Obras Póstumas [Ep25] O Verbo se fez carne (Parte I) - podcast episode cover

Obras Póstumas [Ep25] O Verbo se fez carne (Parte I)

Aug 21, 202212 minSeason 15Ep. 25
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Transcript

BRA. Pra olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão bem vindos a mais um episódio onde? Estudamos a obra fundamental da doutrina espírita. Obras póstumas nós estamos no capítulo will, sempre esqueço o nome. Na primeira parte não tem número de capítulo, estudo sobre a natureza do Cristo e hoje nós vamos estudar o item. Oitavo, o verbo se fez k. Então, sem demora. Vamos lá para o nosso estudo de hoje.

No princípio, era o verbo e o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus. Ele estava no princípio, com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e nada do que foi feito ou foi sem ele. Nele estava a vida e a vida era a luz dos homens e a luz brilhou nas trevas e as trevas não a compreenderam? Então, nós estamos falando aí sobre o começo de tudo. Houve um homem enviado de Deus, que se chamava João. Ele veio para servir de testemunha.

Para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por ele, ele não era a luz, mas veio para dar testemunho daquele que era a luz. Falando de Jesus, não é? Aquele era a verdadeira luz que ilumina todo o homem que vem a este mundo e o mundo foi feito por ele e o mundo não o conheceu. Ele veio à sua casa e os seus não receberam, mas ele deu a todos que o receberam o poder de se tornarem filhos de Deus. Aqueles que crêem no seu nome,

os quais não nasceram do sangue. Nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus mesmo. E o verbo foi feito carne e habitou entre nós e vimos a sua Glória. Qual a que o filho único havia de receber do pai? E ele, digno, digo, habitou entre nós, cheio de graça e de verdade. Isso está em João. É versículos, é capítulo um versículos de 1 a 14. Você percebeu que tem muita.

Muito enigma nas falas, às vezes a gente lê o evangelho EE fica até que acostumado com alguns dizeres, mas tem muito enigma e tem muitos significados por trás do que é dito. Então vamos sem demora aí para o estudo de hoje, vamos lá.

Esta passagem dos evangelhos é a única que a primeira vista parece encerrar implicitamente uma ideia de identificação entre Deus e a pessoa de Jesus é também a que serviu de base mais tarde a controvérsia tal respeito, a questão da divindade de Jesus surgiu gradativamente, nasceu das discussões levantadas, a propósito das interpretações que alguns deram as palavras verbo e filho. Só no quarto século, uma parte da igreja adotou, em princípio semelhante dogma resultou, pois.

De decisão dos homens, e não de uma revelação divina. É de notar-se antes de tudo que as palavras acima citadas são de João, e não de Jesus, e que, ainda quando se admita que não tenham sido alteradas, elas não exprimem, na realidade, mais do que uma opinião pessoal, uma indução em que se depara com o misticismo habitual da sua linguagem.

Não poderiam, pois, prevalecer, contra as reiteradas afirmações do próprio Jesus, mesmo, porém, aceitando os tais quais são elas não resolvem de modo algum a questão no sentido da divindade. Por quanto se aplicariam igualmente a Jesus, criatura de Deus? Com efeito, o verbo é Deus porque é a palavra de Deus. Tendo recebido diretamente de Deus a palavra com a missão de revelar aos homens, ele assimilou a palavra divina de que, se penetrar, encarnou nele.

Ele a trouxe consigo ao nascer e assim é que João pôde, com razão, dizer, o verbo foi feito carne e habitou entre nós. Jesus podia, pois, ter sido encarregado de transmitir a palavra de Deus sem ser o próprio Deus. Como um embaixador transmite as palavras do seu soberano sem ser o soberano? Segundo o dogma da divindade é Deus quem fala. Na outra hipótese, ele fala pela boca do seu enviado, o que nada tira a autoridade das suas

palavras, lembra. Nos estudos anteriores a gente sempre tá falando sobre, é entendendo que Jesus não é Deus, Jesus não é Deus. E essa divindade atribuída, evidentemente que os seus próprios discípulos não é quem escreveu sobre ele, é pela importância que ele teve. Evidentemente vem é acrescentar e colocar uma divindade em Jesus, não é? E que depois foi confirmada e reafirmada por concílios por reuniões de homens.

Mas Jesus mesmo nunca disse que ele é Deus, pelo contrário, ele se relacionava com Deus na época. E que era. É imprescindível estar na figura masculina pelo machismo que existia na época. Ele falava de Deus, pai, pai e para cá, pai para lá, portanto. É, tinha que ter algum problema psiquiátrico. Se se referisse pai a si mesmo, não é? Então, o próprio Jesus sempre se referiu a Deus como outra?

Pessoa, se a gente pode chamar assim nunca como a ele mesmo se não, ele teria sido muito Claro, apesar de que os evangelistas, alguns dizeres, traga dúvidas sobre isso. Mas a gente precisa prestar atenção no que que Jesus falou, né? E é isso que está sendo abordado aqui. Mas quem autoriza esta suposição, de preferência outra? A única autoridade competente para decidir a questão é a das próprias palavras de Jesus,

quando diz. Não tenho falado por mim mesmo, aquele que me enviou foi quem me prescreveu por seu mandamento, o que tenho de dizer? A dor trina, que prego não é minha, mas daquele que me enviou a palavra que tendes ouvido não é palavra minha, mas de meu pai, que me enviou a ninguém, fora possível exprimir-se com mais clareza e precisão a qualidade de Messias ou enviado que lhe atribuída em todo o curso dos evangelhos implica uma posição subordinada com relação aquele

que ordena o que obedece. Não pode ser igual ao que manda. João caracteriza esta posição secundária e. E, por conseguinte, estabelece a dualidade de entidades quando diz e vimos a sua Glória tal como filho único, devia receber lá do pai, visto que aquele que recebe não pode ser o que daí aquele que dá Glória não pode ser igual daquele que a recebe?

Se Jesus é Deus possui a Glória por si mesmo e não à espera de ninguém, se Deus e Jesus são um único ser sob 2 nomes diferentes entre eles não poderia existir supremacia nem subordinação. Ora, não havendo paridade absoluta de posições, segue-se que são 2 seres distintos. A qualificação de Messias Divino não exprime que haja mais igualdade entre o mandatário e o mandante do que há de enviado real entre um rei e seu

representante. Jesus era um Messias Divino pelo duplo motivo de que de Deus é que tinha a sua missão e de que suas perfeições supunham em relação direta com Deus. Entenda que nessa época era importante esse era um estudos do próprio Kardec. Não é que não foram publicados antes do seu desencarne, certamente. Iria virar outro outro livro, não é? É fundamental, mas é esse estudo sobre a natureza de Jesus que

vem trazer. É de uma maneira muito tranquila e com evidências nos próprios evangelhos, por exemplo. É reafirma o tempo todo que Jesus não é Deus, o contrário, que a igreja há uma certa altura, né? É? Decidiu que Jesus era Deus pronto, acabou e aí instituiu a tal Santíssima Trindade, Jesus Deus, espirito Santo e que vira uma confusão generalizada na cabeça das pessoas, porque se refere a Jesus como Deus e como o Espírito Santo. E aí estes textos vem trazer os

próprios dizeres. Contidos na bíblia, ou seja, não é algo que você está buscando fora, e sim dentro para dizer assim, mas como é que vocês conseguem considerar Jesus sendo Deus, sendo que ele próprio diz que não é? Não é? Não faz sentido, é o tal dogma de fé, mas não é nada lógico, não é? Tem interesses por trás disso e não é. E para o espiritismo, obviamente Jesus é o nosso irmão mais velho. Que se reveste de uma sabedoria

e de tempo acima de tudo. É um espírito muito mais velho do que todos nós que estamos aqui, no planeta Terra e que já viveu, passou por tudo aquilo que a gente passou e aprendeu e evoluiu e progrediu até chegar a um espírito de luz. Entendi. Ele vem aqui por amor, não é aquele amor ao outro? Como assim mesmo? É nos instruir para que a gente. Pegue o caminho mais rápido, né? Não veio passar o var? Ninguém não veio para lavar

ninguém com o seu sangue. Eu acho que essa expressão assim, tenebrosa assim imagina como é que se Lava com sangue o sangue de Jesus, me lavou, oi? Não, Jesus morreu porque ele foi um baita de um ativista político e pregava contra o sistema religioso da época, contra a hipocrisia, incomodou muita gente e conseguiu é se punido. Com o que a punição de quem incomodava o sistema, que era a crucificação. Portanto, ele não morreu para salvar ninguém.

Não morreu por meu pecado. O seu pecado já é pecado, não é? E erro a gente erra, bate cabeça e aprende, né? Jesus não tem nada a ver com isso que a gente pode fazer é aprender. Com Jesus, para não errar. Entendeu? Deus não te perdoa porque eu. Deus, não se ofende com nada do que você possa fazer.

E Jesus é outra história, é o nosso irmão mais velho que a gente é vem aprender bom hoje, até que foi curtinho no próximo nós continuamos no próximo enquanto continuamos estudando, aí vamos falar sobre o filho de Deus e o filho do homem, tá aí uma coisa que sempre me deixou muito em dúvida que que é filho de Deus, a gente sabe, mas o filho do homem. O que que será que é isso? Eu te espero como sempre, obrigado pela sua presença e até o próximo episódio de obras póstumas. Tchau.

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