Pra olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão bem vindos a mais um episódio onde? Estudamos obras póstumas são estudos e futuros livros que, nosso querido professor rivail ou Allan Kardec, estava preparando e desencarnou, desencarnou por excesso de trabalho, tá? Veja lá no que é o espiritismo tem. Há um resumo da sua vida? E também o tanto que ele se dedicou ao trabalho e acabou
desencarnando muito cedo, não é? É justamente por isso, bom, hoje nós vamos começar um capítulo muito legal. Que vai se estender por alguns episódios, que é o estudo sobre a natureza do Cristo. Olha lá e hoje nós vamos falar sobre Fontes das provas, sobre a natureza do Cristo, que que você acha que Jesus era? Não é? Porque assim a igreja. Por uma convenção, não é?
Não são os primeiros cristãos que pensavam isso, mas a igreja no momento em que o catolicismo virou a religião oficial, o cristianismo virou a religião oficial do Império Romano. Trouxeram algumas referências do paganismo, dentre elas. É que. Associar dizer que Jesus é Deus não é e que é a é a natureza dele, não é? O espiritismo no livro dos espíritos, em tantos outros lugares, deixa muito Claro que Jesus é Jesus, Deus é Deus, não é? Não dá para comparar, Jesus é
criatura criado, assim como nós. É um irmão bem mais velho que chegou lá No No seu nível de perfectibilidade muito alto. E nós estamos aqui batendo cabeça ainda na estrada, ele já passou por esse caminho, então ele não é Deus. Então nós vamos entender aqui. Sobre essa natureza do Cristo primeiro, onde é que estão as Fontes que provam essa natureza
do Cristo? Beleza, vamos lá a questão da natureza do Cristo foi debatida desde os primeiros séculos do cristianismo e pode-se dizer que ainda não se acha solucionada, pois que continua a ser objeto de discussão foi a divergência das opiniões sobre este ponto que deu origem à maioria das seitas que dividiram a igreja há 18 séculos, sendo de notar-se que todos os chefes dessas seitas foram a bispos ou membros
titulados do clero. Eram, por conseguinte, homens esclarecidos, muitos deles escritores de talento abalizados na ciência teológica que não achavam concludentes as razões invocadas a favor do dogma da divindade do Cristo. Entretanto, como hoje as opiniões se firmaram mais sobre abstrações do que sobre fatos, sobre tudo o que se procurou foi saber o que o dogma continha de plausível ou de racional, deixando-se geralmente de um lado e de outro, de assinalar os
fatos. Capa ceias de lançar sobre a questão uma luz decisiva. Mas aonde encontrar esses fatos se não nos atos e nas palavras de Jesus? Então ele começa justamente questionando sobre este dogma, que que é um dogma, é algo instituído. Mais especificamente, né? Teve origem na igreja católica, que reuniam os conselhos. Os concílios. Não é que que eram os grandes os poderosos da igreja, inclusive os papas eram também os emperadores romanos, e não tinha
nada de santidade nisso. Era uma questão só. De poder, de organização e tudo mais, política. E aí nesses concílios, eles criavam os dogmas. Olha a partir de agora é está determinado que Jesus é Deus, ponto e acabou. E quem falar alguma coisa vai ser isso. Como um gato vai ser perseguido? A partir de agora é Maria é virgem, concebeu Jesus virgem e quem discutir sobre isso vai ser excomungado, vai ser perseguido. Entendi dogma, é justamente sobre isso e o que o Kardec vem
fazer aqui. É perguntar, mas para lado de onde é que vem isso porque. Muita gente estudou sobre o assunto e hoje em dia e quando ele fala 18 séculos depois, nós estamos falando, 21 séculos depois, é hoje em dia.
É meio que assunto, ó, todo mundo aceita que Jesus é Deus, aliás, é uma confusão danada que as religiões fazem e que todo mundo acha que é Jesus é Deus. Ora, é só pensar, logicamente que isso cai por Terra, mas é isso que ele vai é estar se perguntando aqui, mas de onde é que tem essas provas? Que Jesus é Deus, né? Vamos analisar sobre isso.
Como encontrar esses fatos? Não é nada, tendo Jesus escrito os seus únicos historiadores foram os apóstolos que tão pouco escreveram coisa alguma quando o Cristo ainda vivia, lembrando que todos os evangelhos são posteriores AA desencarnação de Jesus, nenhum historiador profano, seu contemporâneo, havendo falado a seu respeito, nenhum documento, mas existe além dos evangelhos sobre a sua vida e a sua doutrina.
Aí somente é que se há de procurar a chave do problema, todos os escritos posteriores, sem exclusão dos de Paulo. São apenas, e não poderiam deixar de ser simples comentários ou a preci. Ações reflexos de opiniões pessoais, muitas vezes contraditórias que em caso algum poderiam ter autoridade da narrativa. Os que receberam diretamente do mestre as instruções. Então assim. Sobre essa tal natureza divina, o que que tem provando isso? Absolutamente nada,
absolutamente nada. Então vamos entender, não é do que se se caminha sobre isso. Esse raciocínio do Kardec olha lá sobre esta questão, como sobre as de todos os dogmas em geral. O acordo entre os pais da igreja e outros escritores sacros não seria de invocar-se como argumento preponderante, nem como prova irrecusável a favor da opinião de uns e outros, uma vez que nenhum deles citou um só
fato fora do evangelho? Concernente a Jesus, que nenhum deles descobriu documentos novos que seus predecessores desconhecessem, os autores sacros, nada mais conseguiram do que girar dentro do mesmo círculo, produzindo a preci ações pessoais, deduzindo o corolário, sua cor de mente, com seus pontos de vista, comentando sobre novas formas de com maior ou menor desenvolvimento, as opiniões contrárias às suas, pertencendo ao mesmo partido, tiveram todos descrever no mesmo
sentido, se não nos mesmos termos, sob pena de serem
declarados heréticos. Como foram orígenes e tantos mais naturalmente, a igreja só incluiu no número dos seus pais os escritores ortodoxos do seu ponto de vista, somente exalçou, santificou e colecionou aqueles que lhe tomaram a defesa, ao passo que repudiou os outros filhos, destruiu o quanto pôde os escritos, nada, pois de concludente exprimem acordo dos pais da igreja, visto que formam uma unanimidade arranjada a dedo mediante a eliminação dos elementos contrários.
Se se fizesse um confronto de tudo o que foi escrito pró e contra. É difícil, se tornaria dizer para que lado os inclinaria a balança.
Isto nada tira o mérito pessoal dos sustentadores da ortodoxia, nem ao valor que demonstraram como escritores e homens conscienciosos sendo advogados de uma mesma causa e defendendo a com incontestável talento avião forçosamente de adotar as mesmas conclusões longe de intentarmos apontá-los no que quer que fosse, apenas quisemos refutar o valor das consequências que se pretende tirar do acordo de suas opiniões
no exame que vamos fazer. Da questão da divindade, do Cristo, pondo de lado as sutilezas da escolástica que unicamente serviram para tudo o embaralhar sem esclarecer coisa alguma, apoiar nos hemos exclusivamente nos fatos que ressaltam do texto do evangelho, e que, examinados friamente, conscienciosamente sem espírito de partido, super abundantemente facultam todos os meios de convicção que se possam desejar. Olha que interessante. Kardec aí já faz uma preparação,
né? Sobre esse estudo que a gente vai fazer. Durante os próximos episódios. Do que que sustenta? Qual é a natureza de Jesus, não é a Jesus, era Deus, porque. E diante só dos escritos dos evangelhos e lembrando o seguinte, que a igreja escolheu a dedo. 4 evangelhos, mas existem muito, outros muitos mais outros que estão guardados aí trancafiados lá no nos porões do Vaticano são os evangelhos apócrifos. Acho que é assim que fala, não é, apócrifos, apócrifos.
Enfim, são os evangelhos não reconhecidos pela igreja, certo? Portanto, eles determinaram uma coisa. Queimaram, perseguiram e é. Difamaram as pessoas que tentaram pensar diferente, como por exemplo, orígenes que eram um dos pais da igreja que ia acreditava piamente na reencarnação e falava sobre isso e apontava onde é que estavam os os? As evidências da reencarnação nos próprios evangelhos que a igreja. É selecionou e se você for ver, você vai ver muito, muita,
muita. Muita evidência de que Jesus falava de reencarnação, e que eles inventam outras coisas para falar sobre isso, mas a igreja disse, não tem encarnação. Esse dog no é ponto acabou e ninguém pode falar. Orígenes tentou falar a respeito e foi massacrado, perseguido e caluniado. Seus estudos sumiram et cetera e tal. E aí todo mundo que falava da mesma coisa que Jesus é Deus e vamos provar isso. Ficou chovendo no molhado falando da mesma coisa, então.
Foi uma escolástica aí? Nada produtiva, porque, na verdade, ficaram falando em cima de algo que foi Combinado numa reunião de diretoria. Não tem nenhum embasamento histórico sobre isso. E Kardec já está preparando aí o nosso ânimo para dizer assim, olha, não é que eu tô querendo aqui. Dizer que ó alguma coisa não é?
Tem muita gente importante, que legal, fizeram o trabalho, etc. Estavam. A gente vai se ater no que realmente importa, que é nesses evangelhos, ainda são os evangelhos que a igreja deixou passar. Não é daqueles que estão escondidos. Vai saber quanta coisa que tem. Naqueles evangelhos escondidos até hoje, já imaginou? Acho que é para deixar AO povo de cabelo em pé e cair todo o controle das religiões possível
e imaginável, não é? Mas Kardec diz assim, olha, nós estamos apreço por todo esse trabalho, mas nós vamos nos ater apenas apenas. Nos evangelhos, nos textos históricos dos evangelhos, beleza, e aí ele finaliza, este programa de hoje com o seguinte fato, aquela hora entre esses fatos, outros, não há mais preponderantes, nem mais concludentes do que as próprias palavras do Cristo, palavras que ninguém poderá refutar sem afirmar a veracidade dos
apóstolos. Pode-se interpretar de diferentes maneiras uma parábola, uma alegoria, mas afirmações precisas sem ambiguidades. Repetida 100 vezes, não poderiam ter duplo sentido, ninguém pode pretender saber melhor do que Jesus. O que ele quis dizer, como ninguém pode pretender estar mais bem informado do que ele sobre a sua própria natureza, desde que ele comenta suas palavras e as explica para
evitar todo equívoco. É a ele que devemos recorrer a menos ali neguemos a superioridade que lhe é atribuída e não se sobreponha moça. Sua própria inteligência. Se ele foi obscuro em certos pontos por usar de linguagem figurada no que concerne a sua pessoa, não há equívoco possível. Antes de examinar as palavras, vejamos os atos. Então pronto, não é? Vamos. Analisar Jesus sua origem, não é? Por? O que ele fala, não pelo que os outros falam. O que está no evangelho?
Beleza bem Claro. Bem simples, é isso que vai acontecer nos próximos episódios. O próximo nós vamos falar sobre os Milagres provam a divindade de Cristo. Não é ele. Ele fazia milagre porque. É, ele era Deus ou não milagre? Mas milagre existe, ué, a gente estuda no espiritismo. Que milagre. É só. Coisas que a gente ainda não tem pleno conhecimento, mas que as leis divinas são imutáveis e não tem jeito de derrogar. Pois é, tem muita coisa boa que no próximo episódio a gente vai
descobrir. Ou como sempre, te espero obrigado pela sua presença e até mais. Tchau.
