BandNews. Pra olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão? Sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos obras póstumas do nosso querido Allan Kardec, professor rival, estudos que ele não publicou é antes da sua desencarnação e que previamente Combinado a sociedade parisiense de estudos espíritas. Publicou e reuniu nesta obra. Nós começamos a falar na no encontro passado sobre fotografia e telegrafia, do pensamento, e a gente entendeu
com as palavras que. Eram compreendidas na época. Fluído não é a como é que a coisa funciona hoje? Nós vamos ver exatamente sobre fotografia e telegrafia, sabe? Que é possível fotografar o pensamento. Será que é possível interpretar esse pensamento, né? Telegrafia Eu Acredito que seja nesse sentido, então, sem mais delongas, vamos para o texto, a fotografia e a telegrafia do pensamento são questões, até agora pouco explanadas, como todas as que não apresentam ligação com as leis que.
Por sua essência, devem ser universalmente difundidas. Foram relegadas para segundo plano, não obstante serem de capital, importância e poderem os elementos que elas contêm concorrer para a elucidação de muitos problemas que ainda se
acham sem solução. Quando um artista de talento executar um quadro obra magistral a que consagrou todo o gênio que progressivamente adquiriu da primeiramente os traços gerais de sorte que se compreenda desde o esboço, todo o partido que espera tirar dali só depois de haver elaborado minuciosamente o seu plano geral, é quem entra nas
minúcias. E embora este último trabalho deva talvez dispensar maiores cuidados do que aquele outro, tal, não lhe seria possível se não houver a esboçado antes do seu quadro. O mesmo sucede em espiritismo, as leis fundamentais, os princípios gerais cujas raízes existem no espírito de todo ser criado, foram elaborados desde a origem todas as outras questões, quaisquer que sejam, dependendo
das primeiras. Por isso é que durante certo tempo, forçoso se torna a pôr de lado o estudo dessas questões. Olha que interessante. Kardec já estava se preparando para aprofundar os assuntos do espiritismo, como ele diz, um artista que vai fazer um quadro, por exemplo. Primeiro ele faz os rabiscos, né? 11 esboço para depois pintar em cima disso. Então ele está dizendo, olha, primeiro a gente teve que colocar as bases da doutrina espírita e agora olha só, né?
Um tempão depois que ele fez todas as obras fundamentais estava se debruçando a entender processos novos. Causas novas e se ele tivesse vivido mais tempo, teria saído muito mais coisa é mais avançada, não é sobre a compreensão dos processos é que aconteciam no mundo.
Naquela época, com efeito poder ser logicamente, falar de fotografia e de telegrafia do pensamento antes de estar demonstrado a existência da alma que manobra os elementos fluídicos e a dos fluídos que permitem se estabeleçam relações entre as 2 Almas distintas ainda hoje. Talvez mal começamos a estar suficientemente esclarecidos para a elaboração de tão vastos. Tão vastos problemas, entretanto, não se acharam deslocados aqui. Algumas considerações de natureza a preparar as bases
para um estudo mais completo. Então ele já estava pensando. Nessas coisas, muito essas coisas muito mais avançadas, não é? É de interpretar, de fotografar um pensamento. Ou de de ter uma telegrafia do pensamento, ou seja, coisas que hoje a gente vê. Que acontece em computadores, interpretam eletrodos implantados em cérebros, interpretam que a pessoa está pensando, não é? Nessa época, Kardec já estava com esse avanço. Aí ele questiona, ele fala assim, será que? É isso.
Será possível, não é? Mas não custa nada a gente fazer uma é trazer um esboço aí do que seria? Então vamos ver o que que ele pensava. Olha que mente para a frente do seu tempo, que ele tinha não é limitado em suas ideias e aspirações, tendo circunscritos os seus horizontes. O homem precisa concretar todas as coisas e por eles, etiquetas a fim de guardar delas, apreciável lembrança e basear seus futuros estudos nos dados
que haja reunido. Pelo sentido da vista, foi que lhe vieram as primeiras noções do conhecimento foi a imagem de um objeto que lhe ensinou a existência desse objeto quando conheceu muitos objetos, tirou deduções das impressões diferentes que eles lhe produziam.
No íntimo do c, fixou na inteligência na quinta essência deles, por meio do fenômeno da memória, hora que a memória, se não uma espécie de álbum mais ou menos volumoso que se folheia para encontrar de novo as Ideas apagadas e reconstituir os
acontecimentos que se foram. Esse álbum tem marcas nos pontos capitais de alguns fatos, o indivíduo imediatamente se recorda, para recordar-se de outros, ele necessário folhear por longo tempo o álbum a memória é como um livro, aquele em que Lemos algumas passagens facilmente no las apresenta aos olhos as folhas Virgens ou raramente, pelos tradas. Tem que ser folheadas 11, para que consigamos reconstituir um fato sobre o qual pouco tenhamos demorado a atenção.
Quando o espírito encarnado se lembra, sua memória lhe apresenta. De certo modo, a fotografia do fato que ele procura, em geral, usa encarnados que os cercam. Nada vêem o álbum se acha em lugar inacessível ao olhar deles, mas os espíritos vêem folheiam conosco em dadas circunstâncias podem mesmo deliberadamente ajudar a nossa pesquisa ou perturbar lá o que se produz de um encarnado para
um desencarnado? Também se verifica do desencarnado para o vidente, quando se evoca a lembrança de certos fatos, da existência de um espírito, apresenta-se lhe a
fotografia desses fatos. E evidente, cuja situação espiritual é a na lugar do espírito livre, RE ver como ele até, em determinadas circunstâncias, veio que o espírito não vê por si mesmo, tal como um desencarnado pode folhear a memória de um encarnado sem que este tenha disso consciência e lembrar ali fato, se há muito esquecidos quanto aos pensamentos abstratos.
Por isso mesmo que existem, tomam corpo para impressionar o cérebro tem de agir naturalmente sobre este i, de certo modo, gravar se nele, ainda neste caso, como no primeiro, parece perfeita a semelhança entre os fatos da Terra. E os do espaço. Olha que legal, ele. Ele viaja Na Na. Na linguagem, não é na explicação para dizer, olha, os espíritos podem ler seus pensamentos, os espíritos podem ler os nossos pensamentos,
porque eles. É conseguem capturar que que a gente está pensando até mesmo nossas memórias. Isso não é 11 espécie de fotografia, numa espécie de telegrama, né? Horas e a gente tem computadores que podem fazer muito disso. E tem pesquisas avançadas aí até para interpretações e capturar sonhos, né? Que a gente vê nos filmes de ficção, mas um dia eu acho que a gente vai chegar lá, ué, porque não, não é. Então, o mundo espiritual já é atento a tudo o que pensamos.
Portanto, a gente sempre diz assim. Para o mundo dos espíritos, nós. Nós não temos o corpo físico para nos escondermos quando a gente desencarna. A gente é transparente para o outro, não consegue esconder nada, mesmo quando estamos encarnados. Então todos os espíritos, mas. Os espíritos que tem habilidades para fazer isso conseguem ler o nosso pensamento, conseguem saber o que a gente está pensando. Conseguem acessar as nossas lembranças?
Olha que coisa doida, não é? Então, que a gente possa se acostumar com isso. Esquecer esse negócio de ai privacidade ou não é a privacidade não é buscar a gente ter uma vida cada vez. Mas correta, que a gente não se envergonha de absolutamente nada que possam ver ou ler em nossos
pensamentos. Já tendo sido o fenômeno da fotografia do pensamento, objeto de algumas reflexões nossas na revista para maior clareza, reproduziremos alguns trechos do artigo em que o assunto foi tratado e que completaremos com outras observações novas, sendo os fluidos o veículo do pensamento. Este atua sobre aqueles como o som atua sobre o ar, eles nos trazem o pensamento como o ar nos traços. São, pode-se, pois, dizer com verdade, que a ondas nos fluidos e radiações de pensamento que se
cruzam sem se confundirem. Como há no ar ondas e radiações sonoras, ainda mais criando imagens, fluídicas, o pensamento se reflete no envoltório pelo espiritismo, como num espelho, ou então como essas imagens de objetos terrestres que se refletem nos vapores do ar, tomando aí um corpo e, de certo
modo fotografando. Se se um homem, por exemplo, tiver a ideia de matar alguém, embora seu corpo material se conserve impassível, seu corpo fluídico é acionado por essa ideia, reproduz, com todos os matizes. Ele executa fluidicamente o gesto. O ato que o indivíduo premeditou seu pensamento cria a imagem da vítima e a cena inteira se de zenha, como num quadro tal qual está na mente, é assim que os mais secretos e movimentos da alma repercutem no invólucro fluídico.
É assim que uma alma pode ler noutra alma, como num livro, e ver o que não é perceptível aos olhos corporais, estes vêem as impressões interiores que se refletem nos traços fisionômicos, a cólera, a Alegria, a tristeza, a alma,
porém. Vem nos traços da alma os pensamentos que não se exteriorizam, entretanto, se vendo a intenção pode a alma pressentir a execução do ato que lhe será a consequência não pode, contudo, determinar o momento em que ele será executado, nem ele precisar os pormenores, nem mesmo afirmar que ele se realize porque anteriores circunstâncias podem modificar os planos concebidos e mudar as disposições. Ela não pode ver o que ainda não
está no pensamento. O que vê é a preocupação ocasional ou habitual do indivíduo, seus desejos. Seus projetos, suas intenções, boas ou más, daí os erros nas previsões de alguns videntes. Olha que interessante, né? Ele diz que esse assunto é sempre recorrente na revista espírita, quando ele fala a revista é a revista espírita, mas ele vem dizer sobre essa transparência do nosso corpo espiritual, encarnado ou desencarnado, não é? Onde os espíritos podem ler inclusive videntes ou médiuns
podem ler estas informações. Não é exatamente né? Quando ele fala aí do exemplo de alguém que pretende matar outra pessoa que mesmo que seu corpo físico vai ficar planejando maquinando aquela coisa, o seu corpo físico está impassível. Ninguém vai olhar à você. Está planejando matar alguém? Não, não vai, mas o seu corpo espiritual.
Já está todo contaminado, muda de cor, está mostrando tudo isso para quem quiser ver, às vezes um médium vidente consegue enxergar isso até na pessoa que está encarnada. Então nós somos transparentes. Nosso espírito é transparente para os outros espíritos e é bom que seja assim, porque se não imagina a pataquada, já não basta a gente ser tão enganado, né? No mundo como somos uns pelos outros, tanta mentira, tanta coisa, tanta aparência. No mundo espiritual. Que bom que não é assim.
Não é? Que bom que você é o que você é pronto e acabou. Portanto, aproveite o tempo da encarnação para treinar, ser o mais transparente possível, porque depois de desencarnado, minha amiga, meu amigo, você vai se mostrar exatamente como é. Se você não gostar de outro espírito, vai mostrar isso no seu corpo perispiritual que não gosta. Se gostar, vai mostrar e assim por diante. Seremos sempre muito
transparentes a esse respeito. Quando um acontecimento está subordinado ao livre arbítrio de um homem, eles apenas podem pressentir lhe a probabilidade de acordo com o pensamento que vem, mas não podem afirmar que se dará de tal forma ou em tal momento. Aí tá falando sobre. A questão de não. Conseguir prever a pessoa está planejando um assassinato, beleza, está planejando um assassinato, mas que que isso vai acontecer? De fato, ninguém consegue prever porque está em pensamento.
É só o pensamento que, é Claro, não o futuro desse pensamento. Tá a maior ou menor exatidão nas previsões? Depende, além disso, da intenção e da clareza da vista psíquica. Em alguns indivíduos desencarnados ou encarnados, limita-se a um ponto ou é difusa, ao passo que em outros, é nítida e abrange todo o conjunto dos pensamentos e das vontades que hajam de concorrer para a realização de um.
Fato, mas acima de tudo, há sempre a vontade superior que pode, em sua sabedoria, permitir uma revelação ao impedi. Lá neste último caso, um véu impenetrável é lançado sobre a mais perspicaz vista psíquica. Veja, em a gênese, o capítulo XVI teoria da presciência a teoria das criações fluídicas e, por conseguinte, da fotografia do pensamento, é uma Conquista do moderno espiritismo e pode, doravante, considerar-se como
firmada em princípio. Ressalvadas as aplica ações de minúcias, que é onde resultar da observação. Este fenômeno é, incontestavelmente, a origem das visões fantásticas e desempenha grande papel em certos sonhos. Quem na Terra sabe de que maneira se estabeleceram os primeiros meios de comunicação do pensamento, como foram inventados? Ou Anne ts descobertos, dado que nada se inventa, pois que tudo existe em estado latente, cabendo aos homens apenas os meios de pôr em ação as forças
que a natureza lhes oferece. Quem sabe quanto tempo foi necessário para que os homens usassem da palavra de modo perfeitamente? Legível, aquele que soltou o primeiro grito, inarticulado tinha, sem dúvida, uma certa consciência do que queria exprimir, mas usa quem ele se dirigiu. Nada a princípio, compreenderam só ao cabo de longo lapso de tempo se verificou a existência de palavras convencionadas, depois a de frases abreviadas e
por fim, discursos inteiros. Quantos milhares de anos não foram necessários para que a humanidade chegasse ao ponto em que hoje se encontra? Cada Progresso nos modos de comunicação, nas relações entre os homens. Foi sempre assinalado por uma melhora no estado social dos
seres. A medida que as relações de indivíduo a indivíduo se tornam mais estreitas, mais regulares a necessidades, faz sentir de uma nova e mais rápida forma de linguagem mais apropriada por os homens em comunicação instantânea e universalmente uns com os outros, porque não teria cabimento no mundo moral de encarnado, encarnado por meio da fotografia humana, o que ocorre no mundo físico por meio da telegrafia elétrica, porque as relações ocultas que ligam de
maneira mais ou menos consciente os pensamentos dos homens e dos espíritos por meio da Telegram. Chefe espiritual não se generaliza. Riam entre os homens de modo consciente. É, ele fica, está fazendo uma referência muito legal e que eu lembrei de de algo interessante, seguinte. Como espíritos? Nós não precisamos de linguagem. Que a gente se comunica pelo pensamento, sabia disso? Portanto. É natural que um espírito leia o pensamento do outro.
Porque essa é a forma de comunicação que eu acho que a evolução vai nos trazer também a raça humana. A gente tem muito mais linguagem não verbal do que a verbal, não é mesmo? A gente compreende muito mais a não verbal do que a verbal, e aí é você imagina que para isso caminhar para comunicação, de pensamento, para pensamento, é é um Salto. Obviamente demora muito tempo,
mas. Não, diferente de quando éramos seres que não nos comunicávamos nem com gritos e que o Kardec está trazendo aí. É um paralelo sobre isso, a
telegrafia humana. Aí está uma coisa de molde, certamente a provocar o riso dos que se negam a admitir o que não caia sobre os sentidos materiais, mas que importam as zombarias dos presunçosos, as suas neg ações, por mais que eles as multipliquem, não obstaram aqui as leis naturais, sigam seu curso, nem aqui se encontra em novas aplicações dessas leus à medida que a inteligência humana, se a China, estado onde eles experimentaram os efeitos, homem exerce ação
direta sobre as coisas. Assim como sobre as pessoas que o cercam frequentemente, uma pessoa de quem se faz pouco, caso a exerce decisiva sobre outras de reputação muito superior. Isto decorrer de que na Terra se vêem muito mais máscaras do que semblante se de que aí o olhar tenha obscurece lua. Vaidade, o interesse pessoal e todas as paixões. Mas a experiência demonstra que se pode atuar sobre o espírito dos homens, a revelia deles. Um pensamento superior, fortemente pensado, permita-se
nos a expressão pode, pois. Conforme a sua força e a sua eleva, cê cedilha maiúsculo, hop.
Tocar de perto ou de longe homens que nenhuma ideia fazem da maneira porque ele chega do mesmo modo que muitas vezes aquele que o emite não faz ideia do efeito produzido pela sua emissão, és um jogo constante das inteligencias humanas e da ação recíproca de uma sobre as outras juntar-lhe a das inteligencias dos desencarnados e imaginar se o conseguirdes poder incalculável dessa força composta de tantas forças reunidas, se se pudesse suspeitar do imenso mecanismo
que o pensamento aciona e dos efeitos que ele produz de um
indivíduo a outro. De um grupo de seres, há outro grupo e a final da ação universal dos pensamentos das criaturas, umas sobre as outras, homem ficaria assombrado, sentir-se aniquilado diante dessa infinidade de pormenores, diante dessas inúmeras redes ligadas entre si por uma potente vontade atuando harmonicamente para alcançar um único objetivo, Progresso universal, pela telegrafia do pensamento, ele apreciará em todo o seu valor à lei da solidariedade, ponderando
que não há um pensamento seja criminoso. Seja virtuoso ou de outro gênero que não tem ação real sobre o conjunto dos pensamentos humanos e sobre cada um deles. Se o egoísmo levava desconhecer as consequências para outrem de um pensamento perverso, pessoalmente seu, por esse mesmo egoísmo, ele se verá induzido a ter bons pensamentos para elevar o nível moral da generalidade das criaturas, atentando nas consequências que sobre si mesmo produziria um mau pensamento de
outro. Que serão, se não consequência da telegrafia, do pensamento, esses choques misteriosos que nos advertem da Alegria ou de sofrimento de um ente caro que se acha longe de nós, não é um fenômeno do mesmo gênero que devemos os sentimentos de simpatia ou de repulsam que nos arrastam para certos espíritos e nos afastam de outros. A certamente aí um campo imenso para o estudo e a observação, mas do qual ainda não podemos perceber, se não as massas.
O estudo super menores resultará de um conhecimento mais completo das leis que regem a ação dos fluídos, um sobre os outros. Aí eu fluído de novo, falando mais quando ele fala sobre telegrafia, do pensamento. Ele está dizendo justamente dessa. Coisa que acontece essa Inter comunicabilidade entre nós não é? E ele citou uma coisa muito curiosa e que quando acontece alguma coisa? Grave ou não, ou muito feliz ou
de uma forte emoção. Com alguém que a gente ama seja aparente ou não, e que muitas pessoas são avisadas ou sentem aquilo. Uma mãe pressente, não é do filho e tudo mais. O que que é isso? Se não essa ligação, né? De ondas dos pensamentos, é do nosso perispírito que se expande, que está junto da outra pessoa. Enfim, tem muitas definições aí. Então não é tão ruim. É quando fala telegrafia. A gente não usa mais telégrafo, mas lembrando que.
A própria, o próprio jeito da gente gravar a informação, você está vendo esse vídeo aqui? Na verdade, é uma sequência de zeros e uns que que era o telégrafo, sinal e falta de sinal, né? 0 e 1, que a gente continua comunicação do telégrafo era uma comunicação binária e a gente continua exatamente assim, só que infinitamente mais avançado em velocidade. Mas a base é sempre a mesma.
Portanto, Kardec estava falando disso, que a gente sente no dia a dia e nos dá um grande alerta muito interessante para que a gente. para não ficar feio, não é para não ficar feio para os outros. Falam, nossa, que pessoa horrorosa é essa? A gente naturalmente se inclina a ter melhores pensamentos a. Aquela história não é a gente. Não fazer. Publicamente, aquilo que a gente faria escondido. Tentar.
Quando estamos na nossa privacidade, sermos exatamente a mesma pessoa quando estivermos em público, porque é um treinamento para quando a gente desencarnar, vai ser assim, não tem corpo físico para esconder, portanto, ou a gente é o que é ou a coisa vai ficar difícil, vai ficar no mínimo vexatória. Beleza? Bom, encerramos o assunto de hoje. Na próxima, nós vamos começar a ver um assunto muito interessante sobre estudo sobre a natureza do Cristo. Olha que legal.
Muita coisa boa. Especificamente. Fontes das provas sobre a natureza de Jesus do Cristo. Eu como sempre, te espero muito obrigado pela sua presença até o nosso próximo encontro. Tchau.
