chris emenda EE já aproveita essa colocação da Cláudia no sentido de que, como a minha pergunta foi sobre mulheres médiuns e sobre mulheres na mediunidade, o Guilherme que é nosso parceiro, está dizendo, né? Que nenhuma mulher aceitou ser observada no trabalho que ele fez, de aferição da efetiva mediunidade no trabalho de psicografia. Eu. Complementando, eu acho a colega.
É, e respondendo a essa pergunta. Eu acho que nos falta. Muita coragem. Sim. Né? Foram anos. Desses subs? Se você vier. Uma ou ou. Outra mulher se destacar. Ao passo que as outras eram silenciadas. Né? De uma forma muito dolorida. E né que AA colega disse, pega o microfone e fala. Eu acho que é. É uma. É uma forma muito grata de dizer para nós que nós temos condições à esses desafios, porque nós procuramos fazer um trabalho bom, um trabalho que que nos
mostre que mostre o nosso valor. Nós temos medo da sociedade que nos julga de forma. Muito, muito triste. Né? A mulher quando se coloca. Ela é tida com os mais diversos adjetivos. Né? E isso é muito triste dentro da nossa sociedade. E não é só, infelizmente, no espiritismo, mas no espiritismo também. Mesmo o Kardec tendo feito o que fez, tendo dito o que disse. No caso, a respeito das mulheres, porque ele tem alguns artigos na revista espírita e mesmo no livro dos espíritos
sobre as mulheres. AAA, estrutura patriarcal que também afeta o espiritismo. Ela nos faz ter medo. Ela faz com que nós mulheres, queiramos. Né? Estar atrás como se o sexo masculino, o homem, ele pudesse, né? É diminuir a nossa importância e de repente diminui. Mas nós não podemos mais nos calar. Nós precisamos mostrar para nós mesmas. Que nós temos a condição sine qua não. De nos mantermos como agentes da nossa vida, da nossa sociedade e da doutrina que nós esposa. Não é?
Eu Acredito nisso. EE acredito que nenhuma mulher tenha aceito ou aceitado. AAO trabalho com o pesquisador Guilherme velho. Exatamente por causa disso, o medo. AO medo de ser ridicularizada. Porque nós sabemos que a mediunidade. Ela é um processo e que muitas vezes a gente pode. Simplesmente não, não ser o canal. E dentro disso, nós passarmos a ter 11, ser sermos tidas como pessoas que não são fidedignas, que o nosso trabalho não é exatamente isso. Né?
Acredito que seja por isso que as mulheres não tenham aceitado o trabalho com o pesquisador, né? Porque nós ainda temos medo. Nós ainda muitas vezes precisamos que nos levem pela mão. E isso é muito complicado. Isso é preciso que nós saibamos que nós estamos construindo nosso lugar. Que nunca deveria ser deixado para trás. Acho que é isso. Muito bem, é uma contribuição importante dentro dessa temática da mediunidade.
Júlia, é nós que fomos é. Educados, nós somos oriundos do movimento majoritário, que é um movimento religioso, embora não estejamos mais nesse segmento e secar, inclusive, representa um capítulo à parte em relação ao mainstream espírita, ao ao meio. É é que que detém AA proeminência, né? É Oo dentro do segmento espírita, o movimento religioso ele é majoritário em relação a outras Correntes de pensamento, dentro da da própria filosofia espírita.
Este movimento espírita, majoritário, religioso, ela é responsável por 11 aditamento à obra de Kardec, que é a santificação da mediunidade. Então se olha para o passado e assim à Zilda gama, né? A olha para o passado. Se a dona Ivone do Amaral Pereira, né?
De uns missionárias, diz o movimento espírita do século 21, quando se relaciona elas e aí a dona Maria, a dona Júlia, a dona Alessandra. A dona Cláudia, que trabalham num centro espírita pequenino, de periferia de uma cidade média ou pequena por esse Rincão brasileiro. Por esses 5800 municípios brasileiros, se sente um pouco amedrontada diante disso, né? Não, eu não sou essa médium toda. E aí surge, né?
A ilustração trazida pela Cláudia de que o Guilherme não conseguiu uma mulher médium meu Deus, quantas mulheres médiuns existem atualmente? Nas instituições espíritas filiadas ou não filiadas às federações Brasil afora. Então isso é uma característica de de que a mulher tem medo de ser estigmatizada também por ser médium? Sim, com certeza é a maioria das mulheres. Tem medo de ser estigmatizada por quase todas as questões da
vida de maneira geral, né? De modo que, se ela é uma excelente profissional, ela está. É deixando em a ver o filho, o marido, a casa, se ela é uma excelente dona de casa, ela não faz nada, ela não trabalha, ela não traz dinheiro, não faz nada, né? É uma coisa assim bem rotulada, esse ela é uma excelente mãe, aí ela deixa de ser alguma outra coisa para a mulher.
Os papéis são vistos muito dessa maneira, como se você não pudesse, assim como as mulheres fazem, e todas as que eu conheço fazem é. Uma multiplicidade de papéis, e muito bem. Então é quando você se destaca aquilo causa tanto um problema nos homens, até Oo Gerson e a mim, comentou. Ali eu achei assim, sensacional a questão de que a mulher imponderada continua causando pânico aos machistas, né? Isso é fato ao comentário. Está aí, ela causa pânico aos machistas e infelizmente ela
causa pânico. As mulheres machistas não só os homens machistas, porque tem muita mulher machista. E, diferentemente da amizade masculina, que é algo que eu supervalorizo. Porque os homens se protegem, se apoiam as mulheres, é um Deus nos acuda, é quem mais pode puxar o tapete da outra. É um horror. É um show de horrores, tudo aquilo que a outra se destaca é motivo para ela ser achincalhada, xingada, mal vista, motivo de fofoca. E isso ocorre também no meio
espírita. Então, poucas são as mulheres que olham para outras mulheres e dizem assim, poxa, ela faz um excelente trabalho, admiro. Quero ser que Nem Ela vou apoiá-la, porque é o medo de sombra é muito maior do que a importância do apoio umas as outras. Marcelo. Pois não, Alessandra? É, achei importante essa fala da Júlia e é importante a gente dizer que o machismo é uma pauta também visibilizada, né? Nós, mulheres, estamos a bem pouco tempo. Nos reunindo, eu falo no meio espírita, né?
Falo da minha, da minha experiência, da minha vivência, nesses pouquíssimos últimos anos eu não sou espírita de berço, né? Eu já eu já tinha contato com o espiritismo na década de 90, mas não, não abracei. Então sou bem recente e voltei em 2014. Para o movimento espírita hegemônico, mas logo sair, porque eu não me? Eu não me alinhavava com várias
situações e várias, né? É várias questões, principalmente para a mulher, que fala para a mulher que é crítica para a mulher que é questionadora. Para a mulher que pergunta, então isso não é muito bem recebido? Então hoje eu estou. No nos, no coletivo e fap. Então a gente precisou, é, nós precisamos nos reunir. Somente mulheres no espaço de um fórum. Espírita e, a partir desse encontro é que nós começamos a compreender e a e a falar sobre
os nossos lugares. Então eu eu entendo, eu percebo, né? Pelo que a gente vem vivenciando. Que se faz muito necessário esse lugar. Né? Específico esse locus de encontro de mulheres para falar sobre os seus lugares para mulher, para todas as mulheres compreenderem que cada uma tem um lugar.
Na sociedade, seja uma mulher académica, seja uma mulher das artes, seja uma mulher da literatura, seja uma mulher da ciência, seja uma mulher do lar, seja uma mulher que é do com filho, todas essas experiências, elas elas contribuem, né? Pra pra que nós nos identifiquemos com esses lugares? Para isso, a gente precisou é nós nos reunirmos nesse fórum para, no diálogo, somente com mulheres. Compreendermos que muitas
temáticas não são tratadas, né? As pautas femininas e feministas são in visibilizadas, e aí eu não vou falar dos centros espíritas hoje, porque eu não mais estou nos centros espíritas do movimento espírita hegemônico, mas ainda nos movimentos ditos progressistas, as pautas femininas e feministas ainda são visibilizadas. Então, nós não podemos esperar, né? Que os homens falem sobre as pautas femininas e feministas. Nós é que temos que falar sobre.
Então nós devemos, e aí a Júlia falou muito da da, da questão do do machismo, né, da mulher? Nós precisamos ler mulheres, nós precisamos de letramentos, nós precisamos. É é que o espiritismo dialoguei com outras áreas do conhecimento. Kardec, quando ele escreveu as obras fundamentais, só no século 19, a gente não pode cometer nenhuma anacronismo, né? Tentando. É é atualizar o que Kardec escreveu com o olhar de hoje.
Nós pegamos o que Kardec escreveu, nós temos aqui é o papel da mulher, nós temos aquela parte que ele traz na revista espírita da da, daquela questão das mulheres nos Estados Unidos, né? Que ele traz para a questão do voto das mulheres, que que é, puderam chegar ao mercado é ao ambiente profissional, então tem várias passagens na revista espírita que, com um olhar de hoje, não nos contempla mais.
Né? Mas aí a gente vai fazer a discussão daquilo que foi escrito lá na compreensão do século 19, que aquilo não nos satisfaz mais. E daqui para frente, o que é que nos satisfaz? Tem muita temática que Kardec não pode tratar porque não era da época dele, né? Não foi não foi do século 19, então cabe a nós fazemos isso. Então como é que nós vamos pautar temáticas femininas e feministas?
Fazendo um letramento, estudando outras obras que dialogassem com o espiritismo, ler mulheres, nós, mulheres, precisamos ler, mulheres precisam, mulheres negras, né? Precisamos compreender a questão. Da interseccionalidade entre raça, gênero e classe, porque não é somente a mulher, é a mulher branca, é a mulher negra, é a mulher de uma classe social, é mais menos aquinhoada, né? É uma mulher de periferia, então não é uma mulher que contempla.
Esse movimento que a gente precisa trabalhar são várias, mas eu compreendo que somente quando, quando nós nos reunimos mulheres. Né? E em locus específicos é que nós podemos identificar isso, então é muito importante essa fala da Júlia, porque a gente se preocupa quando a gente fala mulheres, né? Que são machistas. Talvez essas mulheres não tenham uma leitura do que foi o feminismo, do movimento
feminista, né? Lá de 1960, o que que, o que que é que vem da experiência das mulheres Americanas, o que que a gente pode aproveitar do feminismo para Oo? A representação feminina no movimento espírita a gente precisa estudar, a gente precisa ler, a gente precisa dialogar. Nós não precisamos fazer isso. Então acho que eu queria só dar esse toque, porque eu acho que. Nós precisamos estudar muito. Nós precisamos ler muito mulheres e compreender, né?
O nosso papel, o nosso lugar. Ainda precisamos muito fazer isso. Eu só acrescentaria Alessandra, já que OICK também tem essa Bandeira e a gente publica constantemente material afeto. A espiritualização da matiz africana presente no Brasil, o nosso diálogo com a mulher ou umbandista, né? Para nós entendermos também o que é o fenômeno da mediunidade, quando nós estamos diante de um sincretismo que acaba vindo pro centro espírita, porque nós
somos. Se eles plurais, porque nós estamos convivendo em todas essas ambiências e porque é muito importante compreender também a forma de espiritualização que está presente na umbanda, que é a religião, irmã da filosofia espírita e que, portanto, é muito importante esse diálogo. Cristo queria fazer uma observação, né? É desculpa interromper, Cris só rapidinhos muito bem lembrado, Marcelo. Até porque a mediunidade ela não é, ela não é o legado só do espiritismo, né? Então, AA.
Foi muito bem lembrado. É todas a gente conversar, né? Conversarmos sobre todas as espiritualidades, né? Esse diálogo inter-religioso é muito importante, bem lembrado, viu? Obrigada. Cris é toda sua palavra Oo colega Gerson. Ele falou que AA mulher, ela ela reproduz, né? AOO machismo, ela EE reproduza missô gini. A isso é uma verdade. Nós, mulheres, fomos educadas, né? Olha ali, ó, tem muita reprodução do machismo, porque porque nós fomos educadas para ficarmos em segundo plano. Né?
As filhas mulheres muitas vezes não estavam AA par do que acontecia, porque isso era uma tarefa masculina e se está na sociedade, está refletido dentro da nossa doutrina, dentro da de determinadas religiões. Nós somos, sim, há muitas vezes. Como disse a Ju, nós somos infelizes na nossa postura, me de misógena, né? De de não sermos. Mantermos a sororidade. Né? Mas isso é uma coisa que que nós estamos mudando e essa live é um exemplo disso. E quando nós falamos de
reprodução, né? De de, de, de, de educação, né? De exclusão e de preconceito. Nós não podemos esquecer do preconceito às mulheres negras. Quantas oradoras negras a gente conhece? Eu. Muller, me procuro, procuro e não me recordo de nenhuma. E isso é muito complicado porque, além de serem mulheres, elas são, elas são negras. E, portanto, tem menos ainda. Condições de estarem a par? Né? Serem protagonistas de uma doutrina. Né? Serem serem médiuns
reconhecidas. Não que isso tenha importância, mas dentro do contexto da exclusão, a importância, sim. Não é? E isso, colegas, nós temos que mudar. Quando a ale fala de de ler mulheres, é importantíssimo que nós entendamos como este processo, ele, ele. Ele caminhou durante toda a história da humanidade. Nós não podemos esquecer que um dos mais antigos livros e que dizem que é o mais vendido, ele é a história. Do machismo? Que é a bíblia, é o antigo testamento.
É isso, Marcelo, sem querer me alongar muito. Muito bem, é, eu quero dar um pequeno depoimento, já que foi tratada a questão federativa pela Alessandra e agora foi feito um questionamento muito importante pela Maria Cristina sobre as mulheres de proeminência. É no movimento espírita federativo, né? Eu convivi quase 20 anos no conselho federativo nacional como representante da associação Brasileira de divulgadores do
espiritismo. E lá Alessandra, nós conhecemos cerca de 15 mulheres em tempos diferentes, como presidentes de federações estaduais. E aí eu chamo atenção para a Cris para dizer que aí no Rio Grande do Sul, a presidenta então presidenta da federação espírita do estado do Rio Grande do Sul, a ferris, a Elizabeth, era uma moradora de destaque, né? Então ela tem esse essa proeminência é o Evandro, está lembrando aqui nos bastidores
que também. Com uma senhora chamada Ju, zelma, ou Ju Selma, de Minas Gerais, também tem um relativo destaque. Eu lembraria também aqui a Sandra della pola, né? Do do norte e nordeste brasileiro, que também é um vulto reconhecido na oratória espírita, né? É, quero lembrar também Alessandra, que atualmente a federação espírita Brasileira, que é uma referência para nós, muito embora nós não façamos parte desse movimento desse mainstream espírita, ela possui
4 vice-presidências. Nós temos o presidente e 4 vice-presidentes dos 42 são homens e 2 são mulheres. Anotei aqui o nome, inclusive Marta Antunes de Oliveira e Maria de Lourdes Pereira. A Marta é muito conhecida por ser oradora e por ser escritora no reformador, né? A Maria de Lourdes, francamente, eu nunca vi, né? Só vi nas reuniões do conselho federativo nacional, até 2 anos atrás, quando eu ainda participava, né? Então, é. Pois é, 11. Só uma lembrança, um destaque que eu queria fazer.
Nós vamos entrar agora de de enxofre na ideia do espiritismo originário. Eu vou pedir para o Evandro colocar o nosso banner rapidamente na tela. Porque o banner está aí identificando AA personagem principal do movimento espírita nascente, amelie Gabrielle boudet. Obrigado, Evandro pode tirar? Então a pergunta que eu vou fazer exatamente sobre amelie, né? É, a pergunta é, foi encaminhada
pela nossa Célia aldegalega, né? Que é de Portugal, é do movimento das mulheres espíritas também, e é do conselho de gestão e do é com conselho editorial da revista espírita Harmonia. Ela pergunta assim, a atualidade espírita. Isso a gente lê os doutrinadores, os divulgadores, os dirigentes, os escritores, os jornalistas espíritas romantizam amelie Gabrielle boudet, denominando a como a companheira fiel de rivail Kardec. A pergunta que eu faço a você, Alessandra, é essa, será que
amelie é apenas isso? A companheira fiel de Allan Kardec, o seu papel prático no espiritismo nascente? No espiritismo real pode ser assim, simplificado ou minimizado em função do machismo e da misoginia presente no espiritismo dos séculos 20 e 21. De forma nenhuma, amélie boudet foi somente a senhora rivais, né? Depois Kardec, de forma alguma, é antes de Kardec. Amelie já era educadora, né? Inst, tutora de belas artes na França, né? É trabalhou Na Na Na questão da
educação laica, né? Então, antes de ser cardy de conhecer e vai, eu era já ela já era amelie boudet. Então, é dizem, né, que amelie é? Tem um livro muito bacana do call Sony, né? Acho que é calsonic e a gente pronuncia. Que traz um pouco, né? Da história de amelie, amelie foi responsável pela. De todo o suporte, né? Não sei se suporte seria a palavra adequada, mas ela esteve presente desde o início, quando Kardec conheceu, né?
O fenômeno das mesas girantes. Depois, ela esteve presente nas pesquisas que Allan Kardec fez com as médiuns, quando Allan Kardec fazia as viagens amet Lira, que ficava Na Na Na. Na substituição lá na sociedade parisiense amélie boudet é escritora, né? Isso teve algumas obras, era artista, É Ela foi a responsável, junto com o Bert frou po, né? Junto com o Gabriel delane pela pelo legado, né? De Allan Kardec, em toda aquela situação que ocorreu lá com le Marie.
Né? Após o desencarne de Kardec. Então amelie, já uma senhora idosa, né? Lutou com todas as suas forças. Para, é. Divulgar o espiritismo, Kardec encarnado e pós desencarne, né? Então assim, amelie não foi uma mulher que estava por trás de Kardec. Eu, eu, particularmente, acho que amelie, ela influenciou demais. Kardec, né? Na Na escrita? Das obras? Acho que muita coisa lá que Kardec tinha dúvida, me ele chegava lá e dizia. É isso, né? Como a gente faz também, né,
Júlia e Cristina? Como a gente faz também em alguns momentos de dúvidas, né? Das pessoas que estão mais próximas, aí a mulher tem aquela. Não é aquela sensibilidade, né? De dizer não vai por aqui e vai o é por esse caminho? Kardec então amélie boudet. Lá foi uma mulher, é. De vanguarda, né? Para aquela época, ela casou com Kardec, já bem adiantada da idade lá pra época. 9 anos mais velha do que ele.
Enfim, toda uma situação que pra mim é Mali, foi a companheira de Kardec. Ela não foi a secretária, Ela Foi a companheira. Inclusive nós fizemos um fórum lá no nosso fórum de mulheres espírita, um fórum biográfico sobre amelie boudet que tá lá No No, no YouTube, no canal do YouTube do i fap, né? Então pra gente, amelie boudet é uma inspiração, como uma mulher presente. Em toda a construção do espiritismo, desde a elaboração das obras fundamentais, passando pelo suporte a Kardec nas suas
ausências, né? Pelas viagens que ele fazia pela França e na divulgação. Inclusive na gestão do seu legado pós desencarne. Essas colocações da Alessandra são fundamentais porque há cerca de 8 anos, mais ou menos, nós
estamos envolvidos diretamente. Quando eu falo, nós nós falamos o grupo espiritismo, com Kardec, nós estamos envolvidos na recuperação do legado de Allan Kardec a partir da publicação da edição não adulterada da gênese e também da recuperação da edição original do céu e inferno.
E todo este processo, ele envolve exatamente esse contexto que é Alessandra acabou de frisar de uma mulher de fibra, de uma mulher presente, de uma mulher participativa, de uma mulher que tinha funções muito específicas na então sociedade de estudos espíritas, sociedade parisiense de estudos espíritas ASPEE que, com o desencarne súbito inesperado de Kardec. Logo nos primeiros dias de reunião após Oo luto, vamos dizer assim, a Meli já estava sendo alijada dos processos
decisórios da sociedade. Primeiro por ser mulher, segundo por ser mulher idosa, terceiro por ter sido companheira também do ideário de Kardec, impedindo que as Ideas de deturpação dos princípios espíritas fossem. Assinaladas fossem concretizadas dentro do movimento, não é isso? Levou, inclusive, a fundação de uma outra instituição, a liga espírita parisiense, que acabou sendo a donatária, consignou todo o legado de Kardec para que esse movimento originário não se perdesse.
Então, havia quem acha que tudo é desenvolvido segundo o planejamento da espiritualidade. Não sabe que nesse meio aí? Ou seja. Entre o plano espiritual e a realidade física, existem os homens. Quais suas idiossincrasias com as suas manias, com os seus interesses, né? E que, portanto, colocam de lado certas pessoas ainda mais no século 19, uma mulher, justamente Por Ela ser mulher? Então a pergunta que eu faço pra
ti, Júlia, é o seguinte. Se amelie tem esse papel importante, se. A ser resgatado, a ser evidenciado por nós. Como encarar ainda essa ideia de que amelie era apenas o Esteio de Kardec? Amelie era apenas a conselheira, a voz pequena ao pé do ouvido. E recuperar a ideia de que amelie tem, sim, uma participação muito grande na própria organização do espiritismo nascente. Como fazer isso? É, eu penso que nas oportunidades que nós tivermos de fala, de eventos, de palestras, é em diversas
situações. Nós vamos precisar resgatar essa história dela, né? O papel que ela teve, quem Ela Foi antes de Kardec, né? Que ela realmente era uma mulher que vinha de uma outra, é classe, inclusive social, então ela teve acesso a. Cultura o ensino ela teve diploma, né? Algo bem, bem diferente, distinto pra época e cabe a nós trazermos isso à tona todas as vezes que se falar de amelie, porque é do contrário, vai se repetir apenas o papel do Kardec foi importantíssimo, né?
E até. Quando você começou a fazer a pergunta, eu lembrei, né, daquela história, de que a ideia de que tudo estava programado para Kardec ser quem foi e fazer a codificação e tal e tem uma pergunta que ele faz, né? Se eu não tivesse disposto, se eu não fosse a frente, se eu não é aceitasse isso, e aí, e aí teria outro, né? Então, né? Um determinismo que as pessoas querem é colocar as coisas como se é só dependesse dele, não, ele aceitou, mas se ele não aceitasse, alguém aceitaria.
Né? E o caminho seria um pouquinho ou muito diferente, mas é? O espiritismo chegaria até nós, mas de certeza que amelie contribuiu e muito. E foi assim. Braço esquerdo e braço direito de Kardec em muitos momentos e ela teve um papel muito relevante e a gente precisa trazer isso n vezes até que as pessoas que mal ouviram falar dela comecem a ouvir e comecem também a disseminar essas Ideas. Pelo menos é assim que Eu Acredito que seja possível. Muito bem.
E aí, Cris? A Alessandra fez um aporte muito interessante e muito peculiar para nós, principalmente eu e Júlia. Essa questão que você é. Levantou? É em encarnou, posso dizer assim, em relação a vivência amelie rivail é o que nós temos, por exemplo. Aqui em casa, Alessandra, é, são muitos os momentos em que eu me aconselho com a Júlia, em que eu trago situações ou do meu trabalho ou da minha vivência, ou da minha atuação universitária, ou mesmo no
movimento espírita. E a gente dialoga e várias vezes ela que me dá aquela luz, aquele pitaco, aquela diferença. Interpretativa, claro, com toda a sensibilidade que vocês mulheres, têm com toda a tenacidade, com toda a clarividência mediúnica que vocês têm menos. Mesmo acho que não são médiuns ostensivas para encontrar caminhos, alternativas, soluções. Então isso é um processo que acontece todos os dias aqui em casa praticamente, né? Então? Isso porque deixar de lado, né, Cris?
Isso em relação à Kardec, e aí eu vou lembrar do filme. É o filme do Wagner Wagner de Moraes, é Kardec, é a história por trás do nome, onde mesmo tendo se baseado né? Em uma biografia escrita por um homem sobre um homem que no caso é o Marcel Souto maior, o filme traz alguns elementos muito importantes da participação da Melina. O processo não só de codificação da doutrina espírita, mas de organização do pensamento voltado à educação.
Né? Lembremos que Kardec, para sobreviver, precisou, junto com amelie, transformar a sua casa numa escola para atender alunos que pudessem pagar para que eles pudessem superar as agruras. As dificuldades do momento econômico da França. Então, Chris, essa condição de Amy Lee não ficando por trás de Kardec para fazer um trocadilho com o nome do filme, mas sim ao lado, me parece ser
representativa. Daquela frase, atribuída a um filósofo que diz, não está por de trás do grande homem, uma grande mulher, mas esta mulher está sempre posicionada ao lado e ela é uma grande mulher e faz do homem ser também um grande homem, é isso? É colegas, eu tenho uma música, né? Que diz assim, ó, dizem que a mulher é o sexo frágil. Mas que mentira absurda. É, Eu Acredito que seja mais ou menos por aí. É nós. Enquanto seres espirituais, nos
completamos um uns aos outros. Independente de quem nós sejamos. Amelie e Kardec se uniram. Numa vida ou em várias, não sei. Para que eles pudessem fazer a construção da vida deles. E assim Eu Acredito que sejamos todos nós. Quando nos unimos a pessoas. Para crescermos. Nós não podemos mais viver ao lado ou melhor, atrás das pessoas, nós temos que estar sempre ao lado fazendo. Quando das pessoas, algo melhor
e nos fazendo melhores também. Quando tu dizes que tu te encontras com a tua esposa e com ela tu acerta um rumo para uma algum problema que tu tenhas ou alguma dificuldade que vocês tenham. Isso mostra a capacidade que vocês têm de superação. De problemas devida, porque é um problema estar com uma pessoa que não nos aceita como seres que nós somos, ou seja, que não estão ao nosso lado, nos dando a mão, as mãos. Como disse o Drummond, né? Vamos todos juntos juntos, de mãos dadas.
E é este o processo que nós precisamos entender. Nós não queremos fazer. A 111 campanha para que os homens fiquem de lado, mas nós queremos fazer uma campanha para que as mulheres entendam os seus, o seu lugar no mundo e que estudem todo esse processo da exclusão e de preconceito, para que possam entender o que que é uma luta feminista. O que que é estar ao lado de alguém e com essa pessoa crescer? Amelie e Kardec, acredito.
Que deram uma lição muito grande para nós, espíritas que infelizmente, logo após o desencarne de Kardec. Ele já começou a modificar essa estrutura. Que também é na era, já era machista e que acirrou muito mais e que traz hoje espelhando. AA sociedade se espelha o sempre OOO centro espírita se espelha nessa sociedade extremamente misógina e não é isso que nós queremos. Nós queremos. É um mundo de paz, um mundo de cooperação. Né? Não dê competição e isso nós precisamos entender.
Nós somos seres gregários e, portanto, nós precisamos das outras pessoas que num momento estão homens ou estão mulheres ou qualquer outra denominação que eu não tenho capacidade aqui de definir. Acho que é isso, meu amigo. Bacana, bom, é complementando a minha fala anterior é a federação espírita Brasileira foi fundada em 1884, até então 138 anos. Aqui, em 2022, Alessandra, Júlia e Maria Cristina. Não.
Até hoje não houve uma mulher presidindo a federação espírita Brasileira. Falei há pouco de 2 vice-presidente, nós já tivemos no passado, durante 3 décadas, quase 4 Cecília rocha, que foi quem introduziu o movimento de evangelização espírita infanto juvenil no movimento espírita em 1979. Ela Foi vice-presidente da federação por quase 40 anos e agora nós temos 2 vice-presidente, então eu trago para vocês, começando pela Alessandra, a pergunta da nossa Cátia, pele que durante muito
tempo foi colaboradora efetiva aqui do conselho de gestão do ressecar. Ela pergunta assim, esse? Esse recorte que eu fiz 138 anos sem ter uma mulher presidente da FEB na federação espírita Brasileira é uma prova de que existe intransigência. A mulher nos centros espíritas de maneira geral. Eu acho que a gente tem que acho que a gente já falou um pouco sobre isso, né? Marcelo, pela questão mesmo do centro espírita ser.
Não é a reprodução da da sociedade mesmo machista, misógina, sexista, patriarcal, né? Então é. De fato, nós temos muitas mulheres que são presidente de federativas aqui no meu, no meu estado. É uma mulher que preside a federação espírita. Em Santa Catarina também. Pronto EE no sul também, né que você falou? Pronto no Rio Grande do Sul, tivemos uma e agora Santa Catarina também tem. Pronto, então, aí eu penso o seguinte, essas mulheres compõem o cfn, não é isso?
Como representantes das suas. Federações estaduais. Eu vou. Eu vou devolver a pergunta. As mulheres que estão representando os seus estados via movimento federativo, né? Que papel elas estão ocupando no cfn a ponto de não se. Se colocarem como possíveis presidentas da FEB. Né? Qual, qual é? OOO espaço de diálogo que existe lá dentro. Não conheço, né? Estrutura eu sei que a cfn houve no passado algumas discussões, porque a cfn ela não é independente.
Não sei se Marcelo pode me corrigir depois, se ela é parte da febre e ela deveria ser autônoma. Já li algo sobre isso, né? Então, assim, se ela é parte da febre, então ela vai seguir, né? O pensamento é g mônico da FEB, mas aí eu eu volto pra essas mulheres se elas têm 11 representação grande. Como representantes de federativas. O que que falta para essas mulheres, né? Dialogarem lá dentro se unirem. Enfim, não sei, não é fazer 11 revolução lá dentro da da febre,
nem do cfn. Mas. Essa g. Monia masculina. Né? Ela não tem um pouco daqui? A essência feminina também. Será que as mulheres que representam as federativas, elas não? Eu tenho que ter cuidado aqui nas nos termos que eu uso, mas assim elas não. Elas não impõem de alguma forma a sua opinião? Elas não contestamos, né? Elas, elas não divergem. Enfim, é. Eu. Eu tenho certo receio, Marcelo, porque eu falo alguns termos que de repente, a live fica gravada,
mas assim são tuteladas, né? Pelos homens. Quem, que que movimenta essas mulheres estão fazendo para serem ouvidas, né? Para que os seus lugares no espiritismo sejam conhecidos? Acho que a Cristina, que falou no início ou foi no chat. Que as mulheres elas amedrontam, né? E a disputa de poder? Mas em homem e mulher. A gente sabe que existe, não é uma realidade e quando as mulheres, elas têm um domínio do conhecimento, né? Elas realmente, elas metem medo.
Não é? Então não sei que não sei o que que está acontecendo no ambiente do cfn lá Na Na FEB, que as mulheres não conseguem dialogar sobre a sua importância, né? Eu realmente tenho alguma dúvida, eu, se tivesse lá, seria uma voz assim muito chata. Né? Como eu, eu sou em vários ambientes masculinos. Eu fui gestora durante muito tempo na previdência social, num ambiente muito masculino. De gestão então, para eu tive que falar muito alto, eu tive que em dados momentos dar um
tapa na mesa. Para que fosse ouvida, porque assim era tipo, os homens falam primeiro, né? A mulher fala por último com uma mulher minoria, ela é pouco ouvida, então a gente, de alguma forma tem que ser um pouco dura em alguns momentos para se fazer ouvir. Né? Então essa experiência que eu trago acho que eu levaria, se eu tivesse à frente de uma federativa. Para me fazer ouvir um ambiente
masculino da febre do cfn. O nosso Nelson aqui está no nos bastidores, está está me pedindo para fazer 11 breve incursão para explicar. É isso que é, Alessandra ponto ou e? Perguntou. As pessoas em geral Alessandra, acham que nós fazemos parte enquanto movimento espírita brasileiro. De uma pirâmide onde a base são os centros espíritas e dentro dos centros espíritas estão as mulheres e os homens espíritas. Depois vem as ligas ou uniões regionais, dependendo de como se
chama de estado para estado. Depois vem a federativa estadual, que são 26, mas ao Distrito Federal 27 e essas 27 federações formam o ápice da pirâmide, que seria a diretoria da FEB. Isso na poesia é assim, mas na prática, não é por quê? Porque a federação espírita Brasileira é um centro espírita, minha gente. Ela é formada por mais ou menos 60 pessoas hoje, que são sócios efetivos, que são essas pessoas que votam quando tem eleição para presidente da febre, não são os presidentes das
federativas estaduais. Então não adianta como, durante algum tempo, acho que 3 ou 4 anos desses quase 20 que eu fiquei no conselho federativo nacional. Nós tínhamos mulheres majoritariamente, pegava as 27 federativas. Nós chegamos a ter 17 ou 18 mulheres, presidentes de federações estaduais ou do Distrito Federal. Então, se fosse por essa ótica, Alessandra, por essa democracia, por essa leitura, vamos imaginar que mulher vota em mulher. Nem sempre vota, né?
Também existe um machismo estrutural na mulher, tanto em eleições. É políticas da política, da nossa vida, da cidade, do estado, da nação. Quanto também dentro da estrutura do movimento espírita. Então, como nós são elas que votam, não adianta elas serem maioria, não adianta elas dizerem, ei, vamos acabar, né? Nelson, com esse clube do bolinha chamado federação, não adianta porque são só 60 pessoas num universo de, sei lá 3000000,
5000000 de espíritas que tem. Temos no Brasil que votam efetivamente para escolher o presidente, embora eu particularmente sabe, Alessandra, eu acho. É uma consideração muito particular minha, que Marta Moura deva ser presidente da FEB e pela primeira vez, quem sabe nos próximos anos, quando terminar a gestão do Jorge Godinho Nery, né? Mas é uma percepção, é um, é um filho em meu, pode ser que não seja, pode ser que a febre continue sendo majoritariamente um clube do bolinha.
Estou chamando a Júlia e a Maria Cristina para essa pergunta em relação AA estrutura dos centros espíritas. Júlia, até que ponto esse pensamento machista está presente na mulher que, por exemplo, aceita?
Nós, por exemplo, eu e você fomos de uma instituição espírita que durante 15 anos, foi presidida por uma mulher e uma mulher de fibra e uma mulher de coragem, uma mulher já idosa, mas que mantinha uma das maiores instituições espíritas aqui da grande Florianópolis, com afeto, com carinho, mas também com aquele rigor necessário em determinados momentos na administração. Então, eu te perguntaria, já que
nós não temos? Condições de fazer por enquanto, uma mulher presidente do movimento espírita oficial brasileiro, como é que nós vamos ter? Atitude para transformar o ambiente de um grupo de uma instituição espírita, de um centro espírita, como um organismo que promove a equidade, ou seja, o direito efetivo de participação da mulher e do homem no mesmo patamar. Boa pergunta, e agora como? Encorajando as mulheres, eu penso, dando a elas a oportunidade de fala de vez de voz.
Eventos como esse, como essa live é um exemplo disso, né? Nos nossos eventos, você sabe, nós não tínhamos é motivo nenhum para tirar nenhuma mulher. Inclusive boa parte dos nossos grupos era composto por mulheres que tinham vez e voz, e você até mencionou da presidente e ela era uma presidente que. É, apesar da idade, veio para ousar, então ela fez coisas que outros presidentes não fizeram e uma das mais marcantes para mim
foi o apoio aos jovens, né? Então, enquanto os jovens eram colocados, é sempre de escanteio. Baderneiros. Mas né, baderneiros? Agora manda silenciar, mas daqui a 5 anos, 10 anos, tem que estar assumindo alguma coisa. Então existir e existe, assim como ainda existe. Uma contradição enorme nessa questão educacional, né? Então, primeiro corta, fala, depois, quer que a pessoa é, seja palestrante, seja médio. Ela era o contrário. Vamos dar vez para esses jovens.
Vamos permitir que eles falem, vamos dar acesso à tribuna para que eles façam palestras em dupla, né? E depois alguém complementa, então eram ações muito bacanas que ela fazia, estando sujeita a ser condenado por outras pessoas. Pela sociedade, né? Tanto por homens quanto mulheres. E ela é pintava tudo isso e era muito bacana. Então Eu Acredito que seja nesse ponto, né?
Nós é encorajando outras mulheres, trazendo mesmo para frente, mostrando que o espaço é para todas nós, todos nós, para que as mulheres realmente possam é estar em alta, é no seu devido lugar, eu diria. Bacana. E aí, Cris? Como fomentar mais a mais do que fomentar? Como viabilizar essa participação mais efetiva e essa, vamos dizer assim, proeminência da mulher nesse contexto de um movimento onde muitas das vezes a própria mulher espírita é mais machista
do que os homens espíritas? Que barbaridade, essa pergunta, tá? É um, é complicado. É colegas, eu penso assim. A gente trabalha com a educação, né? É eu fui, eu trabalhei com a educação espírita. I. No grupo no qual a gente atuava, existia um meio a meio entre meninos. E meninas, guri e gurias. E de todos os que ficaram. Foi uma menina? Que ela começou a atuar na casa que ela fazia.
Os trabalhos de pesquisa com a gente que ela começou a trabalhar nas nas feiras do livro é, começou a fazer as. As exposições, né? As palestras públicas. Eu penso. Que é um trabalho bastante delicado. Porque nós não conseguimos mudar, modificar aquelas pessoas que estão com um tempo muito grande. Né? Devida. Né? Mas a gente pode mudar as novas gerações. Tá, eu venho de uma casa, o lar de Joaquina séc que é foi formado, foi constituído. Por essencialmente mulheres,
tanto que o nome. É lar de Joaquina. E até poucos anos, 20 anos, mais ou menos, ele era totalmente sempre a presidente era uma mulher, era um trabalhadoras. Eram educadoras. Né? Que era um era 111 escola, um orfanato que tinha ali. E depois as coisas começaram e a mulher começou a ter 111 atuação. Em segundo plano? Mas acredito que nós vamos modificar plenamente através das novas gerações. É, eu não.
Não consigo visualizar uma pessoa que tenha AA idade, por exemplo, que eu tenho e que modifique a ideia de que a mulher pode ser uma puta protagonista. Infelizmente, eu estou sendo bem reacionária nesse aspecto, mas eu ainda não vi essa modificação. Né? Ou ela tem essa essa, esse posicionamento de acho que ditar que a mulher pode, que a mulher é protagonista também e que ela não pode reproduzir simplesmente a educação que ela teve. Ou a gente investe nas novas gerações? Né?
Essa gurizada de de 15 e de 20 anos que pode ter um outro papel, uma outra visão dentro do nosso, da nossa filosofia, da nossa doutrina espírita. Acredito que seja mais ou menos isso. A apontam um caminho interessante que coloca cada uma de vocês, mulheres que estão aqui nessa live, as mulheres que estão nos assistindo ou vão
depois assistir a gravação? Como personagens principais desse cenário, né, sobretudo aquelas que possam ser, acho que vão abrir caminhos para mulheres mais jovens assumirem esse protagonismo, que é o grande desafio da atualidade planetária e espírita. Nós estamos partindo para a parte final da nossa live, não é? Eu vou fazer uma última pergunta.
Na verdade, eu vou juntar 2 perguntas, uma pergunta que foi encaminhada para nós pelo Marco Milani, nosso colaborador também do e secar em uma outra que foi feita pela Filomena Maria, que já foi também integrante do conselho de gestão do ECK, que falou mais ou menos da mesma estrutura. Nós temos Alessandra, Maria, Cristina e Júlia. É uma programação de eventos espíritas bastante significativa, ano a ano, independente do lugar da região do do país que você esteja sediada, né?
Nós temos fóruns, congressos grandes palestras, lançamentos de livros. Ontem mesmo a nossa querida Ana Laurindo, que esteve aqui presente nos comentários da live, lançou o seu livro de poesias, né? Muito importante. Então, esses eventos para destacar. É o papel da construção que o espírita projeta e realiza dentro da sociedade.
Mas, de qualquer maneira, dentro desse contexto todo nós ainda percebemos uma presença quase que é. 6070 por cento por 30, vamos colocar em 70% para 30% de homens em relação às mulheres nos eventos espíritas. E há também significativamente a Alessandra uma certa preferência é do público feminino em assistir palestras proferidas por homens. E aí nós temos um fenômeno bastante conhecido no movimento espírita que é o da tietagem. Né?
Se Tieta o grande médium, o grande palestrante, o grande conferencista como ele fosse praticamente um semi Deus encarnado na Terra. Então, a pergunta que vale 1000000 de reais é? Como o espiritismo pode nos auxiliar para vencer este machismo que existe em todos nós de encarnação para encarnação e que está presente aí no mainstream espírita pela idolatria dos homens e mulheres, mas principalmente das mulheres pelos grandes palestrantes. Em média, uns homens na atualidade.
Bom, eu acho que eu penso, né? Eu não gosto muito, eu acho. Eu penso que em primeiro lugar, as mulheres tem que conhecer o legado das mulheres, né? Espíritas durante toda a história, né? Desde AO nascedouro, lá no século 19, Na Na sua. Implantação e até hoje, né? No século 21. Tem muito material, né? De de mulheres espíritas e não espíritas, que se debruçarão na academia, que estão escrevendo sobre mulheres, sobre o espiritismo e sua relação com as questões sociais, né?
Então assim, primeiro, eu, eu. Eu entendo que nós temos que fazer um letramento. Né? Nós temos que ler e nós temos que conhecer. Tá? A literatura espírita psicografada, ela predomina, né? Pela pela mediunidade de 2 homens e Eu Acredito que isso reforce, né? Essa preferência feminina pelos palestrantes homens, porque de fato, AA. Predominância realmente masculina no espiritismo, ela é um fato. Não é? Então nós precisamos é incentivar as mulheres a escrever.
Ana Cláudia Laurindo diz muito isso e eu venho. É de alguma forma, acolhendo essa fala dela na tentativa de começar a pensar em escrever. Né? Nós precisamos, nós mulheres, precisamos escrever, precisamos é. Nós temos capacidade para isso. Nós precisamos ter paridade de gênero nas decisões, nos ambientes espíritas, não é simplesmente pelo fato de ser uma mulher. Né? Que que quer dizer que essa mulher tenha pensamentos mais progressistas que ela não seja as conservadoras?
O fato de ser mulher só, né? Não representa um avanço, né? Que que precisamos conhecer? Que pensamento? Essa mulher, agasalha. Não é o que contribuições no campo mais progressista, essa mulher pode trazer? Para. É o espiritismo e para que outras mulheres tenham interesse. Nem ouvi-la em lê-la? É, nós precisamos também elaborar programações menos verticalizadas, né? Precisamos elaborar programações com a presença das mulheres. Não é construir para os homens construírem para as mulheres,
mas com elas. Não é que elas elas possam dizer o que? Quais são as demandas? Não é que elas desejam pautar nos ambientes espíritas. Se os homens elaboram as programações em que as mulheres apontem as suas demandas? Né? Fica muito mais difícil. Eu particularmente é. É. Me interesso muito. Quando uma mulher vai falar, eu quero ouvi-la. Mas elas ainda são poucas. Então, o que contribuição nós podemos dar, né? O que que contribui contribuição? Espiritismo precisa dar.
Primeiro a gente compreender que quando Kardec elaborou as obras, está bem claro lá que não existe, né? Sexo diferenciação você pode encarnar, ora homem, ora mulher e esse aprendizado, né? Que você traz, vai contribuir para o Progresso tanto individual quanto do coletivo, a partir das relações sociais. Então, o espiritismo traz essa essa. No seu, acabou os filosófico. Esse princípio não é, então, a mulher precisa compreender isso. No espiritismo não há essa diferenciação.
A partir daí, buscar uma educação espírita que fortaleça o seu papel e o seu lugar é eu vejo pouco interesse nos meios espíritas. Por estudar? Por ler o dialogar, né? E tanto as temáticas espíritas quanto às temáticas que podem dialogar com o espiritismo. Então não vejo. Tem uma pergunta aí no chat, inclusive, que disse que movimenta as mulheres perguntam, né? Estão fazendo para transformar
essas ideias. Então não basta ser mulher realmente, mas eu, eu, eu penso que o caminho é que essas mulheres se encontrem. Está certo que elas estejam juntas em algum espaço, em vários espaços que elas possam promover. Congressos espíritas de mulheres, seminários espíritas de mulheres com temáticas voltadas para as mulheres, elaborado por elas? Não é fácil, não é um não, é uma construção simples e que isso vai acontecer de hoje para amanhã.
Olha a nossa história, né? Olhando para trás, olha, olha quantas mulheres, como bem falou a Cristina, quantas mulheres são moradoras e a Júlia também tocou nisso? Então nós precisamos nos apropriar do conhecimento, nos apropriar dessa possibilidade que nós temos de fazer isso. Talvez a partir daí as mulheres tenham mais interesse em ouvir as mulheres. Né? Então eu acho que o caminho é por aí. Paridade de gênero nas decisões, menos elaborações, menos
verticalizadas, né? Que tragam a presença da mulher nessa elaboração. Então que tal mulheres nós nos unirmos para começar a elaborar seminários, congressos espíritas femininos e feministas, pautar as nossas demandas. Um grande encontro nacional, trazendo mulheres de todos os estados. A gente precisa começar a pensar nisso. Acho que esse evento, como vários outros que já existem, né coletivos de de mulheres. Inclusive mulheres de outras, é de outros segmentos religiosos.
Digo ou espiritualistas. Enfim, precisamos dialogar entre nós. Pesquise só somente a gente se mostrando é que as mulheres. Possam ter interesse, né? Como você diz aí na estatística? De de ouvir mulheres? Talvez seja um caminho, né? Mas a gente precisa construir. A gente não tem todas as respostas, precisamos construir. Muito bom, Alessandra, é. Quero apenas fazer um aporte,
né? Já que você falou das mulheres que escrevem aqui nessa live, nós estamos diante de 2 mulheres que escrevem a Júlia e a Maria Cristina tem participado conosco na confecção. Mês a mês da revista espírita eletrônica Harmonia, inclusive escrevendo artigos editoriais mostrando a nossa preocupação com. Dar esse espaço não é espaço que elas mesmo conquistaram, não foi? É nenhuma doação, nenhum donativo, não foi nenhum. Assim anão pega aí faz porque a
gente não é machista. Então vajamos entregar para vocês a oportunidade, não espaços conquistados conquistados pela qualidade, pela. De é possibilidade de trabalhar? A ideia espírita também com o viés da sensibilidade feminina, né? E como nós, você bem pontuou, somos espíritos.
Independente de estarmos na padronagem masculina ou feminina da atual encarnação, devemos entender o espiritismo também como uma proposta de espíritos e aí fazendo a equidade na participação e na Assunção de papéis muito importante, não por fraude, não, por favor. Mas por um reconhecimento da própria proeminência da filosofia espírita nos nossos trabalhos cotidianos. Então, Maria Cristina como?
Facilitar essa ideia de também dar destaque a mulher e evitar a tietagem, porque se também a tietagem em relação ao homem palestrante e médium é considerada por nós como um desserviço a doutrina espírita, não vamos querer que coloquemos mulheres no lugar onde os homens estão e a Alessandra colocou, aí bem a questão de termos 2 homens médiuns, responsáveis por praticamente toda a produção literária.
Espírita do do último século de parte desse século, não vamos querer tirar os homens e colocar as mulheres lá e adotarmos a mesma posição de tietagem, porque aí não vamos estar resolvendo muita coisa. É, eu insisto, Marcelo, num num processo educativo, né? É? É preciso haver um despertar das pessoas em relação à o que que nós estamos fazendo aqui? E quem são os os protagonistas? Para que a gente entenda que os protagonistas somos todos nós. Né? Que nós não precisamos ter
alguém, né? Eu eu costumo dizer que a gente tem um espírito d matilha, ainda que nós precisamos de alguém que nos guie. Né? E essa pessoa se torna para nós um Deus. Né? E a partir da das expressões dessa pessoa, nós vamos desenvolvendo as nossas. Eu Acredito que nós temos que inverter isso através de uma educação muito embasada na cooperação entre as pessoas. Nós precisamos aprender a construir juntos o processo.
Né? Construir juntos, por exemplo, o estudo da doutrina, o Kardec não diz que a gente deve estudar em grupo? Que é mais fácil a gente aprender a filosofia espírita através dos grupos, através do debate do bom debate. E Eu Acredito que nós vamos modificar esse, essa, esse status quo, desse jeito, através da educação e da coragem que nós mulheres precisamos ter, porque eu não acredito que tem que não existam mulheres nesse mundo todo neste país, nesse Rio Grande do Sul, em Santa Maria.
Que não possam levar à frente toda uma proposta de modificação de toda essa estrutura de construção, como disse Alessandra, eu acho que ela falou muito bem de construção, de debates, de fóruns. A partir daquilo que nós, mulheres, sentimos a necessidade, o que que nós queremos dentro das exposições, como é que nós vemos essa nossa, nessa, essa nossa necessidade de educação e de embasamento dentro
do nosso trabalho? A Tânia Mayer colocou ali que ela trabalha num centro, em que a maioria são mulheres. E isso é maravilhoso, e nós precisamos de mais pessoas que estejam engajadas nesse processo de despertamento do espírito para que nós assumamos a nossa posição dentro da nossa história. A gente não nasce mulher, a gente se torna mulher bem, disse uma. Grande filósofa da nossa história. Acho que é isso, Marcelo. Muito bem, é?
Claro que vou chamar Júlia também pra responder essa pergunta associada a tietagem e associada a busca de uma alternativa em relação ao que nós temos hoje de maneira acentuada, a partir de uma leitura ortodoxa do espiritismo feita pelo movimento majoritário Júlia, nós aqui representados uif, é Pio, ECKE tantos outros coletivos espíritas que tem interagido e colaborado connosco. Eles têm um dificulta dor na atualidade. É, não existe uma rede, não é você que administradora como eu
fala muito na ideia da rede. Nós temos que ter uma rede de relacionamentos, uma rede de convivência, uma rede de coparticipação, né? Isso eu sempre ouvir de você antes mesmo de eu me tornar administrador depois de ti. Então eu pergunto, o movimento majoritário tem essa rede bem estruturada, né? É parte de Brasília da febre para qualquer estado, para qualquer cidade.
Pode ser a última cidade aqui de Santa Catarina, no extremo Oeste, como Dionísio Cerqueira. A informação da febre vem e chega lá. Consegue? É AA estar naquele centro espírita que está naquela cidade tão distante, assim como poderia chegar no Chuí, que é o ponto mais extremo no Rio Grande do Sul, né? O que falta então, aos coletivos espíritas?
As representações deste movimento não hegemônico, não ortodoxo, livre pensador progressista, para atacar esse problema do machismo e da proeminência da autoridade masculina e da tietagem que lhe é correspondente. Para alcançarmos uma realidade diferente ou aproveitando, inclusive as falas da Alessandra e da Maria Cristina nesse sentido. Bem, elas falaram praticamente o que eu ia falar, né? Nesse sentido e eu não tenho muito mais a complementar que não seja.
É exatamente as falas que elas trouxeram no sentido de termos realmente um apoio, de buscarmos uma rede educação, uma educação, a questão de de mudar as figuras, né? Da da própria reciclagem. Tem de da dança das cadeiras. Saiu uns, entra outros e aí a gente pode ter novas perspectivas, porque hoje a gente vê muitos centros espíritas, muitos é presidentes, enfim, até você mencionou, né?
A pessoa ficar anos e anos naquele naquele cargo, naquele mandato, como é que vai haver renovação, se as pessoas não se renovam? Se elas querem ficar para semente? Então fica difícil realmente da gente é ter um outro, uma outra estrutura, uma outra linha de
pensamento e de conduta. Então Eu Acredito muito nessa questão da educação, é da ressignificação do estudo para que a questão da idolatria seja substituída pelo raciocínio, pelo estudo, pelas questões lógicas, porque onde há idolatria, o nosso lado racional ele é sequestrador, né? Então. Eles causam problema para a gente em qualquer área, então penso que seria mais ou menos nessa linha, só complementando o que as colegas disseram.
Muito bem. Muito bem, nós estamos caminhando para a finalização dessa live. Obviamente é. Nós não conseguimos vencer todas as questões, nem as questões que programamos, nem muitas das que foram colocadas pelos participantes da da nossa live na forma do chat do YouTube ou do Facebook. De qualquer maneira, Alessandra já fica, de antemão o convite para uma segunda edição dessa temática em uma data Futura.
Que vamos combinar para realizar aqui no ECKE, como eu fiz a pergunta a Júlia sobre a necessidade de nós estabelecermos uma rede de cooperação entre esses coletivos espiritas. Quem sabe sejam vocês as mulheres espíritas da atualidade? Quem consigam fazer a costura entre os diferentes coletivos entre os diferentes grupos? Não hegemônicos, não conservadores não ortodoxos. Para que a gente possa.
Realizar, não com a mesma eficácia que o movimento federativo faz a 138 anos, que, afinal de contas, estamos com poucos anos de de vigência ou esse cara, por exemplo, vai para 6 anos, né? Os outros coletivos que foram nominados aqui tem quem sabe, no máximo uma década de atuação, né? Outros são muito jovens, como o próprio movi, né? Spy, que foi fundado recentemente. Então fica aí AA dica, fica aí o
convite. Para que vocês, mulheres, assumam diante desses coletivos aí que estão representados esse papel de de repente conseguirmos unir em algum instrumento, em algum organismo plural, uma representação de cada um desses entes para termos alternativas para termos essa esse plantio que você falou, essa educação que a Cristina comentou e essa ideia de renovação que a Júlia acabou de ponderar.
Na sua fala? Vamos então partir para o encerramento, deixando aí um espaço breve para as considerações finais, começando pela nossa convidada de hoje, Alessandra Buarque ou Alessandra Araújo? Macelo, Júlia Cristina. Todas as pessoas que estão no chat, todas as pessoas que estão no Facebook, os canais já secar e nós de mais. Agradecemos muito de verdade. Esse momento não é porque. É um momento de construção, né? É, eu penso que esse que esse processo de escuta e de diálogo.
Das mulheres para as mulheres com as mulheres, ele está só no início. A tecnologia, né? Com a pandemia, ela favoreceu esse encontro. Né? A partir desse encontro, via tecnologia, não, não sei se a network que é a Júlia. Pensa, mas de alguma forma a gente já consegue ter essa rede. Né? É a partir desse contato. Vi a tecnologia, nós precisamos ampliar. Né? Não sei se a gente vai conseguir. É é realizar. 111, congregação
dos coletivos. Mas a gente consegue estabelecer esses contatos e realizar muita coisa. Uma vez eu vi uma sugestão. Eu não sou da área de tecnologia. De se criar um site onde cada coletivo pudesse alimentar suas realizações, as suas propostas, né? E ficaria um lugar único. Utilizando a tecnologia, mas que fosse que pudesse ser alimentado por cada coletivo. Não entendo bem, mas talvez quem sabe isso seja um caminho. Não é?
Vi a tecnologia, até porque nós estamos tão distantes que qualquer pensamento de encontro presencial. Não seria, nesse momento possível. Mas eu quero agradecer demais a secar assim, os embalos de sábado à noite. 2 secar, achei maravilhoso a entrada de uma célula de Zorro. Eu achei assim, fantástico, sabe? É uma coisa que quebra, né? Qualquer qualquer é. É. Nervoso que a gente que estréia vem, né?
Então assim, gente, foi muito bacana, eu agradeço demais a vocês dizer que nós estamos é com o nosso fórum de mulheres lá no fap, que aberto, né? Para quem desejar participar, que a gente possa realizar atividades, né? Junto com vocês, com ACK, com outros coletivos e quem sabe a gente construir. Esse Congresso Nacional, esse seminário, né? Eu penso muito nessa
possibilidade, então. Estudemos no espiritismo, estudemos como eu vi aí no chat, eu achei bastante interessante as demandas também dos movimentos sociais de mulheres negras LGBT s, né, mulheres periféricas, enfim, dialogar com outros coletivos, não espíritas, dialogar com outras áreas de conhecimento. Esse porque eu penso que é o caminho. Porque nós estamos apenas iniciando a construção desse processo, então um forte abraço a vocês e muito obrigado de verdade por aqui está.
Legal, Alessandra, nós ficamos muito contentes de te receber pela primeira vez. Não é a primeira vez, a gente nunca esquece, então já fica desde já o convite para que você possa voltar em uma outra programação ou esse ECA sempre produz ano a ano, o seu fórum do livre pensar. Então, desde já, fique convidada. Sinta-se em casa para participar do nosso fórum, que terá lugar no início do ano que vem. Provavelmente aí.
Lá por março, abril, talvez maio, a gente vai estar realizando mais uma edição do fórum do livre pensar, ainda envoltos em pandemia, em vai e volta na modalidade virtual. Não estamos ainda suficientemente seguros para retomar. Como foram os 2 fóruns iniciais do ECK de forma presencial na cidade de São Paulo, que é mais é equidistante de todos os pontos do país.
Para que a gente possa é realizar um evento presencial, mas já fica aí AA. A promessa de realizarmos mais um fórum, ainda que virtual, no ano que vem, é um prazer muito grande te receber, dá uma espera. Dinha lá na sala do chá que nós já já estaremos lá encerrando a nossa atividade. Muito obrigado. Maria Cristina rivet, é a sua vez de ocupar a tribuna e falar em nome também das mulheres do ECK. É o meu agradecimento, Marcelo, e a todo esse k.
Por esse debate? Pelas considerações, por ter conhecido a Alessandra e tudo aquilo que ela nos oportunizou aprender, né? Agradeço a Ju também, que que vem com um outro pensamento para debater com o nosso. E a todos aqueles que estão nos escutando que nos escutarão. O nosso obrigada. E se naquilo que tiverem para contribuir será sempre muito bom a gente ouvir a opinião dos outros. Obrigada, obrigada esse sábado tão bacana a esses debates e a todos nós.
Um abraço. Essa interatividade também é uma característica do né? Os nossos materiais estão disponíveis no site com kardec.net no canal do ICK no YouTube e no próprio espiritismo, com Kardec no Facebook. Nas 2 fam pazes da interação com você, recebendo críticas, sugestões construtivas para que nós possamos continuar aprimorando o nosso trabalho. Cris, muito obrigado, espera um pouquinho lá na sala do chá que
a gente já faz o encerramento. Júlia, a palavra é sua para o seu encerramento dessa nossa atividade, mais um embalos de sábado à noite, DCK. Pois bem, quero agradecer, então a oportunidade acho muito bacana. É termos a possibilidade de falar para é mulheres com mulheres, com homens que apoiam mulheres. Estarmos aqui é juntas. Em mais um debate assim que merece um destaque e que merece ser olhado com muito carinho, né? Que é a importância das mulheres
no nosso meio espírita. E não espírita, e quero agradecer também a oportunidade ao Marcelo e a visão que ele tem de sempre trazer temas como esse, porque apesar das sugestões de Lives, que volta e meia surgem e que ele anota e que ele traz no ar, é essa live em especial, é mais uma vez uma insistência dele. Então os homens também estão com as mulheres e eu me sinto honrada e grata por ter você.
Como uma pessoa que está sempre contribuindo com a gente, com as mulheres, não apenas como esposa, mas como mulher. Quero te agradecer. Super beijo para todos vocês e um especial para o meu marido, disse. É isso aí. Muito obrigado, Júlia, também pela tua presença. Aguarda um pouquinho lá que nós já vamos fazer o encerramento muito bem, gente, mais uma live realizada, né? Quero aqui registrar que nós estivemos ao vivo pelos canais do e secar no YouTube, no
Facebook e também pela Rede TV! espaço espírita, nossa parceira e que essa live será disponibilizada nos canais do YouTube do ECKE do espiritismo, caste nosso parceiro. E também estamos em todas as plataformas de áudio. Às vezes você quer ir pro trabalho do trabalho, para casa, no coletivo, no trem, no metrô ou no seu automóvel, escutando algo diferente, escutando informações a respeito da temática espírita adotada e aplicada à conjuntura atual do
nosso planeta, da nossa vida. Pois bem, acesse em qualquer uma das plataformas de áudio o nosso canal espiritismo. Kardec estamos no Deezer. Estamos no Extreme hard, estamos em todas as outras plataformas, é que estão disponibilizadas atualmente. Né? E por isso é, gostamos também da sua interação com esses canais.
Vamos encerrar trazendo novamente uma informação contida na obra de Allan Kardec, especialmente na revista espírita de dezembro de 1865. E quando numa mensagem assinada por baluze sobre o estado social da mulher, Kardec, assim registra mulher é nela e Por Ela, que deverão elaborar os graves problemas sociais do futuro. O que sois incapazes de fazer bem, o sabeis. O espiritismo fará e dará a mulher essa fé robusta que levanta Montanhas, que mostra o poder e o valor da mulher.
Tudo quanto Deus promete por sua doçura, sua inteligência e sua vontade poderosa. Compreendendo as leis magníficas desenvolvidas pelo livro dos espíritos. Nenhuma dessas mulheres quererá entregar o seu corpo e a sua alma. Filha de Deus, ela amará em seus filhos a visita do espírito criador. Ela quererá saber para ensinar aos seus, ela amará a sua Terra e saberá a sua história a fim de iniciar seus filhos nas grandes
idéias progressistas. Elas serão mães e médicas, conselheiras e dirigentes numa palavra serão mulheres segundo o espiritismo, isto é futuro. O Progresso e a grandeza da pátria na mais larga expressão. Com essas palavras, nós queremos registrar o nosso agradecimento a você que ficou conosco em mais essa live a você, que comentou que perguntou que interagiu, e a você, que depois vai vir essa live nas nossas plataformas de vídeo e áudio, lembrando que nós ainda temos 2 Lee vezes esse
ano. No mês de dezembro, as 2 irão tratar sobre a questão da sexualidade. Um tema que é colocado meio de lado, um tema que é colocado embaixo do tapete da instituição espírita onde você está e que aqui no e secar, você vê em tela cheia justamente pela necessidade que todos nós temos de compreender todas as facetas do espírito encarnado. Fica então o nosso convite para daqui a 2 semanas encontrar você em mais um embalo de sábado à noite, com John Travolta e Olívia Newton John.
Aqui no ECK, um abraço, um beijo carinhoso, um excelente domingo, tchau.
