Olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão? Bem-vindos a mais um episódio onde estudamos obras póstumas que são pequenos estudos que, com certeza, fariam parte de novas obras fundamentais da doutrina espírita. Magno deu tempo porque o nosso querido Kardec, alheia que o Kardec, acabou desencarnando antes por excesso de trabalho. Não é e deve ter ficado muito frustrado, creio eu. É, mas é conforme foi Combinado com a diretoria, né, da sociedade de estudos
parisienses, é? Eles publicaram. Depois, reuniram neste obras póstumas. Hoje nós vamos conhecer. Um outro texto chamado as aristocracias, que que será que são aristocratas? A gente sempre ouve falar, mas não sabe direito. Então hoje nós vamos entender. Aristocracia vem do grego aristos o melhor e Kratos poder aristocracia, pois, em sua acepção literal, significa poder dos melhores ace de convir. Em que o sentido primitivo tem sido, por vezes, singularmente
deturpado. Mas vejamos, que influência o espiritismo pode exercer na sua aplicação? Para esse efeito, tomemos as coisas no ponto de partida e acompanhei mulas através das idades, a fim de deduzir daí o que acontecerá mais tarde. Em nenhum tempo, nem no seio de nenhum povo. Os homens em sociedade tão
podido prescindir de chefes. Com estes deparamos nas tribos mais selvagens decorre isto de que, em razão da diversidade, das aptidões dos caracteres inerentes à espécie humana, há por toda parte, homens incapazes que precisam ser dirigidos. Homens fracos que reclamam proteção, paixão as que exigem repressão, daí a necessidade imperiosa de uma autoridade.
É sabido que, nas sociedades primitivas, essa autoridade foi conferida aos chefes de família, aos antigos, aos anciãos, numa palavra, aos patriarcas, essa primeira de todas as áreas, tocasse as, tornando-se numerosas sociedades. Autoridade patriarcal veio a ficar impotente em certas circunstâncias. As querelas entre povoações vizinhas deram lugar a combates. Faz-se mister para dirigi-la não mais velhos, porém homens Fortes, vigorosos e inteligentes. Daí os chefes militares
vitoriosos. Estes chefes foram investidos da autoridade esperando os seus comandados, que com a valentia deles estariam garantidos contra os ataques dos inimigos, muitos abusando da posição a que tinham sido elevados, se apossavam dela por si mesmos. Depois, os vencedores passaram a impor se aos vencidos os reduziram a escravidão. Aí a autoridade da força bruta, que foi a segunda área, isto kra cia, então a primeira aristocracia, né? Poder dos melhores vem dos chefes de família.
O segundo, né? A segunda aristocracia vem autoridade da força bruta, ou seja, dos Fortes que mandavam, já que, segundo o texto, é o ser humano. Sempre precisou de alguém mandando, porque sempre tem gente que precisa obedecer. Se não vira uma bagunça, enfim, só lembrando que, ao contrário disso, nos mundos felizes, por exemplo, não há mais a questão de um manda, o outro, obedece chefes, etc. Isso não existe mais. Né? É reina um outro regime, digamos
assim. Nos mundos felizes que é. Ninguém é subordinado, absolutamente ninguém, porque todo mundo tem um tamanho amor e tamanha responsabilidade que faz as coisas sem precisar seguir ordens ou leis de absolutamente nada. Pensou que legal é isso? É muito legal, vai ser muito bom.
Vamos continuar o texto, os Fortes com os bens que possuíam, transmitiram muito naturalmente a seus filhos a autoridade de que desfrutavam e os fracos nada usando dizer se habituaram pouco a pouco a ter esses filhos por herdeiros dos direitos que os pais haviam conquistado. Ia com.
Siderado, seus superiores veio assim, a divisão da sociedade em 2 classes, a dos superiores e a dos inferiores à dos que mandam e a dos que obedecem, estabeleceu-se de tal modo a aristocracia do nascimento, que tão poderosa e preponderante se tornou quanto a da força, visto que, se não tinha por si a força, como nos primeiros tempos em que importava, fizesse cada um sacrifício da sua pessoa, dispunha de uma força mercenária na Posse de todo o poder, ela naturalmente se arrogou todos os
privilégios. Para a conservação destes, era necessário eles dessem o prestígio da legalidade. Ela então fez leis em seu próprio proveito, o que lhe era fácil, pois que ninguém mais as fazia. Como isto. Entretanto, não bastasse, juntou aos privilégios o prestígio do direito Divino para torná-los respeitáveis e invioláveis, a fim de lhes assegurar o respeito das classes submetidas, que cada vez mais numerosas e faziam e mais difíceis de ser contida mesmo pela força.
Um único meio havia impedi-las de ver, Claro. Isto é conservá-las na ignorância. Se a classe superior houvesse podido manter a classe inferior sem se ocupar com coisa alguma, tê-la ia governado facilmente
durante ainda a longo tempo. Mas como a segunda força é obrigado a trabalhar para viver e trabalhar tanto mais quanto mais premida, se achava resultou que a necessidade de encontrar incessantemente novos recursos de lutar contra uma concorrência invasora de procurar novos mercados para os produtos lhe desenvolveu a inteligência e fez com que as próprias causas.
De que usa da classe superior, se serviam para trazê-la sujeita a esclarecessem, não se patenteia e o dedo da providência a classe submetida viu com clareza as coisas, viu? É fraca consistência. Aquele punham e sentindo-se forte pelo número, aboliu os privilégios e proclamou a igualdade perante a lei. Este princípio no seio de alguns povos, marcou o fim do reinado da aristocracia de nascimento, que passou a ser apenas nominal e honorífica, porquanto já não
confere direitos legais. Você já entendeu o que que está falando, né? Aristocracia de nascimento são os reis, rainhas e famílias reais e que a gente teve aqui no Brasil. Até 1800, não é? E é. Que tem hoje, por exemplo, no Reino Unido. Mas que são de enfeite, porque na verdade não mandam nada. Quem manda é o parlamento, né? Um primeiro-ministro é o povo que elege.
Que que aconteceu ele tocasse a segunda aristocracia pela força e aí os filhos destes que conquistavam e que protegiam os seus etc e tal, e que mandavam, começaram a ter o direito de herdar essa área, tocasse a mesmo, sem fazer nada muito bem. As pessoas que trabalhavam pela necessidade conseguiram se instruir, ficarem cada vez mais inteligentes e aboliram a as as aristocracias do mundo, né? O resultado é que hoje nós temos uma democracia que o contrário, né?
Diferente da aristocracia e que bom, né? E que bom é você. Percebe que aí fala assim? Não, não parece não. Patente. Não se patenteia aí o dedo da providência, ou seja, se a evolução natural do mundo se organizando, as pessoas se organizando, né? É lutando por igualdade perante a lei, né? O que que é uma democracia exatamente? Todos são iguais perante a lei, lê lá nossa. Constituição, a Constituição
cidadã, né, que é muito humana. Cheio de direitos humanos maravilhosos, cheio de princípios maravilhosos ainda. A gente não tem, não consegue seguir tudo como o país, mas que está lá, tá, né? EE tem uns tontos retardados que querem é transformar isso, jogar isso na lata do lixo e voltar a aristocracia. Entendi, é como isso é daninho, isso é horrível, não pode, não pode acontecer. Ele falou se então, uma nova potência, a do dinheiro. Por que com dinheiro se dispõe dos homens e das coisas?
Era um sol nascente, diante do qual todos se inclinaram como outrora, se curvarão diante de um brasão, o que não se concedia ao título concedia. Se a Riqueza e a Riqueza teve igualmente os seus privilégios. Logo, porém, se aperceberam de que, para conseguir a Riqueza certa dose de inteligência era necessária, não sendo necessária muita para herdá-la e de que usa descendentes. São quase sempre.
Mais hábeis em a consumir do que em ganhar lá, de que os próprios meios de enriquecimento nem sempre são e reprocháveis, donde resultou ir o dinheiro perdendo pouco a pouco seu prestígio moral. Entender essa potência a ser substituída por outra, por uma aristocracia mais justa, a da inteligência, diante da qual todos podem curvar-se sense envelhecerem, porque ela pertence tanto ao pobre quanto ao rico e será a última será mais alta expressão da humanidade civilizada? Não?
Então assim, depois, né dessa? Da da aristocracia pelo pelo sangue azul. Na é ser derrubada, se formou maiores, tocasse a pelo dinheiro. Não é que a gente tem até hoje no mundo capitalista materialista pelo dinheiro que quem tem, compra, todo mundo faz os outros trabalharem, para que a pessoa possa ganhar dinheiro em cima de um trabalho semi escravo, né? Digamos assim, sim, e KS absurdamente. E aí tem a aristocracia também da inteligência. E aí o texto né de será que é a última?
Aristocracia? Não, não, não é o último. Olha lá, a inteligência nem sempre constitui penhor de moralidade e o homem mais inteligente pode fazer péssimo uso de suas faculdades. Do outro lado, a moralidade isolada pode muita vez ser incapaz. A reunião dessas 2 faculdades, inteligência e moralidade é, pois, necessária a criar uma preponderância legítima a que a massa se submeter a cegamente, porque ele inspirar a plena confiança. Pelas suas luzes e pela sua
justiça. Será essa última aristocracia a que se apresentará como consequência ou antes, como sinal do advento do reinado do bem na Terra, ela se erguerá muito naturalmente pela força mesma das coisas. Quando os homens de tal categoria forem bastante numerosos, para formarem uma maioria imponente, a massa lhes confiar a seus interesses, como vimos, todas as aristocracias tiveram sua razão de ser, nasceram do estado da humanidade. Assim, há de acontecer com o que
se tornará uma necessidade. Todas preencheram o preencheram seu tempo conforme os países, porque nenhuma teve por base o princípio moral. Só este princípio pode constituir uma supremacia durável, porque terá anima la, sentimentos de justiça e Caridade a essa aristocracia. Chamaremos aristocracia, intelecto, moral, do qual que é o caminho da humanidade, a aristocracia, intelecto moral, aqueles que governarão tem. Alta inteligência e tem uma
moral elevada. A gente tem 2 coisas que caminham, nem sempre juntas, que é a moral e a inteligência. Às vezes a gente dá saltos quânticos, por exemplo, com a inteligência, né? Inventamos tudo, tecnologia etc, etc. Cura de doenças e tal, mas a moral continua lá embaixo. Às vezes a gente tem 11 Progresso da moral, sem necessariamente progredir. Inteligência. A melhor e a aristocracia ideal que a gente vai chegar de pessoas comandando, né?
Os países no planeta, a aristocracia, intelecto, moral e a gente vê sinais de muitas pessoas no nosso meio que possuem essa aristocracia, intelecto, moral que percebam. Não tem nada a ver com dinheiro. Não tem nada a ver com sanguinidade ou com é? Se você é de família tal e família imperial, não tem nada a ver intelecto moral quando as 2 capacidades são elevadas e quando tivermos, a gente vê agora espaço. Poucas pessoas que são é evoluídas intelectual e moralmente simultaneamente, né?
Mas conforme o planeta foi melhorando, a gente foi melhorando. Estes este número de pessoas aristocratas, intelecto, Morais vai aumentar, né? Isso é muito legal, mas semelhante estado de coisas será possível com o egoísmo, o orgulho, a cupidez, que reinam soberanos na Terra. Responderemos terminantemente, sim. Não só é possível como se implantará por ser inevitável, já hoje a inteligência do mina é soberana, ninguém o pode contestar de ô é tão verdade
isto? Que já se vê o homem do povo chegar aos cargos de primeira ordem, essa aristocracia não será mais justa, mais lógica, mais racional do que a força do que a da força bruta, do nascimento ou do dinheiro. Porque então seria impossível que ele se juntasse à moralidade porque, dizem os pessimistas, o mal domina a Terra. Quem usará dizer que o bem nunca o sobrepujará? Os costumes e porque o seguinte, as instituições sociais não valem 100 vezes mais hoje do que na idade média.
Cada século não se assinala por um Progresso, porque então humanidade pararia quando ainda tem tanto a fazer por instinto natural, os homens procuram o seu bem-estar. Se não acharem completo no Reino da inteligência, procurar luam algures em algum lugar e onde poderá encontrá-los, e não no Reino da moralidade. Para isso, torna-se preciso que a moralidade sobrepujem numericamente.
Não há contestar que muitíssimo se tem que fazer, mas ainda uma vez fora, fora, toda a pretensão, dizer-se que a humanidade chegou ao apogeu quando é vista avançar continuamente pela senda do Progresso. Ou seja, vai acontecer a aristocracia, intelecto moral cada vez mais. Mesmo com o orgulho, o egoísmo que ainda é. Nos permeia, não é isso? É fato, mas vai acontecendo com uma pessoa aqui, uma pessoa ali, outra pessoa aí daqui a pouco é serão a maioria ou seremos a
maioria assim, né? Que seja assim, digamos, antes de tudo, que os bons na Terra não são absolutamente tão raros como se julga os maus são numerosos. É, infelizmente, verdade. O que, porém, faz, pareçam eles ainda mais numerosos. Aqui tem mais audácia. Sentem que essa audácia eles é indispensável ao bom êxito de tal modo, entretanto. Compreendem a preponderância do bem, que, não podendo praticá-lo com eles e mascarar os bons, ao contrário, não fazem alarde das suas boas qualidades.
Não se põem em evidência donde o parecer em tão pouco numerosos pesquisa e, no entanto, os atos íntimos praticados sem ostentação e em todas as camadas sociais deparei com criaturas de natureza boa e leal, NU, com acento Agudo, mero bastante é vos tranquilizar o coração de maneira a não desesperar, diz da humanidade. Depois cumpre também de zelo. Entre os maus, muitos aqui, apenas o som por arrastamento e que se tornaria um bons, desde que submetidos a uma influência
boa. Admitamos que indivíduos haja 25 bons e 75 maus. Destes últimos, 50 se contam que o Sam, por fraqueza e que seriam bons, se observassem bons exemplos e, sobretudo, se tivessem sido bem encaminhados desde a infância dos 25 maus, nem todos serão incorrigíveis no estado atual das coisas, os maus estão em maioria e ditam a lei aos bons. Suponhamos que uma circunstância qualquer opere a conversão de 50% deles. Os bons ficaram em maioria e a seu turno ditarão a lei dos 25.
Outros francamente maus, muitos sofreram a influência da que Les, restando apenas alguns incorrigíveis em preponderância. Eu acho lindo. É porque Kardec era de um tempo que havia o positivismo, então. Era um momento muito especial da história, onde as pessoas sempre viam. A as coisas positivas eram otimistas por natureza. E Kardec, né? Não poderia ser diferente disso. E ele traz aí essa essa constatação de que realmente, se a gente vê, né? É porque o mal faz muito
barulho. Os maus fazem muito barulho para é todos os os as reportagens que a gente assiste a cana de maioria é só de notícia ruim, é de gente que matou gente. A gente que passou para trás é corrupção, et cetera, et cetera. Mas você parou para pensar? Que estes são os que estão em evidência, mas o tanto de gente que no mesmo dia daquela notícia ajudou o outro, fez trabalho, construiu, né? De um prato de comida. E quantas instituições?
Quantas pessoas não estão neste momento trabalhando para o bem? Será que são menos do que os os ruins que a gente acha nos noticiários? Evidentemente que não é que o mal, infelizmente, a ainda dá muito ibope, né nas televisões? É falar coisas boas, não dá ibope, mas faz falar coisas ruins, dá ibope, faz a gente ficar nervoso e querer é comprar e consumir mais coisas, né? Então, é um é um. O sistema é construído dessa maneira, mas evidentemente tem
muito mais pessoas do bem, né? Pessoas boas que não fazem propaganda do que estão fazendo onde estão fazendo. Entendi. A gente nunca vai ficar sabendo, é só a gente fazer um exercício de imaginar conhecendo os poucos que a gente conhece, né? No nosso meio é a gente. As instituições, por exemplo, religiosas ou não, que estão ajudando milhares milhões de pessoas neste momento.
Aí o Kardec traz um exemplo. Tomemos um exemplo para ilustrar o que acabamos de dizer a povos no seio dos quais o assassino e o roubo são a normalidade, constituindo exceção o bem nos povos mais adiantado e mais bem governados da Europa. Crime é exceção. Acuado pelas leis, ele, nenhuma influência exerce sobre a sociedade o que nesses povos ainda predomina são os vícios de caráter, o orgulho, o egoísmo, a
cupidez com seus cortejos. Por que progredindo esses povos, os vícios não se tornariam a esse c, cedilha maiúsculo. Ó como são, é hoje os crimes, ao passo que os povos inferiores galgaria o nosso nível. Negar a possibilidade dessa marcha ascendente fora negar o Progresso, certamente chegar a tal estado de coisas e não pode ser obra de 1 dia.
Mas se há uma causa capaz de apressar ali o advento, essa causa é, sem nenhuma dúvida, o espiritismo, fator por excelência, da fraternidade humana, por mostrar que as provas da vida atual são a consequência lógica e racional dos atos praticados nas existências anteriores.
Por fazer de cada homem ou artífice voluntário da sua própria Felicidade a vulgarização universal do espiritismo dará em resultado necessariamente, uma elevação sensível do nível moral da atualidade, apenas elaborados e coordenados. Já os princípios gerais da nossa filosofia é um congregado em imponente comunhão de ideia. Milhões de adeptos espalhados por toda a Terra.
Os progressos realizados pela sua influência, as transformações individuais e locais que eles têm provocado em menos de 15 anos permitem aparecermos as modificações imensas e radicais que operaram no futuro. Mas se, graças ao desenvolvimento e a aceitação geral dos ensinos dos espíritos, o nível moral da humanidade tende constantemente a elevar-se singularmente, se iludiria quem supusesse que a moralidade? Preponderará sobre a inteligência, o espiritismo. Com efeito, não quer que eu
aceitem cegamente, reclama. A discussão e a luz, em vez da fé cega que aniquila a Liberdade de pensar, diz ele. Fé inabalável só o é a que pode encarar de frente a razão em todas as épocas da humanidade, a fé necessita de uma base base que é a inteligência perfeita daquilo em que se deve crer e para crer. Não basta ver é preciso, sobretudo, compreender o evangelho segundo o espiritismo,
com bom direito. Pois podemos considerar o espiritismo como um dos mais Fortes precursores da aristocracia do futuro, isto é, da aristocracia, intelecto moral. Tá vendo? Sempre positivista, né? Kardec vem nos dizer aí sobre o espiritismo, nos espíritos, nos traem. Trazem também que não é a única coisa, né? Não é o único caminho, mas é um dos caminhos para que a gente tenha aí cada vez mais pessoas. É dessa aristocracia intelecto moral, onde a inteligência e a moral caminham juntos.
Pessoas que têm inteligência moral avançadas. Então assim, é o melhor dos mundos. Essa é a nossa Futura aristocracia, que já começa a acontecer entre nós, mas que vai cada vez mais ficando mais forte, mais presente em mais pessoas. O espiritismo vem para contribuir com isso, porque quem estuda seriamente o espiritismo? Eu duvido que não vá se transformar e transformando assim a sociedade onde vive. Não é pela consciência que traz esta fé. Raciocinada, né? A frase bonita que vem do
evangelho, né? Fé inabalável só o é a que pode encarar de frente a razão em todas as épocas da humanidade. Então, para crer não basta ver é preciso, sobretudo, compreender a medida que a gente compreende. Fica mais fácil aí o nosso caminho para que a gente possa atingir. A nossa aristocracia, intelecto moral, ou seja, a gente a nossa evolução moral e de inteligência também lindo, né? Nos próximo, no próximo episódio, nós vamos falar sobre os desertores. Evidentemente, está falando
sobre o espiritismo. Eu te espero como sempre, obrigado por seguir até aqui comigo. A gente se encontra no próximo programa. Tchau.
