Vó Ban. Vó, olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão? Sejam bem-vindos a mais um episódio onde? Estudamos obras póstumas, os escritos e estudos de Kardec foram juntados depois do seu desencarne e publicados em um único volume. Hoje nós estamos na primeira parte, ainda vamos estudar o seguinte tema. O caminho da vida, então, sem demora, vamos para o texto de
hoje. A questão da pluralidade das existências a desde longo tempo preocupado, os filósofos e mais de um reconheceu na anterioridade da alma a única solução possível para os mais importantes problemas da psicologia. Sem esse princípio, eles se encontraram detidos a cada passo, encurralados num beco Sem Saída, donde somente puderam escapar com o auxílio da pluralidade das existências. A maior objeção que podem fazer a essa teoria da ausência de lembranças das existem.
E se as anteriores, com efeito, uma sucessão de existências inconscientes umas das outras deixaram o corpo para tomar outros sem a memória do passado, equivaleria ao nada, visto que seria o nada quanto ao pensamento. Seria uma multiplicidade de novos pontos de partida, sem ligação entre si. Seria a ruptura incessante de todas as afeições que fazem o Encanto da vida presente a mais doce consolador, a Esperança do futuro Ho seria, afinal, a negação de toda a responsabilidade moral?
Semelhante doutrina seria tão inadmissível e tão incompatível com a justiça divina quanto a Dilma, única existência com a perspectiva de uma eternidade de penas por algumas faltas temporárias. Compreende-se então, que os que formam semelhante ideia da reencarnação, a repilam. Mas não é assim que o espiritismo no la apresenta. Olha pelo que a gente está entendendo, começa a falar sobre a questão de refutar e argumentos, né? De quem se recusa a constatar a reencarnação, afinal de contas.
Para que que serve uma reencarnação? E se a gente não consegue lembrar absolutamente nada, não é da vida anterior. Realmente, essa pergunta é uma pergunta forte, mas não é isso que o espiritismo apresenta. Vamos ver. A existência espiritual da alma, diz ele, é a sua existência normal, com indefinida lembrança
retrospectiva. As existências corpóreas são apenas intervalos cujas ist, ações na existência espiritual, sendo a soma de todas as ist ações apenas uma parcela mínima da existência normal, absolutamente, como se numa viagem de muitos anos, de tempos a tempos, o viajou, parasse durante algumas horas. Embora pareça que, durante as existências corporais. A solução de continuidade? Por ausência de lembrança, a ligação efetivamente se estabelece no curso da vida espiritual, que não sofre
interrupção. Há solução de continuidade? Realmente só existe para a vida corpórea, exterior e de relação. E aí? E a ausência e da lembrança prova a sabedoria da providência que assim evitou fosse o homem por demais desviado da vida real, onde ele tem deveres a cumprir, mas quando o corpo se acha em repouso durante o sono, há uma levanta ao voo parcialmente e estabelece-se, então. Na cadeia, interrompida apenas
durante a vigília. Então a gente precisa começar a entender, não é sempre que nós não somos um corpo físico com o espírito. Nós não temos um espírito, nós somos um espírito partindo-se desse dessa premissa, o que que é uma vida? De sei lá, vamos botar uma vida bem longa de 100 anos. O que que é uma vida adiante? Da nossa imortalidade, do tanto que a gente já viveu na vida espiritual, no mundo espiritual, na nossa essência, não é não?
Na matéria, a matéria é uma experiência, mas o mundo espiritual é a nossa verdadeira casa. Imagino tanto que a gente já viveu lá outra no mundo espiritual. As lembranças estão ativas, ou seja, a gente sabe direitinho quem foi, o que fez et cetera. Óbvio que isso depende muito da nossa, do nosso entendimento, é do nosso conhecimento, inteligência emocional, espiritual. É inteligência, é mesmo de poder compreender, não é? Essas memórias sem fazer um mal
danado. Então, quando a gente começa a ver deste outro lado, por este prisma diferente. Aí a coisa fica, não é? É se inverte, porque se somos espíritos numa experiência da carne e durante a experiência da carne, a gente geralmente não tem acesso às lembranças de vidas passadas. Eu digo geralmente porque muita gente tem, né? E durante o sono, a gente pode ter acesso é e quando a gente regressa para a vida espiritual,
com certeza a gente tem acesso. Então o que que é esse curto espaço de tempo, já que a gente passa 1/3 da nossa vida dormindo? Então são só 2/3 de vida que a gente não lembra das vidas passadas. Caso a gente não lembre, né? Então, realmente isso não reduz em nada a questão da reencarnação, mas vamos
continuar com o texto a isto. Ainda se pode opor uma objeção, perguntando o que proveito pode o homem tirar de suas existências anteriores para melhorar se, dado que ele não se lembra das faltas que haja cometido? O espiritismo responde primeiro que a lembrança de existências desgraçadas, juntando-se às misérias da vida presente ainda mais penosa, tornaria esta última desse modo. Poupou Deus às suas criaturas, um acréscimo de sofrimentos.
Se assim não fosse, qual não seria a nossa humilhação ao pensarmos no que já fôramos para o nosso melhoramento, aquela recordação seria inútil durante cada existência. Sempre damos alguns passos para a frente. Adquirimos algumas qualidades e nos despojamos de algumas imperfeições. Cada uma de tais existências é, portanto, um novo ponto de partida em que somos.
Qual nos houvermos feito? Em que nos tomamos pelo que somos, se nos preocuparmos com o que tenhamos ido, se numa existência anterior, fomos antropófagos que importa é isso, desde que já não o somos. Se tivemos um defeito qualquer de que já não conservamos vestígio, aí está uma conta saldada de que não mais nos cumpre cogitar. Suponhamos que, ao contrário, se trate de um defeito apenas meio corrigido. O restante ficará para a vida seguinte a corrigi-lo é do que nesta devemos cuidar.
Tomemos um exemplo. Um homem foi assassino e ladrão e foi punido, quer na vida corpórea, quer na vida espiritual. Ele se arrepende, corrigido, primeiro, pendor, porém não do segundo. Na existência seguinte será apenas ladram, talvez um grande ladrão, porém não mais assassino. Mais um passo para diante, já não será mais que um ladrão obscuro. Pouco mais tarde já não roubará, mas poderá ter a veleidade de roubar que a sua consciência
neutralizará. Depois, um derradeiro esforço e havendo desaparecido, todo o vestígio da enfermidade moral será um modelo de probidade que lhe importa. Então o que ele foi? A lembrança de ter acabado no cadafalso não seria uma tortura e uma humilhação constantes? Então, quando a gente começa a pensar que a. A nossa memória das vidas passadas nesta atual, é. Neste atual momento que a gente vive, seria muito mais
prejudicial do que é vantajoso. Porque nós estamos, se estamos aqui num mundo de provas e expiações, nós não somos muito florzinha que se cheira, entendeu? Então as as vidas passadas, talvez o que a gente fosse lembrar. Do que fizemos, iria atrapalhar demais a nossa experiência nesta vida atual. Por isso é que este momento é bom que a gente não tenha.
Conforme a gente vai evoluindo moralmente e espiritualmente aí densamente, digamos assim, que o nosso espírito vai ficando cada vez menos denso a ponto de não precisar reencarnar mais. Não tem problema a gente lembrar todo o passado, todas as nossas vidas, porque a gente terá é inteligência emocional para lidar com isso, entendeu? Imagine aí. Que a gente não é preparado. Se você descobrisse que na vida passada você fosse assassino da sua filha, por exemplo.
Que hoje é sua filha, como como seria? Como você lidaria com isso? Entendi. Então tudo é dado a seu tempo. De acordo com o que a gente consegue. Não é ter o limite. Eu gostei do exemplo aí de um ladrão e assassino que depois de uma vida posterior, vai ser só o ladrão. Numa vida posterior, nem ladrão vai ser, então assim, evitando essas lembranças durante a vida nos dá mais Liberdade de fazer as escolhas melhores para o caminho, né? É da ausência do mal, né? Para o caminho do bem,
continuando. Aplicar este raciocínio a todos os vícios, a todos os desvios e podereis ver como é alma, se melhora passando e tornando a passar pelos cadinhos da encarnação, não terá sido Deus mais justo com o tornar o homem árbitro da sua própria sorte pelos esforços que emprega e por se melhorar do que se fizesse que só há uma nascesse? Ao mesmo tempo que seu corpo e o condenasse atormenta os perpétuos por erros passageiros, sem lhe conceder meios de purificar-se de suas imperfeições.
Pela pluralidade das existências nas suas mãos está o seu futuro. Se ele gasta longo tempo a se melhorar, sofre as consequências dessa maneira de proceder. É a Suprema justiça. A Esperança, porém, jamais lhe é interdita. A seguinte comparação é de molde a tornar compreensíveis as peripécias da vida da alma. Suponhamos uma estrada longa em cuja extensão se encontram de distância em distância, mas com
intervalos desiguais. Florestas que se tem de atravessar e. Na entrada de cada uma, a estrada larga e magnífica se interrompe para só continuar a saída. O viajor segue por essa estrada e penetra na primeira Floresta. Aí, porém, não dá. Com caminho aberto de para auxílio. Ao contrário, um dédalo inextricável em que ele se perde a claridade do Sol a desaparecido sob as peças ramagem das árvores, ele vagueia sem saber para onde se dirige.
Afinal, depois de inauditas fadigas, chega aos confins da Floresta. Mas extenuado, dilacerado pelo uso espinhos machucado pelos pedrosos lá, descobre de novo à estrada e prossegue a sua jornada, procurando curar-se das
feridas. Mais adiante, segundo a Floresta, se lhe antolha, onde o esperam as mesmas dificuldades, mas ele já possui um pouco de experiência e dela sai menos contundido em outra, topa com um lenhador que lhe indica Daher c cedilha maiúsculo, ok, deve seguir para, se não transviar a cada nova travessia. Aumenta a sua habilidade de maneira que transpõem cada vez mais facilmente os OBS. Tá culos certo de que a saída encontrada de novo a boa estrada
afirma-se nessa certeza. Depois, já sabe, orientar-se para achá-la com mais facilidade, a estrada finaliza no cume de uma Montanha altíssima, de onde ele descortina todo o caminho que percorreu desde o ponto de partida. Vê também as diferentes florestas que atravessou e se lembra das vicissitudes por que passou. Mas essa lembrança não lhe é penosa, porque chegou ao termo da caminhada. É qual velho soldado que na calma do lar doméstico, recorda
as batalhas aqui. Assistiu aquelas florestas que pontilhavam a estrada? Lição, como que pontos negros sobre uma fita branca, ele diz assim mesmo quando eu estava naquelas florestas, nas primeiras sobretudo como eu me pareciam longas de atravessar, figurava se me que nunca chegarei ao fim, tudo ao meu derredor me parecia gigantesco e intransponível. E quando penso que.
Sem aquele bondoso lenhador que me pôs no bom caminho, talvez eu ainda lá estivesse agora que contempla essas mesmas florestas do ponto onde me acho como se me apresentam pequeninas a figura semi que de um passo teria podido transpo las ainda mais a minha vista aos penetra e lhes distingo os menores detalhes, percebo. Até os passos em falso que dei, olha que coisa mais linda. Que exemplo mais é sensacional sobre a caminhada, né? As encarnações quando se olha aí
essa travessia das florestas. Lindo exemplos lindos Kardec era danado, né? Diz lhe então um Ancião, meu filho, este chegado ao termo da viagem, mas um repouso indefinido causar tia tédio mortal e tu te porias a ter saudades das vicissitudes que experimentaste que. Te davam atividade aos membros e ao espírito vez daqui. Grande número de viajantes na estrada que percorreste que como tu, correm o risco de transviar-se. Tens experiência, nada mais temas vai lhes ao encontro e
procura com teus conselhos. Guia luz a fim de que cheguem depressa, irei com Alegria, replica o nosso homem. Ponto e vírgula. Entretanto, pergunto, por que não há uma estrada directa, desde o ponto de partida até aqui? Isso forraria aos viajantes de terem de atravessar aquelas abomináveis florestas. O meu filho retrô Kauan ciam atenta bem e verás que muitos evitam a travessia de algumas delas.
São os que, tendo adquirido mais de pronto a experiência necessária, sabem tomar um caminho mais direto e mais curto para chegarem aqui. Essa experiência, porém, é fruto do trabalho que as primeiras travessia lhes impuseram, de sorte que eles aqui aportam em virtude do mérito próprio, que é o que saberias se por lá não houvesse espaçado a atividade
que houvesse de desenvolver. Os recursos de imaginação que precisaste empregar para abrir caminho aumentaram os teus conhecimentos e desenvolveram a tua inteligência, sem que tal se desse seria. Estão no vício quanto eras a partida, ademais, procurando safar-te dos tropeços contribuíste para o melhoramento das florestas que a trave SAT. O que fiz, este foi pouca coisa. Imperceptível mesmo pensa, contudo, nos milhares de viajores que fazem outro tanto e
que trabalhando para si mesmos. Que trabalham sem o perceberem, para o bem comum. Não é justo que recebam salário de suas penas no repouso de que gozam aqui, que direito lhes caberia esse repouso? Se nada haviam feito? Nossa, é quando você acha que a história não pode ficar melhor, ela fica um pouco e um pouco um pouco melhor ainda. Essa imagem não é da travessia na Floresta. A gente poderia vir um caminho reto? É, mas depende. O que importa é a experiência.
Não é? É isso que está importando. Nós vamos continuar. Meu pai responde o viajor numa das florestas. Encontrei um homem que me disse na orla, há um imenso abismo a ser transposto de um Salto. Mais de 1000, apenas uma consegue todos os outros lhe caem no fundo, numa fornalha ardente e ficam perdidos sem remissão. Esse abismo eu não ouvi, meu filho é que ele não existe, pois do contrário seria uma cilada abominável, armada a todos os que para cá se dirigem.
Bem, sei que eles cabe vencer dificuldades, mas igualmente sei que cedo ou tarde as venceram. Se eu houvera criado em possibilidades para um só que fosse sabendo que esse sucumbiria teria praticado uma crueldade que a voltaria imenso se atingisse a maioria dos viajores, esse abismo é uma alegoria cuja explica-se cedilha maiúsculo. A vais receber, olha para a estrada e observa os intervalos das florestas entre os viajantes, alguns vez que caminham com passo lento e semblante jovial.
Vê aqueles amigos que se tinham perdido de vista nos labirintos da Floresta? Como se sentem ditosos por se haverem de novo encontrado? Ao deixarem a par deles, porém, outros há que se arrastam penosamente, estão estropiados, imploram a compaixão dos que passam, os que sofrem, atrozmente das feridas de que, por culpa própria, se cobriram, atravessando, o SIS Pinheiros, curar-se, no entanto, e isso lhes constituirá uma lição, da qual tiraram proveito na
Floresta seguinte. Donde saíram menos machucados, o abismo simboliza os males que eles experimentam e dizendo que, de 1000, apenas um eu transpõe aquele homem. Teve razão, porquanto enorme é o número dos imprudentes. Errou, porém, quando disse que aquele que ali cair não mais sairá para chegar a mim. O que tombou encontra sempre uma saída, vai, meu filho, vai mostrar essa saída aos que estão
no fundo do abismo. Vai amparar os feridos que se arrastam pela estrada e mostrar o caminho aos que se embrenharam pelas florestas. Estrada é a imagem da vida espiritual da alma, em cujo percurso esta é mais ou menos
feliz. As florestas são as existências corpóreas em que ela trabalha pelo seu adiantamento, ao mesmo tempo que, na obra geral, o caminheiro que chega ao fim e que volta para ajudar os que vêm atrasados, figura os Anjos Guardiães, os missionários de Deus que se sentem Ventura OSOS em vê-lo como também no desdobrar em suas atividades para fazer o bem e obedecer ao supremo, senhor. Gente é irretocável, não tem absolutamente mais nada para
falar, não é dessa companhia. Olha que comparação mais linda, né? Que? Que momento lúdico, inclusive a gente pode usar com as nossas crianças para para, para um fácil entendimento do que que são as várias reencarnações e que o que importa é o caminhar, é o aprender e. Como é que cada um passando pela Floresta melhora a Floresta, melhora com todo mundo, reencontra amigos e tudo mais. Divino, Divino, maravilhoso como sempre. E você, o que que você achou?
Deixa aí nos seus comentários. A gente vai continuar estudando aqui essa obra maravilhosa. Tenho certeza que você tá amando como eu. A gente se encontra no próximo episódio.
