BRA. Vó, olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão? Sejam bem-vindos a mais um episódio onde? Estudamos a obra fundamental da doutrina espírita. Obras póstumas que traz aí os estudos ainda em concluídos, né? De trabalhos futuros, que Kardec iria nos brindar. Hoje nós vamos falar sobre um tema bem provocante, a morte espiritual que que será que se trata? Vamos então, direto ao texto. A questão da morte espiritual é um dos novos princípios que assinala os progressos da
ciência espírita. A maneira por que foi apresentada em certa teoria, pessoal determinou no primeiro momento a sua rejeição, porque parecia implicar o aniquilamento em dado tempo do individual e assimilar as transformações da
alma às da matéria. Cujos elementos se desagregam para formar novos corpos, os seres ditosos e aperfeiçoados seriam, na realidade, novos seres, o que é inadmissível, equidade das penas e dos gozos futuros só se evidencia com a perpetuidade dos seres, ascendendo à escala do Progresso e depurando se pelo trabalho e pelos esforços da vontade própria, tais as consequências que se podiam tirar a priori
daquela teoria. Entretanto, devemos convir, em que ela não foi apresentada com a empáfia de um orgulhoso que pretendesse impor o seu sistema. Disse modestamente o autor, que apenas desejava lançar uma ideia no terreno da discussão, dado que dessa ideia poderia surgir uma verdade nova ao parecer dos nossos eminentes guias espirituais. Ele teria aplicado menos quanto ao fundo do que quanto a forma que se prestou a uma falsa interpretação. Isso nos determina a estudar seriamente.
A questão é o que tentaremos fazer? Baseando nos na observação dos fatos que ressaltam da situação do espírito em 2 épocas. Para ele, capitais a dar sua descida à vida corpórea e a do seu regresso à vida espiritual por ocasião da morte corpórea. O espírito entra em perturbação e perde a consciência de si mesmo, de sorte que jamais testemunha. Último suspiro do seu corpo. Pouco a pouco a perturbação se dissipa e o espírito se recobra como um homem que desperta de profundo sono.
Sua primeira sensação é a de estar livre do fardo carnal. Sexo espanto ao reparar no novo e-mail que se encontra. Acho assim, na situação de 1 a quem se? Cloroformo nisa é? Meio que se entorpece para uma amputação que ainda adormecido, é levado para outro lugar. Ao acordar, ele se sente livre do membro que eu fazia sofrer. Muitas vezes procura os surpreendido de não mais o
possui. Do mesmo modo, o espírito, no primeiro momento procura o corpo que tinha descobre OA seu lado, reconhece que é o seu, espanta-se de estar dele, separado e só gradativamente se apercebe disso. A nova situação, então, é pelo que eu conseguirei? Consegui entender. É, é isso. Foi um estudo que alguém propôs sobre a morte, não é a morte do próprio espírito, enfim, então é. É algo interessante que pode ser, né? É morte espiritual, né? Que pode ser, é interessante, é
puro filosofia. Isso não é e que nos faz pensar de uma maneira nossa, será que é possível alguém morrer espiritualmente? Ou seja, a gente morre no corpo físico, mas imagine eu como um espírito morrer e desaparecer para sempre? Eu acho que se trata disso, mas vamos continuar nesse fenômeno. Apenas se operou uma mudança de situação mate real quanto ao moral. O espírito é exatamente o que era algumas horas ANTS por
nenhuma modificação sensível. Passou suas faculdades, suas ideias, seus gostos, seus pendores, seu caráter são os mesmos e as transformações que possa experimentar só a gradativamente se operaram pela influência do que o cerca. Em resumo, unicamente para o corpo. Houve morte para o espírito, apenas sono houve na reencarnação, as coisas se passam de outra maneira no momento da concepção do corpo que se lhe diz Tina.
O espírito é apanhado por uma corrente fluídica que, semelhante a uma rede, o toma e aproxima da sua nova morada. Desde então, ele pertence ao corpo, como este lhe pertencerá até que morra. Todavia, a uniam, completa. O apossamento real somente se verifica por ocasião do nascimento, desde o instante da concepção, a perturbação ganha o espírito, suas Ideas se tornam confusas. Suas faculdades se somem, a perturbação cresce à medida que
os liames se apertam. Torna-se completo nas últimas fases da gestação, de sorte que o espírito não aprecia o ato de nascimento do seu corpo. Como não apreciam da morte deste, nenhuma consciência têm nem de um nem de outro, desde que a criança respira, a perturbação começa a dissipar-se. As Ideas voltam pouco a pouco, mas em condições diversas das verificadas quando da morte do corpo. Não é tudo a reencarnação, as faculdades do espírito não ficam apenas entorpecidas por uma
espécie de sono momentâneo. Conforme se da quando do regresso a vida espiritual, todas, sem exceção, passam ao estado de latência. A vida corpórea tem, por fim, desenvolvê-las mediante o exercício, mas nem todas se podem desenvolver simultaneamente, porque o exercício de uma poderia prejudicar o de outro, ao passo que, por meio do desenvolvimento sucessivo, umas se firmam nas outras. Convém, pois, que algumas fiquem em repouso, enquanto outras aumentam.
Esta a razão porque. Na sua nova existência, pode espírito apresenta-se sob aspecto muito diferente, sobretudo se pouco adiantado for do que tinha na existência precedente, não é? Então? Um resumam por enquanto é que a gente não consegue. É participar ativamente, nem da encarnação quando eu digo participar assim, ativamente é que a gente não vê ou bem difícil. A gente se entorpece tanto do nascimento quanto da morte, mas o nascimento é um pouco mais
complicado, né? Porque demora muito mais tempo. Num a faculdade musical, por exemplo, será mais ativa ele considerar perceber. Aí, portanto, fará tudo o que for necessário ao desenvolvimento dessa faculdade. No tra existência, tocar uma vez a pintura, as ciências exatas, a poesia, et cetera. Enquanto estas novas faculdades se exercitarem, a da música estará latente, mas conservando
o Progresso que realizou. Resulta daí que quem foi artista numa existência poderá ser um sábio, um homem de estado ou um estrategista, noutra sendo nulo do ponto de vista artístico e reciprocamente. O estado latente das faculdades na re encarnação explica o esquecimento das existências
precedentes. Enquanto por ocasião da morte, achando se as faculdades em estado de sono pouco durável, a lembrança da vida que acaba de transcorrer é completa ao despertar o espírito na vida espiritual, as faculdades que se manifestam estão naturalmente em relação com a posição que o espírito tem de ocupar no mundo e com as provas que haja
escolhido. Entretanto, acontece muitas vezes que os preconceitos sociais do desloquei, o que faz que certas pessoas estejam intelectual e moralmente, acima ou abaixo da posição que ocupam. Esse deslocamento pelos entraves que acarreta, faz parte das provas. Cessará com o Progresso numa ordem social avançada? Tudo se regula de acordo com a lógica das leis naturais e aquele que apenas tiver aptidão para fabricar sapatos não será por direito de nascimento, chamado a governar os povos.
Voltemos à criança até nascer todas as faculdades se encontram em estado latente. Nenhuma consciência de si mesmo tem o espírito. Acho que devam desenvolver, se não desabrocham de súbito no ato de nascer, o desenvolvimento delas. A companhia dos órgãos que terão de servir para as suas manifest ações por meio da atividade íntima, em que se põem elas, impulsionam o desenvolvimento dos órgãos que lhes correspondem, do mesmo modo que o broto ao nascer, força a casca da árvore.
Daí resulta que na primeira infância o espírito não goza em plenitude de nenhuma de suas faculdades, não só como encarnado, mas também como o espírito livre. Ele é verdadeiramente infantil como corpo a que se acha ligado, sem, contudo, estar neste comprimido penosamente, a não ser assim. Deus houvera feito da encarnação um suplício para todos os espíritos. O mesmo, porém, não acontece com o idiota ou cretino.
Nestes não se tenha dos órgãos desenvolvido paralelamente às faculdades, o espírito acaba por achar-se na posição de um homem preso por laços que lhe tiram a Liberdade dos movimentos. Tal a razão por que se pode evocar o espírito de um idiota.
E obter respostas sensatas, ao passo que o de uma criança de muito pouca idade ou que ainda não veio à luz, é incapaz de responder todas as faculdades, todas as aptidões se encontram em germe no espírito, desde a sua criação, mas em estado rudimentar, como todos os órgãos, no primeiro filete do feto, enforme como todas as partes da árvore na semente, o selvagem que mais tarde se tornarão homem civilizado,
possui. Depois em si, os germes que um dia farão dele, um sábio, um grande artista ou um grande filósofo. À medida que esses germes chegam à maturidade, a providência lhes dá para a vida terrestre um corpo apropriado às suas novas aptidões. É assim que o cérebro de um europeu é organizado de modo mais, completou. Provido de maior número de teclas do que o do selvagem para a vida espiritual, dá-lhes um corpo fluídico, ou perispírito, mais sutil e impressionável por
novas sens. Ações a proporção que o espírito se engrandece a natureza ou provê dos instrumentos que lhes são n eces ários. No sentido de desorganização, de desagregação das partes, de dispersão dos elementos, não há morte se não para o invólucro material e o invólucro fluídico.
Mas quanto a alma, o espírito, e se não pode morrer para progredir de outro modo, ele perderia a sua individualidade, o que equivaleria ao nada no sentido de transformação, Regeneração. Pode dizer-se que o espírito morre a cada encarnação para ressuscitar com o atributo aos novos. Sem deixar de ser o eu que era
tal. Por exemplo, um camponês que enriquece e se torna importante, senhor trocou a choupana por um Palácio. As roupas modestas por vestuários de brocado, todos os seus hábitos mudaram, seus gostos, sua linguagem, até o seu caráter. Numa palavra, o camponês morreu, enterrou as vestes de grosseiro estofo para Renascer o homem de sociedade, sendo sempre, no entanto, o mesmo indivíduo, porém transformado. É pelo que eu estou entendendo, é uma. É uma contestação, não é que não se.
Pode existir uma morte espiritual, e ele conclui cada existência corpórea. É, pois, para o espírito, um meio de progredir mais ou menos sensivelmente, de volta ao mundo dos espíritos, leva para lá novas Ideas, um Horizonte moral mais dilatado, percepções mais agudas, mais delicadas, vê e compreende o que antes não via nem compreende a sua visão, que a princípio, não ia além da última existência que tiver, passa a abranger sucessivamente as suas existências pretéritas.
Como o homem que sobe uma Montanha, e para quem o nevoeiro se vai dissipando, abrange com o olhar um Horizonte cada vez mais vasto a cada novo estágio na erraticidade novas Maravilhas do mundo invisível se desdobram diante do seu olhar, porque em cada um desses estágios, um véu se rasga ao mesmo tempo, seu envoltório fluídico se depura, torna-se mais leve, mais brilhante e mais tarde, resplandecerá. É quase um novo espírito. É o camponês desbastado e
transformado. Morreu o espírito velho, mas o eu é sempre o mesmo. É assim. Cremos que convence. Entenda a morte espiritual é aquilo que eu falei de novo, mais um resumam do que que é o espiritismo, né? Num estudo, é de Kardec, muito legal que não tem jeito de ter esta tal morte espiritual, né? É uma vez do que o espírito não morre, ele é criado, mas é imortal, então somos todos imortais.
O que morre é o corpo físico. É, morre-se as más tendências e nascem as melhores tendências possíveis e a gente assim vai caminhando para a evolução. Beleza? No próximo episódio nós vamos falar sobre a vida Futura. Eu como sempre, te espero para o café lá lá.
