Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos obras póstumas, hoje nós vamos conhecer o projeto 1868, que Kardec tinha para difundir o espiritismo e concretizá-lo como uma ciência. O teu texto aqui, ó de Norberto gavioli, a exatamente 150 anos. Kardec elaborou o projeto 1868, onde ficaram estabelecidas as bases para a unidade e difusão
do espiritismo. Como uma nova ciência, com precisão e clareza, para evitar divergências de interpretação, para não incorrer no erro das divergências de interpretação que geraram tanta controvérsia dentro do cristianismo. E aí é que a gente vai ver como que legal esse projeto. Kardec já no comecinho, né? É comecinho, não. Já tinha 10 anos, mas pelo menos já é o começo do espiritismo e ele já dizia como que teria que ser feito.
É a divulgação, como que é? Deixou claramente, né, detalhado como por exemplo, a você sabia que no final do livro a. O livro dos médiuns tem exatamente uma organização de um centro espírita, como tem que ser, né? A gente estudou aqui no canal tá disponível? Você pode ver. Então ele era extremamente didático e deixou coisas para não ter 2 interpretações
diferentes. Felizmente, o nosso movimento espírita é criou um outro espiritismo, a grande maioria, mas que aos poucos acreditam que vai voltar aí para Kardec parar de acreditar em é médiuns e espíritos. É. Que não estavam na codificação, por exemplo, mesmo que esses espíritos estão falando completamente o contrário do que Kardec falava, tomara que o nosso meio espírita e abre os olhos e volte-se para Kardec
novamente. Mas vamos lá, porque você vê como é que as coisas eram absolutamente claras. Tá aí pra todo mundo ver. Projeto 1868. Um dos maiores obstáculos capazes de retardar a propagação da doutrina seria a falta de unidade, o único meio de evitar lá se não quanto ao presente, pelo menos quanto ao futuro, é formular lá em todas as suas partes e até nos mais mínimos detalhes. Com tanta precisão e clareza. Que é impossível se torne qualquer interpretação
divergente. Se a doutrina do Cristo deu lugar à tantas controvérsias, se ainda agora, tão mal compreendida, se achei tão diversamente praticada, é isso devido a que o Cristo se limitou a um ensinamento oral e aqui, seus próprios apóstolos apenas transmitiram princípios gerais que cada um interpretou de acordo com suas Ideas ou
interesses. Se ele houvesse formulado a organização da igreja cristã com a precisão de uma lei ou de um regulamento, é incontestável que houvera evitado a maior parte dos SMAS e das querelas religiosas, assim como a exploração que foi feita da religião em proveito das ambições pessoais. Resultou que se o cristianismo.
Constituiu para alguns homens esclarecidos uma causa de série, a reforma moral não foi ainda, não é para muitos e não objeto de uma crença cega e fanática, resultado que em grande número de criaturas gerou a dúvida e a incredulidade absoluta. Somente o espiritismo, bem entendido e bem compreendido, pode remediar esse estado de coisas, de tornar-se, conforme disseram os espíritos, a grande alavanca da transformação da
humanidade. A experiência deve esclarecer nos sobre o caminho a seguir, mostrando nos os inconvenientes do passado. Ela nos diz claramente que o único meio de serem evitados no futuro consiste em assentar o espiritismo sobre as bases sólidas de uma doutrina positiva, que nada deixa ao arbítrio das interpretações. Pois é, e a gente e Kardec mal sabia que a gente IA chegar mais de 160 anos depois da criação, não é? No espiritismo, em um outro espiritismo, é.
Que não esse que. Os espíritos, né? E Kardec criaram um espiritismo baseado em romances espiritas em coisas que espírito espírito, por um médium, disse, todo mundo aceita sem questionar. Por mais famoso que seja, é ao invés de valorizar este, esta criação coletiva, né? De mais de 1000 médiuns de um sem número de espíritos, também todos é coordenados por Kardec, que nos traz essa maravilha que é a doutrina espírita. Infelizmente hoje, as casas espíritas poucas estudam as obras de Kardec.
Muitos, muitos lugares, estudam romances espíritas. Né? Então isso não é espiritismo, mas vamos continuar aí, porque a intenção de Kardec foi maravilhosa, brilhante, olha lá. As dissidências que possam surgir se fundiram por si mesmas na unidade principal, que se estabeleceria sobre as bases mais racionais desde que essas bases sejam claras e não vagamente definidas.
Também ressalta destas considerações que essa marcha dirigida com prudência representam mais poderoso, meio de luta contra os antagonistas da doutrina espírita. Todos os sofismas quebrassem, onde encontro a princípios aos quais a San razão nada acharia para por 2 elementos, são de concorrer para o progresso do espiritismo, o estabelecimento teórico da doutrina e os meios de a popularizar o desenvolvimento cada dia maior que ela toma, multiplica as
nossas relações. E somente tendem a ampliar-se pelo impulso que lhe darão a nova edição de o livro dos espíritos e a publicidade que se fará esse propósito para utilizarmos de maneira proveitosa essas relações. Se depois de constituída a teoria, eu tivesse de concorrer para a sua instalação necessário, seria que, além da publicação de minhas obras dispusesse de meios para exercer
uma ação mais direta? Ora, creio, fora conveniente que aquele que fundou a teoria pudesse, ao mesmo tempo, impulsionar lá. Por que, então, haveria mais unidade sob esse aspecto? A sociedade tem necessariamente que exercer grande influência. Conforme o disseram os próprios espíritos. Sua ação, porém. Que não será em realidade eficiente, se não, quando ela servir de centro ede ponto de ligação donde parta um ensinamento preponderante sobre a opinião pública.
Para isso, faz-se mister uma organização mais forte, elementos que ela não possui no século em que estamos e tendo-se em vista o estado dos nossos costumes. Os recursos financeiros são o grande motor de todas as coisas. Quando empregados com discernimento na hipótese de que esses recursos, de um modo ou doutro, me viessem as mãos, eis o plano que eu seguiria e cuja execução seria proporcional à importância dos meios e subordinada aos conselhos dos
espíritos. Olha que interessante, primeiro são os planos para a unidade do espiritismo. Né? Para que o espiritismo fosse. Unificado, é. E ele sabe, não é que precisa. Precisaria de dinheiro para isso e que naquele momento, a sociedade espírita, que seria a responsável, né? De Paris. A primeira, que seria responsável por disseminar tudo isso, não teria condições de fazer, mas ele deixou tudo escrito pra quando tivessem
condição de fazer isso. Primeiro estabelecimento central mais urgente seria prover a sociedade de um local convenientemente situado, disposto para as reuniões e recepções. Se lidar um luxo desnecessário. Ademais, sem cabimento, precisaria que nada aí detonasse penúria denotar se penúria, mas apresentasse um aspecto tal que as pessoas de distinção. Pudessem estar lá, vocês
considerarem muito diminuídas. Além do alojamento particular onde eu habitasse, deveria possuir primeiro uma grande sala para seções da sociedade, para as grandes reuniões. Segundo um salão de recepção, terceiro, um compartimento destinado às evocações íntimas, espécie de santuário.
Que não seria profanado por nenhuma ocupação estranha e quarto 1 escritório para revista, revista espírita, os arquivos e os negócios da sociedade, tudo isso disposto e preparado de maneira como, daí, condizente com a sua destinação, criar se IA uma biblioteca composta de todas as obras e escritos periódicos, franceses e estrangeiros, antigos e modernos, relacionados com o espiritismo, o salão de recepção estaria aberto todos os dias e a certas horas para os membros da
sociedade que aí poderiam conferenciar livremente. Ler os jornais e consultar os arquivos. E aí, Bia? Biblioteca os adeptos estrangeiros que passassem por Paris seriam aí recebidos, desde que fossem apresentados por um sócio. Estabelecesse a correspondência regular com os diferentes centros da França e do estrangeiro. Haveriam empregado, é sexy. Ha um auxiliar de escritório. Olha que interessante, então ele deixa meio que é. Falado e escrito como que teria que ser?
Porque nessa época, pelo que eu entendo, não havia uma sede própria da da sociedade espírita de Paris? Então, ele diz até como que deveria ser a sede e pra que que serviria qualquer das coisas, cada coisa dessa sociedade sobre o ensino espírita. Um curso regular de espiritismo seria professado com o fim de desenvolver os princípios da ciência e de difundir o gosto pelos estudos sérios.
Esse curso teria a vantagem de fundar a unidade de princípios de fazer adeptos esclarecidos, capazes de espalhar as Ideas do espírito e de desenvolver grande número de médiuns. Considero esse curso como de natureza, a exercer capital influência sobre o futuro do espiritismo e sobre suas consequências. Olha que interessante esse curso dado obviamente com a. As obras fundamentais. Né? Estudando.
Como se faz, por exemplo, como a gente faz aqui neste canal, como a gente faz lá na minha casa espírita em Rio Preto. OG Ol, numa roda de conversa, a gente estuda item por item, discute, debate, conversa, né? Não ficar estudando romance espírita, romance espírita pra você ler em particular. Ter as emoções é legal, maravilhoso. Mas não são doutrinários. O estudo tem que ser das obras doutrinárias, e não de um romance, espíritos. Então, tem muita casa espírita aí marcando, toca, né?
Faz perdendo tempo, como não deve? Você pode fazer um clube do livro, fazer todo mundo lê tal romance, depois junta para conversar sobre isso, mas não fazer um estudo sistematizado disso, né? Lá vai estudar as obras fundamentais, não que te mandam estudar. Abre aí o livro dos dos espíritos, começa a questão por questão, leia a questão, a resposta, converse, debata, não precisa de nenhuma instituição, federação, seja lá o que te dizer, o que que é para estudar?
Porque Kardec deixou tudo extremamente didático sobre as obras fundamentais e estudar não precisa mais nada nem é ser guiado por absolutamente nada, né? Misturando com romance espírita em pior ainda. Sobre a publicidade, dar-se a maior desenvolvimento. A revista revista espírita quer, aumentando-se o número de páginas quer, tornando-se li mais frequente, a publicação agregar se lia um redator remunerado, lembra?
Nessa época, Kardec fazia tudo. Ele dava conta, coitado, uma publicidade em larga escala feita nos jornais de maior circulação, levaria ao mundo inteiro até às localidades mais distantes, conhecimento das ideias espíritas despertaria o desejo de aprofundá-las e multiplicando lhes os adeptos, imporia silêncio aos detratores. Logo que logo teriam de ceder diante do ascendente da opinião geral.
Olha que legal. Ele pensou até sobre a publicidade, como é que deveria divulgar o espiritismo, né? É. E interessante que a revista só durou enquanto Kardec esteve vivo. Portanto, quando na verdade, depois é que a gente não tem conhecimento, né? Depois, até teve outras publicações da revista e acabaram. É se encerrando, né? Não foi uma coisa que existe até hoje, por exemplo. Outras coisas depois surgiram mais, o aquele trabalho do Kardec, meio que se encerrou
depois AO desencarne dele. Agora, instruções sobre viagens. 2 ou 3 meses do ano, seriam consagrados a viagens em visitar os diferentes centros. IA lhes imprimir boa direção.
Se os recursos o permitissem instituir seguir uma caixa para custear as despesas de viagem de certo número de missionários esclarecidos e talentoso, que seriam encarregados de espalhar a doutrina, uma organização completa e a assistência de auxiliares remunerados com os quais eu pudesse contar, libertando me de uma imensidade de ocupações e preocupações, me dariam o lazer necessário para ativar os trabalhos que ainda me restam por fazer e aos quais o atual estado das coisas não
permite que eu me consagrei? Tão assiduamente como fora, preciso por me faltar materialmente o tempo e por não serem suficientes para tanto as minhas forças físicas, se por Ventura me tivesse reservado realizar este projeto em cuja execução eu teria de me haver com a mesma prudência de que usei no passado. Indubitavelmente, alguns anos bastariam para fazer que a doutrina avançasse de alguns séculos. É curioso que ele tá falando de algo que ele tinha, é conhecimento que ele fez uma
viagem, né? Chamada viagem espírita em 1862, então ele sabia como fazer e que tinha que ser feito, só que ele não tinha nem força, nem tempo, nem capacidade financeira para fazer isso. Então, o ideal seria que pessoas fizessem isso para que o espiritismo avança se.
A Constituição do espiritismo, Allan Kardec a inseriu na revista de dezembro de 1868, mas sem os comentários que lhe acrescentou antes de morrer, que reproduzimos textualmente, a morte corporal deteve quando se preparava para formular os princípios fundamentais da doutrina espírita, reconhecidos
como verdades definitivas. O que os nossos leitores certamente lamentarão como nós, porquanto esses princípios teriam completado aquela Constituição por meio de apreciações lógicas e judiciosas, é o último manuscrito do mestre nosso Lemos com profundo respeito. Olha que legal, a gente. Ele fez muito, muito pelo espiritismo, não é? Enfim, e deixou tudo ordenado.
Se a gente não segue como? Comunidade espírita é porque não queremos, porque está mais do que claro, está mais do que exposto didaticamente, como um fantástico educador que ele era, né? No próximo episódio, nós vamos considerar é o meu Deus, nós vamos começar a estudar Constituição do espiritismo, né? Que são. Justamente das últimas publicações de Kardec e eu te convido anão perder é dividido em 1234, 567, 8910 programas. Para que a gente possa estudar a fundo aí sobre é um mergulho aí.
Sobre os últimos textos de Kardec, sobre o espiritismo, como sempre, eu te espero muito obrigado pela sua gentil presença e até o próximo episódio. Tchau.
