Obras Póstumas [Ep43] Meu guia espiritual (Parte II) - podcast episode cover

Obras Póstumas [Ep43] Meu guia espiritual (Parte II)

Mar 19, 202312 minSeason 15Ep. 43
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Transcript

Olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão? Bem-vindos a mais um episódio onde estudamos obras póstumas, nós estamos na segunda parte do livro, que tem especificamente hoje, né? E esses dias todos estamos vendo os extratos por extenso ou completos do livro das previsões concernentes ao espiritismo, que na verdade vem trazer. Tudo o que que aconteceu no começo do espiritismo, que era, é próprio Kardec, dizendo e testemunhando como tudo foi. Então foi maravilhoso porque ele

nos deixou tudo escrito. Ninguém precisou alguém fazer uma biografia sua. Na verdade, ele mesmo deixou essa biografia pronta, né? Hoje nós vamos estudar o texto, meu guia espiritual que ele vem é relatar sobre isso. É essa comunicação que a gente vai ver foi de 25/03/1856, na casa do seu babau Dan da médium senhorita baldan. Olha, se eu tiver falando errado esse nome, se desculpa aí, tá?

Mas vamos lá, meu guia espiritual morava eu, por essa época na rua dos mártires, no 8, no segundo andar, ao fundo, uma noite, estando no meu gabinete a trabalhar. Pequenas pancadas se fizeram ouvir na parede que me separava do aposento vizinho. A princípio, nenhuma atenção, lhes dê como, porém, ela se repetissem mais Fortes, mudando de lugar, procedia a uma exploração minuciosa dos 2 lados da parede. Escutei para verificar se provinham do outro pavimento ou em nada descobri o que havia de

singular. Era que de cada vez que eu me punha a investigar o ruído cessava para recomeçar. Logo que eu retomava o trabalho, minha mulher chegou da rua por volta das 10:00, veio ao meu gabinete e ouvindo as pancada, me perguntou o que era. Não sei, respondi, lhe há 1 hora que isto dura. Investigarmos juntos, sem melhor êxito, o ruído continuou até a meia-noite, quando fui deitar-me no dia seguinte. Como houvesse cessão em casa do senhor baudin, narrei fato e pedi que mo explica, sem olha

que interessante. Então, foi uma manifestação física, né? De efeito físico, com Kardec, com a esposa dele. É, então é. E aí ele, curioso como sempre, resolveu perguntar na sessão seguinte que já tinha. A um trabalho aí, né? Ele perguntou assim. Ouviste? Sem dúvida, o relato que acaba de fazer poderia me dizer qual a causa daquelas pancadas que se que se fizeram ouvir com tanta persistência? Era o teu espírito familiar. Com que fim ele foi bater daquele modo?

Queria comunicar-se contigo. Poderei. Você, poderia me dizer quem é ele? Pode se perguntar ali a ele mesmo, pois que está aqui, a que legal, gente. Aí tem uma nota do Kardec assim, ó, nessa época ainda não se fazia distinção nenhuma. Entre as diversas categorias de espíritos simpáticos, dava-se lição a todos, a denominação de espíritos familiares. Então, você sabe, no livro dos espíritos, pode estudar por aqui que tem diferença. Espírito familiar é guia

espiritual. É espírito protetor e tudo mais, mas vamos lá. Meu espírito familiar então chamava todos eles assim. Quem quer que tu sejas, agradeço-te o me teres vindo visitar, consentirá? Assim, dizer quem essa para te chamar meia verdade todos os meses aqui durante um quarto de hora, estarei à tua disposição. Olha que legal, então é aí que começou o espírito da verdade, porque não interessa o título em absoluto, né?

Ontem, quando bateste estando eu a trabalhar, tinhas alguma coisa de particular a dizer-me o que eu tinha a dizer-te era sobre o trabalho aqui te aplicava, desagradava me o que eu escrevia, se quis fazer que eu abandonasse legal e Kardec diz assim, o que eu estava escrevendo dizia respeito precisamente aos estudos que empreenderam a seca dos espíritos e de suas manifestações. Então, assim, espírito, o espírito, a verdade, não espírito da verdade que a gente conhece.

Não estava satisfeito com o que ele estava escrevendo, né? Por isso que ele batia para distraí-lo. A tua desaprovação era referente ao capítulo que eu escrevia ou conjunto do trabalho ao capítulo de ontem, submeto ao ter juízo se o releres reconhecerá as tuas faltas e as corrigirás. Eu mesmo não me sentiria satisfeito com esse capítulo. Eu refiz hoje está melhor, está melhor, mas ainda não satisfaz. Relê dar 3 a 30 a linha com um grave erro. Depara-se, olha que interessante, os espíritos

orientavam Kardec assim. Le, da 30ª da da terceira, 30ª linha, você vai ver que erro grave que você tá. Então eles instruíram. Kardec entende que o espiritismo foi composto assim, de uma maneira muito especial, né? Rasguei o que escrever ontem, não importa. Isso não impediu que a falta continuasse. Relê, verás. Aí ele pergunta assim, o Kardec o nome verdade, que adotaste, constitui uma alusão à verdade que eu procuro, talvez pelo menos é um guia que te protegerá

e ajudará. Poderei evocar te em minha casa. Sim, para te assistir pelo pensamento, mas para respostas escritas em tua casa, só daqui a muito tempo poderá obtê-las. Kardec observa com efeito durante cerca de 1 ano, nenhuma comunicação escrita. Obtive em minha casa e sempre que ali se encontrava um médium com quem eu esperava conseguir qualquer coisa, uma circunstância imprevista a isso se opunha somente fora de minha casa, alugava.

Eu receber comunicações, dão entenda que Kardec não era médium, ele se utilizava dos médiuns das seções mediúnicas. Para compor a doutrina espírita e, claro, por inspiração dos espíritos, não é? Poderias vir mais amiúde, não apenas de mês em mês, ou você pode vir mais brevemente, não só de mês em mês, sim, mas não prometo se não, uma vez mensalmente, até nova ordem. Teresa, animado na Terra, alguma personagem conhecida já te disse que para ti sou a verdade.

Isto para ti quer dizer discrição, nada mais saberá a respeito. UI a curiosidade mata, né? Kardec também era curioso, mas o espírito diz assim, não precisa saber quem que eu era, tá? À noite ou a nota do Kardec à noite, de regresso a casa, dei-me pressa em reler o que escreveram, quer no papel que eu lançar a sexta, querem nova cópia que fizera, se me deparou, na 30ª linha, um erro grave que

me espantei de haver cometido. Desde então, nenhuma outra manifestação do mesmo gênero das anteriores produziu, tendo se tornado desnecessárias por se acharem estabelecidas as minhas relações com meu espírito protetor. Elas cessaram o intervalo de 1 mês que ele assinalar que ele assinara para suas comunicações. Só raramente foi mantido no princípio. Mais tarde, deixou de o ser em

absoluto. Foram, sem dúvida, um aviso de que eu tinha de trabalhar por mim mesmo e para não estar constantemente recolher aos recorrer ao seu auxílio diante da menor dificuldade. Então, assim, a Independência de Kardec. Por isso que a gente fala que ele é autor do espiritismo, não é decodificador, ele não estava nada em código Pra Ele decodificar. Ele é autor do espiritismo, se deve em grandessíssima parte ao

seu talento à sua pessoa, né? Além de ser auxiliado pelos espíritos, mas os próprios espíritos. O seu espírito protetor dizia assim, ó, trabalha é faz por tua conta, não vai ficar perguntando qualquer coisa, tanto que ele vinha de mês em mês, né? Porque isso é muito, muito pouco. Enfim, vamos agora mais uma comunicação agora, 9/04/1856 no mesmo lugar, com a mesma média. Pergunta. Para o espírito da verdade, não

é que ele pergunta à verdade. Críticas e outro dia, o trabalho que eu havia feito e tiveste razão, reli o encontrei na 30ª linha. Um erro contra o qual protestasse por meio das pancadas que me fizeste ouvir. Isso me levou a descobrir outros defeitos e a refazer o trabalho.

Estás satisfeito? Agora acho melhor, mas aconselho-te que esperes um mês para divulgá lo que queres dizer, falando em divulgá lo não tenho bem, sabes intenção de publicá-lo, já que se é o que haja de publicar, quero dizer, mostrá-lo a terceiros busca um pretexto para recusar isso, aos que te pedirem para vê-lo daqui. Até lá, melhorará o trabalho. Faço te esta recomendação para te poupar. A crítica precatório, teu amor próprio, olha que legal.

Protegendo Kardec, né? Disseste que será para mim um guia. Que me ajudará e protegerá. Compreendo essa proteção. E o seu objetivo dentro de certa ordem de coisas, mas poderia me dizer se essa proteção também alcança as coisas materiais da vida nesse mundo? A vida material é muito de ter se em conta não te ajudar a

viver seria não te amar. Olha que legal, uma proteção, ó na nota do Kardec, a proteção desse espírito cuja superioridade eu não estava longe de imaginar, jamais, de fato me faltou a sua solicitude e a dos bons espíritos que agiam em sob suas ordens, se manifestou em todas as circunstâncias da minha vida. Que era me remover dificuldades materiais, que era me facilitar a execução dos meus trabalhos.

Querem fim a me preservar dos efeitos da malignidade dos meus antagonistas, que foram sempre reduzidos, a impotência, se as tribulações inerentes à missão que me cumpria desempenhar, não me puderam ser evitada, foram sempre suavizadas e largamente compensadas por muitas satisfações Morais. Gratíssima olha que lindo a gente já percebe aí.

É, cadê? Eu está aqui, a gente já percebe, aí é. Que o espírito protetor, né, que se intitula verdade, era extremamente cuidadoso, inclusive com a vivida material de Kardec, que aliviou e ajudou muito a vida material de Kardec para que ele desempenhasse o trabalho que ele é. Quis desempenhar, né? Isso é lindo demais porque é. Se imagina você ter um espírito que. Olha, te aconselha e te protege na vida, é a Coisa Mais Linda do mundo e todos temos um espírito

assim. É que a gente não sabe ou esquece ou não confia, né? Todos temos um amigo espiritual que nos protege. É só a gente abrir, né? Nossos ouvidos a ele, Kardec fazia isso e rapidamente descobriu que podia ser. É amparado, não é? É sempre a todo momento. Beleza?

No próximo episódio, nós vamos estudar um outro texto e algum algumas comunicações também sobre a primeira revelação da minha missão, Kardec dizendo, isso não é a missão do Evandro, a primeira revelação da missão de Kardec, eu te espero como sempre. Obrigado por ter me acompanhado até aqui até o próximo episódio desse estudo, ó.

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