Vó Ban. Isso. Olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão bem vindos a mais um episódio onde estudamos. O livro obras póstumas, que faz parte. Das obras fundamentais da doutrina espírita, que são estudos que Kardec é tinha feito para futuras publicações, mais desencarnou antes. Nós estamos na primeira parte, estudando no capítulo sobre a natureza de Cristo, já vimos muita coisa interessante, então. Nós estamos na quarta, quarta.
Parte deste capítulo hoje nós vamos estudar sobre palavras de Jesus depois da sua morte, para entender melhor quem é O Mestre, né? Então, vamos lá. A quando da aparição a Maria Madalena está em João Jesus, lhe respondeu, não me toques. Por quanto ainda não subi a meu pai vai, porém, ter com meus irmãos e dize-lhes de minha parte, suba meu pai e vosso pai, a meu Deus e a vosso Deus.
Quando apareceu aos apóstolos, ele disse, mas aproximando-se, lhe aproximando-se, Jesus lhes falou assim, todo o poder me foi dado no céu e na Terra. Ainda em Lucas, aparecendo aos apóstolos, ele diz, ora, só as testemunhas dessas coisas, vou enviar-vos o dom de meu pai que vos foi prometido tudo, pois, nas palavras de Jesus, quero as que ele disse em vida, quer as de depois de sua morte, acusa uma dualidade de entidades perfeitamente distintas, assim como o profundo sentimento da
sua inferioridade e da sua subordinação em face do ente supremo pela sua insistência em afirmá-lo espontaneamente, sem a isso ser constrangido, provocado por quem quer que fosse. Parece ter querido protestar diante mão contra o papel que, segundo a sua previsão lhe seria atribuído se houvesse guardado silêncio sobre a sua personalidade. O campo teria ficado aberto a todas as suposições, como a
todos os sistemas. A precisão, porém, da sua linguagem afasta todas as incertezas que a autoridade maior se pode pretender do que a das suas próprias palavras. Quando ele diz categoricamente, eu sou ou não sou isto ou aquilo, quem ousaria arrogar-se o direito de desmenti-lo? Embora para colocá-lo mais alto do que ele a si mesmo, se coloca quem pode racionalmente pretender estar mais esclarecido do que ele sobre a sua própria natureza.
Que interpretações podem prevalecer contra afirmações tão formais e multiplicadas como estas? Não vim de mim mesmo, mas aquele que me enviou é o único Deus verdadeiro. Foi de sua parte que vim, digo o que vi junto ao meu pai. Não me cabe a mim vo lo conceder e isso será para aqueles a quem meu pai o preparou, vou para meu pai porque meu pai é maior que eu porque me chamais de bombom.
Não há, se não somente Deus, não tenho falado por mim mesmo, meu pai que me enviou foi quem me prescreveu por mandamentos, eu, o que deve dizer a doutrina que prega não é minha, mas daquele que me enviou. A palavra que tendes ouvido não é minha, mas de meu pai, que me enviou nada, faço de mim mesmo. Digo, unicamente que meu pai me ensinou nada posso fazer de mim
mesmo. Não cuido de fazer a minha vontade, mas a vontade que me enviou tem vos tenho vos dito a verdade, que aprendi de Deus. Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou, tu que és o único Deus verdadeiro e Jesus Cristo aqui, a quem enviaste meu pai nas tuas mãos entrego minha alma. Meu pai, se for possível, faz de mim se afaste. Esse cálice sobe para meu pai e vosso pai, para meu Deus e vosso Deus. Então aqui estamos voltando, insistindo, não é?
Na afirmação de que Jesus não é Deus. Jesus, não é Deus. Quando se leva em tais palavras, ficasse a perguntar como a podido vir sequer a mente de alguém, a ideia de atribuir-lhe sentido diâmetro, aumente o posto ao que elas exprimem tão claramente de conceber uma identificação completa de natureza e de poder entre o senhor e aquele que se declara seu servidor neste grande processo que dura quase 15 séculos.
Quais as peças de convicção? Os evangelhos, não há outras os quais, no ponto em litígio, não dão lugar a qualquer equívoco.
Há documentos autênticos? Que não se podem contestar, sem arguir de falsa a veracidade dos evangelistas e do próprio Jesus, documentos que se apoiam em testemunhas oculares, que é que contrapõe uma doutrina teórica puramente especulativa, nascida 3 séculos mais tarde de uma polêmica travada sobre a natureza abstrata do verbo doutrina, se, a rigorosamente combatida durante muitos séculos e que só prevaleceu pela pressão de um poder civil absoluto, bom é, é mais ou menos um
complemento que a gente. É, vem fazendo, não é discutindo essa natureza de Jesus que não é, que não é Deus a divindade Jesus não é Deus, é um irmão mais velho nosso e que veio nos ensinar. A como chegar num caminho mais rapidamente? Está no próximo episódio. Nós vamos falar sobre a dupla natureza de Jesus, vamos discutir essa dupla natureza ou o que que se trata essa dupla natureza? Espero como sempre, obrigado por sempre estar aqui. Se tchau demais.
