Obras Póstumas [Ep26] O Filho de Deus e o Filho do homem (Parte I) - podcast episode cover

Obras Póstumas [Ep26] O Filho de Deus e o Filho do homem (Parte I)

Aug 28, 202217 min
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Transcript

Pra olá, meu amigo. Olá, minha amiga, muito bem-vindo, muito bem-vinda. Mais um episódio onde estudamos a obra fundamental da doutrina espírita. Obras póstumas nós estamos no capítulo, conhecendo, estudando ou estudo sobre a natureza do Cristo. E hoje vamos estudar o item nono que fala é que tem o tema não é o filho de Deus, é o filho do homem. Então, sem demora, vamos pro estudo de hoje para a gente entender o que que é filho do homem que que é, filho de Deus.

Vamos lá. O título de filho de Deus, longe de implicar igualdade é muito ao contrário, indício de uma sub missão hora, ninguém é submetido a si mesmo, mas alguém para que Jesus fosse em absoluto. Igual a Deus fora, preciso que ele existisse como Deus de toda a eternidade, isto é que fossem

criado. Ora, o dogma diz que Deus o gerou desde toda a eternidade, mas quem diz a gerou, diz, criou fosse ou não, desde toda a eternidade ele não deixa por isso de ser uma criatura e de estar como tal subordinada ao seu criador. É a ideia que implicitamente se contém no termo filho, só lembrando que a gente nesse estudo, né? Kardec era Fora de Série. Intuído pelos bons espíritos, mas era de uma inteligência

ímpar. Ele vem nos trazer aí todas as evidências que Jesus não era Deus, então ele está falando aqui sobre filho de Deus e filho do homem e todos os itens ele vem trazer reflexões para esta para afirmar, né? Que Jesus não é Deus, ao contrário do dogma.

Católico não é muito em voga lá na época, mas vamos continuar a leitura que nasceu Jesus no tempo ou por outra, houve um tempo na eternidade passada em que ele não existia, ó ele cometer no contrai tais, a sutileza sobre que disputaram durante séculos, em que autoridades se apoia a doutrina da co eternidade que passou ao esta do de dogma, na opinião dos homens que a engendraram. Mas esses homens em que a autoridade fundaram semelhante opinião, não foi nada de Jesus.

Depois que este se declara subordinado, não foi nada dos profetas que o anunciam como enviado, e o servo de Deus em que documentou os desconhecidos mais autênticos do que os evangelhos encontraram eles, tal doutrina parece que só na consciência e na superioridade de suas próprias luzes. Deixemos, pois, essas discussões vans que a nada conduzem cuja própria solução fosse esta possível, não tornaria melhores

os homens. Digamos que Jesus é filho de Deus, como todas as criaturas que ele chamava. Deus pai. Como nós, aprendemos a tratá-lo de nosso pai, é o filho bem amado ou de Deus? Porque tendo alcançado a perfeição que aproxima de Deus, a criatura possui toda a confiança e toda afeição de Deus. Ele se desfile único, não porque seja o único ser que haja chegado à perfeição e cedilha

maiúsculo. Ô, mas por criar um único predestinado a desempenhar aquela missão na Terra se pode parecer que a qualificação de filho de Deus apoia a doutrina da divindade. O mesmo já não se dá com a de filho do homem que também Jesus deu a si mesmo. Em sua missão e que constituiu objeto de muitos comentários. Para ele compreendermos o verdadeiro sentido, temos que remontar a bíblia, na qual a encontramos, dada pelo próprio Deus, ao profeta Ezequiel. Seja, não se perguntou o que que

é esse tal filho do homem, né? Agora que a gente vai descobrir exatamente do que se trata filho do homem, vamos lá, tal a imagem do senhor que me foi apresentada. Ao ver aquelas coisas cair de rosto em Terra, e ouvi uma voz que me falou assim, filho do homem, tente de pé e eu falarei contigo e tendo me falado dessa maneira. O espírito entrou em mim e me firmou nos pés e ouvi que me falava dizendo, filho do homem envio-te aos filhos de Israel.

Há um povo apóstata que se retirou de mim, violaram até hoje. Eles e seus pais, Aliança que eu com eles fizeram, está em Ezequiel, filho do homem. Eis que eles te preparam, prepararam grilhões acorrentar team e dali não sairás de novo. Está em Ezequiel. A gente percebe, então, que não é 11 novidade Jesus falando filho do homem, creio eu que ele estava fazendo referência às

escrituras. Por exemplo, o senhor me dirigiu então a palavra dizendo, e tu, filho do homem, ouve o que diz o senhor Deus, a Terra de Israel. O fim vem, vem esse fim nos 4 cantos da Terra também Ezequiel. No décimo dia do décimo mês do nono ano, o senhor me dirigiu a palavra dizendo filho do homem marca bem este dia em que o rei da Babilônia reuniu suas tropas diante de Jerusalém, disse-me ainda o senhor, estas palavras, filho do homem, vou feri, vos com uma chaga, tirava os o que

há? De mais agradável aos vossos olhos, mas não me fareis lamentações fúnebres. Não chorarei se lágrimas não vos correram pelas faces gemereis e segredo e não usem lutar isso como se faz pelos mortos. A vossa cross conservará presa a vossa cabeça e terei. Terei se nos pés as vossas sandálias, não cumprireis o vosso rosto e não comereis as viandas que se dão aos que se acham de luto, fala. Falei então pela manhã, ao povo

e à tarde minha mulher morreu. No dia seguinte fiz o que Deus me ordenar, tudo isso em Ezequiel, tá? Senhor, ainda me falou e disse, filho do homem profetiza com a referência aos pastores de Israel, profetiza e diz aos pastores, eis que o que diz o senhor, Deus ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos os pastores não apascentam seus rebanhos. Então eu ouvi, é, eu ouvi que me falava dentro da casa e o homem que me estava próximo, disse o

filho do homem. Está aqui, o lugar do meu trono, lugar onde, porém meus pés e onde ficarei para sempre no meio dos filhos de Israel e a casa de Israel não profanará mais o meu Santo nome no futuro. Nem eles nem seus reis. Com as suas idolatrias, com os sepulcros ou sepulcros de seus reis, nem com as Nobres descendências. E por fim, porque Deus não ameaçam como homem. E não entra em furou como filho do homem.

Quantos? Quantos trechos não é em Ezequiel e também aqui no final, um trecho de judite que fala sobre esse tal filho do homem. É evidente que a qualificação de filho do homem quer aqui dizer que nasceu do homem por oposição ao que está fora da humanidade. A última citação tirada do livro de judite não permite dúvida quanto ao significado da

expressão. Usada em sentido muito literal, Deus somente assim designa Ezequiel, certamente para lhe lembrar que, malgrado o dom de profecia que lhe fora concedido, ele não deixava de pertencer à humanidade, a fim de que não se considerasse de natureza excepcional. Agora eu tô começando a compreender porque é o tipo de coisa que a gente não para, às vezes até. Confunde, né? É, você está falando o filho do homem, filho de Deus e fica? Mas creio eu que vamos continuar

estudando, creio eu que seja. Humanidade ou humanidade? Quando ele fala filho do homem, ele está falando assim a humanidade, homem ou mulher? Enfim, criatura humana. Jesus dá a si mesmo essa qualificação, com persistência notável, pois só em circunstâncias muito raras ele se diz filho de Deus em sua boca.

Não pode ter ela outra significação que não lembrar que também ele pertencia à humanidade, identificando se desse modo, aos profetas que o precederam e aos quais se comparou, aludindo à sua morte, quando disse Jerusalém, que matas os profetas, a insistência com que eles se designam por filho do homem parece um protesto antecipado contra a qualidade que, segundo o previa. Ele seria dada mais tarde a fim de ficar bem determinado que essa qualidade não saíram de

seus lábios. É de notar-se que durante essa interminável polêmica que apaixonou aos homens por longa série de séculos e que ainda continua, que acendeu fogueiras e fez correr rios de sangue, o que se discutia era uma abstração. A natureza de Jesus, da qual se fizer a Pedra angular do edifício, embora deste não falar sem que haja olvidado uma coisa, aqui, o Cristo disse ser toda a lei e os profetas, o amor de Deus e do próximo e a Caridade.

Que ele estabeleceu como condição expressa da salvação a ferraram. Se a questão da afinidade de Jesus com Deus e emudeceram com relação às virtudes que ele recomendou e exemplificou próprio. Deus ficou apagado ante a exaltação da personalidade do Cristo no símbolo de niceia, disse, apenas cremos num só Deus, etc. Mas como esse Deus, nenhuma

menção. Aliados seus atributos essenciais, a soberana bondade e a soberana justiça, é que estas palavras teriam sido a condenação dos dogmas que consagram a sua parcialidade para com certas criaturas. A sua inexorabilidade, o seu ciúme, a sua cólera, o seu espírito de vindita e com que justificaram as crueldades cometidas em seu nome. A gente aproveita falando que

esse Deus bíblico, né? Que eu, particularmente não acredito de jeito nenhum, que é um Deus bipolar, 1 hora e poderoso outra hora mata matou não sei quantas 1000 pessoas na bíblia só o que está escrito, né? É, e aí num, num, numa certa altura é resolvem dizer que Jesus é esse Deus sabe, não, não cola, não faz sentido. E Kardec, como bom de data, né? Professor, tá explicando aí. Para não não haver nenhuma refutação nesse sentido.

Se o símbolo de niceia que se tornou o fundamento da fé católica estava conforme ao espírito do Cristo, porque o anátema com que ele termina não está aí uma prova de que ele é obra da baixam dos homens? A que se deve, aliás, a sua adopção? A pressão do imperador Constantino, que dele fez uma questão mais política do que religiosa. Sem sua ordem, o concílio de niceia não se houvera realizado sem a intimidação que ele exerceu. É mais que provável que o

arianismo levasse a melhor. Tudo, pois, dependeu da autoridade soberana de um homem que não pertencia à igreja, que reconheceu mais tarde, erro político que cometeram e que inutilmente procurou voltar atrás, conciliando os partidos. Unicamente daquela autoridade dependeu não haver arianos em vez de católicos e de não ser hoje o arianismo, a ortodoxia, o catolicismo, a heresia não é. É, esses concílios eram convocados pelo imperador. Não era Divino, não é o que se

decidia nesses concílios. Não era absolutamente nada. É, eles não eram enviados de Deus. Era uma decisão política, como até hoje a igreja católica romana, por exemplo, é uma autoridade política. É um país, né, que tem suas decisões e que a escolha do papa não é uma vontade de Deus, e sim uma eleição direta, né, dos dos cardeais, arcebispos, enfim, que se reúnem para votar. E tem decisões de acordo com o que desejam. É desde sempre e essa decisão de fazer uma Santíssima Trindade.

É tinha cunho político, tinha um interesse de de de Constantino. Não é que que que acabou de ser falado aqui? É justamente para, é por interesses, é da época, então não tem nada de Divino nisso e. É contra disso, daquilo que Jesus sempre falou, não é? Mas vamos continuar e concluir o estudo de hoje. Após 18 séculos de lutas e disputas, avance no curso, das quais foi posta inteiramente de lado a parte mais essencial do ensino do Cristo.

A única que podia garantir a paz para a humanidade, toda a gente se acha cansada dessas discussões estéreis que só a perturbações conduziram, gerando a incredulidade e cujo objeto já não satisfaz a razão. A opinião geral manifesta hoje uma tendência acentuada a votar as ideias fundamentais da igreja primitiva e a parte moral dos ensinamentos.

Do Cristo por ser a única que pode tornar melhores os homens, essa é clara, positiva e não pode abrir ensejo a nenhuma controvérsia se, desde o princípio a igreja houvesse tomado esse caminho, seria agora onipotente, em vez de estar em declínio, houver a congregado à imensa maioria dos homens, em lugar de ter sido esfacelada pelas fações.

Quando marcharem sob essa Bandeira, os homens se deram as mãos fraternalmente, em vez de se anatematizar e amaldiçoarem por questões que quase nunca compreendem. Aquela tendência da opinião é sinal de que chegou o momento de ser levada a questão para o verdadeiro terreno. Muito interessante, não é? É realmente hoje em dia? Eu acho que Jesus não seria cristão.

Porque assim a gente vê. Exatamente neste ano, teve uma Marcha Para Jesus, se não me engano, em no Espírito Santo, que construíram um revólver gigantesco e colocaram como se fosse um carro alegórico no meio da Marcha Para Jesus. Jesus. Marcha para que cristianismo é esse? Não é? Que maluquice é essa que desde quando é os seguidores de Jesus que eram perseguidos pelo Império Romano, de repente virou religião oficial. Aí começou a deturpação, né?

Que a gente vê até hoje que as pessoas criam 20 igrejas por dia, inventam as suas histórias e dizem que tudo isso em nome de Jesus é que Jesus is Jesus aquilo. E, no entanto, estão é odientos, odiosos. Distorcendo assim ao extremo ao extremo. Esse exemplo é só um dos que eu digo aqui, de que associar Jesus a um revólver, uma arma que Jesus, gente, não entenderam nada ou entendem e são hipócritas. O que eu acho que é mais. É mais plausível, não é?

Esqueceram, não é que Jesus é quando um Monte das Oliveiras que Pedro tentou defendê-lo. Ele disse, não, não é por aí não. Não é por esse o caminho não é a guerra. Luta que que Jesus diz é luta de ideias, não é violência, não é pela arma, pelo amor de Deus. Não entenderam nada. Então eu acho que hoje Jesus não seria cristão nem a pau, não. Esse. Esse cristianismo torto esquisito que virou, né? E com isso a gente encerra esse capítulo, né?

Sobre a natureza de Jesus, ficando muito Claro que Jesus não é Deus, é essa mensagem final. No próximo episódio, nós vamos começar um capítulo novo, influência perniciosa das ideias materialistas, especificamente no próximo, sobre as artes em geral e uma provável Regeneração das artes por meio do espiritismo e o assunto aí tá do jeito que eu gosto, Claro, eu te espero como sempre, obrigado por aqui, beijo e até.

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