Obras Póstumas [Ep75] Constituição do Espiritismo: IV – Comissão central (Parte II) - podcast episode cover

Obras Póstumas [Ep75] Constituição do Espiritismo: IV – Comissão central (Parte II)

Oct 25, 202325 minSeason 15Ep. 75
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Transcript

Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindo a mais um episódio que estudamos obras póstumas, nós estamos no finalzinho do estudo deste livro e estamos. É conhecendo a Constituição do do espiritismo, ou seja, é algumas pistas, algumas coisas que foram deixadas em comunicados, textos reunidos da revista espírita. É para um entendimento assim mais interessante sobre como deveria ser organizado. O espiritismo, não foi Kardec fez isso, né?

Foi o próprio própria casa espírita que ele fundou o primeiro centro espírita. Lá em Paris, e que. Um grande tempo depois da do seu desencarne é que resolveram fazer esta obra que tem um Monte de polemiquinhas, porque não foi passado pelo crivo do próprio Kardec, né? Pra ser constituído. Mas vamos lá. Tem gente que até não considera essa obra uma obra fundamental ou uma obra pertencente às obras fundamentais da doutrina

espírita. Mas, enfim, tudo o que nós temos nós estudamos e cada um faz a sua interpretação de seu juízo sobre. Os temas? Na no episódio passado, a gente falou sobre é, se o espiritismo tem um chefe e a gente chegou à conclusão que não tem obviamente, né, e não tem nenhuma associação, ninguém manda no espiritismo, nem representa o espiritismo, tá? Nem o médio mais famoso, nem a associação união de sociedade, nada. Ninguém representa o

espiritismo, né? Quem representa o espiritismo são as obras fundamentais da doutrina espírita e qualquer um pode abrir uma casa espírita a hora que bem entender, sempre de permissão para absolutamente ninguém. Então a gente viu todas as possibilidades. Se tivesse um chefe do espiritismo como papa e da igreja católica, por exemplo. Teria uma série de contradições da própria doutrina espírita, que não seria possível que isso

acontecesse, tá? Vamos agora é estudar um texto chamado chamado comissão central. Vamos lá, que diz respeito a isso. Durante o período de elaboração, a direção do espiritismo teve

que ser individual. Era necessário que todos os elementos constitutivos da doutrina saídos no estado de embriões de uma multidão de focos se dirigissem para um centro comum, a fim de serem a examinados e cotejados, de sorte que um só pensamento presidisse a coordenação deles a fim de estabelecer-se a unidade no conjunto e a Harmonia entre todas as partes. Se não fosse assim, a doutrina se teria assemelhado a um mecanismo cujas rodas não se engrenam com precisão, mas nas outras.

Já o temos dito, por ser verdade e incontestável, hoje claramente demonstrada a doutrina, não podia sair de um único centro completamente estruturada, da mesma maneira que toda a ciência astronômica não poderia sair inteiramente constituída de um único Observatório. Qualquer centro que tentasse erguê la exclusivamente sobre as suas observações, faria coisa incompleta e se acharia com relação a uma infinidade de pontos em contradição com os outros.

Se 1000 centros quisessem fazer cada um a sua doutrina, não haveria 2 iguais em todos os pontos? Se estivessem de acordo quanto aos fundamentos diferriam, inevitavelmente quanto à forma, ora, como há muita gente que atenta mais na forma do que na substância, tantas seriam aceitas quanto as formas diferentes somente do conjunto e da comparação de todos os resultados parciais podia resultar a unidade. Por isso é que era necessária a

concentração dos trabalhos. Isso está escrito em agência, capítulo um caráter da revelação espírita item 51 e seguintes, e a gente já estudou isso aqui no canal você pode ver lá que você vai encontrar. Bom, então o espiritismo é uma Constituição coletiva, né? Ele nunca aconteceu. Kardec foi seu líder, seu cabeça autor, né? Não só codificador, parece que a coisa estava em código, ele tinha que. É codificar descodificar, não, ele foi autor, né? Mas foi construída há mais de

1000 mãos, né? E mais de 1000 espíritos, milhares de médios, milhares de espíritos contribuindo aí para a construção do espiritismo em diversos lugares locais do mundo inteiro. Então, não foi só da da casa de Kardec ou das reuniões espíritas que Kardec participava, que saiu o espiritismo, né? Então isso está dizendo que realmente se saísse de um lugar só, não teria como ser. É dar certo esse negócio, né? Só funcionou porque foi uma criação, uma construção coletiva.

No entanto, o que era de vantagem por certo tempo mais tarde se tornaria inconveniente hoje que o trabalho de elaboração se acha concluído no que consegue as questões fundamentais que estabelecidos se encontram os princípios gerais da ciência, a direção de individual que houve de ser em começo tem que se tornar coletiva, primeiramente.

Primeiramente, porque o momento há de vir, em que o seu peso excederá as forças de um homem e em segundo lugar, porque é maior garantia, apresenta um conjunto de indivíduos a cada um dos quais caiba apenas um voto e que nada podem ser um concurso mútuo do que um só indivíduo capaz de abusar da sua autoridade de querer que predominem as suas ideias pessoais.

Então tá aqui. Explicado porque que o espiritismo, ele não tem um chefe, foi uma construção coletiva coordenada pelo Kardec, mas depois que está pronto, a sua organização e a sua continuidade, não tem jeito de ser de uma pessoa só. Por isso ninguém tem. Ninguém representa o espiritismo, ninguém é chefe do espiritismo. Vão continuar.

Em vez de um chefe único, a direção será confiada a uma comissão central permanente, cuja organização e atribuições se definam de maneira anão dar azo ao árbitro. Essa comissão se comporá no máximo de 12 membros titulares que deverão, para tal efeito, preencher certas condições indispensáveis e de igual número de conselheiros. Ela se completará a si mesma segundo regras igualmente determinadas, à medida que em seus seios, se derem vagas por falecimentos ou por outras causas.

Uma disposição especial estabelecerá o modo porque serão nomeados 12 primeiros. A comissão nomeará o seu presidente por 1 ano, puramente administrativa será a autoridade do presidente. Ele dirigirá as deliberações da comissão velá pela execução dos trabalhos e pelo expediente, mas fora das atribuições que os estatutos constitutivos lhe conferirem, nenhuma decisão poderá tomar sem o concurso da comissão. Não haverá possibilidade de abusos nem alimentos para a ambição, nem pretexto para

intrigas ou nem supremacia. Chocante. A comissão central será, pois, a cabeça, o verdadeiro chefe do espiritismo, chefe coletivo que nada poderá, sem uma sentimento da maioria, suficientemente numeroso para se esclarecer por meio da discussão, não será bastante para que haja confusão. A autoridade da comissão central será temperada em seus atos fiscalizados pelos congressos ou assembleias gerais. De que adiante falaremos para a comunidade dos adeptos a

aprovação ou a desaprovação. O consentimento, a recusa, as decisões, em suma, de um corpo constituído, representando opinião coletiva. Forçosamente terão uma autoridade que jamais teriam semanassem de um só indivíduo, que apenas representa uma opinião pessoal.

É frequente uma pessoa rejeitar a opinião de outra, por entender que similaria caso se submetesse a essa opinião e acatar sem dificuldades, a de muitos, fica bem entendido que aqui se trata de autoridade moral, no que respeita a interpretação e aplicação dos princípios da doutrina, e não de um poder disciplinar qualquer. Essa autoridade será em matéria de espiritismo, o que é de uma academia em matéria de ciência.

Olha que interessante, né? Não sei se eles estão falando exatamente de uma comissão central do espiritismo. Se for disso nunca aconteceu. E lembrando, é, eu não tenho certeza absoluta disso, né? Mas não me parece que isso aqui foi deixado por Kardec, e sim pelas pessoas que se juntaram muitos anos depois do falecimento do Kardec para é. Deixar estas regras, né? Entre aspas e a gente sabe hoje que isso não vingou. Para o movimento mundial espírita. Vingou para cada caso espírita

tem uma comissão, tem pessoas. O presidente é rotativo, né? É administrativo, todo mundo decide junto, et cetera, et cetera. É assim que funciona numa casa espírita. É assim que funciona também numa associação, né? Espírita é numa união de casas espíritas, não tem um dono, né, de absolutamente nada, mas vamos

continuar lendo esse texto aqui. Para o público estranho, um corpo constituído tem maior ascendente e preponderância contra os adversários, sobretudo, apresenta uma força de resistência e dispõe de meios de ação com que um indivíduo não poderia contar aquele luta com vantagens infinitamente maiores. Uma individualidade está sujeita a ser atacada e aniquilada. O mesmo já não se dá com uma entidade coletiva semelhante.

Entidade oferece garantias de estabilidade que não existe quando tudo recai sobre uma cabeça única. Desde que o indivíduo se ache impedido por uma causa qualquer, tudo fica paralisado. A Entidade coletiva, ao contrário, se perpetua incessantemente, embora perca um ovários de seus membros, nada periclita a dificuldade, dirão, consistirá em reunir de modo permanente 12 pessoas que estejam sempre de acordo. O essencial é que sejam acordos no tocante aos princípios fundamentais.

Ora, isso constituirá uma condição absoluta para que sejam admitidas à direção, como para de todos os que desta ajam de participar. Sobre as questões pendentes de detalhes, pouco importa que divirjam por quanto a opinião da maioria que prevalecerá, aquele cuja maneira de ver for acertada, não faltaram razões boas com que a justifique se algum contrariado por não conseguir que suas ideias predominem. Se retirar, nem por isso deixariam as coisas de seguir o seu curso emotivo.

Não haveria para se lhe deplorar a saída, pois que teria dado prova de uma suscetibilidade orgulhosa, pouco espírita e que poderia tornar se origem de perturbações. A causa mais comum de separatividade entre com interessados é o conflito de interesses e a possibilidade de um suplantarem os outros em proveito próprio.

Esta causa não pode existir do momento em que o prejuízo de um em nada aproveitará os outros, desde que todos são solidários e somente podem perder em vez de ganhar com a desunião. Esta é uma questão de minúcia prevista na organização. Admitamos que entre os membros da comissão, haja um irmão falso, um traidor, que os inimigos da causa tenham ganho para se que logrará ele fazer, não dispondo senão do seu voto

nas decisões. Suponhamos que por impossível, toda a comissão enverede por mau caminho. Aí estarão os congressos para reconduzi-la a ordem. A fiscalização dos atos da administração pertencerá aos congressos que poderão decretar a censura ou uma acusação contra a comissão central por infração de seu mandato, por violação dos princípios estabelecidos ou por medidas judiciais prejudiciais à

doutrina. Por isso é que se apelará da comissão para o Congresso, nas circunstâncias em que se julgue que a responsabilidade da primeira está gravemente. Comprometida? Bom, a gente consegue perceber que este esta organização não vingou. Talvez quem escreveu isso não foi Kardec, né?

Fica cada vez mais claro. É. Tinha uma boa intenção, que era pra manter a unidade da doutrina espírita, que a gente sabe hoje, cada cada casa espírita tem um universo, uns são muito pé no chão, muito espiritas mesmo que segue as obras fundamentais e outras que não têm absolutamente nada de espiritismo, anão ser no nome porque são. Espiritualistas misturam elementos religiosos e um Monte de coisa que não faz parte. De maneira alguma, dá. É da concepção da doutrina espírita, né?

Sendo os congressos um freio para a comissão na aprovação deles, Áurea essa última novas forças. É assim que o chefe coletivo depende em definitivo da oposição, opinião geral e não pode, sem risco para si próprio afastar-se do caminho reto. Então a gente está vendo aí que, além dessa comissão central, terá um Congresso, um Congresso seria, digamos assim, uma associação maior de pessoas que poderiam decidir caso uma. Comissão. Esteja fazendo alguma coisa errada, enfim, mas vamos

continuar para saber as ideias. Aí serão estas as atribuições principais da comissão central. Primeiro, cuidar dos interesses da doutrina e da sua propagação, manter-lhe a utilidade pela conservação da integridade dos princípios firmados, prover ao desenvolvimento de suas consequências.

Então seria muito útil se isto existisse mesmo essas comissões existissem, a gente não teria tanta distorção na doutrina espírita quanto a gente tem hoje nas casas espíritas que mais parecem com igrejas, templos, enfim, qualquer outra coisa anão ser. Espiritismo mesmo se diz aqui pros canais espiritas do YouTube que tem canal espírita que de espírita não tem absolutamente nada. É, falam cada abobrinha, cada besteira, cada barbaridade que não tem nada a ver com a doutrina espírita.

Ele só se aproveitam e ganham fama e são extensamente assistidos. Infelizmente, ninguém quer estudar seriamente. Poucas pessoas querem estudar seriamente. Você é uma delas e se alimenta com porcarias, com clickbaits, com coisas chocantes e curiosas et cetera e tal. Vamos continuar. Segundo os o estudo dos novos princípios suscetíveis de entrar

no corpo da doutrina. Terceira concentração em seu poder de todos os documentos e informações que interessam, espiritismo, quarto correspondência, quinta, manutenção, consolidação e extensão dos lados de fraternidade, laços de fraternidade entre os adeptos e as sociedades particulares dos diversos países, 4. Sexta, a direção da revista revista espírita lembra que teve continuidade depois da morte do Kardec. Mas a gente é nem tem formalmente isso.

A gente tem aí os volumes da revista espírita até o desencardec depois disso. Foi, foi continuada, et cetera, mas não, não nos serve mais de parâmetro para estudo, porque você já sabe a coisa meio que é puxou para caminhos a estranhos. Aí a direção da. Revista que será o jornal oficial do espiritismo e a qual se poderá juntar outra publicação periódica. Sétimo ao exame e apreciação das obras dos artigos de jornais de todos os escritos que interessam a doutrina, a refutação dos ataques.

Se aparecerem oitavo, a publicação das obras fundamentais da doutrina nas condições mais favoráveis à sua vulgarização, seja tornar popular a elaboração e publicação das de que daremos o plano. E que não teremos tempo de executar em nossos existência animação de que precisem as publicações que sejam de

proveito para a causa. Nono a fundação e conservação da biblioteca dos arquivos do museu, décima administração da caixa de socorros, o dispensário do retiro, 11ª administração dos negócios materiais, 12º a direção das secções da sociedade 13º o ensino oral. Mas não acabou, não tem o décimo

quarto. As visitas, instruções, as reuniões, sociedades particulares que se colocarem sobre o seu Patrocínio e. 15º a convocação dos congressos e assembleias gerais, essas atribuições, os membros da comissão as distribuirão entre si, conforme a especialidade de cada um, sendo eles, se for preciso assistido por certo número de auxiliares ou de simples empregados. Olha que interessante, nós estamos falando aí de tudo aquilo que o Kardec fazia, né? Tudo isso o Kardec fazia.

E 2, sua vida para isso. Então, o que me parece é que esta ordenação, que para mim, fica cada vez mais evidente. Se, se eu estiver errado, alguém me deixa aí nos comentários. É, foi uma tentativa dos companheiros de Kardec que continuaram o trabalho da doutrina espírita, né, não escrevendo mais obras, obviamente, mas assim, cuidando da sua organização. E pra vulgarização do conhecimento, pra expandir o conhecimento que até certo ponto

deu muito certo, né? E que resolveram fazer umas regras de como é que funcionaria uma comissão central. Nós estamos falando lá, comissão central na sociedade espírita de estudos. Sociedade parisiense de estudos, espíritos. Que o próprio Kardec fundou, que daíxa surgiram todas as obras fundamentais, né? Então era essa comissão central, e aí, de alguma maneira, tentar coordenar o trabalho do mundo. Como o Kardec fazia. É, não sei precisar se isso deu certo, por quanto tempo isso

existe? Essa comissão até hoje está aí uma dúvida bem interessante que eu vou pesquisar. Mas é pela pela. Pelo caminho, não é que o movimento espírita não é doutrina espírita, a doutrina, tudo isso que a gente estuda. O movimento são todos nós, as pessoas que propagam, difundem é criam, casas espíritas, trabalham nas casas espíritas. Então, assim, a direção que. Muitas, muitas casas espíritas, muitos do movimento espírito espírita tomou. É ligeiramente ou absurdamente

afastado? Da doutrina espírita. Por quê? É especialmente por caso de médiuns famosos de espíritos autodenominados, né? Muito famosos é falaram muita coisa que confundiu a cabeça das pessoas, que trouxe contradições. Então, a doutrina, o livro dos espíritos fala uma coisa nesses romances espíritas, se falava outro outra, o que é natural, porque é uma psicografia, de um médium, de um espírito para um

médium. Então, não tem aí os milhares de espíritos, milhares de médiuns que teve a composição da doutrina espírita. Então era a visão daquele espírito e captado. Pelo que foi possível por aquele médico? Mas tem muita coisa que tem contradição. E aí, hoje em dia, no movimento espírita, é? A maioria grande parte, não sei dizer a maioria, mas as que eu conheço não tem nem estudo do

livro dos espíritos. Eles preferem estudar romances espíritas, fazer grupos de estudo de romance espírita e não estudar o básico. O fundamental, né? Que é os livros Oo livro dos médiuns, o livro dos espíritos é o inferno, né? É todos esses livros que fundamentam a doutrina espírita. Então você fica estudando. Romance espírita? Inclusive nós temos aí. A federação, né? A FEB, que também não manda em ninguém, é simplesmente uma associação e que resolveu

publicar um guia. Se eu não me engano, chama égide. Estudos sistematizada do inspira, que faz uma lambança porque mistura a. Doutrina espírita as obras fundamentais da doutrina espírita, com romances, né? Especialmente do Chico de Emmanuel de não sei quê, não faz o menor sentido, gente. As obras do Kardec, da doutrina espírita, são absurdamente educativas. Não precisa ninguém reorganizar

e misturar com. Com romances espíritas para trazer algum conhecimento, isso é assim, uma das maiores crueldades que o Evandro acho que acontece no nosso movimento espírita. Não precisa o livro dos espíritos é uma coisa assim, absurdamente educativa. A pergunta e resposta tem coisa, mas fácil, mais interessante para estudar. Então quer estudar?

Faz um grupo de estudo, vai lá, está separado por temas, assim como eu fiz aqui no canal, separado por temas, pode ter 12 ou 20 perguntas naquele tema e beleza, senta todo mundo e estuda como a gente faz na nossa casa espírita, por exemplo, né? Qual o problema disso? Precisa dessa lambança de misturar um Monte de romance espírita que foi feito um espírito para um médico, por mais valor que tenham este espírito e este médio. Não dá para misturar, entende?

Com todo o respeito que eu tenho, não dá para misturar. Simples assim, né? A gente está se perdendo nesse caminho, esse. O meio espírita está bem perdido. Tem casas espíritas que mais parecem igrejas evangélicas, né? Porque tem o louvor. Tem todo 111 ritual, tem aquela coisa, tem uma veneração. Pelo dirigente, é contratado como se fosse um Santo da casa, sabe? Músicas que dizem tudo ao contrário que a doutrina espírita é, explica.

Músicas evangélicas, Músicas Católicas, músicas que falam, Jesus veio salvar Jesus morreu por nós na Cruz, tudo ao contrário que a doutrina espírita nos ensina. Tá nesses centros e não são poucos, Hein? E não são pequenos, mas interessante, é isso? Então é um negócio que a gente fica um pouco preocupado, mas, enfim, tudo tem que caminhar. Os ensinamentos estão aí. Quem tiver olhos de ver ouvidos de ouvir, vai se pegar no rumo certo e vai se adequar ao caminho.

Eu passei por todas as fases, né, todas as coisas e cheguei num caminho descobrindo o que que realmente é original no espiritismo e o que que é agregado. Né? Estou fazendo aqui a minha parte de estudar, o que realmente importa, né? Não vou ficar estudando romance espírita, romance não é para ser estudado. Na minha concepção, romance é para ser lido emocionalmente e ser tratado como um romance.

Não é um caso real, não é porque o espírito mais venerável do médio, mais venerável, escreveu que eu preciso acreditar que aquilo foi verdade ou que aquilo é verdade, né? Especialmente as partes que contradizem a doutrina espírita e. Aí não tem argumento pra defesa nenhuma, mas isso é um processo que a gente vai construindo aos poucos, né? É uma caminhada que a gente vai descobrindo aos poucos. Eu e alguns amigos de caminhada,

né? Muitos, muito mais antigos do que eu na doutrina espírita e a gente chegando aí às conclusões juntos e a gente vai se reconhecendo aí pelo caminho. Maravilha no próximo episódio. E nós vamos continuar estudando aí o tema instituições acessórias e complementares da comissão central, então, continua o tema, né? Que a gente está estudando dessa organização, dessa Constituição do espiritismo. Eu te espero como sempre, muito obrigado pelo seu carinho e pela sua presença e até mais. Tchau.

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