Obsessores: gente como a gente! [Ep21] - podcast episode cover

Obsessores: gente como a gente! [Ep21]

Mar 15, 20232 hr 7 minSeason 17Ep. 21
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Episode description

Como já é de costume e você já sabe, trazemos um tema atual e instigante, para propiciar análises e debates dentro da perspectiva kardeciana.  Recebendo o professor universitário, expositor e escritor espírita Pedro Camilo de Figueiredo Neto (BA), debatendo o tema "Obsessores: gente como a gente".  Como debatedores na bancada, o colaborador convidado Juvan Souza Neto (SC), da Rede "Espaço Espírita" e Henri Netto, membro do Conselho de Gestão do ECK, sob a mediação de Marcelo Henrique (SC), Coordenador-Geral do ECK.  Falar de obsessão e dos obsessores é sempre uma excelente oportunidade para a adequada distinção entre Mediunidade e Misticismo e para pontuar aquilo que Kardec (e os Espíritos Superiores) delimitaram acerca das influências entre os Espíritos.  O convidado, em razão de sua vasta experiência na matéria e por ter escrito obras a respeito, nos proporcionou o cotejo entre teoria e prática espíritas, enriquecendo o debate.

Transcript

Salve, salve, c. Que Ana EEEC que anos bem-vindos todas, todos e todas para mais uma live especialíssima aqui no bate canal do espiritismo com Kardec.

Porque aqui todos, inclusive vocês, são super-heróis que fazem a vida ser melhor a cada dia que enfrentam as agruras e as dificuldades, tanto no plano material quanto no plano espiritual para aproveitarmos todos nós da melhor maneira possível a nossa existência, essa bendita existência, essa oportunidade que temos de continuarmos construindo o nosso Progresso no ambiente planetário.

E no ambiente do nosso país, as coisas andam meio conturbadas, não é verdade, mas nós precisamos ter tenacidade, equilíbrio. Precisamos ter muita força de vontade para superar essas dificuldades e assim, continuarmos no nosso processo de auto aperfeiçoamento de auto educação e contribuirmos com aqueles que estão ao nosso derredor, sejam os encarnados, sejam os desencarnados, para que eles também possam. Alcançar um momento, uma condição espiritual mais elevada, mais progressiva.

Pois bem, nós hoje estaremos realizando mais uma live aqui nos embalou de sábado à noite do ECK, tratando de um tema muito importante, um tema que muitas das vezes é tratado com aura Mística Sobrenatural. E com todas as Ideas que fazem parte do proselitismo religioso da influência. É da nossa formação cultural, mas que se afasta um pouco ou muito, dependendo dos casos, da diretriz kr desse Ana para a interpretação das relações entre os encarnados e os

desencarnados. O nosso tema de hoje, você já sabe, nós já divulgamos durante toda a semana por todos os nossos canais. É obsessores, gente como a gente. Vamos tratar então nesse tema, com leveza e com profundidade, que a doutrina dos espíritos merece e que você já está acostumado a ver nos nossos trabalhos, nos nossos textos, na nossa Homepage e também nas

livres aqui no ECK. Tudo de uma forma bem coerente e aproveitando o que há de melhor no movimento espírita, que são os espíritos, os encarnados e os desencarnados. Ou seja, a gente nós. Pois bem, contamos com a sua participação na forma de perguntas, na forma de comentários. Estamos aqui ao vivo por várias plataformas no YouTube e no Facebook, e ficamos muito, muito felizes com a sua presença. Com a sua colaboração, com seu

trabalho conjunto conosco. Vamos então, sem mais delongas, trazer o nosso convidado especialíssimo de hoje, Pedro Camilo, venha para a bancada, Pedro, seja bem-vindo. Olá, Marcelo, boa noite para você. Uma boa noite para os integrantes do SKE, todas as pessoas que estão conosco hoje convidadas como eu, né? A estarem presente nessa live. Espero que tenhamos aí 11 noite de de um, de um bate-papo muito agradável e muito esclarecedor

para todos nós. Legal, Pedro, eu sou simpatia sempre muito bem-vinda aqui no CK, primeira vez que nós estamos tête-à-tête ao vivo. Nós já nos conhecemos de algum tempo. Nas mídias sociais por e-mail, por atividades, é tudo pela internet e hoje é a primeira oportunidade que nós estamos aqui em carne, osso e espírito e verdade para trabalhar esse tema muito importante. Tema, aliás, que é título da obra que o Pedro escreveu em conjunto com o grande Hermínio Correa de Miranda.

E nós vamos ter a oportunidade de trabalhar. A obra está disponível pela pelo site da editora lachâtre, que é também uma colaboradora nossa de longa data e nós esperamos que você tenha interesse nessa obra, possa consultar o site e adquiri-la para contribuir ainda mais com o conhecimento espiritual e espírita. O Pedro é professor universitário, é doutorando em estudos contemporâneos pela universidade de Coimbra. Sabe, Pedro?

Nós aqui temos um intercâmbio muito decisivo, muito efetivo entre os espíritas do Brasil e os espiritas de Portugal, inclusive no nosso conselho de gestão, temos 2 portugueses, 2 portuguesas. Aliás, a Célia e a Rosário, que colaboram conosco fazendo essa necessária aproximação do conhecimento e do entendimento do espiritismo.

Na América do sul e na Europa. O Pedro, então, também é responsável pelas editoras las atrás e mente aberta é expositor e escritor espírita, escreveu, entre outros, os livros Ivone Pereira, uma heroína silenciosa, a grande dama do espiritismo, dona Ivone, a quem nós mandamos uma saudação especial, um abraço fraterno. Ela, que já está na outra dimensão, e devassando a mediunidade. Também sobre a médium Yvonne Pereira e os livros tal pessoa,

tal médium. E obsessores, gente como a gente que é, aliás, o título da nossa live, esses 2 últimos em parceria com o inesquecível professor Hermínio Corrêa de Miranda, apresentado, então, nosso Pedrão, vamos trazer os outros convidados, vamos chamar para a bancada juwan Souza neto. Bem-vindo à Gilvan. Só que precisamos aí ouvi-los, já que ainda não somos médios com essa capacidade à olá está aqui. Gente, é, tem que a gente pensa que já tem até ubiquidade nessa altura, né?

Olá, boa noite. Para quem está ao vivo com a gente já descendo desde já. O convite do ECK é pra mim é uma satisfação, é estar nessa nesse grupo E, sobretudo, interagir com Pedro Camilo, que é, olha pelo menos uns 10 ou 15 anos. Eu lembro lá da revista universo espírita algumas participações do Pedro. Já o trabalho com a memória de dona Ivone. Né?

O trabalho é desenvolvido na Seara espírita e agora, mais recentemente, também vendo a sua postura, é tanto necessária para os dias atuais, então pra mim é uma grande satisfação estar aqui e participar também. Bacana? Gilvan o giovan é colaborador convidado do ECK, é jornalista, dirigente espírita na cidade catarinense de Barra Velha, no litoral norte do estado de Santa Catarina.

Você que não conhece o nosso estado, venha pra cá, venha conhecer Santa Catarina, venha conhecer as delícias da nossa região, tanto em relação ao nosso relevo, a nossa Geografia, a nossa história, os nossos quitutes. E Ana Laurindo veio, né? É anac Laurindo esteve conosco há poucos dias aqui em Palhoça, conhecemos não avisou nada para nossa. No norte foi. Foi uma Alegria muito grande, mas ela vai voltar e aqui tem 11 amiguinho me dizendo aqui que ela vai fixar raízes em solo

catarinense. É Ela e o nosso querido Odilon, seu marido que estão por aí também, o nosso abraço fraterno a eles, o juwan, como aliás, está na legenda do do nosso streaming ARD. Ele é responsável pela rede espaço espírita, outro parceiro do ccac, inclusive, retransmite as nossas livres e que publica. Muitos materiais produzidos pela equipe do ECK. Vamos chamar então quem está faltando em remetem para cá, Henrique? Também não estou escutando a minha mediunidade.

Hoje não está boa. Boa noite, meus caros. Boa noite, Marcelo, um prazer estar aqui para estudar para a gente comentar. Aí o assunto de hoje promete muito, mas muito porque tem uma. Tem uma névoa no meio espírita enorme sobre esse assunto. E como você mesmo falou. Cheio de misticismo, não é cheio de misticismo, eu vou ser curto para deixar o tempo pra gente debater um grande abraço e vamos em frente. É, parece que tem um esqueleto no armário, né? Dentro das instituições

espíritas, é aquele esqueletos? Geralmente aparecem no meio da sala, feito um bode. O bode está no meio da sala e a gente às vezes não consegue resolver a questão da interpretação de entendimento desse esqueleto, mas o Henry então é engenheiro civil, calculista. É sócio diretor da logos engenharia. E atuou como palestrante, médium de alugador e dirigente de reunião mediúnica na associação espírita Caridade. Em ação a esca de João Pessoa, na Paraíba.

O nosso abraço, a Paraíba, o nosso abraço ao nordeste brasileiro, tão rico culturalmente. Pedro também é do nordeste brasileiro, vinculado lá ao movimento espírita de Salvador, né? Pedro? Então, o nordeste está muito bem representado, temos 2 nordestinos. E temos 2 catarinenses para fazer aí toda essa salada multicultural, toda essa salada espiritual para proporcionar para você um Belo debate. Hoje o Henry ainda é membro de do conselho de gestão do grupo espiritismo, com Kardec.

Então vamos, sem mais delongas, iniciar nosso bate-bola colocando a primeira questão para o nosso convidado, Pedro Camilo. Pedro, a primeira pergunta pensamos nós que deve ser feita para enquadrar bem. O tema da nossa live hoje e para situar os nossos internautas, os nossos participantes, que devem ter níveis e tempo de doutrina, conhecimento, leitura bastante diversificado, seria fazer a seguinte, o que é obsessão? Bom, Marcelo, mais uma vez, boa

noite a você. Eu não tive a oportunidade de saudar publicamente Gilvan e o Henry. Satisfação estar com vocês aqui, agradecer aí pela pelas palavras de incentivo do Gilvan, lembrando aí a época em que nós colaborávamos lá na universo espírita, né? Uma época em que era 11 pool de de trabalhos, né? A la chato também fez parte à época do de um de um pool maior que era o universo das letras. Depois dos caminhos, sopraram os ventos sopraram de forma diferente, né?

E atualmente, desde 2018, estou também à frente da la chata, né? Acabei sendo convidado a assumir a chata e mesmo estando aqui em Coimbra há 3 anos, continuo tocando o projeto à distância. É, e o Henri aí da Paraíba, né? Paraíba é uma Terra muito boa. Já estive lá em algumas oportunidades. AA convite do pessoal lá do do Leopoldo. Leopoldo Cirne é em João Pessoa também do pessoal de Guarabira, Márcia Amaral offer Lúcia e também no miep né? Estive lá em algumas ocasiões no miep.

Enfim, é uma turma muito boa lá, vamos. Vamos então dizer o que é obsessão, né? É, nós temos 111 perspectiva, uma referência de Kardec, Kardec trata de obsessão em várias em vários pontos, né? Em vários momentos não é de de seu trabalho, é. Tem um capítulo em especial dedicado à obsessão em o livro dos médiuns. Na segunda parte do livro dos médiuns. Não é titulado da obsessão e os

confrades. Se não me falha a memória suecos ou suíços, acho que suíços é. Há uns anos, fizeram um compilado de textos de Kardec sobre obsessão, que virou um livro, né? A obsessão, que é publicado no Brasil, traduzido pelo Clarín, né? Pela pela editora, o clarim lá de Matão e que que inclusive recentemente. É teve a desencarnação do Aparecido Belvedere, né? Que conduziu o processo lá por muito tempo, que ele receba também aí nossas boas vibrações.

Nesse momento era um era, um gentleman, né? Eu fui apresentado a ele pelo Jorge rizzini. Realmente era uma pessoa diferenciada, né? É o Aparecido, era uma pessoa diferenciada. A obsessão é, segundo Kardec, em o livro dos médiuns, em especial o livro dos médios. Kardec vai definir a obsessão de porta muito simples, falando sobre a influência de um espírito mau sobre um indivíduo, né? É, é claro que é 11, definição que nós precisamos entender. Nós precisamos escutar, não é devidamente.

Primeiro, o seguinte, Kardec trata em o livro dos médiuns da obsessão, em especial na mediunidade, né? Então, Kardec se deteve. Aliás, o trabalho de Kardec se deteve de forma muito mais é objetiva a tratar dessa faceta, né? Do que nós podemos chamar de obsessão espiritual, isso aí da pano pra Manga eu vou até já falar disso, provocando para que a gente possa ir ter 111 conversa sobre isso, porque eu digo.

Que é um. É uma perspectiva, porque hoje já se fala de uma possibilidade de ampliar. Eu mesmo penso, concordo com isso, né? É se a gente pensar, vou voltar, vou voltar, vou voltar, então vamos lá. Kardec fala da da influência descrito mal sobre indivíduo, nessa perspectiva da obsessão espiritual, é claro que tem que temos que dar um desconto e interpretar o que Kardec diz, porque, porque, rigorosamente em essência não existe espírito mau, né?

Se a gente pensar que existe um espírito mau, enquanto a essência, enquanto a natureza, a gente vai, vai no é a gente vai na contramão da da, da, do do normal, né? Para a compreensão de que fomos criados, simples e ignorantes, né? Fadados a perfeição, que eu prefiro chamar de completude, né? Nós somos todos perfeitos que fomos criados assim, mas estamos incompletos e vamos aí a medida do das experiências atingindo

essa, essa completude. Então, o que Kardec quer dizer é o seguinte, quando ele fala de espírito mau, ele tá falando de um espírito em quem predomina. O mal, ou seja, o desejo de fazer o mal, o interesse de provocar o mal sobre o indivíduo e ele caracteriza exatamente essa influência, né? Uma influência pertinaz, uma influência constante, uma influência duradoura desse espírito imobilizado pelo mal, movido pelo desejo de fazer o mal sobre o indivíduo, está.

Essa é a definição mais simples, mais compacta, que Allan Kardec propõe essa definição no próprio Kardec, ela comporta ampliações porque comporta comporta. Criações porque em Kardec mesmo nós vamos surpreender uma série de detalhes, por exemplo, que dão conta de obsessões que são realizadas sobre grupos, os processos de morzinho, por exemplo, é um é uma, é uma, é um exemplo disso, né? Nós temos ali um grupo, né, que é submetido a uma ação obsessiva, também promovida por

um grupo de espíritos. Então, quando a gente pensa num indivíduo, né, num espírito mau, vamos também ampliar, além de compreender que não é a maldade intrínseca da natureza do ser, que espírito pode ser entendido também como vontade, uma vontade pode ser individual ou coletiva. Não é? Então eu posso ter um grupo de espíritos, por exemplo, realizando obsessão, né? 111 ação obsessiva sobre um indivíduo ou sobre um grupo de pessoas como é, é, está no caso

lá do dos processos de morzinho. Da mesma forma que se nós entendermos a caracterização da obsessão com uma influência negativa, a influência perniciosa que se protrai no treino tempo se prolonga no tempo. É é sobre um indivíduo sobre um grupo EE nós entendermos, né? É espírito não apenas na especificidade da do desencarnado. Mas o espírito enquanto indivíduo, enquanto ser, nós somos espíritos também, né?

Nós, os encarnados, também somos indivíduos, então é possível ampliar a compreensão para dizer olha, não há obsessão apenas né, de desencarnados para encarnados. Mas, mesmo entre os encarnados entre os encarnados e, quiçá, até obsessões que aconteçam de encarnado para desencarnado, está é. Essa é uma ampliação possível.

É, existe resistência essa, essa compreensão, o rock já sinto, por exemplo, ele resistia muito, ele dizia que quando se tratava de uma influência de um espírito sobre o indivíduo encarnado, era obsessão. Nas outras formas, seria apenas uma influência. É por uma, digamos assim, por um preciosismo exacerbado. É em função de Kardec ter definido daquela forma e por ele entender que definir de forma diferente seria contrariar Kardec, né?

Mas eu entendo que contrariar a Kardec é dizer de forma contrária àquilo que Kardec disse, né? Se eu dissesse que é, não é obsessão. A influência de um espírito, a influência perniciosa de um espírito sobre indivíduo estaria contrariando o Kardec, mas se eu digo que isso é obsessão, mas que a mesma lógica de raciocínio pode ser aplicada. A outra forma de relação, eu não estou contrariando Kardec, eu estou contemplando o Kardec e

ampliando o Kardec, né? É fazendo uma interpretação extensiva aí para o meu amigo Marcelo, que é do do, do campo, do direito, né? Fazendo uma interpretação extensiva para dizer o seguinte, olha onde há essas outras? Essa outra relação caracterizada, né, pela pela influência negativa sobre indivíduo que não é qualquer influência. A influência duradoura. Influência pertinaz, né? É uma influência que se prolonga no tempo. Eu posso também caracterizar o fenômeno obsessivo. Tá?

Então é. É dito, não é? Tem tentando dizer de forma Clara, mas também ferindo aí alguns aspectos interessantes para discussão. Nós poderíamos caracterizar obsessão dessa forma, eu. Eu apresento um conceito meu, eu vou pedir, eu vou pedir licença para vocês para ler está no livro em que eu proponho o seguinte, né, que eu contemplo essas diversas possibilidades. A obsessão é um fenômeno através do qual uma vontade individual ou coletiva se oponha ou se conjuga a outra vontade.

Individual ou coletivo, causando constrangimentos físicos ou inteligentes, seja por desejo de vingança ou por antipatias gratuitas, seja por identidade, de propósitos ou mesmo sem intenção real de produzir o mal. Tá bem? Então, se eu tivesse de apresentar um conceito de obsessão, uma contribuição minha seria esta aqui, esse conceito que está no livro, os obsessores. Gente como a gente. Muito bom. Vamos trazer os nossos outros convidados para a arraia do debate construtivo e progressivo.

O Pedro acaba de de tocar num ponto importante que foi defendido por Kardec durante toda a sua obra, que a ideia da progressividade dos conceitos espíritas, tanto por meio de novas incursões, novos diálogos por evocação, manifestação

espontânea com os espíritos. Enquanto fruto aí da participação do espírito encarnado do humano como o Pedro, acabou de demonstrar, através do estudo, do raciocínio, da aplicabilidade prática da redefinição da teoria espírita, como ele fez nesse conceito que amplia e diversifica o conceito originário de Allan Kardec, então juva. Dentro desse escopo da ideia da progressividade dos ensinos dos espíritos, é possível reconceito à obsessão a partir da prática mediúnica.

Excelente questão, Marcelo. É, eu fiquei pensando na fala do Pedro. É sobre essa ampliação. Porque quando o Pedro fala nisso, a aí aí eu concordo com ele, é de que? De que quem não vê também as outras possibilidades do fenômeno obsessivo Oo que se vê só de uma forma, do desencarnado para encarnado. Quem não vê, talvez não entenda essa essa possibilidade de de de, de multi multi tirar multilaterais.

Idade dessa influência. Nós tivemos aqui, por exemplo, o período da pandemia e o aumento dos feminicídio e da violência contra a mulher. Ora, um homem influenciando a ameaçando contumaz. Uma mulher dentro de casa ou pressão psicológica ou mesmo violência física. Isso é um processo obsessivo de encarnado para encarnado, né? Agora, esta progressividade é possível. Marcelo mais. É, eu vou te devolver com uma questão, como é que a gente entenderia isso sem cair?

Nas fantasias que permeiam a mediunidade, é AA prática mediúnica. É que muitos aí acabam indo. Inclusive eu fiquei pensando agora, né? Falando sobre o é ainda sobre o Pedro e analisando, é como eu conheci o Pedro, justamente Na Na, na revista universo espírita, estudando uma obra psicográfica de Ivone, né?

Como é que a gente faz, né? Para entender, já que, por exemplo, o Pedro sondou todo todo, toda a literatura da Ivone também no campo, no campo do romance, vamos dizer assim, psicografado, como é que a gente é? Tiraria além da concepção dessa possibilidade obsessiva. Como é que a gente entenderia o que que está no romance espírita que é? É, é realmente não é Oo que é realidade ali. O que que está no campo

ficcional? Porque o espírita tende muito a pegar o livro mediúnico, principalmente romanceado, e analisar ele como se fosse a expressão absoluta. Aquilo aconteceu, aquilo foi assim aquilo. E aí, pensa mesmo que Jesus teria que perguntar Pra Ele, o ou ou para Ismael? Onde ficava o Brasil? Quer dizer, né? Não, não consegue tirar o ficcional daí que é uma situação. Agora eu penso que há como se entender as possibilidades de maneira progressiva, se nós estamos sob o influxo da lei do

Progresso, né? Marcelo, é possível? Muito bem, então já deu aí uma redesenhada no processo para entender que a progressividade ou a interpretação progressiva do espiritismo ela precisa ter algumas. Bandeiras, alguns liames, algumas divisas, algumas referências e essas referências não podem se afastar daquilo que Kardec estabeleceu como a metodologia do processo quer completar Gilvan, só para completar rapidamente.

Por isso que a cada vez que a gente revisita a obra de Kardec, a gente também absorve de uma forma. Porque assim também está com, né? É, é mais cabedal, com mais possibilidade de entendimento e aquilo realmente surge como se fosse, pô, a primeira vez que eu tenho já passei aqui, mas não vi isso. Isso mesmo, giovan. É. Vamos chamar o Henry também para essa. É. Desse enquadramento dessa questão, e eu vou aproveitar. E para.

Com a introdução que o Pedro fez com essa é proposta paradigmática do Gilvan de nós não aceitarmos gato por lebre e não adotarmos um le sefer mediúnico que enquadra aí a perspectiva de que, assim como são livros, os espíritos encarnados, até certo ponto, os espíritos desencarnados também o

são. Portanto, a Liberdade de expressão é uma categoria e explícita e específica e importante para Oo elemento espírito, mas ela precisa ter 11, conjunto de balizou de referenciais para que não fiquemos nós a mercê desses espíritos novidadeiros, como utilizou várias vezes o nosso querido professor Herculano

pires, aproveitando. Trazendo, inclusive, uma pergunta de um internauta para enquadrar essa ideia entre a base e a interpretação comum ou rasteira do movimento espírita, é possível Henry dizer que há que o fulano a obsidia ou pode obsidiar o fulano ou a fulana b por amor? Com certeza, Marcelo, você tocou numa coisa bem interessante, inclusive no próprio, na própria revista espírita. Nós temos casos que Kardec fala sobre exatamente isso. Eu vou apenas fazer um resgate, né?

Doutrinário, da obsessão na obra de Kardec pra gente se lembrar bem do livro dos espíritos, Kardec começa a definir a obsessão, isso e fala tempo todo no início da codificação e não aceita possessão porque cada que fala que no começo a possessão é ligada a diabólica, a possessão diabólica de religião. Então ele exclui esse fenômeno, não, a possessão é só pressão simples. AA fascinação e subjugação.

Então, quem lê a obra de Kardec somente o livro dos médios e somente o livro dos espíritos fica pensando nisso.

E não é só isso. Quando chega na revista espírita de 1863, em dezembro, ele começa a investigar um caso da senhorita Julie de uma garota que começa a ter um caso Sério de de, de, de possessão com vários padres e médicos e ninguém consegue ver o que que é isso e cada aqui nesse artigo diz, olha, eu, eu me equivoquei, a possessão existe e a partir deste ponto que ele começa a fazer todo um estudo no fenômeno, né? E aí chegamos ao inferno. Quando ele vai explicar os demônios?

Ele refuta. Da ideia de demônios de espíritos criados exatamente para o mal, e faz o que lança que os espíritos, todos temos. As influências ocultas de espíritos e no próprio, sem pena. Ele fala que a obsessão é uma prova que todos nós passamos diariamente, porque a obsessão ela é uma característica muito simples, que a dominação, então, quando a gente vê No No meio espírita, falando de livros mediúnicos quando fala com o espírito, fala, olha, você tem que fazer isso.

É um pseudo, sabe o que está fazendo? A obsessão. Uma mãe, por exemplo, que não que desencarnar e que não sabe o que está acontecendo e quer ficar na casa apegado ao filho por amor, também uma obsessão, só que chega na gênese com todo esse estudo, o estudo do grupo curador do mar Dani, que é um grupo mediúnico que trata a senhorita Julie e através do do, da escola, do esclarecimento por esse espírito, consegue curar a menina.

Cada que define na Gênesis, no capítulo dos clubes, a possessão e uma das características que Kardec fala que a possessão. Pode ser feita também por um espírito bom. Que quer dar uma comunicação útil e vai fazer a possessão e com AAAA, permissão do médico a grande coisa que as pessoas esquecem é que. O que que causa obsessão não é o espírito obsessor? São as imperfeições, não é?

Então, o espírito, ele vai vai entrar em em influência mental de pensamentos a mo ideia com aquele que está querendo subjugar esse esses outros, que vai ser subjugado, tiver imperfeições, orgulho, inveja, vaidade, tudo isso é que vai. Fortalecer a obsessão, porque a gente não pode esquecer que o livre arbítrio é uma das leis fundamentais do espiritismo e vem aquela pergunta, né, porque o que acontece no meio espírita

quando você discorda de alguém? Você está obsidiado quando você não concorda com certas ideias, você toque sediado. Ou seja, o meio espírita encara a obsessão como uma doença e não é. Outra coisa, o meu espírito acha que os obsessores são demônios, falam em em legiões, falam, temos livros falando que vai, vai até num, num, num lugar, num abismo. Pegar um chefe de umas legiões de quer dizer, chefe de legião. Isso é uma coisa medieval, do diabo, do chefe dos diabos. E tá uma obsessão.

Para Kardec, é simples e na gênese diz que a grande móvel em máquina da obsessão é a vontade. Então, lá, Kardec até mostra como é que se cura, né? OA ação magnética do magnetizador ou do magnésia magnetizador uns os os espíritos e só dos espíritos. EAE fala até da da cura, da obsessão, a cura da obsessão é muito mais de você que está sendo obsidiado reagir através de Ideas, né? Através de pensamentos e combatendo as suas más intenções. Então a obsessão.

Simples por Kardec é diariamente todos nós, porque não podemos esquecer a 459 que diz, nós estamos diariamente sendo influenciados, 11 influência oculta pelos espíritos. Em cada que fala com Zinho dos médicos, poderia dizer até corriqueira, né? Diariamente, só um detalhe foi provado pelos americanos, antiga é é, faz pouco tempo que nós temos. Por dia, 7000 pensamentos.

É aí que acontece as obsessões. É no pensamento, nós não podemos esquecer que somos espíritos encarnados e como espírito, nós temos 33 coisas e o desencarnado também. Os atributos são. Vontade, pensamento, inteligência e é no pensamento que vai haver ou não a obsessão. Muito bem. É, vamos aproveitar, que foi. É enaltecida essa ideia de confusão entre o conceito de obsessão e as outras sintomatologia.

Os dias que são comuns da condição de encarnado para encaixar uma pergunta que foi nos encaminhada por um colaborador do ECK Pedro. Existem muitos espíritas que, inclusive, ocupam posições de destaque na forma de expoentes de palestrantes ou de médiuns que afirmam que a população da Terra vive uma verdadeira síndrome de transtornos emocionais. Eles têm, inclusive, afirmado isso é não somente em livros pretensamente psicografados, como também nas suas conferências naquelas.

Palestras que acontecem nos grandes eventos, né? Os grandes shows de espiritismo Brasil afora? Em, é nessa condição. Eles apresentam os encarnados como vítimas, né? Existe um ví ti mismo é e falam inclusive, de uma obsessão coletiva entre aspas, né? Para que ocorra com mais efetividade e mais celeridade, o processo de transição do mundo de provas e expiações pro plano regenerado, isso aí também parece ser um mantra generalizado no movimento espiritual de tudo.

É o processo de transição, é o tempo de transição, é a transição que está acontecendo. O que dizer então? Diz o Pedro dessa ideia de que é há uma, até posso dizer assim, uma catequização dos espíritas para entenderem que todos nós estamos passando por essa síndrome de transtornos emocionais na forma de uma obsessão coletiva. É quanta coisa interessante, não é? Eu estou, tenho, anotei aqui o parte da fala do Gilvan, do do Henrique. Mas se eu For Me deter aqui, a

gente não sai daqui hoje não. Só essa questão que o Giovanni levantou do dos romances mediúnicos, né? De ficção, de realidade. Isso aqui dava uma live, né? Dava pano para Manga, eu vou, vou me prender a sua pergunta e depois, mais pra frente, se der, a gente volta aqui pra pra ferir alguns tópicos. É do ponto de vista, se a gente pensar, vamos lá, vamos pensar por partes e depois juntar a gente pensar no que toca às questões emocionais. É. É compreensível que que não

saibamos. E aí eu não vou levar para o para para 11 alarmismo, né? De transtornos. É absurdo. Se nada fora do normal, mas do ponto de vista do ponto de vista de uma educação emocional, de fato, nós não temos nenhuma, né? É? É nós. Nós não temos cultura de nos educarmos emocionalmente. Né? É? Não temos cultura de cultivar, por exemplo, de de entender a mente como um campo de cultivo necessário e a se cuidar. Nós fazemos, é é desde criança, levamos as nossas os, os recém-nascidos.

Uma orientação mais recente, né? Criança nasceu mês a mês, a gente leva a criança para fazer 11 acompanhamento com médico. Depois de 1 ano vai espaçando mais essas consultas. Depois criamos uma rotina de de pelo menos uma vez no ano ou de 6 em 6 meses, conforme seja a questão fazer um acompanhamento físico das questões da saúde física, mas do ponto de vista emocional e psicológico, mental, de um modo geral, a gente não cuida. Né?

Pra muita gente, inclusive, é uma bobagem você pensar em fazer psicoterapia, né? É e fazer um acompanhamento de qualquer natureza. Quando a gente sabe que é uma, é um canto também que nós precisamos de muita atenção, né? Giovana chamar a atenção, por exemplo, para para o fato de a quantidade de feminicídio que foram registrados é durante a pandemia. Na verdade, é AA.

O fato de termos de viver o isolamento social em família, né, de não termos a válvula de escape, de sair de não, de não nos encontrarmos, é interessante. Isso é só me lembra a música de de Chico Buarque que ele falava da do casal, né? Que cada um ia buscar um caminho até que a morte os unisse, né? Até que a morte os Una, né? E a pandemia? Acabou forçando aqui a gente se unisse, né? A gente se visse se cruzasse mais. Isso potencializou muitos

conflitos, né? Portela potencializou muita questão, exatamente porque nós não temos, nós não sabemos lidar exatamente quantas emoções, né? Quando crianças, se choramos realmente nós, homens, né, é, somos, somos, é, é. Catequizadora engolir o choro porque o homem não chora, né? E por aí vai. Mas e por aí vai um Monte de coisa. Agora eu acho que é uma extrapolação disso. Eu acho que a extrapolação com diversos interesses, né? Ainda esta semana eu conversava

com amigo mesmo. Vou dizer o nome dele, que ele não pediu segredo, né? José Medrado, que é espírita lá na Bahia e eu falava com ele por faz, fazemos 11 conferência, conversando sobre algumas questões, né? E aí eu lembrava, lembrava falarmos de alguém e eu não vou dizer quem, né? A fofoca fica só entre mim, ele e aí ele dizia assim, o problema é Pedro, é que é é. Tem muito, muitos dentre nós que, identificando o nicho

econômico das terapias PSI, né? Tem investido pesadamente nesse campo, não tanto preocupado, preocupado essas pessoas em de fato educar e tratar de Almas, mas em ganhar dinheiro, né? Um oportunismo, né? Que infelizmente está aí presente muito presente entre nós. Eu acho que 11 dos interesses que tem movido um pouco essa essa convulsão e esse e essa extrapolação dessa, dessa, dessa ideia, desse campo. Que é o interesse financeiro,

né? Tem muita gente aí, infelizmente, usando as levels espiritas usando a tribuna espírita, usando movimento espírita como trampolim para poder ganhar dinheiro em cima das carências emocionais das pessoas, né? Eu sei de casos de psicoterapeutas que incorporamos No No consultório e dão informação mediúnica, ou dizem que estão ouvindo, desiste de espíritos, ou seja, comprometimento ético total, né?

De psicoterapeutas que atendem pessoas no atendimento fraterno e diz assim, olha, seu problema psicológico, abre procurar na minha clínica. Né? Então coisas desse nível para pior, né? Eu acho que há 111 exploração indevida desse tipo de coisa. O tema da transição planetária me desculpe em dizer, é é, eu não sei o que vocês pensam sobre isso, mas para mim é algo extremamente indigesto, né? Eu acho que é que ele tem um amigo da Paraíba e Vander Carlos, né, que tem 111.

Definição bem interessante assim, Pedro, a gente traz essa mentalidade lá desde o tempo de Jesus, né? É da a espera do do Messias, né? Ou seja, é sempre à espera da mudança, da transformação do planeta chupão. Vai passar e vai levar os impuros. Quando Kardec a gente aprende com Kardec que esses processos, por exemplo, de transmigração entre mundos, acontece o tempo todo, né? Sempre acontecer, acontece o tempo todo de uma forma natural. Aí vem os desastres a acontecer.

Um tsunami já é a limpeza que está acontecendo, gente no início do século 20, aconteceu uma enchente no na no Rio, é é no Rio amarelo, EEA China, que foram mais de 2000000 de pessoas que morreram numa naquele processo, então as catástrofes naturais. Os espíritos dizem aos pobres são levados a evoluir mais rapidamente, sim, mas não necessariamente do ponto de da da ideia de transmigrar de fazer limpeza, mas sim porque isso desperta esse o comovi.

Isso mobiliza as pessoas para cuidar uma das outras, para cuidar um pouco mais de si. É natural que isso aconteça, né? Morre um parente na nossa família muitas vezes, isso gera um movimento em nosso movimento diferente, né? Uma reflexão mergulho, a introspecção que nos leva a outro caminho, a dor também tem essa função, né? De nos mergulhar na introspecção e de nos levar e significar uma série de experiências. Então assim. Eu acho que há 111 neurose coletiva, né?

No movimento espírita em torno dessa coisa da transição, né? Que que eu honestamente, quando eu, ó, eu vou ser muito sincero com vocês. Quando eu vejo o quão pouco nós evoluímos da Segunda Guerra Mundial para cá, por exemplo, não vou nem né? É, vou vou, vamos lá do tempo de Jesus, você mais, mais generoso, entre aspas, do tempo de Jesus para cá, nós crescemos tão pouco.

Evoluímos tão pouco, mudamos tão pouco que não tem como nós imaginarmos que no espaço de uma encarnação como esta, agora que estamos sendo, vamos alcançar 11 equilíbrio, uma sanidade, uma capacidade e tal de de de termos a possibilidade de deixar esse plano. Gente, nós estamos em pleno século 21, né? Em pleno século 21, com todo o conhecimento que já se tem discutindo se deve ou não tomar vacina. Pelo amor de Deus, né? Nós estamos em pleno século 21 discutindo se A Terra é plana ou

se é redonda. São, são. São coisas que não se sustentam. É o medievalismo, né? Nós estamos voltando para a cidade medieval. Em tou falando de política, não, eu estou falando de conhecimento, né? Eu estou falando de não estou falando apenas de política dentro. Tô com essa intenção. Eu estou falando de conhecimento. Nós nós estamos num num momento em que mostra que nós, enquanto seres humanos, aprendemos muito pouco. Havia uma romantização, por exemplo, em torno da pandemia, né?

De que a pandemia nos levaria para um outro estágio de compreensão, de vivência. Balela isso não aconteceu, né? AA gripe espanhola chamada indevidamente de espanhola, né? É, é, aconteceu há um século e nada mudou. Nós passamos pela primeira guerra, pela segunda guerra e continuamos continuamos exatamente egoístas, né? É exatamente orgulhosos, exatamente prepotentes, capazes de justificar, por exemplo, o extermínio de pessoas, sobretudo

em nome de Deus, quer dizer. Nós estamos, de fato, numa época medieval, né? E estamos voltando querendo reviver o estado teocrático, um estado teocêntrico que não tem sentido nenhum, em pleno século 21, em pleno século 21. Tá? Então o que que eu quero dizer com isso? Qualquer ideia, qualquer pretensão de transformação moral era uma ilusão. Porque a gente não tem como a gente não.

A evolução não dá saltos, né? O fato exatamente nós estarmos repetindo a história nesse processo cíclico, muros mostra que nós aprendemos muito pouco. O que é que nós temos, temos conhecimento, conhecimento, nós temos para dar de pau. Nós temos um Monte agora. A introjeção desse conhecimento, né? EAA ponto de assimilarmos para a nossa vivência, ou seja, vivermos o impacto desse conhecimento. Nós não temos Kardec lá no céu, inferno de forma poética, digo poética porque era o ideal.

Kardec dizia assim, porque os espíritas não temem a morte, né? Mas nós, os espíritas, quem não teme a morte é raridade, né? É uma raridade porque, porque Kardec idealizava, porque olha, se eu compreendo que eu pré-existente, que que eu vou continuar sobrevivendo mesmo depois do corpo, eu não tenho porque ter minha morte. Mas essa. Esse é um conhecimento que nós temos, mas que não foi introjetada com isso. Tem muita coisa. As palavras de Jesus, ensinamentos de Jesus, nós nos

projetamos. Nós decoramos os versículos, decoramos as Ideas, sabemos onde está escrito tudo, mas a gente não viveu se Jesus tivesse entre a gente hoje, dizendo assim, ó, perdoar meus inimigos, né? É, é orai pelos que vos perseguem e caluniam é se Jesus tivesse abraçando o travesti na rua, alimentando o as pessoas que que são drogas, que vive situação de rua, a gente crucifica Jesus, porque foi exatamente isso que Jesus fez a época dele. Jesus não andou com os doutores do do templo.

Jesus não andou com os poderosos da época, Jesus andou com os enjeita 12 com a prostituta. Um adulto era como o leproso, né? Com os leprosos, andava com a lei, então o que é que isto demonstra? Demonstra que se de fato houver essa essa, essa ideia mágica de uma transição que vai chegar, vai puxar todo mundo. Vai ser que nem aquela música, se gritar pega ladrão, não fica

um meu irmão, né? A Terra vai ficar entregue apenas aos espíritos desencarnados, porque quem de nós terá condição, né, de permanecer nesse mundo, né? Azul bebê rosa salmon quer dizer que é pintado? Né? E que se espera, porque Nenhum de Nós não há, não estamos ainda em condição.

Isso é, portanto, uma pretensão. Me permitam dizer, eu, eu fujo muito desse tema quando me convido pra falar eu fujo, né, porque eu sei que as pessoas não querem ouvir o que eu tenho para dizer, então eu prefiro não, nem nem ir para poder não criar problema, mas isso é um devaneio, né? É um devaneio tolo, como diria é, é, é. É como é o nome dele na música. Há meros devaneios, todos a me torturar é aquele que já era. Mario é barcelo.

Zé Ramalho, como diria Zé Ramalho, é um mero devaneio tolo que tortura e é uma ideia persistente, né? Entre nós, os espíritas, de um modo geral e que gera, SIM, 1 processo de obsessão coletiva no SIS. Fitas que pensam isso, né? É uma obsessão coletiva nesse grupo que alimenta o que alimenta essa neurose, né? E que usa esse tipo de argumento para prender emocionalmente as

pessoas, né? Para vinculá-las aos seus projetos os mais variados possíveis e, sobretudo, e sobretudo, para não trabalhar nessas pessoas, um sentido de emancipação como é, mas IPA, tório, pensamento espírita, né? Que que que a ideia é fortalecer o indivíduo para que ele se responsabilize por si e encaminha a sua vida sem sem ser

alimentado pela culpa. Mas esse tipo de pensamento, esse tipo de ideia entre nós, só alimenta a indústria da culpa e, consequentemente, só alimenta a indústria da obsessão. Muito bom, hehe. É parece que o movimento espírita tem um fetiche muito característico pela revivescência de Canaã, né? E nós somos OOA Canaã atual, isso o Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, a Terra de transição, a necessidade das pessoas desencarnarem.

Como disse o Pedro e eu já ouvi dezenas de expositores dizendo, ó, o covide é uma forma de depuração planetária. É porque tem muitos espíritos que não tem mais condição de estar por aqui. E aí aquela ideia do espiritismo como um consolador, prometido como uma forma de consolar as pessoas, porque explica muito bem a relação entre os 2 planos e explicar a função. A missão de todos nós aqui na Terra vai por água abaixo, pode explodir porque não tem mais

consolo. Como é quando você chegar para uma pessoa que acabou de perder um familiar por covide ou por qualquer outra? É isso? Problemática da vida encarnada? Não é porque ele estava do processo de transição e porque ele precisava desencarnar, porque ele vai para um planeta que o Pedro já falou que é o planeta chupão, né, que é outro fetiche desde a década da minha Mocidade, lá no início da década de 80, estava na Mocidade

espírita. Já se falava do planeta chupão como o suprassumo da ideia da transição planetária ou da aplicabilidade da lei do Progresso. Então, o que que dizer disso tudo? Nós temos que nos libertar, então, dessa obsessão coletiva, como o Pedro acabou de mencionar. E estamos todos nós sob a influência de espíritos que sábios, não tem nada. Isso exatamente e ó, Marcelo, tem uma coisa pior do que isso que você está falando.

Concordo com tudo que o Pedro falou, muito bom, o Pedro falou e viu Pedro, não deixa de falar não, porque Kardec dizia assim pra gente, olha, existe um polêmicas e polêmicas e uma das que eu não fujo é quando tem envolvendo a doutrina.

Aí eu sei que muita gente às vezes acha, hã, não pode discutir coisas polêmicas No No, numa casa de aqui a gente discute, né, Marcelo, tem que discutir, a gente tem que chegar porque veja Pedro, uma fala dessa como como, como é importante uma fala sua dessa numa casa espírita para conscientizar as p. Pessoas, principalmente os dirigentes que fica todo mundo ali com uma auréola de Santo, como se tivesse fazendo a coisa correta e não sabe nem o que que

é uma Caridade. A verdadeira Caridade espírita que, pelo ensinamento de Kardec, é baseada no desinteresse pessoal, é esse o problema. Marcelo é o interesse pessoal que é característica dos espíritos desse planeta. Infelizmente. P tocou num ponto importante quando ele fala, ó, a gente evoluiu muito tecnologicamente do a segunda guerra para cá. Concordo, porque isso tem a ver com inteligência. Do conhecimento, mas a moral, pelo amor de Deus, a moral Jesus chegou, explicou.

E a gente ainda não entendeu o que que ele falou. A gente continua do mesmo jeito. A evolução moral realmente é difícil. Demorar muito. Agora, o grande problema é que essa escatologia que vem desde a época de Jesus, esse dualismo entre o bem e o mal há vai acabar o mundo ano que vem, acabar o mundo. Aí você veja, olha, olha as barbaridades, né? Falaram que era em 2012, depois passou para 2019, aí começa a falar. Nas falas de Chico, que tem 50 anos, que é o período de de tudo um absurdo.

E o pior é que falhou 2019 agora voltaram para 2057. E aí quando eu tiver pra frente, vamos colocar isso tudo. Tem a ver com um domínio, pelo medo. Ou seja, enquanto nós não pararmos de nos comportarmos como uma igreja onde tudo numa igreja, ela vem pelo medo, é o medo do umbral, é o medo dos dos vales.

É um medo de, ou seja, enquanto a gente não se libertar dessa ideia de um Deus que salva de Jesus que salva enquanto a gente não fizer isso, a gente vai ficar marcando passo e vai ficar fazendo essa ideia igreja gis ta que o espiritismo não é Kardec não falou isso. É que nunca disse isso, pelo contrário, ele combateu essa essa ideia de crença. E aí você pega o meu espírito que fala, abra a boca vários, vários palestras, falar a olio speeds tem 3 aspectos, refino

só, filosófico, religioso. Não tem não, gente não tem. Então o que que acontece? Espiritismo não é religião. Porque aí só que o pessoal no Brasil, por desconhecimento, por não ler a obra de Kardec, o cara, isso fica se comportando como religioso. E aí cai 111 coisa em cima do meu espírita, né? É uma bomba, bem pha jesa, né? Da nossa querida febre, que é o rostang ismo, que é a matriz

católica de pensamento. E aí fica todo mundo achando que é espírito, mas no final das contas, tudo rostang está. Acha que Jesus evoluiu por linha reta porque determinado espírito de determinado médico famoso falou que Jesus evoluindo e a reta no livro? Feito como se fosse um livro espírita, a Brasileira, que é o consolador com perguntas e respostas e quando você vai ver conceito do sangue, chegue a devolução em linha reta, que é isso?

Depois fala que Jesus era perfeito e que acaba tudo rostang ismo e as pessoas não sabem o que é isso. O espírito vem de uma de um catálogo de uma igreja católica ou de uma igreja. É evangélica, chega lá, encontra tudo, igualzinho o inferno é um Brau.

Né? AA palestra espírita, em vez de ser palestra de questões de de estudo, como a gente está aqui, você senta, faz uma prece, escuta uma pessoa falar como fosse um padre e aceita, então vira uma missa é e cheio de curto, cheio de coisa e ninguém questiona nada? Então quando um médico famoso chega e fala uma coisa, todo mundo acredita, tá totalmente equivocado, né? E aí isso, essa salada que fizeram do espiritismo no Brasil e a gente tem que brigar, tem que lutar, ajudar todo mundo a

esclarecer, porque só vai. É isso. Com estudo, esclarecimento o resto. Fica complicado. Mas o Giovanni, como é que fica essa fala do Henri aí? Complementar a do Pedro em relação a outro mantra do movimento espírita, que é a data limite que ele acabou de tocar o nosso erro, né?

E um outro conceito que já foi produzido por essa criatividade do movimento espírita, que é a moratória, não, não aconteceu em 2012 porque os espíritos de luz concederam uma nova moratória para o planeta, e então estamos todos nós aí nesse processo de construção e vai chegar a transição. Vai chegar é por aí. Muito pertinente, Marcelo, você sabe das nossas conversas individuais, né? É que eu particularmente já embarquei algumas furadas. Já embarquei algumas furadas, quem não?

Mas quem não tem quem, mas. É interessante que isso é acaba sendo oportuno. Por que faz a gente revisitar Kardec ao revisitar? A gente vê o papa começa de novo, cara, começa de novo, volta lá e vê. Até mesmo esse período atual, marcado por essa, é, é todo esse? Pegando a expressão do Pedro aí? Esse medievalismo, esse negacionismo, é essa, essa aceitação de teses absurdas, de comportamentos inadequados é e que nos remetem aí ao tema da obsessão.

Quando a gente vai lá no 239 do livro dos médiuns, que é o conceito de fascinação. A fascinação nos faz aceitar as teses, as posturas, as Ideas, os sistemas mais ridículos. Tá lá Na Na, na, na fala de Kardec. EE aí eu penso assim, pegando aí AA fala do Pedro, se é que nós estamos, se é que nós estamos num período de transição, isto tem, dada esta pouca evolução que o Pedro citou, dada esta esta pouca evolução do Cristo para cá. Ou que seja da segunda guerra para cá, que foi o primeiro

tempo que o Pedro pontuou. Se é que nós estamos num período de transição, nós temos que entendê-lo como um ciclo que, no mínimo, deveria ser milenar. E o nosso tempo aí? Aí vou pegar até uma expressão pentecostal, né? O tempo de Deus, né, que não é igual, sabe se lá qual é o tempo de Deus, se é que Deus tem o tempo como nós contamos, né, se é que. Né? Nós não podemos entender que esse processo está acontecendo e que vai ser em 30 em 40 anos e 50 anos, ou 2012 ou 2000.

Agora, Fernanda falou e nem sabia dessa Fernanda que já estão falando em 2089, que moratória. Então quer dizer que há frustrou o plano? O plano da alta espiritualidade da esfera? Cris tica, nós imaginarmos que ele não prevê que nós vamos tropeçar aqui, ia colar. A alta espiritualidade, por certo, deve saber como somos quem somos e para onde nós vamos

e o tempo que nós vamos chegar. Quer dizer, ou você pensa isso racionalmente, ou você realmente vai cair nessas situações de Datas de Chico, me disse, né, Marcelo? Ao Chico me disse, é, mas disse só para você, porque então o que disse, né? Mas pra mim encerrar aqui, Marcelo, pra mim, o atual período obscurantista foi importante porque eu sempre fui e ainda me considero um espírita do campo religioso. Me permitam.

Fazer então a leitura, uma lei 11, leitura, que seja judaico cristã do espiritismo, porque eu gosto de me faz bem. Eu converso isso muito com Elias Moraes também. Me faz bem essa leitura, eu gosto, mas me permitam então fazê-la e voltar para Kardec. Porque nós também não sei, Marcelo, nós também não poderíamos trans for.

Amar a casa espírita numa academia de notáveis porque tem um aspecto do consolo, do acolhimento, da mensagem do evangelho, que seja a luz da doutrina espírita, sem esses penduricalhos sem essas moratórias. Sem essas invencionices. Né? E daí? Pega, né? Pedro? Outras situações de outros livros que que que na esteira disso surgiram, então surgindo é livro negro, livro com buraco de bala, livro com mancha de sangue, livro que vamos para onde?

Isso aí tudo é, é claro, pega se a evolução da indústria gráfica gráfica para vender livro. E para cobrar Congresso? No fim de uma pandemia, com 30000000 passando fome. Congresso em resorte. 300 BRL a entrada sexi pow. Sabe o que que é 300 BRL? A entrada para um pobre que queira conhecer espiritismo? Onde é que esse povo tá indo? O povo da Phoebe tá indo pra onde? Desculpe a exaltação aí, Marcel. Oo, Marcelo, me permita, permita, pois aí com com com o Giovani.

Agora eu achei interessante Giovana essa sua, essa sua afirmação não é dizer assim. Eu faço parte desse movimento movimento religioso. Eu tenho, eu tenho me doutrinado, né? Me doutrinado muito isso. Isso vem o mesmo ao longo dos anos e doutrinando no sentido de compreender. EEE falo isso sem qualquer tipo de de pretensão de superioridade. É realmente um exercício pessoal, tá? De compreender que cada um de nós está vivendo a experiência

que precisa, não é? A experiência que precisa é porque assim eu não consigo pensar. Vamos lá se a gente pensar? Espiritismo como doutrina filosófica, de bases científicas e consequências Morais, que é um conceito que, pra mim me contempla melhor, né? Que está lá em Kardec. Mas aí pode dizer que consequência religiosa, ciência, filosofia, religião é o que que acontece muito, o que que nós vemos muito.

Em função de nossas prioridades, preferências de nossos interesses, de nossa história, né? De um modo geral, da atual e de outras existências a gente tende AAA se atrair mais foram aspecto, né? EAA investir mais naquele aspecto e acaba acreditando que aquele aspecto é o aspecto. Né? E eu, eu particularmente eu não consigo isso contempla um pouco QR, falou. É, eu não consigo ver o espiritismo só como isso, aquilo, aquilo outro, eu acho que é tudo ao mesmo tempo, é um amálgama, né?

A ideia de amálgama, vocês são da área aí de é o Henrique, é da Oo Henrique, é da área de engenharia e o amálgama é, é algo que é tudo e nada ao mesmo tempo, né? É uma mistura que que de certa forma mantém a identidade de cada aspecto, mas há uma dinamismo, alteração. Se eu lhe confesso que eu consigo entender, mas não, eu

não consigo ainda compreender. Ou seja, é algo que está é que se apresenta para mim intuitivamente, mas que eu não consigo formular, porque eu não consigo nem viver isso de verdadeiramente, né? Essa, essa, essa, essa, essa dinamicidade desses aspectos de outros aspectos. Espiritismo tem. Eu acho que é. É, é a grande questão é, não é tanto o aspecto que se priorize. Mas isso que eu vi agora em sua fala é a sinceridade, sabe? Gilvan é, é cada um viver de forma sincera.

Aquilo não é EE ser de fato 11. Algo sincero, porque olha aí e aí eu vou pra Jesus, né? De tudo, de do pouco que eu conheço de Jesus, eu só me lembro de Jesus descer dos tamancos diante da hipocrisia. Né? Diante da hipocrisia, ou seja, diante daquelas pessoas que deliberadamente, né, que, sabidamente, pregavam uma coisa, mas faziam outra. Né?

Que era o sepulcros caiados, porque veja, é as outras pessoas, as pessoas da da, da das condições normais de temperatura e pressão que que tinham lá os seus tropeços, né? Suas suas vacilações, mas que eram sinceras no processo delas. Eu não me lembro de ouvir uma palavra de repreensão de Jesus, né? É, eu não me lembro de ter lido Jesus descendo a madeira em em Zaqueu, por exemplo, né? Pelos erros que Zaqueu eventualmente tivesse praticado.

Por quê? Porque Jesus reconhecia que eu sinceridade, ou seja, não foi aquela pessoa que errou, digamos assim, que fazia. Pede por maldade, mas que estava no processo dele, né? A mulher adúltera no processo dele, Madalena, no processo dela, todos os outros, Pedro, enfim, todos os outros. Seu processo, que é a maioria de

nós. Então, assim, quando eu penso quando eu penso, os espíritos superiores que não consigo pensar Jesus, mas talvez pensando Jesus, olhando pra gente nessa experiência aqui agora, o que para a gente? Uma série de coisas que pra gente é insuportável, para um espírito como Jesus, olha dizer assim, olha, é o processo do aprendizado, né? É o caminho natural do aprendizado, então eu acho que nos fato, talvez essa naturalidade, esse reconhecimento, se você me

disser assim é uma você não? Bem sincero, né? Eu hoje não me contempla hoje, as estruturas de centro espírita, né? Eu não me reconheço contemplado na forma como centros espíritas estão organizados, mas existem milhares de pessoas que ainda precisam daquela estrutura. Agora, qual é o nosso papel enquanto dirigentes, né? É conduzir essas pessoas dentro do possível, porque o caminho é pessoal, mas a gente tem a função de esclarecer.

Né? Conduzir essas pessoas aqui, entendam que elas são centro, né? E não. O centro percebe que o centro É Ela, se não a instituição enquanto tal. Mas veja que interessante, né? Eu tenho uma amiga, eu tenho uma amiga conversarmos sobre isso algum tempo e tal, e ela e disse que estava indo no centro, determinação de fita que ela queria conversar com o espírito e lá era permitido isso, né? Aí disse assim, ela, mas você entende, né?

É, imagine você pedir conselhos ao espírito que não te conhece, é uma pessoa que não te conhece. Para falar para você pedir conselhos sobre sua vírus, observar e fazer, e ela disse assim, olha, Pedro, eu entendo tudo o que você fala. E você está certo, mas para mim é tão consolador conversar com o irmão espiritual, percebe? Então assim tem, tem coisas, tem coisas e é. Pois é, entendi pelo menos Pra Ela. É naquele contexto e o que que eu ia dizer mais a ela que ela estava errada.

Não é a compreensão, mas o meu papel. Eu fiz é entender o tempo de cada um. Agora, o que me preocupa de fato e aí me permitam a ousadia, né? De buscar Jesus, né? Agora como referência, é exatamente a ação nefasta dos hipócritas, né? Daqueles que se utilizam disso porque não tem como, ó esse tipo de discussão que nós estamos travando aqui. É um tipo de discussão que a grande maioria não vai conseguir travar, porque o pensamento está voltado para outro referencial,

tá? O que me preocupa é que essas pessoas sejam exploradas, né? Pelos vendilhões do templo, né? Pelos e poucos calhar, caiados por aqueles mesmos. Hipócrita, né? Que que, que a quem Jesus se referia de forma veemente, dura é, é isso que nós temos que que que perceber, né? Então eu gostei muito da da fala do n gostei muito do Gilvan afirmar, eu sou religioso. E não há, e em essência, não há problema. A grande questão é o que fazemos com isso? Né, Pedro? Já que nós já subiu?

Beleza, mas só se você pensar no sentido profundo do religare, está perfeito, né? Eu não consigo pensar espiritismo como religião. Como instituição. Eu não posso negar fechar os olhos para que é. É assim que o movimento espírita é, não só aí no Brasil. Aqui em Portugal também. O espiritismo é eminentemente religioso, e aí que é que tem aí o que? O que é que nós temos AA fazer, ou das 21 ou a gente entende, convive mais, se posicionar a marca a nossa fala.

Que é o nosso olhar, ou a gente, ou a gente combate, né? Ou a gente combate e perde a oportunidade de voz, né? E a oportunidade de voz percebe. Esse é o ponto. Agora eu achei perfeito e assim acaba se transformando de fato, num processo obsessivo, coletivo. É uma obsessão coletiva, a coisa da transição. Voltando para a coisa da transição, né? Coisa da transição é que que agora me agora eu me perdi um pouco, não sei quem foi que tocou, é essa coisa do. Perdi. Eu perdi o raciocínio, não tem

problema não. Mas assim, olha, é essa coisa da transição acaba se transformando sim no processo coletivo de obsessão que explora a culpa que explora o medo, né? E que explora exatamente essa disposição das pessoas a fazerem tudo o que for possível para poder chegar lá, né? Inclusive, desembolsar 300 BRL pra pagar um Congresso. Percebe se isso? Se isso estiver no Horizonte, né? De de perspectiva, de que há, quem sabe com isso aí, né? Com essa barganha, asinha para

assistir as estrelas, né? Porque muitas vezes é isso, é disso que se trata. Eu fico pensando assim, gente, é, é e vai uma crítica aqui positiva. São eventos que são mais do mesmo, né? Porque se fosse, se fosse eventos que repetissem as pessoas mais, trata-se de coisas diferentes, tudo bem, mas são mais do mesmo. Eu me pergunto a que se presta a isso, né? Qual é a finalidade disso tudo? Não sei, né? Não sei.

Fica aí AA pergunta retórica para quem quiser responder, Marcelo. Nós costumamos usar no SK. Pedro é um trinômio que explica essa questão que você acabou de tocar. É culpa, é medo e é salvação esse tri nome militar presente em todo o processo. E aí, quando Gilvan confessa para nós, na verdade, confessa para você que está assistindo o Gilvan pela primeira vez ou pela segunda vez aqui na bancada, comprometimento ou não, conhece o Gilvan de longa trajetória como eu e o Pedro, por exemplo.

Não há problema nenhum, Giovanni. Se assumir religioso ou de ter uma vinculação importante com o pensamento judaico que saia do armário. Aliás, isso está preto. Enfim, em Alan Kardec em praticamente na segunda parte do processo, nós não é secar, né? E temos trabalhado isso. Uma verdadeira guinada que Kardec dá de 57 a 64. Ele fica mais no aspecto filosófico científico. Em 64, ele bota a túnica, bota o

camisolão. Bota AA farda religiosa e pública, 3 obras que são fantásticas do ponto de vista da completude espírita, mas assume uma feição religiosa e aproxima ainda mais o pensamento espírita. Quais são as bases? A filosofia judaico-cristã, por causa de Jesus, mas sem esquecer também da filosofia grega que agrega aquele conhecimento íntimo, aquele conhecimento necessário para que o processo progressivo da humanidade possa conseguir. Essa, esse simulacro, essa sua

fundamentação necessária. Nós temos uma pergunta. Do público que eu vou trazer e vou começar fazendo a pergunta para o próprio Gilvan pedir pra produção colocar a pergunta da nossa Fernanda colaboradora aí do ECK. Interessante ressaltar a auto obsessão, onde nós mesmos ou mesmas muitas vezes nos comportamos como narcisistas, onde só a pessoa se basta e que nada fora da matéria é

importante. Então Juba. Essa questão da auto obsessão e do narcisismo me parece ser uma tônica, algo que fica ali o sino batendo todo dia no nosso chamado movimento espírita. Então a Fernanda quer saber se é uma tendência, se é um processo ou se faz parte do próprio processo pro processo de transformação ou da lei do Progresso, atuando inclusive sobre nós e a nossa mediunidade. Fernanda, Eu Acredito que a se a gente vai lá estudar as Fontes dos males e a gente vê que é orgulho, egoísmo.

Nós temos sim, nós, espíritas, nós temos alguns componentes aí alguns complicadores, né? Vaidade, orgulho. Há também AA nos colocar alguns obstáculos, né? A gente tem, tem essa vaidade e a gente tem esse orgulho. A gente tem, é muitas vezes essa coisa de de uma grande audiência, por exemplo, na internet, eu, ou de palestrar para um grupo grande, né? Isso é isso. Isso nos atinge e vira um complicador, né?

Não só na mediunidade, mas nosso comportamento em geral é, e isso é uma auto obsessão, é a dificuldade que temos em nos vermos como somos esse déficit que nós temos de nos vermos como sono. Somos, né? E há uma outra situação, a gente que está interagindo muito, alguns coletivos de estudo aí do campo progressista, do do espiritismo, realmente no campo progressista. Eu não gosto de dizer a redundância.

Espiritismo progressista, então eu particularmente, gosto de citar espiritismo do campo progressista. Nós trabalhamos. Até por conta das psicografias, nós trabalhamos muitas questões do espírito e nós deixamos as questões do corpo, da conservação do corpo, dos interesses do corpo, da luta, por exemplo, necessária pela justiça social, do do processo dialético, que é o que resulta auto transformação, que se chamou a reforma íntima.

Há, mas você se mudando, você muda o mundo, claro, mas um mundo melhor também gera homens, melhor impactar homens melhores é um processo dialético e o espírita, via de regra, é um ali e nato. O espírito a via de regra, o nosso movimento conservador classe média, o movimento espírita, ele não atenta para algumas necessidades, algumas importâncias do processo social, da construção de uma sociedade

mais justa. Basta não falar, então aí você também se auto obsidia esta semana que passou eu tiver acesso a uma palestra de um jovem em torno de 20 anos, maravilhosa do ponto de vista religioso, um jovem que está começando agora 20 e tantos anos, um conteúdo muito bom que bebeu lá nas Fontes do espiritismo religioso.

E no final a gente foi conversar e tal, resumidamente, eu desprezo que eu estava muito descontente com os rumos do movimento, com essa situação com espírita é normalizando esses discursos de ódio e tudo, e né? Apoio a pena de morte a tortura, negacionismo contra a vacina, essa coisa toda. E disse assim, não, mas fiquemos tranquilo. Ele falou, Marcelo. Ismael está no comando.

Ora, o que que é isso se não a postura de jogar para a espiritualidade, uma responsabilidade sem nossa, não importa é que a literalidade, a realidade ou não do livro Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho que importa é ainda, nós colocamos o processo lá. O fardo lá nas costas, do espírito benfeitor. Nós estamos colocando ainda lá. Estamos colocando lá estamos,

estamos deixando. Eu. Eu não quis desconstruir a falar dele porque é um jovem de 20 e poucos tantos anos, formado, espírita, acredito que de família espírita. Eu me vi lá atrás. Eu me vi com aquele entendimento que tinha lá atrás, mas hoje não dá mais pra continuar assim da gente se alienar de tudo e achar é, e aí se auto é o famoso Jesus está no Leme, sardinha é isso mesmo, né? É isso, é auto obsessão você não querer. Vê a realidade que está muito

Clara na frente dos seus olhos. Vai lá pro item 239 do livro dos médiuns de novo. Isso me fez lembrar giovan, um bordão que eu escutava quando eu tinha, sei lá, os meus 9, 10 anos de idade e a gente só tinha a televisão aberta, né? E a legião da boa vontade tinha um programa Na Na rede Bandeirantes de televisão e esse Jesus está no Leme. Ismael está no comando. Me parece assim aquele bordão da LBV, Jesus está voltando, paz para o Brasil. Isso e co até hoje no meu ouvido como mantra, né?

Como aquela necessidade do escudo, a salvação de que falamos há pouco, né? Aquela necessidade que o espírita tem de ter uma egrégora, uma aura protetiva. Mas voltando à questão que foi feita da Fernanda, é por sardinha colocar novamente na tela. Vamos chamar o Henri pra pra responder.

Essa auto obsessão que a Fernanda coloca, Henrique parece ficar ainda mais evidente quando o indivíduo assume uma posição de importância no chamado movimento espírita e passa a atrair multidões e em que também há uma confusão generalizada entre o homem e a obra, seja ela obra material, seja ela obra mediúnica, é por aí? Sim, com certeza. E aí é muito mais mais grave o problema, Marcelo, porque Oo

espírita do Brasil, por exemplo. Ele no Brasil, tudo tudo, ó o. As religiões africanas vieram para cá, fizeram sincretismo religioso, então você tem São Jorge lá na banda você tem um motor de coisa, então os PT já chega da França, né? E vem contaminado pelo rosto, sangue, depois em cadeia, que desencarnar virou uma bagunça. Teosofia com os tanques me veio pra cá, chega aqui e pego, pego o pessoal todo religioso. Então, isso daí prejudica bastante, né?

O tortelloni, junto com os espíritos que eram chamados de de cientificistas, tiveram uma luta grande com os os, os místicos, liderados por Bezerra de Menezes, que não é Santo, como dizem. E aí, o que que aconteceu? Houve uma briga grande, quem venceu foi o Bezerra de Menezes e ninguém sabe o que é tortelloni, o grande espírito que deveria ser estudado, e aí fundaram a febre. A febre vem com esse, com esse esse movimento religioso.

Isso é um problema grave, porque as pessoas se comportam assim, determinado, médio, falou. Tá, é, é lei isso. Isso é complicado, isso é idolatria e eles fazem isso com espíritos também. Espíritos famosos do movimento. Enquanto enquanto Kardec faz um livro só inferno, o espíritos comuns dando e colocou os felizes, né? Os os suicídios uma série de de não tem espírito famoso para a cadeia, não tem. Inclusive Kardec no começo. E aí você fala muito isso, Marcelo?

Marcelo quando no começo do do da espira como ecad, é que começa a botar o nome dos mede para? Aí devo como você mesmo fala, ele bota dhe médio d, depois, se você continuar ali, né? De espírito, depois de 65 para lá, e tira totalmente o nome. Então, o que que é? Quer dizer, não interessa a personalidade do médio, não interessa quem foi o espírito que importa é a forma da

comunicação. Fundo da comunicação a forma não interessa se o espírito chega a falar não só para Jesus, Jesus, Jesus e você fica emocionado com isso. O que é que interessa? O importante é, é o que está lá na moral dessa comunicação. E eu falo assim, porque quem pegar a revista espírita de 60, se não me engano, é 8, é logo no comecinho, os Messias do espiritismo. É um artigo que deve ser lido por todo espírita.

Aquele ano começam vários grupos mediúnicos receberem notícias e que o espiritismo e ia ter Messias, olha só e esses Messias iam vir, iam, iam trazer uma nova nova roupagem. Ao espírito Escada que coloca algumas algumas dessas comunicações e coloca também a avaliação dos espíritos. Uma das avaliações, porque eu fiquei pareça é do lacordaire, que foi um dos cardeais de Paris, já estava desencarnado e caiu. O próprio Lula codec era cardeal, fala assim, olha, esse não.

Não interessa a personalidade, o próprio acordei e lá quando ele falou até de Jesus e falou ó, esse é o Jesus que morreu na Cruz. Não importa o Jesus, aquele foi um personalidade desse espírito, então a gente ainda está muito apegado a isso aí. Salvação, essa salvação do Salvador. Mas não podemos fazer isso porque a gente fica preso a um salva, uma salvação externa, não é? Os o espiritismo explica que você, que se salva, você é responsável por você.

O caminho você não precisa de Jesus de salvar. Se não precisa de um padre ou um médio de salvar, você não precisa de uma igreja, você é que vai através do seu entendimento através de tudo, você que vai traçar o teu caminho. Podemos ser ajudados, claro, os espíritos familiares, os Anjos, guardiões, todos estão aí para no nos. Nos ajudar nossa família espiritual, mas nós não precisamos. Precisamos uma coisa externa nossa. Espiritismo diz que a salvação está dentro de do espírito.

Dentro do espírito, não é e não fora dele. Então é isso que as pessoas não entendem. Aí ficam presos. A palavras de médio. A grande maioria confunde. Quer uma pessoa para guiá-lo e criam verdadeiras bengalas psicológicas. Podem ser um dirigente do centro, pode ser um médium famoso, pode ser um palestrante famoso ou os palestrantes, ou Cindy viraram colts espíritas. Né? Psicólogos, servir pra você ver grandes é. É a less than this, entre aspas e verdadeiras palestras.

Você vai olhar de alta ajuda. Mas despediu, não tem nada. Nada, você pega tosse, não sai nada doutrinário. E felizmente, e as pessoas ficam pegando isso ficam, é, é, é. E ficam matando passe quando pensam, acabou encarnação e não conheceu o espiritismo como o próprio quando falava. Allan Kardec é o desconhecido no movimento espírita e é verdade. Quase ninguém estuda Allan Kardec, quase ninguém. Livro dos espíritos, pouquíssimo. Se o pessoal fica só no evangelho e confunde o pessoal

está. Há tem que espírito. Tem que ler a bíblia, não. Não precisa, né, amigo? Tem que ler os livros espíritas, né? De Kardec e não a bíblia. Pode-se ler tudo, inclusive livro mediúnico, mas primeiro você tem que ter a tua base do opinar é forte. E essa base só com os estudos em cima das obras de Kardec. Muito bem. Falta só o Pedro falar a respeito.

Aproveitar todos esses ingredientes que foram colocados aí pelo Giovanni, pelo Henry para tratar dessa questão forte que é auto obsessão e como ela influencia na nossa conduta espírita. Vou lembrar aqui o livrinho livrinho, é forma carinhosa de dizer, né? Escrito a 4 mãos aí pelo Valdo e pelo.

É Chico Xavier da necessidade de nós estarmos sempre vigilantes em relação às nossas atitudes, mantendo uma conduta mais é parelha em relação à própria orientação metodológica de Kardec. É isso mesmo, Pedro? É sim. Marcelo é ó auto obsessão, né? No livro dramas da obsessão, que é que é ditado por Bezerra de Menezes, árvore Pereira Bezerra diz que toda obsessão sugere a auto obsessão, né? E aí a gente vai lembrar aqui na base de toda obsessão a um problema moral, né?

Há um problema moral aí você vai dizer, poxa, mas quem de nós não tem problema moral, não é? Todos nós temos, né? O grande problema é que, em algumas circunstâncias, e aí é que entra AAO interessante da discussão do do gente como a gente, né? Da ideia do gente como a gente, AA grande questão é que nós todos todos, independente de de, de crença, de escolha e se IDE, IDE ou não, crenças, enfim, todos nós estamos sujeitos a altos e baixos, né?

Todos temos problemas Morais. É lembrando o Chico Buarque na música. Bailarina não é do reparando bem, todo mundo tem pereba, né? Então todos nós temos as nossas perebas Morais, mas há momentos em que estamos mais fortalecidos e há outros momentos em que estamos mais fragilizados. E esses momentos de fragilidade, eles podem responder por uma vulnerabilidade maior e, consequentemente, a possibilidade de sermos atingidos, né?

Por um processo obsessivo, porque eu digo por um processo obsessivo, porque a influência nós estamos o tempo todo a sofrer, né? Então o os convites, né? As as sugestões, as, a as atrações, as seduções, estão aí, agora é, nós podemos ter momentos de maior vigilância e maior Fortaleza e, portanto, de maior resistência, ou momentos de menor vigilância e de menos Fortaleza. Consequentemente, de menor resistência e de maior suscetibilidade do processo obsessivo, né?

Então, essas suscetibilidades são exatamente, podemos dizer tranquilamente que é nessa sub suscetibilidades que existe a auto obsessão, né? Oo fragilizar-se, né? Ou ou açodar, por exemplo, determinadas paixões determinadas é é deficiências? Como foi mencionado aí, vaidade, orgulho, egoísmo ou mesmo o. OOAA, exacerbação da culpa. Né? A exacerbação da culpa em função de erros praticados e o que é que acontece?

Os espíritos? Sobretudo, porque assim, a espíritos espíritos como a homens e homens, né? Então existem espíritos, por exemplo, movidos por vingança, que vão agir atabalhoadamente tentando te fazer o mal que ele puder. Mas há espíritos que, mesmo movidos pelo desejo de vingança, são extremamente astutos e são capazes de estudar o nosso íntimo, né? De estudar AA nossa o nosso interior, a ponto de nos insuflar, né? Aquelas paixões pelas quais, né?

Se acessa mais facilmente, né? Se pode acessar mais. Somente a gente, do ponto de vista moral, para que a partir daí se possa de fato e prender uma ação. Por isso que é falar em auto obsessão é falar e é lembrar da questão moral que está na base de todo o processo obsessivo, né? A fragilidade moral que está na base de todo o processo obsessivo, seja pela culpa

instalada, né? É seja pela pelo aprofundamento de determinada imperfeição moral, vamos completar, vamos falar sim ou incompletude moral, né? É, nós nos expomos nós nos fragilizamos, né? E em função dessa fragilização nós abrimos o campo. Né? Para que de fato, o processo obsessivo se estabeleça, tá? Então é, vou, vou, vou fazer essa abordagem, já que os amigos fizeram ampliação muito bacana.

Aí eu vou fazer essa abordagem mais, digamos assim, mais específica do processo em si ou do mecanismo em si, do processo obsessivo e, consequentemente, aqui do processo auto obsessivo.

Muito bem, o nosso querido Henry, ele tem um compromisso a partir das 8:00 da noite, então ele está pedindo licença a nossa produção para se ausentar um pouco, já disse Pra Ele que pelos direitos trabalhistas vigentes aqui no nosso, na nossa estrutura de movimento do SEK, depois lá ele tem que passar lá no RH para justificar essa saída antecipada. Se não vai, vim o desconto em folha de pagamento conforme determina aí a legislação espiritual vigente em todo o

universo. Mas é então a sua oportunidade aí das suas considerações finais. Vai perder uma pergunta, agora que é capciosa, mandada lá pela nossa produção? Mas, de qualquer maneira, ele, ele vai sair na hora. Posto o acesso ao vídeo e vê aí o que que meninos disseram a você. Não quer fazer a pergunta para eu fiz ponder isso aí, não pode ser também, mas aí você vai ter que controlar o tempo, porque eu não vou ficar aqui, fez controlo nome, deixa contornando de

pergunta, né? E eu queria falar uma coisa importante, esse é o jeito, o Marcelo Henrique diz, eu gosto disso aí, Marcelo. Pergunta Marcelo. Pergunta. O pessoal disse que é o estilo morde e assopra. Aqui em Santa Catarina dá um amor de dinha. Depois eu dou uma sopra. Dinha, fica tudo bem, não tem problema, não tem dor, não tem nada. Mas a pergunta é o seguinte, r é a prática espírita consagrada, né?

Alguns dizem que é uma prática Mística, uma prática que tenha influência aí desse caldo cultural presente sobretudo no Brasil, com a influência do africanismo com a influência. Das religiões de matizes africanas, com a influência de um catolicismo muito evidente depois de um neopentecostalismo também bastante influente em terras brasileiras. Ele tem contribuído todo esse processo com o surgimento de conceitos e teses que acabam tendo uma distância grande.

É em relação à teoria originária de mediunidade e, sobretudo, o tema obsessão, que é o que está em voga na nossa live de hoje. Então, por exemplo, se tem se ovoides magos das trevas, implantação de chips espirituais e outras, é afirmações novidadeira. Como? Como Pedro? Dragões, Marcelo, há dragões e outras cositas más, então é pergunta para ti e depois para os outros meninos que vão permanecer. Gostaram do meninos? É isso aí é OE secar rejuvenesce

todos, né? Essa gramática do movimento espírita é condizente com os pressupostos kardequiana? Não, e eu vou dizer para você muito mais do que isso. Aí vou estar falando um de alongador que trabalhou 5 anos com desobsessão e a maior luta que eu tive. Para chegava pro pro, pro. Grupo mediúnico chegou ao ponto que eu fui dirigente. Cheguei para Oo dirigente da casa e falei, vamos parar de estudar esses livros mediúnicos? Precisamos estudar o livro dos médiuns.

Você, acredita? Marcelo, que passamos 4 anos sem querer. Se ninguém queria, estou-lhe dos médicos e eu queria saber dele, gente, qual o motivo disso? É muito complicado. Eu falei, não, não é complicado, não é complicado. Então eu tive uma Batalha na casa espírita e que culminou Na Na minha saída, eu eu fui, eu

fui expulso. Eu me expulsei, o que eu não aguentava mais chegar numa, numa, numa reunião mediúnica, o espírito e a médio, a médio já contaminada com os livros mediúnicos domínios da mediunidade, é a Sé. Diálogos das sombras se contaminou médio e na hora que o médio vai entrar em em em transe, Marcelo é uma complicação danada. Ele mistura conceitos de livros mediúnicos, conceitos e eu. Depo todo enfrentando esse problema, eu dizia, a gente tem que te dar o livro dos médiuns.

Tem que estar dos espíritos. E os espíritos, muitos dos do dos fenômeno, no OOA reunião mediúnica, no Brasil, tem um problema Sério, Sério? É aquela história do templo, né? Aquela história do Sacramento a realmente única, como atendimento a sofredores é importante, sim, mas é importante reunião de evocação para que a gente estude junto

com os espíritos. Kardec falou em 1866 na revista espírita, combatendo um artigo de André p Zane que colocou espiritismo sem espíritos, porque na época de Kardec os os roxane. Olha agora que os espíritos já falavam, interessa, a gente vai fazer tudo na filosofia. Ela falou, nada que isso. O espiritismo é diálogo com os espíritos. A gente faz isso hoje a gente

não faz. O espírito fica achando que tá ali devido a uma frase de um de de, de um, de um espírito famoso, dizendo que os médicos são os piores devedores, que não existe. Se não dá, não dá. Uma de cada é que tem que ir para a reunião mediúnica para pagar as dívidas. E não é isso realmente única. É Caridade, é Caridade, tem que ser gente sem interesse nenhum. Você não pode correr nenhum interessado em pagar a dívida, não, gente. Reunião mediúnica é para você

ajudar. Agora nós estamos com um déficit tremendo de doutrina espírita, porque a gente não conversa com os espíritos. Os espíritos superiores não vão se aproximar da gente mais, porque eles querem que a gente estude primeiro. É por isso muita gente ficar a espiritualidade não tem. Só tem um bocado de espírito. O senhor sabe aí dando informações erradas para vocês, tá? E é muito. Eu falo isso e repito, é tudo que eu dou, sabe? Não tem nenhum espírito superior, não.

Os espíritos superiores àqueles que Kardec conversou, não conversam mais porque a gente não tem condição. A gente parou de estudar, certo, então tem que ter um estudo Sério. Os espíritos só vão se aproximar para continuar o ensinamento dos espíritos. Tá? Quando a gente se encontra aqui, a gente não sabe. O espiritismo, como Kardec quis deixar e é assim, estudando que eles vão se aproximar.

EE essa conversa tem que ser retomada em vários grupos mediúnicos e não ficar com essa besteira de achar que o agente está ajudando os espíritos. Não muito nessa cidade não tá não, porque os bons espíritos já estão fazendo isso. Você pegar o mundo com milhões e milhões de espíritos encarnados, a grande maioria não sabe nem que está desencarnado e achar que é OOA reunião 2000 e que ajuda, se não ajuda, não ajuda os encarnados aprender a lidar com os espíritos.

Mas quem ajuda os espíritos são os próprios espíritos. Quanto tempo e antes do espiritismo, que não tinha nem mediúnica? Como é que esses espíritos eram filiados? Então tem esse problema no nosso meio e é grave. É muito grave. A gente tem que voltar a conversar com os espíritos. Eles estão depo, todos esperando que a gente tome essa atitude. Enquanto ficar sonhando com um livro mediúnico, achando que tem colônia espiritual, nosso lar tem um bravo, tem abismo.

Se vale do suicida, vai ficar todo mundo rodando igual um cachorro atrás do rabo. Não adianta a gente, nós temos que estudar, estudar, e aí? Eu. Eu gosto do meu caro Marcelo, dou minhas cacetadas, tô aprendendo com ele, mas aí eu passo pano, né? Fiquem em paz e que os bons espíritos nos acompanhem sempre. Um grande abraço, Marcelo, a todos vocês.

Valeu, Henry. Sempre um prazer receber você aqui e tratarmos com essa desenvoltura com esse conhecimento que você tem, do processo mediúnico das obras de Kardec, sempre dentro dos para driggs, paradigmas estabelecidos

pelo grupo espiritismo. Com Kardec é não nos afastarmos da teoria de Kardec, mas permitir essa necessária oxigenação através de novas práticas, novas visões, novas interpretações, inclusive sobre a vasta literatura contida nas 32 obras de Kardec. Até uma próxima, meu amigo. Um abraço. Então vamos continuar estendendo a pergunta para o Pedro e para o juwan eu vou repetir a pergunta,

não é? Na nossa prática comum costumeira, do movimento espírita e também na literatura, que nós chamamos no ressecado, em literatura para espírita. Pedro, existe 11 ingresso de conceitos e teses que guardam uma distância muito grande com a teoria originária de mediunidade de Allan Kardec, né? E aí citamos ovóides magos das trevas. Chip sujo van complementou com dragões e outras cositas mais que vem surgindo aí como Ideas, como se isso fosse teoria mediúnica, né?

Então, a pergunta que eu fiz pro Henry, repito pra você essa gramática do movimento espírita seria condizente com os pressupostos Kardec anos? É uma pergunta difícil, né? OOROR fez aí considerações extremamente interessantes. Eu. Eu vou tentar ser objetivo, né? Tentar ser objetivo. Eu não duvido que haja espíritos que se chamem magos negros, né? Eu não duvido que haja espíritos que se chamem dragões. Eu não duvido. Eu não duvido que coisas assim possam existir.

Não é da mesma forma como o capítulo oitavo do do livro dos médiuns que fala da segunda parte não é laboratório do mundo invisível, nos diz que a matéria do mundo espiritual ela é extremamente moldável a partir do pensamento. E que o pensamento pode criar, recriar e moldar. EE fazer um Monte de coisas, né? Eu acho que Oo que existem são interpretações, inclusive dos espíritos, né?

Porque assim a gente. Vou voltar para a ideia do é obsessor e gente como a gente não é é e extrapolar ela para dizer assim, esses espíritos que relatam essas coisas também são gente como a gente percebe? E da mesma forma como nós, estamos sujeito a observação e a interpretação equivocada daquilo que a gente observa. Os espíritos também estão, tá? Então eu, eu e o processo mediúnico, ele é muito complexo, né? Porque veja, Oh, eu estou falando isso aqui agora, vocês 2 estão aí me ouvindo.

Cada um de vocês podem ter interpretação completamente diferente daquilo que eu estou falando, não é? E às tantas pessoas que nos estão acompanhando por todos os canais, podem ter também cada uma interpretação muito diferente. É, talvez depois vocês ouçam aquilo que eu estou dizendo e deduzam de outra forma.

É, imagine, vamos lá, imagine para um espírito é. E lembrando Kardec, né, os espíritos que diziam a Kardec, por exemplo, lá em o livro dos espíritos que eles não tinham vocabulário suficiente para descrever aquilo que eles viam, né? Para descrever a realidade espiritual, não, não havia paralelo, não tinha como fazer, então era muito por aproximação, então imagina um eu, um, Gilvan, o Marcelo, um, quem quer que seja diante de uma realidade espiritual, observando um fenômeno.

Primeiro, tentando entendê-lo com o senhor, a bolsa linguístico não é, é segundo, tentando traduzi-lo a partir também do seu arcabouço linguístico. E o que é pior, traduzi-lo através de uma mente mediúnica, né? Através de um médium, ele também limitado em termos de de linguagem, ele também limitado em termos de crenças, ele também limitado. Ter de possibilidade, então, o que é que eu acho?

Eu acho que há uma distância muito grande entre aquilo que o indivíduo que o espírito que narra v identifica no mundo espiritual. Compreende? É capaz de verbalizar aquilo que o médio é capaz de captar, o que ele entende, o que ele traduz e o que a gente compra. Ele, do que ele traduz, percebe? Então assim, eu não duvido que aqueles fenômenos que são descritos existam, mas eu entendo que a forma não é e que os conceitos que ali estão

preenchidos possuem lacunas, né? E precisam ser revisitados com atenção, com cuidado e tendo como referência, claro aí a proposta de Kardec. E eu sempre tenho laboratório do mundo invisível, com uma referência, não é? Eu acho que o Kardec diz ali, a teoria é uma teoria que explica

muita coisa. Muita coisa não é muita coisa que a gente não vê com palavras propriamente dita, com a literalidade, mas que podem encontrar ali uma sustentação, uma estrutura explicativa para a compreensão do fenômeno. Acho também que nós exploramos nesse aspecto de forma muito in the muito indevida, né? Quando esses conceitos surgiram no movimento espírita e eu estou pouco preocupado com as palavras, né? Se é um mago.

Branco, seu mago negro, ser um cinza assim é um é um, é um colorido isso para mim pouco importa, não é o que importa para mim é a ideia, né? Existem espíritos que se arvoram com aquela característica, existe existe os encarnados porque não vai existir desencarnado.

Percebe-se espírito também é gente, se gente também é espírito, se há pessoas encarnadas, por exemplo, que são inveteradas na provocação do mal, porque elas deixarão de ser assim, porque eles encarnaram, né, e sendo que sem o corpo nós temos as nossas potencialidades ampliadas, porque o corpo é limitador. Tanto para as boas quanto para as mais qualidades, então não duvido desta possibilidade.

Agora eu entendo, primeiro que os médios, que boa parte dos médios que exploraram este caminho, fizeram no meu sentido, de forma indevida, de forma indevida, de forma a explorar a indústria do medo. Aqui nós estamos nos referindo, né? De modo a pintar com uma característica que foi o que aconteceu também com a Ivone Pereira em relação ao vale dos suicidas, né? Eu tenho dito isso com muito desassombro, eu estudo Ivone há

muitos anos, mas. É verdade, aquilo está pintado lá por ele, pelo Camilo castelo branco, com tintas muito densas, com tintas muito pesadas. Agora eu entendo, eu entendo porque é você tinha ali. Naquele caso, eu vou aproveitar

esse exemplo. Você tinha ali uma média que se sentia extremamente culpada por conta do suicídio de que se lembrava que você tinha um espírito também que sentia extremamente culpado e você tinha 2 indivíduos numa época em que se acreditava que a melhor forma de educar a meter medo. O que é que diz? Isso vai resultar aquele caldo, não é? AAO tempo todo, se referindo à

suicida como réprobo. Como isso, como aquilo, como aquilo outro, como criminoso, é compreensível, eu dou um desconto, eu entendo, embora embora entenda também que a aquilo é pesado demais, né? Aquilo é, é, é, foi pesado demais, mas ele tem um contexto contexto de um século a trouxe que não é o mesmo contexto de agora, viu Gilvan, só para completar o raciocínio não é o mesmo contexto de agora, você tem médicos que explorem esse viés do medo.

E do atemoriza mento, né? Nos dias atuais não se justifica porque o momento é outro. A racionalidade é outra, né? AA capacidade de razão e de apreensão da realidade é outra, por isso, por isso eu acho, eu digo e afirmo que o uso indevido dessas Ideas desses conceitos de tudo isso é que compromete muitas vezes a possibilidade de diálogo a respeito dessas possibilidades. É Sério? Dessas possibilidades? Diga Giovana. Porque a gente vai, a gente vai batendo bola, vai.

É, eu passo pro Marcelo novamente, daí eu complemento. Não por tocado aí mesmo, porque acho que a tua intervenção vai ser complementar o que o Pedro acabou de falar. Não tem como a gente acrescentar quase nada. As colocações do Pedro não tem o que é isso e o que eu posso expressar é o seguinte, nas minhas conversas com o próprio Marcelo e eu estou me entregando aqui hoje, entregando o Marcelo também, né? É o Marcelo com as suas, as suas eventuais resistências são premiada dela, relata.

Minha vida no mundo espiritual. Com os quais eu, eu, eu, eu concordo, mas assim eu eu cito, então esse esse livro no seu tempo e no seu espaço é, e aí o Pedro já explica tudo, é o vocabulário do espírito, é a vivência individual dele, é a contribuição. Eu acabei de antes da live de ver passar aqui na minha time line Marcelo um o cartaz de um filme que tá saindo aí de um livro de um romance da zíbia

Gasparetto, né? Veja bem, agora está chegando no cinema, os filmes os livros da zíbia também, mas tem 2 aí. Né? AE é um pontapé, né? É um ponto de partida, né? É. É uma largada para a compreensão desse mundo espiritual. É é aquela história do Violetas na janela, né? Pô, calça jeans do mundo espiritual, não dá pra engolir, mas está lá a menina de 16 anos, eu acho, relatando aquilo que ela viu do da condição que ela tem, né? Agora sim, é é Pedro. Eu Acredito que.

É que essa mesma literatura que tem que ser contextualizada da Ivone em relação ao suicídio que oprime o suicida, é o que nós hoje, no movimento espírita ainda fazemos com a mulher que aborta. Porque há uma carga enorme em cima da mulher que é morta e é difícil você colocar Na Na cabeça do espírita, conservador e religioso que nós, Marcelo, Giovani, Pedro ou quem quer que seja.

Mais ao campo progressista que nós não somos a favor do aborto e que nós entendemos AA palavra crime conceituada lá, crime perante a lei de Deus que está lá no na. No texto literal do livro dos espíritos. E que nós não somos a favor, mas nós também não podemos ter deixado de entender que a forma como um aborto está sendo colocado no movimento espírita, como está sendo colocado pela legislação, especialmente a Brasileira, ela não resolve o problema. Mas isso não cabe na cabeça do

religioso. Para eles é um. É um grande pecado e geralmente é esse mesmo espírita conservador que normaliza. Os discursos. Em defesa da tortura e da pena de morte, mas eles acham que é um absurdo espiritual mais do campo progressista dizer que tem que mudar a legislação sobre o aborto, que tem que descriminalizar, descriminalizar, por exemplo, outras nós somos Gilvan, nós somos contraditórios.

É por natureza, né? Sim, nós estamos bastante contraditórias, é muito, é muito em função disso, né? Muito função disso, e o resto é o que o Pedro falou, aí não tem como, não tem o que acrescentar, isso é é analisar. A obra mediúnica psicográfica no seu tempo, na sua história. E aí, o que OOO Henrique falou? Volta para Kardec, para, para entender como é que Ela Foi situada, né? Eu entendo, Giovana é, me permita completar. Aí eu entendo todas as críticas, né?

Eu eu entendo o pensamento de Marcelo, a gente ouve um Monte de de coisas em relação a realidade do mundo espiritual, né? A questão é, existe algo lá, não é? É não tem como não existir, porque veja, é esses espíritos se movimentam onde, como não é, onde é que os espíritos habitam, o que é que os espíritos habitam? Abstenção entendo que o Marcelo fala como locus espiritual, tá e feia do que o Marcelo quer

dizer. Se você, ó, tem um texto muito legal, é, é até uma oportunidade, um outro momento, bater um papo, ainda que que, que informalmente, tem um texto publicado num desses livros da da Lipe, da liga de pesquisadores espíritas do Brasil, em que um geógrafo faz uma análise muito interessante de expressões que aparecem Kardec lá no céu, inferno, na revista espírita, expressões como território, como população, como lugar que tem um significado, acampamento, tudo isso, né?

Ou seja, é um é um, é um tipo de organização, né? Então os espíritos estão organizados, até porque imaginar que não estejam. É. É imaginar, por exemplo, 111 organização espiritual como aquela da novela nosso lar, né? Todo mundo ali, andando Na Na grama e tal pra lá de roupão. Aqui não pouco era o desespero dos conservador. É uma cidade socialista também, né? Se é que é assim, eu não ia nem chegar nesse ponto, né? Mas ó, eu não vou nem eu, não preciso nem muito longe, é corrigível.

Giovana, casa do campo eu não, eu não sou comunista não viu nem sou socialista não, mas a casa do caminho era um grupo comunista, o que que acontecia quando você entrava para a casa do caminho? Você entregava todas as suas costas bem para administração. É comum, passava a ser de todo mundo. Gente, não sou eu, não está lá no ato dos apóstolos. Quem tiver, quem tiver olhos de ver que veja, não sou porque eu dizendo não, mas assim é e nosso lá vai é um grupo socialista, não é?

É por acaso, é. Não é por acaso, é não tem nada de ninguém lá, mas assim, o que eu quero dizer é o seguinte, é, eu acho que eu acho que muitas vezes o que acontece essa esse problema de Transmissão a que eu me referi a ele é patente, né? Eu acho que nos falta visitar um pouco lá. O livro dos médios AA base lá para mim, que é a base laboratório do mundo invisível, né? E entender o seguinte, olha isso pra mim. Inclusive, não é essencial, não é?

O não é o prato principal. Eu acho que isso são. São questões acessórias, são questões paralelas, né? E amanhã vou falar de memória de suicida, por exemplo, com a para um grupo aqui de Portugal, uma live aqui de Portugal, aí eu me recordo de ter postado uma certa feita algo sobre memória suicida

no Facebook e é um confrade, né? Eu vou dizer o nome dele, mas ele fala abertamente confrades, assim, eu quero que você me explique as sopinhas lá. Do do do hospital, eu digo meu amigo, e quando você está preocupado com a sopa, eu estou preocupado com a quantidade de gente que deixou de se matar ao longo desses 70 anos porque leu o livro e porque se convenceu que existe uma realidade do mundo espiritual, entende? Eu quero chegar. Então assim é, eu acho.

Às vezes a gente se prende num, numa, em questões acessórias que pra mim são acessórios, é tudo discutível, mas Pra Mim Não É o principal, o principal é é qual é, o qual é a finalidade do livro, se o livro atinge a finalidade, OK, então assim é ele, ele consegue esclarecer alguma coisa sobre a necessidade de se valorizar? AA vida de aprender com os erros e isso está ali presente, né? A história do André Luiz, por exemplo, é uma história de do reconhecimento, né?

Das suas limitações e da ampliação de horizontes. Então, se a gente se prende no fio, no fio condutor, essas questões se tornam acessórias. Aí me permita. Marcelo, me permita só estender mais um pouquinho e lembrar de uma coisa que o Giovani falou aqui, eu anotei até a questão dos romances mediúnicos, né? Aquilo é ficção, aquilo é realidade, é uma coisa que as pessoas se entendem, por mais que sejam baseados em fatos reais, aquela é ficção.

Não é aquilo, é uma. Os romances são re contagenses da vida não devem ser levados à literalidade. Eu digo aqui com todas as letras, as histórias que a Ivone Pereira conta sobre ela sobre encarnações dela não aconteceram exatamente daquela forma, né? Eu tenho plena convicção disso e isso está dito nos livros dela, no livro recordação da mediunidade. Está dito isso, né? Com outras palavras, mas não está dito. E aí, o que é o principal, Giovanna, o que é o principal na

história? Eu vou me prender ao aos detalhes, não, qual é o qual é o enredo? E a história de espíritos, né? Que erram gravemente e que, em função desses erros, vão sendo conduzidos a um caminho de aprendizado e de ressignificação. Ponto é isso que a gente tem que entender, né? Que é o ponto comum que nos une. Agora se tem sopa, se não tem a paz a gente, eu acho, é que são questões acessórias. Quando a gente desencarnar, a gente vai saber, né?

E eu quero que tenha feijoada, porque eu não sei como é que eu vou conseguir, né? Tem sido difícil para mim aqui. Sobrevivência uma boa feijoada Brasileira, ainda mais numa no instituto do plano espiritual. Viu? Então se tiver comida eu quero comer feijoada, lasanha. Eu quero comer um churrasco, né? Mas, enfim, brincadeiras à parte, diga aí, Giovana, é só pered, exatamente herege. Mas se for carro de ó, se for caldinho sabor feijoada, pelo menos, né? E tem um sabor feijoada, né?

É a só pra finalizar aí a questão, a André Luiz fala na introdução do nosso lar que os dados dele biográficos foram realmente alterados. III se entender aí também é. Houve aí é algo, algo de ficcional, né? EEE eu particularmente acho as. As crônicas de Humberto de Campos, com toda a situação que a gente coloca aí com relação ao Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho.

Mas os livros de crônicas de Humberto de Campos são belíssimos, de de, de, de ensinamento moral, de de é uma coisa, é um Tesouro de de literatura mesmo e de conceituação moral. O ponto principal, meus amigos, não é nós execrar mozi, a produção mediúnica ou a produção mediúnico anímica, presente na literatura mediúnica Brasileira,

não é esse o ponto. Vocês foram soberbos no ponto de vista de dizerem que aquilo é um recorte cultural, é um recorte intelectual, é um recorte das experiências de cada espírito, assim como nós temos as nossas. Eu como professor de direito, sempre dizia para os meus alunos o seguinte. Nós vamos analisar do ponto de vista jurídico, um acidente automobilístico que foi presenciado por 10 pessoas.

Aquelas 10 pessoas vão dar 10 relatos diferentes sobre o mesmo fato, e aí o juiz vai ter que ponderar com base nas provas, e aí a prova testemunhal assume um patamar importante dentro desse segmento da interpretação do causo perante a justiça. E aí terá que ser dado um veredicto que não vai

corresponder à realidade. Plenas jamais, porque vai ser interpretativo, porque vai ser conjuntural, porque vai estar sedimentado, numa visão que ocorre a partir da interpretação de tudo, dos fatos, das leis, da conjuntura, das opiniões, das manifestações testemunhais, et cetera. Fala com d? Com um detalhe, com um detalhe, se você tiver 10 pessoas, você vai ter 10 versões e uma mesma pessoa pode ter versões diferentes do fato. A depender do momento que Ela Foi questionada, entendeu?

Feito ainda tem isso, então é perfeito, isso é perfeito, isso os olhares, não é? É é. Às vezes é eu, eu, a gente. De um modo geral, eu me incluo nisso. Claro. A gente às vezes perde muito tempo com questões acessórias, né, dos acessórios, mas Oo principal, né? Oo que é o ponto ali, né? É, é principal, precisa ser dito 11 coisa. Por exemplo, o Paulo Estevão, né? Paulo Estevão apanha, mas apanha, apanha de gato morto, até o gato o gato miar, né?

Foi uma surra de gato morto até o gato miar. É existe por um lado, quem bate, bate, bate, bate. Existe por outro. Quem é crédula ao extremo? Um amigo meu dizia o seguinte, que viu numa live 11 professor de história, dizer assim há uma semana não ia mentir, não é questão de mentir não, né? Primeiro, aquilo é um romance, aquilo é uma recriação da realidade. Primeiro ponto, uma recriação da realidade.

O nome já está dizendo, é uma obra de ficção com base em fatos reais, segundo, aquilo é uma versão de Emanuel sobre aquele fato, né? Terceiro é Manoel. Por ser espírito, não tinha o conhecimento de tudo. Não, não é. É AO conhecimento que se descobre. Aqui também é investigado no mundo espiritual. Então, de repente você descobre um algo novo. A história identifica uma coisa nova que desmente o que está escrito no livro, mas talvez aquele tenha sido o conhecimento aqui.

O escrito teria acesso na época, porque não é o fato dele ser espírito que ele tem um conhecimento de tudo, entendeu? Então, quando a gente entende isso é, é e isso tem a ver com o tema, viu, gente tem obsessores, gente, gente como a gente. Então a gente entende que espírito, mesmo espírito guia, espírito orientador, também é gente como a gente, né? E que está sujeito também a lei de evolução.

Nossa, meu amigo, a gente relaxa, a gente abre a cabeça e a gente entra numa vai bem, sabe, numa Vibe maravilhosa, porque as coisas se clareia. Eu só me lembro do filme é que nem apocalipse, quando aquele quando o personagem lá do Egito

a afine que está lá, né? A Jim está lá para matar, ele diz assim a tudo, agora tudo foi revelado e é quando a gente entende isso tudo é revelado, a gente diz assim, ó. É faz do que nem a gente está sujeito a erro que nem a gente pode fazer bobagem que nem a gente não tem, porque a gente ficar nem demonizando nem santificando é gente e ponto. A gente não erra, espírito também erra, mas é Manoel e daí? É Mano. Eu também está sujeito a erro. É Manuel, falha, principalmente o Emanuel.

Aquele primeiro é Manoel, eu vou chamar de primeiro Emanuel, que é o Emanuel dos primeiros anos do Chico Xavier, né, que se estivesse certo que dizem que estava encarnado ainda até 2 é 1927. Ela é Mano recentes, encarnado ainda impregna, disse Modi. Conceitos católicos que ele teria sido um padre, né? Também na última encarnação impregna, disse. Mude conceitos católicos que ainda não tinha, se desintoxica do suficiente de um Monte de ideia. Quando a gente entende isso tudo

se revela, né? A mente se amplia, a gente consegue compreender de forma mais muito mais intensa, diga, diga Marcelo. Desculpe aí, meu gosto de falar, viu? Esse é o paradigma importante para o trabalho crítico que OECK faz que você, Pedro, faz que o juwan faz um espaço espírita, não é? Nós demonizarmos teorias, obras, médiuns, personalidades do

movimento espírita. Infelizmente aí vai a grande crítica do ECK, abandonou a criticidade sobre a produção mediúnica e veja que nós vamos encontrar também na obra de Kardec. Sobretudo naquele recorte que eu fiz naquela intervenção de 64 para as para frente, quando

Kardec pública sequencialmente. O evangelho segundo o espiritismo, o céu, inferno e a gênese nessas 3 obras, nós vamos encontrar uma visão de Deus antropomorfizada nós vamos encontrar uma visão de Deus distante daquele Deus racional. Colocado na primeira parte do livro dos espíritos, nós passamos a entender o Deus como alguém que pune alguém que se vinga, alguém que administra pela própria mão.

A justiça no universo. Então falta o movimento espírita também verificar que é a opinião de determinados espíritos. E essa opinião dos espíritos possui no contexto das mensagens que foram selecionadas por Kardec elementos que são.

Bem, a teoria espírita que estão bem de conforme com os princípios espíritas, mas tem o tom pessoal da visão, da interpretação, daquilo que os espíritos estão sentindo, daquilo que foi a trajetória desses mesmos espíritos durante a encarnação, exatamente como o Pedro acabou de de de mostrar no nos 20, talvez 15 primeiros anos da produção mediúnica de Chico Xavier, um Emanuel, ainda bastante sacerdote, um Emanuel ainda bastante envolvido com a veste.

Da igreja e passando com base numa catedral de controle sobre Chico Xavier. Disciplina disciplina, disciplina, impedindo que o próprio Chico. Respira 6 tivesse a sua Liberdade, o seu livre arbítrio, de exercer a interpretação sobre aquilo que estava sendo colocada através da sua mediunidade, quase sempre mecânica. Mas enfim, meus amigos, essa conversa está muito boa. Nós temos AA gente perceber aqui. Favor de Gilvan Gilvan queria falar, vou vou passar para ele.

Nós já vamos deixar aqui planejada uma segunda edição dessa live. O que 2 perguntas que nós programamos na produção não foram nem 1/3, dada a Riqueza do conteúdo e a performance dos convidados que é, é sempre uma característica do nosso trabalho, fala Giovanna. Finalizando Marcelo a. O livro vida e sexo. Ele é. De vanguarda até os dias de hoje. Quando a gente viu recentemente. Médium dizendo que ideologia de gênero, que é um termo que

academicamente nem existe. É moralmente indefensável. E a gente olha Chico seguramente influenciado por Emanuel no pinga fogo, da TV Tupi, Chico, dizendo assim, no futuro breve, a sexualidade sofrerá revisões muito grandes. Gente entenderam nada. Como é que o médio vai dizer? Ele nem. Não tem ideologia de gênero, não existe. Existe estudos de identidade de gênero que mostram as diferenças entre sexo biológico.

E afeto e sexualidade e sentimento, uma série de fatores, multifacetado, assim como a psicologia de Jung, com seus arquétipos, agora também estás entendendo a sexualidade numa perspectiva também de subdivisões. Mas Emanoel fala isso lá nos 6070. E aí vem é essa essa discussão terrível para o movimento espírita, porque foge a qualquer acompanhamento do que os pensadores estão discutindo e se aprofundando na academia.

E aí estufo? Pedi, é o espiritismo, é ciência, mas quando você leva ele pra um campo moral raso, EE, conservador, você perde essa sintonia com aquilo que o próprio Kardec queria. Não é nem nem com com Emanuel, né? É isso, Marcelo, excelente intervenção, até eu vou aproveitar essa deixa, porque aqui não é secar. A gente não prega prego sem estopa. Dizer que OICK também sabe.

Pedro é pioneiro, porque nós mantemos uma fanpage já 5 anos na internet, no na plataforma do Facebook chamada rede espírita contra a LGBT. Fobia por quê? Porque nós precisamos esclarecer o movimento espírita. De que ideologia de gênero é um invencionice ismo de pessoas, muitas das vezes mal intencionadas, que não entendem o processo e que querem colocar na boca de determinadas pessoas, sejam elas encarnadas ou desencarnadas determinados

conceitos. O que nós temos é a identidade de gênero e a identidade é importante para que cada um se auto conheça, se auto descubra e exerça livremente todas as Fronteiras do ser, inclusive a sexualidade. Então, agradeço a Jeová por ter deixado a bola pingando aí na pequena área, já deu um carrinho, já mete, já fiz o gol, já corri pra pra galera e mostrar a importância de nós não termos no movimento espírita ou no praticamente o espiritismo na

sua prática. Assuntos irritantes, como gostam de dizer muitos confrades nossos, dizendo olha o espírita tem que se afastar das polêmicas, tem que se afastar dos assuntos irritantes. Quando na verdade, tudo o que faz parte da nossa existência é um assunto irritante, porque vai colocar frente a frente os pontos de vista.

Vai colocar frente a frente as ideologias que transitam normalmente no nosso ambiente planetário e que precisam do homem de bem, do verdadeiro espírita, do homem de bom senso a exercer o exercício, né, da crítica, da interpretação segura e da busca do melhor caminho. Para cada um de nós, nos nossos processos e Progresso espiritual. Vamos partir para as considerações finais, agradecendo você que está nos dando essa audiência maciça nos canais do ECKE da rede espaço espírita.

Esperamos vê-lo outras vezes por aqui, onde nós estaremos debatendo temas tão importantes quanto esse Gilvan às suas considerações finais, meu amigo. Somente o agradecimento pelo espaço, pelo convite, né? Marcelo, muito produtivo, muito como eu falei no início pra mim encontrar, mesmo que virtualmente, o Pedro é nossa, é fantástico. Acho que é um momento assim é que a engrandecer muito a gente viu. Verdade é muito, muito bom. E como eu disse também no início, eu descobri logo, né?

É, é adepto dessa visão mais progressista também. Dá um alento nesses momentos difíceis, né? Nós não estamos sós, né? Afinal de contas, né? Expurgados pelo talvez pelo movimento oficial hegemônico, mas estamos nos encontrando graças também a essa rede de amigos EE essa fraterna é é a oportunidade que a internet nos possibilita. Valeu, Giovane. Vou pedir pra você aguardar lá na nossa salinha do chá para que nós passemos depois as nossas considerações finais lá na nossa

técnica. Obrigado pela tua participação, Pedro, fique à vontade. A bancada do ICK é sua para as suas considerações finais. Marcelo, agradecer a você, aos, aos amigos do SK, pela pela oportunidade de conversar um pouquinho, não é? Como as as vezes nos falta, isso não é bate-papo, né? É entendimento e é uma capacidade de conviver com as diferenças, né? Porque nós tivemos aqui olhares diferentes, mas que não se excluem, né? E que que conseguem conviver

harmonicamente? Eu acho que é disso que a gente sente falta, né? Eu dizia, eu dizia para 11. Dirigente espírita um determinado estado recentemente aí do Brasil, que o eu eu me entristece muito. O 11 postura da, por exemplo, do movimento federativo, que é o de cancelar para usar 11 expressão da atualidade, né? Cancelar os que pensam diferente, né? É quando eu acho que um movimento confederativo tinha que ser exatamente um movimento que albergasse as diferentes os

diferentes, né? Para que pudesse haver diálogo entre os diferentes e a partir de então, a possibilidade de mudança de ressignificação de pontos diferentes, né? Mas a partir do momento em que eu é, considero como existente sido visibilidade apenas aos iguais, né? Onde há o crescimento nisso, né? Onde há possibilidade de de

crescer? Eu tenho buscado muito isso, sabe, Marcelo, eu tenho buscado pautar AA minha visão AO meu olhar espírita é respeitando as diferenças, entendendo cada uma das pessoas em sua realidade, em suas escolhas, suas possibilidades, mas sempre afirmando que eu penso sempre afirmando que eu sinto, mas entendendo que isso não precisa ferir, não precisa agredir, não precisa. Né? É, de qualquer forma anular e muito, pelo contrário, nós temos aqui abraçar, né?

Eu acho que isso foi o que a gente viu hoje aqui, né? Um grande abraço, né? Um abraço fraterno, um abraço em torno do espiritismo, em torno de Kardec, em torno de Jesus. Como foi a proposta desse livro, né? O de abraçar os obsessores como pessoas, né? Os obsessores aqueles que identificamos como obsessores por vezes estão circunstancialmente, é é, é presos ao ódio e à vingança, mas são pessoas, né? São espíritos feridos, pessoas que não lidaram

significativamente de forma. Satisfatório, com suas mágoas com seus hã, cores e que merecem ser vistos como tais, e não como demônios, né? Como, como diabos, como seres votados eternamente para o mal, que a gente tenha essa esse olhar, né? Esse olhar, esse olhar compassivo, né? Como diz uma música que eu gostava muito de ouvir nos cultos, minha família é de é de

batistas, né? Meu avô materno era pastor Batista e havia um hino que era amor paternal que, que dizia assim, olhar com simpatia os erros de um irmão, né? E eu acho que eu gosto muito disso, que a gente tem essa capacidade. De olhar com simpatia não é para os erros, para os equívocos, é dos nossos irmãos, sobretudo porque é o mesmo olhar simpático que a gente gostaria de ter para com os nossos erros, né? Muito obrigado, Marcelo, pelo convite. Obrigado a todos e até uma

próxima, se Deus quiser. Bacana, perdoo ser, me fez lembrar um hino católico. Eu fui católico até meus 11 anos, né? Que dizia mais ou menos, assim como posso, como posso ser feliz se ao pobre, meu irmão, eu neguei meu coração, meu amor, eu recusei. Então essa ideia de que todos nós somos seres co partícipes desse processo que nós estamos no mesmo barco que nós estamos todos aqui em busca da Felicidade e que as mensagens dadas primeiro por Jesus e depois pelo consolador

prometido. Pelo espiritismo embora seja um consolador, e não o consolador, como já afirmamos outras vezes, é justamente o entendimento do outro usando as armas da misericórdia, do perdão e da indulgência, coisa que nós ainda estamos engatinhando no processo de aprendizado.

Quero agradecer Pedro a tua simpatia, a tua disponibilidade está conosco, todo o conhecimento, colocasse toda a prática que tu tens na área da mediunidade, à disposição do nosso público, do ECKE que nós possamos ter, com certeza. Outras oportunidades de estarmos juntos você já faz parte da nossa família e secar seja sempre muito bem-vindo e esteja conosco em pensamento e também em outras oportunidades. Aguarda lá na salinha ducha que nós já vamos fazer um

encerramento, muito obrigado. Então é isso, minha gente. Nós estamos encerrando às 8 e 33 + 1 belíssima live que só foi possível por causa da sua participação por causa das perguntas dos comentários que você fez no chat. Vamos lembrar mais uma vez a obra que inspirou o nosso trabalho de hoje, o livro do nosso Pedro Camilo que é os obsessores. Gente como a gente que você pode encontrar com facilidade buscando na internet é a editora

lachâtre. Que é a editora que publicou esta obra importante, com tanto conhecimento, capaz de ampliar ainda as visões que nós trouxemos nesse pool de colaboradores que tivemos aqui hoje quero agradecer ao pessoal da técnica, essa gente que você não vê faz a live no ECK que você vê usando aí um conhecido o bordão jornalístico. Vamos lembrar que daqui a 2 semanas, no dia 22 de outubro. Estaremos com uma live sensação. Nacional como diria o João

Kléber, não é misoginia. Machismo e feminicídio entre os muitos silêncios dos espíritas. Disseram para vocês que não era para ter polêmica. Para afastar das dos temas polêmicos. Aqui no ICK não tem isso. Nós trazemos para um debate Franco, fraterno. Hino carinhoso e cheio de conteúdo.

Os assuntos tormentoso da nossa atualidade planetária que você só vê aqui, porque aqui nós trazemos as pessoas que querem não colocar para debaixo do tapete, mas apresentar num clima de entendimento, de conhecimento e de fraternidade as questões que fazem parte da nossa atualidade existencial.

Agradecemos a você por estar conosco mais uma vez nessa live, ajude nos a divulgar o nosso trabalho, o nosso canal no YouTube. Possui todas as licenças que nós já realizamos nesses quase 4 anos de produção de livres e esperamos a sua audiência, clicar no sininho para as atualizações curtir os nossos vídeos, ajudar a disseminar esse trabalho que é feito por muitas pessoas. Agradeço a técnica, agradeço o pessoal que esteve conosco, proporcionando a realização técnica de mais esse evento.

Daqui a 2 semanas estaremos aqui desse lado, você desse outro lado e todos nós fazendo. Mais uma live no espiritismo com Kardec, um abraço, tchau.

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